ESTATUTOS CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTATUTOS CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL"

Transcrição

1 ESTATUTOS CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL

2 Em vigor a partir de 16 de março de 2018 Aprovados em assembleia geral da Caixa Económica Montepio Geral de 16 de março de 2018 Registado na CRC Lisboa sob o número único de matrícula e identificação fiscal Remodelação integral dos Estatutos Escritura lavrada no Cartório Notarial de Júlia Silva, em Lisboa, a fls. 86 a fls. 88 verso do livro de escrituras diversas número cento e quarenta - B das Notas deste Cartório Publicação no Portal da Justiça em 30 de abril de 2018

3 ESTATUTOS Caixa Económica Montepio Geral CAPÍTULO I NATUREZA, SEDE, OBJETO E FIM Artigo 1.º 1. A Caixa Económica Montepio Geral, caixa económica bancária, S.A., constituída em 1844 pelo Montepio Geral Associação Mutualista para o coadjuvar na realização dos seus fins, adiante designada por Caixa Económica, é uma instituição de crédito, da espécie caixa económica enquadrada no âmbito da economia social, que adota a forma de sociedade anónima e se rege pelas disposições legais aplicáveis e pelos presentes Estatutos. 2. O Montepio Geral Associação Mutualista é a instituição titular da Caixa Económica, de acordo com o disposto no artigo 6.º n.º 2 do Regime Jurídico das Caixas Económicas. Artigo 2.º 1. A Caixa Económica tem a sua sede na Rua Áurea, números 219 a 241, em Lisboa. 2. A sede pode ser mudada para qualquer outro local dentro do território nacional por deliberação do Conselho de Administração. 3. A Caixa Económica pode estabelecer filiais, sucursais ou qualquer outra forma de representação e realizar prestações transfronteiriças de serviços. Artigo 3.º A Caixa Económica tem por objeto o exercício da atividade bancária.

4 CAPÍTULO II CAPITAL E RESERVAS Artigo 4.º O capital e fundos da Caixa Económica são constituídos, designadamente, por: a) Capital social; b) Reserva legal; c) Outras reservas; d) Resultados não distribuídos. Artigo 5.º 1. O capital social é de ,00 Euros, e é representado por ações nominativas sob a forma escritural, com o valor nominal de 1 euro cada. 2. O capital social só pode ser aumentado por deliberação da Assembleia Geral. CAPÍTULO III ÓRGÃOS E CORPOS SOCIAIS Artigo 6.º 1. São Órgãos Sociais da Caixa Económica: a) A Assembleia Geral; b) O Conselho de Administração; c) A Comissão de Auditoria e d) O Revisor Oficial de Contas. 2. A Mesa da Assembleia Geral, o Conselho de Administração incluindo a Comissão de Auditoria e o Revisor Oficial de Contas, são eleitos nos termos dos presentes Estatutos. 3. A duração dos mandatos é de quatro anos sendo permitida a reeleição por um ou mais mandatos.

5 Artigo 7.º 1.A Assembleia Geral é constituída por quem seja titular de ações representativas do capital social, desde que as detenha com uma antecedência mínima de dez dias em relação à data prevista para a realização da Assembleia, comprovada através do respetivo registo ou certificado de depósito em intermediário financeiro. 2. O representante comum dos obrigacionistas pode assistir às assembleias gerais, mas não pode participar na discussão dos assuntos indicados na ordem do dia. 3. A Assembleia Geral reúne sob forma ordinária duas vezes por ano. a) Até 31 de Maio para: i) Deliberar sobre o relatório de gestão e as contas individuais e consolidadas do exercício transato; ii) Deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados do mesmo exercício; iii) Proceder à apreciação geral da administração e fiscalização da Caixa Económica e, se disso for caso e embora esses assuntos não constem da ordem do dia, proceder à destituição, dentro das suas competências, ou manifestar a sua desconfiança quanto a administradores; iv) Quadrienalmente, para eleger os titulares dos Órgãos Sociais e da Mesa da Assembleia Geral. b) Em reunião a celebrar até 31 de Dezembro deve a Assembleia Geral deliberar sobre o programa de ação e orçamento para o ano seguinte e parecer sobre o mesmo elaborado pela Comissão de Auditoria. 4. A Assembleia Geral sob forma ordinária pode deliberar sobre qualquer outro assunto de interesse para a Caixa Económica, desde que tenha sido incluído na ordem do dia. 5. Não é admissível o voto por correspondência. Artigo 8.º 1. A Assembleia Geral reúne em sessão extraordinária para, designadamente: a) Reformar ou alterar os Estatutos; b) Deliberar sobre fusão, cisão, dissolução e incorporação da ou na Caixa Económica ou sua transformação;

6 c) Eleger titulares dos Órgãos Sociais, quando tal seja da sua competência e se verifique alguma vaga que não seja suprida pela chamada de suplente ou por aplicação das normas legais respeitantes à substituição de titulares em situação de falta ou impedimento; d) Tratar de qualquer assunto de interesse para a Caixa Económica e que se inscreva no âmbito de competências da Assembleia Geral, nos termos legais. 2. A convocação da Assembleia Geral extraordinária pode ser requerida nos termos da Lei. Artigo 9.º 1. As deliberações da Assembleia Geral incidem apenas sobre os assuntos constantes da ordem do dia e são tomadas por maioria simples, dispondo cada ação de um voto. 2. As deliberações da assembleia tomadas em sessão extraordinária, que impliquem aumento de encargos ou diminuição de receitas ou que respeitem à reforma ou alteração dos presentes Estatutos, fusão, cisão, dissolução e incorporação de ou na Caixa Económica só são válidas se aprovadas por maioria de dois terços do capital social presente ou representado. Artigo 10.º 1. Compete, em especial, à Assembleia Geral: a) Eleger ou destituir os titulares da Mesa da Assembleia Geral e dos Órgãos Sociais, sendo os membros do Conselho de Administração e da Comissão de Auditoria eleitos em lista que contemple a totalidade dos cargos e órgãos sociais, na qual devem discriminar-se os membros que se destinam a integrar cada um destes órgão, bem os que assumirão a respetiva presidência, sem prejuízo da proposta de várias listas com a mesma organização; b) Eleger o Revisor Oficial de Contas sob proposta da Comissão de Auditoria; c) Eleger quadrienalmente uma comissão com poderes para a fixação de remunerações dos titulares dos órgãos nos termos do artigo 399.º n.º 1 do Código das Sociedades Comerciais; d) Deliberar sobre o programa de ação e orçamento, após parecer da Comissão de Auditoria; e) Deliberar sobre o relatório de gestão e as contas individuais e consolidadas do exercício, após parecer da Comissão de Auditoria; f) Deliberar sobre a aplicação de resultados;

