Escola Profissional Gustave Eiffel. Guia do Aluno

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2 Escola Profissional Gustave Eiffel Guia do Aluno Ensino Profissional Este Guia vai acompanhar-te durante a frequência no Curso Profissional. Encontras aqui as normas relacionadas com vários aspetos da tua vida, enquanto estudante desta escola. A Escola Profissional Gustave Eiffel deseja que este Guia te possa ser útil e que seja um contributo para o teu sucesso escolar, pessoal e profissional. 1

3 IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO Nome Turma Nº Ano Letivo / Morada Telemóvel Polo Curso Coordenador de Curso Orientador Educativo de Turma Nome do Enc. de Educação Contacto Título Guia do Aluno - Ensino Profissional Editor Edições Gustave Eiffel, R. Elias Garcia, Amadora Tel ISBN Depósito Legal /13 Tiragem 1000 exemplares 2ª Edição corrigida - setembro de

4 ÍNDICE 1. Introdução Organização... 6 Direção... 6 Direção técnico pedagógica... 6 Diretor de escola... 6 Coordenadores de curso... 6 Orientadores educativos de turma... 6 Professores... 7 Autoridade do professor... 7 Pessoal não docente... 7 Pais ou encarregados de educação... 8 Alunos... 9 Direitos do aluno... 9 Representação dos alunos Deveres do aluno Cursos Profissionais Regime de Acesso Condições de candidatura Condições de frequência Matrícula Inscrição anual/renovação de matrícula Aluno que não concluiu o curso durante o ciclo de formação Propina de frequência Ação social escolar Transporte escolar Regime de Assiduidade Frequência e assiduidade Faltas e sua natureza Dispensa da atividade física Justificação de faltas Faltas injustificadas Excesso de faltas Efeitos da ultrapassagem dos limites de faltas Medidas Disciplinares Infração Medidas disciplinares Medidas disciplinares corretivas Medidas disciplinares sancionatórias Determinação da medida disciplinar Responsabilidade civil e criminal

5 6. Regime de Avaliação Princípios orientadores Objetivos e finalidades da avaliação Agentes de avaliação Tipos de avaliação Avaliação formativa Avaliação sumativa Critérios e procedimentos de avaliação Parâmetros de avaliação Momentos de avaliação Plano individual de trabalho Progressão Melhoria de nota Registo e publicitação da avaliação Classificação final Certificação Regulamento de avaliação em período extraordinário de avaliação Regulamento do projeto tecnológico Regulamento da prova de aptidão profissional Desenvolvimento e execução Etapas de desenvolvimento e calendarização Composição do júri Calendário Regulamento da formação em contexto de trabalho Desenvolvimento Protocolo Planificação Assiduidade Deveres e obrigações Incumprimentos Avaliação Regulamento das visitas de estudo Mérito escolar Quadro de valor Norma para elaboração de trabalhos escritos Estrutura do trabalho Omissões

6 INTRODUÇÃO Os cursos do ensino profissional, nível 4, destinam-se aos jovens que procuram um ensino mais prático e que querem aprender uma profissão e, por outro lado, dão resposta às necessidades do tecido empresarial que necessita de mão-deobra qualificada. As escolas profissionais, sendo uma porta de entrada para o ingresso no mundo do trabalho, têm de exigir disciplina, esforço e rigor científico e técnico a todos os intervenientes no processo de ensino aprendizagem. Aos professores e ao pessoal não docente, de quem se requer profissionalismo e muita dedicação, é essencial que se lhes atribua mais autoridade. Aos pais e encarregados de educação apela-se a uma maior responsabilização, promovendo a assiduidade e pontualidade dos seus educandos e mecanismos de controlo e comunicação. Com o contributo de todos, espera-se poder alcançar uma melhor educação e, simultaneamente, melhores resultados. Este Guia do Aluno foi elaborado tendo em consideração o Estatuto do Aluno e Ética Escolar, aprovado pela Lei n.º 51/2012, de 5 de setembro. A admissão dos alunos na Escola Profissional Gustave Eiffel está condicionada à aceitação das normas que constam neste Guia, quer pelos próprios, quer pelos seus encarregados de educação. 5

7 ORGANIZAÇÃO Direção A direção é o órgão de administração e representação da Cooptécnica Gustave Eiffel, entidade proprietária da Escola Profissional Gustave Eiffel e funciona como órgão de gestão e decisão. Direção técnico pedagógica O direção técnica pedagógica é assegurada pelo diretor pedagógico que organiza e gere todos os assuntos de âmbito pedagógico. Diretor de escola A Escola Profissional Gustave Eiffel tem 6 polos e cada um tem um diretor que assegura a gestão corrente e o funcionamento segundo as normas legais e procedimentos em vigor. Coordenadores de curso Os coordenadores de curso supervisionam os aspetos gerais e específicos relevantes ao funcionamento do curso: planificam, acompanham e avaliam os momentos de estágio, promovem a atuação integrada dos professores do curso e a relação da escola com a comunidade envolvente, muito particularmente com as empresas. O coordenador de curso é o responsável pela atualização técnica do curso. Orientadores educativos de turma Os orientadores educativos de turma (OET) são os professores responsáveis pela adoção de medidas tendentes à promoção de um bom ambiente educativo, competindo-lhes articular a intervenção dos professores da turma e dos pais ou encarregados de educação e colaborar com estes no sentido de prevenir e resolver problemas comportamentais ou de aprendizagem. 6

