ALGORITMO PARA TESTE DE EQUIPAMENTOS EM TORRE DE INTEGRAÇÃO DE VEÍCULOS ESPACIAIS

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1 Congreso de Métodos Numéricos en Ingeniería junio 2013, Bilbao, España SEMNI, 2013 ALGORITMO PARA TESTE DE EQUIPAMENTOS EM TORRE DE INTEGRAÇÃO DE VEÍCULOS ESPACIAIS Francisco C. P. Bizarria 1 *, José W. P. Bizarria 2 e Carlos A. P. L. da Conceição 1 1: Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) Praça Mal. Eduardo Gomes, 50, São José dos Campos, SP, Brasil web: 2: Universidade de Taubaté (UNITAU) Av. Marechal Deodoro, 605, Taubaté, SP, Brasil web: Palavras-chave: Algoritmo, Auto teste, Automação, Torre Móvel de Integração Resumo. As localizações geográficas dos campos de lançamento de foguetes e veículos espaciais, que pertencem ao território brasileiro, abrangem áreas litorâneas que estão próximas da linha do equador para privilegiar requisitos relacionados, principalmente, com o tipo da missão, a segurança e a infraestrutura que estão disponíveis para realizar as atividades de integração, testes e lançamento dos engenhos. Nessas localizações há presença de ambiente com atmosfera úmida e salina, sendo definida situação na qual os equipamentos, sistemas e complexos, presentes nas diversas unidades dos campos de lançamento, têm que suportar as mencionadas intempéries durante a sua vida útil. Dentre as várias unidades contidas nos campos de lançamento, a Torre Móvel de Integração é o complexo utilizado para auxiliar diretamente a realização das tarefas relacionadas com a integração vertical, os testes de equipamentos de bordo e o lançamento do Veículo Lançador de Satélites. A operação dessa torre está automatizada e envolvem aplicações de sistemas mecânicos, elétricos, eletrônicos e computacionais, a fim de minimizar a exposição de seus usuários aos riscos que são inerentes as atividades relacionadas com o setor espacial. Decorrente do extenso período de tempo entre as realizações das campanhas de lançamento do Veículo Lançador de Satélites, os efeitos provocados pelas ações das intempéries ambientais são significativamente potencializados podendo causar não conformidades em sensores e atuadores contidos nos equipamentos e/ou sistemas instalados nessa torre. Nesse contexto, este trabalho propõe à utilização de um algoritmo para realizar o auto teste dos principais sensores e atuadores presentes nos equipamentos e/ou sistemas instalados na Torre Móvel de Integração, com a meta de auxiliar a avaliação da condição operacional dos mesmos antes de sua plena utilização durante a campanha de lançamento. Os resultados positivos observados nas simulações realizadas com esse algoritmo mostram que a proposta apresentada neste trabalho é factível e pode ser levada a efeito para aplicação a que se destina.