7 g) Deliberar sobre o aumento de capital da Caixa Económica e autorizar a constituição de fundos próprios não previstos expressamente nos Estatutos; h) Deliberar sobre a alteração dos presentes Estatutos, cisão, fusão com outras entidades, incorporação de ou noutras entidades, transformação ou dissolução da Caixa Económica; g) Conhecer, nos termos e limites legais, os recursos que para ela forem interpostos; h) Autorizar a Caixa Económica a demandar os titulares dos seus Órgãos Sociais e ou de Cargos Sociais; i) Definir a orientação estratégica da Caixa Económica e, sob proposta do Conselho de Administração, aprovar as linhas gerais de orientação dos planos plurianuais de ação e suas atualizações; j) Deliberar sobre a aquisição e alienação de quaisquer participações financeiras em sociedades, agrupamentos complementares de empresas; k) Deliberar sobre o relatório das participadas apresentado pelo Conselho de Administração; l) Deliberar sobre a política de implantação geográfica. Artigo 11.º A Mesa da Assembleia Geral é composta por um Presidente e um Secretário, eleitos em Assembleia Geral. Artigo 12.º Compete, em especial, ao Presidente: a) Convocar a Assembleia Geral e dirigir os seus trabalhos; b) Assinar os termos de abertura e de encerramento e rubricar todas as folhas dos livros, nos casos em que a lei a isso obrigue; c) Participar às entidades competentes, nos respetivos prazos legais, os resultados das eleições para os Órgãos Sociais, bem como o nome dos eleitos; d) Dar posse aos titulares dos Órgãos Sociais, dos Cargos Sociais e das Comissões eleitas em Assembleia Geral; e) Apreciar as justificações de faltas que lhe sejam apresentadas;

8 f) Nos termos e limites legalmente estabelecidos, admitir e dar andamento aos recursos interpostos para a Assembleia Geral. Artigo 13.º Compete, em especial, ao Secretário: a) Lavrar as atas das sessões e emitir as respetivas certidões; b) Preparar o expediente e dar-lhe seguimento. Artigo 14.º 1. O Conselho de Administração é composto por um mínimo de 12 membros, compreendendo 1 Presidente não executivo, com mínimos parcelares de 6 membros executivos e 5 não executivos, todos eleitos em Assembleia Geral. 2. O Conselho de Administração funciona colegialmente, podendo deliberar desde que esteja presente a maioria dos seus titulares e deve reunir-se de acordo com a periodicidade por ele próprio fixada e, pelo menos, uma vez por mês. 3. As deliberações são tomadas por maioria dos votos dos titulares presentes, tendo o Presidente direito a voto de qualidade. 4. A Caixa Económica obriga-se com a assinatura de dois Administradores. 5. O número de vogais pode ser alterado por maioria qualificada de dois terços da Assembleia Geral. Artigo 15.º 1. Para além e sem prejuízo do disposto na lei, compete ao Conselho de Administração exercer a administração da Caixa Económica e nomeadamente: a) Solicitar a convocação de reuniões da Assembleia Geral; b) Elaborar anualmente o relatório e contas individuais e consolidadas do exercício e a proposta de distribuição de resultados, para serem presentes à Comissão de Auditoria e, com o parecer desta, serem submetidos à apreciação da Assembleia Geral em reunião a realizar até 31 de Maio; c) Elaborar anualmente o programa de ação e o orçamento para o ano seguinte, a submeter a parecer da Comissão de Auditoria e a deliberação da Assembleia Geral; d) Deliberar sobre a aquisição, alienação e oneração de bens imóveis; e) Deliberar sobre a abertura e encerramento de sucursais e de qualquer outra forma de representação;

9 f) Deliberar sobre extensões ou reduções da atividade da Caixa Económica ou sobre modificações da sua estrutura funcional; g) Fixar, em termos genéricos, as taxas dos juros, comissões e preços a praticar nas operações bancárias e prestações de serviços; h) Deliberar sobre o estabelecimento ou cessação de acordos e protocolos de cooperação com outras instituições e sobre a filiação da Caixa Económica em quaisquer associações; i) Deliberar sobre a emissão de empréstimos obrigacionistas e de valores mobiliários representativos de dívida não convertível em capital; j) Requerer a eventual admissão à negociação em mercado regulamentado de títulos emitidos pela Caixa Económica; k) Elaborar projetos de fusão ou cisão; l) Constituir os comités e comissões que entenda necessários para o exercício das suas funções e dentro dos primeiros o Comité de Remunerações e o Comité de Riscos, designando os respetivos membros e o seu presidente; m) Representar a Caixa Económica em juízo e fora dele, ou comprometer-se em árbitros; n) Designar representantes da Caixa Económica para os órgãos de instituições em que detenha participações ou de que faça parte. 2. O Conselho de Administração pode constituir mandatários para representar a Caixa Económica em quaisquer atos e contratos, definindo a extensão dos respetivos mandatos. 3. O Conselho de Administração pode encarregar especialmente algum ou alguns dos administradores de se ocuparem de certas matérias da administração. 4. O Conselho de Administração deve delegar a gestão corrente da Caixa Económica numa Comissão Executiva, fixando a sua composição, modo de funcionamento e os limites da delegação de poderes, designando o respetivo presidente que deve ser pessoa distinta do Presidente do Conselho de Administração, e eventualmente um vice-presidente. Artigo 16.º 1. A Comissão de Auditoria é composta, no mínimo, por 3 membros eleitos em Assembleia Geral de entre os membros não executivos do elenco do Conselho de Administração, que também designa o respetivo Presidente, o qual deve ser pessoa diversa do Presidente não executivo. 2. A Comissão de Auditoria deverá ter reuniões, no mínimo, com periodicidade mensal. 3. Sem prejuízo do disposto na Lei, à Comissão de Auditoria compete exercer um papel de aconselhamento e avaliação contínua da Caixa Económica em particular quanto ao desempenho financeiro, à definição da estratégia e das políticas gerais da instituição, da estrutura empresarial do grupo e das decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante e risco e em especial: a) Fiscalizar a administração da Caixa Económica; b) Vigiar a observância da Lei e dos Estatutos;

