COLÉGIO ESTADUAL JOÃO MANOEL MONDRONE ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO, PROFISSIONAL E NORMAL MEDIANEIRA - PARANÁ PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

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1 COLÉGIO ESTADUAL JOÃO MANOEL MONDRONE ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO, PROFISSIONAL E NORMAL MEDIANEIRA - PARANÁ PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO MEDIANEIRA - PARANÁ 2013

2 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO IDENTIFICAÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DO COLÉGIO DADOS HISTÓRICOS REGIMENTO ESCOLAR ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E PRÁTICA PEDAGÓGICA ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS MATRÍCULAS RECURSOS HUMANOS: RECURSOS FÍSICOS: RECURSOS (MATERIAIS) PEDAGÓGICOS: DIAGNÓSTICO: ÍNDICES DE APROVAÇÃO E REPROVAÇÃO ORGANIZAÇÃO DA HORA-ATIVIDADE INCLUSÃO DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL CONCEITUAÇÃO CONCEPÇÃO DE HOMEM E MUNDO CONCEPÇÃO DE SOCIEDADE, CULTURA E CIDADANIA CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO E ENSINO-APRENDIZAGEM CONCEPÇÃO DE CONHECIMENTO E TECNOLOGIA CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO RECUPERAÇÃO PARALELA CONSELHO DE CLASSE OBJETIVOS DA ESCOLA MATRIZES CURRICULARES OPERACIONALIZAÇÃO PLANEJAMENTO DAS AÇÕES DA ESCOLA PLANO DE AÇÃO DA EQUIPE DE DIREÇÃO PLANO DE AÇÃO - EQUIPE PEDAGÓGICA PLANO DE AÇÃO DA EQUIPE DE FUNCIONÁRIOS QUE ATUAM NAS ÁREAS DE MANUTENÇÃO DE INFRAESTRUTURA ESCOLAR E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E INTERAÇÃO COM O EDUCANDO PLANO DE AÇÃO - PROGRAMA BRIGADAS ESCOLARES DEFESA CIVIL NA ESCOLA GESTÃO DEMOCRÁTICA INSTÂNCIAS COLEGIADAS CALENDÁRIO ESCOLAR POLÍTICAS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS...85

3 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR DESAFIOS EDUCACIONAIS CONTEMPORÂNEOS TV PAULO FREIRE PDE PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PATRULHA ESCOLAR SAREH PRÓ-FUNCIONÁRIO CELEM - CENTRO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS MODERNAS ESPANHOL ATIVIDADES CURRICULARES DE AMPLIAÇÃO DE JORNADA I. SALA DE APOIO À APRENDIZAGEM 6º ao 9º ano II. ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURRICULARES EM CONTRATURNO AULAS ESPECIALIZADAS DE TREINAMENTO ESPORTIVO CIEE CENTRO DE INTEGRAÇÃO EMPRESA-ESCOLA ESTÁGIO SUPERVISIONADO PLANO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES DENOMINADO PRÁTICAS DE FORMAÇÃO PLANO DE ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO PROGRAMAS DE AVALIAÇÃO PROGRAMAS DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL OLIMPÍADAS PROJETOS DE COMPLEMENTAÇÃO CURRICULAR PROJETO DE LEITURA OMIS OLIMPÍADAS INTERSÉRIES DO COLÉGIO MONDRONE EM BUSCA DO VERDE VIVA O NOSSO PARANÁ BETO CARRERO VIVENCIANDO A LITERATURA, A ARTE E A HISTÓRIA MINEIRA RUA DE RECREIO PROJETO TURISMO EDUCATIVO NOS MUNICÍPIOS LINDEIROS DO LAGO DE ITAIPU MOSTRA CULTURA AFRO BRASILEIRA E HISTÓRIA DA ÁFRICA MOSTRA EMPRESARIAL PROJETO ACIDENTES DOMÉSTICOS COM CRIANÇAS AGENDA AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO REFERÊNCIAS...122

4 4 1. APRESENTAÇÃO A escola, como instituição educativa, faz-se extremamente necessária, pois manter uma relação consciente com o papel do trabalho educativo na formação do indivíduo e para com as implicações desse trabalho na produção e transformação da vida social significa, necessariamente, ter clareza para que prática social o professor, em sua ação educativa, está formando os indivíduos. Sendo assim, o trabalho educativo inicia-se pela elaboração coletiva do Projeto Político Pedagógico, tendo-se clareza do seu significado para a escola enquanto instituição de ensino. Conforme VEIGA (1996), o Projeto Político Pedagógico cumpre a função de dar um rumo, uma direção à instituição. Aliamo-nos a essa autora, quando destaca o caráter político e o caráter pedagógico deste documento. Diz a autora que o projeto de escola é sempre: uma ação intencional, com um sentido explícito, com um compromisso definido coletivamente. Por isso, todo projeto pedagógico da escola é, também, um projeto político por estar intimamente articulado ao compromisso sociopolítico, com os interesses reais e coletivos da população majoritária. É político, no sentido de compromisso com a formação do cidadão para um tipo de sociedade. A dimensão política se cumpre na medida em que ela se realiza enquanto prática especificamente pedagógica. (Saviani 1983, p.93). Na dimensão pedagógica reside a possibilidade da efetivação da intencionalidade da escola, que é a formação do cidadão participativo, responsável, compromissado, crítico e criativo. Pedagógico, no sentido de definir as ações educativas e as características necessárias às escolas de cumprirem seus propósitos e sua intencionalidade (VEIGA, 1996, p. 12). A elaboração do Projeto Político Pedagógico para o Ensino Fundamental, Médio, Profissional e Normal deste estabelecimento pauta-se no método materialista histórico-dialético. A opção pelo método materialista histórico-dialético justifica-se por expressar o projeto de educação, sociedade e homem que se quer; uma concepção que compreende o desenvolvimento histórico dos homens a partir de um processo marcado pela contradição, além de ser expressão das Diretrizes Curriculares Estaduais. Compreende a escola situada no âmbito das contradições e responsável pela construção dos conhecimentos científicos, definindo como função da escola e, consequentemente, dos professores, a de ensinar, avaliar e possibilitar que o processo de ensino-aprendizagem ocorra com qualidade para a classe trabalhadora.

