DIRETORIA DE ENSINO CURSO: TÉCNICO DE SEGURANÇA NO TRABALHO

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1 DIRETORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DA INDÚSTRIA CURSO: TÉCNICO DE SEGURANÇA NO TRABALHO FORTALEZA

2 DIRETOR GERAL DO CAMPUS FORTALEZA Prof. Antonio Moisés Filho de Oliveira Mota PRÓ-REITOR DE ENSINO: Prof. Gilmar Lopes Ribeiro DIRETOR DE ENSINO: Prof. José Eduardo de Souza Bastos DEPARTAMENTO DA INDÚSTRIA: Prof. Agamenon José Silva Góis COORDENAÇÃO DO CURSO: Prof. Francisco Alexandre de Souza

3 Sumário APRESENTAÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS DO CURSO REQUISITOS DE ACESSO PERFIL DE CONCLUSÃO DO TÉCNICO DA ÁREA SAÚDE CURSO: TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR PERCURSO DE FORMAÇÃO PROCESSOS DE TRABALHO... Erro! Indicador não definido. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS... Erro! Indicador não definido. E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES... Erro! Indicador não definido. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO... Erro! Indicador não definido. CERTIFICADOS E DIPLOMAS... Erro! Indicador não definido. ANEXOS... Erro! Indicador não definido. DISTRIBUIÇÃO DE DISCIPLINAS... Erro! Indicador não definido. POR FUNÇÃO... Erro! Indicador não definido.

4 APRESENTAÇÃO O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC), criado no dia 26 de Outubro de 2011 com a sanção da Lei nº /2011 pela Presidenta Dilma Rousseff, tem como objetivo principal expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) para a população brasileira. Para tanto, prevê uma série de subprogramas, projetos e ações de assistência técnica e financeira que juntos oferecerão oito milhões de vagas a brasileiros de diferentes perfis nos próximos quatro anos. Os destaques do Pronatec são: a criação da Bolsa-Formação como principal novidade - que permite a oferta de vagas em Cursos Técnicos e de Formação Inicial e Continuada (FIC), também conhecidos como cursos de qualificação. Oferecidos gratuitamente a trabalhadores, estudantes e pessoas em vulnerabilidade social, esses cursos presenciais serão realizados pela Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, por escolas estaduais de EPT e por unidades de serviços nacionais de aprendizagem como o SENAC e o SENAI; A criação do FIES Técnico; A consolidação da Rede e-tec Brasil; O fomento às redes estaduais de EPT por intermédio do Brasil Profissionalizado; A expansão da Rede Federal de Educação Profissional Tecnológica (EPT). Os objetivos do Pronatec são: Expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de Educação Profissional Técnica de nível médio e de cursos e programas de formação inicial e continuada de trabalhadores; Fomentar e apoiar a expansão da rede física de atendimento da Educação Profissional e Tecnológica;

5 Contribuir para a melhoria da qualidade do Ensino Médio Público, por meio da Educação Profissional; Ampliar as oportunidades educacionais dos trabalhadores por meio do incremento da formação profissional; Estimular a difusão de recursos pedagógicos para apoiar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. Nesse contexto, o IFCE campus de Fortaleza visando ampliar a oferta de Educação Profissional ao público e adotando uma estratégia de inclusão produtiva, proposta pelo PRONATEC, elaborou este Projeto Pedagógico para o Curso Técnico em Segurança no Trabalho, com a finalidade de responder às exigências do mundo contemporâneo e à realidade regional e local, e com compromisso e responsabilidade social na perspectiva de formar profissionais competentes e cidadãos comprometidos com o mundo em que vivem, em consonância com os objetivos desse Programa. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Denominação Curso Técnico em Segurança no Trabalho Eixo Tecnológico Ambiente, Saúde e Segurança Titulação conferida Técnico em Segurança no Trabalho Nível Médio Modalidade Técnico Duração 3 semestres letivos Regime escolar Semestral (100 dias letivos) Formas de ingresso A critério da SEDUC Número de vagas anuais 25 Turno de funcionamento vespertino

6 Início do Curso Agosto de 2012 Carga Horária das disciplinas Carga Horária estágio Carga Horária Total (incluindo estágio) Sistema de Carga Horária horas 200 horas horas Créditos (01 crédito = 20 horas) 2. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 2.1 JUSTIFICATIVA A proposta curricular ora apresentada visa adequar o Curso Técnico de Segurança no Trabalho à nova realidade do mercado, pois entende que a demanda do mercado de trabalho, requer profissionais cada vez mais especializados. A tecnologia e as informações se multiplicam em ritmo cada vez mais intenso, levando a uma constante evolução na sociedade. Neste contexto é perceptível que o setor industrial necessita urgentemente de profissionais com mais competência, habilidade e capaz de acompanhar as mudanças nos sistemas de produção, na gestão e nas relações de trabalho, de modo a garantir a saúde e segurança do trabalhador. A formação de um profissional requer flexibilidade de raciocínio, pensamento crítico, capacidade de adaptar-se ao processo produtivo, autonomia intelectual; espírito empreendedor; com domínio do saber tecnológico e de geração do conhecimento no campo profissional. Para isso, é necessário que escola repense o papel de ciência e tecnologia, bem como o seu ensino para garantir com êxito a empregabilidade de seus alunos e atender a demanda do mercado. Fundamentado em um novo paradigma de organização curricular por competências, no qual a variável flexibilidade permitirá não somente um currículo que

7 atenda às demandas sociais atuais, às tendências do mercado, às exigências do setor produtivo, como também à possibilidade de construção de caminhos formativos individuais. Amparado pela Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985, que dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho e a profissão de Técnico de Segurança do Trabalho e pelo Decreto de 9 de abril de 1986 que regulamenta a referida Lei, o IFCE oferta este curso visando formar o profissional para o desempenho na segurança no trabalho com o fim de proteger a integridade e a capacidade dos trabalhadores de fábricas de alimentos, construção civil, hospitais, empresas comerciais e industriais, grandes empresas estatais, mineradoras, empresas de extração e agroindustriais, serviços, entre outras. 2.2 OBJETIVOS Gerais: - Habilitar profissionais para atender ao setor produtivo, desempenhando atividades de prevenção a acidentes de trabalho, como forma de salvaguardar a integridade física e psicológica do trabalhador, contribuindo para a melhoria de sua qualidade de vida e do meio ambiente Específicos: - Desenvolver as competências necessárias para o desenvolvimento eficiente e eficaz das habilidades inerentes ao Técnico em Segurança do Trabalho; - Compreender a legislação e normas técnicas relativas à Segurança e Saúde do Trabalhador;

