O programa previsto para o Centro Escolar é o seguinte: Área útil unitária

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1 MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ CÂMARA MUNICIPAL Freguesia de Tavarede CENTRO ESCOLAR DE S.JULIÃO / TAVAREDE Projecto de Arquitectura _ Projecto Base Memória Descritiva e Justificativa Refere-se a presente memória descritiva e justificativa ao Projecto de Arquitectura do Centro Escolar de S. Julião/Tavarede que este Município, pretende levar a efeito, na cidade da Figueira da Foz, junto à Rodovia Urbana. Este Centro Escolar respeita a organização funcional e programática que está definida na Carta Educativa deste Município. Esta nova organização escolar, vem introduzir a necessidade de as crianças permanecerem durante o grande parte do dia na escola, não esquecendo a nova organização com aulas de manhã e de tarde e com aulas de enriquecimento curricular. Para o efeito foram criadas salas dirigidas especialmente a essas actividades, de modo a que os alunos não passem o dia inteiro na mesma sala de aula. O lote de terreno onde será construído o referido equipamento diz respeito a um lote de cedência do loteamento da Borloteira e está definido como Polivalente. O terreno está devidamente infra estruturado, denotando unicamente a necessidade de execução de um passeio que ligue a escola ou o loteamento à rotunda do parque de campismo, apesar de nos tempos que correm serão poucas as crianças do 1º CEB que se deslocam a pé sozinhas para a escola. O programa previsto para o Centro Escolar é o seguinte: Área útil unitária Área útil total Ciclos Ensino Designação Quant. Pré-Escolar JI Sala de Actividades JI Sala de Prolongamento de Horário JI Instalações Sanitárias de Crianças JI Vestiário das Crianças JI Gabinete das Educadoras JI Arrecadação de Material didáctico JI Arrecadação de Material limpeza Espaços de Ensino EB1 Salas de aula EB1 Arrumo de material EB1 + JI Biblioteca

2 EB1 + JI Refeitório / Sala Polivalente (divi.em 2 áreas) EB1 Instalações Sanitárias de Crianças EB1 + JI Sala de Professores EB1 + JI Gabinete de trabalho Prof. + Educ EB1 + JI Instalações Sanitárias de Deficientes EB1 + JI Instalações Sanitárias de Professores Espaços de Administração e Gestão EB1 + JI Átrio EB1 + JI Secretaria EB1 + JI Gabinete Atendimento EB1 + JI Gabinete de Direcção Executiva EB1 + JI Arquivo EB1 + JI Arrecadação Geral EB1 + JI Arrecadação de Material Didático EB1 + JI Arrecadação de Material de exterior EB1 + JI Sala da Associação de pais Espaços de Apoio Geral EB1 + JI Cozinha EB1 + JI Despensas EB1 + JI Lixos EB1 + JI Vestiário e Inst. Sanit pessoal não docente EB1 + JI Gás EB1 + JI Caldeira EB1 + JI Instalações Técnicas EB1 + JI Arrecadação de material de limpeza Enriquecimento Curricular EB1 Sala de Aula das AEC EB1 Arrecadação de material EB1 + JI Ginásio EB1 + JI Arrecadação de material desportivo EB1 + JI Vestiários / Balneários /Inst. Sanit. Alunos EB1 + JI Vestiários / Balneários /Inst. Sanit. Prof. E.F EB1 + JI Arrecadação de material de limpeza EB1 + JI Campo de Jogos Coberto EB1 + JI Recreio Coberto EB1 + JI Recreio Descoberto O edifício é constituído por três volume de várias alturas. Terá dois pisos acima da cota de soleira, existindo um piso -1 devido ao grande desnível do terreno existente. Neste piso -1 existirá essencialmente áreas técnicas, o estacionamento coberto, um recreio coberto e o ginásio com os balneários de apoio. É também através deste nível que se acede ao polidesportivo exterior. Ao nível do piso da entrada o volume do átrio tem dois pisos acima da soleira e irá encerrar o Jardim de Infância com 3 salas de actividades e uma sala de prolongamento de horário, as áreas de gestão da escola e as salas de aula e salas de aula A.E.C.

3 Os outros dois volumes só têm um piso acima da cota e soleira e incluem a cozinha e sala polivalente / refeitório e o pé direito duplo do ginásio, a biblioteca e mais três salas de aula A.E.C e biblioteca. O recreio exterior será revestido a betão poroso, uma área relvadas relvada, uma área para prado de sequeiro e um parque infantil no pátio com pavimento em borracha (do tipo EPDM). A área bruta de construção é de 5290,45m2, enquanto a área de implantação é de 2806,72m2. Construtivamente as paredes divisórias interiores serão executadas em alvenaria de tijolo furado e as exteriores em alvenaria dupla de tijolo furado com isolamento térmico, caixa de ar e rebocadas com reboco delgado com isolamento pelo exterior do tipo capoto. No que diz respeito aos acabamentos preconizados para o edifício (novo e existente) serão os que estão definidos no mapa de acabamentos apresentado (folha nº15e 16). Trabalhos não especificados Todos os trabalhos não especificados, mas constantes nas peças desenhadas ou escritas, deverão ser executados obedecendo às boas normas de construção, seguindo-se os preceitos que conduzam a uma maior garantia de durabilidade, qualidade e acabamento, respeitando os regulamentos em vigor. PLANO DE ACESSIBILIDADES CONFORME O DECRETO-LEI 163/2006 Introdução: A presente memória descritiva e justificativa refere-se ao Plano de Acessibilidades do Centro Escolar de S. Julião / Tavarede na Figueira da Foz, destinado ao ensino, cujo o promotor, Câmara Municipal da Figueira da Foz, pretende levar a efeito na cidade da Figueira da Foz. O presente Plano, pretende dar cumprimento ao estipulado no n.º 5 do art.º 3.º do decreto-lei 163/2006, de modo a contemplar a rede de espaços e equipamentos acessíveis, bem como soluções de detalhe métrico, técnico e construtivo, esclarece as soluções adoptadas em matéria de acessibilidade a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada. Percurso acessível a partir da via pública: Conforme o projecto de Arquitectura e sua planta de implantação, o acesso a cadeiras de rodas será efectuado pela entrada principal projectada, que se encontra com um desnível que é resolvido com rampas de 8% de inclinação.

4 Depois do acesso à referida cota de entrada no edifício teremos uma soleira com 2cm de altura. Acessibilidades interiores: Todo o edifício é acessível, visto existir um elevador que percorre os pisos 0, 1 e -1, e sempre com corredores com pelo menos 1,80m de largura. Todas as portas terão a abertura útil não inferior a 0,77 m. As portas têm todas uma abertura útil não inferior a 0,77 m. Ao nível do piso 0, em que se situam as zonas administrativas de apoio, um conjunto de instalações sanitárias, salas de aula, jardim de infância, sala polivalente, biblioteca e três salas de aula A.E.C, o acesso é realizado do exterior para o interior do edifício através de uma soleira com uma diferença de cota de 0,02 m, que dá para um átrio, em que se faz a distribuição. A ligação deste piso com o superior é realizada por escadas e por um elevador, devidamente regulamentados pelo presente decreto-lei. Ao nível do piso 1, em que se situam as salas de aula, outro conjunto de instalações sanitárias e salas de aula A.E.C, o acesso é realizado a partir do piso inferior por escadas e por um elevador, como já mencionado. Neste piso existe também uma instalação sanitária adaptada. Todas as métricas utilizadas para espaços e acessos, permitem zonas de permanência e zonas de rotação não existindo barreiras nos acessos, em todo o percurso. Ao nível do piso -1 que também é servido por escadas e por elevador, situam-se o ginásio e os balneários e as diversas instalações técnicas. Rede de espaços e equipamentos acessíveis: ÁTRIOS Do lado exterior das portas de acesso ao edifício é possível inscrever uma zona de manobra para rotação de 360º; Nos átrios interiores é possível inscrever uma zona de manobra para rotação de 360º; Todos os vãos interiores e exteriores possuem uma largura superior à mínima regulamentada; Todos os corredores principais e patamares possuem uma largura superior a 0,80 m.

5 ESCADAS A largura dos lanços, patins e patamares das escadas, é superior 1,20 m; A profundidade dos patamares superiores e inferiores das escadas, medida no sentido do movimento, é superior a 1,20 m; A profundidade dos patins intermédios, medida no sentido do movimento é superior a 0,70 m; Os cobertores das escadas são de 0,30 m; Os espelhos das escadas são de 0,16 m; As dimensões dos cobertores e espelhos são constantes ao longo de cada lanço; As arestas dos focinhos são boleadas com um raio de curvatura de 0,005 m; Junto aos focinhos dos degraus existe uma faixa antiderrapante e de sinalização visual com uma largura de 0,04 m, encastrada no cobertor; Os degraus das escadas não possuem elementos salientes nos planos de concordância entre espelho e cobertor; Os elementos constituintes das escadas não apresentam arestas vivas ou extremidades projectadas, perigosas; As escadas possuem corrimãos com uma altura de 0,90 m, medida verticalmente entre o focinho dos degraus e o bordo superior; No topo da escada, o corrimão prolonga-se pelo menos 0,30 m para além do último degrau do lanço, sendo esta extensão paralela ao piso; Na base da escada, o corrimão prolonga-se para além do primeiro degrau do lanço numa extensão igual à dimensão do cobertor, mantendo a inclinação da escada; O corrimão é contínuo ao longo de todos os lanços das escadas; Não existem degraus isolados nem escadas constituídas por menos de três degraus; As escadas que servirão os utentes, são complementadas com plataformas elevatórias. As escadas exteriores tem cobertores de 0,30 e 0,28 m, espelhos de 0,15 m, ambos regulamentares. RAMPAS Todas as rampas existentes têm uma inclinação de 8%. As rampas acessíveis a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada não se desenvolvem em projecções superiores a

6 5,00 m. Todas as rampas têm uma projecção dentro deste limite, acessíveis a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada; Todas as rampas existentes possuem uma largura superior a 1,20 m; Todas as rampas de grande projecção, possuem plataformas horizontais de descanso, na base e no topo de cada lanço; As plataformas horizontais de descanso têm uma largura não inferior à da rampa e um comprimento não inferior a 1,50 m; O revestimento do piso das rampas no seu início e fim, possuem faixas com diferenciação de textura e cor contrastante ao pavimento adjacente; As rampas e as plataformas horizontais de descanso com desníveis relativamente aos pisos adjacentes superiores a 0,10 m e que vençam desníveis superiores a 0,30 m, são ladeadas, em toda a sua extensão, com os seguintes tipos de elementos de protecção: rebordos laterais com uma altura de 0,05 m, paredes ou muretes sem interrupções com extensão superior a 0,30 m, guardas com espaçamento entre elementos verticais não superior a 0,30 m, extensão lateral do pavimento da rampa com uma dimensão não inferior a 0,30 do lado exterior ao plano do corrimão. ELEVADOR Os patamares diante das portas do elevador possuem dimensões que possibilitam inscrever zonas de manobra para rotação de 360º. O pavimento encontra-se de nível e não possui obstáculos que possam impedir ou dificultar a manobra de uma pessoa em cadeira de rodas; O elevador possui cabina com dimensões interiores, medidas entre os painéis da estrutura da cabina, não inferiores a 1,10 m de largura por 1,40 m de profundidade. Possuem todos os requisitos solicitados no presente decreto-lei. INSTALAÇÕES SANITÁRIAS DE APOIO A PESSOAS DOM MOBILIDADE CONDICIONADA Existem instalações sanitárias adaptadas a pessoas com mobilidade reduzida em todos os pisos, em sanitários mistos. No piso -1 existem dois balneários separados por sexos também adaptados a pessoas com mobilidade reduzida.

7 Todas as instalações se encontram regulamentadas conforme o presente decreto-lei. Possuem medidas necessárias, com áreas para manobras de 360º. As peças sanitárias contemplam medidas solicitadas, com espaçamento entre elas que permitem zonas livres para cadeira de rodas. Existem todos os sistemas de apoio, tais como barras de apoio, assentos rebatíveis, equipamento de alarme, controlos e mecanismos operáveis. Todos os vãos de acesso possuem larguras superiores ao regulamentado. Conclusão: Todos os restantes aspectos descritos no decreto-lei 163/2006, estão implementados no presente projecto de Arquitectura e Plano de Acessibilidades. Tudo o que for omisso na presente memória descritiva em termos de especificações regulamentares, deverá ser objecto de cumprimento durante a construção e respectiva fiscalização, do edifício em causa. Em tudo quanto for omisso seguir-se-ão as regulamentações e legislação aplicáveis em vigor. Figueira da Foz, 29 de Agosto de 2007 Rui Manuel de Oliveira Afonso da Silva - Arquitecto

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