Goiânia, setembro de Ano III - Edição 39 Setembro de 2010 TRANSPLANTE APARECID ARECIDA. Município recebe nova clínica de hemodiálise

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1 12 PRÓ-RIM Pró-Rim no Santander POR SUSAN TOGASHI or de sódio(0,34mg/l), e contribui cos. JORNALISTA (VOLUNTÁRIA) para que o nível de sódio diário se "Somos muito gratos pela colaboração da FundaçãoPró-Rim/SP Com o objetivo de conscientizar sobre a importância da Fundação Pró Rim vai visitar nove e pelo resultado obtido em nossos mantenha equilibrado. Ao todo, a prevenção das doenças renais e incentivar o hábito saudável uma unidade no interior de São cia executiva de Recursos Huma- unidades do Santander, incluindo eventos", declarou a vice presiden- de beber água a Fundação Pró-Rim realizou no último dia 30 de julho uma campanha de saúde com os funcionários da Torre do Banco Santander. O evento, que é parte do programa Educar Para Prevenir, já incentivou 892 pessoas a beberem mais água, distribuindo garrafinhas de água Bonafonte e oferecendo orientação para o grupo de colaboradores administrativos do banco. A água Bonafonte tem baixo te- Paulo, na cidade de Campinas. Na ação realizada na Torre do Santander, conforme informou a Enfermeira Tânia Kinue Rodrigues, das 243 pessoas atendidas, um número expressivo relatou ter casos de hipertensão e diabetes na família, um quadro preocupante, já que essas doenças podem levar a problemas renais (especialmentea insuficiência renal crônica). Felizmente, poucos deles foram diagnosticados hipertensos ou diabétinos do Santander, Lilian Guimarães. "Foram eventos diferenciados ocorridos em nossos centros administrativos, com grande engajamento dos nossos funcionários e que só tiveram esse destaque graças à parceria com a Pró-Rim", completou. Depoimentos como esse dão apoio e motivação para que o programa Educar Para Prevenir cresça cada vez mais no Estado de São Paulo. Lideranças goianienses, comandadas pela Vereadora Cidinha Siqueira, reuniram-se com o Prefeito Paulo Garcia no dia 22 de junho de 2010, no Paço Municipal. Entre as lideranças, estava a Associação de Renais Crônicos e Transplantados de Goiânia Marco Antonio Gomes (Ginastica Esporte e Saúde), Raquel Oliveira (Pró-Rim), Mariluz Moura Bolivar( Santander) e Cláudia Ruggi (Pró-Rim) Funcionários aferem pressão e aprendem sobre hábitos saudáveis Ano III - Edição 39 Setembro de TRANSPLANTES ANTES CNCDO realiza curso para aumentar doação de órgãos 4 APARECID ARECIDA Município recebe nova clínica de hemodiálise 8 Pesquisa do IBGE confirma que obesidade é epidemia no Brasil 10 SAÚDE PÚBLICA PESQUISA Inflamação no cérebro pode acarretar obesidade e diabetes tipo 2 SANTA A CASC ASA Nova equipe realiza primeiro transplante renal A Equipe Dois de Transplantes da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia é a mais recente da cidade, formado por sete nefrologistas e cinco urologistas. O grupo, montado no mês de fevereiro, realizou no dia 25 de julho deste ano o seu primeiro transplante. TRANSPLANTE ANTE Paciente transplantado comemora o resultado de sua cirurgia O advogado Marcos Pablo Leon explica o que é o Seguro Habitacional e o que os mutuários devem fazer para receber o direito O policial rodoviário Waldomiro Moreira foi transplantado no último mês de junho, após oito anos convivendo com a insuficiência renal HABITAÇÃ ÇÃO ELEIÇÕES 9 Entenda o que é e o que fazer para receber o seguro habitacional 3 6 SE distribuirá 54 milhões de folhetos para eleitores 11

2 GERAL 2 VARIEDADES ADES 11 ARCT ARCT e outras lideranças aconselham pacientes a respeitar as datas da CMAC Juarez Barbosa REPRESENTANTES DA ARCT E DA G.A.P.HE FALAM DA IMPORTÂNCIA DE RESPEITAR AS DATAS DE RETIRADA DOS REMÉDIOS PARA EVITAR AS GRANDES FILAS ACentral de Medicamentos de Alto Custo (CMAC) Juarez Barbosa é a única em Goiânia e em todo o Estado de Goiás a disponibilizar medicamentos de alto custo de uso contínuo gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, o SUS. A distribuição dos remédios é uma atividade possibilitada pela Secretaria Estadual de Saúde e, atualmente, está sob coordenação da Doutora Lília Cileide de Queiroz Monteiro, que é Administradora Hospitalar e Diretora Geral da instituição. Segundo Djalmes de Souza Brito, presidente da Associação de Renais Crônicos e Transplantados de Goiânia (ARCT), para que o paciente passe a pegar os medicamentos na CMAC ele precisa apresentar sua documentação pessoal e estar cadastrado nos registros do Juarez Barbosa. Para se cadastrar ele precisa levar, além dos documentos pessoais, um comprovante de endereço e o cartão do SUS. Se for um medicamento de urgência ele pode pegar em um prazo de três a cinco dias, explica. EXPEDIENTE O RENAL É UMA PUBLICAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DOS RENAIS CRÔNICOS E TRANSPLANTADOS DE GOIÂNIA CNPJ(MF) SOB Nº / , RUA 70 Nº 178, QD LT. 20, CENTRO GOIÂNIA - GO FONE: arct Associação dos Renais Crônicos e transplantados de Goiânia Djalmes de Souza Brito, presidente da ARCT Apesar da orientação dada pela CMAC Juarez Barbosa, muitos pacientes não vão pegar os medicamentos na data marcada, causando um aumento significativo das filas na primeira metade do mês. O paciente recebe um cartão no qual é registrada a retirada do medicamento e agendada a próxima visita. Mas, muitas pessoas não vão pegar na data marcada, o que aumenta as filas e PRESIDENTE DJALMES SOUZA BRITO 1º VICE-PRESIDENTE JOSÉ NUNES 2º VICE-PRESIDENTE CARLOS ALVES Otacílio Wanner da Silva, presidente do G.A.P.He 1º TESOUREIRO WASHINGTON HALLIS 2º TESOUREIRO JOSÉ EUSTÁQUIO 1º SECRETÁRIO VANDERLI DE BARROS 2º SECRETÁRIO HÉLIO DA SILVA BRANDÃO muitas vezes atrapalha a dinâmica de estocagem dos remédios, conta Otacílio Wanner da Silva, presidente do Grupo de Apoio aos Portadores das Hepatites B e C (G.A.P.He). Djalmes de Souza Brito também deu sua opinião sobre o assunto: As filas estão grandes porque as pessoas estão indo geralmente no começo do mês, do dia primeiro ao dia dez. No entanto, as datas são divididas durante o mês inteiro. As pessoas precisam entender que buscar o medicamento na data certa contribui para que esse tipo de problema seja evitado, completou. TRANSPLANTADOS Outro ponto importante é a situação dos pacientes que passam por transplantes e utilizam os medicamentos da CMAC. O paciente transplantado tem os medicamentos modificados, para atender as suas novas necessidades. Quando