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3 APRESENTAÇÃO O Instituto de ciências sociais da PUC Minas, por meio dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Ciências sociais, Relações Internacionais e Serviço Social, realizou em Setembro de 2012 o primeiro Simpósio de Ciências Sociais, com o título Cidades e Fronteiras. O simpósio promoveu o diálogo e ampliou as interfaces de trabalho entre as áreas de conhecimento do Instituto, como também repercutiu a produção científica e técnica de seus corpos docente e discente, correlatas ao tema em discussão, aberto à participação da comunidade acadêmica interessada nas temáticas em foco. O tema das fronteiras deve ser abordado não apenas sob o prisma das zonas limítrofes dos territórios, em suas áreas de expansão, vetores de crescimento e barreiras fronteiriças; é intuito desse simpósio debater o espaço fronteiriço também segundo a capacidade relacional que esse estabelece dada sua natureza, qual seja a de ser primeiramente lugar de trocas materiais e simbólicas - lugar praticado por meio da atuação de agentes diversos nas escalas micro local, local, metropolitana, regional e nacional e internacional. A reflexão sobre a fronteira permite, também, retomar o argumento de que a ocupação do território é sempre inseparável de sua prática. Quando experimentamos viver num espaço urbano fazemos um continuado exercício de configurar relações sociais, estabelecer limites para a ação cotidiana de indivíduos ou de grupos, reconhecer direitos e arranjos sociais diversos, tornar efetivos os esforços de cooperação para a vida coletiva. Nesse sentido, pensar as fronteiras implica colocar em pauta a vida cotidiana, as construções nesse espaço comum de contato, a dimensão das relações de solidariedade, de intercâmbios, a percepção dos fronteiriços sobre seu espaço e a integração em diversas escalas. Página 3

4 Com vistas a permitir que a questão urbana correlata ao tema das fronteiras seja amplamente discutido em sua multidisciplinaridade, o tema geral do simpósio está subdivido em 4 sub temas: Megaeventos; Territorialidade, Governança e Políticas Sociais; Meio Ambiente e Políticas Urbanas; Proteção social, políticas sociais e modos de vida urbanos. Atenciosamente, Comissão Organizadora do I Simpósio de Ciências Sociais PROGRAMAÇÃO 24 a 27/09 - Como parte da programação do simpósio e paralelamente à apresentação de trabalhos em painéis, será realizada a 1ª Mostra Integrada de Extensão e Iniciação Científica do Instituto de Ciências Sociais da PUC Minas, cuja apresentação de trabalhos de extensão e iniciação científica será restrita aos professores e alunos do Instituto de Ciências Sociais da Universidade. Sala de multimeios do prédio /09 19h - Abertura Oficial SICS Conferência de abertura - Cidades e Fronteiras: O Direito a Cidades - Professor Edésio Fernandes Local: Auditório do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas 25/09-15h às 18h MEGA EVENTOS GT 01 - MEGA EVENTOS Local: Auditório 03 prédio 43 Coordenador: Hélio Oliveira Júnior (PROPPG Ciências Sociais) Debatedora: Rita de Cássia Lucena Velloso (ICS-PUC Minas) Página 4

5 Painelistas: Marcela Montalvão Teti (UFRJ); Naiane Loureiro dos Santos; Lucia Ciccarini Nunes (PUC- Minas); Marco Antônio Marinho. Pedro Ivo Brandão (Puc Minas); Tatiana Soledade Delfanti Melo (PUC-Minas) Radamés Vieira (Faculdade Ciências Jurídicas de Diamantina) ; Hélio Oliveira Jr. Daniel Freitas. (PUC Minas) 25/09 19h às 22h TERRITORIALIDADES, GOVERNANÇA GT 01 - Territorialidades, governança, identidades e soberania Local: Auditório 03 prédio vagas Coordenadora: Matilde de Souza (Relações Internacionais) Debatedora: Silvana Seabra (Ciências Sociais) Painelistas: Hérica Cristina Alves de Vasconcelos; Tiago Vieira Bontempo; Douglas Mansur da Silva e Victor Cezar de Sousa Vitor. GT 02 - Territorialidades, governança: dinâmicas políticas, cooperação, conflito - Local: Sala 316 prédio 47 Coordenadora: Taiane Las Casas Campos (Relações Internacionais/PUC Minas) Debatedor: Onofre dos Santos Filho (Relações Internacionais) Painelistas: Isaias Albertin de Moraes e Beatriz Rodrigues Bessa Mattos; Raquel de Bessa Gontijo de Oliveira; Luciana Leal Resende Paiva; Samuel Araújo Gomes da Silva; Pedro de Melo Braga. GT 03 - Territorialidades, governança: dinâmica dos grupos sociais e desafios da governança do território - Local: Sala 318 prédio 47 Coordenadora: Nathália Lelis (Arquitetura e Urbanismo) Debatedora: Rita Fazzi (Ciências Sociais) Página 5

6 Painelistas: Daiane de Oliveira Florêncio; Maria da Cunha Pinto Colares; Matheus Soares Cherem; Mônica Abranches GT 04 - Territorialidades, governança: aspectos da exclusão / desafios da inclusão - Local: Sala 325 prédio 47 Coordenadora: Regina Medeiros (Ciências Sociais/PUC Minas) Debatedor: Otávio Soares Dulci (PROPPG Relações Internacionais) Painelistas: Maria Flávia Vieira Batista; Maria Celeste Reis Fernandes de Souza; Rita de Cássia Liberato, Thiago Canettieri; Thiago Gonçalves; Rodrigo Faleiro Dolabella Cesar. Marco Antônio Souza Borges Netto 26/09 15h às 18h - Meio Ambiente; Políticas Urbanas GT 01 Construindo a Agenda na Área de Meio Ambiente Local: Sala 314 prédio 47 Coordenador: Carlos Alberto de Vasconcelos Rocha(Ciências Sociais/PUC Minas) Debatedora: Ricardo Ferreira Ribeiro (Ciências Sociais/PUC Minas) Painelistas: Daniela Cristina Oliveira Anastácio- Faculdade Minas Gerais/FAMIG; Edilvan Moraes Luna- Graduando em Ciências Econômicas pela Universidade Regional do Cariri Urca, Crato-Ce; Adélia Alencar Brasil- Graduada em Geografia pela Universidade Regional do Cariri- Urca, Crato- Ce; William Daldegan de Freitas- PUC Minas GT 02 - Políticas Urbanas: habitação e sustentabilidade- Local: Sala 327 prédio 47 Coordenador: Prof. Paulo Diniz (PUC Minas) Página 6

