GUIA PRÁTICO DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO

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1 Câmara Municipal da Pampilhosa da Serra Setembro 2010 GUIA PRÁTICO DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO Empreendedorismo é para aqueles que ousam sonhar e são tolos o suficiente para tentar fazer com que os seus sonhos se tornem realidade. spi 1

2 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO OBJECTIVOS EMPREENDEDORISMO... 5 a. O que é o empreendedorismo... 5 b. Empreendedorismo em Portugal... 7 c. Mandamen tos do empreen dedo r de sucesso... 8 d. Mitos acerca do empreendedorismo ASPECTOS PRÁTICOS a. Introdução b. Passos gerais envolvidos n a criação de empresas - da ideia à implementação c. Erros a evitar na criação da e mpresa d. Tip o de empresas e. Constituição de uma empresa f. Empresa na Hora e Marca na Hora g. Licenciamento empresarial

3 1 INTRODUÇÃO O presente Guia Prático de Apoio ao Empreendedorismo tem como objectivo geral apoiar na criação de novas empresas no Concelho da Pampilhosa da Serra. O Guia é um instrumento que visa proporcionar as condições necessárias para que os empreendedores criem e desenvolvam um negócio de forma sustentável, quer através de informações sobre a elaboração de um plano de negócios, quer através do alerta para erros convencionais aquando da criação de empresas. O Guia Prático está dividido em quatro partes. Na primeira e segunda parte deste Guia encontra a introdução e objectivos. O enquadramento teórico do empreendedorismo surge no ponto 3. Na última secção deste instrumento prático desenvolvem-se os principais aspectos funcionais do processo do empreendedorismo e de constituição de uma empresa. Este documento pretende ser um instrumento de trabalho e consulta, abordando diversas temáticas com especial interesse para empreendedores. 3

4 2 OBJECTIVOS O Guia Prática de Apoio ao Empreendedorismo tem como objectivo geral incentivar o empreendedorismo no Concelho da Pampilhosa da Serra. Para alcançar o objectivo geral definem-se os seguintes objectivos específicos: Incentivar o desenvolvimento de projectos empresariais; Promover e incentivar a cultura empreendedora a nível local e junto de públicos desfavorecidos; Proporcionar recursos e aquisição de competências; Contribuir para a sustentabilidade dos projectos desenvolvidos/a desenvolver e consequentemente gerar mais riqueza; Inspirar pessoas com perfil empreendedor para a criação do seu próprio negócio; Apoiar na procura de financiamento para a criação de negócios. O Guia Prático de Apoio ao Empreendedorismo tem como destinatários potenciais criadores de empresas, que tenham a intenção de desenvolver uma actividade económica, permitindo aos empreendedores analisar a sua viabilidade, ao mesmo tempo que se apropriam de competências na área da criação e gestão de empresas. 4

5 3 EMPREENDEDORISMO a. O que é o empreendedorismo Empreendedorismo é o processo de criação e/ou expansão de negócios que são inovadores ou que nascem a partir de oportunidades identificadas. É claramente uma noção que incorpora o início e o fim de empresas, baseado no ideal de Schumpeter, que considerava o empreendedorismo como o motor fundamental da economia (Schumpeter, 1942). 1 Segundo os investigadores Morris e Jones (1999), os empreendedores devem estar aptos a realizar as seguintes tarefas: Identificar e avaliar uma oportunidade; Definir um conceito de negócio; Identificar e adquirir os recursos necessários; Implementar o negócio. São necessárias as seguintes capacidades/conhecimentos de negócios, para o sucesso do empreendedor: Liderança; Comunicação (oral e escrita); Relações humanas; Gestão; Negociação; Raciocínio lógico e analítico; Tomada de decisão e definição de objectivos; Preparação de um plano de negócios; Capacidade de identificar e implementar uma oportunidade. 1 Soumodip Sarkar Empreendedorismo e Inovação,

6 O empreendedor de sucesso deve ser uma pessoa com um elevado nível de criatividade e inovação e com capacidade de gestão. 2 O que envolve empreendedorismo? O que é o empreendedorismo? Liderança Figura 1. Empreendedorismo e as suas vertentes. Fonte: SPI (Adaptado de S. Sarkar, Empreendedorismo e Inovação, Fonte: S. Sarkar - Empreendedorismo e Inovação,

7 b. Empreendedorismo em Portugal A aptidão para a criação de novos negócios em Portugal é desde há muito reconhecida. Segundo dados do INE, em 2007 foram criadas novas empresas com uma taxa de natalidade de 15,2%. No mesmo ano o sector dos serviços apresenta a maior taxa de criação de novas empresas (17,7%), em oposição ao sector da indústria (9,7%). Quanto à sobrevivência das novas empresas, observa-se que no final do primeiro ano 70% das empresas sobrevive e permanece no mercado. Do primeiro para o segundo ano, a taxa de sobrevivência das empresas decresce consideravelmente (19 %.), sendo que do segundo para o terceiro ano o valor é atenuado, decrescendo apenas 6,7 %., demonstrando que é nos primeiros dois anos de vida que as empresas enfrentam os maiores desafios e obstáculos que poderão condicionar a sua permanência no mercado. O sector da indústria é aquele que apresenta as maiores taxas de sobrevivência. Ao longo do triénio verificou-se um acréscimo no número de mortes de empresas. Embora o número de empresas criadas em tenha registado um crescimento, analisando a taxa de natalidade e mortalidade verifica-se uma redução na proporção de novas empresas que vêm substituir as mais antigas e menos eficientes. À semelhança do verificado para a taxa de natalidade, o sector dos serviços foi o que registou a maior taxa de mortalidade no conjunto dos quatro sectores (indústria 13,1%, construção 15,5%, comércio 14,2 e serviços 17,6%), confirmado assim o dinamismo das empresas deste sector na economia. 7