2 1. INTRODUÇÃO As nações que desenvolvem pesquisas espaciais abrem possibilidades para autonomia em relação às demais, situação similar aquelas dos países colonizadores europeus que eram capazes de construir embarcações e realizar navegações pelos oceanos, no século XIV e XV. Essas pesquisas envolvem aspectos econômicos advindos das inúmeras oportunidades comerciais que podem ser obtidas por meio da oferta de produtos e serviços consumidos por sua população e também por grande parcela das nações que ainda não adquiriram esse desenvolvimento [1]. Em busca desse tipo de desenvolvimento tecnológico foi concebida, em 1979, a Missão Espacial Completa Brasileira (MECB), sendo que o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) é o atual responsável pelo desenvolvimento do Veículo Lançador de Satélites [2]. As localizações geográficas dos campos de lançamento de foguetes e veículos espaciais, que pertencem ao território brasileiro, abrangem áreas litorâneas que estão próximas da linha do equador para privilegiar requisitos relacionados, principalmente, com o tipo da missão, a segurança e a infraestrutura que estão disponíveis para realizar as atividades de integração, testes e lançamento dos engenhos. Os Veículos Lançadores de Satélites são projetados com a finalidade de realizar a injeção de um ou mais satélites em orbitas baixas (de 200 a km), médias (de a km) ou altas (acima de km), além de atribuir o movimento circular ou elíptico, definir a inclinação em relação ao plano do equador, com determinada precisão, a partir de um campo de lançamento [3]. No Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) está instalada a Torre Móvel de Integração (TMI), apresentada na Figura 1, na qual são realizadas as tarefas relacionadas com a integração vertical, os testes de equipamentos embarcados e o lançamento do Veículo Lançador de Satélites desenvolvido atualmente no Brasil [4]. A operação dessa torre está automatizada e envolvem aplicações de sistemas mecânicos, elétricos, eletrônicos e computacionais, a fim de minimizar a exposição de seus usuários aos riscos que são inerentes as atividades relacionadas com o setor espacial. Nesse complexo, a Mesa de Lançamento (ML) atua como base mecânica para sustentar os motores do veículo durante a montagem vertical, sendo que nos primeiros instantes do lançamento é o meio físico para direcionar os gases que são emanados pela operação inicial dos motores do engenho. Nessa torre estão instalados os seguintes equipamentos e sistemas que auxiliam na integração do veículo: i) sistema de truques, ii) cabos de descida do pára-raios, iii) sistema de ancoragem (patolas), iv) sistema de iluminação, v) tomadas de nível, vi) tomadas da carreta hidráulica, vii) portas, viii) plataformas (fixas e móveis) de nível, ix) ponte rolante, e x) elevador. Nesses equipamentos estão presentes sensores, que convertem os parâmetros físicos para sinais analógicos ou digitais que são enviados para as estações remotas, e/ou atuadores com operação inteligente ou não inteligente, os quais são utilizados para agir sobre o sistema, ligando, desligando ou movimentando equipamentos específicos. Esses equipamentos devem ter seus estados de funcionamento avaliados antes da plena utilização na campanha de lançamento do veículo. 2

3 Figura 1 - Torre Móvel de Integração. O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) está situado na proximidade da linha do equador e em área litorânea, na qual há ambiente com expressiva presença de atmosfera úmida e salina, sendo definida situação na qual os equipamentos, sistemas e complexos, presentes nas diversas unidades do campo de lançamento, têm que suportar as mencionadas intempéries durante a sua vida útil. Decorrente do longo período entre as realizações das campanhas de lançamento, os efeitos provocados pelas ações das intempéries ambientais são significativamente potencializados podendo causar não conformidades nos sensores e atuadores, contidos nos equipamentos e/ou sistemas instalados nessa torre, que são capazes de prejudicar a execução das atividades de lançamento. Nesse contexto, este trabalho propõe à utilização de um algoritmo para realizar o auto teste dos principais sensores e atuadores presentes nesses equipamentos e/ou sistemas, a fim de auxiliar a avaliação da condição operacional dos mesmos antes da sua utilização na campanha de lançamento do veículo. 2. OBJETIVOS DO TRABALHO Propor algoritmo para realizar o auto teste dos principais sensores e atuadores presentes nos equipamentos e/ou sistemas instalados na Torre Móvel de Integração (TMI), com a meta de auxiliar a avaliação da condição operacional dos mesmos antes de sua plena utilização durante a campanha de lançamento. 3

4 Apresentar os primeiros resultados obtidos nos testes de avaliação dessa proposta, os quais foram realizados em protótipo que simula os comportamentos operacionais desses equipamentos e/ou sistemas. 3. ARQUITETURA FÍSICA O acionamento dos equipamentos instalados na Torre Móvel de Integração (TMI) é realizado de forma remota e gerenciado por um sistema automatizado que contém basicamente na sua arquitetura física os elementos apresentados na Figura 2. Figura 2 - Arquitetura física de automação da Torre Móvel de Integração. O bloco denominado Controle, representado na Figura 2, tem como função principal efetuar o gerenciamento das atividades desenvolvidas pela arquitetura física da Torre Móvel de Integração (TMI), a fim de atender os procedimentos estabelecidos para a execução das tarefas de integração, testes e lançamento do veículo. As partes mais destacadas que estão presentes nesse bloco são denominadas: Interface de Rede para Protocolo Determinístico (IRPD), Unidade Central de Processamento (UCP) e Interface de Rede para Protocolo Probabilístico (IRPP). A Interface de Rede para Protocolo Determinístico (IRPD) tem a função de gerar e receber sinais, relacionados ao protocolo determinístico, para permitir o estabelecimento da comunicação entre o modulo de Controle e as Unidades Remotas de Entrada e Saída (URES) e/ou os Atuadores Inteligentes (AI). A função principal da Unidade Central de Processamento (UCP) é gerar os sinais necessários para executar o programa de gerenciamento do sistema [5]. 4

5 A Interface de Rede para Protocolo Probabilístico (IRPP) gera e recebe sinais, relacionados ao protocolo probabilístico, para permitir o estabelecimento da comunicação entre o módulo de Controle e o Computador Hospedeiro (CH) do Servidor (SER). A Linha de Comunicação Determinística (LCD) é meio físico que transporta os sinais entre a Interface para Rede com Protocolo Determinístico (IRPD) e as Unidades Remotas de Entrada e Saída (URES) e/ou os Atuadores Inteligentes (AI), de modo bidirecional. As Unidades Remotas de Entrada e Saída (URES) tem a função de gerar e receber sinais, relacionados ao protocolo determinístico, para permitir o estabelecimento da comunicação entre a Interface de Rede para Protocolo Determinístico (IRPD) e os sensores e/ou atuadores presentes nos equipamentos instalados na Torre Móvel de Integração (TMI), porém que não possuem sistema de auto teste. Essas unidades podem operar com entradas e saídas, digitais e/ou analógicas, que atendem vasta faixa de amplitudes e freqüências de sinais [6]. Os sensores presentes no subsistema de desacoplamento de truques, cabos de descida do páraraios, sistema de ancoragem, portas, plataformas, tomadas de níveis, tomadas da carreta hidráulica, ponte rolante e elevador instalados na Torre Móvel de Integração (TMI), porém que não possuem sistema de auto teste, são respectivamente representados por S wxyz, sendo w a identificação da URES, x a identificação da posição de parametrização do equipamento que será testado, y a identificação do número do dispositivo e z a identificação de qual equipamento o mesmo pertence. Os atuadores presentes nas portas e plataformas de trabalho da mencionada torre que possuem atuadores não inteligentes, sem auto teste, sendo representados por A wxyz. Os atuadores presentes no subsistema de acionamento dos motores dos truques possuem atuadores inteligentes, com auto teste, sendo representados por AI xyz. A Linha de Comunicação Probabilística (LCP) é meio físico que transporta os sinais entre: i) a Interface para Rede com Protocolo Probabilístico (IRPP) e o Computador Hospedeiro (CH) do Servidor (SER), ii) o Computador Hospedeiro (CH) do Servidor (SER) e o Computador Hospedeiro (CH) da Interface Homem-Máquina 1 (IHM 1), e iii) o Computador Hospedeiro (CH) do Servidor (SER) e o Computador Hospedeiro (CH) da Interface Homem-Máquina 2 (IHM 2), de modo bidirecional [7]. As funções principais do Computador Hospedeiro (CH) do Servidor (SER) estão concentradas em: i) gerenciar a camada de supervisão do sistema, ii) armazenar e dispor informações relacionadas com base de dados dos sinais supervisionados e comandados, e iii) atender as solicitações originadas da Interface Homem-Máquina 1 (IHM 1) e Interface Homem-Máquina 2 (IHM 2). Essas interfaces são os meios que o operador utiliza para supervisionar e comandar o acionamento dos equipamentos instalados na Torre Móvel de Integração (TMI). 4. ALGORITMO PROPOSTO A atividade de elaboração do algoritmo foi precedida com a realização de levantamentos relacionados com as principais necessidades operacionais, o planejamento logístico e as estimativas de situações que deverão ser obtidas no decorrer do desenvolvimento da campanha de lançamento do VLS, as quais estão direcionadas para a execução do teste 5

6 estático da Torre Móvel de Integração (TMI). Nesse sentido, o Chefe do Setor de Preparação e Lançamento (SPL) do centro é o responsável por: i) estabelecer o dia mais adequado para realizar o teste da torre, ou seja, quando as previsões de condições climatológicas são mais favoráveis, período em que o contingente necessário de funcionários está disponível para realizar a operação em questão e disponibilidade suficiente de logística para atender os testes, ii) delegar atribuições e níveis de acesso aos operadores da mesa de comando para realizar os testes que são totalmente automatizados e também os testes que necessitam da participação e interação com a equipe de apoio, e iii) autorizar os operadores da mesa de comando para iniciar as atividades relacionadas com a execução dos testes. Os operadores iniciam as atividades com a avaliação dos equipamentos e/ou subsistemas que são considerados críticos para a realização segura dos testes da torre, ou seja, se esses não estiverem íntegros estará comprometida a realização da seqüência de validação operacional de outros equipamentos e/ou subsistemas. Atendida essa condição são realizados testes em equipamentos e/ou subsistemas do seguinte modo: i) os que podem ser testados de modo totalmente automatizado, ou seja, não necessitam utilizar os serviços da equipe de apoio, e ii) aqueles que necessitam utilizar os serviços da equipe de apoio para realizar toda a seqüência de avaliação operacional. Independente do tipo de avaliação, as operações relacionadas com os testes são registradas ao longo do tempo, com o nome dos seus responsáveis, para análise posterior do Chefe do Setor de Preparação e Lançamento (SPL). Com as informações obtidas no mencionado levantamento foi elaborado os passos do algoritmo que realiza os testes dos principais sensores e atuadores presentes nos equipamentos e/ou sistemas instalados na Torre Móvel de Integração (TMI), no qual está previsto etapas de operação automática e assistida. Essa seqüência de etapas tem como principal objetivo permitir a avaliação da operação dos sensores e atuadores a partir de valores previamente parametrizados em base de dados, os quais são obtidos por estimativas e/ou testes pontuais realizados nos equipamentos ou subsistemas em questão. A seqüência de etapas desse algoritmo é composta por: Etapa 1 Parametrização das seqüências de estados dos sensores, tempos de operação dos equipamentos que serão testados, designação dos responsáveis e período de validade do teste. Etapa 2 Verificação das seguintes condições pré-estabelecidas para realizar o teste estático na TMI: 2.1) Torre na posição definida para teste. 2.2) Subsistema desacoplador mecânico dos truques acoplados. 2.3) Motores dos truques desacionados. 2.4) Cabos de descida dos pára-raios conectados. 2.5) Sistema de ancoragem com as patolas de ancoragem e patolas de apoio abaixadas e travadas. 2.6) Sistema de iluminação desligado. 2.7) Tomadas de nível desenergizadas. 2.8) Tomadas que atende o sistema hidráulico da carreta de transporte dos motores 6

7 desenergizadas. 2.9) Portas fechadas. 2.10) Plataformas 1 a 4 abaixadas e 5 levantada. 2.11) Ponte rolante em posição de teste da torre. 2.12) Elevador parado no primeiro nível. Etapa 3 A TMI está nas condições pré-estabelecida? Não, executar Etapa 57 (FIM). Sim, executar Etapa 4. Etapa 4 Há desacoplador de motor do truque para testar? Não, executar Etapa 11. Sim, executar Etapa 5. Etapa 5 Posicionar o desacoplador para o estado desacoplado. Etapa 6 Desacoplador está no estado desacoplado? Não, registrar erro e executar Etapa 57 (FIM). Sim, registrar operação correta e executar Etapa 7. Etapa 7 Acionar o motor no sentido horário, interromper acionamento por tempo parametrizado, acionar motor no sentido anti-horário e interromper acionamento por tempo parametrizado. Etapa 8 O motor movimentou corretamente nos dois sentidos? Não, registrar erro e executar Etapa 9. Sim, registrar operação correta do motor e executar Etapa 9. Etapa 9 Posicionar o desacoplador para o estado acoplado. Etapa 10 Desacoplador está no estado acoplado? Não, registrar erro e executar Etapa 4. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 4. Etapa 11 Há conector de cabo de descida do pára-raios para testar? Não, executar Etapa 16. Sim, executar Etapa 12. Etapa 12 Posicionar o conector para o estado desconectado. Etapa 13 Conector está no estado desconectado? Não, registrar erro e executar Etapa 14. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 14. 7

8 Etapa 14 Posicionar o conector para o estado conectado. Etapa 15 Conector está no estado conectado? Não, registrar erro e executar Etapa 57 (FIM). Sim, registrar operação correta e executar Etapa 11. Etapa 16 Há patola para testar? Não, executar Etapa 22. Sim, executar Etapa 17. Etapa 17 Posicionar patola para o estado desconectado. Etapa 18 Patola está no estado desconectado? Não, registrar erro e executar Etapa 19. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 19. Etapa 19 Posicionar patola para o estado conectado. Etapa 20 Patola está no estado conectado? Não, registrar erro e executar Etapa 21. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 16. Etapa 21 Há mais de duas Patolas no estado desconectado? Não, executar Etapa 16. Sim, registrar erro e executar Etapa 57 (FIM). Etapa 22 Acionar sistema de iluminação. Etapa 23 Sistema de iluminação está no estado acionado? Não, registrar erro e executar Etapa 24. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 24. Etapa 24 Há tomada de nível para testar? Não, executar Etapa 29. Sim, executar Etapa 25. Etapa 25 Energizar tomada de nível. Etapa 26 Tomada de nível está no estado energizado? Não, registrar erro e executar Etapa 27. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 27. 8

9 Etapa 27 Desenergizar tomada de nível. Etapa 28 Tomada de nível está no estado desenergizado? Não, registrar erro e executar Etapa 24. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 24. Etapa 29 Há tomada da carreta para testar? Não, executar Etapa 34. Sim, executar Etapa 30. Etapa 30 Energizar tomada da carreta. Etapa 31 Tomada da carreta está no estado energizado? Não, registrar erro e executar Etapa 32. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 32. Etapa 32 Desenergizar tomada da carreta. Etapa 33 Tomada da carreta está no estado desenergizado? Não, registrar erro e executar Etapa 29. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 29. Etapa 34 Há porta para testar? Não, executar Etapa 37. Sim, executar Etapa 35. Etapa 35 Acionar atuador para abertura da porta. Etapa 36 Porta está no estado aberta? Não, registrar erro e executar Etapa 34. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 34. Etapa 37 Há plataforma de nível para testar? Não, executar Etapa 40. Sim, executar Etapa 38. Etapa 38 Acionar atuador da plataforma de nível para posição de movimento da TMI. Etapa 39 Plataforma de nível está na posição de movimento da TMI? Não, registrar erro e executar Etapa 37. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 37. Etapa 40 Ocorreu erro na abertura de portas ou movimentação de plataformas de nível? 9

10 Não, executar Etapa 41. Sim, registrar alerta que não será executado teste da ponte rolante e executar Etapa 45. Etapa 41 Acionar os atuadores da ponte rolante. Etapa 42 Ponte rolante movimentou sem problemas? Não, registrar erro e executar Etapa 43. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 43. Etapa 43 Retornar ponte rolante para a posição inicial. Etapa 44 Ponte rolante retornou a posição inicial sem problema? Não, registrar erro e executar Etapa 51. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 45. Etapa 45 Há plataformas de nível para retornar a posição inicial? Não, executar Etapa 48. Sim, executar Etapa 46. Etapa 46 Acionar atuador da plataforma de nível para retornar a posição inicial. Etapa 47 Plataforma de nível retornou para a posição inicial? Não, registrar erro e executar Etapa 45. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 45. Etapa 48 Há portas para retornar a posição inicial? Não, executar Etapa 51. Sim, executar Etapa 49. Etapa 49 Acionar atuador da porta para retornar a posição inicial. Etapa 50 Porta retornou para a posição inicial? Não, registrar erro e executar Etapa 48. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 48. Etapa 51 Acionar o atuador do elevador. Etapa 52 Elevador movimentou sem problema? Não, registrar erro e executar Etapa 53. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 53. Etapa 53 Retornar elevador para a posição inicial. 10

11 Etapa 54 Elevador retornou a posição inicial sem problema? Não, registrar erro e executar Etapa 55. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 55. Etapa 55 Desacionar sistema de iluminação. Etapa 56 Sistema de iluminação está no estado desacionado? Não, registrar erro e executar Etapa 57. Sim, registrar operação correta e executar Etapa 57. Etapa 57 Apresentação de relatório e Finalização de teste estático. O fluxograma analítico que representa uma seqüência específica de ações que estão previstas nesse algoritmo, as quais foram utilizadas na realização dos testes práticos executados para validar a proposta deste trabalho são apresentados na Figura 5. 11

12 Figura 3 - Fluxograma do teste de equipamentos. 12

13 5. INTERFACE GRÁFICA Conforme apresentado na arquitetura da Figura 2, a principal função das interfaces gráficas (IHM 1 e IHM 2 ) está concentrada em servir de meio para o operador do sistema parametrizar, comandar e supervisionar as operações relacionadas com os testes dos sensores e atuadores presentes nos equipamentos e/ou sistemas instalados na Torre Móvel de Integração. Essas interfaces foram elaboradas por meio dos recursos disponíveis no ambiente integrado de desenvolvimento de sistema de Supervisão, Controle e Aquisição de Dados [8]. O operador dessas interfaces tem que preliminarmente se identificar por meio do nome de usuário e senha válidos, para em seguida ter acesso aos recursos contidos nas seguintes janelas: i) Janela Parametrização de Estados e Tempos de Equipamentos, apresentada na Figura 4, a qual possui campos destinados ao registros das seguintes informações que estão relacionadas com: Sensores: são campos destinados para parametrizar as seqüências de estados que os sensores de cada equipamento deverão alcançar durante a execução dos testes. Atuadores: nesses campos são parametrizados os tempos previstos de operação dos atuadores de cada equipamento, os quais serão utilizados como referências na execução dos testes. Posição de teste da TMI: campo dedicado para parametrizar uma das seguintes posições para a realização dos testes: i) adjacente a mesa de lançamento, ii) afastada 12 metros da mesa de lançamento, e iii) afastada 53 metros da mesa lançamento. É condição implícita a seleção da posição adjacente a mesa de lançamento. Tempo de validade do teste: campo que define o tempo de validade do teste que a torre será submetida. Esse tempo somente será considerado se for obtido êxito completo no teste realizado. Seleção de equipamentos para teste: campos que estabelecem quais equipamentos terão os estados dos seus sensores/atuadores testados. É condição implícita a seleção de todos os equipamentos. Designação de Responsáveis de Apoio: campo para registro dos códigos dos responsáveis pelas operações de apoio que serão executadas nos equipamentos que necessitarem desse recurso. Nas proximidades desse campo é apresentada uma tabela com os códigos e nomes dos responsáveis que poderão executar essas operações. Cada equipamento que necessitar de responsável de apoio terá seu código registrado. 13

14 informações: Figura 4 - Janela Parametrização de Estados e Tempos de Equipamentos. ii) Janela Principal, mostrada na Figura 5, com campos para registros das seguintes Designação de Responsável do Teste: campo para registro do código do responsável por autorizar o teste. Ao lado desse campo é apresentada uma tabela com os códigos e nomes das pessoas que poderão ter essa autoridade. Designação de Responsável da Operação: utilizado para registro do código do responsável pelos comandos de testes que serão executados. Ao lado desse campo é apresentada uma tabela com os códigos e nomes das pessoas que poderão ter essa autoridade. Tipo de Operação: campo dedicado para parametrizar uma das seguintes operações de testes: i) estático, aonde a torre não será movimentada sobre os trilhos, e ii) dinâmico, aonde a torre será movimentada sobre os trilhos. É condição implícita para esse campo a seleção da operação estático. Comando de Condição Inicial: esse comando verificará se os sensores e atuadores que serão testados estão no estado inicial de parametrização. Comando de Iniciação do Teste: com o acionamento desse comando o sistema dará inicio ao teste do estado dos sensores e/ou atuadores dos equipamentos que serão testados na TMI. Campo para Registros Operacionais: utilizado para registrar comentários julgados necessários durante a execução do teste. Visor com Data e Validade do Último Teste: nesse campo é apresentada a data do último teste que foi executado com sucesso em todos os equipamentos e a validade desse último teste. 14

15 Figura 5 - Janela Principal. iii) Janela de Simulação de Operação, mostrada na Figura 6, com recursos para simular os estados de operação de equipamentos, por meio de componentes virtuais (botões e visualizadores) dedicados para esses fins. Figura 6 - Janela de Simulação de Operação. 15

16 6. TESTES PRÁTICOS A validação dos principais recursos previstos nas janelas apresentadas neste trabalho foi realizada com a adoção das seguintes seqüências de ações: i) por meio dos campos previstos na janela da Figura 4 definiu-se as parametrizações das seqüências de estados que deverão ser alcançados pelos sensores e os tempos previstos de operação de atuadores pertencentes aos equipamentos selecionados para teste, ii) com os recursos da janela da Figura 5 iniciou-se os testes de avaliação dos sensores e atuadores dos equipamentos selecionados, iii) por intermédio dos componentes contidos na Figura 6 simulou-se a operação de equipamentos selecionados para o teste, e iv) os resultados dos teste são apresentados nos campos pertinentes da Figura 7. Figura 7 Resultados dos testes práticos. Com a execução das seqüências de ações previstas para os testes práticos, o sistema foi capaz de avaliar as variáveis relacionadas com os estados de sensores e tempos de operação dos atuadores, para os equipamentos simulados com operação íntegra e em falha, além de estabelecer um fluxo consistente e evidente para realizar a avaliação em questão. 7. CONCLUSÕES Os resultados positivos obtidos nos testes práticos realizados com o algoritmo proposto neste trabalho sugerem que o sistema quando for implementado será capaz de realiza o auto teste de equipamentos e/ou sistemas instalados na Torre Móvel de Integração, auxiliando a tarefa de avaliação da condição operacional dos mesmos antes de sua plena utilização durante a campanha de lançamento. Essa situação favorece a segurança dos seus operadores e usuários, além de minimizar o estresse físico e psicológico que é ocasionado por situação de ocorrência de manutenção corretiva na fase de lançamento do veículo espacial. Esse sistema por ter sido elaborado de forma modular poderá ter a seqüência dos módulos alterada conforme outra necessidade de aplicação em testes. 16

17 REFERÊNCIAS [1] A. Gonçalves, M. M. Dolinsky e S. Fazolli, O veículo lançador de satélites, Seminários temáticos para a 3ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, Vol. 1, pp , (2005). [2] INSTITUTO DE AERONÁUTICA E ESPAÇO, Relatório de Atividades, São José dos Campos SP, Brasil, Vol. 1, pp. 8-11, (2010). [3] A.F. Palmério, Introdução a Engenharia de Foguetes, Apostila de Curso realizado no Instituto de Aeronáutica e Espaço, São José dos Campos SP, Brasil, (2002). [4] F. Yamanaka, Análise de Falhas em Modelos Representativo de Sistema Elétrico Proposto para Plataforma de Lançamento de Veículos Espaciais, Dissertação de mestrado apresentada no Instituto Tecnológico de Aeronáutica, São José dos Campos SP, Brasil, (2006). [5] J.M. Rosário, Princípios de Mecatrônica, Editora Person Prentice Hall, São Paulo, Brasil, (2005). [6] P.E. Miyagi, Controle Programável Fundamentos do Controle de Sistemas a Eventos Discretos, Editora Edgard Blücher Ltda, São Paulo, Brasil, (1996). [7] P.R. Silveira, Automação e Controle Discreto, 4a Edição, Érica, São Paulo, Brasil, (2002). [8] SCADABR, Manual do Software, Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras, ScadaBR Sistema Open-Source para Supervisão e Controle, Santa Catarina, Brasil, (2010). 17

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