7 Debatedor: Profa. Chyara Sales (PUC Minas) Painelistas: Mário Peters, M.A- Leibniz Universität Hannover, Alemanha; Camila do Couto Seixas- Mestre em Desenvolvimento Sustentável (Universidade Harokopio/HUA); Graduada em Ciências Econômica (Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG); Graduada em Relações Internacionais (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/PUC-Minas) Universidade Harokopio (Atenas, Grécia); Alícia Duarte Penna PUC-Minas, Érico de Oliveira e Silva PUC-Minas, Laís Grossi de Oliveira PUC- Minas, Margarete Maria de Araújo Silva- PUC-Minas/ EA UFMG 26/09 19h às 21h30 - PROTEÇÃO SOCIAL, POLÍTICAS SOCIAIS E MODOS DE VIDA URBANOS GT1 Assistência social: institucionalidades e cotidiano Auditório do Museu de Ciências Naturais Coordenadora: Maria Raquel Lino de Freitas Serviço Social/PUC Minas Debatedora: Profa. Regina Coeli de Oliveira (Serviço Social/PUC Minas) Painelistas: Maria Raquel Lino de Freitas (Serviço Social/PUC Minas); Cibele Vieira Feital (Prefeitura Municipal de Belo Horizonte) Márcia Maria Silva Brandão (Secretaria Estadual de Defesa Social). GT 2 Serviços sociais, assistência social e políticas públicas Sala 318 prédio 47 Coordenador: Profa. Andréa Inês Dutra Braz (Serviço Social/PUC Minas) Debatedora: Profa. Maria Christina Cesarino Soares (Serviço Social/PUC MG) Página 7

8 Painelistas: Fernando Antônio França Sette Pinheiro Junior (CEDEPLAR/UFMG); Bárbara Diniz Caldeira, Cléssio Cunha Mendes, Rafael Gonçalves (Serviço Social/PUC Minas); Alan Pereira da Silva (Serviço Social/PUC Minas); Carlos Eduardo Batista Costa ( PPGCS/PUC Minas). GT3 Inserções da juventude na cidade: circuitos e curto-circuitos Sala 314 prédio 47 Coordenadora: Profa. Regina de Paula Medeiros PPGCS/PUC MInas Debatedor: Prof. Robson Sávio Reis Souza - Serviço Social/PUC Minas Painelistas: Laís de Oliveira (Ciências Sociais/UFJF); Rafael Lacerda Silveira Rocha (PPGS/UFMG); Camila Mendes Froede (Relações Internacionais/PUC Minas); Samuel Santos (PPGIEL-Educação Física/UFMG) GT 4 Reconhecimento social: a sociedade do não reconhecimento Sala 325 prédio 47 Coordenadora: Profa. Yara Maria Frizzera Santos (Serviço Social/PUC Minas) Debatedora: Profa. Carmem Lícia Macedo de Almeida (Serviço Social/PUC Minas) Painelistas: Carmen Lícia Macedo de Almeida, Yara Maria Frizzera Santos, Fabrícia Melatto, Mônica Silva, Pedrina Leite, Valéria Bastos; Jefferson Pinto Batista (CRESS/MG); Cirlene de Jesus Costa e Lívia Vallory Figueiredo (Serviço Social/PUC Minas); Bárbara Francis Pereira da Silva, Elizabete Maria da Silva, Emanuelle Xavier da Silva, Jéssica Padrão Silveira (Enfermagem/PUC Minas); Ana Beatriz Melo (PPGCS/PUC Minas). Página 8

9 GT 5 Cidades: narrativas e vivências Local: Sala 316 prédio 47 Coordenador: Profa. Debora Maria Davi Luz- Serviço Social/PUC Minas Debatedora: Profa. Juliana Jayme Gonzaga-PPGCS/PUC Minas Painelistas: Vanessa Costa Soares (PPGCS/PUC Minas); Rejane de Oliveira Nazário (PPGCS/PUC Minas); Ana Helena do Nascimento Barbosa (Ciências Sociais/UFCeará); Fernanda Favorito (PMH/Universidade Anhembi-Morumbi/SP); Nayara de Amorim Salgado; graduanda em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade de Minas Gerais GT 6 Intervenções do poder público e (des) qualificação da vida urbana Sala 327 prédio 47 Coordenadora: Profa. Andréa Gontijo Alvares (Serviço/Social/PUC Minas) Debatedora: Profa. Alicia Duarte Penna (Arquitetura e Urbanismo/PUC MG) Painelistas: Karine Gonçalves Carneiro (PPGCS/PUC Minas); Mariana Ramos de Morais (PPGCS/PUC Minas); Theresa Raquel Reis Timo (PPGCS/PUC Minas); Daniele Cardoso do Nascimento, Elis Rocha Palmeira e Laise Copolillo Ayres (Relações Internacionais/PUC Minas). 26/09 14h às 18h Oficina do Estatuto da Cidade: Instrumentos de planejamento urbano para o Brasil atual 50 vagas - Sala 325 prédio 47 Professores Rita Velloso e Lúcia Ciccarini 27/09 14h Encerramento Mesa redonda: Balanço do I Simpósio e perspectivas - Página 9

10 Local: Auditório do Museu Ciências Naturais 27/09-16h Lançamento do Portal Cooperação Urbana Parceria da PUC Minas com a Fundação AVSI, no âmbito do programa dologias e Instrumentos para Redução da Pobreza Urbana, Melhorias Habitacionais e Regularização Fundiária - Local: Auditório do Museu Ciências Naturais. SUMÁRIO Apresentação...03 TEMA: MEGA EVENTO...18 Grupo Temático 1: Megaeventos: impactos, reflexos, retóricas do legado... T1 Megaeventos e psicologia social. Marcela montalvão Teti (UFRJ)...18 T2 Impactos socioespaciais, ambientais e culturais. Naiane Loureiro. Lucia Ciccarini (PUC- Minas)...24 T3 A venda do espetáculo e a retórica do legado. Marco Antônio Marinho. Pedro Ivo Brandão (PUC Minas)...30 T4 experiências positivas/tendências negativas em vésperas de copa do mundo. Tatiana Melo (PUC-Minas)...37 T5 Investimento ou passivo social. Radamés Vieira (Faculdade Ciências Jurídicas de Diamantina)...45 T6 - Reflexões sobre os impactos das obras de mobilidade. Hélio Oliveira Jr. Daniel Freitas. (PUC Minas)...51 Página 10

11 TEMA: TERRITORIALIDADES, GOVERNANÇA E POLÍTICAS SOCIAIS Grupo Temático 1 Territorialidades, governança, identidades e soberania T1 Entre o épico e a perdição: uma análise do imaginário territorial na identidade portuguesa. Autora: Hérica Cristina Alves de Vasconcelos...57 T2 Relativização da soberania em face à nova ordem internacional. Autor: Tiago Vieira Bontempo...66 T3 Cultura Cosmopolita versus identidade local? Mapeando zonas de turbulência, identidades e memórias no espaço público de Viçosa/MG. Autores: Douglas Mansur da Silva e Victor Cezar de Sousa Vitor...74 Grupo Temático 2 Territorialidades, governança: dinâmicas políticas, cooperação, conflito T1 Os Brasiguaios e os recentes conflitos pela posse da terra no Paraguai - Autores: Isaias Albertin de Moraes e Beatriz Rodrigues Bessa Mattos...80 T2 O Brasil e os Estados Unidos: um sobrevoo pela bibliografia sobre a política externa brasileira. Autora: Raquel de Bessa Gontijo de Oliveira...86 T3 Análise de investimentos com recursos do BNDES nas fronteiras brasileiras: o desenvolvimento na fronteira oeste. Autor: Kaully Furiama Santos...93 T4 Cooperação descentralizada e atração de investimento externo direto: possibilidades e desafios. Um estudo de caso sobre Minas Gerais e São Paulo. Autora: Luciana Leal Resende Paiva...99 T5 A perspectiva da descentralização e o financiamento de projetos de desenvolvimento: o relacionamento de Minas Gerais com o Banco Mundial entre 2003 e Autor: Samuel Araújo Gomes da Silva Página 11

12 T6 A bacia hidrográfica do Rio Paraná: uma análise do provimento de bens públicos para conservação de espaços na região da fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai. Autor: Pedro de Melo Braga Grupo Temático 3 Territorialidades, governança: dinâmica dos grupos sociais e desafios da governança do território T1: O apogeu e a derrocada do distrito de Mestre Caetano Sabará/MG. Autora Daiane de Oliveira Florêncio (expositora) e outros T2: Arranjos institucionais participativos e movimentos sociais: uma análise de dimensões possíveis de empoderamento a partir da experiência de participação social no âmbito do Legislativo mineiro. Autoras: Maria da Cunha Pinto Colares; Carla Bronzo Ladeira Carneiro T3 As novas práticas urbanas em Belo Horizonte. Autor Matheus Soares Cherem T4 Planejamento urbano participativo: mapeamento dos problemas da cidade pelos seus diversos atores. Autora: Mônica Abranches Grupo Temático 4 Territorialidades, governança: aspectos da exclusão / desafios da inclusão T1 Detento/a, família, vulnerabilidades: estudo exploratório de uma unidade prisional. Autoras: Maria Flávia Vieira Batista; Maria Celeste Reis Fernandes de Souza T2 A dispersão da pobreza de Belo Horizonte na Região Metropolitana. Autores: Rita de Cássia Liberato, Thiago Canettieri; Thiago Gonçalves T3 Dicotomias da Marginalização. Autor: Rodrigo Faleiro Dolabella Cesar Página 12

13 T4 Descumprimento da função social da cidade: a comunidade Dandara e a política habitacional de Belo Horizonte. Autor: Marco Antônio Souza Borges Netto TEMA: MEIO AMBIENTE; POLITICAS URBANAS Grupo Temático 1- Construindo a Agenda na área de Meio Ambiente T1 - A Construção Social da Sustentabilidade Urbana- Daniela Cristina Oliveira Anastácio- Faculdade Minas Gerais/FAMIG T2 - O Posicionamento dos EUA nas Negociações do Protocolo de Kyoto- William Daldegan de Freitas- PUC Minas Grupo Temático 2 Políticas Urbanas: Habitação e Sustentabilidade T1 - Política Habitacional e Distinção Social em Belo Horizonte- A Fundação e o Desenvolvimento da Cidade Jardim e do Conjunto IAPI como áreas residenciais, entre Mário Peters, M.A- Leibniz Universität Hannover, Alemanha T2 - Cooperativas de Catadores de Material Reciclável, Sustentabilidade e Inclusão Social: Um Estudo de Caso do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos do Município de Belo Horizonte (MG)- Camila do Couto Seixas- Mestre em Desenvolvimento Sustentável (Universidade Harokopio/HUA); Graduada em Ciências Econômica (Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG); Graduada em Relações Internacionais (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/PUC-Minas) Universidade Harokopio (Atenas, Grécia) T3 - Processo e Forma, Desenho e Significado no Des-Aglomerado da Serra- Alícia Duarte Penna PUC-Minas, Érico de Oliveira e Silva PUC-Minas, Laís Grossi de Página 13

14 Oliveira PUC-Minas, Margarete Maria de Araújo Silva- PUC-Minas/ EA UFMG TEMA: PROTEÇÃO SOCIAL, POLÍTICAS SOCIAIS E MODOS DE VIDA URBANOS Grupo Temático 1 Assistência social: institucionalidades e cotidiano T1 Pobreza, desigualdades e discriminação: expressões dos usuários da política de assistência social. Autora: Maria Raquel Lino de Freitas (Serviço Social/PUC Minas) T2 Assistência social: identidade e alcance. Autora: Cibele Vieira Feital (Secretaria Estadual de Defesa Social) T3 O trabalho em rede e a intersetorialidade na práxis socioeducativa de internação provisória: contribuições do serviço social na garantia do acesso aos direitos. Autora: Márcia Maria Silva Brandão (Secretaria Estadual de Defesa Social) Grupo Temático 2 Serviços sociais, assistência social e políticas públicas T1 A complexidade da provisão de serviços sociais. Autor: Fernando Antônio França Sette Pinheiro Junior (CEDEPLAR/UFMG) T2 Fronteiras da educação: a inserção do assistente social nas escolas. Autores: Bárbara Diniz Caldeira, Cléssio Cunha Mendes, Rafael Gonçalves (Serviço Social/PUC Minas) T3 O Sistema Único de Saúde como efetivação de direitos. Autor: Alan Pereira da Silva (Serviço Social/PUC Minas) Página 14

15 T4 Compaixão laica: OSCIP, uma travessia do desencantamento da cidadania em metáforas ordenadas do controle social. Autor: Carlos Eduardo Batista Costa (PPGCS/PUC Minas) Grupo Temático 3 Inserções da juventude na cidade: circuitos e curtocircuitos T1 - Movimentos culturais urbanos e pós-modernos: o caso do manguebeat e dos grupos recriadores em São Paulo. Autora: Laís de Oliveira (Ciências Sociais/UFJF) T2 - No meio do caminho tinha uma pedra. Circuitos de consumo de crack na cidade de Belo Horizonte (MG), um estudo do bairro Lagoinha. Autora: Nayara de Amorim Salgado (Ciências Sociais/PUC Minas) T3 - Uma análise das relações de rivalidade e pertencimento entre gangues juvenis em um aglomerado de Belo Horizonte. Autor: Rafael Lacerda Silveira Rocha (PPGS/UFMG) T4 - Revolution: o Rock and Roll e os Beatles na contracultura soviética. Autora: Camila Mendes Froede (Relações Internacionais/PUC Minas) T5 - Lazer e formação profissional: a construção de sabres de oficineiros do programa Fica Vivo. Autor: Samuel Santos (PPGIEL-Educação Física/UFMG) Grupo Temático 4 Reconhecimento social: a sociedade do não reconhecimento T1 Emprego doméstico: um estudo sobre reconhecimento social. Autoras: Carmen Lícia Macedo de Almeida, Yara Maria Frizzera Santos, Fabrícia Melatto, Mônica Silva, Pedrina Leite, Valéria Bastos (Serviço Social/PUC Minas) Página 15

16 T2 Idoso: reconhecimento de uma autonomia contraditória. Autor: Jefferson Pinto Batista (CRESS/MG) T3 Abuso sexual intra-familiar e pacto do silêncio; fronteiras da convivência e conivência. Autoras: Cirlene de Jesus Costa e Lívia Vallory Figueiredo (Serviço Social/PUC Minas) T4 Assistência de enfermagem à mulher vítima de violência sexual no serviço público de saúde em Belo Horizonte: refletindo sobre a política de proteção social na saúde da mulher. Autoras: Bárbara Francis Pereira da Silva, Elizabete Maria da Silva, Emanuelle Xavier da Silva, Jéssica Padrão Silveira (Enfermagem/PUC Minas) T5 Competição e autogestão em fábricas recuperadas no Brasil: é possível viver sem duplicidade a hegemonia do mercado e luta contra ela? Autora: Ana Beatriz Melo (PPGCS/PUC Minas) Grupo Temático 5 Cidades: narrativas e vivências T1 A cidade-empresa de Ipatinga e seus personagens: um olhar sobre as políticas da Usiminas e seus reflexos sociais. Autora: Vanessa Costa Soares (PPGCS/PUC Minas) T2 A Consolidação da periferia nas fronteiras da RMBH: Um estudo sobre os conjuntos habitacionais estatais. Autora: Rejane de Oliveira Nazário (PPGCS/PUC Minas) T3 Etnografia nos postais: discursos, imagens e vivências na Praça do Ferreira. Autora: Ana Helena do Nascimento Barbosa (Ciências Sociais/UFCeará) Página 16

17 Grupo Temático 6 Intervenções do poder público e (des)qualificação da vida urbana T1 Nova Luz e Sombras: o Projeto Nova Luz [São Paulo, Brasil]. Autora: Karine Gonçalves Carneiro (PPGCS/PUC Minas) T2 Segregação socioespacial e políticas públicas: em busca de melhorias para a população em situação de pobreza. Autora: Mariana Ramos de Morais (PPGCS/PUC Minas) T3 Isolamento X integração: como vivem mulheres moradoras de um novo bairro no Minha Casa Minha Vida. Autora: Theresa Raquel Reis Timo (PPGCS/PUC Minas) T4 A parceria entre a sociedade e o Estado: o exemplo do movimento Nossa BH como uma alternativa nesta interação. Autoras: Daniele Cardoso do Nascimento, Elis Rocha Palmeira e Laise Copolillo Ayres (Relações Internacionais/PUC Minas) Página 17

18 O Instituto de Ciências sociais não se responsabiliza pelo conteúdo dos textos publicados, que são de exclusiva responsabilidade de seus autores. 1 - MEGAEVENTOS E PSICOLOGIA SOCIAL: UM BREVE ESTUDO SOBRE AS MUDANÇAS TERRITORIAIS NA HISTÓRIA DO PORTO DO RIO DE JANEIRO E SUAS IMPLICAÇÕES POLÍTICO-SOCIAIS. Marcela Montalvão Teti O presente trabalho é resultado parcial da atividade de doutorado, iniciada em março de 2011 e que ainda continua em curso. Originário de um instituto de psicologia, tem o intuito de debater os problemas porque passam os indivíduos e grupos sociais, imersos, atravessados, por transformações e reformas urbanas. Por meio de uma proposta interdisciplinar, intenta pensar como modificações, na paisagem geográfica e urbana de uma cidade, podem resultar em efeitos de subjetivação. Distante de perspectivas que propõem uma psique unicamente centrada em indivíduos, o presente trabalho analisa como as relações sociais, atravessadas por forças históricopolíticas, concorrem para o engendramento de indivíduos. Nesse sentido, realiza um estudo a respeito das formas como transformações urbanas na região portuária do Rio de Janeiro, promovem mudanças nas formas como os indivíduos entendem a si mesmo e o mundo circundante. O período envolvido no trabalho de pesquisa é de quatro anos, , aquele que antecede a realização da Olimpíada de Para tanto, o trabalho de pesquisa foi dividido em duas vertentes. Uma histórica, no sentido de buscar quais modelos de urbanização atuaram na Página 18

19 região portuária no último século, procurando destacar a especificidade do modelo que permeia a reforma urbanística estimulada pela lógica do megaevento. A outra vertente de pesquisa é de cunho etnográfico e tem o intuito de acompanhar mais de perto, junto aos moradores da região, o que implica a social e politicamente a pertinência da realização dos jogos olímpicos para a região estudada. Nesta segunda etapa, a participação regular nas reuniões do Fórum Comunitário do Porto do Rio de Janeiro e do Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, assim como leitura de relatórios e dossiês de denúncias contra violações de direitos humanos, produzidos pelos dois grupos, foram importantes para a apresentação dos resultados. A iminência dos Jogos Olímpicos na cidade do Rio de Janeiro produz na região portuária, a atuação de políticas e intervenções urbano-territoriais. São múltiplos os exemplos: construção do Museu do Mar e do Amanhã, reforma do Píer Mauá, da retirada do Viaduto da Perimetral, reforma da Praça Mauá, reconstrução do Cais do Valongo, instalação de Teleférico no Morro da Providência, construção e abertura de vias de acesso. O modelo usado para a reurbanização do Porto, apesar de controverso, é o da zona portuária de Barcelona. Na iminência dos Jogos Olímpicos de 1992, a cidade espanhola foi modificada. Baseados em projetos públicos, elaborados cerca de 10 anos antes, e com o estímulo financeiro internacional para realização dos jogos, Barcelona sofreu intervenção pública e privada para transformação da paisagem visual e estrutural. Dentre as principais alterações, os projetos privilegiavam a utilização dos espaços públicos e foram ancorados em reconstrução de praças, aumento das áreas verdes nesses espaços e instauração de vias públicas. Ao final dos jogos olímpicos daquele ano, o processo de instalação de equipamentos e reordenação urbana alcançou tamanho sucesso que hoje aquele modelo de reforma é bastante difundido. De certo modo, foi a lógica da construção de espaços abertos e de passagem, que operou também junto às transformações urbanas para a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, e na reestruturação do Porto de Buenos Aires, na Argentina, durante o governo de Página 19

20 Carlos Menem. Dentre as principais consequências das medidas de reurbanização, afirmam os governantes, estão a revitalização das áreas portuárias, antes locus de marginalidade, insegurança pública, tráfico e uso indiscriminado de entorpecentes, disseminação de doenças, dificuldades de circulação. A revitalização desses espaços, portanto operaria uma maior quantidade e qualidade nos fluxos de pessoas, que passam a atuar inclusive em torno de bares, restaurantes, espaços culturais e de conhecimento. Seguindo esses exemplos, a prefeitura do Rio e o Governo brasileiro afirmam que a cidade tem a possibilidade de alcançar o mesmo destino de Barcelona. As reformas dotariam o Rio e o porto de aparatos necessários para abarcar diversidade cultural, qualidade de vida e atendimento das exigências do fluxo turístico, que pretende ocupar as ruas da região nos próximos anos. Entretanto, uma breve análise dos modelos de urbanização que atuaram nas cidades, inclusive no Rio de Janeiro, e consequentemente na região portuária, mostraria que o problema da mobilidade urbana sempre esteve presente de uma forma ou de outra. Sem que, no entanto, a melhoria dos processos de mobilidade implicasse melhoria na qualidade de vida a população, mas simplesmente maior facilidade do deslocamento das classes dirigentes aos locais de produção. Ao todo, chamaríamos atenção para quatro desses modelos. O primeiro deles teria seu início na segunda metade do século XIX e teria como foco a construção de indústrias e fábricas próximos às regiões portuárias das cidades, no intuito de facilitar embarque e desembarque de produtos e pessoas. Nesse momento, residências são construídas próximas a estes locais a fim de facilitar o deslocamento de pessoas de suas casas para o trabalho e vice-versa. O segundo modelo de urbanização viria nas primeiras décadas do século XX e estaria marcado pela construção de grandes vias de acesso. Em geral essas pistas eram construídas no sentido de cortar as cidades, algumas vezes de um canto a outro, a fim de que as classes dirigentes pudessem construir moradia longe do ambiente de trabalho, sem que, no entanto seu deslocamento fosse prejudicado pela distância. Essa modificação urbana se fez necessária em virtude da alta Página 20

21 proletarização das regiões próximas às fábricas e indústrias e da necessidade da classe dirigente de não estar próxima das regiões de pauperização. O terceiro modelo identificado seria o de construção de grandes vias suspensas, localizado a partir da década de A partir desse momento, o congestionamento nas cidades havia crescido muito, sendo necessárias outras vias de mobilidade. Para além das grandes pistas, boa parte das cidades passa a desfrutar de grandes viadutos ornamentando a paisagem. O último modelo teria relação direta com o modelo de cidade que é implantado junto aos megaeventos. É o modelo que começa a entrar em vigor há mais ou menos 30 anos e que privilegia a circulação em espaços públicos e cada vez mais modifica os equipamentos urbanos a fim de possibilitar idas e vindas de mercadorias e pessoas, sejam turistas ou residentes. É o modelo que produz em grande quantidade transportes subterrâneos, ciclovias, praças públicas de livre acesso, sempre com o argumento de tornar a cidade mais bonita, mais habitável, com um visual límpido e sem interposições de quaisquer equipamentos de concreto. Não é a toa que atualmente, os viadutos tão necessários anteriormente, são apresentados como um obstáculo à visualização da paisagem citadina. Nesse último modelo, está em jogo uma necessidade de uma parte da população, sejam efetivos do poder público ou privado, de ocupar espaços antes considerados degradados. O intuito de um projeto de Porto Olímpico é o de facilitar a chegada e circulação de turistas, assim como o deslocamento dos mesmos das regiões centrais para demais áreas, nas quais a Olimpíada deve se realizar. E, sob o argumento de melhoria da mobilidade urbana e melhoria da qualidade de vida de uma população, a cidade do Rio de Janeiro produz ações de segregação e exclusão social. Mais uma vez, no desenho urbano que se pode acompanhar, o privilégio é pelo deslocamento das classes dirigentes e completa desconsideração pelos moradores das regiões degradadas, relegados sempre ao segundo plano nos projetos. No tocante às análises, a respeito do sucesso de modelo de urbanização na zona portuária de Barcelona, pesquisadores salientam que antes mesmo de sua indicação como sede Página 21

22 Olímpica os projetos urbanos já existiam. Seu reconhecimento como sede, veio somar forças para realizar projetos iniciados ou que estavam entravados por ausência de recursos. Por ser um projeto pensado bem antes de ser colocado em prática, a população das áreas afetadas foi participativa no processo. Mesmo aqueles que precisaram ser removidos, foram com negociação, viabilizando benefícios para as partes. O que os autores chamam a atenção, é que no Rio, o que se passa é o percurso contrário do que foi efetivado na cidade espanhola. Os projetos urbanos passaram a existir depois da indicação da sede olímpica dos jogos de 2016 e são implantados com demasiada rapidez, sem participação popular na elaboração dos mesmos. Fica, portanto, evidente que a retirada da população residente e a construção de equipamentos olímpicos são direcionadas somente ao desfrute uma elite cultural e social. E isso acontece sem o devido conhecimento por parte dos moradores que acompanham diariamente as construções do porto sem saber que, em poucos meses, é sua casa que será demolida e que logo serão eles que não terão lugar para morar. Muitos moradores são obrigados a se deslocar para comunidades miliciadas, como as de Senador Camará, afastados dos locais de trabalho e centros de saúde pública. A partir desse quadro político de modificações, importa à psicologia refletir a égide de uma diversificação cultural, processos de segregação social e exclusão que se configuram. A partir do exposto fica claro quais indivíduos devem atuar em determinado espaço público e quais relações são permitidas no exercício cotidiano das atividades portuárias. Palavras-chave: Região portuária, Rio de Janeiro, Olimpíadas, Urbanização, Segregação social. Referências Bibliográficas. Página 22

