Argumento nasce e é linda

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2 Argumento nasce e é linda Todo nascer é benfazejo. A semente que brota promete a árvore grande, forte, pujante. Há na célula primeira, no ovo que intermedeia a mera potência e a realidade instalada, todas as possibilidades, por mais especiais que sejam. E se o nascer vem acompanhado dos cuidados próprios de uma mãe extremosa, de um pai diligente, de toda uma família atenta e de amigos sinceros e generosos, aí então as promessas já são quase realizações; a potência, produto; as possibilidades, fatos. Assistimos, todos os que fazem o Tribunal Regional Federal da 5ª Região TRF5 e eu, em particular, o nascimento de uma nova revista, filha caçula da Corte, com uma vocação especialíssima: a de reunir, no mesmo espaço, matérias técnico-jurídicas e literárias; assuntos sérios e amenidades; preocupações com o futuro, máxime com o aperfeiçoamento das instituições, e com o passado, numa revisitação constante dos fatos que marcaram a vida da Justiça Federal e do próprio Tribunal. Sob a denominação inspirada de Argumento, nela cabe uma multiplicidade de assuntos, que revelam suas várias e variadas seções entrevistas, ensaios, poesias, prosa literária, perfis e muitas outras. Conduzida pela Divisão de Comunicação Social do TRF5, coube à jornalista Isabelle Câmara pensar a ideia, definir os traços marcantes da nova filha do TRF5 e, com sua santa inquietude, ser o dínamo propulsor que transformou o sonho em papel, em folhas, em textos, em poesias. E todos nós fomos contagiados pelo desejo e arregaçamos as mangas, contribuindo cada um no limite das suas forças. Resultado: Argumento vingou e nós a temos nas mãos como pais orgulhosos. Para mim, como Presidente do Tribunal neste momento singular, ficou a incumbência de parabenizar a todos os envolvidos neste processo e, em particular, aos que fazem a Comunicação Social da Casa, e o privilégio de ver meu nome indelevelmente associado ao primeiro número da revista. Qual o velho Noé de que nos fala a Bíblia, nós a lançamos ao vento para que alce voo, e Argumento já sai da nau levando no bico o ramo verdejante da esperança. Paulo Roberto de Oliveira Lima Presidente do TRF5

3 2 Aos leitores Expediente Sim, nasce mais uma revista. Mas a Argumento não é uma revista comum; trata-se de uma publicação que transita entre dois universos aparentemente herméticos e distintos: o jurídico e o literário. Publicar uma revista não é tarefa fácil. Além dos recursos necessários à impressão, é preciso gente para fazê-la. Pessoas que apostem na sua linha editorial e façam - da letra à reportagem - um texto, uma foto ou um desenho de página com o coração. E assim o foi. Quando a Divisão de Comunicação Social do Tribunal Regional Federal da 5ª Região TRF5 apresentou a ideia à Presidência da Corte, todos os envolvidos abraçaram a proposta e se dedicaram, linha a linha, página a página, para ver a publicação que ora chega em suas mãos. E a Argumento surge de demandas legais, pois a publicidade dos atos da Gestão Pública é um dos princípios basilares da Administração Pública e está prevista no Art.37 da Constituição Federal e na Resolução nº 85 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece como objetivos fundamentais da Comunicação, entre outros, dar amplo conhecimento à sociedade das políticas públicas e programas do Poder Judiciário e divulgar, em linguagem acessível e didática, os direitos do cidadão e os serviços colocados à sua disposição pelo Judiciário, otimizando a visão crítica dos cidadãos a respeito da importância da Justiça como instrumento da garantia dos seus direitos. Nasce também de demandas educativas e sociais, na medida em que acreditamos que a informação deve valorizar a diversidade étnica e cultural e reforçar atitudes e comportamentos que promovam a paz social, o desenvolvimento humano e o respeito ao meio ambiente. Assim, rebenta uma revista de caráter jurídico, cidadão, cultural e científico, que se propõe um estímulo ao pensar, ao saber e ao fazer na área dos direitos civis, sociais e difusos. Uma publicação que não se restringe ao universo judiciário e aposta na diversidade de saberes, fazendo circular várias informações, visando a contribuir com a construção do conhecimento do cidadão acerca dos seus direitos e deveres. Boa leitura e bom proveito! Presidente Des Fed Paulo Roberto de Oliveira Lima Vice-Presidente Des Fed Rogério de Meneses Fialho Moreira Corregedor-Geral Des Fed Vladimir Souza Carvalho Desembargadores Federais Lázaro Guimarães José Maria Lucena Geraldo Apoliano Margarida Cantarelli Francisco Cavalcanti Luiz Alberto Gurgel Paulo Gadelha Francisco Wildo Marcelo Navarro Manoel Erhardt Francisco Barros Dias Edilson Nobre Edição Isabelle Câmara Projeto gráfico André Garcia Textos Christine Matos, Josie Marja, Wolney Mororó, Anna Ruth Dantas, Juliano Domingues, Tayza Lima e Suzan Natally Revisão Luciana de Medeiros Fernandes Fotografias Marcos Costa e Juliana Galvão Ilustrações André Garcia e Henrique Mota Editoração André Garcia e Rachel Hopper Apoio administrativo Francisco Macena e Carlos Costa Jornalista Responsável Isabelle Câmara DRT/PE Portal TRF5: Twitter: Curta nossa fanpage: https://www.facebook.com/trf5a Fale conosco:

4 Sumário Extra-autos 4 Os desembargadores mais amados do País O polêmico título de Campeão Brasileiro de 1987 finalmente é do Sport Esportes 44 Veredicto 15 O tempo e os mandados de injunção 8 Comunidade do Pilar ganha vida nova com apoio do TRF5 Cultura e direitos 7 Em dia com a Lei Um giro pelas decisões jurídicas 12 Perfil Vladimir Carvalho: o jurista literato 18 Sociedade e Direitos Empresas de telefonia móvel ganham ações na justiça estadual e federal 24 À Luz dos Direitos Marcos Costa fotografa implementação dos direitos culturais e humanos de crianças e adolescentes 32 Capa STF julga o Sistema de Cotas constitucional, mas a polêmica permanece 38 Fundamentais Sistema Financeiro de Habitação tem ajudado brasileiros a realizar o sonho da casa própria 47 Humanos Direitos Cidadania brasileira é concedida a africano 49 Sentir Desembargador federal Marcelo Navarro troca os códigos pela poesia

