Cristiane Luisa Renger 1 Marcelo Pinto Guimarães 2

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cristiane Luisa Renger 1 Marcelo Pinto Guimarães 2"

Transcrição

1 A INTERDISCIPLINARIDADE NAS ABORDAGENS DA ARQUITETURA E DA TERAPIA OCUPACIONAL: ASPECTOS HISTÓRICOS E EVOLUÇÃO DAS PROFISSÕES EM RELAÇÃO AO DESIGN UNIVERSAL Cristiane Luisa Renger 1 Marcelo Pinto Guimarães 2 Laboratório ADAPTSE, Escola de Arquitetura da UFMG Rua Paraíba, 697 sala 125, Bairro Funcionários, Belo Horizonte CEP Telefone: RESUMO Um projeto de pesquisa procura analisar competências para a atuação de profissionais de Arquitetura e Terapia Ocupacional. A comparação de conteúdos nos cursos de formação profissional e a exploração de instrumentos de avaliação de desempenho pessoa-ambiente criados em cada um desses campos profissionais pretende evidenciar que a ênfase de abordagem profissional ocorre em sentidos opostos. Por um lado, o arquiteto dá enfoque principal às estruturas ambientais e, com isso, busca alcançar a satisfação do usuário; por outro, o terapeuta ocupacional dá enfoque às habilidades humanas e, com isso, estuda adaptações para prover ajustes no ambiente que ampliem este desempenho funcional. Há, portanto, grande potencial de contribuição dessas duas profissões para o conhecimento sobre a relação pessoa-ambiente. No entanto, as lacunas no aprendizado tem gerado distorções de caráter interdisciplinar, com o consequente sombreamento de atribuições profissionais, tanto que 1 Estudante de Mestrado no Curso do Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFMG. Terapeuta Ocupacional pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, 2 Professor de Arquitetura da UFMG. Doutor em Design pela North Carolina State University, USA. Mestre em Arquitetura pela State University of New York at Buffalo, USA

2 terapeutas ocupacionais se dedicam a explorar as normas técnicas da acessibilidade enquanto que os arquitetos desenvolvem projetos sem respeito à diversidade das habilidades funcionais dos usuários. A pesquisa busca evidenciar esse processo por meio de um estudo de caso. A importância das contribuições deste estudo predispõe reflexões sobre o desenvolvimento e aplicação de instrumentos técnicos de cada profissão que estruturem as atuações profissionais e que valorizem a cooperação, o intercâmbio de informações e que permita a formação de equipes multi-disciplinares para aplicações inclusivas do desenho universal. Palavras-Chaves: arquitetura, terapia ocupacional, inter-disciplinaridade, acessibilidade, inclusão social. ABSTRACT This paper is about a research project that aims at analysing professional roles approaching users and clients in the fields of architecture and occupational therapy. The comparison of syllabus contents from a sample of professional courses and the exploration of assessment tools that exist in each of these professional fields will stress that both professional fields approach person-environment fit relationships from opposite standpoints. On one hand, architects main focus may be on environmental structures that provide user satisfaction. On the other hand, occupational therapists may focus on human abilities; and thus, they may study adaptations in order to adjust environments up to enhancing human fuctional performance. Therefore, there may be great potential for mutual contributions of these fields of knowledge about the person-environment interface. Nevertheless, flaws in educational processes have generated inter-disciplinary distortions in which one field overshadows the other. Consequently, professional practices somehow overlap in certain situations: OT professionals are usually applying general requirements of technical standards of accessibility only, while architects are creating construction work that disregards diversity of functional abilities and other related human needs. The research task is bring evidence to these issues from a case study that provides reflection in considerations about the development of technical instruments and practice in each of these professions. The expectation is that precise use of assessment tools and clear professional goals may structure cooperation, information exchange and the socially inclusive

3 practices of universal design by a multidisciplinary team of architects and occupational therapists. Key-Words: architecture, occupational therapy, inter-disciplinarity, accessibility, social inclusion 1. INTRODUÇÃO Inclusão social é um conceito que está relacionado a valores, engloba e traz implicações para toda a sociedade e seu sistema cultural. É um ideal que guia a elaboração de políticas e leis de criação de programas destinados a pessoas com deficiências nos últimos anos, de forma a buscar mecanismos que possibilitem a participação ativa e eficaz de todos na vida em sociedade. De acordo com Wilson (2006), este conceito surge no final da década de 1980, com o debate de políticas sociais na Europa. Isso ocorre no momento em que a partição européia em Europa Capitalista e Europa Comunista é abolida e os europeus se vêem às voltas com a pobreza e a exclusão social decorrentes do fim da guerra fria. Collins (2003) afirma que a exclusão social impede a participação nos benefícios da cidadania. O paradigma da inclusão preconiza mudanças comportamentais na sociedade, uma vez que trabalha com quebra de conceitos e pré-conceitos (ou melhor, preconceitos), valorização da diversidade e oferta de oportunidades iguais a todos (BARTALOTTI, 2006). Busca a participação ativa de todos os indivíduos na sociedade a qual pertencem, de forma que o preconceito e a discriminação sejam reduzidas. A sociedade inclusiva, então, é um objetivo que qualquer e todo cidadão pode e deve ajudar a ser alcançado (SASSAKI, 1999; GUIMARÃES, 2000). Os indivíduos se esforçam para participar ativamente e com dignidade dos processos sociais e, por outro lado, a sociedade se ajusta para acolher todas as diferenças em alto grau de tolerância. Em suma, trata-se da busca pela igualdade de oportunidades e de recursos para assegurar o bem estar, a qualidade de vida e a saúde de todos. Sabe-se, no entanto, que o processo de inclusão social encontra barreiras de diversas ordens. Nos dias atuais, em que o momento é de intensa discussão sobre políticas inclusivistas, o espaço e equipamentos urbanos como se encontram estão na contramão do que é defendido por essas políticas. A conformação espacial dos ambientes e disposição de mobiliário e equipamentos, tanto no âmbito da utilização pública quanto da privada, devem ser objeto de reflexão de todos os profissionais interessados no debate sobre a inclusão social

