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1 Universidade Anhanguera-Uniderp Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes CRITÉRIOS PARA GESTÃO E SUFICIÊNCIA DA REDE CREDENCIADA DE UM PLANO DE SAÚDE DE AUTOGESTÃO COM BENEFICIÁRIOS ANDRÉA ALVES PERRELLI RIO DE JANEIRO (RJ)

2 2010 ANDRÉA ALVES PERRELLI CRITÉRIOS PARA GESTÃO E SUFICIÊNCIA DA REDE CREDENCIADA DE UM PLANO DE SAÚDE DE AUTOGESTÃO COM BENEFICIÁRIOS Monografia apresentada ao Curso de Pós- Graduação lato sensu TeleVirtual em Gestão de Plano de Saúde, na modalidade Formação para Mercado de Trabalho, como requisito parcial à obtenção do grau de especialista em Gestão de Plano de Saúde. Universidade Anhanguera-Uniderp Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes Orientador: Prof. Ana Lúcia Spina RIO DE JANEIRO (RJ)

3 2010 TERMO DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE Declaro, para todos os fins de direito e que se fizerem necessários, que isento completamente a Universidade Anhanguera-Uniderp, a Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes, e os professores indicados para compor o ato de defesa presencial de toda e qualquer responsabilidade pelo conteúdo e idéias expressas na presente monografia. Estou ciente de que poderei responder administrativa, civil e criminalmente em caso de plágio comprovado. Rio de Janeiro, 17 de julho de ANDRÉA ALVES PERRELLI

4 DEDICATÓRIA À minha família - minha base, minha paz. E aos meus amigos - minha família ampliada.

5 À empresa na qual trabalho, que me apresentou, há quase 20 anos, os bastidores de uma Operadora de Plano de Saúde de Autogestão.

6 RESUMO Este trabalho estabelece critérios e condições para a gestão e suficiência de uma rede credenciada de prestadores de serviços dos segmentos médico, odontológico e de terapias complementares, de um plano de saúde de autogestão de pequeno porte. A metodologia consistiu em uma revisão bibliográfica do tipo qualitativo. Traduz uma preocupação em dimensionar, garantir a qualidade dos serviços prestados e alinhar o ato da contratualização com o modelo tecnoassistencial adotado. É um exercício para o desafio de dimensionar o quantitativo adequado e com qualidade nos diferentes níveis de atenção a uma população de vidas, que se sinta atendida em suas necessidades. O adequado dimensionamento reduz gastos, racionaliza e constitui uma economia inteligente, possibilita a formação de parceria com objetivos comuns e bem alinhados. Palavras-chave: Rede Credenciada, Prestadores de Serviço, Dimensionamento.

7 ABSTRACT This research establishes conditions for management and adequacy of an accredited network of service providers of the segment medical, dental and complementary therapies in a self-management health plan of small businesses. The methodology involved a literature review of qualitative type. A concern for scale and the quality of services rendered are reflected as well as the alignment the act of contracting with the technical care model adopted. It's an exercise for the challenge of scaling the appropriate quantity and quality at different levels of care to a population of 8,000 lives, you feel fulfilled in their needs. The proper measuring reduces costs, streamlines and is a smart economy, facilitates the formation of partnership with common objectives and well aligned. Key words: Accredited network, Service providers, Measuring.

8 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS AMB Associação Médica Brasileira ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar CNES Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CPF Cadastro de Pessoa Física CREFITO - Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional CRFª - Conselho Regional de Fonoaudiologia CRM - Conselho Regional de Medicina CRN Conselho Regional de Nutrição CRO - Conselho Regional de Odontologia CRP Conselho Regional de Psicologia ISS Imposto Sobre Serviços MS Ministério da Saúde OPS Operadora(s) de Plano de Saúde RN Resolução Normativa SUS Sistema Único de Saúde UNIDAS - União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde

9 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 09 CAPÍTULO 1 10 A REGULAMENTAÇÃO DO SETOR SAÚDE SUPLEMENTAR E O CENÁRIO ATUAL CAPÍTULO 2 13 A CONSTITUIÇÃO DA UMA REDE CREDENCIADA COMO UMA IMPORTANTE ESTRATÉGIA DE GESTÃO DE UM PLANO DE SAÚDE CAPÍTULO 3 16 CRITÉRIOS PARA CONSTITUIÇÃO E SUFICIÊNCIA DA REDE CREDENCIADA DE UM PLANO DE SAÚDE DE AUTOGESTÃO COM BENEFICIÁRIOS 3.1 Constituição de uma Comissão de Credenciamento Pré-Requisitos para Análise de Credenciamento Período de Formação e Especialidade Especialidades Exigidas para Auditoria Odontológica Documentação Exigida Pessoa Jurídica Médico-Hospitalar Pessoa Física Médico-Hospitalar Pessoa Jurídica Odontologia Pessoa Física Odontologia 21

10 3.6 Análise Técnica / Pontuação a ser Aplicada Ranqueamento Análise Técnica Médico-Hospitalar Análise Técnica Odontológica Suficiência da Rede Credenciada Tabela de Regionalização Tabela de Regionalização Padrão Tabelas de Regionalização Estritas Área Médico-Hospitalar Critérios Específicos de Regionalização para Especialidades Médicas Terciárias A e Tipos de Serviço Pessoa Jurídica Grupo A Critérios Específicos de Regionalização para Especialidades Médicas Terciárias B, e Tipos de Serviço Pessoa Jurídica Grupos B Tabelas de Regionalização Estritas Área Odontologia Critérios Específicos de Regionalização para Auditoria Odontológica (C) Critérios Específicos de Regionalização para Clínica Radiológica (D) Critérios Específicos de Regionalização para Pronto-Atendimento 24 horas (E) Tabela de Regionalização Consolidada Critérios Gerais Critérios Específicos à Área Médico-Hospitalar Critério para Quantificação, por Região, para Grupos de Especialidade Médica Critério para Quantificação, por Região, para Tipos de Serviço Pessoa Jurídica Itens Específicos à Área Odontologia Critério para Quantificação, por Região Padrão, para Grupos de Especialidade Odontológica Critério para Quantificação, por tipo de regionalização estrita, para Outros Serviços Odontológicos 39

11 3.12 Visita de Avaliação Aos Candidatos Aos Credenciados Checagem geral para Admissão do Credenciamento e Critério de Desempate Pessoa física Negociação Candidatos Não Aprovados Manutenção do Credenciamento Alteração Cadastral Avaliação Técnica Periódica Desempenho Desempenho Descredenciamento 45 CONCLUSÃO 48 REFERÊNCIAS 50