8 Professores Os professores, enquanto principais responsáveis pela condução do processo de ensino, devem promover medidas de carácter pedagógico que estimulem o harmonioso desenvolvimento da educação, em ambiente de ordem e disciplina nas atividades na sala de aula e na escola. Os professores apoiam os alunos nos respetivos trabalhos escolares, estimulando a sua preparação científica, técnica, cultural e o seu desenvolvimento humano. Autoridade do professor A lei protege a autoridade dos professores nos domínios pedagógico, científico, organizacional, disciplinar e de formação cívica. A autoridade do professor exerce-se dentro e fora da sala de aula, no âmbito das instalações escolares ou fora delas, no exercício das suas funções. Consideram-se suficientemente fundamentadas, para todos os efeitos legais, as propostas ou as decisões dos professores relativas à avaliação dos alunos quando oralmente apresentadas e justificadas perante o conselho de turma e sumariamente registadas na ata, as quais se consideram ratificadas pelo referido conselho com a respetiva aprovação, exceto se o contrário daquela expressamente constar. Os professores gozam de especial proteção da lei penal relativamente aos crimes cometidos contra a sua pessoa ou o seu património, no exercício das suas funções ou por causa delas. Pessoal não docente O pessoal não docente deve colaborar no acompanhamento e integração dos alunos na comunidade educativa, incentivando o respeito pelas regras de convivência, promovendo um bom ambiente educativo e contribuindo, em articulação com os docentes, os pais ou encarregados de educação, para prevenir e resolver problemas comportamentais. Os técnicos que acompanham os alunos colaboram na identificação e prevenção de situações problemáticas de alunos e fenómenos de violência, na elaboração de planos de acompanhamento para estes, envolvendo a comunidade educativa. 7

9 Pais ou encarregados de educação O relacionamento dos pais e encarregados de educação com a escola é fundamental para o sucesso educativo dos alunos. Aos pais ou encarregados de educação incumbe-se uma especial responsabilidade, inerente ao seu poder/dever de dirigirem a educação dos filhos e educandos no interesse destes e de promoverem ativamente o seu desenvolvimento físico, intelectual e cívico. Nos termos desta responsabilidade os pais ou encarregados de educação têm o dever de: a) Acompanhar ativamente a vida escolar do seu educando; b) Promover a articulação entre a educação na família e o ensino na escola; c) Diligenciar para que o seu educando beneficie, efetivamente, dos seus direitos e cumpra rigorosamente os deveres que lhe incumbem, nos termos do presente Guia, procedendo com correção no seu comportamento e empenho no processo de ensino; d) Cooperar com os professores no desempenho da sua missão pedagógica, em especial quando para tal forem solicitados, colaborando no processo de ensino dos seus educandos; e) Reconhecer e respeitar a autoridade dos professores no exercício da sua profissão e incutir nos seus filhos ou educandos o dever de respeito para com os professores, o pessoal não docente e os colegas da escola, contribuindo para a preservação da disciplina e harmonia da comunidade educativa; f) Contribuir para o correto apuramento dos factos em procedimento de índole disciplinar instaurado ao seu educando, participando nos atos e procedimentos para os quais for notificado e, sendo aplicada a este medida corretiva ou medida disciplinar sancionatória, diligenciar para que a mesma prossiga os objetivos de reforço da sua formação cívica, do desenvolvimento equilibrado da sua personalidade, da sua capacidade de se relacionar com os outros, da sua plena integração na comunidade educativa e do seu sentido de responsabilidade; g) Contribuir para a preservação da segurança e integridade física e psicológica de todos os que participam na vida da escola; h) Integrar ativamente a comunidade educativa no desempenho das demais responsabilidades desta, em especial informando-a e informando-se sobre todas as matérias relevantes no processo educativo dos seus educandos; 8

10 i) Comparecer na escola sempre que tal se revele necessário ou quando para tal for solicitado; j) Conhecer o presente Guia, bem como o regulamento interno da escola e subscrever declaração anual de aceitação do mesmo e de compromisso ativo quanto ao seu cumprimento integral; k) Indemnizar a escola relativamente a danos patrimoniais causados pelo seu educando; l) Manter constantemente atualizados os seus contactos telefónicos, endereço postal e eletrónico, bem como os do seu educando, quando diferentes, informando a escola em caso de alteração. Os pais ou encarregados de educação são responsáveis pelos deveres dos seus filhos e educandos, em especial, quanto à assiduidade, pontualidade e disciplina. Alunos Os alunos que frequentam o ensino profissional têm que ter uma atitude responsável e capacidade de gestão do seu percurso escolar. Os alunos usufruem dos seus direitos e são responsáveis pelo cumprimento dos deveres expressos neste Guia e demais legislação aplicável. A responsabilidade disciplinar dos alunos implica o respeito integral pelas normas que constam no Guia, bem como pelo património da escola, dos demais alunos, pessoal não docente e professores. Direitos do aluno O aluno tem direito a: a) Ser tratado com respeito e correção por qualquer membro da comunidade educativa, não podendo, em caso algum, ser discriminado em razão da raça, sexo, orientação sexual ou identidade de género, condição económica, cultural ou social ou convicções políticas, ideológicas ou religiosas; b) Usufruir do ensino e de uma educação de qualidade de acordo com o previsto na lei, em condições de efetiva igualdade de oportunidades no acesso; c) Escolher e usufruir, nos termos estabelecidos no quadro legal aplicável, por si ou, quando menor, através dos seus pais ou encarregados de educação, o projeto educativo que lhe proporcione as condições para o 9