8 Portugal quando comparado com os valores da taxa de natalidade para as secções C e K da CAE-Rev da União Europeia, apresenta a terceira maior taxa de natalidade em 2006 (14,2%) de entre os 16 países 4 com informação disponível. Os lugares cimeiros são ocupados pela Estónia e Roménia com 15,9% e 14,6% respectivamente. Quanto à taxa de mortalidade Portugal registou os valores maiores (14,8%). Deste modo, verifica-se que Portugal tem uma forte aptidão para a criação de novos negócios, com o sector dos serviços no topo da lista no que respeita à criação de novas empresas. Contudo apresenta alguma dificuldade na sobrevivência dos negócios principalmente nos dois primeiros anos de vida, sendo que o sector 3 O âmbito de actividade económica utilizado na análise comparativa de Portugal no contexto da União Europeia (secções C a K da CAE Rev. 2.1) exclui a Pesca (secção B), a Educação (secção M), a Saúde (secção N), e os Outros serviços (secção O) e inclui as Actividades financeiras (secção J). 4 Estónia, Roménia, Portugal, Reino Unido, Luxemburgo, Bulgária, Espanha, Letónia, Eslovénia, França, República Checa, Hungria, Áustria, Itália, Suécia, Chipre. industrial é o que apresenta as maiores taxas de sobrevivência, ao contrário do que acontece com o sector dos serviços, que apresenta elevadas taxas de mortalidade. c. Mandamentos do empreendedor de sucesso O empreendedor deve ter em consideração dez premissas fundamentais para o seu sucesso 5 : 1. Actuar consciente que o dinheiro não faz o empresário. Usualmente o criador de uma empresa é alguém que não tem grande capacidade financeira, mas tem outros recursos como a determinação, a persistência e a criatividade que o levam a triunfar. 5 SEDES - Ass. para o Desenvolvimento Económico e Social, Guia do Empreendedorismo (Maio de 2007). 8

9 2. Ter conhecimento que a sua riqueza é resultado da persistência, actividade e tempo, sabendo que existem dissemelhanças entre persistência e teimosia. A pessoa teimosa responde aos problemas sempre da mesma maneira enquanto a pessoa persistente não desiste de encontrar novas alternativas para controlar o problema. 3. Ter visão para reconhecer os clientes e as suas carências procurando saber se existe um mercado suficientemente grande para gerar lucros, permitir crescimento e diversificação. 4. Atenuar os investimentos iniciais ao fundamental e não gastar recursos em equipamentos supérfluos. 5. Diminuir os custos fixos, nomeadamente optando por gerir os recursos humanos em função do crescimento da empresa. 6. Preparar as negociações com fornecedores e investidores. 7. Saber negociar bem o valor das quotas. 8. Determinar as parcerias essenciais para o seu negócio, abdicando de exclusivismos que podem comprometer o crescimento da empresa. 9. Encarar o cliente como se fosse o empregador. 10. Elaborar um Plano de Negócio adequado e consistente. d. Mitos acerca do empreendedorismo Mito 1: é preciso muito dinheiro para começar: é comum pensar-se que o sucesso se inicia com uma forte realização financeira. Foram muitas as empresas que começaram com poucos recursos, incluindo empresas de grande sucesso e em muitos casos estas nasceram em garagens (ex.: Apple, Amazon, Hewlett Packard (HP), Disney). 9

10 1 0 Mito 2: é preciso ter uma grande ideia para começar: trata-se de um mito perpetuado pelos media, que os empreendedores de sucesso começam com uma ideia brilhante, ou que o sucesso das empresas é construído em torno de algum tipo de descoberta ou invenção. Muitos empreendedores de sucesso criam apenas o distinto, a marca, a imagem e protegem a sua vantagem para andarem sempre um passo à frente da concorrência. Mito 3: os empreendedores são amantes do risco: para um empreendedor de sucesso os riscos são calculados consoante os riscos que os próprios estão dispostos a correr. Mito 4: empreender quando se é novo: muitos dos empreendedores ligados às áreas das tecnologias e internet fundaram a sua empresa antes dos trinta anos, contudo é mito afirmar a melhor idade para se ser empreendedor é quando se é novo, pois existem vantagens e desvantagens. Uma das desvantagens consiste na inexperiência. Podemos concluir que o apetite pelo risco e as capacidades individuais podem ser decisivas na decisão do «quando» para o empreendedor 6. Mito 5: para alcançar o sucesso é necessário ter muita educação, principalmente em gestão: apesar de ser verdade que muitos empreendedores de sucesso têm muito pouca qualificação, no sentido formal, não há dúvida que para a maioria dos empreendedores uma educação de qualidade pode ser determinante para o sucesso. Mito 6: ser empreendedor é sexy: ser empreendedor envolve lidar com muitas pessoas, desde os colaboradores aos fornecedores, passando pelos potenciais e actuais clientes. Um empreendedor com 6 S: Sarkar Empreendedorismo e Inovação, 2010.

11 1 1 negócio por conta própria tem que lidar com um conjunto de problemas, desde a produção aos fornecedores, passando pela contabilidade e marketing. Um estudo efectuado pela Inc. (magazine focused on business resources for the entrepreneur) às empresas com maior crescimento, revela que apesar do que é geralmente pensado não é a frustração / descontentamento por trabalhar com outra pessoa (20%) e o desemprego (3%) os factores de topo da motivação para criar o seu próprio negócio. Actualmente os empreendedores foram educados para criar a sua empresa pelo desafio de construir um negócio (44%) e por acreditarem que é a melhor forma de alcançar a dependência financeira (30%) 7. 7 Fonte: S: Sarkar Empreendedorismo e Inovação, 2010.

12 1 2 4 ASPECTOS PRÁTICOS a. Introdução O processo empreendedor envolve a união de cinco factores: espírito, recursos, oportunidades, plano e execução. Espírito empreendedor: Eu penso que se trata de uma atitude muito própria é uma noção centrada no prazer da descoberta, na tentativa de encontrar algo de novo, e uma capacidade de encontrar as boas oportunidades e criar um negócio com base nelas.quase todos os empreendedores que conheço querem começar algo de novo, mas não necessariamente para ganhar dinheiro com isso. Envolvem-se com o intuito de criar um negócio memorável, de o apadrinharem, para uns anos mais tarde dizer fui eu que construí isso Os bons empreendedores sorriem quando lhes dizem não. Isso apenas serve de incentivo a provarem que são capazes de realizar as suas ideias de qualquer forma. Citado na revista BusinessWeek em 2006 por Neal Thornberry do Babson College 8 9. O espírito empreendedor envolve os seguintes aspectos: Um desejo ardente de criar; Uma necessidade de manter o controlo das situações; Uma forte convicção nas suas ideias; Espírito capaz de enfrentar incertezas; Auto-confiança; Persistência; Boa capacidade de olhar para além do óbvio e de aprender com as falhas. 8 A mesma universidade que coordena o relatório anual sobre empreendedorismo GEM (Global Entrepreneurship Monitor). 9 Retirado de S.Sarkar Empreendedorismo e Inovação, 2010

13 1 3 Recursos: O empreendedor tem de encontrar recursos humanos de qualidade nas áreas necessárias, sabendo depois delegar eficazmente e mantê-las motivadas. Ao nível dos recursos financeiros, o empreendedor deve começar com a avaliação dos seus recursos actuais. É importante não subestimar o montante e a variedade dos recursos necessários, por outro lado é também importante não exagerar nas necessidades financeiras. Saliente-se que muitas empresas de sucesso começaram com muito poucos recursos financeiros. Trata-se de um mito dizer que é preciso muito dinheiro para começar o projecto. O próximo passo do empreendedor é obter os recursos necessários e a tempo de executar a ideia dentro da janela de oportunidade. Na fase inicial o empreendedor recorre muitas vezes à família, amigos e outros bem-intencionados. À medida que o negócio avança torna-se necessário, identificar novas fontes de financiamento. Oportunidades: A oportunidade envolve dois elementos: A ideia deve ser seguida e a oportunidade captada; A avaliação da oportunidade. Por norma os empreendedores vêm oportunidades onde os outros não conseguem ver. Contudo a avaliação da oportunidade trata-se do elemento mais crítico para o processo empreendedor. O processo de avaliação envolve várias questões: Por quanto tempo está aberta a janela de oportunidade, antes dos concorrentes também conseguirem nela entrar?

14 1 4 A estratégia que tem delineado para avançar com a ideia garante que a janela da oportunidade se mantém o mais aberta possível? Qual o valor real e o percebido da exploração da oportunidade? Qual a natureza e a intensidade dos riscos envolvidos/retornos esperados? Como empreendedor considera que o projecto combina com os seus objectivos e capacidades pessoais? O Plano de Avaliação da Oportunidade consiste num método para o empreendedor poder avaliar a oportunidade identificada. Este Plano envolve os seguintes passos: descrição do produto/serviço, avaliação da oportunidade, avaliação do empreendedor e da equipa, especificação de todas as actividades e recursos necessários (humanos e financeiros). A avaliação da oportunidade requer que se responda às seguintes questões: 1. Resumo da ideia: explicar a ideia de forma resumida, fundamentar a viabilidade da ideia. 2. Mercado: identificar potenciais clientes, determinar a dimensão do mercado-alvo e do preço do produto/serviço. 3. Concorrência: identificar potenciais concorrentes (directos e indirectos), analisar a facilidade e as barreiras à entrada no mercado. 4. Mais sobre o produto/serviço: detalhar várias características do produto, tais como: grau de inovação, sofisticação tecnológica, sustentabilidade, vantagem competitiva. 5. Recursos necessários: identificar recursos necessários. 6. Procedimento: identificar onde vai estar sedeada a empresa, processo de produção, etc.

15 Equipa/empreendedor: identificar as garantias que o empreendedor e a sua equipa oferecem para a concretização bem-sucedida do projecto. O plano de negócios e a execução do projecto serão descritos no ponto seguinte. b. Passos gerais envolvidos na criação de empresas - da ideia à implementação De acordo com o Guia do Empreendedorismo (2007) o processo de criação de uma empresa em Portugal pode ser explicado em nove passos. 1º Passo: Concepção da Ideia Neste passo, considerado como o mais importante no processo de criação de um negócio, são definidas as bases da empresa. O principal desafio deste passo consiste em investir tempo na concepção da ideia. O projecto empresarial pode ter várias fontes de inspiração mas tem de ser acima de tudo realista. Na estrutura da ideia de negócio o empreendedor deve considerar vários aspectos que vão desde a sua experiência profissional ao perfil do consumidor, passando pela oportunidade do negócio e a existência, ou não, de projectos empresariais semelhantes. Como forma de ajudar a testar o perfil empreendedor e a viabilidade da ideia de negócio é importante responder às seguintes questões: Tem perfil de empreendedor?

16 1 6 Qual o destinatário do produto? O mercado necessita do produto? Que serviços presta? Quais os benefícios do serviço? Qual a concorrência? Como se diferencia da concorrência? Que preço cobra pelos serviços prestados? Qual o investimento inicial necessário? Quais as opções de financiamento utilizadas? Qual é a melhor localização da empresa? A actividade precisa de algum licenciamento especial? Qual o capital social necessário? Existem algum apoio à actividade desenvolvida? Como escolhe o seus sócios e qual o número de sócios ideal para o projecto? Devem ainda ser descritas as tendências do mercado, o potencial de crescimento da empresa, os processos legais ao início da actividade, a capacidade do negócio nos primeiros anos e os pontos fracos e fortes do projecto. È importante também que algumas ideias pela sua inovação sejam protegidas legalmente. Em Portugal, compete ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial atribuir o registo de direitos. 2º Passo: Teste da Ideia Os aspectos a considerar nesta fase são: a singularidade do produto/serviço; o perfil do cliente-tipo; a dimensão do mercado; a concorrência e quotas de mercado e as potencialidades de crescimento do negócio. É também o momento em que se deverá elaborar o Plano de Marketing descrevendo produtos/serviços, escolhendo políticas de distribuição, preços e formas de promoção, tudo com orçamentos previsíveis. Nesta fase o empreendedor deve:

17 1 7 Rodear-se de pessoas da sua confiança, contar-lhes o seu projecto e procurar avaliar as potencialidades do mesmo. Procurar informação sobre aquilo que vai necessitar para concretizar o projecto, fazer um levantamento das etapas legais que vai ter de cumprir, consultando um advogado se necessário. Analisar de forma rigorosa com base em levantamentos e estudos concretos as reais condicionantes do mercado. 3º Passo: Escolha da equipa Nesta fase é feita uma primeira abordagem à constituição da equipa procurando estabelecer compromissos firmes com os recursos humanos fundamentais para o projecto. Não se deve recrutar funcionários, e sim procurar parceiros (eventuais sócios) que possam enriquecer o projecto. As pessoas devem ser seleccionadas não pela sua capacidade de investimento financeiro no projecto, mas sim pelas suas qualidades técnicas. È importante ter em conta que ao investir-se numa área que não se domina na perfeição, a melhor forma de colmatar lacunas é encontrando os parceiros adequados. 4º Passo: Elaboração do Plano de Negócios Esta fase é uma das fundamentais para o sucesso da empresa. É momento de discutir estratégias, definir prioridades, descartar ideias menos boas. É nesta fase se que elabora aquele que será o cartão-de-visita da empresa junto de potenciais investidores e financiadores externos. O objectivo desta fase é que equipa conceba um Plano de Negócios que exponha de forma realista como é que a equipa planeia transformar as suas ideias num negócio exequível, sustentável e lucrativo. Na elaboração do Plano de Negócios devem constar dados referentes à

18 1 8 análise de mercado, plano de investimentos, fontes de financiamento, plano de tesouraria e rentabilidade do projecto. O elevado grau de aspectos técnicos inerentes à elaboração do Plano de Negócios leva muitos empreendedores a recorrer a apoio especializado. Assim, além da equipa, não será demais ter a ajuda de um consultor, advogados e até empresas de contabilidade. Uma estrutura possível de um Plano de Negócios será: 1º. Indice; 2º. Sumário Executivo (resumo do Plano); 3º. Objectivos; 4º. Identificação da Empresa e dos promotores; 5º. O produto e/ou Serviço; 6º. Mercado; 7º. Plano de Marketing; 8º. Industrialização e Tecnologia; 9º. Organização e Formação; 10º. Plano de Investimento; 11º. Localização da Empresa; 12º. Plano de Financiamento; 13º. Análise da viabilidade económica-financeira; 14º. Avaliação do Negócio; 15º. Principais riscos e condicionantes. 5º Passo: Conseguir o Capital Inicial Neste passo deve decidir-se o modo de financiamento do projecto. O ideal é conseguir-se financiar o negócio com capitais próprios, contudo é necessário ter conhecimento de que a percentagem de empreendedores que consegue criar uma empresa sem recorrer a financiadores externos é residual. Desta forma, é necessário estar preparado para defender o projecto junto da Banca, de investidores privados ou empresas de capital de risco. A vida do negócio depende do financiamento e por isso é importante ter uma estimativa bastante realista das necessidades de capital

19 1 9 inicial fundamentais para o arranque do negócio. A partir daqui será mais fácil definir onde conseguir esse capital. Qualquer que seja a escolha, deverá ter-se uma estratégia para atrair os investidores e convencê-los de que o projecto é viável. O ideal será encontrar uma forma de fazer com que o projecto se distinga da pilha de projectos que as entidades financiadoras sempre têm para analisar. Nesta fase o objectivo é conseguir um compromisso de financiamento que assegure a criação da empresa. Depois de assumido esse compromisso, é necessário recorrer a um advogado para fechar o negócio com as fontes de financiamento. No que se refere ao apoio financeiro a iniciativas ligadas ao empreendedorismo, existem diferentes modalidades que podem ser capitalizadas a nível individual e colectivo e que permitem assim a viabilização de ideias de negócio. A maior parte dos sistemas de incentivos para a criação de empresas estão englobados no Programa de Incentivos à Modernização da Economia (PRIME). Este Programa contempla várias medidas de incentivos, cujas linhas fundamentais são: Apoiar o investimento gerador de valor acrescentado nacional; Fomentar o capital de risco; Reforçar os capitais permanentes das PME s; Promover as empresas, os produtos portugueses e o turismo; Apoiar a inovação, a investigação e o desenvolvimento tecnológico; Incentivar a qualificação dos recursos humanos nas PME s.

20 2 0 Destacam-se como oportunidades os seguintes instrumentos: Sociedades de Capital de Risco: o capital de risco é um instrumento financeiro que consiste numa tomada de participação temporária no capital de uma empresa, dotando-a de meios financeiros, com o objectivo de promover o seu desenvolvimento e realizar mais-valias no momento da saída. As Sociedades de Capital de Risco têm como objecto o apoio e promoção do investimento e da inovação tecnológica em projectos empresariais ou empresas já existentes, através da participação temporária no respectivo capital social. Business Angels: são investidores particulares ou empreendedores que participam no capital de pequenas empresas, próprio de empresas com potencial, geralmente nas fases mais iniciais do seu desenvolvimento (seed, start-up ou earlystage), realizando contratos relativamente simples, investindo quantias pequenas e acompanhando activamente a gestão. O recurso aos Business Angels, para além do financiamento, proporciona o contacto com pessoas cuja experiência pode ser um input valioso. Em Portugal este tipo de financiamento encontra-se muito pouco divulgado. Sociedades de Garantia Mútua (SGM): sistemas privados e de cariz mutualista de apoio às pequenas, médias e micro empresas (PME), que se traduzem na prestação de garantias financeiras para facilitar a obtenção de crédito em condições de preço e prazo adequadas aos seus investimentos e ciclos de actividade (http://www.garantiamutua.com/). Fundos de Sindicação do Capital de Risco (FSCR): instrumento que permite concretizar o apoio público às intervenções do capital de risco,

21 2 1 que se traduzem num património autónomo com capital inicial fixo (pode ser aumentado durante o período de duração do fundo). Microcrédito: vários bancos financiam projectos para criação do próprio emprego e/ou de pequenos negócios. Entidades Bancárias com prémios dedicados a projectos ao empreendedorismo: Nesta tipologia de apoios destacam-se: BPI - START Prémio Nacional de Empreendedorismo 2008 : O START - Prémio Nacional de Empreendedorismo é um projecto lançado pelo BPI, Optimus e Universidade Nova de Lisboa, com o objectivo de estimular o empreendedorismo e a inovação e envolver, de forma articulada, potenciais empreendedores, investigadores, comunidade empresarial e investidores, premiando e divulgando ideias inovadoras para a criação de empresas. BES - BES Inovação : O Concurso Nacional de Inovação BES constitui a face mais visível das iniciativas do Banco Espírito Santo no apoio à inovação empresarial e ao empreendedorismo. Premiar a excelência na investigação, contribuir para uma economia mais competitiva e promover uma cultura empresarial orientada para a inovação representam os três principais objectivos do concurso que o BES promove. Programa FINICIA - sistema gerido pelo IAPMEI, visa o financiamento no arranque de empresas. Este sistema pretende facilitar o acesso ao financiamento à criação de empresas e às empresas de menor dimensão, que tradicionalmente apresentam maiores

22 2 2 dificuldades na sua ligação ao mercado financeiro. Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN): Programa Operacional Regional Mais Centro: No Eixo 1 - Competitividade, Inovação e Conhecimento visa-se o reforço da competitividade, da inovação e do conhecimento na Região; Programa Operacional Factores de Competitividade (POFC): Abrange as intervenções que visam estimular a qualificação do tecido produtivo, por via da inovação, do desenvolvimento tecnológico e do estímulo do empreendedorismo, bem como da melhoria das diversas componentes da envolvente da actividade empresarial, com relevo para a redução dos custos públicos de contexto. Esta Agenda compreende acções como o Sistema de Apoio ao Financiamento e Partilha de Risco da Inovação (SAFPRI), o qual é colocado à disposição das pequenas e médias empresas novas e inovadoras formas de financiamento. 6º Passo: Constituição Formal da Empresa Esta fase é caracterizada por uma enorme carga burocrática. Deve começar-se por escolher a forma jurídica ideal para o caso da empresa. A partir daqui o empreendedor poderá dirigir-se a um dos vários Centros de Formalidades de Empresas (CFE) para cumprir as seguintes tarefas: Pedido do Certificado de Admissibilidade de Firma ou Denominação de Pessoa Colectiva; Pedido do Cartão Provisório de Pessoa Colectiva; Marcação de Escritura Pública; Celebração de Escritura Pública;

23 2 3 Declaração de início de actividade; Requisição do Registo Comercial, publicação no DR e inscrição no Registo Nacional de Pessoas Colectivas; Inscrição na Segurança Social; Pedido de inscrição no cadastro Comercial ou Industrial. 7º Passo: Encontrar o Local Ideal O local para instalar a empresa faz toda a diferença. Além de ser uma das primeiras imagens que os clientes têm da empresa, deverá adequar-se à actividade a desenvolver, aos targets a alcançar e a vários outros factores. 8º Passo: Definição dos corpos directivos e recrutamento de colaboradores Após a estimativa do número e perfil de colaboradores necessários para colocar a empresa a funcionar, é altura de iniciar o processo de recrutamento. È necessário prestar particular atenção aos cargos de direcção e ter em conta que se pode iniciar a actividade da empresa com um número reduzido de colaboradores e apostar num recrutamento posterior, à medida da expansão da empresa. Se o empreendedor apostou numa área na qual não tem particular experiência e conhecimento, pode suprir eventuais lacunas de formação recrutando especialistas nesses sectores. O empreendedor deve rodear-se de profissionais empreendedores e com capacidade de iniciativa e ter em conta que o compromisso com os recursos humanos da empresa vai para além das condições salariais, ou seja, é necessário definir estratégias de retenção dos seus recursos. 9º Passo: Iniciar a actividade da empresa Este é o momento de iniciar a actividade da empresa. Devem estar assegurados todos os pormenores operacionais para receber o cliente desde as instalações,

24 2 4 aos recursos humanos, às estruturas de comunicação (telefones, faxes, s). Nesta fase deve estabelecer-se os principais sistemas de gestão e definir áreas de contabilidade, logística, controlo de qualidade e outras. É também importante definir e iniciar o processo de promoção da empresa. Pode apostar-se em campanhas de publicidade, maillings para o seu público-alvo, press releases e outros meios. Deve-se ainda motivar os colaboradores para o início de actividade, dar-lhes indicações precisas daquilo que se espera e dos objectivos a atingir. É também o momento de contactar os fornecedores e definir prazos. c. Erros a evitar na criação da empresa O Guia do Empreendedorismo (2007) alerta também para alguns erros a evitar na altura de criar uma empresa: Calcular mal o mercado: certificar-se de que o consumidor está disposto a aceitar o produto/serviço; Subestimar a concorrência: estar sempre um passo à frente daquilo que os concorrentes podem oferecer ao mercado; Investir de forma prematura: reduzir ao máximo os custos iniciais da empresa e investir apenas quando o desenvolvimento comercial estiver assegurado; Avaliar mal os prazos: ter em conta os prazos reais de entrada no mercado e de comercialização dos serviços;

25 2 5 Avaliar mal a rentabilidade previsível: programar mal o arranque da empresa, esperando um retorno que não acontece, pode ser o suficiente para condenar a empresa ao fracasso; Desconhecer o sector: conhecer aprofundadamente o sector onde se vai investir (nomeadamente legislação específica, concorrência, potencialidades de crescimento, etc.); Personalizar demasiado a empresa: a diversidade de perfil pode ser fundamental para o sucesso da empresa, ajudando a colmatar eventuais lacunas de formação; Não equacionar devidamente as questões jurídicas: na criação de um negócio há todo um processo burocrático e jurídico a ultrapassar. Por outro lado, alguns negócios necessitam de legislação específica para a sua actividade. Incompatibilidade de ideologias entre os sócios: é fundamental escolher os sócios em função das compatibilidades e não pela sua capacidade de investimento financeiro. d. Tipo de empresas Uma das primeiras coisas que deverá fazer quem decide criar uma empresa é definir qual é a forma legal mais adequada para o desenvolvimento da mesma. Qualquer potencial empresário deverá ponderar sobre o tipo de empresa que pretende constituir, antes de iniciar um projecto, uma vez que esta determinará o modelo de funcionamento desde a sua constituição até ao seu desenvolvimento. Questões como o tipo de responsabilidade, o compromisso dos bens prévios ao início da actividade, a fiscalidade do negócio, o cumprimento do maior ou

26 2 6 menor número de requisitos, a necessidade de financiamento externo, etc., são todos eles factores que se devem ter em conta na hora dessa decisão. Inicialmente deverá optar por desenvolver o projecto sozinho ou conjuntamente com outras pessoas. No caso de se decidir por se estabelecer individualmente, poderá optar por uma das seguintes hipóteses: Empresário em Nome Individual; Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada (E.I.R.L): Sociedade Unipessoal por Quotas. Se a decisão for a constituição de uma empresa em conjunto com outris parceiros, poderá optar por uma das seguintes formas: Sociedade em Nome Colectivo; Sociedade por Quotas; Sociedade Anónima; Sociedade em Comandita Simples; Sociedade em Comandita por Acções. De entre os tipos de sociedades, as mais usuais devido à limitação da responsabilidade dos sócios, são as sociedades por quotas e anónimas. Empresário em Nome Individual: Trata-se de uma empresa titulada por um só indivíduo, que afecta os bens próprios à exploração da sua actividade económica. No que se refere à responsabilidade do empresário, este responde ilimitadamente pelas dívidas contraídas no exercício da sua actividade perante os credores, com todos os bens que integrem o seu património. Para mais informações consultar: Decreto-lei nº 339/85 de 21/08, art. 3º.

27 2 7 Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada E.I.R.L.: Empresa de um só indivíduo, sendo apenas permitida a criação de um E.I.R.L. por pessoa. Nesta forma de estabelecimento as dívidas do E.I.R.L. respondem apenas os bens a este afectos. Um E.I.R.L. poderá a qualquer momento ser transformado numa sociedade unipessoal por quotas. Para mais informações consultar o Decreto-lei nº 248/86 de 25/08. Sociedade Unipessoal por Quotas: Sociedade constituída por um sócio único, pessoa singular ou colectiva, que é titular da totalidade do capital social (com um minimo de euros). A firma deste tipo de sociedades deve ser formada pela expressão Sociedade Unipessoal ou Unipessoal antes da palavra Limitada ou Lda.. Uma pessoa singular só pode ser sócia de uma única sociedade unipessoal por quotas. Para mais informações consultar os artigos. 270º -A a 270º -G do Código das Sociedades Comerciais. Sociedade em Nome Colectivo: Nas Sociedades em Nome Colectivo o sócio além de responder individualmente pela sua entrada, responde pelas obrigações sociais subsidiariamente em relação à sociedade e solidariamente com os outros sócios. A firma, quando não particularizar todos os sócios, deve conter, no minimo, o nome ou firma de um deles, com o aditamento, abreviado ou por extenso, e «Companhia» ou qualquer outro que refira a existência de outros sócios.

28 2 8 Para mais informações consultar os artigos 175º a 196 do Código das Sociedades Comerciais. Sociedade por Quotas: Esta sociedade não poderá ser constituída com um capital inferior a euros nem posteriormente o seu capital pode ser reduzido a importância inferior a essa. Na constituição da sociedade a cada sócio apenas fica a pertencer uma quota, que corresponde à sua entrada financeira. A firma deve ser formada, com ou sem sigla, pelo nome ou firma de todos, algum ou alguns dos sócios, ou por uma denominação particular ou por ambos esses elementos, contudo concluirá pela palavra «limitada» ou «Lda.»; Para mais informações consultar: Arts. 197º a 270º do Código das Sociedades Comerciais. Sociedade Anónima: O Capital é dividido em acções e cada sócio limita a sua responsabilidade ao valor das acções que subscreveu. Todas as acções têm o mesmo valor nominal, com um mínimo de um cêntimo. O valor nominal mínimo é de euros. Não pode ser constituída por um número de sócios inferior a cinco, salvo quando a lei o dispense. A firma será formada, com ou sem sigla, pelo nome ou firma de um ou alguns dos sócios ou por denominação particular, ou pela expressão «sociedade anónima» ou «S.A». Sociedade em Comandita: Nesta forma de sociedade cada um dos sócios comanditários responde apenas pela sua entrada. Os sócios comanditados respondem pelas dívidas da sociedade nos mesmos termos que os sócios da

29 2 9 sociedade em nome colectivo. A firma da sociedade é formada pelo nome ou firma de um, pelo menos, dos sócios comanditados e o aditamento «em Comandita» ou «& Comandita», «em Comandita por Acções» ou «& Comandita por Acções». Referentes a esta forma de sociedade existem dois tipos: Sociedade em Comandita Simples e Sociedade em Comandita por Acções. Para mais informações consultar: Arts. 465º a 480º do Código das Sociedades Comerciais. No quadro seguinte apresenta-se um resumo dos diferentes tipos de empresas:

30 3 0 Forma N º S ó c i o s C a p i t a l M í n i m o R e s p o n s a b i l i d a d e Empresário em Nome Individual Estabelecimento Individual de Responsabilidade Limitada Sociedade Unipessoal por Quotas Sociedade em Nome Colectivo Sociedade em Comandita 1 Sem capital mínimo obrigatório O empresário responde ilimitadamente pelas dívidas contraídas no exercício da sua actividade perante os seus credores Pelas dívidas resultantes da actividade compreendidas no objecto EIRL respondem apenas os bens a ele afectos Limitada ao montante do capital social Mínimo 2 Comandita simples - Mínimo 2; Comandita por acções - Mínimo 5 comanditários e 1 comanditado Não existe montante mínimo obrigatório Ilimitada e subsidiária perante a empresa e solidariamente, entre si perante os credores Reúne sócios de responsabilidade limitada, que contribuem com o capital e sócios de responsabilidade ilimitada, que contribuem com bens ou serviços, assumindo a gestão e a direcção efectiva da sociedade Sociedade em Mínimo Limitada ao montante do capital social. Comandita Sociedade Os sócios limitam a sua responsabilidade ao valor das Mínimo Anónima acções por si subscritas. Fonte: adaptado de NET - Novas Empresas e Tecnologias, S.A. Business and Innovation Centre do Porto (http://www.net-sa.pt/). Nota: * Deduz e liquida IVA quando aplicável. O b r i g a ç õ e s F i s c a i s IRS IVA* IRS IVA* IRC IVA* IRC IVA* IRC IVA* IRC IVA* IRC IVA*

31 3 1 e. Constituição formal da empresa Para constituir uma empresa é importante seguir os seguintes passos: 1º. Certificado de Admissibilidade de Firma ou Denominação O Empresário em Nome Individual só será obrigado a requerer o certificado de admissibilidade de firma - nome comercial pelo qual o titular da empresa seja conhecido, no exercício da sua actividade - se pretender inscrever-se no Registo Comercial com firma diferente do seu nome civil completo ou abreviado (D.L. nº 129/98, de 13 de Maio). 2º. Declaração de Início de Actividade e Inscrição no Ficheiro Central de Pessoas Colectivas Esta declaração visa a regularização da situação fiscal do empresário individual, a fim de dar cumprimento às suas obrigações de natureza fiscal. 3º. Requisição do Registo Comercial, Publicidade e Inscrição no RNPC O registo comercial destina-se a dar publicidade à situação jurídica, entre outros, dos empresários individuais, sendo facultativo o registo do início da actividade. 4º. Comunicação ao Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho O empresário em nome individual, como entidade sujeita à fiscalização do Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho, deverá comunicar, por ofício, à respectiva delegação da área onde se situa o seu estabelecimento, o endereço deste,

32 3 2 ou dos locais de trabalho, o ramo de actividade, o seu domicílio e o número de trabalhadores. Esta comunicação é obrigatória e deverá ser feita anteriormente ao início de actividade. 5º. Inscrição do empresário na Segurança Social Tem como finalidade a identificação do empresário como beneficiário dos serviços e prestações a realizar por aquele organismo de forma a estar abrangido pelos regimes da protecção social. 6º. Inscrição da empresa individual na Segurança Social Destina-se a identificar a empresa como contribuinte daquele organismo, sempre que o empresário tenha contratado trabalhadores ao seu serviço, ficando responsável pelo pagamento das respectivas contribuições. Para constituir uma sociedade é importante seguir os seguintes passos: 1º. Pedido do Certificado de Admissibilidade de firma ou denominação de pessoa colectiva e Cartão Provisório de Identificação de Pessoa Colectiva; 2º. Marcação da Escritura Pública no Cartório Notarial; 3º. Celebração da Escritura Pública no Cartório Notarial; 4º. Declaração de Início de Actividade, na Direcção Geral de Contribuições e Impostos (DGCI); 5º. Requisição do Registo Comercial, Publicação no DR e Inscrição no RNPC, na Conservatória do Registo Comercial competente (área da sede da sociedade); 6º. Inscrição na Segurança Social, no CRSS - Centro Regional da Segurança Social;

33 3 3 7º. Pedido de inscrição no Cadastro Comercial ou Industrial, na Direcção do Comércio e Concorrência ou Delegação Regional do Ministério da Economia, respectivamente. f. Empresa na hora e marca na hora Através da iniciativa Empresa na Hora, regulamentada pelo Decreto-Lei nº 111/2005, de 8 de Julho que criou o Regime Especial de Constituição Imediata de Sociedades, é possível promover a constituição de sociedades unipessoais por quotas, sociedades por quotas e sociedades anónimas num único balcão e de forma imediata. O processo de constituição de sociedades através desta iniciativa do governo nacional é elementar: 1º. Seleccionar uma firma e um pacto social préaprovados (através da consulta do site poderá ver a lista de firmas pré-aprovadas que se encontra disponível); 2º. Constituir a sociedade em qualquer balcão Empresa na Hora, sendo necessário os seguintes elementos: o Se os sócios da sociedade a constituir forem pessoas singulares, deverão levar consigo: Cartão de contribuinte; Documento de identificação (bilhete de identidade, passaporte ou carta de condução); Cartão de beneficiário da Segurança Social (facultativo).

34 3 4 o No caso de se tratar de pessoas colectivas: Cartão de contribuinte de pessoa colectiva ou cartão de identificação de pessoa colectiva; Certidão de Registo Comercial actualizada; Acta da Assembleia Geral que confere poderes para a Constituição de Sociedade; 3º. Depositar o capital social em qualquer instituição bancária; 4º. Nomear um Técnico Oficial de Contas (TOC) ou eleger um da Bolsa de TOC s disponibilizada, ou ainda, entregar a declaração de início de actividade no serviço da Empresa na Hora ou no serviço de Finanças. Ao criar a sua Empresa na Hora pode adquirir uma marca registada (nome que identifica o produto) equivalente à designação da firma (nome que identifica a empresa), a partir de uma bolsa de firmas e marcas. A bolsa contempla cerca de 200 firmas e marcas, disponíveis para as áreas de negócio mais representativas da actividade empresarial. Pode ser adquirido por qualquer sociedade comercial ou civil sob a forma comercial do tipo por quotas, unipessoal por quotas ou anónima. Mais informações em e Os serviços de Empresa na Hora mais próximos dos empresários do Concelho da Pampilhosa da Serra são: Conservatória do Registo Comercial de Coimbra Edifício Mondego, Av. Fernão de Magalhães, 619-R/C, Apartado 437, Coimbra Tel: Fax:

35 3 5 Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Arganil Avenida José Augusto Carvalho - Palácio da Justiça, Arganil Tel: Fax: Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Oliveira do Hospital Largo Conselheiro Cabral Metello - Palácio da Justiça, Oliveira do Hospital Tel: Fax: Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Tábua Praça da República - Palácio da Justiça, Tábua Tel: Fax: Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial da Lousã Avenida de São Silvestre - Palácio da Justiça, Lousã Tel: Fax: Conservatória do Registo Civil, Predial e Comercial de Vila Nova de Poiares Praça Luís de Camões, Ap. 62, Vila Nova de Poiares Tel: Fax: Paralelamente existem os Centros de Formalidades das Empresas (CFE), os quais são serviços de atendimento e de prestação de informações aos utentes que têm por finalidade facilitar os processos de constituição, alteração ou extinção de empresas e actos afins. Os CFE s têm competência para constituir sociedades comerciais dos seguintes tipos: Sociedades por quotas; Sociedades unipessoais por quotas;

36 3 6 Sociedades anónimas; Sociedades em comandita; Sociedades em nome colectivo; Alteração de pactos sociais de empresas existentes; Extinção de Sociedades. Em cada CFE, existe: Um corpo de atendimento do IAPMEI; Uma delegação do Registo Nacional de Pessoas Colectivas; Um Cartório Notarial; Uma extensão da Direcção Geral de Contribuição e Impostos; Uma extensão do Centro Regional de Segurança Social; Um balcão de apoio ao Registo Comercial; Um gabinete de Licenciamento (CFE de Setúbal); Um balcão da Caixa Geral de Depósitos. Os CFE s estão distribuídos por todo o país, o mais próximo do concelho da Pampilhosa da Serra é: Centro de Formalidades das Empresas de Coimbra Complexo Tecnológico de Coimbra Rua Coronel Veiga Simão, Coimbra Tel: Fax: g. Licenciamento empresarial Após criação da empresa é necessário ter em consideração todos os processos legais inerentes ao licenciamento, o qual para algumas actividades económicas se reveste de especificidades, dependentes de organismos públicos. Neste âmbito as seguintes actividades estão sujeitas a processos de licenciamento:

37 3 7 CAE 6021 A CAE Transporte Rodoviário de Passageiros CAE-REV a 49392; CAE 45 Construção Civil e Obras Públicas CAE-REV3 Secção F, Divisão 41 a 43; CAE Instalação de Redes e Montagem de Aparelhos de Gás CAE-REV ; CAE Transporte Rodoviário de Mercadorias CAE-REV ; CAE Jardins-de-Infância CAE-REV ; CAE Centros de Dia CAE-REV ; CAE Creches CAE-REV ; CAE Escolas de Formação Profissional CAE-REV ; CAE 8532 Serviços de Apoio Domiciliário CAE-REV3 8810; CAE Centros de Actividades de Tempos Livres CAE-REV ; CAE 85311/2/3 Lares para Crianças/ Deficientes/ Idosos CAE-REV Licenciamento Industrial: O Licenciamento industrial encontra-se regulamentado pelo Decreto Lei N.º 69/2003 de 10 de Abril e no Decreto Regulamentar n.º 8/2003 de 11 de Abril. Nestes regulamentos os estabelecimentos industriais são classificados do tipo 1 a 4, por ordem decrescente do grau de risco potencial para a pessoa humana e para o ambiente, e desta forma os estabelecimentos industriais do tipo 1 são os que apresentam um processo de licenciamento mais complexo. Para o licenciamento das obras necessárias à instalação de uma unidade industrial será obrigatória a intervenção

38 3 8 da administração local e o licenciamento destes estabelecimentos requer ainda a intervenção da administração central e /ou local em função do regime: Direcções Regionais do Ministério da Economia; Serviços do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas; Direcção Geral da Energia; Câmaras Municipais. Às Direcções Regionais de Economia cabe licenciar as seguintes actividades: Estabelecimentos industriais; Pedreiras e oficinas de transformação de pedra; Instalações de armazenagem de combustíveis líquidos e gasosos; Postos de abastecimento de combustível; Instalações eléctricas de serviço particular e público; Redes de distribuição de gás natural; Recipientes sob pressão; Cisternas para o transporte de mercadorias perigosas. À Direcção Geral de Energia cabe licenciar as seguintes actividades: Energia Eléctrica, nomeadamente ao nível das Ligações à Rede da Produção em Regime Especial, à co-geração e às Energias Renováveis; Licenciamento de Terminais e Instalações de Armazenagem de petróleos brutos, seus derivados e resíduos. Licenciamento Comercial: Este é um processo que é da competência das autarquias, pelo que se recomenda que antes de se dar início a qualquer actividade se proceda a uma consulta junto da Câmara Municipal no sentido de saber se o

39 3 9 licenciamento da actividade necessita de algum procedimento especial (ex.º: unidades comerciais de dimensão relevante, entre outras). Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC). Licenciamento Ambiental: Este processo está regulamentado pelo Decreto Lei n.º 194/2000, Decreto Lei N.º 69/2000 de 03/05 (avaliação do impacto ambiental), Decreto Lei n.º 164/2001 de 23/05(controlo dos perigos associados a acidentes graves que envolvam substâncias perigosas) e Decreto Lei n.º 239/97 de 09/09 (gestão de resíduos). Tal como no caso dos estabelecimentos industriais, a licença ambiental e a declaração de impacte ambiental favorável, constituem condição do licenciamento. Para instrução do processo de licenciamento ambiental recomendamos o contacto com a Comissão de Licenciamento Turístico: Este processo destaca-se dos demais e exige um licenciamento especial que depende, sobretudo, do tipo de actividade prevista. A Câmara Municipal tem aqui um papel especial ao nível do licenciamento e de todo o acompanhamento do processo, mesmo quando compete ao Turismo Centro de Portugal a emissão de pareceres (que serão sempre vinculativos). A esta entidade compete a emissão de pareceres e licenciamentos das seguintes actividades: Empreendimentos Turísticos, Parques de campismo Privativos; Restauração e Bebidas; Turismo no Espaço Rural;

40 4 0 Turismo Natureza; Direitos Reais de habitação periódica (Timesharing); Agências de Viagens e Turismo; Empresas de Animação Turística; Rent-a-car. Para instrução do processo de licenciamento turístico recomendamos o contacto com: Município; Turismo de Portugal, I.P.; Direcção Geral do Turismo - Ministério da Economia. Aconselhamos a análise atenta do Decreto-Lei n.º 39/2008 de 7 de Março que consagra o novo regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos turísticos. Esta iniciativa legislativa vem dar cumprimento a uma das medidas do Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa SIMPLEX De acordo com este Decreto-Lei os empreendimentos turísticos podem ser integrados num dos seguintes tipos: Estabelecimentos Hoteleiros; Aldeamentos Turísticos; Apartamentos Turísticos; Conjuntos Turísticos (Resorts); Empreendimentos Turísticos de Habitação; Empreendimentos de Turismo no Espaço Rural; Parques de Campismo e Caravanismo; Empreendimentos de Turismo da Natureza.

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