10 c) Verificar a regularidade dos livros, registos contabilísticos e documentos que lhes servem de suporte; d) Verificar a exatidão dos documentos de prestação de contas; e) Verificar se as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos adotados pela Caixa Económica conduzem a uma correta avaliação do património e dos resultados; f) Elaborar anualmente relatório sobre a sua ação fiscalizadora e dar parecer sobre o relatório, as contas e propostas apresentadas pela administração, bem como sobre a proposta respeitante ao plano de ação e orçamento; g) Convocar a assembleia geral quando o presidente da respetiva mesa o não faça, devendo fazê-lo; h) Fiscalizar a eficácia do sistema de gestão de riscos, do sistema de controlo interno e do sistema de auditoria interna; i) Receber as comunicações de irregularidades apresentadas por acionistas, colaboradores da Caixa Económica e outros; j) Fiscalizar o processo de preparação e divulgação de informação financeira; k) Propor à assembleia geral a nomeação do revisor oficial de contas; l) Fiscalizar a revisão de contas aos documentos de prestação de contas da Caixa Económica; m) Fiscalizar a independência do revisor oficial de contas, designadamente no tocante à prestação de serviços adicionais. 4. A Comissão de Auditoria, sempre que considere conveniente, poderá chamar às suas sessões de trabalho quaisquer elementos da estrutura da Caixa Económica, bem como os auditores externos. 5. Os membros da Comissão de Auditoria devem participar nas reuniões do Conselho de Administração, bem como nas reuniões da Comissão Executiva, quando nestas se apreciem as contas de exercício. 6. A Comissão de Auditoria deve registar por escrito todas as verificações, fiscalizações, denúncias recebidas e diligências que tenham sido efetuadas e o resultado das mesmas. Artigo 17.º 1. O Comité de Remunerações é composto por três membros, compreendendo um Presidente e dois vogais, designados pelo Conselho de Administração de entre os seus membros não executivos ou de entre os membros da Comissão de Auditoria, devendo, a maioria destes, incluindo o respetivo presidente, ter estatuto de independentes. 2. Os membros do Comité de Remunerações devem ter habilitações adequadas relativamente aos assuntos sobre os quais deliberam e, pelo menos, um deles deve ter conhecimentos e experiência em matéria de política de remuneração.

11 3. Compete ao Comité de Remunerações o exercício das funções definidas na lei, no respeito da política de remunerações nos termos e com a extensão definidos na Lei. 4. Pelo menos um membro do Comité de Remunerações deve estar presente nas Assembleias Gerais da Caixa Económica, que trate de matérias da sua competência. 5. O Comité deve elaborar atas das reuniões que realize. Artigo 18.º 1. O Comité de Risco composto por três membros compreendendo um Presidente dois vogais, designados pelo Conselho de Administração de entre os seus membros não executivos ou de entre os membros da Comissão de Auditoria, que detenham os conhecimentos, competências e experiências, previstos na Lei e devendo a maioria destes, incluindo o respetivo presidente ter estatuto de independentes. 2. Compete ao Comité de Risco o exercício das funções definidas na lei. 3. O Comité deve elaborar atas das reuniões que realize. Artigo 19.º 1. O Revisor Oficial de Contas, eleito pela Assembleia Geral, sob proposta da Comissão de Auditoria, tem as competências que lhe são atribuídas pela Lei, designadamente pelo Código das Sociedades Comerciais. 2. O Revisor Oficial de Contas deve estar presente em Assembleia Geral quando sejam apreciadas as contas e sempre que convocado. CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Artigo 20.º Em tudo o mais não previsto nestes Estatutos e no Regime Jurídico das Caixas Económicas, aplicar-se-á o disposto na lei aplicável, designadamente no Código das Sociedades Comerciais e no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras.

12 Artigo 21.º 1. Até à entrada em vigor dos presentes Estatutos mantêm-se os Estatutos vigentes, aprovadas na Assembleia Geral da Caixa Económica de 4 de Abril de 2017, devidamente homologados pela Assembleia Geral do Montepio Geral Associação Mutualista de 9 de Maio de 2017, continuando em funções os titulares dos órgãos sociais ao abrigo deles eleitos, enquanto se mantiver tal vigência. 2. A aprovação dos presentes Estatutos em Assembleia Geral, após aprovação prévia pelo Banco de Portugal, deve verificar-se em simultâneo com a eleição dos titulares dos cargos e órgão sociais previstos nos presentes Estatutos. 3. Sem prejuízo do disposto no número seguinte, os presentes Estatutos entram em vigor na data da sua aprovação em Assembleia Geral e no mesmo momento iniciarão o exercício de funções os titulares dos cargos e órgãos sociais ao abrigo deles eleitos. 4. Sem prejuízo do disposto no artigo 15.º do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, o Conselho de Administração da Caixa Económica pode, nos 6 meses seguintes à data de entrada em vigor dos presentes Estatutos, exercer as suas competências sem que se encontrem em exercício de funções o número de membros previsto no artigo 14.º, n.º 1. Durante esse mesmo período, poderá não ter aplicação o disposto nos artigos 14.º, n.1 e 15.º, n.º 4, na parte em que refere que o Presidente do Conselho de Administração deve ser não executivo e ser pessoa distinta do Presidente da Comissão Executiva.

ESTATUTOS CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL

ESTATUTOS CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL ESTATUTOS CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL Em vigor a partir de 14.09.2017 Aprovados em assembleia geral da Caixa Económica Montepio Geral de 4 de abril de 2017 e ratificados em assembleia geral pelo Montepio

Leia mais

ESTATUTOS CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL CAIXA ECONÓMICA BANCÁRIA, S.A.

ESTATUTOS CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL CAIXA ECONÓMICA BANCÁRIA, S.A. ESTATUTOS DA CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL CAIXA ECONÓMICA BANCÁRIA, S.A. Aprovados em Assembleia Geral da Caixa Económica Montepio Geral de 30 de outubro de 2018 ESTATUTOS da CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO

Leia mais

CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. Regulamento da Comissão de Auditoria

CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. Regulamento da Comissão de Auditoria CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. Regulamento da Comissão de Auditoria CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. Regulamento da Comissão de Auditoria PREÂMBULO A Comissão de Auditoria da CIMPOR Cimentos

Leia mais

Projeto de alteração dos Estatutos. Caixa Económica Montepio Geral

Projeto de alteração dos Estatutos. Caixa Económica Montepio Geral Projeto de alteração dos Estatutos da Caixa Económica Montepio Geral 3 ESTATUTOS Caixa Económica Montepio Geral CAPÍTULO I NATUREZA, SEDE, OBJETO E FIM Artigo 1.º 1. A Caixa Económica Montepio Geral, caixa

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DA SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA. 4 de Maio de 2015

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DA SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA. 4 de Maio de 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DA SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA 4 de Maio de 2015 Artigo 1º Âmbito O presente regulamento estabelece as regras aplicáveis ao funcionamento do Conselho Fiscal da Sonae Indústria,

Leia mais

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A.

