Orientadora: Dra Sônia M. Santos NEPHE/NEIAPE/FACED/UFU/BRASIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orientadora: Dra Sônia M. Santos NEPHE/NEIAPE/FACED/UFU/BRASIL soniam@ufu.br"

Transcrição

1 POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCACIONAIS NO CONTEXTO HISTÓRICO BRASILEIRO Eixo Temático 1 Wendell L. Pereira UFU Mestrado/ Educação/ PPGE/UFU Fomento CAPES Orientadora: Dra Sônia M. Santos NEPHE/NEIAPE/FACED/UFU/BRASIL Este artigo entende como o longo séc. XX, os anos que se estendem a partir de 1890, que do ponto de vista da escola pública brasileira é visualizado até os dias atuais. É neste contexto, entendido como um fractal geométrico, que serão analisados alguns aspectos considerados como divisores de águas para a educação pública brasileira. A analogia entre fractal e educação não pretende definir um processo de desenvolvimento engessado, uma cópia simultânea e idêntica das partes, mas sim entendendo que as partes são interligadas entre si, como em uma malha formando o todo. Após estas reflexões, depreende se que, ao longo da história a organização do sistema escolar público estatal brasileiro foi movido pela crença da educação salvadora da nação, supostamente capaz de eliminar as mazelas provocadas pelas desigualdades sociais e econômicas. As reflexões aqui tecidas proporcionam uma visualização das transições sofridas pela educação pública brasileira, trazendo à luz seu caráter dual e políticas ineficientes, ou seja, propedêutica para ricos, preocupada com a formação de uma elite dominante, e técnica profissional para os pobres, preocupada com a formação de trabalhadores. Palavras chave: Educação Pública, História e Políticas Educacionais.

2 EDUCATIONAL PUBLIC POLITICS IN THE BRAZILIAN HISTORICAL CONTEXT Axis Thematic 1 Wendell L. Pereira UFU Master's degree / Education / PPGE/UFU Fomentation CAPES Advisor: Dra Sônia M. Santos NEPHE/NEIAPE/FACED/UFU/BRASIL This article understands as the long séc. XX, the years that extend starting from 1890, that of the point of view of the Brazilian public school is visualized until the current days. It is in this context, expert as a geometric fractal, that some will be analyzed aspects considered as " divisors of waters " for the Brazilian public education. The analogy between fractal and education doesn't intend to define a process of plastered development, a simultaneous and identical copy of the parts, but understanding that the parts are to each other interlinked, as in a mesh forming the whole. After these reflections, it is inferred that, along the history the organization of the system public school state Brazilian was moved by the faith of the saving " education " of the nation, supposedly capable to eliminate the sore spots provoked by the social and economical inequalities. The reflections here woven they provide a visualization of the suffered transitions for the Brazilian public education, bringing to your light dual character and inefficient politics, in other words, propedêutica for rich, concerned with the formation of a dominant elite, and technique professional for the poor, concerned with the workers' formation. Word key: Public education, History and Educational Politics.

3 EDUCAÇÃO PÚBLICA E POLÍTICAS EDUCACIONAIS NO CONTEXTO HISTÓRICO BRASILEIRO Eixo Temático 1 Wendell L. Pereira UFU Mestrado/ Educação/ PPGE/UFU Fomento CAPES Orientadora: Dra Sônia M. Santos NEPHE/NEIAPE/FACED/UFU/BRASIL Este artigo faz uso da definição introduzida por Saviani (2004) para delimitar o período a que se refere, caracterizado como o longo séc. XX, que do ponto de vista da escola pública brasileira estende se de 1890 aos dias atuais. É neste contexto temporal, entendido como um fractal geométrico, que serão analisados alguns aspectos considerados como divisores de águas para a educação pública brasileira. Vale ressaltar que a analogia entre fractal e educação não pretende definir um processo de desenvolvimento engessado, uma cópia simultânea e idêntica das partes, mas sim entendendo que as partes são interligadas entre si, como em uma cadeia genética formando o todo. No final do séc. XIX visualiza se impactuosas e decisivas transformações sociais, políticas, econômicas, culturais e educacionais no Brasil, embora acontecessem tentativas de organização do sistema público de Educação no período das reformas pombalinas e no império, Saviani (2004) afirma que foram nas últimas décadas do século XIX que ocorreram as transformações sociais, políticas, econômicas culturais e educacionais mais importantes e decisivas para o país, tais como: abolição da escravatura, a queda da monarquia, a Proclamação da República, as migrações, separação da Igreja e o Estado, ascensão do setor industrial e urbano, o surgimento de novas classes, novas idéias positivistas, cientificistas, evolucionistas entre outros. Para Saviani (2006) a história da educação pública estatal brasileira tem sua gênese propriamente dita, a partir de 1890, com o surgimento dos grupos escolares em São Paulo. Assim sendo, após a proclamação da república, o Estado assume a função de urbanizar, higienizar e educar o povo. Gatti Junior e Pessanha (2005) afirmam que a Primeira República nasceu determinada a romper com o atraso, formar o cidadão, criar uma nova idéia de Nação e instituir a moral e o civismo. Iniciou se desta forma a

4 tentativa de se construir um país ordeiro, progressista e civilizado, forjando uma idéia de que educar era mais importante que instruir. As bases ideológicas as quais se serviram os precursores da primeira república no Brasil, provêm dos ideais liberais democráticos republicanos originados da Revolução Francesa (1789), tendo na liberdade; nos direitos de igualdade; nos conceitos de educação laica, pública, gratuita e obrigatória as idéias emblemáticas deste movimento. A educação na primeira república é marcada pelo caráter salvador ao qual a mesma foi relacionada, provocando desta forma o surgimento de uma crença entusiasmada no que diz respeito à capacidade que a mesma exerceria na solução de todas as mazelas da desigualdade social. Surge então a preocupação com a formação do professor e com a reformulação dos processos de ensino, tendo na região de São Paulo o marco territorial inicial para a organização do sistema público educacional. A criação das Escolas Modelos anexas às escolas normais seguiu o exemplo das escolas graduadas dos países desenvolvidos da Europa e dos EUA, partindo de uma racionalidade pedagógica, ou seja, com características de classificação por conhecimentos, formação de classes, conteúdo programado em um tempo determinado e currículos em conformidade com o calendário poposto. Esta foi a materialização do modelo educacional que se pretendeu instalar, São Paulo tornou se referência para todos os demais Estados, sendo contratado para implantar as escolas modelos em outros Estados do Brasil. O surgimento dos Grupos Escolares em 1893 foi um fenômeno urbano, um espetáculo de civismo, ordem, disciplina, seriedade e competência... (FARIA FILHO, 2000, p. 27). Os grupos escolares no Brasil foram verdadeiros representantes do poder, da modernidade e ainda que de forma deturpada, a luz que iluminaria o caminho que levaria a igualdade social e o emparelhamento do Brasil às outras nações desenvolvidas. Essa modalidade de escola propôs uma nova estrutura arquitetônica, o uso de novos materiais didáticos, uma nova forma de compreender a educação no conjunto das relações sociais, conforme explica Souza (1998): tal foi a influencia destes grupos escolares na vida da sociedade, que ainda hoje, eles existem na memória de muitos, seja fazendo relação às quatro primeiras séries do ensino fundamental, seja se referindo às construções imponentes onde funcionavam tais grupos escolares. A realidade é que as escolas primárias nesse formato eram eficientes para a elite, de acordo com Paiva (1987) a difusão do ensino estava relacionada à ação dos liberais

