Entrevista a João Fernandes Portugal não tem um circuito para a arte jovem

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1 Entrevista a João Fernandes Portugal não tem um circuito para a arte jovem Por Kathleen Gomes O director do Museu de Arte Contemporânea de Serralves fala sobre a comunidade de jovens artistas do Porto. E explica por que Serralves não pode fazer mais por eles. ÍPSILON Conhece, está atento ao chamado circuito artístico alternativo do Porto? JOÃO FERNANDES Não posso dizer que conheça na totalidade, até porque a intensidade, irregularidade e efemeridade das iniciativas não me permitem acompanhar tudo quanto acontece. Por outro lado, tenho uma agenda muito preenchida em função da própria actividade do museu: temos uma programação muito intensiva e isso obriga-nos a viajar quase todas as semanas. Mas achamos que é importante o museu estar consciente daquilo que acontece na comunidade na qual se integra. O museu acaba por ter formas de reunir informação sobre aquilo que acontece. Um museu é uma equipa, não é só um director: por exemplo, um assistente meu, Ricardo Nicolau, é precisamente um curador que tem uma atenção muito especial à jovem criação artística no Porto e em Portugal. Quais são a especificidades desta comunidade de artistas portuenses? Um grande activismo e uma grande intensidade no voluntarismo com que esse activismo é conduzido: o facto de os artistas não se resignarem às formas existentes de apresentação do seu trabalho e encontrarem espaços e procedimentos próprios é sem dúvida de realçar. O facto de não esperarem por apoios, por subsídios, pelas instituições, pelas galerias, pelo mercado, para começarem a apresentar trabalho é algo que é extremamente positivo e que acontece em todo o mundo, ao longo da última década. Acontece? Acontece. E em Portugal foi acontecendo também. Portugal nunca foi um país com condições ideais para quem começa apresentar o seu trabalho. Porque as instituições são normalmente espaços já de legitimação ou de consagração de trabalho feito, e não espaços de emergência. E na verdade são muito poucas: não há um circuito para a arte fora de Lisboa e do Porto, na prática. Existe hoje, felizmente, a promessa de novos espaços, há uma outra atenção que as autarquias começam a ter. Mas aquilo que acontece noutros países, como por exemplo na Alemanha, com as kunsthalle [literalmente, salas de arte; estruturas regionais que resultam da associação de coleccionadores e artistas locais], ou em Espanha, onde mais de 200 centros de arte abriram nos últimos anos, não acontece em Portugal. As instituições são limitadas na sua capacidade de oferta de trabalho, até porque uma instituição também é selectiva sendo legitimantes, são selectivas, uma coisa implica a outra. Isso originou um grande voluntarismo por parte dos artistas quer em Lisboa quer no Porto. Em Lisboa houve espaços que se foram mantendo, como a Zé dos Bois com formas de apoio muito específicas, festivais, como o Número, etc.

2 No Porto desencadeou-se um sistema muito peculiar que se calhar tem algumas raízes na história de arte desta cidade ao longo do século XX. Que é uma auto-organização dos próprios artistas em relação a espaços de programação muitas vezes efémeros, sem qualquer tipo de apoios institucionais. É de realçar que, ao contrário do que aconteceu em Lisboa, as iniciativas dos jovens artistas do Porto não têm nenhum apoio institucional nem governamental, nem das instituições existentes. E muitas vezes são os próprios artistas que, para preservar a sua independência, querem que seja deliberadamente assim. Isso é algo de distintivo em relação a outros projectos que acontecem em Lisboa, suponho. E lá fora? As duas coisas existem. Há sempre uns circuitos off, por mais instituições que existam. Agora, o Porto é uma cidade que até ao aparecimento do Museu de Serralves e Serralves é o primeiro museu de arte contemporânea a ser criado no país, em 1999, no final do século XX não teve instituições de iniciativa municipal ou nacional vocacionadas para a apresentação da obra de arte ao longo de todo o século XX. Isso vai originar a que os artistas no Porto tenham sempre encontrado formas de autoorganização. Isso acontece nos anos 40 com as Exposições Independentes, em que quase pela primeira vez se apresenta arte abstracta em Portugal, quando aparecem artistas como Fernando Lanhas isso decorre da iniciativa dos próprios artistas. Nos anos 60, é interessante ver o que acontece com o nascimento da cooperativa Árvore ou com o aparecimento de grupos de artistas como Os Quatro Vintes [Ângelo de Sousa, Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues]. O que une Os Quatro Vintes não é propriamente um programa estético ou conceptual, mas a necessidade de mostrar o seu trabalho. A cooperativa Árvore é um espaço criado por artistas e por cidadãos que apoiam esse projecto cultural. Porque o Porto não tinha nenhum espaço para apresentação regular da obra de arte. E a Árvore tem uma função muito importante no Porto ao longo de várias décadas, quase como única instituição. O Porto tem uma tradição de cidadania muito curiosa na sua vida cultural. A vida cultural do Porto esteve durante muitas décadas entregue aos cidadãos desta cidade porque nunca houve nenhuma iniciativa institucional por parte de nenhum poder municipal ou nacional que a desenvolvesse. Aconteceu isso com o Cineclube do Porto, o Círculo de Cultura Teatral/ Teatro Experimental do Porto, a cooperativa Árvore, etc. De algum modo, acho que essa iniciativa cívica continua a manifestar-se através destes múltiplos projectos de jovens artistas, que não pretendem filiar-se numa história, se calhar até a ignoram. Vivem o seu tempo e agem em função do seu tempo. Querem mostrar o seu trabalho, é sobretudo isso que faz com que eles apareçam e intervenham. E são extremamente activos, na verdade. O que é que o Porto tem que faz com que isso aconteça? Acho que é a falta de condições. Em Lisboa há mais galerias, mais espaços, mais instituições. No Porto há apenas a Culturgest e Serralves. Mas um projecto como o Museu de Serralves afirma-se pela sua selectividade e essa selectividade é muitas vezes incompatível com um espaço de experimentação para um artista que está a começar a desenvolver as suas linguagens. Nessa medida, o facto de Serralves existir, suponho que é importante para todos, mas Serralves não responde às necessidades de apresentação de trabalho de muitos destes

3 artistas. Seria desejável que o Porto tivesse um espaço de programação para artistas mais jovens. Nos Estados Unidos as galerias das universidades, por exemplo, têm programações muitas vezes mais experimentais do que as instituições museológicas. Portugal não tem um circuito para a arte mais jovem não só a portuguesa mas internacional. Em Lisboa também não existem propriamente esses espaços. Mas existem mais. Não estou a falar com grande informação sociológica ou científica, mas acho que em Lisboa é mais acelerada a integração do jovem artista dentro da comunidade artística porque há mais instituições e galerias de arte. Essa parece-me ser uma diferença. O que faz com que o Porto se sinta nesta área, como em muitas outras, numa situação periférica. É curioso olhar para a vida cultural do Porto nestes últimos anos: aconteceram importantíssimos projectos culturais ao nível nacional e internacional, como Serralves, a Casa da Música, ou o Teatro Nacional de S. João. Mas estes projectos não respondem a toda uma energia da jovem criação artística que se encontra na cidade. Nem está nos seus objectivos responderem. Este circuito [alternativo] é uma consequência da falta de resposta a isso. Diria que ele lhe interessa mais como fenómeno sociológico ou artístico? Acho curioso do ponto de vista sociológico. Mas o que me interessa é encontrar obras de arte naquilo que aí aparece. Aquilo que eu espero de um artista é que ele me apresente uma obra que me crie um problema novo. Qualquer artista deve demarcar-se dos contextos aos quais o pretendam confinar, a obra é que importa. Nessa medida o que me preocupa numa situação como a do Porto, em que tantos artistas estão a surgir nestes espaços é que muitas vezes estes espaços geram fenómenos de condescendência. Acho que ainda há pouca discussão crítica dos trabalhos que são apresentados. Aliás, em Portugal discute-se pouco e o contexto artístico discute pouco a arte que é feita em Portugal e fora de Portugal. Acho que é importante que esses grupos nunca se enclausurem neles mesmos. Se um agente artístico fora do porto chega aqui e lhe pede um mapa das artes do Porto... Isso acontece frequentes vezes. O museu obviamente tem muitas pessoas que vêm de fora do país trabalhar connosco ou visitar as exposições que fazemos, e nos perguntam o que é que podem ver. Inclui estes espaços alternativos? Incluo. Falo sempre da existência destes espaços. Quatro artistas do Porto mais ou menos ligados a esta cena estão presentes no Prémio EDP Novos Artistas deste ano. É sinal de um reconhecimento? É um reconhecimento do trabalho que esses artistas têm feito ou apresentaram. Se é um reconhecimento da cena artística do Porto? Acho que é uma coincidência. Não faço a injustiça aos meus colegas que tenham estado nesse júri [João Pinharanda, Delfim Sardo

