UMA VIAGEM AO MUNDO DOS SÍMBOLOS RELIGIOSOS

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1 UMA VIAGEM AO MUNDO DOS SÍMBOLOS RELIGIOSOS Resumo LARA, Silvana Maria de 1 Escola Municipal Irmã Dulce Grupo de Trabalho Ensino Religioso Agência Financiadora: não contou com financiamento O presente texto relata a experiência com o estudo dos símbolos religiosos que foi desenvolvido com alunos das três primeiras séries da etapa I do Ensino Fundamental, durante o período de 2011 e 2012, em uma escola da rede municipal de ensino. Em um primeiro momento, desenvolveu-se o conceito do que é um símbolo, depois houve a distinção entre o que são símbolos profanos e religiosos, focando o estudo nestes últimos. Dentro desta proposta, este projeto buscou ampliar a compreensão sobre a importância dos símbolos para a tradição religiosa a qual pertence, e a necessidade de respeito frente à diversidade de formas de culto ao Transcendente. Procurou explicitar que os símbolos não são apenas ícones visuais, mas podem ser vivenciados através dos outros sentidos, como olfativos e auditivos, que abrangem as emoções mais profundas do ser humano. Estudou- se ainda algumas lendas sobre animais que representam as virtudes humanas, ou que destacam- se como exemplo pelas suas qualidades inerentes. Em outro momento conheceu-se e as palavras sagradas em diferentes tradições e também o uso da música como forma de contato com o Transcendente. Durante o projeto foram trabalhados elementos simbólicos da cultura oriental, indígena, africana e ocidental, garantindo o direito ao acesso à pluralidade religiosa existente em nosso país e no mundo, conceitos que estão expressos e garantidos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais e no Currículo Municipal de São José dos Pinhais. Os recursos metodológicos do projeto foram: a exposição dialogada, imagens da internet e livros, confecção de cartazes, desenhos e pinturas, música, além de contação de histórias. Como considerações finais, analisa-se o aspecto positivo do estudo dos símbolos religiosos como forma de exercício de tolerância religiosa e a possibilidade de conhecer elementos de outras culturas, diversas das experiências pessoais dos alunos. Palavras-chave: Símbolos religiosos, Ensino Religioso, Estudo dos símbolos. 1 Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Paraná, especialista em Ensino das Artes Visuais: práticas pedagógicas e linguagens contemporâneas pela Pontifícia Universidade Tuiuti do Paraná, atua como docente de Ensino Religioso e Arte nas séries iniciais do Ensino Fundamental.Sem vínculo acadêmico, faz estudos independentes sobre Ensino Religioso.

2 29389 Introdução Desde os tempos mais remotos, o homem utilizou-se de símbolos para a comunicação, mas antes de iniciar o estudo sobre este fascinante assunto, faz-se necessário uma definição sobre signo e símbolo. A diferença essencial entre um símbolo e um signo é que os signos tem significados práticos e sem ambiguidade: Particular,Proibido fumar, Perigo. Já os símbolos tem uma ressonância imaginativa maior e seus significados mais complexos, às vezes ambíguos. (TRESSIDER, 2003, p.7). Neste projeto iremos trabalhar apenas com os símbolos, pois são eles que usam os sentidos imaginativos, assim iniciamos o conteúdo Símbolos Religiosos que vai além de uma matéria escolar, pois representa o conhecimento que pode proporcionar maior respeito e tolerância frente à diversidade religiosa presente no Brasil e no mundo. Este conteúdo está expresso nos Parâmetros Curriculares Nacionais: (PCN) de Ensino Religioso e também no Currículo Municipal de São José dos Pinhais, o qual define este assunto como tema para os três primeiros anos da etapa inicial do ensino fundamental. No primeiro ano, estudamos apenas a definição do que é um símbolo, diferenciando os que são ou não religiosos, além de um estudo sobre os mais comuns: vela, flores, água, etc. No segundo ano, estes conceitos são levemente aprofundados. Durante o terceiro ano, estudamos os símbolos religiosos de forma mais sistemática, e suas representações em diversas tradições religiosas. É um tema que gera muita curiosidade e interesse nos alunos, pois: os símbolos possuem um poder além das palavras, carregam uma variedade de significados que falam à alma, à mente e às emoções. (MALLON, 2009, p.4). E, é justamente na busca por estes sentidos mais profundos, quase mágicos, é que o estudo dos símbolos habita, com a possibilidade que ele nos traz de conhecermos diferentes culturas, costumes, religiões, portanto abre-se um mundo de conhecimentos. Desenvolvimento Turmas participantes do projeto: primeiro segundos e terceiros anos da etapa inicial do ensino fundamental, alunos entre cinco e nove anos de idade. Os objetivos do estudo foram:

