APRESENTAÇÃO. Página 3

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APRESENTAÇÃO. Página 3"

Transcrição

1 Página 1

2 Página 2

3 APRESENTAÇÃO O Instituto de ciências sociais da PUC Minas, por meio dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Ciências sociais, Relações Internacionais e Serviço Social, realizou em Setembro de 2012 o primeiro Simpósio de Ciências Sociais, com o título Cidades e Fronteiras. O simpósio promoveu o diálogo e ampliou as interfaces de trabalho entre as áreas de conhecimento do Instituto, como também repercutiu a produção científica e técnica de seus corpos docente e discente, correlatas ao tema em discussão, aberto à participação da comunidade acadêmica interessada nas temáticas em foco. O tema das fronteiras deve ser abordado não apenas sob o prisma das zonas limítrofes dos territórios, em suas áreas de expansão, vetores de crescimento e barreiras fronteiriças; é intuito desse simpósio debater o espaço fronteiriço também segundo a capacidade relacional que esse estabelece dada sua natureza, qual seja a de ser primeiramente lugar de trocas materiais e simbólicas - lugar praticado por meio da atuação de agentes diversos nas escalas micro local, local, metropolitana, regional e nacional e internacional. A reflexão sobre a fronteira permite, também, retomar o argumento de que a ocupação do território é sempre inseparável de sua prática. Quando experimentamos viver num espaço urbano fazemos um continuado exercício de configurar relações sociais, estabelecer limites para a ação cotidiana de indivíduos ou de grupos, reconhecer direitos e arranjos sociais diversos, tornar efetivos os esforços de cooperação para a vida coletiva. Nesse sentido, pensar as fronteiras implica colocar em pauta a vida cotidiana, as construções nesse espaço comum de contato, a dimensão das relações de solidariedade, de intercâmbios, a percepção dos fronteiriços sobre seu espaço e a integração em diversas escalas. Página 3

4 Com vistas a permitir que a questão urbana correlata ao tema das fronteiras seja amplamente discutido em sua multidisciplinaridade, o tema geral do simpósio está subdivido em 4 sub temas: Megaeventos; Territorialidade, Governança e Políticas Sociais; Meio Ambiente e Políticas Urbanas; Proteção social, políticas sociais e modos de vida urbanos. Atenciosamente, Comissão Organizadora do I Simpósio de Ciências Sociais PROGRAMAÇÃO 24 a 27/09 - Como parte da programação do simpósio e paralelamente à apresentação de trabalhos em painéis, será realizada a 1ª Mostra Integrada de Extensão e Iniciação Científica do Instituto de Ciências Sociais da PUC Minas, cuja apresentação de trabalhos de extensão e iniciação científica será restrita aos professores e alunos do Instituto de Ciências Sociais da Universidade. Sala de multimeios do prédio /09 19h - Abertura Oficial SICS Conferência de abertura - Cidades e Fronteiras: O Direito a Cidades - Professor Edésio Fernandes Local: Auditório do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas 25/09-15h às 18h MEGA EVENTOS GT 01 - MEGA EVENTOS Local: Auditório 03 prédio 43 Coordenador: Hélio Oliveira Júnior (PROPPG Ciências Sociais) Debatedora: Rita de Cássia Lucena Velloso (ICS-PUC Minas) Página 4

5 Painelistas: Marcela Montalvão Teti (UFRJ); Naiane Loureiro dos Santos; Lucia Ciccarini Nunes (PUC- Minas); Marco Antônio Marinho. Pedro Ivo Brandão (Puc Minas); Tatiana Soledade Delfanti Melo (PUC-Minas) Radamés Vieira (Faculdade Ciências Jurídicas de Diamantina) ; Hélio Oliveira Jr. Daniel Freitas. (PUC Minas) 25/09 19h às 22h TERRITORIALIDADES, GOVERNANÇA GT 01 - Territorialidades, governança, identidades e soberania Local: Auditório 03 prédio vagas Coordenadora: Matilde de Souza (Relações Internacionais) Debatedora: Silvana Seabra (Ciências Sociais) Painelistas: Hérica Cristina Alves de Vasconcelos; Tiago Vieira Bontempo; Douglas Mansur da Silva e Victor Cezar de Sousa Vitor. GT 02 - Territorialidades, governança: dinâmicas políticas, cooperação, conflito - Local: Sala 316 prédio 47 Coordenadora: Taiane Las Casas Campos (Relações Internacionais/PUC Minas) Debatedor: Onofre dos Santos Filho (Relações Internacionais) Painelistas: Isaias Albertin de Moraes e Beatriz Rodrigues Bessa Mattos; Raquel de Bessa Gontijo de Oliveira; Luciana Leal Resende Paiva; Samuel Araújo Gomes da Silva; Pedro de Melo Braga. GT 03 - Territorialidades, governança: dinâmica dos grupos sociais e desafios da governança do território - Local: Sala 318 prédio 47 Coordenadora: Nathália Lelis (Arquitetura e Urbanismo) Debatedora: Rita Fazzi (Ciências Sociais) Página 5

6 Painelistas: Daiane de Oliveira Florêncio; Maria da Cunha Pinto Colares; Matheus Soares Cherem; Mônica Abranches GT 04 - Territorialidades, governança: aspectos da exclusão / desafios da inclusão - Local: Sala 325 prédio 47 Coordenadora: Regina Medeiros (Ciências Sociais/PUC Minas) Debatedor: Otávio Soares Dulci (PROPPG Relações Internacionais) Painelistas: Maria Flávia Vieira Batista; Maria Celeste Reis Fernandes de Souza; Rita de Cássia Liberato, Thiago Canettieri; Thiago Gonçalves; Rodrigo Faleiro Dolabella Cesar. Marco Antônio Souza Borges Netto 26/09 15h às 18h - Meio Ambiente; Políticas Urbanas GT 01 Construindo a Agenda na Área de Meio Ambiente Local: Sala 314 prédio 47 Coordenador: Carlos Alberto de Vasconcelos Rocha(Ciências Sociais/PUC Minas) Debatedora: Ricardo Ferreira Ribeiro (Ciências Sociais/PUC Minas) Painelistas: Daniela Cristina Oliveira Anastácio- Faculdade Minas Gerais/FAMIG; Edilvan Moraes Luna- Graduando em Ciências Econômicas pela Universidade Regional do Cariri Urca, Crato-Ce; Adélia Alencar Brasil- Graduada em Geografia pela Universidade Regional do Cariri- Urca, Crato- Ce; William Daldegan de Freitas- PUC Minas GT 02 - Políticas Urbanas: habitação e sustentabilidade- Local: Sala 327 prédio 47 Coordenador: Prof. Paulo Diniz (PUC Minas) Página 6

7 Debatedor: Profa. Chyara Sales (PUC Minas) Painelistas: Mário Peters, M.A- Leibniz Universität Hannover, Alemanha; Camila do Couto Seixas- Mestre em Desenvolvimento Sustentável (Universidade Harokopio/HUA); Graduada em Ciências Econômica (Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG); Graduada em Relações Internacionais (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/PUC-Minas) Universidade Harokopio (Atenas, Grécia); Alícia Duarte Penna PUC-Minas, Érico de Oliveira e Silva PUC-Minas, Laís Grossi de Oliveira PUC- Minas, Margarete Maria de Araújo Silva- PUC-Minas/ EA UFMG 26/09 19h às 21h30 - PROTEÇÃO SOCIAL, POLÍTICAS SOCIAIS E MODOS DE VIDA URBANOS GT1 Assistência social: institucionalidades e cotidiano Auditório do Museu de Ciências Naturais Coordenadora: Maria Raquel Lino de Freitas Serviço Social/PUC Minas Debatedora: Profa. Regina Coeli de Oliveira (Serviço Social/PUC Minas) Painelistas: Maria Raquel Lino de Freitas (Serviço Social/PUC Minas); Cibele Vieira Feital (Prefeitura Municipal de Belo Horizonte) Márcia Maria Silva Brandão (Secretaria Estadual de Defesa Social). GT 2 Serviços sociais, assistência social e políticas públicas Sala 318 prédio 47 Coordenador: Profa. Andréa Inês Dutra Braz (Serviço Social/PUC Minas) Debatedora: Profa. Maria Christina Cesarino Soares (Serviço Social/PUC MG) Página 7

8 Painelistas: Fernando Antônio França Sette Pinheiro Junior (CEDEPLAR/UFMG); Bárbara Diniz Caldeira, Cléssio Cunha Mendes, Rafael Gonçalves (Serviço Social/PUC Minas); Alan Pereira da Silva (Serviço Social/PUC Minas); Carlos Eduardo Batista Costa ( PPGCS/PUC Minas). GT3 Inserções da juventude na cidade: circuitos e curto-circuitos Sala 314 prédio 47 Coordenadora: Profa. Regina de Paula Medeiros PPGCS/PUC MInas Debatedor: Prof. Robson Sávio Reis Souza - Serviço Social/PUC Minas Painelistas: Laís de Oliveira (Ciências Sociais/UFJF); Rafael Lacerda Silveira Rocha (PPGS/UFMG); Camila Mendes Froede (Relações Internacionais/PUC Minas); Samuel Santos (PPGIEL-Educação Física/UFMG) GT 4 Reconhecimento social: a sociedade do não reconhecimento Sala 325 prédio 47 Coordenadora: Profa. Yara Maria Frizzera Santos (Serviço Social/PUC Minas) Debatedora: Profa. Carmem Lícia Macedo de Almeida (Serviço Social/PUC Minas) Painelistas: Carmen Lícia Macedo de Almeida, Yara Maria Frizzera Santos, Fabrícia Melatto, Mônica Silva, Pedrina Leite, Valéria Bastos; Jefferson Pinto Batista (CRESS/MG); Cirlene de Jesus Costa e Lívia Vallory Figueiredo (Serviço Social/PUC Minas); Bárbara Francis Pereira da Silva, Elizabete Maria da Silva, Emanuelle Xavier da Silva, Jéssica Padrão Silveira (Enfermagem/PUC Minas); Ana Beatriz Melo (PPGCS/PUC Minas). Página 8

