MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício nº 178/2008/SDE/GAB, de 11 de janeiro de 2008.

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1 MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer n o 06530/2008/RJ COGCE/SEAE/MF Referência: Ofício nº 178/2008/SDE/GAB, de 11 de janeiro de Em 03 de setembro de Assunto: ATO DE CONCENTRAÇÃO n.º / Requerentes: Essilor International S/A e Unilab Indústria e Comércio de Produtos Oftalmologicos. Operação: Aquisição, pelo Grupo Essilor, de 51% do capital social da UNILAB. Recomendação: Aprovação da operação com a restrição de que a delimitação espacial de não-concorrência estipulada na Cláusula 10 vigore apenas nas Regiões Norte e Nordeste do Brasil. Versão Pública. O presente parecer técnico destina-se à instrução de processo constituído na forma a Lei n.º 8.884, de 11 de junho de 1994, em curso perante o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência SBDC. Não encerra, por isto, conteúdo decisório ou vinculante, mas apenas auxiliar ao julgamento, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE, dos atos e condutas de que trata a Lei. A divulgação de seu teor atende ao propósito de conferir publicidade aos conceitos e critérios observados em procedimentos da espécie pela Secretaria de Acompanhamento Econômico SEAE, em benefício da transparência e uniformidade de condutas. Nos termos da Portaria SEAE nº 83, de 19 de novembro de 2007, e, considerando a solicitação da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, a SEAE, à luz do artigo 54 da Lei nº 8.884/94, emite parecer técnico referente ao ato de concentração entre as empresas Essilor International S/A e Unilab Indústria e Comércio de Produtos Oftalmologicos.

2 I. Requerentes I.1 Essilor International S.A. 1. A Essilor International S.A. ( Essilor ) é uma empresa de origem francesa, pertencente ao Grupo Essilor, de mesma origem, que atua no setor de indústria farmacêutica e de produtos de higiene. O capital social da Essilor é composto pelos seguintes acionistas: (i) funcionários, com 14,49% de participação e (ii) público, com 85,51% participação. 2. O Grupo Essilor possui participação em diversas empresas com atividades no Brasil e no Mercosul, quais sejam: Brasil Brasilor Participações Ltda.; Essilor da Amazônia Indústria e Comércio Ltda.; Multi-Óptica Distribuidora Ltda.; Sudop Indústria Óptica Ltda; e Transitions Optical do Brasil Ltda.; Argentina AR Coating S.A.; e Essilor Argentina S.A. 3. O faturamento do Grupo Essilor, em 2007, no Brasil, foi de confidencial, no Mercosul, incluindo o Brasil, foi de confidencial, e, no mundo, de confidencial. 4. Segundo consta do Requerimento Inicial, nos últimos três anos, o Grupo Essilor não participou de nenhum Ato de Concentração que tenha sido submetido ao Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC). I.2 Unilab Indústria e Comércio de Produtos Oftalmológicos Ltda. 5. A Unilab Indústria e Comércio de Produtos Oftalmológicos Ltda. ( UNILAB ) é uma empresa de origem brasileira, não pertencente a nenhum grupo econômico, e que atua no setor de comércio atacadista. O capital social da Unilab é composto pelos seguintes acionistas: (i) Davi Veras Holanda, com 33,33% de participação; (ii) Marcello Vieira de Moraes, com 33,33% participação; e (iii) Luiz Fornagero Neto, com 33,33% de participação. 6. O faturamento da UNILAB, em 2007, no Brasil, foi de confidencial, não tendo obtido faturamento nos demais países do Mercosul e no mundo. 2

3 7. A UNILAB não possui participação direta e indireta em nenhuma empresa com atividades no Brasil e Mercosul, e nos últimos três anos, não participou de nenhum Ato de Concentração que tenha sido submetido ao SBDC 1. II. Da Operação 8. Trata-se da aquisição, pelo Grupo Essilor, de 51% do capital social da UNILAB e dos respectivos direitos detidos pelos sócios que as venderam. A UNILAB será transformada em sociedade anônima e suas relações serão reguladas por um acordo de acionistas. 9. O quadro I, a seguir, mostra a estrutura societária da UNILAB, antes e depois da operação: Quadro I Estrutura do Capital Social da UNILAB - Antes da Operação QUOTISTAS QUOTAS (quantidade) QUOTAS (%) Davi Veras Holanda ,33 Marcelo Vieira de Moraes ,33 Luis Fornagero Neto ,33 Total ,00 Fonte: Requerentes. Quadro II Estrutura do Capital Social da UNILAB - Após a Operação QUOTISTAS QUOTAS (quantidade) QUOTAS (%) Davi Veras Holanda ,33 Marcelo Vieira de Moraes ,33 Luis Fornagero Neto ,33 Essilor ,00 Total Fonte: Requerentes. 10. O contrato foi assinado em confidencial, momento em que a Essilor pagou confidencial para a UNILAB, correspondente à transferência de confidencial. Porém, o valor exato e final da aquisição dos 51% das quotas/ação da UNILAB ainda não pode ser definido 2. A presente operação está sendo notificada para análise apenas das autoridades de defesa da concorrência brasileiras. 1 O faturamento da UNILAB no ano de 2007 foi comprovado mediante exame da Demonstração de Resultados das empresas, apresentada pela Requerente. 2 Os três últimos pagamentos referentes, respectivamente, à transferência de , e ações da UNILAB, ainda não podem ser valorados, pois, conforme previsto na cláusula 3 do Contrato de Compra e Venda de Quotas, eles serão calculados de acordo com uma fórmula estabelecida no referido contrato. 3

4 11. Cabe salientar que no Contrato de Compra e Venda de Quotas e Outras Avenças, celebrado entre as partes, consta a confidencial que versa sobre um acordo de não-concorrência, confidencial. Tal cláusula será analisada mais adiante no presente parecer. III. Da Definição do Mercado Relevante III.1 Introdução 12. Inicialmente, cabe mencionar que tanto a Essilor quanto a UNILAB atuam no segmento oftalmológico. Em geral, o grupo Essilor atua na fabricação, distribuição, marketing e venda de lentes oftálmicas, prestação de serviços de tratamento de superfícies, montagem de borda, aplicação de variados tratamentos em lentes (antireflexo, anti-risco, à prova d água etc) e outros serviços relacionados a lentes oftalmológicas. Já a UNILAB é um laboratório que transforma e processa lentes puras (blocos oftalmológicos) em lentes finais de acordo com a receita médica específica, porém com a oferta de serviços distintos, os quais encontram-se descritos no decorrer do presente parecer. 13. Diante do exposto, cumpre esclarecer o mecanismo de funcionamento do segmento oftalmológico, o qual envolve diversas etapas, conforme o fluxograma abaixo: Fluxograma do Segmento Oftalmológico Fabricantes e Distribuidores Laboratório UNILAB Laboratório Coating Anti-Reflexo Laboratório RX Laboratório TECLAB Laboratório CEPROLAB Varejo (Óticas) 4