4 e seus reflexos. As barreiras ambientais são um dos obstáculos encontrados para que pessoas com as mais variadas conformações físicas, mentais e/ou de saúde possam exercer seu papel de cidadão, fato que as coloca em desvantagem funcional. Tanto arquitetos quanto terapeutas ocupacionais lidam com o ambiente construído e, é possível que desenvolvam estudos para adaptações do mesmo. Isto ocorre de forma a atender a demandas de usuários que ocupam o espaço já edificado, bem como para promover o uso dos objetos, edifícios e espaços urbanos por uma maior parcela da população que, de outra maneira, estaria excluída. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, cerca de 14,5% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. É de fundamental importância que os espaços e equipamentos urbanos permitam que toda a população, inclusive as pessoas que vivenciam deficiências, esteja apta a utilizá-los com conforto e segurança, de forma a garantir independência e autonomia no desempenho de atividades diversas. É de conhecimento geral que as atribuições profissionais definem as categorias profissionais, ao passo que determinam as áreas de desempenho de cada uma delas, delimitando os campos de atuação. No entanto, o que se observa é que, apesar das regulamentações profissionais delimitarem a especificidade e área de atuação, muitas vezes há uma superposição de papéis. Se não houver um cuidado na abordagem sobre desempenho funcional no ambiente construído, pode ocorrer interferência de um profissional sobre a área de ação do outro, de forma que a especificidade das categorias fique comprometida. Apesar da defesa da atuação inter/transdisciplinar, percebe-se que há uma grande dificuldade na efetivação desta prática, decorrente da falta de diálogo e cooperação. 2. HISTÓRICO Atualmente, a Organização Mundial de Saúde - OMS (WHO, em 10/08/2008) tem trabalhado de forma a modificar conceitos, enfocando as habilidades dos indivíduos e não seus problemas relativos à deficiência. De acordo com a OMS, e do conceito atual de saúde, é necessário que o indivíduo seja capaz de interagir adequadamente com o meio no qual está inserido, incluindo transporte, habitação, rede sanitária, lazer, entre outros, para se considerar uma situação saudável para o indivíduo em seu meio. Isto significa que a adequação do ambiente de modo a promover a funcionalidade e autonomia de um ou mais indivíduos, independente do fator que o torna menos habilitado, é essencial para o estado de saúde e para a qualidade de vida.

5 No caso do Brasil, a legislação federal garante ao cidadão o direito à acessibilidade que, de acordo com a lei n , de 19 de dezembro de 2000, é a possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos (...) por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. Nas esferas da administração pública estadual e municipal, a legislação complementar define situações e condições onde profissionais devem atuar no campo do mercado construtivo. 2.1 Aspectos evolutivos da abordagem da arquitetura em direção ao design universal Históricamente, a atuação profissional de arquitetos tem consolidado práticas de exclusão e de estratificação social uma vez que os produtos de arquitetura foram financiados por classes sociais mais ricas e detentoras do poder de consolidação de seus valores culturais nos grandes centros econômicos. A partir do século XVIII, coincidindo com a revolução industrial, a prática profissional começou a desenvolver espaços e ambientes que buscassem atender às necessidades do usuário, à medida que o indivíduo comum passou a ter maior enfoque como fator de definição sobre qualidade de vida urbana. Assim, tem início de tentativas de formalização do espaço construido pelo questionamento sobre diferenças sociais que motivam uma distorção entre expectativas de qualidade de vida. Contudo, somente após a segunda grande guerra é que o perfil da população alvo sofreu alterações e as pessoas com deficiência passaram a ser consideradas como principal referência para acessibilidade e usabilidade do meio urbano e edificado. Durante a Revolução Industrial surgem as primeiras leis urbanísticas e sanitárias, em virtude das dificuldades higiênicas nos novos conglomerados urbanos; a cidade passa a receber novas atribuições, novos papéis para o espaço. A ausência de infra-estrutura leva ao surgimento de epidemias, que fazem com que haja uma preocupação no que concerne às leis sanitárias e urbanísticas (BENEVOLO, 2006). Como exemplo maior de leis urbanísticas propostas à época, pode ser citado o Plano de Haussmann, em Paris, pioneiro como ação que visa acompanhar as modificações ocorridas nas grandes cidades modernas e regulá-las de forma determinada e enérgica. O planejamento urbano buscou então soluções para as novas demandas surgidas em função das novas condições impostas pelo avanço técnico-científico (GIEDION, 2004). Partindo desta perspectiva do planejamento urbano com uma preocupação social, é importante ressaltar a contribuição dos movimentos utópicos. De modo geral, podese afirmar que o objetivo dos utópicos era a melhoria da qualidade de vida na cidade industrial, bem como a possibilidade de oferecer uma maior equidade de oportunidades,

6 visando minimizar as desigualdades sociais e proporcionar condições mínimas de salubridade e higiene, de forma a permitir que as classes menos favorecidas pudessem reivindicar melhorias. O movimento utópico evolui para o movimento das cidade-jardim e este para o Arts & Crafts, onde a política social combina-se com a dispersão urbana, ocupação rural e um governo descentralizado. Esse momento pode ser entendido como a aplicação, na arquitetura e nas artes, dos ideais socialistas. Aqui se iniciam, de fato, os movimentos de vanguarda modernista. Os vários movimentos de vanguarda foram quase simultâneos e se caracterizam pela busca de uma nova construtividade da forma, relacionada com percepção, fruição, simbolismo mundano, e contingente (elementos naturais, geográficos, históricos) proporcionado pela experiência da humanidade (TAFURI, 1988). De modo geral, o que se observa nos movimentos de vanguarda modernista é a preocupação em sua maioria com a funcionalidade dos objetos e das edificações. A funcionalidade é um aspecto mais importante a ser observado do que a própria estética artística. Pode-se perceber com isso uma influência sócio-política que é evidenciada pela tentativa de solucionar a questão do custo de produção através da padronização e do uso racional de materiais, sem, entretanto, haver perda na qualidade do produto. A Deutsche Werkbund (entre 1898 e 1927) visou a coligação entre artesanato e indústria, defendendo um apuro no design e material técnico utilizado. Esse mesmo grupo irá fundar, alguns anos mais tarde (1919), a Bauhaus, escola que funde as escolas de arquitetura e de artes aplicadas de Weimar, na Alemanha. Um de seus objetivos é unir arte à indústria e à vida cotidiana, usando a arquitetura como elemento intermediador. Apresenta um forte cunho social, voltando-se para a padronização como alternativa para diminuir os custos de produção e criar objetos que fossem utilizáveis por classes economicamente menos privilegiadas (ARGAN, 1992). A partir de 1923, a Bauhaus apresenta uma busca por soluções coletivas, através da quebra da supremacia do indivíduo. Todo mobiliário e edificação deveriam ser flexíveis e funcionais. Os espaços deixam de servir a uma única função para serem multifuncionais (GROPIUS, 1977). Entre 1917 e 1931, na Holanda, acontece o De Stjil, um movimento que previa um novo equilíbrio entre o universal e o individual que deveria ser encontrado inclusive nas coisas cotidianas da vida (Conrads, 1971). Um representante de destaque é Adolf Loos, que tem sua importância especialmente quando pensa a arquitetura como elemento promotor da inclusão social, por defender a funcionalidade e a utilidade do espaço. Segundo Loos, o projeto deve nascer a partir da

7 utilidade do espaço. Além disso, enfatiza planos livres de pilastras, proporcionando uma maior facilidade de locomoção e de comunicação entre os espaços internos da edificação. A partir de 1928, surgem os CIAM, Congresso Internacional de Arquitetura Moderna, para sistematizar técnicas modernas, bem como as suas conseqüências em termos de padronização, economia, urbanística e ensino. Nos CIAM s são discutidos temas tais como habitação para moradores de baixa renda, métodos racionais de planejamento regional, habitação e lazer, entre outros. No CIAM de 1941, o conteúdo da Carta de Atenas estabelece que o destino da arquitetura é o de expressar o espírito de uma época e satisfazer as necessidades da vida atual; deve procurar a harmonia entre os elementos do mundo moderno e buscar aproximar a arquitetura de um âmbito econômico e sociológico, devendo servir à pessoa. Buscando resolver o problema da habitação que se faz presente na Europa, Le Corbusier defende a estandardização da casa como uma máquina de morar, com custo reduzido, de forma a facilitar o acesso e a aquisição. Acredita ele numa tendência à criação de centros de atividade social, visando favorecer a participação social, em que o arquiteto deve se antecipar às necessidades e resolver problemas dos quais ainda não se tem plena consciência. A função da arquitetura se encontra na execução de ações concretas para a organização da vida moderna. O legado de Le Corbusier e do CIAM voltado para o homem mediano arbitrário entrará em confronto com tentativas de formalização de uma arquitetura livre de barreiras arquitetônicas, primeiramente para ex-combatentes mutilados e, a partir da década de 60, com alterações substanciais no sistema de previdência dos Estados Unidos em ocorre a desinstitucionalização e o movimento para a vida independente na comunidade por pessoas com deficiência (GUIMARÃES, 1994). Este evento marca o início do movimento que apresenta uma arquitetura mais voltada para os processos de inclusão social, o Design Universal. Um de seus aspectos é descrito como políticas de inclusão e do todo, ou seja, o conceito de design universal é um conceito holístico, que valoriza e celebra a diversidade. Implica em valorizar a participação do indivíduo no seu contexto significativo e buscar diminuir a marca do estigma. Preconiza que todos os indivíduos, independente de idade, sexo, raça, incapacidades, possam utilizar o ambiente ou o produto desenvolvido com a mesma segurança e conforto, além de estar diretamente relacionado à igualdade de oportunidades pelos processos (GUIMARÃES, 2008; SANDHU, 2001).

8 O design preconizado pelo desenvolvimento sustentável e pelo design universal contemplam a deficiência sob o prisma do contexto, considerando aspectos de saúde, segurança e bem estar no ambiente. A construção deve promover a inclusão social, ser flexível e adaptável, energeticamente eficiente e deve estimular e encorajar a criatividade do indivíduo, sendo ainda economicamente viável e preocupada com o impacto ambiental. Com este resgate dos aspectos evolutivos da abordagem da arquitetura em direção ao design universal, nota-se que a arquitetura contemporânea reflete uma postura diante da vida e da sociedade, sendo o arquiteto responsável pela interpretação de modos de vida num consenso universal quanto à necessidade de reestabelecer valores perdidos, tais como direitos individuais, liberdades compartilhadas, entre outros. 2.2 Aspectos evolutivos da abordagem da terapia ocupacional em direção ao design universal A Terapia Ocupacional é uma profissão históricamente voltada ao estudo da ação humana enquanto construção de sua vida, da realidade do ser sócio-histórico, inserido em sua cultura, e efetivamente, na sociedade. É, portanto, diretamente comprometida com a luta de todos aqueles que, de uma forma ou de outra estejam à margem da inclusão social. A história da terapia ocupacional está intimamente ligada aos períodos de pós guerra. Durante as duas primeiras décadas do século XX, com o reaparecimento do tratamento moral e a Primeira Guerra Mundial, surge formalmente a Terapia Ocupacional. Nestes períodos, há a necessidade de absorver, no mercado de trabalho, o contingente de veteranos e acidentados de guerra com seqüelas físicas ou emocionais, uma vez que produzindo seu próprio meio de vida, a própria existência e organização física fossem igualmente produzidas e condicionadas (MAGALHÃES, 1989). O serviço de reabilitação profissional surge num momento em que a indústria norte-americana começa a segmentar a produção e a não exigir que o operário participe de todo o processo produtivo (SOARES, 2007). No Brasil, apesar de haver serviços de reabilitação desde o século XIX, é apenas após a Segunda Grande Guerra (a partir de 1957) que a terapia ocupacional passa a existir formalmente com cursos profissionalizantes e superiores na área (SOARES, 1990). É, entretanto, a partir da década de 70, que a preocupação com processos sociais se torna mais intensa e emergente. Segundo Barros, Lopes e Galheigo (2007), isso ocorre devido à compreensão de que o adoecimento implica tanto em um processo individual como social, bem como ao fato da terapia ocupacional lidar com questões que decorrem das contradições marcadas pelas desigualdades, fragilidade de redes sociais e precariedade de trabalho.