5 Os desembargadores mais Amados do país Extra-autos Desembargadores do Tribunal Regional Federal da 5ª Região TRF5 têm a Amado como o colegiado mais importante do Tribunal Isabelle Câmara Nada de Conselho de Administração ou Pleno. O colegiado mais importante do Tribunal Regional Federal da 5ª Região - TRF5 é a Amado Associação dos Maridos Dominados. Isso mesmo. É na mesa do Restaurante Leite, um dos mais tradicionais do Recife e referencial histórico para importantes decisões de impacto local e regional, que os desembargadores federais da 5ª Região se reúnem todas as quartasfeiras, às 12h, para ter conversas sobre o dia a dia do TRF5, resolver questões administrativas e até travar discussões sobre sentenças. Tudo regado a bons vinhos; aliás, um dos assuntos prediletos - além de futebol, gastronomia típica, causos da plenária e suas esposas. Elas, a gênese de tudo. Foi nesse cenário cheio de simbolismos e sabores, numa conversa democrática como a aura do próprio restaurante, que a equipe da Argumento ouviu, ao som do piano, a história da Associação. A Amado surgiu em 2001, fundada pelos desembargadores federais Paulo Roberto de Oliveira Lima, Paulo

6 A Amado se reúne semanalmente no Restaurante Leite Gadelha, Luiz Alberto Gurgel e Ridalvo Costa, este da Amado, esclarece Paulo Gadelha. A presença da já aposentado, mas que sempre comparece aos encontros do clube. A proposta era criar um ambiente tranquilidade. Toda mulher é ciumenta, mas têm as Dra. Margarida permitiu que a gente viesse com mais de congraçamento, onde a gente pudesse, longe do campeãs do ciúme. As campeoníssimas atribuíram Tribunal, estabelecer uma união, uma vinculação que a Margarida o dever de zelar pela nossa fidelidade, nos permitisse resolver mais facilmente os problemas da Corte, lembra Paulo Roberto de Oliveira Lima. E continua: Somos desterrados, estamos distantes de nossos lugares de origem, de nossas famílias, então, a Amado nos aproxima, cria laços, é um espaço para sermos amigos. Já tivemos alas disso e daquilo no TRF5, mas a Amado tornou-se responsável pela coesão da Corte. Hoje, o colegiado conta com mais de 20 associados, inclusive a desembargadora federal Margarida Cantarelli, única mulher no grupo e amada dos integrantes Margarida Cantarelli, a Amada

7 6 complementam, entre risos. E como é ser a Amada, Dra. Margarida? Sabe que nem me apercebo disso? Há tanta amizade que nem noto. Somos Estamos distantes de nossos lugares de origem, de nossas famílias. A Amado nos aproxima. Paulo Roberto de Oliveira Lima amigos e o fato de eu ser a única mulher do grupo é um detalhe. Nossa atividade é de permanente embate, trabalhamos com conflitos o tempo todo; dos outros, mas conflitos. Então, a Amado alivia a tensão da nossa atividade, pois fazemos coisas simples, como rir, conversar sobre livros, Nos encontros, a hora da conta é um sabor à parte contar e ouvir piadas... Coisas que fazem a vida valer a pena. não é fácil identificar os integrantes frouxos, afinal Ser um marido dominado, para os desembargadores federais da 5ª Região, não é motivo de vergo- Terminado o almoço, é chegada a hora da conta, um ninguém se escala para tal time. nha, pelo contrário: eles têm hino próprio, Vou não, sabor à parte. Eu sou o ecônomo, adianta Luiz Alberto posso não, quero não, minha mulher não deixa, não ; Gurgel. São R$ 110 para cada, contabiliza. Aumentou e estatuto. É certo que só com dois dispositivos: homem que é homem tem medo da mulher e casei do: Toda vez que Luiz faz a conta, isso é outra caracte- dez reais, foi?, questiona Paulo Roberto, já acrescentan- aos 50 e perdi a juventude porém que, reunidos, rística da Amado, ele divide pelo número de presentes à sintetizam o espírito da Associação. Mas como todo mesa contando menos um, para que o almoço dele saia colegiado que se preze, já passou por cisões: a Amado tem dois núcleos, o duro e o frouxo, no entanto des da vida judicante, impossível não ser de graça. Com tanto bom humor em meio às dificulda- Amado.

8 Confira aqui algumas decisões de relevância social prolatadas pelo TRF5 Em dia com a Lei Direito à moradia Em setembro do ano passado, o TRF5 permitiu que habitantes de João Pessoa (PB) continuassem morando em suas casas, construídas em área de preservação ambiental. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) interpôs ação na 1ª Vara Federal da Paraíba, solicitando a demolição das casas, negada pelo TRF5. Para o Procurador Regional da República Luciano Maia, autor do parecer, o TRF5 resolveu bem o conflito, preservando a moradia da população e tomando providências no sentido de garantir a mínima degradação ao ecossistema local. Posse de terra para moradores Em maio de 2011, o TRF5 negou à Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) a reintegração de posse do terreno conhecido como Oiteiro de Pedro, pertencente à Reserva Ecológica de Tapacurá, no município de São Lourenço da Mata (PE), mantendo os moradores da Mata do Toró no local. O desembargador federal Francisco Barros Dias entendeu que no caso não caberia tal pedido, já que a UFRPE reclamou a posse somente depois de 20 anos da invasão. Enem 2011 Em novembro de 2011, o Pleno do TRF5 decidiu não anular as 14 questões do Enem - Exame Nacional do Ensino Médio para todo Brasil. Dessa forma, apenas as questões dos alunos do Colégio Christus (Fortaleza-CE) foram anuladas, assegurando justiça aos quase 5 milhões de inscritos no exame. Enem 2011 (2) Em janeiro de 2012, o Enem 2011 voltou ao TRF5. Desta vez porque a Justiça Federal no Ceará, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), determinou ao Ministério da Educação (MEC) conceder vistas das provas e dos espelhos de correção das redações do exame para todos os candidatos do País que participaram do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O presidente do TRF5, Paulo Roberto de Oliveira Lima, suspendeu a liminar da JFCE por algumas razões, entre elas o compromisso que o governo assumiu no Termo de Ajuste de Conduta (TAC), homologado pela 13ª Vara do Distrito Federal, de dar vistas à redação a partir do Enem O ano do Santa Cruz O desembargador federal Edilson Nobre determinou a liberação de cerca de R$ 3 milhões ao time pernambucano Santa Cruz Futebol Clube, em outubro de O valor havia sido bloqueado das contas do time pela 11ª Vara Federal de Pernambuco, por conta da dívida contraída com o Fisco em A Quarta Turma do TRF5 argumentou que o bloqueio da quantia inviabilizaria as atividades do clube. Indenização por danos ambientais O TRF5 condenou a Petrobrás a pagar indenização à Associação dos Pescadores de Bairros e Povoados da Cidade de Maruim (SE), por danos causados ao meio ambiente. Em 2008, surgiram às margens e nas águas do Rio Sergipe seis toneladas de camarões e peixes mortos de várias espécies e a acusação recaiu sobre a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Sergipe (FAFEN-SE), subsidiária da Petrobrás.

