DAS RELAÇÕES COM A APRENDIZAGEM: A PSICOLOGIA AMERICANA NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA O ENSINO INDUSTRIAL ( )

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1 DAS RELAÇÕES COM A APRENDIZAGEM: A PSICOLOGIA AMERICANA NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA O ENSINO INDUSTRIAL ( ) Fernanda Leite Bião Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais José Geraldo Pedrosa Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Agência de fomento: Capes. Grupo temático: GT 08 Profissionalização, formação de professores e trabalho docente em educação profissional e tecnológica. Modalidade: artigo. Resumo: Em meados das décadas de 1940, o Brasil foi palco de transformações econômicas e sociais, influenciadas pelas guerras mundiais e pela necessidade de uma mudança política e no eixo da economia que se mantinha por meio da agroexportação. Os anos 1940 foram marcados pelo um boom industrial e, embora o crescimento dessa nova forma econômica batesse com toda força à porta brasileira, não havia mãos de obra qualificadas para ocuparem os espaços das fábricas e contribuírem com a emancipação industrial. Diante do calor das necessidades que se apontavam, o Brasil estabeleceu uma parceria com os americanos, nascendo a Comissão Brasileira Americana de Educação Industrial CBAI, a qual, entre outras tarefas contribuintes à industrialização brasileira, tinha como objetivo a formação de professores para o ensino industrial. A CBAI foi responsável pelas seguintes atividades no contexto brasileiro: tradução de obras para a língua nativa brasileira, formalizando uma biblioteca para o ensino industrial brasileiro, intercâmbios entre Brasil e Estados Unidos da América, para a inserção dos conhecimentos que os EUA já desenvolviam e produção de documentos e boletins responsáveis pela divulgação e por ensinanças atravessadas por conceitos da Educação e da Psicologia americanas. Entre os conhecimentos formalizados e

2 disseminados pela CBAI, a Psicologia americana se destacou. Essa Psicologia americana teve como tarefa apresentar conceitos e temas esclarecedores sobre as tarefas de aprendizagem necessárias aos alunos que frequentariam o ensino industrial. Tais conhecimentos abrangiam as bases epistemológicas estudadas pelos teóricos americanos a respeito dessa ciência. Suas bases tinham como fundamentos uma Psicologia funcional, em outras palavras, a preocupação com praticidade das ciências psicológicas para situações cotidianas, nesse caso, as situações que atravessariam as relações professor e aluno, ensino e aprendizagem, conhecimento dos instrumentos metodológicos e pedagógicos, com a finalidade de colaborar para a facilitação do aprendizado e uma viagem aos aspectos biológicos e psicológicos capazes de contribuir para que a Educação Industrial fosse precisa em seu objetivo: formar trabalhadores capacitados para as indústrias. Nesses termos, a formação de professores para o ensino industrial era contemplada por temas e conteúdos da Psicologia americana vigente na época. As obras que foram objeto desta pesquisa foram traduzidas pela CBAI, Psicologia para professores do ensino industrial, de Sydney Roslow e Gilbert Grimes Weaver, e Metodologia do ensino industrial, de Elroy William Bollinger e Helen Livingstone, as quais abordam conceitos da Psicologia americana importantes para se compreenderem as variáveis necessárias à aquisição do conhecimento: a motivação, a importância do entendimento da aprendizagem do comportamento, a personalidade, as aptidões e as habilidades, a inteligência, o uso dos testes psicológicos e pedagógicos, os instrumentos didáticos (o ambiente escolar, a preparação das aulas, as relações entre professores e alunos e os atributos de cada um na relação). Tais conhecimentos vêm a afirmar a presença da Psicologia americana na formação de professores para o ensino industrial, mostrando que a parceria entre Brasil e Estados Unidos da América surtiu, entre outros efeitos, o da introdução de uma Psicologia singular, cujas bases tinham como fundamentos o esforço da inauguração e o entendimento biológico, psicológico, social e funcional dos indivíduos envolvidos nesse processo. PALAVRAS-CHAVE: Psicologia americana; formação de professores; ensino industrial. 1. Introdução

3 Aprendizagem, sim, aprendizagem também era o foco que perpassava a formação dos professores para o ensino industrial: aprendizagem sobre si, sobre as Psicologias que adentravam o terreno fértil do Brasil na década de Boom industrial anunciado pelo governo Vargas, mudanças de estruturas econômicas. Não só a agroexportação seria o veículo de subsistência dos brasileiros, mas a industrialização se torna o diferencial e também personifica os desafios. Não havia trabalhadores capacitados, aliás, não havia trabalhadores no sentido estrito. Era a massa de soldados das fábricas que precisava ser formada e modelada, e a metamorfose que o Brasil industrial vivenciava demandava conhecimentos apropriados para responder o tamanho da tarefa com que o País se ocupava: crescer em economia, pátria amada e gentil ao povo brasileiro. Pelo trabalho a civilização podia mudar, podia se educar e podia responder a demanda da novidade e do progresso, alavanca dos ideais e dos projetos brasileiros. Assim, a Psicologia importada da América tem sua importância, diante da responsabilidade de garantir um conhecimento sobre o humano capaz de produzir e otimizar o aprendizado dos conhecimentos intrínsecos e extrínsecos à natureza humana, como a finalidade da aprendizagem de novos ofícios, novas formas de ser e viver em um país industrial. Um novo homem para um novo tempo. 2. O americanismo adentra o cenário brasileiro Não foi ao acaso que o americanismo se inseriu no Brasil. Em decorrência da aliança realizada entre Brasil e EUA, no contexto da Segunda Guerra Mundial e das mudanças políticas, econômicas e ideológicas que a sociedade brasileira vivenciou, a longa influência do europeísmo no contexto cultural nacional vai se ofuscando a partir dos anos 1940, pela maior abertura às ideias, às técnicas e aos produtos dos americanos. Mas quem seriam os americanos? E quais das suas ideias seriam disseminadas em terras brasileiras a partir da Segunda Guerra Mundial, com o incremento da indústria brasileira e dos acordos entre os dois países? Por volta do século XVII, eis que impulsionados pelas crises políticas, sociais e econômicas vividas pela Inglaterra, muitos de seus habitantes atravessaram o Atlântico e se instalaram na América do Norte. Vinham por várias razões: questões religiosas, em busca de liberdade, de aventura, de oportunidades que lhes eram negadas na terra natal, para escapar de

4 algum mandado de prisão, para escapar das dívidas, enfim, para tentar uma nova vida (TOTA, 2009). Vindos da Europa, muitos da Inglaterra, mas não só, os EUA receberam, ao longo dos séculos, imigrantes de vários lugares do mundo: México, Alemanha, Itália, Escócia, Irlanda, entre outros. Embora a maioria estivesse carregada de valores e crenças organizados dentro da tradição europeia, estas sofreram uma reformulação própria, ao adentrarem o Novo Mundo. A tradição foi questionada e a partir dela um novo modus vivendi foi sendo aos poucos construído. Seria possível pensar em uma nova filosofia, diferenciada da estabelecida na Europa? Afirmava Tocqueville (1987) que os americanos não tinham nenhuma escola filosófica própria e muito pouco se incomodavam com todas aquelas que dividiam a Europa; e mal sabiam-lhes os nomes. Embora os habitantes dos EUA dirigissem o espírito de tal maneira que não acalentassem, em geral, aspirações filosóficas, certo método filosófico lhes era comum. Assim, não existindo uma filosofia que pudessem nomear, mas, considerando a realidade que despontava, em termos de concretização de comportamentos e valores no Mundo Novo, os campos das artes, das ciências e das demais manifestações humanas expressadas pelos colonizadores da América do Norte floresceram em sua própria singularidade. Singularidade exprimida por feitos e costumes próprios, pela inauguração de um status econômico, um novo capitalismo, que engendrava nesse solo juvenil a valorização da produção, a ressignificação do trabalho e suas variadas novas maneiras de gerir e aumentar a produção. Atravessados pelo aspecto religioso, os americanos se construíram sob a égide do protestantismo, principalmente do puritanismo. Desse modo, entende-se que foi a religião que deu nascimento às comunidades anglo-saxônicas dos EUA: naquele país, a religião se confunde, pois, com todos os hábitos nacionais e todos os sentimentos que a pátria faz nascer; e isso lhe dá uma força particular (TOCQUEVILLE, 1987). O francês ainda acrescenta: [...] na América, a religião, por assim dizer, fixou os seus próprios limites; ali, a ordem religiosa ficou inteiramente distinta da ordem política, de tal sorte que se puderam modificar facilmente as leis antigas sem abalar as antigas crenças. Assim, conservou o cristianismo grande domínio sobre o espírito dos americanos e, fato que desejo assinalar particularmente, de modo nenhum reina apenas como uma filosofia que se adota depois de um exame, mas como uma religião na qual se crê sem discutir (TOCQUEVILLE, 1987, p. 323).

5 Nasceu uma democracia, desenvolvida pela reformulação das matrizes culturais europeias, tendo na crença e nos valores religiosos um ponto de fortaleza e no individualismo, o cumprimento da responsabilidade de cada um na aquisição de suas conquistas. Para os americanos, a igualdade e a liberdade são questões fundamentais a essa proposta de nova civilização, porque o lugar que se pretende ocupar não mais é de prisioneiros de castas ou classes sociais cristalizadas e dos vestígios de privilégios facultados pelo nascimento, e sim pelo esforço próprio. Esforço que não ficou aprisionado dentro das fronteiras de uma nação: os EUA alavancaram-se, ao enfrentarem suas diferenças internas e seus desafios e ao se porem em rota de contato com povos e nações de outras regiões e continentes, fazendo-se conhecidos. Suas ideias ganharam força e serviram de modelo, não apenas como expressão cultural dos americanos, mas também da ideologia correspondente ao americanismo. À luz da Gramática da Língua Portuguesa (2008), invoca-se o sufixo ismo para se reportar a uma determinada ideologia, de maneira que se depreende da descrição da palavra americanismo (america + ismo) a referência à ideologia dos EUA, dos americanos. Essa forma de ser e de se fazer ser o americanismo já foi abordada por estudiosos americanos, europeus e brasileiros. É importante esclarecer que [...] quem usou pela primeira vez o termo americanismo para referir-se ao ethos ou ao caráter estadunidense foi o Vaticano, na passagem do século XIX para o século XX (PEDROSA, 2011, p. 2). Desde então, o conceito de americanismo passou a ser utilizado com o objetivo de nomear uma nova forma de ser e de viver de uma civilização que tinha um território próprio, desenvolvia uma economia e uma visão política singular, a tal ponto que, até no sentido religioso, como bem observou o Vaticano, pode-se pensar na inauguração de um catolicismo próprio ao contexto dos EUA. Nesse sentido, o americanismo pode ser compreendido como a proposta de um modelo ideal de civilização (SENAI, 1991), reforçado pelos modelos de vida apresentados por meio da forte presença dos meios de comunicação, da indústria do entretenimento, da moda e da máquina (a exemplo dos automóveis e da industrialização), como mediadora entre o homem e o seu lugar social ou mesmo o seu trabalho, sua atividade profissional. O caráter modelar desse modus vivendi foi incentivado e fortalecido pela visibilidade que os EUA adquiriram no cenário internacional, em particular após sua atuação decisiva na

6 Segunda Guerra Mundial, que robusteceu a parceria com outros países, como foi o caso do Brasil, que antes tinha como principal fonte de referência a Europa. Diante do quadro de afinidade que o Brasil foi adquirindo junto aos EUA e ao seu modus vivendi, alguns dos estudiosos e educadores brasileiros se interessaram em conhecer e compreender essa nova civilização que se apresentava. Monteiro Lobato foi um dos intelectuais que enfatizaram o potencial americano de desenvolvimento e modernização. O poder da máquina e a capacidade de mudança que a máquina permitia era uma das particularidades que Lobato via na América: A maquina faz tudo... A frase parece concentrar todo o longo processo de racionalização industrial ocorrido nos Estados Unidos desde as últimas décadas do século XX (SENAI, 1991, p. 53). Tal processo de racionalização ensejou mudanças dentro das indústrias, nas formas de trabalho, nas relações entre patrões e empregados e movimentou um modo de ser e de viver na vida privada. Influenciado pelo taylorismo e por seus princípios, tinha como objetivo a regulação e a demarcação temporal das tarefas reproduzidas em ambiente industrial, a utilização da seleção científica, que validava o suposto homem certo para o lugar certo, o treinamento e o aperfeiçoamento constantes das atividades e a cooperação entre trabalhadores e patrões (SENAI, 1991). Além do taylorismo, o fordismo igualmente foi responsável pelas transformações do modus vivendi de trabalhadores e patrões, dentro e fora das indústrias. O fordismo tinha o entendimento de que a produção em larga escala era equivalente à massificação do consumo, a um novo sistema de reprodução da força de trabalho, a uma nova política de controle e gerência do trabalho, a uma nova estética e a uma nova Psicologia, em suma, a um novo tipo de sociedade: democrática, racionalizada, modernista e populista (HARVEY, 2010). Além disso, implícita ao fordismo era a premissa de que a sociedade poderia ser construída por meio do exercício adequado do poder corporativo. Assim, a rotina de tempo de trabalho de oito horas e cinco dólares pelo dia trabalhado tinha como finalidade obrigar o trabalhador a adquirir disciplina, ou a docilização dos corpos (FOUCAULT, 2011, passim), considerada indispensável à operação do sistema de linha de montagem de alta produtividade. Outro fator difundido pelo fordismo eram os altos salários e o tempo necessário ao lazer, associados a uma vistoria (fiscalização), por meio de assistentes sociais, com o fim de conhecer e regular, sob o prisma moral, a vida privada dos trabalhadores. Já nas décadas

7 iniciais do século XX, o fordismo era galopante nos EUA, a principal referência que proporcionava a pujança industrial norte-americana. Nessa linha de raciocínio, era visível que o fordismo forjava um homem novo. Interessante notar que o americanismo também tinha essa finalidade. Ambos os processos tinham imbricações identificadas por Antonio Gramsci, em seu conhecido ensaio sobre americanismo e fordismo. Para Gramsci (2008), americanismo e fordismo são inextricáveis. Na passagem do antigo individualismo econômico, nascido na Europa com a Primeira Revolução Industrial, à organização de uma economia pragmática, o americanismo-fordismo se situou como elo de uma corrente de transformações nas formas de trabalho e na fabricação apropriada de um novo homem, capaz de atender as necessidades impostas pela produção no seio capitalista e da retroalimentação de uma sociedade, em resposta a esse sistema econômico (GRAMSCI, 2008). Assim, [...] o fordismo ganha vida a partir de dentro e de fora da fábrica (ESTEVES, 2000, p. 5). E o americanismo vive a sua concretude em conjunto com o fordismo, de modo que este não se caracteriza somente como um método de trabalho, mas também como um modo de vida físico e psicológico: converte-se em uma política estatal corporificada na produção fordizada e no ethos (fordizado) da sociedade, passando a ser o modo mais eficiente para se acumular capital (ESTEVES, 2000). O americanismo-fordismo infiltrou-se em solo brasileiro quando havia uma troca de espelhos (WARDE, 2000): a constituição da identidade do País, até então embasada, principalmente, nos modelos disseminados pelo Velho Mundo, passa a seguir, de modo crescente, os paradigmas irradiados pelos EUA, a inspirar ensaios utópicos das elites intelectuais brasileiras, figurando, no imaginário de tais elites, como a terra prometida, bem diferente das mazelas europeias (WARDE, 2000). Entretanto, a transição Brasil-Europa para Brasil-EUA não foi um processo retilíneo, porém uma construção irregular e paulatina, em que jogos de poder (políticos e econômicos) se manifestavam. A presença do americanismo no ensino industrial pode ser considerada com base em aspectos inseridos no seio da educação industrial brasileira, a exemplo da presença de métodos racionais e científicos, a caráter de Taylor e Ford, do adestramento do ser humano para a máquina, e da presença de uma moralidade, diante da importância do trabalho digno e suado, a título de recompensa em face do esforço laboral.

8 Como expressão do americanismo, destaca-se, ainda, a presença filosófica e prática do pragmatismo e do funcionalismo norte-americanos. Pelas vias de John Dewey, veicula-se o pragmatismo, uma filosofia, um método epistemológico que se espelhava na experiência, na ação. Nas palavras de Souza: Na epistemologia pragmatista e também deweyana, os objetos estão interrelacionados, a partir da lógica, no processo de construção do conhecimento. Isso permite a conexão de uns com os outros, o que levaria à aplicabilidade pragmática, uma vez que conhecer se trata de perceber essas conexões que ligam os objetos com um fim útil. Assim, a filosofia não deve apenas evitar os dualismos: razão/experiência, ideal/real, teoria/prática, indivíduo/sociedade, mas combatê-los, já que o conhecimento se dá na continuidade da experiência e não apenas em sua fragmentação. A inteligência investigativa ou pensamento reflexivo é que deve estabelecer essas relações que (re)ligam os objetos naturais (SOUZA, 2010, p. 6, grifo nosso). Por sua vez, o movimento funcionalista norte-americano, no seio do qual Dewey e William James foram influentes teóricos, edifica-se à luz de uma nova perspectiva de se compreender a condição humana, modelando uma nova Psicologia, genuinamente americana. Nesse sentido, na obra de James, o foco reside na função, e não nas supostas propriedades de organismo provido de psiquismo, isto é, na perspectiva jamesiana, o que um organismo é, ou deixa de ser, decorre das funções que exerce e das interações com um dado ambiente (FERREIRA, GUTMAN, 2013, p. 146). Daí se percebe que o movimento funcionalista norte-americano deu uma feição mais organizada e sistemática ao projeto de psicologia enquanto ciência e técnica de adaptação (FERREIRA, GUTMAN, 2013, p. 149). A partir de meados do século XX, muitas dessas teorias e modos de compreender as relações humanas e seus desdobramentos adentraram as instituições educacionais brasileiras. Muitas viagens aos EUA foram realizadas por homens de governo, empresários, educadores e estudiosos brasileiros, no afã de conhecerem o suposto tão admirável desenvolvimento e progresso. No que tange aos modelos pedagógicos do ensino industrial, muito foi mobilizado do arcabouço estrangeiro, a exemplo da contratação de profissionais europeus, nos anos 1930, para que atuassem como professores para o ensino industrial brasileiro, e da participação do Brasil em diversos congressos internacionais de ensino técnico (SANTOS, 2012). A partir dos anos 1940, após a tentativa frustrada de contratação de professores alemães (1936) e suíços ( ) para o ensino industrial brasileiro, o Ministério da

9 Educação e Saúde reportou-se aos EUA, em busca de assistência técnica para o ensino industrial (FALCÃO; CUNHA, 2009). Acontecimento emblemático desse vínculo de cooperação estabelecido entre o Brasil e os EUA é a criação da Comissão Brasileiro-Americana de Educação Industrial e sua repercussão no desenvolvimento técnico da educação industrial. Dessa parceria muitos contributos foram trazidos e contextualizados à realidade brasileira. Instrumentos didáticos, a inserção de novos ofícios e novas formas de operar os velhos ofícios. A formação de professores para o ensino industrial, a presença da Ciência Psicológica e da Pedagogia a serviço do industrialismo. Novas teorias no campo das Ciências Humanas, da Administração e do trabalho. A criação de uma biblioteca teórica e técnica relacionada à educação industrial, com relações diretas com o taylorismo, com o fordismo, com o pragmatismo e com o funcionalismo, correntes de ação e de pensamento presentes no americanismo. 3. A CBAI: uma via de entrada para a Psicologia americana Mudanças realizadas, necessidades compreendidas e demandas solicitadas, o Brasil ainda precisava qualificar os seus futuros trabalhadores para operarem de maneira eficiente nas indústrias que cresciam vertiginosamente. Por intermédio dos Estados Unidos da América, em 1946 foi criada a Comissão Brasileira de Educação Industrial. Assim, o Ministério da Educação e Saúde, em entendimento com autoridades representadas pela Inter-American Foundation Inc., entidade subordinada ao Office of the Coordinator of Inter-American Affairs (OCIAA), órgão do Governo dos EUA (FONSECA, 1961), celebrou o Acordo para um Programa de Cooperação Educacional, objetivando o intercâmbio de educadores, ideias e métodos pedagógicos. Descrita na cláusula IV do Acordo na qualidade de parte integrante do MES, seria criada uma comissão, que atuaria como órgão executivo, denominada Comissão Brasileiro-Americana de Educação Industrial. A CBAI teria como principais objetivos doze pontos, conforme descreve Fonseca (1961): 1) Desenvolvimento de um programa de treinamento e aperfeiçoamento de professores, instrutores e administradores; 2) Estudo e revisão do programa de ensino industrial; 3) Preparo e aquisição de material didático;

10 4) Ampliação dos serviços de bibliotecas; verificar a literatura técnica existente em espanhol e português; examinar a literatura técnica existente em inglês e providenciar sobre a aquisição e tradução das obras que interessarem ao nosso ensino industrial; 5) Determinar as necessidades do ensino industrial; 6) Aperfeiçoamento dos processos de organização e direção de oficinas; 7) Desenvolvimento de um programa de educação para prevenção de acidentes; 8) Aperfeiçoamento dos processos de administração e supervisão dos serviços centrais de administração escolar; 9) Aperfeiçoamento dos métodos de administração e supervisão das escolas; 10) Estudo dos critérios de registros de administradores e professores; 11) Seleção e orientação profissional e educacional dos alunos do ensino industrial; 12) Estudo das possibilidades do entrosamento das atividades de outros órgãos de educação industrial que não sejam administrados pelo Ministério da Educação, bem como a possibilidade de estabelecer outros programas de treinamento, tais como ensino para adultos, etc. (FONSECA, 1961, p. 565). Em função dos seus objetivos, as principais atividades desenvolvidas pela CBAI diziam respeito à [...] coordenação e difusão; cursos; publicações; e pedagogia e ideologia (FALCÃO; CUNHA, 2009, p. 160). A reunião de diretores das escolas da rede federal de ensino industrial foi a primeira e mais persistente atuação da CBAI. Essas reuniões visavam a apresentar os aspectos ligados à gestão das escolas: supervisão do ensino, orientação profissional e do levantamento das necessidades de qualificação da força de trabalho em cada local (FALCÃO; CUNHA, 2009). Para fossem proporcionados aos profissionais brasileiros envolvidos com a educação industrial os conhecimentos previstos no Acordo de Cooperação, realizavam-se intercâmbios internacionais entre Brasil e EUA, que viabilizaram a vinda de profissionais americanos da educação industrial e a ida de profissionais brasileiros, a exemplo da organização de cursos para a formação de professores para o ensino industrial. Desse modo, almejava-se a [...] revisão de conhecimentos técnicos, assim como o estudo da língua inglesa, as condições econômicas e sociais do Brasil e a oportunidade da realização de estágios nas indústrias americanas (FALCÃO; CUNHA, 2009, p. 160). Com esse propósito de intercâmbio e cooperação, professores e diretores das escolas da rede federal brasileira foram convocados a participarem de cursos promovidos pela Pennsylvania State College, cujo conteúdo abrangia a análise do trabalho, a organização e o planejamento de cursos, bem como disciplinas relativas à metodologia do ensino, organização e direção de oficinas, objetivos e organização do ensino industrial, administração do ensino industrial, supervisão do ensino industrial e métodos de pesquisa (FALCÃO; CUNHA, 2009). Além disso, havia a preocupação com a disponibilidade de materiais (pedagógicos e metodológicos) na linguagem nativa (tradução de obras americanas para o português

11 brasileiro), inclusive a produção de boletins mensais, descrevendo atividades relacionadas ao ensino industrial. Os livros tinham o fim de instruir os profissionais da educação industrial, em particular no que concerne à formação de professores nos campos da Pedagogia, da Psicologia e da Orientação Profissional. Os boletins, de maneira geral, difundiam a ideologia do industrialismo, utilizando-se do trinômio educação e trabalho, educação e democracia e educação e missão religiosa (FALCÃO; CUNHA, 2009, p. 164). Entre os livros que faziam parte da biblioteca da CBAI, dois deles merecem destaque neste texto, por ser parte intrínseca e importante para o conteúdo da aprendizagem do ensino industrial, no qual pode ser percebida a presença da Psicologia americana. Sidney Roslow e Gilbert Grimes Weaver, ao elaborarem a obra Psicologia para professores do ensino industrial, e Elroy William Bollinger e Helen Livingstone, ao redigirem o livro-texto Metodologia do ensino industrial, produziram manuais que foram utilizados como meios de difusão no Brasil, no âmbito da formação de professores para o ensino industrial, de uma Psicologia genuinamente americana, autônoma em relação ao paradigma europeu e com especificidades que ganharam contornos e se transformaram em teoria e prática. Teorias que foram conhecidas por muitos professores do ensino industrial. A meta desses profissionais era ensinar de maneira eficiente e, para que isso fosse possível, tinham de conhecer como o aprendizado se operava, assim como os conteúdos que circundavam os modos de aprender. Tais conhecimentos tinham como base epistemológica um legado funcionalista, que sedimentou concretudes à Psicologia com a roupagem americana. Entre os conteúdos ressalta-se a importância do darwinismo social. O darwinismo estava em voga desde o início do século XX. Foi por meio de Spencer que o darwinismo social saiu do campo das ideias e se tornou parte importante para a Psicologia. Adaptar-se era o objetivo central. Essa adaptação permite ao indivíduo a sua sobrevivência e o seu ajustamento ao contexto social em que vive (FERREIRA; GUTMAN, 2013). Para que o comportamento aconteça satisfatoriamente, é preciso que ocorra a aprendizagem (adaptação), dada a importância das funções, aos olhos do paradigma da Psicologia Funcional, segundo a qual o processo de aprendizagem requer que o indivíduo ultrapasse o comportamento natural ou instintivo, baseado nos primeiros reflexos após o nascimento.

12 Além da adaptação, as diferenças individuais eram muito ressaltadas: buscavam-se tais diferenças por meio de avaliações psicológicas (testes psicológicos); procurava-se conhecer a inteligência por meio do conhecimento das habilidades e aptidões e da motivação que perpassava o individuo. As relações familiares e sociais eram conhecidas, a hereditariedade era um ponto de conversão entre o aluno que se apresentava e o seu possível ingresso em um campo de estudo que logo teria o mesmo seguimento no trabalho. A Psicologia americana teve grande impacto da formação dos professores para o ensino industrial, foi sua influência marcante e incitou o conhecimento da personalidade e da motivação como conteúdos humanos importantes para o sucesso individual, em face dos desafios que o mercado de trabalho colocava. Assim, percebe-se o envolvimento da Psicologia americana em todo processo de aprendizagem facultado pelo ensino industrial em meados dos anos 1940 no Brasil, não só em virtude do lugar que ocuparia o professor na formação do aluno-trabalhador para as demandas que cresciam, mas também por servir de meio para a compreensão do indivíduo que se forjava diante do crescimento urbano e da industrialização. 4. Considerações finais Além dos desafios que visitavam o Brasil devido ao crescimento industrial, por força das transformações econômicas e sociais, a educação, que ainda não tinha bases consolidadas, dependia de experiências, vivências que lhes assegurassem a exatidão na formação dos seus alunos à luz do mercado de trabalho e da inserção das novas profissões que acenavam no horizonte. Foi por meio dessa demanda que o governo brasileiro permitiu-se uma parceria com os EUA, já que a Europa, apesar de suas contribuições no passado recente, já não dispunha dos conteúdos e ideias a que o Brasil aspirava o desenvolvimento de uma nova civilização, novos valores, novos indivíduos para um novo tempo. Assim, a entrada dos americanos e de seus conhecimentos se fez necessária. A criação da CBAI, os intercâmbios, as traduções de obras para a língua nativa, a visita dos profissionais brasileiros em terras americanas contribuíram para a construção do arcabouço de práticas que fortaleceu o ensino industrial, assegurando que as práticas então em voga fossem beneficiadas pela assertividade, pelas escolhas segundo cada aptidão e habilidades, com o propósito de que o trabalho se desse de maneira eficiente e proativa.

13 Justifica-se a presença da Psicologia americana nesse empreendimento. A formulação americana da Psicologia foi criada para responder as demandas sociais e a concretude da vida cotidiana. Nesse perspectiva de matriz funcionalista, justifica-se conhecer a personalidade por meio de técnicas de avaliação psicológica, assim como valorizar a inteligência e as capacidades, ora herdadas pela hereditariedade, ora instruídas e aprendidas por meio de comportamento que reforçassem e motivassem o aprendizado do ofício, com a finalidade da adaptação. O sonho brasileiro era o de uma nação ordeira; adaptar era a voz que ecoava nos quatro cantos da Nação: adaptar para civilizar, adaptar para que o ideal adquirisse concretude e o Brasil se fizesse tal quanto a América: um país desenvolvido, pelo esforço coletivo dos seus nacionais. Referências AMORIM, Mário Lopes. A formação de professores do ensino industrial é uma necessidade que não pode ser adiada o Boletim da CBAI como difusor da ideologia desenvolvimentista. In: Congresso Brasileiro de História da Educação: a Educação e seus sujeitos na História, 4., Goiânia: Sociedade Brasileira de História da Educação, Disponível em: <http://www.sbhe.org.br/novo/congressos/cbhe4/individuais-coautorais/eixo02/mario%20lop es%20amorim%20-%20texto.pdf>. Acesso em: 16 abr ANTUNES, Mitsuko Aparecida Makino. A psicologia no Brasil: leitura histórica sobre a sua constituição. 5. ed. São Paulo: EDUE, ESTEVES, Anderson Alves. A leitura gramsciana do fordismo e do americanismo: a hegemonia nasce na (e da) fábrica. São Paulo, Disponível em: <http://www.consciencia.org/fordismo-americanismo>. Acesso em: 9 nov FALCÃO, Luciane Quintanilha; CUNHA, Luiz Antônio. Ideologia, política e educação: a CBAI (1946/1962). Revista Contemporânea de Educação, Rio de Janeiro, v. 4, n. 7, p , jan.-jul Disponível em: <http://www.educacao.ufrj.br/artigos/n7/numero7-10_ideologia_politica_e_educacao_falcao_ e_cunha.pdf>. Acesso em: 20 jun FERREIRA, Arthur Arruda Leal; GUTMAN, Guilherme. O funcionalismo em seus primórdios: a psicologia a serviço da adaptação. In: JACÓ-VILELA, Ana Maria; FERREIRA, Arthur Leal; PORTUGAL, Francisco Teixeira. História da psicologia: rumos e percursos. 3. ed. Rio de Janeiro: Nau, Cap. 7, p FONSECA, Celso Suckow da. História do ensino industrial. Rio de Janeiro: Escola Técnica Nacional, 1961, v. 2.

14 FOUCAULT. Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, GRAMSCI, Antonio. Americanismo e fordismo. Tradução de Gabriel Bogossian. São Paulo: Hedra, HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. Tradução de Adail Ubirajara Sobral. 20. ed. São Paulo: Edições Loyola, PEDROSA, José Geraldo. Americanismo e trabalho em Monteiro Lobato. In: IV Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade, 2011, Curitiba. IV Simpósio Nacional de Educação e Sociedade. Curitiba: UTFPR, SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DOS INDUSTRIÁRIOS. De Homens e Máquinas: Roberto Mange e a formação profissional. São Paulo: SENAI, SOUZA, Rodrigo Augusto de. A Filosofia de John Dewey e a Epistemologia Pragmatista. Revista Redescrições Revista on line do GT de Pragmastismo e Filosofia Norte-Americana. Rio de Janeiro, v. 2, n. 1, p , Disponível em: <http://www.gtpragmatismo.com.br/redescricoes/redescricoes/ano2_01/4_souza.pdf>. Acesso em: 2 set TOCQUEVILLE, Alexis. A democracia na América. Tradução de Neil Ribeiro da Silva. 4. ed. Livros I e II. Belo Horizonte: Itatiaia, (Biblioteca de Cultura Humana, v. 4) TOTA, Antonio Pedro. Os americanos. São Paulo: Contexto, WARDE, Mirian Jorge. Americanismo e educação: um ensaio no espelho. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 14, n. 2, p , 2000.

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