9 Fazendo um resgate dos preceitos que guiam a Terapia Ocupacional, tem-se conceitos que consideram desde atividades físicas ou mentais, especificamente prescritas para a terapêutica de transtornos físicos, psíquicos ou sociais, até o conhecimento e intervenção em saúde em âmbito global, na educação e na esfera social, reunindo tecnologias orientadas para a emancipação e autonomia das pessoas que apresentam, temporariamente ou definitivamente, dificuldades de inserção e participação social. (ABRATO, 2003) Como pode ser percebido, as transformações que ocorrem nas sociedades interferem de forma significativa na ação do terapeuta ocupacional, que busca minimizar conflitos impostos por questões sócio-culturais. Neste sentido, a terapia ocupacional se utiliza da ergonomia, tecnologias assistivas e adaptações ambientais e/ou terapêuticas. A ergonomia é a aplicação de conhecimentos científicos relacionados ao homem, de forma que objetos, equipamentos e sistemas estejam adequados ao usuário, proporcionando conforto, segurança, bem estar e saúde, bem como eficiência na utilização (WISNER, 1972). Tecnologia assistiva engloba serviços e recursos tecnológicos auxiliares que proporcionam ou maximizam o desempenho funcional de indivíduos com deficiências, contribuindo para a independência e os processos de inclusão. Segundo Cook e Hussey (1995), designa uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiência. As adaptações ambientais ou terapêuticas são o ponto de interseção entre o trabalho do terapeuta ocupacional e do arquiteto. Normalmente acontecem no sentido de eliminar barreiras, de forma a facilitar a interação do indivíduo com o ambiente e com as tarefas a serem executadas no mesmo. É neste contexto que a terapia ocupacional deve se utilizar dos conceitos norteadores do design universal, buscando garantir maior independência e autonomia ao indivíduo. Mace (1993, apud RIBEIRO, 2007) define o design universal como uma abordagem incorporada a produtos, bem como aos fatores de edificação e elementos (sem a necessidade de adaptação especial posterior à concepção) que aumentam e estendem as possibilidades para que os mesmos possam ser utilizados pela maioria das pessoas, independente de fatores tais como raça, idade, condições sócio-econômicas, bem como físicas ou psíquicas. O design universal agrega ao profissional de terapia ocupacional, elementos que auxiliam a investigação, análise e interpretação, colaborando significativamente para um melhor desempenho funcional do usuário x produto (Ribeiro, 2007). Por outro lado, a terapia ocupacional pode contribuir com o design universal através do seu olhar individualizado sobre o sujeito, suas limitações e seu processo de execução de

10 tarefas e atividades. Desta forma, o produto elaborado pode vir a atender uma maior gama de indivíduos da forma mais intuitiva, pela compatibilidade com as dificuldades de uma variedade de limitações. Como pode ser percebido, a Terapia Ocupacional está intimamente ligada às questões relacionadas à inclusão social, desde a formalização enquanto ciência e profissão. Entretanto, passa por diferentes abordagens até o momento em que a inclusão social passa a ser amplamente debatida e engloba uma maior parcela populacional. Neste aspecto, o conceito de design universal, associado à prática da Terapia Ocupacional pode trazer benefícios de caráter inter-disciplinar, tanto para as ciências de reabilitação como as do design e projeto. 3. A IMPORTÂNCIA DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO AMBIENTAL Instrumentos de avaliação refletem preceitos de cada profissão. Segundo Magalhães, ao se utilizar instrumentos desenvolvidos por outras profissões, corre-se o risco de não diferenciar o serviço prestado dos demais serviços, além de que estas avaliações podem não ser medidas sensíveis dos ganhos que esperamos conseguir com a terapia ocupacional (Bundy, 1989, apud Magalhães, 1997). A avaliação do elo pessoa-ambiente permite ao profissional de arquitetura verificar a funcionalidade dos elementos construtivos e instalações, e ao profissional de terapia ocupacional explorar a habilidade potencial do indivíduo no uso desse espaço construido. Se, por um lado, a atividade construtiva está vinculada à prática das Normas Técnicas da acessibilidade (NBR , e outras afins) que deve definir padrões universais de uso do meio edificado; por outro, a avaliação de desempenho funcional da atividade requer outros instrumentos mais adequados para o campo da terapia ocupacional, tais como The Enabler (STEINFELD E FASTE, 1979) o EnviroFIM (STEINFELD E DANFORD, 1980) e a CIF, já citada anteriormente. Quando ainda na etapa de projeto, o uso desses instrumentos permite que sejam testadas as possibilidades de uso, movimentos, sentidos, posturas, força, amplitude de movimentos necessários para que o espaço seja usufruído de forma integral pelo indivíduo. Além disso, favorece que medidas sejam feitas e que projetos possam ser elaborados de forma a incluir uma maior gama populacional, contribuindo verdadeiramente para os processos inclusivos.

11 4. A INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA SOBRE ABORDAGENS PROFISSIONAIS Este trabalho se propõe a estudar a forma como arquitetos e terapeutas ocupacionais abordam situações ambientais problemáticas para atender as demandas de inclusão social, uma vez que há risco de interferência de uma área de atuação sobre a outra. 4.1 Hipóteses da investigação Esta pergunta sugere as seguintes hipóteses: 1. Arquitetos e terapeutas ocupacionais, ao lidarem com a adaptação de ambientes para atender a demandas de usuários apresentam abordagens diferentes e complementares. 2. Arquitetos e terapeutas ocupacionais, ao lidarem com a adaptação de ambientes para atender a demandas de usuários apresentam abordagens diferentes e não complementares. 3. Arquitetos e terapeutas ocupacionais, ao lidarem com a adaptação de ambientes para atender a demandas de usuários apresentam abordagens similares, com sobreposição de trabalhos. Por abordagens diferentes entende-se que arquitetos privilegiarão a questão ambiental propriamente dita e terapeutas ocupacionais darão ênfase ao desempenho funcional do indivíduo no ambiente proposto. Assim, a escolha de instrumentos pode refletir de forma mais clara os preceitos da profissão específica dos participantes entrevistados, em detrimento de outros, fato que resultará na intervenção proposta a partir do protocolo priorizado. As abordagens não complementares ficarão evidentes como aquelas em que o trabalho dos profissionais possa ocorrer de forma estanque e isolada, privilegiando visões e linguagem muito específicas e não sugerindo possibilidades de atuação conjunta. Por outro lado, o trabalho de arquitetos e terapeutas ocupacionais em relação ao ambiente inclusivo poderá se dar conjuntamente em sentidos opostos, tendendo-se a certos pontos em comum. Caso arquitetos se utilizem mais das Normas Técnicas em detrimento de protocolos funcionais e enfatizem mais a resolução de problemas ambientais e, em caso similar mas oposto, os terapeutas ocupacionais priorizem protocolos funcionais e enfatizem o indivíduo em atividade, apontando deficiências de projeto na utilização do espaço, pode-se evidenciar que tais abordagens se configurem como faces complementares de um só todo.