5 5 A prática educativa que se propõe é voltada a uma educação que considera o caráter histórico do homem, educando-o para a transformação das consciências, para que, por meio de sua práxis, transforme sua própria história. A realização do processo pedagógico pressupõe, dessa forma, o domínio teórico-metodológico, pois nenhuma escolha de alternativas ou de temas a serem ministrados em sala de aula são neutros. A ação do professor deve [...] estabelecer conscientemente a mediação entre o cotidiano do aluno e as esferas não-cotidianas da vida social, DUARTE (2001). Pressupõe-se, portanto, um engajamento na luta pela superação da forma como se organiza a sociedade contemporânea, levando em conta a necessidade de transformar as relações sociais de opressão, dominação e exploração que, para MARX (1988), não constitui simplesmente um problema material e político; trata-se de um problema humanista e pedagógico. Assim, a opção por um método tem como intenção maior constituir uma unidade de orientação ao trabalho pedagógico desenvolvido e, dessa maneira, contribuir para que a ação docente seja direcionada e intencional. Toda essa intencionalidade e esse rigor na definição do método para o desenvolvimento da ação docente visam garantir que a escola cumpra verdadeiramente seu papel, e não se perca em armadilhas criadas por correntes pedagógicas imediatistas e pragmáticas, DUARTE (2004), que atrelam o significado e sentido da aprendizagem dos conteúdos escolares ao utilitarismo alienante do cotidiano da sociedade capitalista. Sendo assim, é preciso que o professor domine consistentemente os fundamentos explicativos dos objetos de conhecimento, inclusive os fundamentos da própria prática pedagógica e, apoiado neste domínio, consiga viabilizar o método e as estratégias mais pertinentes para o processo de ensinoaprendizagem e que melhor promovam a participação ativa dos alunos (KLEIN, s/d, p.11). A seleção dos conteúdos a serem trabalhados e a metodologia empregada para ensinar devem propiciar aos alunos o desenvolvimento do raciocínio metódico, sistemático, próprio do pensamento teórico, científico, que não é somente representação, descrição, que não se restringe à imaginação, à especulação SAVIANI (2008), ou seja, a escola deve ensinar o aluno a pensar, contribuir para o desenvolvimento de suas capacidades e propiciar condições de descobertas e acesso independente ao conhecimento, devendo o processo de ensino e aprendizagem ser intencionalmente planejado, questionado e reorganizado.

6 6 É fundamental destacar que, no plano mais genérico e abstrato, qualquer forma histórica de organização do trabalho didático envolve, sistematicamente, três aspectos: a) ela é, sempre, uma relação educativa que coloca, frente a frente, uma forma histórica de educador, de um lado, e uma forma histórica de educando(s), de outro; b) realiza-se com a mediação de recursos didáticos, envolvendo os procedimentos técnico-pedagógicos do educador, as tecnologias educacionais pertinentes e os conteúdos programados [...], c) e implica um espaço físico com características peculiares, onde a mesma ocorre (ALVES, 2005b, p Grifos do autor). Neste sentido, não há uma justaposição dos três elementos constitutivos do trabalho didático, tendo em vista que esses "elementos se articulam de uma forma dinâmica, onde exercem funções precisas e onde, inclusive, alguns se revelam mais determinantes do que outros na definição dos rumos da relação educativa" ALVES (2007). Dessa forma, No processo dialético de conhecimento da realidade, o que importa fundamentalmente não é a crítica pela crítica, o conhecimento pelo conhecimento, mas a crítica e o conhecimento crítico para uma prática que altere e transforme a realidade anterior no plano do conhecimento e no plano histórico-social (FRIGOTTO, 2006, p. 81). Sendo assim, busca-se assegurar que a escola instituição pública cumpra a função de transmitir o conhecimento produzido histórica e coletivamente, objetivando a formação da consciência e o desenvolvimento das capacidades que possibilitem ao aluno entender as relações sociais de produção, tendo como referência o processo de humanização dos indivíduos. Na intenção de construir um projeto voltado para a recuperação da função da escola pública como transmissora de conteúdos científicos e transformadora destes em conteúdos de ensino, o Colégio Mondrone organiza e direciona o processo de elaboração de uma proposta com a participação da comunidade escolar.

7 7 2. IDENTIFICAÇÃO COLÉGIO ESTADUAL JOÃO MANOEL MONDRONE ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO, PROFISSIONAL E NORMAL Mantenedora: Secretaria de Estado da Educação / Governo do Estado do Paraná Rua Mato Grosso, 2233 Bairro Cidade Alta Medianeira Paraná Telefones: (45) / CEP: Núcleo Regional de Educação Código da escola: Porte: 7

8 8 3. CONTEXTUALIZAÇÃO DO COLÉGIO 3.1. DADOS HISTÓRICOS Este estabelecimento de ensino foi criado pela Lei Nº 16/64 de 05 de maio de 1964, sob a denominação Ginásio Estadual de Medianeira e autorizado seu funcionamento pela Portaria Nº 6766/66 a partir de Por meio do Decreto Nº , de 12 de novembro de 1969, passou a denominar-se Ginásio Estadual João Manoel Mondrone. Através da Resolução Nº 1969/77, foi autorizado e homologado o Plano de Implantação da Lei Nº 5692/71. Conforme Decreto Nº 4558/78, é autorizado a funcionar o Complexo Rui Barbosa, que reorganiza as escolas deste município, conforme legislação vigente e, por conseguinte, através do Decreto Nº 2256 de 28 de abril de 1980, passa a denominar-se Escola Estadual João Manoel Mondrone Ensino de 1º Grau. Adequando a oferta de ensino público às necessidades do município, a SEED, pela Resolução Nº 729/81 de 08 de abril de 1981, transfere o ensino de 2º Grau do Colégio Helen Keller para a Escola Estadual João Manoel Mondrone que, em decorrência dessa Resolução, passou a denominar-se Colégio Estadual João Manoel Mondrone Ensino de 1º e 2º Graus e por meio da Resolução Nº 3444/81, de 23 de abril de 1982, tem reconhecidos os cursos de 1º Grau Regular e 2º Grau Regular, com as habilitações plena em Magistério e Básicas em Agropecuária e Saúde, sendo esta última cessada, gradativamente, a partir de 1982 e a habilitação Básico em Agropecuária encerrada em A partir de 1983 ocorreu a implantação gradativa do Curso de 2º Grau Regular Propedêutico, reconhecido pela Resolução Nº 640/87 de 23 de fevereiro de 1987, tendo sua denominação alterada para Educação Geral a partir de Conforme Resolução Nº 659/94 de 03 de fevereiro de 1994, foi autorizado o funcionamento da Habilitação Auxiliar de Contabilidade, com implantação gradativa a partir do início do ano letivo de Já a Resolução Nº 764/97, de 25 de julho de 1997, autorizou o funcionamento da 4ª série da Habilitação Técnico em Contabilidade, sendo ambos reconhecidos pela Resolução Nº 3.067/97 de 10 de setembro de 1997.