11 10 seu pleno desenvolvimento físico, intelectual, moral, cultural e cívico e para a formação da sua personalidade; d) Ver reconhecidos e valorizados o mérito, a dedicação, a assiduidade e o esforço no trabalho e no desempenho escolar e ser estimulado nesse sentido; e) Ver reconhecido o empenhamento em ações meritórias, designadamente, o voluntariado em favor da comunidade em que está inserido ou da sociedade em geral, praticadas na escola ou fora dela, e ser estimulado nesse sentido; f) Usufruir de um horário escolar adequado ao ano frequentado, bem como de uma planificação equilibrada das atividades curriculares e extracurriculares, nomeadamente as que contribuem para o desenvolvimento cultural da comunidade; g) Beneficiar, no âmbito dos serviços de ação social escolar, de um sistema de apoios que lhe permitam superar ou compensar as carências do tipo sociofamiliar, económico ou cultural que dificultem o acesso à escola ou o processo de ensino; h) Usufruir de prémios ou apoios e meios complementares que reconheçam e distingam o mérito; i) Beneficiar de outros apoios específicos, necessários às suas necessidades escolares ou à sua aprendizagem, através dos serviços especializados de apoio educativo; j) Ver salvaguardada a sua segurança na escola e respeitada a sua integridade física e moral, beneficiando, designadamente, da especial proteção consagrada na lei penal para os membros da comunidade escolar; k) Ser assistido, de forma pronta e adequada, em caso de acidente ou doença súbita, ocorrido ou manifestada no decorrer das atividades escolares; l) Ver garantida a confidencialidade dos elementos e informações constantes do seu processo individual, de natureza pessoal ou familiar; m) Eleger os seus representantes para os órgãos, cargos e demais funções de representação no âmbito da escola, bem como ser eleito, nos termos da lei e do regulamento interno da escola; n) Apresentar críticas e sugestões relativas ao funcionamento da escola e ser ouvido pelos professores, orientadores educativos de turma e órgãos de administração e gestão da escola em todos os assuntos que justificadamente forem do seu interesse; o) Organizar e participar em iniciativas que promovam a formação e ocupação de tempos livres;

12 p) Ser informado sobre o regulamento interno da escola e, por meios a definir por esta e em termos adequados à sua idade e ao ano frequentado, sobre todos os assuntos que justificadamente sejam do seu interesse, nomeadamente sobre o modo de organização do plano de estudos ou curso, o programa e objetivos essenciais de cada disciplina ou área disciplinar e os processos e critérios de avaliação, bem como sobre a matrícula, o abono de família e apoios socioeducativos, as normas de utilização e de segurança dos materiais e equipamentos e das instalações, incluindo o plano de emergência, e, em geral, sobre todas as atividades e iniciativas relativas ao projeto educativo da escola; q) Participar nas demais atividades da escola, nos termos da lei e do respetivo regulamento interno; r) Participar no processo de avaliação, através de mecanismos de auto e heteroavaliação; s) Beneficiar de medidas, a definir pela escola, adequadas à recuperação da aprendizagem nas situações de ausência devidamente justificada às atividades escolares. Os direitos consagrados nas suas alíneas g), h) e q) podem ser, no todo ou em parte, temporariamente vedados em consequência de medida disciplinar corretiva ou sancionatória aplicada ao aluno, bem como por excesso de faltas, nos termos previstos neste Guia. Representação dos alunos Os alunos podem reunir-se em assembleia de turma e são representados pela associação de estudantes ou, no caso da sua inexistência, pelos seus representantes, delegado ou subdelegado de turma, nos termos da lei e do regulamento interno da escola. A associação de estudantes ou, caso se verifique a sua inexistência ou inércia, o delegado e subdelegado têm o direito de solicitar ao diretor de escola a realização de reuniões para apreciação de matérias relacionadas com o funcionamento da escola, sem prejuízo do cumprimento das atividades letivas. Por iniciativa dos alunos ou por sua própria iniciativa, o orientador educativo de turma pode solicitar a participação dos representantes dos pais ou encarregados de educação dos alunos da turma na reunião referida anteriormente. Não podem ser eleitos ou continuar a representar os alunos nos órgãos ou estruturas da escola, aqueles a quem seja ou tenha sido aplicada, nos últimos 11

13 dois anos escolares, medida disciplinar sancionatória ou retidos por excesso de faltas em qualquer ano de escolaridade. Deveres do aluno O aluno tem o dever de: a) Estudar, aplicando-se, de forma adequada à sua idade, necessidades educativas e ao ano de escolaridade que frequenta, na sua educação e formação integral; b) Ser assíduo, pontual e empenhado no cumprimento de todos os seus deveres no âmbito das atividades escolares; c) Seguir as orientações dos professores relativas ao processo de ensino; d) Tratar com respeito e correção qualquer membro da comunidade educativa, independentemente da raça, sexo, orientação sexual ou identidade de género, condição económica, cultural ou social ou convicções políticas, ideológicas ou religiosas; e) Guardar lealdade para com todos os membros da comunidade educativa e respeitar a autoridade e as instruções dos professores e do pessoal não docente; f) Contribuir para a harmonia da convivência escolar e para a plena integração na escola de todos os alunos; g) Participar nas atividades educativas ou formativas desenvolvidas na escola, bem como nas demais atividades que requeiram a participação dos alunos; h) Respeitar a integridade física e psicológica de todos os membros da comunidade educativa, não praticando quaisquer atos, designadamente violentos, independentemente do local ou dos meios utilizados, que atentem contra a integridade física, moral ou patrimonial dos professores, pessoal não docente e alunos; i) Prestar auxílio e assistência aos membros da comunidade educativa, de acordo com as circunstâncias de perigo para a integridade física e psicológica dos mesmos; j) Zelar pela preservação, conservação e asseio das instalações, material didático, mobiliário e espaços verdes da escola, fazendo uso correto dos mesmos; k) Respeitar a propriedade dos bens de todos os membros da comunidade educativa; l) Permanecer na escola durante o seu horário; m) Participar na eleição dos seus representantes e prestar-lhes toda a colaboração; 12