12 4.2 Desafios Metodológicos Um dos principais desafios metodológicos a ser superado é a dificuldade de acesso no Brasil aos protocolos de avaliação de desempenho funcional da atividade. Estes não parecem ser amplamente divulgados e não se encontram padronizados para a população brasileira, uma vez que só foram encontradas versões originais em língua estrangeira dos mesmos. Alguns se encontram ainda em fase de desenvolvimento do manual de aplicação, apesar de serem encontradas referências quanto à sua validade e relevância em relação a quesitos tais como independência e funcionalidade. Entretanto, durante a realização da coleta de dados, todos os participantes da pesquisa terão acesso aos protocolos investigados, independente de sua formação acadêmica. 4.3 Evidências pelos Cursos de Graduação Cerca de cinco cursos de arquitetura e cinco de terapia ocupacional de universidades brasileiras foram estudados. Preliminarmente, têm-se que o currículo dos cursos de arquitetura investigados tem pouca ênfase no processo de avaliação do espaço, seja ele a construir ou já construído. O motivo da pouca preocupação com as avaliações ambientais está em processo de averiguação junto aos colegiados de curso de instituições de ensino particulares e públicas. Quanto à Terapia Ocupacional, o que se verifica é que há poucos estudos nas universidades sobre avaliação de adaptações de ambientes segundo instrumentos associados ao desempenho de habilidades funcionais. Muitas vezes, quando ocorre, esta avaliação está direcionada a um público-alvo muito específico, o que vai na contra-mão do que se propõe aqui neste estudo. Assim como no caso da arquitetura, as motivações para o pouco aprofundamento nesta modalidade de avaliações está sendo averiguado junto aos colegiados de curso de instituições particulares e públicas. 5. PRÓXIMAS ETAPAS DA PESQUISA Como próximas etapas de pesquisa, serão concluídas as verificações junto aos colegiados de curso, de forma a averiguar o ensino de avaliações ambientais em cursos de arquitetura e terapia ocupacional. Além disso, serão realizadas entrevistas com arquitetos e

13 terapeutas ocupacionais que deverão propor uma intervenção ambiental que julguem mais adequada, de acordo com a sua formação acadêmica, para uma situação ambiental descrita. Neste momento, profissionais das áreas de arquitetura e terapia ocupacional, escolhidos aleatóriamente e por amostragem de conveniência serão entrevistados e solicitados a responder questões relativas a inclusão social e adaptação ambiental, bem como sobre seu conhecimento prévio acerca de protocolos de avaliação e normas técnicas para o projeto de espaços inclusivos. Em seguida, serão apresentadas algumas situações ambientais problemáticas, onde os participantes deverão, a partir de sua formação profissional e seu conhecimento dos protocolos investigados, propor alterações nos espaços e equipamentos. As intervenções deverão ter o propósito de tornar o espaço adaptado e acessível para um maior número de usuários, independentemente de idade, sexo, deficiências e outras características. Em seguida, os resultados serão analisados e os dados tratados, de forma que se possa chegar a resultados que contribuam de forma significativa para o trabalho de arquitetos e terapeutas ocupacionais na abordagem ambiental inclusiva. 6. CONTRIBUIÇÕES E DISCUSSÃO Este estudo visa contribuir para a discussão do trabalho interdisciplinar entre terapeutas ocupacionais e arquitetos, em relação à abordagem ambiental. Com base no levantamento bibliográfico realizado, pressupõe-se que o intercâmbio entre estes profissionais traga grandes contribuições para ambas categorias, bem como para o design universal e o processo inclusivo. Para tanto, é necessário que lacunas no aprendizado sejam discutidas, com o intuito de evitar sombreamento de atribuições profissionais. Da mesma forma, faz-se necessário refletir sobre o desenvolvimento e utilização de instrumentos técnicos de cada profissão que estruturem as atuações profissionais e que valorizem a cooperação, o intercâmbio de informações e que permita a formação de equipes multi-disciplinares para aplicações inclusivas do desenho universal.

14 REFERÊNCIAS ARGAN, G.C. História da Arte Como História da Cidade; SP: Ed Martins Fontes, BENEVOLO, L. História da Arquitetura Moderna; SP: Perspectiva, BARROS, D.D.; LOPES, R.E.; GALHEIGO, S.M. Terapia Ocupacional Social: Concepções e perspectivas ; in: CAVALCANTI, A. e GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: Fundamentação e prática. RJ: Ed. Guanabara Koogan, 2007 BARTALOTTI, C.C.. Inclusão Social da pessoas com deficiência: Utopia ou possibilidade?. São Paulo: Centro Universitário São Camilo: Paulus, p. BRASIL, Ministério das Cidades. Construindo a Cidade Acessível; Brasília, 2006 (disponível em acesso em 15/06/2007). Decreto Federal nº 5296 de 02 de dezembro de 2004: Lei de Acessibilidade. Disponível em: acesso em 24/06/ COLLINS, H. Discrimination, Equality and Social Inclusion, in: The Modern Law Review Limited COOK, A.M e HUSSEY, S. Assistive Technologies: Principles and Practice. Mosby, 1995 CONRADS, U. Programs and Manifestoes on 20th Century Architecture. Massachusetts: The MIT Press; GIEDION, S. Espaço, Tempo e Arquitetura O Desenvolvimento de uma Nova Tradição. São Paulo: Editora Martins Fontes, ª edição. GROPIUS, W. Bauhaus: Novarquitetura. 3. ed. São Paulo: Ed. Perspectiva; GUIMARAES, M.P. Understanding Universal Design by Simulations About Socially Inclusive Environments. ISBN: Saarbrüken: VDM, Acessibilidade: Diretriz para a Inclusão. Revista USP, v. 1, p. 1-9, (disponível em <http://www.adaptse.org>. Acesso em: 10/08/2008. Fundamentos do Barrier-free Design. Edição Especial para o Prêmio Nacional de Design para Pessoas Portadoras de Deficiência. Belo Horizonte: IAB-MG p. IBGE. Censo Demográfico da População Brasileira. Disponível em: acesso em 15 de janeiro de MAGALHÃES, L.V. Terapeutas Ocupacionais no Brasil: Sob o Signo da Contradição; Dissertação de Mestrado, UNICAMP, Campinas, 1989.

15 MAGALHÃES, L.C. Avaliação de Terapia Ocupacional: O Quê Avaliar e Como Avaliar. In: Anais do V Congresso Brasileiro e VI Simpósio Latino Americano de Terapia Ocupacional. Belo Horizonte, MG : ABRATO, v. 1. p RIBEIRO, M.A. Design Universal In: CAVALCANTI, A. e GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: Fundamentação e Prática. RJ: Ed. Guanabara Koogan, 2007 SANDHU, J.S. An Integrated Approach to Universal Design: Toward the Inclusion of All Ages, Cultures and Diversity. In: Preiser, W. E Orstoff, E. (ed) Universal Design Handbook. New York: MacGraw-Hill; 2001 SOARES, L.B. Terapia Ocupacional: Lógica do capital ou do trabalho? SP: Hucitec, História da Terapia Ocupacional in: CAVALCANTI, A. e GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: Fundamentação e Prática. RJ: Ed. Guanabara Koogan, 2007 STEINFELD, E.; DANFORD, S. Environmental Functional Independence Measure: EnviroFIM, in User's Guide for the Environmental Functional Independence Measure (Enviro-FIM). No Prelo. SUNY-Buffalo: IDEA Center. June, 2001 STEINFELD, E. FASTE, R. The Enabler, in Access to the Built Environment: A Literature Review. HUD - Washington: GPO WILSON, L. Developing A Model For The Measurement Of Social Inclusion And Social Capital In Regional Australia in: Social Indicators Research : WHO World Health Organization. International Classification of of Functioning, Disability and Health - ICF. (disponível em acesso em 10/08/2008)

A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA A PRÁTICA PEDAGOGICA DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Jadson Gilliardy Barbosa de Souza¹; Maria Aparecida Alves Sobreira Carvalho 2 ; Valmiza da Costa Rodrigues Durand 3. Instituto Federal da Paraíba-

Leia mais

PROPOSTA DE CRIAÇÃO DE UM CENTRO DE EXTENSÃO NA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA / SISTEMA DE BIBLIOTECAS UFMG

PROPOSTA DE CRIAÇÃO DE UM CENTRO DE EXTENSÃO NA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA / SISTEMA DE BIBLIOTECAS UFMG TRABALHO ORAL EMPREENDEDORISMO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS Desenvolvimento de serviços inovadores em bibliotecas PROPOSTA DE CRIAÇÃO DE UM CENTRO DE EXTENSÃO NA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA / SISTEMA DE

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE DE PALMEIRA

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE DE PALMEIRA VIII Jornada de Estágio de Serviço Social A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE DE PALMEIRA Apresentador: Mayara Lucia Martins. MARTINS, Mayara

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais Este pesquisa objetivou investigar como vem se caracterizando o processo de reforma psiquiátrica em Juiz de Fora e suas repercussões no trabalho dos assistentes sociais no campo

Leia mais

Proposta de tradução da Definição Global da Profissão de Serviço Social

Proposta de tradução da Definição Global da Profissão de Serviço Social Proposta de tradução da Definição Global da Profissão de Serviço Social O Serviço Social é uma profissão de intervenção e uma disciplina académica que promove o desenvolvimento e a mudança social, a coesão

Leia mais

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades.

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades. A PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DA PESQUISA-AÇÃO: REFLEXÕES A PARTIR DE SEUS CONTEXTOS Mariangela Lima de Almeida UFES Agência Financiadora: FAPES Num contexto

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional CAPÍTULO I PRINCÍPIOS NORTEADORES Art. 1º Os procedimentos em saúde mental a serem adotados

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA: UM INSTRUMENTO DA INCLUSÃO RESUMO

GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA: UM INSTRUMENTO DA INCLUSÃO RESUMO Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Pedagogia - N. 6, JAN/JUN 2009 GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA: UM INSTRUMENTO DA INCLUSÃO Beanilde Toledo

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 055/2005

RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 055/2005 RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 055/2005 Aprova o Programa de Atendimento a Pessoas com Necessidades Especiais da Universidade do Contestado-UnC O Reitor da Universidade do Contestado, no uso de suas atribuições,

Leia mais

ATRASO NO DESENVOLVIMENTO NEURO PSICO MOTOR: ACESSIBILIDADE NA MODA INCLUSIVA

ATRASO NO DESENVOLVIMENTO NEURO PSICO MOTOR: ACESSIBILIDADE NA MODA INCLUSIVA ATRASO NO DESENVOLVIMENTO NEURO PSICO MOTOR: ACESSIBILIDADE NA MODA INCLUSIVA Delay in Neuro Psycho Motor development: accessibility in inclusive fashion Sartori, Bárbara Keoma; Graduada em Design de Moda

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº2 Reconhecido pelo Decreto Federal n 82.413, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 1064, de 13.04.11 DOE

Leia mais

Data: 21 de março de 2013. Assunto: Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764/2012

Data: 21 de março de 2013. Assunto: Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764/2012 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo I, 4º andar, sala 412

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº Reconhecido pelo Decreto Federal n 8.1, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 106, de 1.0.11 DOE nº 85

Leia mais

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS Introdução O presente documento pretende apresentar uma visão geral das principais conclusões e recomendações do estudo da European Agency

Leia mais

A QUESTÃO DA ACESSIBILIDADE NA ELETROBRAS HOLDING: O PAPEL DA ERGONOMIA COMO ARTICULADORA DE AÇÕES INTEGRADAS

A QUESTÃO DA ACESSIBILIDADE NA ELETROBRAS HOLDING: O PAPEL DA ERGONOMIA COMO ARTICULADORA DE AÇÕES INTEGRADAS A QUESTÃO DA ACESSIBILIDADE NA ELETROBRAS HOLDING: O PAPEL DA ERGONOMIA COMO ARTICULADORA DE AÇÕES INTEGRADAS Vinicius Costa Cavalheiro Machado Divisão de Administração das Instalações Prediais DAAA/Eletrobras

Leia mais

Sustentabilidade e Habitação de Interesse Social: O desafio da Intervenção sustentável na favela discutido na Academia

Sustentabilidade e Habitação de Interesse Social: O desafio da Intervenção sustentável na favela discutido na Academia Simpósio Temático Sustentabilidade na Habitação de Interesse Social: cultural e social, ambiental e econômica. Rosa Bauer, Arq. Ms. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAUPUCRS Sustentabilidade e Habitação

Leia mais

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ANÁLISE DO PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO DO MUNICÍPIO DE SALVADOR PDDU/2006 LEI Nº 6.586/2004 Regulamenta a Lei Orgânica do Município nos Título III, Capítulos I e II, artigos 71 a 102, Título

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES CAMARGO, Victor Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva ZUTTIN, Fabiana Docente da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Profa.: Jane Peruzo Iacono Projeto: UNIOESTE/MEC 2006

EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Profa.: Jane Peruzo Iacono Projeto: UNIOESTE/MEC 2006 EDUCAÇÃO INCLUSIVA Profa.: Jane Peruzo Iacono Projeto: UNIOESTE/MEC 2006 Por que é equivocado dizer que a INCLUSÃO refere se a um processo direcionado aos alunos com necessidades educacionais especiais,

Leia mais

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC ALVES,S.S.S 1 A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

UNIDADE I Arquitetura e Urbanismo: introdução conceitual Notas de aula Parte 1

UNIDADE I Arquitetura e Urbanismo: introdução conceitual Notas de aula Parte 1 DISCIPLINA: INTRODUÇÃO A ARQUITETURA E URBANISMO PROFESSORA: ELOANE CANTUÁRIA TURMAS: 1ARQV-1 e 1ARQN-1 UNIDADE I Arquitetura e Urbanismo: introdução conceitual Notas de aula Parte 1 MACAPÁ-AP MARÇO/2006

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP. Material das Palestras

II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP. Material das Palestras II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP Material das Palestras II Encontro MPSP e MEC Educação Inclusiva MARCOS LEGAIS CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Art. 208. O dever do Estado com a educação

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial

Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial DIRETRIZES OPERACIONAIS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NA EDUCAÇÃO BÁSICA O Ministério da Educação, por intermédio

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ESPAÇO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E AMPLIAÇÃO DE CONHECIMENTOS REFERENTES À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Florianópolis SC - maio 2012 Categoria: C Setor

Leia mais

Universidade: Universo desigual

Universidade: Universo desigual 1 POLÍTICAS AFIRMATIVAS EM MATO GROSSO: EM QUESTÃO O PROJETO POLÍTICAS DA COR NA UFMT SOUZA, Elaine Martins da Silva UFMT ses_martins@yahoo.com.br GT-21: Afro-Brasileiros e Educação Agência Financiadora:

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE DESIGN, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O estágio não obrigatório,

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

Acessibilidade à pessoa com deficiência

Acessibilidade à pessoa com deficiência Acessibilidade à pessoa com deficiência V1.01 - Novembro de 2012 1. Sigla E-EQI-01 Sumário: Sigla Nome Conceituação Domínio Relevância Importância Estágio do Ciclo de Vida Método de Cálculo Definição de

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

11º GV - Vereador Floriano Pesaro

11º GV - Vereador Floriano Pesaro PROJETO DE LEI Nº 95/2011 Dispõe sobre a Política Municipal de Atendimento de Educação Especial, por meio do Programa INCLUI, instituído pelo Decreto nº 51.778, de 14 de setembro de 2010, e dá outras providências.

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, BACHARELADO CURRÍCULO 1610 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s)

ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) ENSINO DE GEOGRAFIA, CULTURA POPULAR E TEMAS TRANSVERSAIS: uma proposta de transversalidade a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN s) Kálita Tavares da SILVA 1 ; Estevane de Paula Pontes MENDES

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR"

Mostra de Projetos 2011 UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva PROCESSO DE AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS INCLUSIVOS PT Preâmbulo Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva A avaliação inclusiva é uma abordagem à avaliação em ambientes inclusivos em que as políticas e

Leia mais

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL ÍNDICE Pensamento Social...2 Movimentos Sociais e Serviço Social...2 Fundamentos do Serviço Social I...2 Leitura e Interpretação de Textos...3 Metodologia Científica...3

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

Curso de Acessibilidade

Curso de Acessibilidade O - PROGRAMA E OBJETIVO 1. O QUE É ACESSIBILIDADE Quem são as pessoas com deficiência e as pessoas com mobilidade reduzida. A evolução do homem padrão e a arquitetura inclusiva. Conceito e as práticas

Leia mais

IDEIAS SOBRE INCLUSÃO NO ESPAÇO ESCOLAR: O QUE DIZEM OS PROFESSORES?

IDEIAS SOBRE INCLUSÃO NO ESPAÇO ESCOLAR: O QUE DIZEM OS PROFESSORES? IDEIAS SOBRE INCLUSÃO NO ESPAÇO ESCOLAR: O QUE DIZEM OS PROFESSORES? Jakson Luis Galdino Dourado (UFPB) jaksonpsi@gmail.com Emília Galdino Ferraz (UFPB) emilia_271@hotmail.com Herbert Costa do Rêgo (UEPB)

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, LICENCIATURA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES PARECER CNE/CES 1.302/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, BACHARELADO CURRÍCULO 1620 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

BIM na prática: Como uma empresa construtora pode fazer uso da tecnologia BIM

BIM na prática: Como uma empresa construtora pode fazer uso da tecnologia BIM BIM na prática: Como uma empresa construtora pode fazer uso da tecnologia BIM Joyce Delatorre Método Engenharia O uso da Tecnologia BIM promete trazer ganhos em todas as etapas no ciclo de vida de um empreendimento.

Leia mais

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES)

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) 1 APRESENTAÇÃO Este manual é um documento informativo visando orientar a comunidade acadêmica quanto ao processo de

Leia mais

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 DALCIN, Camila Biazus 2 ; GUERRA, Leonardo Rigo 3 ; VOGEL, Gustavo Micheli 4 ; BACKES, Dirce

Leia mais

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP Resumo O propósito deste trabalho é apresentar o processo de constituição

Leia mais

Proposta de ações para elaboração do. Plano Estadual da Pessoa com Deficiência;

Proposta de ações para elaboração do. Plano Estadual da Pessoa com Deficiência; 1 Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação das diretrizes e metas na garantia de direitos às pessoas com deficiência

Leia mais

O acesso ao trabalho: Análise à luz da inclusão

O acesso ao trabalho: Análise à luz da inclusão O acesso ao trabalho: Análise à luz da inclusão Romeu Kazumi Sassaki* * Romeu Kazumi Sassaki é consultor e autor de livros de inclusão social, e-mail: romeukf@uol.com.br Artigo publicado na Revista Nacional

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ATO DE AMOR E AFETIVIDADE

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ATO DE AMOR E AFETIVIDADE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ATO DE AMOR E AFETIVIDADE Vera Lucia Conrado de Oliveira¹; Maria Zildaneide Gonzaga²; Elda Cristiane de Souza Lima³ ESCOLA SENADOR PAULO GUERRA/CABROBÓ-PE lucinhaconrado.77@gmail.com;

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

Profa. Rosemara Soares de Souza Caires. Unidade II SERVIÇO SOCIAL

Profa. Rosemara Soares de Souza Caires. Unidade II SERVIÇO SOCIAL Profa. Rosemara Soares de Souza Caires Unidade II SERVIÇO SOCIAL INTERDISCIPLINAR Aproximações entre o Serviço Social e a Interdisciplinaridade A interdisciplinaridade se manifesta na profissão por meio

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo - UFMG

Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo - UFMG Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo - UFMG Programa de Pós- Graduação em Arquitetura e Urbanismo - UFMG O Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFMG- NPGAU foi criado

Leia mais

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais. Professor: Luiz Clóvis Guido Ribeiro Período: Novembro de 2013

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais. Professor: Luiz Clóvis Guido Ribeiro Período: Novembro de 2013 O Desafio da Implementação das Políticas Transversais Professor: Luiz Clóvis Guido Ribeiro Período: Novembro de 2013 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS Secretaria Nacional de Promoção

Leia mais

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior INTRODUÇÃO O que é pesquisa? Pesquisar significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas. INTRODUÇÃO Minayo (1993, p. 23), vendo por

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE Elaine Barbosa da Silva Xavier Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - Mestranda Neuma Kelly Vitorino

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL TRANSFORMAR ASSENTAMENTOS IRREGULARES EM BAIRROS Autor(es): Gabriel Carvalho Soares de Souza, Alexandre Klüppel, Bruno Michel, Irisa Parada e Rodrigo Scorcelli Ao considerar a Favela como um fenômeno que

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR LUZ, Janes Socorro da 1, MENDONÇA, Gustavo Henrique 2, SEABRA, Aline 3, SOUZA, Bruno Augusto de. 4 Palavras-chave: Educação

Leia mais

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Paulo Gabriel Soledade Nacif, Murilo Silva de Camargo Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Leia mais

DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1

DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1 DELINEANDO AS PRODUÇÕES NA ÁREA DA ENFERMAGEM SOBRE OS TEMAS: SAÚDE DO TRABALHADOR, MEIO AMBIENTE E SUAS RELAÇÕES COM A CONCEPÇÃO DE RISCO 1 DIAZ, Paola da Silva 2 ; CAMPONOGARA, Silviamar 3 RESUMO Tendo-se

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS ISSN 2316-7785 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS José André Tavares de Oliveira Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum. 1º ano A Filosofia e suas origens na Grécia Clássica: mito e logos, o pensamento filosófico -Quais as rupturas e continuidades entre mito e Filosofia? -Há algum tipo de raciocínio no mito? -Os mitos ainda

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia RELATOR(A):

Leia mais

O PAPEL DO SERVIÇO SOCIAL EM UMA EQUIPE INTERDISCIPLINAR Edmarcia Fidelis ROCHA 1 Simone Tavares GIMENEZ 2

O PAPEL DO SERVIÇO SOCIAL EM UMA EQUIPE INTERDISCIPLINAR Edmarcia Fidelis ROCHA 1 Simone Tavares GIMENEZ 2 O PAPEL DO SERVIÇO SOCIAL EM UMA EQUIPE INTERDISCIPLINAR Edmarcia Fidelis ROCHA 1 Simone Tavares GIMENEZ 2 RESUMO: Este artigo tem como objetivo, mostrar o papel do assistente social dentro de uma equipe

Leia mais

Comunicação para Todos Em Busca da Inclusão Social e Escolar. Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, RS. Resumo

Comunicação para Todos Em Busca da Inclusão Social e Escolar. Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, RS. Resumo Comunicação para Todos Em Busca da Inclusão Social e Escolar Communication for All - In Search of the Social and Pertaining to School Inclusion Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, RS Carolina

Leia mais

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1 Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade

Leia mais

Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação: Professora e Pesquisadora da FSS/ graduação e pós-graduação

Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação: Professora e Pesquisadora da FSS/ graduação e pós-graduação PROJETO DE PESQUISA: Condições de Acesso das Pessoas com Deficiência às Universidades do RS Responsável: Profa Dra Idília Fernandes Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação:

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE

SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE SISTEMA DE GESTÃO DE EMPRESAS CONSTRUTURAS DE PEQUENO PORTE MOURA, Adilson Tadeu Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva BILESKY, Luciano Rossi Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva

Leia mais