Índices de Prazos Médios: A Dinâmica da Empresa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Índices de Prazos Médios: A Dinâmica da Empresa"

Transcrição

1 PARTE III Análise de Gestão de Caixa Índices de Prazos Médios: A Dinâmica da Empresa 1 - ÍNDICES DE PRAZOS MÉDIOS: A DINÂMICA DA EMPRESA. Na Análise de Balanços, através dos dados das demonstrações financeiras, podem ser calculados o índice de Prazo Médio de Recebimento, Prazo Médio de Renovação de Estoque e Prazo Médio de Pagamento de Compras. Os índices de prazos médios não devem ser analisados individualmente, mas sempre em conjunto. Também não é recomendável misturar a análise dos índices de prazos médios com a dos índices econômicos e financeiros. A conjugação dos três índices de prazos médios leva à analise dos ciclos operacional e de caixa, elementos fundamentais para a determinação de estratégias empresariais, tanto comerciais quanto financeiras, geralmente vitais para a determinação do fracasso ou sucesso de uma empresa. PRAZO MÉDIO DE RENOVAÇÃO DE ESTOQUES (): Mostra por quantos dias as mercadorias (estoque) fica parados nas prateleiras da empresa. Entre a compra do estoque e a sua venda decorrem x dias = prazo médio de renovação de estoques. O Prazo médio de Renovação de Estoques () representa, na empresa comercial, o tempo de estocagem de mercadorias; na empresa industrial, o tempo de produção e estocagem. FÓRMULA: = 360 x Estoque CMV (Custo Mercadoria Vendida) PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO DE VENDAS ( ): expressa o tempo decorrido entre a venda e o recebimento Número de dias que os clientes têm para pagar suas compras. Entre a venda da mercadoria e o recebimento decorre um prazo de x dias = prazo médio de recebimento de vendas. FÓRMULA: = 360 x Duplicadas a Receber Vendas (receita) PRAZO MÉDIO DE PAGAMENTOS DE COMPRAS ( ): Número de dias que os fornecedores nos concedem para pagamento de nossas compras. Entre a compra e o pagamento, decorre um prazo de x dias = prazo médio de pagamento de compras. FÓRMULA: = 360 x Fornecedores Compras 2 A INTER-RELAÇÃO DOS ÍNDICES DO PRAZO MÉDIO A análise dos prazos médios só é útil quando os três prazos são analisados conjuntamente. A soma dos prazos, +, representa o que se chama ; ou seja, o tempo decorrido entre a compra e o recebimento da venda da mercadoria. O mostra o prazo do investimento. Compra Venda Recebimento Profª Thays Silva Diniz 55

2 O tempo decorrido entre o momento em que a empresa coloca o dinheiro (pagamento ao fornecedor) e o momento em que recebe as vendas (recebimento do cliente) é o período em que a empresa precisa arrumar financiamento. É o Ciclo de Caixa, também chamado Ciclo Financeiro (CF = + ou simplesmente CF = CO ). Existe ainda o Ciclo Econômico que é o tempo decorrido entre a compra até o momento da venda. Vejam duas situações possíveis: a) Os Fornecedores financiam totalmente os estoques a uma parte das vendas. Compra Venda Pagamento Recebimento Ciclo Econômico Ciclo Financeiro b) Os Fornecedores financiam apenas parte do estoque. Compra Pagamento Venda Recebimento Ciclo Financeiro Quanto maior o ciclo financeiro, pior para a empresa, pois representa maior tempo de utilização de financiamento e, portanto, maior custo. A precisão dos índices de prazos médios está diretamente ligada à uniformidade das vendas e compras. Se a empresa tem vendas e compras aproximadamente uniformes durante o ano, os índices de prazos médios calculados a partir dos dados do Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício refletirão satisfatoriamente a realidade. Agora, se as vendas e/ou compras flutuarem, tiverem picos e vales ou concentração em determinadas épocas do ano, os índices de prazos médios poderão estar completamente distorcidos. Profª Thays Silva Diniz 56

3 2.1 EXEMPLO: A CIA BIG Análise das Demonstrações Financeiras (Ver dados do Balanço e da demonstração de Resultados padronizados no capítulo 3) 19x1 19x2 19x = = = = = = = = = Os prazos médios padrões, segundo as medianas das tabelas de índices-padrão, são os seguintes: 19x1 19x2 19x COMENTÁRIOS A Cia BIG tinha, em 19x1, ciclo de caixa bem inferior ao padrão mediano do ramo: a empresa necessitava tomar financiamentos para o giro por um prazo 20 dias aquém da média do ramo. Isto se devia sobretudo ao maior prazo obtido de seus fornecedores em relação à média do ramo, bem como ao menor ciclo operacional. No último exercício, a empresa não conseguiu manter o prazo acima da média do ramo e seu ciclo operacional cresceu demasiadamente em virtude do excessivo Prazo Médio de Renovação de Estoques de 74 dias, em 19x1, para 112 dias, em 19x3. Como o Prazo Médio de Renovação de Estoques depende mais da própria administração do que do mercado, aparece haver um descontrole da empresa em relação aos seus estoques. Com isso, o ciclo de caixa em 19x3 passou a 40 dias acima da mediana do ramo e 57 dias daquele de 19x1. 3 PRAZOS MÉDIOS X ROTAÇÕES Se a empresa mantém estoques para 90 dias, seus estoques renovam-se quatro vezes ao ano. Se vende a prazo médio de 60 dias, as Duplicatas a Receber renovam-se seis vezes ao ano. O número de vezes em que determinado item se renova, roda ou gira é calculado dividindo-se 360 pelo prazo médio: Rotação de Estoques: 360 ou CMV. Estoques Rotação de Duplicatas a Receber: 360 ou V. Duplicatas a Receber Rotação de Fornecedores: 360 ou C. Fornecedores Embora úteis e de certa forma didáticos em alguns relatórios, os índices de rotação não são tão informativos quanto os de prazos médios e dificultam a conjugação dos três índices. É interessante observar que alguns autores juntam indevidamente aos índices de rotação o índice de Giro do Ativo (também chamado de Rotação do Ativo) Vendas / Ativo numa total impropriedade interpretativa, pois o Índice de Giro do Ativo visa dimensionar o volume de vendas relativamente ao investimento total, enquanto os índices de rotação que foram apresentados informam efetivamente quantas vezes ao ano se renovam Duplicatas a Receber, Estoques e Fornecedores. Profª Thays Silva Diniz 57

