Notas sobre o currículo na educação infantil: leitura e escrita no primeiro segmento do ensino básico Silvana Perottino *

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Notas sobre o currículo na educação infantil: leitura e escrita no primeiro segmento do ensino básico Silvana Perottino *"

Transcrição

1 Notas sobre o currículo na educação infantil: leitura e escrita no primeiro segmento do ensino básico Silvana Perottino * Este trabalho pretende realizar uma reflexão a respeito do modo como a leitura e a escrita vêm sendo abordadas em documentos oficiais de orientações curriculares para a educação infantil. A análise apresentada não objetiva ser exaustiva e nem abordar a totalidade de documentos oficiais dirigidos aos profissionais que atuam na educação infantil, no tocante à questão da leitura e da escrita. A discussão está pautada pelo recorte de enunciados referentes aos processos de leitura e de escrita encontrados em dois documentos disponibilizados no portal do Ministério da Educação (http://www.mec.gov.br), e que foram elaborados em diferentes períodos históricos da república brasileira: o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (RCNEI), de 1998, e as Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil, de Um terceiro elemento integra a nossa reflexão por abordar especificamente a leitura e a escrita na educação infantil. Trata-se das Diretrizes Curriculares para o Trabalho Pedagógico com Leitura e Escrita na Educação Infantil, de 2008, cuja elaboração ficou sob a responsabilidade da equipe técnica pedagógica de um município do interior paulista. A escolha desse último deve-se ao fato de ele se constituir como uma proposta que contempla avanços teóricos ocorridos na última década no campo dos estudos lingüísticos. Iniciamos pelo RCNEI, elaborado e difundido há mais de dez anos e que continua a ser norteador de ações empreendidas por educadores da rede pública e particular de ensino, apesar das reiteradas críticas feitas a ele. Essas críticas podem ser atribuídas ao contexto em que ocorreu a sua publicação antes que as Diretrizes Curriculares Nacionais fossem aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por isso denominado ato autônomo do Ministério passível de contestação (CERISARA, 2002) e, também, às concepções de desenvolvimento infantil e à organização escolhida para os temas que compõem os três volumes uma aproximação da educação * Profa. Dra. do Departamento de Estudos Linguísticos e Literários (DELL) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), campus de Vitória da Conquista.

2 infantil do ensino fundamental no sentido de escolarizar o trabalho pedagógico da primeira, assim o parco aprofundamento no componente sócio-histórico das interações humanas (Ibidem). 1. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998) O volume 3 do RCNEI é relativo ao Conhecimento de Mundo, concebido a partir de seis eixos que orientam a construção de diferentes linguagens a corporal, a musical, a artística e a linguagem oral e escrita, e a relação entre diferentes conhecimentos, como da natureza e da sociedade. No que se refere à linguagem oral e escrita, pode-se afirmar que a concepção teórica inatista (que é criticada) e a construtivista (com maior adesão) em aquisição da linguagem são apresentadas sem que teóricos importantes de ambas estejam referidos. Situações que ocorrem com freqüência em sala de aula, a roda de conversa, por exemplo, são trazidas a título de reforçar a não naturalidade do processo de aquisição da linguagem, pois o contexto em que o professor basicamente pergunta aos alunos para que eles respondam em uníssono não é visto como oferecendo garantias para o desenvolvimento da linguagem pela criança. O ensino tradicional da escrita por meio da cópia também é alvo de críticas, pois nele estão supostos graus de dificuldade crescentes, impondo que a criança, em um primeiro momento, deva aprender por meio de cópia de vogais, consonantes, sílabas até chegar, posteriormente, à cópia de palavras. Um método alternativo que também recebe ressalvas é o da gestalt no qual parte-se do que é mais geral para depois ir afunilando para o reconhecimento das partes consideradas menores (vogais e consoantes). Os dois métodos, o tradicional e o da gestalt, aproximam-se de uma abordagem em que a percepção e as habilidades motoras são consideradas fundamentais para a aquisição da escrita, ao contrário do que vem proposto nesse documento, qual seja, como um sistema de representação da língua. Em relação à linguagem escrita, percebe-se que a ênfase recai em sua aquisição pela criança no espaço da educação infantil, pois o letramento é apresentado como produto da participação em práticas sociais que usam a escrita como sistema simbólico e tecnologia (RCNEI, 1998, p. 121) e a criança como estando envolvida desde muito cedo, em maior ou menor grau, nas práticas sociais de/com escrita. A criança é apresentada, nesse contexto de contato com a escrita, como capaz de ir construindo hipóteses sobre o seu funcionamento. É sugerido ainda que se instituam classes de alfabetização para ensinar as crianças, em idade mais avançada, a ler e a escrever. É o

3 contato com a leitura e escrita de textos responsável pela construção das capacidades, respectivamente, de ler e de escrever, as quais se desenvolvem gradualmente e sofrem mudanças em decorrência dessa interação com os materiais escritos. São sugeridas diversas atividades de leitura por parte do professor de maneira que ele crie oportunidades para que a criança vá construindo hipóteses sobre o funcionamento da linguagem nos diferentes gêneros textuais (classificado, notícia, poesia, entre outros) e, também, reconheça determinadas palavras que estão escritas, ou seja, faça a correspondência entre o que se fala (lê) e aquilo que está escrito. Algumas situações de escrita também são relatadas, como aquelas em que o professor é o escriba de histórias recontadas oralmente pelos alunos, cujo objetivo pretendido seria o de incrementar a constituição de hipóteses sobre a escrita e a sua função social por parte da criança. O parecer favorável ao documento da RCNEI dado pela relatora Regina Alcântara de Assis em janeiro de 1999 destaca o caráter não mandatório do documento e suas contribuições para melhoria da qualidade de ensino na primeira etapa do ensino básico, com a ressalva de que os educadores e gestores da educação infantil recorram também às Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil, esta sim de caráter mandatório. 2. Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil (2009) Em sucessão às Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil de 1998, essas Diretrizes também se propõem a orientar os projetos pedagógicos em unidades de educação infantil, partindo do princípio de que as realidades sociais e econômicas são variáveis de região para região no Brasil, ou mesmo em um nível micro regional, o que implica a necessidade de os projetos ou propostas pedagógicas serem formulados contemplando a diversidade cultural inerente às comunidades, assim como se construírem a partir do diálogo entre os atores sociais, professores, pais e crianças, envolvidos no contexto educacional. As novas diretrizes são regidas pelo mesmo princípio da sua antecessora, qual seja, o do reconhecimento da criança como um ser de direito e histórico e que produz cultura. Esse documento de caráter mandatório reformula e atualiza o documento anterior que, sem se distanciar dos seus pressupostos básicos, considera as novas demandas da sociedade organizada, como o aumento do número de matriculas e a diminuição do número de docentes não-habilitados para a Educação Infantil (cf. Parecer CNE/CEB 20/2009). Outra questão não menos importante para a reformulação das

4 Diretrizes diz respeito às mudanças ocorridas no segmento do Ensino Fundamental, que passou de oito para nove anos, com a entrada da criança de seis anos no primeiro ano a partir de Além disso, a obrigatoriedade escolar a partir dos quatro anos de idade contribui para que se aprofunde a discussão sobre a universalização da educação, meta que objetiva estender também para as crianças de zero a três anos. Os treze artigos que compõem a resolução que fixa as Diretrizes procuram informar as responsabilidades do Estado e das instituições de educação infantil em relação à criança. As Diretrizes oferecem orientações em relação à construção de projetos ou de propostas pedagógicas das instituições de educação infantil, as quais devem estar conectadas a realidade local em que se inserem. Vale frisar que, do mesmo modo que as Diretrizes de 1998, essas Diretrizes se propõem a estabelecer objetivos gerais a serem alcançados sem pormenorizar ações ou conteúdos almejados, pois o princípio da diversidade cultural das comunidades em que as instituições estão integradas é pressuposto. As Diretrizes enfatizam que o currículo deve se constituir como um conjunto de práticas que busca a articulação entre os saberes da criança e aqueles que são considerados patrimônio cultural, tecnológico, ambiental, científico e artístico. O artigo nono deixa claro que as práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira (p. 4) garantindo experiências que, por exemplo, e no tocante ao tema que nos interessa, sejam de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral e escrita, e convívio com diferentes suportes e gêneros textuais orais e escritos; (p. 4, grifos nossos). Em outra cláusula do mesmo artigo é enfatizada também a necessidade de promover a interação das crianças com diversificadas manifestações de música, artes plásticas e gráficas, cinema, fotografia, dança, teatro, poesia e literatura; (p. 4, grifos nossos). Já no artigo 10, a referência que se faz à escrita é relativa ao desenho e ao relatório, quando eles são considerados como formas que se deve incentivar para o registro de interações e da brincadeira, um procedimento para avaliar o trabalho pedagógico que vem sendo realizado pelo professor e, também, o desenvolvimento das crianças, sem que isso implique a classificação de desempenho das crianças. No Parecer sobre as Diretrizes há uma passagem em que se amplia a noção de como as linguagens se inter-relacionam e como os registros escritos devem surgir no contexto da educação infantil: ao construir conhecimentos relativos ao seu entorno, a criança é incentivada a explicar e argumentar sobre o que observou (linguagem oral), o