9 GT 5 Cidades: narrativas e vivências Local: Sala 316 prédio 47 Coordenador: Profa. Debora Maria Davi Luz- Serviço Social/PUC Minas Debatedora: Profa. Juliana Jayme Gonzaga-PPGCS/PUC Minas Painelistas: Vanessa Costa Soares (PPGCS/PUC Minas); Rejane de Oliveira Nazário (PPGCS/PUC Minas); Ana Helena do Nascimento Barbosa (Ciências Sociais/UFCeará); Fernanda Favorito (PMH/Universidade Anhembi-Morumbi/SP); Nayara de Amorim Salgado; graduanda em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade de Minas Gerais GT 6 Intervenções do poder público e (des) qualificação da vida urbana Sala 327 prédio 47 Coordenadora: Profa. Andréa Gontijo Alvares (Serviço/Social/PUC Minas) Debatedora: Profa. Alicia Duarte Penna (Arquitetura e Urbanismo/PUC MG) Painelistas: Karine Gonçalves Carneiro (PPGCS/PUC Minas); Mariana Ramos de Morais (PPGCS/PUC Minas); Theresa Raquel Reis Timo (PPGCS/PUC Minas); Daniele Cardoso do Nascimento, Elis Rocha Palmeira e Laise Copolillo Ayres (Relações Internacionais/PUC Minas). 26/09 14h às 18h Oficina do Estatuto da Cidade: Instrumentos de planejamento urbano para o Brasil atual 50 vagas - Sala 325 prédio 47 Professores Rita Velloso e Lúcia Ciccarini 27/09 14h Encerramento Mesa redonda: Balanço do I Simpósio e perspectivas - Página 9

10 Local: Auditório do Museu Ciências Naturais 27/09-16h Lançamento do Portal Cooperação Urbana Parceria da PUC Minas com a Fundação AVSI, no âmbito do programa dologias e Instrumentos para Redução da Pobreza Urbana, Melhorias Habitacionais e Regularização Fundiária - Local: Auditório do Museu Ciências Naturais. SUMÁRIO Apresentação...03 TEMA: MEGA EVENTO...18 Grupo Temático 1: Megaeventos: impactos, reflexos, retóricas do legado... T1 Megaeventos e psicologia social. Marcela montalvão Teti (UFRJ)...18 T2 Impactos socioespaciais, ambientais e culturais. Naiane Loureiro. Lucia Ciccarini (PUC- Minas)...24 T3 A venda do espetáculo e a retórica do legado. Marco Antônio Marinho. Pedro Ivo Brandão (PUC Minas)...30 T4 experiências positivas/tendências negativas em vésperas de copa do mundo. Tatiana Melo (PUC-Minas)...37 T5 Investimento ou passivo social. Radamés Vieira (Faculdade Ciências Jurídicas de Diamantina)...45 T6 - Reflexões sobre os impactos das obras de mobilidade. Hélio Oliveira Jr. Daniel Freitas. (PUC Minas)...51 Página 10

11 TEMA: TERRITORIALIDADES, GOVERNANÇA E POLÍTICAS SOCIAIS Grupo Temático 1 Territorialidades, governança, identidades e soberania T1 Entre o épico e a perdição: uma análise do imaginário territorial na identidade portuguesa. Autora: Hérica Cristina Alves de Vasconcelos...57 T2 Relativização da soberania em face à nova ordem internacional. Autor: Tiago Vieira Bontempo...66 T3 Cultura Cosmopolita versus identidade local? Mapeando zonas de turbulência, identidades e memórias no espaço público de Viçosa/MG. Autores: Douglas Mansur da Silva e Victor Cezar de Sousa Vitor...74 Grupo Temático 2 Territorialidades, governança: dinâmicas políticas, cooperação, conflito T1 Os Brasiguaios e os recentes conflitos pela posse da terra no Paraguai - Autores: Isaias Albertin de Moraes e Beatriz Rodrigues Bessa Mattos...80 T2 O Brasil e os Estados Unidos: um sobrevoo pela bibliografia sobre a política externa brasileira. Autora: Raquel de Bessa Gontijo de Oliveira...86 T3 Análise de investimentos com recursos do BNDES nas fronteiras brasileiras: o desenvolvimento na fronteira oeste. Autor: Kaully Furiama Santos...93 T4 Cooperação descentralizada e atração de investimento externo direto: possibilidades e desafios. Um estudo de caso sobre Minas Gerais e São Paulo. Autora: Luciana Leal Resende Paiva...99 T5 A perspectiva da descentralização e o financiamento de projetos de desenvolvimento: o relacionamento de Minas Gerais com o Banco Mundial entre 2003 e Autor: Samuel Araújo Gomes da Silva Página 11

12 T6 A bacia hidrográfica do Rio Paraná: uma análise do provimento de bens públicos para conservação de espaços na região da fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai. Autor: Pedro de Melo Braga Grupo Temático 3 Territorialidades, governança: dinâmica dos grupos sociais e desafios da governança do território T1: O apogeu e a derrocada do distrito de Mestre Caetano Sabará/MG. Autora Daiane de Oliveira Florêncio (expositora) e outros T2: Arranjos institucionais participativos e movimentos sociais: uma análise de dimensões possíveis de empoderamento a partir da experiência de participação social no âmbito do Legislativo mineiro. Autoras: Maria da Cunha Pinto Colares; Carla Bronzo Ladeira Carneiro T3 As novas práticas urbanas em Belo Horizonte. Autor Matheus Soares Cherem T4 Planejamento urbano participativo: mapeamento dos problemas da cidade pelos seus diversos atores. Autora: Mônica Abranches Grupo Temático 4 Territorialidades, governança: aspectos da exclusão / desafios da inclusão T1 Detento/a, família, vulnerabilidades: estudo exploratório de uma unidade prisional. Autoras: Maria Flávia Vieira Batista; Maria Celeste Reis Fernandes de Souza T2 A dispersão da pobreza de Belo Horizonte na Região Metropolitana. Autores: Rita de Cássia Liberato, Thiago Canettieri; Thiago Gonçalves T3 Dicotomias da Marginalização. Autor: Rodrigo Faleiro Dolabella Cesar Página 12

13 T4 Descumprimento da função social da cidade: a comunidade Dandara e a política habitacional de Belo Horizonte. Autor: Marco Antônio Souza Borges Netto TEMA: MEIO AMBIENTE; POLITICAS URBANAS Grupo Temático 1- Construindo a Agenda na área de Meio Ambiente T1 - A Construção Social da Sustentabilidade Urbana- Daniela Cristina Oliveira Anastácio- Faculdade Minas Gerais/FAMIG T2 - O Posicionamento dos EUA nas Negociações do Protocolo de Kyoto- William Daldegan de Freitas- PUC Minas Grupo Temático 2 Políticas Urbanas: Habitação e Sustentabilidade T1 - Política Habitacional e Distinção Social em Belo Horizonte- A Fundação e o Desenvolvimento da Cidade Jardim e do Conjunto IAPI como áreas residenciais, entre Mário Peters, M.A- Leibniz Universität Hannover, Alemanha T2 - Cooperativas de Catadores de Material Reciclável, Sustentabilidade e Inclusão Social: Um Estudo de Caso do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos do Município de Belo Horizonte (MG)- Camila do Couto Seixas- Mestre em Desenvolvimento Sustentável (Universidade Harokopio/HUA); Graduada em Ciências Econômica (Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG); Graduada em Relações Internacionais (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/PUC-Minas) Universidade Harokopio (Atenas, Grécia) T3 - Processo e Forma, Desenho e Significado no Des-Aglomerado da Serra- Alícia Duarte Penna PUC-Minas, Érico de Oliveira e Silva PUC-Minas, Laís Grossi de Página 13

14 Oliveira PUC-Minas, Margarete Maria de Araújo Silva- PUC-Minas/ EA UFMG TEMA: PROTEÇÃO SOCIAL, POLÍTICAS SOCIAIS E MODOS DE VIDA URBANOS Grupo Temático 1 Assistência social: institucionalidades e cotidiano T1 Pobreza, desigualdades e discriminação: expressões dos usuários da política de assistência social. Autora: Maria Raquel Lino de Freitas (Serviço Social/PUC Minas) T2 Assistência social: identidade e alcance. Autora: Cibele Vieira Feital (Secretaria Estadual de Defesa Social) T3 O trabalho em rede e a intersetorialidade na práxis socioeducativa de internação provisória: contribuições do serviço social na garantia do acesso aos direitos. Autora: Márcia Maria Silva Brandão (Secretaria Estadual de Defesa Social) Grupo Temático 2 Serviços sociais, assistência social e políticas públicas T1 A complexidade da provisão de serviços sociais. Autor: Fernando Antônio França Sette Pinheiro Junior (CEDEPLAR/UFMG) T2 Fronteiras da educação: a inserção do assistente social nas escolas. Autores: Bárbara Diniz Caldeira, Cléssio Cunha Mendes, Rafael Gonçalves (Serviço Social/PUC Minas) T3 O Sistema Único de Saúde como efetivação de direitos. Autor: Alan Pereira da Silva (Serviço Social/PUC Minas) Página 14

15 T4 Compaixão laica: OSCIP, uma travessia do desencantamento da cidadania em metáforas ordenadas do controle social. Autor: Carlos Eduardo Batista Costa (PPGCS/PUC Minas) Grupo Temático 3 Inserções da juventude na cidade: circuitos e curtocircuitos T1 - Movimentos culturais urbanos e pós-modernos: o caso do manguebeat e dos grupos recriadores em São Paulo. Autora: Laís de Oliveira (Ciências Sociais/UFJF) T2 - No meio do caminho tinha uma pedra. Circuitos de consumo de crack na cidade de Belo Horizonte (MG), um estudo do bairro Lagoinha. Autora: Nayara de Amorim Salgado (Ciências Sociais/PUC Minas) T3 - Uma análise das relações de rivalidade e pertencimento entre gangues juvenis em um aglomerado de Belo Horizonte. Autor: Rafael Lacerda Silveira Rocha (PPGS/UFMG) T4 - Revolution: o Rock and Roll e os Beatles na contracultura soviética. Autora: Camila Mendes Froede (Relações Internacionais/PUC Minas) T5 - Lazer e formação profissional: a construção de sabres de oficineiros do programa Fica Vivo. Autor: Samuel Santos (PPGIEL-Educação Física/UFMG) Grupo Temático 4 Reconhecimento social: a sociedade do não reconhecimento T1 Emprego doméstico: um estudo sobre reconhecimento social. Autoras: Carmen Lícia Macedo de Almeida, Yara Maria Frizzera Santos, Fabrícia Melatto, Mônica Silva, Pedrina Leite, Valéria Bastos (Serviço Social/PUC Minas) Página 15

16 T2 Idoso: reconhecimento de uma autonomia contraditória. Autor: Jefferson Pinto Batista (CRESS/MG) T3 Abuso sexual intra-familiar e pacto do silêncio; fronteiras da convivência e conivência. Autoras: Cirlene de Jesus Costa e Lívia Vallory Figueiredo (Serviço Social/PUC Minas) T4 Assistência de enfermagem à mulher vítima de violência sexual no serviço público de saúde em Belo Horizonte: refletindo sobre a política de proteção social na saúde da mulher. Autoras: Bárbara Francis Pereira da Silva, Elizabete Maria da Silva, Emanuelle Xavier da Silva, Jéssica Padrão Silveira (Enfermagem/PUC Minas) T5 Competição e autogestão em fábricas recuperadas no Brasil: é possível viver sem duplicidade a hegemonia do mercado e luta contra ela? Autora: Ana Beatriz Melo (PPGCS/PUC Minas) Grupo Temático 5 Cidades: narrativas e vivências T1 A cidade-empresa de Ipatinga e seus personagens: um olhar sobre as políticas da Usiminas e seus reflexos sociais. Autora: Vanessa Costa Soares (PPGCS/PUC Minas) T2 A Consolidação da periferia nas fronteiras da RMBH: Um estudo sobre os conjuntos habitacionais estatais. Autora: Rejane de Oliveira Nazário (PPGCS/PUC Minas) T3 Etnografia nos postais: discursos, imagens e vivências na Praça do Ferreira. Autora: Ana Helena do Nascimento Barbosa (Ciências Sociais/UFCeará) Página 16