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objeto Artigo 1º Denominação e duração 1. A sociedade adota a forma de sociedade anónima e a denominação

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 17 de novembro de 2016

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 17 de novembro de 2016 da CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 17 de novembro de 2016 ÍNDICE OBJETO... 3 APROVAÇÃO E VIGÊNCIA... 3 CARÁCTER VINCULATIVO... 3 COMPETÊNCIA DO... 3 COMPOSIÇÃO... 5 FUNCIONAMENTO... 5 PRESENÇAS E AUSÊNCIAS...

Leia mais

Estatutos da Sociedade

Estatutos da Sociedade Estatutos da Sociedade Estatutos da sociedade Oitante, S.A. Capítulo I- Disposições Gerais Artigo 1.º Denominação, natureza e duração 1 - A Oitante,S.A., é um veículo de gestão de ativos constituído nos

Leia mais

CONSELHO FISCAL DO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO. (Aprovado na reunião do Conselho Fiscal de 17 de outubro de 2016)

CONSELHO FISCAL DO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO. (Aprovado na reunião do Conselho Fiscal de 17 de outubro de 2016) CONSELHO FISCAL DO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO (Aprovado na reunião do Conselho Fiscal de 17 de outubro de 2016) 1 REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. Artigo 1º

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DO BANCO BIC PORTUGUÊS, S.A. Atualizado a 09 de novembro de 2017

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DO BANCO BIC PORTUGUÊS, S.A. Atualizado a 09 de novembro de 2017 ÍNDICE Artigo 1.º - Composição... 2 Artigo 2.º - Competências... 2 Artigo 3.º - Reuniões... 4 Artigo 4.º - Ordem de trabalho das reuniões... 4 Artigo 5.º - Funcionamento das reuniões... 5 Artigo 6.º -

Leia mais

Regulamento do Conselho Fiscal

Regulamento do Conselho Fiscal Regulamento do Conselho Fiscal 1 Regulamento do Conselho Fiscal da Oitante, S.A. ARTIGO 1º - OBJETO O presente instrumento regulamenta o exercício de competências, poderes e deveres, e o funcionamento,

Leia mais

ESTATUTOS DA TRANSTEJO TRANSPORTES TEJO, S.A.

ESTATUTOS DA TRANSTEJO TRANSPORTES TEJO, S.A. ESTATUTOS DA TRANSTEJO TRANSPORTES TEJO, S.A. 1 2 ESTATUTOS DA TRANSTEJO Transportes Tejo, S.A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objeto Artigo 1.º Denominação e duração 1 A sociedade adota a forma

Leia mais

Sonaecom CONSELHO FISCAL REGULAMENTO

Sonaecom CONSELHO FISCAL REGULAMENTO CONSELHO FISCAL REGULAMENTO I. Âmbito 1. O funcionamento do Conselho Fiscal da Sonaecom, SGPS, S.A. rege-se pelo disposto na lei, nos estatutos, e no presente Regulamento. II. Composição 1. O Conselho

Leia mais

ZON OPTIMUS, SGPS, S.A.

ZON OPTIMUS, SGPS, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL ZON OPTIMUS, SGPS, S.A. (Aprovado em reunião do Conselho Fiscal do dia 12 de fevereiro de 2014) 1/8 Artigo1.º Âmbito O funcionamento do Conselho Fiscal da ZON OPTIMUS, SGPS,

Leia mais

REGULAMENTO COMISSÃO DE AUDITORIA CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL, CAIXA ECONÓMICA BANCÁRIA, S.A.

REGULAMENTO COMISSÃO DE AUDITORIA CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL, CAIXA ECONÓMICA BANCÁRIA, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA DA CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL, CAIXA ECONÓMICA BANCÁRIA, S.A. ÍNDICE Artigo 1º.- Objetivo do Regulamento... 3 Artigo 2º. - Missão... 3 Artigo 3º.- Composição...

Leia mais

Estatutos da Sociedade COSTAPOLIS, Sociedade para o Desenvolvimento do Programa Polis na Costa de Caparica, S. A.

Estatutos da Sociedade COSTAPOLIS, Sociedade para o Desenvolvimento do Programa Polis na Costa de Caparica, S. A. Estatutos da Sociedade COSTAPOLIS, Sociedade para o Desenvolvimento do Programa Polis na Costa de Caparica, S. A. Artigo 1.º Forma e denominação A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA. Artigo 1.º. Âmbito

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA. Artigo 1.º. Âmbito Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Sociedade aberta com o Capital Social: 12.000.000,00 (doze milhões de euros) Sede: Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, n.º 17, 6.º andar, 1070-313 Lisboa Registada

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE AUDITORIA CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE AUDITORIA CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE AUDITORIA CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. Artigo 1.º Instituição e Competências 1. O presente regulamento tem por objeto disciplinar a composição, o funcionamento, as competências

Leia mais

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS ARSENAL DO ALFEITE, S. A. (Constituída pelo Decreto-Lei n.º33/2009, de 5 de Fevereiro) ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1º Forma e denominação A sociedade adopta a forma

Leia mais

ESTATUTOS DA PREVISÃO SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE PENSÕES, S.A.

ESTATUTOS DA PREVISÃO SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE PENSÕES, S.A. ESTATUTOS DA PREVISÃO SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE PENSÕES, S.A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1.º Denominação e duração É constituída, nos termos da lei e dos presentes estatutos,

Leia mais

1 A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação de ANA Aeroportos de Portugal,S. A.

1 A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação de ANA Aeroportos de Portugal,S. A. ESTATUTOS DA ANA AEROPORTOS DE PORTUGAL, S. A. CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1º Tipo, denominação e regime 1 A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação de

Leia mais

CAPÍTULO SEGUNDO CAPITAL SOCIAL E ACÇÕES CAPÍTULO TERCEIRO ÓRGÃOS SOCIAIS ARTIGO QUARTO (ELENCO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS)

CAPÍTULO SEGUNDO CAPITAL SOCIAL E ACÇÕES CAPÍTULO TERCEIRO ÓRGÃOS SOCIAIS ARTIGO QUARTO (ELENCO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS) ESTATUTOS DA ISA INTELLIGENT SENSING ANYWHERE, S.A. CAPÍTULO PRIMEIRO DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE E OBJECTO ARTIGO PRIMEIRO (DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO E SEDE) A sociedade, constituída sob a forma de sociedade

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL CAIXA LEASING E FACTORING, S.A. 27 de fevereiro de 2019

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL CAIXA LEASING E FACTORING, S.A. 27 de fevereiro de 2019 da CAIXA LEASING E FACTORING, S.A. 27 de fevereiro de 2019 ÍNDICE 1. Objeto... 2 2. Aprovação e vigência... 2 3. Carácter Vinculativo... 2 4. Composição e poderes... 2 5. Competências... 3 6. Reuniões

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL SEMAPA SOCIEDADE DE INVESTIMENTO E GESTÃO, SGPS, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL [Com a redacção resultante da reunião do Conselho Fiscal de 11 de Março de 2016] REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL 1.º

Leia mais

CGD PENSÕES Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A.