5 que resulta na ampliação de seu conhecimento sobre o mundo, e, também, a utilizar o desenho e formas bem iniciais de registro escrito (Parecer CNE/CEB 20/2009, p. 15) (linguagem escrita), para anotar as descobertas realizadas. 3. Diretrizes Curriculares para o Trabalho Pedagógico com Leitura e Escrita na Educação Infantil (2008) A proposta das Diretrizes procura incorporar conhecimentos recentes produzidos pelos estudos linguísticos, pois, em uma avaliação realizada em instituições de educação infantil de um município do interior paulista, foi possível constatar que muitas das práticas realizadas em relação à escrita ainda eram descontextualizadas e sem sentido para as crianças, conforme já havia sido retratado pelo RCNEI. Este documento surge para orientar as ações pedagógicas voltadas para a leitura e a escrita em instituições de educação infantil e se sustentam em dois eixos, a aquisição da linguagem e o letramento. Apesar de esses dois temas se referirem a áreas de conhecimento distintas: eles se encontram no ponto em que passam a indicar um conjunto de práticas de leitura e de escrita que, independente da faixa etária, mas respeitando-se os tempos de vida (a partir de Arroyo, 2004 e 2007), permite promover a abertura para as diferentes experiências cotidianas envolvendo a linguagem (oral e escrita). (p. 8) Nesse sentido, descartam-se propostas que consideram a aquisição da escrita como decorrentes do desenvolvimento da percepção e de coordenação motora por parte da criança. O letramento vem concebido como relacionado aos usos da escrita na sociedade (KLEIMAN, 2005) e se leva em conta o fato de os sujeitos participarem de práticas sociais letradas mesmo antes de serem alfabetizados. A alfabetização vem compreendida como uma prática de letramento dominante no ambiente escolar. No entanto, é evidente, não só pelas orientações presentes nos documentos oficiais, que o espaço e o tempo da/na educação infantil não deve se voltar para a alfabetização Mas como impedir que crianças pequenas comecem a ler ou a escrever? Quando esse processo vem a ocorrer, ele pode ser entendido como efeito da relação da criança com a linguagem ou, ainda, do contato da criança com a linguagem escrita. Em outros termos, não há como ignorar que a criança está inserida, desde muito pequena, em práticas