17 Grupo Temático 6 Intervenções do poder público e (des)qualificação da vida urbana T1 Nova Luz e Sombras: o Projeto Nova Luz [São Paulo, Brasil]. Autora: Karine Gonçalves Carneiro (PPGCS/PUC Minas) T2 Segregação socioespacial e políticas públicas: em busca de melhorias para a população em situação de pobreza. Autora: Mariana Ramos de Morais (PPGCS/PUC Minas) T3 Isolamento X integração: como vivem mulheres moradoras de um novo bairro no Minha Casa Minha Vida. Autora: Theresa Raquel Reis Timo (PPGCS/PUC Minas) T4 A parceria entre a sociedade e o Estado: o exemplo do movimento Nossa BH como uma alternativa nesta interação. Autoras: Daniele Cardoso do Nascimento, Elis Rocha Palmeira e Laise Copolillo Ayres (Relações Internacionais/PUC Minas) Página 17

18 O Instituto de Ciências sociais não se responsabiliza pelo conteúdo dos textos publicados, que são de exclusiva responsabilidade de seus autores. 1 - MEGAEVENTOS E PSICOLOGIA SOCIAL: UM BREVE ESTUDO SOBRE AS MUDANÇAS TERRITORIAIS NA HISTÓRIA DO PORTO DO RIO DE JANEIRO E SUAS IMPLICAÇÕES POLÍTICO-SOCIAIS. Marcela Montalvão Teti O presente trabalho é resultado parcial da atividade de doutorado, iniciada em março de 2011 e que ainda continua em curso. Originário de um instituto de psicologia, tem o intuito de debater os problemas porque passam os indivíduos e grupos sociais, imersos, atravessados, por transformações e reformas urbanas. Por meio de uma proposta interdisciplinar, intenta pensar como modificações, na paisagem geográfica e urbana de uma cidade, podem resultar em efeitos de subjetivação. Distante de perspectivas que propõem uma psique unicamente centrada em indivíduos, o presente trabalho analisa como as relações sociais, atravessadas por forças históricopolíticas, concorrem para o engendramento de indivíduos. Nesse sentido, realiza um estudo a respeito das formas como transformações urbanas na região portuária do Rio de Janeiro, promovem mudanças nas formas como os indivíduos entendem a si mesmo e o mundo circundante. O período envolvido no trabalho de pesquisa é de quatro anos, , aquele que antecede a realização da Olimpíada de Para tanto, o trabalho de pesquisa foi dividido em duas vertentes. Uma histórica, no sentido de buscar quais modelos de urbanização atuaram na Página 18

19 região portuária no último século, procurando destacar a especificidade do modelo que permeia a reforma urbanística estimulada pela lógica do megaevento. A outra vertente de pesquisa é de cunho etnográfico e tem o intuito de acompanhar mais de perto, junto aos moradores da região, o que implica a social e politicamente a pertinência da realização dos jogos olímpicos para a região estudada. Nesta segunda etapa, a participação regular nas reuniões do Fórum Comunitário do Porto do Rio de Janeiro e do Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, assim como leitura de relatórios e dossiês de denúncias contra violações de direitos humanos, produzidos pelos dois grupos, foram importantes para a apresentação dos resultados. A iminência dos Jogos Olímpicos na cidade do Rio de Janeiro produz na região portuária, a atuação de políticas e intervenções urbano-territoriais. São múltiplos os exemplos: construção do Museu do Mar e do Amanhã, reforma do Píer Mauá, da retirada do Viaduto da Perimetral, reforma da Praça Mauá, reconstrução do Cais do Valongo, instalação de Teleférico no Morro da Providência, construção e abertura de vias de acesso. O modelo usado para a reurbanização do Porto, apesar de controverso, é o da zona portuária de Barcelona. Na iminência dos Jogos Olímpicos de 1992, a cidade espanhola foi modificada. Baseados em projetos públicos, elaborados cerca de 10 anos antes, e com o estímulo financeiro internacional para realização dos jogos, Barcelona sofreu intervenção pública e privada para transformação da paisagem visual e estrutural. Dentre as principais alterações, os projetos privilegiavam a utilização dos espaços públicos e foram ancorados em reconstrução de praças, aumento das áreas verdes nesses espaços e instauração de vias públicas. Ao final dos jogos olímpicos daquele ano, o processo de instalação de equipamentos e reordenação urbana alcançou tamanho sucesso que hoje aquele modelo de reforma é bastante difundido. De certo modo, foi a lógica da construção de espaços abertos e de passagem, que operou também junto às transformações urbanas para a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, e na reestruturação do Porto de Buenos Aires, na Argentina, durante o governo de Página 19

20 Carlos Menem. Dentre as principais consequências das medidas de reurbanização, afirmam os governantes, estão a revitalização das áreas portuárias, antes locus de marginalidade, insegurança pública, tráfico e uso indiscriminado de entorpecentes, disseminação de doenças, dificuldades de circulação. A revitalização desses espaços, portanto operaria uma maior quantidade e qualidade nos fluxos de pessoas, que passam a atuar inclusive em torno de bares, restaurantes, espaços culturais e de conhecimento. Seguindo esses exemplos, a prefeitura do Rio e o Governo brasileiro afirmam que a cidade tem a possibilidade de alcançar o mesmo destino de Barcelona. As reformas dotariam o Rio e o porto de aparatos necessários para abarcar diversidade cultural, qualidade de vida e atendimento das exigências do fluxo turístico, que pretende ocupar as ruas da região nos próximos anos. Entretanto, uma breve análise dos modelos de urbanização que atuaram nas cidades, inclusive no Rio de Janeiro, e consequentemente na região portuária, mostraria que o problema da mobilidade urbana sempre esteve presente de uma forma ou de outra. Sem que, no entanto, a melhoria dos processos de mobilidade implicasse melhoria na qualidade de vida a população, mas simplesmente maior facilidade do deslocamento das classes dirigentes aos locais de produção. Ao todo, chamaríamos atenção para quatro desses modelos. O primeiro deles teria seu início na segunda metade do século XIX e teria como foco a construção de indústrias e fábricas próximos às regiões portuárias das cidades, no intuito de facilitar embarque e desembarque de produtos e pessoas. Nesse momento, residências são construídas próximas a estes locais a fim de facilitar o deslocamento de pessoas de suas casas para o trabalho e vice-versa. O segundo modelo de urbanização viria nas primeiras décadas do século XX e estaria marcado pela construção de grandes vias de acesso. Em geral essas pistas eram construídas no sentido de cortar as cidades, algumas vezes de um canto a outro, a fim de que as classes dirigentes pudessem construir moradia longe do ambiente de trabalho, sem que, no entanto seu deslocamento fosse prejudicado pela distância. Essa modificação urbana se fez necessária em virtude da alta Página 20

21 proletarização das regiões próximas às fábricas e indústrias e da necessidade da classe dirigente de não estar próxima das regiões de pauperização. O terceiro modelo identificado seria o de construção de grandes vias suspensas, localizado a partir da década de A partir desse momento, o congestionamento nas cidades havia crescido muito, sendo necessárias outras vias de mobilidade. Para além das grandes pistas, boa parte das cidades passa a desfrutar de grandes viadutos ornamentando a paisagem. O último modelo teria relação direta com o modelo de cidade que é implantado junto aos megaeventos. É o modelo que começa a entrar em vigor há mais ou menos 30 anos e que privilegia a circulação em espaços públicos e cada vez mais modifica os equipamentos urbanos a fim de possibilitar idas e vindas de mercadorias e pessoas, sejam turistas ou residentes. É o modelo que produz em grande quantidade transportes subterrâneos, ciclovias, praças públicas de livre acesso, sempre com o argumento de tornar a cidade mais bonita, mais habitável, com um visual límpido e sem interposições de quaisquer equipamentos de concreto. Não é a toa que atualmente, os viadutos tão necessários anteriormente, são apresentados como um obstáculo à visualização da paisagem citadina. Nesse último modelo, está em jogo uma necessidade de uma parte da população, sejam efetivos do poder público ou privado, de ocupar espaços antes considerados degradados. O intuito de um projeto de Porto Olímpico é o de facilitar a chegada e circulação de turistas, assim como o deslocamento dos mesmos das regiões centrais para demais áreas, nas quais a Olimpíada deve se realizar. E, sob o argumento de melhoria da mobilidade urbana e melhoria da qualidade de vida de uma população, a cidade do Rio de Janeiro produz ações de segregação e exclusão social. Mais uma vez, no desenho urbano que se pode acompanhar, o privilégio é pelo deslocamento das classes dirigentes e completa desconsideração pelos moradores das regiões degradadas, relegados sempre ao segundo plano nos projetos. No tocante às análises, a respeito do sucesso de modelo de urbanização na zona portuária de Barcelona, pesquisadores salientam que antes mesmo de sua indicação como sede Página 21

22 Olímpica os projetos urbanos já existiam. Seu reconhecimento como sede, veio somar forças para realizar projetos iniciados ou que estavam entravados por ausência de recursos. Por ser um projeto pensado bem antes de ser colocado em prática, a população das áreas afetadas foi participativa no processo. Mesmo aqueles que precisaram ser removidos, foram com negociação, viabilizando benefícios para as partes. O que os autores chamam a atenção, é que no Rio, o que se passa é o percurso contrário do que foi efetivado na cidade espanhola. Os projetos urbanos passaram a existir depois da indicação da sede olímpica dos jogos de 2016 e são implantados com demasiada rapidez, sem participação popular na elaboração dos mesmos. Fica, portanto, evidente que a retirada da população residente e a construção de equipamentos olímpicos são direcionadas somente ao desfrute uma elite cultural e social. E isso acontece sem o devido conhecimento por parte dos moradores que acompanham diariamente as construções do porto sem saber que, em poucos meses, é sua casa que será demolida e que logo serão eles que não terão lugar para morar. Muitos moradores são obrigados a se deslocar para comunidades miliciadas, como as de Senador Camará, afastados dos locais de trabalho e centros de saúde pública. A partir desse quadro político de modificações, importa à psicologia refletir a égide de uma diversificação cultural, processos de segregação social e exclusão que se configuram. A partir do exposto fica claro quais indivíduos devem atuar em determinado espaço público e quais relações são permitidas no exercício cotidiano das atividades portuárias. Palavras-chave: Região portuária, Rio de Janeiro, Olimpíadas, Urbanização, Segregação social. Referências Bibliográficas. Página 22