o paciente passa pelo transplante ele deixa de fazer o tratamento de renal em hemodiálise e passa ao de renal transplantado. Ele precisa sair da internação do transplante e já começar a usar os 1º CONSELHEIRO BENEDITO GALDINO COLABORADOR JOSÉ CORDEIRO DA SILVA COLABORADOR JÚLIO CÉSAR JORNALISTA RESPONSÁVEL ROBERTO NABORFAZAN RP1905/MTB - GO REPORTAGEM E EDIÇÃO novos medicamentos, comentou Djalmes. Para que o paciente entre no novo tratamento imediatamente após o transplante, a ARCT aconselha a transferência do direito de recebimento dos remédios para um familiar ou pessoa de confiança por meio de uma procuração registrada em cartório. O paciente deve conversar com o seu médico e, antes de fazer o transplante, procurar um cartório e fazer uma procuração, passando o direito de recebimento dos remédios a alguém de sua confiança, pois como ele vai ficar internado após o transplante, ficará impossibilitado de buscar esses medicamentos por conta própria, conclui o presidente da ARCT. A CMAC JUAREZ BARBOSA PEDE AOS USUÁRIOS QUE SIGAM AS INTRUÇÕES DO CARTÃO E RETIREM SEUS MEDICAMENTOS NAS DATAS ESPECIFICADAS PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO PAULO ROBERTO (62) MEIO AMBIENTE Instituto Chico Mendes faz 3 anos e doa 65 mil m³ de madeira apreendida DA AGÊNCIA BRASIL, EM BRASÍLIA OInstituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) doou na sexta-feira, 27 de agosto, 65 mil metros cúbicos de madeira apreendida ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O evento, que fez parte das comemorações dos três anos de criação do ICMBio, ocorreu no Parque Nacional de Brasília (Água Mineral), às 10h, com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Na ocasião, foram lançados um plano para a revitalização do parque e diversas ações para a criação de novas reservas, proteção a espécies ameaçadas e concessão do direito de uso de cerca de 800 mil hectares para famílias. Também foi entregue, pela Superintendência do Patrimônio da União no DF, um terreno para a construção da sede do instituto, no AGÊNCIA GOIANA DE COMUNICAÇÃO Levantamento da Coordenação de Pesquisa Mercadológica da Gerência de Informações Econômico-Fiscais (Gief), da Secretaria da Fazenda (Sefaz), constatou que o arroz beneficiado agulhinha longo fino, tipo 1, registrou queda de preço de 6.38% passando de R$ 88,25 para R$ 77 a saca de 60 quilos. O fardo de 30 quilos de arroz, do mesmo tipo, reduziu em 8.05%, passando de R$ 43,50 para R$40. Madeira apreendida pelo Instituto Chico Mendes O arroz de sequeiro, com casca, baixo padrão, apresentou acréscimo de 14.75% passando de R$ 24,40 para R$ 28 a saca de 60 quilos. O arroz parboilizado também apresentou alta de 8.33% Setor de Clubes Sul. O nome do instituto homenageia Chico Mendes, líder seringueiro que aliou sua militância sindical à defesa da floresta amazônica e das reservas extrativistas. ECONOMIA Arroz agulhinha registra queda de preço passando de R$ 60 para R$ 65 a saca de 60 quilos. Enquanto isto, a quirera de arroz passou de R$ 15,88 para R$ 15, uma redução de 5.54%. O grão de arroz de campo de semente manteve cotação estável em R$ 1,27 o quilo. Da mesma forma o arroz integral, que manteve preço em R$ 50 a saca. A nova pauta de valores referenciais para cobrança do ICMS do grupo arroz comercializado no mercado atacadista goiano entrou em vigor na sexta-feira, 27. ELEIÇÕES TSE distribuirá 54 milhões de folhetos para eleitores AGÊNCIA GOIANA DE COMUNICAÇÃO O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) produziu mais de 54 milhões de folhetos para serem usados como cola para os eleitores anotarem os números de seus candidatos. O material será distribuído para todos os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) do país. O número é recorde, e, para chegar a esse total, o TSE procurou, durante o ano de 2009, fazer uma projeção do número de eleitores em O TSE espera cobrir a metade do eleitorado de cada estado. As "colinhas" vão estar disponíveis nos cartórios eleitorais das cidades de todo o país. No site do TSE, é possível encontrar um simulador da cola que pode ser impresso já preenchido. O principal objetivo da campanha é evitar as filas, que são um tormento para quem espera e uma preocupação para o TSE. Na eleição de 2002, por exemplo, filas tomavam quarteirões na Zona Leste de São Paulo. No primeiro turno desta eleição, cada eleitor vai escolher seis candidatos. São muitos números, o que aumenta a chance de o eleitor esquecer alguns na hora de votar. A campanha que incentiva a cola e mostra o passo a passo do voto também está presente em cartazes afixados dentro de ônibus. O secretário de informática do TRE do Rio de Janeiro, André Luis Corrêa de Araújo, acha que tem mais um motivo para incentivar a cola. São mais de 25 toques na urna eletrônica. Se o eleitor errar, terá que voltar para o início da votação. Quem levar todos os números anotados não vai se atrapalhar e também vai votar mais rápido, o que acaba evitando as filas, lembra Corrêa de Araújo. Voto é secreto, mas não tem mistério essa inscrição da frente da cola traduz o que o TSE quer provar com a campanha. No verso da colinha há espaço para anotar os números: são cinco algarismos para deputado estadual/distrital; quatro algarismos para deputado federal; três para cada um dos dois senadores; dois para governador e dois para presidente. Em outro texto, o folheto diz ao eleitor que o certo é votar com consciência e incentiva todos a fazer uma pesquisa sobre os candidatos. Contra a compra de voto - U- ma outra campanha do TSE já está no ar na TV desde 30 de julho. Esta é contra a compra de votos. Pela Constituição do país, quem não quiser, não deve contar a ninguém em quem votou. O voto secreto é um direito garantido a todos. A campanha "Você pode escolher o seu destino" tem a participação do comediante Marcius Melhem e ficará no ar até o dia 3 de outubro - dia do primeiro turno das eleições. A mensagem principal é: Quem vende seu voto está vendendo junto o futuro do país. Para as rádios, o TSE produziu jingles em ritmos musicais diferentes. Uma das letras diz: "você pode escolher o destino que quer conhecer/ Você pode escolher o futuro que quer ver acontecer/ O orgulho do país inteiro traz no peito todo cidadão/ É o futuro do país inteiro a decisão que está em suas mãos". Um outro jingle é um lembrete para uma novidade desta eleição: só vota quem levar o título e um documento oficial com foto. Tá na hora de tirar o título da carteira/ Do bolso, do fundo da gaveta/pra dirigir você anda com a habilitação/ Pra viajar o passaporte tá sempre à mão/ Na hora do voto, apresente seu título e documento com foto". FONTE: G1.COM.BR

3 10 SAÚDE TRANSPLANTE ANTE 3 PESQUISA Inflamação no cérebro pode acarretar obesidade e diabetes tipo 2 ESPECIALISTA DA UNICAMP ESTUDA RELAÇÃO ENTRE HIPOTÁLAMO E INSULINA. GORDURAS SATURADAS PREJUDICAM O EQUILÍBRIO PARA EVITAR AS DOENÇAS MÁRIO BARRA Uma relação pouco cogitada há 15 anos ganha cada vez mais força no estudo das causas da obesidade: a inflamação do hipotálamo - uma estrutura com 1,5 cm³ que compõe o cérebro e é responsável pela regulação da fome e do gasto de energia - pode ser causada pela ingestão de gorduras saturadas e não somente pelo hábito de comer muito. Como se não fosse suficiente, a alteração do órgão, apontada como uma das principais causas para a obesidade, também pode levar à alteração da função do pâncreas, local responsável pela produção de insulina. A substância transporta a glicose presente no sangue para dentro das células, permitindo a produção de energia, vital para o corpo sobreviver. O pesquisador Lício Velloso, do departamento de Clínica Médica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estuda há dez anos a ligação entre a comida ingerida pelas pessoas com o ganho de peso e testou ratos em laboratórios para notar qual o efeito da mudança no hipotálamo para a regulação do peso. As descobertas vão desde a identificação do órgão como responsável direto pelo ganho de peso até a ligação da inflamação com a falência das células pancreáticas em garantir ao corpo a insulina. O final da história é o aparecimento de diabetes tipo 2. APOPTOSE Inflamações no corpo são sempre indícios da possibilidade de apoptose, uma espécie de morte programada das células no corpo, segundo Lício. Durante o trabalho com camundongos swiss, com maior tendência a engordar, e wistar, menos propensos à doença, o pesquisador e sua equipe notaram que ocorre maior taxa de morte celular de neurônios inibidores no primeiro grupo. "A diferença foi de 6% a 7% entre os dois tipos de roedores", afirma Velloso. O efeito vem da inflamação do hipotálamo, causada pela presença de longas cadeias de ácidos graxos saturados, com mais de 14 átomos de carbono. O sistema imunológico do cérebro é ativado na presença dessas substâncias por serem parecidas com as encontradas em bactérias. "O organismo é levado a pensar que há uma ameaça e então uma inflamação do órgão acontece", explica o especialista. "Com a produção de citocinas para defesa do corpo, a função de um neurotransmissor do hipotálamo é afetada." NEUROTRANSMISSOR Velloso faz referência ao alfa- MSH, estrutura responsável por mandar sinais para inibir a fome e acelerar as atividades de gasto de energia. Localizado na região do núcleo arqueado do hipotálamo, o neurotransmissor responde à presença de insulina e leptina, ordenando o organismo a cessar a vontade de comer. Mas a presença de processos inflamatórios faz com que o alfa- MSH desenvolva resistência às substâncias que alertam sobre as condições de reserva de energia disponíveis no organismo. "Com citocinas como a tumor necrosis factor (TNF), a vida dos neurônios é atrapalhada", afirma Velloso. Rosana Freitas Pereira Fone: (62) Fax: (62) Celular: DIABETES 2 A falência das células-beta das ilhotas de Langerhans, localizadas no pâncreas, levam ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, junto com a resistência do corpo à insulina. A causa para a exaustão das estruturas responsáveis pela secreção de substância também está ligada à inflamação do hipotálamo. "É a união de dois problemas: o hipotálamo não controla mais a fome e a pessoa fica obesa e, por outro lado, ainda atrapalha a função do pâncreas para secreção da insulina", explica o pesquisador da Unicamp. Sem a secreção, a glicose presente no sangue não consegue entrar nas células para produção de energia na forma de ATP. SOLUÇÕES Enquanto remédios para diminuir ou eliminar a condição adversa no hipotálamo não surgem, Velloso acredita que a solução possa estar na mudança de práticas por parte dos fabricantes de comida. "Políticas de nutrição do governo precisam estimular a indústria alimentícia a substituir, nos alimentos industrializados, gorduras saturadas por insaturadas", diz o especialista. "É o caso da troca do que faz mal ao corpo por ômega 3 e 9, por exemplo." Segundo Velloso, mesmo uma mulher com 1,70 metro e 65 quilos, ao ganhar 4 quilos, pode quase dobrar as chances de desenvolver diabetes tipo 2. O padrão também serve para os homens, ainda que de forma mais discreta. "Há apenas 20 anos a OMS passou a encarar a obesidade como doença. Os passos são lentos, mas agora, pelo menos, nós sabemos que a causa está no hipotálamo", diz Velloso. "A prática clínica ensina que recomendar dietas a obesos, pura e simplesmente, não adianta. É preciso mudar o padrão dos nossos alimentos." Instituto de Nefrologia Centro Médico de Rim e Hipertensão S/S Ltda. (Instituto de Nefrologia) FONTE: G1.COM.BR Av. Paranaíba, nº Centro - Goiânia - GO - CEP / Paciente afiliado à ARCT recebe rim após oito anos convivendo com a doença O POLICIAL RODOVIÁRIO WALDOMIRO MOREIRA FOI TRANSPLANTADO NO ÚLTIMO MÊS DE JUNHO E COMEMORA O RESULTADO DE SUA CIRURGIA Opolicial rodoviário federal Waldomiro Neves Moreira, paciente renal desde 2002, é um dos exemplos de transplantes renais bem sucedidos em Goiânia. Transplantado no dia 22 de junho deste ano, Moreira está em fase de recuperação e já não precisa se submeter às cansativas sessões semanais de hemodiálise. O paciente recebeu um rim proveniente de doador cadáver no Hospital Santa Genoveva, na capital goiana, pela equipe do Doutor Bráulio Ludovico Martins. Moreira descobriu a doença há oito anos, depois de passar cerca de dez anos sofrendo de hipertensão e se automedicando. Como morava no interior do Mato Grosso e de Goiás, não tinha acesso a tratamento médico especializado. O policial, no entanto, ficou pouco tempo na lista de transplantes. Para minha surpresa, fiquei na lista pouco mais de três meses. Terminei a bateria de exames em fevereiro quando fui aprovado e encaminhado para me inscrever na lista nacional da Central de Transplantes do Hospital Geral de Goiânia (HGG), contou. A Central de Transplantes notificou a compatibilidade do órgão com o paciente no dia 21 de junho, tendo a cirurgia sido realizada no dia 22. O transplante foi muito bem sucedido. Veio uma equipe de especialistas de São Paulo, do Hospital da Beneficência Portuguesa, que se juntou à equipe do Hospital Santa Genoveva. O procedimento teve três horas de duração. Como é de praxe, fui para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e, no dia seguinte, estava no quarto de isolamento, sem febre, dor, ou quaisquer infecções inerentes. Oito dias depois estava indo para casa, em Goiânia, narrou. Em relação à hemodiálise, Moreira esclareceu que nunca chegou a passar mal na máquina. No entanto, seu nível de creatinina (substância que regula as toxinas do sangue), sempre ficou por volta de dez, quanto o normal é 1.4. Segundo ele, com isso, as outras taxas e até mesmo a sua pressão sempre estavam alteradas. Outra dificuldade que enfrentou foi o excesso de peso devido ao acúmulo de líquido, já que a máquina não era suficiente para eliminar os edemas, ou inchaços. A patologia renal é crônica e interfere diretamente na qualidade de vida das vítimas. No caso de CLÍNICA DE DOENÇAS RENAIS Nefrologia, Urologia, Hemodiálise CAPD, Transplante Waldomiro Moreira não foi diferente. Minha qualidade de vida caiu muito, fiquei preso à máquina por vários anos. Tive que me aposentar precocemente da Polícia Rodoviária Federal, por invalidez permanente. Interrompi meu sonho de estrada, pois sempre gostei de viajar e minha profissão sempre foi cortar o país de norte a sul como motorista rodoviário e depois como policial. Agora, depois da alta médica, pretendo retomar meu sonho de consumo, sem me preocupar com as três seções semanais de hemodiálise, desabafou. Agora, após o transplante, Moreira precisa utilizar a medicação imunossupressora, que evita a rejeição do órgão durante toda a vida. Esses remédios causam alguns efeitos colaterais, mas mesmo assim, nem se compara às 12 horas semanais presos em uma máquina de hemodiálise, contou. Satisfeito com o resultado de seu transplante, Moreira deixa um último apelo: "Seja um doador de órgãos. Doar é vida e também um gesto de amor ao próximo, pois estará proporcionando amenizar a dor e a prolongar a vida de um próximo" WALDOMIRO ANTES DO TRANSPLANTE Waldomiro Moreira antes de realizar seu transplante WALDOMIRO DEPOIS DO TRANSPLANTE Após o transplante, o paciente comemora o sucesso de sua cirurgia

4 4 9 APARECID ARECIDA A DE GOIÂNIA HABITA ÇÃO HEMODIÁLISE SEGURO Nova clínica diminui déficit de oferta de vagas do município CLÍNICA MONTADA DENTRO DO HOSPITAL SANTA MÔNICA, EM APARECIDA DE GOIÂNIA, ESTÁ EM ATIVIDADE HÁ POUCO MAIS DE DOIS MESES E JÁ PROPORCIONA TRATAMENTO A 48 PESSOAS Omunicípio de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital tem cerca de 500 mil habitantes, com um contingente considerável de pacientes renais. Diante desta realidade, um grupo de seis sócios investiu na montagem de uma nova clínica de hemodiálise na cidade, localizada nas dependências do Hospital Santa Mônica. Este é o segundo serviço montado na cidade, onde já havia uma clínica funcionando no Hospital São Bernardo. Segundo o nefrologista João Batista de Souza, em atividade há 30 anos e um dos sócios engajados no funcionamento da nova clínica, a necessidade de instalação do novo serviço baseia-se em um déficit na oferta de vagas para o Poder Público. "Se formos analisar os dados de proporcionalidade de incidência da doença na população, vamos encontrar um déficit de oferta de vagas para realizar a hemodiálise. Baseados nisso e também no fato de que boa parte dos pacientes de Aparecida estavam sendo hemodialisados em Goiânia, nós resolvemos disponibilizar um serviço de hemodiálise para o Poder Público", explicou. A implantação do serviço começou há três anos, e o funcionamento teve início há pouco mais de dois meses. "Nós temos uma capacidade de atendimento instalada que já está com a metade completa, a outra metade está em negociação com o Poder Público. Nós temos mais 48 vagas para hemodiálise; o equipamento já foi adquirido, o serviço está todo pronto e instalado, mas ainda não foi autorizado. Para as oito máquinas que nós já temos, preenchemos as 48 vagas possíveis, que são as cotas autorizadas. As outras oito máquinas ainda estão à espera da autorização do Poder Público", contou o Doutor João Batista. TRANSPLANTES Em relação aos transplantes, o médico explicou que pacientes de todo o Estado, ou até mesmo de fora, são tratados na capital. "A pessoa se inscreve na Central de Transplantes, de acordo com as normas, e entra em uma lista na qual são disponibilizadas as doações tanto de doador vivo, quanto de morte encefálica para todos os pacientes que se inscreveram na Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos de Goiás (CNCDO-GO) ou em qualquer outra central que esteja vinculada ao Sistema Nacional de Transplantes (SNT)". O nefrologista comentou ainda a questão das expectativas de que Goiás ultrapassasse os 100 O nefrologista Dr. João Batista de Souza, em atividade há 30 anos, é um dos responsáveis pela nova clínica de hemodiálise de Aparecida transplantes renais em "Infelizmente ficamos apenas na expectativa. Isso foi causado por vários fatores. Entre as principais causas, a última foi a recente greve dos anestesiologistas, que não vão realizar procedimento eletivo para o Sistema Único de Saúde (SUS), apenas as emergências. Como o transplante é eletivo, provavelmente eles não vão realizar transplante com doador vivo". Segundo Doutor João, vários passos tem sido dados no sentido de aumentar o número de transplantes, mas o equilíbrio foi perdido há um tempo. O médico explicou que nos hospitais onde trabalha, não existe o credenciamento pleno com o SUS, é um credenciamento válido apenas para o transplante. Logo, as intercorrências e outros problemas dos renais crônicos não podem ser tratados naquele hospital. "Nós temos tido boa vontade dos diretores dos hospitais e do SUS, de resolver os problemas dos pacientes já transplantados, mas apenas a boa vontade não é suficiente. É preciso que existam normas, é preciso que existam papéis assinados, disponibilizando o atendimento", revelou. Sobre a conscientização em relação à doação de órgãos, o nefrologista esclareceu: "Isso deve ser um trabalho contínuo por parte do Poder Público, porque, no processo de doação, há que ter um comprometimento entre o SNT e o doador. Dever haver uma sintonia bem feita, de divulgação e conscientização, porque os