CICLO 2 CADERNO DO GESTOR ESCOLAR

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1 CICLO 2 CADERNO DO GESTOR ESCOLAR

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3 Índice CICLO 2: CADERNO DO GESTOR ESCOLAR 1. Um olhar sobre o primeiro ciclo Os fatores que garantem o acesso e a permanência na escola Secretaria de Educação e unidade escolar: o papel de cada esfera Levantamentos importantes Primeiro passo - A organização dos espaços escolares Segundo passo - O planejamento pedagógico Terceiro passo - A interação com as famílias Uma ação de mobilização no jardim da escola e últimas palavras Caderno do Gestor Público 3

4 Olá, GESTOR(a), É com grande prazer que o Instituto Votorantim dá boas-vindas a você e a sua equipe para o segundo ciclo do projeto Parceria Votorantim pela Educação. Na primeira etapa do trabalho, vocês receberam a visita do mobilizador social funcionário da unidade da Votorantim na sua cidade destacado para promover reuniões e ações voltadas à Educação no Município e do consultor que atua em parceria com esse mobilizador. Na pauta do encontro foi discutida a elaboração do PDE Interativo e a montagem de uma agenda para 2012 que contemple o preparo desse documento que favorece a revisão do projeto educativo da escola, a definição das prioridades e a elaboração de um plano de ação. Com isso, esperamos ter despertado em todos o desejo de colaborar com o planejamento de estratégias que favoreçam o bom funcionamento da unidade escolar nos próximos anos. Nesse sentido, convidamos você e sua equipe a olhar para a agenda montada há algumas semanas e fazer uma breve análise sobre o processo e o andamento das etapas previstas. Identificar dificuldades e planejar os passos seguintes são ações que podem auxiliar a elaborar o PDE de forma ágil e proporcionar uma discussão mais aprofundada sobre a complexidade da gestão. Enquanto essa atividade segue em curso coordenada pelos responsáveis escolhidos na etapa anterior gostaríamos de propor uma nova e importante frente de trabalho: a realização de um diagnóstico sobre (a) A organização dos espaços escolares, (b) O planejamento pedagógico e (c) A interação com as famílias. O que essas três áreas têm em comum? Elas compõem a estrutura básica para a garantia do acesso e da permanência dos alunos na escola e, portanto, merecem muita atenção. 4 Caderno do Gestor Público

5 É importante lhe contar que, nesta etapa do trabalho, todas as esferas do projeto Parceria estão voltadas à importância de se estar na escola e de concluir os estudos. No âmbito da gestão pública, a equipe da Secretaria de Educação está se debruçando sobre assuntos imprescindíveis para ninguém deixar de ir às aulas: Transporte, Merenda, Infraestrutura e Pessoal. Além disso, há grupos de mobilização social pesquisando os índices de evasão, abandono e analfabetismo no município e divulgando oportunidades para que quem saiu da escola volte a estudar. Gostaríamos de pedir uma colaboração especial a toda sua equipe no sentido de também divulgar essas oportunidades que estão disponíveis na cidade e podem ajudar a elevar os números de escolarização e reduzir o analfabetismo essa será uma das propostas de interação com as famílias que moram no entorno da unidade escolar na qual vocês trabalham. Ainda para este ciclo, o Parceria preparou um Guia de Oportunidades para Educadores, uma seleção de prêmios, concursos e cursos voltados ao desenvolvimento profissional. O material foi feito especialmente para os municípios participantes do projeto. Esperamos que ele ajude você e os professores de sua equipe a aprimorar a prática pedagógica e a buscar iniciativas de valorização do trabalho realizado com os alunos. Desejamos que os próximos meses sejam ainda mais produtivos e que a parceria com o mobilizador e o consultor continue dando bons frutos à gestão na sua escola. Boa leitura e bom trabalho! Caderno do Gestor Público 5

6 1. UM OLHAR SOBRE O PRIMEIRO CICLO No seu dia-a-dia de gestor(a), você acompanha o desenvolvimento de processos administrativos, projetos didáticos e institucionais, estuda dificuldades e conquistas, repensa estratégias e revisa metas, tudo para garantir a aprendizagem dos alunos. Quando se trata de mobilização social, os processos avaliativos também são indispensáveis. É refletindo sobre o andamento de cada etapa que um grupo realinha permanentemente suas ações para atingir objetivos coletivos com a par ticipação de todos os envolvidos. Pensando nisso, gostaríamos de sugerir que você e sua equipe façam uma análise sobre as metas que ficaram estabelecidas no Ciclo 1 em função da elaboração ou revisão do PDE. Para tanto, uma boa estratégia é retomar o cronograma que propusemos como desafio (ver abaixo) e verificar se o andamento confere com o que era esperado até este momento. Elaboração do PDE Interativo Etapas Responsáveis Início Final resultados Primeiro passo - Preparação Segundo passo Diagnóstico Terceiro passo Plano Geral e planos de ações Quarto passo Acompanhamento e avaliação Sugerimos que vocês discutam as dificuldades encontradas ao longo do trabalho, possíveis soluções e ajustes no cronograma, se necessário. O material do Ciclo 1 e o portal do Ministério da Educação (MEC) podem ajudar a sanar dúvidas. 6 Caderno do Gestor Público