9 9 Pela Resolução Nº 4.056/96, de 18 de outubro de 1996, dá-se a implantação do Programa de Expansão, Melhoria e Inovação no Ensino Médio do Paraná PROEM, cessando, gradativamente, a partir de 1997, a oferta dos cursos profissionalizantes Magistério, Auxiliar e Técnico de Contabilidade, ofertando-se somente o Curso de Educação Geral. Através da Resolução Nº 794/02, de 22 de março de 2002 e pelo Parecer Nº 0057/02 CEE, o colégio foi credenciado para ofertar Cursos de Educação Profissional e é autorizado a ofertar o Curso Técnico em Gestão Empreendedora, vinculado à área de Gestão e passa a denominar-se Colégio Estadual João Manoel Mondrone Ensino Fundamental, Médio e Profissional. A partir de 2002, o Colégio passou também a ofertar o Ensino Extracurricular e Plurilinguístico de Língua Estrangeira Moderna através do Centro de Línguas Estrangeiras Modernas CELEM. Através da Resolução Nº 590/06 de 22 de março de 2006, é autorizado o funcionamento do Curso Técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio Eixo Profissional Gestão e Negócios, com oferta presencial. Pela Resolução Nº 370/06 de 24 de fevereiro de 2006, é autorizado o funcionamento do Curso de Formação de Docentes da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, na modalidade Normal. Em decorrência desta oferta, o estabelecimento passa a denominar-se Colégio Estadual João Manoel Mondrone Ensino Fundamental, Médio, Profissional e Normal. Pela Resolução Nº 4131/06, de 04 de outubro de 2006, foi renovado o Reconhecimento do Ensino Fundamental e pela Resolução Nº 4130/06, de 04 de outubro de 2006 foi renovado o reconhecimento do Ensino Médio deste estabelecimento de ensino, estando em trâmite o processo de renovação do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. A partir do ano letivo de 2008, o Colégio passou a ofertar o Curso Técnico em Administração Educação Profissional Integrada à Educação de Jovens e Adultos PROEJA, Eixo Profissional Gestão e Negócios, aprovado pelo Parecer Nº 82/09 do Conselho Estadual de Educação CEE / CEB. No ano letivo de 2009, o Colégio passou a ofertar o Programa Nacional de Valorização dos Trabalhadores em Educação Profuncionário, à distância, na forma modular, conforme orientações da Secretaria de Estado da Educação.

10 10 Pela Resolução nº 521/09, de 10 de fevereiro de 2009, cessou, definitivamente, a oferta da Sala de Recursos / Ensino Fundamental (5ª a 8ª séries), área da Deficiência Mental e Distúrbios da Aprendizagem deste colégio, sendo que a atividade citada encerrou-se no final do ano de 2007, motivada pela falta de espaço físico. A partir do ano letivo de 2010, o colégio foi autorizado a ofertar o Curso Técnico em Secretariado Subsequente, o Curso Técnico em Informática Integrado e Subsequente ao Ensino Médio. Pela resolução 73/2012, foi reconhecido o Curso Técnico em Secretariado Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios, subseqüente ao Ensino Médio, com oferta presencial. A partir do ano letivo de 2012, o colégio foi autorizado a ofertar o Curso Técnico em Vendas Eixo tecnológico: Gestão e Negócios Subsequente ao Ensino Médio, Técnico em Vendas Subsequente. Síntese: ENSINO FUNDAMENTAL Reconhecimento do estabelecimento: Res. Nº 3.444/81 DOE 23/04/82 Reconhecimento do Curso: Res. Nº 3.444/81 DOE 23/04/82 Renovação do Reconhecimento: Res. Nº 4331/06 DOE 04/10/06 validade 05 anos. ENSINO MÉDIO Reconhecimento do estabelecimento: Res. Nº 3.444/81 DOE 23/04/82 Reconhecimento do Curso: Res. Nº 640/87 DOE 11/03/87 Renovação do Reconhecimento: Res. Nº 4130/06 DOE 04/10/06 validade 05 anos. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Técnico em Administração Reconhecimento do estabelecimento: Res. Nº 3.444/81 DOE 23/04/82 Autorização do Curso: Res. Nº 590/06 DOE 22/03/06 Reconhecimento do Curso: Res. Nº 3117/09 DOE 18/11/2009

11 11 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental Reconhecimento do estabelecimento: Res. Nº 3.444/82 DOE 23/04/82 Autorização do Curso: Res. Nº 370/06 DOE 22/03/08 Reconhecimento do Curso: Res. Nº 4118/09 DOE 15/01/2010 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Técnico em Administração de Nível Médio Integrado à Educação de Jovens e Adultos PROEJA Reconhecimento do estabelecimento: Res. Nº 3.444/82 DOE 23/04/82 Autorização do Curso: Res. Nº 1419/09 DOE 26/06/2009 Reconhecimento do Curso: Res. Nº 2100/11 DOE 10/08/2011 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Secretariado Subsequente Reconhecimento do estabelecimento: Res. Nº 3.444/82 DOE 23/04/82 Autorização do Curso: Res. Nº 3208/09 DOE 10/12/2009 Reconhecimento do Curso: Res. Nº 73/12 DOE 07/02/2012 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Técnico em Informática Integrado Reconhecimento do estabelecimento: Nº 3.444/82 DOE 23/04/82 Res. Autorização do Curso: Res. Nº 4.850/10 DOE 28/12/2010 Reconhecimento do Curso: Res. Nº Em trâmite. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Técnico em Informática Integrado Subsequente Reconhecimento do estabelecimento: Res. Nº 3.444/82 DOE 23/04/82 Autorização do Curso: Res. Nº 4896/10 DOE 23/12/2010 Reconhecimento do Curso: Res. Nº 2819/12 DOE 03/07/12 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Técnico em Vendas Subsequente Reconhecimento do estabelecimento: Res. Nº 3.444/82 DOE 23/04/82 Autorização do Curso: Res. Nº 904/11 DOE 18/05/2011 Reconhecimento do Curso: Res. Nº Em trâmite.