5 14. Cabe esclarecer que o fluxograma apresentado acima ilustra a atuação do laboratório UNILAB, empresa objeto da operação, no segmento oftalmológico. 15. Os fabricantes representam as empresas que produzem o bloco oftálmico (estado bruto da lente oftalmológica) e as comercializam no atacado para os laboratórios, assim como os distribuidores, os quais possuem instalações próprias para revenderem os blocos importados e concorrem na comercialização destes blocos com os fabricantes nacionais. 16. Os laboratórios representam as empresas que atuam com a transformação do bloco em lentes que contenham a correção visual para cada usuário de óculos, dados através do desenho e do grau da lente. Este grau de correção visual pode englobar os problemas de miopia, hipermetropia e astigmatismo, corrigidos pelo grau e presbiopia, corrigido pelo desenho. Para tanto se faz necessária a utilização do processo de surfaçagem de lentes, que será detalhado no decorrer da análise. 17. Normalmente, os laboratórios compram os blocos oftálmicos de diversos fabricantes e executam a surfaçagem de acordo com os pedidos feito pelas óticas. Este é o caso do UNILAB. Os laboratórios deste tipo atendem a pedidos do varejo (óticas). No entanto, na presente operação, o UNILAB atende exclusivamente a três laboratórios, quais sejam: (i) RX Laboratórios Óticos Ltda. ( RX ); (ii) TEC-LAB Laboratório Ótico Ltda. ( TEC-LAB ); e (iii) CEPROLAB Laboratório Ótico Ltda. ME ( CEPROLAB ). 18. Cabe mencionar que existem laboratórios que atuam apenas com aplicação do anti-reflexo nas lentes oftálmicas que já foram surfaçadas. Este é um processo opcional do usuário de óculos e complementar ao processo de surfaçagem das lentes. 19. Os laboratórios RX; TEC-LAB; e CEPROLAB são responsáveis apenas pela comercialização das lentes e atendimento ao varejo, por meio dos pedidos das óticas. O processo de surfaçagem das lentes é realizado exclusivamente pelo UNILAB e terceirizado para os referidos laboratórios. Cumpre esclarecer que o UNILAB é um laboratório que foi constituído a partir da associação dos três laboratórios (RX; TEC-LAB; e CEPROLAB). 20. O Varejo é representado pelas óticas que atendem os usuários de óculos (consumidor), os quais solicitam, sob prescrição médica e, de acordo com sua deficiência visual, o par de óculos, geralmente escolhendo a armação na própria ótica. A ótica, por sua vez, faz o pedido das lentes aos laboratórios que se comprometem a entregar o par de óculos com as lentes corrigidas pelo grau ou pelo desenho, com tratamentos de superfície (anti-reflexo, anti-risco, fotocromático, ultravioleta, dentre outros) se este for o pedido do usuário e com as lentes montadas na armação, que já foi escolhida pelo usuário na ótica e encaminhada para o laboratório junto com os dados da prescrição médica e as medidas de centragem na horizontal (DNP) e na vertical (altura de montagem) para os óculos. 21. Diante das informações prestadas acima, em se tratando do produto lentes oftálmicas, entende-se que existem três segmentos distintos que fazem parte da 5

6 mesma cadeia produtiva, que se encontram relacionados à presente operação, a saber: Mercado de comercialização de blocos oftálmicos ; Mercado de distribuição de lentes oftálmicas (laboratórios); e Mercado de comercialização de lentes oftálmicas no Varejo (Óticas). II.2 Dimensão Produto 22. O Grupo Essilor atua, no Brasil, por meio de suas subsidiárias, com a produção de lentes direcionadas à venda para laboratórios e profissionais oftalmológicos e é detentora de marcas renomadas como as lentes progressivas Varilux, lentes em policarbonato Airwear ; lentes anti-reflexo Crizal e lentes em ultra-alto índice Stylis. As atividades desenvolvidas pelas empresas do Grupo Essilor, no Brasil, são as seguintes: Brasilor Participações Ltda.: empresa holding sem atividades operacionais; Sudop Indústria Óptica Ltda.: não operacional; Essilor da Amazônia Indústria e Comércio Ltda.: fabrica lentes e vende parte da produção diretamente para o mercado; Transitions Optical do Brasil Ltda.: oferece tratamento fotocrômico; Multi-Óptica Distribuidora Ltda.: sua principal atividade refere-se à distribuição de lentes. Além de vender equipamentos e insumos óticos, laboratórios de aplicação de tratamento anti-reflexo e um laboratório de prescrição. 23. Em suma, o Grupo Essilor é fabricante de blocos oftálmicos e também atua com tratamento anti-reflexo das lentes oftálmicas, que é o caso do laboratório Coating Center da Essilor, que presta este tipo de serviço para o UNILAB. 24. O UNILAB é um laboratório que transforma lentes e processa lentes puras em lentes finais, de acordo com a receita médica específica. Ele transforma a superfície da lente (afiando e polindo) acrescendo tonalidade, anti-sujeira, e ainda faz o encaixe de lentes a armações. Ressalte-se que o UNILAB vende lentes produzidas pela Essilor e por outros fabricantes para os distribuidores atacadistas (RX Laboratórios óticos Ltda., TEC-LAB Laboratório Ótico Ltda. e CEPROLAB Laboratório Ótico Ltda.) 3. 3 Faz-se mister informar que em 10 de maio de 2006, pessoas ligadas aos laboratórios óticos independentes (RX Laboratórios Óticos Ltda., TEC-LAB Laboratório Ótico Ltda. e CEPROLAB Laboratório ótico Ltda.), fundaram o UNILAB. Os três laboratórios supracitados atuam de forma independente, de modo a ofertar ao varejo (óticas) as lentes oftálmicas por estes solicitadas. Porém estes três laboratórios utilizam exclusivamente os serviços de surfaçagem de lentes oftálmicas do UNILAB. 6