5 que valorizavam a educação como uma forma de ascensão social. Surge então, o movimento entusiasmo pela educação, denominado assim por Nagle (1976, p.116), preocupado com a difusão do ensino, com a erradicação do analfabetismo, com preconceitos em relação aos analfabetos e com a crença em uma educação salvadora. Mas a realidade educacional era de precariedade, evasão, repetência, más condições de trabalho e baixos salários. A partir de 1920 os profissionais da educação movimentamse em torno de um otimismo pedagógico denominado assim também por Nagle: movimento renovador preocupado com a qualidade do ensino e com a organização interna das escolas (1976, p.116). Contudo, este movimento educacional foi sendo construído por entusiastas ingênuos e otimistas compromissados com a ordem vigente, à medida que esses movimentos vão assumindo de maneira mais clara um caráter político ideológico passam a se chamar realismo em educação (Paiva, 1987); isso aparece de maneira mais nítida no Estado Novo. Em 1925, o Governo Arthur Bernardes, através da reforma Rocha Vaz veio estabelecer acordo entre a União e os Estados, visando promover o ensino básico, acordo este que não chegou a entrar em vigor, porém, o processo histórico é Orgânico 1, e neste sentido, logo em seguida, a revolução de 1930 tornou se o palco central para que os educadores que desde 1920 vinham vislumbrando o controle da educação no país pudessem aproximar se do mesmo. A partir dessas transformações foram gestando se as condições que influenciaram as ocorrências na década 30, importantes para a história do Brasil e em especial para a história da educação pública do país. Em 1931, a conhecida reforma Francisco Campos baixou um conjunto de decretos que não mencionavam diretamente o ensino primário, mas influenciou diretamente este campo da educação, pois de um modo geral a reforma possibilitou um grande avanço no que diz respeito à regulamentação da educação em âmbito nacional. A educação brasileira viu nascer de forma palpável cuidados regulamentadores para com o desenvolvimento do ensino superior, secundário e comercial, este conjunto de decretos não foi suficiente para resolver o problema educacional brasileiro, porém, foi uma iniciativa que contribuiu para com o limiar das perspectivas de uma educação capaz de atender as necessidades da sociedade brasileira. O decreto , de 11 de 1 Que tem o caráter de um desenvolvimento natural, nato, em oposição ao que é ideado, um intelectual orgânico.

6 abril de 1931, elaborado pela reforma Francisco Campos, dispondo sobre a organização do Ensino Superior no Brasil e adotando regime universitário, previa entre suas exigências a presença da Faculdade de Educação, Ciências e Letras nas Universidades, sinalizando desta forma a participação da Educação no projeto desenvolvimentista da nação. Portanto, a partir do movimento renovador foi se delineando a organização das características e das idéias pedagógicas da educação pública brasileira. Em 1932 os profissionais da educação, com destaque para Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo, Lourenço Filho entre outros, lançaram o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova. No entanto, conforme menciona Saviani (2004) o grande marco para a elaboração do Manifesto foi a abertura da IV Conferência Nacional de Educação, ocorrida em dezembro de 1931, quando Getúlio Vargas, chefe do governo provisório, solicitou aos presentes a colaboração para a criação do projeto que definiria a política educacional do novo governo. A partir daí, pouco tempo depois o documento intitulado como Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova estava concluído, direcionado ao governo e também a toda população. Saviani afirma que: Como uma espécie de coroamento de um processo que se vinha desenvolvendo desde a criação da Associação Brasileira de Educação (ABE), em 1924, foi lançado em 1932 o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova. Dirigido ao povo e ao governo, esse manifesto propunha se a realizar a reconstrução social pela construção educacional (2004, p. 33). A publicação do Manifesto gerou tumultos no meio educacional, provocando um evidente rompimento entre o grupo católico e o grupo dos renovadores, este rompimento evidenciou se de forma concreta com a retirada do grupo católico da Associação Brasileira de Educação, fundando em seguida a Confederação Católica Brasileira de Educação. O Manifesto é sem dúvida um importante legado deixado para o longo século XX, influenciando a política educacional e estabelecendo novos marcos com propostas de reconstrução social e educacional. Apresentando princípios de uma educação pública, laica, gratuita e obrigatória, o Manifesto assim como todo instrumento social e coletivo contém em seu bojo uma diversidade de características, neste sentido torna se importante mencionar duas vertentes ideológicas que atuaram juntas na construção e posteriormente na execução deste documento: a primeira é uma vertente cujo sua gênese