12 REGIMENTO ESCOLAR Com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Lei Nº 9394/96 e nas demais leis federais e estaduais que regem a oferta da Educação Básica e Profissionalizante, e com base no Caderno de Apoio ao Regimento Escolar, elaborado pela Secretaria de Estado da Educação do Paraná, o Colégio Estadual João Manoel Mondrone reformulou seu Regimento Escolar, devidamente aprovado pelo Ato Administrativo Nº 111/2009 e Parecer Conjunto Nº 098/2009 SEF / EP / NRE. O regimento escolar de 2012 já foi encaminhado ao Núcleo Regional de Educação e aguarda sua aprovação ORGANIZAÇÃO ESCOLAR E PRÁTICA PEDAGÓGICA O Colégio Estadual João Manoel Mondrone Ensino Fundamental, Médio, Profissional e Normal estrutura-se de modo a atender adequadamente a comunidade escolar. Este atendimento se dá nas modalidades do Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano, implantação simultânea em 2012, Ensino Médio Regular e Anual, Ensino Profissional Integrado ao Ensino Médio Regular e Anual, Ensino Profissional Integrado à Educação de Jovens e Adultos Regular e Semestral e Ensino Profissional Subsequente ao Ensino Médio Regular e Semestral, nos turnos matutino, vespertino e noturno, ofertando no contra-turno o CELEM Língua espanhola (básico e aprimoramento) e Italiano, sendo que, o calendário escolar para o ano de 2012 se embasará na LDBEN Nº 9.394/96, que determina o mínimo de oitocentas horas, distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar, considerando a Deliberação Nº 02/02 do CEE, que inclui, no período letivo, dias destinados às atividades pedagógicas, e as Resolução nº 4901/2011- GS/SEED, que definiu o Calendário Escolar 2012 para a rede Pública Estadual. Nas modalidades anuais e regulares, a promoção acontece quando o aluno obtém média anual igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero) e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento); na Educação Profissional Integrada à Educação de Jovens e Adultos e no Ensino Profissional Subsequente ao Ensino Médio, a promoção ocorre quando o aluno obtém média semestral igual ou superior

13 13 a 6,0 (seis vírgula zero) e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento). Em relação à classificação, esta pode ser realizada no Ensino Fundamental e no Ensino Médio por promoção, transferência ou mediante avaliação; na Educação Profissional, esta pode ser feita por promoção ou por transferência, na mesma habilitação; por haver necessidade de o aluno dominar os conteúdos da formação específica, ela não pode ser realizada para séries, etapas e períodos posteriores. Já a reclassificação, esta pode ser aplicada como processo de verificação da possibilidade de avanço para qualquer série da(s) disciplina(s) do nível da Educação Básica, não podendo ser utilizada para conclusão do Ensino Médio. Quanto às adaptações, elas podem ser aplicadas aos alunos provenientes do regime de Progressão Parcial, desde que não ultrapassem o número de 03 (três) dependências, aos alunos procedentes de estabelecimentos com Matriz Curricular diferente deste colégio, aos discentes provenientes de colégios que ofertem o Ensino Médio por blocos e aos discentes que integram o Ensino Fundamental com regime de 09 (nove) anos, ou ainda quando for o caso de adequação a matriz curricular de implantação simultânea ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS Ao considerarmos o Ensino fundamental de 09 anos, há que se pensar em uma proposta de adaptação e de articulação entre a Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental dos alunos oriundos dos anos iniciais à organização do trabalho pedagógico nos estabelecimentos que ofertam os anos finais do Ensino Fundamental (espaço, tempo e procedimento). Consideramos que para receber bem os alunos dos 6º anos existe um caminho híbrido entre o mundo do 6º ano e a prática do 1º ao 5º ano. O trabalho a ser realizado deve levar em conta os aspectos sociais, culturais e emocionais, pois o fato de a criança trocar de escola não pode ser uma ruptura no seu desenvolvimento cognitivo, lúdico, psíquico, afetivo. O trabalho pedagógico deve considerar que o processo de transmissão/aquisição dos conhecimentos historicamente produzidos pela humanidade deve ocorrer para se conhecer mais sobre o mundo e também para participar das práticas sociais e culturais e não para preencher lacunas de exercícios didáticos.

14 14 A recepção dos alunos de 6º ano precisa ser calorosa, acolhedora, os alunos precisam se movimentar e interagir uns com os outros e com os objetos do conhecimento; é preciso valorizar suas expressões, imaginação, falas e produções. Há que se pensar também no quanto é importante levá-los para conhecer todas as dependências da nova escola e as pessoas que nela trabalham. Os alunos do 6º ano precisam manter contato com as pedagogas, com a inspetora de alunos, pois serão estas as pessoas que, além dos professores, estarão na escola para orientar, tirar dúvidas, entrar em contato com os pais quando necessário. Outro aspecto relevante é o fato de a implantação do ensino de 9 anos ser simultânea. Por isto, em razão da transição, é imprescindível discutir e saber como proceder com estes alunos, na prática, devem ser oferecidas condições para que haja uma continuidade das aprendizagens e não uma ruptura. Enfim, a criança proveniente dos anos iniciais do Ensino Fundamental é e deve ser vista também como criança e não só como aluno. Eles e elas são sujeitos sociais, estão inseridos na cultura e têm o direito à brincadeira, ao lúdico, às experiências culturais. Sabemos todos que é pela discussão da infância como categoria social e histórica e das crianças de 6º ano como sujeitos sociais que torna possível pensar a Educação. É com este pensamento que neste ano pretendemos acolher os alunos dos 6º ano realizando: 1) reunião específica com os professores destes alunos; 2) avaliação diagnóstica; 3) apresentação de um vídeo contando a história do colégio; 4) visita a todas as dependências do colégio para se situarem no novo espaço escolar; 5) realização de uma tarde de carnaval fora do ambiente escolar, num ambiente alegre e saudável, acompanhados pelos professores, pedagogas, direção e funcionários com o objetivo de integrá-los e socializá-los no novo colégio (todos vieram transferidos das escolas da rede municipal para o colégio estadual). Enfim, todos precisam estar cientes de que estas crianças continuam sendo alunos provenientes dos anos iniciais do Ensino Fundamental, cada um com peculiaridades próprias, inerentes e que todos eles apenas foram incluídos na escolaridade obrigatória MATRÍCULAS 2013 Neste ano letivo de 2013, contamos com 1604 alunos matriculados nos turnos da manhã, tarde e noite, sendo 15 turmas do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano)