8 - Adquirir capacidade de manusear adequadamente os equipamentos de segurança individuais e coletivos usados na indústria, construção civil, comércio, serviços, bem como, o manuseio adequado dos equipamentos de medição de riscos ambientais; - Desenvolver habilidades de interpretação, de análise, de iniciativa e de comunicação e relacionamento interpessoal. 2.3 FORMA DE ACESSO A seleção para o Curso Técnico em Segurança no Trabalho será efetuada pela Secretaria de Educação (Seduc) conforme exposto na Lei nº , Art. 4º, 3º, de 26 de outubro de 2011: O Poder Executivo definirá os requisitos e critérios de priorização para concessão das bolsas-formação, considerando-se capacidade de oferta, identificação da demanda, nível de escolaridade, faixa etária, existência de deficiência, entre outros, observados os objetivos do programa. 2.4 ÁREA DE ATUAÇÃO Com conhecimento da dinâmica organizacional este profissional atuará em empresas públicas e privadas, por exemplo, em fábricas de alimentos, construção civil, hospitais, empresas comerciais e industriais, grandes empresas estatais, mineradoras, empresas de extração e agroindustriais, serviços, entre outras. 2.5 PERFIL DO EGRESSO O Técnico em Segurança no Trabalho, imbuído da visão sistêmica do seu papel em relação ao meio ambiente, saúde e segurança na sociedade aplicará seus conhecimentos

9 de forma independente e inovadora, acompanhando a evolução do setor produtivo. Adquirirá uma série de atitudes resultantes de uma vertente ética profissional, de sustentabilidade, iniciativa empreendedora, responsabilidade social e domínio do saberconviver; também, desenvolverá habilidade de comunicação e trabalho em equipe, sendo capaz de se auto-liderar a ponto de fazer parte dos grandes desafios que as empresas enfrentam. Competências: - Conhecer os fundamentos de prevenção à saúde; - Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença; - Conhecer normas de biossegurança; - Conhecer princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental; - Avaliar os riscos profissionais a que estão expostos os trabalhadores e as formas de prevenção de acidentes de trabalho; - Conhecer e interpretar a legislação e normas técnicas de segurança no trabalho; - Reconhecer fatores de riscos ambientais; - Identificar doenças relacionadas a ambientes e processos de trabalho; - Desenvolver procedimentos técnicos voltados para a elevação do nível de qualidade de vida do trabalhador; - Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho; - Reconhecer o tipo de socorro em caso de emergência; - Identificar a necessidade de sinalização nos ambientes de trabalho; - Reconhecer a importância do uso de equipamentos de proteção individual e coletiva; - Analisar e estabelecer critérios para a escolha de equipamentos de proteção individual; - Conhecer a organização e funcionamento da CIPA, CPATP e SESSTP; - Identificar medidas de segurança no armazenamento, transporte e manuseio de produtos, cargas e equipamentos; - Interpretar plantas, desenhos e croquis; - Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos;

10 - Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com as exigências do campo de atuação; - Coletar e organizar dados relativos ao campo de atuação; - Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho; - Conhecer os planos de controle de emergência e de ajuda mútua. 2.6 METODOLOGIA DE ENSINO As estratégias de ensino desenvolvidas no curso técnico em Segurança no Trabalho, ofertado através do programa nacional de acesso ao ensino técnico e emprego PRONATEC, tem como pressuposto o desenvolvimento do aluno de forma a possibilitar ao discente uma formação significativa. Sendo assim, a proposta curricular, bem como a forma de trabalho docente prima pela construção de conhecimentos através da relação estabelecida entre teoria e prática, a integração entre educação básica e formação técnica, além de buscar a realização de um trabalho interdisciplinar e contextualizado, vinculando valores, tais como solidariedade, respeito e trabalho em equipe na formação do aluno. Para que o aluno tenha competências e habilidades para inserção no mercado de trabalho. Os instrumentos metodológicos desenvolvidos devem estar comprometidos com a construção e a significação do conhecimento por parte do aluno. A importância de identificar os saberes prévios dos alunos se torna um ponto de partida para o trabalho com os conteúdos curriculares. Os princípios que norteiam o curso técnico em segurança no trabalho seguem as diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional de nível técnico, através da Resolução CNE/CEB nº 04/99, que preconiza: i independência e articulação com o ensino médio; ii - respeito aos valores estéticos, políticos e éticos; iii - desenvolvimento de competências para a laboralidade; iv - flexibilidade, interdisciplinaridade e contextualização

11 O curso está fundamentado em disciplinas teóricas, mas com conteúdos e metodologia voltados para prática, ou seja, para aulas expositivas e dialogadas, suscitando a participação e uso de instrumentos que possibilitem a aplicação, interpretação e solução de situações-problema, através dos recursos pedagógicos de atividades em salas e trabalhos individuais ou em grupo. A aplicação de provas, exercícios, dinâmica e jogos situacionais se complementam, à medida que buscam desenvolver habilidades e atitudes para ações de ensino, extensão e, porque não, estimular a aproximação a pesquisa, através de práticas pedagógicas contextualizadas. A metodologia possibilita aos alunos a vivência de situações desafiadoras que estimulem a participação ativa dos alunos na busca de soluções para os desafios encontrados através de atividades, tais como estudo de casos, pesquisas em diferentes fontes, contato com empresas e especialistas da área, visitas técnicas e trabalho de campo. 3 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Aliando as prerrogativas do PRONATEC ao perfil profissional esperado do Técnico em Segurança no Trabalho, a presente Matriz Curricular foi elaborada abordando as competências profissionais do eixo Ambiente, Saúde e Segurança, com foco na formação do perfil de profissionais aptos a desempenhar atividade de prevenção de acidente no trabalho, objetivando preservar a integridade física e mental e a saúde do trabalhador. Nesse sentido, a organização curricular agrega competências profissionais com novas tecnologias, de forma que o profissional venha a enfrentar diferentes situações com criatividade e flexibilidade, atendendo às necessidades de um mercado cada vez mais competitivo que demanda profissionais multifuncionais. Com estrutura flexível, o Curso está estruturado em 3 semestres, organizados em disciplinas, com carga horária total de 1400 horas letivas. Diante da flexibilidade concedida por lei, não será exigido o estágio, uma vez que a lei específica da área não lhe faz menção.