7 está ligada a Europa, de cunho mais racional e técnica, defendida por Fernando de Azevedo; a outra defendida por Anísio Teixeira tem como base as idéias pedagógicas do educador americano John Dewey. Ao analisar o Manifesto, observa se a preocupação que este exprime com a falta das determinações que indicassem as finalidades da educação, seja quanto aos aspectos filosóficos ou no que diz respeito aos fins práticos. Em outras palavras o manifesto denunciou um empirismo grosseiro, dominante no estudo das questões pedagógicas, com ausência total de uma cultura universitária. Em linhas gerais para o Manifesto a finalidade primordial da educação gira em torno de uma concepção de vida, solta dos interesses de classe, mas que proporcione ao indivíduo o direito de uma educação que organize e impulsione os meios naturais, com o fim de promover um desenvolvimento natural e integral do ser humano em cada uma das etapas de seu crescimento enquanto sujeito, respeitando as concepções de mundo ao qual está inserido, tornando o agente reflexivo e atuante nos processos culturais e econômicos. O Manifesto inseriu diretrizes e posições, interferindo diretamente na Constituição de 1934, sendo esta a primeira carta magna brasileira a intitular como dever do Estado a organização da educação em âmbito nacional, dedicando um capítulo à educação e cultura, fixando o Plano de Educação Nacional. Em 1934 foi criada na Universidade de São Paulo (USP) a Faculdade de Filosofia, com ênfase para uma educação propedêutica para a formação da elite dirigente e o Instituto de Educação para os excluídos, cuja formação técnica profissional era o objetivo principal. O governo assumiu desta forma a difusão do ensino, com o propósito de sedimentar as estruturas sociais e econômicas, recompondo o poder político. A Constituição de 1937 manteve a educação dual, ou seja, uma escola propedêutica para os ricos, uma escola pré vocacional para os mais pobres como preparação para o trabalho, atendendo desta forma os anseios dominantes burgueses, que em poucas palavras significava formar uma elite com condições intelectuais para o domínio e uma classe de trabalhadores para atender a demanda do mercado, obtendo ainda uma contenção da inação oriunda da migração que hora vinha ocorrendo por parte das populações rurais. O Estado Novo estabeleceu uma política educacional com idéias de nacionalismo, moral e civismo, culto á Pátria e às tradições. O então Ministro da

8 Educação Gustavo Capanema implantou as reformas chamadas Leis Orgânicas do Ensino, que ordenaram o ensino primário, normal, comercial, industrial e agrícola; criou o SENAC, SENAI, o Conselho Nacional de Educação Primária, o Fundo Nacional de Educação Primaria, na tentativas de centralizar e uniformizar o ensino. Criou também o decreto que organizou o ensino superior em Bacharelado e Licenciatura o famoso 3+1 outro legado importante deixado para o século XX. Em 1939 criou se também o Curso de Pedagogia de acordo com este esquema é neste período também que e a História da Educação passa a fazer parte do currículo como disciplina ligada à formação do professor. CONSIDERAÇÕES FINAIS Da Primeira República ao Estado Novo a Educação Pública no Brasil tornou se o ponto central para a difusão das idéias liberais e do nacionalismo, ligadas ao movimento e mobilização em torno da sedimentação das estruturas sociais e econômicas e à recomposição do poder político como estratégia de hegemonia e manutenção da ordem vigente. Portanto, ao longo da história a educação permaneceu como tema central e mistificada, sendo considerada como solução para todos problemas sociais existentes. Após estas reflexões, depreende se que ao longo da história da educação brasileira, o processo de escolarização ou de organização do sistema escolar público estatal foi movido pela crença de uma educação salvadora, capaz reduzir as mazelas provocadas pelas desigualdades sociais e econômicas. A educação no início da primeira República foi permeada por um espírito cívico patriótico com aspirações originadas da Revolução Francesa, com o objetivo de produzir um país ordeiro progressista e civilizado, acreditando que o ato de educar era mais importante que instruir. Enfim, a república nasce acompanhada de uma crença mística na educação, induzindo a sociedade a acreditar que por meio da educação seria possível equiparar a nação brasileira às principais nações desenvolvidas. Em meados de 1932, o Brasil passava por sérios problemas econômicos, políticos e educacionais, o sonho liberal republicano tinha se esfacelado em meio ao ávido sistema capitalista, o sistema escolar não conseguiu aparelhar as diferenças de classe e muito menos aproximar e diminuir as diferenças entre riqueza e pobreza.

9 Vários agentes fomentadores da educação vinham desde 1920 promovendo debates e reflexões em torno da necessidade de uma educação sistematizada e que atendesse o clamor social, cultural e econômico deste país calejado pela exploração. Neste sentido, percebe se que a idéia de educação salvadora é tangencial nos vários períodos em que se situa a educação brasileira, e é por meio desta certeza, que mais uma vez, convictos de que a evolução econômica e social do país dependia do preparo educacional do seu povo, e certos de que era impossível desenvolver as forças econômicas ou de produção sem o preparo exaustivo das forças culturais que, se fez presente nesse contexto a necessidade de uma organização filosófica e prática da educação em seus diversos âmbitos, resultando então no Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova. Pela análise do manifesto, observa se uma nítida preocupação com a falta das determinações que indicassem as finalidades da educação, seja quanto aos aspectos filosóficos ou no que diz respeito aos fins práticos. Em outras palavras, o manifesto denunciou um empirismo grosseiro, dominante no estudo das questões pedagógicas, com ausência total de uma cultura universitária. Para o Manifesto a finalidade primordial da educação gira em torno de uma concepção de vida, solta dos interesses de classe, mas que proporcione ao indivíduo o direito de uma educação que organize e impulsione os meios naturais, com o fim de promover um desenvolvimento natural e integral do ser humano em cada uma das etapas do seu crescimento enquanto sujeito, respeitando as concepções de mundo ao qual está inserido, tornando o agente reflexivo e atuante nos processos culturais e econômicos. Em 1964 sob a égide do Regime Militar iniciou se um processo de reorientação do ensino. Germano (2005) afirma que esta intervenção militar visou à acumulação do capital, construção de um Brasil potência, tendo como pano de fundo idéias subliminares, ligadas a intenções políticas e de poder, este foi um período conturbado do ponto de vista democrático em todos os sentidos. A política educacional foi se definindo por uma política compensatória, que procurava legitimar se por uma estratégia de hegemonia, esta política expressou a dominação da burguesia viabilizada pelo Estado Militar. Dessa forma, a educação foi assumindo uma concepção produtivista e o modelo renovador foi se esgotando. Esta concepção faz parte da teoria do Capital humano que surgiu por volta de 1950 e foi impulsionada em Esta teoria relaciona a educação ao mercado e à produção,

