Plano de Atividades Exercício de 2016

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Plano de Atividades Exercício de 2016"

Transcrição

1 Plano de Atividades Exercício de 2016 Plano de atividades para o exercício de

2 Prezados Irmãs e Irmãos, Com os cumprimentos da mais elevada solidariedade e nos termos legais e estatutários consignados na alínea c), n.º 1, do art.º 21.º, do Compromisso, a Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Braga submete à apreciação, discussão e votação da Assembleia Geral o Plano de Atividades e Orçamento, de Exploração Previsional e Investimentos, para o exercício de I. Órgãos Sociais Os Órgãos Sociais em exercício à data atual foram eleitos em Assembleia Geral de 22 de novembro de A Tomada de Posse dos Órgãos Sociais realizou-se em 14 de dezembro de 2014, após a Eucaristia dominical, com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2015, nos termos do Estatuto das Instituições Particulares de Solidariedade Social, revisto pelo Decreto-Lei 172-A/2014, de 14 de novembro. Em 5 de janeiro, em reunião da Mesa Administrativa, procedeu-se à eleição dos cargos de Provedor, Vice-Provedor, Tesoureiro e Secretário e à distribuição dos pelouros Plano de atividades para o exercício de

3 Mesa da Assembleia Geral: Presidente Secretário Secretário João Manuel Lobo de Araújo Horácio da Costa Azevedo Carlos Alberto da Silva Vilas Boas Suplente Maria Fernanda Guerreiro Martins Araújo Suplente Suplente Helena Cristina Pinto Lopes da Silva Francisco Gomes Mesa Administrativa: Provedor Vice-Provedor Secretário Tesoureiro Vogal Vogal Vogal Suplente Suplente Suplente Bernardo José Ferreira Reis Vítor Manuel do Lago Cruz Corais Domingos Silva Araújo Gastão Seara Rodrigues Sequeira Jorge Manuel Silva Santos José Alberto Braga de Sousa Ribeiro Isabel Maria Egydo Nobre Falcão de Carvalho Álvares Pereira Luís Guilherme de Andrade Ribeiro Marques da Fonseca Maria da Conceição Cruz Amorim Pinto Teresa de Jesus Lemos de Sousa Amorim Lopes Conselho Fiscal: Presidente Vogal Vogal Suplente Suplente Suplente Pedro José Pinheiro e Silva Júlio Augusto Lopes da Rocha Quintas José Luís da Rocha Melo Luís Manuel Bastos de Sousa Murilo David dos Santos Lima José Manuel de Andrade Ribeiro Plano de atividades para o exercício de

4 II. Introdução A data da fundação da Irmandade e Santa Casa da Misericórdia de Braga é ainda hoje desconhecida, embora estudos indiquem que tenha sido erigida em 1513 data em que o Arcebispo D. Diogo de Sousa deu licença à Misericórdia para se instalar na Capela de Jesus da Misericórdia, mandada construir na Sé pelo prelado, para seu mausoléu. As comemorações dos 500 anos celebrados em 2013 apoiaram-se num dos documentos conhecidos e mais antigos, emanado do cartório do rei D. Manuel I ( ), que revela que a Irmandade da Misericórdia de Braga já existia em Está registada como Instituição Particular de Solidariedade Social na Direção-Geral da Segurança Social no livro das Irmandades da Misericórdia, sob o n.º 17/1982, a folhas 31 e 31 verso, tendo adquirido automaticamente a natureza de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública pelo Decreto-lei n.º 119/83, de 25 de fevereiro. A Misericórdia de Braga vem, através de quase cinco séculos de existência, a desenvolver diversas iniciativas e atividades na área social e de culto católico, inicialmente com maior incidência na área da saúde, através do Hospital de São Marcos, que em 2008 comemorou 500 anos de existência. A área da saúde foi privilegiada nos séc. XIX e XX, sendo o Hospital Distrital de São Marcos uma referência regional e nacional, mas que foi intervencionado através dos Decretos-Lei n.º 704/74 e n.º 618/75, tendo a gestão passado para o Ministério da Assistência e da Saúde. A Instituição viveu então uma fase económico-financeira muito difícil, tendo necessidade de recriar o seu espectro de atuação, virando-se para as respostas sociais e de solidariedade social. Em 2011, a saída do Hospital de Braga do espaço da Misericórdia para novas instalações gerou um novo desafio: encontrar ocupação para os 6 edifícios que constituem o complexo edificado do Hospital de São Marcos, cuja área construtiva é de m 2, em cerca de m 2 de área. Em 2015 concluiu-se a requalificação do Palácio do Raio em Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga, o que permitirá mostrar, a partir deste ano, o espólio histórico, cultural e artístico desta Irmandade aos interessados. A partir de 2015, o antigo QREN (Quadro Estratégico de Referência Nacional) foi substituído pelo Portugal 2020, que é o novo ciclo de programação dos fundos europeus. Foi acordado entre Portugal e a Comissão Europeia sob a forma de um Acordo de Parceria e reúne Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), Fundo de Coesão, Fundo Social Europeu (FSE), Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) e Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP). Neste acordo definem-se os princípios e objetivos da política de desenvolvimento económico, social e territorial que serão promovidos em Portugal com o apoio dos fundos europeus entre 2014 e Estes princípios de programação estão enquadrados na Estratégia Europa Portugal vai receber mais de 25 mil milhões de euros até 2020 e estes fundos serão divididos entre 16 Programas Operacionais, um pouco por todo o país. A Misericórdia de Braga iniciou, ou prevê iniciar, em 2015 três projetos novos, apoiados por fundos comunitários, os quais continuarão a ser desenvolvidos em 2016: - GIP Gabinete de inserção profissional; Plano de atividades para o exercício de

5 - CLDS 3G Contratos locais de desenvolvimento social 3G; - SAAS Serviço de atendimento e acompanhamento social; Este plano de atividades é flexível e aberto, poderá sempre ser enriquecido com todas as ajudas suscetíveis de contribuírem para a promoção e desenvolvimento da nossa Instituição, dentro de um espírito construtivo e solidário. III. Visão, Missão e Valores Visão Ambicionamos ser uma referência no âmbito dos serviços prestados, aumentando a satisfação dos nossos utentes / clientes e adequando as respostas sociais às necessidades da comunidade, de forma sustentável. Missão Praticar as 14 Obras de Misericórdia, lidas à luz da moderna doutrina social da Igreja, dando resposta às necessidades emergentes das crianças, idosos, suas famílias e comunidade em geral. Valores Dignidade, na aceitação e no respeito pela individualidade; Respeito, entre todas as partes interessadas; Confidencialidade, na informação e nos serviços prestados; Autonomia, na valorização das capacidades individuais; Imparcialidade, na promoção da igualdade de oportunidades; Inclusão, na comunidade e nas respostas da Organização; Solidariedade, na prestação dos serviços e nas relações profissionais. IV. Atividade A Misericórdia de Braga apoia diariamente cerca de 500 utentes, nas suas respostas sociais de apoio a idosos, a crianças e provisão de refeições a famílias carenciadas. As suas igrejas, capelas e cemitério, através da celebração eucarística diária nas nossas igrejas e outras práticas de culto católico acompanham também dezenas de pessoas. A Farmácia Social recebe milhares de clientes por mês e o seu excedente líquido, à semelhança das rendas e rendimentos financeiros, visam apoiar e assegurar a prática das Obras da Misericórdia. Em 7 de Junho de 2013 foi assinado o protocolo do CLDS+ Braga, Contrato local de desenvolvimento social Mais Braga, cuja atividade de combate à pobreza e exclusão social abrange todas as freguesias do Concelho de Braga e que decorreu até 6 de Junho de 2015; Plano de atividades para o exercício de

6 Em julho de 2015 foram submetidas candidaturas para um período de 3 anos, para o Serviço de atendimento e acompanhamento social e para o CLDS 3G Contrato local de desenvolvimento social, este último através da constituição de uma parceria em que a Misericórdia de Braga é responsável pela execução de um eixo. O Gabinete de inserção profissional iniciou a sua atividade em 15 de setembro de As ações previstas para o ano de 2016 assentam na continuidade das atividades desenvolvidas até então e dos protocolos de cooperação outorgados com a Segurança Social, no que respeita a crianças e à terceira idade. Dadas as perspetivas de agravamento das condições de vida das famílias, prevê-se a continuidade do fornecimento de refeições nas duas cantinas sociais. Plano de atividades para o exercício de