6 sociais letradas e sob os efeitos dos textos (orais e escritos, imagens, etc) da/na cultura letrada em que vive. (CAMPINAS, 2008, p.13). Um exemplo retirado de um texto de Kleiman (1995, apud CAMPINAS, 2008, p. 21) vem reforçar a questão do efeito dos textos lidos, escritos, escutados sobre a fala da criança. Trata-se da situação em que uma criança compreende quando um adulto lhe diz: Olha o que a fada madrinha trouxe hoje! Ao entender, ela faz relação com o conto de fadas, por isso a autora afirma que a fala da criança começa a adquirir características de oralidade letrada, mesmo que ela não esteja alfabetizada. Em relação à aquisição da linguagem, esse exemplo aproxima as duas realizações da língua, a fala e a escrita, que, apesar de suas especificidades, não deixam de se sobrepor. A ocorrência freqüente desses enunciados por parte da criança, notada até mesmo por pessoas que não sejam especialistas em educação ou em estudos linguísticos, constitui-se como um forte motivo para a inseparabilidade entre a linguagem oral e a escrita, destituindo a crença de que, na educação infantil, se deve privilegiar a linguagem oral e depois a linguagem escrita. Elas encontram-se entrelaçadas nas realizações linguageiras que circulam na sociedade letrada em que se vive. (Idem, p. 22). Considere-se ainda a questão de que a linguagem oral é a base para a interpretação dos textos escritos pela e para escrita, como na situação em que o adulto, diante de traçados realizados pela criança logo abaixo do seu desenho, pergunta: o que está escrito?. Na concepção de linguagem interacionista em aquisição da linguagem (DE LEMOS, 2002, PEREIRA DE CASTRO, 2003, entre outros autores), o outro, na condição de intérprete da fala e da escrita da criança, tem um papel fundamental, pois os arranjos (cruzamentos, substituições, segmentações, entre outros) presentes na fala e na escrita são sancionados pela fala do adulto como pertencentes à língua. O adulto, ao escutar/ler palavras da língua na fala/escrita da criança, promove efeitos na fala/escrita da criança que são sempre singulares, como indicam os diversos episódios dialógicos entre adulto-criança descritos nessas Diretrizes. As concepções de letramento e de aquisição da linguagem expostas na primeira parte do documento vão sustentar ações pedagógicas de leitura e escrita para a educação infantil: a criança desde pequena está inserida em práticas sociais letradas, por isso as ações devem ser planejadas e se pautar nos usos sociais da linguagem, ou seja, no modo como ela funciona dentro e fora da escola. Em termos da aquisição da linguagem pela criança é patente a relação entre as falas da criança e do adulto, ou seja, a incorporação

7 de fragmentos da fala do adulto na fala da criança e a sua ressignificação, quando o adulto retoma/responde a essa fala, e vice-versa. O que sustenta as diversas práticas sociais reais de uso da linguagem? São os textos orais e escritos e eles promovem efeitos na fala e na escrita da criança. A avaliação do trabalho pedagógico com leitura e escrita realizado em algumas instituições da rede levou a formulação dessas Diretrizes. Nelas, como já mencionado, são incorporadas concepções teóricas do letramento e da aquisição da linguagem, nas quais se privilegia a interação da criança com os diferentes textos, contextualizados em práticas sociais reais de uso da linguagem. Algumas práticas de linguagem, como a brincadeira e o contar histórias, vêm ressignificadas por meio da formulação de propostas pedagógicas, apresentadas na parte final do documento. A brincadeira, por exemplo, se sustenta na linguagem: a criança, ao reviver um papel em determinada brincadeira (motorista de ônibus, por exemplo), encontra-se na situação em que se reinventam os textos nos quais esse personagem se insere e se significa e, nos deslocamentos operados nesta ressignificação, revelam-se os sujeitos. (Idem, p. 31). Isso significa que novos textos e novos sentidos vão se constituindo para a criança na/pela linguagem. 4. Considerações Finais A valorização do segmento da educação infantil dentro da educação básica vem sendo reafirmado por diversos atos políticos realizados por representantes técnicos do Ministério da Educação a partir da década de noventa, sob a pressão de movimentos sociais de trabalhadores direta ou indiretamente ligados à educação. O volume 3 do RCNEI, brevemente comentado, talvez possa ser relido como um documento que procura romper com as teorias que veem a linguagem escrita como um objeto transparente ofertado à percepção, sem considerar a sua derradeira opacidade para a criança. Nesse sentido, práticas sociais reais de uso da linguagem escrita que venham a ser planejadas no contexto da educação infantil podem romper com a noção de escrita como um exercício motor e perceptual, ligada às atividades escolarizadas, e que, por isso, retirariam a criança do seu tempo de infância. Em relação às Diretrizes, o fato de elas se constituírem como orientações para dar subsídios ao currículo que organiza os projetos ou as propostas pedagógicas da Educação Infantil deixa entrever preocupações mais gerais, como a de garantir que a criança seja respeitada em seus direitos. As escassas menções à leitura e à escrita