CGD PENSÕES Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. CGD PENSÕES Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E DURAÇÃO ARTIGO 1º Denominação A sociedade, constituída sob a forma de sociedade anónima,

Leia mais

CAIXA-GESTÃO DE ACTIVOS, SGPS, SA

CAIXA-GESTÃO DE ACTIVOS, SGPS, SA ESTATUTOS DE CAIXA-GESTÃO DE ACTIVOS, SGPS, SA (actualizados) CAPITULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJECTO SOCIAL E DURAÇÃO ARTIGO PRIMEIRO Natureza e Denominação A Sociedade é constituída sob a forma de Sociedade

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. Fevereiro 2012 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO EDP Energias de Portugal, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito)

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL 1º (Composição) O Conselho Fiscal é composto por três membros efetivos, um dos quais será o Presidente, e dois suplentes, eleitos em Assembleia Geral,

Leia mais

ESTATUTOS DA SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO URBANA DE VISEU CAPITULO I. Natureza, regime e sede

ESTATUTOS DA SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO URBANA DE VISEU CAPITULO I. Natureza, regime e sede ESTATUTOS DA SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO URBANA DE VISEU CAPITULO I Natureza, regime e sede Artigo 1.º Forma e denominação A sociedade adota a forma de sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos

Leia mais

Tipo firma, duração, sede e objeto social

Tipo firma, duração, sede e objeto social CONTRATO DE SOCIEDADE DA ESPÍRITO SANTO SAÚDE - SGPS, S.A. Capítulo I Tipo firma, duração, sede e objeto social Artigo 1.º Tipo, Firma e Duração 1. A Sociedade é organizada sob a forma de sociedade anónima

Leia mais

ESTATUTOS DA EDA - ELECTRICIDADE DOS AÇORES, S.A.

ESTATUTOS DA EDA - ELECTRICIDADE DOS AÇORES, S.A. ESTATUTOS DA EDA - ELECTRICIDADE DOS AÇORES, S.A. Aprovados na Assembleia Geral de 28 de maio de 2015 Capítulo I Firma, Sede e Objeto Artigo 1.º Firma A sociedade anónima adota a denominação de EDA - Electricidade

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA THE NAVIGATOR COMPANY, S.A.

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA THE NAVIGATOR COMPANY, S.A. REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA THE NAVIGATOR COMPANY, S.A. Artigo 1.º (Âmbito) 1. O presente regulamento estabelece as regras de funcionamento do Conselho Fiscal da The Navigator Company, S.A.

Leia mais

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A.

ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. ESTATUTOS DA APL - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA, S. A. (Decreto-Lei n.º 336/98, de 3 de novembro, alterado pelos Decretos-Leis n.º334/2001, de 24 de dezembro, n.º46/2002, de 2 de março e n.º15/2016,

Leia mais

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. ESTATUTOS

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. ESTATUTOS CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. ESTATUTOS CAPÍTULO I NATUREZA, DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE E OBJETO ARTIGO 1º NATUREZA E DENOMINAÇÃO 1 - A sociedade tem a natureza de sociedade anónima de capitais exclusivamente

Leia mais

Capítulo III. Dos Corpos Gerentes Secção I Disposições Gerais. São órgãos da Instituição: a Assembleia Geral, a Direção e o Conselho Fiscal.

Capítulo III. Dos Corpos Gerentes Secção I Disposições Gerais. São órgãos da Instituição: a Assembleia Geral, a Direção e o Conselho Fiscal. Capítulo III Dos Corpos Gerentes Secção I Disposições Gerais Artigo 16º. São órgãos da Instituição: a Assembleia Geral, a Direção e o Conselho Fiscal. Artigo 17º. O exercício de qualquer cargo nos corpos

Leia mais

EDM EMPRESA DE DESENVOLVIMENTO MINEIRO, SA, com sede em Lisboa, na Rua. Sampaio e Pina, nº 1 3º andar direito, freguesia de São Sebastião da Pedreira,

EDM EMPRESA DE DESENVOLVIMENTO MINEIRO, SA, com sede em Lisboa, na Rua. Sampaio e Pina, nº 1 3º andar direito, freguesia de São Sebastião da Pedreira, EDM EMPRESA DE DESENVOLVIMENTO MINEIRO, SA, com sede em Lisboa, na Rua Sampaio e Pina, nº 1 3º andar direito, freguesia de São Sebastião da Pedreira, N.I.P.C. 501692983 ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação,

Leia mais

ESTATUTOS DA PARPÚBLICA - PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (SGPS), S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objecto social

ESTATUTOS DA PARPÚBLICA - PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (SGPS), S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objecto social Texto actualizado dos Estatutos da sociedade anónima PARPÚBLICA - PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (S.G.P.S.) S.A., elaborado nos termos do disposto no artigo 59, n. 2, do Código do Registo Comercial, em virtude

Leia mais

SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA

SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA SONAE INDÚSTRIA, SGPS, SA REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 22 de Junho de 2016 Artigo 1º Âmbito 1. O presente regulamento estabelece as regras aplicáveis ao funcionamento do Conselho de Administração

Leia mais

REGULAMENTO CONSELHO FISCAL NOS, SGPS, S.A. (Aprovado em reunião do Conselho Fiscal do dia 22 de setembro de 2016)

REGULAMENTO CONSELHO FISCAL NOS, SGPS, S.A. (Aprovado em reunião do Conselho Fiscal do dia 22 de setembro de 2016) REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL NOS, SGPS, S.A. (Aprovado em reunião do Conselho Fiscal do dia 22 de setembro de 2016) Artigo1.º Âmbito O funcionamento do Conselho Fiscal da NOS, SGPS, S.A. ( NOS ou Sociedade

Leia mais

SUMOL+COMPAL, SA. REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL 1.º ÂMBITO

SUMOL+COMPAL, SA. REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL 1.º ÂMBITO SUMOL+COMPAL, SA. REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL 1.º ÂMBITO O presente regulamento estabelece as regras de funcionamento do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL, S.A., tendo por objectivo o cumprimento da lei

Leia mais

ESTATUTOS C A I X A E C O N Ó M I C A M O N T E P I O G E R A L

ESTATUTOS C A I X A E C O N Ó M I C A M O N T E P I O G E R A L ESTATUTOS C A I X A E C O N Ó M I C A M O N T E P I O G E R A L 2 0 1 5 CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL Em vigor a partir de 13.07.2015 Aprovado na Assembleia Geral Extraordinária de 26.05.2015 e ratificada

Leia mais

Regulamento do Conselho Fiscal GALP ENERGIA, SGPS, S.A.