14 n) Conhecer e cumprir o presente Guia, as normas de funcionamento dos serviços da escola e o regulamento interno, subscrevendo a declaração anual de aceitação do mesmo e de compromisso ativo quanto ao seu cumprimento integral; o) Não utilizar quaisquer equipamentos tecnológicos, designadamente, telemóveis, equipamentos, programas ou aplicações informáticas, nos locais onde decorram aulas ou outras atividades formativas ou reuniões de órgãos ou estruturas da escola em que participe, exceto quando a utilização de qualquer dos meios acima referidos esteja diretamente relacionada com as atividades a desenvolver e seja expressamente autorizada pelo professor; p) Não captar sons ou imagens, designadamente, de atividades letivas e não letivas, sem autorização prévia dos professores, dos responsáveis pela direção da escola ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso, bem como, quando for o caso, de qualquer membro da comunidade escolar ou educativa cuja imagem possa, ainda que involuntariamente, ficar registada; q) Não difundir, na escola ou fora dela, nomeadamente, via internet ou através de outros meios de comunicação, sons ou imagens captados nos momentos letivos e não letivos, sem autorização do diretor da escola; r) Respeitar os direitos de autor e de propriedade intelectual; s) Cuidar da sua higiene pessoal e apresentar-se com vestuário que se revele adequado, à dignidade do espaço e das atividades escolares, no respeito pelas regras estabelecidas na escola, que prepara pessoas para a sua inserção social e profissional; t) Não possuir e não consumir substâncias aditivas, em especial drogas, tabaco e bebidas alcoólicas, nem promover qualquer forma de tráfico, facilitação e consumo das mesmas; u) Não transportar quaisquer materiais, equipamentos tecnológicos, instrumentos ou engenhos passíveis de, objetivamente perturbarem o normal funcionamento das atividades letivas, ou poderem causar danos físicos ou psicológicos aos alunos ou a qualquer outro membro da comunidade educativa; v) Não fumar dentro do espaço escolar; w) Não comer nem beber, dentro da sala de aula; x) Não jogar jogos de azar ou fortuna dentro do espaço escolar, nem jogos de computador dentro da sala de aula; y) Reparar os danos por si causados a qualquer membro da comunidade educativa ou em equipamentos ou instalações da escola ou outras onde decorram quaisquer atividades escolares e, não sendo possível ou 13

15 suficiente a reparação, indemnizar os lesados relativamente aos prejuízos causados; z) Ser portador e apresentar o cartão de estudante sempre que lhe seja solicitado. Na falta deste, atender e respeitar qualquer pedido de identificação alternativa. Cursos Profissionais Os cursos profissionais têm a duração de 3 anos, num total que poderá ser de 3200 a 3440 horas, distribuídas pelas componentes sociocultural, científica, técnica e formação em contexto de trabalho. Cada ano letivo tem aproximadamente 38 semanas de aulas. Cada componente do curso organiza se em disciplinas, que, por sua vez, se dividem em módulos. Os módulos obedecem a um desenvolvimento sequencial de forma a permitir interdependências dentro das disciplinas e entre as outras disciplinas do curso. Módulos são unidades de aprendizagem autónomas e integradas que permitem ao aluno adquirir um conjunto de conhecimentos, capacidades e atitudes através de experiências ou atividades. Ao longo do ano letivo, sempre que os conteúdos, os objetivos e as competências a desenvolver nas disciplinas o justifiquem, poderão ocorrer substituições de professores para lecionar alguns módulos específicos. Estas situações verificam-se essencialmente na componente técnica, pretendendo-se assim rentabilizar o perfil do professor em termos de especialização científica e experiência profissional. A dinâmica que um trabalho de projeto imprime ao processo de ensino/aprendizagem permite a construção ativa do saber ser e do saber fazer por parte dos alunos, desenvolvendo capacidades de pesquisa e seleção de informação; identificação e interpretação de problemas, procedendo à apresentação das possíveis soluções; interatividade entre os diversos elementos de um grupo; negociação e partilha de experiências; aplicação de aprendizagens anteriores, numa perspetiva multidisciplinar; autogestão dos tempos previstos para a realização de tarefas; autonomia e criatividade. Para além dos projetos que podem ser desenvolvidos ao longo do curso com caráter unidisciplinar ou pluridisciplinar, todos os cursos comportam um Projeto Tecnológico (PT), uma Prova de Aptidão Profissional (PAP) e uma Formação em Contexto de Trabalho (FCT). 14

16 No 2.º ano, os alunos desenvolvem um PT no âmbito da componente técnica, com apresentação e discussão pública, perante um júri, contribuindo para a avaliação da FCT. No 3º ano, os alunos desenvolvem a PAP, que consiste na execução de um projeto que culmina numa apresentação e discussão pública, perante um júri, onde se evidenciam os conhecimentos e competências adquiridas ao longo do curso. A FCT realiza-se, em regra, no 3.º ano do curso e tem a duração de 840 horas, para os alunos que iniciam o ciclo de formação a partir do ano letivo 2013/2014 inclusive. A FCT poderá iniciar-se no 2º ano, tendo em consideração a especificidade do curso. A conclusão, com aproveitamento, de um curso profissional, confere, ao aluno, o ensino secundário e certificação profissional, de nível 4 de qualificação do Quadro Nacional de Qualificações. Os alunos diplomados com um curso profissional encontram-se habilitados para efeitos de candidatura de acesso ao ensino superior, nas mesmas condições que os alunos do ensino regular. Regime de Acesso Condições de candidatura Ter concluído o 9.º ano de escolaridade ou equivalente; Não ter concluído o 12.º ano de escolaridade ou equivalente; Idade até 19 anos; Poderão ter 20 anos desde que, no ano letivo anterior, tenham transitado de ano; Ter disponibilidade para a frequência do ciclo de formação em regime diurno. 15

17 Condições de frequência A frequência dos diferentes cursos profissionais é gratuita durante os três anos do ciclo de formação. Cada aluno terá um processo individual que o acompanhará ao longo de todo o percurso escolar. Matrícula A matrícula é obrigatória. Os requisitos e procedimentos da matrícula, bem como as restrições a que pode estar sujeita estão previstos neste Guia. No ato da matrícula os candidatos devem: Preencher o boletim de matrícula; Entregar 1 fotografia tipo passe. Apresentar os seguintes documentos: Documento de identificação; Cartão de contribuinte; Documento de identificação e cartão de contribuinte do encarregado de educação; Cartão de utente (assistência médica); Boletim de vacinas atualizado; Cartão de eleitor, quando maior de 18 anos; Certificado de habilitações; Documento emitido pelo serviço competente da segurança social ou, quando se trate de trabalhador da Administração Pública, pelo serviço processador, do posicionamento nos escalões de atribuição de abono de família; Assinar, o aluno candidato e o encarregado de educação, o compromisso para frequência enquanto aluno da EPGE; Realizar o pagamento de acordo com a tabela de custos administrativos de matrícula e seguro escolar. A matrícula torna-se efetiva logo que o aluno entregue todos os documentos necessários e que a turma tenha um número mínimo de elementos para poder funcionar, de acordo com a legislação em vigor. 16

18 Inscrição anual/renovação de matrícula A inscrição anual/renovação de matrícula é obrigatória. Os requisitos e procedimentos da inscrição anual/renovação de matrícula, bem como as restrições a que pode estar sujeita estão previstos neste Guia. A inscrição anual efetua-se na 2.ª quinzena de julho e para o efeito é necessário: Atualizar e assinar o boletim de inscrição anual; Entregar 1 fotografia tipo passe. Apresentar os seguintes documentos: Documento de identificação; Cartão de contribuinte; Documento de identificação e cartão de contribuinte do encarregado de educação; Cartão de utente (assistência médica); Boletim de vacinas atualizado; Cartão de eleitor, quando maior de 18 anos; Documento emitido pelo serviço competente da segurança social ou, quando se trate de trabalhador da Administração Pública, pelo serviço processador, do posicionamento nos escalões de atribuição de abono de família; Assinar, o aluno e o encarregado de educação, o compromisso para frequência enquanto aluno da EPGE; Realizar o pagamento de acordo com a tabela de custos administrativos de inscrição anual e seguro escolar. Após o dia 31 de agosto, o aluno só poderá fazer a inscrição anual/renovação de matrícula mediante autorização da direção da escola. Os alunos que efetuarem a inscrição anual/renovação de matrícula, para além do período estipulado, terão um agravamento de acordo com a tabela de custos administrativos. A escola não garante a continuidade de frequência aos alunos que infringiram o compromisso para a frequência, tenham tido sanções disciplinares, faltas disciplinares, atitudes e comportamentos que coloquem em causa a integridade física e/ou moral da comunidade educativa e excedido o limite anual de 15% de faltas injustificadas. 17

19 Aluno que não concluiu o curso durante o ciclo de formação O aluno que não concluiu o curso durante o ciclo de formação de 3 anos deverá efetuar uma inscrição anual/renovação de matrícula adicional, na segunda quinzena de julho, realizando o pagamento de acordo com a tabela de custos administrativos. A escola não autoriza, salvo situações excecionais, a reinscrição de alunos com frequência superior a 4 anos letivos no mesmo curso. Poderá ser autorizado, excecionalmente, um período extraordinário de avaliação com vista a que o aluno consiga terminar o seu curso. Propina de frequência De acordo com os regulamentos de financiamento para os cursos de ensino profissional, a formação é cofinanciada para os alunos que prosseguirem o plano de estudos pré-estabelecido para o curso. Sempre que os alunos não concluam o curso no ciclo de formação normal de 3 anos, a sua formação deixa de ser cofinanciada. Estes alunos deixam de beneficiar de qualquer subsídio/bolsa e passam a financiar a sua formação através do pagamento de uma propina mensal, constante da tabela de custos administrativos, de setembro a julho, inclusive. Esta propina é paga nos serviços administrativos até ao dia 15 do mês a que diz respeito. Passado esse prazo a propina será agravada de: 30% do valor da propina para pagamentos entre 16 e o último dia de cada mês 100% do valor da propina após o último dia de cada mês Os alunos que tenham 2 meses de atraso no pagamento de propinas são imediatamente suspensos de todas as atividades letivas, sendo disso dado conhecimento ao aluno e ao seu encarregado de educação. A matrícula será cancelada se a situação não for regularizada num prazo de 30 dias. Só será autorizada a inscrição anual/renovação de matrícula e serão emitidas declarações, certificados, diploma e outros documentos, aos alunos que não tiverem dívidas perante a escola. 18

20 Ação social escolar Nas escolas da Amadora (Centro), Lisboa (Lumiar), Queluz e Amadora (Sede), os alunos, podem beneficiar de ação social escolar, que contempla auxílios económicos para alimentação, livros e material escolar, em função do escalão de apoio em que cada agregado familiar se integra. Têm direito a beneficiar dos apoios os alunos pertencentes aos agregados familiares integrados no 1.º e no 2.º escalão de rendimentos, determinados para efeitos de atribuição do abono de família, nos termos da legislação em vigor à data da atribuição dos mesmos. A candidatura, a efetuar até ao final do mês de outubro, a quaisquer apoios está condicionada à apresentação da seguinte documentação: Formulário próprio devidamente preenchido; Documento emitido pelo serviço competente da Segurança Social ou, quando se trate de trabalhador da Administração Pública, pelo serviço processador, do posicionamento nos escalões de atribuição de abono de família. Os encarregados de educação são responsáveis pela exatidão das informações prestadas e dos documentos entregues. As escolas, em caso de dúvida sobre os rendimentos efetivamente auferidos, podem desenvolver as diligências que considerem adequadas ao apuramento da situação socioeconómica do agregado familiar do aluno e participar a situação às entidades competentes, no sentido de prevenir ou corrigir situações de usufruto indevido do direito aos benefícios. Nas escolas de Arruda dos Vinhos e do Entroncamento os alunos podem beneficiar dos seguintes apoios: Bolsa para material de estudo; Bolsa de profissionalização: Subsídio de refeição; Subsídio de transporte/transporte escolar. A candidatura a quaisquer apoios está condicionada à apresentação da seguinte documentação até ao final do mês de setembro: Formulário próprio devidamente preenchido; Documento emitido pelo serviço competente da Segurança Social ou, quando se trate de trabalhador da Administração Pública, pelo serviço processador, do posicionamento nos escalões de atribuição de abono de família; Atestado de residência; 19