12 3.1 MATRIZ CURRICULAR SEMESTRE DISCIPLINA CARGA HORÁRIO PORTUGUÊS INSTRUMENTAL 40 ESTATÍSTICA APLICADA 40 DESENHO TÉCNICO 40 1 LEGISLAÇÃO E NORMAS TÉCNICAS E SMS 80 COMBATE E PREVENÇÃO A SINISTROS E ÁREAS CLASSIFICADAS 80 SEGURANÇA DO TRABALHO 80 MEDICINA DO TRABALHO 40 Total 400h SEGURANÇA NA INDÚSTRIA 40 SEGURANÇA PORTUÁRIA E AQUAVIÁRIA 40 SEGURANÇA NA ELETROTÉCNICA 80 2 SEGURANÇA RURAL 80 SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO CIVIL 80 RELAÇÕES HUMANAS E TÉCNICAS DE TREINAMENTO 40 GESTÃO E SISTEMAS DE QUALIDADE 40 Total 400h MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 40 SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO NAVAL 40 INSPEÇÃO DE RISCO 80 3 SEGURANÇA NO TRANSPORTE 40 LAUDOS PERICIAIS 80 ERGONOMIA 40 GESTÃO AMBIENTAL 40 SEGURANÇA NA ÁREA PETROQUÍMICA 40 Total 400h Total das Disciplinas 1200h Estágio Profissional - Opcional 200h Total Geral 1400h 3.2 ESTÁGIO O estágio supervisionado é opcional e de 200h, observando que para cursar este módulo o aluno deverá ter cursado carga horária mínima referente ao primeiro semestre do curso.

13 3.3 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação deverá acontecer por meio de um processo contínuo de diagnose, de formação e de superação das dificuldades. No ato avaliativo deve-se levar em consideração critérios como: - capacidade de síntese, de interpretação e de análise crítica; - habilidade na leitura de códigos e linguagens; - agilidade na tomada de decisões; - postura cooperativa e ética; - raciocínio lógico-matemático; - raciocínio multi-relacional e interativo. Como instrumentos de verificação do desenvolvimento de competências, deverão ser usados: - trabalhos de pesquisa e/ou de campo; - provas subjetivas com análise, interpretação, síntese; - resolução de situações-problema. - atividades experimentais/laboratoriais. O professor ao detectar as dificuldades dos alunos deverá, uma vez que é contínua e processual, (re) orientá-lo para que adquira as competências e habilidades necessárias, visto ser a aprendizagem o objetivo maior do ensino. É válido salientar que durante todo o processo a aluno terá possibilidade de recuperar seu desempenho nos conteúdos que apresenta maior dificuldade. Além da avaliação final, a linha de trabalho pedagógico adotada prevê oportunidades de recuperação ao longo de todo o percurso formativo, a fim de propiciar ao aluno a aquisição e construção dos conhecimentos. O Curso Técnico em Segurança no Trabalho seguirá como padrão para avaliação o Capítulo II - Da Aprendizagem, do Regulamento da Organização Didática (ROD) do IFCE, que consta como anexo deste documento.

14 3.4 DIPLOMA E CERTIFICADO Ao concludente do Curso Técnico em Segurança do Trabalho - PRONATEC será conferido o diploma de técnico em Segurança no Trabalho quando concluir com aprovação todos os componentes da matriz curricular, além da apresentação do certificado de Ensino Médio.

15 DISCIPLINA: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG055 40h/a S1 Técnico A comunicação humana: linguagem, texto e hipertexto; a língua, a linguagem e os diferentes textos; as competências da linguagem e os diferentes textos. Revisão gramatical, produção de textos e leitura: gramática textual o ambiente social das palavras; ortografia, prosódia e ortoépia (assistemáticas); a construção dos sentidos: - a pontuação e a tessitura, - a tessitura e as acomodações semânticas; a concordância; a coesão e a coerência; leitura, compreensão e socialização de textos. OBJETIVO Conhecer as competências da linguagem para, apropriando-se da língua, como instrumento social de comunicação; Produzir textos com coesão, coerência e correção gramatical. Estabelecer diálogo constante entre os conteúdos da disciplina, o curso e a profissão. Compreender o caráter social da produção de textos. Desenvolver habilidades de leitura. Propiciar o desempenho pessoal em exposições orais. PROGRAMA Ortografia, Pontuação, Pronomes de tratamento, Coordenação nominal e verbal, Leitura e interpretação de textos, Técnicas de redação, Redação de documentos comerciais e oficiais: carta comercial, carta oficial, memorando, ofício, requerimento, declaração, ata, edital, currículo e carta de apresentação. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivo-participativas e atividades práticas de produção de textos. AVALIAÇÃO

16 A avaliação terá caráter de espaço de aplicabilidade das habilidades da leitura e da produção de textos, bem como o de espaço de amostragem do desempenho na exposição oral de conhecimentos adquiridos por meio da leitura e da pesquisa. Serão instrumentos dessa avaliação: seminários e provas (objetivas e de produção textual). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALCANTE, Ilane Ferreira. Curso técnico em segurança do trabalho: língua portuguesa. Ministério da Educação, Natal: INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto. 5. ed. São Paulo: Scipione, GOLD, Miriam. Redação empresarial. 3. ed. São Paulo: Pearson, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. Publifolha, São Paulo: Coordenador do Curso Setor Pedagógico

