EM PAUTA MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO EM CRISE SAI DO RADAR DE EMPRESAS E INVESTIDORES

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1 MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO EM CRISE SAI DO RADAR DE EMPRESAS E INVESTIDORES 6 REVISTA RI Março 2014

2 O mercado de capitais brasileiro saiu do radar das empresas e dos investidores - e o principal motivo, unânime entre analistas, administradores de recursos, conselheiros e consultores, está na política econômica do governo Dilma Rousseff, que resultou em fraco desempenho do PIB (Produto Interno Bruto), cujo crescimento foi de apenas 2,3% em 2013, além de mudanças em marcos regulatórios como o de concessões do setor elétrico e de exploração do petróleo, que resultaram em perdas expressivas para as empresas desses setores, jogando o principal índice de preço de ações no país, o Ibovespa, para a lanterna dos ganhos em bolsas de valores. Em 2013, o Ibovespa caiu 15,5%, o pior resultado entre bolsas de 48 países. por LUCIA REBOUÇAS Segundo Thomas Tosta de Sá, superintendente do IBMEC (Instituto Brasileiro do Mercado de Capitais), as perdas da Petrobras são superiores a mais de 10 anos de bolsa família. O Brasil tem condições de obter um volume gigantesco de capital estrangeiro, via mercado de capitais, se houver mudança na política atual, observa ele. Em 2013, a Petrobras teve um lucro de R$ 23,6 bilhões, elevação de 11% em relação ao ano anterior, mas mesmo assim o segundo menor dos últimos seis anos. Em 2012, o lucro caiu 36% em relação á De acordo com o economista Antonio Madeira, da LCA Consultoria, depois da nova política de exploração de petróleo as ações da Petrobras despencaram. Na oferta pública de novas ações ordinárias realizada em 2010, operação com a qual a empresa obteve US$ 70 bilhões para investimento, os papéis foram vendidos a R$ 30,10. Fecharam 2013 a R$ 16,00, ou seja perderam 46,8% do seu valor. A lógica da precificação é a expectativa de lucros e crescimento da economia o que não está ocorrendo na gestão Dilma afetando a rentabilidade da empresa. O trabalhador que investiu dinheiro do FGTS para comprar ações da Petrobras na oferta de 2010 agora está recebendo uma rentabilidade inferior a do próprio FGTS (TR mais 3% ao ano). Na nova política de exploração, a Petrobras teve que participar de todo o pré-sal o que gera carga de investimento THOMÁS TOSTA DE SÁ, IBMEC Março 2014 REVISTA RI 7

3 Ranking Desempenho das Bolsas em 2013* ANTONIO MADEIRA, LCA A lógica da precificação é a expectativa de lucros e crescimento da economia o que não está ocorrendo na gestão Dilma afetando a rentabilidade da empresa. muito alto para a companhia. Além disso, a empresa foi obrigada a subsidiar os preços ao consumidor da gasolina e do diesel, vendendo combustíveis a preços inferiores ao de importação o que também resultou em prejuízos para a companhia. Bolívar Lamounier, diretor da Augurium Consultoria, diz que a bolsa de valores brasileira está passando por uma nova crise e o problema é o governo Dilma. No tocante à infra-estrutura, por exemplo, nada aconteceu de relevante, por incompetência gerencial e incapacidade de encaminhar 1º VENEZUELA (IBVC) 485,70% 2º ARGENTINA (MERVAL) 92,48% 3º JAPÃO (NIKKEI 225) 59,85% 4º EMIRADOS ÁRABES UNIDOS (ADX GENERAL) 57,29% 5º PAQUISTÃO (KSE100) 50,47% 6º NIGÉRIA (NSE 30) 40,66% 7º IRLANDA (ISEQ) 33,10% 8º DINAMARCA (OMX COPENHAGEN) 25,72% 9º EGITO (EGX30) 25,18% 10º ARÁBIA SAUDITA (TASI) 24,42% 11º ALEMANHA (DAX) 24,26% 12º ESTADOS UNIDOS (DOW JONES) 24,02% 13º GRÉCIA (ASE) 23,99% 14º FINLÂNDIA (HEX25) 23,81% 15º