FICHA DE UNIDADE CURRICULAR Código: Unidade Curricular Departamento: Geometria Analítica Carga Horária: Período: Obrigatória 36 OBJETIVO EMENTA

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1 Geometria Analítica Obrigatória 36 1 Proporcionar aos alunos a capacidade de interpretar geometricamente e espacialmente conceitos matemáticos. O que significa Geometria Analítica? A posição e as contribuições da Geometria Analítica no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Vetores em R2 e R3, Operações com vetores. Dependência linear. Bases. Produto Escalar. Produto vetorial. Coordenadas cartesianas. Translação e rotação. Retas e planos. Distâncias e ângulos. Coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. Cônicas. Equações reduzidas das superfícies quádricas. Funções e cálculo de funções vetoriais. 1) LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica - Vol. 1. Ed. 3. Harbra, ) LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica - Vol. 2. Ed. 3. Harbra, ) STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Geometria Analítica. Ed. 2. Pearson-Makron Books, ) KAPLAN, Wilfred. Cálculo Avançado - Volume I. Edgard Blucher, 1991.

2 Funções de uma Variável Obrigatória Propiciar o aprendizado dos conceitos de limite, derivada e integral de funções de uma variável real. Propiciar a compreensão e o domínio dos conceitos e das técnicas de Cálculo Diferencial e Integral. Desenvolver a habilidade de implementação desses conceitos e técnicas em problemas nos quais eles se constituem os modelos mais adequados. Desenvolver a linguagem Matemática como forma universal de expressão da Ciência. O que significa Funções de uma variável? A posição e as contribuições do estudo de funções no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Números reais e funções de uma variável real. Limites e continuidade. Cálculo diferencial e aplicações. Cálculo integral de funções de uma variável e aplicações. 1) LEITHOLD, L. O Cálculo Com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra. Vol.01. 2) J. STEWART. Cálculo. Ed. Pioneira. Vol ) _AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável - Volume 1. 7ed.. LTC, _AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável - Volume 2. 7ed.. LTC, 2004.

3 Estruturas Atômicas, Moleculares e Cristalinas 1 Permitir que os alunos compreendam como os átomos se arranjam, por meio das ligações químicas, para formar diferentes materiais. Permitir que os alunos entendam os princípios das transformações químicas, as relações estequiométricas envolvidas e os aspectos relacionados à sua cinética, bem como o conceito de equilíbrio químico das reações químicas reversíveis. O que significa Estruturas atômicas, moleculares e cristalinas? A posição e as contribuições da Química no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Propriedades de materiais. Teorias Atômicas. Tabela periódica. Ligações intra e intermoleculares. Correlações entre estrutura química e propriedades dos materiais. Eletroquímica. Experimentos em Eletroquímica 1. Estrutura da matéria, interações e seus estados. 2. A matéria e estruturas atômicas. 3. Tipos de arranjos da matéria. 4. Teoria das ligações. 5. Estruturas moleculares: distância, ângulos, energia de ligação, polaridade e momento dipolar. 6. Estruturas cristalinas dos sólidos e ligação amorfa. 7. Principais tipos de arranjos cristalinos de sólidos iônicos. 8. Transformações químicas e estequiometria. 9. Aspectos cinéticos das transformações químicas. 10. Equilíbrio químico Aulas práticas em laboratório. 1. Química Geral, vol.1 e 2, J. B. Russel, Makron Books do Brasil Editora Ltda & Editora McGraw-Hill Ltda, Princípios de Química, P. Atkins e L. Jones, Bookman Companhia Editora (Artmed Editora Ltda.), Estrutura da matéria, André Guinier. Edusp 1996

4 Linguagem da Computação 1 Introduzir o aluno na área da computação, tornando-o capaz de desenvolver algoritmos e codificá-los em uma linguagem de alto nível a fim de resolver problemas de pequeno e médio porte com ênfase em problemas nas áreas das Engenharias. O que significa Linguagem de computação? A posição e as contribuições da Computação no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Breve histórico do desenvolvimento de computadores e linguagens de computação. Conceitos básicos sobre computadores: sua arquitetura, algoritmos, linguagens e programas. Desenvolvimento de programas: dados e estrutura de dados, sistemas de entrada e saída, estruturas de controle de fluxo, ferramentas de modularização e metodologias de desenvolvimento. Codificação dos programas utilizando linguagem de alto nível. Aulas práticas em laboratório. 1. SCHILDT, Herbert. C Completo e Total. 3ª Ed. Makron Books: São Paulo, GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C. L. Algoritmos e Estrutura de Dados, Editora LTC, SOUZA, Marco, et al., Algoritmos e Lógica de Programação, FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação. São Paulo, Makron Books, EVARISTO, Jaime. Aprendendo a programar: Programando em Linguagem C. Rio de Janeiro: BookExpress, KERNIGHAN, Brain W. RITCHE, Dennis M. C a linguagem de programação padrão ANSI. 16ª Ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, ROSCH, Winn L. Desvendando o Hardware do PC. Rio de Janeiro: Editora Campus, ECKEL, B. Thinking in C (beta). Disponível em: Acesso em: Maio 2008.

5 Metodologia Científica Obrigatória 36 1 Apresentar ao aluno as noções fundamentais que orientam a investigação e a produção de trabalhos científicos. Fazer o aluno compreender os conceitos e problemas epistemológicos relacionados às ciências exatas. O que significa Metodologia Científica? A posição e as contribuições de estudos de Metodologia Científica no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Ciência e filosofia. Noções fundamentais do trabalho científico: verdade, justificação, objetividade. O problema da indução e o método hipotético-dedutivo. Realismo e anti-realismo. Diretrizes para leitura e compreensão de textos: o fichamento, a resenha e o resumo. A padronização do trabalho científico e as normas da ABNT. A pesquisa bibliográfica. Diretrizes para a elaboração de artigos científicos e projetos de pesquisa. Bunge, M. Epistemologia. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, Dutra, L.H. de A. Introdução à Teoria da Ciência. Florianópolis: Editora da UFSC, Oliva, A. Filosofia da Ciência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, Curd, M.; Cover, J. A. (org.) Philosophy of Science: The Central Issues. New York: W. W. Norton, Costa, C. Uma introdução contemporânea à filosofia. São Paulo: Martins Fontes, Lakatos, E.M. & Marconi, M.A. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, França, Júnia Lessa; Vasconcellos, Ana Cristina de. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Belo Horizonte: Editora UFMG, Hühne, L.M. Metodologia Científica. Rio de Janeiro: Editora Agir, 1987.

6 Álgebra Linear Obrigatória 36 1 Proporcionar aos alunos a capacidade de re-interpretar problemas e fenômenos abstraindo-os em estruturas algébricas multi-dimensionais. O que significa Álgebra Linear? A posição e as contribuições da Álgebra Linear no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Matrizes e operações com matrizes. Sistemas lineares. Determinantes e aplicações. Espaços vetoriais reais e complexos. Subespaços. Combinações lineares. Base e dimensão: dependência e independência linear. Soma direta. Transformações lineares. Núcleo e imagem. Isomorfismo. Matriz de uma transformação linear e operações. Autovalores e autovetores. Subespaços invariantes. Diagonalização de operadores. Forma canônica de Jordan. Espaços com produto interno. Ortogonalidade. Isometrias. Operadores auto-adjuntos. 1- BARRONE, Júnior Mário. Álgebra Linear. 2- CALLIOLI, Carlos A, DOMINGUES, Higino H, COSTA, Roberto C.F. Álgebra Linear e Aplicações. Ed. Atual. 3- LAWSON, Terry. Álgebra linear. Ed. Edgard Blucher.

7 Fenômenos Mecânicos 2 Introdução aos fenômenos mecânicos e à utilização de aparelhos de medida. Obtenção, tratamento e análise de dados obtidos em experimentos. Apresentação e análise crítica de resultados. O que significa Fenômenos mecânicos? A posição e as contribuições da Mecânica no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Medidas e erros. Conceitos e operações básicas relativos aos fenômenos mecânicos: estática, cinemática (movimentos de translação e rotação). Leis de Newton e dinâmica da rotação. Trabalho e Energia. Aulas práticas em laboratório. 1 NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica. 2ª ed. Vol. 1e 2 2 CHAVES, Alaor. Física: Mecânica. Vol.1. 3 HALLIDAY, RESNICK, WALKER. Fundamentos de Física. LTC Vol. 1 e 2. 4 SEARS, Zemansky. Física I (Mecânica). 10ª ed.

8 Métodos e Algoritmos Computacionais 2 Ao final do curso, os alunos deverão ter desenvolvido senso crítico com relação às soluções algorítmicas apresentadas e dominarão os principais algoritmos de pesquisa e de ordenação em memória principal e secundária. O que significa Métodos e algoritmos computacionais? A posição e as contribuições da Computação no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Estruturas Básicas de Dados (lista, pilha, fila e árvores binárias). Introdução às técnicas de análise de complexidade de algoritmos. Métodos de ordenação interna e externa. Métodos de pesquisa em memória primária e memória secundária. Aulas práticas em Laboratório. 1. CORMEN, Thomas. H., LEISERSON, C. E., RIVEST, R. L., STEIN, C., Introduction to Algorithms, McGraw-Hill e The MIT Press, ZIVIANI, N., Projeto de Algoritmos com Implementações em Java e C++, Thomson Pioneira, TOSCANI, L. V.; Veloso, P. A. S. Complexidade de algoritmos: análise, projeto e métodos. Porto Alegre : Sagra Luzzatto, FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação. São Paulo, Makron Books, ORTH, A. I. Algoritmos e Programação. Porto Alegre: AIO, p. 6. DEITEL, P. J. C++ Como Programar. Deitel. Bookman, DROZDEK, A. Estrutura de dados e Algoritmos em C ECKEL, B. Thinking in C++. 2 ed. Prentice-Hall, Disponível em: Acesso em: Maio 2008.

9 Funções de várias variáveis 2 Propiciar o aprendizado dos conceitos de limite, derivada e integral de funções de uma variável real. Propiciar a compreensão e o domínio dos conceitos e das técnicas de Cálculo Diferencial e Integral. Desenvolver a habilidade de implementação desses conceitos e técnicas em problemas nos quais eles se constituem os modelos mais adequados. Desenvolver a linguagem Matemática como forma universal de expressão da Ciência. O que significa Funções de várias variáveis? A posição e as contribuições do estudo de funções de várias variáveis no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Funções reais de várias variáveis reais; limites e continuidade; derivada parcial, derivada parcial implícita; aplicações; diferenciabilidade e regras da cadeia; planos tangentes, diferencial total e aplicações; extremos relativos e absolutos; multiplicadores de Lagrange; aplicações. Integrais duplas e triplas. Mudança de variáveis em integrais duplas e triplas: coordenadas polares, coordenadas cilíndricas e esféricas; integrais impróprias. Aplicações. 1- LEITHOLD, L. O Cálculo Com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra. Vol GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. 5a ed. LTC. 2001, Vol STEWART, J. Cálculo. 5a ed. Pioneira, 2006, Vol. 2.

10 Projeto Arquitetônico e Computação Gráfica 2 Desenvolver a capacidade de interpretar e executar projetos de engenharia com ênfase em projeto arquitetônico. Apresentar os conceitos de desenho técnico, normas e convenções da expressão gráfica como meio de comunicação das engenharias. Possibilitar o desenvolvimento da visão espacial e da representação de projetos. Proporcionar conhecimento sobre o método de concepção e elaboração de projetos de engenharia assistido por computador com a utilização de computação gráfica. - Fundamentos de projeto arquitetônico; Ferramentas de computação gráfica e de projeto assistido por computador aplicado a projetos de engenharia; Processos de desenho de projeto arquitetônico (estudo preliminar, anteprojeto, projeto legal, executivo e detalhamento); Formas de representação de projeto: planta baixa, cortes, fachadas, detalhes e tabelas; Projeções cilíndricas e ortogonais; Situação, implantação (locação) e planta de cobertura (coberta); Normas e convenções de expressão e representação de projeto através do desenho técnico, formatos e carimbo (normas da ABNT); Materiais e técnicas de expressão e representação de projetos de arquitetura e urbanismo (elementos de expressão e representação gráfica: linhas, traços, texturas, escalas, cotas); Simulação tridimensional, cálculo, tabelas e documentação. 1. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas (Diversas Normas na Área de Desenho). 2. CAPOZZI, D. Desenho Técnico teoria e exercícios. São Paulo: Laser Press. 3. GIESECKE, F. E. et al. Comunicação gráfica moderna. Porto Alegre: Bookman. 4. XAVIER, N. Desenho Técnico Básico: expressão gráfica, desenho geométrico, desenho técnico. São Paulo: Ática, CHING, Francis, D. K. Representação Gráfica em Arquitetura. Porto Alegre:Bookman, MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico. 3 a ed. São Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda, AZEREDO, Helio Alves. O Edifício e Seu Acabamento. 5 a reimpressão, São Paulo: Blacher, NEUFERT, Ernst. Arte de Projetar em Arquitetura. 7ª ed. São Paulo: Gustavo Gili 9. BARACHO, Renata Maria Abrantes Couy. Integração de um Ambiente para Produção de Maquetes Eletrônicas f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Computação) - Departamento de Ciência da Computação, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Autodesk, AutoCAD Reference Manual, Autodesk, CA. 11. FOLEY, J.D. Van Dam, A., Feiner, S.K. & Hughes, J. F., Computer Graphics: Principles and Practice, 2 nd. Ed. Assison Wesley, FOLEY, J.D. & Van Dam, A Fundamentals of Interactive Computer Graphics, Addison Wesley, 1982.

11 Elementos de Geologia Aplicada à Engenharia Civil 2 Analisar e interpretar a linguagem, os métodos e os processos geológicos. Apresentar conceitos de materiais geológicos, origem, natureza, classificação dos materiais rochosos e a utilização desses na engenharia. Conhecer a influência da geologia no projeto, construção e conservação de obras de engenharia civil. Crosta terrestre. Minerais. Rochas ígneas ou magmáticas; rochas sedimentares, rochas metamórficas. Agentes geológicos externos. Intemperismo. Formação genética do solo. Elementos estruturais de rochas. Mapas e perfis geológicos. Materiais naturais de construção. Geologia do Brasil. Aerofotogeologia. Método indiretos e diretos de investigação do subsolo. Caracterização e classificação geológica e geotécnica de rochas e maciços rochosos. Água subterrânea, geologia aplicada a estabilidade de taludes; Geologia de estradas; Geologia de túneis. Geologia de fundações: Geologia de barragens. 1- CHIOSSI, J.N. Geologia Aplicada à Engenharia. Grêmio Politécnico, Escola Politécnica da USP. 2- MACIEL FILHO, C.L. Introdução à Engenharia de Geologia. Ed. UFSM e CORM. 3- FLEURY, J.M. Curso de Geologia Prática. Goiânia: Ed. UFG. 4- RODRIGUES, J.C. Geologia para Engenheiros Civis. Ed. McGraw-Hill do Brasil. 5- ERNST W, G. Minerais e Rochas. Bluecher/EDUSP, OLIVEIRA, A.M.S. & BRITO, S.N.A. Geologia da Engenharia. São Paulo: ABGE, p e Tognon A.A LEINZ, V. & AMARAL, S. F. do. Geologia Geral. Editora Nacional, 1980, 397 p. 8- LOCZY, L. & LADEIRA, E. A. Geologia Estrutural e Introdução à Geotectônica. São Paulo: Edgar Blücher.

12 Equações Diferenciais A 3 Desenvolver a habilidade de solução e interpretação de equações diferenciais em diversos domínios de aplicação, implementando conceitos e técnicas em problemas nos quais elas se constituem os modelos mais adequados. O que significa Equações diferenciais? A posição e as contribuições do estudo de equações diferenciais no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Seqüências e series de números reais. Series de Taylor e Mclaurin. Equações diferenciais de primeira e segunda ordem. Método de Frobenius. Sistemas de equações diferenciais lineares. Transformada de Laplace. Aplicações. 1) WILLIAN E, BOYCE, RICHARD C. di PRIMA. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. 7a ed. LTC. 2) ZILL, Dennis G. Equações Diferenciais com aplicações em Modelagem. Editora Thomson, ) ZILL, Dennis G. & CULLEN, Michael R. Equações Diferenciais - Volume 1. Makron Books, 2001.

13 Campos Vetoriais Obrigatória 36 3 Ao final o aluno, além de ter sua visão abstrata um pouco mais desenvolvida, será capaz de trabalhar com as ferramentas matemáticas necessárias para fazer, futuramente, representação de fenômenos no espaço e para facilitar a maior compreensão de eletromagnetismo e outras unidades curriculares que necessitam de uma análise vetorial mais apurada. O que significa Campos vetoriais? A posição e as contribuições do estudo de campos vetoriais no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Campos vetoriais. Gradiente, divergente e rotacional. Integrais de linha. Teorema de Green e aplicações. Integrais de superfície. Teoremas de Gauss e Stokes e aplicações. 1) KAPLAN, Wilfred. Cálculo Avançado - Volume I. Edgard Blucher, ) LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica - Vol. 2. Ed. 3. Harbra, ) ARFKEN, George B.; WEBER, Hans J. Mathematical Methods for Physicists. Ed. 5. Harcourt / Academic Press, ) BUTKOV, Eugene. Física Matemática. LTC, 1988.

14 Estatística e Probabilidade 3 Ensinamento de idéias básicas da Estatística e da probabilidade, seus alcances e limitações. Apresentar exemplos simples, aplicações práticas das técnicas mais comuns de Estatística e da probabilidade, para a coleta, a disposição e o processamento de dados (informação), bem como da forma de integração destas técnicas aos métodos de solução de problemas. Apresentar exemplos mais sofisticados de Estatística e da probabilidade como forma de valorizar a área junto aos profissionais da área tecnológica. O que significa Estatística e probabilidade"? A posição e as contribuições da Estatística no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Noções de estatística descritiva. Noções de probabilidade. Variáveis aleatórias e distribuições. Elementos de amostragem. Noções de teoria de estimação e testes de hipóteses. Regressão. 1- Magalhães, M. N. e Lima, C. P. Noções de Probabilidade e Estatística. 6a ed., Ed. Edusp, São Paulo, Farias, A. A.; Soares, J. F. e César, C.C. Introdução _a Estatística. 2a Ed., LTC Livros Técnicos e Científicos. Editora S.A., Rio de Janeiro, Montgomery, D. C. e Runger, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. 2a Ed., LTC - Livros Técnicos e Científicos. Editora S.A., Rio de Janeiro, Bussab, W. e Morettin, P. A. Estatística Básica. Atual Editora, 5a. Ed., DANTAS, C.A.B., PROBABILIDADE: Um Curso Introdutório, 2a edição, Editora EDUSP, (253p) WALPOLE, R.E.; MYERS, R.H. Probability and Statistics for Engineers and Scientists, 5 th ed, Mcmillan Pub. Camp, SOONG,T.T. Modelos Probabilísticos em Engenharia e Ciências, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, ANG,H.S.; TANG,W.W.H. Probability Concepts in Engineering Planning and Design, New York, John Wiley, 1984 (2v). 9- GOLBERG,M.A. Mathematical Concepts and Methods in Science and Engineering, 29, Introduction to Probability Theory With Statistical Applications, New York, Plenum, BHATTACHARYYA,G.K.; JONHSON,R.A. Statistical Concepts and Methods, John Wiley. 11- MEYER,P.L.; LOURENC_O FILHO, R. de C.B. Probabilidade: Aplicações _a Estatística, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, 1976, (391p). 12- HINES W.W.; MONTGOMERY, D.C. - Probability and Statistics in Engineering and Management Science, 3rd Ed. John Wiley e Sons. 13- HINES W.W.; MONTGOMERY, D.C., GOLDSMAN D. M. BORROR. C. M. Probabilidade e Estatística na Engenharia, Editora LTC

15 Fenômenos Térmicos, ondulatórios e Fluídos 3 Dar ao aluno conceitos fundamentais de termodinâmica, fluídos e fenômenos ondulatórios. O que significa Fenômenos térmicos, ondulatórios e fluidos? A posição e as contribuições do estudo de tais fenômenos no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Temperatura e calor. Temperatura e equilíbrio. Mecanismos de transferência de calor. Propriedades térmicas da matéria. Primeira, segunda e terceira lei da termodinâmica. Máquinas térmicas, refrigeradores e ciclo de Carnot. Ondas mecânicas. Interferência e modos normais. Mecânica dos fluidos. Aulas práticas em laboratório. 1 Nussenzveig, H.M. Curso de Física Básica, vol.2 2 Sears e Zemansky. Física II Termodinâmica e Ondas. 3 Halliday, Resnick e Walker. Fundamentos da Física, vol.2.

16 Materiais de Construção 3 Analisar as propriedades dos materiais de construção. Apresentar os principais materiais empregados na construção civil incluindo suas características, propriedades e aplicação. Fornecer critérios e parâmetros para escolha e especificação dos materiais em consonância com as normas técnicas. Pedras Naturais. Aglomerados. Agregados miúdos. Agregados graúdos. Argamassas. Concreto: propriedades, dosagem empírica, dosagem experimental. Produção. Controles tecnológicos e estatístico. Concretos especiais. Especificações, métodos e normas da ABNT. Materiais cerâmicos. Madeiras. Plásticos. Vidros. Tintas/vernizes. Fibrocimentos. Metais e materiais derivados. Materiais betuminosos. 1- FALCÃO BAUER, L. A. Materiais de Construção. 5. ed. LCT, 1997, V.1 e 2, 951 p. 2- PETRUCCI, E. G. R. Materiais de Construção. Ed. Globo,1997, 438 p. 3- RIPPER, E. Manual Prático de Materiais de Construção. 1. ed. Ed. Pini, p. 4- VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência dos Materiais. 12. ed. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, p. 5- VERÇOSA, Enio J. Materiais de Construção. Porto Alegre: PUC/EMMA, V PIZARRO, Rufino de Almeida. Materiais de Construção. Rio de Janeiro: ENE. 7- BAUER, L. A. F. Materiais de Construção. São Paulo: LTC, MEHTA, P.K, MONTEIRO, P.J.M. Concreto: estrutura, propriedades e materiais. Ed. Pini, PETRUCCI, E. G. R. Concreto de Cimento Portland. Porto Alegre: Globo, PETRUCCI, E. G. R. Materiais de Construção. Porto Alegre: Globo, 1980.

17 Lógica e argumentação em ciência Obrigatória 36 3 Propiciar o aprendizado da sintaxe e semântica da lógica sentencial e de predicados. Fornecer ao aluno as ferramentas básicas para a redação e análise de textos argumentativos. O que significa Lógica e argumentação em ciência? A posição e as contribuições da Lógica no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Argumentos dedutivos e indutivos. Falácias. Cálculo sentencial: estudo semântico (tabelas de verdade e tautologias) e sintático (dedução natural e sistemas axiomáticos). Cálculo de predicados: estudo semântico (interpretações, modelos e validade) e sintático (dedução natural e sistemas axiomáticos). Tablôs semânticos. As noções de consistência, completude e decidibilidade Mortari, C.A. Introdução à Lógica. São Paulo: Editora Unesp, Newton-Smith, W.H. Lógica - um curso introdutório. Lisboa: Gradiva, Lisboa, Pinto, P.R.M. Introdução à Lógica Simbólica. Belo Horizonte: Editora UFMG, Mates, B., Elementary Logic. Oxford: OUP, Weston, A. A arte de argumentar. Lisboa: Gradiva, Copi, I.M. Introdução à Lógica. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1974.

18 Cálculo Numérico 4 Introduzir o aluno na área da Análise Numérica e do Cálculo Numérico, tornando-o capaz de analisar e aplicar algoritmos numéricos em problemas reais, codificando-os em uma linguagem de alto nível a fim de resolver problemas de pequeno e médio porte nas áreas das engenharias. O que significa Cálculo numérico? A posição e as contribuições do Cálculo Numérico no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Erros de arredondamento. Zeros de funções: localização, determinação por métodos iterativos, precisão pré-fixada, zeros reais de polinômios. Sistemas de equações algébricas lineares: método de eliminação de Gauss, condensação pivotal, refinamento da solução, inversão de matrizes; método iterativo de Gauss-Seidel, critério das linhas e de Sassenfeld. Aproximação de funções: mínimos quadrados, polinômios ortogonais. Interpolação: diferenças finitas, interpolação polinomial. Integração numérica: método dos trapézios e método de Simpson. Resolução numérica de equações diferenciais ordinárias. Aulas práticas em laboratório. 1 - Frederico Ferreira Campos Filho - Algoritmos Numéricos, LTC (2007) 2 - Leonidas Barroso Magali, Maria de Araújo Barroso, Frederico Ferreira Campos Filho - Cálculo Numérico: com Aplicações, Harbra ( I.Q. Barros, Introdução ao Cálculo Numérico, USP-Edgard Blücher, São Paulo (1972) 4 - Décio Sperandio, João Teixeira Mendes, Luiz Henry Monken E Silva - Cálculo Numérico, Prentice-Hall (2003) 5 - V. Ruas de Barros Santos, Curso De Cálculo Numérico, Livro Técnico, Rio de Janeiro, (1972) 6 - A.F.P. de C. Humes, I.S.H. de Melo, L.K. Yoshida, W.T. Martins, Noções De Cálculo Numérico, McGraw-Hill do Brasil (1984). 7 - Márcia A. Gomes Ruggiero, Vera Lúcia Da Rocha Lopes - Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais, Makron Books (1996) 8 - Valdir Roque - Introdução ao Cálculo Numérico, Atlas (2000)

19 Fenômenos Elétricos e Magnéticos 4 Entender os fenômenos ligados ao eletromagnetismo e aplicar os princípios e leis aos casos específicos. O que significa Fenômenos elétricos e magnéticos? A posição e as contribuições do Eletromagnetismo no desenvolvimento científico e tecnológico, com ênfase nas Engenharias. Carga elétrica e Lei de Coulomb. O campo elétrico; A Lei de Gauss. Potencial eletrostático. Capacitância. Propriedades dos dielétricos. Corrente elétrica, resistência e força eletromotriz. Circuitos de corrente contínua. O campo magnético. Forças magnéticas sobre condutores de corrente. O campo magnético de uma corrente. Lei da indução de Faraday. Circuitos de corrente alternada. As equações de Maxwell. Ondas e linhas. Aulas práticas em laboratório. 1- NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 2ª ed. Vol HALLIDAY, RESNICK e WALKER. Fundamentos de Física. LTC. Vol SEARS e ZEMANSKY. Física III (Eletromagnetismo). 10ª ed. 4- CHAVES, Alaor. Física: Eletromagnetismo. Vol. 2.

20 Equações Diferenciais B Obrigatória 36 4 Oferecer aos alunos ferramental matemático avançado mais apropriado para a resolução de problemas tecnológicos complexos. Series de Fourier. Integrais de Fourier. Equações diferenciais parciais. Aplicações. 1) LEITHOLD, Louis. O Calculo com Geometria Analítica - Vol. 2. Ed. 3. Harbra, ) ARFKEN, George B.; WEBER, Hans J. Mathematical Methods for Physicists. Ed. 5. Harcourt / Academic Press, ) BUTKOV, Eugene. Física Matemática. LTC, ) WILLIAN E, BOYCE, RICHARD C. di PRIMA. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. 7a ed. LTC. 5) ZILL, Dennis G. Equações Diferenciais com aplicações em Modelagem. Editora Thomson, ) ZILL, Dennis & CULLEN, Michael R. Equações Diferenciais - Volume 2. Makron Books, 2001.

21 Indivíduos, grupos e sociedade global Obrigatória 36 4 Compreender o homem e suas práticas sociais e simbólicas como resultantes de um processo de construção ao longo da história. Entender a relação indivíduo-sociedade considerando o ethos e a visão de mundo que norteiam as práticas de um e de outro. Conhecer fundamentos teóricos da psicologia social. Compreender a relação dialética entre individuo/grupo/sociedade como construção social. Identificar e analisar os conceitos de subjetividade, cultura, sociedade e o processo de socialização na atual sociedade de consumo. Contribuições das ciências sociais e da psicologia na formação de engenheiros. Indivíduos e relações inter-pessoais. A vida social e seus componentes. Relações de poder. Constituição social de identidades de indivíduos e grupos. O fenômeno da globalização e suas conseqüências para o mundo do trabalho. Visão planetária e o conceito de humanidade. Relações humanas e dinâmicas de grupo nas empresas. Satisfação pessoal e produtividade social através do trabalho. BAUDRILLAR, Jean. A sociedade de consumo. Lisboa/Portugal: Edições 70, s/d. BOCK, A. M.; GONÇALVES, M. G.; FURTADO, O. Psicologia Sócio-histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. São Paulo:Cortez Editora, BOTOTMORE, T. B. Introdução à sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, CATANI, Afrânio Mendes, O que é capitalismo, Brasiliense São Paulo. COSTA, C. Sociologia. Introdução à ciência da sociedade. 2 ª ed. São Paulo: Moderna, FLORESTAN, Fernandes. Capitalismo Dependente e classes sociais na América Latina. Zahar editores. RJ. GALLIANO, A. Guilherme. Introdução à Sociologia. São Paulo. Harper e Row do Brasil, GENTILLE, P.; FRIGETTO, G. (Org.). A cidadania negada. São Paulo: Cortez, LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. São Paulo: Atlas, LARAIA, R. B. Cultura - um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. 38 a ed. São Paulo: Brasiliense, MATOS, OLGÁRIA. Sociedade, Tolerância, Confiança, Amizade. Revista USP. São Paulo, 37, p , mar.-maio, PICHON-RIVIÈRE, E. O Processo Grupal. São Paulo: Martins Fontes, Teoria do Vínculo. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes, SAWAIA, B. As artimanhas da Exclusão: Análise Psicossocial e ética da desigualdade social. Rio de Janeiro: Vozes, 1999.

22 Mecânica Vetorial 4 Analisar, interpretar e utilizar os principais instrumentos, através da abordagem geral de vetores, para a resolução de problemas de engenharia estrutural. Generalidades. Vetores força. Equilíbrio de um ponto material. Resultantes de Sistemas de forças. Estática, cinemática e dinâmica do corpo rígido. Estruturas e Máquinas. Forças internas. Atrito. Centro de Gravidade e Centróide. Momentos de Inércia. Trabalho Virtual. 1- HIBBELER, R. C. Estática - Mecânica para Engenharia. 10ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, p. 2- HIBBELER, R. C. Dinâmica - Mecânica para Engenharia. 10ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, p. 3- BEER, Ferdinand P. e JOHNSTON, E. Russel. Mecânica Vetorial Para Engenheiros. Estática. 5ª ed. São Paulo: Editora Mcgraw-Hill. Vol BEER, Ferdinand P. e JOHNSTON, E. Russel. Mecânica Vetorial Para Engenheiros. Cinemática e Dinâmica. São Paulo: Editora Mcgraw-Hill, Vol

23 Mecânica dos Fluidos 4 Analisar e interpretar o comportamento mecânico de fluidos, em repouso ou em escoamento, tendo em vista aplicações de engenharia civil. Fundamentos. Estática, cinemática e dinâmica dos fluidos. Teorema de Bernoulli e aplicações (Venturi, Pitot, etc), Teoria da semelhança. Escoamento incompressível em condutos sob pressão. Instalações de recalque (bombas). Turbinas. Aulas Práticas em Laboratório. 1- MUNSON, B.R.; YOUNG, D. F; OKIISHI, T.H. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. Tradução da 4ª edição americana. São Paulo: Edgard Blücher, FOX, R.W.; McDONALD, A.T.. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 5a ed. Rio de Janeiro: LTC Editora Guanabara Dois, POTER, M.C.; WIGGERT, D.C.. Mecânica dos Fluidos. Tradução da 3ª edição americana, São Paulo: Thomson Pioneira, BRUNETTI, M.. Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Pearson Education do Brasil Ltda, FOX, R.W. & McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 3ª ed. Ganabara Koogan, SHAMES, I. Mecânica dos Fluidos, Princípios Básicos. Ed. Edgard Blucher Ltda, Vol.1.

24 Estruturas Isostáticas 5 Apresentar os conceitos fundamentais de estruturas isostáticas. Analisar a formação, a sujeição e o comportamento das estruturas isostáticas. Calcular os esforços solicitantes em estruturas. Praticar resolução de problemas de estruturas isostáticas. Generalidades. Apoio e vínculos. Esforços solicitantes. Vigas isostáticas. Quadros e arcos isostáticos. Treliças isostáticas. Grelhas isostáticas. Linhas de influência em estruturas isostáticas. Cálculo de deslocamentos em estruturas isostáticas. 1- SUSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural. 9 a ed. Editora Globo, 1995, Vol REBELLO, Yopanan C. P. A Concepção Estrutural e a Arquitetura. 3- CAMPANARI, Flávio Antônio. Teoria das Estruturas. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Dois, GOMES, Sérgio Concli. Estática. Rio Grande do Sul: Editora Unisinos, HIBBELER, R.C. Mecânica. Estática. Editora Campos. Vol I. 6- MERIAN, J.L. Estática. LTC. 7- SOUSA, Nelson Eltz. Estruturas Isostáticas. Cadernos I e II. Notas de Aula. PUCRS. 8- LEGGERINI, M. R, KALIL, S. Estruturas Isostáticas. Notas de Aula. 9- GORFIN, Bernardo, OLIVEIRA, Myriam Marques. Estruturas Isostáticas. LTC. 10- MACHADO JUNIOR, Eloy Ferraz. Introdução à isostática. São Carlos: EESC-USP. São Paulo

25 Resistência dos Materiais I 5 Compreender conceitos matemáticos e físicos que descrevem o comportamento de peças estruturais. Analisar e verificar as tensões e deformações introduzidas pelos esforços e pelos momentos de flexão e torção. Estudar peças estruturais submetidas à tração e compressão. Calcular os esforços e praticar resolução de problemas. Introduzir os conceitos e metodologias de análise de estruturas que serão objetos de sistematização e aprofundamento nas disciplinas de estruturas. Generalidades. Tensão e deformação. Tração e compressão. Cisalhamento puro. Flexão. Torção. Solicitações compostas. Deformações na flexão. Flambagem. 1- BEER, F. P, RUSSEL, JOHNSTON JR, E. Resistência dos Materiais. São Paulo: Makron Books, HIGDON, A, OHLSEN, E. H. et al. Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, TIMOSHENKO, S. P, GERE, J. E. Mecânica dos Sólidos. Rio de Janeiro: LTC, 1994, Vol. I e II. 4- HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 5ª ed. PEASON Prentice Hall. São Paulo GERE, J. M. Mecânica dos Materiais. São Paulo: Ed. Thomson, LACERDA, Flávio Suplicy de. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: Ed. Globo, CRAIG JR., R. R. Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1973, Vol. I e II. 9- NASH, W. Resistência dos Materiais. Brasília: McGraw Hill, SHAMES, Irving H. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Prentice Hall. 11- RILEY, W.F, STURGES, L.D, MORRIS, D.H. Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2003.

26 Hidráulica e Hidrologia 5 Apresentar os conceitos fundamentais de hidráulica e hidrologia. Analisar o escoamento em condutos e canais para dimensionar estruturas hidráulicas na área de hidráulica. Processar e analisar informações hidrológicas, visando à utilização racional e sustentada dos recursos hídricos. Conceitos fundamentais de hidráulica. Escoamento em condutos livres. Movimento uniforme. Energia específica. Movimento gradualmente variado. Hidrometria: medidores de regime crítico; orifícios, bocais e vertedores. Práticas de Laboratório. Noções de Hidrologia: ciclo hidrológico, bacia hidrográfica, probabilidade e estatística em hidrologia. Elementos de hidrometeorologia. Precipitação. Evaporação e evapotranspiração. Infiltração. Escoamento superficial. Previsão de enchentes. 1- NEVES, Eurico Trindade. Curso de Hidráulica. Porto Alegre: Editora Globo, NETO, José Martiniano Azevedo. Manual de Hidráulica. 8a ed. São Paulo: Editora Edgard Blucher, 2000, 669 p. 3- GILES, Ranald V. Mecânica dos Fluidos e Hidráulica. São Paulo: Mc Graw-Hill do Brasil. 4- QUINTELA, Antônio de Carvalho. Hidráulica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, LENCASTRE, Armando. Hidráulica Geral. Lisboa: Edição Luso-Brasileira, RUIZ, L.A. Facorro. Curso de Hidráulica. Buenos Aires: Libreria y Editorial Alsina, SOUZA, Hiran Rodrigues de. Hidráulica. São Paulo: Centro de Comunicação Gráfica da Escola Pro-Tec, TODD, David Keith. Hidrologia de subterrâneas. São Paulo: E. Blücher, p 9-.VILLELA, Swami Marcondes. Hidrologia Aplicada. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, p

27 Eletrotécnica Geral 5 Fornecer aos alunos noções de circuitos em corrente contínua a alternada, além de apresentar tópicos relativos a transformadores, potência e energia. Conceitos básicos. Circuitos resistivos. Circuitos armazenadores de energia. Solução clássica de circuitos. Circuitos de corrente alternada em estado permanente. Freqüências complexas.transformadores e circuitos equivalentes. Potência e energia. Aulas práticas em laboratório. 1- CLOESE, Charles M. Circuitos Lineares. LTC. 2- QUEVEDO, Carlos Peres. Circuitos Elétricos. LTC 3- EDMINISTER, Joseph. Circuitos Elétricos. Makron Books.

28 Fundamentos da Física Moderna 5 Fornecer ao aluno conceitos básicos de física moderna, em particular, introdução à relatividade especial e aos fundamentos que deram origem à mecânica quântica. Introdução à teoria da relatividade restrita; Propriedades corpusculares da radiação; Natureza ondulatória das partículas; Introdução da mecânica quântica (partículas em uma caixa, equação de Schrodinger, poço potencial, barreira de potencial e oscilador harmônico); Estrutura atômica. 1 Nussenzveig, H.M. Curso de Física Básica, 2ª ed. Vol.4 2 Sears, Zemansky. Física IV. 3 Halliday, Resnick, Walker. Fundamentos da Física, vol.4. 4 Eisberg e Resnick. Física Quântica (átomos, moléculas, sólidos, núcleos e partículas).

29 Meio ambiente e gestão para a sustentabilidade Obrigatória 36 6 Apresentar ao aluno os problemas resultantes das transformações no meio ambiente causadas pela ação humana e suas possíveis soluções. Ética ambiental. Problemas ambientais em escala global. Tecnologia e desenvolvimento sustentável. As engenharias e o meio ambiente: o conflito entre aspectos socioeconômicos e ambientais. Tratamento de resíduos químicos. Tratamentos de problemas ambientais do solo, da água e do ar. Tratamento de problemas ambientais gerados pela produção de energia. Singer, P. Ética Prática. Editora Martins Fontes, São Paulo, Reigota, M. O que é educação ambiental. São Paulo: Brasiliense, Kloetzel, K. O que é meio ambiente. São Paulo: Brasiliense, Andrade, R.O.B. et al. Gestão Ambiental: Enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Makron, Cavalcanti, C. (org.). Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. Cortez Editora, Faladori, G. Limites do desenvolvimento sustentável. Campinas: Unicamp Braga, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Pearson Education, 2008.

30 Ciência, Tecnologia e Sociedade Obrigatória 36 6 Despertar no aluno uma postura crítica em relação ao papel do profissional das áreas tecnológicas no mundo contemporâneo. Os conceitos de ciência, tecnologia e sociedade. As relações entre o desenvolvimento científico-tecnológico e seu contexto político e social. A ciência sob a ótica dos Science Studies: a rejeição da distinção entre contexto de justificação e contexto de descoberta e a tese segundo a qual o conhecimento é socialmente construído. As críticas à objetividade do conhecimento científico e à neutralidade da investigação científica. Problemas éticos da relação entre ciência, tecnologia e sociedade. Bunge, M. Epistemologia. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, Latour, B. et al. Vida de Laboratório. Rio de Janeiro: Relume Dumara, Latour, B. Ciência em Ação. São Paulo: Unesp Portocarrero, V. (ed.). Filosofia, História e Sociologia das Ciências. Rio de Janeiro: Fiocruz, Chalmers, A.F. O que é a ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, Bazzo, W.A. et al. Introdução aos Estudos CTS. Madri: OEI, 2003 Hackett, Edward J. et al. The handbook of science and technology studies. Massachusetts: MIT Press, 2008 Singer, P. Ética Prática. Editora Martins Fontes, São Paulo, 2002.

31 Estruturas Hiperistáticas 6 Analisar e verificar os elementos estruturais hiperestáticos. Calcular estruturas hiperestáticas por meio do método dos deslocamentos e do processo de Cross. Utilizar ferramentas computacionais para análise de estruturas. Introdução às estruturas hiperestáticas. Método das forças. Método dos deslocamentos. Processo de Cross. Linhas de influência em estruturas hiperestáticas. Cálculo de deslocamentos em estruturas hiperestáticas. Estruturas sobre apoios elásticos. 1- SUSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural. 9 a ed. Editora Globo, 1995, Vol.2 e MERIAM, J.L. & KRAIGE, L.G. Mecânica Estática. 5ª ed. LTC, GERE, J. M, WEAVER Jr., W. Análise de Estruturas Reticuladas. Editora Guanabara, VASCONCELOS FILHO, Alcebíades. Teoria da Estrutura. UFMG. Belo Horizonte. Mina Gerais

32 Projeto Topográfico 6 Desenvolver a capacidade de interpretar e executar projetos de engenharia com ênfase em projeto topográfico. Apresentar os conceitos de desenho técnico, normas e convenções da expressão gráfica como meio de comunicação das engenharias. Possibilitar o desenvolvimento da visão espacial e da representação de projetos. Proporcionar conhecimento sobre o método de concepção e elaboração de projetos de engenharia assistido por computador com a utilização de computação gráfica. Fundamentos de projeto topográfico; Ferramentas de computação gráfica e de projeto assistido por computador aplicado a projetos de topografia; Processos de desenho de projeto; Formas de representação de projeto; Projeções cilíndricas e ortogonais; Normas e convenções de expressão e representação de projeto através do desenho técnico, formatos e carimbo (normas da ABNT); Materiais e técnicas de expressão e representação de projetos (elementos de expressão e representação gráfica: linhas, traços, texturas, escalas, cotas); Simulação tridimensional, cálculo, tabelas e documentação. Levantamentos expedidos. Levantamento regular a teodolito e trena: processos do caminhamento, das radiações, das interseções e das coordenadas. Nivelamento geométrico, trigonométrico e barométrico. Curvas de níveis. Processos taqueométricos estadimétricos e auto-redutores. Introdução à fotogrametria. Desenhos de plantas topográficas. Projeto com curvas de nível. 1. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas (Diversas Normas na Área de Desenho). 2. BORGES, Alberto C. Exercícios de Topografia. Editora Edgard Blucher Ltda, BORGES, Alberto C. Topografia Aplicada à Engenharia Civil. Editora Edgard Blucher Ltda, BORGES, Alberto C. Topografia. Editora Edgard Blucher Ltda, Volumes 1 e CARDAO, Celso. Topografia. Editora Arquitetura e Engenharia, COMASTRI, José Anibal & TULER, José Cláudio. Topografia, Altimetria. Imprensa Universitária da Universidade Federal de Viçosa, COMASTRI, José Aníbal. Topografia, Planimetria. Imprensa Universitária da Universidade Federal de Viçosa, DOMINGUES, F. A. A. Topografia e Astronomia de Precisão. McGraw-Hill, ESPARTEL, Lelis. Curso de Topografia. Editora Globo, GODOY, Reinaldo. Topografia Básica. FEALQ, Autodesk, Civil 3D Reference Manual, Autodesk, CA.

33 Resistência dos Materiais II 6 Aprofundar análise e verificação das tensões e deformações. Aprofundar estudo de peças estruturais submetidas à tração e compressão. Introduzir a análise da estabilidade do equilíbrio. Calcular os esforços e praticar resolução de problemas. Consolidar os conceitos e metodologias de análise de estruturas. Análise de tensões. Análise de deformações. Introdução à teoria da elasticidade. Métodos de energia. Critérios de resistência. Seções de paredes delgadas. Introdução ao método plástico. 1- BEER, Ferdinand P, JOHNSTON, D.R. Resistência dos Materiais. São Paulo: Ed. Mc Graw-Hill do Brasil, HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 5ª ed. PEASON Prentice Hall. São Paulo FEODOSIEV, V. I. Resistência dos Materiais. Moscou: Ed. MIR, HIGDON, Ohlsen Styles. Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Dois. 5- LACERDA, Flávio Suplicy. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: Ed. Globo, TIMOSHENKO, S.P; GERE, J.E. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico Ltda, TIMOSHENKO, S.P; GERE, J.E. Mecânica dos Sólidos. Rio de Janeiro: LTC, 1983.

34 Saneamento 6 Transmitir os conceitos fundamentais de hidráulica urbana, do ciclo urbano de utilização da água, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável. Introduzir noções de saneamento. Projetar sistemas de abastecimento de água, sistemas de esgotos e sistemas de drenagem de águas pluviais. Utilizar computação gráfica e ferramentas de projeto auxiliado por computador. Sistemas de abastecimento de água. Características das águas de abastecimento. Etapas de elaboração de projetos. Consumo de água. Captação, adução e reservação de água. Rede de distribuição. Tratamento de água. Sistemas de esgoto. Rede de esgotos sanitários. Tratamento de esgotos sanitários. Rede de esgoto pluvial. Sistemas de resíduos sólidos. Limpeza pública.. Tratamento de resíduos sólidos. 1- CETESB, (1978) Técnica De Abastecimento de Água, Vol. I e II. São Paulo, ABES. 2- CETESB, (1978) Água Subterrânea e Poços Tubulares; tradução da primeira edição do original norte-americano publicado pela JOHNSON Division, UOP, Inc., Saint Paul, Minnesota, 3ed, rev. São Paulo. 3- Di Bernardo, Luiz (1993) Métodos e Técnicas de Tratamento de água, Vol I e II. Rio de Janeiro, ABES. 4- Dacach, Nelson Gandur, (1979) Sistemas urbanos de água. Rio de Janeiro, 2ª ed., Livros Técnicos e Científicos Ltda. 5- Remocion de Águas Residuales. Editora Limusa, Vol. 1 e Hammer, Mark J., (1979) Sistemas de abastecimento de água e esgotos; tradução de Sérgio A. S. Almeida. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Ltda. 7- Jordão, Eduardo Pacheco e Pessôa, Constantino Arruda. Tratamento de Esgotos Domésticos, 3ª ed., Rio de Janeiro, ABES, NBR 7229 e NBR (ABNT) Sistemas de tanques sépticos. 9- Richter C. A. e de Azevedo Netto, J. M., Tratamento de água - tecnologia atualizada. Ed. Edgard Blücher Ltda, São Paulo, Sperling, Marcos Von, (1996), Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos, 2ª ed., Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental; UFMG.

35 Instalações Prediais: Elétrica e Telefonia Obrigatória 36 7 Analisar e utilizar as normas técnicas para execução de projetos residenciais e/ou comerciais de instalações elétricas, instalações telefônicas e lógica. Projetar sistemas de instalações. Utilizar computação gráfica e ferramentas de projeto auxiliado por computador. Instalação a gás. Ar-condicionado individual e central. Ventilação mecânica. Conservação de energia. Instalações prediais, elétricas e telefônicas. 1- ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Instalações Elétricas de Baixa Tensão. São Paulo: CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro: LTC, COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas. São Paulo: Makron Books, NISKIER, J. e MACINTYRE, A. J. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro: LTC, FONSECA, Rômulo Soares. Iluminação Elétrica. São Paulo: Mc Graw-Hill do Brasil, 1972, 136p.

36 Mecânica dos Solos 7 Apresentar e analisar os conceitos básicos de tensões, deformações e fluxo de solos para resolução de problemas de problemas de engenharia geotécnica. Analisar os fundamentos da resistência dos solos e os critérios para dimensionamento de obras geotécnicas. Conceito de solo em engenharia. Propriedades básicas dos solos. Amostragem. Índices físicos. Classificação dos solos. Percolação de água nos solos. Permeabilidade. Equação de fluxo bidimensional. Redes de fluxo. Tensões geostáticas. Princípio das tensões efetivas. Ruptura hidráulica nos solos. Compressibilidade. Teoria de adensamento unidimensional. Análise de tensão. Análise de deformação. Comportamento tensãodeformação. Tensões induzidas: soluções baseadas na teoria da elasticidade. Resistência ao cisalhamento dos solos. Empuxos de terra. Compactação. 1- CAPUTO, H.P. Mecânica dos Solos e Suas Aplicações. 6ª ed. LTC,1988,Vol. 1 a VARGAS, M. Introdução à Mecânica dos Solos. Editora Mc Graw Hill do Brasil, 1978, p ORTIGÃO, J.A.R. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos. 2ª ed. LTC, 1995, p SOUZA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos. Editora Oficina de Textos, 2000, p247, 5- SOUZA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos: Exercícios Resolvidos. Editora Oficina de Textos, 2001, p112.

37 Estruturas de Concreto Armado I 7 Apresentar fundamentos, características e propriedades do concreto armado. Definir os estados limite. Projetar, dimensionar, verificar e detalhar vigas de concreto armado solicitadas à flexão simples. Fundamentos para dimensionar lajes. Fundamentos do concreto armado. Estados limites para solicitações normais. Estados limites de utilização. Estados limites para solicitações tangenciais e de torção. Flexão simples. Cisalhamento. Lajes. 1- FUSCO, P.B. Estruturas de Concreto - Solicitações Normais. Ed. Guanabara Dois S. A. 2- FUSCO, P.B. Técnicas de Armar as Estruturas de Concreto. Ed. Pini. 3- SÜSSEKIND, J. C. Curso de Concreto. Ed. Globo, V ROCHA, A. M. Concreto Armado. Ed. Nobel, V.1 a POLILO, A. Dimensionamento de Concreto Armado. Ed. Científica V.1 a PFEIL, W. Concreto Armado. LTC, V.1 a ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. Procedimento: NBR Projeto e execução de obras de concreto simples, armado e protendido. Rio de Janeiro: ABNT, 2003/Emd.1:2007.

38 Estruturas Metálicas 7 Apresentar fundamentos, características e propriedades do aço. Projetar, calcular, dimensionar, verificar e detalhar estruturas em aço. Introdução. Aço: histórico, material, propriedades. Conceitos de análise estrutural. Ações. Métodos de dimensionamento. Estruturas de aço. Segurança e desempenho. Tração. Torção. Compressão. Flexão simples. Flexão obliqua. Flexão composta. Ligações em estruturas metálicas. 1- ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios. Rio de Janeiro: ABNT,1986, 129p. 2- ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. Procedimento: NBR Cargas Devidas ao Vento em Edificações. Rio de Janeiro: ABNT, 1988, 66p. 3- ANDRADE, Péricles Barreto de. Curso Básico de Estrutura de Aço, 3ª ed. Belo Horizonte: IEA Editora LTDA, DIAS, Luís Andrade de Mattos. Estruturas de Aço. Conceitos, Técnicas e Linguagem. São Paulo: Zigurate Editora, FERREIRA, W. G. Dimensionamento de Elementos de Perfis de Aço Laminados e Soldados. Com Exemplos Numéricos. 2ª ed. Vitória: Grafer, PFEIL, Walter, PFEIL Michele. Estruturas de Aço - Dimensionamento Prático. LTC, SALMON, C. G, JOHNSON, J. E. Srtuctures, Design and Behavour. New York: Harper & Row, QUEIROZ, G. Elementos das Estruturas de Aço. 4ª ed. Belo Horizonte: 1993, 455p. 9- PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca. Estruturas Metálicas Cálculos, Detalhes e Exercícios de Projetos. Ed. Edgard Blucher Ltda., 2001, 300p.

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