Regulamento do Conselho Fiscal GALP ENERGIA, SGPS, S.A. Regulamento do Conselho Fiscal GALP ENERGIA, SGPS, S.A. CAPÍTULO I (Disposições Gerais) Artigo 1º (Objecto) O presente instrumento regulamenta o exercício de competências e deveres, e o funcionamento,

Leia mais

ESTATUTOS. Caixa Económica Montepio Geral

ESTATUTOS. Caixa Económica Montepio Geral ESTATUTOS Caixa Económica Montepio Geral - 2013 - CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL Em vigor a partir de 14.01.2013 Aprovado na Assembleia Geral Extraordinária de 15.10.2012 Registado na CRC Lisboa sob o

Leia mais

Da Atividade da Associação. Dos Sócios

Da Atividade da Associação. Dos Sócios REGULAMENTO GERAL INTERNO Associação Trilhos da Boa Viagem (ATBV) Artigo 1º Da Atividade da Associação Objetivos e Atividades 1 A ATBV é uma associação de carácter desportivo, recreativo, cultural e educativo,

Leia mais

Estatutos do Sistema de Identificação Electrónica de Veículos, S.A. (SIEV)

Estatutos do Sistema de Identificação Electrónica de Veículos, S.A. (SIEV) Estatutos do Sistema de Identificação Electrónica de Veículos, S.A. (SIEV) DIPLOMA / ACTO : Decreto-Lei n.º 111/2009, de 18 de Maio NÚMERO : 95 SÉRIE I EMISSOR : Ministério das Obras Públicas, Transportes

Leia mais

ESTATUTOS DA SPG. Capítulo I - Constituição e Fins

ESTATUTOS DA SPG. Capítulo I - Constituição e Fins ESTATUTOS DA SPG Capítulo I - Constituição e Fins Artigo 1º A Sociedade Portuguesa de Geotecnia é uma associação científica de pessoas individuais e coletivas, designada seguidamente por Sociedade, com

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO MILLENNIUM BCP

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO MILLENNIUM BCP ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO MILLENNIUM BCP Fundação Millennium bcp ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO MILLENNIUM BCP CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1. Designação e natureza jurídica A Fundação Millennium bcp, adiante

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA NOVABASE, SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A.

ANEXO I REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA NOVABASE, SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. ANEXO I REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA NOVABASE, SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. O presente regulamento foi aprovado na reunião do Conselho de Administração da Novabase Sociedade

Leia mais

CAPÍTULO I. Duração, denominação, natureza, sede e fins. Artigo 1º. Duração e Denominação. Artigo 2º. Natureza

CAPÍTULO I. Duração, denominação, natureza, sede e fins. Artigo 1º. Duração e Denominação. Artigo 2º. Natureza ESTATUTOS CONSOLIDADOS DA FUNDAÇÃO CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS CULTURGEST (APÓS INSERÇÃO DAS ALTERAÇÕES APROVADAS EM REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 17 DE OUTUBRO DE 2017 E DESPACHO DE DEFERIMENTO

Leia mais

ANTEPROJETO DE ESTATUTOS DO CPL CONSELHO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CAPÍTULO I DENOMINÇÃO, NATUREZA, SEDE E FINS

ANTEPROJETO DE ESTATUTOS DO CPL CONSELHO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CAPÍTULO I DENOMINÇÃO, NATUREZA, SEDE E FINS ANTEPROJETO DE ESTATUTOS DO CPL CONSELHO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CAPÍTULO I DENOMINÇÃO, NATUREZA, SEDE E FINS Artigo 1.º (Denominação, natureza, duração e sede) 1. O Conselho das Profissões Liberais, doravante

Leia mais

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PARCIAL DE ESTATUTOS A APRESENTAR NA ASSEMBLEIA GERAL DE

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PARCIAL DE ESTATUTOS A APRESENTAR NA ASSEMBLEIA GERAL DE PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PARCIAL DE ESTATUTOS A APRESENTAR NA ASSEMBLEIA GERAL DE 14-03-2007. PORTUCEL EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL, S.A. ESTATUTOS CAPÍTULO I Firma, sede e objecto Artigo 1º. - A sociedade

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS (Aprovado em 23/01/2017) - 1 - Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento Interno estabelece as regras de organização

Leia mais

ESTATUTOS DA IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA, S. A.

ESTATUTOS DA IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA, S. A. ESTATUTOS DA IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA, S. A. CAPÍTULO I Natureza, denominação, duração, sede e objeto Artigo 1.º Natureza e denominação A sociedade tem a natureza de sociedade anónima de capitais

Leia mais

ESTATUTOS DA DOCAPESCA PORTOS E LOTAS, S.A. CAPITULO I. Denominação, sede, duração e objecto social

ESTATUTOS DA DOCAPESCA PORTOS E LOTAS, S.A. CAPITULO I. Denominação, sede, duração e objecto social ESTATUTOS DA DOCAPESCA PORTOS E LOTAS, S.A. CAPITULO I Denominação, sede, duração e objecto social Artigo 1.º A sociedade tem a forma de Sociedade Anónima e adopta a denominação de DOCAPESCA PORTOS E LOTAS,

Leia mais

ESTATUTOS DA ALUMNI FDUNL ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ESTUDANTES DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTOS DA ALUMNI FDUNL ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ESTUDANTES DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTOS DA ALUMNI FDUNL ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ESTUDANTES DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Definição, denominação, natureza jurídica e sede

Leia mais

Projeto ESTATUTOS Caixa Económica Montepio Geral

Projeto ESTATUTOS Caixa Económica Montepio Geral Projeto ESTATUTOS Caixa Económica Montepio Geral ÍNDICE Capítulo I - Natureza, Objeto e Fim Capítulo II - Capital e Reservas Capítulo III - Órgãos Capítulo IV - Eleições Capítulo V - Operações e Serviços