7 25. Tendo em vista que a Essilor, além de fabricante de lentes (blocos oftálmicos), possui também laboratórios de prescrição e aplicação de anti-reflexo, e que o UNILAB atua como laboratório para transformação e processamento de lentes puras em lentes finais, esta Seae procurou analisar detalhadamente as atividades laboratoriais desenvolvidas pelas Requerentes no Brasil. 26. Para tanto, foi solicitado às Requerentes, por meio de correio eletrônico em 21 de janeiro de 2008 e pelo Ofício nº 6747/2008/COGCE/SEAE/MF, de 12 de março de 2008, esclarecimento sobre as atividades desenvolvidas pelo laboratório UNILAB e pelos laboratórios pertencentes à Essilor. Em resposta as Requerentes informaram que a Multi-Óptica é um laboratório de prescrição pertencente à Essilor, no Brasil, que opera com tecnologia e processo diferente do laboratório UNILAB. Para compreensão dessa distinção de tecnologias, as Requerentes relataram o mecanismo de funcionamento e aplicações do processo de surfaçagem de seus laboratórios na cadeia de produção de lentes para óculos, conforme consta nos trechos abaixo. 27. A surfaçagem transforma um bloco (estado bruto da lente) em uma lente que contém a correção visual para cada cliente, dados através do desenho e do grau da lente. Este grau de correção visual pode englobar os problemas de miopia, hipermetropia e astigmatismo, corrigidos pelo grau; e presbiopia, corrigido pelo desenho. 28. Na surfaçagem tradicional (UNILAB), a produção tem três etapas: a geração da curva, o polimento e o lixamento. Todas essas etapas são realizadas na face interna da lente, porém limitada à determinação do grau da lente, seja através da geração de uma curvatura esférica ou cilíndrica nesta face. 29. A surfaçagem digital (digital surfacing) (Multi-Óptica) é uma tecnologia de produção de lentes totalmente flexível que permite produzir qualquer lente ou desenho. No momento da surfaçagem, o desenho é definido ponto por ponto na superfície da lente graças à utilização de um software de cálculo. O resultado da utilização dessa tecnologia é a criação de produtos mais adaptados às necessidades individuais de cada usuário, pois gera desenho e grau da lente ao mesmo momento. O processo tem apenas duas etapas: a geração da curva (grau e desenho) e o polimento. Neste processo podem ser surfaçadas a face externa ou interna das lentes, ou mesmo ambas. 30. O UNILAB processa suas lentes através da tecnologia de surfaçagem tradicional, enquanto que a Multi-Óptica o faz através da digital surfacing. O produto oriundo da Multi-Óptica é mais sofisticado, mais caro; é o topo da linha de lentes. O produto oriundo do UNILAB é menos sofisticado; atendendo ao padrão médio do mercado. 31. Os laboratórios Coating Center da Essilor realizam aplicação dos tratamentos de anti-risco e anti-reflexo nas lentes. O tratamento anti-risco é realizado através da aplicação de verniz sobre as lentes através do processo de submersão ou dispersão, já o tratamento anti-reflexo é realizado através da aplicação de diversas camadas de substâncias químicas também sobre as lentes, mas este é realizado através de um processo conduzido em câmaras (fornos) de vácuo. 7

8 32. Com o intuito de confirmar as informações prestadas pelas Requerentes, foram consultadas, por meio de contato telefônico, em 23 de janeiro de 2008, as empresas confidencial, e confidencial, respectivamente, concorrente e cliente do Grupo Essilor, que esclareceram que, de fato, o custo e o preço final de uma lente independente da marca são diferenciados de acordo com a tecnologia que é utilizada, ou seja, uma lente que utiliza o processo de surfaçagem digital possui custo e preço mais elevados do que uma lente que utiliza o processo de surfaçagem tradicional. 33. Por meio do Ofício nº 6597/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 28 de fevereiro de 2008, confidencial, foi consultado acerca da existência de diferenças no custo e preços finais das lentes oftalmológicas sufarçadas por processo digital e tradicional. Em resposta, o confidencial esclareceu o seguinte: Incide sim com custos diferenciados, os equipamentos empregados para uma surfaçagem digital tem valor cinco vezes maior comparado ao tradicional. Um produto que pode ser comparado é a lente physio (tradicional) com physio 360 (digital), valor da physio orma confidencial e physio 360 orma confidencial. 34. A confidencial, em resposta ao Ofício nº 6201/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 25 de janeiro de 2008, informou o seguinte: Na aquisição, as máquinas que fazem a surfaçagem tradicional custam menos que as máquinas que fazem surfaçagem digital. A parte mecânica e os custos do processo da surfaçagem digital são similares aos custos da surfaçagem tradicional. Mas, as perdas durante o processo da surfaçagem digital são, em geral, maiores que as perdas da surfaçagem tradicional. A empresa em questão tem os seguintes preços de venda em sua tabela para laboratórios e óticas: Surfaçagem Digital = Varilux Physio 360 preço confidencial; e Surfaçagem Tradicional = Varilux Physio preço confidencial. (...) não tenho conhecimento que outra empresa faça surfaçagem digital no mercado brasileiro, além da Essilor. 35. Levando em consideração as informações prestadas pelas Requerentes, pelo concorrente confidencial e pela Cliente confidencial, foi possível constatar a diferença de tecnologia, custo e preço dos produtos/serviços ofertados pelas Requerentes, vale dizer, a Essilor e UNILAB possuem atuação diferenciada no que diz respeito a surfaçagem de lentes realizada por laboratórios. 36. Diante do exposto acima, segue o Quadro III que ilustra as atividades desenvolvidas pelas Requerentes no segmento oftalmológico, no Brasil: 8