23 ARTICULAÇÃO NACIONAL DOS COMITÊS POPULARES DA COPA. Megaeventos e violações de direitos humanos no Brasil. 2ª Ed. 10 de dezembro de Disponível em: < %C3%AA-nacional-de-viola%C3%A7%C3%B5es-de-direitos-humanos>. Acesso em: 24 ago FORUM COMUNITÁRIO DO PORTO. Relatório de violação de direitos e reivindicações. 24 de maio de Disponível em: < Acesso em: 24 ago LIRA, Ana Carla Cortês de. Enseñanzas útiles de la Barcelona Olímpica: aspectos que se deben tener en cuenta a la hora de intentar reproducir un modelo. Cadernos do PROARQ, Rio de Janeiro, n. 17, dez/2011, p Disponível em: < Acesso em: 24 ago RIO DE JANEIRO (Estado). História. Docas do Rio: autoridade portuária. Disponível em: <http://www.portosrio.gov.br/node/4>. Acesso em: 09 set IMPACTOS SOCIOESPACIAIS, AMBIENTAIS E CULTURAIS DA COPA DO MUNDO 2014 E OLIMPÍADAS 2016 NA Página 23

24 CONSTRUÇÃO E DESCONSTRUÇÃO DO ESPAÇO METROPOLITANO DE BELO HORIZONTE, MINAS GERAIS Naiane Loureiro dos Santos 1 Lúcia Helena Ciccarini Nunes 2 Resumo A Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, por meio da Pró-reitoria de Extensão-ProEx e do Observatório de Políticas Urbanas-OPUR integra um Instituto em Rede denominado Observatório das Metrópoles, vinculado ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia- INCT. Em 2011, o OPUR/ProEx integrou mais um projeto de pesquisa nacional, coordenado pelo Observatório das Metrópoles, que tem como finalidade a elaboração e aplicação de instrumentos de monitoramento dos impactos relacionados aos megaeventos na estrutura urbano-metropolitana das cidades-sedes da Copa 2014 e das Olimpíadas Rio 2016, financiado pela FINEP. 1 Doutoranda em Ciências Sociais pela PUC Minas; técnica do Observatório de Políticas Urbanas da Pró-reitoria de Extensão da PUC Minas; pesquisadora do Observatório das Metrópoles/Núcleo Belo Horizonte. 2 Mestre em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro; Professora e pesquisadora do Observatório de Políticas Urbanas da Pró-reitoria de Extensão da PUC Minas; Pesquisadora do Observatório das Metrópoles/Núcleo Belo Horizonte. Página 24

25 O projeto de pesquisa denominado Monitoramento de impactos socioespaciais relacionados a megaeventos esportivos: Olimpíadas e Copa do mundo nas metrópoles - Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza, Natal, Manaus e Cuiabá, utiliza como metodologia a pesquisa qualitativa e quantitativa, tendo por base a observação e análise do contexto atual da preparação brasileira para a Copa do Mundo e Olimpíadas, aliada à comparação com experiências anteriores. Para a realização desta análise, o projeto estrutura-se em 5 eixos temáticos interdisciplinares. O presente artigo centra-se no eixo temático: Governança Urbana e Metropolitana. Assistiram-se a seminários, reuniões temáticas, audiências públicas, congressos e outros eventos afins. Foram realizadas pesquisas junto aos alunos do Curso de Capacitação de Conselheiros Municipais e Agentes Sociais, realizado anualmente pelo OPUR desde Neste ano, foram ministradas aulas com debates e dinâmicas de grupo para discutir o tema dos Megaeventos, portanto, foram relatados fatos importantes que merecem ser analisados. Outra iniciativa relevante foi a seleção de informações oficiais disponibilizadas pelos portais de Governo do Estado e Prefeitura de Belo Horizonte, em especial, os da transparência, alem dos portais do Legislativo, Judiciário e Ministério Público com o objetivo de identificar novos arranjos institucionais de gestão urbana metropolitana, em caráter simulatório. Neste sentido, promoveu-se ainda um diagnóstico setorial sobre conselhos municipais e outras instâncias de governança, catalogadas pelo OPUR/ProEx para a elaboração do Plano Metropolitano da RMBH-PDDI, encomendado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional do Estado de Minas Gerais-SEDRU, bem como do volume III Estudos Página 25

26 Setoriais do referido plano. Tais estudos mostram uma forte institucionalização de instâncias de governança formal, porém um baixo grau de participação efetiva dos representantes da sociedade civil, em contrapartida a representação dos empresários junto ao governo nos projetos de desenvolvimento urbano mostra-se extremamente articulada. Até o presente momento pode-se observar significativos impactos emergentes das obras dos Megaeventos, no que diz respeito às questões ambientais, segundo dados mostrados em reportagem no Jornal Estado de Minas, Belo Horizonte eliminou mais de 22 mil árvores desde 2010: árvores 650 no estádio do Mineirão e quase 500 na Avenida Cristiano Machado, um dos corredores que receberão o BRT. A derrubada se soma ao corte de outros espécimes em ruas e avenidas de BH e alcança o total de árvores suprimidas até outubro. [...] Belo Horizonte registra um déficit de pelo menos árvores em relação ao início do ano (Flávia Ayer. 21/11/ :12 Além da derrubada das árvores, vários prédios que datam da construção da cidade foram demolidos, incluindo escolas públicas, para alargamento de avenidas, por exemplo, para a duplicação da avenida Antonio Carlos estão sendo desapropriados e indenizados mais de 250 imóveis a um custo de aproximadamente R$ 110 milhões ao longo dos 2,2 quilômetros que estão em obras. Já foram realizados 80% de acordos firmados com proprietários de imóveis e já demolidos 55% das edificações. O caso da avenida Pedro I, três décadas de Pampulha estão sendo demolidas, mais 207 imóveis serão desapropriados até o final da obra. (Valquíria Lopes. 28/07/ :00. Página 26

27 Quanto aos impactos socioespaciais, o mais freqüente, no caso da região metropolitana de Belo Horizonte, tem sido o relacionado à questão habitacional, como problemas com remoções, assentamentos informais, moradores em situação de rua, e também relacionados a questão trabalhista, como vendedores ambulantes e trabalhadores informais entre muitos outros. No que diz respeito aos impactos culturais, também decorrentes dessas intervenções acima citadas, foram catalogadas redução da produção de alimentos e bebidas típicos na RMBH, tais como o feijão tropeiro, tradição no Estádio do Mineirão, além de outras comidas tradicionais e artesanato. Assim, a proposta deste artigo consiste em refletir estratégias preventivas de defesa do patrimônio cultural e natural da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Palavras-Chave: Megaeventos. Governança democrática. Transparência, metrópole 1 Objetivos Este trabalho tem por objetivos discutir as estratégias preventivas de defesa do patrimônio cultural e natural da Região Metropolitana de Belo Horizonte por meio da identificação e análise da governança urbana e metropolitana, com ênfase na identificação de processos de emergência de novas coalizões de forças sociais, econômicas e políticas na gestão das cidades, processos de organização do movimento social, processos de fortalecimento do planejamento urbano e processos de controle social que possam Página 27

28 reduzir os impactos negativos causados pela turistificação da capital e região em função da Copa do Mundo e Jogos Olímpicos e a patrimonialização da natureza. 2 Metodologia e informações utilizadas a) 1º Análise dos primeiros resultados da pesquisa Megaeventos e Metropolização ; b) 2º Identificação de estudos setoriais sobre os impactos ambientais, culturais e socioespaciais emergentes dos megaeventos da copa de 2014 e das olimpíadas de 2016 na RMBH; c) 3º Análise do grau de governança e da transparência nos processos de acessibilidade da informação pela população via pesquisa realizada junto aos alunos do curso de capacitação de conselheiros municipais e agentes sociais, edição 2011; d) 4º Sistematização dos resultados e elaboração das proposições. 3 Resultados Apresentação dos espaços populares criados para enfrentamento de redução dos impactos negativos ocasionados pelos promotores dos megaeventos, como por exemplo: Comitê dos Jogos Limpos, Comitê dos Atingidos pela COPA, Atletas pela Cidadania etc; discutir o papel da articulação da Frente pela Cidadania Metropolitana, das redes sociais e portais na discussão do tema Megaeventos; de modo a demonstrar o papel da Página 28

29 universidade na formulação e avaliação de políticas públicas para redução dos impactos negativos dos megaeventos na RMBH. Referências DOMINGUES, Edson Paulo; BETARELLI JUNIOR, Admir Antonio; MAGALHÃES, Aline Souza. Copa do mundo 2014: impactos econômicos no Brasil, em Minas Gerais e em Belo Horizonte. Belo Horizonte: CEDEPLAR/UFMG, INSTITUTO HORIZONTES. Ações e projetos estratégicos para o vetor noroeste da RMBH. Maio de Disponível em: <http://www.institutohorizontes.org.br/imagens/ estudoseprojetos/pae_noroeste-termo-de-referencia.pdf>. Acesso em: 27 fev PORTER, P. K. Mega-sports events as municipal investments: a critique of impact analysis. In: FIZEL, J.; GUSTAFSON, E.; HADLEY, L. (Ed.) Sports economics: current research. Westport: CT: Praeger, p RIBEIRO, Luiz César de Queiroz; SANTOS JÚNIOR, Orlando Alves dos (Coord.). Monitoramento de impactos sócio-espaciais relacionados a mega-eventos esportivos: olimpíadas e copa do mundo nas cidades-metrópoles: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza, Natal, Manaus e Cuiabá. Rede Nacional Observatório das Metrópoles, Disponível em: <http://www.observatoriodasmetropoles.net/projetomegaeventos/> ROCHE M. Mega events and urban policy. Annals of Tourism Research, v. 21, p.1-19, Página 29

30 3 COPA DE 2014: A VENDA DO ESPETÁCULO E A RETÓRICA DO LEGADO Marco Antônio Couto Marinho e Pedro Ivo Martins Brandão No dia 30 de outubro de 2007, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) anunciou que o Brasil seria a sede da Copa do Mundo de A escolha do país logo desencadeou uma série de notícias sobre o evento na mídia brasileira. Pouco tempo depois, Belo Horizonte foi confirmada como uma das capitais que receberia jogos do maior torneio entre seleções nacionais de futebol do mundo. Serão seis partidas, incluindo quatro da primeira fase, uma das oitavas de final e uma das semifinais. E novamente os veículos de comunicação locais e regionais pautaram diversas matérias envolvendo o tema, que passou a fazer parte das discussões cotidianas da população. Nas primeiras abordagens, falou-se muito do esporte, dos craques que poderiam atuar nos campos mineiros, dos turistas que invadiriam a cidade, na festa, no espetáculo. No discurso oficial dos representantes da Prefeitura Municipal e do Governo do Estado de Minas Gerais, uma palavra ganhou destaque e passou a ser usada na estratégia retórica de defesa do evento e dos investimentos que ele demandaria: legado. O apelo está presente até nos documentos divulgados por meio do sítio eletrônico Transparência da Copa 2014 do Estado de Minas Gerais. O legado consistiria, portanto, num instrumento legitimador do evento, visto pelo conteúdo esperançoso, e em tom otimista, sobre aquilo de bom que a realização da Copa de 2014 poderia gerar como benefício público, concreto e duradouro para a cidade e seus habitantes. Página 30

31 Neste trabalho, não temos a pretensão de medir ou julgar os possíveis ganhos e perdas públicas geradas por esse megaevento. Contudo, a proposta é analisar algumas questões relacionadas à venda da imagem positiva utilizada para justificar os custos que vem sendo feitos pelo Poder Público. Figura 1 - Peça de propaganda do Governo Federal sobre a Copa do Mundo de 2014 Fonte: Portal 2014/ Brasil, A venda de qualquer sonho é feita, antes de tudo, com a realização de promessas que produzem como efeito expectativas de que o sonho se concretize. Em um contexto urbano como o de Belo Horizonte, por exemplo, tais promessas alimentam a fé ou a esperança por melhorias de acesso ao consumo de bens sociais publicamente escassos como a segurança pública, a mobilidade urbana, a educação e a saúde. Ao todo, segundo o Portal da Transparência do Governo Federal, serão gastos na capital mineira cerca de R$ 2,3 bilhões com as ações relacionadas ao evento. As obras pactuadas entre os três níveis de governo compreendem, principalmente, a reforma do Estádio Mineirão e a melhoria do sistema de transporte, Página 31

32 especialmente, nos corredores de maior tráfego que ligam as regiões da cidade ao grande palco dos jogos (BRASIL, 2012). No sítio eletrônico Transparência da Copa 2014 do Estado de Minas Gerais, o legado é dividido em cinco áreas: Cultura, Meio Ambiente, Mobilidade, Negócios, Saúde e Tecnologia da Informação. O apelo retórico do benefício que o megaevento trará no futuro novamente guia o discurso, como se pode observar em um dos textos presentes nesse portal oficial do Governo Estadual: A Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 é vista em Minas como uma oportunidade para acelerar obras e projetos que vão trazer benefícios perenes à sociedade. O foco primordial de um evento desse porte no Estado é melhorar a vida das pessoas, é o chamado legado. A Copa será ainda um momento especial de Minas mostrar ao mundo tudo o que há de melhor aqui. (MINAS GERAIS, 2012, p.1). Página 32

33 Figura 2 - Sitio eletrônico do Governo de Minas sobre a Copa do Mundo de 2014 Fonte: PORTAL DA TRANSPARÊNCIA/ MINAS GERAIS (2012). Diante desse quadro, o presente trabalho tem como objetivo problematizar o megaevento Copa do Mundo de 2014, em Belo Horizonte, partindo da premissa de Guy Debord (2003) sobre espetacularização da vida social. No livro intitulado A sociedade do espetáculo, publicado pela primeira vez em 1967, o autor francês descreve um cenário que nos parece bem adequado para o debate de algumas questões relacionadas à já citada retórica do legado. Segundo ele, a vida nas sociedades modernas se transformou em uma grande representação, em que as relações sociais são atravessadas pela afirmação da aparência. A realidade, para Debord (2003), é sobreposta pela contemplação passiva do espetáculo, cuja forma e conteúdo justificam um sistema capitalista baseado no consumo. Página 33

34 E o que é a Copa do Mundo, senão um exemplo cristalinho de um espetáculo fundado e edificado de maneira pujante sobre um jogo que, por si só, já poderia ser entendido como uma materialização do consumo via espetacularização? Toda essa lógica da imagem permeia o discurso construído para justificar o megaevento aqui analisado, que assume uma dimensão de realidade. A retórica do legado, portanto, ganha sentido em meio às aparências e sentimentos embarcados na espetacularização de um torneio de futebol. Assim, há uma retórica forjada de que a Copa de 2014 surge como garantidora da efetivação de vários direitos públicos. Observa-se nisso uma tentativa de cooptação da cidade em torno de tais legados, como se a própria sociedade se tornasse uma refém do espetáculo que produz. Deste modo, estaríamos conquistando o acesso à segurança pública, à mobilidade urbana, à educação e à saúde ou apenas reproduzindo novas formas de consumo? Um dos pontos que justifica esse questionamento está claramente exposto no orçamento dos investimentos previstos para adequar a cidade de Belo Horizonte às exigências da Federação Internacional de Futebol: o valor para a reforma do estádio Mineirão é de R$ 695 milhões (BRASIL, 2012), o que representa quase um terço do total de recursos que serão gastos em Belo Horizonte. O espaço, que pertence ao Governo do Estado, será o palco maior do espetáculo de consumo do lazer durante o megaevento. Aliás, é bom ressaltar que uma empresa privada ficará responsável pela operação do estádio por 25 anos, em uma parceria público-privada que, segundo o sítio eletrônico do Governo do Estado, terá o cidadão da capital mineira como principal beneficiado: Nesse jogo de ganha ganha, o grande vencedor será o torcedor que passará a ser visto como um cliente. Esse novo torcedor-cliente vai frequentar um estádio mais confortável, seguro, acessível e sustentável. (MINAS GERAIS, 2012). Daí uma clara controversa, como se a conquista da cidadania dependesse antes, da conquista de outro status: cliente. Página 34

35 Outro ponto que nos chamou à atenção é o modo como a segurança pública tem sido considerada pelo evento. Entre os dias 14 e 18 de maio deste ano de 2012 ocorreu no Boulevard Shopping uma exposição realizada pela Polícia Federal denominada de Portas Abertas. O objetivo da exposição era de expor publicamente os sistemas de segurança que serão utilizados durante a realização do Mega Evento como cães farejadores, robôs que desativam bombas, armamentos pesados entre outros artefatos de guerrilha. Corroborando com Debord (2003), notase na exposição feita pela Polícia Federal uma grande exibição de imagens que reforçam o fetiche em torno da segurança pública como expõe o trecho a seguir, retirado do site do Shopping Boulevard durante a campanha publicitária feita para divulgação da exposição mencionada: Uma das atrações do evento será a simulação de desativação de artefatos explosivos, feita por um robô, comprado no Canadá para esse fim. No Brasil, só existem cinco exemplares do robô Vanguard. O equipamento já auxiliou na segurança do Pan de 2007 e nos Jogos Mundiais Militares. Segundo a PF, outros 12 serão adquiridos para atender as cidades-sede da Copa do Mundo. Além do robô, a exposição mostrará um traje antifragmentos para proteger os peritos que desmontam artefatos explosivos. O traje pesa 45 quilos e é o mesmo que aparece no início do premiado filme Guerra ao Terror. (SHOPPING BOULEVARD, 2012, p.1). Página 35

36 Como imaginar um espetáculo do porte da Copa do Mundo sem exibicionismos como estes, semelhantes aos utilizados no cinema blockbuster? Robôs, armas, equipamentos e trajes de guerra tornam-se atrações extras do Mega Evento, ao mesmo tempo em que a retórica forjada pelo poder público, federal, estadual ou municipal estruture-se sobre um discurso em torno do interesse público. Desta forma não responde adequadamente à pergunta com a qual encerramos o texto: Copa, para quem? Referências BOULEVARD SHOPPING. Exposição Polícia Federal. Disponível em: < >. Acesso em 25 de maio de BRASIL. PORTAL Disponível em: < >. Acesso em: 08 de maio de DEBORD, Guy. A Sociedade do Espetáculo. E-book digitalizado por Coletivo Periferia e ebooks Brasil, Disponível em: < >. Acesso em: 03 de março de Página 36

37 MINAS GERAIS. Portal da Transparência de Minas Gerais. Disponível em:< >. Acesso em: 14 de abril de EXPERIÊNCIAS POSITIVAS DE MORADIA POPULAR EM REGIÃO CENTRAL X TENDÊNCIAS NEGATIVAS EM VÉSPERAS DE COPA DO MUNDO Tatiana Soledade Delfanti Melo 3 A discussão apresentada deriva da dissertação de mestrado da autora intitulada: A Vila Santa Isabel na Avenida Afonso Pena: a experiência positiva da moradia popular em região central de Belo Horizonte. Os aspectos positivos verificados na pesquisa referem-se às relações sociais pacíficas e interdependentes existentes entre moradores da Vila Santa Isabel (favela) e moradores dos bairros do entorno (classe média e alta). A Vila Santa Isabel é, também, um exemplo positivo de uma forma particular de ocupação urbana que contribui para atenuar fronteiras físicas e sociais. No entanto, a Vila Santa Isabel, assim como todas as Vilas delimitadas como ZEIS localizadas na região central de Belo Horizonte tendem a desaparecer a partir de um acirramento da pressão imobiliária, principalmente para a construção de empreendimentos que visam a Copa do Mundo 3 Professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC Minas. Pesquisadora Colaboradora do Observatório das Metrópoles vinculado ao Núcleo Belo Horizonte do Projeto Metropolização e Megaeventos (Observatório das Metrópoles/ IPPUR/UFRJ). Página 37

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