10 estimulando a educação técnica profissional de caráter terminal em detrimento da educação propedêutica, favorecendo a privatização de inúmeras empresas estatais, provocando concomitantemente o sucateamento da escola pública brasileira, fato este que chama a atenção ainda nos dias atuais. A intervenção militar teve como conseqüência o aumento da precarização, concentração de renda, exclusão social, corrupção, inflação e aumento da dívida externa. As reformas educacionais de primeiro grau, segundo grau e universitárias tiveram como objetivo a reprodução da força de trabalho, formação da elite dirigente e a defesa de uma ideologia para a obtenção do consenso e a legitimação do estado militar, tendo como discurso de base três pilares alegóricos, porém de cunho extremamente legitimador: a doutrina de segurança nacional, capital humano e um pensamento cristão conservador. Foi um período buliçoso, em que ocorreu literalmente a obstrução de vários movimentos relacionados à educação popular. Em contrapartida e como forma de negação a repressão implantada neste período, vários movimentos estudantis foram se sustentando ilegalmente, gerando inúmeros e dramáticos confrontos. É neste período que são eliminadas do currículo formal as disciplinas de filosofia e sociologia, pois eram consideradas como instrumento fomentador da desordem, e no lugar destas são instituídas as disciplinas EMC (Educação Moral e Cívica) e EPB (Estudos dos Problemas Brasileiros) na tentativa de manter o espírito cívico, patriótico e a ordem vigente. Contudo, Saviani (2004) ressalta que a década de 60 deixou um importante legado, pois com a institucionalização da pós graduação as pesquisas foram fomentadas e desenvolvidas no país, porém vale ressaltar que em sua grande maioria as pesquisas não eram desenvolvidas nas universidades, mas sim em institutos de pesquisa ou por empresas privadas. Neste contexto cadenciado e conturbado ao mesmo tempo, é que, a história da educação brasileira, a educação infantil, a colaboração entre os Estados, Municípios e União conquistaram espaços na Constituição de 1988, mas que por sua vez manteve a concepção produtivista de educação, ganhando vigor no contexto neoliberal, contexto este que marcou a LDB 9394/96. Percebe se que de 1889 a 1985 houve uma transição nas concepções filosóficas e práticas por parte daqueles que comandaram a educação, perpassando por convicções iluministas, renovadoras e posteriormente produtivistas, mesmo com estas visíveis transições e várias tentativas legíveis de dar um rumo novo ao sistema educacional

11 brasileiro, a característica da educação manteve se dual durante este período, ou seja, propedêutica para ricos, preocupada com a formação de uma elite dominante e prévocacional ou técnica profissional para os mais pobres, preocupada com a formação de trabalhadores. A construção humana está atrelada então aos meios necessários de sobrevivência referentes ao seu tempo; a conexão mantida entre homem, indústria e comércio, mostrase, portanto, desde o princípio, uma conexão materialista dos homens entre si, conexão que depende das necessidades e do modo de produção e que é tão antiga quanto os próprios homens [...]. (MARX & ENGELS, 2007, p ) Neste sentido percebe se também que a sociedade capitalista converte o trabalho social que é um elemento fundamental para o desenvolvimento da sociedade humana em trabalho assalariado, alienado e fetichizado. Conforme Antunes: Marx vai afirmar, nos manuscritos Econômicos Filosóficos, que o trabalho decai a uma mercadoria, torna se um ser estranho, um meio da sua existência individual. O que deveria ser fonte de humanidade se converte em desrealização do ser social, alienação e estranhamento dos homens e mulheres que trabalham. E esse processo de alienação do trabalho não se efetiva apenas na perda do objeto, no produto do trabalho, mas também no próprio ato de produção, que é resultado da atividade produtiva já alienada (2004, p. 9). A relação entre trabalho e saber é estreita, esta relação transforma a educação em ensino, emergindo tipos e graus diferentes de saber. Assim como existe a divisão do trabalho existe concomitantemente e de forma espelhada, a divisão social do mundo do saber, e para perceber este fato basta realizar uma análise historiográfica dos saberes ensinados nos diversos campos da educação, este exercício historiográfico não revela apenas os saberes priorizados, mas, também, a quem são destinados tais saberes. Este fato pode ser exemplificado ao se analisar a postura adotada pelas Universidades, pois as Universidades destinam o saber acadêmico a seus membros e abandona os saberes tecnológicos, direcionando o aos distanciados ou excluídos. A educação se mostra desta forma com incisiva participação no processo de formação dos tipos de homens que se pretende para um dado momento histórico, exercendo sua força no processo de produção de valores, idéias, crenças e habilidades. No entanto, a palavra força para este caso não pretende sugerir soberania absoluta e muito menos algo incontrolável, até mesmo porque a educação é um produto da criação humana, e é neste sentido que a educação apresenta sua força paradoxal, pois, se de um

12 lado a educação apresenta todo seu poder no processo de formação do homem, do outro, sua fraqueza é evidenciada pela dependência da realidade social e cultural que ela mesma ajuda a construir. A realidade é que o modelo político, econômico e educacional que vem se implantando desde a 1ª Republica mostrou se ineficiente do ponto de vista da homogeneização das oportunidades culturais e econômicas, provocando problemas de seletividade, desigualdade, exclusão e concentração de renda. Neste sentido surge uma pergunta que a meu ver é o grande paradoxo educacional vivenciado no Brasil: Qual é a verdadeira função da educação escolar? O que tem se expressado ao longo do tempo é uma dominação elitista, a historia revela que o Brasil se desenvolveu, se urbanizou, cresceu, industrializou se, teve muitos avanços e progressos, mas estes benefícios foram para poucos, para a minoria, consequentemente a desvalorização da vida humana torna se cada vez mais banal. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FARIA FILHO, L. M. de. Dos Pardieiros aos palácios: cultura escolar e urbana em Belo Horizonte na Primeira República. Passo Fundo: UPF, GERMANO, José Wilhington. Estado Militar e Educação no Brasil. São Paulo: Cortez, MANACORDA, M. A. Marx e a Pedagogia Moderna. Campinas: Alínea, MARX, K e ENGELS, F. A ideologia alemã. Tradução de Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo, Tradução de: A Ideologia Alemã. SAVIANI, Dermeval, et al. O legado educacional do século XX no Brasil, Campinas: Autores Associados, SAVIANI, Dermeval (2005). Reflexões sobre o ensino e a Pesquisa em História da Educação. In: GATTI JÚNIOR, D. & INÁCIO FILHO, G. (Orgs.) História da Educação em Perspectiva ensino, pesquisa, produção e novas investigações. Campinas: Autores Associados; Uberlândia: EDUFU, p NAGLE, Jorge. Educação e Sociedade na Primeira República. São Paulo: EPU, 1976.

