PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS FUTUROS PEDAGOGOS DA UEM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS FUTUROS PEDAGOGOS DA UEM"

Transcrição

1 PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS FUTUROS PEDAGOGOS DA UEM Claudia Cristiane Teixeira dos Santos Gusso UEM Leonor Dias Paini UEM Sheila Maria Rosin UEM Introdução A disciplina escolar advém das perspectivas sociológicas e filosóficas. Na perspectiva sociológica, segundo Musgrove (Goodson, 1990), os pesquisadores deveriam examinar as disciplinas escolares conforme a sua ressonância fora da escola, na sociedade; como sistemas sociais sustentados por ideologias, recursos materiais e redes de comunicação, com o intuito de lhes conferir identidade; e dentro da escola como resposta ao sistema educacional. Marx e Gramsci consideram que a educação, numa na sociedade capitalista, é um instrumento de dominação; de modo parecido, Bernstein ( Goodson, 1990) argumenta que a forma pela qual a sociedade seleciona, classifica, distribui, transmite e avalia o conhecimento educacional que ela considera público, reflete tanto a distribuição de poder quanto os princípios de controle social. Young, (Goodson, 1990) considera a necessidade de abordagens históricas para comprovar as teorias de conhecimento; segundo ele, precisamos ver como os limites do regime escolar são produzidos historicamente por meio de ações conflitantes e interesses dos homens; e ataca a perspectiva filosófica que segundo ele se baseia numa concepção absolutista de conhecimento, que corresponde estritamente às áreas tradicionais do currículo acadêmico, justificando, ao invés de possibilitar uma análise crítica dos constructos sócio-históricos de uma determinada época. A perspectiva filosófica, que pode ser chamada de visão oficial, tem como principais defensores Hirst e Peters (Goodson, 1990) sob o argumento de que, os objetivos centrais da educação estão relacionadas ao desenvolvimento da mente. Desse modo, a disciplina intelectual é criada e definida, sistematicamente por pesquisadores O projeto aqui em análise instaura-se como PIBIC/CNPq-FA-UEM, e tem como agência financiadora a Fundação Araucária.

2 2 sem contato imediato com a realidade escolar; e, posteriormente trazida para o uso da realidade da escola; e tal disposição acaba aceita e sustentada por determinações governamentais, agências educacionais, associações docentes e até divulgada pela mídia. Analisando mais atentamente as matérias escolares, encontramos alguns paradoxos. Primeiro, o fato de o contexto escolar ser muito diferente do universitário; segundo, falta de consideração a problemas como a diversidade de motivação, de capacidade e de controle dos alunos; terceiro, a necessidade de contextualizar a disciplina para matéria escolar, o que exige adaptações: muitas matérias escolares não podem ser chamadas de disciplina e muito menos de formas de pensamento. Freqüentemente as matérias escolares são separadas de sua disciplina-base, e por vezes nem possuem disciplina-base, representando comunidades autônomas. Analisando a autonomia das matérias escolares percebemos que muitas delas precedem cronológica e contextualmente, suas disciplinas-mãe; dessa forma, a matéria escolar em desenvolvimento presente provoca a criação de uma base universitárias na seqüência. Por isso cresce entre os docentes a necessidade da compreensão da história de sua própria disciplina, uma vez que a noção de disciplina não foi objeto anterior de reflexão das ciências da educação até aqui consideradas. É esta uma razão deste estudo: procurar compreender o papel da Psicologia da Educação na formação do educador: nesse momento, tem-se em mente o educador que atuará no ensino fundamental; por outro lado toma-se como base a perspectiva dos acadêmicos do 4º ano do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Maringá, na intenção de dar vez e voz ao aluno nesse processo. Construção de um Campo Disciplinar Segundo Goodson (1990), e Chervel (1990) a compreensão de campo disciplinar implica na exegese do termo disciplina. Até o final do século XIX, a palavra designava vigilância dos alunos nos estabelecimentos escolares, e a repressão de condutas prejudiciais à boa ordem.somente a partir das primeiras décadas do século XX surge o novo sentido para o termo disciplina, que passa a significar conteúdo de ensino.

3 3 Uma larga corrente do pensamento pedagógico se manifestou na segunda metade do século XIX, buscando a renovação das finalidades do ensino primário e secundário; a década de 1850 é marcada pelo inicio da crise dos estudos clássicos. Defensores do estudo das línguas clássicas sustentam a idéia de que, na falta do conhecimento da cultura, o estudo do latim traz, ao menos, uma ginástica intelectual indispensável ao homem culto. Paralelamente, uma confusão dos objetivos de ensino, na década de 1870 leva a repensar a natureza da formação do aluno; até então, inculcava-se e, de agora em diante deseja-se disciplinar, a inteligência das crianças, ou seja, desenvolver a razão, a faculdade de combinação e de invenção. Por outras palavras, disciplinar o espírito, passa a significar dar-lhe os métodos e as regras para abordar os diferentes domínios do pensamento, do conhecimento e da arte, sendo a pedagogia o elemento responsável por transformar o ensino em aprendizagem. As disciplinas, então, transmitem cultura aos alunos, sua existência é responsável por traçar limites entre o ensino e as diversas fases do ensino: fundamental, secundário e superior. Cada época atribui à instituição escolar um complexo de objetivos que se constroem numa delicada arquitetura. E aqui intervém a oposição entre educação e instrução, finalidades que deveriam complementar-se, na escola, na função educativa. Entretanto, constata-se freqüentemente que a escola obriga-se a fornecer apenas a instrução, supondo essa instrução como integrada ao esquema educacional que governa o sistema escolar, ou à matéria estudada, estando as disciplinas no centro desse dispositivo. A transformação dos conteúdos de ensino a partir das necessidades do público escolar é assunto de grande importância na história da educação, encontra-se na origem da constituição das disciplinas, visto que a criação e a transformação das disciplinas têm, unicamente, a finalidade de tornar o ensino cabível. No processo de elaboração das disciplinas cabe à escola construir o ensinável, desempenhando um papel ativo e criativo, que somente a história das disciplinas escolares poderá contar. Entretanto, o campo disciplinar é determinado, entre todos os povos, pelas mesmas injunções: compreenderá os conhecimentos que possam ser repassados, com mais eficácia, pelas lições dos mestres, do que pela vida. Por isso as disciplinas escolares intervêm na história cultural da sociedade, sendo função sua preparar a aculturação dos

4 4 alunos em conformidade com finalidades contextuais do tempo e do espaço. É isso enfim que explica sua gênese e constitui a razão social da disciplina. Contextualização da Psicologia da Educação Para Salvador (1999) a psicologia da educação tem como finalidade utilizar e aplicar os conhecimentos, princípios e métodos da psicologia na análise e estudo dos fenômenos educativos. Por essa razão, sua origem e evolução são inseparáveis, tanto da origem e da evolução da psicologia cientifica, como da evolução das práticas educativas. Assim situa-se num espaço intermediário entre as exigências epistemológicas da psicologia científica, com suas coordenadas teóricas, conceituais e metodológicas, e às exigências da ação prática, inserida em algumas coordenadas culturais (sociais, políticas, econômicas) que lhe dão sentido. O processo tem base na convicção de que a educação e o ensino podem melhorar como conseqüência da utilização correta dos conhecimentos psicológicos. A psicologia da educação é o resultado da seleção entre o conjunto de princípios e explicações que as diferentes áreas da psicologia (do desenvolvimentos, da aprendizagem, social, da personalidade, das diferenças individuais, etc...) proporcionam e os aspectos especialmente relevantes e pertinentes à formação do indivíduo e para o ensino, entendido como transmissão de conhecimentos. Por isso mesmo, a psicologia da educação tem relação básica com a aplicação da psicologia geral aos processos educativos, tendo como principal finalidade criar conhecimento específico em relação a tais processos, utilizando princípios e explicações da psicologia geral como instrumentos de indagação, de análise e de aperfeiçoamento. A história da psicologia da educação confunde-se, em sua origem, com a história da psicologia científica e com a evolução do pensamento educativo. Até o final do século XIX as relações entre a psicologia e a educação eram mediadas pela filosofia. Explica-se isto porque, por um lado, a psicologia é componente essencial das visões mais ou menos globais de mundo proporcionados pela filosofia; e por outro lado, as propostas educativas embasam seu fundamento nos princípios básicos dos grandes sistemas filosóficos.

5 5 John Locke, em 1690, (Salvador, 1990) expõe e amplia a idéia de Aristóteles de que as sensações são a fonte de todo conhecimento. Segundo Locke a mente é um mapa plano que recebe as impressões que chegam dos sentidos e geram, com ajuda de uma atividade interna de reflexão, todo o conhecimento. Dessa teoria desenvolvem-se novas formulações e controvérsias durante o século XVIII; e somente no final desse século chega-se a um certo consenso sobre o tipo de faculdades que dão forma ao psiquismo humano: a inteligência, as emoções e a vontade. Apenas no século XIX, com o pensamento filosófico de Herbart ( ) apontado pela crítica como o autor mais influente da teoria educativa define-se a educação como uma aplicação prática da filosofia, atribuindo-se à filosofia moral a responsabilidade de estabelecer os objetivos da educação e do ensino; e à psicologia, proporcionar os meios necessários para chegar a esses objetivos. Nos últimos quarenta anos do século XIX, a psicologia começa a distanciarse da filosofia, o que culminará com o surgimento da psicologia cientifica nos primeiros anos do século XX, desligada da filosofia, a psicologia transforma-se em uma disciplina autônoma, que se utiliza de métodos experimentais, das ciências físicas e naturais. Essa nova concepção de psicologia resultará, então, em diferentes procedimentos educativos. Entre os precursores da nova psicologia da educação segundo Salvador (1990), podemos citar: J.M. Cattell ( ), que dedicou parte de seus esforços a explorar as possíveis aplicações da psicologia às mais diversas áreas da atividade humana, entre elas a educação; William James ( ) médico, com grandes contribuições no campo filosófico e psicológico, cujas idéias influenciaram decisivamente na psicologia e na teoria da educação, conseguindo importante difusão entre os professores; G. Stanley Hall ( ), que se destacou por suas pesquisas sobre a psicologia da criança, mostrando-se como defensor da idéia de que o desenvolvimento pessoal constitui uma recapitulação da evolução biológica, insistindo no fato de que é conveniente considerar o nível de desenvolvimento infantil e as características e necessidades das crianças como ponto de partida. A psicologia da educação, portanto, nasce nas primeiras décadas do século XX, separando-se da filosofia, tendo sobre si todos os olhares; nela são depositadas

6 6 expectativas como fonte de informação e de idéias para elaboração de uma teoria educativa de fundamentos científicos que permitam melhorar o ensino e intervir sobre os problemas de escolarização da criança. A disciplina de psicologia da educação nasce com ênfase em estudos de pesquisa sobre aprendizagem, testes mentais, medida do comportamento, psicologia da criança e clínica infantil, tudo direta ou indiretamente referido à problemática educativa e escolar. Segundo publicação da primeira revista especializada em psicologia da educação Journal of Educational Psychology 1910, a psicologia educacional, em sentido amplo, cobre todas as fases de estudos da vida mental relacionados à educação. Inclui, pois, o estudo das sensações, do instinto, da atenção, dos hábitos, da memória, das técnicas, da economia de aprendizagem, dos processos conceituais; e supõe, também, os seguintes aspectos: problemas de desenvolvimento mental (a herança, a adolescência e o inesgotável campo do estudo da criança); o estudo das diferenças individuais, do retardo e da precocidade no desenvolvimento; a psicologia da classe especial ; a natureza dos dotes mentais; a medida da capacidade mental; a criação e aplicação dos testes mentais; a correlação dos hábitos mentais; o emprego dos métodos especiais nas diversas etapas escolares e os importantes problemas da higiene mental. Todos esses elementos, seja do ponto de vista experimental, estatístico ou literário são temas e problemas a serem tratados pela psicologia educacional. Porém, existem três campos de pesquisas ou áreas que se sobressaem por seu interesse na educação escolar: a psicologia da criança; a análise dos processos de aprendizagem; e o estudo e a medida das diferenças individuais e a elaboração de testes. Num outro núcleo constitutivo da psicologia da educação, relacionado à análise dos processos de aprendizagem, devemos destacar autores que são considerados os primeiros psicólogos da educação, em sentido restrito: Edward L. Thorndike e Charles H. Judd. A Thorndike devemos a primeira sistematização consistente do estudo da aprendizagem, em 1903, ele publica Educational psychology, sendo uma das primeiras tentativas de definição e aproximação do campo do trabalho e da psicologia da educação; e em 1905, com a publicação de Elements of Psychology, formula uma

7 7 seqüência de leis da aprendizagem, resultado de investigações realizadas em laboratório, com animais e com seres humanos. De maior repercussão no desenvolvimento posterior da psicologia da aprendizagem foi a lei do efeito, também formulada por Thorndike; segundo essa lei, as condutas posteriores são responsáveis pela satisfação de determinados impulsos, positivo ou negativo (ou seja, satisfazendo uma necessidade ou evitando um perigo). A obra de Charles H. Judd tem um enfoque muito diferente de Thorndike. Judd tem toda sua obra voltada à preocupação em conseguir que o conhecimento psicológico seja útil na educação escolar. Para ele a experimentação com animais e a elaboração de uma teoria geral de aprendizagem não são relevantes à psicologia da educação; ensina que a prioridade dessa disciplina deve estar focada na melhoria das condições humanas, direcionando assim seus trabalhos e pesquisas a dois grandes temas: o currículo e a organização escolar. Segundo Judd, os conteúdos escolares são elaborados por conhecimentos acumulados pela sociedade no curso da história, devendo o currículo conter tudo o que a sociedade exija que uma criança conheça. Estabelecendo que a verdadeira finalidade da psicologia da educação é analisar os processos mentais por meio dos quais a criança assimila o sistema de experiência social acumulada, processos que não podem ser entendidos sob forma de uma seqüência de associações de estímulos e de respostas, mas, sim, que intervêm na capacidade de organizar, sintetizar e transformar a experiência. Nesse período (início do séc. XX), educadores e teóricos da educação consideraram indispensável conhecer melhor o aluno para melhor educá-lo, o que torna a psicologia da criança núcleo constituinte da psicologia da educação. Um dos defensores mais obstinados e entusiastas da renovação pedagógica, na Europa, segundo Salvador (1990), foi o suíço Edouard Claparède ( ). Seus trabalhos e pesquisas, desenvolvidos em laboratório experimental de Genebra, conduziram-no à concepção de uma psicologia funcional, que tenta entender os fenômenos psíquicos a partir de sua função para a vida.

8 8 Em 1906, Claparère organizou um seminário de Psicologia Pedagógica, com a finalidade de iniciar futuros docentes nos métodos da psicologia experimental e da psicologia da criança. Em 1912, Claparède iniciou, com um grupo de amigos, um instituto de psicologia aplicada à educação, que recebeu o nome de Jean-Jaques Rouseeau, considerado por Claparède como precursor da psicologia funcional. O instituto se tornou um marco; nele trabalharam, anos depois, psicólogos como André Rey, Jean Piaget e Barbel Inhelder. Suas obras fundamentam e justificam o movimento renovador da educação das primeiras décadas do séculos XX, na Europa. Denominado Escola Nova, o movimento se expandiu para os Estados Unidos, trazendo mudanças importantes na maneira de entender a educação escolar. A concepção funcional inrrompe na psicologia e na teoria educativa sob o impulso de William James e de G. Stanley Hall, chegando à sua expressão máxima com a obra de Jhon Dewey ( ). Estabelecida entre a filosofia, a educação e a psicologia, a filosofia de Dewey é uma variante do pragmatismo; segundo ele, o valor de uma teoria psicológica só pode ser julgado mediante suas aplicações práticas. Claparède qualificou o pensamento educativo de Dewey de genético, funcional e social. Genético, pois segundo Dewey a finalidade da educação é assegurar o desenvolvimento humano favorecendo sua realização plena com auxílio de sua reserva inesgotável de atividade; funcional, porque as suas propostas pedagógicas tomam como ponto de partida o interesse e a necessidade dos alunos; e social, porque concebe a escola como um meio social, com a missão de preparar os alunos para que possam cumprir uma função útil na sociedade. As colocações de Dewey e Claparède, com a Escola Nova, resultam na origem do movimento renovador da educação progressiva nos Estados Unidos, exercendo grande influência nas escolas públicas norte-americanas, nas primeiras décadas do século XX. Segundo Salvador (1990), a psicologia da educação mostrou-se como a rainha das ciências da educação, conforme o pensamento de Wall (1979), principalmente em três âmbitos de estudo e de pesquisa; a medida das diferenças individuais e do rendimento escolar, a psicologia da aprendizagem e a psicologia do

9 9 desenvolvimento infantil. Desse modo a formação de professores da época teve sua base na história da educação e da psicologia (Húsen, 1979). E as pesquisas educativas adotaram, de maneira generalizada, a metodologia própria da psicologia experimental. Um fato significativo sobre esse tema, foi a polêmica que surgiu entre os psicólogos da educação, os que estudavam os processos de aprendizagem em laboratório, e os que por outro lado, estudavam os processos de aprendizagem em sala de aula. Os primeiros propunham uma transposição à prática escolar dos resultados obtidos em laboratório; já os segundos defendiam a idéia de que somente os resultados obtidos diretamente do estudo dos processos de aprendizagem em situações reais da sala de aula poderiam ser generalizados na prática educativa. Na metade do séc. XX, mais ou menos 30 anos após seu nascimento, o panorama apresentado pela psicologia da educação é complexo e um pouco contraditório. De um lado encontra-se preparada para tarefa de abordar todos os aspectos, todas as dimensões e todos os fatores presentes no processo educativo, vendose obrigada a ampliar seus conteúdos e seu foco de atenção para além das três áreas de trabalho e pesquisa (as diferenças individuais, os processos de aprendizagem e o desenvolvimento infantil), que inicialmente formaram seu núcleo de atuação; de outro lado, como conseqüência da ampliação dos conteúdos e das temáticas que estudam seus limites, perfilam-se, progressivamente, outras áreas da psicologia e outras ciências da educação, tornando-se cada vez mais difícil precisar a especificidade de umas em relação às outras. Com a finalidade de contribuir para criação de uma teoria educativa de base científica e para qualificação da educação e do ensino, a psicologia da educação alimentou-se de colocações vindas, praticamente, de todas as áreas da psicologia. O problema evidenciado neste período, mas que condicionou o futuro da psicologia da educação nas décadas posteriores, foi a debilidade epistemológica - encontrada na base da vontade de aplicação e de utilização do conhecimento psicológico - para uma melhor compreensão, explicação, planejamento e desenvolvimento dos processos educativos. A discussão não era a respeito do valor do caráter aplicativo da psicologia da educação; mas sobre ou em que consistia essa aplicação, e quais eram as condições necessárias para se alcançar o objetivo.

10 10 Nos anos que se seguiram, na década de 50 ocorreram uma série de fatos que modificaram substancialmente o panorama descrito anteriormente, fatos determinantes no futuro das relações entre o conhecimento psicológico e a teoria prática educativa, e logicamente no futuro da psicologia da educação. Em primeiro lugar, estabeleceu-se uma conscientização cada vez mais crítica das dificuldades implicadas na integração dos resultados das pesquisas que nutrem a psicologia da educação. Tais dificuldades têm raiz tanto na diversidade de temas e de aspectos investigados, como nas teorias diferenciadas das escolas de pensamento em psicologia, que apresentam explicações alternativas, freqüentemente afrontadas por resultados empíricos. Em segundo lugar, nos anos de 50 e 60 (do séc. XX), começaram a nascer uma série de disciplinas que também têm como finalidade estudar os fenômenos educativos, por exemplo: a educação comparada, a economia da educação, a sociologia da educação, a tecnologia educativa, e o planejamento educativo. O desenvolvimento e a aparição dessas disciplinas questionam definitivamente o protagonismo exercido pela psicologia da educação até esse momento, evidenciando as limitações da analise psicológica na compreensão global dos fenômenos educativos. A par destes fatos, uma série de acontecimentos políticos, econômicos e culturais ocorridos no final da década de 50(do séc. XX), alteram radicalmente as coordenadas da educação escolar nas sociedades desenvolvidas da Europa, com repercussões claras no desenvolvimento da psicologia da educação. Entre esses acontecimentos, podemos citar: o inicio de uma prosperidade econômica sem precedentes; o principio de um período de distensão na guerra fria, que mantinha de um lado os Estados Unidos e os países capitalistas e de outro a URSS e os países comunistas; o desenvolvimento científico e tecnológico; o impacto da doutrina igualitária em educação; a convicção, cada vez mais generalizada, de que a educação é um instrumento eficaz de mudança e progresso social; a ativação de políticas voltadas para escolarização de toda população infantil; a extensão da escolaridade obrigatória até aos 14, 15 e inclusive 16 anos; e o funcionamento de reformas educativas profundas, praticamente em todos os países avançados.

11 11 O contexto de bem-estar econômico e o otimismo com relação à função social da educação, nos países ocidentais, provocam um incremento nos investimentos destinados à promoção e ao suporte da pesquisa educativa e dos processos de reforma e inovação nesse campo da psicologia da educação. Por certo, a posição privilegiada que a psicologia da educação ocupa, nesse momento da história, na ordem das disciplinas dedicadas ao estudo dos fenômenos educativos, beneficiou-se da contribuição dos recursos econômicos e humanos; houve aumento considerável da participação dos psicólogos educacionais em projetos de pesquisa educativa, em processos de formação de futuros professores, em seus serviços de psicologia e de orientação escolar; e, ainda, criaram-se novas associações profissionais e centros de pesquisa em departamentos de psicologia da educação em muitas universidades. Concepções Contemporâneas da Psicologia da Educação Ainda segundo Salvador (1999), as diferentes concepções da psicologia da educação que coexistem, atualmente, expressam a importância relativa atribuída por cada uma aos componentes psicológicos no esforço de explicar e compreender os fenômenos educativos. Essas concepções oscilam de proposições claramente reducionistas, que consideram o estudo das variáveis e dos processos psicológicos como a única via capaz de proporcionar uma base científica à teoria e à prática educativa, propondo o questionamento da função e da importância dos componentes psicológicos, a uma série de proposições intermediárias: primeiro, o posicionamento de que o conhecimento psicológico é o único que permite abordar as questões educativas de uma maneira científica e racional; segundo, o postulado de que o comportamento humano responde a uma série de leis gerais, estabelecidas por pesquisa psicológica, que podem ser utilizadas para compreensão e interpretação de qualquer âmbito da atividade das pessoas; terceiro, a conseqüência do ponto de vista anterior, a assertiva de que a caracterização da psicologia da educação advém não do tipo ou natureza do conhecimento que manipula, mas do campo de aplicação desse conhecimento, nesse caso a educação; e, finalmente, uma quarta afirmação, o entendimento de que a missão da psicologia da educação é selecionar, entre os conhecimentos oferecidos pela

12 12 psicologia científica, num determinado momento da história, os que podem ser úteis para entender e explicar o comportamento das pessoas em situações educativas. Precisamos ressaltar que, mesmo compartilhando os mesmos princípios e propósitos, essas concepções, estão longe de constituírem uma orientação homogênea e compacta no panorama da psicologia da educação. Existem diferenças significativas em relação às dimensões ou aos aspectos do comportamento humano valorizados como úteis e relevantes à educação. Assim, de acordo com a dimensão escolhida, nos deparamos com: uma psicologia do desenvolvimento aplicada à educação; uma psicologia de aprendizagem aplicada à educação; uma psicologia social aplicada à educação; uma psicologia das diferenças individuais aplicadas à educação; ou, mesmo, uma psicologia geral aplicada à educação. O que reflete a persistência das escolas de psicologia em proporcionar explicações globais diferentes e até contrapostas ao comportamento humano. Nos últimos trinta anos, por vezes, a psicologia da educação é, erroneamente, assimilada ao mero reducionismo psicológico; e, então, surgem duras críticas, colocando em dúvida o sentido da psicologia da educação. Argumenta-se que não há sentido em se estudar os componentes psicológicos sem estudar, ao mesmo tempo, os componentes sociológicos, institucionais, políticos, econômicos, e didáticos. Entretanto, a feição moderna da psicologia da educação tem renunciado a uma boa parte dos postulados e princípios que definiam as proposições de psicologia aplicada à educação, apresentando uma série de proposições alternativas que se transcrevem como uma concepção diferente do psicologismo reducionista. Hoje, a tendência é considerar a psicologia da educação como uma disciplina-ponte entre a psicologia e a educação, com um objeto de estudo próprio, e com fins próprios, a saber, gerar um novo conhecimento sobre o seu objeto de estudo. Trabalhos dirigidos por Hunt e Sullivan, em 1974, lançaram as primeiras formulações originais da psicologia da educação como disciplina-ponte.tomando como ponto de partida a crítica ao reducionismo psicológico, Hunt e Sullivan opinam que a psicologia somente formula prescrições de como se deve atuar na educação, sem considerar as variáveis e características especificas do ato de educar; como

13 13 conseqüência desse modo de orientar o trabalho educativo, freqüentemente essas prescrições não atendem à prática docente, e, por isso, são ignoradas pelos profissionais da educação, que as consideram pouco realistas, ou irrelevantes. David P. Ausubel, psicólogo americano da segunda metade do século XX, influente em psicologia da educação, argumenta, de forma contundente, contra a aplicação de princípios genéricos da psicologia à educação e a favor da psicologia da educação como uma disciplina-ponte, sustentando que a psicologia da educação é uma disciplina aplicada autônoma. Ausubel é um dos psicólogos que mais contribuiu para se estabelecer uma distinção clara do que significa definir a psicologia da educação como uma disciplina aplicada, e o que representa caracterizá-la como uma simples aplicação da psicologia aos problemas educativos: Concluiremos, então, que a psicologia educacional é, sem a menor dúvida, uma disciplina aplicada, porém não é psicologia geral aplicada aos problemas educativos, da mesma maneira que a engenharia mecânica não é física geral aplicada aos problemas de projetar máquinas, ou a medicina não é a biologia geral aplicada aos problemas da diagnose, da cura e da prevenção das doenças humanas. Nessas últimas disciplinas, as leis gerais que se originaram a partir das disciplinas-mãe não se aplicam no terreno dos problemas práticos; de fato existem alguns fundamentos separados da teoria aplicada que são tão básicos como a teoria que sustenta as disciplinas-mãe, porém, são formuladas em nível mais baixo de generalização e têm pertinência mais direta quanto à aplicabilidade a problemas em seus respectivos campos. (Salvador, 1999, p. 42). Outros autores se posicionaram favoravelmente à psicologia da educação como uma disciplina-ponte, como os franceses Mialaret, Leon e Gilly, que manifestaram propostas que coincidem com as já comentadas, de Hunt e de Ausubel. Para Mialaret, a psicologia da educação é uma disciplina diferente tanto da psicologia quanto da educação, tendo como finalidade estudar o comportamento e os processos psicológicos

14 14 gerados nos alunos como resultado de sua participação em atividades educativas, podendo contribuir quer para o desenvolvimento do conhecimento psicológico, quer para a melhoria da educação. Considerações Metodológicas sobre a pesquisa empírica. O objetivo geral deste estudo consiste em buscar compreender o papel da Psicologia da Educação na formação do educador que irá atuar no ensino básico, na perspectiva dos acadêmicos do 4º ano do curso de Pedagogia da UEM, na intenção de dar vez e voz ao aluno nesse processo. Mais especificamente, nesta pesquisa empírica, pretendemos tratar da formação do futuro educador, que atuará no ensino básico, com o objetivo de conhecer suas concepções acerca da Psicologia da Educação, refletindo sobre os conhecimentos que essa disciplina oferece aos cursos que cuidam da formação do professor. Para realizar esta etapa da pesquisa, nos valemos do procedimento metodológico de pesquisa qualiquantitativa de caráter teórico-prática, com a aplicação de um questionário (semi-estruturado) com questões abertas e fechadas. Onde analisamos o perfil do aluno, quanto a idade e gênero, e temáticas pertinentes a disciplina de Psicologia da Educação no curso de Pedagogia. As temáticas analisadas foram: a)- o desenvolvimento da disciplina de Psicologia da Educação durante o período do curso; b)- as abordagens teóricas estudas e a formação profissional; c)- a adequação da bibliografia aos conteúdos propostos; d)- o relacionamento professor/aluno; e)-a eficácia (ou não) da metodologia utilizada nas aulas; f)- sugestões para enriquecimento da metodologia; g)- dificuldades do ensino da Psicologia da Educação. Síntese dos dados pesquisados No universo de 120 entrevistados, 96% eram do sexo feminino, 57% de solteiros, 60% na faixa etária de 21 a 25 anos. Em relação às questões pedagógicas 77% dos entrevistados entenderam que a bibliografia indicada estava adequada aos conteúdos programáticos propostos; 32% apontaram problemas em relação à metodologia de trabalho; 37% dos entrevistados solicitaram maior vivência (oficinas)

15 15 da prática didático-pedagógica; em relação às dificuldades encontradas: 47% indicaram a necessidade de aumento da carga horária em função da importância do conteúdo. Na perspectiva dos acadêmicos-formandos do curso de Pedagogia da UEM, a disciplina de Psicologia da Educação no curso de Pedagogia da UEM, tem a finalidade de levar esse novo educador à compreender o processo de aprendizagem no contexto escolar. CONCLUSÃO A mudança da concepção de psicologia aplicada à educação, para a concepção de psicologia da educação como disciplina-ponte, leva-nos a reorganizar o próprio conceito de aplicação do conhecimento psicológico. Não se trata somente da aplicação e da utilização dos conhecimentos que uma disciplina básica proporciona para a solução dos problemas genéricos que se apresentam em toda atividade humana. Trata-se, segundo, Mialaret do estudo e da análise - com a utilização dos instrumentos conceituais e metodológicos próprios da psicologia - no contexto específico da atividade humana que é a educação. Desse modo, estrutura-se uma disciplina aplicada diferenciada, que tem como fim gerar conhecimento novo, direcionado para aplicação. Atente-se, portanto, que o conceito de aplicação, nesse caso, não é mais o mesmo da concepção tradicional de psicologia aplicada à educação. Nessa perspectiva a psicologia da educação passa a ser uma disciplina plena, constituindo-se das mesmas preocupações e explicações que servem à pesquisa psicológica, em geral existirá sempre uma inter-relação da psicologia da educação com as leis, princípios, conceitos, explicações, métodos, e resultados originados da pesquisa psicológica básica. Entretanto, por sua vez, a psicologia da educação, considerada em sentido específico e restrito, contribuirá no enriquecimento da pesquisa com informações e dados próprios dos fenômenos educativos, mais precisamente com suas interpretações sobre o comportamento humano nas situações educativas específicas. De acordo com Salvador (1990), para Pérez Gómes, (1978), é necessário separar as

16 16 disciplinas que têm a finalidade especifica de estudar os processos educativos, das que, de forma genérica, contribuem para uma melhor compreensão e explicação dos fenômenos educativos. Interagindo, todas concorrem para um tríplice objetivo: primeiro, contribuir na elaboração de teoria(s) que permita(m) uma melhor compreensão e explicação dos processos educacionais; segundo, ajudar na elaboração de procedimentos, estratégias e modelos de planejamento e intervenção educativos; e finalmente, facilitar a instituição de práticas educativas eficazes á formação dos educandos e à melhor capacitação dos educadores. Referências GOODSON, I. (1990) Teoria e Educação, 2 Tornando-se uma matéria acadêmica: padrões de explicação e evolução, p CHERVEL, A.(1990) Teoria e Educação, 2 História das disciplinas escolares: reflexões sobre um campo de pesquisa, p SALVADOR, C. C. (org.) (1999) - Psicologia da Educação; trad. Cristina Maria de Oliveira. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. p

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA Marta Marques 1 O livro Leituras sobre John Dewey e a educação, do Prof. Dr. Altair

Leia mais

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p.

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Linguagem & Ensino, Vol. 8, Nº 2, 2005 (275-285) RESENHAS BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Resenhado por Márcia Cristina Greco OHUSCHI

Leia mais

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais)

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) 1º ANO

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

PEDAGOGO QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS DO MAGISTÉRIO

PEDAGOGO QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS DO MAGISTÉRIO PEDAGOGO 01. Um pedagogo que tem como pressuposto, em sua prática pedagógica, a concepção de que o aluno é o centro do processo e que cabe ao professor se esforçar para despertar-lhe a atenção e a curiosidade,

Leia mais

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 15:06

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 15:06 Curso: 9 DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Centro de Ciências da Educação Pedagogia (Noturno) Ano/Semestre: 0/ 09/0/0 :06 s por Curso Magistério: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ens. Fundamental CNA.0.00.00-8

Leia mais

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Maria Lígia de Oliveira Barbosa Belo Horizonte, MG: Argvmentvm, 2009, 272 p. Maria Lígia de Oliveira Barbosa, que há algum tempo

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

E D U S K Revista monográfica de educación skepsis.org

E D U S K Revista monográfica de educación skepsis.org ESTADO DE ARTE DA DIDÁTICA DA EDUCAÇÃO PRIMARIA HOJE: ATUALIDADES E DESAFIOS Leila Pessôa Da Costa 1 A didática tem o papel de oferecer os fundamentos teóricos e práticos para o desenvolvimento da ação

Leia mais

PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO. Prof. Dr. Wilson da Silva

PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO. Prof. Dr. Wilson da Silva PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO Prof. Dr. Wilson da Silva Currículo 1995 a 1998 - Graduação em Pedagogia. Universidade Federal do Paraná, UFPR, Curitiba, Brasil. 2001 a 2002 - Especialização em Psicopedagogia. Instituto

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO

FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO FORMAÇÃO CONTINUADA CAMINHOS PARA O ENSINO SUPERIOR PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS Profª Msc. Clara Maria Furtado PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURRÍCULO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR PLANEJAMENTO DO CURSO OBJETIVOS

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

O MUSEU E SUA FUNÇÃO SOCIAL PELO MAPEAMENTO DAS REDES SOCIAIS DOS MUSEUS Weidson Leles GOMES 1

O MUSEU E SUA FUNÇÃO SOCIAL PELO MAPEAMENTO DAS REDES SOCIAIS DOS MUSEUS Weidson Leles GOMES 1 O MUSEU E SUA FUNÇÃO SOCIAL PELO MAPEAMENTO DAS REDES SOCIAIS DOS MUSEUS Weidson Leles GOMES 1 Resumo: O presente Artigo busca abordar a pretensão dos museus de cumprir uma função social e a emergência

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE

PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE PRÁTICA EDUCATIVA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: A CONTRIBUIÇÃO DAS ÁREAS DE ESTUDO E SUAS RELAÇÕES COM O TRABALHO DOCENTE RESUMO Leandro Pedro de Oliveira José Rubens de Lima Jardilino (orientador) Este trabalho

Leia mais

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Soraya Vieira SANTOS; Marília Gouvea de MIRANDA (PPGE/FE/UFG) soraya_vieira@hotmail.com marília.ppge@uol.com.br Palavras-chave: Wallon;

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Filosofia da Educação 60 horas Metodologia Científica 60 horas Iniciação à Leitura e Produção de Textos Acadêmicos 60 horas Introdução à filosofia e

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº Reconhecido pelo Decreto Federal n 8.1, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 106, de 1.0.11 DOE nº 85

Leia mais

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº2 Reconhecido pelo Decreto Federal n 82.413, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 1064, de 13.04.11 DOE

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a questão da alfabetização como conceito presente nas políticas educacionais que

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE Lilian Kemmer Chimentão Resumo O presente estudo tem como objetivo a compreensão do significado e da importância da formação continuada docente para o exercício

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE - MT 2011 Apresentação Articulado com o novo Plano de Desenvolvimento Institucional (2011-2015)

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS 2014 Gisele Vieira Ferreira Psicóloga, Especialista e Mestre em Psicologia Clínica Elenise Martins Costa Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa EDUCAÇÃO INFANTIL JUSTIFICATIVA O momento social, econômico, político e histórico em que vivemos está exigindo um novo perfil de profissional, de cidadão: informado, bem qualificado, crítico, ágil, criativo,

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

Resenha Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo

Resenha Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo Resenha Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo (SILVA, Jansen Felipe; HOFFMAN, Jussara; ESTABAN, Maria Teresa. Porto Alegre: Mediação. 2003). André Luiz da

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contribuíram

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02 Sumário Pág. I) OBJETIVO 02 II) ESTRUTURA DO CURSO 1) Público alvo 02 2) Metodologia 02 3) Monografia / Trabalho final 02 4) Avaliação da aprendizagem 03 5) Dias e horários de aula 03 6) Distribuição de

Leia mais

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO TÍTULO I - APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA... 1 TÍTULO II - DOS OBJETIVOS...

Leia mais

ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO

ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO Considera-se como fundador da psicologia moderna Wilhelm Wundt, por ter criado, em 1879, o primeiro laboratório de psicologia na universidade de Leipzig, Alemanha. A psicologia

Leia mais

Ana Paula de Souza João Paulo Gonzaga Kelly Cristina Miquelino Jugeick Educação Matemática

Ana Paula de Souza João Paulo Gonzaga Kelly Cristina Miquelino Jugeick Educação Matemática Ana Paula de Souza João Paulo Gonzaga Kelly Cristina Miquelino Jugeick Educação Matemática Relações/interações que envolvem a triade aluno - professor saber matemático Eixo fundamental : transformação

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Prof.ª Dra. Vera Mariza Regino Casério e-mail: veracaserio@bauru.sp.gov.br Prof.ª Esp. Fernanda Carneiro Bechara Fantin e-mail: fernandafantin@bauru.sp.gov.br

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO SOCIAL

O PAPEL DO PSICÓLOGO SOCIAL Página 1 de 5 O PAPEL DO PSICÓLOGO SOCIAL Leandro Nunes 1 Primeiramente, gostaria de me posicionar e anunciar de que campo da ciência psicológica vou estruturar meu argumento. No entanto afirmo que me

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS Profª. Msc. Clara Maria Furtado claramaria@terra.com.br clara@unifebe.edu.br PLANEJAMENTO Representa uma organização de ações em direção a objetivos bem definidos, dos recursos

Leia mais

Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB

Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB Reflexões a respeito da disciplina Pesquisa e prática pedagógica dos cursos de licenciatura do UniCEUB 1 Breve histórico Carlos Charalambe Panagiotidis 1 Em 4 de março de 2002, o Diário Oficial da União

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior INTRODUÇÃO O que é pesquisa? Pesquisar significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas. INTRODUÇÃO Minayo (1993, p. 23), vendo por

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO VAITEKA, SANDRA; FERNANDEZ, CARMEN Instituto de Química da Universidade de São Paulo, Brasil; Programa de Pós Graduação Interunidades

Leia mais

universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I

universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: a escolha do tema. Delimitação, justificativa e reflexões a cerca do tema.

Leia mais

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo)

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Os ideais e a ética que nortearam o campo da educação Comenius: A educação na escola deve

Leia mais

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto ***

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA * Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** Resumo: Este estudo foi construído a partir de uma pesquisa realizada na própria

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente,

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente, O COMPROMISSO DA UNIVERSIDADE NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA BROILO, Cecília Luiza UNISINOS ceciliab@unisinos.br FAGUNDES, Maurício César UNISINOS mc.fagundes@terra.com.br GOMES, Marta Quintanilha UNISINOS martaqg@unisinos.br

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 JOGOS COMPUTACIONAIS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES DAS PESQUISAS E DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Regina Célia Grando Universidade São Francisco regina.grando@saofrancisco.edu.br Resumo: No presente

Leia mais

Palavras-chave: Aprendizagem dialógica, aprendizagem escolar, conteúdos-escolares.

Palavras-chave: Aprendizagem dialógica, aprendizagem escolar, conteúdos-escolares. APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI: POSSÍVEIS ENCONTROS COM A APRENDIZAGEM DIALÓGICA NOS CADERNOS DE PESQUISA 1 Adrielle Fernandes Dias 2 Vanessa Gabassa 3 Pôster - Diálogos Abertos

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

O DESAFIO DE PROMOVER A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA

O DESAFIO DE PROMOVER A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA O DESAFIO DE PROMOVER A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA Júlio César Furtado dos Santos Pedagogo, Psicólogo, Diplomado em Psicopedagogia pela Universidade de Havana, Cuba Mestre em Educação pela UFRJ Doutor

Leia mais

Pós-Graduação em Administração e Gestão de Escolas

Pós-Graduação em Administração e Gestão de Escolas Pós-Graduação em Administração e Gestão de Escolas ENQUADRAMENTO DO CURSO As escolas são estabelecimentos aos quais está confiada uma missão de serviço público, que consiste em dotar todos e cada um dos

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MESTRADOS PROFISSIONAIS COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Maria Cristina Araújo de Oliveira UFJF mcrisoliveira6@gmail.com Resumo: O artigo apresenta um breve panorama

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 1 CONCEPÇÕES DE CURRÍCULO e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 2 CONVERSANDO SOBRE CURRÍCULO Diferentes concepções Conteúdos e competências Sobre aprendizagens Projetos alternativos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Metodologia Científica Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º 1 - Ementa (sumário, resumo) Conceito e concepção de ciência

Leia mais

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA Ementas das Disciplinas de Educação Física Estão relacionadas abaixo, as ementas e a bibliografia dos diferentes eixos curriculares do Curso, identificadas conforme os ciclos de formação: Ciclo de Formação

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais