Pós-Graduação a distância

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1 Pós-Graduação a distância Docência do Ensino Superior Organização do Trabalho Pedagógico Sala de Aula como foco III Flávia Marques

2 Sumário O Planejamento na Educação... 8 Afinal, o que se entende por planejamento?...8 E o que se entende por planejamento de ensino?...8 E o plano?...8 Plano da Escola- O Projeto Político Pedagógico... 9 E a concepção do Projeto Pedagógico no Ensino Superior?...9 Projeto Político Institucional PPI...9 Plano de ensino...9 O plano de aula Os Métodos de Ensino As Técnicas para o desenvolvimento da aprendizagem Aula expositiva Debate com a classe toda Estudo de caso Ensino com pesquisa Ensino por projetos Desempenho de papéis (dramatização) Dinâmicas de grupo PEQUENOS GRUPOS COM UMA SÓ TAREFA: GRUPOS DE OPOSIÇÃO PEQUENOS GRUPOS PARA FORMULAR QUESTÕES Leituras Para concluir:... 19

3 O Planejamento na Educação O Planejamento compreende a idéia de que sem um mínimo de conhecimento das condições existentes numa determinada situação e sem um esforço de previsão das alterações dessa situação, nem uma ação de mudança será eficaz e eficiente, ainda que haja clareza a respeito dos objetivos da ação. (Azanha, 1993, p.70) Na Unidade anterior tratamos da estruturação didática da aula, os passos didáticos. Conforme já mencionamos anteriormente, os conteúdos de ensino são selecionados e tem sua relevância ao serem transmitidos para os alunos, para que sejam assimilados, transformados e utilizados em sua vida prática. Saber as condições em que os alunos se encontram em relação aos conhecimentos anteriores, experiências, habilidades, nível sociocultural e origens é um requisito necessário para a introdução de conhecimentos novos e, por conseguinte, para se ter clareza e buscar o êxito no planejamento da disciplina. Sendo assim, um dos caminhos para alcançarmos a consecução dos objetivos da aprendizagem dos alunos se dá através de um bom planejamento da disciplina. de ensino. O planejamento é um meio para se programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado à avaliação. (...) O Planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social. (Libâneo,2010, p.222) E o plano? De acordo com Libâneo (2010, p.223), é um guia de orientação, pois nele são estabelecidas as diretrizes e os meios de realização do trabalho docente. Como a sua função é orientar a prática, partindo das exigências da própria prática, ele não pode ser um documento rígido e absoluto, pois uma das características do processo de ensino é que está sempre em movimento, está sempre oferecendo modificações face às condições reais. Vale lembrar que O planejamento da disciplina se faz em função de objetivos educacionais a serem alcançados, e não unicamente em razão apenas dos conteúdos a serem transmitidos (Masetto, 2010,p.176) Afinal, o que se entende por planejamento? Por definição, planejar é estudar, organizar, coordenar ações a serem tomadas para a realização de uma atividade visando solucionar um problema ou alcançar um objetivo. Diante das rápidas transformações a que somos submetidos no mundo atual e da crescente complexidade, lançar mão do planejamento torna-se cada vez mais essencial para alçarmos nosso objetivo, já que: quem não sabe aonde quer chegar e não tem metas, chega a qualquer lugar e não necessariamente onde seria importante chegar. Por isso, fala-se muito em planejamento: planejamento estratégico nas empresas, planejamento de carreira, planejamento familiar e planejamento financeiro- esse todo mundo conhece! Ou pelo menos deveria conhecer, não é mesmo? O planejamento hoje é essencial em todos os campos da vida. E o que se entende por planejamento de ensino? O planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos de sua organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo Planejamento bem feito X mal feito O docente deve se atentar para um bom planejamento, pois as consequências de um planejamento malfeito transcende a sala de aula e um planejamento bem feito tem valiosas chances de atingir os objetivos educacionais: colaborar para o processo de ensino aprendizagem dos alunos. Segundo Masetto (2010), o plano de uma disciplina atende a outra necessidade: trata-se de um documento de comunicação, que se efetiva entre: professor e alunos; entre o professor responsável por uma disciplina e seus colegas de departamento, e o chefe de departamento ou diretor da instituição e entre os docentes de outras disciplinas lecionadas no mesmo semestre. Há três modalidades de planejamento, articuladas entre si: o projeto político pedagógico, o plano de ensino e o plano de aulas. Antes de continuarmos especificando tais conceitos, faz- -se necessário resgatar que o planejamento educacional de uma instituição de nível superior, como qualquer instituição escolar fundamenta-se em um planejamento de maior abrangência, em um nível macro, pois consideram as orientações e diretrizes do Sistema Educacional Brasileiro, qual seja; a LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação e o Plano Nacional de Educação. 3

4 Plano da Escola- O Projeto Político Pedagógico É preciso entender o projeto político-pedagógico da escola como um situar-se num horizonte de possibilidades na caminhada, no cotidiano, imprimindo uma direção que se deriva de respostas a um feixe de indagações, tais como: que Educação se quer, que tipo de cidadão se deseja, para que projeto de sociedade? A direção se fará ao se entender e propor uma organização que se funda no entendimento compartilhado dos professores, dos alunos e demais interessados em Educação ( GADOTTI, 1994, p. 42). E a concepção do Projeto Pedagógico no Ensino Superior? O projeto pedagógico é mais do que uma formalidade institucional: é uma reflexão sobre a educação superior, sobre o ensino, a pesquisa e a extensão, a produção e a socialização dos conhecimentos, sobre o aluno e o professor e a prática pedagógica que se realiza na universidade. (Veiga, 2004) Projeto Político Institucional PPI O PPI é um documento que sistematiza a expressão da vontade explícita e compartilhada da instituição educativa, visando a atingir determinados fins. É no âmbito da IES um documento que torna pública sua ação educativa e institucional. Para o INEP, o PPI é compreendido como um instrumento de avaliação do ensino superior, da graduação, uma vez que: Em sua fundamentação, o PPI expressa uma visão de mundo e do papel da educação superior, ao mesmo tempo em que explicita o papel da IES e sua contribuição social nos âmbitos local, regional e nacional, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão na busca da articulação entre o real e o desejável. Plano de ensino As decisões tomadas no processo de planejamento concretizam-se em documentos que comumente denominamos de planos O plano de ensino é ou plano de unidades é a previsão dos objetivos e das tarefas do trabalho docente para um ano ou semestre. É um documento mais elaborado, denominado também de plano de curso. Contém os seguintes componentes: justificativa da disciplina, objetivos gerais, objetivos específicos, conteúdo (com a divisão temática de cada unidade); tempo provável e desenvolvimento metodológico (atividade do professor e dos alunos). ( Libâneo, 2010, p.233) 4

5 Segue abaixo um modelo de plano de ensino de uma universidade pública estadual: 5

6 Para esclarecer: A ementa é o resumo do conteúdo do plano da disciplina, deverá explicitar os objetivos de uma disciplina, o que se pretende que os alunos aprendam e, por isso, ela se confunde com os objetivos do plano. O plano de aula O plano de aula é um detalhamento do plano de ensino. É neste plano que vai se especificar as linhas gerais previstas e sistematizá-las em situações didáticas reais. Trata-se de um documento escrito, que tem como função orientar as ações do professor, bem como possibilitar constantes revisões e aprimoramentos de com a prática adquirida no contexto das aulas. De acordo com Libâneo (2010, p241), na elaboração do plano de aula deve-se levar em conta: que a aula tem um período de tempo variável, e o desenvolvimento de unidades ou tópicos podem requerer um tempo que não necessariamente está restrito no período de uma aula. Por isso, propõe-se planejar uma sequência de aulas. que o tópico da unidade a ser desenvolvido seja desmembrado em uma sequência lógica em forma de conceitos, problemas, idéias. Organizar um conjunto de noções básicas em torno de uma idéia central, formando um todo significativo para o aluno. a previsão do tempo necessário para o desenvolvimento metodológico da aula. em relação a cada tópico, o professor redigirá um ou mais objetivos específicos, tendo em conta os resultados esperados. o professor deverá prever formas de verificação de rendimento dos alunos (avaliação). A avaliação pode ser informal, para fins de diagnóstico e acompanhamento dos alunos e formal, para fins de atribuição de notas e conceitos. no desenvolvimento metodológico pode-se destacar aulas com finalidades específicas: expositiva, trabalho em grupo (verificaremos a questão metodológica no próximo capítulo) 6

7 Exemplo de um Plano de aula efetuado no Programa Saúde da Família e as ações em nutrição em um distrito de saúde do município de São Paulo Fonte: 7

8 Os Métodos de Ensino A partir do planejamento da aula pelo professor e efetuado seu plano de aula, partiremos gora para outro quesito sumamente importante na busca da aprendizagem do aluno, que são os métodos de ensino. Método refere-se a um caminho que se toma para atingir um objetivo. E métodos de ensino, são as ações, os passos, as condições externas e procedimentos que o professor utiliza intencionalmente em direção à aprendizagem. Esse conjunto de ações denomina-se métodos de ensino. No intuito de melhor compreendermos os conceitos que se entrelaçam e se articulam entre si, quando nos referimos a metodologia de ensino, métodos, procedimentos, técnicas, ou seja, os conceitos relativos ao como ensinar, lançaremos mão das definições dadas por Piletti (2010, p.101, 102), conforme quadro abaixo: Estratégia É uma palavra emprestada da terminologia militar. Trata-se de uma descrição dos meios disponíveis pelo professor para atingir objetivos específicos. Método O significado etimológico da palavra método é: caminho a seguir para alcançar um fim. Para nosso objetivo podemos conceituar método como sendo um roteiro geral para a atividade. O método indica as grandes linhas de ação, sem se deter em operacionalizá-las. Podemos dizer que o método é um caminho que leva até certo ponto, sem ser o veículo de chegada, que é a técnica Conforme vimos na Unidade I, quando nos referimos as tendências pedagógicas, compreendemos a utilização dos procedimentos a partir da concepção de ensino na qual se apóia, se é concepção tradicional ou pedagogia renovada, por exemplo. De acordo com Piletti (2010, p.102), os métodos e técnicas tradicionais, são os métodos e técnicas que exigem um comportamento passivo do aluno. Cabe ao professor transmitir os conhecimentos e, aos alunos, apenas receber. Já as técnicas e métodos novos são denominados de métodos ativos, pois se opõem radicalmente a tudo quanto é passivo nos métodos tradicionais. O relacionamento dos alunos entre si e dos alunos com o professor ganham importância, a disciplina não se fundamenta mais na autoridade e sim na responsabilidade. O professor, em sua busca de práticas pedagógicas para ensinar alunos com uma enorme diversidade de perfis, histórias de vidas e nível socioeconômico heterogêneos necessita igualmente ter conhecimento e atualização das diversificadas práticas e conteúdos relativos aos métodos de ensino disponíveis, para ser capaz de ter domínio do que vai escolher como o melhor método que esteja em consonância com os objetivos da aula ou unidade, como ainda o domínio de sua aplicação ou mesmo efetuar adaptações e modificações quando necessário. Técnica É a operacionalização do método. Se um professor, por exemplo, quer utilizar um método ativo para atingir seus objetivos, poderá operacionalizar esse método através da utilização das diferentes técnicas de dinâmica de grupo. Procedimentos Maneira de efetuar alguma coisa. Consiste em descrever as atividades desenvolvidas pelo professor e as atividades desenvolvidas pelos alunos 8

9 Retomando conceitos: Diferenciação entre Didática e Metodologia Tanto a Didática como a Metodologia estudam os métodos de ensino. A Medotologia estuda os métodos de ensino, classificando-os e descrevendo-os sem fazer juízo de valor. A Didática, por sua vez, faz um julgamento ou uma crítica do valor dos métodos de ensino. Portanto, podemos dizer que a Metodologia nos dá juízos de realidade, e a Didática nos dá juízos de valor. Juízos de realidade são juízos descritivos e constatativos. Exemplos: Dois mais dois são quatro. acham-se presentes na sala 50 alunos. Juízos de valor são juízos que estabelecem valores ou normas. Exemplos: A democracia é a melhor forma de governo. Os velhos merecem nosso respeito. Portanto, podemos ser metodologistas sem ser didáticos, mas não podemos ser didáticos sem ser metodologistas, pois não podemos julgar sem conhecer. Para escolher então o método mais adequado de ensino precisamos conhecer os métodos existentes. (Piletti, 2010, p.41) A metodologia do trabalho docente inclui os seguintes elementos: os movimentos (ou passos) do processo de ensino no decorrer de uma aula. os métodos, formas e procedimentos de docência e aprendizagem; os materiais didáticos e as técnicas de ensino; a organização da situação de ensino. Em nosso estudo, já abordamos os passos do processo de ensino, a organização da situação de ensino, a sala de aula, partiremos agora para o conhecimento das técnicas. As Técnicas para o desenvolvimento da aprendizagem Como atestamos ao estudarmos o processo de aprendizagem dos alunos, verificamos que é necessário atentarmos para as diferenças individuais de aprendizagem dos alunos quando planejamos e escolhemos determinadas técnicas, pois alguns alunos aprendem ouvindo, outros aprendem debatendo, outros através de atividades individuais, outros de trabalho em grupo durante o período de aula e assim por diante. É fundamental conhecer e respeitar as diferenças individuais! 1. Aula expositiva A aula expositiva é a técnica mais tradicional e das mais antigas no campo do ensino. Consiste na apresentação de um tema logicamente organizado, sistematizado. É bastante utilizada nas universidades brasileiras, se mostrando útil de acordo com o objetivo da aprendizagem pretendido. Porém, de acordo com as mudanças sofridas no processo educacional é necessário adequá-la às novas exigências de ensino. De acordo com Masetto (2010, p.96), a aula expositiva pode responder a três objetivos: Abrir um tema de estudo: por vezes é importante que, ao iniciar um tema, o professor apresente um cenário bem amplo em que se coloca a importância, a atualidade do estudo a ser feito, bem como suas relações com outros assuntos, matérias do curso, com o exercício profissional. Fazer uma síntese do assunto estudado. Quando um estudo é realizado por diversos grupos, ou é resultado de contato com especialistas, ou apresenta vários aspectos que precisam ser considerados, mas que de alguma forma se perderam durante uma discussão ou um debate, ou não ficaram suficientemente claros, é interessante uma aula expositiva para recuperar esses aspectos de uma forma sintética. Estabelecer comunicações que tragam atualidade ao tema ou explicações necessárias. O professor pode expor recentes descobertas, ou novas teorias, atualizando o conhecimento existente nos livros-texto ou em publicações aces- 9

10 síveis ao aluno. Pela preleção, o professor pode transmitir ao aluno explicações sobre os pontos difíceis,ressaltar aqueles mais importantes e sintetizar informações de difícil acesso aos alunos, ou colhidas em fontes diversas, tais como pesquisas, jornais, revistas, etc. Na preparação da aula expositiva: Ter claro o objetivo da aula, conforme explicamos acima; Planejar a sequência em que fará a explanação, para garantir que haja clareza e sequência nas idéias, sem cair em digressões; Considerar que há um limite de tempo, para não cansar os alunos e favorecer a divagação; Considerar a classe para quem vai se dirigir, escolhendo linguagem, exemplos,etc, de acordo com os alunos; Preparar uma notícia de jornal ou revista atual que poderá usar em determinado momento para chamar a atenção dos alunos; um exemplo ou caso bem adaptado ao que expõe. Perguntas para formular aos alunos durante a explanação a fim de ativar a participação ou atenção dos alunos; Se for usar slides ou transparência, prepará-los apenas com imagens, tabelas, gráficos ou itens indicativos e nunca com textos longos para serem lidos durante o tempo todo; Preparar com antecedência os materiais e recursos necessários para a aula e verificar se, no espaço físico onde a aula será dada, há condições para o uso dos recursos. (Masetto, 2010, p.98,99) 2. Debate com a classe toda O objetivo principal dessa técnica é permitir ao aluno expressar-se em público, apresentando suas idéias, suas reflexões, suas experiências e vivências, ouvir os outros, dialogar, respeitar opiniões diferentes da sua, argumentar e defender suas próprias posições. O professor deve dominar bem o assunto sobre o qual se dará o debate; O tema indicado pelo professor deverá ser preparado pelos participantes do debate com leituras e pesquisas anteriores, trazendo o material preparado para a discussão; O professor deverá garantir a participação de todos, evitando o monopólio das intervenções por parte de alguns apenas A técnica em geral é bem sucedida com pequenos grupos. (Masetto, 2010, p.100) 3. Estudo de caso Essa técnica tem como objetivo colocar o aluno em contato com uma situação profissional real ou simulada. Real, quando o professor toma uma situação profissional existente e a apresenta aos alunos para ser encaminhada com soluções adequadas. Simulada, quando o professor, tendo por objetivo a aprendizagem de determinados conceitos, ou teorias, ou habilidades, ou valores, compõe uma situação simulada com vários aspectos reais. Qual o objetivo dessa técnica? O que ela ajuda a aprender? Entrar em contato com uma situação real ou simulada de sua profissão, buscando uma solução para o problema; Fazer uma análise diagnóstica da situação, levando em conta as variáveis componentes; Buscar informações necessárias para o encaminhamento da situação-problema; Ser capaz de aprender a trabalhar em equipe; Desenvolver a capacidade de analisar problemas e encaminhar soluções e preparar-se para enfrentar situações reais e complexas, mediante a aprendizagem em ambiente não ameaçador (sala de aula) Sempre será interessante um plenário para se discutirem as soluções encontradas visando ao enriquecimento do grupo. 4.Ensino com pesquisa Trata-se hoje de uma estratégia fundamental para a melhoria da qualidade dos cursos de graduação, aceita e defendida por todas as instituições de ensino superior. Também precisa ficar claro que a técnica pode ser levada a efeito se o professor estiver disposto a orientar seus alunos nessa atividade. Será necessário orientar como se faz uma pesquisa e acompanhar sua realização. 10

11 Quais são as etapas dessa estratégia? Motivar os alunos a participarem da atividade Discutir os critérios para a escolha do assunto ou da situação a ser pesquisada Dividir a turma em pequenos grupos Apresentar e discutir com os alunos o que vem a ser um plano de pesquisa, seus elementos e sua organização: Definição precisa do problema Metodologia de pesquisa Bibliografia a ser consultada Escolha de procedimentos Coleta de dados e sua respectiva análise Realizar a conclusão Elaboração do relatório científico Comunicar os resultados a toda a classe e discuti-los em seguida. Duas questões sempre aparecem quando discutimos esse assunto: haverá tempo suficiente para se fazer um trabalho como esse? Qual será o comportamento do professor durante a atividade? (ibidem, p.103) 5.Ensino por projetos O objetivo do ensino por projeto é criar condições para que o aluno aprenda a propor o encaminhamento e desenvolvimento de determinada situação, partindo de uma análise diagnóstica; indicando os objetivos a serem atingidos (situação ideal futura), as etapas de realização do projeto, e para cada uma delas estabelecendo metas parciais, tempo, participantes, ações, responsabilidades, recursos, estratégias; organizando um sistema de acompanhamento de avaliação e feedback; de tal forma que a realização e integração das várias etapas apresentem o projeto concluído. Outro objetivo é ajudar o aluno a relacionar a teoria com a prática, relacionar as disciplinas entre si encaminhando para uma atitude interdisciplinar e para um exercício de integração dos conhecimentos de diferentes áreas. Trata-se de uma estratégica de alto alcance no que diz respeito às aprendizagens profissionais. Evidente que o projeto proposto poderá ser mais simples ou mais complexo. Poderá envolver só uma disciplina ou integras várias delas em sua realização, propiciando uma experiência integrativa de conhecimento e uma experiência de interdisciplinaridade. O encaminhamento dessa técnica é muito parecido com o procedimento da técnica do ensino com pesquisa. A finalização dessa atividade deverá contar com a apresentação dos projetos para toda a turma, com debate sobre cada um deles, para que todos possam aproveitar dos trabalhos realizados por cada grupo ou aluno e desenvolver assim suas aprendizagens. (ibidem, p.106) 6.Desempenho de papéis (dramatização) Alunos do curso de Pedagogia ou Licenciatura participam de uma reunião numa escola para definir o planejamento do ano, na qual um faz o papel de diretor, outro de supervisor, outro de secretário, outro de pai de aluno, outro de alunos. Alunos do curso de Economia e Administração formam uma equipe para discutir os novos rumos de uma empresa, na qual um é o dono, outro é o contador, outro é o responsável pelas finanças, um quarto pela matéria-prima, outro pelo marketing, outro pela pesquisa de mercado, outro pelo contato com os clientes; e assim por diante. Esses exemplos mostram como alunos podem aprender desempenhando papéis próprios de suas realidades profissionais. Cria-se uma situação-problema, organiza-se uma equipe com membros diferenciados e pede-se que todos, cada um defendendo seu papel, dialogue com os outros para resolver o problema apresentado. São objetivos dessa técnica: -que seus participantes desenvolvam a empatia, a capacidade de desempenhar papéis de outros e de analisar situações de conflito segundo não só o próprio ponto de vista, mas também o de outras pessoas envolvidas. É uma técnica mais voltada para o desenvolvimento de habilidades e atitudes dos alunos. (ibidem, p.108) 7.Dinâmicas de grupo Tratar-se de técnicas coletivas. O que isto quer dizer: elas deverão trazer algumas vantagens diferentes das técnicas usadas para aprendizagens individuais e colaborar para outras aprendizagens que não seremos capazes de obter apenas individualmente Quais são estes objetivos que podemos desenvolver? a) A capacidade de estudar um problema em equipe; b) A capacidade de discutir e debater, superando a simples justaposição de idéias; c) Aprofundar a discussão de um tema, chegando a conclusões; 11

12 d) Aumentar a flexibilidade mental mediante o reconhecimento da diversidade de interpretações sobre o mesmo assunto; e) Ter oportunidade de desenvolver sua participação em grupos, sua verbalização, seu relacionamento em equipe e sua capacidade de observação e crítica do desempenho grupal; f) Confiar na possibilidade de aprender também com os colegas (além do professor) e valorizar os feedbacks que eles podem lhe oferecer para a aprendizagem; g) Valorizar o trabalho em equipe, hoje uma das exigências para a atividade de qualquer profissional. Toda atividade de dinâmica de grupo contém algumas regras básicas para o seu funcionamento de um grupo: Que todos os participantes tenham muita clareza sobre qual é o objetivo daquela atividade em grupo; onde se pretende chegar? Que cada participante do grupo se disponha a ouvir seu companheiro Que a discussão do grupo em suas idéias principais e nas suas conclusões de grupo seja registrada em um relatório por escrito ou em outra forma. Esse relatório é a materialização dos resultados obtidos e dos avanços do grupo na discussão proposta. Quando ele não se faz, ou não é solicitado pelo professor, as idéias, discussões e conclusões ficam soltas no ar, o que dificulta perceber se o objetivo do grupo foi alcançado ou não e até onde se avançou. Em qualquer dinâmica de grupo, o trabalho de grupo pode ser muito eficiente e eficaz e ajudar de modo significativo a aprendizagem, a ponto de os alunos se motivarem a se preparar anteriormente para não perdê-las. (ibidem, p. 110 e 111) Vamos considerar alguns exemplos de dinâmicas de grupo PEQUENOS GRUPOS COM UMA SÓ TAREFA: Divide-se a classe em pequenos grupos e se atribui a cada um a mesma tarefa, por exemplo, responder a uma ou duas questões sobre um texto lido apresentadas pelo professor; estudar o mesmo caso e dar-lhes uma solução; fazer uma síntese de um mesmo texto, e assim por diante. Trata-se de uma forma bem simples de se começar a desenvolver com uma classe a habilidade de trabalhar em equipe. Em geral, fecha-se a atividade com a apresentação em plenários das tarefas realizadas por todos os grupo, com base nas quais os próprios alunos e o professor faz comentários que completam as respostas, corrigem-nas ou ampliam-nas. (ibidem, p.113) GRUPOS DE OPOSIÇÃO Essa técnica de modo especial é apropriada para desenvolver a capacidade de argumentar, de debater, e produzir argumentos, analisar e avaliar argumentação, contrapropor argumentos, defender ou atacar determinadas posições e teorias, sempre baseando-se em argumentos. Seu funcionamento supõe a organização de pelo menos dois grupos de alunos, sendo que um deles tem por tarefa defender uma idéia ou encontrar as suas vantagens, enquanto o outro deverá atacar a mesma idéia ou mostrar suas desvantagens. (ibidem, p.118) PEQUENOS GRUPOS PARA FORMULAR QUESTÕES Essa técnica é uma das mais dinâmicas para ser usada em aula e agrega em si a possibilidade de desenvolver vários aspectos de aprendizagem: aprofundamento dos conhecimentos, compreensão do assunto, habilidade de trabalhar em grupo, ouvir e dialogar com colegas, aprender com colegas. Como funciona? Uma semana antes indica-se um texto a ser lido para o próximo encontro sobre um assunto que se está estudando. Pede-se que tragam para a aula duas ou três perguntas, as quais devem revelar dúvidas ou não compreensão do texto, aspectos importantes que se gostaria de ver estudados com mais profundidade, temas de grande atualidade. É evidente que não serão aceitas perguntas que se retirem diretamente do texto e cujas respostas aí se encontram com facilidade. No dia da aula, formam-se grupos com cinco alunos de cada um. Durante 15 minutos, o grupo deverá ler, compreender as dez ou no máximo quinze perguntas e selecionar duas. Estas duas poderão ser dentre as dez ou quinze, ou poderão ser duas novas formuladas pelo grupo usando sugestões das perguntas que trouxeram de casa. Essas perguntas deverão se escritas em uma folha de papel sulfite, com letra legível e com o nome do grupo que as formulou. Inicia-se uma das várias rodadas: o grupo que formulou as duas perguntas, sem as responder, passa-as para o grupo mais próximo, e assim os demais grupos. Dá-se um tempo de 12

13 15 minutos para que o grupo responda por escrito às duas perguntas que recebeu. Em seguida, as perguntas respondidas são passadas para outro grupo. Este terá 10 minutos para: ler as perguntas, compreendê-las, ler as respostas que o primeiro grupo deu e redigir agora sua resposta, que poderá ser concorde com a resposta do primeiro grupo, poderá complementá-la, ou corrigi-la. Tudo isso sem rabiscar a resposta do primeiro grupo, mas escrevendo na mesma folha, em seguida. Passa-se para um terceiro e, no máximo, para um quarto grupo. Terminada a rodada, a folha é devolvida ao grupo original. Este agora vai analisar as respostas dos grupos e escrever e redigir a sua. Por último, em plenário, cada grupo lê as perguntas e respostas, permitindo esclarecimentos possíveis, complementações por parte do professor, debate e até um comentário do professor sobre a pertinência das perguntas. (ibidem, p. 119) E temos muito mais dinâmicas a disposição para facilitarmos a aprendizagem do aluno e tornar o espaço de sala de aula mais dinâmico, participativo e construtivo. 8. Leituras Em primeiro lugar, no início do curso, quando fazemos a sua programação, combinamos que ali nos encontramos para aprender e não apenas para tirar uma nota. Leitura, estudo, preparação pessoal é indispensável para se aprender e participar de uma atividade coletiva de aprendizagem. (ibidem, 122) 13

14 Para concluir: Piletti nos aponta alguns critérios que são importantes na reflexão para uma escolha adequada de que métodos e técnicas utilizar: (Piletti, 2010, p.137) Temos abaixo uma tabela de alguns exemplos para auxiliar o professor a escolher as técnicas mais adequadas, de acordo com o objetivo que pretende atingir: Objetivo educacional Transmitir informações. Conseguir que os alunos expressem suas opiniões. Aprender a trabalhar em equipe na solução de problemas. Desenvolver a capacidade analítica. Desenvolver a capacidade de verbalização. Formar conceitos. Desenvolver a capacidade de compreensão de textos. Técnicas mais adequadas Aula expositiva Instrução programada Perguntas e respostas Trabalho em grupo Técnica de solução de problemas Técnica de projetos Estudo dirigido Trabalho em grupo Perguntas e respostas Trabalho em grupo Instrução programada Fichas didáticas Estudo dirigido (Piletti, 2010, p. 138) 14

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