Plano de Atividades Exercício de 2016

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1 Plano de Atividades Exercício de 2016 Plano de atividades para o exercício de

2 Prezados Irmãs e Irmãos, Com os cumprimentos da mais elevada solidariedade e nos termos legais e estatutários consignados na alínea c), n.º 1, do art.º 21.º, do Compromisso, a Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Braga submete à apreciação, discussão e votação da Assembleia Geral o Plano de Atividades e Orçamento, de Exploração Previsional e Investimentos, para o exercício de I. Órgãos Sociais Os Órgãos Sociais em exercício à data atual foram eleitos em Assembleia Geral de 22 de novembro de A Tomada de Posse dos Órgãos Sociais realizou-se em 14 de dezembro de 2014, após a Eucaristia dominical, com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2015, nos termos do Estatuto das Instituições Particulares de Solidariedade Social, revisto pelo Decreto-Lei 172-A/2014, de 14 de novembro. Em 5 de janeiro, em reunião da Mesa Administrativa, procedeu-se à eleição dos cargos de Provedor, Vice-Provedor, Tesoureiro e Secretário e à distribuição dos pelouros Plano de atividades para o exercício de

3 Mesa da Assembleia Geral: Presidente Secretário Secretário João Manuel Lobo de Araújo Horácio da Costa Azevedo Carlos Alberto da Silva Vilas Boas Suplente Maria Fernanda Guerreiro Martins Araújo Suplente Suplente Helena Cristina Pinto Lopes da Silva Francisco Gomes Mesa Administrativa: Provedor Vice-Provedor Secretário Tesoureiro Vogal Vogal Vogal Suplente Suplente Suplente Bernardo José Ferreira Reis Vítor Manuel do Lago Cruz Corais Domingos Silva Araújo Gastão Seara Rodrigues Sequeira Jorge Manuel Silva Santos José Alberto Braga de Sousa Ribeiro Isabel Maria Egydo Nobre Falcão de Carvalho Álvares Pereira Luís Guilherme de Andrade Ribeiro Marques da Fonseca Maria da Conceição Cruz Amorim Pinto Teresa de Jesus Lemos de Sousa Amorim Lopes Conselho Fiscal: Presidente Vogal Vogal Suplente Suplente Suplente Pedro José Pinheiro e Silva Júlio Augusto Lopes da Rocha Quintas José Luís da Rocha Melo Luís Manuel Bastos de Sousa Murilo David dos Santos Lima José Manuel de Andrade Ribeiro Plano de atividades para o exercício de

4 II. Introdução A data da fundação da Irmandade e Santa Casa da Misericórdia de Braga é ainda hoje desconhecida, embora estudos indiquem que tenha sido erigida em 1513 data em que o Arcebispo D. Diogo de Sousa deu licença à Misericórdia para se instalar na Capela de Jesus da Misericórdia, mandada construir na Sé pelo prelado, para seu mausoléu. As comemorações dos 500 anos celebrados em 2013 apoiaram-se num dos documentos conhecidos e mais antigos, emanado do cartório do rei D. Manuel I ( ), que revela que a Irmandade da Misericórdia de Braga já existia em Está registada como Instituição Particular de Solidariedade Social na Direção-Geral da Segurança Social no livro das Irmandades da Misericórdia, sob o n.º 17/1982, a folhas 31 e 31 verso, tendo adquirido automaticamente a natureza de Pessoa Coletiva de Utilidade Pública pelo Decreto-lei n.º 119/83, de 25 de fevereiro. A Misericórdia de Braga vem, através de quase cinco séculos de existência, a desenvolver diversas iniciativas e atividades na área social e de culto católico, inicialmente com maior incidência na área da saúde, através do Hospital de São Marcos, que em 2008 comemorou 500 anos de existência. A área da saúde foi privilegiada nos séc. XIX e XX, sendo o Hospital Distrital de São Marcos uma referência regional e nacional, mas que foi intervencionado através dos Decretos-Lei n.º 704/74 e n.º 618/75, tendo a gestão passado para o Ministério da Assistência e da Saúde. A Instituição viveu então uma fase económico-financeira muito difícil, tendo necessidade de recriar o seu espectro de atuação, virando-se para as respostas sociais e de solidariedade social. Em 2011, a saída do Hospital de Braga do espaço da Misericórdia para novas instalações gerou um novo desafio: encontrar ocupação para os 6 edifícios que constituem o complexo edificado do Hospital de São Marcos, cuja área construtiva é de m 2, em cerca de m 2 de área. Em 2015 concluiu-se a requalificação do Palácio do Raio em Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga, o que permitirá mostrar, a partir deste ano, o espólio histórico, cultural e artístico desta Irmandade aos interessados. A partir de 2015, o antigo QREN (Quadro Estratégico de Referência Nacional) foi substituído pelo Portugal 2020, que é o novo ciclo de programação dos fundos europeus. Foi acordado entre Portugal e a Comissão Europeia sob a forma de um Acordo de Parceria e reúne Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), Fundo de Coesão, Fundo Social Europeu (FSE), Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) e Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP). Neste acordo definem-se os princípios e objetivos da política de desenvolvimento económico, social e territorial que serão promovidos em Portugal com o apoio dos fundos europeus entre 2014 e Estes princípios de programação estão enquadrados na Estratégia Europa Portugal vai receber mais de 25 mil milhões de euros até 2020 e estes fundos serão divididos entre 16 Programas Operacionais, um pouco por todo o país. A Misericórdia de Braga iniciou, ou prevê iniciar, em 2015 três projetos novos, apoiados por fundos comunitários, os quais continuarão a ser desenvolvidos em 2016: - GIP Gabinete de inserção profissional; Plano de atividades para o exercício de

5 - CLDS 3G Contratos locais de desenvolvimento social 3G; - SAAS Serviço de atendimento e acompanhamento social; Este plano de atividades é flexível e aberto, poderá sempre ser enriquecido com todas as ajudas suscetíveis de contribuírem para a promoção e desenvolvimento da nossa Instituição, dentro de um espírito construtivo e solidário. III. Visão, Missão e Valores Visão Ambicionamos ser uma referência no âmbito dos serviços prestados, aumentando a satisfação dos nossos utentes / clientes e adequando as respostas sociais às necessidades da comunidade, de forma sustentável. Missão Praticar as 14 Obras de Misericórdia, lidas à luz da moderna doutrina social da Igreja, dando resposta às necessidades emergentes das crianças, idosos, suas famílias e comunidade em geral. Valores Dignidade, na aceitação e no respeito pela individualidade; Respeito, entre todas as partes interessadas; Confidencialidade, na informação e nos serviços prestados; Autonomia, na valorização das capacidades individuais; Imparcialidade, na promoção da igualdade de oportunidades; Inclusão, na comunidade e nas respostas da Organização; Solidariedade, na prestação dos serviços e nas relações profissionais. IV. Atividade A Misericórdia de Braga apoia diariamente cerca de 500 utentes, nas suas respostas sociais de apoio a idosos, a crianças e provisão de refeições a famílias carenciadas. As suas igrejas, capelas e cemitério, através da celebração eucarística diária nas nossas igrejas e outras práticas de culto católico acompanham também dezenas de pessoas. A Farmácia Social recebe milhares de clientes por mês e o seu excedente líquido, à semelhança das rendas e rendimentos financeiros, visam apoiar e assegurar a prática das Obras da Misericórdia. Em 7 de Junho de 2013 foi assinado o protocolo do CLDS+ Braga, Contrato local de desenvolvimento social Mais Braga, cuja atividade de combate à pobreza e exclusão social abrange todas as freguesias do Concelho de Braga e que decorreu até 6 de Junho de 2015; Plano de atividades para o exercício de

6 Em julho de 2015 foram submetidas candidaturas para um período de 3 anos, para o Serviço de atendimento e acompanhamento social e para o CLDS 3G Contrato local de desenvolvimento social, este último através da constituição de uma parceria em que a Misericórdia de Braga é responsável pela execução de um eixo. O Gabinete de inserção profissional iniciou a sua atividade em 15 de setembro de As ações previstas para o ano de 2016 assentam na continuidade das atividades desenvolvidas até então e dos protocolos de cooperação outorgados com a Segurança Social, no que respeita a crianças e à terceira idade. Dadas as perspetivas de agravamento das condições de vida das famílias, prevê-se a continuidade do fornecimento de refeições nas duas cantinas sociais. Plano de atividades para o exercício de

7 1. Infância A Misericórdia tem Protocolo de Cooperação outorgado para acolher 173 crianças até aos 3 anos, com o objetivo de apoiar a comunidade e contribuir para o desenvolvimento global de crianças, através da organização de diversas atividades que, simultaneamente, as ocupam e incentivam o seu desenvolvimento físico, psíquico e social. Os funcionários dos 2 equipamentos existentes executam diversas ações a fim de que cada criança realize exercícios de coordenação, atenção memória, imaginação e raciocínio para incentivar o seu desenvolvimento psicomotor e estimular o desenvolvimento socio-afetivo das crianças; promovem a segurança, a autoconfiança, autonomia e respeito pelo outro; e acompanham a evolução da criança e estabelecem contactos com os pais com o fim de se obter uma ação pedagógica coordenada. As atividades a desenvolver durante o ano letivo de 2015/2016 evidenciam continuidade face às desenvolvidas em anos transatos, destacando-se as atividades lúdico-pedagógicas que promovem a interação das crianças com a família e com a comunidade, a compreensão do meio natural e social que as rodeia, o espírito de interajuda e solidariedade, bem como a valorização das épocas festivas, tradições e práticas socioculturais da comunidade bracarense. 2. Terceira idade Esta Misericórdia, em parceria com o Estado, desenvolve serviços de acolhimento e apoio a idosos, através de 3 estruturas residenciais para idosos, 1 Centro de Dia e 1 Serviço de Apoio Domiciliário. Os Protocolos de Cooperação outorgados com a Segurança Social abrangem 124 idosos. São valorizadas as atividades culturais e de interação com a família e com a comunidade, que passam por sessões periódicas, realizadas no interior das instalações, ou outras atividades inseridas nos costumes e cultura da população, que visam a preservação da autonomia e o desenvolvimento de aptidões cognitivas, que fomentam a relação inter-relacional, com a comunidade e com outras instituições sociais, privilegiando o envelhecimento ativo. 3. Cantinas sociais As duas Cantinas Sociais visam combater o flagelo social que se tem vindo a acentuar, através do fornecimento de refeições quentes a famílias carenciadas. Em Setembro de 2011 iniciou-se o apoio a famílias através do fornecimento de refeições gratuitas na Cantina Social de Abade da Loureira, cujo espaço foi adaptado para o efeito. Inserido no programa de responsabilidade social, o Grupo Primavera BSS decidiu doar 50 mil euros por ano até Setembro de A partir desta data, o Grupo Primavera BSS continua a apoiar o projeto durante mais 3 anos, embora de montante inferior: 10 mil euros em 2015, 7,5 mil euros em 2016 e 5 mil euros em Para o período de 2016, prevê-se o fornecimento de 100 refeições por dia, em dias úteis, durante os 12 meses do ano, perspetivando-se a manutenção de 80 refeições ao abrigo do Programa de emergência Alimentar e 20 com o apoio de mecenas e com fundos próprios. O orçamento prevê a continuidade do Programa de Emergência Alimentar durante todo o ano cujo apoio por refeição é de 2,5. Plano de atividades para o exercício de

