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1 A INTERDISCIPLINARIDADE NAS ABORDAGENS DA ARQUITETURA E DA TERAPIA OCUPACIONAL: ASPECTOS HISTÓRICOS E EVOLUÇÃO DAS PROFISSÕES EM RELAÇÃO AO DESIGN UNIVERSAL Cristiane Luisa Renger 1 Marcelo Pinto Guimarães 2 Laboratório ADAPTSE, Escola de Arquitetura da UFMG Rua Paraíba, 697 sala 125, Bairro Funcionários, Belo Horizonte CEP Telefone: RESUMO Um projeto de pesquisa procura analisar competências para a atuação de profissionais de Arquitetura e Terapia Ocupacional. A comparação de conteúdos nos cursos de formação profissional e a exploração de instrumentos de avaliação de desempenho pessoa-ambiente criados em cada um desses campos profissionais pretende evidenciar que a ênfase de abordagem profissional ocorre em sentidos opostos. Por um lado, o arquiteto dá enfoque principal às estruturas ambientais e, com isso, busca alcançar a satisfação do usuário; por outro, o terapeuta ocupacional dá enfoque às habilidades humanas e, com isso, estuda adaptações para prover ajustes no ambiente que ampliem este desempenho funcional. Há, portanto, grande potencial de contribuição dessas duas profissões para o conhecimento sobre a relação pessoa-ambiente. No entanto, as lacunas no aprendizado tem gerado distorções de caráter interdisciplinar, com o consequente sombreamento de atribuições profissionais, tanto que 1 Estudante de Mestrado no Curso do Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFMG. Terapeuta Ocupacional pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, 2 Professor de Arquitetura da UFMG. Doutor em Design pela North Carolina State University, USA. Mestre em Arquitetura pela State University of New York at Buffalo, USA

2 terapeutas ocupacionais se dedicam a explorar as normas técnicas da acessibilidade enquanto que os arquitetos desenvolvem projetos sem respeito à diversidade das habilidades funcionais dos usuários. A pesquisa busca evidenciar esse processo por meio de um estudo de caso. A importância das contribuições deste estudo predispõe reflexões sobre o desenvolvimento e aplicação de instrumentos técnicos de cada profissão que estruturem as atuações profissionais e que valorizem a cooperação, o intercâmbio de informações e que permita a formação de equipes multi-disciplinares para aplicações inclusivas do desenho universal. Palavras-Chaves: arquitetura, terapia ocupacional, inter-disciplinaridade, acessibilidade, inclusão social. ABSTRACT This paper is about a research project that aims at analysing professional roles approaching users and clients in the fields of architecture and occupational therapy. The comparison of syllabus contents from a sample of professional courses and the exploration of assessment tools that exist in each of these professional fields will stress that both professional fields approach person-environment fit relationships from opposite standpoints. On one hand, architects main focus may be on environmental structures that provide user satisfaction. On the other hand, occupational therapists may focus on human abilities; and thus, they may study adaptations in order to adjust environments up to enhancing human fuctional performance. Therefore, there may be great potential for mutual contributions of these fields of knowledge about the person-environment interface. Nevertheless, flaws in educational processes have generated inter-disciplinary distortions in which one field overshadows the other. Consequently, professional practices somehow overlap in certain situations: OT professionals are usually applying general requirements of technical standards of accessibility only, while architects are creating construction work that disregards diversity of functional abilities and other related human needs. The research task is bring evidence to these issues from a case study that provides reflection in considerations about the development of technical instruments and practice in each of these professions. The expectation is that precise use of assessment tools and clear professional goals may structure cooperation, information exchange and the socially inclusive