15 15 com 424 alunos, 17 turmas de Ensino Médio (1º ao 3º ano) com 546 alunos, 4 turmas do curso de Formação de Docentes (1º ao 4º ano) com 123 alunos, 8 turmas do curso técnico em Administração integrado (1º ao 4º ano) com 218 alunos, 04 turmas do curso técnico em Informática integrado (1º ao 4º ano) com 89 alunos, 02 turmas do curso técnico em Informática subseqüente (1º e 3º ano) com 57 alunos, 01 turma do curso técnico em Administração integrada à Educação de Jovens e Adultos ( 5º ano) com 15 alunos e 01 turma do curso técnico subsequente em Vendas (2º ano) com 22 alunos, 2 turmas do PI espanhol com 47 alunos, 2 turmas do PII de Espanhol com 50 alunos, 1 turma de aprimoramento em Língua Espanhola (conversação) com 13 alunos RECURSOS HUMANOS: Professores: 102; Professor(a) da Lei /06: 01; Professores intérpretes: 05; Professores de apoio à comunicação alternativa: 02; Professor Suporte Técnico: 01; Pedagogas: 07; Coordenadores de curso: 03; Coordenadores de estágio: 01; Funcionários: 16 Agentes Educacionais I; 10 Agentes Educacionais II; Direção Geral: 01; Direção Auxiliar: 03; RECURSOS FÍSICOS: 15 salas de aula; 06 banheiros masculinos para 12 pessoas simultaneamente; 06 banheiros femininos para 12 pessoas simultaneamente; 01 banheiro na mecanografia; 01 banheiro no Laboratório de Informática; 01 banheiro m/f para portadores de necessidades especiais; 02 banheiros (01 masc. e 01 fem. no ginásio de esportes; 02 banheiros (01 masc. e 01 fem.) na quadra de esportes; 01 banheiro na biblioteca;

16 16 01 banheiro no conjunto: sala de reuniões, salas 20 e 21; 02 banheiros (01 masc. e 01 fem.) para professores; 01 banheiro na secretaria; 02 vestiários (01 masc. e 01 fem. no ginásio de esportes); 02 vestiários (01 masc. e 01 fem. na quadra de esportes); 01 sala para mecanografia; 01 sala para depósito da merenda escolar; 01 sala para documentação escolar; 01 sala de reuniões; 01 sala para oficina; 01 sala para brinquedoteca; 01 sala para CELEM; 01 sala para Apoio à Aprendizagem; 01 sala para coordenação dos cursos técnicos; 02 salas para laboratórios de informática; 01 sala para laboratório de Física, Química e Biologia; 01 sala para materiais de Educação Física; 01 sala para materiais da fanfarra e teatro; 01 sala para os professores; 01 sala para secretaria; 01 sala para direção; 02 salas para Equipe Pedagógica; 01 sala almoxarifado secretaria (arquivos); 01 sala almoxarifado professores; 01 cozinha; 01 refeitório; 01 cantina RECURSOS (MATERIAIS) PEDAGÓGICOS: TVs Pen Drive em todas as salas de aula, 01 Laboratório de Informática conectado ao sistema da Paraná Digital que conta com sistema operacional Windows XP, 01 Laboratório de Informática 2 é conectado ao sistema da Paraná Digital e conta com sistema operacional LINUX, o qual segue as políticas do

17 17 software livre, dentro das políticas públicas de desenvolvimento de software livre e sua expansão no meio educacional. Ambos os laboratórios tem acesso à rede mundial de computadores, 01 Laboratório de Ciências, 01 Laboratório de Matemática, 01 Laboratório de Matemática do Programa Brasil Profissionalizado, 01 Laboratório de Biologia do Programa Brasil Profissionalizado, 01 Laboratório de Química do Programa Brasil Profissionalizado, DVDs, 1 mini-auditório com lousa digital, vídeo cassete e sistema de TV Coder, microsystems, videoteca, biblioteca, retroprojetores, 02 projetores multimídia, câmera digital, 28 ar condicionado, 01 máquina de xerox, microscópio, 100 mapas, 02 globos, em torno de livros, 100 dicionários CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR: heterogênea; há alunos procedentes das zonas urbana (centro e bairros) e rural e pertencentes às diferentes classes sociais; a comunidade é participativa e integrada às ações do colégio. A direção, a equipe pedagógica, o corpo docente, a equipe técnico-administrativa, a equipe dos assistentes de execução e a equipe auxiliar operacional tem por meta, prioritariamente, manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho, comprometidos com o presente Projeto Político Pedagógico.Por ser um colégio que oferta a educação inclusiva, que reconhece e valoriza a diversidade como característica inerente à constituição de qualquer sociedade, o corpo discente é também constituído por alunos com necessidades educacionais especiais DIAGNÓSTICO: ÍNDICES DE APROVAÇÃO E REPROVAÇÃO 2012 ÍNDICES DE APROVAÇÃO / REPROVAÇÃO / ABANDONO - SÉRIE APROVAÇÃO REPROVAÇÃO ABANDONO 6ª 59,0 17,0 4,50 7ª 80,0 12,7 0,25 8ª 76,0 14,5 2,25 9º 75,2 12,8 1,40 TOTAL 72,5 14,2 2,1 1º 66,6 17,5 12,45 2º 80,8 8,4 9,81 3º 77,3 9,5 10,12 TOTAL 74,9 11,8 10,7

18 18 NÍVEL/ MODALIDADE Ensino Fundamental/ Anos Finais Ensino Médio INDICADORES % 2012 Aprovação 72,5 Aprovação por 17,7 Conselho Reprovação 14,2 Abandono/Evasão 2,1 Aprovação 76,6 Aprovação por 10,8 Conselho Reprovação 9,9 Abandono/Evasão 10,2 Através da análise e discussão coletiva dos dados levantados sobre avaliação 2009, 2010, 2011e 2012, da Prova Brasil 2005, 2007, 2009, 2011 e do IDEB 2005/2007 e 2009/2011, observamos que no período diurno há muita reprovação em Português e Matemática, visto que estes alunos têm dificuldades nos conteúdos básicos das Séries Iniciais do Ensino Fundamental. Constata-se que as dificuldades são conseqüência de situações de indisciplina, falta de responsabilidade dos alunos com os estudos, pois não há rotina de estudos nos lares. Para melhorar a aprendizagem é necessário que se reduza o número de alunos por turma, em especial no 6º ano, fazendo também um trabalho diferenciado em virtude do impacto que a mudança de escola ocasiona. Percebe-se ainda, um alto índice de evasão escolar no Ensino Médio, principalmente no período noturno, onde ocorre também um nível elevado de faltas. Sendo necessária uma intervenção por parte do Estado, que favoreça a permanência destes alunos na escola, pois a escola já faz a sua parte dentro das suas limitações. As taxas de evasão são mais elevadas nos 1º anos do noturno, levando a escola a intensificar seu trabalho neste turno buscando desenvolver ações no sentido de recuperá-los, entre elas destaca-se o Programa FICA, porém poucos são os resultados satisfatórios, em relação a esta situação. Há necessidade de um comprometimento maior por parte dos pais, no sentido de acompanhar a vida escolar de seu filho (presença e permanência). A escola tem procurado realizar

19 19 atividades diferenciadas neste período, como o Fórum de Educação para o noturno, trabalhos interdisciplinares, atividades que envolvam os alunos e abordem os conteúdos de forma diferenciada. Em 2011, nosso IDEB sofreu sensível queda de 0,8 pontos percentuais em relação a 2009, assim não atingimos a meta prevista para 2011 de 4,6%, ficando 7% abaixo desta meta. Em relação à PROVA BRASIL a escola atingiu maior pontuação em matemática. Acreditamos que são necessárias intervenções pedagógicas maiores no 6º e 9º ano, apesar da salas de apoio que visam sanar as dificuldades nas disciplinas de Português e Matemática. Nos 1º anos do Ensino Médio as ações devem ser voltadas para sanar as dificuldades nas disciplinas de Biologia, Matemática, Física e Química. Além do envolvimento e comprometimento de todos os funcionários e setores, independente do seu vinculo empregatício (concursados, contratados e PSS), é necessário maior coerência em relação a participação nas semanas pedagógicas( PSS contratados posteriormente, que entram em sala de aula sem o conhecimento do PPP, Regimento Escolar, Proposta de Avaliação do Colégio), entre outros. Destacamos a seguir algumas ações a serem efetivadas pelo coletivo escolar, com o objetivo de intervir positivamente no sucesso da aprendizagem dos alunos: pesquisa permanente para estudo de casos pontuais, acompanhamento da Equipe Pedagógica com medidas alternativas para auxilio dos professores em sala de aula, palestras sobre valores e estratégias de estudo, implantação de projetos como aluno monitor (Formação de Docentes), formação continuada, retomar o processo de avaliação, projetos de leitura e produção de textos. Portanto, tanto a direção quanto a equipe pedagógica têm empreendido esforços para sanar estas dificuldades, entre elas: reuniões com pais, orientações individuais, encaminhamentos a atendimento especializado quando é o caso. Em relação aos docentes, constata-se que ocorrem muitas substituições, há muitos profissionais em início de carreira, alguns mal preparados, com pouca ou nenhuma experiência e que necessitam de apoio pedagógico contínuo para melhorarem sua prática pedagógica. Muitos estudos e discussões também têm sido realizados a respeito de avaliação e recuperação paralela para que estes aspectos sejam compreendidos de forma mais ampla e que contemplem de fato o domínio dos conteúdos por parte dos alunos.

20 20 Com relação ao CELEM em Língua Espanhol, sua criação e funcionamento estão fundamentados na importância que a aprendizagem de Línguas Estrangeiras Modernas tem no desenvolvimento psicopedagógico do ser humano, na compreensão de valores sociais e na aquisição de conhecimentos sobre outras culturas, acrescentando-se, no caso de nosso colégio, as necessidades oriundas de nosso contexto histórico-geográfico, além da possibilidade de ampliação de acesso ao conhecimento e à cultura historicamente produzidos pela humanidade a todos. Optou-se pela Língua Espanhol com base em alguns critérios. A comunidade medianeirense, fortemente influenciada pela cultura advinda de outros países, veste situar-se próxima de uma região de fronteira, entre Paraguai e Argentina, em que a língua oficial é o espanhol. O processo de globalização, as relações comerciais num mundo sem fronteiras e a oferta de cursos de Educação Profissional exigem o domínio e o conhecimento de mais de uma língua, para melhor atender a demanda de nossos alunos e membros da comunidade para o ingresso no mundo do trabalho. A Sala de Apoio à aprendizagem é uma atividade curricular de ampliação da jornada escolar e será ofertada em contra turno aos alunos com dificuldades de aprendizagem do 6º ao 9º ano. Esta atividade justifica-se por propiciar meios a fim do aluno compreender e realizar as atividades propostas nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, referente aos conteúdos básicos essenciais das séries anteriores não dominados e que são requisitos para o entendimento dos conhecimentos trabalhados nestas séries. Entende-se que o aluno que lê, interpreta e calcula tem subsídios para dominar outras disciplinas da matriz curricular. A atividade complementar direcionada ao trabalho com a fanfarra justificase por promover a integração com a comunidade e a descoberta de novos talentos. Além disso, observamos que a mesma estimula a criatividade, desenvolve o espírito de equipe e valores como disciplina. O trabalho com fanfarra apresenta inúmeros aspectos relevantes, sendo a socialização um deles. A disciplina cooperativa necessária à prática musical da fanfarra leva seus participantes da ação para a interação no grupo, desenvolvendo a convivência, responsabilidade, espírito de companheirismo e o trabalho coletivo. É fato que o aprendizado da música permite o enriquecimento intelectual proporcionando o desenvolvimento do raciocínio, da cooperação e da lógica, fatores essenciais para a formação cognitiva do educando. O projeto prevê o desenvolvimento de várias formas de participação e integração, possibilitando o

21 21 aluno de exercer sua criatividade, a iniciativa, a reflexão, a criatividade, a autodisciplina e a solidariedade. Portanto, o aprendizado da música melhora a coordenação motora, tornando mais fácil a apreensão de todas as outras matérias. Quando o aprendizado da música é associado à participação como é o caso da banda de música, os benefícios se ampliam também sob o ponto de vista social. Essa participação leva à convivência, à noção de responsabilidade dentro do grupo, ao espírito de companheirismo e solidariedade, à noção de equipe e à conscientização de que os fins só se tornam reais quando todos colaboram para a sua consecução. A importância da música na escola é fundamental não só sob os pontos de vista já abordados, de convivência social, de desenvolvimento intelectual, de conscientização das responsabilidades, da possibilidade do indivíduo se autoafirmar e se realizar, mas de permitir a conservação dos valores culturais alicerçados na música, através de uma atividade prazerosa. Tocar um instrumento musical numa banda de música ou fanfarra é viver as alegrias que só a música pode proporcionar. A atividade complementar direcionada ao trabalho com a leitura e a produção de textos para os alunos do Ensino Médio justifica-se se considerarmos que a função da escola é propiciar condições para o aluno exercitar a leitura e a produção em situações sociais de comunicação. A interação entre as pessoas ocorre através de atividades que exigem reflexão, pois entende-se que o estudo do texto em suas possibilidades de leitura e produção não se resume ao entendimento de um conjunto de regras fixas do bem ler, bem falar ou bem escrever. Um texto se define por um conjunto de escolhas lingüísticas e de estratégias discursivas determinadas por situações de interação social que ocorrem através do uso da linguagem. O ato de escrever deve ser visto como uma atividade sociointeracional. Para alcançar esse objetivo, nos propomos, neste ano letivo, a desenvolver atividades complementares em contraturno, e estas atividades deverão ser sempre contextualizadas, pois será uma forma para contornar um certo artificialismo inerente à prática escolar de escrita, transformando-a numa atividade efetivamente geradora de sentidos. Entendemos que os alunos, ao fim do Ensino Médio, precisam dominar aquelas práticas de escrita que são indispensáveis para a vida cidadã: a escrita argumentativa, a escrita informativa, a escrita de apoio cognitivo (resumos e esquemas), sem deixar de vivenciar, evidentemente a escrita literária (narrativa ou

22 22 poética), pois acreditamos que o amadurecimento da condição de autor é conseqüência do conjunto de experiências com a linguagem e a cultura escrita. A atividade complementar direcionada ao futsal na escola para os alunos do 8º e 9º Ano justifica-se por estimular a prática de esporte por meio de uma atividade física que proporciona melhor qualidade de vida, contribuindo com a formação integral do sujeito. O futsal contribui para o desenvolvimento das capacidades técnicas e táticas, onde o aluno será estimulado a desenvolver as capacidades cognitivas de percepção, antecipação e tomada de decisões, através de movimentos básicos como correr, saltar e rolar, além do aprimoramento do equilíbrio, ritmo, coordenação e noções de espaço e tempo. As Aulas Especializadas de Treinamento Esportivo na modalidade de Voleibol para os alunos do 6º ao 9º ano no período matutino e para os alunos do Ensino Médio no contraturno justificam-se por ser um meio para a obtenção de bons resultados em competições oficiais, na escola, no município, na região e nas demais participações em eventos esportivos de cunho competitivo ou de cooperação, além de ser uma forma para manter os alunos na escola, ocupada com atividades educativas e de lazer, diminuindo os riscos de vulnerabilidade social e assim melhorando a performance física: coordenação, força, velocidade etc ORGANIZAÇÃO DA HORA-ATIVIDADE Atendendo à Resolução Nº 4106/2004, a hora-atividade é compreendida como o tempo reservado para o professor em exercício de docência para pesquisas e produção de material pedagógico, para estudos, planejamento, avaliação e outras atividades de caráter pedagógico a ser cumprido integralmente no colégio e no mesmo turno de exercício das aulas. Observando-se a Instrução Nº 02/2004 SUED (Superintendência do Desenvolvimento Educacional), a organização da mesma favorecerá o trabalho coletivo dos professores, tendo-se por prioridade o coletivo de professores que atuam na mesma área do conhecimento, tendo em vista as diretrizes curriculares da rede pública estadual de Educação Básica, dos diferentes níveis e modalidades de ensino, para o planejamento e para o desenvolvimento de ações necessárias ao enfrentamento de problemáticas específicas diagnosticadas no interior do estabelecimento. A hora atividade destina-se ainda a correção de atividades

23 23 discentes, estudos e reflexões a respeito de atividades que envolvam a elaboração e implementação de projetos e ações que visem à melhoria da qualidade de ensino, propostos por professores, direção, equipe pedagógica e/ou Núcleo Regional de Educação / Secretaria de Estado da Educação, como também o atendimento de alunos, pais e outros assuntos de interesse da comunidade escolar, sob a orientação e coordenação da equipe pedagógica e da direção, planejam, executam e avaliam as ações desenvolvidas durante o cumprimento da hora-atividade. No ano letivo de 2012, visando uma melhor organização da hora atividade o colégio seguirá a proposição da SEED-PR da hora atividade concentrada, a qual será efetivada em torno de 90% INCLUSÃO O princípio da Educação inclusiva se fundamenta numa filosofia que reconhece e valoriza a diversidade como característica inerente à constituição de qualquer sociedade. Desta forma, há necessidade de se garantir o acesso e a participação de todos a todas as oportunidades, independentemente das peculiaridades de cada indivíduo e/ou grupo social. A partir do Plano Nacional de Educação para Todos (1990), a Política Nacional de Educação Especial (1994) e, especificamente, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996, inúmeros aspectos conceituais ganharam nova significação. Redefiniu-se o alunado da Educação Especial. De forma inovadora, estabelece-se a ampliação de sua oferta no sistema, contemplando desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, com a oportunidade de articulação e interatividade da Educação Especial com os demais níveis e modalidades de ensino. O conceito de Educação Especial deixa de ser compreendido como subsistema, paralelo e distanciado das práticas do contexto geral de educação. Surge uma nova concepção de atendimento especializado que se estende à diversificada rede de apoio dos recursos humanos, técnicos, tecnológicos e materiais oferecidos, de modo a apoiar e complementar as práticas do ensino comum. Ocorre, também, a contradição entre as pretensões legais e a limitada realidade do sistema escolar brasileiro. Em decorrência das contradições e da necessidade de organizar os sistemas, as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial definem como alunos com necessidades educacionais especiais os que, no

24 24 processo educacional, apresentem dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações para acompanhar as atividades curriculares (não vinculadas a uma causa específica, ou relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências); condições de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando uso de linguagens e códigos aplicáveis e altas habilidades ou superdotação. O reconhecimento legal dos alunos com necessidades educacionais especiais não é suficiente. A reorganização dos componentes curriculares e a explicitação das responsabilidades dos sistemas de ensino em relação à capacitação profissional e ao suporte técnico-material à inclusão são ainda condições imprescindíveis à inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais. Por sua vez, o sistema educacional paranaense contempla, em seu sistema de ensino, a educação inclusiva, mas de forma diferenciada às políticas nacionais. O sistema paranaense, após períodos conturbados, marcados por resistência e por dúvidas, assumiu o compromisso de expandir o atendimento na rede pública de ensino, com prioridade à escola regular como o espaço preferencial para atender alunos com necessidades educacionais especiais. As dificuldades não foram superadas em 100%. Cabe ao Estado a tarefa de buscar novos caminhos para superar obstáculos presentes no seio social, os quais distanciam segmentos excluídos do acesso aos bens e serviços e, no caso específico da inclusão escolar, do direito à educação. O processo educacional deve prever, nas suas formas de inclusão, todos os alunos que necessitem ser beneficiados com recursos humanos, técnicos, tecnológicos ou materiais diferenciados. Nesta diversidade de alunos, devem ser contemplados não somente os alunos portadores de necessidades educacionais especiais. O processo educacional precisa dar conta dos índices de evasão e repetência, do grande número de analfabetos funcionais, dos alunos marginalizados por sua condição de pobreza extrema ou diferenças étnico-raciais e também dos alunos travesti ou transexual, entre outras situações de exclusão e fracasso. Em relação aos alunos travestis ou transexuais, a escola compreende que o nome social é o nome pelo qual travestis e transexuais, femininos ou masculinos, se reconhecem e preferem ser chamados. Assim, atendendo a Instrução Conjunta Nº 02/2010, da Secretaria de Estado da Educação / SUED/DAE, este colégio incluirá o nome social do aluno e/ou aluna travesti ou transexual, maior de 18 anos, que requeira, por escrito, esta inserção, nos documentos escolares internos da escola como espelho do Livro

25 25 Registro de Classe, Edital de Nota e Boletim Escolar. Os documentos escolares oficiais como Histórico Escolar, Certificado, Diploma, Ficha Individual, Relatório Final e Edital de Classificação para ingresso nos cursos técnicos profissionais permanecerão inalterados. Segundo CARVALHO (2004), as escolas inclusivas são escolas para todos, implicando um sistema educacional que reconheça e atenda às diferenças individuais, respeitando as necessidades de qualquer dos alunos. É evidente que as necessidades especiais não se referem às limitações apresentadas pelas pessoas, mas às exigências de ampla acessibilidade que oportunize condições necessárias à independência e autonomia dos sujeitos. No contexto educacional, evidencia-se a responsabilidade social de prever e prover meios de satisfazer essas necessidades. Reforça-se aqui que a expressão necessidades educacionais especiais não se restringe apenas à existência de problemas de aprendizagem, mas que também deve haver recursos e serviços educacionais diferenciados, além de não serem somente os alunos a apresentarem necessidades educacionais especiais, mas também as escolas e os sistemas de ensino. Este colégio, subordinado à Secretaria de Estado da Educação do Paraná, sua mantenedora, em seu propósito de reconhecer o grande contingente de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, adota as políticas inclusivas da SEED, as quais definem que o atendimento a alunos portadores de necessidades educacionais especiais permanentes se destina a crianças, jovens e adultos e a oferta de serviços e apoios especializados se dará em função de: - dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento, vinculados a distúrbios, limitações ou deficiências, que demandem apoios intensos e contínuos no processo educacional associados a graves problemas de comportamento; - dificuldades de comunicação e sinalização, demandando o uso de outras línguas, linguagens e códigos aplicáveis como alunos surdos, surdocegos, cegos, autistas ou com sequelas de paralisia cerebral; - superdotação ou altas habilidades que, devido às necessidades e motivações específicas, requeiram enriquecimento, aprofundamento curricular e aceleração na oferta de acesso aos conhecimentos. - diversidade étnico-racial e opção sexual, os quais também demandam atenção especial para a superação do preconceito e exclusão social.

26 26 Apesar de reconhecer as necessidades educacionais especiais e ofertar a matrícula inclusiva, a prática pedagógica deve considerar o aluno não em sua situação de deficiência, tampouco no fato de apresentar altas habilidades e superdotação, mas como um sujeito social, historicamente situado, com interesses e necessidades relativos à sua faixa etária e que tem direitos e deveres, entre os quais o acesso à educação escolar formal, mesmo que sejam relevantes suas singularidades e diferenças no processo educacional. Assim, a elaboração do presente Projeto Político Pedagógico contempla a educação a alunos com necessidades educacionais especiais sob três dimensões de ação: - a construção de culturas inclusivas: direcionada à comunidade escolar e à sociedade civil, envolve propostas para a construção de uma comunidade escolar segura, receptiva, colaboradora e estimulante em que todos são considerados importantes para remover barreiras para a aprendizagem e para a participação; - a elaboração de políticas inclusivas: esta dimensão se realiza através das políticas educacionais da Secretaria de Estado da Educação; envolve a organização de apoios e a formação continuada dos professores e demais profissionais da educação, de modo que a escola desenvolva capacidade de responder às necessidades dos alunos, sem nenhum mecanismo de exclusão; - a dimensão das práticas inclusivas: esta dimensão compete aos professores e à equipe técnico-pedagógica; envolve a organização do processo de aprendizagem, por meio da flexibilização e adaptações curriculares de conteúdos, métodos, avaliação de modo a contemplar a participação de todos os alunos, considerando seus conhecimentos prévios, suas necessidades linguísticas diferenciadas e o contexto social. Para que, de fato, a inclusão dos alunos portadores de necessidades educacionais especiais se efetive no ensino regular, é preciso compreender o currículo dentro da concepção histórico crítica, cuja visão se amplia e se renova em ligação estreita com o conhecimento, o trabalho e a cultura, enfatizando-o como prática social, prática cultural e prática de significação. Conceber e praticar uma educação para todos pressupõe a prática de currículos abertos e flexíveis, comprometidos com o atendimento às necessidades educacionais de todos os alunos, sejam elas especiais ou não.

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