8 Em 19 de Julho de 2012 foi inaugurada a Cantina Social Veiga do Penso, dentro do Programa de Emergência Alimentar (PEA), cujo início de fornecimento de refeições reporta a 2 de Julho desse ano. Está prevista a obtenção de receitas por refeição de 0,25 ou 0,50, oriundas dos utentes que tenham disponibilidade financeira para a sua comparticipação. As refeições são fornecidas na antiga escola primária de Penso Santo Estêvão, o investimento na recuperação e adaptação do espaço foi a expensas da Junta de Freguesia de Penso Santo Estêvão e os equipamentos da cozinha e sala de refeições foram doados e vieram do Hospital de São Marcos. Asseguram o funcionamento corrente da Cantina Social as Freguesias e Uniões de Freguesias parceiras do projeto. O Programa de Emergência Alimentar (PEA) contemplado no contrato outorgado, entre o Centro Distrital da Segurança Social de Braga e Santa Casa da Misericórdia de Braga, prevê capacidade máxima comparticipada pela Segurança Social de 100 refeições por dia, em dias úteis. O Orçamento de 2016 prevê que este apoio decorra durante os 12 meses do ano, com apoio financeiro de 2,5 por refeição. 4. GIP Gabinete de inserção profissional É um serviço credenciado pelo IEFP para prestar apoio a jovens e adultos desempregados no percurso de inserção ou reinserção no mercado de trabalho, em estreita cooperação com as unidades locais do IEFP Centros de Emprego e Formação Profissional e Centros de Emprego. Os objetivos do GIP são: Complementar a atividade do serviço público de emprego, numa lógica de proximidade, garantindo o desenvolvimento das ações contratualizadas com os serviços de emprego; Reforçar o apoio aos desempregados e outros grupos em situação de desfavorecimento na definição ou desenvolvimento do seu percurso de inserção ou reinserção no mercado de trabalho; Promover o acesso às oportunidades educativas e formativas; Desenvolver uma atitude empreendedora de abordagem ao mercado de trabalho; O início do GIP reporta a 15 de setembro de 2015, o contrato prevê a duração de um ano e é renovável automaticamente duas vezes por igual período. A Misericórdia compromete-se a desenvolver as seguintes atividades e a alcançar os seguintes objetivos previstos no contrato de objetivos outorgado: Plano de atividades para o exercício de

9 PT: postos de trabalho Para a prossecução das atividades contratualizadas, o GIP pode beneficiar dos seguintes apoios: 1. Adaptação de instalações e aquisição de equipamentos: Subsídio não reembolsável por período de autorização de funcionamento (três anos), até ao montante de 5.000; 2. Despesas de funcionamento: Subsídio anual não reembolsável no valor de 3 IAS*= 1.257,66 Subsídio anual não reembolsável, para comparticipação na retribuição da animadora / funcionária: até ao até ao limite de 24 IAS = ,28 (regime de funcionamento a tempo inteiro); De entre as despesas não elegíveis destacam-se as contribuições para a Segurança social, seguros de acidentes de trabalho, subsídio de refeições, ajudas de custo, despesas de transporte e trabalho extraordinário. A funcionária afeta ao projeto foi readmitida pela Misericórdia para o efeito em 15 de setembro e apresenta experiência relevante pois até 6 de junho de 2015 era funcionária da Misericórdia afeta ao CLDS+ Braga. 5. SAAS serviço de atendimento e acompanhamento social Desde 20 de janeiro de 2015 que a Misericórdia desenvolve um projeto piloto de atendimento social, cujo término inicialmente previsto era de 30 de junho e que foi renovado para o período compreendido entre 1 de julho e 30 de setembro, e novamente para o período reportado ao mês de outubro, enquanto é analisada uma candidatura submetida em julho e que prevê um contrato de três anos. O SAAS insere-se na RLIS rede local de intervenção social e visa apoiar os indivíduos em situação de vulnerabilidade social, através de ações de atendimento e acompanhamento de pessoas e Plano de atividades para o exercício de

