OS REFLEXOS DAS COTAS SOCIAIS PARA A ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE PÚBLICA: dialogando com direitos

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1 1 OS REFLEXOS DAS COTAS SOCIAIS PARA A ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE PÚBLICA: dialogando com direitos Nestor Gomes Duarte Junior 1 RESUMO Este artigo analisa a realidade da costa social, adotada pela UERN, considerando o contexto histórico de sua implantação, seus rebatimentos sobre a vida dos estudantes cotistas e as respostas institucionais, por meio da assistência estudantil, a essa nova realidade, estabelecendo um comparativo entre as principais demandas dos discentes e as medidas adotadas. Esses elementos possibilitam uma apreensão da imprescindibilidade da assistência estudantil como integrante da medida afirmativa, além dos novos desafios postos à consolidação da educação como direito para a classe trabalhadora. Palavras chaves: educação, cota social, assistência estudantil. ABSTRACT This article examines the reality of the social dimension, adopted by UERN, considering the historical context of its implementation, its repercussions on the lives of students shareholders and institutional responses, through the student assistance, to this new reality, establishing a comparative among the main demands of the students and the measures taken. These elements enable an understanding of the indispensability of student assistance as part of the measure so, besides the "new" challenges posed to the consolidation of education as a right for the working class. Key words: education, social quota contributions, student assistance 1 Introdução O acesso à educação superior nas universidades públicas brasileiras não tem se constituído uma tarefa fácil para os estudantes, principalmente os oriundos da classe 1 Estudante de Pós. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

2 2 trabalhadora, fato esse delineado pela nossa formação histórica, constituindo uma educação segregadora, e ainda mais agravada com o aprofundamento das medidas neoliberais. De fato, esse trabalho é fruto de pesquisa documental e empírica que subsidiou a elaboração do nosso trabalho monográfico, apresentado ao departamento de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte UERN se detém sobre a realidade das ações afirmativas de cunho social, adotadas pela referida universidade, considerando suas conseqüências mais imediatas no contexto da instituição. Nosso universo de investigação compreendeu 16 estudantes cotistas, com ingresso no Processo Seletivo Vocacionado PSV (vestibular) do ano de 2006, como uma amostragem não probabilística e intencional, além do Departamento de Assuntos Estudantis DAE. Com os estudantes foram aplicados questionários, com possibilidades de perguntas abertas, somando 28 questões, o que nos possibilitou entender, suas principais dificuldades, no contexto da UERN, suas estratégias de sobrevivência e uma formação conceitual de assistência estudantil. Com o DAE, utilizamo-nos de entrevista, nos possibilitando entender as principais medidas da assistência estudantil, bem como das alterações, sofridas decorrentes da política de cotas. No intuito de apresentar com clareza o nosso estudo construímos o presente trabalho em duas partes, além dessa introdução e das considerações finais, em que no segundo item, situamos e delimitamos nosso objeto em seu contexto histórico e conjuntural, no terceiro item apresentamos um apanhado das análises dos dados apreendidos no decorrer da pesquisa. 2 O PORQUÊ DAS COTAS SOCIAIS: uma reflexão conjuntural Situamos o nosso objeto no seu devido contexto, partindo da condição social do direito a ter direitos, que remonta, conforme Lessa citado por Santos (2005), o momento em que surgiu a exploração do homem pelo homem, em que surgiram as classes sociais (p. 75). É relevante para nossa explanação recorrermos à Orso, 2008, que conceitua a educação na sociedade capitalista, como sendo a forma como a própria sociedade prepara

3 3 seus membros para viverem nela [...] [...] tende a refletir o nível de compreensão dos que fazem, permitida pela sociedade de cada época [...] (Pág ) Outro aspecto a levarmos em conta é a forma como está distribuída a riqueza em nosso país, expressando-se latente a polarização presente na concentração de renda, riqueza e propriedade 2, implicando reflexos diretos na condição de vida dessas classes, que se polarizam para suprir suas necessidades básicas, entre a utilização dos serviços públicos e dos privados. Por último, trazemos para análise a fase neoliberal, por que passam os países em desenvolvimento, e os seus reflexos para a política de educação no Brasil, onde ocorre conforme, Behring e Boschetti 2008, a tendência geral à restrição e redução de direitos sob o argumento da crise fiscal do Estado 3 que implantam significativas mudanças (reformas) impostas pelos organismos internacionais 4, no intuito de reorganizar a esfera da produção.nessa perspectiva, esclarece-nos Lima que: [...] o reordenamento do papel dos Estados nacionais e a formação de uma nova sociabilidade burguesa, estão inseridas as reformas educacionais realizadas nos países periféricos [...] (2007 pág.51) (grifo nosso). No entanto, Como nosso estudo versa sobre uma realidade apresentada no Rio Grande do Norte, relatamos também que os dados sobre essa realidade é de sucateamento e precarização contínua, expressos nos números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica IDEB de 2007, situando as escolas públicas da rede estadual, com um dos piores índices da educação básica do Brasil, ficando na antepenúltima posição com 2,6 pontos percentuais de aproveitamento, sendo a média nacional 3,0 pontos percentuais, o que enfatiza uma considerável lacuna no nível de formação entre os estudantes das escolas públicas e privadas. Essa realidade coloca-se, como empecilho para os discentes oriundos da rede estatal de ingressar no Ensino superior, uma vez que esse se dá, segundo a 2 Em que os 10% mais pobres ficam com apenas 1,1% da renda do trabalho, enquanto os 10% mais ricos ficam com 44,7%, o que significa dizer que, 13% da renda do trabalho se concentra nas mãos de apenas 1% da população. Em CFESS Manifesta, ao Fórum Social Mundial, Disponível 3 sob o argumento ideológico da escassez de recursos e de conter o déficit público, como no caso brasileiro a volta da inflação [...] assim promove-se, do ponto de vista fiscal, uma mudança de pauta regressiva, que atinge especialmente os direitos e as políticas sociais. (BEHRING, 2010, pág.76) em: Serviço Social, Direitos e Competências Profissionais. 4 O papel dos organismos internacionais na elaboração e difusão dos valores e concepções que constituem este projeto de dominação 4 tem sido fundamental. As políticas promovidas por esses sujeitos coletivos do capital - grupo BM 4, Unesco e, mais recentemente, a OMC Vêm orientando um conjunto de reformas econômicas e políticas realizadas nos países da periferia do capitalismo (LIMA, 2007, Pág.51).

4 4 capacidade de cada um (CF 88) avaliado por meio do Processo Seletivo Vocacionado PSV. Por outro lado, atentamos para o artigo 206 da CF de 88, em que a igualdade de condições de acesso e permanência na escola coloca-se como princípio do gerenciamento da rede de educação. Quando pensamos o ensino superior, esse segundo princípio permanece tão somente no campo das idéias, de modo que, para as famílias dos trabalhadores, a escola pública desponta como meio de educar e formar seus filhos, destacando que 85% dos matriculados no ensino médio estão nas escolas públicas 5 e dos 12,1%, dos matriculados no ensino superior, 74,1% estão inseridos no setor privado e 25,9% no setor público (CONAE, 2010), expressando uma inversão da ocupação dos bancos no ensino superior, em que os estudantes da rede privada ocupam quase majoritariamente, por meio de processo seletivo, as universidades públicas. Esse apanhado de elementos nos elucida a necessidade da adoção das cotas na UERN, num aspecto geral, tem-se o sistema de produção capitalista que evidencia uma cisão entre as classes sociais, impingindo em todas as dimensões do cotidiano, elementos dessa separação por meio da reprodução das relações sociais, onde são identificados interesses que se interpõem. Ainda nesse ínterim situa-se a educação como sendo um elemento em disputa entre as força sociais, que na atualidade assume uma tendência a não questionar a estrutura posta, numa direção de mantê-la. Entre essas medidas situamos as cotas sociais, que consideramos como um atestado da ineficácia do Estado no que se refere à educação pública, em que o Estado reconhece que o índice de aproveitamento dos estudantes da rede pública é sumariamente inferior aos da rede privada, gerando a necessidade do Estado apresentar uma resposta imediata a situação em tela, de modo que, assume-se o caminho inverso ao devido: adotase um sistema de cotas, que divide os estudantes de acordo com sua origem, rede pública e rede privada, proporcionando a acesso em pé de igualdade a esses estudantes da escola pública, no entanto eximindo-se de modificar as bases estruturais dessa educação capenga. 5 Disponível em: com acesso 18/04/2011 às 14h:00min.

5 5 3 Os desafios imanentes do sistema de cotas Ao nos determos mais a fundo na realidade uerniana, com aparato de informações da própria Comissão Permanente de Vestibulares - COMPERVE, o ingresso de estudantes oriundos da rede pública antes da implantação das cotas não passava de 20% do total dos ingressos por Processo Seletivo Vocacionado PSV, enfatizando a disparidade entre o sistema de ensino público e privado e, quando da implantação da medida, ficou assegurado sempre o mínimo de 50% das vagas para essa rede de ensino. Não desconsideramos, pois, em nossa análise o fator regionalidade, quando tratamos de uma instituição que adota as cotas sociais no seu PSV, levamos em conta a situação geográfica da UERN, localizada na região semi-árida do Nordeste brasileiro em que o índice de analfabetismo é gritante e a condição social dos trabalhadores é ainda mais agravada. E quando se leva em conta o aspecto renda familiar, o índice aumenta ainda mais entre os mais pauperizados Nos domicílios com renda até um salário mínimo, o índice é de aproximadamente 37%, e nas famílias com renda acima de 10 salários mínimos o analfabetismo é de 1,8% da população de 15 anos ou mais 6 (dados peculiares à região Nordeste) Desse modo, a UERN insere em seu corpo discente, em cada PSV, aproximadamente seiscentos discentes oriundos da rede pública de ensino. Longe da nossa análise se fundar num viés maniqueísta, mais por tabela, que em sua maioria portam consigo não só a carência da fragilidade na relação ensino-aprendizagem, mas a condição social de subalternidade e privações básicas à sobrevivência humana. Essas privações, que por si vão trazer para a instituição, uma vez que o sujeito se apresenta socialmente em sua totalidade, a partir das suas necessidades, uma gama de novas demandas e carências que precisam ser supridas ou respondidas pelo Estado em forma de ações e medidas, que devem se consolidar como direitos devidos aos estudantes que adentraram à UERN por meio da discriminação positiva, e nessa realidade garantir o 6 Dados disponíveis em: Mapa do Analfabetismo no Brasil em:

6 6 ciclo integral da medida afirmativa: integrar o estudante pobre ao ensino superior e garantir as condições mínimas para que ele possa permanecer e concluir o seu curso em tempo hábil. Destacamos para analise uma síntese do que foi a nossa produção de dados, Ressaltamos que dos que participaram da pesquisa, metade deles tem suas origens em outras cidades, sendo que dois precisaram mudar-se para fazer suas graduações, os outros seis se deslocam todos os dias das suas cidades para o município sede de estudos; quanto ao fator renda familiar, a grande maioria das famílias chegam a ganhar entre um e dois salários mínimos, quanta a individual dos discentes, majoritariamente até um salário mínimo, tendo como principais fontes, o trabalho no ramo do comércio, com vínculos regulares ou não, programas com bolsas (pesquisa/monitoria/ e outros), além de auxílio dos pais e familiares. Fica transcrita, também, por esses dados a problemática da alta concentração de renda existente entre os brasileiros, relegando a uma grande parcela da população a capacidade de acesso a uma renda infame, desproporcional a suprir suas necessidades básicas. Acrescentamos a essa análise as necessidades subjetivas do acesso à cultura à diversão e às artes. Entre as dificuldades enfrentadas pelos discentes no dia-dia da instituição, e no cotidiano relacionado à formação profissional, figuraram como principais: o tempo para estudar, quando da impossibilidade de conciliar a necessidade de trabalho com a dinâmica dos estudos, soma-se a isso, as dificuldades na aquisição dos textos e livros, além da falta de recursos para impressão de trabalhos ou mesmo equipamentos para realizar suas pesquisas. Além do mais, o campus universitário central da UERN, onde realizamos nossa pesquisa, situa-se numa área não tão central da cidade de Mossoró, somado a deficiência dos serviços de transporte coletivo urbano, apresentando irregularidades das linhas em horários diversos para a universidade, reflete em mais um obstáculo ao processo de formação dos estudantes, que para o acesso em determinados horários precisam utilizar-se de carona ou outros meios. Também aparecem os percalços relativos às condições de moradia, uma vez que, submeterem-se todos os dias a cerca de uma hora na estrada, em condições não das

7 7 melhores, nem de transporte, nem da própria estrada, para assistir aulas, devido à quantidade insuficiente de vagas nas Residências Universitárias, ou mesmo o seu sucateamento impossibilita acesso às mesmas, não aparece como das melhores alternativas ao processo formativo. Passar o dia em atividades no campus também aparece como um dos principais entraves para nossos pesquisados, justificado pela falta de estrutura física do campus, exemplo disso é a ausência de restaurante universitário RU com preço compatível à realidade dos estudantes. Como estratégias de sobrevivência, os pesquisados citam as mais diversas artimanhas: Na questão do acesso, os que moram em Mossoró, utilizam-se, na sua maioria de carona para chegarem ao campus; Dos que moram fora, é predominante a realização das viagens diárias em transportes gratuitos, com algumas exceções. Na utilização de informática e impressão de trabalhos, é majoritário o uso de lan houses e casa de amigos; Na bibliografia, a grande maioria se utiliza de Xerox, justificado pela escassez das obras solicitadas no acervo da biblioteca, sendo que, alguns dos nossos pesquisados por falta de recursos recorrem aos amigos e setores da universidade, quanto à aquisição de livros afirmam não poder comprar e atribuem ao preço das obras. É notório que as grandes dificuldades desses estudantes estão diretamente relacionadas a itens impostos pelo contexto social no qual estamos situados, como a precarização dos serviços ou mesmo o não acesso às condições mínimas de sobrevivência. Nosso interesse em adentrar nessa seara, se faz por compreendermos a necessidade de absorvermos o perfil da assistência designada aos estudantes e para perceber a reação institucional nesse setor com a adoção das cotas sociais. Para tal, investigamos as ações desenvolvidas pelo DAE que cuida, entre outras coisas, da assistência estudantil na IES, De fato, a instituição desde 2004, quando ocorreu o primeiro vestibular com cotas, empreendeu melhorias, ampliando a quantidade de vagas nas residências universitárias, no entanto a expansão de medidas não foi tão notória em outros setores, sendo que, a universidade manteve os serviços já existentes: Consultas médicas laboratoriais, com os profissionais da faculdade de medicina da própria UERN, psicológicas, no próprio DAE, odontológicas, por meio do consultório voltado a atender os servidores

8 8 técnicos administrativos, este último serviço, voltado somente para os estudantes residentes. Destacamos que a maior demanda do órgão está voltada ao gerenciamento do setor estágio, pois uma de suas principais atribuições é gerir todos os encaminhamentos para estágios curriculares e extracurriculares da universidade. Numa perspectiva de entender a concepção dos estudantes cotistas acerca da assistência estudantil, formulamos perguntas que identificaram, a partir da compreensão que eles têm do DAE e do conhecimento dos serviços oferecidos pelo setor, que o conceito por eles formulado, sempre está atrelando sua imagem à funções relacionadas a ajuda e apresentando de forma superficial, sendo que alguns não conseguem sequer construir esse conceito. Consideramos que essa pouca construção do estudante em torno de um conceito sobre o setor e consequentemente sobre a assitência, está relacionada a uma carência de dar respostas às carências, ou seja, as poucas das medidas previstas pelo departamento não funcionam, e as que são implemnetadas o são de maneira precária, e não atendem as carências mais cotidianas dos estudante, que são automaticamente pouco instigados a procurarem o setor, o que possibilita essa construção. Portanto os grandes desafios imanentes ao sistema de cotas, primeiro dá-se em efetivar-se garantidor de direitos, o segundo, situa-se no risco da mistificação social da medidade afirmativa ser usada como justificativa dos gestores do cumprimento do papel da educação e não priorizar investimentos nessa política, tão somente mantendo as estruturas vigentes, e um terceiro elemento, não desconsiderando os outros, no entando elegemos a mais latente é o que chamamos de consolidação do ciclo da medida afirmativa: inserir o estudante no contexto universitário e possibilitar as condições dele permanecer nela pelo tempo hábil para a conclusão do curso. 4 Conclusão Concerteza não trago aqui a dimensão final desse debate, até mesmo pela abrangência do nosso trabalho, mas que, de todo modo, pode contribuir com reflexões futuras acerca da seriedade que é lidar com uma realidade tão complexo como a política de educação seus entraves, suas estratégias e os sonho que permeiam todo esse ideário dos direitos.

9 9 Outrossim, a assistência estudantil passa a ser requisito central no âmago da administração universitária, e na efetivação desse direito, o que na UERN apresenta-se em forma de medidas pulverizadas, com inexpressiva regulamentação institucional, sem um direcionamento específico às principais limitações postas pelos estudantes no dia-a-dia da universidade, de modo a absorver, entender, acompanhar e propor uma política com programa macro e de operacionalização sistêmica, que de fato venha consolidar o objetivo da cota, que seja incluir sujeitos sociais ao processo formativo. Em suma, é preciso que os gestores ao pensarem a execução da assistência estudantil na universidade, tenham como norte que a assistência torna-se direito, de prestação obrigatória, a partir da abertura da universidade por meio da reserva de vagas para estudantes de escolas públicas, para esses estudantes, uma vez que o não cumprimento desse requisito põe em xeque o eixo central das cotas. Assim, da mesma forma que a o Ensino, a Pesquisa e a Extensão devem ser prioridades na universidade, o incentivo à permanência dos estudantes deve ser colocada na mesma ordem, a partir da implantação de um programa consistente, com a priorização de investimentos e acompanhamento contínuo da realidade dos estudantes cotistas e avaliação do programa. Referêcias BEHRING, Elaine Rossetti; Expressões Políticas da Crise e as novas configurações do Estado e da Sociedade Civil; in: Serviço Social; Direitos Sociais e Competências Profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS, Pag (publicação: Conselho Federal de Serviço Social CEFESS, Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social ABEPSS. V. 1) ; BOSCHETTI, Ivanete. Política Social: Fundamentos e História. 5 ed. - São Paulo: Cortez, 2008, - (biblioteca básica de Serviço Social; v.2) BRASIL. Anais da Conferência Nacional de Educação: Conae 2010: Construindo o Sistema Nacional Articulado de Educação: o Plano Nacional de Educação, diretrizes e estratégias de ação. Brasília; MEC, Constituição da República Federativa do Brasil: Texto constitucional promulgado em outubro de Brasília: Senado Federal, 2004.

10 10. Educação: ampliando as fronteiras do ensino. Balanço da gestão de educação , Brasília: MEC, Disponível em: acesso em: 18 de abril de CFESS. Brasil: um país que não redistribui renda e riqueza. In: CFESS Manifesta, Fórum Social Mundial, LIMA, Kátia, Organismos Internacionais e Reforma da Educação Superior nos países Periféricos; In: Contra-Reforma e Educação Superior: de FHC a Lula; Xamã; São Paulo; 2007 IDEB; Resultado final do IDEB 2007; Disponível em: <portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/resultado_ideb2007.pdf>, acesso em: 20 de novembro de 2010 INEP; Mapa do analfabetismo no Brasil. Disponível em: <http://web.inep.gov.br/imprensa/noticias/outras/news03_19.htm>, acesso em: 30 de novembro de 2010 ORSO, José Paulino; A educação na sociedade de classes: Possibilidades e Limites; in: Educação e Lutas de Classe; Organizadores: Gonçalves, Mattos e Orso 1 ed. São Paulo: Expressão Popular, SANTOS, Silvana Mara de Moraes dos Santos. A Esquerda em Desordem e as Tendências da Luta pela liberdade de Orientação Sexual; Tese apresentada no curso de Doutorado em Serviço Social da UFPE. Recife PE: UFPE, 2005.

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