9 Quadro III Serviços Ofertados pelas Requerentes no Brasil Serviços Essilor UNILAB Comercialização de blocos oftálmicos X Distribuição de lentes oftálmicas (surfaçagem digital) Distribuição de lentes oftálmicas (surfaçagem tradicional) Distribuição de lentes (tratamentos de anti-risco e anti-reflexo) Fonte: Requerentes. Elaboração SEAE. 37. Verifica-se que, entre os serviços prestados pelas Requerentes no Brasil, não há sobreposição horizontal. No entanto, cabe mencionar que a operação ora sob análise resulta em integração vertical, que está relacionada a fabricação e posterior comercialização dos blocos oftálmicos pelo Grupo Essilor com a transformação destes em lentes oftálmicas pelo UNILAB através do processo de surfaçagem tradicional e posterior distribuição destas lentes pelos laboratórios RX; TEC-LAB; e CEPROLAB, ou seja, o Grupo Essilor fornece lentes para o UNILAB que, por sua vez, funciona como intermediário no processo de surfaçagem e montagem dos óculos, fornecendo estas lentes, ajustadas de acordo com as receitas médicas, aos laboratórios distribuidores RX, TEC-LAB e CEPROLAB. 38. Apesar do laboratório UNILAB atuar como intermediário na distribuição de lentes oftálmicas no atacado exclusivamente aos três outros laboratórios supracitados, estes por conseqüência exercem a função de distribuidor destas mesmas lentes oftálmicas no varejo para as óticas. Entende-se, portanto, que os segmentos distribuição de lentes oftálmicas no atacado e no varejo referem-se a um mesmo mercado, ou seja, mercado de distribuição de lentes oftálmicas, uma vez que os laboratórios RX, TEC-LAB e CEPROLAB são conjuntamente proprietários do UNILAB. 39. Tendo em vista que a operação ora sob análise resulta na integração vertical entre as atividades de produção/comercialização de lentes oftálmicas da Essilor e os serviços de distribuição de lentes oftálmicas pelos laboratórios UNILAB, RX, TEC- LAB e CEPROLAB, esta SEAE analisará os efeitos da presente operação nos seguintes mercados: X X X (i) (ii) Mercado de comercialização de blocos oftálmicos lentes em estado bruto (fabricantes) e Mercado de distribuição de lentes oftálmicas (laboratórios). 9

10 III.3 Dimensão Geográfica III.3.1 Mercado de Comercialização de Blocos Oftálmicos (Fabricantes) 40. As Requerentes entendem que o mercado de comercialização de blocos oftálmicos, em sua dimensão geográfica, é nacional, porque laboratórios podem comprar estes blocos de fabricantes situados em qualquer lugar do Brasil e, algumas vezes, também no exterior. 41. Em consulta feita as Requerentes, por meio do Ofício nº 7181/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 10 de abril de 2008, as mesmas foram questionadas sobre a possibilidade dos laboratórios localizados no Brasil demandarem blocos oftálmicos (lentes em estado bruto) a preços competitivos no mercado internacional. Em resposta, informaram o seguinte: É perfeitamente possível tal demanda. O mercado internacional de lentes é amplo e capaz de suprir a demanda mundial. Além das fabricantes multinacionais que atuam no setor ótico, como a Essilor e a Zeiss, que atuam como fabricantes locais e importadores, existem outras empresas as quais todos seus produtos são originados de importações, como a própria Hoya, e outros fabricantes internacionais que exportam sua produção para o Brasil sem ter estrutura de distribuição própria. Normalmente os laboratórios e óticas utilizam-se de diversas empresas como intermediárias entre eles e os fabricantes situados no exterior. 42. A concorrente confidencial, em resposta ao Ofício nº 7666/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 20 de maio de 2008, apresentou as seguintes informações sobre a preferência dos laboratórios na aquisição de blocos oftálmicos (lentes em estado bruto), em relação à dimensão geográfica: (...) a grande maioria das lentes em estado bruto comercializadas no Brasil são compradas de Distribuidores locais (representantes brasileiros dos fabricantes internacionais de lentes). Até porque devido a acordos internacionais as grandes empresas: Essilor, Carl Zeiss Vision, Hoya, Rondestock, etc, que possuem cerca de 80% do mercado nacional não comercializam lentes para paises que tenham fabricação, distribuição ou representação no mesmo. 43. A concorrente confidencial, em resposta ao Ofício nº 7883/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 20 de maio de 2008, apresentou a seguinte informação: O mercado brasileiro de lentes oftálmicas em estado bruto é abastecido basicamente por grandes produtores mundiais, dos quais dois efetuam atividades de manufatura no país: Essilor de origem francesa em Manaus AM e a Carl Zeiss de origem alemã em Petrópolis RJ. Outros dois produtores mundiais atuam no mercado nacional através de empresas locais 10

11 devidamente legalizadas: a japonesa Hoya comercializa seus produtos no Brasil através da empresa Optotal e a alemã Rodenstock através da Indústria Geral de Aparelhos e Lentes S/A (IGAL). 44. A cliente confidencial, em resposta ao Ofício nº 8211/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 10 de julho de 2008, informou o seguinte sobre a possibilidade de aquisição direta de blocos oftálmicos (lentes em estado bruto) no mercado internacional: (...) já fizemos algumas importações mas somente de marcas de lentes não disponíveis para comercialização no mercado brasileiro. O que nos levou a utilizar a importação direta foi o custo mais baixo encontrado no mercado internacional em relação aos produtos similares comercializados por empresas nacionais. (...) Mesmo encontrando um custo mais barato para lentes oftálmicas no mercado internacional alguns pontos nos levam a preferir comprar as lentes em território nacional: A burocracia para fazer importação direta é bastante elevada, demorando até 90 dias para o produto estar disponível para nossa comercialização; As quantidades para importar devem ser elevadas ocasionando assim um aumento no investimento em estoque o que torna a prática de importação direta praticamente inviável O pagamento é antecipado, ou seja, pagamos no ato da tirada do pedido. A Essilor não nos permite importar diretamente seus produtos. Caso isso ocorra, o laboratório perde seu desconto junto a Essilor do Brasil o que dificultaria bastante nossas operações logo que 70% do que vendemos hoje é da Essilor. Essa estatística pode ser ampliada para todo o mercado do Ceará. Mesmo que fizéssemos uma importação direta dos produtos Essilor, não teríamos nenhum serviço de pósvenda referente a esses produtos. confidencial. 45. A Cliente confidencial, por meio de resposta ao Ofício nº 7663/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 23 de maio de 2008, informou o seguinte sobre a possibilidade de aquisição direta de blocos oftálmicos (lentes em estado bruto) no mercado internacional: Não há impedimento para aquisição de lentes (blocos) no mercado internacional, porém só trabalhamos com produtos nacional. Comercialmente nossa empresa não tem 11

12 preferência em adquirir lentes (blocos) no mercado internacional, mas sim no mercado interno. 46. A Cliente confidencial, por meio do Ofício nº 7664/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 23 de maio de 2008, foi questionada sobre a possibilidade de aquisição direta de blocos oftálmicos (lentes em estado bruto) no mercado internacional. Em resposta, esclareceu que seu laboratório não pode adquirir lentes diretamente no mercado internacional, pelo fato de estar cadastrado como optante do Simples Nacional. Ademais, informa que a existência de procedimentos burocráticos para fazer a importação na quantidade que atualmente adquire, o que inviabiliza esta opção. 47. As Requerentes estimam que a participação das importações independentes no mercado de lentes seja aproximadamente entre 15% e 20%, tomando-se por base o volume, e entre 8% e 12%, tomando-se por base o valor. 48. Desta forma, verifica-se que, apesar das importações diretas de lentes oftálmicas serem possíveis, a cliente confidencial informou, em resposta ao ofício supracitado que esta opção não se torna vantajosa devido a procedimentos burocráticos existentes para importar o que afeta itens como prazo de entrega, formas de pagamento, quantidades mínimas, entre outras. Adicionalmente, os demais clientes que foram consultados deixaram claro que preferem adquirir os blocos oftálmicos no mercado nacional. Considerando, as informações prestadas pelos clientes, além dos esclarecimentos disponibilizados pelos concorrentes e pelas Requerentes, conclui-se, portanto, que o mercado de comercialização de blocos oftálmicos é nacional. III.3.2 Mercado de Distribuição de Lentes Oftálmicas (Laboratórios) 49. Com relação ao mercado de distribuição de lentes oftálmicas, esta SEAE encaminhou diversos ofícios para esclarecer a dimensão geográfica do referido mercado. 50. Em resposta aos Ofícios nº s 06886/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 18 de março de 2008, 6885/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 18 de março de 2008 e 6884/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 18 de março de 2008, os confidencial, respectivamente, informaram o seguinte confidencial: O TEC-LAB está estabelecido nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte e além desses estados, atua em Pernambuco, Piauí, Maranhão, Pará e Amazonas. Sendo assim, seu mercado de distribuição pode ser considerado principalmente a região Norte e Nordeste. Os estados em que a CEPROLAB atua são: Ceará, Rio Grande do Norte e Pará. Representando as regiões norte e nordeste. O laboratório RX atua no Ceará e Pernambuco. 12

13 51. O confidencial, por meio de resposta ao Ofício nº 6886/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 18 de março de 2008, esclareceu que distribui produtos e serviços para as ópticas da região norte e nordeste e que todos os serviços prestados ao cliente (surfaçagem e montagem) são terceirizados com o laboratório UNILAB. Adicionalmente, o confidencial informou que não vislumbra qualquer limitação na distribuição (comercialização) de lentes para as óticas. 52. A empresa confidencial, em resposta ao Ofício nº 6843/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 18 de março de 2008, forneceu as seguintes informações sobre a dimensão geográfica do mercado de distribuição de lentes oftálmicas: A atuação dos laboratórios no que diz respeito ao processo de surfaçagem é geograficamente mais restrita, pois esta fase do processo é mais fácil de ser implantada, ou seja, a razoabilidade indicaria um raio de cobertura relativamente pequeno. Ressalva-se que as questões de qualidade e/ou preço, fazem com que alguns clientes optem por laboratórios distantes. Ocorre, entretanto, que os complementos da produção, especialmente o Anti-Reflexo ou Anti-Risco que dependem de investimentos maiores, e portanto menor quantidade de ofertantes destes serviços ao mercado, fazem com que os clientes (óticas) acabem por demandar o pacote de serviços por inteiro, junto a um laboratório que se encarrega de surfaçar, que é a sua atividade básica, como também de adquirir o Anti-Reflexo (de terceiros). No nosso entender, o potencial da região atingida pela associação UNILAB (laboratórios RX, TEC-LAB; e CEPROLAB) com a Essilor Coating seria a região Nordeste com reflexos na região Norte. 53. Por meio do Ofício nº 7181/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 10 de abril de 2008, encaminhado às Requerentes, foi questionada a possibilidade de aquisição por parte dos consumidores (óticas) de lentes acabadas, ou seja, surfaçadas, em regiões distantes da localização da própria ótica. Em resposta, as Requerentes informaram que: Para uma ótica, os principais fatores determinantes de sua compra serão: o preço e o prazo de entrega ofertada pelos laboratórios. Os laboratórios poderão estar localizados em qualquer ponto do país, seja no mesmo Estado ou não. A situação mais comum é que a ótica possa obter melhores condições de preço e prazo de laboratórios mais próximos. Para uma ótica localizada em uma área com laboratórios, de uma forma geral, a ótica obterá melhores condições de preços e prazos dos laboratórios localizados na mesma área, ao que se refere a lentes acabadas e blocos surfaçados. Entretanto, se na região houver um laboratório, mas não um centro de tratamento anti-reflexo (coating center), a ótica provavelmente conseguirá melhores condições de prazo na compra de um bloco surfaçado com anti-reflexo de um laboratório que tenha 13

14 proximidade com um centro de tratamento anti-reflexo, mesmo que este laboratório seja longínquo. 54. A Cliente confidencial, por meio de resposta ao ofício nº 6748/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 12 de março de 2008, esclareceu o seguinte sobre as condições para distribuição de lentes oftálmicas de um laboratório para as óticas: A distribuição (comercialização) de uma lente para ótica ocorre, via de regra, a partir de um pedido que é feito pela ótica baseado numa prescrição médica que define a característica do produto quanto ao material e potência da lente a ser confeccionada. As variáveis que implicam na distribuição (comercialização) de lentes oftálmicas não estão relacionadas as características físicas do produto, do custo de transporte ou qualquer outra variável que não seja a prescrição médica. 55. Tendo em vista as informações apresentadas pelas Requerentes pelo cliente e concorrente, verifica-se que no presente caso, os três laboratórios proprietários do UNILAB atuam somente nas regiões norte e nordeste, especificamente nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Pará e Amazonas. 56. Considerando que o laboratório UNILAB encontra-se instalado no Estado no Ceará e que atua com distribuição de lentes oftálmicas surfaçadas para os laboratórios RX, TEC-LAB e CEPROLAB que, por sua vez, atuam nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Pará e Amazonas, entende-se que há possibilidade de distribuição das referidas lentes entre os estados do norte e nordeste. Cabe ressaltar que a cliente confidencial e o confidencial informaram que não vislumbram qualquer limitação na distribuição (comercialização) de lentes para as óticas. Assim, esta SEAE analisará o mercado de distribuição de lentes oftálmicas como regional, incluído as regiões norte e nordeste em um único mercado geográfico. 57. Diante do exposto, esta SEAE entende que os mercados relevantes a serem analisados na presente operação são: mercado nacional de produção de blocos oftálmicos; e mercado regional (norte e nordeste) de distribuição de lentes oftálmicas. IV. Da Possibilidade de Exercício do Poder de Mercado IV.1.1 Mercado Nacional de Comercialização de Lentes Oftálmicas (mercado upstream) 58. Na petição inicial, as Requerentes apresentaram valores e quantidades de lentes fabricadas, no ano de 2006, que representaram 46 milhões de lentes, gerando receita de R$ 525 milhões. No entanto, por meio de correio eletrônico, as Requerentes apresentaram nova estimativa de valor e volume de lentes para o ano 14