23 ARTICULAÇÃO NACIONAL DOS COMITÊS POPULARES DA COPA. Megaeventos e violações de direitos humanos no Brasil. 2ª Ed. 10 de dezembro de Disponível em: < %C3%AA-nacional-de-viola%C3%A7%C3%B5es-de-direitos-humanos>. Acesso em: 24 ago FORUM COMUNITÁRIO DO PORTO. Relatório de violação de direitos e reivindicações. 24 de maio de Disponível em: < Acesso em: 24 ago LIRA, Ana Carla Cortês de. Enseñanzas útiles de la Barcelona Olímpica: aspectos que se deben tener en cuenta a la hora de intentar reproducir un modelo. Cadernos do PROARQ, Rio de Janeiro, n. 17, dez/2011, p Disponível em: < Acesso em: 24 ago RIO DE JANEIRO (Estado). História. Docas do Rio: autoridade portuária. Disponível em: <http://www.portosrio.gov.br/node/4>. Acesso em: 09 set IMPACTOS SOCIOESPACIAIS, AMBIENTAIS E CULTURAIS DA COPA DO MUNDO 2014 E OLIMPÍADAS 2016 NA Página 23

24 CONSTRUÇÃO E DESCONSTRUÇÃO DO ESPAÇO METROPOLITANO DE BELO HORIZONTE, MINAS GERAIS Naiane Loureiro dos Santos 1 Lúcia Helena Ciccarini Nunes 2 Resumo A Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, por meio da Pró-reitoria de Extensão-ProEx e do Observatório de Políticas Urbanas-OPUR integra um Instituto em Rede denominado Observatório das Metrópoles, vinculado ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia- INCT. Em 2011, o OPUR/ProEx integrou mais um projeto de pesquisa nacional, coordenado pelo Observatório das Metrópoles, que tem como finalidade a elaboração e aplicação de instrumentos de monitoramento dos impactos relacionados aos megaeventos na estrutura urbano-metropolitana das cidades-sedes da Copa 2014 e das Olimpíadas Rio 2016, financiado pela FINEP. 1 Doutoranda em Ciências Sociais pela PUC Minas; técnica do Observatório de Políticas Urbanas da Pró-reitoria de Extensão da PUC Minas; pesquisadora do Observatório das Metrópoles/Núcleo Belo Horizonte. 2 Mestre em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro; Professora e pesquisadora do Observatório de Políticas Urbanas da Pró-reitoria de Extensão da PUC Minas; Pesquisadora do Observatório das Metrópoles/Núcleo Belo Horizonte. Página 24

25 O projeto de pesquisa denominado Monitoramento de impactos socioespaciais relacionados a megaeventos esportivos: Olimpíadas e Copa do mundo nas metrópoles - Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza, Natal, Manaus e Cuiabá, utiliza como metodologia a pesquisa qualitativa e quantitativa, tendo por base a observação e análise do contexto atual da preparação brasileira para a Copa do Mundo e Olimpíadas, aliada à comparação com experiências anteriores. Para a realização desta análise, o projeto estrutura-se em 5 eixos temáticos interdisciplinares. O presente artigo centra-se no eixo temático: Governança Urbana e Metropolitana. Assistiram-se a seminários, reuniões temáticas, audiências públicas, congressos e outros eventos afins. Foram realizadas pesquisas junto aos alunos do Curso de Capacitação de Conselheiros Municipais e Agentes Sociais, realizado anualmente pelo OPUR desde Neste ano, foram ministradas aulas com debates e dinâmicas de grupo para discutir o tema dos Megaeventos, portanto, foram relatados fatos importantes que merecem ser analisados. Outra iniciativa relevante foi a seleção de informações oficiais disponibilizadas pelos portais de Governo do Estado e Prefeitura de Belo Horizonte, em especial, os da transparência, alem dos portais do Legislativo, Judiciário e Ministério Público com o objetivo de identificar novos arranjos institucionais de gestão urbana metropolitana, em caráter simulatório. Neste sentido, promoveu-se ainda um diagnóstico setorial sobre conselhos municipais e outras instâncias de governança, catalogadas pelo OPUR/ProEx para a elaboração do Plano Metropolitano da RMBH-PDDI, encomendado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Regional do Estado de Minas Gerais-SEDRU, bem como do volume III Estudos Página 25

26 Setoriais do referido plano. Tais estudos mostram uma forte institucionalização de instâncias de governança formal, porém um baixo grau de participação efetiva dos representantes da sociedade civil, em contrapartida a representação dos empresários junto ao governo nos projetos de desenvolvimento urbano mostra-se extremamente articulada. Até o presente momento pode-se observar significativos impactos emergentes das obras dos Megaeventos, no que diz respeito às questões ambientais, segundo dados mostrados em reportagem no Jornal Estado de Minas, Belo Horizonte eliminou mais de 22 mil árvores desde 2010: árvores 650 no estádio do Mineirão e quase 500 na Avenida Cristiano Machado, um dos corredores que receberão o BRT. A derrubada se soma ao corte de outros espécimes em ruas e avenidas de BH e alcança o total de árvores suprimidas até outubro. [...] Belo Horizonte registra um déficit de pelo menos árvores em relação ao início do ano (Flávia Ayer. 21/11/ :12 Além da derrubada das árvores, vários prédios que datam da construção da cidade foram demolidos, incluindo escolas públicas, para alargamento de avenidas, por exemplo, para a duplicação da avenida Antonio Carlos estão sendo desapropriados e indenizados mais de 250 imóveis a um custo de aproximadamente R$ 110 milhões ao longo dos 2,2 quilômetros que estão em obras. Já foram realizados 80% de acordos firmados com proprietários de imóveis e já demolidos 55% das edificações. O caso da avenida Pedro I, três décadas de Pampulha estão sendo demolidas, mais 207 imóveis serão desapropriados até o final da obra. (Valquíria Lopes. 28/07/ :00. Página 26

27 Quanto aos impactos socioespaciais, o mais freqüente, no caso da região metropolitana de Belo Horizonte, tem sido o relacionado à questão habitacional, como problemas com remoções, assentamentos informais, moradores em situação de rua, e também relacionados a questão trabalhista, como vendedores ambulantes e trabalhadores informais entre muitos outros. No que diz respeito aos impactos culturais, também decorrentes dessas intervenções acima citadas, foram catalogadas redução da produção de alimentos e bebidas típicos na RMBH, tais como o feijão tropeiro, tradição no Estádio do Mineirão, além de outras comidas tradicionais e artesanato. Assim, a proposta deste artigo consiste em refletir estratégias preventivas de defesa do patrimônio cultural e natural da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Palavras-Chave: Megaeventos. Governança democrática. Transparência, metrópole 1 Objetivos Este trabalho tem por objetivos discutir as estratégias preventivas de defesa do patrimônio cultural e natural da Região Metropolitana de Belo Horizonte por meio da identificação e análise da governança urbana e metropolitana, com ênfase na identificação de processos de emergência de novas coalizões de forças sociais, econômicas e políticas na gestão das cidades, processos de organização do movimento social, processos de fortalecimento do planejamento urbano e processos de controle social que possam Página 27

28 reduzir os impactos negativos causados pela turistificação da capital e região em função da Copa do Mundo e Jogos Olímpicos e a patrimonialização da natureza. 2 Metodologia e informações utilizadas a) 1º Análise dos primeiros resultados da pesquisa Megaeventos e Metropolização ; b) 2º Identificação de estudos setoriais sobre os impactos ambientais, culturais e socioespaciais emergentes dos megaeventos da copa de 2014 e das olimpíadas de 2016 na RMBH; c) 3º Análise do grau de governança e da transparência nos processos de acessibilidade da informação pela população via pesquisa realizada junto aos alunos do curso de capacitação de conselheiros municipais e agentes sociais, edição 2011; d) 4º Sistematização dos resultados e elaboração das proposições. 3 Resultados Apresentação dos espaços populares criados para enfrentamento de redução dos impactos negativos ocasionados pelos promotores dos megaeventos, como por exemplo: Comitê dos Jogos Limpos, Comitê dos Atingidos pela COPA, Atletas pela Cidadania etc; discutir o papel da articulação da Frente pela Cidadania Metropolitana, das redes sociais e portais na discussão do tema Megaeventos; de modo a demonstrar o papel da Página 28

29 universidade na formulação e avaliação de políticas públicas para redução dos impactos negativos dos megaeventos na RMBH. Referências DOMINGUES, Edson Paulo; BETARELLI JUNIOR, Admir Antonio; MAGALHÃES, Aline Souza. Copa do mundo 2014: impactos econômicos no Brasil, em Minas Gerais e em Belo Horizonte. Belo Horizonte: CEDEPLAR/UFMG, INSTITUTO HORIZONTES. Ações e projetos estratégicos para o vetor noroeste da RMBH. Maio de Disponível em: <http://www.institutohorizontes.org.br/imagens/ estudoseprojetos/pae_noroeste-termo-de-referencia.pdf>. Acesso em: 27 fev PORTER, P. K. Mega-sports events as municipal investments: a critique of impact analysis. In: FIZEL, J.; GUSTAFSON, E.; HADLEY, L. (Ed.) Sports economics: current research. Westport: CT: Praeger, p RIBEIRO, Luiz César de Queiroz; SANTOS JÚNIOR, Orlando Alves dos (Coord.). Monitoramento de impactos sócio-espaciais relacionados a mega-eventos esportivos: olimpíadas e copa do mundo nas cidades-metrópoles: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza, Natal, Manaus e Cuiabá. Rede Nacional Observatório das Metrópoles, Disponível em: <http://www.observatoriodasmetropoles.net/projetomegaeventos/> ROCHE M. Mega events and urban policy. Annals of Tourism Research, v. 21, p.1-19, Página 29

30 3 COPA DE 2014: A VENDA DO ESPETÁCULO E A RETÓRICA DO LEGADO Marco Antônio Couto Marinho e Pedro Ivo Martins Brandão No dia 30 de outubro de 2007, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) anunciou que o Brasil seria a sede da Copa do Mundo de A escolha do país logo desencadeou uma série de notícias sobre o evento na mídia brasileira. Pouco tempo depois, Belo Horizonte foi confirmada como uma das capitais que receberia jogos do maior torneio entre seleções nacionais de futebol do mundo. Serão seis partidas, incluindo quatro da primeira fase, uma das oitavas de final e uma das semifinais. E novamente os veículos de comunicação locais e regionais pautaram diversas matérias envolvendo o tema, que passou a fazer parte das discussões cotidianas da população. Nas primeiras abordagens, falou-se muito do esporte, dos craques que poderiam atuar nos campos mineiros, dos turistas que invadiriam a cidade, na festa, no espetáculo. No discurso oficial dos representantes da Prefeitura Municipal e do Governo do Estado de Minas Gerais, uma palavra ganhou destaque e passou a ser usada na estratégia retórica de defesa do evento e dos investimentos que ele demandaria: legado. O apelo está presente até nos documentos divulgados por meio do sítio eletrônico Transparência da Copa 2014 do Estado de Minas Gerais. O legado consistiria, portanto, num instrumento legitimador do evento, visto pelo conteúdo esperançoso, e em tom otimista, sobre aquilo de bom que a realização da Copa de 2014 poderia gerar como benefício público, concreto e duradouro para a cidade e seus habitantes. Página 30