3 Ampliar o conceito do que é um símbolo. -Diferenciar entre o que são símbolos religiosos e não religiosos. -Conhecer o significado de alguns símbolos de diversas religiões. -Promover o respeito frente à diversidade religiosa. Anos de aplicação do projeto: 2011 e Ao longo destes anos, inúmeras atividades foram realizadas. Foram selecionadas apenas algumas, para compartilhar as experiências vividas. O estudo dos símbolos no primeiro ano: primeira etapa O conceito de símbolo foi desenvolvido durante algumas aulas em que os alunos compreenderam que pode ser: um desenho, uma música, um gesto, uma cor, como por exemplo, as cores da Bandeira Nacional. Partimos dos símbolos do dia a dia: o sinal da escola que marca a entrada e saída, o Hino Nacional, que é cantado toda segunda feira, marcas de produtos, como Coca-Cola, Mc Donald, Omo. O trabalho iniciou-se próximo ao dia 7 de Setembro, então foi fácil para os alunos assimilarem os símbolos: Bandeira e Hino Nacional. Realizou-se uma atividade sobre os símbolos do Brasil: dentro de um contorno do mapa, os alunos deveriam colar figuras recortadas de revistas e jornais que lembrassem o nosso país: animais, pessoas, cores, plantas, enfim, deveriam criar uma composição mais variada possível, trabalhando assim os símbolos profanos. Também se utilizou o Mapa Múndi, que é uma fonte riquíssima de símbolos: fusos horários, oceanos, latitude e longitude, pólos, divisão de países (fronteiras). Segunda etapa- os meus símbolos Cada criança fez o contorno de sua mão em uma folha, depois enfeitou com desenhos que mostrassem as coisas que ela mais gosta: comidas, brincadeiras, cores e pessoas, símbolos que representam a sua pessoa. O símbolo diz muito de quem somos e como somos, e fala da nossa história, dos sonhos, medos, desejos, das frustrações e conquistas. (NASSER, 2006, p.34).

4 29391 Neste sentido, foi feita uma exposição da atividade para os colegas de turma, mostrando os gostos pessoais, com a possibilidade de ver as diferenças e semelhanças de preferências, sempre valorizando o respeito frente ao outro e a si próprio. Após esta explicação, iniciamos a distinção entre símbolos religiosos e profanos, ou também os casos ambíguos, como a vela, por exemplo, que tem várias possiblidades de uso e sentido: falta de energia elétrica, um jantar romântico, oração, iluminação espiritual, aniversário, morte, portanto muitos significados para um único símbolo. Na aula seguinte, partimos para o estudo dos símbolos religiosos que os alunos conheciam, como vela, flores, cruz, Bíblia, sino, água, estudamos também os não religiosos, como bandeiras de times, marcas de produtos, músicas, gestos. Confeccionamos cartazes com símbolos religiosos e não religiosos., também realizamos um exercício de fixação sobre o tema, no qual os alunos deveriam identificar entres as figuras propostas quais eram símbolos religiosos ou profanos. Depois, estudamos ao longo do ano, símbolos de algumas tradições religiosas, como o Budismo, Igreja Católica, Religiosidade Indígena, Evangélicas, Islamismo, Umbanda entre outras. Em 2011, criamos um livro dos símbolos, confeccionado com folhas sulfite dobradas ao meio e grampeadas. A cada semana, estudamos um símbolo, as crianças desenharam e copiaram o significado: vela, incenso, flores, cruz, sino. Ano: 2011 e 2012 Turmas participantes: segundos anos 1-Celebração à natureza- Religiões de matriz oriental Como os alunos já tinham o conhecimento do que é um símbolo consolidado no primeiro ano, no segundo iniciamos um estudo mais aprofundado do assunto. Conhecemos a lenda da cerejeira, e a sua importância dentro da cultura oriental como símbolo de beleza e efemeridade. Os alunos acharam interessante o fato de a florada durar apenas alguns dias, e ser um espetáculo tão belo que até o fato de as pessoas contemplarem a árvore já é um ritual religioso.