9 O Pilar do futuro Cultura e Direitos Realidade sociocultural da Comunidade do Pilar vem sendo transformada com o apoio do TRF5 Josie Marja Quem passa pelas Avenidas Alfredo Lisboa e Cais do Apolo, no Recife Antigo, não imagina que entre elas existe uma comunidade com mais de 535 famílias que, há mais de 30 anos, sobrevive espremida entre galpões e prédios comerciais. Apesar de ficar localizada em uma das áreas mais nobres da cidade, onde a especulação comercial cresce a cada dia, as moradias da comunidade ainda não possuem sequer a infraestrutura básica como o acesso à saúde, à educação e ao saneamento básico, preconizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A localidade, que abriga quase 1,5 mil pessoas com o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Recife e da Região Metropolitana, contrasta com a vizinhança de prédios imponentes, como os da Prefeitura do Recife, tribunais, instituições financeiras, polo de informática, o Porto do Recife e as construções seculares que compõem o Recife Antigo, um dos cartões postais de Pernambuco. Para sobreviver, a maioria dos homens e mulheres, sem qualificação profissional, faz de tudo - desde o trabalho braçal nos armazéns e depósitos situados aos arredores até os famosos bicos. Fortalecer a cidadania e elevar a autoestima dessas pessoas foi o desafio enfrentado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região - TRF5. Não à toa, há nove anos desenvolve um projeto social voltado para os alunos da Escola Municipal Nossa Senhora do Pilar, a única da comunidade. O programa começou durante a presidência da desembargadora federal Margarida Cantarelli e foi encampado por todos os outros presidentes que a sucederam: Francisco Cavalcanti, José Baptista de Almeida Filho, Luiz Alberto Gurgel de Faria e, pelo atual presidente, Paulo Roberto de Oliveira Lima. Margarida Cantarelli lembra o início dessa história: Eu era secretária municipal de Educação e, à época, fui procurada pela delegada federal Ivete Ma-

10 9 laquias, que me falou da situação de vulnerabilidade em que viviam aquelas pessoas. Convidei uma amiga potiguar, a assistente social Lourdinha Guerra, a encarar o desafio de se aproximar da comunidade. Lourdinha topou, veio para o Recife e a primeira coisa que fez foi ir a uma mercearia e comprar uma vassoura. Foi varrendo a calçada da Igreja Nossa Senhora do Pilar que ela entrou na comunidade. Assim, recorda a desembargadora, a assistente social conheceu os problemas e as necessidades daquelas pessoas. A partir daí, começamos um amplo trabalho social, que foi da desratização até o novo batismo do local (antes conhecido como Favela do Rato ), passando por mutirões de limpeza, de retirada de documentos e doações alimentares. No TRF5, também pelas mãos de Cantarelli, o trabalho se iniciou com a doação de material didático e computadores para a Escola. Em seguida, com a doação de material inservível, o programa foi gradativamente ampliado e consolidado por meio de uma parceria entre o Tribunal e a ONG Moradia e Cidadania (da Caixa Econômica Federal). A partir desse convênio, foi possível viabilizar obras de infraestrutura na instituição escolar, como a substituição de portas, pisos, pintura das paredes, reformas nos banheiros e recuperação de toda rede elétrica e hidráulica. Para revitalizar a estrutura física do educandário, o TRF5 também doou birôs e armários de cozinha. As obras começaram em meados de dezembro de 2007 e, no final de janeiro de 2008, os alunos já contavam com um novo ambiente escolar. As melhorias não pararam por aí. Com a verba obtida por meio da doação de material de informática e toneladas de papéis fragmentados, entregues à ONG para reciclagem, uma série de ações foi desenvolvida na área do Pilar. A adesão e o empenho dos servidores também foram fundamentais para a continuidade do trabalho: mutirões, gincanas e campanhas foram organizados para arrecadar donativos. Entre essas ações, destacam-se a campanha de doação de livros, o São João Solidário, o Natal Solidário, as festas do Dia das Mães e do Dia das Crianças, Cartas para o Papai Noel, além de um concurso de redação entre os alunos, no qual os melhores textos foram premiados. Com a realização das campanhas, foram arrecadados aparelhos de ar-condicionado, alimentos não perecíveis, colchões, cobertores, roupas, produtos de A quadra poliesportiva foi doada à comunidade do Pilar na gestão do desembargador federal Luiz Alberto Gurgel de Faria

11 10 higiene, brinquedos e cestas de natal. Através da doação de diversos livros, foi viabilizada a instalação de uma biblioteca na Escola. questão ambiental e social como valores institucionais. Nesse caminhar, a partir de parcerias com a ONG Moradia e Cidadania e com o 5º CTA do Exército Brasileiro, conseguimos, na medida do possível, implementar Parcerias Em 2008, o Tribunal conquistou um novo parceiro: o 5º Centro de Telemática de Área do Exército Brasileiro (5º CTA). Com esse apoio foi possível desenvolver projetos estruturais focados no combate à desigualdade ações de melhoria educacional e de quali- dade na vida das crianças da Escola da Comunidade do Pilar, afirma Sorária. Para o presidente do TRF5, desembargador federal Paulo de Oliveira Lima, estas ações agregam à social da comunidade. cultura organizacional valores Entre os projetos, destaca-se como empatia e solidariedade. Dos operadores do Direi- o Curso de Informática, que Os resultados já busca incluir digitalmente as começam a aparecer: to diz-se que nada criam; que crianças e os jovens do Pilar. E os resultados já começam a aparecer: crianças crianças elevam o desempenho na escola; e jovens e adultos estão não constroem, como engenheiros e arquitetos; que não produzem, como agricultores, elevam o desempenho na escola, jovens e adultos estão não fazem circular as rique- pecuaristas e industriais; que sendo inseridos no sendo inseridos no mercado mercado de trabalho. zas, como comerciantes; que de trabalho e muitos contratados não ensinam nem educam, para a usina de reciclagem. Os estudantes tam- bém foram beneficiados com oficinas pedagógicas do Sesinho (programa do Serviço Social da Indústria) e passeios culturais ao teatro. Outra conquista importante, um dos maiores anseios da comunidade, foi a construção de uma quadra poliesportiva na escola do Pilar. Nos últimos nove anos, de acordo com Selda Cabral, diretora da ONG Moradia e Cidadania, a parceria atendeu a cerca de 80 famílias de baixa renda e 140 crianças que estudam na Escola do Pilar. Segundo a coordenadora do Comitê Socioambiental do Tribunal, Sorária Caio, o TRF5 adotou a como professores. Enfim que não exercem atividade socialmente relevante. A crítica, ainda que não proceda, dado que a atividade jurídica, assegurando a paz, a justiça e a segurança é técnica de imprescindível para que todas as outras, ditas criativas, funcionem, justifica uma certa frustração dos que se ocupam da faina judiciária. Neste cenário árido, constitui motivo de imensa alegria o TRF5 poder exercer, ainda que timidamente, mercê das limitações legais e orçamentárias, esta atividade social relevantíssima de apoio à comunidade do Pilar. E neste afã tem se reunido a instituição e seus servidores, tudo com o intuito de minorar as carências de uma comunidade pobre, mas,

12 11 por isto mesmo, justa credora das atenções gerais, finaliza. Prata da Casa A grande vencedora do Concurso de Redação promovido pelo TRF5 foi Rafaela Rodrigues, que ganhou uma bicicleta. Hoje, com 15 anos, Rafaela relembra com carinho do dia em que ganhou o prêmio. Até hoje guardo a bicicleta. Quando ganhei não sabia andar, mas depois que aprendi, usei bastante, diz, adiantando que as intervenções realizadas pelo TRF5 na Escola, principalmente a implantação da biblioteca, contribuíram para o seu aprendizado. Ajudou bastante na leitura. Hoje eu leio de tudo, do gibi às poesias de Cecília Meireles. Atualmente, Rafaela se prepara para fazer o vestibular seriado da Universidade de Pernambuco (UPE), onde pretende estudar Direito. Quero ser advogada para defender as famílias contra a violência doméstica, visto que ela acontece com frequência na comunidade, explica. Assim como Rafaela, a Escola do Pilar tem outro ex-aluno de quem pode se orgulhar: João Felipe, 15. Seu tempo é dividido entre as letras, seja na Escola Santa Paula Franssinetti, onde está terminando o Ensino Fundamental, na biblioteca de um espaço cultural do Bairro do Recife ou no projeto de leitura coletiva Deixa que eu te conto, do Sesc Santa Rita, onde desenvolve várias atividades, como pesquisa, produção e palestras literárias. Tímido, ele dedica-se aos estudos enquanto faz poesias. São mais de 30, diz o garoto, que se prepara para concorrer a uma vaga no curso de Letras. Rafaela Rodrigues foi a grande vencedora do Concurso de Redação promovido pelo TRF5

13 Vladimir Carvalho O contador de histórias Isabelle Câmara Perfil Ele é um desses homens nos quais muitas palavras cabem para descrevê-lo, mas estas ainda são poucas se pensarmos na dimensão de cada uma: jurista e desembargador federal, contista, poeta, cronista, historiador, folclorista, genealogista, imortal da Academia de Letras de Sergipe, pai, esposo, filho, amigo, admirador e amante das coisas da sua terra, Itabaiana - fonte eterna de inspiração para sua vertiginosa escrita. Vladimir Souza Carvalho, o atual corregedor-geral do Tribunal Regional Federal da 5ª Região - TRF5, nasceu em Itabaiana (SE), em 6 de abril de 1950, e é filho de Jubal Carvalho e Maria de Souza Carvalho. Do pai, herdou o gosto pelas histórias, causos e falares do povo: é sobrinho-neto do historiador e folclorista Sebrão, sobrinho, e do compositor José Adhemar de Carvalho, sendo ainda parente do historiador Francisco Antonio de Carvalho Lima Júnior. Da mãe, o gosto pela contação de histórias: é bisneto de Querubina Etelvina de Carvalho Lima, que es- crevia roteiros de peças teatrais. Ainda menino, já apontava a paixão pelas letras: aos seis anos, mostrou seu primeiro texto à mãe, que ficou surpresa ao constatar que ali já se insinuava um grande escritor. E assim foi. Esse sergipano de Itabaiana é autor de uma das mais importantes obras jurídicas do País, Competência da Justiça Federal, que tem sido e continua a ser manuseada por gerações de estudantes e profissionais do Direito. E é justamente o mundo das letras que seduz o magistrado. Tem vários livros publicados, além de participar de algumas antologias. E sua verve vai da área jurídica à ficção, passando pelos livros de história e poesia.

14 13 Sobre o Direito e suas aplicações, ele tem vários livros publicados: Da Justiça Federal e suas Competências (1980), Competência da Justiça Federal, (1990), Manual de Judicatura Aplicada (1993) e Manual de Competência da Justiça Federal (2010). Mas a sua palavra poética é tão forte quanto. Vladimir Carvalho é o contista de Fogo de Monturo (no prelo), Quando as Cabras Dão Leite (1971), Mulungu Desfolhado (1995), Água de Cabaça (2003) e Feijão de Cego (2009); o historiador de Santas Almas de Itabaiana Grande (1973), A República Velha em Itabaiana (2000) e Vila de Santo Antônio de Itabaiana (2009); o folclorista de O Caxangá na História de Itabaiana (1976), Apelidos em Itabaiana (1995) e Adivinhas Sergipanas (1999); o poeta de Sinal Verde, Trânsito Vermelho (1972); e o polemizador de A Homossexualidade em Dom Casmurro, obra prevista para ser lançada em E como diria algum personagem de suas muitas histórias, esse sergipano é mais arrochado do que nó-de-porco : foi um dos fundadores e principais redatores do jornal O Serrano, de Itabaiana, e colaborador de diversos jornais de Aracaju, como Diário de Aracaju, Jornal da Cidade, Gazeta de Sergipe e Jornal da Manhã. Hoje, a cada 15 dias, ele colabora com uma coluna nos jornais Correio de Sergipe, em Araca- De datilógrafo a desembargador Formado em Direito pela Faculdade de Direito de Sergipe, o atual corregedor ingressou na vida pública como datilógrafo do antigo Instituto Nacional de Previdência Social (INPS). Em seguida, foi auxiliar judiciário, técnico judiciário, chefe do setor de procedimentos cíveis e trabalhistas e de procedimentos criminais, diretor-substituto da secretaria da Justiça Federal de Sergipe, até tornar-se juiz de direito das comarcas de Nossa Senhora da Glória e Campo do Brito, em Sergipe, substituindo as comarcas de Riachuelo, Frei Paulo e Ribeirópolis, e, respondendo, em recesso forense, ainda, pelas comarcas de Simão Dias e Lagarto. Como juiz federal, atuou no Piauí e em Alagoas, até retornar ao seu Estado de origem, como titular da 2ª Vara Federal da Seção Judiciária de Sergipe. Também exerceu a jurisdição federal nas seções judiciárias do Maranhão, Paraíba e Pernambuco, tendo integrado, como substituto, por duas vezes, o TRF5 e a comissão especial destinada a oferecer sugestões sobre o setor de recursos do Tribunal. Foi membro substituto dos tribunais regionais eleitorais do Piauí, Alagoas e Sergipe, ocupando, neste último, como titular, a cadeira de juiz federal por três biênios. Foi presidente da 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais de Sergipe e integrante da 1ª Turma de Uniformização das Turmas Recursais dos Juizados Especiais Federais, em Brasília-DF. O ano de 2008 consagrou sua trajetória: foi promovido por antiguidade a desembargador do Tribunal Regional Federal da 5a. Região, com sede no Recife. Recentemente, lançou o livro Exame de Ordem: Ilegalidade e Inconstitucionalidade - contribuição ao estudo do inciso IV, do artigo 8º, da Lei 8.906, obra na qual questiona a obrigatoriedade do Exame da Ordem realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil OAB. O livro mostra que o Exame é ilegal e inconstitucional por afrontar a Constituição Brasileira e por desconhecer, completamente, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, e ainda por se constituir uma prova de que a OAB, por força de seu próprio Estatuto, não carrega atribuições para aferir conhecimento jurídico de ninguém. Quem avalia isso é a universidade, conceder o diploma ou não como ocorre em qualquer outra profissão, e o próprio mercado de trabalho, defende o autor. A obra é resultado de um mergulho em toda a legislação, constitucional e ordinária, vigente e revogada, na qual o Exame de Ordem se situa.

15 14 ju, e Diario de Pernambuco, no Recife. Wildo Lacerda Dantas, Agapito Machado, entre outros. Já as suas pesquisas no campo da O desembargador ainda tem artigos publicados em história de Itabaiana têm despertado citações de diversos diversas revistas do país, como a Revista de Informação Legislativa, do Senado Federal, Re- como Sebrão, sobrinho, José historiadores e pesquisadores, vista Forense, Revista da Associação dos Magistrados do Gilson dos Santos, Maria Thétis Ainda criança, Vladimir apontava a paixão Calazans, Iberê Dantas, José pelas letras Paraná, Revista Jurídica, Revista da OAB-SE, Revista do Tribunal de Justiça de Sergipe, Revista AJUFE, tros. Nunes, Núbia Marques, Maria Nely Santos, entre ou- Revista da Justiça Federal do Rio Grande do Norte, Vladimir ainda é pai de Helder Monteiro de Revista do Ministério Público Sergipano e Judiciarium Carvalho, Iana Monteiro de Carvalho, Vladimir Gonçalves de Carvalho e Pedro Gonçalves de Carvalho. (do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe). Seus livros e artigos jurídicos têm merecido Para Iana, filha que faleceu em 2000, ele escreveu citação no Supremo Tribunal Federal (STF) e em diversos livros de doutrina, como os de Paulo Lúcio Noblico, mas ainda falta coragem, revela emocionado. Dois instantes e uma saudade, inédito. Um dia pugueira, Arruda Alvim, Hugo de Brito Machado, Milton Como ele mesmo diria, que o anjo da boca mole diga Flaks, Rodolfo Camargo, Damásio de Jesus, Francisco amém. Matriz de Itabaiana (SE): fonte eterna de inspiração

16 Veredicto Artigo Paulo Roberto: o Mandado de Injunção conquistou o reconhecimento de sua natureza constitutiva Eficácia temporal das decisões em sede de Mandado de Injunção Paulo Roberto de Oliveira Lima O instituto do Mandado de Injunção foi, sem dúvida, uma das grandes novidades introduzidas no ordenamento jurídico nacional, através da Constituição de 1988, senão a maior delas. E passados 23 anos do advento na nova Carta ainda suscita discussões de monta. É verdade que, no concernente a institutos jurídicos, a idade de 20 ou 30 anos representa a mais verde juventude. Institutos seculares ainda despertam as atenções gerais e suscitam discussões, quanto mais o impúbere mandado de injunção. Também contribuiu decisivamente para que o instituto permanecesse em relativa obscuridade à reduzida eficácia que o Supremo Tribunal Federal - STF dele extraiu em suas primeiras interpretações. Segundo os julgamentos iniciais do STF, a decisão que resolvia o mandado de injunção, acolhendo-o, servia só e tão só para a certificação da existência de mora legislativa, sem aparelhar o direito do interessado para o imediato exercício. Dava-se,

17 16 portanto, ao mandado de injunção, uma feição anêmica, longe dos destinos de grandeza imaginados pelo legislador constituinte. É que é estreme de dúvidas que a Constituição de 1988 instituiu o mandado de injunção para que o Judiciário pudesse assegurar a satisfação daqueles direitos subjetivos consagrados na carta política, mas cujo exercício reclamasse a intermediação de legislação ordinária não editada pelo Congresso Nacional. Em casos tais, o interessado poderia postular, diretamente ao Supremo, a edição da norma faltante que, exercício do direito de greve dos servidores públicos, bem assim a regulamentação da aposentadoria especial dos servidores, com destaque para a definição do trabalho insalubre, periculoso, ou especialíssimo dos detentores de deficiências. A partir desta nova natureza e roupagem, o mandado de injunção subiu de importância e os problemas de interpretação de seus contornos afluíram. Depois de algum vacilo, o próprio STF já solucionou o primeiro deles, ao consagrar o entendimento de que a eficácia pessoal da sentença que acolhe o mandado de injunção se esgota na própria pessoa materializada na sentença, regeria o caso particular do autor. A do autor (ou dos autores, em Todo direito sentença não se confundia com casos de litisconsórcio). Assim, subjetivo é eficácia a lei, nem a dispensava para a a norma incrustada na sentença de um fato jurídico e regência futura de novos casos, não se espraia para terceiros não não tendo, portanto, os atributos o fato jurídico decorre participantes da relação jurídica próprios da norma, tais como a generalidade, a inesgotabilidade da conjunção entre o fato puro com a processual. Tal como ocorre com a coisa julgada, a sentença não e a oponibilidade erga omnes. norma legal. beneficia nem prejudica senão Mas, ao menos para o caso concreto, inauguraria os efeitos prótença e não de lei, ainda que se as partes. Afinal, trata-se de senprios da lei. Nos últimos oito ou dez anos, depois de mais de uma década de timidez, o egrégio pretório se animou a acolher a nova feição do mandado de injunção. Ele deixou de ser mero instrumento certificador da mora legislativa, ultrapassou os lindes acanhados de uma natureza exclusivamente declaratória e, restituído a seus originais desígnios, conquistou o reconhecimento de sua natureza constitutiva. Sirvam de exemplo desta novel dignidade reconhecida ao mandado de injunção a superação do vazio legislativo quanto ao proponha a substituí-la, inaugurando os efeitos que a lei deveria produzir. Na permanência da mora legislativa, cada interessado deve propor ação individual em busca de comando próprio, não podendo se socorrer dos precedentes, salvo como argumento de interpretação. O que está a merecer estudo de fôlego e pronta resposta da jurisprudência é a questão alusiva à eficácia temporal da decisão que resolve o mandado de injunção. As normas legais, sabe-se, não têm eficácia retroativa. Trata-se, esta, de mais uma das garantias

18 17 constitucionais. Assim, como solucionar com justiça os casos de servidores que mourejam anos a fio em atividades materialmente prejudiciais à saúde ou perigosas, ou que são portadores de deficiência? Determinando o STF, em acolhimento aos mandados de injunção que eventualmente proponham, como, aliás, tem feito, que se lhes aplique as regras próprias da previdência comum, esta regra teria eficácia retro-operante? A resposta negativa implicaria que a contagem especial somente fosse possível a partir do trânsito em julgado do mandado. É que o direito subjetivo não pode anteceder à norma. Ou dito de outra forma: a existência da norma, e a do fato a que se refere, é antecedente lógico e cronológico do direito subjetivo. Até porque todo direito subjetivo é eficácia de um fato jurídico e o fato jurídico decorre da conjunção entre o fato puro com a norma legal. Esta solução, sobre ser injusta, briga com a natureza das coisas, posto que afasta a insalubridade (ou outra característica efetivamente presente) de uma atividade que sempre o foi. A resposta positiva também não satisfaz, dado que a decisão que resolve o mandado de injunção e substitui a lei faltosa não poderia produzir mais eficácia do que a própria e genuína norma. Para concluir o acerto desta afirmação basta lembrar a hipótese em que, proposto o mandado de injunção e antes de seu julgamento, o Congresso viesse a editar a lei. Nesta conjuntura, a toda evidência, a ação seria julgada prejudicada, ou seria extinta por falta de interesse processual. E a lei editada pelo Congresso não poderia ter eficácia pretérita! Este tema não frequenta, até onde pesquisei, qualquer precedente judicial. Recentemente, o Conselho de Administração do TRF5 aplicou, em caso concreto, solução intermediária: dada a natureza declaratória da classificação do trabalho, fez aproveitar ao interessado a decisão do Supremo que resolveu o mandado de injunção, determinando a averbação do tempo de serviço especial, mesmo o decorrido antes da sentença. Contudo, indeferiu a pretensão do interessado de receber retroativamente o abono de permanência que, em tese, lhe seria devido desde alguns anos atrás, se considerada a nova apuração do tempo de serviço já com a característica de especial. A questão se acha em aberto. Não desejo, nem este espaço comportaria, realizar estudo exaustivo sobre o tema. Apenas tangencio a questão para espicaçar espíritos mais investigativos. Tenho, porém, a firme convicção de que a correta solução para o impasse que, diga-se de passagem, não permite solução ótima, qual seja, a que, sendo justa, não brigue com os princípios que cimentam a ciência jurídica, é a de respeitar a irretroatividade da norma particular, insculpida na sentença, e corrigir através de indenização a ser suportada pelo Estado omisso, os danos que a mora legislativa ensejou. Paulo Roberto de Oliveira Lima é desembargador federal e presidente do TRF5

19 Sociedade e Direitos O telefone chamado encontra- -se fora da área de cobertura ou temporariamente desligado. A gravação das operadoras de telefonia móvel diz muito mais do que a informação oficial. Dados preliminares da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) indicam que o Brasil terminou 2011 com mais de 242,2 milhões de celulares: a densidade é de 124 aparelhos para cada 100 habitantes. A facilidade para adquirir uma linha chips são vendidos nas ruas até por Fora da área de cobertura Campeãs de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor, as empresas telefônicas têm causado insatisfação e transtornos para os clientes Tayza Lima e Suzan Vitorino R$ 5 é diretamente proporcional aos problemas na qualidade do serviço. Segundo o Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), o volume de reclamações relativas a aparelhos celulares já representa 25% do total de queixas junto aos Procons. Devido a esse aumento no número de queixas, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça elaborou, em junho de 2010, a nota técnica 62, na qual caracteriza os aparelhos celulares como produtos essenciais. A medida é mais uma forma de proteger o usuário: sendo produto essencial, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) reza que o serviço não pode ser

20 19 interrompido e que, em caso de defeito, este tenha a troca imediata do item, o dinheiro devolvido ou um desconto proporcional para aquisição de novo produto. Dessa maneira, os órgãos fiscalizadores que atendem compradores lesados tentam conter a expansão das empresas de telefonia, que visam ao aumento no número de vendas, contudo não buscam mecanismos para a melhoria no serviço. Algumas teorias tentam explicar o porquê da existência de tantos problemas e duas são unânimes entre os especialistas: falta de infraestrutura e pouco investimento em tecnologia. Muitas queixas, poucas soluções Cobrança indevida, atendimento insatisfatório, planos de serviços com contratos pouco claros e precisos, rede sobrecarregada, serviços adicionais pagos, no entanto, inexistentes. Dados da Anatel dão conta de que, até outubro de 2011, foram contabilizadas mais de 715 mil queixas contra as operadoras de telefonia móvel no Brasil, entre elas TIM, Oi, Claro e Vivo. Para o coordenador geral do Procon - PE, José Rangel, os números poderiam ser maiores, se o cliente buscasse seus direitos e prestasse suas queixas aos órgãos responsáveis. Esses dados deveriam ser mais significativos, mas o cidadão ainda não reclama como deveria, alerta o coordenador. Apesar de ainda parecerem acomodados quando o assunto é o serviço das operadoras, uma estatística vem preocupando as instituições que atuam em defesa do consumidor. Segundo a Anatel, as reclamações aumentam a cada ano, mas as soluções não crescem na mesma proporção: no primeiro trimestre de 2010, 35% dos clientes da TIM criticaram o serviço. No mesmo período de 2011, o percentual subiu para 45%. Na sequência vem a Oi, com 35% de insatisfeitos; e depois a Claro, com 32% de desaprovação; por último, a Vivo, com 20%. Isso acontece porque as empresas priorizam o investimento na área comercial e deixam a desejar quando o assunto é investimento em tecnologia para atender à demanda. A partir do momento em que muitas pessoas aderem às promoções, a rede fica sobrecarregada. No interior do Estado é ainda mais complicado utilizar o celular, explica José Rangel. É o caso da estudante Caroline Albuquerque, que usa celular da TIM e reside no município de Paudalho, a 45 quilômetros do Recife (PE). Caroline diz que, quase sempre, enfrenta dificuldades para realizar ligações para seus amigos de Recife quando está em casa. A TIM chega a ficar sem cobertura por dias seguidos, sem possibilidade até de falar com a operadora para pedir explicação, protesta a estudante, que diz também ser comum o sinal cair quando viaja de uma cidade para a outra. O analista de sistemas Everton Gonçalves, morador do Recife, mas com a família em Timbaúba, a 98 quilômetros da capital, também reclama. Quando viajo para lá, o sinal fica ruim, a ligação não se completa. Eles deveriam investir em mais antenas, por exemplo, sugere. Mas não é só a TIM quem gera transtornos aos usuários. A estudante Maria Clara Tenório, de João Pessoa (PB), reclama que a cobertura da operadora Oi apresenta problemas até dentro da universidade em que estuda, mesmo sendo na capital do Estado. A gente tem que ficar se deslocando pe-

21 20 los corredores até achar algum lugar em que o sinal funcione. Além de chato, é inconveniente, diz ela. Outros problemas também possuem cadeira cativa nos órgãos de defesa do consumidor, como falta de clareza e precisão na prestação de informações a respeito dos serviços e promoções. Em 2006, a paraibana Conceição de Lourdes M. de B. Cordeiro contratou a promoção 3 Prediletos TIM, que oferecia um bônus de 500 minutos para falar com três números escolhidos assim que fosse realizada, mensalmente, uma recarga de R$ 20 no mês anterior àquele em que o bônus seria concedido. Assim sendo, Conceição efetuou a recarga no mês de setembro daquele ano para obtenção do bônus em outubro, mas não teve sucesso. Por tal motivo, em março de 2007 ela ajuizou ação de indenização contra a TIM, através do Ministério Público Federal (MPF). Em sua defesa técnica, a operadora explicou que o bônus só seria gozado pelos clientes se os créditos fossem inseridos no mês em curso, mostrando contradição nas informações. O MPF expediu recomendação à empresa, exigindo que os regulamentos divulgados fossem mais precisos. Em 2010, o caso foi parar na 1ª Vara Federal da Paraíba, onde o juiz João Bosco Medeiros de Sousa condenou a TIM a elaborar promoções com regras claras para que os compradores sejam adequadamente informados, sob pena de multa de R$ 10 mil por cada regulamento expedido que desatenda à determinação. A TIM apelou para o Tribunal Regional Federal da 5ª Região - TRF5 e o relator do processo, desembargador federal Francisco Barros Dias, confirmou a decisão da 1ª Vara, atuando em favor da paraibana e atendendo às normas do CDC Lei 8.078/90 que, em seu artigo 6º, inciso III, fala que São diretos básicos do consumidor: a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços. Processos e decisões A TIM enfrenta processos também em outros estados do Nordeste. Em janeiro de 2011, o juiz da 1ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, Magnus Augusto Costa Delgado, proibiu a empresa, a pedido do MPF, de comercializar novas assinaturas, habilitar novas linhas ou fazer portabilidade de acesso de outras operadoras no Rio Grande do Norte. O juiz estabeleceu um prazo de 30 dias para que a operadora apresentasse à Anatel um projeto de ampliação da rede de cobertura e melhoria dos serviços. A operadora recorreu três vezes da decisão, e todas as vezes teve o pedido negado pelo TRF5. A proibição, que durou 48 dias, teve como motivo o grande congestionamento da rede da TIM. Com o surgimento do plano Infinity são cobrados apenas R$ 0,25 em ligações, tanto locais como interurbanas, acima de um minuto, entre celulares da operadora - a empresa telefônica teve um aumento significativo nas vendas, sem, no entanto, oferecer planejamento e infraestrutura para atender à demanda. Qualquer criança sabe que a TIM vende muito mais linhas do que as suas antenas podem suportar, declara o juiz Magnus Delgado na Ação Civil Pública (ACP) que suspendeu, por 90 dias, a tutela proibitiva. No documento, o magistrado ainda conclui que a apresentação do plano de expansão da operadora seja um indicativo de que a TIM reconhece que o sistema é deficiente, inope-