21 Número de identificação bancária (NIB); Outros, que sejam indicados. A manutenção dos apoios a que cada aluno tenha direito está dependente do aproveitamento e da assiduidade de acordo com a legislação em vigor. Transporte escolar Os alunos que residam em localidades sem transportes coletivos, compatíveis com o horário da formação, podem candidatar-se ao transporte escolar, nas Escolas de Arruda dos Vinhos e do Entroncamento através de preenchimento de impresso próprio, no ato de matrícula ou de inscrição anual. Para utilizar este serviço, o aluno tem que comparticipar, mensalmente, com o valor estipulado na tabela de custos administrativos, entre os meses de setembro e julho, inclusive. REGIME DE ASSIDUIDADE Frequência e assiduidade Para além do dever de frequência da escolaridade obrigatória, os alunos são responsáveis pelo cumprimento dos deveres de assiduidade e pontualidade. Os pais ou encarregados de educação dos alunos são responsáveis, conjuntamente com estes, pelo cumprimento dos deveres referidos no número anterior. O dever de assiduidade e pontualidade do aluno implica a presença e a pontualidade na sala de aula e/ou demais locais onde se desenvolva o trabalho escolar munido do material didático ou equipamento necessário, de acordo com as orientações dos professores, bem como atitudes que revelem esforço quer intelectual quer de comportamento. O controlo da assiduidade dos alunos é obrigatório, nos termos em que é definido no número anterior, em todas as atividades escolares letivas e não letivas em que devam participar. 20

22 Faltas e sua natureza Falta é a ausência do aluno a uma aula ou atividade de frequência obrigatória ou facultativa (caso tenha havido inscrição), incumprimento do horário ou a falta de material ou dos equipamentos necessários. Decorrendo as aulas em tempos consecutivos, há tantas faltas quantos os tempos de ausência do aluno. As faltas são registadas pelo professor responsável pela aula ou atividade, ou pelo orientador educativo de turma, em suportes administrativos adequados. As faltas resultantes da aplicação da ordem de saída da sala de aula, ou de medidas disciplinares sancionatórias, consideram-se faltas injustificadas. As faltas de pontualidade do aluno, e/ou resultantes da sua comparência sem o material didático, e/ou equipamento indispensável são equiparadas a faltas de presença. Compete ao diretor de cada escola garantir os suportes administrativos adequados ao registo de faltas dos alunos e respetiva atualização, de modo que este possa ser, em permanência, utilizado para finalidades pedagógicas e administrativas. A participação em visitas de estudo previstas no plano de atividades da escola não é considerada falta relativamente às disciplinas ou áreas disciplinares envolvidas, considerando-se lecionadas as aulas das referidas disciplinas previstas para o dia em causa no horário da turma. A falta do aluno a uma visita de estudo representa uma falta às disciplinas previstas no horário para esse dia. Dispensa da atividade física O aluno pode ser dispensado temporariamente das atividades de educação física ou desporto escolar por razões de saúde, devidamente comprovadas por atestado médico, que deve explicitar claramente as contraindicações da atividade física, permitindo assim, eventualmente, a elaboração de um plano individual alternativo. O aluno dispensado deve estar sempre presente no espaço onde decorre a aula de educação física. Sempre que, por razões devidamente fundamentadas, o aluno se encontre impossibilitado de estar presente no espaço onde decorre a aula de educação física deverá ser encaminhado para um espaço onde seja pedagogicamente acompanhado. 21

23 Justificação de faltas São consideradas justificadas as faltas dadas pelos seguintes motivos: a) Doença do aluno, devendo esta ser informada por escrito pelo encarregado de educação quando determinar um período inferior ou igual a três dias úteis, ou por médico se determinar impedimento superior a três dias úteis, podendo, quando se trate de doença de carácter crónico ou recorrente, uma única declaração ser aceite para a totalidade do ano letivo ou até ao termo da condição que a determinou; b) Isolamento preventivo, determinado por doença infecto-contagiosa de pessoa que coabite com o aluno, comprovada através de declaração da autoridade sanitária competente; c) Falecimento de familiar, durante o período legal de justificação de faltas por falecimento de familiar previsto no regime do contrato de trabalho dos trabalhadores que exercem funções públicas; d) Nascimento de irmão, durante o dia do nascimento e o dia imediatamente posterior; e) Realização de tratamento ambulatório, em virtude de doença ou deficiência, que não possa efetuar-se fora do período das atividades letivas; f) Assistência na doença a membro do agregado familiar, nos casos em que, comprovadamente, tal assistência não possa ser prestada por qualquer outra pessoa; g) Comparência a consultas pré-natais, período de parto e amamentação, nos termos da legislação em vigor; h) Ato decorrente da religião professada pelo aluno, desde que o mesmo não possa efetuar-se fora do período das atividades letivas e corresponda a uma prática comummente reconhecida como própria dessa religião; i) Participação em atividades culturais e desportivas reconhecidas, nos termos da lei, como de interesse público ou consideradas relevantes pelas respetivas autoridades escolares; j) Preparação e participação em atividades desportivas de alta competição, nos termos legais aplicáveis; k) Cumprimento de obrigações legais que não possam efetuar-se fora do período das atividades letivas; l) Outro facto impeditivo da presença na escola ou em qualquer atividade escolar, desde que, comprovadamente, não seja imputável ao aluno e considerado atendível pelo orientador educativo de turma; 22

24 m) As decorrentes de suspensão preventiva aplicada no âmbito de procedimento disciplinar, no caso de ao aluno não vir a ser aplicada qualquer medida disciplinar sancionatória, lhe ser aplicada medida não suspensiva da escola, ou na parte em que ultrapassem a medida efetivamente aplicada. A justificação das faltas exige um pedido escrito apresentado pelos pais ou encarregados de educação ao orientador educativo de turma, com indicação do dia e da atividade letiva em que a falta ocorreu. O orientador educativo de turma pode solicitar aos pais ou encarregado de educação, os comprovativos adicionais que entenda necessários à justificação da falta, devendo, igualmente, qualquer entidade que para esse efeito for contactada, contribuir para o correto apuramento dos factos. A justificação da falta deve ser apresentada previamente, sendo o motivo previsível, ou, nos restantes casos, até ao 3.º dia útil subsequente à verificação da mesma. Nas situações de ausência justificada às atividades escolares, o aluno tem o direito de beneficiar de medidas, a definir pelos professores responsáveis e ou pela escola, nos termos estabelecidos no respetivo regulamento interno, adequadas à recuperação da aprendizagem em falta. Faltas injustificadas 1 Consideram-se faltas injustificadas quando: a) Não tenha sido apresentada justificação b) A justificação tenha sido apresentada fora do prazo c) A justificação não tenha sido aceite d) A marcação da falta resulte da aplicação da ordem de saída da sala de aula ou de medida disciplinar sancionatória Na situação prevista na alínea c) se a justificação apresentada não for aceite, esta deverá ser fundamentada de forma sintética. As faltas injustificadas são comunicadas aos pais ou encarregados de educação, pelo orientador educativo de turma, no prazo máximo de cinco dias úteis, pelo meio mais expedito. 23

25 Excesso de faltas Em cada ano letivo, as faltas não podem exceder: 10% do número total de horas, em cada módulo/disciplina 5% do número total de horas na componente de formação em contexto de trabalho Nas situações em que os alunos tenham atingido metade do limite de faltas, os pais ou encarregados de educação do aluno são convocados, pelo meio mais expedito, pelo OET com o objetivo de se alertar para as consequências da situação. A notificação tem como objetivo avisar para as consequências da violação do limite de faltas e procurar encontrar uma solução que permita garantir o cumprimento efetivo do dever de assiduidade. Quando, por motivos não imputáveis à escola, se revele impraticável o referido anteriormente, e sempre que a gravidade especial da situação o justifique, a respetiva Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco deve ser informada do excesso de faltas do aluno menor de idade, assim como dos procedimentos e diligências até então adotados pela escola e pelos encarregados de educação, procurando, em conjunto, as medidas adequadas para ultrapassar esta situação. Quando os alunos ultrapassam o limite de faltas a uma disciplina/módulo, ficam sujeitos a um regime específico e extraordinário de avaliação/assiduidade. Efeitos da ultrapassagem dos limites de faltas A ultrapassagem dos limites de faltas constitui uma violação dos deveres de frequência e assiduidade e obriga o aluno faltoso ao cumprimento de medidas de recuperação e ou corretivas específicas podendo ainda, conduzir à aplicação de medidas disciplinares. Todas as situações, atividades, medidas ou suas consequências previstas são obrigatoriamente comunicadas, pelo meio mais expedito, ao encarregado de educação pelo OET, e registadas no processo individual do aluno. A ultrapassagem do limite de faltas relativamente às atividades de apoio ou complementares de inscrição ou de frequência facultativa implica a imediata exclusão do aluno das atividades em causa. 24

26 Os alunos que, em qualquer momento, excedam o limite de 15% de faltas injustificadas, sobre o total de horas previstas para o ano letivo, são retidos no ano de escolaridade que frequentam. MEDIDAS DISCIPLINARES Infração Considera se infração a violação, pelo aluno, dos deveres previstos nas normas da escola, sempre que perturbem o normal funcionamento das atividades ou o bom relacionamento entre os elementos da comunidade escolar. Sempre que os professores, pessoal não docente ou alunos presenciem ou tenham conhecimento de comportamentos passíveis de ser considerados graves ou muito graves devem participar, de imediato, a ocorrência ao OET ou nos serviços administrativos. Medidas disciplinares As medidas disciplinares podem ser corretivas e/ou sancionatórias. Assumem uma natureza cautelar e têm fins pedagógicos, preventivos, dissuasores e de integração, visando, de forma sustentada, o cumprimento dos deveres do aluno, o respeito pela autoridade dos professores no exercício de funções, demais funcionários e comunidade educativa. Simultaneamente, pretendem reforçar a formação cívica do aluno, com vista ao desenvolvimento equilibrado da sua personalidade, corrigir comportamentos perturbadores e garantir o normal funcionamento da escola. As medidas disciplinares sancionatórias, tendo em conta a relevância do dever violado e a gravidade da infração cometida, preveem igualmente finalidades punitivas. Medidas disciplinares corretivas As medidas disciplinares corretivas são sobretudo preventivas e têm finalidades pedagógicas, dissuasoras e de integração. Estas medidas podem consistir em: a) Advertência oral pelo professor, na sala de aula, ou por qualquer professor ou pessoal não docente, fora da sala de aula; 25

27 b) Ordem de saída da sala de aula ou de outros locais onde se desenvolve o trabalho escolar; c) Realização de tarefas e atividades de integração escolar, podendo, para esse efeito ser aumentado o período de permanência obrigatória, diária ou semanal, do aluno na escola ou no local onde decorram as tarefas ou atividades; d) Condicionamento no acesso a determinados espaços escolares ou na utilização de determinados materiais e equipamentos; e) Mudança de turma. Qualquer medida corretiva aplicada a um aluno tem de ser comunicada aos pais ou encarregados de educação. A advertência é da exclusiva competência do professor, na sala de aula, e fora desta, também do pessoal não docente. A ordem de saída da sala de aula e demais locais onde se desenvolva o trabalho escolar é da exclusiva competência do professor e implica a marcação de falta injustificada ao aluno e a permanência do aluno na escola, sendo encaminhado para o centro de recursos. O professor determina quais as atividades que o aluno deverá desenvolver no decurso desse período de tempo. A aplicação no decurso do mesmo ano letivo e ao mesmo aluno da medida corretiva de ordem de saída da sala de aula pela terceira vez, por parte do mesmo professor, ou pela quinta vez, independentemente do professor que a aplicou, implica a análise da situação em conselho de turma, tendo em vista a identificação das causas e a pertinência da proposta de aplicação de outras medidas disciplinares corretivas ou sancionatórias. O cumprimento das medidas corretivas realiza-se em período suplementar ao horário letivo, no espaço escolar e sob supervisão da escola, não dispensando o aluno da obrigação de cumprir o horário letivo da sua turma. Medidas disciplinares sancionatórias As medidas sancionatórias destinam se a ser aplicadas em caso de transgressão grave e podem consistir em: a) Repreensão registada; b) Suspensão até três dias úteis; c) Suspensão da escola entre quatro e doze dias úteis; d) Transferência de escola; e) Expulsão da escola. 26

28 Determinação da medida disciplinar Na determinação da medida disciplinar corretiva ou sancionatória a aplicar, deve ter se em consideração a gravidade do incumprimento do dever, circunstâncias, atenuantes e agravantes apuradas em que esse incumprimento se verificou, o grau de culpa do aluno, a sua maturidade e demais condições. São circunstâncias atenuantes da responsabilidade disciplinar do aluno o bom comportamento anterior, o aproveitamento escolar e o seu reconhecimento, com arrependimento, da natureza ilícita da sua conduta. A premeditação, o conluio, a acumulação de infrações disciplinares e a reincidência, em especial se no decurso do mesmo ano letivo, são circunstâncias agravantes da responsabilidade do aluno. Quando da instauração do procedimento disciplinar, o diretor pode decidir a suspensão preventiva do aluno, mediante despacho fundamentado sempre que: A sua presença na escola se revele gravemente perturbadora do normal funcionamento das atividades escolares; Seja necessário e adequado à garantia da paz pública e da tranquilidade na escola ou/e a sua presença se revele prejudicial à instrução do procedimento disciplinar. A notificação da medida disciplinar tem que ser efetuada por contacto pessoal com o aluno e com o seu encarregado de educação. Não sendo possível a notificação por contacto, esta deverá feita por carta registada com aviso de receção. Um aluno a quem tenha sido aplicada a pena de transferência de escola ou de expulsão, não poderá voltar a matricular-se na escola. Responsabilidade civil e criminal A aplicação de medidas corretivas ou disciplinares sancionatórias não isenta o aluno e o respetivo representante legal da responsabilidade civil e criminal. Sempre que os factos ocorridos ou outros comportamentos especialmente graves sejam passíveis de constituir crime, devem ser comunicados, com a máxima brevidade, ao Ministério Público junto do tribunal competente em matéria de família e menores ou às entidades policiais. 27

29 REGIME DE AVALIAÇÃO Princípios orientadores A avaliação é fundamental e decisiva para a validação dos conhecimentos e das competências adquiridas pelos alunos, sendo essencial na sua motivação, no trabalho do professor e nas expectativas da comunidade educativa. A avaliação incide sobre as aprendizagens previstas em todas as componentes de formação e ainda sobre as competências identificadas no perfil de desempenho à saída do curso. A avaliação é de natureza fundamentalmente contínua e pressupõe a participação e a responsabilização de todos os intervenientes do processo de ensino/aprendizagem, sobretudo a dos professores. A organização curricular dos cursos de ensino profissional está estruturada segundo o sistema modular, pelo que a avaliação se processa módulo a módulo. Objetivos e finalidades da avaliação A avaliação assume caráter diagnóstico, formativo e sumativo, tendo como finalidade: Informar o aluno e o encarregado de educação, quando for o caso, sobre os progressos, as dificuldades e os resultados obtidos na aprendizagem, esclarecendo as causas de sucesso ou insucesso; Adequar e diferenciar as estratégias de ensino, estimulando o desenvolvimento global do aluno nas áreas cognitiva, afetiva, relacional, social e psicomotora; Certificar os conhecimentos e competências adquiridos; Contribuir para a melhoria da qualidade do sistema educativo, possibilitando a tomada de decisões para o seu aperfeiçoamento e reforço da confiança social no seu funcionamento. Agentes de avaliação Os agentes de avaliação são: O professor que leciona o módulo (heteroavaliação vertical); O aluno (autoavaliação); 28

30 Os restantes alunos da turma (heteroavaliação horizontal), se o professor assim o entender; Outros elementos exteriores à escola que tenham participado no processo de ensino/aprendizagem (heteroavaliação externa), sendo exemplos deste tipo de avaliação os elementos empresariais que acompanham a FCT e/ou que integrem júris de PAP; O conselho de turma, enquanto elemento de ratificação das classificações. Tipos de avaliação Existem dois tipos de avaliação: avaliação formativa e avaliação sumativa. Avaliação formativa A avaliação formativa pretende determinar e analisar a aprendizagem contínua do aluno em contexto letivo de modo a identificar as dificuldades e encontrar soluções. Este tipo de avaliação permite diagnosticar, do ponto de vista cognitivo e comportamental, a forma como o aluno vai acompanhando o processo de ensino/aprendizagem. A avaliação formativa faculta ao professor, informações importantes sobre a eficácia das estratégias utilizadas permitindo lhe introduzir, em tempo útil, as alterações que considerar adequadas. Cabe aos conselhos de turma ordinários e extraordinários proceder a uma avaliação formativa de todo o processo de aprendizagem. Avaliação sumativa A avaliação sumativa classifica e certifica as aprendizagens e as competências adquiridas pelo aluno, no final de cada módulo. A publicação em pauta da nota de cada módulo, só se efetua quando o aluno atingir a classificação mínima de 10 valores, numa escala de 0 a 20. No final de cada período letivo é afixada uma pauta de avaliação sumativa, relativa a todos os módulos lecionados/avaliados por turma/curso e ratificada em reunião do conselho de turma. Concluídos todos os módulos de uma disciplina é atribuída uma classificação sumativa, à disciplina, tendo em consideração as classificações de todos os módulos. 29

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