Deduções. Legislação Tributária parte 3

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1 Legislação Tributária parte 3 Deduções, apuração e pagamento do IR, lançamento, declaração de ajuste anual Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. Tributação das pessoas físicas. Deduções. Deduções do rendimento bruto Somente são dedutíveis do rendimento bruto os gastos efetuados pela pessoa física para os quais exista determinação legall que autorize a dedução, d observados os limites legais. Assim, uma pessoa física que resida em imóvel de terceiro, embora desembolse mensalmente o valor do aluguel, não poderá pleitear a dedução de tais despesas, por não haver dispositivo legal que o autorize. O RIR/99 trata das deduções nos art. 73 a 83. Por sua vez, um contribuinte que não tenha dependentes e realize despesas com sua própria instrução no valor de R$ ,00 somente poderá utilizar como dedução, em sua Declaração de Ajuste Anual, a importância de R$ 3.091,35, valor máximo autorizado pela legislação (ano-calendário 2012 Lei nº /11). Todas as deduções previstas na legislação estão sujeitas a comprovação ou justificação, a juízo da autoridade lançadora (art. 73 do RIR/99). Em caso de dúvidas, recomenda-se acessar o Perguntas e Respostas de 2012, que pode ser encontrado no portal da Receita Federal do Brasil na Internet. CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS E CONTRIBUIÇÕES AOS FAPI São dedutíveis: a) as contribuições pagas em nome do contribuinte para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios (art. 74, I); b) as contribuições feitas pelo contribuinte em seu nome e no de seus dependentes, relacionados na declaração, destinadas a custear benefícios complementares, assemelhados ao da Previdência Social efetuadas as entidades de previdência privada domiciliadas no País e para os Fapi (art. 74, II, e art. 82; MP nº , art. 61). 1

2 A dedução relativa à soma das contribuições para previdência privada e FAPI está limitada a 12% do rendimento tributável no ajuste anual (art. 74, II, e art. 82, 1º). Não há limite para a dedução de previdência i oficial. i Quanto à previdência oficial, somente podem ser deduzidas as contribuições pagas em nome de dependente se este tiver rendimentos próprios tributados em conjunto com os do declarante. DEPENDENTES A dedução de dependentes é admitida tanto na Declaração de Ajuste Anual quanto na determinação mensal do imposto, estando limitada a (art. 77; valores para o ano-calendário Lei nº /2011): mensalmente, R$ 164,56 por dependente; anualmente, R$ 3.091,35 por dependente. Podem ser considerados dependentes: a)o cônjuge; b)o companheiro ou a companheira, desde que haja vida em comum por mais de cinco anos, ou por período menor se da união resultou filho; c)a filha, o filho, a enteada ou o enteado, até vinte e um anos, ou de qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; d)o menor pobre, até vinte e um anos, que o contribuinte crie e eduque e do qual detenha a guarda judicial; e)o irmão, o neto ou o bisneto, sem arrimo dos pais, até vinte e um anos, desde que o contribuinte detenha a guarda judicial, ou de qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; f)os pais, os avós ou os bisavós, desde que não aufiram rendimentos, tributáveis ou não, superiores ao limite de isenção anual (R$ ,32 para o ano-calendário 2012); g)o absolutamente incapaz, do qual o contribuinte seja tutor ou curador. 2

3 Maiores de 21 anos até 24 anos Os dependentes a que se referem as alíneas c e e poderão ser considerados dependentes quando maiores até vinte e quatro anos de idade, se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau ( 2º). PENSÃO ALIMENTÍCIA Mensalmente ou na declaração de ajuste anual poderá ser deduzida a importância paga a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão judicial, de acordo homologado judicialmente, ou de escritura pública, inclusive a prestação de alimentos provisionais (art. 78). É vedada a dedução cumulativa dos valores correspondentes à pensão alimentícia e a de dependente, quando se referirem a mesma pessoa, exceto na hipótese de mudança na relação de dependência no decorrer do ano-calendário. Não são dedutíveis da base de cálculo mensal as importâncias pagas a título de educação e de despesas médicas dos alimentandos, quando realizadas pelo alimentante em virtude de cumprimento de decisão judicial, acordo homologado judicialmente ou escritura pública. As referidas despesas poderão ser deduzidas pelo alimentante na determinação da base de cálculo do imposto de renda na declaração anual, a título despesa com instrução, observado o limite individual de R$ 3.091,35 (ano-calendário Lei nº /2011), ou de despesa médica. DESPESAS MÉDICAS Na declaração de ajuste anual poderão ser deduzidos os pagamentos efetuados, no ano-calendário, a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e hospitais, bem como as despesas com exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias (art. 80). Não existe previsão de dedução mensal de tais despesas, para fins de determinação da base de cálculo do IRRF ou do recolhimento mensal obrigatório. 3

4 A dedução restringe-se aos pagamentos efetuados pelo contribuinte, relativos ao seu próprio tratamento, a de seus dependentes, ou alimentandos em decorrência de decisão judicial, acordo homologado judicialmente ou escritura pública. Não podem ser deduzidas d as despesas ressarcidas ou cobertas por seguro. Aparelhos Ortopédicos No caso de despesas com aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas ou dentárias, exige-se a comprovação com receituário médico ou odontológico e nota fiscal em nome do beneficiário. Consideram-se aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas: a)pernas e braços mecânicos; b)cadeiras de rodas; c)andadores ortopédicos; d)palmilhas ou calçados ortopédicos; e)qualquer outro aparelho ortopédico destinado à correção de desvio de coluna ou defeitos dos membros ou das articulações. Planos de Saúde É admitida também a dedução dos pagamentos efetuados a empresas domiciliadas no País, destinados à cobertura de despesas médicas, odontológicas, de hospitalização, bem como a entidades que assegurem direito de atendimento ou ressarcimento de despesas da mesma natureza. Deficiente Físico ou Mental Consideram-se despesas médicas os pagamentos relativos à instrução de deficiente físico ou mental, desde que a deficiência seja atestada em laudo médico, e o pagamento efetuado a entidades destinadas a deficientes físicos ou mentais ( 3º). Tratamento Geriátrico As despesas de internação em estabelecimento para tratamento geriátrico só poderão ser deduzidas se o referido estabelecimento for qualificado como hospital, nos termos da legislação específica. Cirurgia Plástica São dedutíveis as despesas médicas comprovadas, independentemente de especialidade, inclusive as relativas à realização de cirurgia plástica, reparadora ou não, com a finalidade de prevenir, manter ou recuperar a saúde, física ou mental, do paciente. As despesas com prótese de silicone não são dedutíveis, exceto quando integrando a conta emitida pelo estabelecimento hospitalar relativa à despesa médica dedutível. 4

5 Comprovação dos pagamentos Os pagamentos devem ser especificados e comprovados, com indicação do nome, endereço e número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas - CPF ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ de quem os recebeu, podendo, na falta de documentação, ser feita indicação do cheque nominativo pelo qual foi efetuado o pagamento. Pagamentos no Exterior São admitidos os pagamentos realizados no exterior, convertidos em reais. DESPESAS COM INSTRUÇÃO Somente poderão ser deduzidos os pagamentos efetuados a estabelecimentos de ensino relativamente à educação infantil (creche e pré-escolar), fundamental, médio, superior (graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado, pós-doutorado, especialização) e aos cursos de especialização ou profissionalizantes (técnico e tecnológico) do contribuinte, de seus dependentes ou alimentandos, até o limite anual individual de R$ 3.091,35 (ano-calendário Lei nº /2011). O valor dos gastos que ultrapassar o limite estabelecido não pode ser aproveitado nem mesmo para compensar gastos de valor inferior a R$ 3.091,35 efetuados pelo próprio contribuinte ou com outro dependente. d Não existe previsão de dedução mensal de tais despesas para fins de determinação da base de cálculo do IRRF ou dos recolhimentos mensais obrigatórios. Menor Pobre Não são dedutíveis as despesas com educação de menor pobre que o contribuinte apenas eduque (não tenha guarda judicial). Deficiente Físico ou Mental As despesas de instrução de deficiente físico ou mental podem ser deduzidas como despesa médica, se a deficiência for atestada em laudo médico e o pagamento for efetuado a entidades de assistência a deficientes físicos ou mentais (art. 80, 3º). 5

6 Não se enquadram no conceito de despesas de instrução a) as despesas com uniformes, material e transporte escolar, as relativas à elaboração de dissertação de mestrado ou tese de doutorado, contratação de estagiários, computação eletrônica de dados, papel, xerox, datilografia, tradução de textos, impressão de questionários e tese elaborada, gastos postais e de viagem; b) as despesas com aquisição de enciclopédias, livros, revistas e jornais; c)o pagamento de aulas de música, dança, natação, ginástica, tênis, pilotagem, dicção, corte e costura, informática e assemelhados; d)o pagamento de cursos preparatórios para concursos ou vestibulares; e)o pagamento de aulas de idioma estrangeiro; f)os pagamentos feitos a entidades que tenham por objetivo a criação e a educação de menores desvalidos e abandonados; g)aulas particulares; h)as contribuições pagas às associações de Pais e Mestres e às associações voltadas para a educação. Despesas no Exterior As quantias remetidas ao exterior, para pagamento de despesas com matrícula e mensalidades escolares, são dedutíveis desde que preenchidas as condições supra (IN SRF nº 15/2001, art. 42). Os gastos com passagem, estadas e o IR eventualmente retido sobre a remessa não são dedutíveis. DESPESAS ESCRITURADAS EM LIVRO-CAIXA O contribuinte que perceber rendimentos do trabalho não-assalariado, inclusive os titulares dos serviços notariais e de registro, e os leiloeiros, poderão deduzir da receita decorrente do exercício da respectiva atividade (art. 75 e 76): a) a remuneração paga a terceiros, desde que com vínculo empregatício, e os encargos trabalhistas e previdenciários; 6

7 b) os emolumentos pagos a terceiros, assim considerados os valores referentes à retribuição pela execução, pelos serventuários públicos, de atos cartorários, judiciais e extrajudiciais; c) as despesas de custeio pagas, necessárias à percepção da receita e à manutenção da fonte produtora. Não são dedutíveis a) as quotas de depreciação de instalações, máquinas e equipamentos, bem como a despesas de arrendamento; b) as despesas com locomoção e transporte, salvo no caso de representante comercial autônomo quando correrem por conta deste. Não são dedutíveis as despesas da prestação de serviços de transporte em veículo próprio, locado, arrendado, ou adquirido com reserva de domínio ou alienação fiduciária e as despesas correlacionadas aos rendimentos auferidos pelos garimpeiros. Para utilizar-se das deduções o contribuinte deverá comprovar a veracidade das receitas e despesas escrituradas em Livro-Caixa, mediante documentação idônea. O excesso de deduçõesd apurado nomês poderá ser compensado nos meses seguintes, até o mês de dezembro, não podendo ser transposto para o ano seguinte. DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA Na declaração simplificada, as deduções legais são substituídas pelo desconto simplificado de 20% dos rendimentos tributáveis na declaração, sem necessidade de comprovação, limitado a R$ ,60 (ano-calendário Lei nº /2011). 7

8 DEDUÇÕES DO IR APURADO (DEDUÇÕES DE INCENTIVO) A legislação permite, em certas circunstâncias, que o valor das contribuições, doações, patrocínios e investimentos efetuados pelo contribuinte, relacionados a atividades de cunho social ou cultural, possam ser deduzidos do valor do imposto apurado, como forma de incentivo à efetivação de tais atividades. Essas deduções somente são cabíveis na apuração anual do IR. Estatuto da Criança e do Adolescente Podem ser deduzidas as contribuições feitas diretamente aos fundos controlados pelos Conselhos Municipais, i i Estaduais e Nacional dos Direitosit da Criança e do Adolescente que devem ser comprovadas por documento emitido pelos conselhos. Não é permitida a dedução de doações efetuadas diretamente às entidades assistenciais. Até o exercício 2011, as doações tinham que ser feitas até o final do ano-calendário. A partir do exercício 2012, a Lei nº /12 ampliou o prazo da doação para até o último dia útil de abril (prazo para entrega da declaração ede de pagamento da 1ª cota do IR). As doações feitas neste período inicial do ano seguinte, entretanto, estão limitadas a 3% do imposto devido. Passou a ser admitida também a doação em bens, pelo valor que está na declaração, desde que não exceda o valor de mercado. Fundos Nacional, Estaduais, ou Municipais do Idoso (incluído a partir do ano-calendário 2011, exercício 2012 Lei nº /10, art. 2º) Podem ser deduzidas as contribuições feitas diretamente ao Podem ser deduzidas as contribuições feitas diretamente ao Fundo Nacional, aos Fundos Estaduais, ou aos Fundos Municipais do Idoso. Não é permitida a dedução de doações efetuadas diretamente às entidades assistenciais. As regras são semelhantes às dos Fundos da Criança de do Adolescente, devendo as doações serem feitas até o final do ano-calendário. 8

9 Contribuições em favor de projetos culturais disciplinados pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC É dedutível do IR: a) o valor efetivo das doações e dos patrocínios na hipótese de produção cultural nos segmentos de artes cênicas; livros de valor artístico, literário ou humanístico; música erudita ou instrumental; circulação de exposições de artes plásticas e doações de acervos para bibliotecas públicas e para museus; e b) 80% do valor das doações e 60% do valor dos patrocínios relativos aos demais projetos culturais aprovados na forma da regulamentação do Pronac. Atividades Audiovisuais São dedutíveis do IR os investimentos na produção de obras audiovisuais cinematográficas brasileiras de produção independente, por meio de aquisição de quotas representativas de direitos de comercialização, caracterizadas por Certificados de Investimentos. Essa dedução está condicionada a: a) que os investimentos sejam realizados no mercado de capitais em ativos previstos em lei e autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM; e b) que os projetos de produção tenham sido previamente aprovados pelo Ministério da Cultura. Incentivo ao Desporto São dedutíveis do IR as doações ou patrocínios no apoio direto a projetos desportivos e polidesportivos previamente aprovados pelo Ministério do Esporte (Lei nº /06, art. 1º) ). Os projetos desportivos atenderão pelo menos a uma das seguintes manifestações, nos termos, limites e condições definidas em regulamento: a)desporto. de participação; b)desporto educacional; c)desporto de rendimento. Podem receber recursos do incentivo os projetos desportivos destinados a promover a inclusão social por meio do esporte, preferencialmente em comunidades de vulnerabilidade social. É vedada a utilização dos recursos do incentivo para o pagamento de remuneração de atletas profissionais, em qualquer modalidade desportiva. Limite das deduções do imposto O somatório das deduções acima descritas está limitado a 6% do valor do imposto devido na declaração de ajuste anual, e não são admitidas pelo contribuinte que usar o desconto simplificado. 9

10 Contribuição Previdenciária do Empregado Doméstico A legislação permite ainda deduzir, do imposto devido, a contribuição patronal paga à Previdência Social pelo empregador doméstico, incidente sobre a remuneração paga ao empregado doméstico (parcela suportada pelo empregador, limitada a 12% do salário mínimo - Lei nº , de 19 de julho de 2006, art. 1º, com previsão até o ano-calendário de 2011; Lei nº /2011, art. 3º, ampliando até o ano-calendário de 2014). A dedução aplica-se somente ao modelo completo de Declaração de Ajuste Anual, e está limitada: a) a1(um) empregado doméstico por declaração, inclusive no caso da declaração em conjunto; b) ao valor recolhido no ano-calendário a que se referir a declaração. Não poderá exceder: a) ao valor da contribuição patronal calculada sobre 1 (um) salário mínimo mensal, sobre o 13 o (décimo terceiro) salário e sobre a remuneração adicional de férias, referidos também a 1 (um) salário mínimo; b) ao valor do imposto apurado no ano, deduzidos os valores das demais deduções do imposto (Fundo da Criança e Adolescente, Fundo do Idoso, Incentivo ao Desporto, projetos culturais disciplinados pelo PRONAC e Atividades Audiovisuais). Fica condicionada à comprovação da regularidade do empregador doméstico perante o regime geral de previdência social quando se tratar de contribuinte individual. 10

11 Sistema de bases correntes. Os rendimentos serão tributados no mês em que forem recebidos, considerado como tal o da entrega de recursos pela fonte pagadora, mesmo mediante depósito em instituição financeira em favor do beneficiário (art. 38, PUdoRIR/99). O sistema de bases correntes foi criado, para fins de imposto de renda das pessoas físicas, pela Lei nº 7.450/85, quando a apuração e o pagamento passaram a ser devidos à medida que auferido o rendimento (mensal). O lançamento do imposto também deixou de ser por declaração, passando a ser lançamento por homologação (art. 150 do CTN). Em regra, os rendimentos que integram o ajuste anual recaem em uma das duas hipóteses a seguir: Retenção do IR devido pela fonte pagadora. Recolhimento mensal obrigatório (carnê leão). Exceção à regra são os rendimentos da Atividade Rural, que não se sujeitam a tais apurações mensais. Imposto de Renda retido na fonte (IRRF). A matéria é tratada no RIR/99 em seus artigos 74 a 79 e 620 a 640. Estão sujeitos à retenção do IR pela fonte pagadora os seguintes rendimentos, submetidos ao ajuste anual: Pagos por pessoa jurídica a pessoa física (trabalho assalariado, não assalariado, serviços de transporte, aluguéis, royalties, benefícios de previdência privada, resgates de FAPI, remunerações, gratificações e participações de administradores etc). Pagos por pessoa física a pessoa física, se resultante de rendimento do trabalho assalariado (art. 624). 11

12 Desses rendimentos podem ser excluídos: a) R$ 164,56 por dependente (ano-calendário Lei nº /2011); b) as pensões alimentícias judiciais, assim como as decorrentes de escritura pública; c)a contribuição previdenciária oficial (art. 74); d)as contribuições para as entidades de previdência privada domiciliadas no País, cujo ônus tenha sido do contribuinte, destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social (exclusivamente para dedução de rendimentos do trabalho assalariado art. 74, II e 1º); e)o valor de R$ 1.637,11, correspondente à parcela isenta dos rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, pagos pela previdência, pública ou privada, aos maiores de 65 anos (art. 79). A base de cálculo do imposto a ser retido na fonte é a diferença entre o rendimento pago no mês e a soma das deduções mensais acima descritas. Aplicada a Tabela Mensal do Imposto de Renda à base de cálculo, determina-se o Imposto de Renda a ser retido pela fonte pagadora (IRRF). Há um prazo, fixado na legislação, para que a fonte pagadora recolha, através de DARF, o valor do imposto retido. Os valores de imposto retido são compensáveis com o imposto devido na declaração de ajuste anual. Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para o exercício de 2013, ano-calendário de Base de cálculo mensal em Parcela a deduzir do Alíquota % R$ imposto em R$ Até 1.637,11 De 1.637,12 até 2.453,50 7,5 122,78 De 2.453,51 até 3.271,38 15,0 306,80 De 3.271,39 até 4.087,65 22,5 552,15 Acima de 4.087,65 27,5 756,53 12

13 EXEMPLO Rendimento do Trabalho Assalariado: R$ 4.000,00 (1) Dependentes (dois): R$ 329,12 (2) Previdência Oficial: R$ 320,00 (3) Previdência Privada: R$ 150,00 (4) Base de Cálculo Mensal: ( ): R$ 3.200,88 De 2.453,51 até 3.271,38 15,0 306,80 IR retido = 0,15 x 3.200,88 306,80 = R$ 173,33 Recolhimento mensal obrigatório (Carnê Leão = CL). A matéria é tratada no RIR/99 em seus artigos 106 a 112. O recolhimento mensal obrigatório ocorre, regra geral, quando uma pessoa física recebe, de outras pessoas físicas, rendimentos tributáveis não sujeitos ao IRRF, como, por exemplo: aluguéis, honorários pelo exercício de profissões, prestação de serviços etc; emolumentos e custas, recebidos pelos notários, registradores etc; pensões alimentícias; ou quando recebe rendimentos de fontes situadas no exterior (art. 106). No caso, a própria pessoa física beneficiária dos rendimentos deverá efetuar o recolhimento do imposto devido. Não cabe, pois, retenção do imposto pela fonte pagadora. Para determinação do valor a ser recolhido deve-se proceder ao somatório dos rendimentos auferidos no mês, sujeitos ao recolhimento mensal obrigatório. Desse total podem ser excluídos (art. 110): a) R$ 164,56 por dependente (ano-calendário Lei nº /2011); b) as pensões alimentícias judiciais, assim como as decorrentes de escritura pública; c)a contribuição previdenciária oficial; d) as despesas contabilizadas no Livro-Caixa por profissionais liberais, tabeliães, etc. 13

14 O resultado obtido após a dedução das despesas é então levado à tabela progressiva mensal, a mesma adotada para retenção na fonte, para fins de determinação do valor do recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão). O imposto calculado deverá ser recolhido, pelo contribuinte, até o último dia útil do mês seguinte ao da percepção dos rendimentos. Os valores de carnê leão pago são compensáveis com o imposto devido na declaração de ajuste anual. Recolhimento complementar. O recolhimento complementar é uma antecipação opcional do IR devido na declaração de ajuste anual. É apurado, geralmente, quando a pessoa física recebe rendimentos de mais de uma fonte pagadora. Está previsto nos artigos 113 a 116 do RIR/99. Para o cálculo do IR complementar (IRC) os rendimentos, auferidos entre 1 de janeiro do ano-calendário e o último dia do mês a que se referir, são somados e, depois de computadas as deduções cabíveis (as mesmas admitidas na declaração de ajuste anual), o resultado é levado à tabela progressiva anual. O imposto apurado poderá ser recolhido até o último dia útil do ano-calendário a que se referir. Também é compensável com o imposto devido na declaração de ajuste anual. RESULTADO TRIBUTÁVEL DA ATIVIDADE RURAL Considera-se resultado da atividade rural a diferença entre o valor da receita bruta recebida e o das despesas pagas no ano- calendário, correspondente a todos os imóveis rurais do proprietário (art. 63 do RIR/99). Para atividade rural no exterior, apuração em separado. Obrigatória a conservação e guarda do Livro Caixa. Pode ser compensado com prejuízos apurados em anos-calendário anteriores (art. 65). É vedada a compensação: de resultado positivo obtido no exterior com resultado negativo obtido no País. 14

15 O resultado da atividade rural, quando positivo, integrará a base de cálculo do imposto, na declaração de ajuste anual, e, quando negativo, constituirá prejuízo compensável nos anoscalendário posteriores (art. 68). À opção do contribuinte, o resultado da atividade rural limitarse-á a 20% da receita bruta do ano-calendário (art. 71). Neste caso, o contribuinte não fica dispensado da comprovação das receitas e despesas. Tal opção não se aplica a quem desenvolve atividade rural e seja residente ou domiciliado no exterior. Como já explicado, os rendimentos da Atividade Rural não se sujeitam a apurações mensais, são considerados somente no ajuste anual. Resultado da Atividade Rural = Receita Bruta Auferida Despesas Pagas Opção: Resultado da Atividade Rural = 20% Receita Bruta Auferida Resultado da Atividadeid d Rural Se positivo = lucro (computado no ajuste - IR anual) Se negativo = prejuízo (compensa com resultado positivo posterior) Período de apuração. Regra geral, o período de apuração do imposto de renda é anual. Os rendimentos auferidos pelo contribuinte no decorrer do ano, se sujeitos ao ajuste anual, devem ser totalizados para a determinação do imposto anual efetivamente devido. Esta apuração é feita na Declaração de Ajuste Anual, que deve ser apresentada até o último dia útil de abril do ano seguinte ao da percepção dos rendimentos. 15

16 SOMA DOS RENDIMENTOS ANUAIS SUBMETIDOS AO AJUSTE São rendimentos tributáveis no ajuste anual: recebidos de pessoas jurídicas (IRRF); recebidos de pessoas físicas (CL ou IRRF); recebidos do exterior (CL); resultado tributável da Atividade Rural. Devem ser incluídos os rendimentos auferidos pelo titular e pelos dependentes. Base de Cálculo. É a dimensão quantitativa inerente à obrigação e ao crédito tributário, é o quantum, expressão econômica reveladora da capacidade contributiva, sobre a qual incidirá o tributo, pela aplicação das alíquotas previstas em lei (no caso, através de tabela progressiva). De acordo com o art. 83 do RIR/99, a base de cálculo do imposto devido no ano-calendário será a diferença entre as somas: de todos os rendimentos percebidos no anocalendário, exceto os isentos, os não tributáveis, os tributáveis exclusivamente na fonte e os sujeitos a tributação definitiva; das deduções relativas ao somatório dos valores previstos na legislação (previdência oficial, previdência privada e FAPI; dependentes, despesas com instrução, despesas médicas, pensão alimentícia, judicial ou por escritura pública; e Livro Caixa). SOMA DOS RENDIMENTOS ANUAIS SUJEITOS A AJUSTE menos SOMA DAS DEDUÇÕES ANUAIS DOS RENDIMENTOS = BASE DE CÁLCULO ANUAL DO IMPOSTO DE RENDA 16

17 Alíquotas. As alíquotas do imposto de renda das pessoas físicas são progressivas, divididas em quatro faixas, variando de 7,5% a 27,5 %. Estão mostradas na tabela a seguir. Tabela Progressiva para o cálculo anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para o exercício de 2013, anocalendário de * Base de cálculo anual em R$ Alíquota % Parcela a deduzir do imposto em R$ Até ,32 De ,33 até , , ,40 40 De ,01 até ,56 15, ,55 De ,57 até ,80 22, ,79 Acima de ,80 27, ,38 Multiplica-se a base de cálculo pela alíquota da faixa adequada e em seguida diminui-se a parcela fixa da terceira coluna da tabela, obtendo-se assim o imposto devido. A parcela fixa da tabela tem por objetivo evitar uma descontinuidade do nível de tributação, quando se muda de faixa, tornando a linha que representa a alíquota efetiva contínua. EXEMPLO Total dos Rendimentos sujeitos ao ajuste: R$ ,00 (1) Total de Deduções do Rendimento: R$ 8.000,00 (2) Base de Cálculo (1) (2): R$ ,00 De ,57 até 9.051,80 22, ,79 IR devido = 0,225 x , ,79 = R$ 2.374,21 17

18 Lançamento. Lançamento do tributo é o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação correspondente, determinar a matéria tributável, calcular o montante devido, e identificar o sujeito passivo. No imposto de renda, o lançamento é efetuado por homologação (art. 150 do CTN): o próprio contribuinte apura o imposto devido e faz o recolhimento antecipado, sem prévio exame da Autoridade Administrativa, sob condição resolutória. Dentro do prazo decadencial, pode a Administração Tributária homologar expressamente a atividade do contribuinte, ou rever de ofício o lançamento (art. 150, 4º). Caso a Administração Tributária constate que o contribuinte declarou e pagou imposto insuficiente, procederá ao lançamento de ofício da diferença apurada, que poderá ser efetuado por: Notificação de Lançamento; ou Auto de Infração. Não se manifestando a Autoridade Administrativa no prazo decadencial, ocorre a homologação tácita (exceto em casos de dolo, fraude ou simulação). Cálculo do tributo. Determinada a base de cálculo anual, o imposto de renda devido é obtido através da aplicação das alíquotas mostradas na tabela anual do IR. 18

19 Do imposto apurado podem ser deduzidas as contribuições feitas diretamente aos fundos controlados pelos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, que devem ser comprovadas por documento emitido pelos conselhos. O mesmo ocorre com relação aos demais incentivos: Incentivo ao Desporto, Fundos do Idoso, PRONAC, Atividades Audiovisuais, previdência social do empregado doméstico (parte do empregador). Podem ainda ser compensadas as antecipações de pagamento do imposto (RIR/99, art. 87): Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF); Carnê Leão (CL) Imposto de Renda Complementar (IRC) Caso o contribuinte tenha auferido rendimentos recebidos do exterior, e tais rendimentos tenham sido lá tributados, e haja acordo ou convenção internacional firmado com o país de origem dos rendimentos, ou reciprocidade de tratamento naquele país, tal importância poderá ser também compensada (RIR/99, art. 103). O imposto final devido, entretanto, não poderá ser inferior àquele que era devido somente com os rendimentos auferidos no País (antes da inclusão do rendimento auferido no exterior - 1º). BASE DE CÁLCULO aplica-se tabela progressiva anual IMPOSTO DEVIDO menos DEDUÇÕES DO IMPOSTO (INCENTIVOS) = IMPOSTO DEVIDO* menos ANTECIPAÇÕES DO IMPOSTO (IRRF / CL / IRC) = IMPOSTO A PAGAR ou IMPOSTO A RESTITUIR 19

20 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1 - Assinale a opção que contém valores dedutíveis na declaração de ajuste anual: (A) despesa com curso de línguas no exterior. (B) despesa de plano de saúde do neto, que reside com o contribuinte, sabendo-se que a mãe, adolescente de 17 anos e solteira, é sua dependente, e também reside no mesmo local. (C) vinte por cento do rendimento tributável, no caso de opção pela declaração simplificada, independente do valor total dos rendimentos tributáveis na declaração de ajuste anual. (D) o valor de FAPI pago pelo contribuinte, para benefício de seus dependentes para fins de imposto de renda, dentro dos limites fixados em lei. (E) doação feita a entidade filantrópica e beneficente, com o objetivo de amparo a crianças e adolescentes. 2 - Assinale o procedimento INCORRETO adotado pelo contribuinte na sua declaração de ajuste anual: (A) Declarar no quadro de rendimentos isentos a importância recebida a título de herança. (B) Declarar no quadro de rendimentos isentos a importância recebida em decorrência de residência médica. (C) Declarar no quadro de rendimentos isentos as comissões, percentagens, prêmios e quotas-partes recebidas, decorrentes de multas ou receitas;. (D) A ex-esposa incluir como seus dependentes os filhos que estão sob sua guarda, e que recebem pensão alimentícia judicial, somando os rendimentos próprios com os dos filhos. (E) Deixar de oferecer à tributação na declaração de ajuste anual 10% do valor venal de imóvel de sua propriedade, quando cedido gratuitamente à mãe do contribuinte. 20

21 3 - Assinale a opção CORRETA: (A) - Os ganhos de capital auferidos na alienação de bens ou direitos integram a base de cál-culo da declaração de ajuste anual, admi-tida, contudo, a exclusão de seu custo. (B) Os gastos com alimentação fornecida pelo empregador integram os rendimentos do empregado assalariado. (C) Os rendimentos relativos à gratificação nata-lina (13º salário) são tributados na declara-ção de rendimentos do exercício subse-quente, destacados dos demais rendimen-tos. (D) Os ganhos de capital auferidos na alienação de bens ou direitos não integram a base de cálculo da declaração de ajuste anual. (E) Os rendimentos relativos à gratificação nata-lina (13º salário), em qualquer montante, não são tributáveis. 4 - Após separar-se de Antonio, Carla passou a receber, por parte dele, pensão alimentícia no valor de R$ 3.500,00 por mês, como fixado no acordo de separação por escritura pública. Carla deve considerar este rendimento como: (A) Rendimento isento, pois é equiparado a doação, e doações não são considerados rendimentos tributáveis. (B) Rendimento tributável no ajuste anual, e o ex-marido é o responsável pela retenção do imposto de renda na fonte, de acordo com a legislação. (C) Rendimento tributável no ajuste anual, cabendo a ela o pagamento do carnê leão, de acordo com a legislação. (D) Rendimento tributável no ajuste anual, cabendo a ela a o pagamento do imposto complementar, deacordo com a legislação. (E) Rendimento tributável no ajuste anual, e a fonte pagadora do ex-marido, que faz o desconto da pensão, é responsável pela retenção do imposto de renda na fonte, de acordo com a legislação. 21

22 5 Constitui dedução do rendimento bruto admitida somente na declaração de ajuste anual ou no cálculo do imposto complementar: (A) as contribuições previdenciárias; (B) a pensão alimentícia por escritura pública; (C) dependentes; (D) as despesas com instrução; (E) as despesas escrituradas no Livro Caixa. 6 Assinale a alternativa que contém valores dedutíveis pelo contribuinte em sua declaração de ajuste anual: (A) despesa médica com tratamento de sua esposa, a qual declara em separado; (B) pagamento de plano da saúde situado no exterior; (C) despesas de instrução de menor pobre que o contribuinte crie e eduque, mas não detenha a guarda judicial; (D) pagamento de plano de saúde a empresa domiciliada no País, correspondente a plano efetuado em nome de seu pai, que aufere rendimentos mensais isentos de R$ 2.000,00 no ano de 2012; (E) despesas com mensalidade do colégio profissionalizante de seu filho de 18 anos, considerado seu dependente, no valor anual de R$ 3.000,00 no ano de Sobre a declaração de rendimentos anual é INCORRETO afirmar: (A) há deduções do rendimento bruto anual que estão sujeitas a limites; (B) os pagamentos efetuados a dentistas, médicos e hospitais constituem despesas dedutíveis, desde que comprovadas; 22

23 (C) o imposto pago a título de ganho de capital poderá ser compensado na declaração de ajuste anual; (D) há deduções do imposto anual devido que estão sujeitas a limites; (E) o imposto complementar pago poderá ser compensado na declaração de ajuste anual. 8 Armando separou-se de Raisa e, a partir de fevereiro de 2012, começou a pagar pensão alimentícia aos dois filhos menores, que ficaram sob a guarda da mãe. MarqueaalternativaCORRETAquantoàdeclaraçãodo exercício 2013, ano-calendário 2012: (A) Armando pode considerar os filhos dependentes, mas não pode deduzir a pensão paga; (B) os filhos não podem apresentar declaração de rendimentos em separado, pois são menores de idade; (C) Armando pode considerar os filhos dependentes, e também deduzir a pensão paga; (D) Raisa pode deduzir os dois filhos como seus dependentes, podendo tributar ou não os valores de pensão por eles recebida; (E) Raisa pode deduzir de seus rendimentos a pensão paga aos dois filhos. 9 Considerando-se que o contribuinte do imposto de renda está obrigado a apresentar, anualmente, declaração de rendimentos, podemos afirmar que: (A) o imposto de renda das pessoas físicas possui regime de lançamento por declaração; (B) oimposto de renda das pessoas físicas possui regime de lançamento misto; (C) o imposto de renda das pessoas físicas possui regime de lançamento direto; (D) o imposto de renda das pessoas físicas possui regime de lançamento por homologação; (E) o imposto de renda das pessoas físicas possui regime de lançamento ex officio. 23

24 10 Assinale a alternativa INCORRETA: (A) cabe dedução, do imposto devido, dos valores pagos como incentivo às atividades audiovisuais; (B) a contribuições feitas ao Fundo Estadual dos Direitos da Criança e Adolescente são deduções válidas do imposto devido; (C) o limite das deduções do imposto é de 12% do valor de imposto devido; (D) cabe dedução, do imposto devido, dos valores pagos como doação para apoio a projetos desportivos; (E) os valores pagos de imposto complementar podem ser compensados no ajuste anual. Formas de Apresentação da Declaração de Ajuste Anual e de Tributação dos Rendimentos Casos Específicos Em algumas situações os contribuintes possuem mais de uma opção para tributar seus rendimentos e apresentar a declaração de ajuste anual. É o caso de filhos menores em relação aos responsáveis; casal (ou conviventes) com rendimentos produzidos por bens comuns; dissolução da sociedade conjugal; espólio e cônjuge sobrevivente etc. Tais particularidades são tratadas nos itens a seguir. Menores e Outros Incapazes (RIR/99, arts. 4º e 5º) Os menores e outros incapazes são contribuintes individuais e, portanto, os rendimentos são tributados em seus nomes. O recolhimento do tributo e a apresentação da declaração ficam sob responsabilidade de qualquer de seus pais, do seu tutor, do seu curador ou do responsável por sua guarda, conforme o caso. Por opção, a apuração do imposto e a entrega da declaração podem ser feitas em conjunto com a dos pais, do curador, do tutor ou do responsável por sua guarda, somando-se aos rendimentos do responsável os auferidos pelo menor. Estando sob a responsabilidade de apenas um dos pais, por sentença judicial, apenas este poderá optar pela tributação conjunta. 24

25 Sociedade Conjugal e União Estável (RIR/99, arts. 6º a 10) a. Constância da Sociedade Conjugal Como regra geral, os cônjuges são tributados individualmente em: (i) 100% de seus rendimentos próprios; e (ii) 50% dos rendimentos produzidos pelos bens comuns. Por opção, os rendimentos produzidos pelos bens comuns podem ser tributados, na sua totalidade, por apenas um dos cônjuges. Podem ainda declarar os rendimentos em conjunto. A declaração em conjunto deve ser apresentada em nome de um dos cônjuges e o outro cônjuge pode ser relacionado como dependente. Nela devem ser incluídos os rendimentos de ambos, inclusive provenientes de bens gravados com cláusulas de incomunicabilidade ou inalienabilidade. Essas normas aplicam-se também aos casos de separação de fato. b. União Estável Cada companheiro deve tributar os rendimentos próprios e 50% dos rendimentos produzidos pelos bens em condomínio, salvo estipulação contrária em contrato escrito, quando deve ser adotado o percentual nele previsto. Os companheiros podem, opcionalmente, apresentar declaração em conjunto. c. Dissolução da Sociedade Conjugal (i) por morte No caso de morte de um dos cônjuges, são tributadas, em nome do sobrevivente: - as importâncias que receber de seu trabalho próprio; - as pensões de que tiver gozo privativo; - os rendimentos de quaisquer bens que não se incluam no montante a partilhar; - 50% dos rendimentos produzidos pelos bens comuns. 25

26 (ii) por separação judicial Tratando-se de separação judicial, divórcio ou anulação de casamento, a declaração de rendimentos deve ser apresentada em nome de cada um dos contribuintes. O que detém guarda de filhos pode considera-los como dependente, acrescentando os rendimentos destes em sua declaração. O outro excônjuge pode deduzir pensão alimentícia paga a alimentandos em decorrência de decisão judicial, acordo homologado judicialmente ou escritura pública. Espólio (RIR/99, arts. 12 e 13) Espólio é o conjunto de bens, direitos, rendimentos e obrigações da pessoa falecida. É contribuinte distinto do meeiro, herdeiros ou legatários. Ao espólio aplicam-se as normas a que estão sujeitas as pessoas físicas, sendo ele representado pelo inventariante a partir da data da abertura da sucessão. Pelo inventariante são apresentadas: a)as declarações de rendimentos, a partir do ano-calendário do falecimento e até a data em que for homologada a partilha ou feita a adjudicação dos bens; b)as declarações obrigatórias não entregues em vida pelo falecido. São tributados na declaração do espólio: a)os rendimentos próprios do falecido; b)50% dos rendimentos produzidos pelos bens comuns no curso do inventário. Por opção, todos os rendimentos produzidos pelos bens comuns podem ser tributados em nome do espólio. 26

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