ENTUSIASMO PELA EDUCAÇÃO E O OTIMISMO PEDAGÓGICO. pesquisadores da educação, como também é considerado ponto de virada de

ENTUSIASMO PELA EDUCAÇÃO E O OTIMISMO PEDAGÓGICO. pesquisadores da educação, como também é considerado ponto de virada de ENTUSIASMO PELA EDUCAÇÃO E O OTIMISMO PEDAGÓGICO Irene Domenes Zapparoli - UEL/ PUC/SP/ehps zapparoli@onda.com.br INTRODUÇÃO Jorge Nagle com o livro Educação e Sociedade na Primeira República consagrou-se

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda DISCIPLINA: Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA: 06/02/2012. CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br QUESTÕES DE VESTIBULAR e-mail: especifico@especifico.com.br Av. Rio Claro nº 615 Centro

Leia mais

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica Shirleiscorrea@hotmail.com A escola, vista como uma instituição que historicamente sofreu mudanças é apresentada pelo teórico português

Leia mais

Sociologia Organizacional. Aula 1. Contextualização. Organização da Disciplina. Aula 1. Contexto histórico do aparecimento da sociologia

Sociologia Organizacional. Aula 1. Contextualização. Organização da Disciplina. Aula 1. Contexto histórico do aparecimento da sociologia Sociologia Organizacional Aula 1 Organização da Disciplina Aula 1 Contexto histórico do aparecimento da sociologia Aula 2 Profa. Me. Anna Klamas A institucionalização da sociologia: August Comte e Emile

Leia mais

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO 1 - INTRODUÇÃO Séc. XIX consolidação da burguesia: ascensão do proletariado urbano (classe operária) avanço do liberalismo.

Leia mais

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo)

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Os ideais e a ética que nortearam o campo da educação Comenius: A educação na escola deve

Leia mais

The present study discusses the legacy of the last 30 years of the Special Education's

The present study discusses the legacy of the last 30 years of the Special Education's A educação inclusiva e a universidade brasileira Enicéia Gonçalves Mendes 1 egmendes@power.ufscar.br RESUMO O presente artigo aborda o legado de 30 anos da história da institucionalização da Educação Especial

Leia mais

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE 1930 Jorge Eschriqui Vieira PINTO Alberto Torres foi um intelectual vanguardista entre

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos)

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton Silveira de Pinho Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES abril / 2003 Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

ESCOLA PÚBLICA: MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA E O DIREITO À EDUCAÇÃO

ESCOLA PÚBLICA: MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA E O DIREITO À EDUCAÇÃO ESCOLA PÚBLICA: MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA E O DIREITO À EDUCAÇÃO LUCIANA CAMURRA 1 TERESA KAZUKO TERUYA 2 RESUMO: Este trabalho apresenta os resultados de uma pesquisa realizada ao final

Leia mais

A legislação e a Orientação Educacional

A legislação e a Orientação Educacional A legislação e a Orientação Educacional A legislação relacionada à educação no Brasil auxiliou o Orientador Educacional a fortalecer-se como profissional, muitas vezes embasado em pressupostos teóricos

Leia mais

HEITOR VILLA-LOBOS E A FORMAÇÃO MORAL DO POVO BRASILEIRO: O CANTO ORFEÔNICO

HEITOR VILLA-LOBOS E A FORMAÇÃO MORAL DO POVO BRASILEIRO: O CANTO ORFEÔNICO 163 HEITOR VILLA-LOBOS E A FORMAÇÃO MORAL DO POVO BRASILEIRO: O CANTO ORFEÔNICO Priscila Paglia Marlete dos Anjos S. Schaffrath RESUMO: Este estudo é o resultado da investigação, análise e registro de

Leia mais

Sociologia: ciência da sociedade

Sociologia: ciência da sociedade Sociologia: ciência da sociedade O QUE É SOCIOLOGIA? Sociologia: Autoconsciência crítica da realidade social. Ciência que estuda os fenômenos sociais. A Sociologia procura emancipar o entendimento humano

Leia mais

FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO

FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO Thiago Tavares Borchardt Universidade Federal de Pelotas thiago tb@hotmail.com Márcia Souza da Fonseca Universidade Federal de Pelotas

Leia mais

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA Tânia Regina Broeitti Mendonça 1 INTRODUÇÃO: Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Formação do bacharel em direito Valdir Caíres Mendes Filho Introdução O objetivo deste trabalho é compreender as raízes da formação do bacharel em Direito durante o século XIX. Será

Leia mais

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL THOMAS HOBBES LEVIATÃ ou MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL Thomas Hobbes é um contratualista teoria do contrato social; O homem natural / em estado de natureza para Hobbes não é

Leia mais

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA SPINELLI, Mônica dos Santos IE/PPGE/UFMT RESUMO O texto apresenta resultados parciais da pesquisa teórica sobre categorias conceituais em

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte A Educação na Constituinte de 1823 Cristiano de Jesus Ferronato 1 - PPG-UFPB O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte de 1823, e documentos contemporâneos ao período

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: DILEMAS E PERSPECTIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA

DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: DILEMAS E PERSPECTIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: DILEMAS E PERSPECTIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA Everson Ferreira Fernandes Universidade Federal do Rio Grande do Norte eversonff@gmail.com Gislene de Araújo Alves

Leia mais

A POLÍTICA DE FORMAÇÃO DO GESTOR ESCOLAR NO BRASIL

A POLÍTICA DE FORMAÇÃO DO GESTOR ESCOLAR NO BRASIL Anais da Semana de Pedagogia da UEM ISSN Online: 2316-9435 XX Semana de Pedagogia da UEM VIII Encontro de Pesquisa em Educação / I Jornada Parfor A POLÍTICA DE FORMAÇÃO DO GESTOR ESCOLAR NO BRASIL LUPPI,

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Módulo Unidade 01 Tópico 01 Políticas na Atenção do Idoso Introdução as Políticas Públicas Políticas Públicas Ao longo do tempo o papel do Estado frente

Leia mais

A DISCIPLINA TRABALHO-EDUCAÇÃO E SEUS REBATIMENTOS NO CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO RIO DE JANEIRO Ana Paula Santos Guimarães UFRJ

A DISCIPLINA TRABALHO-EDUCAÇÃO E SEUS REBATIMENTOS NO CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO RIO DE JANEIRO Ana Paula Santos Guimarães UFRJ 1 A DISCIPLINA TRABALHO-EDUCAÇÃO E SEUS REBATIMENTOS NO CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO RIO DE JANEIRO Ana Paula Santos Guimarães UFRJ Resumo O presente trabalho tem por proposição identificar

Leia mais

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho Direitos Autorais: Faculdades Signorelli "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens,

Leia mais

REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado

REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado Ana Carolyna Muniz Estrela 1 Andreza de Souza Véras 2 Flávia Lustosa Nogueira 3 Jainara Castro da Silva 4 Talita Cabral

Leia mais

FORÇA FEMINISTA NA CHINA

FORÇA FEMINISTA NA CHINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA DO SECULO XX FORÇA FEMINISTA NA CHINA DÉBORAH PAULA DA SILVA RECIFE

Leia mais

GD5 História da matemática e Cultura. Palavras-chave: Ensino de Matemática. Escola Normal. Cultura Escolar.

GD5 História da matemática e Cultura. Palavras-chave: Ensino de Matemática. Escola Normal. Cultura Escolar. Curso de Formação de Professores Primários da Escola Normal de Caetité Ba no Período de 1925 a 1940: Análise das Transformações Curriculares do Ensino de Matemática. Márcio Oliveira D Esquivel 1 GD5 História

Leia mais

A HISTÓRIA DE UMA INSTITUIÇÃO ESCOLAR DE CUNHO MILITAR: O COLÉGIO BRIGADEIRO NEWTON BRAGA

A HISTÓRIA DE UMA INSTITUIÇÃO ESCOLAR DE CUNHO MILITAR: O COLÉGIO BRIGADEIRO NEWTON BRAGA A HISTÓRIA DE UMA INSTITUIÇÃO ESCOLAR DE CUNHO MILITAR: O COLÉGIO BRIGADEIRO NEWTON BRAGA Jussara Cassiano Nascimento Universidade Católica de Petrópolis UCP professorajussara@yahoo.com.br I- INTRODUÇÃO

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NO RIO DE JANEIRO NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NO RIO DE JANEIRO NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NO RIO DE JANEIRO NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX Bruno Alves Dassie Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro Universidade Estácio de Sá O objetivo desta

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

A verdade é como o ninho de cobra. Se reconhece não pela vista mas pela mordedura. (Mia Couto).

A verdade é como o ninho de cobra. Se reconhece não pela vista mas pela mordedura. (Mia Couto). O TRABALHO DOCENTE E A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO Uma análise de sua historicidade Maria Ciavatta* A verdade é como o ninho de cobra. Se reconhece não pela vista mas pela mordedura. (Mia Couto). SEMINÁRIO

Leia mais

Profª. Dra. Joscely Maria Bassetto Galera CEFET-Pr

Profª. Dra. Joscely Maria Bassetto Galera CEFET-Pr Profª. Dra. Joscely Maria Bassetto Galera CEFET-Pr Políticas Públicas em Educação e a Formação do Gestor POLÍTICAS PÚBLICAS: conceito Caracteriza-se por ações e intenções com os quais os poderes ou instituições

Leia mais

PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL

PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL PRÁTICAS E PERSPECTIVAS DE DEMOCRACIA NA GESTÃO EDUCACIONAL Coleção EDUCAÇÃO SUPERIOR Coordenação editorial: Claudenir Módolo Alves Metodologia Científica Desafios e caminhos, Osvaldo Dalberio / Maria

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

CONHECIMENTO E A EXPERIÊNCIA EDUCATIVA SEGUNDO JOHN DEWEY

CONHECIMENTO E A EXPERIÊNCIA EDUCATIVA SEGUNDO JOHN DEWEY CONHECIMENTO E A EXPERIÊNCIA EDUCATIVA SEGUNDO JOHN DEWEY Nivaldo de Souza Aranda Graduando em Filosofia pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais UnilesteMG Profª Maria Aparecida de Souza Silva

Leia mais

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL Historicamente, o ensino da administração no Brasil passou por dois momentos marcados pelos currículos mínimos aprovados em 1966 e 1993, culminando com a apresentação

Leia mais

DISCURSOS INTOLERANTES: O LUGAR DA POLÍTICA NA EDUCAÇÃO RURAL E A REPRESENTAÇÃO DO CAMPONÊS ANALFABETO

DISCURSOS INTOLERANTES: O LUGAR DA POLÍTICA NA EDUCAÇÃO RURAL E A REPRESENTAÇÃO DO CAMPONÊS ANALFABETO DISCURSOS INTOLERANTES: O LUGAR DA POLÍTICA NA EDUCAÇÃO RURAL E A REPRESENTAÇÃO DO CAMPONÊS ANALFABETO Claudia Moraes de Souza A década de 50 e os princípios dos anos 60 testemunharam o surgimento, em

Leia mais

O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná. Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG

O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná. Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG 1 O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG O presente trabalho apresenta resultados preliminares de uma

Leia mais

Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais

Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais INTRODUÇÃO À sociologia Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais introdução à S Maura Pardini Bicudo Véras O CIO LO GIA Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais Direção editorial Claudiano

Leia mais

Palavras-chave: Política de formação; Reformas educacionais; Formação de professores;

Palavras-chave: Política de formação; Reformas educacionais; Formação de professores; A POLÍTICA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARFOR: O PAPEL DOS FÓRUNS ESTADUAIS PERMANENTE DE APOIO A FORMAÇÃO DOCE Edinilza Magalhães da Costa Souza UFPA Resumo

Leia mais

REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE

REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE A REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE ÀS CONQUISTAS NA LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL HAGE, Salomão Mufarrej UFPA GT: Educação Fundamental/ n.13 Agência Financiadora: CNPq Introdução Este texto apresenta

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE

INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE INCLUSÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL SATÉLITE Adrina Mendes Barbosa (UFBA) 1 Bárbara Vergas (UEFS) 2 INTRODUÇÃO O presente trabalho aborda as políticas

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

REDES PÚBLICAS DE ENSINO

REDES PÚBLICAS DE ENSINO REDES PÚBLICAS DE ENSINO Na atualidade, a expressão redes públicas de ensino é polêmica, pois o termo público, que as qualifica, teve suas fronteiras diluídas. Por sua vez, o termo redes remete à apreensão

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação Entrevista concedida por Álvaro Santin*, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem

Leia mais

Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação

Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação Ensino Médio em Questão José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação Introdução O ensino médio tem sido debatido em todos os países Trata com adolescente e jovens que estão decidindo seus destinos.