22 21 rante e estruturalmente minimizado, especialmente nas áreas de população de menor poder aquisitivo. A cena se repetiu no Ceará. No dia 10 de junho de 2011, a Justiça Estadual cearense também impediu a TIM de vender novos chips e realizar portabilidade de números de outras operadoras. A decisão foi proveniente de uma ACP ajuizada pelo Programa Estadual de Proteção e Defesa do Caroline Albuquerque não consegue falar com os amigos quando está em casa, em Paudalho (PE) Consumidor (Decon) do Ministério Público do Ceará. tras operadoras para seu cadastro. A empresa teve 30 dias para apresentar um projeto A operadora recebeu um prazo de 30 dias para de ampliação da rede de telefonia, considerando os apresentar à Anatel (que é parte passiva no processo) problemas enfrentados, como bloqueios e interrupção mais um plano de expansão da sua estrutura operacional. O documento foi apresentado e, no dia 18 de de chamada. Caso o prazo não fosse cumprido, a TIM deveria pagar uma multa de R$ 10 mil por dia até que janeiro deste ano, o TRF5 revogou a liminar e liberou o problema fosse resolvido. as vendas da TIM no Ceará. A liminar de proibição das vendas foi suspensa Segundo a Anatel, o plano continha detalhes da no dia 10 de agosto, pelo juiz Cid Peixoto do Amaral instalação de novos elementos de rede e de investimento nos municípios do Ceará. O desembargador Netto, titular da 3ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, depois que a Anatel declarou que a TIM havia federal relator convocado, Frederico Azevedo, autor apresentado o projeto e, dessa forma, cumprido as da decisão que liberava a TIM, salientou que a fiscalização da efetividade do Plano de Ampliação da Rede exigências. No entanto, o serviço não melhorou, o que levou persistirá em 2012, determinando à Anatel que encaminhe os relatórios de fiscalização à Justiça, para a mais uma decisão negativa para a empresa, desta vez na Justiça Federal. Em dezembro de 2011, o desembargador federal Francisco Cavalcanti, integrante que eventual inexecução do Plano não obstará a in- o devido acompanhamento, ressaltando, inclusive, da Primeira Turma do TRF5, concedeu liminar à Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legisla- interessada. terposição das medidas judiciais cabíveis pela parte tiva do Ceará, suspendendo temporariamente a TIM Ainda no Ceará, a Oi também andou causando transtornos. Em maio do ano passado, nos dias 26 de vender novas assinaturas, habilitar novas linhas ou realizar novos procedimentos de portabilidade de ou- e 27, a rede da operadora ficou cerca de seis horas

23 22 fora do ar, revoltando os usuários. Devido a esse apagão telefônico, a Oi teve que assinar um TAC (Termo Consumidor (DPDC) de interação colaborativa e tem misso com o Departamento de Proteção e Defesa do de Ajustamento de Conduta) com a Decon, a OAB feito todos os esforços para assegurar a melhoria no CE, a Assembleia Legislativa e o Procon Fortaleza. atendimento e nos serviços. No acordo, foi combinado que a empresa telefônica concederia créditos aos prejudicados, sendo R$ Iniciativas pró-consumidor 5 em bônus para clientes das linhas pré-pagas e um Os cidadãos lesados pelas operadoras de telefonia móvel estão buscando alternativas para que seus crédito na conta-fatura dos titulares do pacote pós- -pago, equivalente a 12 horas de ligações. A Oi ainda problemas tenham solução. Ações na Justiça Federal, ONGs e institutos que atuam em defesa do direito acordou em pagar, a título de reparação pelos danos causados à coletividade, a importância de R$ 100 mil ao Ceará, sendo R$ 70 mil em favor do Fundo de Direitos Difusos do Estado, e R$ 30 mil em favor do Fundo Municipal de Defesa dos Direitos Difusos. Questionada sobre a qualidade dos serviços, a TIM afirmou que o plano de melhoria apresentado prevê a instalação de equipamentos capazes de atender à crescente demanda na região. Através da assessoria de imprensa, a José Rangel, diretor do Procon Recife: o consumidor não busca seus direitos operadora informou ainda que, em 2011, investiu R$ 2,9 bilhões em infraestrutura e do consumidor, projetos nas casas legislativas e até tecnologia, e que, até 2013, o investimento será de as redes sociais estão sendo usadas para minimizar R$ 8,5 bilhões. Já a empresa Oi afirmou que, até o o descaso que essas empresas vêm adotando com fim de 2011, investiu cerca de R$ 5 bilhões na manutenção e na ampliação da rede e na expansão da Em novembro de 2011, foi instalada na Assem- seus clientes. cobertura de banda larga fixa e de telefonia móvel. bleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a Comissão A companhia também afirma que assumiu compro- Parlamentar de Inquérito (CPI) da Telefonia Móvel. O

24 23 objetivo da CPI é apurar os maus serviços prestados organizadas por internautas nada satisfeitos com as pelas operadoras de telefonia móvel no Estado. Já operadoras. A rede ampliou a esfera pública e não possui um argumento-base - o há como ignorar 77,8 relatório final da extinta Comissão Especial de Telefonia Móvel e acesso à internet no país, Até as redes sociais milhões de pessoas com estão sendo usadas para de Banda Larga, do mesmo órgão segundo o IBOPE Nielsen minimizar o descaso que -, que expõe fatos que apontam Online para o segundo as empresas vêm adotando para a falta de compromisso das semestre de Um operadoras e o desrespeito com com seus clientes. dos exemplos encontrados é o tumblr (miniblog) as entidades de proteção e defesa do consumidor. A Alepe não quer fazer dessa CPI intitulado Todos contra Tim (www.todoscontratim. um palco circense. Quer que as operadoras cumpram tumblr.com), em que o administrador convida os visitantes a reclamarem e desabafarem seus problemas com suas obrigações de oferecer um serviço de qualidade ao cidadão pernambucano, observa o presidente da Comissão, o deputado estadual Betinho Gomes. O site Reclame aqui é outro espaço virtual contra a empresa, através de vídeos e textos. O advogado Flavio Gimenes também ficou atento onde se pode reclamar do atendimento, da compra, às crescentes reclamações. Em agosto de 2011, criou venda, dos produtos e serviços. Basta o visitante se o Instituto dos Direitos dos Usuários dos Serviços Regulados pelo Poder Público (Iduserp) para promover constam rankings dos mais reclamados, além de co- cadastrar e postar sua reclamação. No site também e defender direitos, a exemplo de telefonia móvel e munidades em que os consumidores se unem para planos de saúde. Os interessados em obter informações podem enviar para ços falhos prestados pelas empresas. protestar ou fazer abaixo-assinados contra os servi- com. Vamos atuar colaborando de forma efetiva na fiscalização da prestação desses serviços, diz Flavio Gimenes. Ainda segundo o presidente do Instituto, (+) Direitos há várias maneiras das operadoras melhorarem seu Anatel serviço: ampliação da rede de cobertura, respeito e Portal do Consumidor rapidez no atendimento por meio do callcenter e esclarecimento preciso sobre os planos e as condições Associação Brasileira de Defesa do Consumidor da prestação do serviço. Em suma, o cumprimento Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor do CDC e das normas estabelecidas pela Anatel já seriam suficientes para melhorar o serviço, resume. Reclame Aqui Além dessas ações, manifestações estão sendo

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