3 practices of universal design by a multidisciplinary team of architects and occupational therapists. Key-Words: architecture, occupational therapy, inter-disciplinarity, accessibility, social inclusion 1. INTRODUÇÃO Inclusão social é um conceito que está relacionado a valores, engloba e traz implicações para toda a sociedade e seu sistema cultural. É um ideal que guia a elaboração de políticas e leis de criação de programas destinados a pessoas com deficiências nos últimos anos, de forma a buscar mecanismos que possibilitem a participação ativa e eficaz de todos na vida em sociedade. De acordo com Wilson (2006), este conceito surge no final da década de 1980, com o debate de políticas sociais na Europa. Isso ocorre no momento em que a partição européia em Europa Capitalista e Europa Comunista é abolida e os europeus se vêem às voltas com a pobreza e a exclusão social decorrentes do fim da guerra fria. Collins (2003) afirma que a exclusão social impede a participação nos benefícios da cidadania. O paradigma da inclusão preconiza mudanças comportamentais na sociedade, uma vez que trabalha com quebra de conceitos e pré-conceitos (ou melhor, preconceitos), valorização da diversidade e oferta de oportunidades iguais a todos (BARTALOTTI, 2006). Busca a participação ativa de todos os indivíduos na sociedade a qual pertencem, de forma que o preconceito e a discriminação sejam reduzidas. A sociedade inclusiva, então, é um objetivo que qualquer e todo cidadão pode e deve ajudar a ser alcançado (SASSAKI, 1999; GUIMARÃES, 2000). Os indivíduos se esforçam para participar ativamente e com dignidade dos processos sociais e, por outro lado, a sociedade se ajusta para acolher todas as diferenças em alto grau de tolerância. Em suma, trata-se da busca pela igualdade de oportunidades e de recursos para assegurar o bem estar, a qualidade de vida e a saúde de todos. Sabe-se, no entanto, que o processo de inclusão social encontra barreiras de diversas ordens. Nos dias atuais, em que o momento é de intensa discussão sobre políticas inclusivistas, o espaço e equipamentos urbanos como se encontram estão na contramão do que é defendido por essas políticas. A conformação espacial dos ambientes e disposição de mobiliário e equipamentos, tanto no âmbito da utilização pública quanto da privada, devem ser objeto de reflexão de todos os profissionais interessados no debate sobre a inclusão social

4 e seus reflexos. As barreiras ambientais são um dos obstáculos encontrados para que pessoas com as mais variadas conformações físicas, mentais e/ou de saúde possam exercer seu papel de cidadão, fato que as coloca em desvantagem funcional. Tanto arquitetos quanto terapeutas ocupacionais lidam com o ambiente construído e, é possível que desenvolvam estudos para adaptações do mesmo. Isto ocorre de forma a atender a demandas de usuários que ocupam o espaço já edificado, bem como para promover o uso dos objetos, edifícios e espaços urbanos por uma maior parcela da população que, de outra maneira, estaria excluída. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, cerca de 14,5% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. É de fundamental importância que os espaços e equipamentos urbanos permitam que toda a população, inclusive as pessoas que vivenciam deficiências, esteja apta a utilizá-los com conforto e segurança, de forma a garantir independência e autonomia no desempenho de atividades diversas. É de conhecimento geral que as atribuições profissionais definem as categorias profissionais, ao passo que determinam as áreas de desempenho de cada uma delas, delimitando os campos de atuação. No entanto, o que se observa é que, apesar das regulamentações profissionais delimitarem a especificidade e área de atuação, muitas vezes há uma superposição de papéis. Se não houver um cuidado na abordagem sobre desempenho funcional no ambiente construído, pode ocorrer interferência de um profissional sobre a área de ação do outro, de forma que a especificidade das categorias fique comprometida. Apesar da defesa da atuação inter/transdisciplinar, percebe-se que há uma grande dificuldade na efetivação desta prática, decorrente da falta de diálogo e cooperação. 2. HISTÓRICO Atualmente, a Organização Mundial de Saúde - OMS (WHO, em 10/08/2008) tem trabalhado de forma a modificar conceitos, enfocando as habilidades dos indivíduos e não seus problemas relativos à deficiência. De acordo com a OMS, e do conceito atual de saúde, é necessário que o indivíduo seja capaz de interagir adequadamente com o meio no qual está inserido, incluindo transporte, habitação, rede sanitária, lazer, entre outros, para se considerar uma situação saudável para o indivíduo em seu meio. Isto significa que a adequação do ambiente de modo a promover a funcionalidade e autonomia de um ou mais indivíduos, independente do fator que o torna menos habilitado, é essencial para o estado de saúde e para a qualidade de vida.