Leia mais

Estatutos APM. Associação Portugal Moçambique CAPITULO I. Da denominação, sede, fins, âmbito de acção. Artigo 1o

Estatutos APM. Associação Portugal Moçambique CAPITULO I. Da denominação, sede, fins, âmbito de acção. Artigo 1o Estatutos APM Associação Portugal Moçambique CAPITULO I Da denominação, sede, fins, âmbito de acção Artigo 1o A Associação Portugal-Moçambique é uma associação sem fins lucrativos, constituída por tempo

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO 9 de outubro de 2014 ESTATUTOS CAPITULO I Nome, sede, âmbito e objeto Artigo 1º. A Associação, denominada Associação Portuguesa para

Leia mais

Lei nº 75/ Secção II

Lei nº 75/ Secção II Lei nº 75/2013 - Secção II Assembleia de freguesia SUBSECÇÃO I Competências Artigo 8.º Natureza das competências Sem prejuízo das demais competências legais e de acordo com o disposto no artigo 3.º, a

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE NORDESTE. Projeto de Regulamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social e Económico

CÂMARA MUNICIPAL DE NORDESTE. Projeto de Regulamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social e Económico CÂMARA MUNICIPAL DE NORDESTE Projeto de Regulamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social e Económico O presente Regulamento é elaborado ao abrigo da 2ª parte do artigo 112º, nº7 da Constituição

Leia mais

PORTO VIVO, SRU SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO URBANA DA BAIXA PORTUENSE, S. A.

PORTO VIVO, SRU SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO URBANA DA BAIXA PORTUENSE, S. A. PORTO VIVO, SRU SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO URBANA DA BAIXA PORTUENSE, S. A. CAPÍTULO I Natureza, regime e sede ARTIGO 1.º Forma e denominação A sociedade adopta a forma de sociedade anónima de capitais

Leia mais

ESTATUTOS ACTUALIZADOS PARVALOREM, S.A.

ESTATUTOS ACTUALIZADOS PARVALOREM, S.A. ESTATUTOS ACTUALIZADOS DA PARVALOREM, S.A. CAPÍTULO I Natureza, denominação, duração, sede e objecto social Artigo 1º Natureza, denominação e duração 1. A sociedade tem a natureza de sociedade anónima

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. Capítulo I Firma, sede e objecto social

CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. Capítulo I Firma, sede e objecto social CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. Capítulo I Firma, sede e objecto social Artigo Primeiro A sociedade adopta a firma Banco Português de Investimento, S.A. Artigo Segundo 1.

Leia mais

PROPOSTA. Ponto 5 da Ordem de Trabalhos da Assembleia Geral de Accionistas do Banco BPI, S.A. de 23 de Abril de 2008

PROPOSTA. Ponto 5 da Ordem de Trabalhos da Assembleia Geral de Accionistas do Banco BPI, S.A. de 23 de Abril de 2008 PROPOSTA Ponto 5 da Ordem de Trabalhos da Assembleia Geral de Accionistas do Banco BPI, S.A. de 23 de Abril de 2008 Considerando: a) Que em 20 de Abril de 2006, na sequência das alterações introduzidas

Leia mais

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO BANCO BPI, S.A. REGULAMENTO

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO BANCO BPI, S.A. REGULAMENTO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO BANCO BPI, S.A. REGULAMENTO (Aprovado na reunião do Conselho de Administração de 24 de Abril de 2003 com as alterações introduzidas nas reuniões do Conselho de Administração

Leia mais

Artigo 1º. Forma e denominação

Artigo 1º. Forma e denominação Artigo 1º Forma e denominação A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação de - Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo ADRAL, S.A.. Artigo 2º Sede 1. A sede social é em Évora,

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração Banco BIC Português, S.A.

Regulamento do Conselho de Administração Banco BIC Português, S.A. Regulamento do Conselho de Administração Banco BIC Português, S.A. ARTIGO 1.º - OBJETO 1. O presente regulamento estabelece as regras de organização e de funcionamento do Conselho de Administração do Banco

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL DE ACIONISTAS CONVOCATÓRIA

ASSEMBLEIA GERAL DE ACIONISTAS CONVOCATÓRIA ASSEMBLEIA GERAL DE ACIONISTAS CONVOCATÓRIA Nos termos da lei e dos estatutos, são convocados os Senhores Acionistas e os Representantes Comuns dos Obrigacionistas da Mota-Engil, SGPS, S.A., Sociedade

Leia mais

ESTATUTOS APROVADOS NA ASSEMBLEIA GERAL REALIZADA EM 27 DE DEZEMBRO DE 2013 NO ÂMBITO DO PROJETO DE FUSÃO POR INCORPORAÇÃO DA EEG

ESTATUTOS APROVADOS NA ASSEMBLEIA GERAL REALIZADA EM 27 DE DEZEMBRO DE 2013 NO ÂMBITO DO PROJETO DE FUSÃO POR INCORPORAÇÃO DA EEG ESTATUTOS APROVADOS NA ASSEMBLEIA GERAL REALIZADA EM 27 DE DEZEMBRO DE 2013 NO ÂMBITO DO PROJETO DE FUSÃO POR INCORPORAÇÃO DA EEG EMPRESA DE ELETRICIDADE E GÁZ, LDA. CAPÍTULO I FIRMA, SEDE E OBJECTO Artigo

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO 1 ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DOS ALUNOS DAS ESCOLAS DOS CORREIOS DE VILA DO CONDE. Capítulo I.

REGULAMENTO INTERNO 1 ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DOS ALUNOS DAS ESCOLAS DOS CORREIOS DE VILA DO CONDE. Capítulo I. REGULAMENTO INTERNO 1 ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DOS ALUNOS DAS ESCOLAS DOS CORREIOS DE VILA DO CONDE Capítulo I Dos sócios Art.º 1º - São direitos dos sócios: a) Participar nas Assembleias

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO PAULETA

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO PAULETA ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO PAULETA Escritura Pública de Constituição de Fundação lavrada a 2006-05-16 Cartório Notarial de Ponta Delgada a cargo do licenciado Dr. Jorge Manuel Matos Carvalho (folhas 107 a 108

Leia mais

ESTATUTOS Caixa Económica Montepio Geral

ESTATUTOS Caixa Económica Montepio Geral ESTATUTOS Caixa Económica Montepio Geral ÍNDICE Capítulo I - Natureza, Objeto e Fim Capítulo II - Capital e Reservas Capítulo III - Órgãos Capítulo IV - Eleições Capítulo V - Operações e Serviços Capítulo

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT Correios de Portugal, S.A.