4 9 ÍNDICES DE PRAZOS MÉDIOS: A DINÂMICA DA EMPRESA Atividades Práticas 1. Teste de múltipla escolha a. O prazo médio de recebimento de vendas é dado pela fórmula: a. Vendas Estoques. b. Vendas 360. c. 360 x (vendas Duplicatas a Receber). d. 360 x (Duplicatas a Receber Vendas). b. O número de vezes em que o estoque se renova é dado pela fórmula: a. CMV Estoques. b. Vendas Estoques. c. Estoques Vendas. d. Estoques Compras. c. Se as vendas e/ou compras flutuarem, se tiverem picos e vales ou concentração em determinadas épocas do ano, os índices de prazo médio: a. Deverão representar adequadamente, uma vez que se trata de uma média. b. Poderão estar distorcidos. c. São ainda mais úteis. d. As afirmações anteriores são falsas. d. Os índices de rotação: a. São mais informativos que os de prazos médios, facilitam a conjugação dos três índices. b. Fornecem dados completamente distorcidos. c. São obtidos dividindo os prazos médios por 360 e são mais informativos que estes. d. Embora úteis e de certa forma didáticos em alguns relatórios, não são tão informativos quantos os prazos médios e dificultam a conjugação dos três índices. e. O índice de Giro do Ativo: a. É considerado um índice de rotação, visto que é chamado rotação do ativo e pode ser analisado juntamente com os demais índices de rotações. b. Visa dimensionar o volume de vendas relativamente ao investimento total e não tem nada a ver com prazos. c. Não representa uma informação adequada à Análise de Balanços. d. As duas primeiras afirmações estão corretas. f. Dias, em média que a empresa terá de esperar para receber as suas duplicatas: a.. b.. c.. d. Nenhuma das alternativas anteriores. 2. Questões: 1. Quais os prazos que podemos calcular através das Demonstrações Financeiras? 2. O que é Prazo Médio de Recebimento de Vendas? Qual é a sua fórmula? 3. O que é Prazo Médio de Pagamento de Compras? Qual é a sua fórmula? 4. O que é Prazo Médio de Renovação de Estoque? Qual é a sua fórmula? 5. Qual a inter-relação dos índices de prazo médio? 6. O que é ciclo operacional? 7. O que é ciclo financeiro? Profª Thays Silva Diniz 58

5 3. Numere as colunas: Análise das Demonstrações Financeiras Coluna A Coluna B 1 - Prazo médio de pagamento de compras ( ) Prazo médio de renovação de estoques ( ) Prazo médio de recebimento de vendas ( ) 360 x Fornec. Compras 4 - Rotação de estoque ( ) 360 x Estoque CMV 5 - Rotação de Dupls. Rec. ( ) Rotação de Fornec. ( ) 360 x Dupl. Rec. Vendas 4. Complete: Venda?? PM PM 5. A Cia Prado S/A apresentava os seguintes dados em suas Demonstrações Financeiras: Conta Ano 1999 Ano 2000 Ano 2001 Estoques Fornecedores C.M.V Vendas Duplicadas a Receber Compras Pede-se : a) Calcular, e b) Calcular o e o Ciclo Financeiro Profª Thays Silva Diniz 59

Universidade Federal de Itajubá

Universidade Federal de Itajubá Universidade Federal de Itajubá Contabilidade e Custos Análise Financeira de Balanços 09-04-2012 Prof. José Arnaldo B. Montevechi 1 Planejamento de caixa Índices de prazos médios Prazo Médio de Recebimento

Leia mais

Palavras Chaves: Prazos, rotação, estoques, débitos, créditos, pagamentos, recebimentos, ciclo, atividade, gestão financeira.

Palavras Chaves: Prazos, rotação, estoques, débitos, créditos, pagamentos, recebimentos, ciclo, atividade, gestão financeira. 1 Tatiana Melo da Gama RESUMO O presente artigo tem a proposta de apresentar uma breve abordagem sobre a Análise dos Índices de Prazos Médios, dando ênfase para a sua importância na gestão financeira de

Leia mais

Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa

Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa 1 ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO A Necessidade de Capital de Giro é a chave para a administração financeira de uma empresa. Necessidade de

Leia mais

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 31

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 31 UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 31 AVALIANDO A EVOLUÇÃO DO CICLO DE CAIXA DA EMPRESA Cálculo e interpretação dos prazos médios de recebimento de vendas, giro de estoques e prazo médio de pagamento de compras.

Leia mais

Ciclo Operacional. Venda

Ciclo Operacional. Venda Sumário 1 Introdução... 1 2 Dinâmica dos Fluxos de Caixa... 2 3 Capital Circulante Líquido (CCL) e Conceitos Correlatos... 4 4 Necessidade de capital de giro (NCG)... 6 5 Saldo em Tesouraria (ST)... 9

Leia mais

Análise Dinâmica do.capital de Giro

Análise Dinâmica do.capital de Giro Análise Dinâmica do.capital de Giro Questões 12.1 O que são contas cíclicas do giro? Dê exemplos de contas ativas e passivas. 12.2 Desenvolva uma análise comparativa entre as medidas do capital circulante

Leia mais

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi Gestão Financeira Prof. Eduardo Pozzi Finanças Corporativas Questões centrais na gestão financeira de uma empresa: Quais investimentos de longo prazo precisam ser feitos? Que tipo de instalações, maquinário

Leia mais

Análise das Demonstrações Financeiras

Análise das Demonstrações Financeiras UNIPAC UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS, LETRAS E SAÚDE DE UBERLÂNDIA. Rua: Barão de Camargo, nº. 695 Centro Uberlândia/MG. Telefax: (34) 3223-2100 Análise das Demonstrações

Leia mais

4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA. 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis:

4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA. 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: 4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA Exercícios: 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: Banco 100.000 Duplicatas a receber 80.000 Financiamentos 80.000

Leia mais

CONTABILIDADE E CUSTOS Atualizado em 14 de abril de 2009

CONTABILIDADE E CUSTOS Atualizado em 14 de abril de 2009 Conceito de Contabilidade CONTABILIDADE E CUSTOS Atualizado em 14 de abril de 2009 Processo de identificar, mensurar e comunicar informações econômicas para permitir julgamentos e decisões fundamentais

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Aula 10- Unidade II - A análise tradicional das demonstrações contábeis. Prof.

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Aula 10- Unidade II - A análise tradicional das demonstrações contábeis. Prof. ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aula 10- Unidade II - A análise tradicional das demonstrações contábeis Prof.: Marcelo Valverde Unidade II. Análise tradicional das demonstrações contábeis 2.5. Índices

Leia mais

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga CONTABILIDADE GERENCIAL ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA ATRAVÉS DE ÍNDICES Importância da Análise Através de Indicadores. Visa obter através

Leia mais

Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº.

Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. Disciplina Estrutura e Análise das Demonstrações Contábeis CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 6º CCN Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº.

Leia mais

INDICADORES DE ATIVIDADE: A SUA CONTRIBUIÇÃO NA GESTÃO EMPRESARIAL. Heber Lavor Moreira MARTA NÚBIA DE JESUS BARROS

INDICADORES DE ATIVIDADE: A SUA CONTRIBUIÇÃO NA GESTÃO EMPRESARIAL. Heber Lavor Moreira MARTA NÚBIA DE JESUS BARROS INDICADORES DE ATIVIDADE: A SUA CONTRIBUIÇÃO NA GESTÃO EMPRESARIAL MARTA NÚBIA DE JESUS BARROS Graduanda de Ciências Contábeis da UFPA martanubia@bol.com.br Heber Lavor Moreira Professor Orientador heber@peritocontador.com.br

Leia mais

Como tirar proveito de um balanço na administração financeira...

Como tirar proveito de um balanço na administração financeira... Como tirar proveito de um balanço na administração financeira... José Alberto Bonassoli* Muitos contadores ficam frustrados quando entregam um balancete ou um balanço para administração. São poucos empresários

Leia mais

Olá, pessoal! Bons estudos! Ciclo Operacional e Ciclo Financeiro.

Olá, pessoal! Bons estudos! Ciclo Operacional e Ciclo Financeiro. Olá, pessoal! Hoje vou falar sobre um dos tópicos mais obscuros do edital de Análise de Balanços do concurso para Fiscal do ICMS de São Paulo. Trata-se do seguinte item: Análise do Capital de Giro: Necessidade

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

FLUXO DE FUNDOS E CAPITAL DE GIRO

FLUXO DE FUNDOS E CAPITAL DE GIRO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

Análise Através dos Índices

Análise Através dos Índices PARTE II Avaliação do Desempenho Empresarial Análise Através dos Índices 1 RECORDANDO 1.1 INTRODUÇÃO Numa empresa, freqüentemente os responsáveis pela administração estão tomando decisões, quase todas

Leia mais

Prof. Gustavo Boudoux

Prof. Gustavo Boudoux ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Recursos à disposição das Empresas Recursos Materiais Patrimoniais Capital Humanos Tecnológicos Martins, (2005.p.4) O que é Administração de Materiais?

Leia mais

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CADERNO DE EXERCÍCIOS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA II

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CADERNO DE EXERCÍCIOS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA II FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CADERNO DE EXERCÍCIOS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA II Professora: Alessandra Vieira Cunha Marques 1 AMBIENTE FINANCEIRO E CONCEITOS FINACEIROS Atividades

Leia mais

Índices de Análise das Demonstrações Contábeis

Índices de Análise das Demonstrações Contábeis Índices de Análise das Demonstrações Contábeis Índices de Estrutura Patrimonial Índices de Estrutura Índices de Estrutura Estrutura do Balanço Patrimonial Estrutura das Aplicações (Ativo) Estrutura das

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL PROFESSOR: OTÁVIO SOUZA QUESTÕES COMENTADAS. Neste artigo comentarei algumas questões de provas sobre o tema Análise de Balanços.

CONTABILIDADE GERAL PROFESSOR: OTÁVIO SOUZA QUESTÕES COMENTADAS. Neste artigo comentarei algumas questões de provas sobre o tema Análise de Balanços. QUESTÕES COMENTADAS Neste artigo comentarei algumas questões de provas sobre o tema Análise de Balanços. 01. (FCC Analista Contabilidade TRT 24ª Região 2011) Considere: ATIVO CIRCULANTE Companhia X Companhia

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Relatórios de Análise

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. Relatórios de Análise ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Relatórios de Análise Relatórios de análise Relatório de Análise é um documento, elaborado pelo analista de Balanços, que contém as conclusões resultantes do desenvolvimento

Leia mais

Tópicos Especiais de Análise de Balanços

Tópicos Especiais de Análise de Balanços Tópicos Especiais de Análise de Balanços 1- ECONÔMICO X FINANCEIRO Talvez não existam palavras mais empregadas no mundo dos negócios do que econômico e financeiro. Econômico: Refere-se a lucro, no sentido

Leia mais

ASPECTOS AVANÇADOS NA ANÁLISE

ASPECTOS AVANÇADOS NA ANÁLISE ASPECTOS AVANÇADOS NA ANÁLISE! O desdobramento da NCG (Necessidade de Capital de Giro)! Causas das variações da NCG! Aprofundando a análise da NCG! Continuação do Up-To-Date 70 Autores: Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br)!

Leia mais

6 O SignificadO do LucrO

6 O SignificadO do LucrO 6 O Significado do Lucro Para que haja uma compreensão total e absoluta do processo de apuração de resultados econômicos Lucro ou Prejuízo é mister que entendamos porque a apuração de resultados é tão

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS NOTA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Curso: Administração de Empresas Turma: Disciplina: Administração Financeira Professor : Maxwell Lucena / Aluno(a): Maxwe R.A.: Assinatura: Data: / / 1ª. Questão

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A.

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DO CAPITAL DE GIRO E DA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO NA GESTÃO DOS NEGÓCIOS UM ESTUDO APLICADO NA EMPRESA VIVO S/A. KOMATSU, Solange Akemy (TCC Ciências Contábeis) FECILCAM,

Leia mais

Análise das Demonstrações Financeiras

Análise das Demonstrações Financeiras FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA Análise das Demonstrações Financeiras Prof a. Thays Silva Diniz Uberlândia MG Profª Thays Silva Diniz 1 PARTE

Leia mais

Ao se analisar o comportamento do fluxo de recursos provenientes das operações mercantis das empresas, é possível retratar tal como a figura a seguir:

Ao se analisar o comportamento do fluxo de recursos provenientes das operações mercantis das empresas, é possível retratar tal como a figura a seguir: Modelo Fleuriet Ao se analisar o comportamento do fluxo de recursos provenientes das operações mercantis das empresas, é possível retratar tal como a figura a seguir: COMPRAS PRODUÇÃO E ESTOCAGEM CAIXA

Leia mais

Fluxo de Caixa método direto e indireto

Fluxo de Caixa método direto e indireto Fluxo de Caixa método direto e indireto A empresa Claudio Zorzo S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: Banco 100.000 Duplicatas a receber 80.000 Financiamentos 80.000 Capital Social

Leia mais

4. O balancete de verificação de uma certa empresa apresentava os seguintes saldos em 31.12.x1: $ 4.500 $ 2.750 $ 800 $ 4.250

4. O balancete de verificação de uma certa empresa apresentava os seguintes saldos em 31.12.x1: $ 4.500 $ 2.750 $ 800 $ 4.250 MÚLTIPLA ESCOLHA 1 Não integra o Ativo: a contas representativas de origem dos recursos b contas com saldo devedor c contas representativas de bens d contas representativas de direitos e capital fixo e

Leia mais

COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE

COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE COMO CALCULAR E ANALISAR A CAPACIDADE DE! Como calcular o fluxo de caixa! Qual a fórmula para determinar a capacidade de pagamento! Como analisar a liquidez Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br)

Leia mais

D&B Indicadores Setoriais

D&B Indicadores Setoriais D&B D-U-N-S : 899772800 Brasil Modelos da Construcao S/A. Sic Primário Empresa: 1629 Servs. de construcao civil. Av. Bernardino de Campos, 98-2 andar *Sic Primário Setor: 1620 Paraiso Fundação: 1990 Sao

Leia mais

1º CASO Cia. INVESTIDORA S.A.

1º CASO Cia. INVESTIDORA S.A. 1º CASO Cia. INVESTIDORA S.A. O quadro a seguir apresenta o Balancete de Verificação da Cia. Investidora S.A. em 31/12/X1. Contas Saldo ($) Contas Saldo ($) Depósitos Bancários 182.000 Financiamentos L.

Leia mais

EXERCÍCIO PRÁTICO DE TEORIA DA CONTABILIDADE

EXERCÍCIO PRÁTICO DE TEORIA DA CONTABILIDADE EXERCICIO RESOLVIDO Nº DATA FATO 1 9/12/X1 Constituição da empresa com Capital Inicial de R$ 75.000,00, sendo R$ 50.000,00 em dinheiro e o restante em Mercadorias p/revenda. 2 19/12/X1 Compra de um Veículo

Leia mais

EXEMPLO COMPLETO DO CÁLCULO DO FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS

EXEMPLO COMPLETO DO CÁLCULO DO FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS EXEMPLO COMPLETO DO CÁLCULO DO FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS! O pagamento de juros conjunturais! O pagamento de juros estruturais! O recebimento de dividendos! A contratação de

Leia mais

Como representar em termos monetários a riqueza de uma organização em determinado momento?