15 de 2006, com as participações da Essilor e das suas concorrentes no mercado nacional de comercialização de blocos oftálmicos, conforme quadro abaixo: Quadro IV Estrutura do Mercado Nacional de Comercialização de Blocos Oftálmicos 2006 Empresas Participação Participação Volume Valor % (milhões) (R$ milhões) Essilor Carl Zeiss Vision Hoya confidencial Outros Total Fonte: Requerentes. % 59. De acordo com o Quadro III, verifica-se que a participação da Essilor no mercado de produção de lentes oftálmicas correspondeu a confidencial em termos de volume e confidencial em termos de valor. 60. Com o intuito de confirmar as participações estimadas pelas Requerentes, esta SEAE encaminhou ofícios aos concorrentes, os quais apresentaram suas estimativas para o mercado de comercialização de blocos oftálmicos, conforme constam nos trechos explicitados abaixo. 61. A confidencial, em resposta ao Ofício nº 7666/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 20 de maio de 2008, apresentou a seguinte estimativa de participação no mercado supracitado em termos de valor, no ano de 2007: (i) Essilor, com confidencial; Carl Zeiss Vision, com confidencial; (iii) Hoya, com confidencial; (iv) MacPrado, com confidencial; (v) Rondestock, com confidencial; e (vi) Outros, com confidencial. 62. A confidencial, em resposta ao Ofício nº 7883/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 20 de maio de 2008,, apresentou sua estimativa quanto à participação dos concorrentes no mercado em questão, em termos de volume, em 2007, da seguinte forma: (i) Essilor, com confidencial; (ii) Carl Zeiss Vision, com confidencial; (iii) Optotal (Hoya), com confidencial; (iv) IGAL (Rondestock), com confidencial; e (v) Outros, com confidencial. 63. Tendo em vista que a participação da Essilor no mercado de comercialização de lentes oftálmicas, apresentada pelas Requerentes e pelos concorrentes é relativamente alta, tanto em termos de volume quanto em termos de valor, esta SEAE analisará detalhadamente as condições de entrada e a probabilidade de rivalidade neste mercado, de forma a estudar a possibilidade de fechamento de mercado em decorrência da operação. 15

16 IV.1.2 Mercado de Distribuição de Lentes Oftálmicas (mercado dowstream) 64. Em atenção ao Ofício nº 7181/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 10 de abril de 2008, as Requerentes apresentaram uma estimativa da estrutura de oferta do mercado regional (nordeste e norte) de distribuição de lentes oftálmicas por laboratório, no ano de 2007, baseados na capacidade de surfaçagem dos laboratórios a partir dos pares de lentes por mês, conforme quadro abaixo: Quadro V Estrutura do Mercado de Distribuição de Lentes Oftálmicas no N/NE Laboratórios Unilab RX Unilab+RX Tecnolens Multi-Block Ótica da Gente Motical Taveira e Oliveira Distribuidoras de lentes Visual Cidade Fortaleza Recife Feira de Santana Salvador Salvador Fortaleza Belém Aracaju Gama Salvador Girafa Campina Grande Ceprol Natal Disnol Recife Rede Visão Maceio Rede Espósito e Irmãos Caruaru Rede Itamaraty Fortaleza Rede casa dos Relojoeiros Fortaleza Rede Boris Fortaleza Rede Francisco Gomes Juazeiro do Norte Quality Lab Fortaleza Max Lab (Master Glass) Lauro de Freitas Centro de Abastecimento Manaus Labo-Optica Belém Rede Avenida Manaus Outros Total Fonte: Requerentes. Capacidade de surfaçagem (pares por mês) confidencial confidencial Participação (%) 65. Pelo Quadro IV, verifica-se que a participação do Unilab no mercado de distribuição de lentes oftálmicas corresponde a confidencial, percentual este que não lhe confere a possibilidade de exercer poder de mercado, inclusive quanto a uma eventual possibilidade de fechamento de mercado. Ademais, nota-se que este mercado é bastante pulverizado, contando com diversos concorrentes que 16

17 representam, conjuntamente, mais de confidencial da participação do total deste mercado. 66. Tendo em vista que não existem estatísticas consolidadas sobre os montantes físicos e monetários do comércio de distribuição de lentes e considerando a impossibilidade de confirmar com os concorrentes as participações do mercado de distribuição de lentes oftálmicas no Norte e Nordeste do Brasil, esta SEAE optou por aceitar a estimativa apresentada pelas Requerentes no Quadro IV e não prosseguir a análise para este mercado. V. Da Probabilidade de Exercício do Poder de Mercado 67. Conforme verificado acima, faz-se necessária a análise das condições de entrada e rivalidade no mercado de comercialização de blocos oftálmicos. Para tanto, esta SEAE encaminhou ofícios às Requerentes, concorrentes e clientes conforme constam nos itens abaixo. V.1. Condições de Entrada 68. Com o intuito de analisar as condições de entrada no mercado nacional de comercialização de blocos oftálmicos, esta SEAE solicitou informações para as Requerentes e concorrentes, e, em resposta, obteve as seguintes informações, as quais encontram-se descritas abaixo: 69. As Requerentes, em resposta ao Ofício nº 8127/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 04 de julho de 2008, informaram que: A tecnologia utilizada para a comercialização de lentes é madura e está disponível no mercado, não havendo, portanto, qualquer obstáculo ao seu acesso. Os insumos básicos são monômeros e outros produtos químicos fornecidos por indústrias químicas nacionais e estrangeiras. O acesso aos insumos é livre. A mão-de-obra necessária para a produção de lentes oftálmicas não exige alta qualificação. No que se refere as patentes, quando existem são de tecnologia madura, logo facilmente licenciáveis. Não há barreiras institucionais e/ou regulatórias para o mercado de lentes oftálmicas. O consumidor final de lentes oftálmicas adquire o produto em óticas que são geralmente escolhidas em razão da conveniência ao consumidor, como, por exemplo, a proximidade desta ótica de sua residência ou trabalho, e não pelo fato da ótica possuir determinada marca de lentes. Em verdade, pode-se afirmar que o consumidor final é pouco informado e não conhece as diversas marcas de lentes existentes. O poder da escolha da lente, portanto, cabe mais ao varejo/ótica/balconista que, de fato, escolhe a marca de lentes a ser vendida ao consumidor final. Por conseqüência, as 17

18 ações de marketing dos fabricantes são mais voltadas ao varejo do que aos consumidores finais. Pode-se notar, no entanto, que neste momento há um esforço por parte dos fabricantes de lentes para tornar suas marcas e produtos mais conhecidos para o consumidor final, de modo que, paulatinamente, o fator marca passe a ser relevante na decisão de compra do consumidor. O mercado de lentes tem crescido 4% ao ano e a expectativa das requerentes é que cresça em média 4% ao ano nos próximos três anos. As Requerentes estimam que o tempo necessário para que seja viável a oferta de lentes oftálmicas ao mercado por um entrante que instale uma nova fábrica no país seja de aproximadamente dois anos. As Requerentes informaram que nos últimos cinco anos nenhuma empresa entrou no mercado de fabricação de lentes oftálmicas no Brasil, e esclarecem que os grandes fabricantes de lentes concorrentes da Essilor, como Zeiss, Hoya, e Rodenstock, por exemplo, estão no mercado brasileiro há mais de cinco anos. Existem outros fabricantes mundiais que possuem a distribuição de seus produtos realizadas através de importadores/distribuidores independentes. Estes fabricantes são: Pentax, Seiko, Vision-Ease, Signet-Armolite, Indo, Nikon, além de vários outros fabricantes asiáticos de marcas sem tradição no setor. As Requerentes responderam que se houver um pequeno, mas significativo e não transitório aumento nos preços das lentes seria possível a entrada de novos concorrente no mercado em questão. Argumentaram, ainda, que em se tratando de lentes oftálmicas de produto de alto valor agregado, a entrada de novos concorrentes no mercado nacional por meio de importações é viável em um período muito inferior a dois anos. Além disso, considerando que é de dois anos o tempo estimado para início de oferta ao mercado por um novo entrante que deseja instalar uma nova fábrica no território nacional, as Requerentes entendem que seria possível esperar a entrada de novos concorrentes no mercado nesse período, em caso de um aumento pequeno, mas significativo e não transitório de preços. Nessas condições, as Requerentes entendem que as grandes fabricantes mundiais que ainda não tenham fábrica localizada no Brasil, provavelmente instalariam unidades industriais no país. 70. A concorrente confidencial, por meio de resposta ao Ofício nº 7666/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 20 de maio de 2008, esclareceu o seguinte: 18

19 confidencial. Desconhecemos barreiras institucionais para colocação de produtos no mercado nacional. A marca é importante, e confidencial. O desenvolvimento de marcas novas requer alto investimento e longo prazo para maturação. O investimento mínimo para produção/fabricação de uma família de lente oftálmica é de alguns milhões de reais. confidencial. O mínimo para operação de uma fábrica é de 10 mil lentes/dia, e é necessário um investimento de aproximadamente 5 milhões de reais. Nós esperamos um crescimento do setor de, aproximadamente, 6% a.a. para próximos três anos. Uma fábrica necessita de 1 ano e meio para o início de atividades comerciais. Em passado recente, não se tem percebido aumento de preços. Inclusive, tem ocorrido queda de preços em maneira geral, tanto no mercado nacional como no internacional. Caso haja situação de aumento de preço, o mercado ficará mais vulnerável para entrada de produtos asiáticos. Nosso investimento em publicidade tem sido na ordem de confidencial. 71. A concorrente confidencial em resposta ao Ofício nº 8407/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 10 de julho de 2008, informou o seguinte: (...) temos que talvez 80% da produção global de lentes esteja na mão de quatro grandes fabricantes presentes no mercado há décadas e proprietários de várias marcas internacionalmente conhecidas: a Essilor, a Hoya, a Carl Zeiss Vision e a Rondestock. Tem-se que estes quatro grupos já instalados no Brasil possuem acesso a tecnologia, pessoal especializado, patentes e outros elementos relevantes. Já em relação aos importadores, posto que eles não possuem unidades fabris instaladas no Brasil, acreditamos que se torna extremamente difícil a instalação autóctone de unidades de fabricação, devido a falta de conhecimentos técnicos e também o altíssimo aporte de capital necessário a esta implementação. A fidelidade a marca depende de diversos fatores, tais como: (i) do poder aquisitivo do cliente final, pois os produtos com marcas custam muito mais caros; (ii) do uso prévio de alguma marca conhecida pelo cliente; (iii) do direcionamento feito pelo balconista da ótica para os produtos de marca. 19

20 Como a instalação de uma unidade de fabricação depende de aporte intensivo de capital, julgamos que as marcas são um fator fundamental na decisão de investir ou não em uma fábrica nova. Para as empresas com marcas conhecidas, torna-se mais fácil prever um nível adequado de demanda, o que não acontece com as empresas que não tem marcas conhecidas. Isto pode ser comprovado pelo fato de que as duas maiores empresas do ramo, Essilor e Carl Zeiss Vision, ambas tem unidades de fabricação no Brasil. Já a terceira e a quarta maiores empresas, a Hoya e a Rodenstock, possuem somente laboratórios para fabricação de lentes, e as outras empresas que fabricam lentes sem marcas não estão presentes com nenhum tipo de fabricação no país, sendo aqui distribuídas somente através de importações. Após alguns meses de estudo, o Business Plan indicava que o nível mínimo de fabricação de lentes acabadas e/ou semiacabadas necessário para se atingir o break-even point seria confidencial, fabricadas em CR-39 (material de 95% das lentes oftálmicas), que permitiria um faturamento bruto anual de confidencial e uma lucratividade de confidencial. No Brasil se estima vender em 2008 um total de confidencial. Para a instalação de uma unidade de fabricação com essa escala mínima viável, foi considerado necessário um aporte de mais de confidencial, o que levou a confidencial. A perspectiva de crescimento do ramo de lentes oftálmicas é boa, pois esta ligada diretamente ao binômio poder aquisitivo e educação da população. Nos últimos 3 a 4 anos temos visto progresso em ambos os indicadores e acreditamos que esse progresso ainda não tenha se esgotado. Estimamos que dentro de 3 anos, a venda de lentes no Brasil esteja no nível de 60 milhões/ano. Em havendo um aumento não transitório de preços nas lentes oftálmicas, a única oferta possível de abastecimento do mercado se daria através de importações aumentadas. Não conheço outro player global com capacidade financeira e gerencial que possa se interessar em um investimento de grande porte no Brasil: os quatro grandes produtores globais já estão aqui instalados. A confidencial nos três anos findos em 31 de julho de 2008, e investiu em publicidade e promoção quase confidencial, ano a ano, um total em 3 anos de confidencial. 72. Diante do exposto acima, verifica-se que as condições de entrada no mercado de comercialização de blocos oftálmicos não são triviais, uma vez que o investimento e a produção mínima necessários para iniciar a comercialização são 20

21 elevados. Desta forma, as concorrentes informaram que, mesmo após um pequeno, mas significativo e não transitório aumento de preços dos blocos oftálmicos, as mesmas não vislumbram a entrada de um novo concorrente no referido mercado. 73. Tendo em vista as informações dos concorrentes citados acima e a impossibilidade de argumentos das Requerentes que justifiquem a facilidade nas condições de entrada ao mercado de comercialização de blocos oftálmicos, esta SEAE dará prosseguimento à presente análise. V.2 Rivalidade 74. Com o intuito de analisar as condições de rivalidade no mercado nacional de comercialização de blocos oftálmicos, esta SEAE solicitou informações para as Requerentes e concorrentes, e, em resposta, obteve as seguintes informações, as quais encontram-se descritas abaixo: 75. As Requerentes, em resposta ao Ofício nº 8127/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 04 de julho de 2008, informou o seguinte: As Requerentes entendem que são particularmente relevantes as seguintes estratégias de concorrência utilizadas: (i) concorrência de preços, por meio do oferecimento de descontos e condições mais vantajosas a varejistas (óticas), no intuito de obter a lealdade de varejistas mais importantes; (ii) concorrência por meio da diferenciação de produtos e serviços, com o acréscimo de tecnologias e benefícios a lente básica, tal como, anti-reflexo, transitions, etc...; (iii) concorrência por meio do oferecimento de treinamento e informações sobre os produtos aos varejistas, com o fornecimento de material promocional. Não obstante as tradicionais condutas de marketing junto ao mercado varejista, os fabricantes tem recentemente se voltado para o fortalecimento de suas marcas junto ao consumidor final. Nesse sentido, os fabricantes passaram a divulgar mais as suas marcas para o varejo e no ponto de venda. A Essilor, por exemplo, tem divulgado suas marcas varilux e Crizal através de anúncios em revistas do setor e através de material disponível no varejo. Nos últimos anos a Hoya introduziu os seguintes produtos: Hoyalux Argos, Hoyalux Lifestyle, Trivex Mioligth, Trivex Hyperlight, Clean Extra, Ultrax, Hoya Transitions VI. A Carl Zeiss introduziu os seguintes produtos: Gradal Top E, GT2, Teflon, Sotutec, Individual Zeiss, Sola Digital. A Rodenstock introduziu os seguintes produtos: Multigressive, Progressive Life, Solitaire, Nexyma, Impression. 21

22 Quadro VI Investimento em publicidade e promoção no mercado de fabricação de lentes oftálmicas Fabricantes Essilor Hoya Zeiss Rodenstock Ano confidencial A Essilor procura sempre operar num nível próximo a confidencial da capacidade instalada, e este nível vem sendo atingindo nos últimos anos com variações desprezíveis. Este mesmo nível ocorre nas projeções. As requerentes não possuem informações referentes aos concorrentes. 76. A concorrente confidencial, em resposta ao Ofício nº 7666/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 20 de maio de 2008, forneceu as seguintes informações: As principais estratégias de concorrência utilizadas pelas empresas atuantes no mercado de fabricação de blocos oftálmicos refere-se a ampliação da capacidade instalada, através do controle dos canais de distribuição (óticas). (...) O controle dos canais de distribuição tem sido feito através de contratos que impõem condições de comercialização que não favorece ou não permite a comercialização de produtos de terceiros em pelo menos mínima igualdade de condições. Nossos concorrentes tem investido com publicidade um percentual maior que o nosso, ou seja, de confidencial sobre suas vendas líquidas por ano, nos últimos três anos. 77. A concorrente confidencial, por meio de resposta ao Ofício nº 8407/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 10 de julho de 2008, informou o seguinte: A Essilor atua com publicidade maciça de suas lentes desde décadas atrás, tornando-se as lentes mais procuradas pelo mercado. O nosso total de vendas dos últimos três anos, exclusivamente de lentes importadas, foi de : (confidencial. Acreditamos que a Essilor tenha capacidade instalada de fabricação de confidencial e a Zeiss de confidencial) Todo mercado brasileiro de lentes somado não chega a quantidade de lentes que a Essilor vende por ano, por isso, considero impossível que algum produtor no Brasil possa ser capaz de absorver um eventual desvio da demanda da Essilor. 22

23 78. A concorrente confidencial, através de resposta ao ofício nº 08545/2008/RJ COGCE/SEAE/MF, de 10 de julho de 2008, apresentou o Quadro abaixo que descreve as principais estratégias de concorrência utilizadas pelas empresas atuantes no mercado de comercialização de blocos oftálmicos no Brasil: Quadro VII Principais Estratégias de Concorrência no Mercado de Fabricação de Blocos Oftálmicos no Brasil Estratégias Essilor Zeiss Hoya Igal Concorrência por preços Diferenciação de Produtos Inovações de Produtos Ampla gama de produtos Treinamento da Equipe de vendas Política Comercial agressiva Vendas casadas Cobertura geográfica confidencial Controle de laboratórios regionais Ajustes de preços de produtos concorrentes Presença junto aos oftalmologistas Incentivos às óticas e balconistas Publicidade em mídia fechada Publicidade em mídia aberta Fonte: confidencial. 1-Forte 2 Média 3 Fraca NA Não Aplicável 79. Diante das informações prestadas acima foi possível constatar que a principal estratégia de concorrência utilizada pela Essilor no mercado de comercialização de blocos oftálmicos é o investimento em publicidade com propaganda e marketing que é bem superior a de seus concorrentes. Portanto, esta SEAE dará prosseguimento a análise na etapa posterior. V.3 Importações 80. Com o intuito de analisar as condições para importação no mercado brasileiro de comercialização de blocos oftálmicos, esta SEAE solicitou informações para as concorrentes e clientes, e, em resposta, obteve as seguintes informações, as quais encontram-se descritas abaixo: 81. Por meio de resposta ao Ofício nº 7883/2008/RJ/COGCE/SEAE/MF, de 20 de maio de 2008, a concorrente confidencial apresentou o quadro abaixo, que exibe as importações brasileiras de lentes. 23

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