7 2. OS FATORES QUE GARANTEM O ACESSO E A PERMANÊNCIA NA ESCOLA Ao longo do primeiro ciclo deste projeto, quando tratamos sobre a elaboração do PDE Interativo, a ideia central foi levar você e sua equipe a pensar na proposta educativa da escola, definir prioridades e elaborar um plano de ação. Iniciativas como essas têm grande potencial de colaborar com a melhoria do funcionamento da unidade escolar e, em última e principal instância, do processo de ensino como um todo. Ganhar em qualidade é um aspecto fundamental para que cada vez mais alunos tenham acesso à Educação pública e oportunidades de frequentar a escola até completarem os estudos o que, infelizmente, nem sempre acontece. Todo diretor já acompanhou histórias de crianças ou jovens que deixaram de estudar. Por vezes, as faltas vão ficando cada vez mais frequentes até o aluno não voltar mais às aulas. Em outras, o abandono acontece de repente, sem deixar muitas pistas sobre o que motivou a desistência. Com o passar do tempo, começam a chegar notícias: João foi trabalhar com o pai no campo, Maria não tinha como chegar à escola, o pai de Ana perdeu o prazo de matrícula, Laura precisou cuidar dos irmãos menores... Entre tantas outras histórias. Não é raro que os motivos do abandono estejam relacionados a decisões que competem ao poder público como um todo e não somente à escola, mas vamos colocar foco no que diz respeito à nossa alçada. Antes, porém, é necessário analisar alguns aspectos relevantes da atuação do gestor escolar como organizador social. De acordo com Heloísa Lück 1, o diretor promove na escola o sentido de visão social do seu trabalho, cria expectativas em relação aos seus resultados educacionais como condição para garantir qualidade social na formação e aprendizagem dos alunos e adota em sua atuação de gestão escolar uma visão abrangente de escola e mobilizadora dos talentos e competências dos participantes da comunidade escolar, na 1 LÜCK, Heloísa. Dimensões de Gestão Escolar e suas Competências. Curitiba: Editora Positivo, Caderno do Gestor Público 7

8 promoção de Educação de qualidade. Esses aspectos contribuem para pensarmos não só na sua atuação, gestor, mas na forma como você mobiliza sua equipe na busca de soluções aos problemas que parecem ser do outro, mas que, na verdade, são de todos. Agora, o primeiro passo é justamente apurar o olhar e fazer uma análise situacional do cenário educacional da sua escola. Por exemplo: o que pode levar um aluno nela matriculado a deixar os estudos? Alguns fatores são mais perceptíveis, outros, escondem-se em pequenos detalhes. Escolhemos três aspectos de peso da gestão escolar, com o propósito de discuti-los sob a ótica da mobilização social: 1. A organização dos espaços escolares: está cada vez mais evidente que o ambiente escolar é um lugar privilegiado para a formação dos que nela adentram, tendo em vista o convívio social e a possibilidade de viver experiências educativas dentro e fora da sala de aula. 2. O planejamento pedagógico: muitas vezes, desconsidera-se que a falta de planejamento pode ser uma das variáveis que causam a evasão, a pouca procura por vagas e os baixos índices de aprendizagem dos alunos. O acesso é um direito adquirido por lei, mas a evasão é um indicador que merece ser analisado no planejamento pedagógico, assim como a avaliação dos alunos, pois a permanência por si só não garante que os estudantes de fato aprendam o que estava previsto. No planejamento, o projeto pedagógico precisa ser ajustado permanentemente para assegurar uma Educação de qualidade para todos. 3. A interação com as famílias: é um diálogo que merece cuidado pois, muitas vezes, o conceito de interação não é considerado como uma via de mão dupla. A escola tem um compromisso social com a comunidade e os alunos são as pessoas para quem a escola existe e para quem ela deve voltar a sua atuação. É necessário, portanto, planejar 8 Caderno do Gestor Público

9 ações que favoreçam essa interação no sentido de que ela também contribua com o êxito da aprendizagem de todos os alunos. Os aspectos descritos acima são capazes de atrair alunos e famílias para dentro da escola ou afastá-los para longe dela. E, diante dessas variáveis, gostaríamos de convidar você e sua equipe a repensar a organização dos espaços, o planejamento pedagógico e a interação com as famílias por meio de um chek list. O objetivo não é que vocês prestem contas a alguém, mas que esse levantamento dê suporte às reuniões com os diferentes segmentos da escola que podem e devem se unir para melhorar a qualidade do ensino e desperte em todos o desejo de se mobilizar internamente (professores e funcionários de apoio) e externamente (junto à comunidade). Pense Nisto! A coletivização é o sentimento e a certeza de que aquilo que eu faço, no meu campo de atuação, está sendo feito por outros, da minha mesma categoria, com os mesmos propósitos e sentidos. É ela que dá estabilidade a um processo de mobilização social. TORO A., José Bernardo; WERNECK, Nisia Maria Duarte. Mobilização social um modo de construir a democracia e a participação 1. Reimp. Belo Horizonte, 2007 p. 57. ( O objetivo não é que vocês prestem contas a alguém, mas que esse levantamento dê suporte às reuniões com os diferentes segmentos da escola. ( Caderno do Gestor Público 9

10 3. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E UNIDADE ESCOLAR: O PAPEL DE CADA ESFERA Antes de refletir sobre o planejamento de ações que você e sua equipe podem mobilizar, vamos estabelecer o que cabe à Secretaria de Educação (e, portanto, vocês podem e devem solicitar a ela) e o que cabe a vocês, enquanto educadores que trabalham dentro da unidade escolar. Os três quadros seguintes apontam alguns caminhos para essa reflexão. 10 Caderno do Gestor Público

11 QUADRO 01: A ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS ESCOLARES SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESCOLA Acessibilidade Reformas e compra de materiais e mobiliários Uso educativo dos espaços Garante que todas as unidades sejam acessíveis a qualquer pessoa da comunidade, ainda que a escola não tenha, no presente momento, alunos com dificuldade de mobilidade. Busca recursos do MEC/FNDE para reformas e aquisição de materiais e mobiliários que garantam o bom funcionamento administrativo, pedagógico e tecnológico das unidades. Para isso, realiza o Levantamento da Situação Escolar (LSE), sistema do MEC para identificar as necessidades das escolas da rede. Adota e divulga uma política de rede que incentive o uso de todos os espaços escolares a favor da aprendizagem, da entrada à sala de aula. Realiza pequenos reparos que garantam a acessibilidade e solicita a ajuda da Secretaria quando há a necessidade de reformas maiores e mais complexas. Faz levantamentos periódicos sobre a infraestrutura, os materiais e os mobiliários, usa verbas próprias (como PDDE) para aquisições menores e solicita auxílio da Secretaria sempre que preciso. Apoia a realização do LSE na escola. Adota ações internas, que envolvam todos os funcionários, para o uso dos espaços escolares a favor da aprendizagem. Escola aberta Adota uma política de rede para que os espaços escolares possam ser usados pela comunidade nos finais de semana. Organiza o apoio logístico (pessoal e materiais) para que a escola possa receber a comunidade e oferecer propostas nos finais de semana. Caderno do Gestor Público 11

12 QUADRO 02: O PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESCOLA Elaboração e revisão do Projeto Político Pedagógico (PPP) Estabelece se há um período específico para todas as unidades realizarem a elaboração ou revisão do PPP e oferece auxílio técnico para o processo. Elabora e mantém atualizado seu PPP, por meio de um processo democrático e transparente. Dados educacionais Divulga dados de movimentação e desempenho da rede, incentivando as unidades a usar essas informações na hora de traçar metas próprias. Fornece seus dados de movimentação e desempenho à Secretaria e acompanha as informações de rede na discussão de suas metas. Formação continuada Oferece programas a gestores, docentes e funcionários de apoio e/ou estabelece parcerias para tanto. Organiza o cronograma interno a fim de que todos participem dos encontros de formação sem prejuízo de aulas para os alunos. Quadro de funcionários Acompanhamento da frequência Define critérios de seleção de gestores, docentes e funcionários. Disponibiliza coordenadores pedagógicos em todas as unidades. Garante que o quadro de funcionários atenda as demandas das unidades. Disponibiliza funcionários para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) ou firma parcerias para tanto. Acompanha os dados enviados pelas escolas ao Censo Escolar durante o ano, constrói instrumentos regulares de acompanhamento da frequência dos alunos e traça estratégias de rede para o combate à evasão. Respeita os critérios de seleção de gestores, docentes e funcionários. Oferece condições para que o coordenador pedagógico desempenhe bem seu papel. Notifica a Secretaria caso haja lacunas no quadro de funcionários. Solicita a presença de profissionais do AEE sempre que necessário ao apoio do trabalho do professor. Acompanha a frequência dos alunos e reporta os dados para a Secretaria, tomando medidas locais de combate à evasão. 12 Caderno do Gestor Público

13 QUADRO 03: A INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESCOLA Conselhos Garante e institucionaliza a existência de um Conselho Municipal de Educação (CME) e dos Conselhos Escolares. Garante a existência de um Conselho Escolar representativo e atuante. Reuniões de pais Adota uma política de rede para que as reuniões tenham o processo de ensino como foco. Planeja encontros focados no processo de ensino. Regimento escolar Adota uma política de rede para que todas as unidades elaborem e divulguem o documento. Compartilha o regimento interno com os pais logo no início do ano e usa o instrumento como canal de diálogo com as famílias. Divulgação da produção dos alunos Incentiva a organização de eventos e feiras para a divulgação do trabalho desenvolvido com os estudantes e oferece apoio logístico. Utiliza o próprio espaço escolar (entrada, corredores e classes) e organiza eventos e feiras para a divulgação da produção dos alunos. Associação de Pais e Mestres (APM) Elabora o estatuto que regulamenta as APM e oferece auxílio técnico para a constituição dos grupos. Busca auxílio para constituir a APM e garante que ela funcione com transparência e impessoalidade. Caderno do Gestor Público 13

14 4. LEVANTAMENTOS IMPORTANTES Agora que você e sua equipe conhecem um pouco mais sobre as atribuições da Secretaria de Educação e das próprias unidades escolares, sugerimos que iniciem um processo de levantamento a respeito da organização dos espaços, do planejamento pedagógico e da interação com as famílias na escola onde vocês atuam sem nunca perder de vista o nosso objetivo principal, que é pensar em ações que vocês possam desencadear e/ ou divulgar na comunidade visando o acesso e a permanência de todos os alunos na escola. 4.1 Primeiro passo - A organização dos espaços escolares Reserve alguns momentos da sua agenda para fazer um passeio pelos ambientes da escola. Mas não um passeio apressado ou de quem está só de passagem. E, sim, um passeio com uma intenção clara: observar se a organização dos espaços tem intencionalidade educativa, se tem por objetivo favorecer a aprendizagem e oferecer à comunidade um local seguro, agradável e acolhedor para estudar e conviver. Afinal, essas são premissas básicas para que, de um lado, os alunos se interessem cada vez mais pela vida escolar e, de outro, as famílias se comprometam de vez com a importância da Educação. Resultado: menos evasão e abandono escolar. Porém, é importante que fique claro, logo de início, que zelar pelos ambientes da escola não quer dizer estruturas caras, reformas complexas e materiais de última geração. Muitas vezes, quer dizer implantar mudanças pequenas mas muito significativas. Vamos pensar em alguns exemplos bastante simples e práticos? Colocar um banco na entrada, onde alunos e pais possam sentar enquanto esperam os horários de entrada e saída, é uma forma singela de demonstrar respeito com a comunidade escolar. Se houver a possibilidade de colocar esse banco na sombra, ainda melhor. 14 Caderno do Gestor Público

15 Como esse cuidado pode se transformar em uma ação de mobilização? Vocês podem apresentar a ideia aos pais e convidá-los a colaborar com a confecção de um ou mais bancos, juntamente com os alunos. Para valorizar a ação, vale tirar fotos, expor as imagens no mural da escola e enviar uma carta de agradecimento a todos os envolvidos. Montar um cronograma de uso da quadra, de modo que todas as turmas possam usá-la no recreio, e propor atividades lúdicas no pátio, de acordo com a faixa etária dos alunos, torna os intervalos interessantes e bem organizados. Amarelinha, jogo de dama, xadrez, corda, pega-varetas e brinquedos feitos de sucata são algumas das muitas possibilidades. Como esse cuidado pode se transformar em uma ação de mobilização? Conversar com os alunos de séries mais adiantadas sobre o valor de brincar e conviver com qualidade, convidando-os a monitorar as atividades na hora do intervalo é uma boa dica. Outra ação interessante é convidar os pais para contar sobre suas brincadeiras de infância e realizar oficinas sobre regras de jogos e confecção de brinquedos. Essas oficinas podem acontecer no pátio da escola, abertas para a comunidade. Usar as paredes para divulgar a produção dos alunos requer pouco trabalho e rende dois grandes ganhos: os estudantes se sentem valorizados e reconhecidos pela equipe escolar e a comunidade acompanha de perto os projetos didáticos e institucionais em curso. Como esse cuidado pode se transformar em uma ação de mobilização? Com a organização de um cronograma que assegure a exposição do trabalho realizado por todas as classes ao longo do ano, contemplando temáticas diversificadas e a divulgação para a comunidade. A escola pode expor as produções inclusive em espaços públicos, como o salão da igreja, a praça principal e barracas de festas tradicionais, nas quais os alunos atuarão como monitores. As paredes da escola e da comunidade são ótimos canais para divulgar o conhecimento construído na escola. Caderno do Gestor Público 15

16 Ainda que as salas de aula sejam simples e que seu município conte com poucos recursos para mobiliá-las, instalar prateleiras para guardar os materiais de uso coletivo contribui para tornar o ambiente mais organizado e transmite aos estudantes a mensagem de que cuidar de livros e cadernos é um valor importante para a equipe escolar. Como esse cuidado pode se transformar em uma ação de mobilização? Um bom começo pode ser tirar fotos das classes e, a partir delas, provocar uma análise sobre a situação desses ambientes (para os diferentes segmentos existentes na escola) e planejar ações que estão na governança de sua equipe, tais como limpar paredes, fazer armários e prateleiras com materiais que estão no entulho da escola, promover a organização de cantos de leitura por alunos e funcionários, expor cadernos para valorizar os registros e organizar rodas de conversa com os estudantes sobre a valorização do patrimônio escolar. Vale lembrar sempre que a qualidade do ensino perpassa por várias atividades que contribuem para a formação social e política dos alunos. Além do ambiente físico, a escola é formada pelo clima institucional presente dentro dela. Nesse sentido, uma excelente oportunidade de mobilização pode ocorrer entre os próprios alunos quando eles são incentivados a trocar saberes: no contraturno das aulas, quem sabe mais sobre determinada disciplina pode ajudar quem têm dificuldade. Por trás de uma iniciativa como essa está a valorização dos estudantes por aquilo que eles já sabem e a oportunidade de mostrar a eles o valor de cultivar relações positivas e saudáveis. O mesmo ocorre quando a equipe escolar abre espaço para as turmas compartilharem e divulgarem talentos em diferentes áreas, como dança, música e espor tes. As sugestões acima são apenas ideias iniciais para você e sua equipe apurarem o olhar a certos detalhes que fazem a diferença. A partir delas, vocês podem refletir sobre quais espaços estão sendo subutilizados, como os ambientes podem ser aprimorados para beneficiar a aprendizagem, o que eles dizem sobre a proposta pedagógica da escola, como contribuem (ou não) no acolhimento às famílias do entorno, entre outras questões. Todos esses aspectos devem ser discutidos coletivamente com a equipe escolar, os representantes da comunidade e os próprios alunos e constar no projeto político-pedagógico (PPP) da escola. Listamos, nos quadros das próximas páginas, mais algumas ideias, em forma de check list, que podem enriquecer o trabalho de visita aos espaços escolares. 16 Caderno do Gestor Público

17 SIM NÃO OBSERVAÇÕES ENTRADA O local é seguro e acolhedor para pais e filhos? Conta com um espaço para a divulgação do trabalho dos alunos e de comunicados importantes? Conta com a presença de um funcionário apto a orientar a comunidade interna e externa? SECRETARIA Fica em um local fácil de localizar? É acolhedora e receptiva ao público? Permanece aberta durante o horário de funcionamento da escola? ESPAÇOS DE LAZER E CONVIVÊNCIA Esse tipo de espaço existe na escola? Há locais cobertos e descobertos para os alunos brincarem e conviverem nos intervalos? A equipe planeja e implanta propostas lúdicas e educativas nesses espaços? As propostas são adequadas à faixa etária dos estudantes? As propostas ficam separadas das áreas de circulação? CORREDORES São usados para a divulgação do trabalho dos alunos? As paredes e os chãos são limpos? São ventilados, iluminados e bem sinalizados? Caderno do Gestor Público 17

18 SIM NÃO OBSERVAÇÕES SALAS DE AULA Contam com espaços para a organização dos materiais coletivos? Têm tamanho, mobiliário, iluminação e ventilação adequados ao estudo? São equipadas com lousa e mural em bom estado? Há mesas e cadeiras adequadas para todos os alunos e para o professor? As paredes expõem produções e cartazes sobre os temas trabalhados com as turmas de diferentes turnos? ACESSIBILIDADE E LIMPEZA Há rampas, corrimões, sinalizadores táteis no chão e nas paredes que contribuam para que a escola seja acessível a todos? A preocupação com a acessibilidade existe mesmo quando não há alunos com deficiências matriculados na escola? Há lixeiras espalhadas em todas as áreas comuns? Há orientação para que toda a comunidade escolar zele pela limpeza e organização dos ambientes? 18 Caderno do Gestor Público

19 SIM NÃO OBSERVAÇÕES BANHEIROS Pias, papeleiras, saboneteiras, espelhos e vasos sanitários são compatíveis em tamanho e quantidade para atender os alunos? Há banheiros separados para professores/ funcionários e alunos? Os sistemas de luz, água e esgoto funcionam a contento? REFEITÓRIO Tem mesas e cadeiras para os alunos se alimentarem sentados? O local é pensando de modo a favorecer aprendizagens como servir-se, portar-se à mesa e evitar o desperdício? O fluxo de alunos é pensado de modo a evitar longas filas? Os alunos têm a possibilidade de escolher o que comer? Caderno do Gestor Público 19

20 4.2 Segundo passo - O planejamento pedagógico Não se tem notícias de uma escola que tenha conseguido fazer todos os alunos avançarem na aprendizagem sem um bom planejamento pedagógico. Isso porque ele é a base de todas as aulas, projetos e atividades que são realizados com os estudantes. Quando bem feito, ele: Considera o contexto no qual a comunidade está inserida, as necessidades educacionais dos alunos a partir dos dados de matrícula, aprovação, reprovação, evasão, distorção idade-série e transferências e dos resultados de avaliações internas e externas bem como as diretrizes estabelecidas no Plano Municipal de Educação (PME) e no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Conta com o apoio da Secretaria de Educação para que a lei do piso nacional para o Magistério seja respeitada, inclusive (e principalmente) no que diz respeito à jornada de formação. Prevê a colaboração de todos os funcionários da escola nas atividades pedagógicas e nos resultados de aprendizagem dos alunos. Essas são as bases de apoio para o planejamento. Sua realização, com qualidade, depende de fatores que vão ainda além. Em primeiro lugar, o ideal é contar com a presença de um coordenador pedagógico. É papel dele atuar como o parceiro mais experiente dos professores e realizar reuniões de formação continuada bem planejadas e fundamentadas nas reais necessidades de aprendizagem de professores e alunos. Para exercer tais funções com propriedade, ele precisa de materiais de estudo (livros formativos e literários); horários reservados para formação própria e participação em cursos de capacitação; legitimidade diante da equipe para fazer observação de sala de aula e te- 20 Caderno do Gestor Público

21 matização da prática; tempo para auxiliar os docentes no planejamento das aulas; apoio da direção para que a presença dos professores nas reuniões pedagógicas seja obrigatória; entre outros fatores. Complementam esses requisitos a realização de reuniões periódicas com o diretor escolar, imprescindíveis para que as ações da equipe gestora possam ser tomadas em conjunto e se tornem, dessa forma, mais legítimas e possíveis de serem implantadas. Agora que já refletimos um pouco sobre a importância do planejamento pedagógico e das condições básicas para realizá-lo, sugerimos que você e sua equipe façam um levantamento, tal qual na primeira etapa deste capítulo. O tema da vez: estratégias e instrumentos que a escola tem para realizar o seu papel de ensinar a todos. Devem participar dessa discussão os gestores escolares e os integrantes do corpo docente. Contudo, ainda que a comunidade não esteja presente nos momentos de elaboração e revisão do planejamento pedagógico, é fundamental compartilhar com as famílias, nas reuniões de pais, os objetivos que a equipe traçou e que medidas ela tomará para alcançá-los. Nos quadros das próximas páginas, há sugestões que podem ser o ponto de partida para a atividade. Caderno do Gestor Público 21

22 SIM NÃO OBSERVAÇÕES COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA A escola conta com a presença de um coordenador pedagógico? Caso não exista coordenador, há algum responsável pela área pedagógica da escola? O coordenador pedagógico, se presente, tem como principais atribuições ser o parceiro mais experiente dos professores e realizar reuniões de formação continuada bem planejadas e fundamentadas nas necessidades de aprendizagem de docentes e alunos? O coordenador pedagógico, se presente, lança mão de ferramentas como observação de sala a fim de contribuir para o melhor planejamento das aulas e atividades? RELAÇÃO ENTRE DIREÇÃO E COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA A direção garante que o coordenador tenha tempo e condições materiais para estudo próprio e planejamento das reuniões pedagógicas? Direção e coordenação pedagógica fazem reuniões periódicas para planejar e avaliar o andamento do trabalho desenvolvido pela escola? Direção e coordenação pedagógica fazem reuniões periódicas para discutir dados sobre matrícula, evasão, reprovação, distorção idade-série, resultados de avaliações internas e externas, visando, com isso, aprimorar a qualidade do ensino? 22 Caderno do Gestor Público

23 SIM NÃO OBSERVAÇÕES FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES Direção e coordenação pedagógica organizam o calendário escolar de modo a prever e garantir a realização dos encontros de formação docente? A participação dos professores é obrigatória? A regularidade das reuniões é respeitada? Existe um plano anual de formação continuada? As pautas são planejadas previamente pelo coordenador pedagógico? O espaço no qual são realizados os encontros conta com capacidade, material e mobiliário adequados? A escola evita a dispensa de alunos como recurso para a realização das reuniões? Há parceria com formadores externos? Caso exista formação externa, ela está voltada de fato às necessidades de aprendizagem de docentes e alunos? COLABORAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DE APOIO Os funcionários de apoio são informados a respeito das atividades pedagógicas em curso na escola? Os funcionários de apoio são convidados a colaborar com o bom desenvolvimento das atividades pedagógicas? Os funcionários de apoio são respeitados e valorizados como educadores que, como tal, também influenciam e têm responsabilidades no processo de aprendizagem? Caderno do Gestor Público 23

24 4.3 A interação com as famílias O terceiro e último levantamento que queremos propor volta-se a um aspecto que dá razão de existir às escolas. Nas palavras da pedagoga equatoriana Rosa María Torres, a função da escola é servir a comunidade e não o contrário: as comunidades não foram criadas para servir a escola. É a escola que deve participar na comunidade, vincular-se à comunidade, colocar-se a seu serviço. É a escola que deve aproximarse das necessidades e expectativas dos pais e da comunidade em seu conjunto. Diante dessa colocação inspiradora, é importante parar e pensar sobre como você e sua equipe tratam, hoje, a questão da interação com as famílias. Será que elas de fato são chamadas a participar da vida escolar? Existem condições para que essa participação se efetive? Tais reflexões se tornam ainda mais indispensáveis quando levamos em consideração que, se os pais compreendem o valor da Educação e são orientados a acompanhar de perto a aprendizagem dos filhos, caem as chances de evasão ou abandono escolar. A porta de entrada para a aproximação entre escola e família acontecer é, muitas vezes, a reunião de pais. É comum que os encontros tenham como foco problemas de comportamento e/ou a culpabilização dos pais por problemas de aprendizagem. Nesse caso, totalmente equivocado, as famílias são colocadas no papel de vilãs. E é transferida a elas a responsabilidade de educar crianças e jovens um prato cheio para que pais e filhos se afastem cada vez mais da vida escolar. Ao contrário disso, as famílias precisam ser colocadas no papel de parceiras, de colaboradoras. Assumindo essa perspectiva, fica mais fácil pensar em reuniões de pais que tenham como objetivo falar sobre o que os alunos estão aprendendo, quais são os projetos didáticos e institucionais em curso e como as famílias podem colaborar com o trabalho desenvolvido pela equipe escolar. 24 Caderno do Gestor Público

25 Outro aspecto fundamental é a comunicação que a escola estabelece com a comunidade interna (alunos e funcionários) e externa (pais e demais famílias do entorno). Há os meios básicos de troca de informações, como bilhetes e murais, mas há também outros elementos que podem passar despercebidos. O caderno dos alunos, por exemplo, comunica muito sobre a proposta educativa da escola. Como? Se nele constam as atividades desenvolvidas a cada dia, com cabeçalho e data, os pais podem acompanhar a vida escolar dos filhos muito melhor do que se nele não há qualquer indício de organização das tarefas. Já as instâncias oficiais de participação da comunidade na escola a Associação de Pais e Mestres (APM) e o Conselho Escolar podem se transformar em espaços de troca riquíssimos. Se a sua unidade ainda não conta com elas, é válido pedir auxílio técnico para a Secretaria de Educação e planejar uma ação de mobilização social que divulgue a importância desses instrumentos, desperte na comunidade o desejo de participar e convoque os interessados a se candidatar. Sugerimos que você e sua equipe aproveitem esse momento para refletir sobre como a parceria entre escola e comunidade pode ser aprimorada, consultando inclusive as próprias famílias para conhecer a opinião e as sugestões que elas têm a oferecer. No check list das próximas páginas vocês encontram ideias que podem orientar essa atividade. Caderno do Gestor Público 25

26 SIM NÃO OBSERVAÇÕES REUNIÕES DE PAIS A primeira reunião do ano serve para compartilhar com as famílias a proposta educativa da escola, o regimento interno e o calendário escolar? O diretor abre os encontros para dar boas-vindas, apresentar projetos institucionais e colocar-se à disposição para tirar possíveis dúvidas? A pauta das reuniões é elaborada entre coordenador pedagógico e professores, com acompanhamento do diretor? A pauta das reuniões tem por foco os avanços dos alunos e o que a equipe planeja para que eles continuem aprendendo? Os pais e responsáveis pelos alunos têm abertura para fazer colocações durante os encontros? As sugestões e os comentários feitos pelas famílias são considerados e devidamente registrados? O espaço no qual são realizados os encontros conta com capacidade, material e mobiliário adequados? A escola oferece água/café/chá como forma de demonstrar acolhimento aos pais? As informações presentes na ficha de matrícula são levadas em conta na hora de planejar os encontros, em especial no que diz respeito aos horários? Os pais recebem os convites com antecedência? Nesses convites constam local, pauta, data e horário das reuniões? Há lista de presença para controle da frequência dos pais e responsáveis? Existem instrumentos para que as famílias avaliem o andamento da reunião? Há instrumentos para que as famílias avaliem o andamento do trabalho da equipe escolar? 26 Caderno do Gestor Público

27 SIM NÃO OBSERVAÇÕES REUNIÕES DE PAIS Os funcionários de apoio, como porteiro e merendeiras, são envolvidos na organização das reuniões? Os professores são orientados a diversificar as formas de apresentação das propostas educativas, usando, por exemplo, recursos audiovisuais, painéis, debates, oficinas e até brincadeiras? Os professores são orientados a usar uma linguagem clara, que considere que os pais não são especialistas em Educação? Os encontros com os pais são utilizados como forma de divulgar a importância dos estudos e as oportunidades que o município oferece para que quem está fora da escola (crianças, jovens e adultos) volte a estudar? O projeto político-pedagógico (PPP) estabelece diretrizes para as reuniões de pais? PARCERIA NOS PROJETOS DIDÁTICOS E INSTITUCIONAIS As profissões dos pais e parentes de alunos são consideradas fontes de parceria para o bom andamento de projetos didáticos e institucionais? A ficha de matrícula é usada como instrumento para identificar oportunidades de parcerias? O PPP prevê a contribuição das famílias? Caderno do Gestor Público 27

28 SIM NÃO OBSERVAÇÕES OPORTUNIDADES DE INTERAÇÃO E COMUNICAÇÃO A escola organiza feiras e exposições regulares para divulgar as produções das turmas à comunidade interna (funcionários e alunos) e externa (famílias e moradores do entorno)? A escola organiza outras ações institucionais de aproximação com a comunidade, como campeonatos esportivos, festas e oficinas? A realização dos eventos citados nos dois itens anteriores está prevista no PPP? A escola utiliza ferramentas como bilhetes, murais e comunicados eletrônicos (caso haja acesso à internet) para informar a comunidade sobre o andamento do trabalho na escola? A escola divulga resultados de avaliações internas e externas, explicando parâmetros e metas? A escola divulga em seus murais as oportunidades que o município oferece para que os pais que não têm escolaridade voltem aos estudos? Apoiada nos meios de comunicação disponíveis na escola, a equipe divulga a importância da Educação e do acompanhamento da vida escolar dos filhos? Os prazos de matrícula são amplamente divulgados? Há alguma ação institucional voltada ao uso dos cadernos dos alunos (ou das agendas) como forma de comunicação entre escola e família? 28 Caderno do Gestor Público

29 SIM NÃO OBSERVAÇÕES INSTÂNCIAS DE PARTICIPAÇÃO A escola conta com uma Associação de Pais e Mestres (APM)? A APM, se presente, é constituída de maneira democrática e representativa? A APM, se presente, age com transparência? A escola conta com um Conselho Escolar? O Conselho Escolar, se presente, exerce suas funções deliberativas, consultivas, fiscais e mobilizadoras de maneira plena e transparente? Os integrantes do Conselho Escolar, se presente, são escolhidos de forma transparente e democrática? Caderno do Gestor Público 29

30 5. UMA AÇÃO DE MOBILIZAÇÃO NO JARDIM DA ESCOLA E ÚLTIMAS PALAVRAS Com os check lists do capítulo anterior realizados, proponha uma reunião com sua equipe para mapear os pontos críticos a serem superados a fim de garantir o acesso e a permanência dos alunos na escola. Utilizando o quadro do capítulo 2 deste caderno, separem as ações que cabem a cada um dos diferentes atores sociais e tracem estratégias para mobilizá-los. Enquanto essa importante análise segue em curso, gostaríamos de propor uma ação de mobilização dentro de sua escola, com o objetivo de favorecer a reflexão e a melhoria dos três aspectos abordados neste caderno. Como sugestão, melhorar a jardinagem da escola é uma iniciativa que pode proporcionar benefícios como: Envolver a comunidade escolar alunos, professores, funcionários de apoio, familiares e demais famílias do entorno em uma atividade na qual todos tenham papel fundamental. Afinal, para organizar a jardinagem, é necessário contar com pessoas que possam contribuir de diferentes maneiras: construindo canteiros; providenciando adubo, sementes e mudas; realizando e acompanhando o plantio. Proporcionar aos alunos a oportunidade de fazer desenhos, em diferentes suportes, e textos sobre como gostariam que fosse o jardim da escola tudo isso dentro de um prazo definido, para que o trabalho possa ser exposto e socializado com a comunidade interna e externa. Pensar na promoção de encontros com responsáveis por viveiros da cidade a fim de que alunos e pais possam aprender como cultivar plantas. Buscar parcerias com outras secretarias, como Meio Ambiente e Obras. Mobilizar alunos e seus familiares para a realização de um movimento festivo, com banda e grupos de dança, para iniciar o plantio de flores e árvores ao redor da escola. 30 Caderno do Gestor Público

31 Criar ou melhorar canteiros que tornem o ambiente escolar mais bonito e agradável a todos que o frequentam. Plantar sementes que podem colaborar não apenas para o abastecimento da cozinha, como também para o andamento de projetos didáticos de Ciências, por exemplo. Para tanto, pais e alunos devem ser convidados a conhecer a importância de uma ação coletiva tal como essa exposta acima. Uma vez que perceberem o desejo de atuar coletivamente em favor de benefícios comuns a todos, eles se sentirão parte do processo e responsáveis por seu sucesso. E a responsabilização é fundamental para a mobilização dar resultado. Pense Nisto! Participar de um processo de mobilização social é uma escolha, porque a participação é um ato de liberdade. As pessoas são chamadas, convocadas, mas participar ou não é uma decisão de cada um. Essa decisão depende essencialmente das pessoas se verem ou não como responsáveis e como capazes de provocar e construir mudanças. TORO A., José Bernardo; WERNECK, Nisia Maria Duarte. Mobilização social um modo de construir a democracia e a participação 1. Reimp. Belo Horizonte, 2007 p. 15. É importante pontuar que a proposta acima é apenas uma sugestão e que você, junto à equipe escolar, pode pensar em outras ações que melhor se adéquem à realidade e às necessidades de sua comunidade. Outros exemplos interessantes podem ser investir na revitalização da entrada da escola, com a pintura coletiva de muros e paredes, ou do espaço usado pelos alunos durante o intervalo de aulas, que pode ganhar interferências no piso (como amarelinhas, caracois e mesmo quadras, se houver espaço disponível), brinquedos de madeira e bancos. Seja qual for a ação escolhida, não se esqueça de registrar em fotos e/ou vídeos os momentos antes e depois da mobilização. As imagens são importantes para o acervo sobre a história da unidade escolar e também servem como instrumentos de valorização da participação co- Caderno do Gestor Público 31

32 munitária. Para tanto, elas podem ser expostas na entrada da escola ou mesmo enviadas ao jornal local, com o intuito de que sejam publicadas e despertem, em outras equipes e pessoas, o mesmo desejo de se mobilizar e proporcionar um benefício coletivo e transformador. Desejamos que as reflexões proporcionadas a partir deste caderno contribuam para a melhoria das variáveis que implicam na presença ou não dos alunos na escola. Afinal, para que se tenha Educação com qualidade social é preciso problematizar o desenho organizacional da instituição escolar que não tem conseguido responder às singularidades dos sujeitos que a compõem. Torna-se inadiável trazer para o debate os princípios e as práticas de um processo de inclusão social que garanta o acesso e considere a diversidade humana, social, cultural e econômica dos grupos historicamente excluídos, nas palavras de José Fernandes de Lima, relator do Conselho Nacional de Educação (CNE). Desejamos ainda que a colaboração entre a sua escola e o projeto Parceria continue sendo produtiva e em breve voltaremos com novas discussões para o próximo ciclo. Nele, trataremos de outro tema muito importante: os conselhos escolares e a participação das famílias. Um abraço e os cumprimentos de toda a equipe do projeto Parceria Votorantim pela Educação. 32 Caderno do Gestor Público

33 anotações: Caderno do Gestor Público 33

34 anotações: 34 Caderno do Gestor Público

35

36 Este caderno foi desenvolvido pelo Instituto Votorantim para orientar a realização das ações do projeto Parceria Votorantim pela Educação durante o Ciclo 2 de Participou da elaboração dos conteúdos, além do Instituto Votorantim, a Comunidade Educativa CEDAC.

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