Como representar em termos monetários a riqueza de uma organização em determinado momento? USP-FEA Disciplina: EAC0111 - Noções de Contabilidade para Administradores TEMA 2. (BP) Profa. Dra. Joanília Cia (joanilia@usp.br) Quais são os objetivos do tópico... - Reconhecer os componentes e os grupos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO 1.1. Capital de Giro O Capita de Giro refere-se aos recursos correntes de curto prazo pertencentes à empresa. Dessa forma, o capital de giro corresponde aos recursos

Leia mais

Análise Financeira. Adriano Leal Bruni. Material extraído de http://www. ://www.infinitaweb.com.br

Análise Financeira. Adriano Leal Bruni. Material extraído de http://www. ://www.infinitaweb.com.br Análise Financeira Adriano Leal Bruni 1 Por que analisar? Mensurar riscos de crédito de correntes e potenciais clientes. Julgar o desempenho esperado das firmas. Monitorar o progresso da firma em alcançar

Leia mais

1) Elabore os lançamentos contábeis em razonetes e em seguida elabore a DRE e o BP:

1) Elabore os lançamentos contábeis em razonetes e em seguida elabore a DRE e o BP: 1) Elabore os lançamentos contábeis em razonetes e em seguida elabore a DRE e o BP: a) Constituição de uma sociedade com capital totalmente integralizado de R$ 30.000 b) Compra à vista de mercadorias para

Leia mais

TRABALHO AVALIATIVO Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Financeira e Orçamentaria II Turma: 7º Periodo

TRABALHO AVALIATIVO Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Financeira e Orçamentaria II Turma: 7º Periodo TRABALHO AVALIATIVO Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Contabilidade Financeira e Orçamentaria II Turma: 7º Periodo Elaboração do Trabalho: valor 3,0 Apresentação : Valor 3,0 (Impressa/escrita e Slides)

Leia mais

Como calcular a necessidade de capital de giro de sua empresa. Alexandre de Pinho Mascarenhas

Como calcular a necessidade de capital de giro de sua empresa. Alexandre de Pinho Mascarenhas BDMG Como calcular a necessidade de capital de giro de sua empresa Alexandre de Pinho Mascarenhas Aplicaçõe es de Rec cursos Ativo Circulante Passivo Circulante.Caixa. Duplicatas Descontadas. Bancos. Empréstimos

Leia mais

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL. FASF - Faculdade Sagrada Família - Curso de Administração - Disciplina Contabilidade Geral - 3º periodo

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL. FASF - Faculdade Sagrada Família - Curso de Administração - Disciplina Contabilidade Geral - 3º periodo ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL Introdução Já sabemos que o Patrimônio é objeto da contabilidade, na qual representa o conjunto de bens, diretos e obrigações. Esta definição é muito importante estar claro

Leia mais

Prova de Conhecimentos Específicos

Prova de Conhecimentos Específicos Prova de Conhecimentos Específicos Saldos para o Balancete de Verificação em 30/11/98 CONTA SALDO ($) Capital Social 10.000 Financiamentos imobiliários (curto prazo) 2.700 Caixa 250 Fornecedores (curto

Leia mais

Determinação do Capital de Giro

Determinação do Capital de Giro Determinação do Capital de Giro Foco da Palestra Orientar e esclarecer os conceitos básicos para determinação e gerenciamento do Capital de Giro da empresa. Classificar e analisar as fontes e aplicações

Leia mais

Decisões Empresariais. Logística. Administração Financeira. Administração financeira (finanças corporativas) Investimento.

Decisões Empresariais. Logística. Administração Financeira. Administração financeira (finanças corporativas) Investimento. Logística Prof. Clóvis Luiz Galdino Administração Financeira Administração financeira (finanças corporativas) Administração: ato de reger, governar ou gerir negócios públicos ou particulares. Finanças:

Leia mais

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM

Objetivos 29/09/2010 BIBLIOGRAFIA. Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho. Tópicos BALANÇO DE TAMANHO COMUM Objetivos Administração Financeira I UFRN 2010.2 Prof. Gabriel Martins de Araújo Filho A EMPRESA NO MODELO DO BALANÇO PATRIMONIAL: análise das demonstrações financeiras Compreender a importância da padronização

Leia mais

CUSTO DE REPOSIÇÃO NA FORMAÇÃO DE PREÇOS

CUSTO DE REPOSIÇÃO NA FORMAÇÃO DE PREÇOS CUSTO DE REPOSIÇÃO NA FORMAÇÃO DE PREÇOS! Quando usá-lo e quando não usá-lo! Por que o custo de reposição é um problema financeiro e não econômico Autores: Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador

Leia mais

Estrutura das Demonstrações Financeiras

Estrutura das Demonstrações Financeiras Estrutura das Demonstrações Financeiras 1 - ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS A Análise das demonstrações financeiras exige noções do seu conteúdo, significado, origens e limitações. Através de uma

Leia mais

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA REGIONAL DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CONTABILIDADE SOCIETÁRIA II

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA REGIONAL DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CONTABILIDADE SOCIETÁRIA II UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA REGIONAL DE CHAPECÓ - UNOCHAPECÓ CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS CONTABILIDADE SOCIETÁRIA II EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO MATRIZ E FILIAL A empresa Comércio Vai Bem Ltda, optante

Leia mais

Planejamento Financeiro de Estoques. Introdução ao Planejamento de Estoque:

Planejamento Financeiro de Estoques. Introdução ao Planejamento de Estoque: Planejamento Financeiro de Estoques Introdução ao Planejamento de Estoque: O Planejamento Financeiro realizado anualmente para determinar os caminhos do exercício seguinte são a melhor forma de uma sociedade

Leia mais

AULA 9 - OPERAÇÕES COM MERCADORIAS

AULA 9 - OPERAÇÕES COM MERCADORIAS AS EMPRESAS COMERCIAIS SÃO AQUELAS CUJO OBJETO SOCIAL É A COMPRA E A REVENDA DE COM OBJETIVO DE LUCRO. O LUCRO OU PREJUÍZO OBTIDO NESSAS OPERAÇÕES É DENOMINADO RESULTADO COM. 21/11/2009 PROF. PAULO VICECONTI

Leia mais

Necessidade de Capital de Giro, Compras, Vendas e Regressão Linear.

Necessidade de Capital de Giro, Compras, Vendas e Regressão Linear. Necessidade de Capital de Giro, Compras, Vendas e Regressão Linear. MAXIMILLIANO DA SILVA MARINHO Graduando Do Curso De Ciências Contábeis Da UFPA maxi_marinho@yahoo.com.br Heber Lavor Moreira Prof Orientador

Leia mais

Contabilidade Básica

Contabilidade Básica Contabilidade Básica 2. Por Humberto Lucena 2.1 Conceito O Patrimônio, sendo o objeto da Contabilidade, define-se como o conjunto formado pelos bens, pelos direitos e pelas obrigações pertencentes a uma

Leia mais

Interpretando a Variação da Necessidade de Capital de Giro

Interpretando a Variação da Necessidade de Capital de Giro Interpretando a Variação da Necessidade de Capital de Giro Por Carlos Alexandre Sá Neste trabalho vamos analisar um elemento importante do Fluxo das Atividades Operacionais: a necessidade de capital de

Leia mais

COMO CONVERTER DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS BRASILEIRAS PARA A MOEDA AMERICANA (FAS 52)

COMO CONVERTER DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS BRASILEIRAS PARA A MOEDA AMERICANA (FAS 52) COMO CONVERTER DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS BRASILEIRAS PARA A MOEDA AMERICANA (FAS 52)! As principais diferenças entre as normas contábeis brasileiras e americanas (US GAAP)! As taxas de conversão a serem

Leia mais

Contabilidade Gerencial 2. Contabilidade Gerencial. Projeção do orçamento. Administração. Prof: Marcelo dos Santos. Projeção Orçamento

Contabilidade Gerencial 2. Contabilidade Gerencial. Projeção do orçamento. Administração. Prof: Marcelo dos Santos. Projeção Orçamento Administração Prof: Marcelo dos Santos Contabilidade Gerencial 2 Contabilidade Gerencial Projeção Orçamento Análise de Desempenho Projeção do orçamento Uma projeção De orçamento deve Se iniciar pela vendas.

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIDADE VI - ÍNDICES DE RENTABILIDADE 0 6. ÍNDICES DE RENTABILIDADE Caro aluno, você já sabe todo empresário ou investidor espera que o capital investido seja adequadamente

Leia mais

ANALISE DE BALANÇO UNIDADE 1 : INTRODUÇÃO. Extrair informações das Demonstrações Financeiras para a tomada de decisões.

ANALISE DE BALANÇO UNIDADE 1 : INTRODUÇÃO. Extrair informações das Demonstrações Financeiras para a tomada de decisões. ANALISE DE BALANÇO 1.1 Objetivo da análise de Balanços UNIDADE 1 : INTRODUÇÃO Extrair informações das Demonstrações Financeiras para a tomada de decisões. 1.2 Dados versus Informações Dados: São os números

Leia mais

NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO E OS PRAZOS DE ROTAÇÃO Samuel Leite Castelo Universidade Estadual do Ceará - UECE

NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO E OS PRAZOS DE ROTAÇÃO Samuel Leite Castelo Universidade Estadual do Ceará - UECE Resumo: NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO E OS PRAZOS DE ROTAÇÃO Samuel Leite Castelo Universidade Estadual do Ceará - UECE O artigo trata sobre a estratégia financeira de curto prazo (a necessidade de capital

Leia mais

CONTABILIZAÇÃO DE OPERAÇÕES FINANCEIRAS

CONTABILIZAÇÃO DE OPERAÇÕES FINANCEIRAS CONTABILIZAÇÃO DE OPERAÇÕES FINANCEIRAS 1) Desconto de Duplicatas O desconto de duplicatas é uma operação muito comum nos dias atuais, por conta da grande necessidade de se fazer caixa. Nesta operação

Leia mais

6/8/2012. Contabilidade Intermediária. Aula 1 Apuração do Resultado do Exercício. Objetivos. Objetivos. Profa. Ma. Simone Maria Menezes Dias

6/8/2012. Contabilidade Intermediária. Aula 1 Apuração do Resultado do Exercício. Objetivos. Objetivos. Profa. Ma. Simone Maria Menezes Dias Contabilidade Intermediária Aula 1 Apuração do Resultado do Exercício Profa. Ma. Simone Maria Menezes Dias Objetivos Entender a sistemática do Balancete de Verificação. Utilizar o Balancete de Verificação

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 3 Gestão de capital de giro Introdução Entre as aplicações de fundos por uma empresa, uma parcela ponderável destina-se ao que, alternativamente, podemos chamar de ativos correntes, ativos circulantes,

Leia mais

UNIDADE I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 1.1 NATUREZA E DEFINIÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

UNIDADE I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 1.1 NATUREZA E DEFINIÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Resumo: UNIDADE I INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 1.1 NATUREZA E DEFINIÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Capital de giro refere-se aos recursos correntes (curto prazo) da empresa,

Leia mais

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Correção da Prova Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Questão 7 Uma sociedade empresária mantém no seu estoque de mercadorias para revenda três tipos de mercadorias: I, II e III. O valor total

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANÁLISE DOS DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS PROF. Msc. JOSÉ VICENTE CAMPINAS - SP 2009 2 ANÁLISE

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Gestão Financeira I Prof.ª Thays Silva Diniz 1º Semestre 2011 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Cap.1 A decisão financeira e a empresa 1. Introdução 2. Objetivo e Funções da

Leia mais

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: CASHFLOW OU FLUXO DE CAIXA 1. CONCEITO É um demonstrativo que reflete dinamicamente o fluxo do disponível da empresa, em um determinado período de tempo. 2. FINALIDADES 2.1. Evidenciar a movimentação dos

Leia mais

OPERAÇÕES COM ERCADORIAS

OPERAÇÕES COM ERCADORIAS OPERAÇÕES COM MERCADORIAS OPERAÇÕES COM ERCADORIAS APURAÇÃO DE CUSTO DA MERCADORIA VENDIDA (CMV) As organizações são constituídas com intuito de oferecer bens e/ou serviços ao mercado. Disso, portanto,

Leia mais

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL Introdução Já sabemos que o Patrimônio é objeto da contabilidade, na qual representa o conjunto de bens, diretos e obrigações. Esta definição é muito importante estar claro

Leia mais

Lista de Exercícios ENADE

Lista de Exercícios ENADE Curso: ADMINISTRAÇÃO Data: Goiânia 15/09/2012 Disciplina: Contabilidade Geral Turma: ADM 03 Turno: Noturno Carga Horária: 72 Professor: Esp. Erik Silva. Lista de Exercícios ENADE Exercício n.01 (IRB-2004-ESAF)

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade I GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Planejamento e controle de estoques. 2. A importância dos estoques. 3. Demanda na formação dos estoques.

Leia mais

RELATÓRIOS GERENCIAIS

RELATÓRIOS GERENCIAIS RELATÓRIOS GERENCIAIS Neste treinamento vamos abordar o funcionamento dos seguintes relatórios gerenciais do SisMoura: Curva ABC Fluxo de Caixa Semanal Análise de Lucratividade Análise Financeira o Ponto

Leia mais

O REFLEXO DA POLÍTICA DE ESTOQUE NA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO

O REFLEXO DA POLÍTICA DE ESTOQUE NA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO O REFLEXO DA POLÍTICA DE ESTOQUE NA NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO Ricardo Wiliam Pinheiro RESUMO Os materiais em estoque representam grande parte do capital das empresas que trabalham com industrialização

Leia mais

Análise das Demonstrações Contábeis

Análise das Demonstrações Contábeis Análise das Demonstrações Contábeis Volume 3 Dayse Pereira Cardoso Sousa Roberto Martins Apoio: Fundação Cecierj / Consórcio Cederj Rua Visconde de Niterói, 1364 Mangueira Rio de Janeiro, RJ CEP 20943-001

Leia mais

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro.

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro. Plano de Ensino Conceito A Função Financeira nas Empresas Utilização das informações contábeis Áreas de Decisões Financeiras Objetivos do Administrador Financeiro Organização da Função Financeira Estrutura

Leia mais

29/04/2013 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 CAPITAL DE GIRO

29/04/2013 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 CAPITAL DE GIRO ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 CAPITAL DE GIRO 1 O QUE É Working Capital (Capital de Trabalho) Capital necessário para financiar a continuidade

Leia mais

ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Unidade II ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Prof. Jean Cavaleiro Introdução Essa unidade tem como objetivo conhecer a padronização das demonstrações contábeis. Conhecer os Índices Padrões para análise;

Leia mais

Análises de demonstrações financeiras

Análises de demonstrações financeiras Análises de demonstrações financeiras Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com Análise da demonstrações financeiras Demonstrações: Importante veículo de comunicação entre empresa

Leia mais

Contabilidade Empresarial

Contabilidade Empresarial Contabilidade Empresarial PROGRAMA DO CURSO Conceitos básicos de contabilidade Balanço patrimonial Demonstrativo de resultado de exercício Demonstrativo de fluxo de caixa Demonstrativo das Origens e Aplicações

Leia mais

Balanço Patrimonial: Grupo de Contas

Balanço Patrimonial: Grupo de Contas 3 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas 3.1 JUSTIFICATIVAS Como foi visto no capítulo anterior, o Balanço Patrimonial é constituído de Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido. O Ativo, por sua vez, compõe-se

Leia mais

Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII

Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII Montando o fluxo de caixa pelo método indireto Situações especiais na montagem do fluxo de caixa Caso prático completo Como utilizar os quadros

Leia mais

Prefácio, xvii. Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1

Prefácio, xvii. Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1 Prefácio, xvii Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1 1 Amplitude da análise financeira, 3 1.1 Visão estratégica da empresa, 3 1.2 Que é análise financeira de empresas, 6 1.3 Análise financeira e áreas

Leia mais

CURSOS ON-LINE CONTABILIDADE GERAL EM EXERCÍCIOS PROFESSOR ANTONIO CÉSAR AULA 11: EXERCÍCIOS (CONTINUAÇÃO)

CURSOS ON-LINE CONTABILIDADE GERAL EM EXERCÍCIOS PROFESSOR ANTONIO CÉSAR AULA 11: EXERCÍCIOS (CONTINUAÇÃO) AULA 11: EXERCÍCIOS (CONTINUAÇÃO) 11- (AFRE MG/ESAF 2005) Duas empresas coligadas avaliam seus investimentos pelo método da equivalência patrimonial. A primeira empresa tem Ativo Permanente de R$ 500.000,00,

Leia mais

1. Noções Introdutórias. Contabilidade é a ciência que estuda e controla o patrimônio em suas variações quantitativas e qualitativas.

