O PROJETO PARCERIA UNIVERSIDADE-ESCOLA E O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS. Palavras-chave: Parceria; TV Pendrive; ensino-aprendizagem.

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1 O PROJETO PARCERIA UNIVERSIDADE-ESCOLA E O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS Igor de Salles Perecin (G-UEL) Orientadora: Denise I. B. Grassano Ortenzi (UEL) Palavras-chave: Parceria; TV Pendrive; ensino-aprendizagem. RESUMO O Projeto Parceria universidade-escolas do NAP-UEL enfoca a formação inicial de professores de inglês e a contínua daqueles já em exercício profissional, visa a preparação dos futuros profissionais, ao desenvolvimento profissional dos educadores e à melhora na aprendizagem dos alunos (CRISTOVAO, 2005).No decorrer do projeto no ano de 2008, os alunos-professores colaboradores vêm colocando em prática as experiências adquiridas na universidade e trocando informações e conhecimentos com professores colaboradores. Recentemente, as escolas da rede estadual foram equipadas com as chamadas TV Pendrive, que possibilitam o uso de arquivos de imagem, som e vídeo na sala de aula. A inserção desta nova tecnologia, aliada ao trabalho colaborativo entre professora de inglês, alunos-professores e supervisora de estagio, está favorecendo uma reorganização do processo de ensino-aprendizagem de inglês, ou, nas palavras de Engeström (1995), uma re-mediação desse sistema de atividade. O objetivo dessa comunicação é discutir as transformações e o desenvolvimento proporcionado pela presença desses diferentes mediadores na atividade de aprendizagem de inglês. Para tanto, serão apresentados os resultados da análise dos trabalhos realizados ao longo do projeto. INTRODUÇÃO O Projeto Parceria Universidade-Escolas é um dos três projetos que integram o programa NAP-UEL. No projeto, as experiêcias e práticas adquiridas pelos alunos tem sido levadas para sala de aula, propiciando o aprendizado contínuo do professor e também do aluno- professores. O conhecimento e domínio das velhas e principalmente das novas tecnologias pelos alunos-professores é talvez a maior contribuição levada à sala de aula. O PROJETO PARCERIA UNIVERSIDADE-ESCOLA E O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS Prensky (2001), ao comentar sobre o intervalo que separa as gerações dos professores e dos alunos, identifica dois grupos de indivíduos: os digital natives e os

2 digital immigrants. Os professores são imigrantes digitais e seus alunos, nativos digitais. Os nativos digitais estão acostumados a receber informação muito rapidamente e executam muitos processos e tarefas paralelamente. Já os imigrantes digitais não têm a mesma aptidão com a nova tecnologia; em geral, suas habilidades estão limitadas as tecnologias tradicionais. O termo tecnologia não se limita a computadores, data-shows, retroprojetores ou televisões. Beaugrande (apud PAIVA, 2001), ao discutir cognição e tecnologia na educação e engarrafamentos na transmição de informação, afirma que a tecnologia sempre esteve presente na educação para viabilizar a representação da informação. Em seu artigo, ele demonstra que as várias tecnologias empregadas na educação - quadro negro, giz, caderno, laboratórios de línguas - apresentavam suas limitações na transmissão de informação. Segundo ele, as ondas de tecnologias mais avançadas, como computadores e laborátórios de línguas com áudio, vídeo e computadores, não acabaram com as limitações plenamente, pois teriam trazido novas, pois as máquinas têm de representar as coisas em forma de códigos que não são processados na forma natural do processo da línguagem humana. Beaugrande propõe substituir a palavra tecnologia no planejamento educacional por hipertecnologia e defende sua gestão dizendo que esta pode se relacionar com hipertexto, que foi denominado por Nelson (1965) para descrever um sistema contínuo de documentos interconectados. O hipertexto proveria acesso às relações entre um texto e outro texto qualquer a que esse se relacione ou se refira. Em continuidade, o termo hipermídia expande o conceito de hipertexto para incluir outras formas de informação digital, como por exemplo imagens gráficas, audio, vídeo e animação e apresenta o material interativamente em resposta as escolhas do usuário (Beaugrande apud PAIVA 2001). A hipertecnologia, ao contrário, vem facilitando o desenvolvimento do trabalho do educador e as limitações de transmissão de informação são inexistentes comparadas com as tecnologias tradicionais. Paiva (2001: 94) cita uma lista de discussão eletrônica TESL-L criada em maio de 1991 a qual ela se filiou: filiei-me a essa lista logo depois de sua criação e avalio que a interação com colegas do mundo inteiro tem sido para mim uma verdadeira oportunidade de educação continuada. Dúvidas são coletivamente discutidas; referências bibliográficas são sugeridas; coletas

3 de dados para pesquisa são constatemente realizadas; contatos importantes são feitos; endereços de pesquisadores são obtidos; projetos coletivos são realizados; livros são escritos a várias mãos; sugestões de atividades para a sala de aula são trocadas; chamadas para congressos são divulgadas; etc. Além disso, há um banco de dados com artigos e materiais para ensino; descrição de cursos; listas de software; informações sobre as associações TESOL e IATEFL etc. Esses arquivos são acessíveis através de comandos enviados por . O exemplo citado por Paiva é só um dos recursos facilitadores promovidos pela Interntet. A internet também pode auxiliar no ensino de forma interativa. No mesmo artigo, ela defende que no ensino tradicional, o professor é responsável por fazer ou induzir as conexões entre as informações, pois o material didático é todo previamente selecionado. Isso não significa que alguns alunos não partam em busca de outras fontes ou de outras conexões, mas essa autonomia é bem menos provável do que quando se trabalha com material da Web. Quando usamos o material eletrônico, é impossível prever todas as conexões que o aluno fará através das inúmeras possibilidades que o hipertexto possibilita. As pessoas e os conhecimentos estão inseridos em um emaranhado de informações. Novos caminhos podem ser gerados a qualquer momento quando uma pessoa faz uma conexão justapondo conceitos que nunca haviam sido antes associados. Segundo a autora, esse ambiente, além de ser mais propício a um tipo de educação menos conservadora, representa um estímulo a abordagens de ensino mais centradas no aluno. Concordo com Paiva que, muito embora a Web apresente todos esses recursos e facilitadores, como qualquer outro meio de ensino, ela tem seus aspectos negativos. Excesso de informação, ausência de atualização de algumas homepages, o fato de nem todas as informações serem confiáveis, a leitura cansativa na tela, o preço da mensalidade ou do impulso telefônico são alguns exemplos de características negativas da Web, por isso, como em qualquer outra tecnologia, é fundamental que se tenha conhecimento e domínio quanto ao seu uso. O uso inadequado pode, por exemplo, fazer com que o pesquisador busque informações em um website que não apresente referências ou que as informações foram criadas por qualquer pessoa sem embasamento teórico.

4 A perspectiva do uso das diversas formas de tecnologia e, principalmente da hipertecnologia como instrumento mediador no processo ensino-aprendizagem no meio escolar é, no meu ponto de vista, a forma mais interativa de aprendizagem no mundo em que nos vemos inseridos, onde os meios de comunicação digital se tornam mais e mais comuns. Há, porém, como em qualquer mudança que caracterize inovação, dificuldades a serem superadas. Na maioria dos contextos escolares, a diferença de gerações se fará presente, e os nativos e imigrantes digitais inevitavelmente irão interagir. A escola pública não está excluída dessa situação, o que impõe aos profissionais desse universo encontrar meios para encontrar uma linguagem em comum com a dos nativos digitais. Uma nova tecnologia no sistema escolar da rede pública Em todos os setores da sociedade se observam mudanças em função do uso das novas tecnologias. A educação também tem experimentado mudanças na sua forma de organização e produção, fazendo surgir novas formas de ensino-aprendizagem, subsidiadas pela inserção de novas tecnologias nas escolas. No exemplo do estado do Paraná, a mudança ainda não existiu, porém a nova tecnologia já está inserida. A mais recente hipertecnologia presente nas salas de aula no contexto paranaense, é sem dúvida, a Tv pendrive. A Tv pedrive é um projeto que instalou televisores de 29 polegadas em todas as 22 mil salas de aula da rede estadual de educação com entradas para VHS, DVD, cartão de memória e pendrive, e saídas de caixa de som e projetor multimídia - além de disponibilizar um dispositivo pendrive para cada professor. O pendrive é um dispositivo portátil e o escolhido pela Secretaria de Educação possui memória de 2Gb. Essa capacidade é suficiente para armazenar vídeos, áudios, imagens e animações. Ele se ajusta ao computador e ao televisor com entrada USB e conexão universal, ou seja, todas as informações do pendrive podem ser visualizadas na tela da TV Pendrive e de computadores. 1 Esse novo recurso é um meio facilitador que pode otimizar tempo e atrair a atencão dos alunos. Embora não seja a finalidade para a qual foi criada, a Tv pode também ser usada em muitos momentos como quadro negro. O professor pode preparar a aula e fazer sua apresentação em formato de Power Point, salvá-la como arquivo de imagem em formato JPEG e levar sua explicação até a sala de aula por meio 1 Fonte:

5 do pendrive. A Secretaria de educação do estado do Paraná disponibiliza em seu website (diaadiaeducacao.pr.gov.br instruções completas para o uso da Tv como também imagens que não estão protegidas por direitos autorais e que podem ser coletadas para o desenvolvimento da aula. Vista dessa forma, poderíamos imaginar que a TV Pendrive seria capaz de proporcionar uma grande mudança com relação aos conteúdos a serem ensinados. No caso do ensino de inglês, esse recurso poderia levar para a sala de aula a línguagem em uso, práticas sociais de uso da linguagem, imagens de diversas partes do planeta, a língua inglesa falada em diferentes países etc. No entanto, é importante considerar que essa ferramenta é apenas um dos mediadores presentes na escola, ao lado de regras, de divisão de trabalho, de uma comunidade, que também competem ou exercem forças até mesmo contrárias a sua implementação. A respeito de regras, é relevante salientar que, na seleção de recursos para o desenvolvimento de suas aulas, o professor deve, além de buscar assuntos adequados a seu propósito, conhecer a Lei dos Direitos Autorais (Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998). Não é recomendado reproduzir obras que sejam protegidas por direitos autorais sem permissão do autor (conforme Art. 33), a pretexto de anotá-las, comentá-las ou melhorá-las. Os comentários ou anotações poderão ser publicados separadamente. Pelo fato de não existirem muitas obras e fotos disponíveis para o uso e comentário, o professor se verá diante de uma limitação de opções, muitas vezes não encontrando algo que seja adequado ao seu objeto de ensino. Em uma reunião de polo do núcleo regional da educação, em que se fizeram presentes integrantes do Projeto Parceria, autoridades do núcleo e professores da escola pública, tivemos a oportunidade de observar que entre os professores inseridos naquele meio haviam alguns mais novos, que se formaram há pouco tempo e alguns mais velhos, que graduaram-se há muitos anos. Esse último conjunto, que era um número maior de professores, pode ser considerado como um grupo de imigrantes digitais, de acordo com a definição de Prensky (2001), os quais não fazem uso de coorreios eletrônicos e em alguns casos, não raros, nunca haviam tido a oportunidade de fazer uso do computador como ferramenta facilitadora do processo ensino-aprendizagem. A reunião teve como foco a instrução dos professores da rede pública de ensino quanto ao uso da nova tecnologia, a Tv pendrive. Foi surpreendente a fascinação destes

6 professores, imigrantes digitais, diante desse recurso tecnológico que otimiza tempo e processo na sala de aula. A formação continuada dos professores imigrantes digitais com foco no aprendizado da informática, não só é importante como é a única maneira de fazer uso das novas tecnologias em sala de aula. Se a política de educação do governo atual estimular e financiar a construção de telecentros públicos, equiparar as escolas com laboratórios de computação, capacitar em massa seus professores, transformando-os em letrados digitais, é bem provável que os gêneros digitais como , chat, fórum eletrônico, lista de discussão, weblog, hiperficções colaborativas sejam cada vez mais trabalhados, aprendidos e utilizados na escola e, principalmente, fora dela Xavier (2005, p.142). Caso as entidades governamentais não invistam na educação no sentido de dar conhecimento aos professores envolvidos na esfera hipertecnológica escolar, não será possível que as novas tecnologias já inseridas no meio escolar, como Tv pendrive e computadores sejam usados como instrumentos facilitadores. Uma vez que boa parte dos professores não tem domínio em seu uso, esses instrumentos ficarão esquecidos e obsoletos, não passando de enfeites para a comunidade escolar e o dinheiro que foi investido em tecnologia antes de conhecimento, terá sido só mais um gasto em vão por parte do governo. Os novos mediadores na escola parceira Nesta seção, passo a discutir as transformações e o desenvolvimento proporcionado pela presença de diferentes mediadores na atividade de aprendizagem de inglês na escola parceira. Para tanto, serão apresentados os resultados da análise dos trabalhos realizados ao longo do projeto. A presença de novos mediadores nessa esfera escolar gerou mudanças claras na concepção de uso de tecnologia da professora. Antes de abrir as portas para o projeto e trocar experiências com os alunos-professores participantes do projeto, ela tinha como base para suas aulas principalmente o livro didático. Esses alunos-professores, nativos digitais, passaram à posição de mediadores da aprendizagem da professora colaboradora e da supervisora. Interessados em colocar em prática o uso da nova tecnologia, tiveram a oportunidade de usar a TV pendrive, o mais novo mediador em sala de aula. Essa

7 reorganização construída pela parceria, troca de informações e aprendizagem pode ter sido temporária, pois a professora estava mais presa äs limitações de provas, calendário e conteúdo programático do que envolvida no processo de apropriação da nova ferramenta de ensino. Mesmo assim, pode ter se constituído como uma reorganizaçao latente (STARKEY, BARNETT & TEMPEST, 2000 apud ENGESTRÖM, 2005), a espera de novas situações que possam reanimar a atividade desenvolvida. O fato de os computadores da escola serem equipados com o sistema oparacional Linux foi mais uma barreira para a professora que, assim como os outros integrantes do projeto, tinham seus conhecimentos limitados ao Windows e o uso do televisor está paralelamente ligado ao uso do computador. Vale ressaltar a importância da formação continuada dos professores atuantes com foco em tecnologias e a abordagem sobre a tecnologia no meio acadêmico pelo corpo docente. Ao final do projeto, caberá ao professor decidir se adere à nova tecnologia, ou se fica preso nas tecnologias tradicionais da sala de aula. A tecnologia no projeto e na formação dos futuros professores As tecnologias de informação deveriam fazer parte dos currículos de Letras, pois os professores deste século precisam estar tecnologicamente alfabetizados para que possam integrar essas novas formas de comunicação ao seu planejamento pedagógico (Paiva 2000). Com essas palavras, Paiva mostra a importância do letramento digial nos cursos de letras. Os educadores das universidades brasileiras deveriam conduzir seus alunos ao uso constante dessas tecnologias. Por exemplo, em uma das aulas do segundo semestre na disciplina de estágio tivemos a oportunidade de conhecer e usar a Tv pendrive. Foi uma aula construtiva, mas provavelmente não é o suficiente para o pleno domínio sobre esta tecnologia. Os alunos do projeto tem maior conhecimeto sobre a Tv e seu uso pelo motivo de terem um contato direto com esta nas salas de aula. Seu domínio só seria completo se as oportunidades de usar a Tv fossem constantes, mas a universidade não dispõe de um televisor por sala de aula, temos um único para a universidade inteira e que está localizado em uma sala distante das nossas salas de aula. É imprescindível que as universidades então, sejam equipadas com mais recursos tecnologicos e que exista uma abordagem mais constante do uso da tecnologia como meio facilitador do ensino.

8 O acompanhamento de um curso superior pelos discentes seria inviabilizado sem o conhecimento da hipertecnologia. Em geral, todos os trabalhos e apresentações feitas no meio acadêmico exigem o uso do computador. É ele quem nos auxilia com as pesquisas, projeção e finalização do trabalho que é solicitado pelo professor. A troca de informação não se dá unicamente dentro da universidade. Trabalhos, aulas, solicitações, explicações, dúvidas entre outros são enviados e recebidos por doscentes e discentes a todo momento. O correio eletrônico é a forma mais rápida e precisa para o intercâmbio de informações na universidade. No projeto Parceria, a construção de uma Pbwiki facilitou a troca de informação daqueles envolvidos no projeto. Os arquivos, relatórios ou mesmo comentários são disponibilizados na Wiki do grupo e podem ser acessados ou copiados a qualquer momento. Essa interação e troca de informação just in time não seria possível sem o uso da internet. A Pbwiki não é de uso exclusivo de um único integrante do projeto. Ao contrário do correio eletrônico em que somente um indivíduo tem acesso, a wiki é construída para um grupo que tem um interesse comum e que necessita de uma ferramenta segura onde possa coletar dados dos outros integrantes, enviar ou receber mensagens e compartilhar experiências pessoais. A experiência com a wiki foi frutífera a ponto de a professora cordenadora do projeto solicitar aos seus alunos de estágio que criassem sua própria wiki. A facilidade de utilização da internet no universo acadêmico existe pela necessidade de que as coisas aconteçam com maior velocidade e precisão, o que faz com que os alunos universitários desenvolvam as habilidades com a hipertecnologia rapidamente, na maioria dos casos, independentemente. Mais do que aprender a lidar com tecnologias específicas, a formação do professor deveria despertar uma atitude de curiosidade diante do novo, de busca por uma linguagem comum entre diferentes gerações, para que os nativos de hoje não se tornem os imigrantes de amanhã. Conclusão A inovação incomoda, desestabiliza, rege-se por gramáticas não aprovadas pelas instituições, e move-se na instabilidade. Carece de gurus (os intermediários entre os os detentores da verdade e o resto do povo) inspiradores por que ela mesma é a

9 expressão dos gestos da inspiração, da subjetividade. O professor e os alunos inovadores abandonam o conforto da certeza para se movimenterem e arriscarem entre os questionamentos com o objetivo de ampliar os seus horizontes e construírem a verdade consensual validada pela comunicação, pela conversação Bohn (2001). A acomodação gerada pelo costume de não inovar, é abalada quando a inovação existe. Para que exista inovação no meio escolar, é preciso que este abra suas portas para projetos como o Parceria. Segundo Bohn (2001), a inovação exige por parte do professor e dos alunos uma atitude de contínua aprendência. O novo só pode florescer se a mente estiver isenta de crenças, ideologias, dogmas restritivos. O sistema de crenças faz o filtro de nossa aprendizagem e de nosso ensino. O novo somente pode participar de nossa estrutura mental à medida que admitimos que a estrutura atual pode e deve ser altereada. Isto certamente não está de acordo com nossa cultura patriarcal que trabalha com o definitivo, com o coerente e o racional. Para que a institucionalização de parcerias com projetos como os do NAP-UEL aconteçam, é necessário que as escolas públicas estejam preparadas para a mudança. Ao institucionalizar uma parceria com um projeto, o professor da escola pública deve estar ciente que sua rotina será abalada pela inserção de novos métodos e recursos tecnológicos. Os professores colaboradores de projetos devem conscientizar-se que os métodos, práticas de ensino e tecnologias utilizados em suas formações não são mais os mesmos, e que estes podem e devem serem inovados. É exatamente isso que caracteriza a formação continuada. A troca de informações não acontecerá se o professor colaborador se comportar de maneira indiferente ao projeto, recusando-se a dar liberdade àqueles que buscam, de forma mútua, ensinar e aprender. Ao final do projeto e do intercâmbio de experiências e de tentativa de inovação, cabe ao professor refletir acerca de suas práticas em sala de aula e as experiências adquiridas ao longo do projeto, e concluir então, se é melhor inovar, ou estagnar no tempo. Referência Bibliográfica BOHN, Hilário Inácio. Maneiras inovadoras de ensinar e aprender a necessidade de des(re)construção de conceitos. In: LEFFA, Vilson José. O professor de línguas estrangeiras. Pelotas, ALAB, 2005.

10 CRISTOVÃO, Vera Lúcia Lopes.; GIMENEZ, Telma Nunes. In: Construindo uma Comunidade de Formadores de Professores de Inglês. Enfopli. Londrina, Art Graf, ENGESTRÖM, Yrjö. Can a School Community Learn to Master its on Future? An Activity-Theoretical Study of expansive learning among middle school teachers. In:RUCKRIEM, Georg (Ed.) Developmental work research. Berlin, Lehmanns Media, 2002/2005. PAIVA, Vera Lúcia Menezes Oliveira. A www e o ensido de inglês. Revista brasileira de línguïstica aplicada. Belo Horizonte, ALAB, PRENSKY, Marc. Digital natives, digital immigrants. In: On the Horizon, vol.9, n.5, XAVIER, Antônio Carlos. Letramento digital e ensino. In: SANTOS, Carmi Ferraz; MENDONÇA, Márcia. Alfabetização e letramento: conceitos e relações. Belo Horizonte, Autêntica, 2005.

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