7 1. Infância A Misericórdia tem Protocolo de Cooperação outorgado para acolher 173 crianças até aos 3 anos, com o objetivo de apoiar a comunidade e contribuir para o desenvolvimento global de crianças, através da organização de diversas atividades que, simultaneamente, as ocupam e incentivam o seu desenvolvimento físico, psíquico e social. Os funcionários dos 2 equipamentos existentes executam diversas ações a fim de que cada criança realize exercícios de coordenação, atenção memória, imaginação e raciocínio para incentivar o seu desenvolvimento psicomotor e estimular o desenvolvimento socio-afetivo das crianças; promovem a segurança, a autoconfiança, autonomia e respeito pelo outro; e acompanham a evolução da criança e estabelecem contactos com os pais com o fim de se obter uma ação pedagógica coordenada. As atividades a desenvolver durante o ano letivo de 2015/2016 evidenciam continuidade face às desenvolvidas em anos transatos, destacando-se as atividades lúdico-pedagógicas que promovem a interação das crianças com a família e com a comunidade, a compreensão do meio natural e social que as rodeia, o espírito de interajuda e solidariedade, bem como a valorização das épocas festivas, tradições e práticas socioculturais da comunidade bracarense. 2. Terceira idade Esta Misericórdia, em parceria com o Estado, desenvolve serviços de acolhimento e apoio a idosos, através de 3 estruturas residenciais para idosos, 1 Centro de Dia e 1 Serviço de Apoio Domiciliário. Os Protocolos de Cooperação outorgados com a Segurança Social abrangem 124 idosos. São valorizadas as atividades culturais e de interação com a família e com a comunidade, que passam por sessões periódicas, realizadas no interior das instalações, ou outras atividades inseridas nos costumes e cultura da população, que visam a preservação da autonomia e o desenvolvimento de aptidões cognitivas, que fomentam a relação inter-relacional, com a comunidade e com outras instituições sociais, privilegiando o envelhecimento ativo. 3. Cantinas sociais As duas Cantinas Sociais visam combater o flagelo social que se tem vindo a acentuar, através do fornecimento de refeições quentes a famílias carenciadas. Em Setembro de 2011 iniciou-se o apoio a famílias através do fornecimento de refeições gratuitas na Cantina Social de Abade da Loureira, cujo espaço foi adaptado para o efeito. Inserido no programa de responsabilidade social, o Grupo Primavera BSS decidiu doar 50 mil euros por ano até Setembro de A partir desta data, o Grupo Primavera BSS continua a apoiar o projeto durante mais 3 anos, embora de montante inferior: 10 mil euros em 2015, 7,5 mil euros em 2016 e 5 mil euros em Para o período de 2016, prevê-se o fornecimento de 100 refeições por dia, em dias úteis, durante os 12 meses do ano, perspetivando-se a manutenção de 80 refeições ao abrigo do Programa de emergência Alimentar e 20 com o apoio de mecenas e com fundos próprios. O orçamento prevê a continuidade do Programa de Emergência Alimentar durante todo o ano cujo apoio por refeição é de 2,5. Plano de atividades para o exercício de

8 Em 19 de Julho de 2012 foi inaugurada a Cantina Social Veiga do Penso, dentro do Programa de Emergência Alimentar (PEA), cujo início de fornecimento de refeições reporta a 2 de Julho desse ano. Está prevista a obtenção de receitas por refeição de 0,25 ou 0,50, oriundas dos utentes que tenham disponibilidade financeira para a sua comparticipação. As refeições são fornecidas na antiga escola primária de Penso Santo Estêvão, o investimento na recuperação e adaptação do espaço foi a expensas da Junta de Freguesia de Penso Santo Estêvão e os equipamentos da cozinha e sala de refeições foram doados e vieram do Hospital de São Marcos. Asseguram o funcionamento corrente da Cantina Social as Freguesias e Uniões de Freguesias parceiras do projeto. O Programa de Emergência Alimentar (PEA) contemplado no contrato outorgado, entre o Centro Distrital da Segurança Social de Braga e Santa Casa da Misericórdia de Braga, prevê capacidade máxima comparticipada pela Segurança Social de 100 refeições por dia, em dias úteis. O Orçamento de 2016 prevê que este apoio decorra durante os 12 meses do ano, com apoio financeiro de 2,5 por refeição. 4. GIP Gabinete de inserção profissional É um serviço credenciado pelo IEFP para prestar apoio a jovens e adultos desempregados no percurso de inserção ou reinserção no mercado de trabalho, em estreita cooperação com as unidades locais do IEFP Centros de Emprego e Formação Profissional e Centros de Emprego. Os objetivos do GIP são: Complementar a atividade do serviço público de emprego, numa lógica de proximidade, garantindo o desenvolvimento das ações contratualizadas com os serviços de emprego; Reforçar o apoio aos desempregados e outros grupos em situação de desfavorecimento na definição ou desenvolvimento do seu percurso de inserção ou reinserção no mercado de trabalho; Promover o acesso às oportunidades educativas e formativas; Desenvolver uma atitude empreendedora de abordagem ao mercado de trabalho; O início do GIP reporta a 15 de setembro de 2015, o contrato prevê a duração de um ano e é renovável automaticamente duas vezes por igual período. A Misericórdia compromete-se a desenvolver as seguintes atividades e a alcançar os seguintes objetivos previstos no contrato de objetivos outorgado: Plano de atividades para o exercício de

9 PT: postos de trabalho Para a prossecução das atividades contratualizadas, o GIP pode beneficiar dos seguintes apoios: 1. Adaptação de instalações e aquisição de equipamentos: Subsídio não reembolsável por período de autorização de funcionamento (três anos), até ao montante de 5.000; 2. Despesas de funcionamento: Subsídio anual não reembolsável no valor de 3 IAS*= 1.257,66 Subsídio anual não reembolsável, para comparticipação na retribuição da animadora / funcionária: até ao até ao limite de 24 IAS = ,28 (regime de funcionamento a tempo inteiro); De entre as despesas não elegíveis destacam-se as contribuições para a Segurança social, seguros de acidentes de trabalho, subsídio de refeições, ajudas de custo, despesas de transporte e trabalho extraordinário. A funcionária afeta ao projeto foi readmitida pela Misericórdia para o efeito em 15 de setembro e apresenta experiência relevante pois até 6 de junho de 2015 era funcionária da Misericórdia afeta ao CLDS+ Braga. 5. SAAS serviço de atendimento e acompanhamento social Desde 20 de janeiro de 2015 que a Misericórdia desenvolve um projeto piloto de atendimento social, cujo término inicialmente previsto era de 30 de junho e que foi renovado para o período compreendido entre 1 de julho e 30 de setembro, e novamente para o período reportado ao mês de outubro, enquanto é analisada uma candidatura submetida em julho e que prevê um contrato de três anos. O SAAS insere-se na RLIS rede local de intervenção social e visa apoiar os indivíduos em situação de vulnerabilidade social, através de ações de atendimento e acompanhamento de pessoas e Plano de atividades para o exercício de

10 famílias em situação de vulnerabilidade e exclusão social, bem como de emergência social e abrangerá a população de S. Vicente e de S. Vítor, na cidade de Braga. Pretende-se com o SAAS: Potenciar a concertação da atuação dos diversos organismos e entidades envolvidas; Assegurar a coordenação eficiente de todos os agentes, meios e recursos; Promover o desenvolvimento de mecanismos e estratégias no âmbito da intervenção social; Reforçar a plataforma de colaboração estabelecida com as entidades que localmente prestam serviços no âmbito da ação social; Promover plataformas de colaboração com as entidades da administração local e central com intervenção em áreas complementares ao âmbito da ação social; Assegurar o atendimento e acompanhamento social das situações de vulnerabilidade, nomeadamente através da gestão, a nível local, dos programas criados para esse efeito; Promover iniciativas de experimentação social que se constituam como novas abordagens de resposta a problemas emergentes identificados nos territórios; Concertar a ação de todas as entidades públicas e privadas, estruturas e programas de intervenção na área das crianças e jovens em risco, de modo a reforçar estratégias de cooperação e de racionalização de recursos. Até fim de outubro de 2015 estão afetas três funcionárias licenciadas admitidas para o projeto em janeiro, sendo que as técnicas estão a exercer a tempo integral e a coordenadora trabalha a tempo parcial confirme previsto em regulamentos do Projeto. A candidatura submetida em julho para um triénio prevê que os recursos humanos afetos sejam constituídos por cinco pessoas licenciadas. A candidatura submetida prevê gastos globais no valor de 434 mil euros, dos quais 319 mil reportam a gastos com pessoal e honorários, 77 mil reporta a gastos diretos com o desenvolvimento das ações e 38 mil dizem respeito a encargos gerais de funcionamento. Este projeto prevê o reembolso não reembolsável dos gastos correntes com a execução do projeto, dentro dos limites de gastos médios mensais com pessoal de 10,3 mil euros e outras despesas e gastos médios mensais de 3,2 mil euros, e não prevê reembolso da compensação por cessação de contrato de trabalho. 6. CLDS 3G Contrato local de desenvolvimento social Em julho foi submetida uma candidatura em parceria com a Cáritas Arquidiocesana de Braga e com o Centro social Paroquial de Santo Adrião, em que a Cáritas Arquidiocesana de Braga é a entidade coordenadora, para implementação durante um período de 36 meses no concelho de Braga. Esta tipologia tem como objetivo promover a inclusão social dos cidadãos, através de ações a executar em parceria, por forma a combater a pobreza persistente e a exclusão social. Pretende-se, assim: Promover a criação de circuitos de produção, divulgação e comercialização de produtos locais e ou regionais de modo a potenciar o território e a empregabilidade; Promover o desenvolvimento de instrumentos facilitadores tendo em vista a mobilidade de pessoas a serviços de utilidade pública, a nível local, reduzindo o isolamento e a exclusão social; Plano de atividades para o exercício de

11 Promover o desenvolvimento de instrumentos capacitadores das instituições da economia social promovendo a implementação de serviços partilhados, que permitam uma maior racionalidade de recursos e a eficácia de gestão; Promover a inclusão social dos cidadãos, de forma multissectorial e integrada, através de ações, a executar em parceria, que permitam contribuir para o aumento da empregabilidade, para o combate a situações críticas de pobreza, particularmente infantil, da exclusão social de territórios vulneráveis, envelhecidos ou fortemente atingidos por calamidades; Promover a concretização de medidas que promovam a inclusão ativa das pessoas com deficiência e incapacidade, bem como a capacitação das instituições. A Santa Casa da Misericórdia é entidade executora das ações do eixo 3 - capacitação da comunidade e das instituições, cujo objetivo é capacitar os agentes locais, como alavanca de desenvolvimento e coesão territorial. A colaboradora afeta ao projeto é readmitida pela Misericórdia para o efeito e apresenta experiência relevante pois até 6 de junho de 2015 era funcionária da Misericórdia afeta ao CLDS+ Braga. A candidatura global submetida prevê gastos globais no valor de 406 mil euros, dos quais 339 mil reportam a gastos com pessoal e honorários, 45 mil reporta a gastos diretos com o desenvolvimento das ações e 22 mil dizem respeito a encargos gerais de funcionamento. Para o desenvolvimento das ações do eixo 3, prevê-se gastos, para o triénio, no valor de 107 mil euros, suportados pela Misericórdia de Braga, entidade executora, e pela Cáritas Arquidiocesana enquanto entidade coordenadora. Os gastos suportados diretamente pela Misericórdia de Braga durante os 36 meses perspetivamse que sejam de 78 mil euros, dos quais 63 mil reportam a gastos com pessoal e honorários, 8,4 mil reporta a gastos diretos com o desenvolvimento das ações e 6,4 mil dizem respeito a encargos gerais de funcionamento. Os apoios revestem a natureza de subvenção não reembolsável, assumindo, a modalidade de reembolso de custos elegíveis efetivamente incorridos e pagos, e não é reembolsável a compensação por cessação de contrato de trabalho. 7. Culto católico e assistência espiritual Esta Irmandade é uma associação privada de fiéis, que, sob a invocação de Nossa Senhora da Misericórdia, sua Patrona, e de harmonia com o seu espírito tradicional, mantém o culto divino nas suas Capelas e Igrejas e exerce todas as orientações e atividades religiosas, estatutariamente estabelecidas, salientando-se o valioso contributo para as Solenidades da Quaresma e da Semana Santa. 8. Atividade cultural Esta Misericórdia mantém presente a arte e a cultura multissecular, pelo que em harmonia com o Compromisso, continuará a desenvolver ações para divulgação do espólio histórico e cultural da Instituição, das Misericórdias e do culto católico: Publicação do Boletim Misericórdia de Braga ; Plano de atividades para o exercício de

12 Publicação da Revista da Misericórdia de Braga ; Concertos da Páscoa e do Natal e Exposição anual temática. Em Fevereiro de 2014 constitui-se o Coro da Santa Casa da Misericórdia de Braga, o qual surgiu da solicitação de diversos funcionários da Instituição. O coro conta com a participação de mais de 40 pessoas, colaboradores e irmãos da Misericórdia, e constitui um elemento de coesão e integração enquanto elo de união e forma de viver, ao mesmo tempo que se traduz numa nova abordagem da prática das 14 Obras da Misericórdia e um novo foco de dinamização cultural da Misericórdia e da Comunidade. Dada a boa aceitação desta nova resposta social, perspetiva-se a continuidade do coro, dos seus ensaios e novos desafios de interação social e cultural. Com esta iniciativa procura-se dar visibilidade institucional e promover a coesão solidária para se prestar um serviço humanitário de maior valia. 9. Património histórico, artístico e cultural A reabilitação do Palácio do Raio em Centro Interpretativo constitui um marco importante na preservação do património histórico, artístico e cultural, imóvel e móvel. Tem como principais objetivos a recuperação do edifício com vista a assegurar a sua conservação patrimonial e garantir a segurança de pessoas e bens, e a criação de um espaço que reúna as características necessárias e adequadas para a instalação de grande parte do espólio que a Misericórdia de Braga detêm e que se encontra todo ele inventariado e em bom estado de conversação, fruto do cuidado que a instituição sempre teve ao longo dos anos em recuperar, manter e preservar o seu património móvel e imóvel. A criação do Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga, além de expor o espólio, permite dar a conhecer a sua história, missão e trabalhos realizados. Pretende-se que este seja um espaço de todos e para todos os que o pretendam estudar, investigar ou apenas apreciar o conjunto patrimonial que é constituído pelo imóvel e pelo espólio que aí virá a ser instalado. A Mesa Administrativa da Misericórdia de Braga entende que, dando cumprimento à sua Missão, o seu acervo patrimonial e a riqueza histórico-cultural que lhe está associada, deverá estar ao alcance, ou ser de livre fruição, por todos os utilizadores, sem qualquer contrapartida ou direito de acesso, sendo esta a via mais adequada para garantir a desejada transmissão para o futuro da memória e desses mesmos bens culturais. Para o desenvolvimento das suas atividades, contará com 4 funcionários. 10. Património rústico e urbano Os rendimentos do património têm historicamente constituído uma fonte de financiamento muito importante para o desenvolvimento das atividades indispensáveis ao cumprimento da Missão. A Mesa Administrativa confronta-se atualmente com a redução significativa desses rendimentos, resultantes de deixar de receber as rendas do Hospital de São Marcos, e com o aumento das necessidades das famílias e da comunidade resultado da situação de crise financeira, social e de valores. Plano de atividades para o exercício de

13 Em 28 de dezembro de 2012 foi formalizada a entrega do complexo do Hospital de São Marcos, nas Sede da Irmandade e Santa Casa da Misericórdia de Braga. O Auto de Entrega do Complexo do Hospital de São Marcos foi assinado pelo Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde do Norte, I.P., o Dr. Luís António Castanheira Nunes e pelo Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, Dr. Bernardo José Ferreira Reis, em representação das entidades. Por acordo entre as partes, a Administração Regional de Saúde do Norte, I.P. pagou à Misericórdia a quantia de euros correspondente a 7 meses de renda, respeitante ao período de tempo compreendido entre 1 de junho e 31 de dezembro de Nesse encontro, foi também assinado um Acordo de Compromisso entre a Administração Regional de Saúde do Norte, I.P. e a Santa Casa da Misericórdia de Braga, pelo qual as partes se comprometem a celebrar os seguintes acordos: Acordo de Cooperação para a prestação de consultas e tratamentos em ambulatório na área da Medicina Física e Reabilitação, a entrar em vigor em 1 de janeiro de 2014; Acordo de Cooperação para as Redes de Cuidados Continuados e de Cuidados Paliativos no montante global de 80 camas, a entrar em vigor em 1 de janeiro de Em 16 de dezembro de 2014 foi assinado o Compromisso de Cooperação para o Setor Solidário e Social para o biénio , pelos Ministros da Saúde, da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança social e pelos Presidentes da União das Misericórdias Portuguesas, Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade e da União das Mutualidades Portuguesas. Pela primeira vez é assinado pelos três ministros ligados à área das Misericórdias, o que reforça a segurança da Misericórdia para avançar com os protocolos pendentes, uma vez que não fomos contemplados atempadamente pelo QREN ON.2, face ao exíguo prazo de tempo, pois o projeto estava preparado há muito, na sua globalidade e em todas as especialidades. O protocolo agora assinado mantém oitenta camas a abrir em 2016 mas para avançar é necessário sermos contemplados, para a reabilitação do edificado, pelos fundos comunitários Portugal O Orçamento de 2016 não inclui a concretização destes acordos, pois previamente deverão ocorrer despesas de adaptação do espaço necessário e aguarda-se a abertura de programas europeus com comparticipação sob a forma de ajuda não reembolsável para esta tipologia de projetos. Constitui um desafio a rentabilização do Complexo do Hospital de São Marcos, dentro de um novo projeto de ocupação dos espaço, pois haverá que pensar no melhor enquadramento para a Misericórdia de Braga e também para a cidade, dentro da sustentabilidade e das soluções parciais, desde que não sejam concorrenciais. 11. Farmácia social A atividade desenvolvida na Farmácia social da Misericórdia constitui, desde a sua fundação, uma referência para a comunidade bracarense. A qualidade dos serviços prestados é reconhecida na comunidade médica e pelos utentes, razão pela qual os seus serviços técnicos são bastantes requisitados, não só no que respeita a manuseamento de manipulados, como também no aconselhamento de fármacos, cuidados básicos de saúde, nutrição e higiene, administração de injetáveis, e outros. Plano de atividades para o exercício de

14 Os proventos oriundos desta atividade contribuem para a sustentabilidade financeira da Instituição, considerando que as respostas sociais são quase todas deficitárias, e para a melhoria contínua dos serviços prestados pelas respostas sociais desenvolvidas. Desde o último trimestre de 2013 que se assiste a um incremento do volume de negócios, tendência que se tem vindo a consolidar em 2014 e em 2015, e a traduzir-se em volume de vendas até setembro de 1,5 milhões de euros. Estão estimadas para 2016 vendas ao nível de 2015, assente na melhoria contínua dos serviços de atendimento. 12. Outras atividades A Mesa Administrativa, bem como os diversos departamentos desenvolvem diversas atividades ainda não elencadas, executadas em consonância com o Compromisso e em parceria com outras Instituições da Comunidade, que muito contribuem para o prestígio desta Irmandade das quais se destaca a participação nas diversas atividades da UMP União das Misericórdias Portuguesas. V. Recursos humanos Os funcionários são o pilar de qualquer organização, pelo que só através de uma boa gestão dos recursos humanos se consegue dinamizar a Instituição e posicioná-la em níveis de qualidade exigidos. A aposta da Instituição é na qualificação dos funcionários, dado que não se prevê variação significativa no Quadro de Pessoal, com exceção do incremento de funcionários associados à necessidade de pessoal para desenvolvimento dos projetos, mas apenas substituição de funcionários que eventualmente se desvinculem da Instituição. Para o desenvolvimento das atividades em 2016 a Misericórdia prevê o apoio de 138 colaboradores: Plano de atividades para o exercício de

15 Total Ação direta Comuns Estágio IEFP Administração 6 6 Creche Rainha Sta. Isabel Creche Rainha D. Leonor Cantina Social Veiga do Penso Lar D. Diogo de Sousa Lar N. Sra. Da M isericórdia Centro de Dia 2 2 Cozinha Lar Nevarte Gulbenkian 6 6 Lar Nevarte Gulbenkian Culto 3 3 Farmácia Cozinha Creches 3 3 Comuns 2 2 Serviço de apoio domiciliário 3 3 Cozinha Sta. Tecla 5 5 CLDS3G Braga 1 1 Cantina Social Abade da Loureira 1 1 SAAS - RLIS 5 5 GIP - Gab. Inser. Profissional 1 1 CIM M B - Palácio do Raio 4 4 Património 1 1 T o tal Ciente do exigência crescente, prevê-se intensificar a criação das condições que assegurem a continuidade da racionalização dos recursos humanos, promover a sua qualificação e valorização, através da formação profissional para o desiderato da modernidade apoiada nas boas práticas, tendo sempre presente valorizar a qualidade de prestação de serviço aos utentes/clientes, crianças e idosos, promover maior qualificação das respostas sociais, desenvolver competências pessoais e sociais dos funcionários. Dar-se-á continuidade às ações de Formação Modular Certificada, organizadas pela União das Misericórdias Portuguesas, relacionadas com os cuidados prestados aos utentes. Os funcionários da Farmácia Social frequentarão formação em novas abordagens terapêuticas e de reciclagem de informação. Ao nível administrativo, dar-se-á ênfase à evolução da Economia Social e o papel da Instituição, às novas práticas contabilísticas, fiscais e laborais, bem como ações de auditoria e controlo interno. A par da formação formal, haverá também a partilha dos conhecimentos pelos diversos colegas afetos às atividades. Pretende-se também promover a Segurança e Saúde no Trabalho através do desenvolvimento de sensibilidades de forma a assegurar um ambiente de trabalho, seguro e saudável, para os colaboradores, incentivando-os a zelarem pela sua segurança, identificando e comunicando todas as situações de risco. Plano de atividades para o exercício de

16 Foi iniciado em 2013 o Processo de Certificação de Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS European Quality Assurance for Social Services, com a UMP União das Misericórdias Portuguesas, para algumas das respostas sociais, o qual terá um desenvolvimento progressivo face aos meios disponíveis. VI. Investimentos Nos últimos anos tem-se feito um grande esforço, dirigido para a recuperação e conservação do património, móvel e imóvel, não descurando a acentuada melhoria da qualidade das respostas sociais, com equilíbrio e sentido de objetividade. A Misericórdia de Braga prosseguirá com a recuperação do seu património imóvel e móvel, não esquecendo que é nossa obrigação recuperar e conservar o que nos foi legado pelos nossos antepassados. É de referir que o património afeto ao culto e às respostas sociais estará praticamente todo recuperado, ficando a restar uma parte do património móvel e os têxteis das Igrejas do Hospital e da Misericórdia. Está previsto investimento em equipamento básico e outros, que visam a substituição de equipamentos obsoletos e em fim de vida. Os investimentos previstos para 2016 são: Descrição Valor Equipamento básico e administrativo diverso ,00 Total ,00 VII. Financiamento O investimento para 2016 prevê-se que seja financiado com fundos próprios: Descrição Valor Fundos próprios Equipamento básico e administrativo diverso , ,00 Total , ,00 O valor em dívida associado ao Banco BPI, SA e ao Fundo J.E.S.S.I.C.A. ascende a 1,2 milhões de euros, e estão estimados para o ano de 2016 gastos de financiamento de 22 mil euros. Conforme estipulado no respetivo contrato, o reembolso de capital terá início em 30 de março de VIII. Análise económico-financeira O resultado líquido previsional para 2016 é negativo em 155 mil euros, destacando-se: Plano de atividades para o exercício de

17 Com a conclusão da empreitada do CIMMB Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga e início da utilização do espaço, há a registar um resultado líquido negativo previsto em 180 mil euros: o As depreciações e amortização do exercício (242 mil euros); o O registo dos ganhos decorrentes da comparticipação do ON.2 (70% das depreciações e amortizações, 169 mil euros); o Gastos com pessoal: 63 mil euros; o Outros gastos de funcionamento: 22 mil euros; o Gastos de financiamento: 22 mil euros; Para o culto perspetiva-se um resultado líquido negativo em 109 mil euros, fortemente influenciado pelas depreciações, 61 mil euros, relacionada com a recuperação das igrejas. A redução do valor do donativo do Grupo Primavera BSS, para 7,5 mil euros e o facto de não estar previsto qualquer donativo do Hospital de Braga, traduz-se numa redução de financiamento significativo da atividade da Cantina Social de Abade da Loureira o que, para um total de 100 refeições por dia provisionadas nessa Cantina (80 refeições são comparticipadas pelo Programa de Emergência Alimentar), traduz-se num resultado líquido desta resposta social prevê-se que seja negativo em 25 mil euros. Têm-se assistido, durante o último trimestre de 2013 e durante o ano de 2014 e 2015, a um incremento do volume de negócios da Farmácia Social, o que nos permite concluir pela inversão da queda de vendas que ocorre desde 2011 (com a saída do Hospital) e a retoma das vendas e serviços da Farmácia para valores de 2 milhões de euros, e que origina resultados líquidos no montante de 172 mil euros. O total dos rendimentos é de 4,8 milhões de euros, dos quais 41% respeitam a réditos da farmácia, 27% a comparticipações da Segurança Social, do IEFP Instituto de Emprego e da Formação Profissional e dos projetos financiados (GIP, CLDS 3G e SAAS), e 22% são as mensalidades e refeições pagas pelos utentes. Em 2016 regista-se ganhos em subsídios ao investimento no valor de 177 mil euros, dos quais 169 mil euros respeitam ao registo do ganho que compensa as depreciações e amortizações do exercício do Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga, comparticipado em 70% a fundos perdidos. Os gastos mais significativos decorrem dos gastos com pessoal em 2,07 milhões de euros, que representam 41% do total de gastos, o que reflete a natureza dos serviços de mão de obra intensiva; O custo das mercadorias e matérias consumidas na Farmácia representa 36%. Plano de atividades para o exercício de

18 Ao nível de gastos com pessoal destaca-se o aumento recente do número de funcionários, que decorre de: Admissão de três funcionários para o Centro Interpretativo das memórias da Misericórdia de Braga. Readmissão de uma funcionária para o desenvolvimento do GIP gabinete de inserção profissional. Readmissão de um funcionário para o desenvolvimento do CLDS 3G Contrato local de desenvolvimento social. Readmissão / admissão de 5 funcionários para o desenvolvimento do SAAS serviço de atendimento e acompanhamento social. A previsão de fornecimentos e serviços externos é de 618 mil euros, destacando-se a verba prevista para subcontratação de refeições de 120 mil euros, o gás em 84 mil euros, a eletricidade em 73 mil euros e a conservação e reparação em 64 mil euros. As depreciações e amortizações do exercício situar-se-ão em 484 mil euros: 242 mil euros relacionado com o Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga, 61 respeitam às igrejas e 52 reportam ao Lar Nevarte Gulbenkian. O Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos, e expuragando os ganhos decorrentes dos subsídios ao investimento são positivos em 174 mil euros. Consciente das dificuldades com que nos deparamos, devido às novas orientações regulamentares, por força da legislação em constante modificação e por exigência dos Serviços Técnicos da Segurança Social, mas contando com o apoio e empenhamento de todos, Irmãs e Irmãos, a Mesa Administrativa submete nos termos legais e estatutários, à aprovação superior da Assembleia Geral o Plano de Atividades e Orçamento para o ano de IX. Agradecimentos A Mesa Administrativa manifesta a sua satisfação por verificar que o trabalho continua a merecer o empenho de muitas pessoas, agradece e felicita a todos quantos têm contribuído dentro das suas competências e responsabilidade para o crescimento e desenvolvimento harmonioso de toda a atividade. Este agradecimento é também extensivo a todos aqueles que sempre foram solicitados, para servir esta Instituição de tão nobres e seculares tradições, como é a Santa Casa da Misericórdia de Braga, e nunca deixaram de marcar presença. A Mesa Administrativa muito reconhecida agradece a Sua Excelentíssima Reverendíssima o Senhor Arcebispo Primaz, e a todos os membros dos Órgãos Sociais, aos funcionários e a todos os anónimos, o carinho, a amizade a disponibilidade e o empenho que dedicaram à Santa Casa da Misericórdia. À Direção do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Braga, uma palavra de reconhecimento pelo apoio inexcedível concedido ao longo do exercício findo e também à Câmara Municipal de Braga umas palavras de agradecimento. Plano de atividades para o exercício de

19 A Mesa Administrativa manifesta o apreço e estímulo a todos os colaboradores, que com eficiência e dedicação contribuem para alcançar os objetivos e cumprir a Missão, dentro do espírito das catorze Obras da Misericórdia. Braga, 28 de outubro de A Mesa Administrativa, CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL POR NATUREZAS ORÇAMENTO DO ANO 2016 RENDIMENTOS E GASTOS Unidade Monetária: Euros ORÇAMENTO Orça Orça Vendas e serviços prestados , ,00 Subsídios, doações e legados à exploração , ,07 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas ( ,33) ( ,00) Fornecimentos e serviços externos ( ,14) ( ,98) Gastos com o pessoal ( ,71) ( ,83) Outros rendimentos e ganhos , ,40 Outros gastos e perdas (30 245,00) (26 222,50) Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos , ,16 Gastos/reversões de depreciação e de amortização ( ,61) ( ,36) Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) ( ,06) ( ,20) Juros e gastos similares suportados (21 529,50) (27 941,31) Resultados antes de impostos ( ,56) ( ,51) Imposto sobre o rendimento do período - (31 115,29) Resultado líquido do período ( ,56) ( ,80) Total de rendimentos , ,47 Total de gastos ( ,29) ( ,27) Braga, 28 de outubro de A Mesa Administrativa, Plano de atividades para o exercício de

20 ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS ANO 2016 CÓDIGO DAS CONTAS DESIGNAÇÃO Autofinanciamento Subsídios Subsídios outras entidades Outros financiamentos Unidade Monetária: Euros Total Ativos fixos tangíveis , , Ativos fixos tangíveis em curso Bens do património artístico e cultural Propriedades de investimento - Ativos intangíveis - 41 Investimentos financeiros - 26 Fundadores / beneméritos / patrocinadores / doadores / associados / membros Total de investimentos , ,00 - ORÇAMENTO DE DESINVESTIMENTOS ANO 2016 CÓDIGO DAS CONTAS Unidade Monetária: Euros DESIGNAÇÃO Valor Total Ativos fixos tangíveis 453 Ativos fixos tangíveis em curso 432 Bens do património artístico e cultural Propriedades de investimento Ativos intangíveis 41 Investimentos financeiros 26 Fundadores / beneméritos / patrocinadores /doadores / associados / membros Total de desinvestimentos - - Observações: Braga, 28 de outubro de A Mesa Administrativa, Plano de atividades para o exercício de

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013 SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas CCDRC, 14 fevereiro 2013 PROGRAMA VALORIZAR RCM n.º 7/2013, de 9/01 Valorização do território do interior e de baixa densidade demográfica e

Leia mais

Estiveram presentes 98 técnicas em representação de 66 Instituições.

Estiveram presentes 98 técnicas em representação de 66 Instituições. 1. No dia 4 de Dezembro, a União Distrital de Santarém em parceria com Segurança Social, levou a efeito o ultimo dos 5 encontros realizados em várias zonas do distrito, sobre o tema "Encontros de Partilha",

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015. Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis

PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015. Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015 Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis CAPÍTULO I AETP: A INSTITUIÇÃO 1. Introdução No decorrer do ano de 2015 prevê-se que a AETP

Leia mais

Índice. Sub-Capa...3 Plano de Atividades...4 Conta de Exploração Previsional. 8 Orçamento de Ivestimentos... 9 Memória Justificativa...

Índice. Sub-Capa...3 Plano de Atividades...4 Conta de Exploração Previsional. 8 Orçamento de Ivestimentos... 9 Memória Justificativa... CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO SOCIAL DE 2015 Índice Sub-Capa.....3 Plano de Atividades...4 Conta de Exploração Previsional. 8 Orçamento de Ivestimentos... 9 Memória

Leia mais

Solidariedade. Inovação. Oportunidade. Cultura. A s s o c i a ç õ e s F u n d a ç õ e s. E m p r e s a s C o o p e rativa s. Inclusão Social e Emprego

Solidariedade. Inovação. Oportunidade. Cultura. A s s o c i a ç õ e s F u n d a ç õ e s. E m p r e s a s C o o p e rativa s. Inclusão Social e Emprego Solidariedade A s s o c i a ç õ e s F u n d a ç õ e s P a r c e r i a Oportunidade Cultura E m p r e s a s C o o p e rativa s Empreendedorismo PORTUGAL Inclusão Social e Emprego Inovação A c o r d o I

Leia mais

MEMÓRIA JUSTIFICATIVA À CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS E DESINVESTIMENTOS PARA O ANO DE 2014

MEMÓRIA JUSTIFICATIVA À CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS E DESINVESTIMENTOS PARA O ANO DE 2014 CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS E DESINVESTIMENTOS PARA O ANO DE 2014 SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE MOGADOURO 28-10-2013 MEMÓRIA JUSTIFICATIVA À CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais:

PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: PROGRAMA AÇÃO 2015 O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: - Preservar a identidade da Instituição, de modo especial no que respeita a sua preferencial ação junto das pessoas, famílias e grupos

Leia mais

Ação Social e Inclusão

Ação Social e Inclusão Ação Social e Inclusão Ação Social O campo de actuação da Ação Social compreende, em primeira instância, a promoção do bem estar e qualidade de vida da população e a promoção duma sociedade coesa e inclusiva,

Leia mais

Vida por vida 2014 PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO ANO DE 2014

Vida por vida 2014 PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO ANO DE 2014 Vida por vida PL DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO DE Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Amarante Fundada em 1921 NOTA DE APRESENTAÇÃO Excelentíssimos Senhores Associados, Para cumprimento do

Leia mais

E M A N Á L I S E. Programa Operacional Inclusão social e emprego : POISE

E M A N Á L I S E. Programa Operacional Inclusão social e emprego : POISE E M A N Á L I S E N º 2 6 a b r i l 2 0 1 5 - Programa Operacional Inclusão social e emprego : POISE O Programa Operacional Inclusão Social e Emprego POISE foi apresentado a 14 de novembro de 2014 e visa

Leia mais

Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza

Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 8 Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE -

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - Considerando que o aumento da sobrevida e o inerente acréscimo de doenças crónicas e progressivas, bem como, as alterações na rede

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Inclusão Social e Emprego

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Inclusão Social e Emprego Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Inclusão Social e Emprego Eixo 5 - Emprego e Valorização Económica dos Recursos Endógenos Objectivo Temático 8 - Promoção da sustentabilidade e qualidade

Leia mais

NOS ÚLTIMOS 4 ANOS TIVEMOS DE RESPONDER A UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA. A UM PROGRAMA DE EMERGÊNCIA FINANCEIRA, SOUBEMOS RESPONDER COM A CRIAÇÃO DE UM

NOS ÚLTIMOS 4 ANOS TIVEMOS DE RESPONDER A UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA. A UM PROGRAMA DE EMERGÊNCIA FINANCEIRA, SOUBEMOS RESPONDER COM A CRIAÇÃO DE UM DISCURSO PROGRAMA DE GOVERNO 9.11.2015 MSESS PEDRO MOTA SOARES - SÓ FAZ FÉ VERSÃO EFECTIVAMENTE LIDA - SENHOR PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA SENHORAS E SENHORES DEPUTADOS NOS ÚLTIMOS 4 ANOS TIVEMOS

Leia mais

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 ÌNDICE Principais orientações e dotação orçamental Programas Operacionais e dotação orçamental específica Órgãos de Governação (Decreto-Lei n.º 137/2014 de 12 de setembro)

Leia mais

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 PORTUGAL 2020 Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 ÍNDICE PORTUGAL 2020 A. Principais orientações e dotação orçamental B. Programas Operacionais e dotação orçamental específica C. Regras gerais de aplicação

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Reforçar a Competitividade das Empresas

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS. Reforçar a Competitividade das Empresas AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL DA 2014-2020 (MADEIRA 14-20) EIXO PRIORITÁRIO 3 Reforçar a Competitividade das Empresas PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI) 3.a Promoção do espírito

Leia mais

.: Instrumentos de financiamento de apoio à competitividade no âmbito do Portugal 2020. 14 de Janeiro de 2015

.: Instrumentos de financiamento de apoio à competitividade no âmbito do Portugal 2020. 14 de Janeiro de 2015 14 de Janeiro de 2015 O que é o Portugal 2020? O Portugal 2020 é um Acordo de Parceria assinado entre Portugal e a Comissão Europeia, que reúne a atuação dos 5 fundos estruturais e de investimento europeus

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social

ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social O Ministro das Finanças apresentou recentemente o "Documento de Estratégia Orçamental 2011-2015", que contém diversas medidas a

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO Preâmbulo O Associativismo constitui um esteio importante e singular de intervenção da sociedade civil na realização e prática de atividades de índole cultural,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL 3926-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 116 17 de junho de 2015 MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL Portaria n.º 179-B/2015 de 17 de junho O Programa de Contratos Locais de Desenvolvimento

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO INTERNO

NORMAS DE FUNCIONAMENTO INTERNO NORMAS DE FUNCIONAMENTO INTERNO BUS Solidário e Loja Solidária Junta de Freguesia de Encosta do Sol Capítulo I Disposições Gerais Artigo I Enquadramento No âmbito das atribuições que lhe são cometidas

Leia mais

DISCURSO DO SR. PRESIDENTE DA UNIÃO DAS MUTUALIDADES PORTUGUESAS, DR. LUÍS ALBERTO DE SÁ E SILVA

DISCURSO DO SR. PRESIDENTE DA UNIÃO DAS MUTUALIDADES PORTUGUESAS, DR. LUÍS ALBERTO DE SÁ E SILVA DISCURSO DO SR. PRESIDENTE DA UNIÃO DAS MUTUALIDADES PORTUGUESAS, DR. LUÍS ALBERTO DE SÁ E SILVA Protocolo de Cooperação entre Associação Nacional de Municípios Portugueses e Confederação Nacional das

Leia mais

I - Exposição de motivos

I - Exposição de motivos Projeto de Resolução n.º 14/XIII/1ª Recomenda ao Governo a criação de um programa de desenvolvimento social I - Exposição de motivos «Nos últimos quatro anos, Portugal viveu uma situação excecional e venceu-a;

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 14 de outubro de 2015. Série. Número 158

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 14 de outubro de 2015. Série. Número 158 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 14 de outubro de 15 Série Sumário SECRETARIAS REGIONAIS DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DA INCLUSÃO E ASSUNTOS Portaria n.º 187/15 Procede

Leia mais

Atelier Inclusão Social

Atelier Inclusão Social Atelier Inclusão Social Porto, 3 de setembro de 2013 ccdr-n.pt/norte2020 Atelier Inclusão Social: Estrutura de apresentação Sumário 1. Enquadramento Europeu: Próximo ciclo da Politica de Coesão 2. Investimentos

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO

NORMAS DE FUNCIONAMENTO NORMAS DE FUNCIONAMENTO Preâmbulo O Voluntariado é uma actividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária para com o próximo, participando de uma forma livre, responsável

Leia mais

União das Freguesias de Carregado e Cadafais. Loja Social do Carregado. Regulamento Interno. Preâmbulo

União das Freguesias de Carregado e Cadafais. Loja Social do Carregado. Regulamento Interno. Preâmbulo Preâmbulo A, no enquadramento legal do artigo 241º, da Constituição da República Portuguesa, e da Lei 75/2013, de 18 de Setembro, é um espaço dinamizado por um corpo de voluntários, com o apoio e promoção

Leia mais

. Protocolo de Cooperação 2011-2012.. Programa de Emergência Alimentar. Centro Distrital de Viseu Março de 2012

. Protocolo de Cooperação 2011-2012.. Programa de Emergência Alimentar. Centro Distrital de Viseu Março de 2012 . Protocolo de Cooperação 2011-2012. Programa de Emergência Alimentar Centro Distrital de Viseu Março de 2012 Celebrado em 17 de Janeiro 2012 entre o Ministério da Solidariedade e Segurança Social e as

Leia mais

Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa

Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa Centro Social Paroquial de Lustosa Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa 1. Identificação da Instituição: Centro Social Paroquial de Lustosa, NPC: 502431440, com sede em Alameda

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014

Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027. Portaria n.º 151/2014 Diário da República, 1.ª série N.º 145 30 de julho de 2014 4027 Portaria n.º 151/2014 de 30 de julho O Governo tem vindo a desenvolver uma estratégia nacional de combate ao desemprego jovem assente numa

Leia mais

Afirmamos desde a primeira hora a coesão Social como um desígnio Regional.

Afirmamos desde a primeira hora a coesão Social como um desígnio Regional. Inclusão e Assuntos Sociais No mandato que agora se inicia, coube-me a difícil mas honrosa tarefa de assumir a pasta da Inclusão e Assuntos Sociais, o que faço com enorme motivação e empenhamento. Questões

Leia mais

Modelo de Acordo de Cooperação. Creche

Modelo de Acordo de Cooperação. Creche Modelo de Acordo de Cooperação Creche Entre os outorgantes a seguir identificados: Primeiro outorgante: Instituto de Solidariedade e Segurança Social/Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social

Leia mais

UM OLHAR PARA O MUNDO RURAL DLBC - A NOVA ESTRATÉGIA PARA O TERRITÓRIO

UM OLHAR PARA O MUNDO RURAL DLBC - A NOVA ESTRATÉGIA PARA O TERRITÓRIO UM OLHAR PARA O MUNDO RURAL DLBC - A NOVA ESTRATÉGIA PARA O TERRITÓRIO LIMITES DO TERRITÓRIO DE INTERVENÇÃO CONSTRUÇÃO DA ESTRATÉGIA - Acordo Parceria 2020 - PDR 2014-2020 - PORA 2020 - PROT OVT - EIDT

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

LIGA DOS AMIGOS DO HOSPITAL Rampa do Hospital, nº 62 4600-001 Amarante PROPOSTA. Plano de Atividades e Orçamento para 2016

LIGA DOS AMIGOS DO HOSPITAL Rampa do Hospital, nº 62 4600-001 Amarante PROPOSTA. Plano de Atividades e Orçamento para 2016 LIGA DOS AMIGOS DO HOSPITAL Rampa do Hospital, nº 62 4600-001 Amarante PROPOSTA Plano de Atividades e Orçamento para 2016 Em cumprimento do disposto na alínea b) do artigo 33º dos Estatutos da Liga dos

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 NATURTEJO EMPRESA DE TURISMO - EIM MARÇO, CASTELO BRANCO 2013 Nos termos legais e estatutários, vimos submeter a apreciação da assembleia Geral o Relatório de Gestão, as contas,

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Juntos podemos fazer da solidariedade um compromisso Índice 1. O que é o Voluntariado? 3 2. Que organizações podem ser promotoras do Voluntariado? 3 3. O que é ser

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Batalha Relatório e Contas 2013 ANEXO

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Batalha Relatório e Contas 2013 ANEXO ANEXO 13 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Designação da entidade: Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Concelho da Batalha, PCUP 1.2 Sede: Batalha 2440-117 Batalha 1.3 - Natureza da actividade:

Leia mais

VISEU TERCEIRO. Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade. Normas de Acesso e Apoio. Enquadramento

VISEU TERCEIRO. Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade. Normas de Acesso e Apoio. Enquadramento VISEU TERCEIRO Programa de Apoio Direto à Cultura e Criatividade 2015 Normas de Acesso e Apoio Enquadramento A atividade de criação e programação exercida por entidades, grupos e pessoas singulares no

Leia mais

Programas de Apoio ao Investimento em Portugal - Síntese Zeta Advisors

Programas de Apoio ao Investimento em Portugal - Síntese Zeta Advisors Programas de Apoio ao Investimento em Portugal - Síntese Zeta Advisors 1 The way to get started is to quit talking and begin doing. Walt Disney Company ÍNDICE 1. Programa de Apoio ao Empreendedorismo e

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2014-2016. Revisão: Data: 24 Junho 2013. Página 1 de 8

PLANO ESTRATÉGICO 2014-2016. Revisão: Data: 24 Junho 2013. Página 1 de 8 PLANO ESTRATÉGICO 2014-2016 Revisão: Data: 24 Junho 2013 Elaborado por: Grupo SGQ Aprovado por: Mesa Administrativa Página 1 de 8 Índice 1. Introdução 3 2. Caracterização da Organização..3 3. Análise SWOT/FOFA..3

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6 PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2016 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 1. Princípios de Ação.4 2. Recursos Organizacionais.4 3. Recursos Humanos 5 4. Recursos Físicos

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Atribuição de Apoios Sociais. Formação Profissional

REGULAMENTO INTERNO. Atribuição de Apoios Sociais. Formação Profissional REGULAMENTO INTERNO Atribuição de Formação Profissional Elaborado em Junho de 2012 Introdução A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (A.P.P.A.C.D.M.) de Coimbra é uma Instituição

Leia mais

EDITAL N.º 42/2010. ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço:

EDITAL N.º 42/2010. ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço: EDITAL N.º 42/2010 ANTÓNIO LOPES BOGALHO, Presidente da Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço: Faz público, nos termos da alínea v), do n.º 1, do art. 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com

Leia mais

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SINES RELATÓRIO DE GESTÃO

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SINES RELATÓRIO DE GESTÃO SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SINES RELATÓRIO DE GESTÃO 2014 1 INTRODUÇÃO Nos dias de hoje, qualquer Instituição ou Entidade tem como dever a apresentação de contas, sendo esta apresentação da responsabilidade

Leia mais

PME Investe III Sector do Turismo

PME Investe III Sector do Turismo PME Investe III Sector do Turismo Linha de Apoio à Tesouraria Beneficiários Poderão beneficiar desta linha as empresas que: Tenham um volume de facturação anual inferior a 150 milhões de euros Desenvolvam

Leia mais

CAPITULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS. Artigo 1.º

CAPITULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS. Artigo 1.º - - CAPITULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS Artigo 1.º A Fundação P.e Félix, criada por iniciativa da Comunidade Católica de São Bernardo em 1989, na comemoração dos vinte e cinco anos da actividade pastoral

Leia mais

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de

Programa da Rede Social CLAS Mesão Frio. Plano de Acção. O Plano de Acção do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de O do CLAS de Mesão Frio é a componente do Plano de Desenvolvimento Social, onde estão definidos alguns Projectos (com o desejo de uma projecção num futuro próximo), a serem desenvolvidos para se concretizarem

Leia mais

Nota Introdutória Erro! Marcador não definido.

Nota Introdutória Erro! Marcador não definido. GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2015 ÍNDICE Nota Introdutória Erro! Marcador não definido. Ações Educação e Formação 2 Ação Social 3 Gestão Participada e Finanças 4 Saúde 5 Desporto 5 Juventude 6 Cultura 6 Turismo

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO

PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO PROPOSTA DE REGULAMENTO INTERNO VOLUNTARIOS SOCIAIS DO CONCELHO DE ALBERGARIA-A-VELHA - PROGRAMA ALBERGARIA SOLIDÁRIA NOTA JUSTIFICATIVA No âmbito de uma política social que se vem orientando para potenciar

Leia mais

Instrumentos de Gestão Previsional

Instrumentos de Gestão Previsional Instrumentos de Gestão Previsional Ano 2012 Relatório 1.Introdução Dando cumprimento ao artigo 40º da Lei 53-F/2006 de 29 de Dezembro, a Empresa Municipal, TEGEC Trancoso Eventos, EEM, vem apresentar os

Leia mais

Sessão de Divulgação - ALBUFEIRA

Sessão de Divulgação - ALBUFEIRA Sessão de Divulgação - ALBUFEIRA Entidade: Centro de Emprego de Loulé Tema: Apoios à de Empresas e Criação do Próprio Emprego IEFP,I.P. 1. O Plano de Negócios 2. Apoios à Criação do Próprio Emprego ou

Leia mais

micro-empresas e activid i a d de d ec e onómica c TAGUS, 24 de Janeiro de 2015

micro-empresas e activid i a d de d ec e onómica c TAGUS, 24 de Janeiro de 2015 micro-empresas e actividade económica TAGUS, 24 de Janeiro de 2015 20 anos Uma estratégia com o objectivo único de contribuirpara fixar população no interior do seu território. Combater o exodo rural e

Leia mais

Relatório de Atividades 2014 Relatório de Contas 2014 Associação EcoGerminar

Relatório de Atividades 2014 Relatório de Contas 2014 Associação EcoGerminar Relatório de Atividades 2014 Relatório de Contas 2014 Associação EcoGerminar Castelo Branco, 13 de fevereiro de 2015 1 Alguns dados de 2014 2 PROJETOS APOIADOS PELA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN 7 PESSOAS

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO 2016. Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental

PROGRAMA DE AÇÃO 2016. Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental PROGRAMA DE AÇÃO 2016 Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental ÍNDICE I - INTRODUÇÃO... 3 II EIXOS/OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 3 III AÇÕES E ATIVIDADES... 4 IV AVALIAÇÃO... 4 V

Leia mais

Sobre o combate à pobreza

Sobre o combate à pobreza PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar Projeto de Resolução nº 482/XI-1ª Sobre o combate à pobreza O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza assinala-se em Portugal num preocupante quadro

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Enquadramento Com base numa visão estratégica de desenvolvimento social que valorize a rentabilização dos recursos técnicos e financeiros

Leia mais

GUIA PORTUGAL 2020 QUEM? COMO? QUANDO? PORQUÊ? NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS 2014-2020 SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA

GUIA PORTUGAL 2020 QUEM? COMO? QUANDO? PORQUÊ? NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS 2014-2020 SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA GUIA PORTUGAL 2020 NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS 2014-2020 QUEM? COMO? QUANDO? PORQUÊ? www.f-iniciativas.com GUIA PORTUGAL 2020 QUEM? COMO? QUANDO? PORQUÊ? 1. O que é Portugal 2020 2. Metas para o Portugal

Leia mais

Medidas Ativas de Emprego. Leiria 19.09.2014

Medidas Ativas de Emprego. Leiria 19.09.2014 Medidas Ativas de Emprego Leiria 19.09.2014 Formação em TÉCNICAS DE PROCURA DE EMPREGO Formação VIDA ATIVA GARANTIA JOVEM MEDIDAS ATIVAS DE EMPREGO: Apoios à contratação Estágios Emprego Emprego Jovem

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO ALENTEJO

PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO ALENTEJO PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO ALENTEJO Alentejo 2020 Desafios Borba 17 de Dezembro de 2014 ALENTEJO Estrutura do Programa Operacional Regional do Alentejo 2014/2020 1 - Competitividade e Internacionalização

Leia mais

Plano de Atividades e Orçamento 2016 UDIPSS SETÚBAL

Plano de Atividades e Orçamento 2016 UDIPSS SETÚBAL Plano de Atividades e Orçamento 2016 ÍNDICE Plano de Atividades e Orçamento 2016 ÍNDICE... 1 1. MENSAGEM DA DIRECÇÃO... 2 2. VISÃO, MISSÃO E VALORES... 3 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS (atividades/ações)...

Leia mais

Newsletter n.º 26 Mar.2013 MICROSOFT APOIA LINKCITIES

Newsletter n.º 26 Mar.2013 MICROSOFT APOIA LINKCITIES Newsletter n.º 26 Mar.2013 MICROSOFT APOIA LINKCITIES A Microsoft deu a conhecer a Plataforma LinkCities propriedade da Link Think. Esta Plataforma liga as cidades e autarquias locais, através das suas

Leia mais

O que é o Portugal 2020?

O que é o Portugal 2020? O que é o Portugal 2020? Portugal 2020 é o novo ciclo de programação dos fundos europeus, que substitui o antigo QREN (Quadro Estratégico de Referência Nacional). Foi acordado entre Portugal e a Comissão

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1. Denominação e natureza A RUAS Recriar Universidade Alta e Sofia, adiante designada abreviadamente

Leia mais

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE 1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE I. Enquadramento A UGT regista o lançamento da Iniciativa Oportunidade para a Juventude em Dezembro de 2011 e, no âmbito

Leia mais

V I D A A T I V A. Emprego Qualificado. Desempregados. APOIO ÀS Start-Up`s

V I D A A T I V A. Emprego Qualificado. Desempregados. APOIO ÀS Start-Up`s V I D A A T I V A Formar e I n t e g r a r Emprego Qualificado Desempregados APOIO ÀS Start-Up`s APOIO AO EMPREENDEDORISMO Apresentar os elementos centrais da intervenção do IEFP no apoio ao Empreendedorismo:

Leia mais

Volta de Apoio ao Emprego 2014

Volta de Apoio ao Emprego 2014 Volta de Apoio ao Emprego 2014 Apoios ao Empreendedorismo 1. Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE) 2. Programa Investe Jovem 3.O Ninho de Empresas de Loulé 2014-10-23

Leia mais

Dinamização das Zonas Rurais

Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais A Abordagem LEADER A Europa investe nas Zonas Rurais As zonas rurais caracterizam-se por condições naturais e estruturais que, na maioria dos

Leia mais

Fiscalidade do Terceiro Setor. Donativos. Leonardo Marques dos Santos

Fiscalidade do Terceiro Setor. Donativos. Leonardo Marques dos Santos Fiscalidade do Terceiro Setor Donativos Leonardo Marques dos Santos Estado 3.º Setor Mercado Sociedade Civil Entidade Sociedade Enquadramento fiscal da entidade Enquadramento fiscal de quem se relaciona

Leia mais

1º Semestre Relatório e Contas 2010

1º Semestre Relatório e Contas 2010 1º Semestre Relatório e Contas 2010 Índice 02 Relatório de Gestão 02 Considerações Gerais 03 Situação Económico-Financeira 09 Demonstrações Financeiras 10 Balanço 11 Demonstração de Resultados por Natureza

Leia mais

Prólogo REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL

Prólogo REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL Prólogo O CLDS SERPE EnReDe, consiste numa estratégia de desenvolvimento social integrado visando a criação de respostas sociais inovadoras e sustentáveis que atendem às

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DE LISBOA Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 15/07/2008, 30/01/2012 e 8/08/2012 SAÚDE (LISBOA) ENTRADA EM VIGOR DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO EM 9/08/2012 NA REDAÇÃO DADA PELA DELIBERAÇÃO

Leia mais

Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal

Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal José Luís Albuquerque Subdirector-Geral do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS) VIII

Leia mais

FUNDOS EUROPEUS APOIAM INOVAÇÃO SOCIAL/EMPREENDEDORISMO SOCIAL

FUNDOS EUROPEUS APOIAM INOVAÇÃO SOCIAL/EMPREENDEDORISMO SOCIAL FUNDOS EUROPEUS APOIAM INOVAÇÃO SOCIAL/EMPREENDEDORISMO SOCIAL Rosa Maria Simões Vice-presidente do Conselho Diretivo Agência para o Desenvolvimento e Coesão, IP 8 de maio de 2014, Teatro Municipal do

Leia mais

REGULAMENTO DE INCENTIVOS À CRIAÇÃO DE EMPREGO E AO EMPREENDEDORISMO JOVEM - VERSÃO ATUALIZADA (DEZ/2014) -

REGULAMENTO DE INCENTIVOS À CRIAÇÃO DE EMPREGO E AO EMPREENDEDORISMO JOVEM - VERSÃO ATUALIZADA (DEZ/2014) - REGULAMENTO DE INCENTIVOS À CRIAÇÃO DE EMPREGO E AO EMPREENDEDORISMO JOVEM - VERSÃO ATUALIZADA (DEZ/2014) - PREÂMBULO A definição e implementação de uma política local promotora da dinamização da atividade

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS

PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO REGULAMENTO DO APOIO TÉCNICO À CRIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DE PROJETOS Portaria n.º 985/2009, de 4 de setembro, alterada pela Portaria n.º

Leia mais

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida.

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida. 1. APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A Casa do Povo de Alvalade foi criada em 1943, por grupo informal de pessoas, na tentativa de dar resposta às necessidades das pessoas que a esta se iam associando. Com o

Leia mais

Inovação Empresarial e Empreendedorismo

Inovação Empresarial e Empreendedorismo Inovação Empresarial e Empreendedorismo Portugal 2020 Programa Operacional INFEIRA GABINETE DE CONSULTADORIA, LDA. RUA DO MURADO, 535, 4536-902, MOZELOS 227 419 350 INFEIRA.PT 0 Tipologia de Projetos Na

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07

Leia mais

Casa do Povo de Vilarandelo. Plano de Ação 2015-2018

Casa do Povo de Vilarandelo. Plano de Ação 2015-2018 Plano de Ação 2015-2018 Eixo de Intervenção 1 Emprego, Formação e Qualificação a) Estabelecimento da Parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional, I.P., com o objetivo de facilitar os processos

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada

FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada Designação Estágios Emprego Considera-se estágio o desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho com o objetivo

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575 Artigo 20.º Oferta formativa e monitorização 1 A oferta formativa destinada aos activos desempregados é assegurada através de cursos de educação

Leia mais

POCI Aviso n.º3/si/2015 Programa Operacional Fatores de Competitividade INOVAÇÃO PRODUTIVA ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS BENEFICIÁRIOS

POCI Aviso n.º3/si/2015 Programa Operacional Fatores de Competitividade INOVAÇÃO PRODUTIVA ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS BENEFICIÁRIOS ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS POCI Aviso n.º3/si/2015 Programa Operacional Fatores de Competitividade INOVAÇÃO PRODUTIVA O objetivo específico deste concurso consiste em conceder apoios financeiros a projetos

Leia mais

VISÃO A CERCI Braga será uma entidade de referência no âmbito da inclusão social, proporcionando melhor qualidade de vida aos seus clientes.

VISÃO A CERCI Braga será uma entidade de referência no âmbito da inclusão social, proporcionando melhor qualidade de vida aos seus clientes. Ano: 2016 Instituição: CERCI Braga Caracterização Síntese: MISSÃO Contribuir para a congregação e articulação de esforços no sentido de melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência intelectual

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 1 INOVAÇÃO Ação 1.1 GRUPOS OPERACIONAIS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2013

RELATÓRIO DE GESTÃO 2013 RELATÓRIO DE GESTÃO 2013 NATURTEJO EMPRESA DE TURISMO - EIM MARÇO, CASTELO BRANCO 2014 Nos termos legais e estatutários, vimos submeter a apreciação da assembleia Geral o Relatório de Gestão, as contas,

Leia mais

EIXO 1 - Empreendedorismo, Empregabilidade e Educação

EIXO 1 - Empreendedorismo, Empregabilidade e Educação PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL de ODEMIRA 2014-2015 EIXO 1 - Empreendedorismo, Empregabilidade e Educação Promover o conhecimento e o acesso dos empresários aos apoios e incentivos no âmbito do empreendedorismo

Leia mais

EMISSOR: Presidência do Conselho de Ministros e Ministério da Economia e do Emprego

EMISSOR: Presidência do Conselho de Ministros e Ministério da Economia e do Emprego DATA: Segunda-feira, 31 de dezembro de 2012 NÚMERO: 252 SÉRIE I EMISSOR: Presidência do Conselho de Ministros e Ministério da Economia e do Emprego DIPLOMA: Portaria n.º 427/2012 SUMÁRIO: Regulamenta a

Leia mais

Quadro jurídico no sistema educativo português

Quadro jurídico no sistema educativo português I Simpósio Luso-Alemão sobre a Qualificação Profissional em Portugal - Oportunidades e Desafios Isilda Costa Fernandes SANA Lisboa Hotel, Av. Fontes Pereira de Melo 8, Lisboa 24 de novembro 2014 Contexto

Leia mais

Programa Operacional Competitividade e Internacionalização

Programa Operacional Competitividade e Internacionalização Programa Operacional Competitividade e Internacionalização Vale Inovação PSZ CONSULTING Maio 2015 Índice 1 O que é?... 2 1.1 Enquadramento... 2 1.2 Objetivos Específicos... 2 1.3 Âmbito Setorial... 2 1.4

Leia mais

0,6% para atualização de todos os acordos de cooperação relativos às respostas sociais constantes do Anexo I e II ao Protocolo de Cooperação.

0,6% para atualização de todos os acordos de cooperação relativos às respostas sociais constantes do Anexo I e II ao Protocolo de Cooperação. ADENDA PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO 2013-2014 ENTRE O MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL E A UNIÃO DAS MISERICORDIAS PORTUGUESAS, A CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES DE SOLIDARIEDADE

Leia mais

NOTÍCIAS À SEXTA 02.10.2015 INFORMAÇÕES DA CNIS

NOTÍCIAS À SEXTA 02.10.2015 INFORMAÇÕES DA CNIS INFORMAÇÕES DA CNIS Fonte: Estudo sobre o Acesso e a qualidade nos cuidados de saúde mental, Entidade Reguladora da Saúde, set.2015 REPRESENTAÇÃO ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 59 2015 11. Sistema de Incentivos Qualificação de PME

AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 59 2015 11. Sistema de Incentivos Qualificação de PME AVISO DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO Nº ALT20 59 2015 11 Sistema de Incentivos Qualificação de PME CONTRATAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS ALTAMENTE QUALIFICADOS DOMÍNIO DA COMPETITIVIDADE

Leia mais

XXXII PLENÁRIO DO CLAS DE CASCAIS

XXXII PLENÁRIO DO CLAS DE CASCAIS XXXII PLENÁRIO DO CLAS DE CASCAIS 11 Agosto 2015 Centro Cultural de Cascais Candidatura CLDS 3G Enquadramento Legal - CLDS Os Contratos Locais de Desenvolvimento Social de 3ª Geração (CLDS3G), atentos

Leia mais

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014

Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros. Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 Portugal 2020 e outros instrumentos financeiros Dinis Rodrigues, Direção-Geral de Energia e Geologia Matosinhos, 27 de fevereiro de 2014 O desafio Horizonte 2020 Compromissos Nacionais Metas UE-27 20%

Leia mais