4 e Nuno Crespo] de terem escolhido um artista por reconhecimento de um contexto. Acho que não se escolhem obras de arte por outras razões que não sejam a natureza do trabalho que as fazem. Acho sinceramente que não interessa uma cena artística do porto, isso não me diz nada, não sei o que é, confesso. Entusiasmei-me no princípio dos anos 90 com a cena artística londrina [risos], que degenerou nos chamados yba [sigla de young British artists ]. Na altura ainda não havia essa denominação, o mercado ainda não os apresentava, era uma situação próxima de algo que eu tinha indirectamente conhecido através da música, com o que tinha acontecido por exemplo no punk. Que depois se transformou completamente com a entrada de muitos desses artistas no mercado, nas instituições, etc. Mas posso dizer-lhe que hoje não encontro uma cena artística londrina como encontrei nessa altura e no entanto Londres é uma cidade cheia de coisas a acontecer sempre, não é? Há um meio artístico em Lisboa e um meio artístico no Porto? São realidades diferentes? Acho que são realidades diferentes por vezes pelo desconhecimento recíproco que têm uma da outra. O que me custa às vezes reconhecer. Deveria ser natural que pessoas do Porto se interessassem pelo que acontece em Lisboa e vice-versa. Isto num contexto artístico português que, apesar de tudo, é pequenino. Não estamos propriamente numa situação como Nova Iorque e Los Angeles, não estamos a seis horas de avião [risos]. Acho que não há motivo para haver uma distinção. Tirando o facto de em Lisboa existir uma maior atenção mediática: os órgãos de comunicação social estão centrados em Lisboa. Uma instituição como a nossa consegue apesar de tudo lidar com isso, mas é um facto. Mas há fenómenos engraçados. Não sei se estou a ser inteiramente justo, mas tenho ideia de que na nossa programação anual mobilizamos mais pessoas que vêm especificamente ver exposições a Portugal do que acontece com as instituições em Lisboa até ao momento. O que não diminui uma certa condição periférica de uma comunidade artística na cidade do Porto. Diria que Serralves estimula o aparecimento de novos artistas? Não tenho a pretensão de o dizer. Gostaria que tal acontecesse. Mas isso depende da recepção que as nossas exposições tenham nessa comunidade de artistas. Espero que a programação que Serralves tem vindo a desenvolver crie formas de conhecimento e discussão de questões relacionadas com a arte do nosso tempo e com a criação artística que possam ter alguma repercussão. Se encontro consequências directas disso na cena artística do Porto? Não posso dizer. Por vezes até é com perplexidade que reconheço que há uma grande desatenção de muitos agentes artísticos portugueses em relação ao que fazemos aqui. Raras vezes uma galeria do Porto trabalha com um artista que nós apresentemos, o que é estranho. Sente que os artistas frequentam este espaço? Sim. Lembro-me que quando cheguei a Serralves, em finais dos anos 90, havia uma grande distância da faculdade de belas artes em relação a Serralves. E hoje há múltiplas colaborações, projectos em comum, essa realidade está superada. Sentia que havia uma expectativa em relação a Serralves como se fosse o museu que iria representar a cidade,

5 o Porto. Serralves não é um museu da cidade. Serralves não apresenta um artista por ele ser da cidade ou do país. Temos obviamente determinados parâmetros em atenção: procuramos construir uma programação com um terço de artistas portugueses e dois terços de artistas estrangeiros. É uma proporção para nós adequada para integrar a arte portuguesa no contexto de uma instituição que não é local, que não é apenas a continuação de um gueto em que os artistas mostram o trabalho só para aqueles que já estão mais próximos. Isso é assumido. Isso é assumido por vocês mas nem sempre é bem entendido? Admito que haja pessoas que tenham um entendimento diferente. A polémica que o levou a intervir num blogue não tinha a ver com isso? A discussão naquele blogue acontece na sequência de uma publicação que nós editamos com o jornal PÚBLICO, editada pelo Miguel von Hafe Pérez, dedicada a um conjunto de jovens artistas aparecidos nestes últimos anos em Portugal. Na apresentação desse livro aqui em Serralves a discussão começou entre mim e alguns dos artistas, quando uma delas, Isabel Carvalho, diz que Serralves é uma instituição que ignora deliberadamente os artistas locais. Eu reagi assumindo o facto de não me interessar um artista por ser local, de esse não ser um critério de selecção ou confronto ou avaliação de uma obra o que não significa que não tenha curiosidade, não tenha obrigação de conhecer, etc. Agora, não me sinto obrigado a apresentar um artista só pelo facto de ele viver ou trabalhar na cidade onde eu trabalho e vivo. Coisa com que a Isabel Carvalho está de acordo, seguramente. Depois a discussão continua no seu blogue e é uma grande surpresa o facto de eu decidir participar [risos]. Isso origina imensos mal-entendidos e imensas bocas próprias dos blogues, umas mais simpáticas, outras menos. Mas confesso que não me arrependo. Houve quem ficasse muito surpreendido e pusesse em questão o facto de o director de um museu participar num blogue. Mas, parafraseando uma velha frase, acho que nada do que acontece num contexto artístico me deve ser estranho. Portanto se há um blogue que trata destas coisas, porque não participar? Produzi um documento muito crítico. Porque reconheço uma certa complacência e uma autocondescendência e uma grande falta de sentido crítico no trabalho que se faz nestes contextos off. O facto de existirem e persistirem já é tão difícil que isso em si já é objecto de generosidade e de grande admiração por toda a gente. Acho que tem de haver também uma atenção crítica, discutir os trabalhos. Há várias questões que eu colocava aí em relação ao que poderiam ser os perigos de estandardização de uma criação artística jovem dentro destes contextos não-legitimados nem legitimantes. Quais as suas expectativas em relação a estes jovens artistas? Estou à espera que construam obras que me surpreendam, que me interessem. Acho que se pode trabalhar mais no sentido de uma exigência do que se apresenta. Ficaria muito satisfeito por toda esta energia corresponder a obras individuais muito singulares.

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