NORUEGA (OBX 544) 21,28% 16º SUÉCIA (OMX 30) 19,19% 17º SUÍÇA (SMI) 17,67% 18º ESPANHA (IBEX 35) 17,58% 19º BÉLGICA (BEL20) 16,57% 20º ÁREA DO EURO (EURO STOXX 50) 15,95% 21º PORTUGAL (PSI20) 15,76% 22º ISRAEL (TA-25) 15,60% 23º FRANÇA (CAC 40) 15,40% 24º AUSTRÁLIA (S&P/ASX 200) 14,93% 25º HOLANDA (AEX) 14,80% 26º ITÁLIA (FTSE MIB) 14,47% 27º ÁFRICA DO SUL (FTSE/JSE) 14,20% 28º TAIWAN (TWSE) 12,22% 29º REINO UNIDO (FTSE 100) 12,17% 30º MALÁSIA (FTSE KLCI) 10,12% 31º ÍNDIA (SENSEX) 9,59% 32º CANADÁ (S&P/TSX) 8,71% 33º POLÔNIA (WIG) 8,18% 34º ÁUSTRIA (WBI) 3,30% 35º HONG KONG (HSI) 2,83% 36º RÚSSIA (MICEX) 2,41% 37º CORÉIA DO SUL (KOSPI) 1,00% 38º FILIPINAS (PSEI) 0,53% 39º CINGAPURA (STI) -1,30% 40º INDONÉSIA (JCI) -1,59% 41º MÉXICO (IPC) -2,36% 42º CHINA (SSE COMPOSITE) -3,21% 43º TAILÂNDIA (SET) -3,61% 44º REPÚBLICA CHECA (SE PX) -5,15% 45º COLÔMBIA (IGBC) -10,63% 46º TURQUIA (XU100) -11,94% 47º CHILE (IGPA) -13,72% 48º BRASIL (IBOVESPA) -15,50% Fonte: MoneYou.com.br - *Variação no ano até 23/12/ REVISTA RI Março 2014

4 a questão do financiamento. Sobre as chamadas reformas estruturais, nada mais se falou, foram engavetadas, pura e simplesmente. Lamounier ressalta ainda que o governo não fez a sua parte. Fica só culpando a crise mundial. E o resultado é um tremendo desgaste e um crescimento decepcionante. O crédito de confiança que Dilma e sua equipe receberam em 2010 se esgotou. Isto se percebe claramente entre potenciais investidores externos e aqui dentro também, entre os empresários brasileiros. Há muitas explicações, mas a mais importante talvez seja a falta de confiança no marco jurídico, ou seja, na estabilidade das regras do jogo. Como esperar confiança da parte dos agentes econômicos, se você se reserva o direito de intervir na economia a todo momento? Para o diretor presidente da Mesa Corporate Governance, Herbert Steinberg, que participa do Conselho de Administração de várias empresas em diversos estados do país, o Brasil saiu do radar no cenário internacional. E isso devido falta de confiança nos contratos e na conjuntura do que está sendo feito no governo. Os bancos de investimento não falam mais de Brasil. Não tem crise na bolsa em si, mas na conjuntura econômica. Falta credibilidade no país por causa das ações do governo, reforça o conselheiro. No setor elétrico, que tem peso importante na captação de recursos via mercado de capitais e no Ibovespa, as mudanças acabaram afastando os investidores, secando os recursos para investimento via mercado de capitais que estavam sendo canalizados para o setor. Isso trouxe perdas elevadíssimas para as ações das empresas e também para o investimento necessário para atender o crescimento da demanda por energia. Na avaliação de Carlos Fujita, sócio da Turci Advogados, o intervencionismo recente que afetou as elétricas criou uma pressão baixista sobre as empresas que atuam em setores regulados. Também é notório que o governo não está conseguindo promover de forma equilibrada o crescimento da economia, o controle da inflação, das contas públicas e a política monetária. Mas ele acredita que pior que o baixo crescimento em si é a constatação, pelo mercado, de que o governo não está conseguindo conduzir a economia como deveria. Para agentes do mercado, o crescimento envergonhado do PIB de 2013, que ficou em R$ 4,8 trilhões, também foi resultante do modelo equivocado de investimento adotado pelo governo estimulando o financiamento das empresas através dos bancos oficiais, como o BNDES. Essa opção trouxe impactos negativos sobre as contas públicas e redução dos BOLÍVAR LAMOUNIER, AUGURIUM O crédito de confiança que Dilma e sua equipe receberam em 2010 se esgotou. Isto se percebe claramente entre potenciais investidores externos e aqui dentro também, entre os empresários brasileiros. Há muitas explicações, mas a mais importante talvez seja a falta de confiança no marco jurídico, ou seja, na estabilidade das regras do jogo. Março 2014 REVISTA RI 9