31 Neste trabalho, não temos a pretensão de medir ou julgar os possíveis ganhos e perdas públicas geradas por esse megaevento. Contudo, a proposta é analisar algumas questões relacionadas à venda da imagem positiva utilizada para justificar os custos que vem sendo feitos pelo Poder Público. Figura 1 - Peça de propaganda do Governo Federal sobre a Copa do Mundo de 2014 Fonte: Portal 2014/ Brasil, A venda de qualquer sonho é feita, antes de tudo, com a realização de promessas que produzem como efeito expectativas de que o sonho se concretize. Em um contexto urbano como o de Belo Horizonte, por exemplo, tais promessas alimentam a fé ou a esperança por melhorias de acesso ao consumo de bens sociais publicamente escassos como a segurança pública, a mobilidade urbana, a educação e a saúde. Ao todo, segundo o Portal da Transparência do Governo Federal, serão gastos na capital mineira cerca de R$ 2,3 bilhões com as ações relacionadas ao evento. As obras pactuadas entre os três níveis de governo compreendem, principalmente, a reforma do Estádio Mineirão e a melhoria do sistema de transporte, Página 31

32 especialmente, nos corredores de maior tráfego que ligam as regiões da cidade ao grande palco dos jogos (BRASIL, 2012). No sítio eletrônico Transparência da Copa 2014 do Estado de Minas Gerais, o legado é dividido em cinco áreas: Cultura, Meio Ambiente, Mobilidade, Negócios, Saúde e Tecnologia da Informação. O apelo retórico do benefício que o megaevento trará no futuro novamente guia o discurso, como se pode observar em um dos textos presentes nesse portal oficial do Governo Estadual: A Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 é vista em Minas como uma oportunidade para acelerar obras e projetos que vão trazer benefícios perenes à sociedade. O foco primordial de um evento desse porte no Estado é melhorar a vida das pessoas, é o chamado legado. A Copa será ainda um momento especial de Minas mostrar ao mundo tudo o que há de melhor aqui. (MINAS GERAIS, 2012, p.1). Página 32

33 Figura 2 - Sitio eletrônico do Governo de Minas sobre a Copa do Mundo de 2014 Fonte: PORTAL DA TRANSPARÊNCIA/ MINAS GERAIS (2012). Diante desse quadro, o presente trabalho tem como objetivo problematizar o megaevento Copa do Mundo de 2014, em Belo Horizonte, partindo da premissa de Guy Debord (2003) sobre espetacularização da vida social. No livro intitulado A sociedade do espetáculo, publicado pela primeira vez em 1967, o autor francês descreve um cenário que nos parece bem adequado para o debate de algumas questões relacionadas à já citada retórica do legado. Segundo ele, a vida nas sociedades modernas se transformou em uma grande representação, em que as relações sociais são atravessadas pela afirmação da aparência. A realidade, para Debord (2003), é sobreposta pela contemplação passiva do espetáculo, cuja forma e conteúdo justificam um sistema capitalista baseado no consumo. Página 33

34 E o que é a Copa do Mundo, senão um exemplo cristalinho de um espetáculo fundado e edificado de maneira pujante sobre um jogo que, por si só, já poderia ser entendido como uma materialização do consumo via espetacularização? Toda essa lógica da imagem permeia o discurso construído para justificar o megaevento aqui analisado, que assume uma dimensão de realidade. A retórica do legado, portanto, ganha sentido em meio às aparências e sentimentos embarcados na espetacularização de um torneio de futebol. Assim, há uma retórica forjada de que a Copa de 2014 surge como garantidora da efetivação de vários direitos públicos. Observa-se nisso uma tentativa de cooptação da cidade em torno de tais legados, como se a própria sociedade se tornasse uma refém do espetáculo que produz. Deste modo, estaríamos conquistando o acesso à segurança pública, à mobilidade urbana, à educação e à saúde ou apenas reproduzindo novas formas de consumo? Um dos pontos que justifica esse questionamento está claramente exposto no orçamento dos investimentos previstos para adequar a cidade de Belo Horizonte às exigências da Federação Internacional de Futebol: o valor para a reforma do estádio Mineirão é de R$ 695 milhões (BRASIL, 2012), o que representa quase um terço do total de recursos que serão gastos em Belo Horizonte. O espaço, que pertence ao Governo do Estado, será o palco maior do espetáculo de consumo do lazer durante o megaevento. Aliás, é bom ressaltar que uma empresa privada ficará responsável pela operação do estádio por 25 anos, em uma parceria público-privada que, segundo o sítio eletrônico do Governo do Estado, terá o cidadão da capital mineira como principal beneficiado: Nesse jogo de ganha ganha, o grande vencedor será o torcedor que passará a ser visto como um cliente. Esse novo torcedor-cliente vai frequentar um estádio mais confortável, seguro, acessível e sustentável. (MINAS GERAIS, 2012). Daí uma clara controversa, como se a conquista da cidadania dependesse antes, da conquista de outro status: cliente. Página 34

35 Outro ponto que nos chamou à atenção é o modo como a segurança pública tem sido considerada pelo evento. Entre os dias 14 e 18 de maio deste ano de 2012 ocorreu no Boulevard Shopping uma exposição realizada pela Polícia Federal denominada de Portas Abertas. O objetivo da exposição era de expor publicamente os sistemas de segurança que serão utilizados durante a realização do Mega Evento como cães farejadores, robôs que desativam bombas, armamentos pesados entre outros artefatos de guerrilha. Corroborando com Debord (2003), notase na exposição feita pela Polícia Federal uma grande exibição de imagens que reforçam o fetiche em torno da segurança pública como expõe o trecho a seguir, retirado do site do Shopping Boulevard durante a campanha publicitária feita para divulgação da exposição mencionada: Uma das atrações do evento será a simulação de desativação de artefatos explosivos, feita por um robô, comprado no Canadá para esse fim. No Brasil, só existem cinco exemplares do robô Vanguard. O equipamento já auxiliou na segurança do Pan de 2007 e nos Jogos Mundiais Militares. Segundo a PF, outros 12 serão adquiridos para atender as cidades-sede da Copa do Mundo. Além do robô, a exposição mostrará um traje antifragmentos para proteger os peritos que desmontam artefatos explosivos. O traje pesa 45 quilos e é o mesmo que aparece no início do premiado filme Guerra ao Terror. (SHOPPING BOULEVARD, 2012, p.1). Página 35

36 Como imaginar um espetáculo do porte da Copa do Mundo sem exibicionismos como estes, semelhantes aos utilizados no cinema blockbuster? Robôs, armas, equipamentos e trajes de guerra tornam-se atrações extras do Mega Evento, ao mesmo tempo em que a retórica forjada pelo poder público, federal, estadual ou municipal estruture-se sobre um discurso em torno do interesse público. Desta forma não responde adequadamente à pergunta com a qual encerramos o texto: Copa, para quem? Referências BOULEVARD SHOPPING. Exposição Polícia Federal. Disponível em: < >. Acesso em 25 de maio de BRASIL. PORTAL Disponível em: < >. Acesso em: 08 de maio de DEBORD, Guy. A Sociedade do Espetáculo. E-book digitalizado por Coletivo Periferia e ebooks Brasil, Disponível em: < >. Acesso em: 03 de março de Página 36

37 MINAS GERAIS. Portal da Transparência de Minas Gerais. Disponível em:< >. Acesso em: 14 de abril de EXPERIÊNCIAS POSITIVAS DE MORADIA POPULAR EM REGIÃO CENTRAL X TENDÊNCIAS NEGATIVAS EM VÉSPERAS DE COPA DO MUNDO Tatiana Soledade Delfanti Melo 3 A discussão apresentada deriva da dissertação de mestrado da autora intitulada: A Vila Santa Isabel na Avenida Afonso Pena: a experiência positiva da moradia popular em região central de Belo Horizonte. Os aspectos positivos verificados na pesquisa referem-se às relações sociais pacíficas e interdependentes existentes entre moradores da Vila Santa Isabel (favela) e moradores dos bairros do entorno (classe média e alta). A Vila Santa Isabel é, também, um exemplo positivo de uma forma particular de ocupação urbana que contribui para atenuar fronteiras físicas e sociais. No entanto, a Vila Santa Isabel, assim como todas as Vilas delimitadas como ZEIS localizadas na região central de Belo Horizonte tendem a desaparecer a partir de um acirramento da pressão imobiliária, principalmente para a construção de empreendimentos que visam a Copa do Mundo 3 Professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC Minas. Pesquisadora Colaboradora do Observatório das Metrópoles vinculado ao Núcleo Belo Horizonte do Projeto Metropolização e Megaeventos (Observatório das Metrópoles/ IPPUR/UFRJ). Página 37

Lúcia Helena Ciccarini Nunes Profa. da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Lúcia Helena Ciccarini Nunes Profa. da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Megaeventos Turísticos: impactos socioespaciais, ambientais e culturais da Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 na construção do espaço metropolitano de Belo Horizonte, Minas Gerais. Lúcia Helena Ciccarini

Leia mais

Projeto Cidade da Copa : influência na mobilidade da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco

Projeto Cidade da Copa : influência na mobilidade da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco Danilo Corsino de Queiróz Albuquerque¹ Ana Regina Marinho Dantas Barboza da Rocha Serafim² ¹Graduando do 5º Período no Curso de Licenciatura em Geografia pela Universidade de Pernambuco (UPE), E-mail:

Leia mais

Programa Porto Alegre Copa 2014 Legados para a Cidade

Programa Porto Alegre Copa 2014 Legados para a Cidade Programa Porto Alegre Copa 2014 Legados para a Cidade Visão: Ser considerada a melhor cidade-sede da Copa 2014 quanto a participação popular e promoção de ações de desenvolvimento econômico, social e ambiental,

Leia mais

Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada

Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada 1 O Projeto Litoral Sustentável 1ª Fase (2011/2012): Diagnósticos municipais (13 municípios) Diagnóstico regional (Já integralmente

Leia mais

Rio de cara nova. Conheça dez obras que prometem mudar a cara da cidade nos próximos dez anos

Rio de cara nova. Conheça dez obras que prometem mudar a cara da cidade nos próximos dez anos Rio de cara nova Conheça dez obras que prometem mudar a cara da cidade nos próximos dez anos por Ernesto Neves 01 de Agosto de 2011 Fonte: Revista Veja Rio Cidade do Rock O terreno de 250 mil metros quadrados

