Faseolamina. GAMMA COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO & EXPORTAÇÃO LTDA. Avenida Santa Catarina, 66 - Aeroporto São Paulo SP - Brasil

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1 Faseolamina Reduz a absorção de carboidratos Adjuvante nos tratamentos de emagrecimento Adjuvante no controle dos níveis glicêmicos de pacientes diabéticos. Nome científico: Phaseolus vulgaris (feijão branco) Família: Fabaceae Classificação científica: Reino: Plantae Divisão: Magnoliophyta Classe: Magnoliopsida Ordem: Fabales Família: Fabaceae Gênero: Phaseolus Sinonímia: Faseolamin Características:

2 Pó fino branco cremoso Método de extração: hidro-alcoolico Ações terapêuticas: Inibidor enzimático que reduz a absorção dos açúcares. Mecanismo de ação: A faseolamina é uma substância extraída da Phaseolus vulgaris, o feijão branco. Faseolamina é uma glicoproteína que possui como principal propriedade a capacidade de inibir a ação da enzima alfa-amilase, ou seja, inibe a absorção do amido (reserva energética dos vegetais) encontrado em massas, batatas, arroz, pão, etc. A amilase é enzima responsável pela quebra do amido, sendo produzida nas glândulas salivares e no pâncreas. O amido que não pôde ser digerido na boca é levado até o intestino delgado, onde sofre a ação da amilase pancreática, a qual quebra o amido em uma molécula menor denominada maltose. A maltose não é absorvida, por isso, a enzima maltase, produzida no próprio intestino delgado, transforma a maltose em glicose. A glicose é absorvida pela parede do intestino delgado, atravessando os capilares e entrando na corrente sanguínea. Desta forma, faseolamina ajuda no emagrecimento ao diminuir a absorção de calorias de alimentos de origem vegetal. Além disso, faseolamina também auxilia no tratamento de pacientes com diabetes mellitus não dependentes de insulina. Os carboidratos que são normalmente armazenados pelo corpo na forma de gorduras serão eliminados sem causar qualquer efeito negativo. In Vitro, 1g de Faseolamina é capaz de inibir a conversão de 454g de carboidratos, o que significa cerca de 1800 Kcal. Propriedades: Reage com a amilase e bloqueia sua ação sobre as moléculas de amido. Isto impede a sua transformação das cadeias de carboidrato em glicose, impossibilitando a absorção intestinal deste componente altamente calórico.

3 Estudos dos efeitos da faseolamina: Estudos in vitro e em animais têm mostrado que a faseolamina possui propriedades benéficas para auxiliar o tratamento de diabetes. Estudo recente do Departamento de Fisiologia da Faculdade de Medicina de Extremadura, na Espanha, de setembro de 2006, concluiu que faseolamina diminuiu significativamente a glicemia em ratos diabéticos e reduziu o consumo de água e comida. Estudos Clínicos: Estudos clínicos constataram que o inibidor de alfa-amilase provocou a inativação de amilases, in vitro, e diminui a digestão de amido sólido de forma dor-dependente. A perfusão do inibidor no duodeno de humanos rapidamente inibiu de 94% a 99,9% da atividade intraluminal da amilase. Em outro estudo, 4 voluntários saudáveis receberam 50g de amido de arroz com placebo, e no segundo dia a mesma quantidade de amido com inibidor de amilase. Comparado ao placebo, o inibidor reduziu significativamente atividade da amilase em mais de 95% por 1 a 2 horas. Verificou-se um aumento nos carboidratos totais pós-prandiais. Outro estudo também constatou que o inibidor da amilase reduziu a absorção do complexo de carboidratos de íleo terminal. Um estudo feito em ratos concluiu que o inibidor de amilase altera a quantidade e o padrão de absorção de alimentos e reduz o ganho de peso. Diabetes Mellitus: A ingestão da faseolamina com 50g de amido substancialmente reduziu os aumentos pósprandiais nas concentrações de glicose e insulina, em voluntários saudáveis e em diabéticos, com resultados promissores no tratamento da diabetes mellitus. Redução significante nos aumentos pós-prandiais na glicose plasmática, peptídeo C e polipeptídeo inibidor gástrico também foi constatada em estudo no qual 8 pessoas receberam faseolamina junto de uma refeição contendo amido, gordura e proteínas. Pode ter um efeito benéfico em pacientes com diabetes mellitus ou que sofrem de obesidade. o o o Reduz a absorção de carboidratos. Reduz o ganho de calorias. Promove a perda de peso. Extraída dos órgãos da planta Phaseolus vulgaris, a Faseolamina é uma glicoproteína que possui com principal propriedade a capacidade de inibir a ação da enzima alfa-amilase.

4 A amilase é uma enzima produzida nas glândulas salivares e no pâncreas. As glândulas salivares liberam amilase na boca, local onde a ingestão do amido se inicia. Mas o amido não é ingerido totalmente na boca, onde o alimento permanece pouco tempo. O restante do amido que não pode ser ingerido na boca é levado até o intestino delgado, onde sofre a ação da amilase pancreática. A amilase pancreática quebra o amido em uma molécula menor, chamada maltose. A maltose, porém, não consegue atravessar as células da parede do intestino. Entra em cena, então, a maltase, enzima produzida no próprio intestino delgado. A maltase transforma a maltase em glicose, que é absorvida pela parede do intestino delgado, atravessa os capilares sangüíneos e entra na corrente sangüínea. Indicações: Poderoso adjuvante no tratamento e prevenção da obesidade. Redução na absorção de carboidratos. Adjuvante no controle dos níveis glicêmicos de pacientes diabéticos, não dependentes de insulina. Redução do ganho de calorias. Promoção da perda de peso. Dosagem: A dosagem recomendada da faseolamina é entre 250 a 1000 mg/dia. Recomenda-se tomar faseolamina logo antes da ingestão de comidas que contenham amido. Também é aconselhável a redução da ingestão de gorduras e açúcares para obtenção de melhores resultados. Reações adversas: A faseolamina comumente não provoca reações adversas. O efeito colateral potencial até agora registrado da faseolamina é a diarréia. Esse efeito colateral foi notado quando havia ingestão de doses maiores de faseolamina, e em dietas nas quais o amido predominava. Interações medicamentosas: A Faseolamina pode ter seu efeito potencializado com a associação de: picolinato de cromo, vanádio, gymena, garcínia, L-carnitina.

5 Referências: Fabricante Marshall JJ, Lauda CM. Purification and properties of phaseolamin, an inhibitor of alpha-amylase, from the kidney bean, Phaeolus vulgaris. J Biol Chem. 1975;250: Marshall JJ. Alpha-amylase inhibitors from plants. Am Chem Soc Symp Ser. 1975;15: Federal Trade Commission, Food and Drug Administration, National Association of Attorneys General. The facts about weight loss products and programs. Critical Rev in Food Sci Nutr. 2001;41: Vinson JA, Shuta DM. In vivo effectiveness of a starch absorption blocker in a doubleblind placebocontrolled study with normal human subjects. Unpublished data, University of Scranton, September 6, Vinson, JA, Shuta DM. In vivo effectiveness of a starch absorption blocker in a double-blind, placebocontrolled study with normal college-age subjects. Unpublished data. University of Scranton, November 20, Vinson, JA. Dose-response pilot study of phase 2 efficacy as an inhibitor of glucose absorption with a full meal. Unpublished data supplied by manufacturer. May 13, Udani J, Hardy M, Madsen DC. Use of Phase 2 Starch Neutralizer -brand bean extract for weight loss: a randomized controlled trial: final study report. June Vinson JA, Kharrat HA, Shuta D. Investigation of an amylase inhibitor on human glucose absorption after starch consumption. Unpublished data supplied by author. July 10, Vinson JA, Shuta DM. In vivo effectiveness of a starch absorption blocker in a doubleblind, placebocontrolled study with normal subjects. Unpublished data. University of Scranton. November, 20, Layer P, Carlson GL, DiMagno EP. Partially purified white bean amylase inhibitor reduces starch digestion in vitro and inactivates intraduodenal amylase in humans. gastroenterology. 1985;88: Layer P, Zinsmeister AR, DiMagno EP. Effects of decreasing intraluminal amylase activity on starch digestion and postprandial gastrointestinal function in humans. Gastroenterology. 1986;91: Layer P, Rizza RA, Zinsmeister AR, Carlson GL, DiMagno EP. Effect of a purified amylase inhibitor on carbohydrate tolerance in normal subjects and patients with diabetes mellitus. Mayo Clin Proc. 1986;61:

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