DESENVOLVER PROJETOS E ORGANIZAR EVENTOS NA ESCOLA: uma oportunidade para pesquisar e compartilhar conhecimentos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESENVOLVER PROJETOS E ORGANIZAR EVENTOS NA ESCOLA: uma oportunidade para pesquisar e compartilhar conhecimentos"

Transcrição

1 DESENVOLVER PROJETOS E ORGANIZAR EVENTOS NA ESCOLA: uma oportunidade para pesquisar e compartilhar conhecimentos Marcílio Hubner de Miranda Neto Rafael Bruno Neto Ana Lúcia Crisostimo INTRODUÇÃO Quando o desejo humano de compreender o mundo está organizado de forma criteriosa para coletar, testar e partilhar, temos o que chamamos de ciência. (Harlan e Rivkin, 2002) Quando se fala em ciência no ambiente escolar ocorre uma imediata associação com as questões que envolvem a biologia, a física e a química, raramente as ciências sociais são lembradas. Talvez seja por isto que sempre que a escola organiza uma feira de ciências as humanidades são deixadas de lado e as questões sociais contemporâneas não são discutidas, apesar de influenciarem o fazer científico e de serem fortemente influenciadas pela introdução dos aparatos tecnológicos na sociedade. Verifica-se uma carência de aproximação entre as ciências sociais e as ciências naturais, entre o fazer científico e a vida. Nesse sentido chama a atenção Boaventura de Souza santos (1995) ao argumentar que o conhecimento científico deve ensinar a viver e traduzir-se num saber prático, derivando daí uma característica da ciência pós-moderna: todo conhecimento científico visa constituir-se em senso comum sem carregar consigo o caráter pejorativo que o termo possui, pois estaria ligado a socialização do saber. Mas não é somente nas feiras de ciências que as ciências sociais são desconsideradas como alerta Siqueira (2005) nos programas de televisão voltados ao público infantil o modelo de cientistas apresentado é aquele dos laboratórios, das experiências tubos de ensaio, pipetas e equipamentos eletrônicos. Nunca aparece um sociólogo, antropólogo, psicólogo ou cientista político. Ressalta que no universo do desenho e das animações, esses não parecem ser reconhecidos como profissionais das ciências. Agora eu indago a você que está lendo este texto: no universo de nossas escolas e de nossas feiras de ciências quem é reconhecido como cientista? Quais os tipos de pesquisas são ou podem ser desenvolvidas? Será que as Escolas de Ensino Básico podem realizar pesquisas que gerem novos conhecimentos? Quais os tipos de trabalhos apresentados nas feiras de ciências que organizamos e como eles contribuem para a construção da cidadania? Há necessidade de separar feiras de ciências de feiras culturais? Qual o percurso a ser percorrido pelos alunos, pelos professores e pelas escolas no desenvolvimento dos projetos e na organização das feiras de ciências? Frente a estes questionamentos elaboramos o presente trabalho que tem por objetivo promover reflexões sobre a temática, bem como reunir informações da literatura que colaborem para a compreensão da importância de tais eventos. DESENVOLVIMENTO Segundo Mancuso (2000) As Feiras de Ciências são eventos realizados nas escolas ou na comunidade com a intenção de, durante a exposição dos trabalhos, oportunizar um diálogo com os visitantes, constituindo- se na oportunidade de discussão dos conhecimentos, das metodologias de pesquisa e da criatividade dos alunos. Vejam que no conceito não existem restrições as metodologias das ciências sociais, então porque não estimular os alunos para que surjam cada vez mais trabalhos que mostram o universo das ciências sociais e suas relações com as ciências naturais, com as tradições humanas e com as artes? Conforme é destacado nos Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997), a manifestação artística tem em comum com o conhecimento científico, técnico ou filosófico o seu caráter de criação e inovação. Essencialmente, o ato criador, em qualquer dessas formas de conhecimento, estrutura e organiza o mundo, respondendo aos desafios que dele emanam, num constante processo de transformação do homem e da realidade circundante. Tanto a ciência quanto a arte respondem a essa necessidade mediante a construção de objetos de conhecimento que, juntamente com as relações sociais, políticas e econômicas, sistemas filosóficos e éticos, formam o conjunto de manifestações simbólicas de uma determinada cultura. Ciência e arte são, assim, produtos que expressam as representações imaginárias das distintas culturas, que se renovam através dos tempos, construindo o percurso da história humana.

2 Em que pesem as críticas ao reducionismo com que muitas vezes são tratadas as feiras de ciências elas representam uma excelente oportunidade dos alunos deixarem de ocupar uma posição passiva no processo de aprendizagem e de serem estimulados a realizar pesquisas que fundamentem os projetos que irão desenvolver e tornar público quando da realização do evento. A realização das feiras de ciências, mostras culturais e outros eventos similares geram um grande movimento na escola, pois colocam os alunos na condição de pesquisadores, e os professores devem assumir o papel de orientadores. Esses novos papéis causam uma tensão positiva que desperta nos alunos e nos professores a necessidade de rever seus aprendizados anteriores e aprofundar conhecimentos, pois estão cientes que no momento da apresentação do trabalho para a comunidade muitos questionamentos irão surgir e os alunos apresentadores só darão conta de realizar a transposição didática se estiverem seguros do conhecimento que fundamenta sua ação enquanto mediadores no processo ensino/aprendizagem. Desta maneira quanto maior a fundamentação teórica e o envolvimento nas atividades práticas que resultaram na produção do trabalho, melhor será a capacidade de interlocução do aluno no momento da socialização dos resultados do seu trabalho com a comunidade escolar e extra-escolar. Essa busca por conhecimentos possibilita aos alunos conhecerem diferentes fontes de informações que vão desde a pesquisa em livros, artigos de jornais e revistas, sites e, muitas vezes, centros de ciências, museus de divulgação científica e tecnológica, universidades entre outras. Portanto, o aprendizado ocorrido no desenvolvimento de um projeto, vai muito além do mero conhecimento de um conteúdo, pois amplia a capacidade do aluno para buscar informações, reuni-las, sintetizá-las e estabelecer suas próprias conclusões.este contexto contribui para a construção de uma visão da ciência como uma interpretação do mundo, e não como um conjunto de respostas prontas e definidas (Campus e Nigro, 1999). O processo de aprendizagem obedece algumas etapas que se sucedem e que permitem graus variados de aprofundamento do raciocínio. O simplesmente ler implica em um nível de complexidade; o ler escrevendo, outro nível de complexidade; executando uma atividade, outro nível mais profundo de complexidade de mobilização cerebral. Ao elaborar uma atividade com o nível de exigência de um trabalho científico, de qualquer complexidade, ou simplicidade, conforme o esperado em uma feira de ciências do ensino fundamental ou médio, tem-se o máximo de mobilização das funções cognitivas, de memória, aprendizagem e de criação que se pode exigir de um indivíduo. Dessa forma, as feiras de ciências, enquanto extensões da escola tornam-se instrumento de construção da linguagem e de sistematização do pensamento, do raciocínio e do trabalho. Apresentam-se também como oportunidade para abrir as janelas: da curiosidade e interesse do aluno, da criatividade e mobilização do professor, da vida e sentido social da Escola. Do ponto de vista metodológico, segundo Pavão (2005) as feiras de ciências são utilizadas para repetição de experiências realizadas em sala de aula; montagem de exposições com fins demonstrativos; como estímulo para aprofundar estudos e busca de novos conhecimentos; oportunidade de proximidade com a comunidade científica; espaço para iniciação científica; desenvolvimento do espírito criativo; discussão de problemas sociais e integração escola-sociedade. A produção estudantil apresentada em feiras de ciências de acordo com Mancuso (2000) pode ser resumida em três modalidades: 1- Trabalhos de montagem de aparelhos e artefatos demonstrativos. Ex: maquetes, vulcões, eletroímãs, etc. 2-Trabalhos informativos com demonstração de conhecimentos acadêmicos/alertas/denúncias. Ex: Destilação de cana de açúcar, formação da chuva...aids, câncer de mama, tabagismo, etc. 3- Trabalhos investigatórios desenvolvidos a partir de projetos onde costuma ocorrer produção de conhecimentos com ênfase em temas referentes à saúde pública (ex: aditivos o perigo nos alimentos...), educação ambiental (ex: restauração ecológica no aterro...), temas didático-pedagógicos (ex: uso de brinquedos no ensino de...), interesse comunitários (ex: relação salário mínimo X cesta básica...), saber popular/investigações do cotidiano (ex: remédios caseiros para piolhos...), interesse econômico/produtividade (ex: que marca de arroz dendê mais?...), pesquisa de opinião, investigação descritiva/classificatória (Ex; ciclo de vida do coleóptero do amendoim...), funcionamento do corpo humano (ex: cafezinho X ritmo cardíaco...), ativismo tecnicista (ex: efeito de vinagre/álcool/leite/água no crescimento do alface,...), assuntos não usuais (ex: o poder das pirâmides na conservação da maçã...). Etapas de organização de uma feira de ciências:

3 1- Definição no planejamento anual da escola do período de realização da feira, que poderá ser da própria escola ou em parceria com outros órgãos; 2- Escolha de um tema geral; a. Esse tema deverá estar em sincronia com o currículo e representar uma forma de ampliar a aquisição de conhecimentos, bem como de socializá-los com a comunidade em que a escola está inserida; 3- Elaboração do regulamento para apresentação de trabalhos; 4- Estabelecimento de critérios de avaliação; 5- Planejamento das turmas que desenvolverão projetos para apresentação na feira; 6- Definição dos temas que serão pesquisados por cada equipe; 7- Elaboração do projeto de cada equipe. Elaborando o projeto de cada equipe: As feiras de ciências representam um grande estímulo para que crianças e jovens também construam conhecimentos científicos, rompendo com o mito de que pesquisa é privilégio de professores universitários e de pesquisadores ligados a institutos de pesquisa que só vivem na imaginação do jovem. Entretanto é preciso que esse jovem cientista seja orientado a sistematizar os conhecimentos que irá adquirir/construir, ou reconstruir, pois o fazer científico implica, necessariamente, em observar, elaborar e sistematizar. Ao se fazer o projeto, é importante definir onde se quer chegar com ele (é importante não querer salvar o mundo com um único projeto). A complexidade dos projetos deve respeitar o nível de conhecimento que os alunos já possuem e a capacidade para adquirir novos conhecimentos, dessa forma, projetos do ensino fundamental serão mais simples que projetos do ensino médio. Pois mais importante do que o resultado é a possibilidade de conhecer o processo. É fundamental que os temas sejam de interesse dos alunos, e que o professor tenha atitudes contagiantes, demonstre interesse autêntico em realizar o projeto, pois assim irá atrair o interesse emocional e intelectual dos alunos, e tornar essa experiência uma oportunidade de construir compreensões válidas da ciência, fazendo com que a pesquisa deixe de ser uma obrigação para se tornar uma atividade prazerosa. O percurso abaixo sugerido pode colaborar para que alunos de ensino fundamental e médio possam desenvolver seus projetos e compreender as fases de uma pesquisa. 1- Escolha do tema - Cada equipe vai escolher um tema que contemple o tema geral da feira. Essa escolha deve ser feita, preferencialmente, no início do ano letivo para que os alunos possam pesquisar e elaborar um projeto com característica permanente. 2- Lendo e compreendendo textos técnico-científicos - O professor orientador da equipe deverá solicitar-lhes que, periodicamente, tragam um texto referente ao tema escolhido e manifestem-se em sala de aula. É importante que o professor oriente os alunos sobre a forma correta de se ler e compreender um texto técnico científico. Isso, de acordo com Silva, (2004) poderá ser facilitado se o aluno obedecer como roteiro a busca de respostas às cinco perguntas que se seguem: a. Do que o texto trata (tema)? b. Qual o problema a ser solucionado (problema)? c. Que idéia defende e o que se quer demonstrar (idéia central ou tese)? d. Como o autor demonstra sua tese (argumentação)? e. O que é proposto como superação do problema (conclusão)? Todos irão perceber que, na verdade, essas mesmas perguntas deverão ser respondidas pelos alunos ao longo do processo de preparação dos seus próprios temas para a feira de ciências. Essa leitura lhes permitirá entender o percurso mental feito pelo autor/pesquisador/cientista para desenvolver a ação (pesquisa) que resultou nos subsídios para a construção do texto científico.

4 3- Pesquisando sobre o tema para montar o projeto Pesquisa vem do latim perquiro que significa procurar; buscar com cuidado; procurar por toda a parte; informar-se; inquirir; perguntar; indagar bem, aprofundar na busca. Conforme alerta Bagno (1998), nada tem a ver com trabalhos superficiais feitos só para dar nota. Nesta fase, os alunos devem procurar informações na Internet, na biblioteca, em jornais e também, quando possível, através de conversas e entrevistas com autoridades no assunto (que em termos de relato como referência é chamada de comunicação pessoal); 4- Papéis do professor -Agora que os alunos já sabem como montar seu projeto e qual tema irão abordar é hora de muita leitura, troca de informações e discussões. Nesta fase os alunos devem ser estimulados a se perguntarem o que gostariam de descobrir e transmitir para os outros e a recordarem o que já sabem sobre o tema. O professor desempenha o papel de catalisador que de acordo com Harlan e Rivkin (2002), auxilia os alunos a organizarem suas idéias e a perceberem se como sujeitos que pensam e resolvem problemas, resistindo a tentação de mostrar-se como grande conhecedor, estabelece o diálogo com alunos e uma relação de companheirismo onde todos compartilhem o prazer de ensinar e aprender. Na seqüência o professor assume o papel de consultor, observando, ouvindo, oferecendo dicas para os alunos. Deve também fazer algumas perguntas à equipe que a auxilie a focalizar o que é relevante para o seu projeto. É fundamental que os alunos tenham tempo para encontrar as respostas. Deve também atuar como Modelo deixando os alunos perceberem que ele reúne as qualidades necessárias ao sucesso na aprendizagem: curiosidade, persistência e criatividade. È importante que ele conte para os alunos sobre dificuldades que encontrou ou está encontrando e as tentativas sucessivas que fez ou vem fazendo até ter sucesso no desenvolvimento de um projeto. 5- Itens que compõe o projeto Título; objetivo; justificativa; metodologia; resultado esperado ou produto final; fontes de consulta ou bibliografia; cronograma. Título: Inicialmente pode ser adotado um título provisório que contemple o tema, assim o projeto já terá um nome, posteriormente ao final do trabalho um novo título mais criativo ou mais representativo poderá ser escolhido é sempre bom lembrar que o título é o menor resumo do trabalho. Vamos imaginar uma equipe de uma escola de Maringá que estabeleceu como tema estudar os fatores que levam a ocorrência de dengue no ambiente urbano e à partir de suas pesquisas elaborar texto, cartazes e uma exposição para a feira de ciência; Os título provisórios poderá ser: Investigação dos fatores que facilitam a proliferação de dengue no município de Maringá. Objetivos: Para estabelecer os objetivos é fundamental que todos se perguntem: qual a contribuição que queremos dar para ampliação, sistematização e socialização do conhecimento já produzido sobre o tema escolhido? O objetivo jamais pode ser fazer um trabalho para o professor dar nota ou fazer um trabalho para apresentar na feira de ciências isto é obvio. No exemplo que adotamos os objetivos podem ser: 1-compreender as causas da proliferação do mosquito da dengue em Maringá; 2-investigar as contribuições oferecidas pela população para a proliferação ou para a eliminação do mosquito. Justificativa: Neste capítulo devemos deixar claro porque optamos por pesquisar um tema. Algumas perguntas devem ser respondidas: é importante para as pessoas da comunidade de nossa escola e de nosso município saber mais sobre o tema? Os conhecimentos reunidos quando compartilhados com os colegas da escola e com os freqüentadores da feira de ciências contribuirão para que haja um crescimento cultural, pessoal ou social? Contribuirão para resolver algum problema que vivenciamos? Contribuirão para que as pessoas adotem uma nova conduta? Estimulará a criatividade na busca de alternativas científicas e tecnológicas no

5 desenvolvimento de produtos acessíveis a toda população? Resumindo elaborar uma justificativa é mostrar a importância e defender seu projeto. É aconselhável que você leia sobre o tema pois nos textos consultados você poderá encontrar fundamentação teórica que reforça a sua defesa do projeto. Equipe 1 - justificativa: Com certa freqüência ouvimos nos noticiários e lemos nos jornais sobre a ocorrência de casos de dengue em Maringá ou em cidades vizinhas, também em nossas escolas o tema é abordado nas aulas de ciências e biologia. Com freqüência são feitas campanhas de combate ao mosquito transmissor desta doença. Entretanto muitas pessoas não sabem reconhecer o mosquito e também não tomam as medidas necessárias para combater a sua proliferação. De acordo com Milaneze e Miranda Neto (2002) A dengue e a malária são doenças transmitidas por mosquitos que se reproduzem em águas limpas e paradas. No meio urbano, grande preocupação tem sido demonstrada com objetos que acumulam água como pneus, latas, caixas d água, pratos que suportam vasos com plantas, etc. Alertam também que há uma crescente utilização de diferentes tipos de bromélias na jardinagem pública e doméstica e aparentemente a população não relaciona a água armazenada nos copos destas plantas com a proliferação de mosquitos transmissores de doenças. Metodologia: A metodologia indica o caminho a ser percorrido e a forma utilizada para realizar o trabalho. Deve possibilitar o alcance dos objetivos estabelecidos e ser compatível com os resultados esperados. Vamos supor que nosso objetivo fosse apenas escrever um texto e elaborar cartazes à partir daquilo que encontrarmos em jornais, revistas e livros. Neste caso a metodologia para as duas equipes consistiria em: 1-reunir e ler textos; 2- fichar os textos lidos; 3- redigir o texto próprio da equipe; 3- elaborar cartazes explicativos para expor na feira de ciências. Outra possibilidade: equipe 1 - escrever um texto e elaborar cartazes com informações obtidas em jornais, revistas e livros e com dados obtidos por meio da observação dos jardins e terrenos baldios de Maringá, bem como montar uma exposição reproduzindo o ambiente que o mosquito da dengue prolifera. Neste caso a metodologia consistiria em: 1-reunir e ler textos; 2- fichar os textos lidos; 3- observação e registro de jardins e terrenos baldios onde existam situações de risco para a proliferação do mosquito da dengue; 4-redação do trabalho; 5- elaboração de cartazes explicativos para expor na feira de ciências; 6- montagem de uma exposição para feira de ciências. Produto Final: O produto final será um trabalho para apresentação na feira de ciências, desta forma os alunos poderão compartilhar com muitas pessoas aquilo que aprenderam. É interessante que as feiras de ciências produzam um livro de resumos onde os alunos deixarão registrado o trabalho que realizaram e ao mesmo tempo terão a oportunidade de atuar como autores de um trabalho publicado. Atualmente o livro de resumos também denominado de anais, não precisa ser impresso, a escola pode criar uma página na internet o livro de resumos pode ficar disponível na página com isto ocorre uma redução de custos e os resumos podem ser lidos por internautas de todo o mundo. Bibliografia: É importante dar crédito aos autores consultados e citados no texto incluindo-os na bibliografia. Após a feira de ciências: Tomando como base os escritos de Gasparin (2005) ao propor uma didática para a pedagogia histórico crítica entendemos que este é o momento do professor resgatar com os alunos o que representou para eles

6 desenvolver o projeto, como era a sua atitude enquanto cidadão antes de desenvolver o trabalho e como é sua atitude agora. Mudou alguma coisa? REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAGNO,M. Pesquisa na escola. São Paulo: Edições Loyola, BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: arte. Brasília: MEC/SEF, p. GASPARIN, J.L. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica.campinas: Autores Associados, HARLAN,J.D.; RIVKIN, M.S. Ciências na educação infantil: uma abordagem integrada, 7.ed. Porto Alegre: artmed,2002. MANCUSO, R. Feiras de ciências: produção estudantil, avaliação, conseqüências. Contexto Educativo. Revista digital de Educacion y nuevas Tecnologias n. 6, abril, Disponível em: Acesso em 24/09/2005 MILANEZE, M.; MIRANDA NETO,M.H. O cultivo de bromélias e suas relações com a dengue e a malária. Arq. Apadec, 6(1):jan. jun., PAVÃO, A.C. Feiras de Ciências: revolução pedagógica. Disponível em Acesso em 24/09/2005. SANTOS, B.S. Um discurso sobre as ciências. &.ed. Porto: afrontamento, SILVA,E.R. Contribuições à construção de uma prática de leitura de textos técnico-científicos. In: SIQUEIRA, D.C.O. Superpoderosos, submissos: os cientistas na animação televisiva. In: Massarani,L. O pequeno cientista amador: a divulgação científica e o público infantil. Rio de Janeiro: Vieira & Lent: UFRJ, Casa da Ciência: Fiocruz, TRINDADE,D.F.; TRINDADE, L.S.P. Temas especiais de Educação e Ciência. São Paulo: Madras, CAMPOS, M.C.C.; NIGRO, R.G. Didática de Ciências: o ensino aprendizagem como investigação. São Paulo:FTD, 1999.

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo Introdução Funções psicológicas superiores Pilares da teoria de Vigotsky Mediação Desenvolvimento e aprendizagem Processo de internalização Níveis de desenvolvimento Esquema da aprendizagem na teoria de

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas

Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas Eduardo Vargas Pereira (IC) 1*, Diego Soares de Moura (IC) 1, Caroline Pereira Dutra (IC) 1, Roberta Almeida dos Santos

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

DE PESQUISA NA SALA DE AULA

DE PESQUISA NA SALA DE AULA COMO ORIENTAR um texto técnico-científico TRABALHO DE PESQUISA NA SALA DE AULA MUITAS VEZES CONSTATAMOS QUE ALGUMAS DEFICIÊNCIAS um texto técnico-científico NA APRENDIZAGEM PREJUDICAM O APRENDIZADO EM

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO.

A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO. A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO. Alessandra Ramos Barbosa Joseane Ataíde de Jesus RESUMO Reconstruir o aprender requer mudanças

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ COLEGIADO DE BIOLOGIA EaD LICENCIATURA EM BIOLOGIA EaD

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ COLEGIADO DE BIOLOGIA EaD LICENCIATURA EM BIOLOGIA EaD UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ COLEGIADO DE BIOLOGIA EaD LICENCIATURA EM BIOLOGIA EaD ATIVIDADE INTEGRADORA ASSOCIADA A PRÁTICA DE ENSINO Módulo IV Desenvolvimento e Crescimento Estudo do desenvolvimento

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

CADEIA ALIMENTAR: ATIVIDADE DIDÁTICA EM UMA ESCOLA PÚBLICA NA CIDADE DE PARNAÍBA-PI

CADEIA ALIMENTAR: ATIVIDADE DIDÁTICA EM UMA ESCOLA PÚBLICA NA CIDADE DE PARNAÍBA-PI CADEIA ALIMENTAR: ATIVIDADE DIDÁTICA EM UMA ESCOLA PÚBLICA NA CIDADE DE PARNAÍBA-PI Thaynara Fontenele de Oliveira (Universidade Federal do Piauí UFPI/CMRV) Email: thaynarafontenele@outlook.com Maria das

Leia mais

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Em ação! PARTE 1: (5 minutos) Procure alguém que você não conhece ou que conhece

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

UMA REFLEXÃO EPISTEMOLÓGICA DAS AULAS PRÁTICAS

UMA REFLEXÃO EPISTEMOLÓGICA DAS AULAS PRÁTICAS UMA REFLEXÃO EPISTEMOLÓGICA DAS AULAS PRÁTICAS Janice Silvana Novakowski Kierepka Professora de Educação Básica, Mestranda em Educação nas Ciências, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

:: NOVA ESCOLA ON-LINE ::

:: NOVA ESCOLA ON-LINE :: Page 1 of 7 Planos de aula Educação Infantil Conhecimento de Mundo Natureza e Sociedade Seres Vivos Plano de trabalho O ovo vira pinto Introdução Muito freqüentemente, o trabalho com as ciências naturais,

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE O USO DA INTERNET NO PROCESSO EDUCACIONAL: O DESAFIO PARA OS PROFESSORES

Leia mais

CIRCO: UMA PRÁTICA CORPORAL VIVENCIADA POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO. Palavras Chave: Educação Física, Ensino Médio e Circo

CIRCO: UMA PRÁTICA CORPORAL VIVENCIADA POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO. Palavras Chave: Educação Física, Ensino Médio e Circo CIRCO: UMA PRÁTICA CORPORAL VIVENCIADA POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO MARIA CRISTINA LOZANO Grupo de Pesquisa Educação Física FEUSP / CNPQ Este estudo é um relato de um projeto de educação física, entitulado

Leia mais

Aspectos importantes da realização de Feiras de Ciências na Educação Básica.

Aspectos importantes da realização de Feiras de Ciências na Educação Básica. Aspectos importantes da realização de Feiras de Ciências na Educação Básica. Identificação: Carolina Luvizoto Avila Machado, bióloga, coordenadora de projetos na Abramundo Educação em Ciências. Murilo

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI

ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI PREFEITURA MUNICIPAL DE LONTRAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI DESPERTANDO AÇÕES SUSTENTÁVEIS LONTRAS 2013 1.TEMA A preservação

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores.

Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Uma Biblioteca e a vontade de formar leitores. Prof. Ms. Deisily de Quadros (FARESC) deisily@uol.com.br Graduando Mark da Silva Floriano (FARESC) markfloriano@hotmail.com Resumo: Este artigo apresenta

Leia mais

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor.

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A ESCOLA PRECISA SER VISTA COMO UMA UNIDADE FUNDAMENTAL PARA

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 VIERO, Lia Margot Dornelles 2 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de Geografia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil E-mail:

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR COM A LENDA DO BOTO RESUMO

ALFABETIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR COM A LENDA DO BOTO RESUMO ALFABETIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR COM A LENDA DO BOTO RESUMO Cristina Maria da Silva Lima cris86lima@yahoo.com.br Diana Gonçalves dos Santos dianasantos07@gmail.com (IEMCI/UFPA) Este estudo apresenta um relato

Leia mais

CECIS, LABES e a elaboração de materiais de divulgação científica

CECIS, LABES e a elaboração de materiais de divulgação científica Estimulando crianças a práticas preventivas da dengue: o desenho de animação como recurso para mobilização Mariana de Queiroz Bertelli, Héliton da Silva Barros, Felipe Kolb Bernardes, Virgínia Torres Schall

Leia mais

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE ¹C. J. F. Souza (ID); ¹M. Y. S. Costa (ID); ²A. M. Macêdo (CA)

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Pavão, Antonio, C.¹, Rocha, Claudiane, F..S.², Silva, Ana, P.³ Espaço Ciência - www.espacociencia.pe.gov.br pavao@ufpe.br¹,

Leia mais

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Hernandes Santos, Amarílis Alfabetização na inclusão

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR

O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR O mundo como escola Texto Isis Lima Soares, Richele Manoel, Marcílio Ramos e Juliana Rocha Fotos Luciney Martins/Rede Rua Site 5HYLVWD9LUDomR Já pensou um bairro inteirinho se transformando em escola a

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES Tamiris Andrade Nascimento (Mestranda do Programa Educação Cientifica e Formação de Professores da Universidade

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

iniciais: relato de uma experiência de parceria

iniciais: relato de uma experiência de parceria A formação do professor de ciências para as séries iniciais: relato de uma experiência de parceria Profa. Dra. Maria Candida Muller Professora dos cursos de Pedagogia e Análise de Sistemas Centro Universitário

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO BACHETI, Luciane Serrate Pacheco, FERNANDES, Márcia Alessandra de Souza, SILVA, Maria Izabel

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso Especialização em Acessibilidade Cultural Departamento de Terapia Ocupacional da UFRJ. Rio de Janeiro, 2013 Responsáveis pela elaboração

Leia mais

Estudos da Natureza na Educação Infantil

Estudos da Natureza na Educação Infantil Estudos da Natureza na Educação Infantil Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Infantil (RCNEI) parte 3 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2015

Leia mais

CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1

CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1 CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1 SILVEIRA, Lidiane 2 ; LIMA, Graziela Escandiel de 3 1 Relato de experiência 2 Pedagoga, Especialista em Alfabetização, professora

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Departamento de Áreas Acadêmicas I Coordenação de Ciências Humanas

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS Kelly Karina Cardoso (kkimica@hotmail.com) Eniz Conceição de Oliveira (eniz@univates.br) Marlise

Leia mais

ABORDAGENS MULTIDISCIPLINARES NAS TRILHAS INTERPRETATIVAS COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: VISITAS GUIADAS AO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA

ABORDAGENS MULTIDISCIPLINARES NAS TRILHAS INTERPRETATIVAS COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: VISITAS GUIADAS AO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA ABORDAGENS MULTIDISCIPLINARES NAS TRILHAS INTERPRETATIVAS COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II: VISITAS GUIADAS AO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA Andréa Espinola de Siqueira; Ana Clara Frey de S. Thiago; Ana

Leia mais

MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO, NOVOS PERFIS E PAPÉIS PROFISSIONAIS

MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO, NOVOS PERFIS E PAPÉIS PROFISSIONAIS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO, NOVOS PERFIS E PAPÉIS PROFISSIONAIS DA CHAMINÉ AO CHIP GRANDES FATORES DE MUDANÇA A (R) EVOLUÇÃO DO CONHECIMENTO AS TECNOLOGIAS DE BASE CIENTÍFICA AS NOVAS TECNOLOGIAS ORGANIZACIONAIS

Leia mais

PRÁTICAS E VIVÊNCIAS 1

PRÁTICAS E VIVÊNCIAS 1 1 PRÁTICAS E VIVÊNCIAS 1 Cintia Taiza Klein 2 Patrícia Luiza Klein Santos 3 Marilete Staub 4 Jair André Turcatto 5 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho busca apresentar algumas atividades e vivências desenvolvidas

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES Rogério Sousa AZEVEDO (1); Iara M Cavalcante NOLETO (2) (1 e 2) Instituto Federal de

Leia mais

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM

AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM AS NOVAS DIRETRIZES PARA O ENSINO MÉDIO E SUA RELAÇÃO COM O CURRÍCULO E COM O ENEM MARÇO/ABRIL/2012 Considerações sobre as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio Resolução CNE/CEB

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL PROJETO DE INCENTIVO A LEITURA BIBLIOTECA ITINERANTE

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL PROJETO DE INCENTIVO A LEITURA BIBLIOTECA ITINERANTE SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL PROJETO DE INCENTIVO A LEITURA BIBLIOTECA ITINERANTE 1. APRESENTAÇÃO Este Projeto de Incentivo a Leitura "Minha Escola Lê", será desenvolvido nas unidades escolares que

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

Sem vocês nenhuma conquista valeria a pena. que dignamente me apresentaram à importância da família e ao caminho da honestidade e persistência.

Sem vocês nenhuma conquista valeria a pena. que dignamente me apresentaram à importância da família e ao caminho da honestidade e persistência. DEDICATÓRIA Às mulheres da minha vida Neiliane e Wany pelo apoio incondicional em todos os momentos, principalmente nos de incerteza, muito comuns para quem tenta trilhar novos caminhos. Sem vocês nenhuma

Leia mais

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRIZOLA, Silene Francisca dos Santos. (UNEMAT) silenefsb@hotmail.com SILVA, Maria Ivonete da. (UNEMAT) ivonete0304@hotmail.com RESUMO Este projeto foi desenvolvido

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL

ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL JÚNIOR/2013 Mostra de Trabalhos do Ensino Fundamental ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL Novo Hamburgo, abril de 2013. 1 APRESENTAÇÃO Estas orientações foram elaboradas baseadas

Leia mais

História e ensino da tabela periódica através de jogo educativo

História e ensino da tabela periódica através de jogo educativo História e ensino da tabela periódica através de jogo educativo Caroline Gomes Romano e-mail: carolgromano@hotmail.com Ana Letícia Carvalho e-mail: anale.carvalho03@gmail.com Isabella Domingues Mattano

Leia mais

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO José da Silva de Lima¹; José Rodolfo Neves da Silva²; Renally Gonçalves da Silva³; Alessandro Frederico da Silveira

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS Lucas Gabriel Seibert Universidade Luterana do Brasil lucasseibert@hotmail.com Roberto Luis Tavares Bittencourt Universidade Luterana do Brasil rbittencourt@pop.com.br

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular Daiele Zuquetto Rosa 1 Resumo: O presente trabalho objetiva socializar uma das estratégias de integração curricular em aplicação

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA

AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA ISSN 2316-7785 AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA Resumo Tiago Dziekaniak Figueiredo Universidade Federal do Rio Grande FURG tiago@furg.br José Alexandre

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Palavras-Chave: Educação Infantil. Portfólios Avaliativos. Teoria Histórico-Cultural.

Palavras-Chave: Educação Infantil. Portfólios Avaliativos. Teoria Histórico-Cultural. IMPLANTAÇÃO DOS PORTFÓLIOS AVALIATIVOS NOS CENTROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL CAMPUS - UEL E HU Eixo 4: Práticas Pedagógicas, Culturas Infantis e Produção Cultural para crianças pequenas Cassiana Magalhães Raizer

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Ensinar e aprender História - JP0038 PROFESSORA: Dra. Hilda Jaqueline de Fraga I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária 75h II EMENTA Concepções e temas recorrentes no

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E EXTINÇÃO DE ANIMAIS DA REGIÃO AMAZÔNICA: O ENSINO DE CIÊNCIAS ATRAVÉS DA CONSTRUÇÃO DE UM TELEJORNAL

DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E EXTINÇÃO DE ANIMAIS DA REGIÃO AMAZÔNICA: O ENSINO DE CIÊNCIAS ATRAVÉS DA CONSTRUÇÃO DE UM TELEJORNAL 1 DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO E EXTINÇÃO DE ANIMAIS DA REGIÃO AMAZÔNICA: O ENSINO DE CIÊNCIAS ATRAVÉS DA CONSTRUÇÃO DE UM TELEJORNAL Dayanne Dailla da Silva Cajueiro (Universidade Federal do Pará- UFPA-PIBID)

Leia mais

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636 PEDAGOGIA EMPRESARIAL E APRENDER BRINCANDO E A IMPORTÂNCIA DO JOGO: DIFERENTES TEMAS NA ÁREA EDUCACIONAL Ana Flávia Crespim da Silva Araújo ana.crespim@hotmail.com Elaine Vilas Boas da Silva elainevb2010@hotmail.com

Leia mais

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES Marcos Aurélio Alves e Silva- UFPE/CAA Alcicleide Ramos da Silva- UFPE/CAA Jucélia Silva Santana- UFPE/CAA Edelweis José Tavares Barbosa- UFPE/CAA

Leia mais

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa 1 MAPLE BEAR INTERMEDIATE - LP Introdução ao Programa de Língua Portuguesa Português é a língua falada no Brasil e é, primeiramente, com ela que pensamos, falamos, brincamos, cantamos e escrevemos. É a

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Ministrantes: Anita Maria da Rocha Fernandes César Albenes Zeferino Maria Cristina Kumm Pontes Rafael Luiz Cancian Itajaí,

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Conteúdos e Metodologia de Ciências Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário, resumo) Conteúdos e fundamentos

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A IMPORTÂNCIA DA PLURALIDADE METODOLÓGICA NO ENSINO FUNDAMENTAL

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A IMPORTÂNCIA DA PLURALIDADE METODOLÓGICA NO ENSINO FUNDAMENTAL EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A IMPORTÂNCIA DA PLURALIDADE METODOLÓGICA NO ENSINO FUNDAMENTAL Marques, J 1, 2,* ; Queiroz, T. V. 1,2 ; Ennes, M. R. 1,2 ; Dornfeld, C. B. 1,3. ¹Universidade Estadual Paulista (UNESP),

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS SILVA, Bárbara Tavares da 1 ARAÚJO, Junivan Gomes de 2 ALVES, Suênha Patrícia 3 ARAÚJO, Francinário Oliveira de 4 RESUMO Sabemos que

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY Kassius Otoni Vieira Kassius Otoni@yahoo.com.br Rodrigo Luciano Reis da Silva prrodrigoluciano@yahoo.com.br Harley Juliano Mantovani Faculdade Católica de

Leia mais

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica

Sugestão de Planejamento da Semana Pedagógica GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE ARAGUAINA SETOR REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO E ENSINO INTEGRAL Sugestão de Planejamento da Semana

Leia mais

Representando as cidades-sede da Copa do Mundo no Brasil

Representando as cidades-sede da Copa do Mundo no Brasil Projeto Didático: Representando as cidades-sede da Copa do Mundo no Brasil Ensino Fundamental: 1º ao 5º ano Disciplina: Geografia 1. Tema Os principais pontos históricos e turísticos de cada cidade do

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC RELATÓRIO SUCINTO: MÊS JUNHO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC RELATÓRIO SUCINTO: MÊS JUNHO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC 1. Dados do Município ou GERED a) Município: FLORIANÓPOLIS b)município/gered: SECRETARIA MUNICIPAL RELATÓRIO

Leia mais