5 No caso do Brasil, a legislação federal garante ao cidadão o direito à acessibilidade que, de acordo com a lei n , de 19 de dezembro de 2000, é a possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos (...) por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. Nas esferas da administração pública estadual e municipal, a legislação complementar define situações e condições onde profissionais devem atuar no campo do mercado construtivo. 2.1 Aspectos evolutivos da abordagem da arquitetura em direção ao design universal Históricamente, a atuação profissional de arquitetos tem consolidado práticas de exclusão e de estratificação social uma vez que os produtos de arquitetura foram financiados por classes sociais mais ricas e detentoras do poder de consolidação de seus valores culturais nos grandes centros econômicos. A partir do século XVIII, coincidindo com a revolução industrial, a prática profissional começou a desenvolver espaços e ambientes que buscassem atender às necessidades do usuário, à medida que o indivíduo comum passou a ter maior enfoque como fator de definição sobre qualidade de vida urbana. Assim, tem início de tentativas de formalização do espaço construido pelo questionamento sobre diferenças sociais que motivam uma distorção entre expectativas de qualidade de vida. Contudo, somente após a segunda grande guerra é que o perfil da população alvo sofreu alterações e as pessoas com deficiência passaram a ser consideradas como principal referência para acessibilidade e usabilidade do meio urbano e edificado. Durante a Revolução Industrial surgem as primeiras leis urbanísticas e sanitárias, em virtude das dificuldades higiênicas nos novos conglomerados urbanos; a cidade passa a receber novas atribuições, novos papéis para o espaço. A ausência de infra-estrutura leva ao surgimento de epidemias, que fazem com que haja uma preocupação no que concerne às leis sanitárias e urbanísticas (BENEVOLO, 2006). Como exemplo maior de leis urbanísticas propostas à época, pode ser citado o Plano de Haussmann, em Paris, pioneiro como ação que visa acompanhar as modificações ocorridas nas grandes cidades modernas e regulá-las de forma determinada e enérgica. O planejamento urbano buscou então soluções para as novas demandas surgidas em função das novas condições impostas pelo avanço técnico-científico (GIEDION, 2004). Partindo desta perspectiva do planejamento urbano com uma preocupação social, é importante ressaltar a contribuição dos movimentos utópicos. De modo geral, podese afirmar que o objetivo dos utópicos era a melhoria da qualidade de vida na cidade industrial, bem como a possibilidade de oferecer uma maior equidade de oportunidades,

6 visando minimizar as desigualdades sociais e proporcionar condições mínimas de salubridade e higiene, de forma a permitir que as classes menos favorecidas pudessem reivindicar melhorias. O movimento utópico evolui para o movimento das cidade-jardim e este para o Arts & Crafts, onde a política social combina-se com a dispersão urbana, ocupação rural e um governo descentralizado. Esse momento pode ser entendido como a aplicação, na arquitetura e nas artes, dos ideais socialistas. Aqui se iniciam, de fato, os movimentos de vanguarda modernista. Os vários movimentos de vanguarda foram quase simultâneos e se caracterizam pela busca de uma nova construtividade da forma, relacionada com percepção, fruição, simbolismo mundano, e contingente (elementos naturais, geográficos, históricos) proporcionado pela experiência da humanidade (TAFURI, 1988). De modo geral, o que se observa nos movimentos de vanguarda modernista é a preocupação em sua maioria com a funcionalidade dos objetos e das edificações. A funcionalidade é um aspecto mais importante a ser observado do que a própria estética artística. Pode-se perceber com isso uma influência sócio-política que é evidenciada pela tentativa de solucionar a questão do custo de produção através da padronização e do uso racional de materiais, sem, entretanto, haver perda na qualidade do produto. A Deutsche Werkbund (entre 1898 e 1927) visou a coligação entre artesanato e indústria, defendendo um apuro no design e material técnico utilizado. Esse mesmo grupo irá fundar, alguns anos mais tarde (1919), a Bauhaus, escola que funde as escolas de arquitetura e de artes aplicadas de Weimar, na Alemanha. Um de seus objetivos é unir arte à indústria e à vida cotidiana, usando a arquitetura como elemento intermediador. Apresenta um forte cunho social, voltando-se para a padronização como alternativa para diminuir os custos de produção e criar objetos que fossem utilizáveis por classes economicamente menos privilegiadas (ARGAN, 1992). A partir de 1923, a Bauhaus apresenta uma busca por soluções coletivas, através da quebra da supremacia do indivíduo. Todo mobiliário e edificação deveriam ser flexíveis e funcionais. Os espaços deixam de servir a uma única função para serem multifuncionais (GROPIUS, 1977). Entre 1917 e 1931, na Holanda, acontece o De Stjil, um movimento que previa um novo equilíbrio entre o universal e o individual que deveria ser encontrado inclusive nas coisas cotidianas da vida (Conrads, 1971). Um representante de destaque é Adolf Loos, que tem sua importância especialmente quando pensa a arquitetura como elemento promotor da inclusão social, por defender a funcionalidade e a utilidade do espaço. Segundo Loos, o projeto deve nascer a partir da

7 utilidade do espaço. Além disso, enfatiza planos livres de pilastras, proporcionando uma maior facilidade de locomoção e de comunicação entre os espaços internos da edificação. A partir de 1928, surgem os CIAM, Congresso Internacional de Arquitetura Moderna, para sistematizar técnicas modernas, bem como as suas conseqüências em termos de padronização, economia, urbanística e ensino. Nos CIAM s são discutidos temas tais como habitação para moradores de baixa renda, métodos racionais de planejamento regional, habitação e lazer, entre outros. No CIAM de 1941, o conteúdo da Carta de Atenas estabelece que o destino da arquitetura é o de expressar o espírito de uma época e satisfazer as necessidades da vida atual; deve procurar a harmonia entre os elementos do mundo moderno e buscar aproximar a arquitetura de um âmbito econômico e sociológico, devendo servir à pessoa. Buscando resolver o problema da habitação que se faz presente na Europa, Le Corbusier defende a estandardização da casa como uma máquina de morar, com custo reduzido, de forma a facilitar o acesso e a aquisição. Acredita ele numa tendência à criação de centros de atividade social, visando favorecer a participação social, em que o arquiteto deve se antecipar às necessidades e resolver problemas dos quais ainda não se tem plena consciência. A função da arquitetura se encontra na execução de ações concretas para a organização da vida moderna. O legado de Le Corbusier e do CIAM voltado para o homem mediano arbitrário entrará em confronto com tentativas de formalização de uma arquitetura livre de barreiras arquitetônicas, primeiramente para ex-combatentes mutilados e, a partir da década de 60, com alterações substanciais no sistema de previdência dos Estados Unidos em ocorre a desinstitucionalização e o movimento para a vida independente na comunidade por pessoas com deficiência (GUIMARÃES, 1994). Este evento marca o início do movimento que apresenta uma arquitetura mais voltada para os processos de inclusão social, o Design Universal. Um de seus aspectos é descrito como políticas de inclusão e do todo, ou seja, o conceito de design universal é um conceito holístico, que valoriza e celebra a diversidade. Implica em valorizar a participação do indivíduo no seu contexto significativo e buscar diminuir a marca do estigma. Preconiza que todos os indivíduos, independente de idade, sexo, raça, incapacidades, possam utilizar o ambiente ou o produto desenvolvido com a mesma segurança e conforto, além de estar diretamente relacionado à igualdade de oportunidades pelos processos (GUIMARÃES, 2008; SANDHU, 2001).

8 O design preconizado pelo desenvolvimento sustentável e pelo design universal contemplam a deficiência sob o prisma do contexto, considerando aspectos de saúde, segurança e bem estar no ambiente. A construção deve promover a inclusão social, ser flexível e adaptável, energeticamente eficiente e deve estimular e encorajar a criatividade do indivíduo, sendo ainda economicamente viável e preocupada com o impacto ambiental. Com este resgate dos aspectos evolutivos da abordagem da arquitetura em direção ao design universal, nota-se que a arquitetura contemporânea reflete uma postura diante da vida e da sociedade, sendo o arquiteto responsável pela interpretação de modos de vida num consenso universal quanto à necessidade de reestabelecer valores perdidos, tais como direitos individuais, liberdades compartilhadas, entre outros. 2.2 Aspectos evolutivos da abordagem da terapia ocupacional em direção ao design universal A Terapia Ocupacional é uma profissão históricamente voltada ao estudo da ação humana enquanto construção de sua vida, da realidade do ser sócio-histórico, inserido em sua cultura, e efetivamente, na sociedade. É, portanto, diretamente comprometida com a luta de todos aqueles que, de uma forma ou de outra estejam à margem da inclusão social. A história da terapia ocupacional está intimamente ligada aos períodos de pós guerra. Durante as duas primeiras décadas do século XX, com o reaparecimento do tratamento moral e a Primeira Guerra Mundial, surge formalmente a Terapia Ocupacional. Nestes períodos, há a necessidade de absorver, no mercado de trabalho, o contingente de veteranos e acidentados de guerra com seqüelas físicas ou emocionais, uma vez que produzindo seu próprio meio de vida, a própria existência e organização física fossem igualmente produzidas e condicionadas (MAGALHÃES, 1989). O serviço de reabilitação profissional surge num momento em que a indústria norte-americana começa a segmentar a produção e a não exigir que o operário participe de todo o processo produtivo (SOARES, 2007). No Brasil, apesar de haver serviços de reabilitação desde o século XIX, é apenas após a Segunda Grande Guerra (a partir de 1957) que a terapia ocupacional passa a existir formalmente com cursos profissionalizantes e superiores na área (SOARES, 1990). É, entretanto, a partir da década de 70, que a preocupação com processos sociais se torna mais intensa e emergente. Segundo Barros, Lopes e Galheigo (2007), isso ocorre devido à compreensão de que o adoecimento implica tanto em um processo individual como social, bem como ao fato da terapia ocupacional lidar com questões que decorrem das contradições marcadas pelas desigualdades, fragilidade de redes sociais e precariedade de trabalho.

9 Fazendo um resgate dos preceitos que guiam a Terapia Ocupacional, tem-se conceitos que consideram desde atividades físicas ou mentais, especificamente prescritas para a terapêutica de transtornos físicos, psíquicos ou sociais, até o conhecimento e intervenção em saúde em âmbito global, na educação e na esfera social, reunindo tecnologias orientadas para a emancipação e autonomia das pessoas que apresentam, temporariamente ou definitivamente, dificuldades de inserção e participação social. (ABRATO, 2003) Como pode ser percebido, as transformações que ocorrem nas sociedades interferem de forma significativa na ação do terapeuta ocupacional, que busca minimizar conflitos impostos por questões sócio-culturais. Neste sentido, a terapia ocupacional se utiliza da ergonomia, tecnologias assistivas e adaptações ambientais e/ou terapêuticas. A ergonomia é a aplicação de conhecimentos científicos relacionados ao homem, de forma que objetos, equipamentos e sistemas estejam adequados ao usuário, proporcionando conforto, segurança, bem estar e saúde, bem como eficiência na utilização (WISNER, 1972). Tecnologia assistiva engloba serviços e recursos tecnológicos auxiliares que proporcionam ou maximizam o desempenho funcional de indivíduos com deficiências, contribuindo para a independência e os processos de inclusão. Segundo Cook e Hussey (1995), designa uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiência. As adaptações ambientais ou terapêuticas são o ponto de interseção entre o trabalho do terapeuta ocupacional e do arquiteto. Normalmente acontecem no sentido de eliminar barreiras, de forma a facilitar a interação do indivíduo com o ambiente e com as tarefas a serem executadas no mesmo. É neste contexto que a terapia ocupacional deve se utilizar dos conceitos norteadores do design universal, buscando garantir maior independência e autonomia ao indivíduo. Mace (1993, apud RIBEIRO, 2007) define o design universal como uma abordagem incorporada a produtos, bem como aos fatores de edificação e elementos (sem a necessidade de adaptação especial posterior à concepção) que aumentam e estendem as possibilidades para que os mesmos possam ser utilizados pela maioria das pessoas, independente de fatores tais como raça, idade, condições sócio-econômicas, bem como físicas ou psíquicas. O design universal agrega ao profissional de terapia ocupacional, elementos que auxiliam a investigação, análise e interpretação, colaborando significativamente para um melhor desempenho funcional do usuário x produto (Ribeiro, 2007). Por outro lado, a terapia ocupacional pode contribuir com o design universal através do seu olhar individualizado sobre o sujeito, suas limitações e seu processo de execução de

10 tarefas e atividades. Desta forma, o produto elaborado pode vir a atender uma maior gama de indivíduos da forma mais intuitiva, pela compatibilidade com as dificuldades de uma variedade de limitações. Como pode ser percebido, a Terapia Ocupacional está intimamente ligada às questões relacionadas à inclusão social, desde a formalização enquanto ciência e profissão. Entretanto, passa por diferentes abordagens até o momento em que a inclusão social passa a ser amplamente debatida e engloba uma maior parcela populacional. Neste aspecto, o conceito de design universal, associado à prática da Terapia Ocupacional pode trazer benefícios de caráter inter-disciplinar, tanto para as ciências de reabilitação como as do design e projeto. 3. A IMPORTÂNCIA DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL Instrumentos de avaliação refletem preceitos de cada profissão. Segundo Magalhães, ao se utilizar instrumentos desenvolvidos por outras profissões, corre-se o risco de não diferenciar o serviço prestado dos demais serviços, além de que estas avaliações podem não ser medidas sensíveis dos ganhos que esperamos conseguir com a terapia ocupacional (Bundy, 1989, apud Magalhães, 1997). A avaliação do elo pessoa-ambiente permite ao profissional de arquitetura verificar a funcionalidade dos elementos construtivos e instalações, e ao profissional de terapia ocupacional explorar a habilidade potencial do indivíduo no uso desse espaço construido. Se, por um lado, a atividade construtiva está vinculada à prática das Normas Técnicas da acessibilidade (NBR , e outras afins) que deve definir padrões universais de uso do meio edificado; por outro, a avaliação de desempenho funcional da atividade requer outros instrumentos mais adequados para o campo da terapia ocupacional, tais como The Enabler (STEINFELD E FASTE, 1979) o EnviroFIM (STEINFELD E DANFORD, 1980) e a CIF, já citada anteriormente. Quando ainda na etapa de projeto, o uso desses instrumentos permite que sejam testadas as possibilidades de uso, movimentos, sentidos, posturas, força, amplitude de movimentos necessários para que o espaço seja usufruído de forma integral pelo indivíduo. Além disso, favorece que medidas sejam feitas e que projetos possam ser elaborados de forma a incluir uma maior gama populacional, contribuindo verdadeiramente para os processos inclusivos.

11 4. A INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA SOBRE ABORDAGENS PROFISSIONAIS Este trabalho se propõe a estudar a forma como arquitetos e terapeutas ocupacionais abordam situações ambientais problemáticas para atender as demandas de inclusão social, uma vez que há risco de interferência de uma área de atuação sobre a outra. 4.1 Hipóteses da investigação Esta pergunta sugere as seguintes hipóteses: 1. Arquitetos e terapeutas ocupacionais, ao lidarem com a adaptação de ambientes para atender a demandas de usuários apresentam abordagens diferentes e complementares. 2. Arquitetos e terapeutas ocupacionais, ao lidarem com a adaptação de ambientes para atender a demandas de usuários apresentam abordagens diferentes e não complementares. 3. Arquitetos e terapeutas ocupacionais, ao lidarem com a adaptação de ambientes para atender a demandas de usuários apresentam abordagens similares, com sobreposição de trabalhos. Por abordagens diferentes entende-se que arquitetos privilegiarão a questão ambiental propriamente dita e terapeutas ocupacionais darão ênfase ao desempenho funcional do indivíduo no ambiente proposto. Assim, a escolha de instrumentos pode refletir de forma mais clara os preceitos da profissão específica dos participantes entrevistados, em detrimento de outros, fato que resultará na intervenção proposta a partir do protocolo priorizado. As abordagens não complementares ficarão evidentes como aquelas em que o trabalho dos profissionais possa ocorrer de forma estanque e isolada, privilegiando visões e linguagem muito específicas e não sugerindo possibilidades de atuação conjunta. Por outro lado, o trabalho de arquitetos e terapeutas ocupacionais em relação ao ambiente inclusivo poderá se dar conjuntamente em sentidos opostos, tendendo-se a certos pontos em comum. Caso arquitetos se utilizem mais das Normas Técnicas em detrimento de protocolos funcionais e enfatizem mais a resolução de problemas ambientais e, em caso similar mas oposto, os terapeutas ocupacionais priorizem protocolos funcionais e enfatizem o indivíduo em atividade, apontando deficiências de projeto na utilização do espaço, pode-se evidenciar que tais abordagens se configurem como faces complementares de um só todo.

12 4.2 Desafios Metodológicos Um dos principais desafios metodológicos a ser superado é a dificuldade de acesso no Brasil aos protocolos de avaliação de desempenho funcional da atividade. Estes não parecem ser amplamente divulgados e não se encontram padronizados para a população brasileira, uma vez que só foram encontradas versões originais em língua estrangeira dos mesmos. Alguns se encontram ainda em fase de desenvolvimento do manual de aplicação, apesar de serem encontradas referências quanto à sua validade e relevância em relação a quesitos tais como independência e funcionalidade. Entretanto, durante a realização da coleta de dados, todos os participantes da pesquisa terão acesso aos protocolos investigados, independente de sua formação acadêmica. 4.3 Evidências pelos Cursos de Graduação Cerca de cinco cursos de arquitetura e cinco de terapia ocupacional de universidades brasileiras foram estudados. Preliminarmente, têm-se que o currículo dos cursos de arquitetura investigados tem pouca ênfase no processo de avaliação do espaço, seja ele a construir ou já construído. O motivo da pouca preocupação com as avaliações ambientais está em processo de averiguação junto aos colegiados de curso de instituições de ensino particulares e públicas. Quanto à Terapia Ocupacional, o que se verifica é que há poucos estudos nas universidades sobre avaliação de adaptações de ambientes segundo instrumentos associados ao desempenho de habilidades funcionais. Muitas vezes, quando ocorre, esta avaliação está direcionada a um público-alvo muito específico, o que vai na contra-mão do que se propõe aqui neste estudo. Assim como no caso da arquitetura, as motivações para o pouco aprofundamento nesta modalidade de avaliações está sendo averiguado junto aos colegiados de curso de instituições particulares e públicas. 5. PRÓXIMAS ETAPAS DA PESQUISA Como próximas etapas de pesquisa, serão concluídas as verificações junto aos colegiados de curso, de forma a averiguar o ensino de avaliações ambientais em cursos de arquitetura e terapia ocupacional. Além disso, serão realizadas entrevistas com arquitetos e

13 terapeutas ocupacionais que deverão propor uma intervenção ambiental que julguem mais adequada, de acordo com a sua formação acadêmica, para uma situação ambiental descrita. Neste momento, profissionais das áreas de arquitetura e terapia ocupacional, escolhidos aleatóriamente e por amostragem de conveniência serão entrevistados e solicitados a responder questões relativas a inclusão social e adaptação ambiental, bem como sobre seu conhecimento prévio acerca de protocolos de avaliação e normas técnicas para o projeto de espaços inclusivos. Em seguida, serão apresentadas algumas situações ambientais problemáticas, onde os participantes deverão, a partir de sua formação profissional e seu conhecimento dos protocolos investigados, propor alterações nos espaços e equipamentos. As intervenções deverão ter o propósito de tornar o espaço adaptado e acessível para um maior número de usuários, independentemente de idade, sexo, deficiências e outras características. Em seguida, os resultados serão analisados e os dados tratados, de forma que se possa chegar a resultados que contribuam de forma significativa para o trabalho de arquitetos e terapeutas ocupacionais na abordagem ambiental inclusiva. 6. CONTRIBUIÇÕES E DISCUSSÃO Este estudo visa contribuir para a discussão do trabalho interdisciplinar entre terapeutas ocupacionais e arquitetos, em relação à abordagem ambiental. Com base no levantamento bibliográfico realizado, pressupõe-se que o intercâmbio entre estes profissionais traga grandes contribuições para ambas categorias, bem como para o design universal e o processo inclusivo. Para tanto, é necessário que lacunas no aprendizado sejam discutidas, com o intuito de evitar sombreamento de atribuições profissionais. Da mesma forma, faz-se necessário refletir sobre o desenvolvimento e utilização de instrumentos técnicos de cada profissão que estruturem as atuações profissionais e que valorizem a cooperação, o intercâmbio de informações e que permita a formação de equipes multi-disciplinares para aplicações inclusivas do desenho universal.

14 REFERÊNCIAS ARGAN, G.C. História da Arte Como História da Cidade; SP: Ed Martins Fontes, BENEVOLO, L. História da Arquitetura Moderna; SP: Perspectiva, BARROS, D.D.; LOPES, R.E.; GALHEIGO, S.M. Terapia Ocupacional Social: Concepções e perspectivas ; in: CAVALCANTI, A. e GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: Fundamentação e prática. RJ: Ed. Guanabara Koogan, 2007 BARTALOTTI, C.C.. Inclusão Social da pessoas com deficiência: Utopia ou possibilidade?. São Paulo: Centro Universitário São Camilo: Paulus, p. BRASIL, Ministério das Cidades. Construindo a Cidade Acessível; Brasília, 2006 (disponível em acesso em 15/06/2007). Decreto Federal nº 5296 de 02 de dezembro de 2004: Lei de Acessibilidade. Disponível em: acesso em 24/06/ COLLINS, H. Discrimination, Equality and Social Inclusion, in: The Modern Law Review Limited COOK, A.M e HUSSEY, S. Assistive Technologies: Principles and Practice. Mosby, 1995 CONRADS, U. Programs and Manifestoes on 20th Century Architecture. Massachusetts: The MIT Press; GIEDION, S. Espaço, Tempo e Arquitetura O Desenvolvimento de uma Nova Tradição. São Paulo: Editora Martins Fontes, ª edição. GROPIUS, W. Bauhaus: Novarquitetura. 3. ed. São Paulo: Ed. Perspectiva; GUIMARAES, M.P. Understanding Universal Design by Simulations About Socially Inclusive Environments. ISBN: Saarbrüken: VDM, Acessibilidade: Diretriz para a Inclusão. Revista USP, v. 1, p. 1-9, (disponível em <http://www.adaptse.org>. Acesso em: 10/08/2008. Fundamentos do Barrier-free Design. Edição Especial para o Prêmio Nacional de Design para Pessoas Portadoras de Deficiência. Belo Horizonte: IAB-MG p. IBGE. Censo Demográfico da População Brasileira. Disponível em: acesso em 15 de janeiro de MAGALHÃES, L.V. Terapeutas Ocupacionais no Brasil: Sob o Signo da Contradição; Dissertação de Mestrado, UNICAMP, Campinas, 1989.

15 MAGALHÃES, L.C. Avaliação de Terapia Ocupacional: O Quê Avaliar e Como Avaliar. In: Anais do V Congresso Brasileiro e VI Simpósio Latino Americano de Terapia Ocupacional. Belo Horizonte, MG : ABRATO, v. 1. p RIBEIRO, M.A. Design Universal In: CAVALCANTI, A. e GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: Fundamentação e Prática. RJ: Ed. Guanabara Koogan, 2007 SANDHU, J.S. An Integrated Approach to Universal Design: Toward the Inclusion of All Ages, Cultures and Diversity. In: Preiser, W. E Orstoff, E. (ed) Universal Design Handbook. New York: MacGraw-Hill; 2001 SOARES, L.B. Terapia Ocupacional: Lógica do capital ou do trabalho? SP: Hucitec, História da Terapia Ocupacional in: CAVALCANTI, A. e GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: Fundamentação e Prática. RJ: Ed. Guanabara Koogan, 2007 STEINFELD, E.; DANFORD, S. Environmental Functional Independence Measure: EnviroFIM, in User's Guide for the Environmental Functional Independence Measure (Enviro-FIM). No Prelo. SUNY-Buffalo: IDEA Center. June, 2001 STEINFELD, E. FASTE, R. The Enabler, in Access to the Built Environment: A Literature Review. HUD - Washington: GPO WILSON, L. Developing A Model For The Measurement Of Social Inclusion And Social Capital In Regional Australia in: Social Indicators Research : WHO World Health Organization. International Classification of of Functioning, Disability and Health - ICF. (disponível em acesso em 10/08/2008)

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