Leia mais

História da Administração no Brasil

História da Administração no Brasil História da Administração no Brasil Os cursos de Administração no Brasil têm uma história muito curta, principalmente se comparamos com os EUA, onde os primeiros cursos na área se iniciaram no final do

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: O PROFESSOR DA EDUCAÇÃO DO CAMPO E SUAS DIFICULDADES QUANTO À FORMAÇÃO INICIAL

FORMAÇÃO DOCENTE: O PROFESSOR DA EDUCAÇÃO DO CAMPO E SUAS DIFICULDADES QUANTO À FORMAÇÃO INICIAL FORMAÇÃO DOCENTE: O PROFESSOR DA EDUCAÇÃO DO CAMPO E SUAS DIFICULDADES QUANTO À FORMAÇÃO INICIAL Jailda Evangelista do Nascimento Carvalho (UFS) Alecrisson da Silva (PIO DÉCIMO) Joaquim Cardoso da Silveira

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ

IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ IDENTIDADE E ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS DO CAMPO NO ESTADO DO PARANÁ O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO do Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais define a identidade da escola do campo, de modo

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DE OLGA METTIG À EDUCAÇÃO BAIANA: ENSINANDO A COMPREENSÃO

CONTRIBUIÇÕES DE OLGA METTIG À EDUCAÇÃO BAIANA: ENSINANDO A COMPREENSÃO CONTRIBUIÇÕES DE OLGA METTIG À EDUCAÇÃO BAIANA: ENSINANDO A COMPREENSÃO Liane Soares, Ms. Faculdade de Tecnologias e Ciências FTC/BA Olga sempre considerou a educação como um sistema, um produto de evolução

Leia mais

A UNIVERSIDADE BRASILEIRA É BRASILEIRA? C A R L O S A L B E R T O S T E I L D E P A R T A M E N T O D E A N T R O P O L O G I A / U F R G S

A UNIVERSIDADE BRASILEIRA É BRASILEIRA? C A R L O S A L B E R T O S T E I L D E P A R T A M E N T O D E A N T R O P O L O G I A / U F R G S A UNIVERSIDADE BRASILEIRA É BRASILEIRA? C A R L O S A L B E R T O S T E I L D E P A R T A M E N T O D E A N T R O P O L O G I A / U F R G S INTRODUÇÃO Identidade: não é um propriedade das coisas, mas das

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA E PRÁTICA ESTÁGIO DOCENTE NA DISCIPLINA METODOLOGIA DA GEOGRAFIA NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

RELATO DE EXPERIÊNCIA E PRÁTICA ESTÁGIO DOCENTE NA DISCIPLINA METODOLOGIA DA GEOGRAFIA NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA RELATO DE EXPERIÊNCIA E PRÁTICA ESTÁGIO DOCENTE NA DISCIPLINA METODOLOGIA DA GEOGRAFIA NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Gilvan Charles Cerqueira de Araújo 1 INTRODUÇÃO Este

Leia mais

O CURSO DE PEDAGOGIA NO BRASIL E A SUA NORMATIZAÇÃO

O CURSO DE PEDAGOGIA NO BRASIL E A SUA NORMATIZAÇÃO O CURSO DE PEDAGOGIA NO BRASIL E A SUA NORMATIZAÇÃO Elisa Machado Matheussi elisa@rla01.pucpr.br Sirley Terezinha Filipak sirley@rla01.pucpr.br Pontifícia Universidade Católica do Paraná RESUMO Este estudo

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a questão da alfabetização como conceito presente nas políticas educacionais que

Leia mais

AS ESCOLAS PRIMÁRIAS NO BRASIL NA PRIMEIRA REPÚBLICA: INFLUÊNCIAS PEDAGÓGICAS (1890-1930)

AS ESCOLAS PRIMÁRIAS NO BRASIL NA PRIMEIRA REPÚBLICA: INFLUÊNCIAS PEDAGÓGICAS (1890-1930) AS ESCOLAS PRIMÁRIAS NO BRASIL NA PRIMEIRA REPÚBLICA: INFLUÊNCIAS PEDAGÓGICAS (1890-1930) * Msc. ANA EMÍLIA CORDEIRO SOUTO FERREIRA emiliasouto2000@yahoo.com.br *Dr. CARLOS HENRIQUE DE CARVALHO chc@ufu.br

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Centro de Teologia e Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Educação. Teoria da Educação

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Centro de Teologia e Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Educação. Teoria da Educação Pontifícia Universidade Católica do Paraná Centro de Teologia e Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Educação Teoria da Educação Prof. Dra. Pura Lucia Oliver Martins SEMINÁRIO ANÍSIO TEIXEIRA

Leia mais

MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA (1932): UM PERCURSO NECESSÁRIO

MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA (1932): UM PERCURSO NECESSÁRIO MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA (1932): UM PERCURSO NECESSÁRIO Por Assis Souza de MOURA Mestrando em Educação UFPB/CE/PPGE E-mail: souassis@hotmail.com RESUMO Traça-se, com este trabalho, um breve

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a. partir da análise de textos oficiais

Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a. partir da análise de textos oficiais Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a partir da análise de textos oficiais Maria Cecília do Nascimento Bevilaqua (UERJ) Apresentação Quem não se lembra da ênfase dada

Leia mais

Trabalho e Educação. Conceito e compreensão histórica do desenvolvimento da ação humana e sua inserção na EJA

Trabalho e Educação. Conceito e compreensão histórica do desenvolvimento da ação humana e sua inserção na EJA Trabalho e Educação Conceito e compreensão histórica do desenvolvimento da ação humana e sua inserção na EJA Samara Marino Mestranda em Ciências Sociais, pela Pontifícia Universidade Católica PUC-SP. Graduada

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB.

I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB. I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB. Tema: Educação Inclusiva. Palestrante: Professor Nivaldo Vieira Santana Inicialmente desejo agradecer aos organizadores

Leia mais

O ENSINO SECUNDÁRIO NAS REFORMAS FRANCISCO CAMPOS E GUSTAVO CAPANEMA: UM OLHAR SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO CURRÍCULO ESCOLAR

O ENSINO SECUNDÁRIO NAS REFORMAS FRANCISCO CAMPOS E GUSTAVO CAPANEMA: UM OLHAR SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO CURRÍCULO ESCOLAR O ENSINO SECUNDÁRIO NAS REFORMAS FRANCISCO CAMPOS E GUSTAVO CAPANEMA: UM OLHAR SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO CURRÍCULO ESCOLAR Solange Aparecida Zotti UnC e UNICAMP 1. Políticas Educacionais e Movimentos Sociais

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO 6 TEORIA E PENSAMENTO SOCIAL NO BRASIL

GRUPO DE TRABALHO 6 TEORIA E PENSAMENTO SOCIAL NO BRASIL 1 GRUPO DE TRABALHO 6 TEORIA E PENSAMENTO SOCIAL NO BRASIL FLORESTAN FERNANDES E A REFLEXÃO SOBRE A EDUCAÇÃO E O ENSINO DE SOCIOLOGIA NO PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO. Renata Oliveira dos Santos 2 FLORESTAN

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais

Golpe Militar: As Mudanças na Grade Curricular do Estado de Santa Catarina. múltiplas dimensões foram pouco analisadas de forma globalmente

Golpe Militar: As Mudanças na Grade Curricular do Estado de Santa Catarina. múltiplas dimensões foram pouco analisadas de forma globalmente Golpe Militar: As Mudanças na Grade Curricular do Estado de Santa Catarina. RESUMO O Regime Militar brasileiro, implantado por um golpe de Estado em 1964, durou vinte e um anos e mudou a face do país.

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA DITADURA MILITAR

FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA DITADURA MILITAR FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA DITADURA MILITAR (1964 1985). Renata Bento Leme FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS/ UNESP- MARÍLIA. rb.leme@yahoo.com.br. Eixo temático: Política educacional. RESUMO: Este trabalho

Leia mais

ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR.

ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR. 1 ASPECTOS HISTÓRICOS: QUANTO A FORMAÇÃOO, FUNÇÃO E DIFULCULDADES DO ADMINISTRADOR. Rute Regina Ferreira Machado de Morais Universidade Estadual de Ponta Grossa-UEPG Este texto visa refletir sobre o papel

Leia mais

ZENUN, Katsue Hamada e; MARKUNAS, Mônica. Tudo que é sólido se desmancha no ar. In:. Cadernos de Sociologia 1: trabalho. Brasília: Cisbrasil-CIB,

ZENUN, Katsue Hamada e; MARKUNAS, Mônica. Tudo que é sólido se desmancha no ar. In:. Cadernos de Sociologia 1: trabalho. Brasília: Cisbrasil-CIB, ZENUN, Katsue Hamada e; MARKUNAS, Mônica. Tudo que é sólido se desmancha no ar. In:. Cadernos de Sociologia 1: trabalho. Brasília: Cisbrasil-CIB, 2009. p. 24-29. CAPITALISMO Sistema econômico e social

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL EM ENSINO RELIGIOSO. Ma. Simone Riske Koch FURB/FONAPER srkoch@terra.com.br

FORMAÇÃO INICIAL EM ENSINO RELIGIOSO. Ma. Simone Riske Koch FURB/FONAPER srkoch@terra.com.br FORMAÇÃO INICIAL EM ENSINO RELIGIOSO Ma. Simone Riske Koch FURB/FONAPER srkoch@terra.com.br Sou sobrevivente de um campo de concentração. Meus olhos viram o que nenhum homem poderia ver: câmaras de gás

Leia mais

Sumário. Prefácio: A dimensão freireana na Educação Ambiental Philippe Pomier Layrargues... 7

Sumário. Prefácio: A dimensão freireana na Educação Ambiental Philippe Pomier Layrargues... 7 5 Sumário Prefácio: A dimensão freireana na Educação Ambiental Philippe Pomier Layrargues... 7 Educação ambiental crítico transformadora no contexto escolar: teoria e prática freireana Juliana Rezende

Leia mais

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Aula 8.2 Conteúdo: As repercussões da Revolução Industrial no Amazonas

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. Aula 8.2 Conteúdo: As repercussões da Revolução Industrial no Amazonas Aula 8.2 Conteúdo: As repercussões da Revolução Industrial no Amazonas Habilidades: Conhecer os principais reflexos da cultura industrial no cotidiano amazonense do início do século XX Manaus na Belle

Leia mais

MONITORIA SEMIPRESENCIAL NA MODALIDADE REMUNERADA PEDAGOGIA

MONITORIA SEMIPRESENCIAL NA MODALIDADE REMUNERADA PEDAGOGIA ANEXO II - EDITAL Nº. 16/2011 PERÍODO: 2012/01 INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES - ICHLA MONITORIA SEMIPRESENCIAL NA MODALIDADE REMUNERADA PEDAGOGIA VAGAS DIA CARGA História da Educação 01

Leia mais

POLÍTICAS E PRÁTICAS DE FORMAÇÃO DE GESTORES ESCOLARES FRENTE ÀS NOVAS DCN PARA O CURSO DE PEDAGOGIA BREVE HISTÓRICO O INÍCIO DE UMA CAMINHADA

POLÍTICAS E PRÁTICAS DE FORMAÇÃO DE GESTORES ESCOLARES FRENTE ÀS NOVAS DCN PARA O CURSO DE PEDAGOGIA BREVE HISTÓRICO O INÍCIO DE UMA CAMINHADA POLÍTICAS E PRÁTICAS DE FORMAÇÃO DE GESTORES ESCOLARES FRENTE ÀS NOVAS DCN PARA O CURSO DE PEDAGOGIA Marcelo Soares Pereira da Silva UFU marcelosoares@ufu.br Resumo: No contexto das políticas de formação

Leia mais

Ciências Sociais Profª. Cristiane Gandolfi. Sociologia da Educação. Objetivo. Sociologia da educação

Ciências Sociais Profª. Cristiane Gandolfi. Sociologia da Educação. Objetivo. Sociologia da educação Ciências Sociais Profª. Cristiane Gandolfi Sociologia da Educação Objetivo Compreender a escola a partir da teoria sociológica do funcionalismo. Analisar a função social da escola na sociedade de classe

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE - Sistemas sociais e culturais de notação de tempo ao longo da história, - As linguagens das fontes históricas; - Os documentos escritos,

Leia mais

BIÊNIO 2012-2013. Tema Geral da Igreja Metodista "IGREJA: COMUNIDADE MISSIONÁRIA A SERVIÇO DO POVO ESPALHANDO A SANTIDADE BÍBLICA. Tema para o Biênio

BIÊNIO 2012-2013. Tema Geral da Igreja Metodista IGREJA: COMUNIDADE MISSIONÁRIA A SERVIÇO DO POVO ESPALHANDO A SANTIDADE BÍBLICA. Tema para o Biênio 1 IGREJA METODISTA PASTORAL IMED PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E PLANO DE AÇÃO BIÊNIO 2012-2013 Tema Geral da Igreja Metodista "IGREJA: COMUNIDADE MISSIONÁRIA A SERVIÇO DO POVO ESPALHANDO A SANTIDADE BÍBLICA

Leia mais

NOTAS SOBRE O CONCEITO DE EDUCAÇÃO

NOTAS SOBRE O CONCEITO DE EDUCAÇÃO Título: NOTAS SOBRE O CONCEITO DE EDUCAÇÃO Área Temática: Educação e Ensino Fundamental Autor: CARLOS EDUARDO DOS REIS Instituição: Universidade Federal de Santa Catarina - Departamento de Metodologia

Leia mais