8 indicam a intenção de que as propostas pedagógicas que venham a ser construídas se afastem de atividades escolarizadas, de experiências a serem vivenciadas no ensino fundamental. A questão do tempo da infância pode ser considerada central na proposta das Diretrizes e uma justificativa para o aparente distanciamento da criança de práticas letradas. Já o documento de diretrizes específicas para o trabalho pedagógico com leitura e escrita pode ser visto como uma tentativa de resgatar as diferentes realizações da língua a fala e a escrita -, e em particular os efeitos dos textos (orais e escritos) e o papel do outro nas diversas produções infantis. As concepções teóricas sobre a aquisição da escrita que a supõem como objeto de conhecimento e como não relacionada ao funcionamento simbólico também são rejeitadas. A interação com textos orais em práticas sociais reais de uso da linguagem, assim como o fato de o adulto interpretar as produções infantis, são consideradas como aspectos fundamentais para que ocorra essa captura da criança pela linguagem. A analise empreendida em relação aos enunciados sobre a leitura e a escrita encontrados nos três documentos que tratam do currículo na educação infantil indica que as abordagens propostas em relação a esses dois processos são divergentes, de um modo geral, em termos de seus propósitos: o primeiro, o RCNEI, indica a urgência de oportunizar atividades com a linguagem escrita nas ações pedagógicas dirigidas à criança; o segundo, as Diretrizes, centra-se na concepção de construção e desenvolvimento singular da cultura por parte da criança; o terceiro, as Diretrizes específicas, reafirma a escrita como um funcionamento lingüístico-discursivo que não pode ser ignorado pelos atores sociais envolvidos na educação da criança. A ressalva que fazemos é sobre a necessidade de rever algumas das justificativas teóricas encontradas no segundo documento analisado, pois elas podem subsidiar ações pedagógicas que negligenciem a presença da linguagem escrita na sociedade, minimizando, portanto, achados importantes de pesquisas no campo dos estudos lingüísticos e produzindo, em última instância, sujeitos apartados de uma realidade na qual se inserem. Referências Bibliográficas BRASIL. Ministério de Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Brasília, DF: MEC, 1998.

9 BRASIL. Ministério de Educação e do Desporto. Conselho Nacional de Educação. Parecer CEB n. 002/99. Parecer do Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Brasília, DF: MEC, BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução n. 05. Resolução da Câmara de Educação Básica, aprovada em 17 de dezembro de Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília, DF: MEC, BRASIL. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Parecer CNE/CEB nº 20/2009, aprovado em 11 de novembro de Parecer das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. DF: MEC, CAMPINAS/ SME/ DEPE. (2008) Diretrizes Curriculares para o Trabalho Pedagógico com Leitura e Escrita na Educação Infantil. Texto produzido por Zelma R. Bosco para o Departamento Pedagógico da Prefeitura Municipal de Campinas. CERISARA, Ana Beatriz. O Referencial curricular nacional para a educação infantil no contexto das reformas. Educ. Soc., Campinas, v. 23, n. 80, Disponível em: Acesso em 18 de abril de DE LEMOS, C. T. G. Das vicissitudes da fala da criança e de sua investigação. Cadernos de Estudos Lingüísticos. Campinas: IEL/Unicamp, n. 42, p , KLEIMAN, A. Preciso ensinar o letramento? Não basta ensinar a ler e a escrever? Campinas: CEFIEL da Unicamp/MEC, Coleção linguagem e letramento em foco, 60 p., PEREIRA DE CASTRO, M. F. C. Apontamentos sobre o corpo da linguagem. In: LEITE, N. V. A. (org.) CorpoLinguagem Gestos e Afetos. Campinas: Mercado de Letras, 2003.

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM MARÇO/ABRIL/2012 Considerações sobre as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio Resolução CNE/CEB

Leia mais

O Ensino de Matemática na Educação Infantil

O Ensino de Matemática na Educação Infantil Débora de Oliveira O Ensino de Matemática na Educação Infantil No Brasil, desde 1996, a Educação Infantil é considerada a primeira etapa da educação básica e tem como guia de reflexão de cunho educacional

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores O CURSO DE EXTENSÃO DA UNIRIO EDUCAÇÃO INFANTIL: ARTE, CORPO E NATUREZA : RELATO DE EXPERIÊNCIA.

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS

A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS A ESCOLA MUNICIPAL DE JATAÍ E O DESAFIO NA CONSOLIDAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS SILVA, Thaysa Pereira; RAIMANN, Elizabeth Gottschalg Universidade Federal de Goiás/ Campus Jataí; thaysapsilva@hotmail.com

Leia mais

Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação

Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação 1 Processo de formação de professores um olhar para a dança. Carolina Romano de Andrade Mestre em Artes-UNICAMP Faculdade Integradas de Bauru-FIB Coordenadora de Pós Graduação A Constituição Federal de

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUBSÍDIOS PARA A REVISÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL TRABALHO ENCOMENDADO PELO MEC/SEB DIRETORIA DE CONCEPÇÕES

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA?

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA? 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENSINO DE

Leia mais

PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Síntia Lúcia Faé Ebert Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS SMED/POA- Escola M. E. F. João Antônio Satte Cristiane Lumertz Klein Domingues

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação

ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59. Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br. Apresentação ÁLBUM DE FOTOGRAFIA: A PRÁTICA DO LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 59 Elaine Leal Fernandes elfleal@ig.com.br Graduada em pedagogia e fonoaudiologia, Pós-graduada em linguagem, Professora da Creche-Escola

Leia mais

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO SILVA, Hayana Crislayne Benevides da. Graduanda Pedagogia - UEPB/Campus I hayana_benevides@yahoo.com.br SILVA, Alzira Maria Lima da. Graduanda

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As letrinhas mágicas. 2. EPISÓDIO TRABALHADO Uma tarde assustadora. 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Nesse emocionante episódio, enquanto as vogais

Leia mais

Leitura e Literatura

Leitura e Literatura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICAB Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação BásicaB Leitura e Literatura Dia e Semana Nacional da Leitura

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Título do artigo: O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO FORMADOR: TRÊS ASPECTOS PARA CONSIDERAR Área: Gestão Coordenador Pedagógico Selecionadora: Maria Paula Zurawski 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador

Leia mais

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que ARTE PRESENTE NA CONSTRUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO: UM RELATO DE CASO 1 PONTES, Gilvânia Maurício Dias de (Mestranda PPGEd-UFRN/ Prof. do NEI-UFRN) PERNAMBUCO, Marta Maria Castanho Almeida (DEPED- CCSA-

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

EXPLICAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO

EXPLICAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO EXPLICAÇÕES SOBRE A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO Elementos Textuais: INTRODUÇÃO: Introduzir significa apresentar. Descrever o trabalho baseando-se nas seguintes colocações: o quê fez, por que

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento.

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento. CORPO E MOVIMENTO: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL Tamiris Andrade dos Santos (UEL) tamiris_152@hotmail.com Gilmara Lupion Moreno gilmaralupion@uel.br RESUMO: Sabe-se da importância

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE PÚBLICA E PRIVADA

UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE PÚBLICA E PRIVADA CIÊNCIAS HUMANAS EDUCAÇÃO UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE PÚBLICA E PRIVADA NATÁLIA CORRÊA Curso de Pedagogia Faculdade de Educação NEIDE BARBOSA SAISI

Leia mais

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE Unidade II ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Ana Lucia M. Gasbarro A formação pessoal e social da criança, áreas de conhecimento e desenvolvimento da criança Introdução A importância

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Ensino. Aprendizagem. Formação docente.

PALAVRAS-CHAVE Ensino. Aprendizagem. Formação docente. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. APRESENTAÇÃO Este curso, que ora apresentamos, insere-se como mais uma ação na perspectiva da formação do educador e destina-se a especializar

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III EDUCAÇÃO INFANTIL 2013 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III DISCIPLINA : LÍNGUA PORTUGUESA OBJETIVOS GERAIS Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, interessando-se por conhecer

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES

CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES CICLO DA INFÂNCIA E CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: COMPARAÇÕES PRELIMINARES Rosilene Lagares PET Pedagogia/Campus de Palmas/Pedagogia/Mestrado em Educação/UFT/Capes roselagares@uft.edu.br

Leia mais

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO A inclusão é uma realidade mundial. Desde a Declaração de Salamanca em

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E LEGISLAÇÃO: UM CONVITE AO DIÁLOGO

EDUCAÇÃO INFANTIL E LEGISLAÇÃO: UM CONVITE AO DIÁLOGO Secretaria Municipal de Educação maele_cardoso@hotmail.com Introdução A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, constitui se no atendimento de crianças de 0 a 5 anos de idade, em instituições

Leia mais

A inclusão das crianças de seis anos no Ensino Fundamental

A inclusão das crianças de seis anos no Ensino Fundamental A inclusão das crianças de seis anos no Ensino Fundamental A inclusão das crianças de seis anos no Ensino Fundamental Nessa idade, em contato com diferentes formas de representação e sendo desafiada a