nefrologistas, por lei, não podem fazer isso. Eu posso incentivar os meus pacientes à busca de inscrever-se de maneira adequada no SNT, para que ele possa ter a chance de receber o órgão. Mas, eu não posso trabalhar no segmento de doador por morte encefálica, o Governo é quem tem a capacitação, a legislação e a organização necessária para buscar esse doador e oferecer os órgãos à Central de Transplantes. Então, a equipe não pode sair à busca de doador em morte encefálica". O Doutor João Batista explicou que a sintonia entre a equipe de nefrologistas e a Central de Transplantes é o que determina quem vai receber o órgão. O processo de obtenção do órgão até a realização do transplante dura poucas horas, devido a pouca duração de vida do órgão a ser transplantado. Vale lembrar que o SUS é o único sistema que tem organização e possibilidade de realizar transplantes com doador em morte encefálica. Com o doador vivo pode ser feito em clínicas particulares ou por outros convênios. No entanto, para doador em morte encefálica, o transplante só é possível pelo SNT. Advogado mostra os meios para que os moradores de casas populares danificadas recebam seus direitos Em que consiste o Seguro Habitacional? O Governo Federal, quando implantou o Sistema Financeiro da Habitação, com o objetivo de fazer moradias populares pelo Brasil em larga escala e o mais rápido possível, sabia que não poderia fiscalizar essas obras no país inteiro. Então, junto com as prestações das moradias, ele criou um seguro, chamado Seguro Habitacional, no qual, em troca das seguradoras ganharem recolhendo o dinheiro desse seguro, elas teriam a obrigação de fiscalizar essas obras pelo Brasil. Esse seguro foi criado para proteger os mutuários, que são as pessoas que pagam as prestações, e era de duas naturezas: pessoal, ou seja, em caso de falecimento ou invalidez do mutuário a casa era quitada, ou no caso de a casa apresentar algum problema, que a apólice chama de dano físico, o que pode ser problema de ameaça de desmoronamento, rachaduras, trincas, problemas no telhado, na fiação, etc. Nesse caso, o seguro cobriria os gastos causados pelos danos. Os mutuários têm consciência de que eles têm esse direito? Não. Eles não têm consciência que eles têm esse direito. Algumas pessoas que tiveram problemas com as suas casas, inclusive, já tiveram esse direito negado. O único meio de a pessoa ter o direito de ter o dano da sua casa pago pela seguradora é entrando na justiça. Porque, espontaneamente, nenhuma seguradora paga por esse prejuízo. Qual é o objetivo da ADECOFEGO? Essa Associação não foi criada por mim, ela foi criada em uma reunião, ocorrida na Associação dos Renais Crônicos e Transplantados de Goiânia (ARCT), com representantes dos setores Vila Nova, Cachoeira Dourada, Conjunto Parque Santa Rita, entre outros. Nessa reunião nós percebemos a necessidade dessa criação. No passado, essas pessoas encamparam uma luta para reduzir o valor das prestações, que estavam muito MARCOS PABLO LEON, ADVOGADO DA ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DOS DIREITOS DOS APOSENTADOS, CONSUMIDORES E MUTUÁRIOS DO ESTADO DE GOIÁS (ADECOFEGO), EXPLICA EM QUE CONSISTE O SEGURO HABITACIONAL E APONTA OS MEIOS PARA QUE OS MUTUÁRIOS POSSAM REIVINDICAR E RECEBER O DINHEIRO PARA QUE POSSAM REFORMAR SUAS CASAS altas, e tiveram sucesso. Eles descobriram o nosso escritório e entraram em contato conosco para que a gente pudesse fazer esse trabalho. Marcos Pablo Leon, advogado da ADECOFEGO Você tem uma idéia aproximada de quantas pessoas vivem nessa situação em Goiânia? A Companhia Metropolitana de Habitação (COHAB) tem registros de que são mais de 11 mil famílias nessa situação. No entanto, o Sistema Financeiro da Habitação criou outros programas fora da COHAB, que foram executados aqui em Goiânia. Por isso, existem alguns setores que não estão englobados, mas que as pessoas têm direito ao seguro. Eu posso citar, por exemplo, o Guadalajara, que é um conjunto que está fora da COHAB e o Monte Carlo, têm várias famílias morando ali que podem receber o dinheiro. Eu não sei o número exato, mas posso dizer que é muito maior do que essas 11 mil famílias que a COHAB tem registradas. Como advogado, qual a sua função dentro da ADECOFEGO? A minha função é principalmente esclarecer para os moradores de que forma eles podem resgatar, retirar esse dinheiro para reformar as suas casas. Nós fazemos esse esclarecimento em palestras, recebemos os convites das associações de moradores dos setores, marcamos a data e o horário e fazemos as palestras. Essas palestras têm trazido bons resultados? Com certeza. Hoje, em pouco tempo de trabalho, mais de 500 moradores já entregaram seus documentos e já existem ações ajuizadas no fórum. No conjunto Santa Rita, inclusive, os moradores vão receber agora em setembro a visita de um perito para fazer a avaliação dos estragos das casas, ou seja, as ações estão andando. Logo nós vamos ter sentenças e os moradores vão começar a receber o dinheiro. Quanto tempo, mais ou menos, dura um processo desses? Pela nossa experiência, um processo desses pode durar de três até cinco anos. Mas, o escritório tem interesse que os moradores recebam o dinheiro o mais rápido possível, e isso depende da Justiça. Na tentativa de acelerar os processos nós fazemos visitas aos fóruns, conversamos com os juízes, com os escrivãos dos cartórios. No entanto, são processos que demandam tempo. Existe uma Medida Provisória que pode modificar os meios de recebimento desse dinheiro. O que isso significa? O Governo Federal editou uma Medida Provisória, nº 478/2009, acabando com o Seguro Habitacional; isso ia acabar com o direito do morador. Como "caducou", ou seja, perdeu o prazo no dia primeiro de junho, até final do ano nós temos certeza de que o morador vai ter direito a esse seguro. Se o Governo acabar com esse direito não significa que o morador não vai recebê-lo, mas com o Governo assumindo a responsabilidade pelo pagamento do seguro, nós vamos ter que mudar a ação na Justiça Federal. Se o Governo for pagar, isso vai virar um precatório (uma espécie de requisição de pagamento de determinada quantia a que a Fazenda Pública foi condenada em processo judicial) e aí vai demorar muitos anos para que o morador receba esse dinheiro. Portanto, quem tiver a oportunidade de entrar com uma ação até o final do ano, que o faça. Porque pode ser que no ano que vem essa oportunidade não mais exista.

5 8 SAÚDE PÚBLICA Pesquisa do IBGE confirma que obesidade é epidemia no Brasil MANTIDO O RITMO DE CRESCIMENTO DO NÚMERO DE PESSOAS ACIMA DO PESO, EM DEZ ANOS O PAÍS TERÁ SE IGUALADO AOS ESTADOS UNIDOS CENTRAL DE ÓRGÃ OS Central de Transplantes realiza curso para aumentar doação de órgãos 5 LUCILA SOARES E CECÍLIA RITTO Assento para obesos em estação de metrô de SP Além de se constituir em problema pelos riscos decorrentes do sobrepeso em si - como doenças do coração e diabetes - o sobrepeso é causado por uma alimentação pouco saudável Nos últimos 35 anos, o Brasil passou por uma impressionante transformação. Completou a transição de país rural para sociedade urbana e industrial, deixou para trás índices vergonhosos de mortalidade infantil e analfabetismo e, depois que conseguiu domar a inflação, nos anos 1990, consolidou um aumento substancial da renda da população. Esse conjunto de fatores permitiu reduzir drasticamente o histórico problema da desnutrição no Brasil. E resultou numa impressionante mudança no padrão físico do brasileiro. Desde 1974, quando foi feita a primeira pesquisa familiar que registrou peso e altura dos entrevistados, a população tornou-se mais alta. O déficit de altura entre crianças declinou da faixa dos 30% para menos de 10%. Nesse mesmo período, o brasileiro ganhou peso. Muito peso. E é aí que a boa notícia começa a dar lugar à preocupação. O déficit de peso atinge hoje menos de 5% da população - o que é um indicador social positivo da maior relevância. Mas o excesso (ou sobrepeso, como preferem dizer os médicos) e a obesidade explodiram. A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que em todas as regiões do país, em todas as faixas etárias e em todas as faixas de renda aumentou contínua e substancialmente o percentual de pessoas com excesso de peso e obesas. O sobrepeso atinge mais de 30% das crianças entre 5 e 9 anos de idade, cerca de 20% da população entre 10 e 19 anos e nada menos que 48% das mulheres e 50,1% dos homens acima de 20 anos. Entre os 20% mais ricos, o excesso de peso chega a 61,8% na população de mais de 20 anos. Também nesse grupo concentra-se o maior percentual de obesos: 16,9%. O IBGE segue os parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS) na conceituação de sobrepeso (Índice de Massa Corporal superior a 25%) e obesidade (IMC superior a 30%). São números que dão ao fenômeno contornos de epidemia. Mantido o ritmo atual de crescimento do número de pessoas acima do peso, em dez anos elas serão 30% da população - padrão idêntico ao encontrado nos Estados Unidos, onde a obesidade já se constitui em sério problema de saúde pública. O Ministério da Saúde constatou a mesma tendência no rastreamento telefônico que faz para monitorar fatores de risco para doenças crônicas. A explicação está principalmente no padrão de consumo alimentar. A POF de 2002/2003 mostrou que as famílias estão gradualmente substituindo a alimentação tradicional na dieta do brasileiro - arroz, feijão, hortaliças - por bebidas e alimentos industrializados, como refrigerantes, biscoitos, carnes processadas e comida pronta. Tudo mais calórico e, em muitos casos, menos nutritivos. Ou seja, além de se constituir em problema pelos riscos decorrentes do sobrepeso em si - como doenças do coração e diabetes - o sobrepeso é causado por uma alimentação pouco saudável. Para agravar o quadro, a prática regular de exercícios físicos está longe de fazer parte dos hábitos do brasileiro. Pesquisa de 2008 mostrou que apenas 10,2% da população com 14 anos ou mais tem alguma atividade física regular. Quando forem divulgados os dados relativos ao consumo das famílias na POF de , será possível analisar em detalhes como está evoluindo o padrão alimentar no Brasil. Esse conjunto de pesquisas é um instrumento da maior importância para a formulação de políticas de saúde pública. A obesidade é um desafio mundial, pelo que representa de redução na expectativda de vida e nos custos dos serviços de saúde. Em 2004, a Assembléia Mundial da Saúde - que é a instância deliberadora máxima da Organização Mundial da Saúde - chamou a atenção para esse risco e editou o documento chamado Estratégia Global em Alimentação, Atividade Física e Saúde. Nele, os governos de todos os países se comprometem a implementar políticas que estimulem padrões saudáveis de alimentação e de atividade física. A pesquisa do IBGE ouviu pessoas entre 2008 e FONTE: VEJA.COM.BR FONTE: SAUDE.GO.GOV.BR Aumentar o número de doação de órgãos e tecidos em Goiás. Com esse objetivo a Central de Notificação, Distribuição e Captação de Órgãos CNCDO realizou entre os dias 16 e 20 de agosto, no auditório da Universidade Paulista (Unip), o Curso para Coordenadores Intra-hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos. A capacitação foi aberta pelo coordenador da Central Nacional de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos, Giuseppe Cesare Gatto. Podiam participar médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos e outros profissionais que trabalham nas unidades de saúde. A intenção do curso é formar coordenadores para atuarem nas unidades em que trabalham. O doador existe, mas muitas vezes a morte encefálica deixa de ser notificada por falta de interesse do profissional de saúde, que não avisa a Central, salienta o coordenador geral da Central de Transplantes, Luciano Leão Bernardino, ao ressaltar que duas vezes por dia a CNCDO faz busca ativa em 46 UTIs do Estado atrás de possíveis doadores. No Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), onde funciona A CNCDO também terá programa para o próximo ano campanhas educativas em escolas públicas parte da estrutura da CNCDO, são feitas visitas in loco nas UTIs para estimular os profissionais a fazerem a notificação. A CNCDO também terá programa para o próximo ano, campanhas educativas em escolas públicas. Queremos começar o trabalho de conscientização desde crianças. A doação é extremamente importante. Uma pessoa que tem morte encefálica pode salvar muitas vidas, com suas córneas, rins, pâncreas, coração", explica, ao acrescentar que para fazer a doação é necessária a autorização de parentes de 1º grau (pai, mãe, filho, irmãos, cônjuge). NÚMEROS No primeiro semestre deste ano, segundo Luciano Leão, foram realizados em Goiás, 43 transplantes renais, 200 de córnea, 15 de medula óssea e dois transplantes cardíacos. O coordenador acredita que até o final do ano o número de pacientes atendidos aumente em pelo menos 10% em relação ao período correspondente a Enfrentamos dificuldade, mas ações como a que estamos realizando, campanhas educativas e parcerias com outras instituições servem para conscientizar a população e isso certamente vai refletir positivamente nas doações, pontua. Os últimos dados da CNCDO mostram que no Estado pessoas estão na lista de espera por um transplante, dos quais aguardam córneas; 538, rins; 12, coração e 4 esperam pâncreas/rim. Em Goiás é feito transplante de córneas, rins, pâncreas/rins e coração na Santa Casa de Misericórdia e no Hospital Santa Genoveva. O Estado também faz captação de fígado. A realização de um transplante pâncreas/rins, por exemplo, depende da compatibilidade; o de coração, do tipo sanguíneo, peso e altura. A Central de Transplante conta com telefones de plantão para dúvidas: e DOE ÓRGÃOS. DOE VIDA. Informe sua família RECADASTRAMENTO Pacientes na fila de transplantes devem se recadastrar FONTE: NOTICIAS.GOIAS.GOV.BR Todos os pacientes que esperam por um transplante de órgãos ou tecidos em Goiás devem procurar o médico transplantador para fazer o recadastramento. O informe é da Central de Transplantes que orienta os pacientes a fazerem essa atualização o mais rápido possível. Segundo a coordenadora da CNDOT, Heloísa Lagares a razão do recadastramento é o funcionamento do novo Sistema Nacional de Transplantes que vai permitir o acesso on-line dos dados do paciente.segundo a coordenadora, pelo novo sistema o paciente pode acessar pela internet os seus dados cadastrais, fazer a atualização de telefones e consultar sua posição na fila de espera, se houve oferta de órgãos; enfim ele terá como monitorar sua situação de forma transparente, explica ela.o paciente deve procurar o médico transplantador que vai fazer esse cadastro pelo endereço eletrônico do SNT; ele insere os dados e obtém um número chamado de RGCT -Registro Geral da Central de Transplantes. O médico vai então, informar este número ao paciente que vai entrar no sistema e consultar sua ficha. Este número é pessoal e será fornecido ao paciente pelo profissional responsável. Mas atenção: a Central de Transplantes não fará esse trabalho: apenas o médico poderá inserir os dados completos do pacientes. Mais informações: (62)

6 SANTA A CASC ASA 6 INTERIOR 7 Nova equipe da Santa Casa realiza primeiro transplante renal A EQUIPE DOIS DE TRANSPLANTES DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE GOIÂNIA É A MAIS RECENTE DA CIDADE, FORMADA POR SETE NEFROLOGISTAS E CINCO UROLOGISTAS. O GRUPO, MONTADO NO MÊS DE FEVEREIRO, REALIZOU NO DIA 25 DE JULHO DESTE ANO O SEU PRIMEIRO TRANSPLANTE. EM ENTREVISTA A O RENAL, O DOUTOR JÚLIO CÉSAR SOARES BARRETO, UM DOS NEFROLOGISTAS DA EQUIPE FALOU SOBRE O INÍCIO DOS TRABALHOS DO GRUPO E REVELOU SUAS EXPECTATIVAS EM RELAÇÃO À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS NO ESTADO DE GOIÁS. Como foi feito o primeiro transplante da Equipe Dois? Foi um transplante de rim único, apenas um rim. O paciente era portador de insuficiência renal por rim policístico (doença caracterizada pela presença de vários cistos em ambos os rins). Ele estava em hemodiálise há quatro anos e sofre de hipertensão. O transplante foi feito com um rim proveniente de doador cadáver. Qual a importância da formação de uma nova equipe de transplante em Goiânia? Nós tivemos uma proposta feita pela Secretaria Estadual de Saúde e pela Santa Casa, na pessoa do diretor da entidade, o Doutor Maurício, com o intuito de aumentar o número de transplantes. A idéia é aumentar o número de equipes transplantadoras para, consequentemente, elevar o número total de transplantes realizados em Goiânia, que desde o último ano vem caindo; isso não pode acontecer. Nós tivemos muito apoio da Secretaria Estadual de Saúde e do Doutor Luciano Leão, que é coordenador da Central de Transplantes. A nossa perspectiva é montar uma equipe dentro do Hospital Geral de Goiânia (HGG), é restabelecer o funcionamento da equipe. No entanto, enquanto isso não é possível, a estruturação de mais uma equipe dentro da Santa Casa veio em boa hora, inclusive com médicos que não fazem parte da equipe do HGG. Foram realizados 43 transplantes renais no primeiro semestre deste ano. Existe a perspectiva de que esse número seja superado até o final do ano? O nosso ideal é que isso ocorra, é que aumentemos o número de pessoas transplantadas. Nos últimos anos esse número tem diminuído muito. Nossa perspectiva é ultrapassar cem transplantes até o final do ano. Goiânia já chegou a fazer mais de cem transplantes renais por ano, mas no ano passado fez menos. Esse ano queremos ultrapassar esta marca novamente. Essa nova equipe veio para colaborar com as outras equipes da cidade, não é uma competição. O nosso desejo é que Goiânia tivesse mais de 200 transplantes por ano, que Goiás tivesse mais de 400 transplantes por ano, mas isso ainda é um sonho. Por enquanto ainda estamos com o pé no chão. Uma questão bastante comentada é a conscientização das pessoas quanto a doação de órgãos. Isso ainda é um impasse? Sempre. No Brasil, quando se tem maior impacto e as doações sobem é durante a exibição de novelas que abordam alguma patologia que requeira transplante. Durante as novelas há um boom de doações. No entanto, quando a televisão, o rádio e a imprensa de um modo geral, param de falar sobre o assunto, o número de doações diminui muito. A educação e uma cultura voltadas para o transplante ainda são políticas necessárias no país inteiro. Em São Paulo, por exemplo, se faz muito transplante, mas na época em que se fazem propagandas se tem mais doações. Ou seja, mesmo em um estado com mais recursos, a propaganda é fundamental. A Espanha é um país com um excelente histórico de transplante, lá eles têm a Lei do Transplante Presumido, que foi uma catástrofe no Brasil, mas lá existe uma educação muito forte voltada à doação. Dr. Júlio César Soares Barreto, um dos integrantes da mais nova equipe de transplantes de Goiânia Em que consiste a Lei do Transplante Presumido? Pela lei, presume-se que todo mundo seja doador, até dizer não. É o contrário do que existe hoje: ninguém é doador, até dizer sim. Na Espanha funciona assim, se você não quiser ser doador, deve dizer que não quer, caso contrário é considerado doador. Aqui, quando ocorreu a mudança da Lei do Transplante e passou-se à doação presumida, as pessoas foram unânimes em dizer não. Nós tínhamos uma política de campanhas que estavam funcionando. Em São Paulo, por exemplo, ocorreu uma experiência única com doador cadáver, o São Paulo Interior Transplante. Esse programa ficou em vigor durante mais ou menos 15 anos. Algumas cidades do interior de São Paulo montaram um esquema que, na verdade, é a base do que existe hoje no Sistema Nacional de Transplantes (SNT), existia uma busca ativa. Essa busca ativa consiste em buscar doadores em todos os hospitais, públicos ou privados. O senhor faz parte de um grupo que recentemente montou uma nova clínica de hemodiálise em Goiânia, a Terapia Renal Substitutiva Ltda. (TRS). Quais as perspectivas desta nova instituição? Antes da TRS, a última clínica de hemodiálise a ser aberta em Goiânia foi a Néfron, há cerca de seis anos. As duas últimas clínicas, Néfron e Centrel, abriram em um período curto entre si e vieram a ocupar um espaço muito importante na cidade. Em seis anos de funcionamento elas já estão lotadas, com o credenciamento do Sistema Único de Saúde (SUS) lotado. Então nós nos propomos a montar essa nova clínica, que vai oferecer desde os tratamentos básicos até o transplante. Nós ainda não temos estrutura para montar o serviço de transplante, mas estão na clínica os sete nefrologistas da Equipe Dois da Santa Casa. Ela já está funcionando, mas ainda não está cadastrada aos serviços do SUS, faltam os tramites legais. Já foi aprovada pela Vigilância Sanitária, tem todos os alvarás de funcionamento e já atende por vários planos de saúde. Um problema vivenciado pelos pacientes renais em Goiás é a ausência de tratamento em cidades do interior do Estado. Qual o seu ponto de vista em relação a isso? Goiânia é uma referência nacional em tratamento de saúde. É referência em vários segmentos como endocrinologia, cardiologia, hipertensão arterial, oncologia, hemodinâmica, cirurgia cardíaca, entre outros. Todas essas patologias tornam seus acometidos portadores dos fatores de risco para doenças renais. Achar que Goiânia vai ter um número limitado de pacientes renais, pelo número de habitantes que tem, é no mínimo uma ingenuidade. Nós pretendemos abrir um serviço no interior, mas montar isso sem uma retaguarda na capital é uma situação perigosa, pois esses pacientes precisam de vários cuidados e acompanhamentos que não são oferecidos no interior. Pacientes renais de São Luís de Montes Belos buscam a implantação do tratamento no município Paciente do Instituto de Nefrologia há seis meses, o contador Divino Eterno, de 36 anos, vem a Goiânia três vezes por semana para fazer hemodiálise Os pacientes renais devem ser submetidos a um tratamento pesado e complexo, que exige acompanhamento constante por parte dos médicos e suporte e várias outras áreas da Medicina. Em Goiás, a capital Goiânia ainda é o único pólo de tratamento médico especializado. Logo, diante da necessidade de monitoramento durável, os pacientes que vivem no interior do Estado se vêem obrigados a se deslocar para a cidade para terem acesso o tratamento que necessitam. Um exemplo é o contador Divino Eterno Ribeiro, de 36 anos. Morador do município de São Luís de Montes Belos, a 120 quilômetros da capital, ele vem a Goiânia três vezes por semana para fazer a hemodiálise. "É difícil, o problema é a distância. Eu trabalho na Universidade de lá e sempre chego muito cansado em casa. São 120 quilômetros pra vir e 120 pra voltar. A nossa luta é para conseguir um meio de transporte maior, uma van ou um microônibus para que possamos nos acomodar melhor na viagem", contou. As 21 pessoas que vem fazer o tratamento em Goiânia são transportadas em uma Kombi, disponibilizada pela prefeitura do município. Segundo Divino, que faz a hemodiálise há seis meses, essas pessoas são divididas em dois grupos, uma parte vem à capital nas segundas, quartas e sextas; enquanto a outra parte vem nas terças, quintas e sábados. "Muita gente fica aqui a semana inteira, porque não tem condições de vir e voltar de dois em dois dias. Muita gente vem de ônibus, mas a maioria não tem condições de pagar passagens três vezes por semana", completou. Em São Luís de Montes Belos não há nenhum tratamento relacionado à nefrologia. No entanto, a população renal e os médicos do município já vêm tentando implantar o serviço há um tempo. "Já há dois anos nós esperamos por isso, agora parece que vai dar certo. A Universidade vai abrir o curso de Medicina e surgiu a oportunidade de colocar o tratamento nefrológico dentro do Hospital que vai ser montado para o curso. O diretor do hospital fez o levantamento da região e deu 98 pacientes", concluiu. DIABETES Diabetes na gravidez aumenta risco do tipo 2 da doença FERNANDA BASSETTE Mulheres que desenvolveram diabetes gestacional têm risco 7,4 vezes maior de desenvolver diabetes tipo 2 -anos depois da gravidezem comparação com aquelas que mantiveram os níveis de glicemia normais na gestação. Os dados são de uma revisão de 20 estudos internacionais que analisou os números de pesquisas publicadas entre janeiro de 1960 e janeiro de 2009 envolvendo mulheres. Os resultados foram publicados na revista "Lancet". De acordo com o endocrinologista Carlos Negrato, diretor do Departamento de Diabetes Gestacional da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), estudos apontam que cerca de 7% das grávidas desenvolvem o diabetes no período de gestação. Por definição, essa situação só acontece quando o diabetes se manifesta pela primeira vez durante a gravidez. O diagnóstico é realizado entre a 24ª e a 28ª semana, quando a placenta começa a produzir grandes quantidades de hormônios. "Se o diagnóstico acontecer antes disso é porque a mulher provavelmente já tinha diabetes e não sabia", diz Negrato. MUDANÇAS HORMONAIS O diabetes acontece durante a gravidez porque os principais hormônios produzidos nessa fase (como o lactogênio placentário) bloqueiam parcialmente a produção de insulina. Para a maioria das mulheres, entretanto, isso não é problema, pois o próprio corpo compensa o desequilíbrio, aumentando a fabricação de insulina. O ginecologista e obstetra Marcos Roberto Ymayo, coordenador de Saúde da Mulher do Hospital Santa Marcelina, diz que o ideal seria que todas as gestantes fizessem pelo menos uma vez por mês o exame de glicemia de jejum para acompanhar as alterações da glicose. "Todas as grávidas têm algum grau de resistência insulínica, mas as mulheres com diabetes gestacional apresentam uma resistência mais exagerada", afirma o médico. Para o endocrinologista Negrato, o diabetes gestacional pode ser considerado a fase mais precoce do diabetes tipo 2. "A mulher que não consegue controlar a resistência insulínica durante a gestação provavelmente tem predisposição a ter diabetes. Além disso, as características são bem semelhantes", diz Negrato. De acordo com ele, os principais fatores de risco que podem desencadear uma resistência à insulina são a mulher ter mais de 35 anos, ter baixa estatura, ter sobrepeso ou ser obesa, ter histórico familiar de diabetes, já ter tido um outro filho pesando mais de quatro quilos, sofrer de hipertensão ou ter síndrome dos ovários policísticos. Segundo a endocrinologista Denise Iezzi, do Hospital Sírio-Libanês, a única forma de a mulher que desenvolve o diabetes na gravidez se proteger do diabetes tipo 2 é adotar uma mudança radical dos hábitos de vida -já que a maioria das mulheres que desenvolve o problema na gravidez se cura e só vai ter o tipo 2 anos depois. "O aparecimento do diabetes tipo 2 é tardio. Para evitá-lo, a mulher deve controlar os fatores de risco, perder peso, alimentar-se adequadamente, praticar exercícios e fazer exames de glicemia anualmente." FONTE: FOLHAONLINE.COM.BR ATENÇÃO! PACIENTES P QUE ESTÃO NA FILA A DO CADASTRO ASTRO DA CENTRAL DE TRANSPLANTES ANTES HÁ MAIS DE SEIS MESES,, O SEU CADASTRO ASTRO PODER ESTAR VENCIDO.. A CENTRAL DE TRANPLANTES ANTES DE GOIÁS CONVOCA OCA TODOS T A COMPARECEREM NA A INSTIUIÇÃO PARA P VERIFICAR O SEU CADASTRO ASTRO COM URGÊNCIA!

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