12 9 INTRODUÇÃO É conhecida a relevância de uma Rede Credenciada de Prestadores de uma Operadora de Plano de Saúde, seu dimensionamento, distribuição regionalizada e hierarquizada, a necessidade de estar alinhada aos objetivos da instituição e a garantia de sua qualidade. Tais dados devem estar compatibilizados com o mapeamento da população assistida, sua regionalização, sexo, idade, doenças preexistentes a fim de traçar o perfil epidemiológico, que contribuirá para o planejamento adequado das ações futuras. Estabelecer um relacionamento dinâmico com esses prestadores através de concordância tácita, pré-combinada, de itens que visam respeitar todos os atores envolvidos beneficiário, contratante e contratado é a base de relacionamento que visa a atenção à saúde de quase 43 milhões de vidas. Entender e internalizar a responsabilidade dessa relação também é um desafio.

13 10 1] A REGULAMENTAÇÃO DO SETOR SAÚDE SUPLEMENTAR E O CENÁRIO ATUAL A Constituição de 1988 declarou que a saúde é um direito fundamental, sendo o Estado um garantidor do provimento das condições para o seu exercício, além de garantir a participação da iniciativa privada em caráter complementar e suplementar. O advento da regulamentação do mercado privado de planos de saúde, do setor suplementar materializado pelas Leis nº 9656/1998, que regulamenta as operadores de plano de saúde (OPS), e 9.961/2000, instituidora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), trouxe novas características ao segmento, impondo os ajustes e obrigações inexistentes anteriormente salvo no caso das seguradoras, que não é objeto deste estudo. As empresas antes se organizavam livremente para atuar no setor e a regulação exigiu o cumprimento de medidas específicas, desde o registro de funcionamento até a constituição de garantias financeiras. A regulamentação determinou a sujeição das OPS a processos de intervenção e liquidação (Montone, 2004). De acordo com Documentos Técnicos de Apoio ao Fórum de Saúde Suplementar de 2003, MS/ANS, antes da Regulamentação, o setor se caracterizava por livre atuação, com a constituição de empresas cuja legislação era do tipo societário, livre definição da cobertura assistencial, seleção de risco, livre exclusão de usuários através de rompimentos de contratos, livre definição de carências e de reajustes. Após a Regulamentação outro cenário garantiu uma atuação controlada onde foi instituída a necessidade de autorização de funcionamento, regras financeiras de operação uniformes, sujeição à intervenção e liquidação e a exigências de garantias financeiras. Também, a assistência integral à saúde obrigatória, a proibição da seleção do risco e da rescisão unilateral dos contratos, definição e limitação de carências, além de reajustes controlados.

14 11 Outras medidas foram tomadas, dentre as quais destacamos o controle da Rede Credenciada, onde o plano de saúde deve prestar contas de sua rede hospitalar, sendo vedado o descredenciamento de prestador deste porte, salvo problemas éticos e graves de conduta, tudo justificado à ANS. Medida de clara defesa ao consumidor, já que muitas Operadoras ataíam clientes apresentando uma rede hospitalar de qualidade superior. Uma vez captados os clientes, os hospitais mais caros eram dispensados. O sistema brasileiro também está duplicado no que tange à Atenção à Saúde. Os dois setores público e privado provêm ou mantêm os capítulos da Atenção à saúde, Promoção, Prevenção de riscos e doenças, atenção básica e de média e alta complexidades. Porém, é o Estado, ainda, o responsável pelas Vigilâncias Sanitária e Epidemiológica e por isso, há que se organizar para a consecução de dados que possam incluir a população brasileira inserida neste segmento, através da obrigatoriedade de informações assistenciais, a começar pela Transferência de Informações em Saúde Suplementar (TISS) e pela Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS), ambas medidas legais exigidas através da ANS. Padronizando, toda a atenção à saúde poderá falar em uma mesma língua, possuir os mesmos códigos, construir indicadores a fim de que haja monitorização, vigilância e aferição do padrão de qualidade. Por outro lado, o impacto da regulamentação desencadeou um saneamento no mercado, reduzindo o número de OPS que não conseguiram atenderas exigências impostas. Existiam OPS com registro provisório na ANS em julho de 2000 (Brasil, 2001), atualmente são 1.549, uma redução de 175, 73%. Muitas tiveram suas carteiras de clientes absorvidas por OPS maiores. Esse movimento, contudo, não cessou e continua a ocorrer.

15 12 Há também uma concentração no mercado. Segundo a ANS, em seu boletim sobre o desempenho do setor de planos de saúde em 2009, divulgado neste último 12 de julho, 38 operadoras detêm metade do mercado. No ano anterior, 43 empresas detinham 50,9% dos clientes. As operadoras de planos de saúde em atividade no Brasil, apenas 38 detêm 50,2% dos 42,8 milhões de beneficiários. Duas delas atendem a 10,3% dos clientes de todo o País. No ano anterior, 43 empresas detinham 50,9% dos clientes. A concentração no mercado de planos privados de assistência à saúde aumenta na medida em que empresas encerram atividades e acaba prejudicando os beneficiários de planos, por conta da redução da concorrência. Porém, analitacamente a concentração ainda é maior uma vez que há operadoras que já compraram concorrentes, mas continuam atuando com as duas marcas. As empresas precisam de muitos associados para fazer frente à receita limitada e os custos altos. Porém, como em toda economia, a concentração é ruim para o beneficiário. OPS pequenas e médias regionais e autogestão, que têm custos menores, devem ser preservadas. Ainda de acordo com o levantamento da ANS, a maioria dos beneficiários de planos de assistência médica está concentrada em operadoras de medicina de grupo (37,5%), seguidas pelas cooperativas médicas (35,2%), autogestões (12,2%) e seguradoras especializadas (11,7%). Nos últimos dez anos, cresceu o número de pessoas com planos de saúde no Brasil. Em 2000, 18,1% da população tinha assistência suplementar. Em 2009, esse índice foi de 22,4%. É preciso flexibilizar o rol de atendimentos para que as empresas possam criar produtos para atrair a classe C, que hoje é composta por 90 milhões de pessoas que estão afastadas da saúde suplementar. A ANS ter que criar medidas que possam incluir o segmento de uma população que se encontra excluída da atenção à saúde.

16 13 2] A CONSTITUIÇÃO DA UMA REDE CREDENCIADA COMO UMA IMPORTANTE ESTRATÉGIA DE GESTÃO DE UM PLANO DE SAÚDE Mediante ao cenário apresentado, a sobrevivência de uma autogestão de pequeno porte está cada vez mais ameaçada. Monitorar os riscos, prevendo mudanças articuladas a ações adequadas e temporais, é a tradução da eficiência e da eficácia de uma OPS, é o seu desafio atual frente às diversas ameaças enfrentadas pelo setor da saúde suplementar. Administrar recursos oriundos dos beneficiários para pagar as despesas efetuadas na assistência à saúde dos mesmos, traduz o funcionamento da lógica de caixa pagadora. Esta lógica é um raciocínio econômico-financeiro limitado, ainda muito presente em várias empresas de autogestão, leva à adoção repetida de aumentos nos preços das mensalidades para manter a sustentabilidade no mercado, e, como consequência, o estrangulamento da participação da população idosa no plano, que é o segmento mais caro e com a mensalidade, também, de custo e preços mais elevados, onerosa demais para os aposentados, que apresentam queda na renda total por deixarem de auferir alguns benefícios enquanto ainda empregados. A mudança no modelo tecnoassistencial é uma alternativa para todo o mercado. Aumenta a sustentabilidade e modifica a relação do plano com seus beneficiários, através, também de sua Rede Credenciada. E o foco no cuidado prevê, também, trabalhar a comunicação, canal de suma importância para aproximação ente OPS e beneficiário, levando informações que dialoguem com a cultura do consumo em saúde estimulada pela mídia e pelo marcado de saúde. Tal cultura atribui ao consumo de procedimentos médicos, exames, medicamentos e permite que os famintos por novas tecnologias atuem livremente, sem regulação. Essa busca para uma melhor qualidade de vida permeia a sensação de insatisfação, uma vez que está construída sob a simples

17 14 ótica do consumo acrítico, além de inflacionar custos e provocar doenças (Silva Júnior, 1998). Ao assumir o risco da contratualização, uma OPS assume a coresponsabilidade e o compromisso de oferecer prestadores de qualidade técnica compatível com uma atenção à saúde de qualidade. Contratar prestadores alinhados com um projeto voltado para o Cuidado à Saúde, que permitirá uma mudança, mesmo que gradual, da forma de remuneração dos serviços, poderá ser um grande passo para a mudança definitiva da atenção à saúde que hoje encontrase individualizada e segmentada na própria ação do profissional, que se acomodou, se moldou ao mercado. A criação de processos de avaliação e monitoramento visa garantir o cuidado aos usuários para que se sintam verdadeiramente cuidados, acompanhados e próximos de sua OPS, e fomenta que participem ativamente na construção/manutenção de sua saúde. Portanto, transmutar da imagem de autogestão de caixa-pagadora para gestora de cuidado, perpassa: no estabelecimento e reformulação das normas; na reformulação dos processos de trabalho; na avaliação e monitoramento do resultado na saúde dos beneficiários; no desenvolvimento de mecanismos de reoxigenação; na implantação de um programa de gestão de cuidado, que objetiva adotar mecanismos de prevenção, promoção e programas de gerenciamento de riscos crônicos, na contratualização de uma rede específica com forma própria de remuneração, além de gerenciar a rede credenciada de prestadores de serviços e assistência farmacêutica, visando racionalização de custos e o aumento da qualidade da assistência. A modalidade de pagamento fee for service que em alguns casos é indispensável nunca deixará de existir. Porém, outros modelos de pagamento devem ser estudados, como pagamento por patologias, diárias globais (hospitais), pacotes (médicos e hospitais), tentando alcancar o ideal, que é o pagamento por performance, muito adequado quando vinculado à programa de Cuidado com a

18 15 Saúde com ênfase na formação e fortalecimento de um vínculo de continuidade entre prestador e beneficiário. Na constituição de uma Rede Credenciada, fica clara a importância dos aspectos qualitativo e quantitativo, e a ênfase no processo de negociação.

19 16 3 CRITÉRIOS PARA GESTÃO E SUFICIÊNCIA DA REDE CREDENCIADA DE UM PLANO DE SAÚDE DE AUTOGESTÃO COM BENEFICIÁRIOS A constituição da Rede Credenciada deve atender as demandas da população assistida (os beneficiários). Adicionalmente, o dimensionamento da Rede Credenciada é um dos fatores que contribui para o adequado desempenho financeiro da OPS. Uma rede bem dimensionada permite a melhoria da qualidade e da efetividade dos atendimentos e, quando bem administrada, facilita o controle da utilização, leva a maior valorização do convênio pelo credenciado e aumenta o poder de negociação junto ao prestador no que se refere aos aspectos econômicos do contrato. O processo de credenciamento não é uma ação isolada. É um processo contínuo de avaliação do desempenho técnico-administrativo construída através do relacionamento entre beneficiários, prestadores de serviço e OPS. Construído, ainda, norteado pelas necessidades dos beneficiários, da compatibilidade de novos recursos técnicos e das possibilidades de oferecê-los e do acompanhamento dos custos. Com base no que foi apresentado nesta monografia, visando a gestão da Rede Credenciada, isto é, definir os critérios e condições para a contratação e a manutenção da Rede Credenciada, considerando a qualidade técnica, a especialização do serviço, a área geográfica, o contingente populacional, a oferta do recurso, as instalações físicas e os recursos humanos disponíveis, elaboramos um rol de providências e condições quali-quantitativas, que devem ser observadas minimamente quando da contratualização e/ou manutenção da Rede Credenciada, adequada à realidade específica. Para tanto, seguem os critérios abaixo:

20 Constituição de uma Comissão de Credenciamento A comissão de credenciamento é responsável pela análise técnica e administrativa do candidato e conduzirá as etapas da Gestão da Rede Credenciada: Credenciamento, Manutenção e Descredenciamento. É composta pelos representantes dos departamentos Relacionamento com o Mercado, Auditoria Técnica (Médica ou Odontológica, conforme o caso) e Relacionamento com o Beneficiário. O gestor da OPS terá a função de fornecer diretrizes, aprovar e indeferir as decisões da comissão. 3.2 Pré-Requisitos para Análise de Credenciamento Os candidatos que não atenderem aos pré-requisitos mínimos abaixo discriminados, não serão avaliados: 3.3 Período de Formação e Especialidade - período mínimo de graduação: 5 anos; - período mínimo de exercício na especialidade: 3 anos; - em caso de profissionais das especialidades de Psicologia, Fonoaudiologia e Fisioterapia será exigida a comprovação de experiência mínima de 5 anos de exercício da função ou de exercício sob supervisão; 3.4 Especialidades Exigidas para Auditoria Odontológica - Auditoria em Odontologia Clínica: ser especialista em Dentística, Periodontia, Endodontia ou Prótese; - Auditoria em Ortodontia: ser especialista em Ortodontia ou Ortopedia Funcional dos Maxilares; - Auditoria em Implante: ser especialista em Implantodontia.

21 18 Obs.: Caso o candidato que não tenha título de especialização nas áreas exigidas, é facultada a apresentação de titulações de mestrado e/ou doutorado nas áreas afins, desde que haja comprovação de experiência profissional mínima de 1 ano. 3.5 Documentação Exigida A documentação abaixo deverá ser apresentada em sua totalidade quando do processo efetivo de credenciamento Pessoa Jurídica Médico-Hospitalar - Carta de solicitação de credenciamento discriminando as especialidades/serviços, os endereços para os quais está se candidatando e dia e horário de funcionamento, devidamente datada e assinada - Cartão de inscrição do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica-CNPJ do Ministério da Fazenda - Registro no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES - Imposto Sobre Serviços-ISS - cartão de inscrição e comprovante de pagamento (em caso de entidade uniprofissional, apresentar também declaração) - Inscrição Estadual - cartão de inscrição (em caso de convênio Farmácia) - INSS Certidão negativa de débito - Alvará de funcionamento e localização - Termo de licença de funcionamento sanitário - Contrato social inicial e última alteração - Certificado de responsabilidade técnica emitido pelo CRM - Certificado de inscrição de empresas emitido pelo CRM ou outro conselho da classe pertinente - Certificado de Controle Externo de Qualidade (para laboratório de Análises Clínicas e Patológicas) - Declaração de isenção de IR, emitida pela receita federal, caso a entidade seja isenta

22 19 - Relação do corpo clínico com CRM (ou outro conselho de classe pertinente) e especialidade médica (ou outra), indicando o responsável por cada equipe. Se houver Fisioterapeuta especialista em RPG, anexar título do curso - Do responsável técnico: - Curriculum vitae. Diploma de graduação. CRM ou outro conselho de classe pertinente e CPF. Título de especialização, que pode ser:. da Associação Médica Brasileira (AMB); ou. conferido pela sociedade médica afim; ou. de livre-docência; ou. mestrado; ou. doutorado; ou. certificado de residência desde que reconhecido pelo Ministério da Educação ou demais órgãos competentes); ou. comprovante de aprovação de concurso público (somente para especialidades básicas clínica médica, obstetrícia, ginecologia, pediatria e psicoterapia). - Relação de filiais e serviços prestados em cada uma delas, se houver - Documento de identidade do responsável titular (de quem assinará o contrato, caso não seja o responsável técnico) e procuração, somente em caso de não ser o(s) designado(s) no contrato social - Formulário Cadastral de Pessoa Jurídica Médico-Hospitalar devidamente preenchido Pessoa Física Médico-Hospitalar - Carta de solicitação de credenciamento discriminando as especialidades/serviços, os endereços para os quais está se candidatando e dia e horário disponíveis, devidamente datada e assinada - Carteira de identidade do conselho regional (CRM, CRP, CREFITO, CRFª, CRN) - Registro no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES - Comprovante de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas-CPF

23 20 - Imposto Sobre Serviços-ISS - cartão de inscrição e comprovante de pagamento - INSS ou PIS ou PASEP comprovante de inscrição - Alvará de localização do(s) consultório(s) (caso o alvará de localização não esteja em nome do profissional juntar declaração de sublocação ou declaração de cessão de uso) - Termo de assentimento sanitário - Curriculum vitae - Diploma de graduação - Título de especialização, que pode ser:. da Associação Médica Brasileira (AMB); ou. conferido pela sociedade médica afim; ou. de livre-docência; ou. mestrado; ou. doutorado; ou. certificado de residência desde que reconhecido pelo Ministérios da Educação ou demais órgãos competentes); ou. comprovante de aprovação de concurso público (somente para especialidades básicas clínica médica, obstetrícia, ginecologia, pediatria e psicoterapia). - Em caso de Fisioterapeuta especialista em RPG, anexar título do curso. - Formulário Cadastral de Pessoa Física devidamente preenchido - Em caso de profissionais das especialidades Psicologia, Fonoaudiologia e Fisioterapia será exigida a comprovação de experiência mínima de 5 anos de exercício da função ou de exercício sob supervisão Pessoa Jurídica Odontologia - Carta de solicitação de credenciamento discriminando as especialidades/serviços, os endereços para os quais está se candidatando e dia e horário de funcionamento, devidamente datada e assinada - Cartão de inscrição do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica-CNPJ do Ministério da Fazenda - Registro no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES

24 21 - Imposto Sobre Serviços-ISS - cartão de inscrição e comprovante de pagamento (em caso de entidade uniprofissional, apresentar também declaração) - INSS Certidão negativa de débito - Alvará de funcionamento e localização - Termo de licença de funcionamento sanitário - Certificado de autorização do CNEN em caso de clínica radiológica - Contrato social inicial e última alteração - Certificado de registro e inscrição e responsabilidade técnica emitido pelo CRO - Relação do corpo clínico com a especialidade correspondente - Curriculum vitae, CRO, diploma de graduação e título de especialização (reconhecido pelo CRO) do corpo clínico Do responsável técnico:. Curriculum vitae. Diploma de graduação. CRO e CPF. Título de especialização, desde que reconhecido pelo CRO ou comprovante de aprovação de concurso público (somente para a especialidade básica clínica odontológica) - Relação de filiais e serviços prestados em cada uma delas, se houver - Documento de identidade do responsável titular (de quem assinará o contrato, caso não seja o responsável técnico) e procuração, somente em caso de não ser o(s) designados(s) no contrato social - Formulário Cadastral de Pessoa Jurídica Odontologia devidamente preenchido Pessoa Física Odontologia - Carta de solicitação de credenciamento discriminando as especialidades/serviços, os endereços para os quais está se candidatando e dia e horário disponíveis, devidamente datada e assinada - Carteira de identidade do Conselho Regional de Odontologia-CRO - Registro no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES

25 22 - Comprovante de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas-CPF - Imposto Sobre Serviços-ISS - cartão de inscrição e comprovante de pagamento - INSS ou PIS ou PASEP comprovante de inscrição - Alvará de localização do(s) consultório(s) (caso o alvará de localização não esteja em nome do profissional juntar declaração de sublocação ou declaração de cessão de uso) - Termo de assentimento sanitário - Curriculum vitae - Diploma de graduação - Título de especialização, desde que reconhecido pelo CRO ou comprovante de aprovação de concurso público (somente para a especialidade básica clínica odontológica) - Formulário Cadastral de Pessoa Física devidamente preenchido 3.6 Análise Técnica / Pontuação a ser Aplicada Ranqueamento As avaliações descritas serão pontuadas nos Formulários específicos Análise Técnica Médico-Hospitalar a ser aplicado em pessoas físicas e jurídicas (avaliando o responsável técnico titular) das áreas da Medicina, Fisioterapia e Psicologia a) Graduação: conceito da entidade cursada na graduação federal ou estadual: 02 pontos particular: 01 ponto b) Tempo de Exercício Profissional: de 05 a 10 anos: 01 ponto de 11 anos em diante: 02 pontos Obs.: Contagem por anos completos

26 23 c) Especialização/Títulos: Residência Médica: 03 pontos Doutorado: 03 pontos Mestrado: 02 pontos Livre-Docência: 02 pontos Título de Especialização: 01 ponto Aprovação em concurso: 01 ponto Pós-Graduação: 01 ponto Obs.: - a pontuação concedida será cumulativa para a(s) especialidade(s) solicitada(s); - a carga horária mínima para especialização é de 360 horas; - não será admitido o candidato que não alcançar neste item 03 pontos. d) Atualização Profissional Cursos, simpósios, congressos, seminários ou publicações nos últimos 05 anos (a ser também considerada a atividade docente). 01 ponto limitado a 05 pontos na especialidade solicitada. e) Disponibilidade de Horário (por semana e por endereço de atendimento): 1 turno: 0 ponto 2 turnos: 01 ponto 03 turnos: 02 pontos 4 e 5 turnos: 03 pontos 6 ou mais turnos: 04 pontos Obs.: - 01 turno equivale a um período de 4 horas; - considera-se o máximo de dois turnos por dia; - não será admitido candidato com disponibilidade de apenas 01 turno por consultório. Em caso de mais de um consultório, será focalizado o(s) endereço(s) de maior necessidade à composição da Rede Credenciada. f) Experiência Profissional na Especialidade: 01 ponto a cada 03 anos completos, com limite máximo de 5 pontos

27 24 Considerar clínicas/hospitais e docência. g) Avaliação Geral e Pessoal do Médico Auditor descrever, se necessário, as considerações gerais sobre o profissional/instituição e pontuar: ruim 01 ponto regular 02 pontos bom 03 pontos ótimo 04 pontos Obs.: não será aprovado o candidato cuja avaliação seja ruim ou regular. Observações Gerais: - pontuação Total Mínima para Credenciamento 10; - pontuação Total Máxima 35 pontos ou mais, variando conforme a quantidade de especialidades analisadas Análise Técnica Odontológica a ser aplicado em pessoas físicas e jurídicas da área de Odontologia. A exigência mínima para análise e aprovação do corpo clínico é a mesma contemplada no subitem Pré-Requisitos para Análise de Credenciamento a) Graduação: conceito da entidade cursada na graduação federal ou estadual: 02 pontos particular: 01 ponto b) Tempo de Exercício Profissional: de 05 a 10 anos: 01 ponto de 11 anos em diante: 02 pontos Obs.: Contagem por anos completos c) Especialização/Títulos: Doutorado: 10 pontos Mestrado: 05 pontos Título de Especialização: 03 pontos

28 25 Aprovação em concurso: 02 pontos Curso de Atualização (nos últimos 5 anos):. carga horária de no mínimo 80 horas: 0,5 ponto. carga horária de 80 a 180 horas: 01 ponto. carga horária acima de 180 horas: 02 pontos Obs.: - a pontuação concedida será cumulativa para a(s) especialidade(s) solicitada(s); - a pontuação mínima de um especialista em uma única especialidade é 5,5 e a máxima é 23,5. d) Atualização Profissional Cursos com carga horária menor que 80 horas, congressos, jornadas, simpósios, reuniões científicas e seminários ou publicações nos últimos 05 anos 0,5 ponto limitado a 02 pontos nas especialidades solicitadas. e) Disponibilidade de Horário (por semana e por endereço de atendimento): 1 turno: 0 ponto 2 turnos: 01 ponto 03 turnos: 02 pontos 4 e 5 turnos: 03 pontos 6 ou mais turnos: 04 pontos Obs.: - 01 turno equivale a um período de 4 horas; - considera-se o máximo de dois turnos por dia; - não serão admitidos profissionais com disponibilidade de apenas 01 turno por consultório. Em caso de mais de um consultório, será focalizado o(s) endereço(s) de maior necessidade à composição da Rede Credenciada. f) Avaliação Geral e Pessoal do Odontológo Auditor descrever, se necessário, as considerações gerais sobre o profissional/instituição e pontuar: ruim 01 ponto regular 02 pontos bom 03 pontos

29 26 ótimo 04 pontos Obs.: não será aprovado o candidato cuja avaliação seja ruim ou regular. Observações Gerais: - pontuação geral mínima para odontologia clínica é 6,5 e a máxima 19,5; - pontuação geral mínima para especialista é 9 e a máxima é 37,5 ou mais, variando conforme a quantidade de especialidades analisadas; - considerar para odontologia clínica as especialidades Prótese, Dentística e Prevenção; - em caso de pessoa jurídica, o corpo clínico somente será aceito para as especialidades designadas, conforme lista do corpo clínico com as especialidades fornecidas pela entidade candidata, desde que atendidos aos critérios para credenciamento (documentação comprobatória de especialidade). Caso o profissional listado e designado não cumprir às exigências básicas de credenciamento será vedado o atendimento na especialidade indicada. 3.7 Suficiência da Rede Credenciada Os parâmetros mínimos aqui relacionados foram estabelecidos pautados na recomendação da literatura, considerando sua defasagem, na prática de alguns planos de autogestão, no nosso contingente populacional e na sua distribuição geográfica, resguardando margem de segurança, o que os transforma em parâmetros próximos do ideal. Dessa forma, não convém credenciar indiscriminadamente, já que não é estabelecido número máximo, pois, comprovadamente, uma Rede Credenciada extensa provoca claros prejuízos à OPS, sendo o principal a ausência de parceria do prestador para conosco, afetando diretamente aos beneficiários. Um dimensionamento adequado da Rede Credenciada e a busca da qualificação são fundamentais para o aprimoramento da OPS e para o estabelecimento de parceiros que possam trabalhar com os mesmos objetivos de cuidado ao beneficiário ou a grupos específicos de beneficiários.

30 Tabela de Regionalização Não foi possível trabalhar com uma única tabela de regionalização frente ao pequeno contingente populacional, razão pela qual entendemos que tratar a regionalização de forma mais estrita para as especialidades terciárias, que não tem a função de criar vínculos de cuidado contínuo. Dessa forma, apresentamos a três tabelas necessárias para a realidade da OPS Tabela de Regionalização Padrão Para efeito de credenciamento das áreas médico-hospitalar e odontológica será adotada na tabela de regionalização abaixo, denominada de Tabela de Regionalização Padrão, construída e agrupada especificamente para o contingente populacional foco deste estudo. Região Bairros/cidades abrangidos 1 Centro Bairro de Fátima, Benfica, Caju, Catumbi, Centro, Cidade Nova, Estácio, Gamboa, Lapa, Mangueira, Paquetá, Santa Tereza, Santo Cristo, São Cristóvão, Saúde 2 Zona Sul A Botafogo, Catete, Cosme Velho, Flamengo, Glória, Humaitá, Laranjeiras, Urca 3 Zona Sul B Copacabana, Gávea, Ipanema, Jardim Botânico, Lagoa, Leblon, Leme, Vidigal 4 Tijuca Alto da Boa Vista, Andaraí, Grajaú, Maracanã, Muda, Praça da Bandeira, Rio Comprido, Tijuca, Usina, Vila Isabel 5 Leopoldina Braz de Pina, Bonsucesso, Cordovil, Higienópolis, Jardim América, Manguinhos, Olaria, Parada de Lucas, Penha, Penha Circular, Praça do Carmo, Ramos, Vigário Geral, Vila Cosmos, Vila da Penha, Vista Alegre 5.1 Sub-região Ilha do Governador, Ilha do Fundão Leopoldina 6 Meier Abolição, Água Santa, Cachambi, Consolação, Del Castilho, Encantado, Engenho da Rainha, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Higienópolis, Inhaúma, Jacaré, Lins de Vasconcelos, Maria da Graça, Meier, Piedade, Pilares, Riachuelo, Rocha, Sampaio, São Francisco Xavier, Todos os Santos, Tomás Coelho 7 Madureira Acari, Anchieta, Barros Filho, Bento Ribeiro, Campinho, Cascadura, Cavalcanti, Coelho Neto, Colégio, Costa Barros, Engenheiro Leal, Guadalupe, Honório Gurgel, Irajá, Madureira, Marechal Hermes, Oswaldo Cruz, Parque Anchieta, Pavuna, Quintino

31 28 Bocaiúva, Ricardo de Albuquerque, Rocha Miranda, Turiaçu, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho 8 Barra da Barra da Tijuca, Grumari, Itanhangá, Joá, Recreio dos Bandei- Tijuca rantes, Rocinha, São Conrado, Vargem Grande, Vargem Pequena 9 Jacarepaguá Jacarepaguá, Vila Valqueire 10 Zona Oeste Bangu, Campo dos Afonsos, Deodoro, Jardim Sulacap, Maga- A lhães Bastos, Mallet, Padre Miguel, Realengo, Senador Camará, Vila Militar 11 Zona Oeste B Barra de Guaratiba, Campo Grande, Cosmos, Guaratiba, Inhoíba, Paciência, Pedra de Guaratiba, Santa Cruz, Santíssimo, Senador Vasconcelos, Sepetiba 12 Baixada A Belford Roxo, Nova Iguaçu, Austin 12.1 Sub-região Coelho da Rocha, Japeri, Mesquita, Nilópolis, São João de Meriti Baixada A 13 Baixada B Duque de Caxias, Piabetá, Xerém 14 - Niterói Niterói e adjacências 14.1 Sub-região São Gonçalo, Itaboraí e adjacências Niterói 15 Petrópolis (exceto Odontologia) 16 Teresópolis (exceto Odontologia) 17 Região dos Lagos (exceto Odontologia) 18 Cidades do estado RJ com < 30 beneficiários 19 Estados com convênio de reciprocidade 20 Estados/ Localidades sem convênio de reciprocidade Petrópolis e adjacências Teresópolis, Nova Friburgo e adjacências Araruama, Arraial do Cabo, Barra de São João, Búzios, Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Conceição da Barra, Iguaba Grande, Macaé, Maricá, Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia, Saquarema, Silva Jardim Angra dos Reis, Barra do Piraí, Barra Mansa, Bom Jesus de Itabapoana, Campos dos Goytacazes, Coroa Grande, Guapimirim, Itaguaí, Magé, Mangaratiba, Mauá, Miguel Pereira, Muriqui, Paty do Alferes, Resende, Piabetá (Magé), Rio das Flores, Rio Bonito, Santa Cruz da Serra, São Mateus, Valença (RJ), Vassouras, Volta Redonda Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhã, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins EUA 00 Não Cidades/estados não identificados

32 29 classificada Devem, ainda, serem observados os critérios de regionalização mais estritos, específicos à cada área/especialidade, mais adiante definidos, elaborados, também, de acordo com o baixo contingente populacional e o nível de atenção do serviço Tabelas de Regionalização Estritas Área Médico-Hospitalar Critérios Específicos de Regionalização para Especialidades Médicas Terciárias A e Tipos de Serviço Pessoa Jurídica Grupo A Considerar os seguintes grupamentos e distribuição de regiões a serem adotados para as Especialidades Médicas classificadas como Terciária A e para Tipos de Serviços Pessoa Jurídica classificados como grupo A: Centro Zona Sul A / Zona Sul B Tijuca Leopoldina / Sub-região Leopoldina Méier / Madureira Barra da Tijuca / Jacarepaguá Zona Oeste A / Zona Oeste B Baixada A / Sub-região Baixada A / Baixada B Niterói / Sub-região Niterói Petrópolis Teresópolis Região dos Lagos Critérios Específicos de Regionalização para Especialidades Médicas Terciárias B, e Tipos de Serviço Pessoa Jurídica Grupos B

33 30 Considerar os seguintes grupamentos e distribuição de regiões a serem adotados para as Especialidades Médicas classificadas como Terciária B e para os Tipos de Serviços Pessoa Jurídica classificados como grupo B: Centro / Zona Sul A / Zona Sul B Tijuca Leopoldina / Sub-região Leopoldina / Méier / Madureira Barra da Tijuca / Jacarepaguá / Zona Oeste A / Zona Oeste B Baixada A / Sub-região Baixada A / Baixada B Niterói / Sub-região Niterói Petrópolis / Teresópolis Região dos Lagos Tabelas de Regionalização Estritas Área Odontologia Critérios Específicos de Regionalização para Auditoria Odontológica (C) Centro Zona Sul A Zona Sul B Tijuca Meier / Madureira / Leopoldina Barra da Tijuca / Jacarepaguá / Zona Oeste A / Zona Oeste B Baixada A / Baixada B Niterói Critérios Específicos de Regionalização para Clínica Radiológica (D) Centro Zona Sul A / Zona Sul B Tijuca / Méier / Madureira / Leopoldina Barra da Tijuca / Jacarepaguá Baixada A / Baixada B

34 31 Niterói Critérios Específicos de Regionalização para Pronto-Atendimento 24 horas (E) Centro / Zona Sul A / Zona Sul B / Barra da Tijuca / Jacarepaguá / Zona Oeste A / Zona Oeste B Tijuca / Leolpoldina / Meier / Madureira Baixada A / Baixada B Niterói Tabela de Regionalização Consolidada Tabela de Regionalização Consolidada nº Região Padrão Estritas Médico-Hospitalar e Odontológica Médico-Hospitalar Odontológicas A B C D E 1 Centro 1 1,2, ,2,3,8,9,10,11 2 Zona Sul A 2,3 2 2,3 3 Zona Sul B 3 4 Tijuca ,5,5.1,6,7 4,5,5.1,6,7 5 Leopoldina 5,5.1 5,5.1,6,7 5,6,7 5.1 Sub-Região Leopoldina 6 Meier 6,7 7 Madureira 8 Barra da Tijuca 8,9 8,9,10,11 8,9,10,11 8,9 9 Jacarepaguá 10 Zona Oeste A 10,11 10,11 11 Zona Oeste B 12 Baixada A 12,12.1,13 12,12.1,13 12,12.1,13 12,12.1,13 12,12.1, Sub-Região Baixada A 13 Baixada B 14 Niterói 14, , , , , Sub-Região Niterói 15 Petrópolis 15 15, Teresópolis Região dos Lagos Cidades do estado RJ com < 30 benef Estados com Conv. de reciprocidade

35 32 20 Estados sem Conv. de reciprocidade Critérios Gerais a) privilegiar o credenciamento nas cidades/bairros sublinhados, selecionados em função da concentração e qualidade de oferta, distribuição regional e concentração de nosso contingente populacional. O credenciamento será efetuado em cidades/bairros que não os selecionados mediante justificativa da Comissão de Credenciamento (tipo de especialidade, interesse em determinado profissional pela sua qualificação, oferta, nível de atenção médica e odontológica, etc.); b) não estabelecer Rede Credenciada em cidades com um número inferior ou igual a 30 beneficiários (item 18 da tabela de regionalização); c) para as regiões Petrópolis, Teresópolis e Região dos Lagos justifica o credenciamento médico-hospitalar pelo número de beneficiários somando-se ao contingente flutuante (móvel). Nestes casos será admitido o credenciamento de um hospital geral, adulto e infantil, com serviços especializados em determinadas áreas secundárias (ex.: cardiologia, trauma-ortopedia), com serviço de diagnóstico e tratamento mínimo de laboratório e radiologia, com atendimento ambulatorial em várias especialidades e pronto-atendimento 24 horas em clínica médica e/ou pediatria; d) a região Centro é atípica por ser central a toda a cidade do RJ, e portanto, poderá ter uma concentração maior de profissionais, além de ser sede da empresa. e) não estabelecer Rede Credenciada em Odontologia nas regiões 15-Petrópolis, 16-Teresópolis e 17-Região dos Lagos, devido a distância das localidades abrangidas, bem como em função da necessidade de instituir-se Auditores, o que não há demanda para justificar a contratação e fidelizar serviço prestador;

36 33 f) não estabelecer convênio de reciprocidade para Odontologia na região 19- Estados com Convênio de Reciprocidade devido às particularidades inerentes à cobertura das empresas para o segmento; g) nos estados/localidades sem convênio de reciprocidade (ver item 20 da tabela de Regionalização ou outro que não seja possível classificar) será realizado convênio de reciprocidade, quando for positiva a avaliação do número de usuários a serem beneficiados e a demanda administrativa; h) quanto a especialidade médica ambulatorial e SADT: não considerar na contagem para suficiência de RC as especialidades médicas e os SADT dos ambulatórios de hospitais, salvo exceções a serem avaliadas pela Comissão de Credenciamento (natureza do serviço, oferta, referência, etc.); considerar na contagem pessoas físicas, centros médicos, policlínicas e serviços especializados; i) quando indicada a quantidade mínima, deve ser observada que nunca será igual a 1 (um), em função de a rede ser aberta, de não haver exclusividade para a OPS de serviços prestadores e de haver ausências temporais de profissionais, como férias por exemplo Critérios Específicos à Área Médico-Hospitalar Critério para Quantificação, por Região, para Grupos de Especialidade Médica Deve ser destacada a divisão das especialidades de atenção terciária em duas partes sendo elas Terciárias A e B, que em compoisção com a regionalização, foi a adaptação necessária para a adequação de nosso contingente populacional e a necessidade do cuidado das referidas especialidades. Classificação de Especialidade Especialidade Quantidade