1. Noções Introdutórias. Contabilidade é a ciência que estuda e controla o patrimônio em suas variações quantitativas e qualitativas. 1. Noções Introdutórias 1.1 Definições de Contabilidade Contabilidade é a ciência que estuda e controla o patrimônio em suas variações quantitativas e qualitativas. 1.2 Objeto da Contabilidade O Patrimônio

Leia mais

Prof. Fernando Oliveira Boechat

Prof. Fernando Oliveira Boechat Prof. Fernando Oliveira Boechat Prof. Fernando Oliveira Boechat Sumário: 1. Introdução 2. Prof. Fernando Oliveira Boechat 2 Introdução: ENTENDENDO AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS BRASILEIRAS Prof. Fernando

Leia mais

Logística Prof. Kleber dos Santos Ribeiro. Contabilidade. História. Contabilidade e Balanço Patrimonial

Logística Prof. Kleber dos Santos Ribeiro. Contabilidade. História. Contabilidade e Balanço Patrimonial Logística Prof. Kleber dos Santos Ribeiro Contabilidade e Balanço Patrimonial Contabilidade É a ciência teórica e prática que estuda os métodos de cálculo e registro da movimentação financeira e patrimônio

Leia mais

WWW.CARREIRAFISCAL.COM.BR

WWW.CARREIRAFISCAL.COM.BR ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Fatos ou Eventos Econômico- Financeiros Processo ========> Contábil Demonstrações Financeiras = DADOS Técnicas de Análise ===========> de Balanço Informações Financeiras

Leia mais

Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional

Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional Resumo Aula-tema 04: Dinâmica Funcional O tamanho que a micro ou pequena empresa assumirá, dentro, é claro, dos limites legais de faturamento estipulados pela legislação para um ME ou EPP, dependerá do

Leia mais

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO

A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO RESUMO A IMPORTANCIA DA GESTÃO DE CAPITAL DE GIRO Flávio Augusto da Silva Dias flavinhokaf@hotmail.com Julio Cesar Sgarbi Julio.uru@hotmail.com RESUMO Com a busca de melhores resultados e maximização dos lucros

Leia mais

O TÊRMOMETRO DA EMPRESA

O TÊRMOMETRO DA EMPRESA O TÊRMOMETRO DA EMPRESA O dinheiro é sempre curto e caro. Esta verdade, velha conhecida dos pequenos e médios empresários, só reforça a necessidade de acompanhar cuidadosamente e rotineiramente o fluxo

Leia mais

COMO CALCULAR UM FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS. Autor: Francisco Cavalcante UP-TO-DATE. ANO I.

COMO CALCULAR UM FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS. Autor: Francisco Cavalcante UP-TO-DATE. ANO I. UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 3 COMO CALCULAR UM FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS Autor: Francisco Cavalcante Circular para: CAVALCANTE& ASSOCIADOS AOS NOSSOS LEITORES Up-To-Date

Leia mais

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO 1 Fundamentos sobre Capital de Giro O objetivo da Administração Financeira de Curto

Leia mais

Curso Completo de Contabilidade Geral e Avançada Professor: Silvio Sande

Curso Completo de Contabilidade Geral e Avançada Professor: Silvio Sande ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS É a técnica que consiste na decomposição, comparação e interpretação dos demonstrativos do estado patrimonial e do resultado econômico de uma entidade. Técnicas de análise

Leia mais

ATIVIDADE ESTRUTURADA

ATIVIDADE ESTRUTURADA ATIVIDADE ESTRUTURADA Disciplina: Análise das Demonstrações Financeiras Curso: Administração Prof.: Marcelo Valverde Período: 5º Pontos: de 0 a 2,0p AV1 Pede-se: 1) A análise financeira se utiliza de dois

Leia mais

Departamento de Desenvolvimento Profissional ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Departamento de Desenvolvimento Profissional ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Departamento de Desenvolvimento Profissional ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Profª Adriana Valente e-mail: adrianatvalente@hotmail.com Rio de Janeiro, 2º semestre de 2015. Rua 1º de Março, 33 Centro

Leia mais

Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis

Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis Elementos Operacionais e Não Operacionais nas Demonstrações Contábeis Autoria: Clóvis Luís Padoveze Resumo As demonstrações publicadas de acordo com o formato aprovado pelos órgãos regulatórios, tanto

Leia mais

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade. Aula: 04 Prof.: Adelino Corrêa DATA: 26/10/2008. 13. Operações com mercadoria

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade. Aula: 04 Prof.: Adelino Corrêa DATA: 26/10/2008. 13. Operações com mercadoria 13. Operações com mercadoria Na comercialização de mercadoria (principal objeto de empresa comercial) existirão os tributos; entre eles o ICMS que será estudado na compra e venda da mercadoria. Impostos

Leia mais