17 DISCIPLINA: ESTATISTICA APLICADA Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG022 40h/a S1 Técnico Cálculos estatísticos, média, mediana, desvios. OBJETIVO Conhecer os conceitos da estatística para a elaboração e interpretação de dados estatísticos. PROGRAMA Fixar conceitos de porcentagem; Transformar taxa percentual; Resolver problemas de porcentagem envolvendo lucro, prejuízo, descontos e outros; Identificar no contexto da estatística conceitos de população alvo, estatística módica; Reconhecer no contexto da estatística o conceito de variaveis; Identificar o conceito de tabela primitiva e rol; Identificar os principais elementos de uma tabela; Diferenciar as séries estatistiticas; Calcular dados relativos a partir de dados absolutos apresentados na tabela; Construir alguns tipos de tabela; Interpretar alguns dos principais tipos de gráficos em linhas, colunas e em barras; Construir os tipos de gráficos apresentados; Interpretar gráficos em colunas ou barras múltiplas; Setores, cartograma e criptograma; Criar gráficos e tabelas utilizando o Excel; Calcular média arimética simples; Calcular a media aritmética ponderada; Calcular a media de dados agrupados; Calcular desvio padrão; Calcular mediana emoda de dados agrupados; Calular vaiencia de dados agrupados e coneficiente de variação METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas teóricas e práticas AVALIAÇÃO Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

18 BARROS, Dimas Monteiro de. Raciocínio lógico, matemático e quantitativo. São Paulo: Novas Conquistas, ALEATORIZAÇÃO e outras estratégias amostrais. Disponível em: <http://matematiques.sites.uol.com.br/pereirafreitas/1.5.3aleatorizacao.htm>. Acesso em: 19 nov BUSSAB, Wilton O.; MORETTIN, Pedro A. Estatística básica. 5. ed. São Paulo: Saraiva, MAGALHÃES, Marcos N. LIMA, Antonio C. P. Noções de probabilidade e estatística. 6. ed. São Paulo: EDUSP, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Coordenador do Curso Setor Pedagógico

19 DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA QUI011 40h/a S1 Técnico Introdução; Material e instrumentos de desenho. Normas de Desenho Técnico; Escalas numéricas e gráficas; Dimensionamento e colocação de cotas. Linhas; Figuras geométricas; Vistas essenciais; Cortes e secções. Perspectivas; Representação de um projeto; As etapas do desenho; Desenhos específicos. OBJETIVO Adquirir a competência necessária para o desenvolvimento eficiente e eficaz das habilidades de leitura e interpretação de desenho em planta baixa, corte, fachada, mapa de risco, rede de hidrante e instalação de extintores de incêndio. PROGRAMA NBR 6492: norma de desenho técnico; NBR 8403: tipos de linha; NBR 10067: princípios gerais de representação em desenho técnico; NBR 10068: dimensão de papel; NBR 13531: elaboração de projetos de edificações; Instrumentos e materiais de desenho; Formatos padronizados de papéis; Caligrafia Técnica; Legenda; Construções geométricas fundamentais; Noções de desenho descritivo; Sistema de projeções ortogonais; Vista ortográficas principais; Escolas; Cotagem; Tipos de emprego de linhas e trançados; Perspectiva isométrica e cavaleira; Desenho de layout; Vista: frontal, lateral e superior; Cortes: total, parcial, em desvio; Interpretação de projetos. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas teóricas e práticas AVALIAÇÃO Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

20 Montenegro, Gildo A. Desenho Arquitetônico. 3. ed. São Paulo, Edgar Blucher, 1978 Miceli, Maria Tereza. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OBERG, L. Desenho Arquitetônico. 22. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, TELECURSO, 2000: Curso Profissionalizante: Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico/ Antonio Scaramboni... [et al.]. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR - NBR Norma de desenho arquitetônico. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR - NBR Tipos de linhas. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR - NBR Dimensão de papel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR Elaboração de projetos de edificações. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT. NBR Norma de desenho arquitetônico. Coordenador do Curso Setor Pedagógico

21 DISCIPLINA: LEGISLAÇÃO E NORMAS TÉCNICAS E SMS Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG039 80h/a S1 Técnico - Conhecer a legislação e normas técnicas para desempenhar conscientemente a função. - Interpretar a legislação trabalhista e previdenciária. OBJETIVO Desenvolver atividades de prevenção de acidente do trabalho, como forma de salvaguardar a integridade física dos trabalhadores. Interpretar e aplicar a legislação de segurança do trabalho PROGRAMA - Normas Regulamentadoras 1, 2, 3, 4, 27, e Histórico da Legislação de Segurança do Trabalho no Brasil e no Mundo. - Informações básicas de SMS - Conscientização dos atos na indústria - Momento agulha/momento linha - Os três erres - Coleta seletiva - Impactos ambientais - Higienização e aparência pessoal - Permissão para o trabalho - Norma de convivência - Definição de Acidente do Trabalho. - Definição de Perigo e Risco. - Causas de Acidente do Trabalho. - Aspectos sócio-econômicos do acidente do trabalho. - Doença do Trabalho e Doença Profissional. - Definição de imprudência, imperícia e negligencia. - Acidente de trajeto. - Tipos de Acidente do Trabalho. - Obrigações da empresa quanto ao trabalhador. - Coeficientes estatísticos na segurança do trabalho. - Convenções da OIT. - Noções das leis previdenciárias 8212 e 8213.

22 - Leis Trabalhistas (CLT Arts: 166 e 195). - Leis Previdenciárias. - SISIF Sistema Federal de Inspeção do Trabalho Decreto Seguro de acidente de trabalho. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas teóricas e práticas AVALIAÇÃO Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Segurança e medicina do trabalho. 50 ed. São Paulo: Atlas, CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO (CLT). GONÇALVES, Edmar Abreu. Segurança e medicina do trabalho em 1200 perguntas e respostas. São Paulo: LTr, Introdução a Engenharia de Segurança do Trabalho, FUNDACENTRO. Curso de prevenção de acidentes do trabalho, Ministério do trabalho. MORAES, Araújo, Giovanni. Normas Regulamentadoras Comentadas. 3 ed. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Coordenador do Curso Setor Pedagógico

23 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ DISCIPLINA: COMBATE E PREVENÇÃO A SINISTROS E ÁREAS CLASSIFICADAS Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG009 80h/a S1 Técnico Conhecer os conceitos fundamentais do risco de incêndio; Conhecer as medidas de prevenção para incêndios urbanos, industriais, ou florestais; Distinguir entre as várias tipologias de incêndio; Entender a importância do comando e da coordenação no teatro de operações; Conhecer as noções de estratégia aplicadas ao combate a incêndios; Entender e saber como aplicar as medidas de controlo de incêndios; Conhecer os conceitos base da Segurança Contra Incêndios em Edifícios. OBJETIVO Adquirir as competências necessárias para o desenvolvimento eficiente e eficaz das habilidades de combate a princípios de incêndios. PROGRAMA - Normas Regulamentadoras 19, 20 e Propriedade físico-química do fogo. - Classes de incêndio. - Métodos de extinção. - Causas de incêndios. - Triângulo do fogo. - Agentes e aparelhos extintores. - Inspeção e manutenção de equipamentos de combate a incêndios. - Propriedades físico-químicas dos explosivos. - Tipos mais comuns de explosivos. - Segurança e manuseio de explosivos. - Segurança no transporte de explosivos. - Segurança no armazenamento de explosivos. - Áreas classificadas: Definições: atmosfera explosiva, área classificada, explosão, ignição; - Classificação segundo a IEC-79-10: classificação em zonas, classificação em grupos; - Temperaturas: de ignição espontânea, de superfície; - Métodos de proteção: possibilidade de explosão, métodos de prevenção (confinamento, segregação, prevenção); - Invólucros a prova de explosão (Ex d): características, aplicações;

24 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ - Proteção pressurizados (Ex p); Proteção Encapsulado (Ex m); Proteção Imerso em óleo (Ex O); Proteção enchimento de areia ((Ex p); Proteção Segurança Intrínseca (Ex i); Proteção: Segurança Aumentada (Ex e); Proteção equipamentos não ascendíveis (Ex n); - Proteção especial (Ex s); Combinação das proteções; Aplicação dos métodos de proteção; - Segurança intrínseca: origem, energia de ignição, princípios, energia elétrica, limitadores de energia, limite de corrente, limite de tensão, cálculo da potência, armazenadores de energia, elementos armazenadores controlados, estudo de falhas, estudo de defeitos; - Categorias de proteção: ia, ib ; - Aterramento; - Equipotencialidade dos terras; - Calculo da sobretensão; - Isolação Galvânica; - Marcação, certificação da segurança intrínseca, equipamentos simples, equipamentos intrinsecamente seguros, equipamentos intrinsecamente seguros associados, parametrização; - Intrinsicamente seguro: tensão máxima de entrada (Ui), corrente máxima de entrada (li), potência de entrada (Pi), capacitância interna (Ci), indutância interna máxima (Li); Intrinsecamente seguro associado: tensão máxima de circuito aberto (Uo), corrente máxima de curto-circuito (lo), potencia máxima de saída (Po), capacitância externa máxima (Co), indutância externa máxima (Lo), tensão máxima (Um); - Entidade: conceito, aplicação; - Análise das marcações; - Temperatura de ignição espontânea; - Aplicações típicas dos equipamentos Intrinsecamente Seguros tipo Barreira Zener e Isoladores Galvânicos; METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas teóricas e práticas AVALIAÇÃO Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Segurança e medicina do trabalho. 64 ed. São Paulo: Atlas, VIEGAS, D. X. et. al. Manual Prático para Prevenção e Combate a Incêndios. Verlag Dashöfer ed. Profissionais, Lisboa., GOMES, Artur. Manual de Comando Operacional. Cadernos Especializados. Escola Nacional de Bombeiros, Sintra DUNN, V. Command and Control of Fires and Emergencies. USA: PennWell Pub. Co., ANGLE, J. A. et. al. Firefighting Strategies and Tactics. USA: Thomson Learning Inc., 2001.

25 COLEMAN, J. F. Managing Major Fires. USA: PennWell Pub. Co., BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Coordenador do Curso Setor Pedagógico

26 DISCIPLINA: SEGURANÇA DO TRABALHO Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG066 80h/a S1 Técnico Introdução. Situação da segurança do trabalho na legislação. Prevenção de acidentes. Programas de segurança do trabalho. Verificação da segurança. Mapeamento de riscos ambientais. Investigação e análise de acidentes do tranalho. CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. OBJETIVO Construir as competência necessárias para o desenvolvimento eficiente e eficaz das habilidades de atuar na prevenção dos acidentes do trabalho decorrentes dos fatores de risco operacional e conhecimentos de equipamentos de proteção. PROGRAMA - Norma Regulamentadora 5. - Norma Regulamentadora 6. - Histórico da organização de segurança do trabalho. - Princípios gerais da segurança no trabalho. - Aspectos socioeconômicos e legais. - Prevenção de Acidentes ações pró ativas na prevenção. - Análise de risco ambiental. - Mapeamento de risco ambiental. - Investigação e analise de acidentes do trabalho. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas teóricas e práticas AVALIAÇÃO Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Segurança e medicina do trabalho. 64. ed. São Paulo: Atlas, AYRES, Dennis de Oliveira. Manual de prevenção de acidentes do trabalho. São Paulo: Atlas, 2001

27 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Coordenador do Curso Setor Pedagógico

28 DISCIPLINA: MEDICINA DO TRABALHO Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG045 40h/a S1 Técnico Normas regulamentadoras (NR07). Programa de controle médico de saúde ocupacional (PCMSO). Norma regulamentadora (NR32) Segurança e saúde no trabalho em estabelecimentos de Assistência à Saúde. Primeiros Socorros. Epidemiologia e Medicina do trabalho (Legislação sobre segurança). Noções de Saúde Pública. Saúde ocupacional: história natural das doenças profissionais. Acidentes no trabalho. Nutrição: alimentação grupos de alimentos. Noções de Fisiologia humana: função da digestão, da circulação, da respiração e das eliminações. Educação em saúde. Saúde ambiental. Controle das DST s. OBJETIVO Interpretar as legislações e as normas regulamentadoras, e os elementos básicos de prevenção de acidentes no trabalho; Identificar as doenças relacionadas ao ambiente e processo de trabalho, assim como as respectivas ações preventivas; Estabelecer normas de higiene, saneamento, nutrição, e profilaxia visando promover as ações de saúde; Avaliar os riscos que o tabagismo, etilismo, toxicomanias e auto-medicação representam para a saúde; Identificar as técnicas de socorro de cada tipo de trauma, e reconhecendo os sinais de afogamento e suas técnicas de primeiros socorros; Prestar primeiros socorros à vítima de acidentes ou mal súbitos observando a escala de prioridades preconizada para o atendimento; Executar socorro médico e/ou realizar imobilização e transporte adequado da vítima; Realizar as manobras de ressuscitação cardiorrespiratória sempre que indicado; Citar pela sintomatologia o agente etiológico das doenças sexualmente transmissíveis; Identificar os meios profiláticos das doenças sexualmente transmissíveis; Identificar o quadro clínico das doenças (D.S. T ) ; Citar as formas de transmissão das doenças; Explicar quais os cuidados e tratamento adequado das doenças sexualmente transmissíveis; Referir as funções da digestão, da circulação, da respiração e das eliminações do organismo; Mencionar os grupos de alimentos e respectivos valores nutricionais. PROGRAMA - Normas Regulamentadoras 7, Conceito de medicina do trabalho.

29 - Saúde pública. - Epidemiologia. - História natural da doença profissional. - Doenças profissionais. - Higiene do trabalho. - Agentes ambientais - identificação, controle e avaliação. - Riscos químicos, biológicos e físicos. - Intoxicação: alimentar, por chumbo e produtos químicos. - Importância da campanha preventiva. - Nutrição e Vacinação. - Controle médico e exame médico de saúde. - Epidemiologia. - Fisiologia Humana. - Primeiros Socorros. - DST/AIDS. METODOLOGIA DE ENSINO A disciplina será desenvolvida com estudo em grupos (seminários) aula expositiva seguida de discussão, aulas práticas em sala de aula e ambulatorial (serviço de saúde da Instituição), visitas técnicas em hospital público e privado. AVALIAÇÃO As avaliações constam de: provas escrita, questionários, e relatório das visitas técnicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MURTA, G. F. Saberes e Práticas: guia para ensino e aprendizado de enfermagem, São Caetano do Sul - SP, 2.ed.vol.2, 3 Difusão MARCONDES, A. C., Programas de Saúde, 4ª ed. São Paulo Atual, SOARES, J. L. Programas de Saúde São Paulo, Scipione, ALMEIDA, F. N. de, & ROUQUAYROL, M. Z., Introdução a Epidemiologia Moderna, Belo Horizonte Salvador Rio, COOPMED/ APCE / ABRASCO, CHARLES, S. / D. M. /. MOFFETT, S. Fisiologia Humana, Guanabara Koogan, Enciclopédia Britânica do Brasil Publicações Ltda.v. 7, Rio de Janeiro São Paulo, LILIAN, S. B. D. S. S., Enfermagem Médico Cirúrgico, III ed., Rio de Janeiro Interamericana Ltda MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de controle de doenças sexualmente transmissíveis, Secretaria de

30 Projetos Especiais da Saúde Coordenação Nacional de DST / AIDS, Brasília, FORTES, J. I., Enfermagem em Emergência, São Paulo, EPU, ROUQUAYROL, M. Z. / M. G., EPIDEMIOLOGIA & SAÚDE, São Paulo Médica e Científica Ltda. MEDSI GALAFASSI, M. C. / Medicina do Trabalho: Programa e Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO NR-7). Atlas São Paulo MINISTÉRIO DO TRABALHO MTb / FUNDACENTRO Curso de Medicina do Trabalho Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho. GARCIA, S, B, et al. Primeiros Socorros: Fundamentos e Práticas na Comunidade, no Esporte e Eco turismo. 1. ed. São Paulo: Atheneu, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Coordenador do Curso Setor Pedagógico

31 DISCIPLINA: SEGURANÇA NA INDÚSTRIA Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG072 40h/a S2 Técnico - Conhecer as normas de inspeção para garantir o bem-estar do trabalhador e sua integridade física. - Identificar os riscos ambientais visando à saúde e a integridade dos trabalhadores. - Justificar e empregar as cores como meio de prevenção a acidentes. - Selecionar os tipos de sinalização e os dispositivos de segurança na indústria. - Elaborar relatórios OBJETIVO Adquirir as competências necessárias para o desenvolvimento eficiente e eficaz das habilidades de segurança na área industrial. PROGRAMA - Normas Regulamentadoras 9, 11, 12, NB Programa de prevenção de riscos ambientais (PPRA). - Manutenção preventiva, corretiva e preditiva. - Máquinas e equipamentos da indústria. - Transportes, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais. - Máquinas Operatrizes. - Instalações Hidráulicas. - Prensas. - Empilhadeiras. - Cilindros de Massa. - Ponte Rolante. - Ferramentas Manuais. - PPP. - LTCAT. - Emissão de CAT. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas teóricas e práticas

32 AVALIAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Segurança e medicina do trabalho. 64. ed. São Paulo: Atlas, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Cálculo de equipamento para levantamento e movimentacao de cargas. Rio de Janeiro:[s.n.], ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 09596, ABNT EB Equipamentos para levantamento e movimentação de cargas: comissionamento Catálogos de fabricantes de equipamentos de elevação e movimentação de cargas. s.i.e., s.i.l., s.i. da. Apostila do Professor Vasos de Pressão. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Coordenador do Curso Setor Pedagógico

33 DISCIPLINA: SEGURANÇA PORTUÁRIA E AQUAVIÁRIA Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG079 40h/a S2 Técnico Introdução. Termos náuticos. Legislação básica. Composição de forças. Equipamentos de corrente. Regras de segurança internacional para corrente. Cabos de aço. Regras de estivagem de carga perigosa. Estiva, desestiva, transporte e manipulação de carga. Lingadas. OBJETIVO Adquirir a competência necessária para o desenvolvimento eficiente e eficaz contra acidentes e doenças profissionais aos trabalhadores portuários e aquaviários. PROGRAMA - Normas Regulamentadoras 29, 30 e ABNT NBR Ganchos-Haste Forjados para Equipamentos de Levantamento e Movimentação de Cargas - Dimensões e Propriedades Mecânicas. - ABNT NBR Extremidades de Laços de Cabos de Aço. - ABNT NBR Movimentação de Carga - Laço de Cabo de Aço Especificação. - ABNT NBR Movimentação de Carga - Laços de Cabo de Aço - Utilização e Inspeção - ABNT NBR Movimentação de Carga - Sapatilho para Cabo de Aço; - ABNT NBR Movimentação de Cargas - Manilhas; - Termos Náuticos. - Composição de forças: aparelho com dois, três e quatro ramais, limites de segurança. - Equipamentos de corrente. - Regras de segurança internacional para corrente. - Cabos de aço. - Regras de estivagem de cargas perigosas. - Estivas, desestivas, transporte e manipulação de cargas. - Lingadas. - Tipos de cargas. - Riscos das operações portuárias. - Armazenamento de cargas perigosas. - Acesso às embarcações. - Operação de atracação, desatracação e manobras de embarcações. - Operação com cargas perigosas.

34 - Operações com granéis secos. - Câmaras frigoríficas. - Organização da CPATP e SESSTP. - Plano de Controle de Emergência PCE. - Plano de Ajuda Mútua. - Máquinas e Equipamentos. - Sinalização marítima e símbolos de advertência. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas teóricas e práticas AVALIAÇÃO Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Segurança e medicina do trabalho. 64. ed. São Paulo: Atlas, FUNDACENTRO. Operações nos trabalhos de estiva. São Paulo: FUNDACENTRO, MORAES, Giovanni Araújo. Normas regulamentadoras Comentadas. 6. ed. Rio de Janeiro, LEAL, Abinael Morais. Dicionário de termos náuticos, marítimos e portuários. São Paulo: Aduaneiras, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ZOTTO, Tânia Christina. Trabalho de estiva: modernização x tradição: os desafios da tecnologia e da gestão do cai. São Paulo: LTr, CARVALHO, Francisco Edivar. Trabalho portuário avulso antes e depois da lei de modernização dos portos. São Paulo: LTr, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR Símbolo de Risco e Manuseio para Transporte e Armazenamento de Materiais. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR Ficha de Emergencia para Transporte de Produtos Perigosos. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR Elaboração de Ficha de Informação de Produtos Químicos. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR Cabo de Aço para usos gersais. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 5.977/80 Contéiner Carregamento, covimentação e fixação. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 7.475/86 Contéiner sistema de apoio e fixação em equipamentos de transporte terrestre. Coordenador do Curso Setor Pedagógico

35 DISCIPLINA: SEGURANÇA NA ELETROTÉCNICA Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG071 80h/a S2 Técnico Introdução ao riscos com energia elétrica e seus riscos relativos a serviço com eletricidade. OBJETIVO Adquirir competência para trabalhos com eletricidade e suas proximidades e principalmente na proteção contra choque elétrico. PROGRAMA - Norma Regulamentadora NBR NBR Proteção contra choques elétricos estáticos, dinâmicos e descargas atmosféricas. - Instalação de aterramentos permanentes e temporários. - Para-raios. - Medidas de controle na proteção contra choque elétrico. - Medidas de proteção coletiva e individual contra choque elétrico. - Segurança em projetos. - Segurança na construção, montagem, operação e manutenção. - Segurança nas instalações elétricas desenergizadas. - Segurança nas instalações elétricas energizadas. - Trabalhos envolvendo alta e baixa tensão. - Habilitação, qualificação, capacitação e autorização dos trabalhadores. - Sinalização de segurança. - Procedimentos de trabalho em áreas de risco. - Situação de emergência. - Responsabilidades. - Características e propriedades dos materiais e equipamentos elétricos.

36 - Ensaios eletromecânicos. - Características do isolamento dos equipamentos. - Sistemas de segurança. - Medidas de proteção individual e coletiva. - Técnicas de desligamento. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas e práticas nos laboratórios de Linha Morta (altura normal) e práticas elétricas AVALIAÇÃO Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIMA, Domingos Leite. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 9. ed. São Paulo: Editora Érica, CREDER, Hélio. Instalações Elétricas. 8. ed. Rio de Janeiro: Livro técnico, GRIDIS. Abertura e Fechamento de Chave Faca e Fusiveis. 5. ed. Rio de Janeiro: Eletrobrás, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Coordenador do Curso Setor Pedagógico

37 DISCIPLINA: SEGURANÇA RURAL Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG081 80h/a S2 Técnico Defensivos Agrícolas, Animais Peçonhentos, Ergonomia Rural Riscos, Prinicipais Animais Da Propriedade Rural, Ferramentas Manuais Na Agroindústria, Glossário Agrícola, Doenças No Campo, Algumas Doenças Transmitidas Por Mosquitos, Epi Rural, Metais Nos Fertilizantes, Normas Para Aplicação De Agrotóxicos, Estudo Da Nr 31, Máquinas E Equipamentos Agrícolas. OBJETIVO Construir as competências necessárias para o desenvolvimento eficiente e eficaz das habilidades em segurança rural. PROGRAMA - Norma Regulamentadora Equipamentos de proteção coletiva e individual no serviço rural. - Prevenção de acidentes com ferramentas manuais, máquinas e equipamentos agrícolas. - Segurança no trabalho rural e agro-industrial. - Disposições Gerais. - Doenças profissionais rurais. - Uso de defensivos agrícolas. - Caracterização de acidentes típicos rurais. - Caracterização de acidentes atípicos rurais. - Animais peçonhentos e venenosos: espécie, habitat e hábitos alimentares. - Plantas venenosas: espécie, substâncias ativa e inativa, partes das plantas, época do ano. - Realização da SIPAT. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas teóricas e práticas AVALIAÇÃO Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, teóricas e práticas.

38 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Daniel. Segurança e saúde do trabalhador rural. Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, p. ARAÚJO, Gilberto Cifuentes Dias. Legislação: segurança do trabalhador rural. Agroanalysus, v.27, n.12, p.39-40, dez MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Segurança e medicina do trabalho. 64. ed. São Paulo: Atlas, ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 12679: Produtos técnicos e formulações de agrotóxicos: terminologia. jun p. ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 7449: Cuidados no manuseio de defensivos agrícolas: procedimento. jul p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Coordenador do Curso Setor Pedagógico

39 DISCIPLINA: SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO CIVIL Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG070 80h/a S2 Técnico Habilitar o profissional para desenvolver atividades de prevenção de acidente do trabalho na indústria da construção civil, como forma de salvaguardar a integridade física dos trabalhadores em frentes de trabalhos e canteiros de obras. OBJETIVO - Planejar projetos de segurança do trabalho em canteiros de obra - Planejar treinamentos específicos sobre combate a sinistro na construção civil - Interpretar a legislação específica da área de atuação. PROGRAMA - Normas Regulamentadoras 8, 18, Organização do trabalho no canteiro de obras. - Avaliação de projetos. - Sistemas e processos construtivos. - Elaboração de PCMAT. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas teóricas e práticas AVALIAÇÃO Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Segurança e medicina do trabalho.64. ed. São Paulo: Atlas, CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO (CLT). GONÇALVES, Edmar Abreu. Segurança e medicina do trabalho em 1200 perguntas e respostas. São Paulo: LTr, Introdução a Engenharia de Segurança do Trabalho, FUNDACENTRO. Curso de prevenção de acidentes do trabalho, Ministério do trabalho. MORAES, Araújo, Giovanni. Normas Regulamentadoras Comentadas. 3. ed. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

40 Coordenador do Curso Setor Pedagógico DISCIPLINA: RELAÇÕES HUMANAS E TÉCNICAS DE TREINAMENTO Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA 40h/a S2 Técnico Expressar idéias de forma simples de modo a facilitar o entendimento e a solução de problemas; Receber, interpretar e responder mensagens verbais de pessoas com todas as formações; Atuar em uma equipe de maneira colaborativa; Abordar o conhecimento técnicas de treinamento, como dimensão técnico/científico/pedagógica, compreendendo sua especificidade com vistas a construção de uma formação étiva/profissional do técnico em segurança do trabalho. OBJETIVO Avaliar a importância das relações interpessoais para a qualidade de vida, produtividade e satisfação pessoal e profissional. Compreender os processos que ocorrem na rotina pessoal e de trabalho como oportunidades de crescimento. Oportunizar o desenvolvimento dos saberes técnico/profissional, a formação de atitudes e postura adequada na relação estabelecida com o publuco do treinamento. Propiciar aos participantes, o exercício da preparação, execução e avaliação do treinamento Estabelecer a diferença entre o método, técnica, didática, dinâmica de grupo, jogos e simulações, bem como sua importância e uso adequado nas sessões de treinamento. PROGRAMA - Pessoa Humana: Características bio-psico-sociais Personalidade - Processos básicos de comportamento:

41 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ Emoção Motivação Aprendizagem O indivíduo e o grupo - Comportamento nas organizações Grupos de trabalho Liderança Comunicação no trabalho Satisfação no trabalho - Papel e requisitos de aptidão do técnico de Segurança do Trabalho na educação prevencionista. - Etapas do processo de aprendizagem. - Planejamento: Caracterização da clientela. Objetivos. Seleção e organização dos conteúdos. Métodos, técnicos e recursos didáticos. Estratégias de avaliação. - Uso dos recursos audiovisuais. METODOLOGIA DE ENSINO Dinâmica de grupo Exercícios da qualidade Quem sou eu? Mão de virtudes Bingo humanoe/ou de valores Exposição dialogada Seminários Estudo Dirijido Estudo de Caso Exibição de Vídeo Simulação de um treinamento AVALIAÇÃO Desempenho individual e no grupo Produção escritas Posicionamento orais - Planejamento e execução do seminário temático Desempenho individual e grupal Apresentação orais e escritas de temasteóricos/práticos - Vivência e simulação de prática de um treinamento BIBLIOGRAFIA BÁSICA

42 LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação Educacional. Pretrópolis: Vozes, JOLLES, Robert. Como conduzir seminários e Workshops, habilidades para: consultores, conferencistas, instrutores de treinamento e professores. s/l. Papirus Editora COREY, Gerald e COREY, Marianne. Técnica de grupo. Rio de Janeiro: Zahar editores, MINICUCCI, Agostinho. Dinâmica de Grupo: manual de técnicas. 4. ed. São Paulo: Atlas, Bibliografia complementar Coordenador do Curso Setor Pedagógico DISCIPLINA: GESTÃO E SISTEMAS DE QUALIDADE Código: Carga Horária: Número de Créditos: Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA SEG028 40h/a S2 Técnico Introdução, Conceitos Básicos. O Controle da Qualidade. Organização do Controle da Qualidade. Sistemas de Garantia da Qualidade. Controle Estatístico da Qualidade. Estatística na promoção da qualidade e produtividade. Tópicos especiais em qualidade. Normas ISO e auditoria da qualidade OBJETIVO Adquirir a competência necessária para o desenvolvimento eficiente e eficaz das habilidades de atuar no sistema de gestão da qualidade. PROGRAMA - História e evolução da qualidade. - Modelos gerenciais - histórico evolutivo. - Programa 5S - base para a qualidade total. - Gerência pela Qualidade Total - filosofia; princípios básicos; suas ferramentas. - Sistema de gestão e garantia da qualidade segundo as normas ISO 9000.

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