10 famílias em situação de vulnerabilidade e exclusão social, bem como de emergência social e abrangerá a população de S. Vicente e de S. Vítor, na cidade de Braga. Pretende-se com o SAAS: Potenciar a concertação da atuação dos diversos organismos e entidades envolvidas; Assegurar a coordenação eficiente de todos os agentes, meios e recursos; Promover o desenvolvimento de mecanismos e estratégias no âmbito da intervenção social; Reforçar a plataforma de colaboração estabelecida com as entidades que localmente prestam serviços no âmbito da ação social; Promover plataformas de colaboração com as entidades da administração local e central com intervenção em áreas complementares ao âmbito da ação social; Assegurar o atendimento e acompanhamento social das situações de vulnerabilidade, nomeadamente através da gestão, a nível local, dos programas criados para esse efeito; Promover iniciativas de experimentação social que se constituam como novas abordagens de resposta a problemas emergentes identificados nos territórios; Concertar a ação de todas as entidades públicas e privadas, estruturas e programas de intervenção na área das crianças e jovens em risco, de modo a reforçar estratégias de cooperação e de racionalização de recursos. Até fim de outubro de 2015 estão afetas três funcionárias licenciadas admitidas para o projeto em janeiro, sendo que as técnicas estão a exercer a tempo integral e a coordenadora trabalha a tempo parcial confirme previsto em regulamentos do Projeto. A candidatura submetida em julho para um triénio prevê que os recursos humanos afetos sejam constituídos por cinco pessoas licenciadas. A candidatura submetida prevê gastos globais no valor de 434 mil euros, dos quais 319 mil reportam a gastos com pessoal e honorários, 77 mil reporta a gastos diretos com o desenvolvimento das ações e 38 mil dizem respeito a encargos gerais de funcionamento. Este projeto prevê o reembolso não reembolsável dos gastos correntes com a execução do projeto, dentro dos limites de gastos médios mensais com pessoal de 10,3 mil euros e outras despesas e gastos médios mensais de 3,2 mil euros, e não prevê reembolso da compensação por cessação de contrato de trabalho. 6. CLDS 3G Contrato local de desenvolvimento social Em julho foi submetida uma candidatura em parceria com a Cáritas Arquidiocesana de Braga e com o Centro social Paroquial de Santo Adrião, em que a Cáritas Arquidiocesana de Braga é a entidade coordenadora, para implementação durante um período de 36 meses no concelho de Braga. Esta tipologia tem como objetivo promover a inclusão social dos cidadãos, através de ações a executar em parceria, por forma a combater a pobreza persistente e a exclusão social. Pretende-se, assim: Promover a criação de circuitos de produção, divulgação e comercialização de produtos locais e ou regionais de modo a potenciar o território e a empregabilidade; Promover o desenvolvimento de instrumentos facilitadores tendo em vista a mobilidade de pessoas a serviços de utilidade pública, a nível local, reduzindo o isolamento e a exclusão social; Plano de atividades para o exercício de

11 Promover o desenvolvimento de instrumentos capacitadores das instituições da economia social promovendo a implementação de serviços partilhados, que permitam uma maior racionalidade de recursos e a eficácia de gestão; Promover a inclusão social dos cidadãos, de forma multissectorial e integrada, através de ações, a executar em parceria, que permitam contribuir para o aumento da empregabilidade, para o combate a situações críticas de pobreza, particularmente infantil, da exclusão social de territórios vulneráveis, envelhecidos ou fortemente atingidos por calamidades; Promover a concretização de medidas que promovam a inclusão ativa das pessoas com deficiência e incapacidade, bem como a capacitação das instituições. A Santa Casa da Misericórdia é entidade executora das ações do eixo 3 - capacitação da comunidade e das instituições, cujo objetivo é capacitar os agentes locais, como alavanca de desenvolvimento e coesão territorial. A colaboradora afeta ao projeto é readmitida pela Misericórdia para o efeito e apresenta experiência relevante pois até 6 de junho de 2015 era funcionária da Misericórdia afeta ao CLDS+ Braga. A candidatura global submetida prevê gastos globais no valor de 406 mil euros, dos quais 339 mil reportam a gastos com pessoal e honorários, 45 mil reporta a gastos diretos com o desenvolvimento das ações e 22 mil dizem respeito a encargos gerais de funcionamento. Para o desenvolvimento das ações do eixo 3, prevê-se gastos, para o triénio, no valor de 107 mil euros, suportados pela Misericórdia de Braga, entidade executora, e pela Cáritas Arquidiocesana enquanto entidade coordenadora. Os gastos suportados diretamente pela Misericórdia de Braga durante os 36 meses perspetivamse que sejam de 78 mil euros, dos quais 63 mil reportam a gastos com pessoal e honorários, 8,4 mil reporta a gastos diretos com o desenvolvimento das ações e 6,4 mil dizem respeito a encargos gerais de funcionamento. Os apoios revestem a natureza de subvenção não reembolsável, assumindo, a modalidade de reembolso de custos elegíveis efetivamente incorridos e pagos, e não é reembolsável a compensação por cessação de contrato de trabalho. 7. Culto católico e assistência espiritual Esta Irmandade é uma associação privada de fiéis, que, sob a invocação de Nossa Senhora da Misericórdia, sua Patrona, e de harmonia com o seu espírito tradicional, mantém o culto divino nas suas Capelas e Igrejas e exerce todas as orientações e atividades religiosas, estatutariamente estabelecidas, salientando-se o valioso contributo para as Solenidades da Quaresma e da Semana Santa. 8. Atividade cultural Esta Misericórdia mantém presente a arte e a cultura multissecular, pelo que em harmonia com o Compromisso, continuará a desenvolver ações para divulgação do espólio histórico e cultural da Instituição, das Misericórdias e do culto católico: Publicação do Boletim Misericórdia de Braga ; Plano de atividades para o exercício de

12 Publicação da Revista da Misericórdia de Braga ; Concertos da Páscoa e do Natal e Exposição anual temática. Em Fevereiro de 2014 constitui-se o Coro da Santa Casa da Misericórdia de Braga, o qual surgiu da solicitação de diversos funcionários da Instituição. O coro conta com a participação de mais de 40 pessoas, colaboradores e irmãos da Misericórdia, e constitui um elemento de coesão e integração enquanto elo de união e forma de viver, ao mesmo tempo que se traduz numa nova abordagem da prática das 14 Obras da Misericórdia e um novo foco de dinamização cultural da Misericórdia e da Comunidade. Dada a boa aceitação desta nova resposta social, perspetiva-se a continuidade do coro, dos seus ensaios e novos desafios de interação social e cultural. Com esta iniciativa procura-se dar visibilidade institucional e promover a coesão solidária para se prestar um serviço humanitário de maior valia. 9. Património histórico, artístico e cultural A reabilitação do Palácio do Raio em Centro Interpretativo constitui um marco importante na preservação do património histórico, artístico e cultural, imóvel e móvel. Tem como principais objetivos a recuperação do edifício com vista a assegurar a sua conservação patrimonial e garantir a segurança de pessoas e bens, e a criação de um espaço que reúna as características necessárias e adequadas para a instalação de grande parte do espólio que a Misericórdia de Braga detêm e que se encontra todo ele inventariado e em bom estado de conversação, fruto do cuidado que a instituição sempre teve ao longo dos anos em recuperar, manter e preservar o seu património móvel e imóvel. A criação do Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga, além de expor o espólio, permite dar a conhecer a sua história, missão e trabalhos realizados. Pretende-se que este seja um espaço de todos e para todos os que o pretendam estudar, investigar ou apenas apreciar o conjunto patrimonial que é constituído pelo imóvel e pelo espólio que aí virá a ser instalado. A Mesa Administrativa da Misericórdia de Braga entende que, dando cumprimento à sua Missão, o seu acervo patrimonial e a riqueza histórico-cultural que lhe está associada, deverá estar ao alcance, ou ser de livre fruição, por todos os utilizadores, sem qualquer contrapartida ou direito de acesso, sendo esta a via mais adequada para garantir a desejada transmissão para o futuro da memória e desses mesmos bens culturais. Para o desenvolvimento das suas atividades, contará com 4 funcionários. 10. Património rústico e urbano Os rendimentos do património têm historicamente constituído uma fonte de financiamento muito importante para o desenvolvimento das atividades indispensáveis ao cumprimento da Missão. A Mesa Administrativa confronta-se atualmente com a redução significativa desses rendimentos, resultantes de deixar de receber as rendas do Hospital de São Marcos, e com o aumento das necessidades das famílias e da comunidade resultado da situação de crise financeira, social e de valores. Plano de atividades para o exercício de

13 Em 28 de dezembro de 2012 foi formalizada a entrega do complexo do Hospital de São Marcos, nas Sede da Irmandade e Santa Casa da Misericórdia de Braga. O Auto de Entrega do Complexo do Hospital de São Marcos foi assinado pelo Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde do Norte, I.P., o Dr. Luís António Castanheira Nunes e pelo Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, Dr. Bernardo José Ferreira Reis, em representação das entidades. Por acordo entre as partes, a Administração Regional de Saúde do Norte, I.P. pagou à Misericórdia a quantia de euros correspondente a 7 meses de renda, respeitante ao período de tempo compreendido entre 1 de junho e 31 de dezembro de Nesse encontro, foi também assinado um Acordo de Compromisso entre a Administração Regional de Saúde do Norte, I.P. e a Santa Casa da Misericórdia de Braga, pelo qual as partes se comprometem a celebrar os seguintes acordos: Acordo de Cooperação para a prestação de consultas e tratamentos em ambulatório na área da Medicina Física e Reabilitação, a entrar em vigor em 1 de janeiro de 2014; Acordo de Cooperação para as Redes de Cuidados Continuados e de Cuidados Paliativos no montante global de 80 camas, a entrar em vigor em 1 de janeiro de Em 16 de dezembro de 2014 foi assinado o Compromisso de Cooperação para o Setor Solidário e Social para o biénio , pelos Ministros da Saúde, da Educação e Ciência e da Solidariedade, Emprego e Segurança social e pelos Presidentes da União das Misericórdias Portuguesas, Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade e da União das Mutualidades Portuguesas. Pela primeira vez é assinado pelos três ministros ligados à área das Misericórdias, o que reforça a segurança da Misericórdia para avançar com os protocolos pendentes, uma vez que não fomos contemplados atempadamente pelo QREN ON.2, face ao exíguo prazo de tempo, pois o projeto estava preparado há muito, na sua globalidade e em todas as especialidades. O protocolo agora assinado mantém oitenta camas a abrir em 2016 mas para avançar é necessário sermos contemplados, para a reabilitação do edificado, pelos fundos comunitários Portugal O Orçamento de 2016 não inclui a concretização destes acordos, pois previamente deverão ocorrer despesas de adaptação do espaço necessário e aguarda-se a abertura de programas europeus com comparticipação sob a forma de ajuda não reembolsável para esta tipologia de projetos. Constitui um desafio a rentabilização do Complexo do Hospital de São Marcos, dentro de um novo projeto de ocupação dos espaço, pois haverá que pensar no melhor enquadramento para a Misericórdia de Braga e também para a cidade, dentro da sustentabilidade e das soluções parciais, desde que não sejam concorrenciais. 11. Farmácia social A atividade desenvolvida na Farmácia social da Misericórdia constitui, desde a sua fundação, uma referência para a comunidade bracarense. A qualidade dos serviços prestados é reconhecida na comunidade médica e pelos utentes, razão pela qual os seus serviços técnicos são bastantes requisitados, não só no que respeita a manuseamento de manipulados, como também no aconselhamento de fármacos, cuidados básicos de saúde, nutrição e higiene, administração de injetáveis, e outros. Plano de atividades para o exercício de

14 Os proventos oriundos desta atividade contribuem para a sustentabilidade financeira da Instituição, considerando que as respostas sociais são quase todas deficitárias, e para a melhoria contínua dos serviços prestados pelas respostas sociais desenvolvidas. Desde o último trimestre de 2013 que se assiste a um incremento do volume de negócios, tendência que se tem vindo a consolidar em 2014 e em 2015, e a traduzir-se em volume de vendas até setembro de 1,5 milhões de euros. Estão estimadas para 2016 vendas ao nível de 2015, assente na melhoria contínua dos serviços de atendimento. 12. Outras atividades A Mesa Administrativa, bem como os diversos departamentos desenvolvem diversas atividades ainda não elencadas, executadas em consonância com o Compromisso e em parceria com outras Instituições da Comunidade, que muito contribuem para o prestígio desta Irmandade das quais se destaca a participação nas diversas atividades da UMP União das Misericórdias Portuguesas. V. Recursos humanos Os funcionários são o pilar de qualquer organização, pelo que só através de uma boa gestão dos recursos humanos se consegue dinamizar a Instituição e posicioná-la em níveis de qualidade exigidos. A aposta da Instituição é na qualificação dos funcionários, dado que não se prevê variação significativa no Quadro de Pessoal, com exceção do incremento de funcionários associados à necessidade de pessoal para desenvolvimento dos projetos, mas apenas substituição de funcionários que eventualmente se desvinculem da Instituição. Para o desenvolvimento das atividades em 2016 a Misericórdia prevê o apoio de 138 colaboradores: Plano de atividades para o exercício de

15 Total Ação direta Comuns Estágio IEFP Administração 6 6 Creche Rainha Sta. Isabel Creche Rainha D. Leonor Cantina Social Veiga do Penso Lar D. Diogo de Sousa Lar N. Sra. Da M isericórdia Centro de Dia 2 2 Cozinha Lar Nevarte Gulbenkian 6 6 Lar Nevarte Gulbenkian Culto 3 3 Farmácia Cozinha Creches 3 3 Comuns 2 2 Serviço de apoio domiciliário 3 3 Cozinha Sta. Tecla 5 5 CLDS3G Braga 1 1 Cantina Social Abade da Loureira 1 1 SAAS - RLIS 5 5 GIP - Gab. Inser. Profissional 1 1 CIM M B - Palácio do Raio 4 4 Património 1 1 T o tal Ciente do exigência crescente, prevê-se intensificar a criação das condições que assegurem a continuidade da racionalização dos recursos humanos, promover a sua qualificação e valorização, através da formação profissional para o desiderato da modernidade apoiada nas boas práticas, tendo sempre presente valorizar a qualidade de prestação de serviço aos utentes/clientes, crianças e idosos, promover maior qualificação das respostas sociais, desenvolver competências pessoais e sociais dos funcionários. Dar-se-á continuidade às ações de Formação Modular Certificada, organizadas pela União das Misericórdias Portuguesas, relacionadas com os cuidados prestados aos utentes. Os funcionários da Farmácia Social frequentarão formação em novas abordagens terapêuticas e de reciclagem de informação. Ao nível administrativo, dar-se-á ênfase à evolução da Economia Social e o papel da Instituição, às novas práticas contabilísticas, fiscais e laborais, bem como ações de auditoria e controlo interno. A par da formação formal, haverá também a partilha dos conhecimentos pelos diversos colegas afetos às atividades. Pretende-se também promover a Segurança e Saúde no Trabalho através do desenvolvimento de sensibilidades de forma a assegurar um ambiente de trabalho, seguro e saudável, para os colaboradores, incentivando-os a zelarem pela sua segurança, identificando e comunicando todas as situações de risco. Plano de atividades para o exercício de

16 Foi iniciado em 2013 o Processo de Certificação de Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS European Quality Assurance for Social Services, com a UMP União das Misericórdias Portuguesas, para algumas das respostas sociais, o qual terá um desenvolvimento progressivo face aos meios disponíveis. VI. Investimentos Nos últimos anos tem-se feito um grande esforço, dirigido para a recuperação e conservação do património, móvel e imóvel, não descurando a acentuada melhoria da qualidade das respostas sociais, com equilíbrio e sentido de objetividade. A Misericórdia de Braga prosseguirá com a recuperação do seu património imóvel e móvel, não esquecendo que é nossa obrigação recuperar e conservar o que nos foi legado pelos nossos antepassados. É de referir que o património afeto ao culto e às respostas sociais estará praticamente todo recuperado, ficando a restar uma parte do património móvel e os têxteis das Igrejas do Hospital e da Misericórdia. Está previsto investimento em equipamento básico e outros, que visam a substituição de equipamentos obsoletos e em fim de vida. Os investimentos previstos para 2016 são: Descrição Valor Equipamento básico e administrativo diverso ,00 Total ,00 VII. Financiamento O investimento para 2016 prevê-se que seja financiado com fundos próprios: Descrição Valor Fundos próprios Equipamento básico e administrativo diverso , ,00 Total , ,00 O valor em dívida associado ao Banco BPI, SA e ao Fundo J.E.S.S.I.C.A. ascende a 1,2 milhões de euros, e estão estimados para o ano de 2016 gastos de financiamento de 22 mil euros. Conforme estipulado no respetivo contrato, o reembolso de capital terá início em 30 de março de VIII. Análise económico-financeira O resultado líquido previsional para 2016 é negativo em 155 mil euros, destacando-se: Plano de atividades para o exercício de

17 Com a conclusão da empreitada do CIMMB Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga e início da utilização do espaço, há a registar um resultado líquido negativo previsto em 180 mil euros: o As depreciações e amortização do exercício (242 mil euros); o O registo dos ganhos decorrentes da comparticipação do ON.2 (70% das depreciações e amortizações, 169 mil euros); o Gastos com pessoal: 63 mil euros; o Outros gastos de funcionamento: 22 mil euros; o Gastos de financiamento: 22 mil euros; Para o culto perspetiva-se um resultado líquido negativo em 109 mil euros, fortemente influenciado pelas depreciações, 61 mil euros, relacionada com a recuperação das igrejas. A redução do valor do donativo do Grupo Primavera BSS, para 7,5 mil euros e o facto de não estar previsto qualquer donativo do Hospital de Braga, traduz-se numa redução de financiamento significativo da atividade da Cantina Social de Abade da Loureira o que, para um total de 100 refeições por dia provisionadas nessa Cantina (80 refeições são comparticipadas pelo Programa de Emergência Alimentar), traduz-se num resultado líquido desta resposta social prevê-se que seja negativo em 25 mil euros. Têm-se assistido, durante o último trimestre de 2013 e durante o ano de 2014 e 2015, a um incremento do volume de negócios da Farmácia Social, o que nos permite concluir pela inversão da queda de vendas que ocorre desde 2011 (com a saída do Hospital) e a retoma das vendas e serviços da Farmácia para valores de 2 milhões de euros, e que origina resultados líquidos no montante de 172 mil euros. O total dos rendimentos é de 4,8 milhões de euros, dos quais 41% respeitam a réditos da farmácia, 27% a comparticipações da Segurança Social, do IEFP Instituto de Emprego e da Formação Profissional e dos projetos financiados (GIP, CLDS 3G e SAAS), e 22% são as mensalidades e refeições pagas pelos utentes. Em 2016 regista-se ganhos em subsídios ao investimento no valor de 177 mil euros, dos quais 169 mil euros respeitam ao registo do ganho que compensa as depreciações e amortizações do exercício do Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga, comparticipado em 70% a fundos perdidos. Os gastos mais significativos decorrem dos gastos com pessoal em 2,07 milhões de euros, que representam 41% do total de gastos, o que reflete a natureza dos serviços de mão de obra intensiva; O custo das mercadorias e matérias consumidas na Farmácia representa 36%. Plano de atividades para o exercício de

18 Ao nível de gastos com pessoal destaca-se o aumento recente do número de funcionários, que decorre de: Admissão de três funcionários para o Centro Interpretativo das memórias da Misericórdia de Braga. Readmissão de uma funcionária para o desenvolvimento do GIP gabinete de inserção profissional. Readmissão de um funcionário para o desenvolvimento do CLDS 3G Contrato local de desenvolvimento social. Readmissão / admissão de 5 funcionários para o desenvolvimento do SAAS serviço de atendimento e acompanhamento social. A previsão de fornecimentos e serviços externos é de 618 mil euros, destacando-se a verba prevista para subcontratação de refeições de 120 mil euros, o gás em 84 mil euros, a eletricidade em 73 mil euros e a conservação e reparação em 64 mil euros. As depreciações e amortizações do exercício situar-se-ão em 484 mil euros: 242 mil euros relacionado com o Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga, 61 respeitam às igrejas e 52 reportam ao Lar Nevarte Gulbenkian. O Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos, e expuragando os ganhos decorrentes dos subsídios ao investimento são positivos em 174 mil euros. Consciente das dificuldades com que nos deparamos, devido às novas orientações regulamentares, por força da legislação em constante modificação e por exigência dos Serviços Técnicos da Segurança Social, mas contando com o apoio e empenhamento de todos, Irmãs e Irmãos, a Mesa Administrativa submete nos termos legais e estatutários, à aprovação superior da Assembleia Geral o Plano de Atividades e Orçamento para o ano de IX. Agradecimentos A Mesa Administrativa manifesta a sua satisfação por verificar que o trabalho continua a merecer o empenho de muitas pessoas, agradece e felicita a todos quantos têm contribuído dentro das suas competências e responsabilidade para o crescimento e desenvolvimento harmonioso de toda a atividade. Este agradecimento é também extensivo a todos aqueles que sempre foram solicitados, para servir esta Instituição de tão nobres e seculares tradições, como é a Santa Casa da Misericórdia de Braga, e nunca deixaram de marcar presença. A Mesa Administrativa muito reconhecida agradece a Sua Excelentíssima Reverendíssima o Senhor Arcebispo Primaz, e a todos os membros dos Órgãos Sociais, aos funcionários e a todos os anónimos, o carinho, a amizade a disponibilidade e o empenho que dedicaram à Santa Casa da Misericórdia. À Direção do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Braga, uma palavra de reconhecimento pelo apoio inexcedível concedido ao longo do exercício findo e também à Câmara Municipal de Braga umas palavras de agradecimento. Plano de atividades para o exercício de

19 A Mesa Administrativa manifesta o apreço e estímulo a todos os colaboradores, que com eficiência e dedicação contribuem para alcançar os objetivos e cumprir a Missão, dentro do espírito das catorze Obras da Misericórdia. Braga, 28 de outubro de A Mesa Administrativa, CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL POR NATUREZAS ORÇAMENTO DO ANO 2016 RENDIMENTOS E GASTOS Unidade Monetária: Euros ORÇAMENTO Orça Orça Vendas e serviços prestados , ,00 Subsídios, doações e legados à exploração , ,07 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas ( ,33) ( ,00) Fornecimentos e serviços externos ( ,14) ( ,98) Gastos com o pessoal ( ,71) ( ,83) Outros rendimentos e ganhos , ,40 Outros gastos e perdas (30 245,00) (26 222,50) Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos , ,16 Gastos/reversões de depreciação e de amortização ( ,61) ( ,36) Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) ( ,06) ( ,20) Juros e gastos similares suportados (21 529,50) (27 941,31) Resultados antes de impostos ( ,56) ( ,51) Imposto sobre o rendimento do período - (31 115,29) Resultado líquido do período ( ,56) ( ,80) Total de rendimentos , ,47 Total de gastos ( ,29) ( ,27) Braga, 28 de outubro de A Mesa Administrativa, Plano de atividades para o exercício de

20 ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS ANO 2016 CÓDIGO DAS CONTAS DESIGNAÇÃO Autofinanciamento Subsídios Subsídios outras entidades Outros financiamentos Unidade Monetária: Euros Total Ativos fixos tangíveis , , Ativos fixos tangíveis em curso Bens do património artístico e cultural Propriedades de investimento - Ativos intangíveis - 41 Investimentos financeiros - 26 Fundadores / beneméritos / patrocinadores / doadores / associados / membros Total de investimentos , ,00 - ORÇAMENTO DE DESINVESTIMENTOS ANO 2016 CÓDIGO DAS CONTAS Unidade Monetária: Euros DESIGNAÇÃO Valor Total Ativos fixos tangíveis 453 Ativos fixos tangíveis em curso 432 Bens do património artístico e cultural Propriedades de investimento Ativos intangíveis 41 Investimentos financeiros 26 Fundadores / beneméritos / patrocinadores /doadores / associados / membros Total de desinvestimentos - - Observações: Braga, 28 de outubro de A Mesa Administrativa, Plano de atividades para o exercício de

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