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores

difusão de idéias Atenção ao olhar crítico dos professores Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2008 página 1 Atenção ao olhar crítico dos professores Maria Malta Campos: Há uma enorme demanda reprimida por creches nas periferias das grandes cidades,

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Letras - Inglês Obs.: Para proposta

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA

A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Revista Eletrônica de Educação de Alagoas - REDUC ISSN 2317-1170 V. 01, N. 02 (2013) A PROPOSTA DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOS PCN E SUA TRANSPOSIÇÃO ENTRE OS PROFESSORES DE INGLÊS DE ARAPIRACA Patrícia

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL NA CONTEMPORANEIDADE: CONCEPÇÃO E DESAFIO

EDUCAÇÃO INFANTIL NA CONTEMPORANEIDADE: CONCEPÇÃO E DESAFIO EDUCAÇÃO INFANTIL NA CONTEMPORANEIDADE: I ENCONTRO ESTADUAL MEC E MPPE DE EDUCAÇÃO ACESSO E QUALIDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA EM PERNAMBUCO 20.09.2013 Aspectos históricos (tempo recente) Século XX: Os direitos

Leia mais

INFORMAÇÕES PARA DIVULGAÇÃO DE CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO

INFORMAÇÕES PARA DIVULGAÇÃO DE CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO INFORMAÇÕES PARA DIVULGAÇÃO DE CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU em Educação Infantil e Ensino Fundamental (Séries Iniciais) EM MONTES CLAROS, NOVO CRUZEIRO, PIRAPORA,

Leia mais

INSTITUTO SINGULARIDADES CURSO PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR POR ANO E SEMESTRE DE CURSO

INSTITUTO SINGULARIDADES CURSO PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR POR ANO E SEMESTRE DE CURSO INSTITUTO SINGULARIDADES CURSO PEDAGOGIA MATRIZ CURRICULAR POR ANO E SEMESTRE DE CURSO 1º N1 1. Espaços e Práticas Culturais 40h N1 2. Oficina de Artes Visuais 80h N1 3. Prática de Leitura e escrita 80h

Leia mais

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Adriana Cristina Lázaro e-mail: adrianaclazaro@gmail.com Milena Aparecida Vendramini Sato e-mail:

Leia mais

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES Marcia Regiane Miranda Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes marcia.sme@pmmc.com.br

Leia mais

O lugar da oralidade na escola

O lugar da oralidade na escola O lugar da oralidade na escola Disciplina: Língua Portuguesa Fund. I Selecionador: Denise Guilherme Viotto Categoria: Professor O lugar da oralidade na escola Atividades com a linguagem oral parecem estar

Leia mais

O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE

O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE 689 O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 RESUMO: Este estudo traz os resultados de uma pesquisa de campo realizada em uma escola pública

Leia mais

O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL

O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL Larissa dos Santos Gomes Resumo O presente artigo refere-se ao trabalho de conclusão

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

Denise Fernandes CARETTA Prefeitura Municipal de Taubaté Denise RAMOS Colégio COTET

Denise Fernandes CARETTA Prefeitura Municipal de Taubaté Denise RAMOS Colégio COTET O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM INFANTIL NAS PERSPECTIVAS SÓCIO-HISTÓRICA, ANTROPOLÓGICA E PEDAGÓGICA: UM ESTUDO DO REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL Denise Fernandes CARETTA Prefeitura

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Instrumento para revisão do Projeto Político Pedagógico

Instrumento para revisão do Projeto Político Pedagógico SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL E FUNDAMENTAL

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Um punhado de sementes mágicas. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO O episódio Um punhado de sementes mágicas

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

111 ENSINO FUNDAMENTAL

111 ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO FUNDAMENTAL 111 A ORGANIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NO MUNICÍPIO 112 O Sistema Público Municipal de Ensino de Viana, acompanhando as mudanças educacionais de ordem político-pedagógica

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087

PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087 PARECER Nº 717/05 APROVADO EM 22.08.05 PROCESSO Nº 34.087 Consulta oriunda da Gerência da Educação Básica da FIEMG com pedido de orientações de ordem prática para cumprimento da Lei Federal nº 11.114,

Leia mais

AULA 07. Profª Matilde Flório. Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...)