37 34 Primária Secundária Terciária A Terciária B. Clínica Médica. Cardiologia. Ginecologia/Obstetrícia (considerar sexo feminino). Geriatria (considerar a partir de 60 anos). Pediatria (considerar idade de 0 a 18 incompletos). Cirurgia Geral / Cirurgia Geral Aparelho Digestivo. Dermatologia. Gastroenterologia. Neurologia. Oftalmologia. Ortopedia/Traumatologia. Psiquiatria. Urologia. Alergologia. Angiologia/Cirurgia Vascular. Endocrinologia. Mastologia. Oncologia. Otorrinolaringologia. Pneumologia. Proctologia. Acupuntura. Anestesiologia. Cardiologia Pediátrica. Cirurgia de Mão. Cirurgia Crânio -maxilo-facial. Cirurgia Cabeça e Pescoço. Cirurgia Cardíaca.Cirurgia Pediátrica. Cirurgia Plástica Reparadora. Cirurgia Torácica. Cirurgia Vascular Periférica. Dependência Química. Fisiatria/Fisioterapia. Fonoaudiologia. Hematologia. Hepatologia. Homeopatia. Imunologia. Infectologia - 02 profissionais para cada grupo populacional de 500 beneficiários - mínimo de 02 profissionais por região - mínimo de 02 profissionais por sub-região (não cumulativo com o estabelecido para região) 02 profissionais para cada grupo populacional de beneficiários - mínimo de 02 profissionais por região - mínimo de 02 profissionais por região com um nº de beneficiários igual ou menor que profissionais para cada grupo populacional de beneficiários, considerando parâmetro de regionalização específico - 02 profissionais para cada grupo populacional de beneficiários, considerando parâmetro de regionalização específico

38 35. Nefrologia. Nefrologia Pediátrica. Neurocirurgia. Neurologia Pediátrica. Oncologia Pediátrica. Psicologia.Reumatologia Critério para Quantificação, por Região, para Tipos de Serviço Pessoa Jurídica a) Clínica especializada credenciar em uma única especialidade ou em especialidades correlatas. Caso realize exames e tratamentos (SADT), analisar se são imprescindíveis para a definição diagnóstica e autorizar aqueles compatíveis com a especialidade na qual está habilitada a atender. Seguem as mesmas orientações estabelecidas para especialidades médicas no que se refere a credenciados por área geográfica. b) Clínica especializada em Ortopedia/Traumatologia são preferidas em relação aos médicos em consultório por tratar-se de especialidade associada a emergência e necessitar de, pelo menos, de exame radiológico. Seguem as mesmas orientações estabelecidas para as especialidades médicas no que se refere a credenciados por área geográfica. c) Pronto-socorro ou pronto-atendimento geral ou especializado não há relação pré-determinada com a população usuária, porém tais estruturas devem estar ligadas a hospitais gerais ou especializados e, dependendo da relação, serão classificados como unidades gerais ou especializadas. Serão credenciados os conjuntos que possam oferecer recursos técnicos necessários a continuidade de tratamentos mais complexos (ex.: pronto-socorro de hospital que possua leitos de CTI).

39 36 d) Hospital geral ou especializado deve-se privilegiar os hospitais gerais, porém com serviços especializados em determinadas áreas (ex: cardiologia, obstetrícia, etc.) e utilização de infra-estrutura de diagnóstico e apoio. De acordo com a literatura a especialidade que exige um maior número de leito hospitalar é a Clínica Médica, que engloba a Pediatria, com 1,11 leitos/1.000 habitantes. Em parâmetros bibliográficos também é relacionado 1 leito para 500 beneficiários. Como não existe reserva de leitos para uso exclusivo, será adotado o parâmetro de 1 leito para cada grupo de 250 beneficiários. e) Os seguintes procedimentos são de alta complexidade/alto custo, de realização exclusivamente hospitalar, cujos controle e acompanhamento estão sob responsabilidade da OPS, inicialmente sem sugestão de parâmetros quantitativos (que deverão ser os menores possíveis), em função dos eventos registrados ou a serem registrados (demanda): Braquiterapia de Próstata, Cirurgia Bariátrica, Cirurgia Endovascular, Correção de Arritmia Cardíaca, Radiocirurgias Estereotáxicas, Transplante, e outros que vierem a ser classificados como tal pela Comissão de Credenciamento. f) Serviço especializado de diagnóstico devem estar capacitados a proceder cobranças apenas de serviços auxiliares de diagnóstico e tratamento (SADT). Não deve ser permitida a realização de consultas ou cobrança de honorários médicos. Abaixo encontra-se o quadro com o que é estabelecido pela literatura e com o que será adotado como critério de distribuição. Grupo Regionalização Tipo de Serviço Padrão - Laboratórios de Análises Clínicas e Patológicas Parâmetros Assistenciais SUS por usuário Critério de Distribuição 1/ por bairros sublinhados na tabela de regionalização (bairros de maior concentração populacional ou de oferta), considerando-se também os postos de coleta Padrão - Fisioterapia/Fisiatria 1/ serviços especializados por região Padrão - Radiodiagnóstico 1/1.000

40 37 Padrão - Cardiologia Métodos Complementares (exames básicos) 1/5.000 Imagem 02 serviços Padrão - Cardiotocografia 1/ Perfil Biofísico Fetal especializados - Ultrassonografia A - Densitometria Óssea 1/5.000 em cada região - Medicina Nuclear - Tomografia Computadorizada A - Ressonância Magnética 1/ A - Endoscopia Digestiva Alta e Baixa - Endoscopia Respiratória - Prova de Função Pulmonar B - Angioplastia - Hemodinâmica - Neurorradiologia B - Eletroencefalografia - Neurofisiologia - Urodinâmica - Vídeo-Histeroscopia B - Nefrolitotripsia - Quimioterapia 1/ serviços especializados a cada grupamento de beneficiários, respeitado um mínimo de 04 credenciados - 02 serviços especializados a cada grupamento de beneficiários, respeitado um mínimo de 04 credenciados 1/ serviços especializados a cada grupamento de beneficiários, respeitado um mínimo de 04 credenciados - 02 serviços especializados a cada grupamento de beneficiários, respeitado um mínimo de 03 credenciados B - Hemoterapia 1/ serviços especializados a cada grupamento de beneficiários, respeitado um mínimo de 02 credenciados B - Hemodiálise - Oftalmologia Métodos Complementares - Otorrinolaringologia Métodos Complementares - Radioterapia Não classificado - Cardiologia Métodos Complexos (Estudo Eletrofisiológico e Marca- Passo) - Dermatopatologia - Exame de Líquor - 02 serviços especializados a cada grupamento de beneficiários, respeitado um mínimo de 02 credenciados - 02 serviços especializados a cada grupamento de beneficiários, respeitado um mínimo de 02 credenciados Não classificado - Oxigenioterapia Hiperbárica - 02 serviços especializados a cada grupamento de beneficiários, respeitado um mínimo de 02 credenciados

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