5 to do mercado de capitais a partir de 2008 e privilegiando o financiamento das empresas através dos bancos oficiais refletiu-se no comportamento da bolsa e da própria economia. Os reflexos da política macro econômica sobre as empresas e o ânimo das pessoas completam as condições para o ciclo de baixa que se observa na bolsa. Para Bolívar Lamounier, o Brasil não demonstrou capacidade própria de crescer: cresceu puxado pela China na década passada, mas não conseguiu reagir com suficiente vigor depois de Tentou forçar o crescimento, mas optou pelos piores caminhos possíveis, na crença de que o consumo e os empréstimos de pai para filho do BNDES seriam suficientes. Essa atuação do BNDES pegou o mercado na veia e não ajudou a aumentar o investimento necessário para o crescimento da economia. Em 2007, que foi um ano de forte crescimento do PIB, 64 companhias financiaram seus investimentos com o lançamento de ações na bolsa, através de IPOs. Entre 2010 e 2013 foram apenas 36 operações. Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2007 o PIB cresceu 6,1%, somando R$ 2,66 trilhões. HERBERT STEINBERG, MESA Os bancos de investimento não falam mais de Brasil. Não tem crise na bolsa em si, mas na conjuntura econômica. Falta credibilidade no país por causa das ações do governo. investimentos que por sua vez prejudicaram o desempenho econômico. Em 2013, os investimentos representaram 18% do PIB, percentual inferior ao de 2012, e que já vinha em queda desde o ano anterior. DINHEIRO SUBSIDIADO O dinheiro subsidiado desestimulou a captação de recursos via mercado de capitais, segundo Tosta de Sá. A mudança da política de governo deixando de apoiar o desenvolvimen- Apesar dos fatores mencionados terem sido de maior impacto para o retrocesso no crescimento que o mercado de capitais brasileiro vinha apresentando a partir de 2004, o sócio do Turci Advogados lembra que a baixa persistente da bolsa também reflete condições do cenário econômico internacional. Na avaliação dele, a desaceleração da China pressiona o preço das commodities; a redução dos estímulos nos EUA, com a consequente redução de liquidez na economia em geral, e o próprio desempenho recente das bolsas nos EUA, que tem sido muito positivo, reduziram o interesse dos estrangeiros na nossa bolsa, o que pressiona ainda mais os preços das companhias por aqui. No curto prazo, o cenário não é de mudanças no quadro atual. Como afirma Lamounier estamos num ano eleitoral, com a Copa do Mundo de entremeio. Temos três meses até a Copa e dois meses de campanha depois dela. Quer dizer, deste ano não há mais o que esperar. A questão decisiva é se o favoritismo da Dilma se confirma e ela se reelege; aí precisaremos ver se ela é capaz de fazer um segundo governo melhor que o primeiro. Steinberg diz que 2014 será um ano difícil. Vejo cerca de 18 DREs (Demonstrações de Resultados Empresariais) por mês e em estados diferentes e eles não são bons. Na avaliação dele, eventos como Carnaval em março, Copa do Mundo e Eleições afetaram mais ou menos os diversos setores da 10 REVISTA RI Março 2014

6 economia. A Copa do Mundo deve beneficiar setores como os da linha marrom (aparelhos eletrônicos), mas é um fato relevante ainda intangível. Se o Brasil ganhar a Copa cria um ambiente positivo de euforia que é bom para os negócios. Se perder cria um ambiente de ceticismo crítico que é negativo. São fatos importantes a considerar. Para 2015, Steinberg também não vê grandes mudanças de cenário. As expectativas maiores são de vitória de Dilma nas eleições devido às Bolsas de Tudo que o governo vem distribuindo que funcionam como um verdadeiro cabo eleitoral, afirma. Se Dilma se eleger poderemos ter mais do mesmo. Se for outro candidato também não há espaço para mudar muita coisa. No cenário internacional, a situação não está muito favorável aos mercados emergentes no curto prazo. Na opinião de Fujita, enquanto persistir o temor geral de uma nova piora da economia global, os investidores tenderão a permanecer cautelosos. Devido às perdas mais recentes, desde 2004 quando os mercados emergentes entraram na rota dos grandes investidores internacionais, a bolsa brasileira apresenta ganhos inferiores ao de seus concorrentes. O retorno do Ibovespa de 2004 a 2013 foi de 96,6% em reais, o que dá um ganho anual de 8%. No mesmo período, e sempre em reais, o México deu um retorno de 194%, ou seja, 12,7% ao ano. A Rússia deu 153,6%, com 10,9% ao ano; a China (Bolsa de Xangai) 183,4%, com 12,3% ao ano; a Índia 127,6%, com 9,6% ao ano; na África do Sul, o retorno foi de 124,7% em 10 anos o que dá 9,4% ao ano. Na Indonésia, o retorno ficou em 261,9% com 15,4% ao ano. Embora o mercado brasileiro seja considerado seguro em termos de regulação - a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) acaba de divulgar um Planejamento Estratégico de longo prazo (10 anos) onde elenca uma série de objetivos para acompanhar o mercado com uma regulamentação de primeiro mundo - o número de empresas listadas em bolsa ainda é um entrave na sua atratividade entre os investidores internacionais quando comparado a outros emergentes. Estão em negociação na bolsa 366 companhias, quando em outros mercados são mais de mil. Segundo analistas, isso dificulta a diversificação das aplicações e pode tirar grandes investidores do páreo. MOBILIZAÇÃO E PROPOSTAS Essa situação preocupa os agentes do mercado que vem se mobilizando para identificar motivos e para propor medidas para reverter este quadro. Além da atual política econômica CARLOS FUJITA, TURCI ADVOGADOS Também é notório que o governo não está conseguindo promover de forma equilibrada o crescimento da economia, o controle da inflação, das contas públicas e a política monetária. intervencionista e do cenário internacional desfavorável, o desconhecimento sobre o real papel do mercado de capitais para o desenvolvimento do país por parte de empresários e investidores locais também foi identificado como inibidor de uma maior entrada de players para ampliá-lo. Fujita acredita que o principal motivo para a bolsa brasileira ainda ser menor do que poderia é cultural. O brasileiro em geral é muitíssimo conservador na hora de investir. Qual- Março 2014 REVISTA RI 11

7 Tosta de Sá conta que das 50 propostas feitas pelo Plano Diretor, 90% foram implementadas de 2003 a Depois o governo jogou fora o mercado de capitais. As medidas que ficaram faltando foram incorporadas na Estratégia Nacional de Acesso ao Mercado de Capitais que está sendo capitaneada pelo IBMEC. O apoio de reguladores, autorreguladores, prestadores de serviços e academia será fundamental para o sucesso da Estratégia, avalia. quer coisa fora do usual - até mesmo modalidades sem tanto risco, como o Tesouro Direto - enfrenta resistência. No caso da bolsa, seu desempenho recente e o escândalo em torno das empresas X só fizeram agravar a sensação de que o mercado é apenas para profissionais, acrescenta. Há também um sentimento bem difundido de que pode ser excessivamente difícil ou custoso adotar as medidas necessárias para abrir o capital, como, por exemplo, ajustes em mecanismos de governança corporativa e compliance. É certo que ajustes quase sempre são, mesmo, necessários, e o custo disso tem que ser considerado na hora de decidir sobre ir ou não à bolsa. Porém, às vezes as dificuldades são tão realçadas que os benefícios acabam ficando em segundo plano, afirma Fujita. Com base no sucesso da execução do Plano Diretor do Mercado de Capitais, numa Parceria Publico Privada bem sucedida de 2003 a maio de 2008, Tosta de Sá acredita que o crescimento sustentável do mercado de capitais só será obtido se houver um grande trabalho para mobilizar as entidades do mercado para comunicar, informar, educar e capacitar poupadores, investidores, empreendedores, empresários e intermediários. Esse entendimento está em sintonia com o Planejamento Estratégico da CVM. Tosta de Sá conta que das 50 propostas feitas pelo Plano Diretor, 90% foram implementadas de 2003 a Depois o governo jogou fora o mercado de capitais. As medidas que ficaram faltando foram incorporadas na Estratégia Nacional de Acesso ao Mercado de Capitais que está sendo capitaneada pelo IBMEC. O apoio de reguladores, autorreguladores, prestadores de serviços e academia será fundamental para o sucesso da Estratégia, avalia. A Estratégia prevê a construção de Portais e a criação de Núcleos Regionais, que já começaram ser realizados. Os portais serão construídos pelo IBMEC e disponibilizados para todos os Núcleos / Institutos Regionais. O objetivo desses núcleos será promoverem o desenvolvimento econômico e social dessas regiões, através do fortalecimento e do crescimento sustentável do Mercado. De acordo com a Estratégia serão construídos também Portais para orientação dos participantes do mercado, tais como: Portal do Poupador, Portal do Investidor, Portal do Empresário, Portal do Empreendedor e Portal do Intermediário. Os portais terão também o objetivo de garantir a sustentabilidade financeira do IBMEC e dos Núcleos e Institutos Regionais. Já está em operação Instituto Mineiro de Mercado de Capitais. A instituição também defende a criação de projeto de lei de alteração do FGTS para permitir a aplicação voluntária pelo participante de parcela de seu patrimônio na compra de ações. Outra iniciativa em curso é a do Grupo de Trabalho Interagentes, formado por entidades autorreguladoras e investidores, com o objetivo de coordenar o debate sobre o desenvolvimento do mercado de capitais. Uma das agendas do grupo para atingir esses objetivos é conversar com integrantes dos poderes executivo, legislativo e judiciário sobre a importância do mercado de capitais para o fomento do investimento privado de longo prazo para aumentar a competitividade da economia brasileira. No longo prazo as expectativas são de crescimento do mercado. Conforme as pessoas vão aprendendo como funciona, elas começam a entender melhor que esse tipo de investimento. Por outro lado, segundo Fujita uma parte importante do empresariado só agora está entendendo os benefícios de estar na bolsa. Por exemplo: vejo acontecendo agora uma onda de empreendedorismo no Brasil inspirada no modelo norte-americano, que vê a bolsa não só como forma de financiamento, mas também como oportunidade de liquidez. O crescimento pode não ser tão rápido quanto se pensava, mas acredito que, no médio e longo prazo, ele acontecerá. RI 12 REVISTA RI Março 2014

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