AULA 07. Profª Matilde Flório. Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) AULA 07 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) FÁBRICA DE IDÉIAS PEDAGÓGICAS

Leia mais

AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03

AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03 AULA 09 Profª Matilde Flório Concurso PMSP- 2011 Reflexões Gerais para as dissertativas (recorte...) PARTE 03 DISSERTATIVA - 13 Magali, 07 anos de idade, iniciará sua vida escolar. Seus familiares compareceram

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

A MEMÓRIA DISCURSIVA DE IMIGRANTE NO ESPAÇO ESCOLAR DE FRONTEIRA

A MEMÓRIA DISCURSIVA DE IMIGRANTE NO ESPAÇO ESCOLAR DE FRONTEIRA A MEMÓRIA DISCURSIVA DE IMIGRANTE NO ESPAÇO ESCOLAR DE FRONTEIRA Lourdes Serafim da Silva 1 Joelma Aparecida Bressanin 2 Pautados nos estudos da História das Ideias Linguísticas articulada com Análise

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Profa. Me. Michele Costa

ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Profa. Me. Michele Costa ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Profa. Me. Michele Costa CONVERSAREMOS SOBRE Formação de Professores Continuação do diálogo sobre o professor de educação infantil.

Leia mais

Composição dos PCN 1ª a 4ª

Composição dos PCN 1ª a 4ª Composição dos PCN 1ª a 4ª Compõem os Parâmetros os seguintes módulos: Volume 1 - Introdução - A elaboração dos Parâmetros curriculares Nacionais constituem o primeiro nível de concretização curricular.

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2013 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV DISCIPLINA : LÍNGUA PORTUGUESA OBJETIVOS GERAIS Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Letrinhas Mágicas 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S) Carros Usados 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio Carros Usados faz parte da

Leia mais

Formação continuada de professores de música das escolas municipais de João Pessoa 1

Formação continuada de professores de música das escolas municipais de João Pessoa 1 Formação continuada de professores de música das escolas municipais de João Pessoa 1 Luis Ricardo Silva Queiroz 2 Universidade Federal da Paraíba Vanildo Mousinho Marinho 3 Universidade Federal da Paraíba

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação.

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação. Karen Alves de Andrade 1 RESUMO A inserção dos gêneros textuais no ensino vem mudando a dinâmica da educação em língua portuguesa em nosso país. A importância de se trabalhar a língua em uso, através de

Leia mais

Palavras-chave: Currículo. Educação Infantil. Proposta Curricular. Políticas Curriculares.

Palavras-chave: Currículo. Educação Infantil. Proposta Curricular. Políticas Curriculares. REFORMULAÇÃO DA PROPOSTA CURRICULAR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE SANTA RITA/PB: o processo de formulação das políticas BARROS, Maria Cristitna de Oliveira Bezerra 1 AMORIM, Ana Luisa Nogueira

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola.

Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Educação Integral, Escola de Tempo Integral e Aluno em Tempo Integral na Escola. Chico Poli Algumas vezes, fora da escola há até mais formação do que na própria escola. (M. G. Arroyo) É preciso toda uma

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROGRAMADAS: APROXIMAÇÃO DO ACADÊMICO DE PEDAGOGIA COM O PROFISSIONAL DO ENSINO Resumo HOÇA, Liliamar Universidade Positivo liliamarh@up.com.br MORASTONI, Josemary- Universidade Positivo

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Língua Portuguesa Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário, resumo) Fundamentos

Leia mais

O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA

O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1007 O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA Viviane Aparecida Ferreira

Leia mais

Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado

Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado Organização Curricular e o ensino do currículo: um processo consensuado Andréa Pereira de Souza Gestora da Formação Permanente na Secretaria Municipal de Educação do município de Mogi das Cruzes. Cintia

Leia mais

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DO GRANDE

Leia mais

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1 PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO INTRODUÇÃO Solange dos Santos (UFS) A leitura tem sido por muito tempo um tema muito debatido

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID

UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID UMA EXPERIÊNCIA EM ALFABETIZAÇÃO POR MEIO DO PIBID Michele Dalzotto Garcia Acadêmica do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Centro- Oeste/Irati bolsista do PIBID CAPES Rejane Klein Docente do

Leia mais