5 29392 Outro fato que chamou a atenção foram as oferendas que são enviadas aos deuses aos pés das cerejeiras. Também conhecemos a lenda desta árvore. Após esta conversa, em 2011 os alunos fizeram uma colagem com papel crepom, representando as cerejeiras em flor. Em 2012 a atividade foi um pouco diferente, utilizamos galhos de árvores e colamos massinha de modelar para representar as flores. 3- Feira do conhecimento 2011 Ao longo do ano, estudamos vários símbolos religiosos e seus significados dentro da matriz religiosa a qual pertence. No final de 2011 realizamos uma Feira do Conhecimento, ocasião em que mostramos a comunidade escolar o trabalho realizado ao longo do ano ou também pode- se escolher um tema para desenvolver em um projeto para a exposição. As professoras regentes fazem cada uma o seu projeto para exposição e a professora de Arte e Ensino Religioso faz em uma sala a parte a exposição do que estudou com todas as turmas durante aquele ano. Até 2010, somente a disciplina de Arte fazia parte desta Feira, mas através do diálogo, foi possível incluir o Ensino Religioso para a apreciação da comunidade escolar. Este evento permitiu que se quebrasse as ultimas resistências dos pais e alunos frente à disciplina, pois puderam constatar que ela só visa o conhecimento do fenômeno religioso e não a catequização do alunos. Cada turma tinha um tema, em uma das turmas de 2º ano confeccionaram-se os símbolos religiosos estudados em areia. Os símbolos foram: cruz, chave da vida, Sol, Enkan, Lua crescente, Roda da Vida, OM, estrela de Davi, entre outros. 4- A natureza e os orixás Estudamos sobre as religiões de matriz africana, conhecendo o poder dos orixás e sua íntima relação com os elementos da natureza. Conversamos sobre a importância da água para a manutenção da vida humana e seu caráter sagrado, como morada dos orixás Oxum, das águas doces e Iemanjá, nas águas salgadas. O orixá Oxumaré foi o que mais chamou a atenção das crianças por ser simbolizado pelo arco-íris e por estar ligada a cura de doenças. Também conversamos sobre a importância de preservar o meio ambiente e de como estas religiões estão ligadas a natureza, uma vez que seus deuses estão simbolicamente representados nos elementos naturais, com fogo, ferro, lama, plantas e outros.

6 29393 Os alunos gostaram muito do mito sobre as águas de Oxalá, o qual mostra o caráter de justiça do orixá Ogum, senhor do ferro. Foi um momento de desmistificar certos conceitos que os alunos traziam sobre as divindades africanas, principalmente sobre Exú, que foi satanizado através da catequização católica, mas que dentro do panteão africano, ocupa lugar de destaque e trabalha para a manutenção do equilíbrio do universo, e atua em primeiro lugar dentro de um ritual de Candomblé, no sentido de purificar e abrir os caminhos para os outros orixás. Após estes diálogos, cada criança escolheu um orixá e fez um desenho sobre o elemento da natureza que o representa.o orixá Iemanjá foi a mais ilustrada também por ser a divindade mais popular entre as crianças. Ano: Turmas participantes: terceiros anos Aula 1- relembrar o conceito de símbolo. Ouvimos a música do CD Sementinha do amor: Símbolos que tocam. Letra e música: Sérgio Brandão-Intérprete: Rafael Brasil. Depois conversamos sobre o significado dos símbolos que aparecem na música e as religiões as quais pertencem que são: Islamismo, Confucionismo, Religiões de matriz africana, religiões indígenas, Xintoísmo, Cristianismo e Judaísmo. Relembramos os pontos básicos de cada religião, no que acreditam semelhanças e diferenças. Este conteúdo é trabalhado com mais profundidade no segundo ano, porém todo o momento são relembrados os conceitos já estudados, pois devido a grande quantidade de religiões trabalhadas, é natural que as crianças esqueçam alguns conceitos trabalhados no ano anterior. Em seguida, os alunos desenharam alguns símbolos religiosos que conhecem. Aula 2- o que são símbolos olfativos, auditivos e visuais? Primeiro expliquei o significado destes sentidos: o que é olfato e audição. Depois ilustramos com desenhos. Fizemos um exercício de fixação sobre o tema, lembrando que alguns símbolos tocam em mais de um sentido, como por exemplo, as flores, que são visuais e olfativas, relembrando que também existem os que não se apresentam sob a forma visual:

7 29394 De maneira alternativa, os símbolos podem também não ter ícones, com sua forma escolhida de modo mais arbitrário. Podem até basear-se, como ocorre com frequência na China, num homônimo- associação puramente fonética com o nome de outra coisa. Os símbolos sem ícone podem variar de linhas ou formatos gráficos até palavras ou atos rituais. (TRESSIDER, 2003, p.9). Nestes casos, temos como exemplo, o sinal da cruz, músicas, o cheiro do incenso, a prostração, que são exemplos de símbolos visuais, auditivos ou olfativos, que nos lembram das conexões com o Sagrado, gestos nem sempre palpáveis, materiais, mas concretos e cheios de significados. Ao longo do ano ampliamos nossos conhecimentos sobre diversas religiões e seus símbolos, como por exemplo, Igreja Católica, Igreja do Evangelho Quadrangular, Budismo, Islamismo, Umbanda, Espiritismo, Taoísmo, Confucionismo, Xintoísmo, religiosidades indígenas entre outras. Em 2010 e 2011, estudamos sobre a Via Crucis e a última ceia de Jesus, e houve uma reflexão sobre os ensinamentos morais que Ele nos deixou. O objetivo central foi refletir sobre o verdadeiro sentido da Páscoa, que é uma festa da vida, da esperança, com sentido religioso, e não apenas um comércio de chocolates. Como atividade, confeccionamos com papel sulfite e color set uma escultura da Santa Ceia, trabalho que levantou muitas indagações: muitos alunos não conheciam muito sobre os apóstolos, queriam saber seus nomes, quem era Judas, se haviam mulheres naquela cena, a polêmica se instalou, já que para a maioria dos alunos, a hipótese de Jesus ter sido casado com Maria Madalena e ela ser uma apóstola foi normal e até aceitável, para alguns foi um escândalo sequer pensar nesta hipótese. É assim que vamos construindo o conhecimento no Ensino Religioso, através de dúvidas, polêmicas, questionamentos diversos e principalmente liberdade de expressar suas idéias e na aprendizagem de respeitar o pensamento diverso do seu. Foi um trabalho bem interessante, que gerou motivação nos alunos, e também uma reflexão sobre o tema. No mesmo ano, conhecemos os símbolos do Islamismo, principalmente a Mão de Fátima, que é utilizado como amuleto até por pessoas de outras tradições religiosas. Confeccionamos este símbolo utilizando o desenho do contorno da mão dos alunos, purpurina e lantejoulas.

8 29395 Atividade 3- Animais de poder Dentro do conteúdo sobre símbolos, foram trabalhadas histórias que colocam os animais com qualidades humanas, como a lenda japonesa do Momotaro, menino pêssego, em que graças a rapidez do faisão, a lealdade do cachorro e a agilidade do macaco, foi possível vencer os Onis, monstros que atormentavam as pessoas, e retornar ao vilarejo trazendo paz novamente. Estas histórias permitem reforçar o sentido dos símbolos porque: As tradições religiosas são mantidas por força de seus símbolos, pois eles comunicam aos fiéis a compreensão sensível da religião e os impelem a ação. Podese perceber a importância fundamental que o conteúdo simbólico apresenta para o estudo da fenomenologia religiosa presente no mundo.(são José dos Pinhais, 2008, p.145). Neste sentido, o estudo destas histórias contribui para a compreensão de outras realidades religiosas e para a manutenção da tolerância, por isso a importância destes estudos no ambiente escolar. Estes enredos foram desenvolvidos de forma contextualizada dentro da religião e cultura em que estão inseridos. No segundo ano foi desenvolvido este mesmo trabalho de estudo a partir de uma história com fundo moral a partir da lenda árabe O Gafanhoto, mostrando as virtudes que devemos aprender com os animais: prudência, paciência e outras. Foi lida a história com o desenho das sombra dos animais refletidas no retroprojetor. Como o texto apresentava palavras e expressões complexas para a faixa etária, foram necessárias diversas pausas para explicar o que cada provérbio significava e conversar sobre a opinião das crianças. Em outro momento foram trabalhados os animais de poder de algumas tribos indígenas brasileiras: serpente, coruja, uirapuru, onça, jabuti, rã e escorpião. Cada aluno recebeu a figura de um animal, coloriu e colou com o significado atribuído a este animal de poder. Este trabalho gerou muitas reflexões, sendo que os alunos gostaram principalmente da onça, que tem como virtude o fato de só reagir quando é provocada, então as crianças chegaram a conclusão que deveríamos ser como ela, e só atacar, ou seja, ser rude ou brigar, quando fosse extremamente necessário.

9 29396 Neste momento houve uma auto reflexão, pelo menos momentânea sobre os constantes episódios de agressividade que acontecem no relacionamento entre os alunos, e até a conclusão do caráter desnecessário da violência gratuita. É claro que não houve uma mudança neste comportamento, mas pelo menos a aceitação de que este comportamento não é adequado, e que seria possível mudar. 4-Palavras sagradas Conversamos sobre a força das palavras, como devemos ter cuidado para não ofender qualquer pessoa, e como podemos conseguir mudar as coisas usando as palavras certas. No aspecto religioso, procuramos conhecer termos de diversas tradições religiosas. Uma atividade foi desenvolvida a partir do Tetragramaton, o nome sagrado de Deus no Judaísmo. Os alunos confeccionaram um enfeite de porta com as letras em hebraico enfeitadas com glitter. Também trabalhamos o som sagrado OM, que para os hinduístas é o símbolo de conexão com Deus, o som da criação do mundo. Nas religiões cristãs utiliza-se o Aleluia, Glória a Deus, Amém e outros termos. Nas religiões de matriz africana temos o Axé, força vital do mundo e o Salve, forma de cumprimento utilizada pelas entidades espirituais quando incorporadas nos médiuns. Neste mesmo estudo, conhecemos algumas músicas sagradas: na religião católica ouvimos a música: Louvado seja meu Senhor, nas tradições evangélicas, ouvimos a música Projeto no deserto, na tradição indígena guarani, ouvimos e cantamos a música Apyka miri, na tradição umbandista, ouvimos o hino da Umbanda e na tradição Hare Khrisna ouvimos e cantamos o mantra sagrado: Hare Khrisna. Foram momento de vivência da espiritualidade do outro, os alunos foram convidados a cantar, aqueles que não quiseram apenas ouviram as canções. Considerações finais O estudo dos símbolos religiosos é um tema fascinante que gera muito interesse e empolgação nos educandos.

10 29397 Este conhecimento não poderia acontecer em outro local se não no ambiente escolar, que é o espaço para trocas de saberes sistematizados, inclusive os religiosos. Cabe ao professor de Ensino Religioso levar seus alunos, e também se deixar levar nesta viagem pelos símbolos, conhecer seus significados, aprender a respeitar o diferente, a conhecer novas formas de pensar os diversos meios de comunicação com o Transcendente. Os alunos demonstraram muita curiosidade e sempre aguardam pela aula de Ensino Religioso que acontece uma vez por semana. Fazendo um balanço do projeto, no início, houve muitas dificuldades, enfrentamentos de preconceitos dos pais, alunos, da comunidade escolar como um todo, que entendia este matéria como uma ameaça às convicções religiosas familiares. Mas, aos poucos a disciplina vem mostrando seu papel de formação integral dos cidadãos e conseguiu o respeito merecido dentro do contexto escolar. Também havia a dificuldade da professora que estava iniciando sua função docente no Ensino Fundamental, e na área do Ensino Religioso, que junto com seus alunos foi e está PERconstruindo os conhecimentos, aprendendo com eles. REFERÊNCIAS MALLON, Brenda: Os símbolos místicos- um guia completo dos símbolos e sinais mágicos e sagrados- símbolos de Antigas Civilizações e religiosos. São Paulo. Larousse, 1ª ed NASSER, Maria Celina Cabrera. O uso de símbolos: sugestões para sala de aula. São Paulo. Paulinas, 2006, (Coleção temas do ensino religioso). SÃO JOSÉ PINHAIS. Currículo para as unidades da Rede Municipal de Ensino-Ensino Religioso, São José dos Pinhais, 2008 p TRESSIDER, Jack. Símbolos-um guia ilustrado de imagens, ícones e símbolos: seus conceitos histórias e origens. Tradução: Ricardo Inojosa. Rio de Janeiro, Ediouro, 2003.

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