Leia mais

Redes de Pesquisa: a experiência nacional do Observatório das Metrópoles

Redes de Pesquisa: a experiência nacional do Observatório das Metrópoles Redes de Pesquisa: a experiência nacional do Observatório das Metrópoles Profª. Drª. Maria do Livramento Miranda Clementino (Coordenadora do Núcleo RMNatal - Observatório das Metrópoles - UFRN) Apresentação

Leia mais

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL

INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL TRANSFORMAR ASSENTAMENTOS IRREGULARES EM BAIRROS Autor(es): Gabriel Carvalho Soares de Souza, Alexandre Klüppel, Bruno Michel, Irisa Parada e Rodrigo Scorcelli Ao considerar a Favela como um fenômeno que

Leia mais

RECOMENDAÇÃO GT/HIS Nº 02, de 26 de novembro de 2014

RECOMENDAÇÃO GT/HIS Nº 02, de 26 de novembro de 2014 RECOMENDAÇÃO GT/HIS Nº 02, de 26 de novembro de 2014 Inquérito Civil Público nº 1.22.000.002106/2010-13 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por intermédio do Grupo de Trabalho Intercameral Habitação de Interesse,

Leia mais

Organizadoras: Mônica de Carvalho e Clarissa M. R. Gagliardi. Megaprojetos, megaeventos, megalópole: a produção de uma nova centralidade em São Paulo

Organizadoras: Mônica de Carvalho e Clarissa M. R. Gagliardi. Megaprojetos, megaeventos, megalópole: a produção de uma nova centralidade em São Paulo Organizadoras: Mônica de Carvalho e Clarissa M. R. Gagliardi Megaprojetos, megaeventos, megalópole: a produção de uma nova centralidade em São Paulo M496 Megaprojetos, megaeventos, megalópole : a produção

Leia mais

Reconstruindo o Conceito de Moradia: A Experiência do Plano Local de Habitação de Interesse Social em Paiçandu

Reconstruindo o Conceito de Moradia: A Experiência do Plano Local de Habitação de Interesse Social em Paiçandu Beatriz Fleury e Silva bfsilva@iem.br Msc. Engenharia Urbana. Docente curso de arquitetura Universidade Estadual de Maringá Reconstruindo o Conceito de Moradia: A Experiência do Plano Local de Habitação

Leia mais

População à deriva: entre o descaso urbano e a vertigem revitalizadora da zona portuária do Rio de Janeiro

População à deriva: entre o descaso urbano e a vertigem revitalizadora da zona portuária do Rio de Janeiro População à deriva: entre o descaso urbano e a vertigem revitalizadora da zona portuária do Rio de Janeiro Caroline dos Santos Santana caroline_santana@ymail.com Escola de Serviço Social 10 período Orientadora:

Leia mais

SEMINÁRIO SISTEMA INTERMUNICIPAL DE CAPACITAÇÃO EM PLANEJAMENTO E GESTÃO LOCAL PARTICIPATIVA PORTO ALEGRE - 21 A 23 DE NOVEMBRO/2007

SEMINÁRIO SISTEMA INTERMUNICIPAL DE CAPACITAÇÃO EM PLANEJAMENTO E GESTÃO LOCAL PARTICIPATIVA PORTO ALEGRE - 21 A 23 DE NOVEMBRO/2007 SEMINÁRIO SISTEMA INTERMUNICIPAL DE CAPACITAÇÃO EM PLANEJAMENTO E GESTÃO LOCAL PARTICIPATIVA PORTO ALEGRE - 21 A 23 DE NOVEMBRO/2007 Informações gerais da cidade Ofertas de capacitação Demandas de capacitação

Leia mais

Prevenção e mediação de conflitos fundiários urbanos

Prevenção e mediação de conflitos fundiários urbanos Prevenção e mediação de conflitos fundiários urbanos 1 Fatores geradores dos conflitos fundiários urbanos Reintegração de posse de imóveis públicos e privados, em que o processo tenha ocorrido em desconformidade

Leia mais

Planejamento Urbano Governança Fundiária

Planejamento Urbano Governança Fundiária Planejamento Urbano Governança Fundiária Instrumentos de Gestão, Conflitos Possibilidades de Inclusão Socioespacial Alexandre Pedrozo agosto. 2014 mobiliza Curitiba...... de antes de ontem...... de ontem......

Leia mais

A REGIÃO METROPOLITA NA NA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CURITIBA

A REGIÃO METROPOLITA NA NA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CURITIBA A REGIÃO METROPOLITA NA NA REVISÃO DO PLANO DIRETOR DE CURITIBA SITUAÇÃO ATUAL INTEGRAÇÃO METROPOLITANA NA LEI ORGÂNICA DE CURITIBA TÍTULO IV - DA ORDEM ECONÔMICA E SOCIAL CAPÍTULO I - DA ORDEM ECONÔMICA

Leia mais

Curitiba. Organizadoras OLGA LÚCIA CASTREGHINI DE FREITAS FIRKOWSKI PATRÍCIA BALISKI

Curitiba. Organizadoras OLGA LÚCIA CASTREGHINI DE FREITAS FIRKOWSKI PATRÍCIA BALISKI Observatório das Metrópoles Finep Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Curitiba Organizadoras OLGA LÚCIA CASTREGHINI DE FREITAS FIRKOWSKI PATRÍCIA BALISKI Curitiba OS IMPACTOS DA COPA DO MUNDO

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Cultura Oficina Litoral Sustentável

Cultura Oficina Litoral Sustentável Cultura Oficina Litoral Sustentável 1 ESTRUTURA DA AGENDA REGIONAL E MUNICIPAIS 1. Princípios 2. Eixos 3. Diretrizes 4. Ações 4.1 Natureza das ações (planos, projetos, avaliação) 4.2 Mapeamento de Atores

Leia mais

DOCUMENTO DE PROVIDÊNCIAS AUDIÊNCIA PÚBLICA: COPA DO MUNDO DE 2014 EM CURITIBA E A UTILIZAÇÃO DO POTENCIAL CONSTRUTIVO

DOCUMENTO DE PROVIDÊNCIAS AUDIÊNCIA PÚBLICA: COPA DO MUNDO DE 2014 EM CURITIBA E A UTILIZAÇÃO DO POTENCIAL CONSTRUTIVO DOCUMENTO DE PROVIDÊNCIAS AUDIÊNCIA PÚBLICA: COPA DO MUNDO DE 2014 EM CURITIBA E A UTILIZAÇÃO DO POTENCIAL CONSTRUTIVO AS ENTIDADES E MOVIMENTOS DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA PRESENTES NA AUDIÊNCIA PÚBLICA

Leia mais

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica A iniciativa O projeto Praças é uma iniciativa do Instituto Sou da Paz, em parceria com a SulAmérica, que promove a revitalização de praças públicas da periferia de São Paulo com a participação da comunidade

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Seminário Internacional Planejamento Urbano em Região Metropolitana - O caso de Aracaju Aracaju,

Leia mais

Prevenção e Mediação de Conflitos Fundiários Urbanos

Prevenção e Mediação de Conflitos Fundiários Urbanos Prevenção e Mediação de Conflitos Fundiários Urbanos O que é a SEDUR A Secretaria de Desenvolvimento Urbano - SEDUR, foi criada pela Lei nº 8.538, de 20 de dezembro de 2002, e tem por finalidade formular

Leia mais

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu

O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu GTT: Escola O trabalho pedagógico da Educação Física no Ensino Médio profissionalizante no IFG-Uruaçu Almir Zandoná Júnior 1 Fernando Henrique Silva Carneiro 2 Justificativa/Base teórica A entrada da Educação

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

Região Metropolitana de Curitiba: histórico e considerações sobre o modelo

Região Metropolitana de Curitiba: histórico e considerações sobre o modelo Seminário A Metrópole em Debate: do Estatuto à prática Curitiba 13 de julho de 2015 Região Metropolitana de Curitiba: histórico e considerações sobre o modelo Profª Drª Madianita Nunes da Silva Departamento

Leia mais

Apresentação Metropoli- zação e Megaeventos: impactos da Copa do Mundo/2014 e das Olimpía- das/2016

Apresentação Metropoli- zação e Megaeventos: impactos da Copa do Mundo/2014 e das Olimpía- das/2016 Apresentação O presente livro apresenta os resultados nacionais do projeto Metropolização e Megaeventos: impactos da Copa do Mundo/2014 e das Olimpíadas/2016. Ele foi executado como uma das linhas do programa

Leia mais

O Projeto PROVOZ é um Projeto Social de Desenvolvimento para a população de Fortaleza que privilegia a cidadania e os direitos inerentes à todos os

O Projeto PROVOZ é um Projeto Social de Desenvolvimento para a população de Fortaleza que privilegia a cidadania e os direitos inerentes à todos os O Projeto PROVOZ é um Projeto Social de Desenvolvimento para a população de Fortaleza que privilegia a cidadania e os direitos inerentes à todos os cidadãos brasileiros ao nível da sua realidade local.

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

Corrida da Saúde. Infantis A - Feminino

Corrida da Saúde. Infantis A - Feminino Corrida da Saúde Classificação geral do corta-mato, realizado no dia 23 de Dezembro de 2007, na Escola E.B. 2,3 de Valbom. Contou com a participação dos alunos do 4º ano e do 2º e 3º ciclos do Agrupamento

Leia mais

4º CONFERENCIA ESTADUAL DAS CIDADES 07 a 09 abril 2010 Foz do Iguaçu PR

4º CONFERENCIA ESTADUAL DAS CIDADES 07 a 09 abril 2010 Foz do Iguaçu PR 4º CONFERENCIA ESTADUAL DAS CIDADES 07 a 09 abril 2010 Foz do Iguaçu PR CIDADE PARA TODOS E TODAS COM GESTÃO DEMOCRÁTICA, PARTICIPATIVA E CONTROLE SOCIAL Avanços, Dificuldades e Deságios na Implementação

Leia mais

Conhecendo a Fundação Vale

Conhecendo a Fundação Vale Conhecendo a Fundação Vale 1 Conhecendo a Fundação Vale 2 1 Apresentação Missão Contribuir para o desenvolvimento integrado econômico, ambiental e social dos territórios onde a Vale atua, articulando e

Leia mais

PROGRAMA COMPROMISSO META INICIATIVA

PROGRAMA COMPROMISSO META INICIATIVA Secretaria de 1 Produtivo 1. Ampliar a oferta de infraestrutura adequada para promover a segurança no consumo de gêneros alimentícios em mercados municipais 1. Oferecer espaços adequados para comercialização

Leia mais

APLICAÇÃO DE MÉTODO DE LOCALIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS E MONITORAMENTO DA VARIAÇÃO DO VALOR DO SOLO.

APLICAÇÃO DE MÉTODO DE LOCALIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS E MONITORAMENTO DA VARIAÇÃO DO VALOR DO SOLO. APLICAÇÃO DE MÉTODO DE LOCALIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS E MONITORAMENTO DA VARIAÇÃO DO VALOR DO SOLO. Laura Pereira Aniceto Faculdade de Arquitetura e Urbanismo CEATEC Laura.aniceto@gmail.com Jonathas

Leia mais

Gestão Participativa em BH. Belo Horizonte, 01 de dezembro 2010

Gestão Participativa em BH. Belo Horizonte, 01 de dezembro 2010 Gestão Participativa em BH Belo Horizonte, 01 de dezembro 2010 1 Gestão Participativa em BH Belo Horizonte tem um longo histórico de gestão democrático-popular; Existe forte determinação política para:

Leia mais

45ª Semana de Serviço Social. OS MEGA EVENTOS E MOVIMENTOS SOCIAIS: discutindo o direito à cidade. 14 a 16 de maio de 2014

45ª Semana de Serviço Social. OS MEGA EVENTOS E MOVIMENTOS SOCIAIS: discutindo o direito à cidade. 14 a 16 de maio de 2014 45ª Semana de Serviço Social OS MEGA EVENTOS E MOVIMENTOS SOCIAIS: discutindo o direito à cidade 14 a 16 de maio de 2014 Na Copa, comemorar o quê?. É com este mote criativo e provocativo que o Conjunto

Leia mais

Ministério das Cidades MCidades

Ministério das Cidades MCidades Ministério das Cidades MCidades Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ODS São Paulo, 02 de junho de 2014 Roteiro 1. O processo de urbanização no Brasil: histórico. 2. Avanços institucionais na promoção

Leia mais

INTERVENÇÕES URBANÍSTICAS COMO AGENTES DE REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

INTERVENÇÕES URBANÍSTICAS COMO AGENTES DE REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA INTERVENÇÕES URBANÍSTICAS COMO AGENTES DE REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA HUMBERTO COSTA Secretário das Cidades Governo de Pernambuco 17 de setembro Recife / PE Prevenção da violência x ESPAÇO URBANO AS ESTATÍSTICAS

Leia mais

Copa do Mundo 2014: ações da Prefeitura de São Paulo. 12ª Câmara Temática de Transparência Copa 2014

Copa do Mundo 2014: ações da Prefeitura de São Paulo. 12ª Câmara Temática de Transparência Copa 2014 : ações da Prefeitura de São Paulo 12ª Câmara Temática de Transparência Copa 2014 Copa em São Paulo: a gestão municipal SPCOPA: Comitê Integrado de Gestão Governamental Especial para a Copa do Mundo de

Leia mais

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO DIPLA Produtos Fortaleza 2040 Processos Gestão do Plano Fortaleza 2040 Integração de planos setoriais

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO DIPLA Produtos Fortaleza 2040 Processos Gestão do Plano Fortaleza 2040 Integração de planos setoriais DIRETORIA DO OBSERVATÓRIO DA GOVERNANÇA DIOBS Produtos Sala Situacional Rede de Salas de Situação Processos Monitoramento Agenda Estratégica Observatório da Governança DIRETORIA DE PLANEJAMENTO DIPLA Produtos

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014. O que o Brasil já ganhou com a Copa

Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014. O que o Brasil já ganhou com a Copa Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014 O que o Brasil já ganhou com a Copa 2 O que o Brasil já ganhou com a Copa Investimentos A Copa do Mundo é um grande investimento para todos brasileiros Os únicos

Leia mais

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário SOUZA, Kauana Mendes 1 ; XAVIER, Cintia 2 Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, PR RESUMO O projeto Portal

Leia mais

Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030

Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 5º Congresso de Gerenciamento de Projetos 10 de novembro de 2010 Belo Horizonte Planejamento Estratégico Longo Prazo período 2010-2030 - planejamento

Leia mais

Planejamento das Linhas de ônibus no Rio com a derrubada da perimetral.

Planejamento das Linhas de ônibus no Rio com a derrubada da perimetral. Planejamento das Linhas de ônibus no Rio com a derrubada da perimetral. Aline Leite 1 ; Daniel Lopes 1 ; Eduardo Tavares da Silva 2 ; Eunice Horário Teixeira 2 ; Jorge Tiago Bastos 2 ; Luciana Brizon 2

Leia mais

CONSTRUINDO CIDADES E CIDADANIA

CONSTRUINDO CIDADES E CIDADANIA UCLG Congress Parallel Session: CONSTRUINDO CIDADES E CIDADANIA Inês da Silva Magalhães Secretária Nacional de Habitação - Brasil Cidade do México 18 de novembro de 2010 PRINCIPAIS MARCOS INSTITUCIONAIS

Leia mais

PROGRAMA URB-AL O ACESSO AO SOLO E À HABITAÇÃO SOCIAL EM CIDADES GRANDES DE REGIÕES METROPOLITANAS DA AMÉRICA LATINA E EUROPA.

PROGRAMA URB-AL O ACESSO AO SOLO E À HABITAÇÃO SOCIAL EM CIDADES GRANDES DE REGIÕES METROPOLITANAS DA AMÉRICA LATINA E EUROPA. PROGRAMA URB-AL REDE 7: GESTÃO E CONTROLE DA METROPOLIZAÇÃO Título (projeto comum do tipo A) O ACESSO AO SOLO E À HABITAÇÃO SOCIAL EM CIDADES GRANDES DE REGIÕES METROPOLITANAS DA AMÉRICA LATINA E EUROPA.

Leia mais

Agora é Que São Elas! A Construção da Associação das Mulheres do Dunas Fundos

Agora é Que São Elas! A Construção da Associação das Mulheres do Dunas Fundos Agora é Que São Elas! A Construção da Associação das Mulheres do Dunas Fundos Noé Vega Cotta de Mello Joseane da Silva Almeida Projeto de Extensão Habitação de Interesse Social Curso de Arquitetura e Urbanismo

Leia mais

SEDE NACIONAL DA CAMPANHA

SEDE NACIONAL DA CAMPANHA Campanha Ponto Final na Violência contra as Mulheres e Meninas SEDE NACIONAL DA CAMPANHA REDE NACIONAL FEMINSTA DE SAÚDE, DIREITOS SEXUAIS E DIREITOS REPRODUTIVOS Avenida Salgado Filho, 28, cj 601. Porto

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

AGENDA DA FAMÍLIA. 1 O que é a Agenda da Família?

AGENDA DA FAMÍLIA. 1 O que é a Agenda da Família? AGENDA DA FAMÍLIA Marcelo Garcia é assistente social. Exerceu a Gestão Social Nacional, Estadual e Municipal. Atualmente é professor em cursos livres, de extensão e especialização, além de diretor executivo

Leia mais

GABINETE DO PREFEITO

GABINETE DO PREFEITO GABINETE DO PREFEITO O Plano de Metas é um instrumento de gestão que orienta a Prefeitura na direção de uma cidade sustentável e oferece aos cidadãos e à imprensa um mecanismo para avaliar os compromissos

Leia mais

OS IMPACTOS ECONÔMICOS DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES FIFA 2013 NO RIO DE JANEIRO

OS IMPACTOS ECONÔMICOS DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES FIFA 2013 NO RIO DE JANEIRO OS IMPACTOS ECONÔMICOS DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES FIFA 2013 NO RIO DE JANEIRO OBSERVATÓRIO DO TURISMO DO RIO DE JANEIRO DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE RIO DE JANEIRO, JUNHO DE 2013 O PERFIL DOS TURISTAS

Leia mais

PROGRAMA. Brasil, Gênero e Raça. Orientações Gerais

PROGRAMA. Brasil, Gênero e Raça. Orientações Gerais PROGRAMA Brasil, Gênero e Raça Orientações Gerais Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho Secretário-Executivo Marco Antonio de Oliveira Secretário

Leia mais

Revisão Participativa. dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo

Revisão Participativa. dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume II Revisão Participativa do Plano Diretor Estratégico (PDE) 1. A importância do PDE (Plano Diretor Estratégico)

Leia mais

COPA DO MUNDO FIFA 2014 Belo Horizonte Brasil. Ações do Governo de Minas Gerais

COPA DO MUNDO FIFA 2014 Belo Horizonte Brasil. Ações do Governo de Minas Gerais COPA DO MUNDO FIFA 2014 Belo Horizonte Brasil Ações do Governo de Minas Gerais 27 de Outubro de 2009 Roteiro Estratégia de Execução Modernização do Mineirão Reforma dos Estádios Alternativos Mobilidade

Leia mais

Grandes Investimentos e seus impactos no acesso à moradia

Grandes Investimentos e seus impactos no acesso à moradia Grandes Investimentos e seus impactos no acesso à moradia Copa, Olimpíadas e Porto Maravilha Observatório das Metrópoles Profs. Mauro Santos e Erick Omena Megaeventos e planejamento A lógica do empreendedorismo

Leia mais

kleber.matos@planalto.gov.br, gerson.almeida@planalto.gov.br e joao.filho@planalto.gov.br

kleber.matos@planalto.gov.br, gerson.almeida@planalto.gov.br e joao.filho@planalto.gov.br À SECRETARIA ESPECIAL DE DIREITOS HUMANOS Ministro Paulo de Tarso Vannuchi E-mail: paulo.vannuchi@sedh.gov.br e valeria.silva@sedh.gov.br AO MINISTÉRIO DAS CIDADES Ministro Márcio Fortes de Almeida E-mail:

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO URBANÍSTICO

VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO URBANÍSTICO VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO URBANÍSTICO Direito Urbanístico e Conflitos Urbanos: a efetividade da ordem jurídicourbanística na promoção do direito à cidade Fortaleza/CE - 04 a 07 de outubro de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA OFICINA DE CAPACITAÇÃO PARA O PLANO DIRETOR: REGIONAL BOQUEIRÃO 18/03/2014 CURITIBA MARÇO/2014 Realizações no dia

Leia mais

Escola sede: Escola Secundária de S. Pedro do Sul Alunos Matriculados - 2015/2016

Escola sede: Escola Secundária de S. Pedro do Sul Alunos Matriculados - 2015/2016 13008 10 E Técnico de Instalações Elétricas Carlos Jorge Oliveira Rodrigues Escola Secundária de São Pedro do Sul 13791 10 E Técnico de Instalações Elétricas Daniel dos Santos Rodrigues Escola Secundária

Leia mais

AGENDA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE COPA 2014

AGENDA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE COPA 2014 Code-P0 AGENDA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE COPA 2014 Agenda de Trabalho Junho 2011 Claudio Langone Code-P1 OPORTUNIDADE PARA O BRASIL 2011 - Jogos Militares Mundiais 2012 - RIO + 20 - Cúpula das

Leia mais

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis Fabiana Cristina da Luz luz.fabiana@yahoo.com.br Universidade Cruzeiro do Sul Palavras-chave: Urbanização

Leia mais

Desafios e perspectivas do Trabalho Social Profa. Rosana Denaldi. FGV EAESP 25 de Setembro de 2015

Desafios e perspectivas do Trabalho Social Profa. Rosana Denaldi. FGV EAESP 25 de Setembro de 2015 Desafios e perspectivas do Trabalho Social Profa. Rosana Denaldi FGV EAESP 25 de Setembro de 2015 estrutura da apresentação Trabalho Social? O trabalho social tornou-se componente obrigatório nos programas

Leia mais

Encontro Regional Serviço Social e Questão Urbana: Assistentes Sociais na defesa do Direito à Cidade

Encontro Regional Serviço Social e Questão Urbana: Assistentes Sociais na defesa do Direito à Cidade Encontro Regional Serviço Social e Questão Urbana: Assistentes Sociais na defesa do Direito à Cidade Organização do evento: CRESS-PR e Comissão de Direito à Cidade Data: 27/05 (Curitiba) e interior do

Leia mais

Políticas de moradia: entre o direito e a violação de direitos humanos. Demian Garcia Castro

Políticas de moradia: entre o direito e a violação de direitos humanos. Demian Garcia Castro Políticas de moradia: entre o direito e a violação de direitos humanos Demian Garcia Castro Hipótese central: a nova rodada de mercantilização da cidade vem ampliando os processos de segregação socioespacial

Leia mais

Sustentabilidade e Habitação de Interesse Social: O desafio da Intervenção sustentável na favela discutido na Academia

Sustentabilidade e Habitação de Interesse Social: O desafio da Intervenção sustentável na favela discutido na Academia Simpósio Temático Sustentabilidade na Habitação de Interesse Social: cultural e social, ambiental e econômica. Rosa Bauer, Arq. Ms. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAUPUCRS Sustentabilidade e Habitação

Leia mais

A economia solidária como estratégia de inclusão produtiva no Programa Bolsa Família

A economia solidária como estratégia de inclusão produtiva no Programa Bolsa Família A economia solidária como estratégia de inclusão produtiva no Programa Bolsa Família Adriane Vieira Ferrarini Docente e pesquisadora do Programa de Pós graduação em Ciências Sociais da Unisinos Estelamaris

Leia mais

Curso de Formação para a Elaboração, Monitoramento e Acompanhamento do PLHIS

Curso de Formação para a Elaboração, Monitoramento e Acompanhamento do PLHIS Curso de Formação para a Elaboração, Monitoramento e Acompanhamento do PLHIS Módulo IV Política Habitacional e as políticas urbanas Política Habitacional: o papel dos estados e municípios Regina Fátima

Leia mais

EXECUÇÃO DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS

EXECUÇÃO DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS EXECUÇÃO DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS 6º FÓRUM NACIONAL DE ESTRATÉGIA NA PRÁTICA & GESTÃO POR PROCESSOS Conteúdo da Apresentação Modelo de Gestão de Porto Alegre Alinhamento Planejamento Estratégico e Orçamento

Leia mais

Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015. Coordenação: Juciano Martins Rodrigues. Observatório das Metrópoles

Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015. Coordenação: Juciano Martins Rodrigues. Observatório das Metrópoles Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015 Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015 Coordenação: Juciano Martins Rodrigues Observatório das Metrópoles Luiz Cesar de Queiroz

Leia mais

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento S. M. R. Alberto 38 Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento Solange Maria Rodrigues Alberto Pedagoga Responsável pelo

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

Historia. Linha do Tempo 2014-2015. Década 80. Cadernos Metrópole. A Questão urbanometropolitana

Historia. Linha do Tempo 2014-2015. Década 80. Cadernos Metrópole. A Questão urbanometropolitana Historia Linha do Tempo Avaliação dos impactos metropolitanos no Rio de Janeiro do ajuste macroeconômico da reestruturação produtiva 1996 Cadernos Metrópole 1999 Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia

Leia mais

GERAL. Porto Olímpico

GERAL. Porto Olímpico Porto Olímpico projeto O Porto Maravilha e o Porto Olímpico N Porto Olímpico aprox. 145.000m2 de área Porto Maravilha aprox. 5.000.000m2 de área aprox. 100.000m2 aprox. 45.000m2 Porquê o Porto? Porquê

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR"

Mostra de Projetos 2011 UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos

Leia mais

TITULO A GENTE NA RUA UM OLHAR DIFERENCIADO NA POPULAÇÃO DE RUA NA CIDADE DE SÃO PAULO

TITULO A GENTE NA RUA UM OLHAR DIFERENCIADO NA POPULAÇÃO DE RUA NA CIDADE DE SÃO PAULO TITULO A GENTE NA RUA UM OLHAR DIFERENCIADO NA POPULAÇÃO DE RUA NA CIDADE DE SÃO PAULO Breve Histórico da População de Rua na Cidade de São Paulo A população de rua da cidade de são Paulo, heterogenia

Leia mais

RELATÓRIO DA 5ª CONFERÊNCIA ETAPA MUNICIPAL APARECIDA DE GOIÂNIA-GO 24 E 25 DE MAIO DE 2013

RELATÓRIO DA 5ª CONFERÊNCIA ETAPA MUNICIPAL APARECIDA DE GOIÂNIA-GO 24 E 25 DE MAIO DE 2013 RELATÓRIO DA 5ª CONFERÊNCIA ETAPA MUNICIPAL 1. Dados Iniciais Estado: Goiás Município: Aparecida de Goiânia APARECIDA DE GOIÂNIA-GO 24 E 25 DE MAIO DE 2013 2. Dados da pessoa responsável pelo preenchimento

Leia mais

O que o Brasil já ganhou com a Copa. Secretaria-Geral da Presidência da República

O que o Brasil já ganhou com a Copa. Secretaria-Geral da Presidência da República O que o Brasil já ganhou com a Copa COPA DO MUNDO NO BRASIL um momento histórico e de oportunidades A Copa do Mundo é um momento histórico para o Brasil, que vai sediar, em conjunto com as Olimpíadas em

Leia mais

Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero. Andrea Butto

Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero. Andrea Butto Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero Andrea Butto Ministério do Desenvolvimento Agrário Temas abordados Estados assumiram compromissos que

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília Nome do Evento: Fórum Mundial de Direitos Humanos Tema central: Diálogo e Respeito às Diferenças Objetivo: Promover um

Leia mais

Histórico 2006/ 2010

Histórico 2006/ 2010 Histórico 2006/ 2010 Programa Na Mão Certa O Programa Na Mão Certa, uma iniciativa da Childhood Brasil, que tem como objetivo reunir esforços para mobilizar governos, empresas e organizações da sociedade

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

Adriane Cristina de Jesus

Adriane Cristina de Jesus Adriane Cristina de Jesus Alexandre Coelho Rodrigues Gomes Alexandre Montenegro Nascimento Vilarinhos Ana Carolina Nogueira Ana Carolina Rodrigues Oliveira Ana Luiza de Paiva Silva Ana Luiza dos Anjos

Leia mais

Tipo OCA. Subação. 1-Ações de Infraestrutura da Gestão Superior NEX. 2-Participação da Fundação em Eventos Locais, Nacionais e Internacionais NEX

Tipo OCA. Subação. 1-Ações de Infraestrutura da Gestão Superior NEX. 2-Participação da Fundação em Eventos Locais, Nacionais e Internacionais NEX Relatório do Criança e Adolescente ( ) Página 1 de 42 EIXO: ACESSO À EDUCAÇÃO DE QUALIDADE SUB-EIXO: CULTURA (b) (c) 13-Cultura 122-Administração Geral 146-Gestão da Política Cultural 2338-Gestão Superior

Leia mais

COSTRUINDO FÓRUM SOBRE VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS: REFLEXÃO E AÇÃO SOBRE VIOLÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA NAS ESCOLAS

COSTRUINDO FÓRUM SOBRE VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS: REFLEXÃO E AÇÃO SOBRE VIOLÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA NAS ESCOLAS COSTRUINDO FÓRUM SOBRE VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS: REFLEXÃO E AÇÃO SOBRE VIOLÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DO BAIRRO DA IPUTINGA Prof º Geraldo José Marques Pereira ( Coordenador Geral) Prof

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA FARIAS, Maria Lígia Malta ¹ SOUSA, Valéria Nicolau de ² TANNUSS, Rebecka Wanderley ³ Núcleo De Cidadania e Direitos Humanos/ PROEXT RESUMO O Projeto de Extensão

Leia mais

CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CARTA DO COMITÊ BRASILEIRO DE DEFENSORAS/ES DOS DIREITOS HUMANOS À MINISTRA DA SECRETARIA DOS DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Brasília,12 de Dezembro de 2012. O Comitê Brasileiro de Defensoras/es

Leia mais

Alternativas para as propostas da Copa em Belo Horizonte

Alternativas para as propostas da Copa em Belo Horizonte 8ª BIENAL INTERNACIONAL DA ARQUITETURA Workshop para Qualificação Urbana em Cidades-Sede da COPA 2014 Belo Horizonte Alternativas para as propostas da Copa em Belo Horizonte 24 a 27 de novembro de 2009

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO 9 ESTUDOS SOCIOCULTURAIS DO ESPORTE

GRUPO DE TRABALHO 9 ESTUDOS SOCIOCULTURAIS DO ESPORTE 1 GRUPO DE TRABALHO 9 ESTUDOS SOCIOCULTURAIS DO ESPORTE PROGRAMA SESI ATLETA DO FUTURO: UMA ANÁLISE DO ROMPIMENTO DA PARCERIA ENTRE O SESI E A PREFEITURA MUNICIPAL DE ARAPONGAS. Ricardo Gonçalves, Mdo.

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE CAPITAL SOCIAL PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA SUSTENTÁVEL

CONSTITUIÇÃO DE CAPITAL SOCIAL PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA SUSTENTÁVEL UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE DIREITO PROGRAMA PÓLOS DE CIDADANIA CONSTITUIÇÃO DE CAPITAL SOCIAL PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA SUSTENTÁVEL MIRACY BARBOSA DE SOUSA GUSTIN MARIANNA VIEIRA

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Entenda quais são os Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana que serão revistos Revisão Participativa

Leia mais

SUGESTÕES DE COMO ABORDAR NAS EMPRESAS O TEMA DO ENFRENTAMENTO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

SUGESTÕES DE COMO ABORDAR NAS EMPRESAS O TEMA DO ENFRENTAMENTO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES SUGESTÕES DE COMO ABORDAR NAS EMPRESAS O TEMA DO ENFRENTAMENTO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PRESIDENTA DA REPÚBLICA Dilma Vana Rousseff MINISTRA DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE

Leia mais

Danilo Munhoz Alves Corrêa Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio danilomunhoz@globo.com. 1 - Introdução

Danilo Munhoz Alves Corrêa Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio danilomunhoz@globo.com. 1 - Introdução Sistema Modal de Transportes no Município do Rio de Janeiro: a modernização dos eixos de circulação na cidade carioca para a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas em 2016. 1 - Introdução Danilo

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais