OS METAPLASMOS NA MÚSICA CAIPIRA : UMA ANÁLISE DE CANÇÕES UNIVERSAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS METAPLASMOS NA MÚSICA CAIPIRA : UMA ANÁLISE DE CANÇÕES UNIVERSAIS"

Transcrição

1 OS METAPLASMOS NA MÚSICA CAIPIRA : UMA ANÁLISE DE CANÇÕES UNIVERSAIS Valdinei Gonçalves de Oliveira 1 (G CLCA UENP/CJ) Luiz Antônio Xavier Dias (Orientador CLCA- UENP/CJ) 1 Introdução De acordo com Carvalho & Nascimento (1971) os metaplasmos são alterações fonéticas que as palavras sofrem durante sua evolução do latim para o português, tais mudanças podem ser vistas em diversas músicas caipiras como: Maria Chiquinha, interpretada por cantores renomados como Sandy & Júnior, retrata com muito humor uma parcela da sociedade interiorana, suas aspirações, emoções, assim, o objetivo do trabalho é fazer uma análise sincrônica e diacrônica de canções caipiras e a ocorrência de seus metaplasmos. A linha de pesquisa que esse trabalho segue é a gramática histórica da língua portuguesa e diversos pressupostos da linguística textual. Assim como todos os organismos vivos passam por transformações até que cheguem ao estágio de declínio e posterior desaparecimento, as línguas como entidades vivas, sendo instrumento de comunicação e interação entre falantes de uma mesma comunidade, possuem semelhante comportamento. A Linguística Histórica adverte-nos de que as línguas humanas mudam com o passar do tempo, portanto, não constituem realidades estáticas, homogêneas. Todavia, estão num processo gradativo e ininterrupto de transformação. Muitas palavras tiveram seu som e grafia modificados no período de passagem do latim para o português. Nesse enfoque, percebe-se que a língua possui diversas definições e pode ser considerada um complexo sistema, objeto de estudo de várias ciências. É com ela que os homens se comunicam e cultuam seus valores através das gerações. A língua está sempre em mudança. A pronúncia e a grafia das palavras sofrem alterações constantemente. A língua portuguesa, assim como vários outros idiomas, originou-se do latim. O latim, por sua vez, foi primeiramente o idioma falado numa pequena zona da Itália Central, à 1 Valdinei é seminarista pela Diocese de Jacarezinho e graduando do segundo ano do curso de Letras/Espanhol pela UENP Universidade Estadual do Norte do Paraná, Campus Jacarezinho-PR. 611

2 margem esquerda do rio Tibre, não muito longe do Mar Tirreno. A cidade principal dessa minúscula região, chamada Lácio, foi e é Roma, fundada, segundo consta, por Rômulo no dia 21 de abril de 754 a.c. Essa língua do Lácio implantou-se primeiramente na Itália Central e depois em toda a Itália, na Espanha, em Portugal, no norte da África, nas Gálias (França, Suíça, Bélgica, regiões alemães ao longo do Reno), na Récia e no Nórico (Áustria), na Dácia (România) e, menos profundamente, na Grã-Bretanha, na Holanda, na Dalmácia, na Iugoslávia e na Hungria. O mais vetusto documento da Língua Latina é uma inscrição do século VI a.c., mas os mais antigos textos literários que chegaram até nós pertencem ao século III d.c. Nesses escritos a língua já é bem desenvolvida, mas apresenta ainda alguma incerteza na ortografia e no emprego das formas. Foi nos séculos I e II d.c. que a língua latina teve seu máximo esplendor. Pertencem a este período, chamado de idade de ouro, os maiores escritores latinos: Marco Tulio Cicero Caio Júlio Cesar Caio Crispo Salustio Publio Virgílio Marão Quinto Horácio Flaco Publio Ovídio Nasão Tito Lívio Com a queda do Império Romano acaba a História Romana e um século depois, mais ou menos termina também a História da Literatura Latina, mas o Latim continua ainda por quase mil anos, sendo em toda a Idade Média a língua da civilização ocidental, inspirando assim todas as obras primas das literaturas modernas da Europa e da América. Em nossos dias o latim não é mais falado em parte alguma, mas é a língua oficial da Igreja e é estudado em quase todas as nações do mundo, por ser, com razão, considerado elemento precípuo e fator eficiente de cultura, instrumento indispensável para o conhecimento profundo das línguas neolatinas, como por exemplo, o português, o espanhol, o italiano, o francês, o romeno etc., e meio incomparável para educação da inteligência, disciplina do raciocínio e formação do caráter. Para compreender como e porque se modificam as línguas, convençamo-nos de que qualquer enunciado, qualquer fragmento de enunciado, obriga o interlocutor a despender energia mental e física. Este gasto de energia pode parecer insignificante a quem procura 612

3 observá-lo em si nas circunstâncias correntes da vida, quando o equilibra com perfeição o desejo de comunicar ou de se exprimir. Mas um estado de grande fadiga revela, mesmo ao mais loquaz, que a busca de palavras exatas e de fonemas adequados e até o simples uso dos órgãos da fala fazem aumentar de maneira perceptível a impressão de cansaço. Há momentos em que não se encontra a palavra, outros em que a fadiga física e tão grande que a fala se torna confusa, por insuficiente diferenciação dos fonemas. Do latim vulgar para a língua portuguesa falada hoje no século XXI, ocorreram inúmeras transformações, das quais foi possível fazer uma sistematização documental. Muitas palavras foram incorporadas ao léxico, do mesmo modo que outras caíram em desuso, além daquelas que permaneceram, mas com significados diferentes dos de sua origem. Sobre o fenômeno das transformações de uma língua, Faraco (1991) assim pondera: A primeira característica é que a mudança se dá em todas as línguas. É próprio de todas elas como aliás, de qualquer outra realidade humana e até mesmo da natureza em geral, como nos mostram geólogos e biólogos passar por transformações no correr do tempo, mutabilidade que se dá de forma contínua, ininterrupta. (FARACO, 1991, p. 26) Ainda nas palavras do professor Faraco há que se dizer que Cada estado de língua, definível no presente ou em qualquer ponto do passado, é sempre resultado de um longo e contínuo processo histórico; do mesmo modo que, em cada momento do tempo, as mudanças estão ocorrendo, ainda que imperceptíveis aos falantes. Dessa maneira, se o português do século XIII era diferente do português de hoje, o português do futuro será diferente do de hoje: entre eles há um ininterrupto processo de mudança. (FARACO, 1991, p. 27) Observa-se que as mudanças linguísticas são contínuas e nem sempre perceptíveis à comunidade de falantes, já que essas mudanças se dão de modo lento, gradual, jamais de forma abrupta. O interessante é notar que os falantes de uma determinada língua possuem uma participação efetiva nesse processo de transformação, pois são eles que agregam ao léxico, outros vocábulos, muitas vezes já modificados, o que enriquece o idioma. Esse processo está ainda mais presente nesse momento de globalização em que vivemos. Sabemos que as transformações ocorrem em todos os âmbitos, semânticos, pragmático, estilístico, sintático, morfológico e fonético. É nesse último que concentraremos nossa atenção, pois, sabe-se da ocorrência de alterações fonéticas do latim até o português e percebe-se na disparidade português-padrão / português não-padrão que essas alterações 613

4 continuam presentes sendo muitas vezes imperceptível aos falantes, tendo consciência delas, apenas os profissionais da área de Letras e Linguística, que dedicam seus estudos para tais fenômenos. Como já mencionado, alguns compositores empregam em suas músicas a modalidade português não padrão, o que talvez seja explicado pela tentativa de se reproduzir a fala no seu efetivo exercício de interação social, sendo o real coletivo ditado pela espontaneidade das pessoas e não o ideal de língua, descrito pela gramática. Antes de analisarmos a letra de uma música que usa desse artifício, esclareçamos o que vem a ser transformações fonéticas e vejamos alguns exemplos que provam a dinâmica da língua na busca de sua remodelagem para atingir o perfil dos falantes de um determinado grupo social. Primeiramente, pretende-se lembrar que, a fonética é a ciência dos fonemas que constituem a linguagem. Por fonética histórica, pode-se entender a ciência que estuda a evolução, a transformação dos fonemas no tempo e no espaço. Como já salientado, a língua no seu caráter dinâmico, social, sofre alterações durante sua evolução. Chamaremos tais alterações de Metaplasmos. Essas alterações são apenas fonéticas, conservando, as palavras, a mesma significação. Sobre as causas essenciais das transformações fonéticas, Silveira Bueno assim pondera: Admitimos que tal causa reside na adaptação da base articulatória ao sistema fonético do idioma. Por base da articulação entendemos o conjunto dos órgãos da fala, no momento em que deve iniciar o trabalho da fonação. Neste momento inicial, encontra-se a base articulatória em estado neutro, sem ter ainda, pelos hábitos do aprendizado, tomado posição determinada para falar português, francês, italiano, ou qualquer idioma vivo. (SILVEIRA BUENO, 1967, p. 53) 2 Os metaplasmos segundo a gramática histórica da língua portuguesa Os metaplasmos se dão de quatro maneiras: I por aumento ou adição II por supressão ou subtração III por transformação e IV por transformação. No caso de alterações por adição, os mais comuns são: a prótese, a epêntese e o paragoge, acréscimo de fonemas no início, no interior e no final de um vocábulo, 614

5 respectivamente. A epêntese possui uma modalidade que é o suarabácti, que consiste na intercalação de uma vogal para desfazer um grupo consonantal, como por exemplo, blatta > barata. No caso da supressão de fonemas, tem-se a aférese, a síncope e a apócope, sendo subtraído um fonema no início, no interior e no final de um vocábulo. Ainda sobre a subtração de fonemas, há que se considerar a crase, que consiste na fusão de duas vogais iguais em uma só. Quando a crase se dá pela junção final de uma palavra com a vogal inicial de outra, na formação de expressões compostas, recebe o nome de sinalefa, como por exemplo, outra + hora > outrora, de + intro > dentro. Por sua vez, os metaplasmos por transposição podem-se dar por deslocação de fonema ou de acento tônico da palavra. Nesse caso de metaplasmos, não há adição nem supressão de fonemas, apenas um deslocamento. O deslocamento de fonema pode ser por metátese, quando a transposição de fonema acontece na mesma sílaba, por exemplo, sem per > sem pre. O deslocamento pode ser por hipértese, quando a transposição de fonema ocorrer de uma sílaba para outra, como em fes tra > fres ta. O deslocamento pode ser de tonicidade silábica, recebendo o nome de hiperbibasmo, consistindo em sístole, o recuo da sílaba tônica (idólu > ídolo) e diástole, quando avanço de tonicidade (pônere > ponere). O último caso de alterações fonéticas, e o mais numeroso, são o por transformação. Dentre as transformações destaca-se: vocalização, consonantização, nasalização, desnasalização, assimilação, sonorização, apofonia, metafonia, palatização, assibilação, ditongação, monotongação. É possível de se observar que os nomes acima elencados sugerem o tipo de transformação ocorrida, como por exemplo, a vocalização, que é a transformação de uma consoante em vogal, bem como a consonantização que é a transformação de uma vogal em consoante e assim por diante. É interessante observar que algumas dessas alterações formam uma disparidade, como nasalização e desnasalização e assim sucessivamente. O que se pretende nessa apresentação do dinamismo da língua portuguesa, não é elencar de maneira pormenorizada os metaplasmos, tarefa que se deixa para a Linguística histórica, mas ao contrário, apresentá-los contextualizados no cotidiano dos falantes ou em algumas composições musicais. Vale mencionar que, mesmo os falantes considerados cultos, no momento de espontaneidade e menor grau de monitoramento da fala, cometem supressões, caso mais 615

6 comum entre os falantes, em especial na tendência de eliminar o r final dos verbos no infinitivo impessoal, como por exemplo, trabalhar > trabalhá; aprender > aprendê. 3. Os metaplasmos na música Maria Chiquinha Para melhor ilustrarmos esses fenômenos, consideremos a música Maria Chiquinha, de autoria de Geysa Bôscoli e Guilherme Figueiredo, interpretada por Sandy & Junior. Maria Chiquinha (Geysa Bôscoli/ Guilherme Figueiredo) Que cocê foi fazê no mato, Maria Chiquinha? Que cocê foi fazê no mato? Eu percisava corta lenha, Genaro, meu bem Eu percisava corta lenha Quem é que tava lá com ocê, Maria Chiquinha? Quem é que tava lá com ocê? Era filha de Sádona, Genaro, meu bem Era filha de Sádona Eu nunca vi muier de colote, Maria Chiquinha Eu nunca vi muier de colote. Era a saia dela amarrada nas pernas, Genaro, meu bem Era a saia dela amarrada nas pernas Eu nunca vi muier de bigode, Maria Chiquinha Eu nunca vi muier de bigode Ela tava cumeno jamelão, Genaro, meu bem Ela tava cumeno jamelão Nu meis de setembro num dá jamelão, Maria Chiquinha Nu meis de setembro num dá jamelão Foi uns que deu fora do tempo, Genaro, meu bem Foi uns que deu fora do tempo Então vai buscá uns que eu quero ver, Maria Chiquinha Então vai buscá uns que eu quero ver Os passarinhos cumero tudo, Genaro, meu bem 616

7 Os passarinhos cumero tudo Então eu vou te cortá a cabeça, Maria Chiquinha Então eu vou te cortá a cabeça Que cocê vai fazer com o resto, Genaro, meu bem? Que cocê vai fazer com o resto? O resto? Podexá que eu aproveito. Dada a letra da música, nos recordamos o quanto, neste caso, os metaplasmos garantem a sonoridade da música que destacamos para a análise. Assim, perscrutando a literatura específica, Carvalho e Nascimento (1981), nos ajudam a classificar o que julgamos necessário: Cocê: Crase seguido de aférese. Fazê: apócope supressão de fonema no final da palavra; Percisava: epêntese Metátese; Ocê: Aférese; Sádona: Crase; Muier: Palatização seguida de ditongação; Cumeno: Assimilação seguida de nasalização; Nu: Assimilação; Meis: Ditongação; Buscá: apócope supressão de fonema no final da palavra; Cumero: Assimilação seguida de apócope e desnasalização; Cortá: apócope supressão de fonema no final da palavra; Podexá: Crase seguida de aférese e apócope 4 Considerações Finais Percebe-se que o estudo diacrônico da língua e sua reflexão nos dias atuais é de grande importância, além disso reconhecer a sua transformação através de músicas caipiras é necessário para que se valorize o aspecto histórico da linguagem. 617

8 5 Referências CARVALHO, Dolores G.; NASCIMENTO, Manoel. Gramática Histórica. 7. Ed. São Paulo: Ática CÂMARA JR, Joaquim Matoso. Para o estudo da fonêmica portuguesa. 2. Ed. Editora Padrão. COMBA, Padre Julio; Programa de Latim, 1º volume. 18. Ed. São Paulo: Editora Dom Bosco, FARACO, Carlos Alberto. Linguística Histórica. São Paulo: Ática SILVEIRA BUENO, F.. A formação histórica da língua portuguesa. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1967 Para citar este artigo: OLIVEIRA, Valdinei Gonçalves de. Os metaplasmos na música caipira : uma análise de canções universais. In: VIII SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA SÓLETRAS - Estudos Linguísticos e Literários Anais... UENP Universidade Estadual do Norte do Paraná Centro de Letras, Comunicação e Artes. Jacarezinho, ISSN p

A VARIAÇÃO FONOLÓGICA: METAPLASMOS EM TIRAS DE HQs

A VARIAÇÃO FONOLÓGICA: METAPLASMOS EM TIRAS DE HQs A VARIAÇÃO FONOLÓGICA: METAPLASMOS EM TIRAS DE HQs Ana Gabriela Caldeira da Cruz Julia Maranho de Moura Brunna Regina de Mello (Gdas CLCA-UENP/CJ) Luiz Antonio Xavier Dias (Orientador CLCA-UENP/CJ) 1 Introdução

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA: ORIGENS DA (DES)CONSTRUÇÃO DO LATIM AO PORTUGUÊS COMO LÍNGUA NACIONAL

LÍNGUA PORTUGUESA: ORIGENS DA (DES)CONSTRUÇÃO DO LATIM AO PORTUGUÊS COMO LÍNGUA NACIONAL LÍNGUA PORTUGUESA: ORIGENS DA (DES)CONSTRUÇÃO DO LATIM AO PORTUGUÊS COMO LÍNGUA NACIONAL Grupo 1 Amanda Gonçalves Aluna do 6 p. do Curso de Letras/ISED Daiane Vilela Aluna do 6 p. do Curso de Letras/ISED

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos METAPLASMOS POR SUPRESSÃO: UMA ANÁLISE EM ANÚNCIOS COMERCIAIS Patricia Damasceno Fernandes (UEMS) damasceno75@gmail.com Natalina Sierra Assêncio Costa (UEMS) natysierra2011@hotmail.com RESUMO A língua

Leia mais

CONSTRUÇÃO TIPO ASSIM MESCLA REGISTROS

CONSTRUÇÃO TIPO ASSIM MESCLA REGISTROS CONSTRUÇÃO TIPO ASSIM MESCLA REGISTROS Fátima Christina Calicchio (PG-UEM) calicchiofc@hotmail.com Rosângela Nunes Pereira (PG UEM) rosenpereira@yahoo.com.br Introdução Este estudo está organizado em três

Leia mais

Linguística P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O

Linguística P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O Linguística P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A Conceito Ciência que visa descrever ou explicar

Leia mais

VOCALISMO: UMA BREVE ABORDAGEM NO PORTUGUÊS DO BRASIL

VOCALISMO: UMA BREVE ABORDAGEM NO PORTUGUÊS DO BRASIL VOCALISMO: UMA BREVE ABORDAGEM NO PORTUGUÊS DO BRASIL Flágila Marinho da Silva Lima Illa Pires Azevedo 1 94 RESUMO O presente trabalho busca refletir sobre o processo de vocalização no português brasileiro.

Leia mais

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO 1 Q236899 Prova: CESGRANRIO - 2012 - Caixa - Técnico Bancário Disciplina: Português Assuntos: 6. Interpretação

Leia mais

Variação e normalização linguística

Variação e normalização linguística Que bacana! Hoje vou de ônibus. Amanhã pego o trem. Hoje vou de autocarro. Amanhã apanho o comboio. Vaiamos, irmãa, vaiamos dormir (en) nas ribas do lago, u eu andar vi a las aves meu amigo. Jesu! Jesu!

Leia mais

LÍNGUA INGLESA I LÍNGUA INGLESA II LÍNGUA INGLESA III LÍNGUA INGLESA IV LÍNGUA INGLESA V EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO

LÍNGUA INGLESA I LÍNGUA INGLESA II LÍNGUA INGLESA III LÍNGUA INGLESA IV LÍNGUA INGLESA V EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO 1. CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS LÍNGUA INGLESA I Ementa: Consolidação do estudo das estruturas simples da Língua Inglesa I em seus aspectos

Leia mais

FUNDAMENTOS DA LÍNGUA LATINA

FUNDAMENTOS DA LÍNGUA LATINA FUNDAMENTOS DA LÍNGUA LATINA INTRODUÇÃO Conhecer o objetivo que se quer atingir em um empreendimento é condição básica para que este seja realizado a contento. Considerando que o curso de Letras é primariamente

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA I C/H 102 (2358) intermediário de proficiência

Leia mais

O Dialecto Barranquenho. Variações linguísticas

O Dialecto Barranquenho. Variações linguísticas O Dialecto Barranquenho Variações linguísticas De modo a dar conta dos diversos fenómenos linguísticos que ocorrem no "barranquenho". Tentamos aqui construir uma regra fonológica para cada um deles. Para

Leia mais

PONTO DE CONTATO: Transferência da Palatalização do Português para o Inglês 1

PONTO DE CONTATO: Transferência da Palatalização do Português para o Inglês 1 PONTO DE CONTATO: Transferência da Palatalização do Português para o Inglês 1 Mestranda Neliane Raquel Macedo Aquino (UFT) Resumo: A aprendizagem de uma língua estrangeira LE possibilita transferências

Leia mais

16 Pronúncia do Inglês

16 Pronúncia do Inglês Este livro tem por objetivo central apresentar os sons do inglês aos falantes do português brasileiro. Pretende-se, ainda, indicar algumas diferenças de pronúncia entre variedades do inglês falado em diferentes

Leia mais

48 QUESTÕES E RESPOSTA DISCUTIDAS A PARTIR DO LIVRO LÍNGUA DE EULÁLIA. BAGNO, Marcos. A língua de Eulália novela sociolinguística. Ed. Contexto, 1998.

48 QUESTÕES E RESPOSTA DISCUTIDAS A PARTIR DO LIVRO LÍNGUA DE EULÁLIA. BAGNO, Marcos. A língua de Eulália novela sociolinguística. Ed. Contexto, 1998. 48 QUESTÕES E RESPOSTA DISCUTIDAS A PARTIR DO LIVRO LÍNGUA DE EULÁLIA BAGNO, Marcos. A língua de Eulália novela sociolinguística. Ed. Contexto, 1998. 1) Comentar a citação inicial de William Labov. R:

Leia mais

3. VARIAÇÃO E NORMALIZAÇÃO LINGUÍSTICA

3. VARIAÇÃO E NORMALIZAÇÃO LINGUÍSTICA 3. VARIAÇÃO E NORMALIZAÇÃO LINGUÍSTICA Uma língua viva, apesar da unidade que a torna comum a uma nação, apresenta variedades quanto à pronúncia, à gramática e ao vocabulário. Chama-se variação linguística

Leia mais

Agenda Semanal 29 de abril a 03 de maio

Agenda Semanal 29 de abril a 03 de maio PERÍODO INTEGRAL Maternal 1, 2,3 Educação Infantil 1º e 2º Ano www.ethosmg.com.br escola@ethosmg.com.br www.facebook.com/ethosmg @EscolaEthos Agenda Semanal 29 de abril a 03 de maio Maternal 1, 2, 3 Educação

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos A EVOLUÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA Patricia Damasceno Fernandes (UEMS) damasceno75@gmail.com Natalina Sierra Assêncio Costa (UEMS) natysierra2011@hotmail.com RESUMO Nossa língua materna, a língua portuguesa

Leia mais

FONOLOGIA: PROSÓDIA E ORTOÉPIA UM ESTUDO COM BASE NAS TRANSCRIÇÕES DE CONVERSAÇÕES EM TELEMARKETING ENTRE PESSOAS JURÍDICAS (BANKBOSTON)

FONOLOGIA: PROSÓDIA E ORTOÉPIA UM ESTUDO COM BASE NAS TRANSCRIÇÕES DE CONVERSAÇÕES EM TELEMARKETING ENTRE PESSOAS JURÍDICAS (BANKBOSTON) FONOLOGIA: PROSÓDIA E ORTOÉPIA UM ESTUDO COM BASE NAS TRANSCRIÇÕES DE CONVERSAÇÕES EM TELEMARKETING ENTRE PESSOAS JURÍDICAS (BANKBOSTON) Ana Elis Nogueira de Magalhães Andrade Renira Cirelli Appa Resumo

Leia mais

As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso.

As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso. COMENTÁRIO QUESTÕES DE PORTUGUÊS PROFESSORA: FABYANA MUNIZ As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso. 1. (FCC)...estima-se que sejam 20 línguas. (2º parágrafo) O verbo flexionado nos mesmos

Leia mais

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA O AUÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA Ana Beatriz Miranda Jorge UFCG/ beatrizjmiranda@gmail.com Bruna Melo do Nascimento UEPB/ bruna.melo.nascimento@gmail.com Isabelle Coutinho Ramos Benício

Leia mais

O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA

O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA O ENSINO DA GRAMÁTICA DE LÍNGUA INGLESA COM BASE NA GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA EM SALA DE AULA Michael Gouveia de Sousa Júnior Universidade Estadual da Paraíba E-mail: mikesousajunior@gmail.com Dione

Leia mais

PED LÍNGUA PORTUGUESA ORIENTAÇÕES ACADÊMICAS

PED LÍNGUA PORTUGUESA ORIENTAÇÕES ACADÊMICAS PED LÍNGUA PORTUGUESA ORIENTAÇÕES ACADÊMICAS Prezado aluno, O maior diferencial deste projeto pedagógico é o desenvolvimento da autonomia do estudante durante sua formação. O currículo acadêmico do seu

Leia mais

A NASALIZAÇÃO VOCÁLICA NA AQUISIÇÃO DO ITALIANO COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA POR FALANTES DO PORTUGUÊS BRASILEIRO

A NASALIZAÇÃO VOCÁLICA NA AQUISIÇÃO DO ITALIANO COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA POR FALANTES DO PORTUGUÊS BRASILEIRO A NASALIZAÇÃO VOCÁLICA NA AQUISIÇÃO DO ITALIANO COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA POR FALANTES DO PORTUGUÊS BRASILEIRO GHISLANDI, Indianara; OENNING, Micheli email: michelioenning@yahoo.com.br Universidade Estadual

Leia mais

LICENCIATURA DUPLA EM INGLÊS E PORTUGUÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS

LICENCIATURA DUPLA EM INGLÊS E PORTUGUÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS LICENCIATURA DUPLA EM INGLÊS E PORTUGUÊS E RESPECTIVAS LITERATURAS Curso 1/20B Ingresso a partir de 2007 NÍVEL I Introdução à Pesquisa em Letras Codicred: 1216A-02 Ementa: Compreensão da linguagem como

Leia mais

Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa (AL/EC) NÍVEL I. Introdução à Pesquisa em Letras

Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa (AL/EC) NÍVEL I. Introdução à Pesquisa em Letras Licenciatura em Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa (AL/EC) Curso 1/20C Ingresso a partir de 2007 NÍVEL I Introdução à Pesquisa em Letras Codicred: 1216A-02 Ementa: Compreensão da linguagem

Leia mais

Questão 01 Interpretação de texto. Questão 02 Acentuação gráfica

Questão 01 Interpretação de texto. Questão 02 Acentuação gráfica COMENTÁRIOS E RESPOSTAS À PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA DE NÍVEL MÉDIO PARA AGENTE ADMINSITRATIVO AUXILIAR PORTO ALEGRE DO CONCURSO DA FUNDAÇÃO ESTADUAL DE PROTEÇÃO E PESQUISA EM SAÚDE FEPS PROVA REALIZADA

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS-PORTUGUÊS/INGLÊS BACHARELADO PROFA. DRA. SORAYA SOUBHI SMAILI REITORA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS-PORTUGUÊS/INGLÊS BACHARELADO PROFA. DRA. SORAYA SOUBHI SMAILI REITORA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS-PORTUGUÊS/INGLÊS BACHARELADO PROFA. DRA. SORAYA SOUBHI SMAILI REITORA PROF. DR. DANIEL ARIAS VAZQUEZ DIRETOR ACADÊMICO DA ESCOLA DE FILOSOFIA, LETRAS

Leia mais

Unidade: Os Níveis de Análise Linguística I. Unidade I:

Unidade: Os Níveis de Análise Linguística I. Unidade I: Unidade: Os Níveis de Análise Linguística I Unidade I: 0 OS NÍVEIS DE ANÁLISE LINGUÍSTICA I Níveis de análise da língua Análise significa partição em segmentos menores para melhor compreensão do tema.

Leia mais

Literatura Portuguesa Idade Média e Classicismo Renascentista. 6 ECTS BA Semestre de inverno / 2º.ano

Literatura Portuguesa Idade Média e Classicismo Renascentista. 6 ECTS BA Semestre de inverno / 2º.ano Literatura Idade Média e Classicismo Renascentista 6 ECTS BA Semestre de inverno / 2º.ano história e da cultura de Portugal no período estudado, domínio da língua portuguesa A unidade curricular Literatura

Leia mais

Metaplasmos contemporâneos Um estudo acerca das atuais transformações fonéticas da Língua Portuguesa

Metaplasmos contemporâneos Um estudo acerca das atuais transformações fonéticas da Língua Portuguesa Metaplasmos contemporâneos Um estudo acerca das atuais transformações fonéticas da Língua Portuguesa José Mario Botelho (UERJ) Isabelle Lins Leite Introdução A Língua Portuguesa, desde o Latim, passou

Leia mais

A LÍNGUA PORTUGUESA E SEU ALTO GRAU DE DIVERSIDADE E DE RESUMO. A comunicação é indispensável ao homem que vive em sociedade, com esta necessidade

A LÍNGUA PORTUGUESA E SEU ALTO GRAU DE DIVERSIDADE E DE RESUMO. A comunicação é indispensável ao homem que vive em sociedade, com esta necessidade A LÍNGUA PORTUGUESA E SEU ALTO GRAU DE DIVERSIDADE E DE VARIABILIDADE. *Gisele Rogelin Prass RESUMO A comunicação é indispensável ao homem que vive em sociedade, com esta necessidade surge à língua. A

Leia mais

O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA SEGUNDO EMILIA FERREIRO.

O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA SEGUNDO EMILIA FERREIRO. O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA SEGUNDO EMILIA FERREIRO. Duarte, Karina. Rossi, Karla. Discentes da faculdade de ciências Humanas/FAHU. Rodrigues, Fabiana. Docente da faculdade de ciências Humanas/FAHU.

Leia mais

Currículo do Curso de Letras

Currículo do Curso de Letras Currículo do Curso de Letras Habilitação em Português e Literaturas de Língua Portuguesa ATUAÇÃO A formação profissional do curso permite ao graduado em Letras, além da preparação para o exercício do magistério

Leia mais

Reforma ortográfica. http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/reforma_ortografica/index.shtml

Reforma ortográfica. http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/reforma_ortografica/index.shtml Página 1 de 6 Agosto de 2007 Reforma ortográfica Maira Soabres/Folha Imagem Com data marcada para entrar em vigor em 2009, a reforma ortográfica pretende fazer com que pouco mais de 210 milhões de pessoas

Leia mais

ESTUDOS DOS ERROS ORTOGRÁFICOS NOS TEXTOS DE ALUNOS DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO

ESTUDOS DOS ERROS ORTOGRÁFICOS NOS TEXTOS DE ALUNOS DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO 1 ESTUDOS DOS ERROS ORTOGRÁFICOS NOS TEXTOS DE ALUNOS DO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO Dóbia Pereira dos Santos NASCIMENTO Gisele da Paz NUNES Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão dobia@wgo.com.br

Leia mais

PROPAGANDAS DO SÉCULO XX E XXI: UM ESTUDO DAS VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS RESUMO

PROPAGANDAS DO SÉCULO XX E XXI: UM ESTUDO DAS VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS RESUMO PROPAGANDAS DO SÉCULO XX E XXI: UM ESTUDO DAS VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS Aline Letícia Trindade Rosa Tamyres Maria Rodrigues Zanforlin Valéria de Oliveira (G - CLCA UENP/ CJ) Vera Maria Ramos Pinto (Orientadora

Leia mais

Português Brasileiro Cantado Questões técnicas e estéticas relacionadas às normas de pronúncia propostas para o canto erudito no Brasil

Português Brasileiro Cantado Questões técnicas e estéticas relacionadas às normas de pronúncia propostas para o canto erudito no Brasil Português Brasileiro Cantado Questões técnicas e estéticas relacionadas às normas de pronúncia propostas para o canto erudito no Brasil Wladimir Mattos EVPM, FUNDUNESP, Universidade Estadual Paulista Resumo

Leia mais

Prof. Ms. Gleidson Salheb

Prof. Ms. Gleidson Salheb Prof. Ms. Gleidson Salheb Objetivo Geral Proporcionar conhecimentos teóricos e práticos sobre as situações didáticas, de maneira que os alunos compreendam de forma reflexiva, crítica e socialmente contextualizada

Leia mais

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta.

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Prezado(a) candidato(a): 1 Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Nº de Inscrição Nome PROVA DE LÍNGUA

Leia mais

Análise textual com o programa ALCESTE: uma aplicação em pesquisa de representações sociais no campo da política

Análise textual com o programa ALCESTE: uma aplicação em pesquisa de representações sociais no campo da política Análise textual com o programa ALCESTE: uma aplicação em pesquisa de representações sociais no campo da política Carolina Fernandes Pombo-de-Barros Este texto integra o material Caminhos para análise de

Leia mais

O Signo: Significado e Significante Ana Catarina Gentil FBAUL, 2006

O Signo: Significado e Significante Ana Catarina Gentil FBAUL, 2006 O Signo: Significado e Significante Ana Catarina Gentil FBAUL, 2006 Índice Resumo. 1 Introdução 1 Desenvolvimento... 1 1. Análise a Saussure... 2 1.1 Arbitrariedade do Signo. 3 1.2 Linearidade do Signo.

Leia mais

OS METAPLASMOS NO GÊNERO TEXTUAL CHARGE

OS METAPLASMOS NO GÊNERO TEXTUAL CHARGE OS METAPLASMOS NO GÊNERO TEXTUAL CHARGE Ana Carolina Mendes Camilo Jéssica Luzia Machado Vanessa Aparecida Clemente (G-CLCA UENP/CJ) Luiz Antonio Xavier Dias (Orientador CLCA - UENP/CJ) 1 Introdução Segundo

Leia mais

- 1º ano. História: - Eu, criança; - Todos temos nomes; - O tempo passa (Nem todos os dias são iguais). Páginas: 06 até 18

- 1º ano. História: - Eu, criança; - Todos temos nomes; - O tempo passa (Nem todos os dias são iguais). Páginas: 06 até 18 - 1º ano Língua Portuguesa: - Alfabeto; - Vogais; - Famílias silábicas: BA, BE, BI, BO, BU; // CA, CO, CU; // DA, DE, DI, DO, DU; // FA, FE, FI, FO, FU; // GA, GO, GU; // HA, HE, HI, HO, HU; // JA, JE,

Leia mais

REQUERIMENTO: O Candidato requer revisão da questão nº. 09, alegando que a mesma possui erros em sua formulação.

REQUERIMENTO: O Candidato requer revisão da questão nº. 09, alegando que a mesma possui erros em sua formulação. RECORRENTE: ANA LUCIA DE OLIVEIRA B DA SILVA INSCRIÇÃO Nº. 0360 CANDIDATO AO CARGO: AUXILIAR DE SERVICOS GERAIS QUESTÃO: 09 MATÉRIA: RACIOCÍNIO LÓGICO REQUERIMENTO: O Candidato requer revisão da questão

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA. Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim. 0. Considerações iniciais

RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA. Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim. 0. Considerações iniciais RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim 0. Considerações iniciais A Relação entre fonética e fonologia compreende uma relação de interdependência,

Leia mais

O ENSINO DE LINGUÍSTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNOCHAPECÓ

O ENSINO DE LINGUÍSTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNOCHAPECÓ O ENSINO DE LINGUÍSTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNOCHAPECÓ Daniele Reinke 1 ; Cristian Rolin de Moura 2 ; Mary Neiva Surdi da Luz 3. RESUMO: Objetivamos com este projeto identificar quais são as teorias

Leia mais

Prof. Ângelo Renan A. Caputo Especialista em Linguística Textual

Prof. Ângelo Renan A. Caputo Especialista em Linguística Textual SOCIOLINGUÍSTICA A LÍNGUA E SUAS VARIAÇÕES Prof. Ângelo Renan A. Caputo Especialista em Linguística Textual Qualquer comunidade formada por indivíduos socialmente organizados dispõe de recursos e métodos

Leia mais

ANEXO II CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ENSINO MÉDIO

ANEXO II CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ENSINO MÉDIO ANEXO II CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ENSINO MÉDIO I PORTUGUÊS: Compreensão e interpretação de texto. Ortografia: divisão silábica, pontuação, hífen, sinônimo, acentuação gráfica, crase. Morfologia: classes de

Leia mais

Antropologia Estrutural Claude Levi-Strauss Linguagem e Parentesco

Antropologia Estrutural Claude Levi-Strauss Linguagem e Parentesco Universidade Estadual Paulista ''Júlio de Mesquita Filho'' UNESP Campus Bauru/SP Antropologia Visual Graduação em Artes Visuais Antropologia Estrutural Claude Levi-Strauss Linguagem e Parentesco ANDREIA

Leia mais

A MORFOLOGIA EM LIBRAS Flancieni Aline R. Ferreira (UERJ) flan.uerj@hotmail.com

A MORFOLOGIA EM LIBRAS Flancieni Aline R. Ferreira (UERJ) flan.uerj@hotmail.com XVIII CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA A MORFOLOGIA EM LIBRAS Flancieni Aline R. Ferreira (UERJ) flan.uerj@hotmail.com RESUMO Neste trabalho, discutiremos sobre o estudo morfossintático da

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul NÚMERO DA VAGA: 22 venho por meio deste pedir a anulação

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico.

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico. 7.00.00.00-0 - CIÊNCIAS HUMANAS 7.08.00.00-6 Educação A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA: A LINGUAGEM ORAL DOMINADA E SUA CORRELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM DA ESCRITA GIOVANNA GAGGINI RODON Curso de Pedagogia

Leia mais

Enem, fantasias e verdades. Rommel Fernandes

Enem, fantasias e verdades. Rommel Fernandes 2014 Enem, fantasias e verdades. Rommel Fernandes Enem, fantasias e verdades. 3 Eu sou Rommel Fernandes, Diretor de Ensino do Bernoulli, e vou expor um tema interessantíssimo, que envolve o Enem. O exame

Leia mais

Sumário. Parte I As exigências básicas das provas discursivas

Sumário. Parte I As exigências básicas das provas discursivas Sumário Prefácio à 2 a edição, revista e atualizada Apresentação XVII XXI Parte I As exigências básicas das provas discursivas Introdução 2 I. Itens mais gerais estipulados pelas bancas 2 II. Dois editais

Leia mais

SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA

SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA SOBRE A EVOLUÇÃO LINGÜÍSTICA Gabriel de Ávila Othero 1 gabnh@terra.com.br... o tempo altera todas as coisas; não existe razão para que a língua escape a essa lei universal. Ferdinand de Saussure 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Fonologia Aula # 04 (27/04/09)

Fonologia Aula # 04 (27/04/09) Fonologia Aula # 04 (27/04/09) Capítulo 5. Processos Fonológicos Iniciamos, aqui, o estudo da fonologia dinâmica: processos fonológicos e sua representação através de regras. Assim sendo, ficamos restritos,

Leia mais

PROVA TEMÁTICA/2014 Conhecimento e Expressão nas Artes e nas Ciências

PROVA TEMÁTICA/2014 Conhecimento e Expressão nas Artes e nas Ciências PROVA TEMÁTICA/2014 Conhecimento e Expressão nas Artes e nas Ciências 5 ANO / ENSINO FUNDAMENTAL MATRIZ DE REFERÊNCIA DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS. (LÍNGUA PORTUGUESA E REDAÇÃO) Competência

Leia mais

A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA RESUMO

A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA RESUMO A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA Mayara Cordeiro da Silva ( UFAL) Mayaracordeiro4@gmail.com Rebecca Thamyres de Missena Costa( UFAL) rebecca.ufal@gmail.com RESUMO Muito vem sendo discutido

Leia mais

ORTOGRAFIA: CONTRADIÇÃO ENTRE CONCEITOS E PROCEDIMENTOS

ORTOGRAFIA: CONTRADIÇÃO ENTRE CONCEITOS E PROCEDIMENTOS V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 ORTOGRAFIA: CONTRADIÇÃO ENTRE CONCEITOS E PROCEDIMENTOS Kelly Priscilla Lóddo CEZAR 1 ; Prof.ª Dr.ª Geiva Carolina

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE PLANO DE AULA 1º sem 2011 PROFESSOR: DANIELLA BASSO BATISTA PINTO Disciplina: PORTUGUÊS NO DIREITO E LATIM JURÍDICO Etapa: (X)1ª ( ) 2ª Turmas: (X) F - (X) G - (X) H - (X) P 1. OBJETIVOS: Introdução à

Leia mais

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS Aline Almeida de Araújo 1 RESUMO A sociolinguística estuda as variações do meio social, procura entender e explicar as várias maneiras de expressão dos falantes.

Leia mais

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Filosofia da Educação 60 horas Metodologia Científica 60 horas Iniciação à Leitura e Produção de Textos Acadêmicos 60 horas Introdução à filosofia e

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A LÍNGUA KAXARARI DA FAMÍLIA PANO: ANÁLISE DE ALGUNS ASPECTOS FONOLÓGICOS

UM ESTUDO SOBRE A LÍNGUA KAXARARI DA FAMÍLIA PANO: ANÁLISE DE ALGUNS ASPECTOS FONOLÓGICOS UM ESTUDO SOBRE A LÍNGUA KAXARARI DA FAMÍLIA PANO: ANÁLISE DE ALGUNS ASPECTOS FONOLÓGICOS Priscila Hanako Ishy 1 ; Gláucia Vieira Cândido 2 ; Lincoln Almir Amarante Ribeiro3 1 Bolsista PBIC /CNPq, graduanda

Leia mais

/z/ depois [+vozeado] Além disso As crianças generalizam automaticamente com base em traços elas não aprendem primeiro de uma base fonema por fonema

/z/ depois [+vozeado] Além disso As crianças generalizam automaticamente com base em traços elas não aprendem primeiro de uma base fonema por fonema Fonética e Fonologia 24.900: Introdução à Linguagem anotações das aulas: semana de 04 de Março de 2002 Conjunto de Problemas # 4: Para Segunda-feira, 11/03/02 Apostila sobre o principal para a identificação

Leia mais

Alfabetização e Letramento www.scipione.com.br/letramento

Alfabetização e Letramento www.scipione.com.br/letramento AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM ORAL E DA LINGUAGEM ESCRITA PELA CRIANÇA Professor(a), ao abordarmos, no texto anterior, a linguagem escrita como uma das múltiplas linguagens da criança, procuramos enfatizar a

Leia mais

Objetivo. Letras. Análise Linguística? Em que consiste? Estruturas fonológicas da língua portuguesa. Prof a : Dr a. Leda Cecília Szabo

Objetivo. Letras. Análise Linguística? Em que consiste? Estruturas fonológicas da língua portuguesa. Prof a : Dr a. Leda Cecília Szabo Letras Prof a : Dr a. Leda Cecília Szabo Estruturas fonológicas da língua portuguesa Objetivo Entrar em contato com as características da análise fonológica. Conhecer os fonemas consonantais e vocálicos

Leia mais

14) MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL LICENCIATURA

14) MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL LICENCIATURA 14) MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS - PORTUGUÊS E ESPANHOL LICENCIATURA 14.1) Matriz curricular do turno matutino Fase 1 a N. Ordem Código COMPONENTE CURRICULAR Créditos Horas 1 Leitura

Leia mais

PROJETO MUNDO MÁGICO DA LEITURA: CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS ESTUDANTES DA UFPR SETOR LITORAL E VOLUNTÁRIOS PRÁTICA SOCIAL INICIAL

PROJETO MUNDO MÁGICO DA LEITURA: CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS ESTUDANTES DA UFPR SETOR LITORAL E VOLUNTÁRIOS PRÁTICA SOCIAL INICIAL PROJETO MUNDO MÁGICO DA LEITURA: CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS ESTUDANTES DA UFPR SETOR LITORAL E VOLUNTÁRIOS PRÁTICA SOCIAL INICIAL Ana Laura Avila Queiroz (G UFPR Setor Litoral) Merily Santana

Leia mais

MINIGUIA DA EUROPA 2011 Comunicar com os Europeus Línguas Na Europa fala-se muitas línguas, cujas principais famílias são a germânica, a românica, a eslava, a báltica e a céltica. As instituições da União

Leia mais

Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Língua Portuguesa

Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Língua Portuguesa 01. Alternativa (E) Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Língua Portuguesa Alternativa que contém palavras grafadas de acordo com o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa - VOLP 02. Alternativa

Leia mais

EXERCÍCIOS DE FONOLOGIA FONÊMICA*

EXERCÍCIOS DE FONOLOGIA FONÊMICA* EXERCÍCIOS DE FONOLOGIA FONÊMICA* * Exercícios traduzidos e adaptados de: http://www.docstoc.com/docs/5602103/phonologyexercises. Setembro/2009. 1. BIRMANÊS O Birmanês é a língua oficial de Mianmar (antiga

Leia mais

Política de Línguas na América Latina 1

Política de Línguas na América Latina 1 Política de Línguas na América Latina 1 Eduardo Guimarães * Num momento como o atual, em que as relações internacionais vêm mudando rapidamente e que se caracteriza, entre outras coisas, pelo fato político

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

AQUISIÇÃO DA LEITURA E ESCRITA: ANÁLISES DE ATIVIDADES A LUZ DA PSICOLINGUÍSTICA

AQUISIÇÃO DA LEITURA E ESCRITA: ANÁLISES DE ATIVIDADES A LUZ DA PSICOLINGUÍSTICA AQUISIÇÃO DA LEITURA E ESCRITA: ANÁLISES DE ATIVIDADES A LUZ DA PSICOLINGUÍSTICA Marciel Alan Freitas de CASTRO (PIBIC CNPq/UERN) RESUMO: O referido trabalho constitui, antes, numa análise das atividades

Leia mais

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Paula Botelho Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG. Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos (GEPES),

Leia mais

A CONTEMPORÂNEA E CLÁSSICA LÍNGUA AO ENSINO DE LÍNGUA MATERNA - UM PONTO DE REFLEXÃO!

A CONTEMPORÂNEA E CLÁSSICA LÍNGUA AO ENSINO DE LÍNGUA MATERNA - UM PONTO DE REFLEXÃO! A CONTEMPORÂNEA E CLÁSSICA LÍNGUA AO ENSINO DE LÍNGUA MATERNA - UM PONTO DE REFLEXÃO! Michelli Fernanda de Souza PG/NEAD-UEMS Marlon Leal Rodrigues NEAD-UEMS Resumo: Este é um artigo que trabalhará com

Leia mais

Aula 05 - Compromissos

Aula 05 - Compromissos Aula 05 - Compromissos Objetivos Agendar compromissos, utilizando verbos no infinitivo ou a estrutura (ir) + ter que + verbos no infinitivo; conversar ao telefone, reconhecendo e empregando expressões

Leia mais

Biblioteca Escolar. O Dicionário

Biblioteca Escolar. O Dicionário O Dicionário O que é um dicionário? Livro de referência onde se encontram palavras e expressões de uma língua, por ordem alfabética, com a respetiva significação ou tradução para outra língua e ainda,

Leia mais

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia:

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia: A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS NOSSO CURRÍCULO Adotamos uma pedagogia: - que faz da escola uma instância efetiva de assimilação crítica, sistemática e integradora do saber e da cultura geral; - que trata os

Leia mais

Datilologia, tradução ou oralização sinalizada?

Datilologia, tradução ou oralização sinalizada? Datilologia, tradução ou oralização sinalizada? Anderson Tavares Correia - UFPE 1 Rosângela Aparecida Ferreira Lima - UFPE 2 Francisco José de Lima - UFPE 3 O presente artigo discute a utilização da datilologia,

Leia mais

Língua(gem), Tecnologia e Informação

Língua(gem), Tecnologia e Informação Língua(gem), Tecnologia e Informação Língua, Tecnologia e Informação A Ciência da Informação estuda vários aspectos sobre o acesso ao registro, acesso ideal de maneira eficiente e eficaz O registro de

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 69/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em, Bacharelado, do Centro

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

LICENCIATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS LITERATURAS

LICENCIATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS LITERATURAS LICENCIATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS LITERATURAS Curso 1/20K Ingresso a partir de 2011/1 Fundamentos dos Estudos Literários Codicred: 12224-04 NÍVEL I Ementa: Funções da literatura. Discurso

Leia mais

WEEDWOOD, B. História Concisa da Lingüística.

WEEDWOOD, B. História Concisa da Lingüística. RESENHAS WEEDWOOD, B. História Concisa da Lingüística. Tradução: Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2002. Ronaldo de Oliveira BATISTA Centro Universitário Nove de Julho Um número crescente de livros a

Leia mais

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 Daiana Marques Sobrosa 2 1. Introdução Em 26 de março de 1991, Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai assinaram o Tratado de Assunção

Leia mais

A SUBSTITUIÇÃO HIPERONÍMICA: O PAPEL ARTICULADOR NA CONTINUIDADE DO TEXTO

A SUBSTITUIÇÃO HIPERONÍMICA: O PAPEL ARTICULADOR NA CONTINUIDADE DO TEXTO A SUBSTITUIÇÃO HIPERONÍMICA: O PAPEL ARTICULADOR NA CONTINUIDADE DO TEXTO Amanda Luiza Vizoto de Oliveira Jhonatas Garagnani de Souza Juliano Cesar Teixeira Paula Fernanda Leite de Carvalho Robson Aparecido

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

ANAIS DO III CELLMS, IV EPGL

ANAIS DO III CELLMS, IV EPGL METAPLASMOS POR AUMENTO NA FALA DE PARAGUAIOS RESIDENTES EM MATO GROSSO DO SUL Sinome Espírito Santo GOMES (IC - UEMS) Drª Maria José de Toledo GOMES (UEMS) No Brasil, mesmo existindo apenas uma língua

Leia mais

A INTERATIVIDADE: ALGO MAIS NA SEDUÇÃO PUBLICITÁRIA

A INTERATIVIDADE: ALGO MAIS NA SEDUÇÃO PUBLICITÁRIA A INTERATIVIDADE: ALGO MAIS NA SEDUÇÃO PUBLICITÁRIA Vera Maria Ramos Pinto (PG - UEL / GP Leitura e Ensino- CLCA- UENP/CJ) Anúncios interativos são aqueles criados com a finalidade de levar o leitor a

Leia mais

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos*

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Magda Soares Doutora e livre-docente em Educação e professora titular emérita da Universidade Federal de Minas Gerais. Um olhar histórico sobre a alfabetização

Leia mais

O curso de italiano on-line: apresentação

O curso de italiano on-line: apresentação O curso de italiano on-line: apresentação Índice Porque um curso de língua on-line 1. Os cursos de língua italiana ICoNLingua 2. Como é organizado o curso 2.1. Estrutura geral do curso 2.2. Andamento e

Leia mais

Contribuições do Uso de Representações Semióticas no Ensino de Sistemas de Equações no Ensino Fundamental

Contribuições do Uso de Representações Semióticas no Ensino de Sistemas de Equações no Ensino Fundamental Contribuições do Uso de Representações Semióticas no Ensino de Sistemas de Equações no Ensino Fundamental Michelsch João da Silva 1 GD2 Educação Matemática nos anos finais do Ensino Fundamental Resumo

Leia mais

ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS CHOCANTES : QUANDO O DESVIO LEXICAL CAUSA O EFEITO CONTRÁRIO

ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS CHOCANTES : QUANDO O DESVIO LEXICAL CAUSA O EFEITO CONTRÁRIO ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS CHOCANTES : QUANDO O DESVIO LEXICAL CAUSA O EFEITO CONTRÁRIO 1 INTRODUÇÃO Dulcinéia de Castro Viana Fernando da Silva Negreiros Lays Cristina Fragate Natalia Lamino Camilo Ulisses

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL APRESENTAÇÃO Segundo as Diretrizes Curricular o ensino da Língua Estrangeira na Educação Básica esta pautado

Leia mais

ANÁLISE SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA DOS SIGNIFICANTES NEGUINHO (A), E NEGO (A)" NO SÉCULO XIX E NO MUNDO CONTEMPORÂNEO

ANÁLISE SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA DOS SIGNIFICANTES NEGUINHO (A), E NEGO (A) NO SÉCULO XIX E NO MUNDO CONTEMPORÂNEO ANÁLISE SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA DOS SIGNIFICANTES NEGUINHO (A), E NEGO (A)" NO SÉCULO XIX E NO MUNDO CONTEMPORÂNEO Gabriel Nascimento dos Santos (UESC) gabrielnasciment.eagle@hotmail.com Maria D Ajuda Alomba

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

Introdução à História do Português

Introdução à História do Português Ivo Castro Introdução à História do Português Segunda edição revista e muito ampliada Edições Colibri Índice Síntese Introdutória... 7 Capítulo I TERRITÓRIOS E COMUNIDADES LINGUÍSTICAS 1. Introdução. Conceitos

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais