Gestão da escola pública de educação basica: um projeto de extensão e parceria

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1 Gestão da escola pública de educação basica: um projeto de extensão e parceria Resumo O Curso de Pedagogia da Unisul, em forma de Projeto de Extensão, vem mantendo encontros periódicos de formação e troca de experiências em gestão educacional com as escolas públicas da 20ª Gerencia Regional de Educação (GERED), com sede no município de Tubarão, que congrega 43 (quarenta e três) escolas situadas no município sede e em 06 (seis) outros circunvizinhos. Ainda em execução, o projeto objetiva o fortalecimento dos serviços de gestão escolar. Como parte da metodologia, foram utilizados: diagnóstico da realidade a partir de conversas e pesquisas com os profissionais; realização de cursos,oficinas,palestras;sistematização das produções elaboradas; construção e realização de um processo de avaliação institucional das escolas. Os resultados até aqui alcançados demonstram a adesão de um expressivo grupo de profissionais empenhados com a busca de soluções para os problemas diagnosticados e o afastamento e desinteresse de outros que abandonaram o projeto no meio da caminhada.este artigo tem como objeto apresentar e refletir resultados dos diagnósticos iniciais realizados nos primeiros encontros. Os depoimentos sobre o cotidiano dos educadores gestores nos fazem perceber as contradições e diferenças entre as escolas e colocam a gestão como foco. Marileia Mendes Goulart Unisul Nádia Maria Soares Sandrini Unisul Palavras chave: Formação, Extensão, Parceria, Gestão Escolar. X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.1

2 1 Introdução O exercício profissional organiza se, cada vez mais, em torno de comunidades de prática, no interior de cada escola, mas também no contexto de movimentos pedagógicos que nos ligam a dinâmicas que vão para além das fronteiras organizacionais. (Nóvoa) Para o Curso de Pedagogia da Unisul a extensão se fortalece na relação dialética com as escolas de educação básica da rede pública na medida em que permite compreender que os conhecimentos construídos no cotidiano das práticas pedagógicas e os discutidos na Universidade se complementam para estruturar uma educação de qualidade. Compreende, também, o Curso de Pedagogia, como agente de formação inicial e permanente, com a constante função de refletir sobre o cenário educacional e, assim, trabalhar a extensão como forma de parceria, formação continuada, e assessoria na construção de projetos pedagógicos e de gestão, de forma a contribuir na e para a superação dos desafios do processo educativo. Nos últimos anos, ocorreram mudanças significativas, na estruturação da Educação Básica entre estas o Ensino Fundamental de nove anos e reestruturação do Ensino Médio. Essas mudanças exigem reorganização constante das escolas para que estas deem conta da diversidade e das demandas que envolvem o ensino e a aprendizagem desses novos tempos, o que significa assumir novos desafios. Conforme Rios (2001, p.38) é preciso, ainda, assimilar novas formas de se relacionar com o conhecimento, a pesquisa, a organização e a função da comunidade no envolvimento da educação. Para atuar em um novo modelo de escola é necessário também compreender sua função. Dos gestores educacionais, são exigidas cada vez mais habilidades e competências específicas de sua área de atuação para que possam manter entre educadores, alunos e comunidade escolar um relacionamento interpessoal e ao mesmo tempo exercer habilidades de coordenar, planejar e avaliar as ações pedagógicas. Dessa forma, o Curso de Pedagogia da Unisul, através de um projeto de extensão, se propôs a reunir profissionais que atuam na gestão das escolas de educação básica da rede publica estadual, para estudar e refletir sobre os desafios da equipe gestora na X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.2

3 efetivação e na mobilização de praticas educativas que atendam às expectativas de uma escola efetivamente comprometida com a formação integral de crianças e jovens. Participar de projetos institucionais que permita um aprendizado interdisciplinar, que fomente a pesquisa e que envolva o pedagogo com os espaços da gestão educacional e escolar é uma diretriz metodológica do curso. Chegar a este intento só é possível através de uma prática pedagógica que articula o ensino, a pesquisa e a extensão e, como afirma Nóvoa (2009), os modos de profissionalização docente implicam um reforço das dimensões coletivas e colaborativas, do trabalho em equipe, da intervenção conjunta nos projetos educativos das escolas. Em síntese, o projeto de extensão foi organizado para possibilitar a integração da graduação com a educação básica através de parcerias com as escolas públicas, no sentido de conhecer e auxiliar na gestão pedagógica, técnica e administrativa, estimular a pesquisa e a formação da comunidade interna e externa com vistas à melhoria dos processos de ensino aprendizagem da educação básica. É consenso entre os estudiosos da área da educação que as práticas, por si só, não provocam mudanças. Estas devem ser conduzidas com base em conhecimentos entendidos e articulados com a conjuntura social dos alunos. Tais conhecimentos devem aperfeiçoar as percepções diferenciadas e sustentadas conceitualmente do que se pretende com as práticas educacionais. O trabalho realizado, no geral, objetivou oportunizar no espaço da Universidade um movimento de reflexão teórico prático que contribuísse com a formação de gestores de instituições de Educação Básica Pública. Especificamente, propôs oportunizar o reconhecimento da importância do convívio ético e democrático nos processos grupais e as múltiplas dimensões da gestão escolar; Investigar os processos vivenciados no cotidiano das instituições; Organizar metodologias de planejamento coletivo; Promover debates e troca de experiências sobre a prática da gestão pedagógica, administrativa e financeira; Identificar as metas definidas para a melhoria do desempenho escolar; Estruturar junto com os gestores, projetos de avaliação institucional. O projeto envolveu profissionais da educação que atuam na gestão de instituições públicas de Educação Básica da região de abrangência da 20ª GERED Gerencia Regional de Educação, sede no município de Tubarão, que abrange 07 (sete) municípios e 43 X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.3

4 (quarenta três escolas), acadêmicos, professores e coordenação do curso de Pedagogia da Unisul. Como metodologia, o projeto previu: manter estreita relação com a 20ª GERED, que se responsabilizou pela participação dos profissionais gestores da escola; organização de um calendário mensal de encontros; realização de diagnóstico com os profissionais gestores para identificar familiaridade com temas de gestão educacional; realização de seminários envolvendo os gestores, alunos e professores do Curso de Pedagogia e profissionais convidados; estudo e analise das situações problema e experiências de sucesso apresentadas pelos participantes e ou identificados na literatura de maneira geral; construção coletiva de um processo de Avaliação Institucional das escolas participantes; compilação de dados para estabelecer um acervo de pesquisa para o Curso e as escolas. Como resultado final, o projeto, que ainda está em andamento, pretende que o Curso de Pedagogia da Unisul seja um polo de referencia para os gestores escolares das escolas públicas da região; trazer a escola de educação básica pública para a Unisul através de seus representantes e relatos do cotidiano; possibilitar que este espaço de ação/reflexão/ação complemente o estágio em gestão escolar para os estudantes do Curso de Pedagogia; fomentar o diálogo permanente dos assuntos relacionados à gestão escolar; Contribuir com o fortalecimento da gestão das escolas públicas da 20ª GERED. Neste artigo, apresentamos informações da implantação do projeto e alguns resultados iniciais do diagnóstico realizado com os profissionais gestores nos primeiros encontros. 2 Processos de Gestão e Liderança Síntese da história da sociedade e das organizações em cinco palavras: Nada fracassa como o sucesso. (Arnold Toynbee) X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.4

5 Esta frase inicial abriu o primeiro encontro com cerca de 100 (cem) educadores, inicialmente divididos em dois grupos, que foram inscritos pela GERED para participar do Projeto Cotidiano da gestão escolar: interação e construção de conhecimentos, aprovado no Programa de Bolsas de Pesquisa e Extensão do Artigo 171 FUMDES/UNISUL. Considerando que convivemos com sucessos e insucessos o tempo todo era importante levar ao grupo a reflexão de que ambos são passageiros e que nossas respostas a situações problemas estão a eles relacionadas, pois o sucesso ocorre sempre que nossa reação está à altura de um desafio que nos é imposto. Mas, quando surge um novo desafio, a reação antiga e bem sucedida não funciona mais e daí advém o fracasso. O que implica em colocar todo nosso potencial em ações e reações novas para situações também novas. Esta é uma premissa essencial da gestão: atentar se aos novos desafios para reinventar respostas que permita resolvê los. O tema do primeiro encontro: Processos de gestão e liderança, definido junto com a GERED, resgatou fundamentos essenciais da administração clássica e do papel do líder considerando que muitos dos profissionais não possuem formação especifica nesta área. Refletiu sobre a mudança de enfoque de administração para gestão, tema que é sempre evocado e que invadiu todas as organizações pressupondo que é preciso gestar, fazer nascer, empreender e inovar para atender as demandas de um contexto social cada vez mais complexo. Assim, não basta administrar, é preciso ter certeza que a gestão da organização está no rumo certo em relação aos objetivos traçados o que demanda uma constante avaliação do alcance das metas estabelecidas. Aos gestores compete avaliar constantemente a eficácia, eficiência e efetividade da escola: A escola está alcançando os resultados propostos? Os recursos utilizados estão adequadamente equacionados? Os resultados estão transformando a situação existente? Isto exige dos gestores um processo de planejamento que lhes permita fixar objetivos e metas para solucionar os problemas identificados, organizando e alocando estrategicamente os recursos financeiros, tecnológicos e humanos, estabelecendo uma comunicação adequada, motivando e liderando as pessoas para trabalharem em equipe, tomando decisões coletivas e, acima de tudo, avaliando processos e resultados. X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.5

6 Para que essas práticas estejam sustentadas na coletividade é preciso que se crie uma cultura de registros em que as falas e os fazeres cotidianos possam ser vistos e analisados pela comunidade escolar. Por meio dos registros podemos diagnosticar sucessos, fracassos, problemas para traçar metas e possibilidades de resolução. Como nos declara Rui Canário "Os principais recursos da Educação são as pessoas, os saberes e as experiências mobilizadoras. Com isso, não há escolas pobres", sendo assim, ouvir as pessoas se faz necessário. 2.1 Diagnóstico: conhecer é preciso "Não podeis ensinar coisa alguma a um homem; podeis apenas ajuda lo a encontrar o que procura dentro de si mesmo." (Bertrand Russel) No segundo encontro, com o tema Diagnóstico: conhecer é preciso, o objetivo foi sensibilizar o grupo a identificar percepções individuais e coletivas em relação às suas escolas. A metodologia utilizada foi exposição dialogada, com debate e reflexão, utilizando como instrumentos, além de textos com fundamentos técnicos, poesia, música, imagens, dinâmicas, entre outros. Foram provocadas analogias a fim de ilustrar que o cotidiano de trabalho é movido, não somente pelo que aparentemente fazemos, mas, muitas vezes, principalmente, por sentimentos que não demonstramos, sem perder de vista que um processo de gestão deve partir da realidade, trazendo as necessidades e aspirações individuais para a apreensão coletiva. Conforme afirma Vasconcelos (2004), a necessidade é aquilo que falta em cada aspecto relevante analisado para que a instituição possa ser o que deseja. Emergem da investigação e da avaliação que se faz da realidade, do confronto entre o real e o ideal. Assim, chegar às necessidades da instituição que se planeja favorece que o sujeito participante assuma como sua também aquela necessidade; possibilita ainda a interação entre os sujeitos em torno de um ponto de articulação (a proposta de ação que daí vai nascer). Vasconcelos, 2004 p.20 X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.6

7 No exercício, almejava se que o diagnóstico com este grupo representativo de tantas escolas permitiria conhecer certos problemas ou possibilidades não evidenciadas e que seriam referencia para dar continuidade aos encontros e respectivas escolhas de temas para estudo. Compreende se também que as percepções trazem uma forte implicação afetiva que, uma vez conhecidas, corroboram para identificar situações cotidianas da realidade escolar. Com base nesses entendimentos, o diagnóstico com os educadores gestores foi organizado a partir de dois instrumentos e focos: Percepção individual, onde foram solicitadas opiniões para os seguintes pontos: a) Os três principais desafios da sua escola; b) O que é favorável no contexto atual da sua escola; c) O que é desfavorável no contexto atual para a sua escola; Diagnóstico Coletivo, contendo duas questões abertas: a) O que parece ser um padrão das nossas escolas no contexto atual; b) Qual a tendência geral de desenvolvimento para as nossas escolas? De onde vêm e para onde vão? Participaram do diagnóstico 64 (sessenta e quatro educadores) e foram listados ao todo 192 (cento e noventa e dois) desafios; 46 (quarenta e seis) situações favoráveis e 65 (sessenta e cinco) desfavoráveis. As respostas foram estudadas, catalogadas, apresentadas e debatidas com o grupo em encontros posteriores. sintetizamos os dados coletados. Na sequencia Percepção individual: Os desafios da sua escola As palavras mais citadas pelos profissionais ao falar sobre os desafios da escola foram: Comprometimento 38; Gestor / gestão 28; Famílias 26; Equipe 26 ; Motivação 15 ; Formação 10; Valorização 9. Sem categorizar as respostas, dois desafios foram diretamente citados 52 (cinquenta e duas) vezes caracterizando do total respectivamente: X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.7

8 Ampliar participação dos pais/comunidade 16,1% Motivar os alunos para os estudos 10,9 % Os demais 140 (cento e quarenta) desafios citados foram agrupados em categorias para facilitar a análise dos dados. O agrupamento foi feito de acordo com a percepção das autoras sobre uma possível superação ou busca de superação dos desafios: SISTEMA DE ENSINO Não dependerem exclusivamente da equipe de gestão da escola. GESTÃO DA ESCOLA Dependerem principalmente da equipe de gestão da escola e com possibilidade de ações imediatas. SOCIEDADE Dependerem principalmente de mudanças sociais. O gráfico 1 demonstra os percentuais das respostas por categoria. Gráfico 1 Agrupamento das respostas dos Educadores sobre o que entendem sejam desafios para suas escolas. % RESPOSTAS/DESAFIOS 9,3 42,1 48,6 GESTÃO DA ESCOLA SISTEMA DE ENSINO SOCIEDADE Fonte: Pesquisa realizada pelas autoras com educadores/gestores da 20ª GERED. X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.8

9 Nas respectivas categorias foram ressaltados como desafios para as escolas nas quais os educadores trabalham: a) Gestão da escola b) Sistema de Ensino Oferecer educação de qualidade; Aumentar aprovação; Elaborar/rever PPP, conteúdos curriculares; Planejamentos, grupos de estudo; Diminuir evasão; Ampliar matrícula; Atender as dificuldades de aprendizagem; Aprovação sem o conhecimento necessário; Alcançar metas; Educar com responsabilidade; Alfabetizar e letrar os alunos; Acessibilidade; Interdisciplinaridade; Educação inclusiva de fato; Melhorar as aulas de educação física; Romper com velhas práticas; Promover a gestão democrática/trabalho em equipe; Melhorar os relacionamentos entre os profissionais; Definir funções e responsabilidades; Resolver conflitos professor/professor e professor/gestor; Resolver conflitos aluno/professor; Indisciplina; Avaliação institucional; Melhorar a comunicação na escola e desta com a comunidade; respeitar as diversidades em sala. c) Sociedade Ampliar comprometimento, qualificação e motivação dos profissionais; Excesso de falta dos professores; Melhor formação docente; Valorização dos profissionais da educação; União em busca de um só objetivo; Melhorar espaço/estrutura física; Mudança de prédio; Equipamentos; Recursos financeiros; Manter a escola sem ajuda do estado; Rotatividade de professor; Professor vinculado a várias escolas; Número de alunos versus equipe de gestão desigual; Recursos técnicos pedagógicos. Compreender o perfil de aluno, pais, sociedade; Resgatar valores junto aos alunos e famílias; Desigualdade social; Envolvimento de alunos com trafico de drogas; Formação ético/social do aluno. Os dados acima nos permitem perceber que há uma complexidade que adentra a escola, as situações descritas são aquelas que cotidianamente são vividas pelos gestores. Muitas delas demandam ações no contexto escolar, outras são proposições que precisam ser articuladas em contextos sociais mais amplos. Afinal, [...] o que se entende por X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.9

10 ensino de qualidade implica compreender os significados sociais que os diferentes grupos no interior da sociedade brasileira atribuem à escolarização. (Garrido e Pinto, 2013, p. 15) Implica também, desvelar em qual sociedade estamos quem são os sujeitos, crianças, adolescentes, jovens e famílias desse tempo histórico. As respostas vêm como avalanche a nos mostrar o emaranhado que se encontra o sistema educacional na visão dos profissionais questionados. São novos tempos, uma sociedade em constante mutação, mas a escola e a formação dos profissionais continuam no mesmo modelo. Questionamos: quem formou o profissional para esse formato de trabalho. Dentre as respostas, 48% remetem para a Gestão escolar, e nesse sentido, apontam para a falta de formação, se houvesse entendimento mais amplo talvez os índices fossem maiores sobre o sistema educacional, ou talvez seja essa mesma a política, fazer crer entre os educadores que a responsabilidade é individual e não coletiva Percepção individual: Contexto favorável e desfavorável Na sequencia, seguindo a proposta de que os educadores exteriorizassem suas percepções a cerca da realidade de suas escolas, foi solicitado que relacionassem de forma sucinta o que entendiam como contexto favorável e desfavorável para que as suas escolas realizassem o trabalho de formação das crianças e jovens cumprindo os Projetos Pedagógicos de forma inovadora e efetiva. Nesta questão, nas respostas dos educadores, se percebe as diferenças entre as escolas, ou seja, o mesmo fato que representa para algumas um contexto favorável para outras representa desfavorável. O quadro 01(um) agrupa estas respostas e respectivos percentuais em colunas que nos permitem avaliar as contradições ou a coexistência de distintas realidades nas escolas de uma mesma rede de ensino. X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.10

11 Quadro 01 Respostas dos Educadores sobre o que entendem sejam contextos favoráveis e desfavoráveis para suas escolas. CONTEXTO FAVORÁVEL % CONTEXTO DESFAVORÁVEL % Gestão democrática/participação da comunidade 16,9 Pouca participação dos pais; Desestrutura familiar/conflitos; Comunidade não dá valor à escola; Desvalorização da educação/ escola pela sociedade/pais. 19,1 Respeito a diversidade 1,7 Diversidade em sala dificulta trabalho do professor 2,1 Companheirismo/integração/ética nas relações/parceria entre profissionais da escola 22,0 Desunião/indefinição/falta interesse comum/falta harmonia; Superar as diferenças individuais 8,5 Profissionais apaixonados/ 22,0 Falta comprometimento dos profissionais /estado 9,6 comprometidos (poucos mais fazem a diferença) Motivação /disciplina dos alunos 3,4 Alunos desrespeitosos/indisciplinados/desinteressado 6,4 Equipe de trabalho competente/ 13,6 Falta de profissionais para gestão pedagógica 2,1 em número suficiente Pontualidade e assiduidade dos profissionais 1,7 Profissionais faltosos /desinteressados/desmotivados valorizados 6,4 Formação dos professores 3,4 Professores que trabalham em 2, 3 ou mais escolas; F qualificação profissional 4,3 Espaço fisico 5,1 Falta prédio próprio, falta espaço físico 2,1 Visão de gestão das chefias 1,7 Falta gestão atuante e competente/desconsidera diagnóstico; Morosidade de ações efetivas Chegada de novos profissionais/acts receptivos a novo 3,4 Rotatividade dos professores/morosidade na contrat Falta autonomia para escolher professores; Faltam 7,4 5,3 professores formados; Professores contratados por interesse Recursos financeiros 1,7 Falta de recursos financeiros 3,2 Liberdade de expressão 1,7 Falta dialogo/transparência 2,1 X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.11

12 Credibilidade e autonomia da escola 1,7 Falta autonomia para a escola; Interesses políticos 21,3 partidários comprometem autonomia da escola/atrap continuidade; Descaso com educação; Influencia politico partidário/favorecimentos/promes não cumpridas O quadro acima mostra uma oposição de opiniões e acreditamos que isto ocorra porque, nas escolas, as mudanças se dão de forma desigual em função dos contextos e das práticas adotadas. Para Oliveira (2003), o currículo é formado por dualidades, ou seja, um currículo regulador, que são as leis, os documentos oficiais e um currículo emancipador que é o modo como acionamos esse currículo dentro das escolas. Nenhum dos dois é mais importante, eles se justapõem um de modo a garantir as mesmas aprendizagens e outro de modo a buscar novos horizontes para além do traçado. Nessa dialética entre um e outro a um tempo de aprendizados e saberes que vão se construindo e se solidificando. Esse tempo reflete as condições que estão dadas em cada tempo e espaço escolares Diagnóstico Coletivo: Padrão atual e tendência geral Na sequencia dos trabalhos, no mesmo dia do encontro realizado com os educadores, após as respostas individuais, através de dinâmica foram formados grupos aleatórios de 6 a 8 componentes que se deslocaram para salas reservadas para discutir e responder de forma consensual as questões: O que parece ser padrão nas nossas escolas no contexto atual? Qual a tendência geral de desenvolvimento para as nossas escolas? De onde vêm e para onde vão? As respostas trouxeram vários itens já relatados anteriormente. Na sequencia, entre pontos e vírgulas, elencamos as falas. a) Padrão das nossas escolas no contexto atual X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.12

13 A rotatividade de professores, falta dos professores, professor sem formação por áreas afins e séries na educação especial e iniciais, sistema de avaliação em vigor e falta de investimento em educação. (Grupo 1) Rotatividade de professores, qualificação profissional inadequada, falta de comprometimento profissional e aluno aprovado sem as devidas condições (correção fluxo grade de 9 anos) imposto pelo governo. (Grupo 2) Falta de interesse em estudar do aluno e de comprometimento da família com os filhos; falta de autonomia financeira e instalações físicas deficientes. (Grupo 3) A falta de recursos para administrar, a falta de motivação e a indisciplina; Parece ser um padrão a aprovação pelo sistema e não pelo mérito; Falta de autonomia de nossos gestores e professores completando carga horaria em varias escolas. (Grupo 4) Famílias desestruturadas e com dificuldades de impor limites, negligentes, transferem as responsabilidades para a escola; Alunos com falta de interesse nos estudos e falta de sonho para o futuro; Alunos indisciplinados, aulas desmotivadoras, muitas sem opção de material didático; Falta de vigilância eletrônica e de uma boa estrutura física. Quadra de esporte precária. (Grupo 5) Estrutura física deficiente, professores desmotivados, evasão escolar, gravidez na adolescência, desestrutura familiar, alta rotatividade de professores, falta de autonomia para gestão da escola, alguns profissionais eficientes e responsáveis, presença de violência no meio escolar, reformulação do P.P.P. em conjunto; Associação de Pais e Professores atuante e revitalização das entidades democráticas. (Grupo 6) Ausência de pais nas reuniões, rotatividade de professor, um professor em varias escolas, grande quantidade de afastamento para tratamento de saúde e falta tempo para planejamento e leituras dos materiais. (Grupo 7) Rotatividade de profissionais, profissionais sem habilitação especifica, indisciplina, falta recursos imediatos, falta comprometimento da família, inclusão sem qualificação, capacitação dos professores inadequadas, desinteresse dos alunos para com o conhecimento e falta acompanhamento de uma equipe multidisciplinar (fonoaudióloga, psicólogo, neurologista, psiquiatra...). (Grupo 8) O sistema de avaliação no contexto atual, escolha de gestores, portfolios de 1º ao 3º ano padrão em todas U.E. e o sistema de merenda escolar. (Grupo 9) X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.13

14 b) Tendência geral de desenvolvimento para as nossas escolas. Na opinião da equipe a escola está vindo de um ensinar onde conhecimento era transmitido, memorizado, sem saber o porque e para que?. Está indo, busca se adaptar uma nova concepção de educação, sujeito em construção, no seu histórico cultural. (Grupo 1) Estagnação; Vem do tradicional para uma realidade descontrolada; Se não houver um comprometimento político, a escola terá sua identidade anulada por mais que professores e especialistas em assuntos educacionais e gestores escolares tente reverter a realidade, o sistema atua com força maior. (Grupo 2) Descontinuidade das políticas públicas e consequentemente desmotivação dos profissionais da educação; Ranço de ideias autoritárias, indo em direção ao espontaneísmo do ensinoaprendizagem; Falta um equilíbrio, um método novo de ensinoaprendizagem voltado para o crescimento e desenvolvimento da autonomia e criticidade dos alunos. Falta de motivação dos profissionais (educadores) e paralelamente desmotivação dos alunos. (Grupo 3) Tendência: a municipalização; Está vindo de uma época que a escola surgiu para atender uma minoria; Esta caminhando para uma escola sem retenção; Cultura em rede; Avanço tecnológico; Ensino com inclusão digital. (Grupo 4) A falta de autonomia leva ao retrocesso educacional. Está vindo de uma escola liberal, assistencialista, onde o ensinar está sendo substituído pelo educar, tarefa esta que seria da família; Cumpridora de leis, manipulados. (Grupo 5) Alunos com formação sem qualidade; Está vindo de um sistema que aprova automaticamente sem o aluno ter os devidos conhecimentos; Direitos excessivos aos alunos (falta de esclarecimentos). (Grupo 6) Houve progresso para os portadores de deficiências; A inclusão social e a acessibilidade nas escolas; A inclusão digital possibilitou o acesso a informática para milhares de alunos; A terceirização da merenda escolar trouxe melhoras na qualidade; Desenvolvimento de projetos para a comunidade; Retrocessos: assistencialismo, aprovação automática, aumento da violência e drogas. (Grupo 7) Baixa qualidade do ensino, a tendência da escola é desprovida do saber, formando cidadãos frustrados, sem qualificação e acima de tudo, fácil de manipular. Fruto de uma política governamental despreocupada com a qualidade da educação que prioriza a quantidade, aprovação em massa. (Grupo 8) X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.14

15 No contexto atual, a escola ainda apresenta certo bloqueio para superar as novas tendências que contribuem no desenvolvimento tanto do aluno, quanto ao próprio professor; Resistem de certa forma as novas tecnologias; Está vindo da própria formação cultural e grande falta de recursos financeiros dos próprios professores, para realizarem cursos de capacitações; Infelizmente, a qualidade da Educação, continua sem conseguir atingir seus objetivos; De modo geral o contexto social de muitos alunos impede que eles tenham estímulos para estudar. (Grupo 9) As narrativas, fruto das discussões nos grupos, trouxeram sentimentos que estão enraizados naqueles que estão nas escolas todos os dias. As falas muitas vezes são contraditórias, há grupos que falam da resistência da escola em assumir novas posturas, enquanto outros dizem que é preciso um novo método, e outros ainda, apontam para o saudosismo de escolas de tempos passados. No entanto, nas entrelinhas, é perceptível que em muitos momentos elas parecem estar a deriva, mesmo que tenham diretrizes, regulamentações, normatizações e tantas informações que parecem estar disponíveis nos dias atuais, faltam entendimentos sobre as mesmas. A escola precisa ser vista como um processo histórico e social, desse modo, sempre haverá novas demandas para ela. As questões acima, nos permitem problematizar o papel da escola, de maneira mais abrangente, mas também mais especificamente nesse contexto. Afinal, o que leva um grupo de gestores a pensar que a escola está desprovida do saber, quando a função da escola é construir o saber; formando cidadãos frustrados, sem qualificação e acima de tudo, fáceis de manipular, quando sua maior função é formar para que todos exerçam a cidadania; Dizer que A falta de autonomia leva ao retrocesso educacional quando temos uma legislação que preconiza autonomia. Sem a intenção de concluir, algumas considerações... Tudo é novo quando se olha de outra forma. Vicente Huidobro X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.15

16 Ao longo do texto tentamos explicitar um modo de articular por meio de um projeto de extensão uma aproximação entre a Universidade e a GERED, representado por Gestores Escolares, dentre eles Especilistas (Orientadores, Supervisores e Administradores), Diretores e Assistentes Pedagógicos. Em nosso entender, essa é uma das saídas para que a escola encontre novas possibilidades para alcançar seus objetivos nos dias atuais, ou seja, a Universidade e a escola rompendo com seus muros e ambas contribuindo com seus saberes e partilhando suas vivencias. Os dados embora, nesse momento não sejam conclusivos, possibilitaram um mergulho sobre o contexto das 43 escolas e, sobretudo, para fazer emergir sentimentos das equipes gestoras em relação ao emaranhado que é o cotidiano atual das instituições. Foi possível perceber contradições entre os contextos favoráveis e desfavoráveis, há momentos em que há destaques para a autonomia que há nas escolas e outras em que a autonomia é solicitada. Vemos como ponto desfavorável a participação da família em contraponto com a não participação. Também, visualizamos em suas falas destaque para o companheirismo, o comprometimento, a ética nas relações e a parceria entre os profissionais da escola e em contrapartida, a falta de comprometimento. Para nós, esses são dados relevantes que demonstram necessidade de uma caminhada mais sólida, através de estudos em que haja a participação de todos e ao mesmo tempo um distanciamento dos seus lugares de trabalho, esse distanciamento pode permitir uma análise mais qualitativa dos cotidianos e das ações dos gestores frente aos desafios que são postos todos os dias. Ressaltamos que nesse espaço de tempo foi possível ouvir e essa escuta é extremamente importante para compreender as dificuldades daqueles que todos os dias enfrentam a rotina da escola na atualidade com seus percalços e desafios. Para Zigmund Baumann, 2010, p. 9 as narrativas de acontecmentos próximos, aparentemente familiares [...] ou tarefas cotidianas [...] são importantes, [...] porque também é ilusória a sensação de conhecermos esses acontecimentos muito bem e de confiarmos que nada de novo há a aprender com eles ou sobre eles. (Grifo das autoras). Reside aí a necessidade de questionar e ouvir, o que os gestores nos trazem e também a necessidade da continuidade em realizar os encontros, para analisar com mais profundidade, para que X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.16

17 nada se perca, para que não se pense que o que está posto é o que é, mas que se pense que estes dados são possibilidades futuras. Sabemos que não é possível adivinhar nem prever o futuro da escola, Canário (2006) também nos alerta sobre isso e sobre o fato de que é possível problematizá lo a partir de uma reflexão crítica, para que esse futuro possa vir a ser o resultado de uma escolha e não a conseqüência de um destino. Segundo Canário, transformar a escola implica em agir em três planos fundamentais: pensar a escola a partir da educação não escolar; desalienar o trabalho da escola para que o processo de aprender possa ser vivido como uma obra; transformar a educação, e em particular a escola, através de movimentos sociais. O movimento ao qual estamos nos dedicando neste projeto de extensão pode não chegar a atingir tão altos patamares, entretanto vem mobilizando as escolas participantes positivamente, talvez ainda não em resultados, mas pelo menos em processos de descobertas. Referências CANÁRIO, Rui. A escola tem futuro? Das promessas às incertezas. Porto Alegre: Artmed, GADOTTI, Moacir. Boniteza de um sonho. Ensinar e Aprender com Sentido. Curitiba: Positivo, NÓVOA, Antonio (coord.) Professores: imagens do futuro presente. Lisboa. EDUCA, 2009 OLIVEIRA, Inês Barbosa de. Currículos Praticados: entre a regulação e a emancipação. Rio De Janeiro: Lamparina Editora, PIMENTA, Selma Garrido. PINTO, Umberto de Andrade. (Orgs) O papel da escola pública no Brasil Contemporâneo. 1. Ed. São Paulo : Edições Loyola, VASCONCELOS, Celso dos Santos. Coordenação do trabalho pedagógico: do projeto político pedagógico ao cotidiano da sala de aula. São Paulo: Libertad, X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.17

18 Planejamento: projeto de ensino aprendizagem e projeto político pedagógico elementos metodológicos para elaboração e realização. 7. ed. São Paulo: Libertad, VEIGA, Ilma Passos A. (Org).Projeto político pedagógico: uma construção possível. 17. ed. Campinas: Papirus, X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de p.18

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