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT Correios de Portugal, S.A. REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT Correios de Portugal, S.A. Artigo 1.º Instituição da Comissão de Governo Societário, Avaliação e Nomeações 1. O presente Regulamento

Leia mais

GLOBALEDA - Telecomunicações e Sistemas de Informação, S.A. ESTATUTOS

GLOBALEDA - Telecomunicações e Sistemas de Informação, S.A. ESTATUTOS GLOBALEDA - Telecomunicações e Sistemas de Informação, S.A. ESTATUTOS (De acordo com as alterações aprovadas pela Assembleia Geral nas reuniões de 13 de março de 2007, de 12 de agosto de 2008, de 14 de

Leia mais

CONSELHO GERAL - REGIMENTO -

CONSELHO GERAL - REGIMENTO - CONSELHO GERAL - REGIMENTO - 2013-2017 Aprovado em reunião plenária de 30 de outubro de 2013 Preâmbulo O Regimento do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Carcavelos tem por objetivo definir os

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE REGULADORES DE ENERGIA DOS PAÍSES DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA (RELOP)

ASSOCIAÇÃO DE REGULADORES DE ENERGIA DOS PAÍSES DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA (RELOP) ASSOCIAÇÃO DE REGULADORES DE ENERGIA DOS PAÍSES DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA (RELOP) ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º (Denominação e natureza jurídica) A Associação de Reguladores de

Leia mais

COMISSÃO EXECUTIVA NOS, SGPS, S.A.

COMISSÃO EXECUTIVA NOS, SGPS, S.A. COMISSÃO EXECUTIVA NOS, SGPS, S.A. COMPOSIÇÃO, FUNCIONAMENTO E DELEGAÇÃO DE PODERES DE GESTÃO (Versão atualizada em conformidade com a deliberação do Conselho de Administração, de 24 de março de 2014)

Leia mais

Regimento do Conselho Intermunicipal

Regimento do Conselho Intermunicipal Regimento do Conselho Intermunicipal Art.º 1º (Constituição) 1 O Conselho Intermunicipal é constituído pelos Presidentes das Câmaras Municipais dos Municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do

Leia mais

FUNDAÇÃO ALENTEJO ESTATUTOS

FUNDAÇÃO ALENTEJO ESTATUTOS FUNDAÇÃO ALENTEJO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE E OBJETO SOCIAL ARTIGO PRIMEIRO (Denominação e Qualificação) A FUNDAÇÃO ALENTEJO adiante designada apenas por Fundação, é uma Fundação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE REMUNERAÇÃO LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos Gerais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE REMUNERAÇÃO LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos Gerais REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE REMUNERAÇÃO DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos Gerais Artigo 1º - O Comitê de Remuneração (o Comitê ) de Lojas Renner S.A. (a Companhia ), órgão estatutário, de

Leia mais

USINA TERMELÉTRICA BARREIRO S.A. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração da Sociedade

USINA TERMELÉTRICA BARREIRO S.A. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração da Sociedade O presente Estatuto Social é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 06-04-2001- arquivada na JUCEMG em 09-05-2001, sob o nº 3130001583-1, e pelas Assembleias Gerais reunidas

Leia mais

CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE

CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1º Denominação e sede 1. É constituída uma associação denominada Associação Nacional de Direito ao Crédito, sem fins lucrativos. 2. A Associação tem

Leia mais

BANCO EFISA, S.A. ESTATUTOS ATUALIZADOS

BANCO EFISA, S.A. ESTATUTOS ATUALIZADOS BANCO EFISA, S.A. ESTATUTOS ATUALIZADOS CAPÍTULO I Natureza, denominação, duração, sede e objecto social Artigo 1º Natureza, denominação e duração 1. A sociedade tem a natureza de sociedade anónima e a

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. (Versão consolidada com as alterações aprovadas na reunião

CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. (Versão consolidada com as alterações aprovadas na reunião CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. (Versão consolidada com as alterações aprovadas na reunião da Assembleia Geral de 10 de Abril de 2008) CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS

Leia mais

Capítulo I Precedência normativa. Capítulo II Constituição e competências da Assembleia Regional

Capítulo I Precedência normativa. Capítulo II Constituição e competências da Assembleia Regional Proposta de revisão apresentada à Assembleia Regional de 17 de novembro de 2016 Capítulo I Precedência normativa Artigo 1.º Precedência A Assembleia Regional da Região Sul da Ordem dos Engenheiros rege-se

Leia mais

REGULAMENTO DO COMITÉ DE NOMEAÇÕES E REMUNERAÇÕES

REGULAMENTO DO COMITÉ DE NOMEAÇÕES E REMUNERAÇÕES Aprovado na reunião do Conselho de Administração de 21 de Setembro de 2015 Artigo 1.º Objeto Deveres, Organização e Funcionamento 1. O presente Regulamento disciplina os princípios de atuação e deveres

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DA NOVABASE, SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A.

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DA NOVABASE, SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DA NOVABASE, SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. O presente regulamento foi aprovado na reunião do Conselho Fiscal da Novabase Sociedade Gestora de Participações

Leia mais

ANEXO 1.1 Regulamento Interno. Regimento Interno do Conselho Geral (com as alterações aprovadas em Conselho Geral no quadriénio 2011/15)

ANEXO 1.1 Regulamento Interno. Regimento Interno do Conselho Geral (com as alterações aprovadas em Conselho Geral no quadriénio 2011/15) ANEXO 1.1 Regulamento Interno Regimento Interno do Conselho Geral (com as alterações aprovadas em Conselho Geral no quadriénio 2011/15) AGRUPAMENTO DE ESCOLAS IBN MUCANA 2011/2014 ÍNDICE 1 - Definição...

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração do Banco BIC Português, S.A.

Regulamento do Conselho de Administração do Banco BIC Português, S.A. Regulamento do Conselho de Administração do Banco BIC Português, S.A. Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 23/04/2018 CLASSIFICAÇÃO: PÚBLICO Página 1 de 14 ÍNDICE Artigo 1.º Objeto... 3

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DA SONAE SGPS, SA

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DA SONAE SGPS, SA APROVADO EM REUNIÃO DO CONSELHO FISCAL REALIZADA EM 30 DE ABRIL DE 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL DA SONAE SGPS, SA ARTIGO 1.º COMPOSIÇÃO 1. O Conselho Fiscal é composto por 3 membros efetivos e um

Leia mais