DIÁRIO DA JUSTIÇA ESTADO DO MARANHÃO PODER JUDICIÁRIO ANO CI Nº 144 SÃO LUÍS, QUINTA-FEIRA, 26 DE JULHO DE 2007 EDIÇÃO DE HOJE: 80 PÁGINAS

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1 ESTADO DO MARANHÃO DIÁRIO DA JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO ANO CI Nº 144 SÃO LUÍS, QUINTA-FEIRA, 26 DE JULHO DE 2007 EDIÇÃO DE HOJE: 80 PÁGINAS SUMÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Coordenadoria de Jurisprudência e Publicações Coordenadoria de Recursos Constitucionais Coordenadoria Judiciária Cível Coordenadoria Judiciária Criminal Coordenadoria do Plenário e das Câmaras Reunidas Presidência Secretaria Comarcas, Cartórios e Varas Comarca da Capital Cível e Comércio Primeira Vara Terceira Vara Sexta Vara Oitava Vara Nona Vara Criminal Primeira Vara Família Quarta Vara Vara de Interdição, Sucessão e Alvará Fazenda e Saúde Públicas Sétima Vara Comarcas do Interior Bacabal Pinheiro e Vitória do Mearim TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO-16ª REGIÃO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL MINISTÉRIO PÚBLICO Procuradoria Geral de Justiça TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO MARANHÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Coordenadoria de Jurisprudência e Publicações PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL Sessão do dia 12 de junho de 2007 HABEAS CORPUS N.º 2242/2007 SÃO LUÍS Paciente:Robson Santos Nascimento Impetrante:Defensoria Pública do Estado do Maranhão Defensor:Adriano Antunes Damasceno Impetrado:Juíza de Direito da 1a Vara Criminal da Comarca de São Luís Relator:Des. Benedito de Jesus Guimarães Belo ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PENAL E PROCESSUAL PENAL. FURTO. INVO- CAÇÃO DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. HABEAS CORPUS VISANDO AO TANCAMENTO DA AÇÃO PENAL. INSTRUÇÃO CRI- MINAL ENCERRADA. ORDEM DENEGADA. A invocação do princípio da insignificância, apta a excluir o crime de furto, deve observar os requisitos de ordem subjetiva e objetiva para que tenha ensejo, não sendo viável o trancamento da ação penal se nessa seara é que terá lugar a evidenciação de tais circunstâncias, mormente quando o processo já se encontra com a instrução finda, quando a sentença já é iminente. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por maioria e de acordo com o parecer da Procuradoria de Justiça, modificado em banca, pela denegação da ordem, nos termos do voto do Relator. (...) Ante o exposto, e de acordo com o parecer da Procuradoria de Justiça, modificado em banca, sou pela denegação da ordem (...) Des. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO PRESIDENTE, EM EXERCÍCIO, E RELATOR COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLI- CAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL Sessão do dia 19 de junho de 2007 RECURSO DE HABEAS CORPUS N.º 299/2007 SANTA HELENA Remetente:Juiz de Direito da Comarca de Santa Helena Acusada:Célia Maria Nogueira Advogado:Gerson Barros Relator:Des. Benedito de Jesus Guimarães Belo Revisor:Des. Mário Lima Reis ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA RECURSO DE HABEAS CORPUS. INTERPOSIÇÃO EX OFFICIO. AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE. LAVRATURA DOIS DIAS APÓS A PRISÃO. NOTA DE CULPA E COMUNICAÇÃO À AU- TORIDADE JUDICIÁRIA CONCRETIZADAS DEPOIS DE DECORRI- DOS MAIS DOIS DIAS DA DATA DE CONFECÇÃO DO AUTO. ILE- GALIDADES MANIFESTAS. CONSTRANGIMENTO CARACTERIZA- DO. RECURSO IMPROVIDO. ORDEM MANTIDA. A lavratura do auto de prisão em flagrante dois dias após o fato, bem como a entrega da nota de culpa e a comunicação da prisão ao juiz com mais outros dias depois da formalização do auto ensejam nulidades absolutas, a exigir o relaxamento da prisão, devendo ser mantida, em sede de recurso de ofício, a sentença proferida no pertinente habeas corpus. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade e de acordo com o parecer da Procuradoria de Justiça, pelo improvimento do recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Ante o exposto, e de acordo com o parecer da Procuradoria de Justiça, sou pelo improvimento do recurso, para manter na integra a sentença recorrida (...) Des. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO PRESIDENTE, EM EXERCÍCIO, E RELATOR COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CRIMINAL HABEAS CORPUS N.º /2007 SÃO LUÍS SESSÃO DO DIA: IMPETRANTE: JOSÉ CARLOS EVERTON LINDOSO PACIENTE: ERINALDO COSTA FROZ RELATORA: DESª. MARIA MADALENA ALVES SEREJO PROCURADORA: LÍGIA MARIA DA SILVA CAVALCANTI ACORDÃO Nº. : /2007 EMENTA: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. ROUBO QUALI- FICADO. NEGATIVA DE AUTORIA. CONSTRANGIMENTO ILEGAL

2 2 QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO D.O. PODER JUDICIÁRIO POR EXCESSO DE PRAZO NA FORMAÇÃO DA CULPA. AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO DA DECISÃO QUE MANTEVE A PRISÃO EM FLAGRANTE. OCORRÊNCIA. - A ação constitucional de habeas corpus não se presta para discussão sobre matéria que exija análise profunda dos elementos probatórios, pois é mérito exclusivo da ação penal. - Não há que se falar em excesso de prazo para a conclusão da instrução processual se a Ação Penal a que responde o paciente se encontra em fase de inquirição de testemunhas, estando próxima a conclusão do processo, além do mais ainda não foi exaurido o prazo de 81 (oitenta e um) dias previsto pela jurisprudência para seu encerramento. - Quanto a alegada falta de fundamentação da decisão que manteve a prisão em flagrante do paciente, tem pertinência, haja vista não restou demonstrado, concretamente, nenhum dos requisitos a que alude o art. 312 do CPP, o que constitui nítida afronta ao art. 310, parágrafo único do mesmo Diploma Legal e art. 93, inc. IX da CF. - Ordem concedida. DECISÃO: ACORDAM as Desembargadoras, à unanimidade e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em conceder a ordem, nos termos do voto da Relatora. (...) Diante do exposto, acolhendo o parecer da douta Procuradoria Geral de Justiça, considerando que a decisão que manteve a prisão em flagrante está desprovida de qualquer fundamentação, concedo a ordem impetrada. (...) DESª. MARIA DOS REMÉDIOS BUNA COSTA MAGALHÃES - Presidente DESª. MARIA MADALENA ALVES SEREJO - Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR, EM EXERCICIO, DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 04 de junho de APELAÇÃO CÍVEL N? 1.158/ IMPERATRIZ APELANTE: LINDUVAL ALVES PEREIRA Advogado: Dr. Cledilson Maia da Costa Santos APELADA: ALESSANDRA MARTINS DE SOUSA Advogados: Dra. Eveline Eduarda da Silva Medrado e outros Relator: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF Revisor: Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO ACÓRDÃO Nº /2007 E M E N T A PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO. AÇÃO DE REVISÃO DE ALIMENTOS PROVISÓRIOS. IMPOSSIBILIDADE. NATUREZA INTERLOCUTÓRIA SÓ COMPORTA AÇÃO REVISIONAL A SEN- TENÇA DE MÉRITO. I - A ação revisional de alimentos não é cabível para reverter decisão que fixa os alimentos provisórios, pois esta decisão tem natureza interlocutória, atacável mediante agravo de instrumento. II - Apelo improvido. DECISÃO: ACORDAM os Desembargadores, por unanimidade e de acordo com o parecer ministerial em negar provimento ao presente recurso. (...) Diante do exposto, voto pelo improvimento do recurso, fixando os honorários de sucumbência no percentual de 20% (vinte por cento) sobre o valor da causa. (...) Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO - Presidente Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF - Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR, EM EXERCICIO, DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 05 de julho de 2007 Embargos de Declaração n.º /2007 ao Acórdão n.º / 2007, proferido nos autos do Agravo de Instrumento n.º 10498/ 2006 Grajaú Embargante: Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino Público e Particular em Grajaú SINTEEGRA Advogado: João Batista Santos Guará Embargado: Acórdão n.º /2007 Interessado: Município de Grajaú. Advogados: Carlos Renato Almeida Marinho e Nilo Pereira Rego Neto Relator: Des. Raymundo Liciano de Carvalho ACÓRDÃO N.º /2007 E M E N T A PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. CON- TRADIÇÃO. DIVERGÊNCIA ENTRE CÂMARAS JULGADORAS. INEXISTÊNCIA. IMPROVIMENTO. 1.Divergência entre Câmaras julgadoras não configura contradição, posto que, para sua configuração, é indispensável que o acórdão embargado contenha em si proposições inconciliáveis na motivação da parte decisória. Desconfigurados os preceitos normativos do art. 535 e seus incisos do CPC, rejeitados são os declaratórios. DECISÃO: ACORDAM os Senhores Desembargadores que compõem a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, unanimemente, em rejeitar os embargos opostos, nos termos do voto do relator. (...) Assim sendo, o acórdão guerreado guarda coerência com a matéria discutida e julgada, não configuradas, pois as hipóteses do art. 535, do CPC, hão de ser rejeitados os presentes declaratórios. (...) Des. RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO - Presidente e Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR, EM EXERCICIO, DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de AGRAVO DE INSTRUMENTO N SÃO LUÍS. Agravante:Banco do Brasil S/A. Advogados:Ezequias Nunes Leite Baptista e outros. Agravado:Espólio de Nathalina Moreira de Oliveira. Advogados:Pedro Leonel Pinto de Carvalho e outros. Procuradora:Drª. Clodenilza Ribeiro Ferreira. Relator:Des. Antonio Guerreiro Júnior. ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. DEFEITO DE REPRESENTAÇÃO. AUSÊNCIA DE ATA DE AS- SEMBLÉIA E ATOS CONSTITUTIVOS. EXIGÊNCIA NÃO PREVISTA NO ART. 525, I, DO CPC. LEVANTAMENTO DE VALORES DEPOSI- TADO EM JUÍZO. NÃO CUMPRIMENTO. FIXAÇÃO DE MULTA POR DESACATO À ORDEM JUDICIAL. MORA DECORRENTE DE MERA TRAMITAÇÃO BUROCRÁTICA. DESCABIMENTO. I. O art. 525, I, do Código de Processo Civil não exige a prévia juntada dos atos constitutivos para que esteja a pessoa jurídica em Juízo, de molde a comprovar sua regular representação, o que se impõe se houver fundada dúvida, na forma de precedentes da Corte Superior (REsp /RJ, Rel. Ministro CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO, TERCEIRA TURMA, julgado em , DJ p. 231). II. A mora decorrente da tramitação burocrática de instituição financeira, envolvendo agências localizadas em Estados diversos da Federação, é quadro fático que, por si só, não pode ser considerado como ato lesivo à celeridade e efetividade da Justiça. III. Recurso a que se dá provimento.

3 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em rejeitar as preliminares suscitadas. No mérito, por unanimidade e de acordo com o parecer do Ministério Público, em dar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Diante do exposto, de acordo com o parecer do ministério público, quanto ao mérito recursal, dou provimento ao recurso, para invalidar a decisão agravada (...) Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR Presidente/Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de APELAÇÃO CÍVEL NO /2004 IMPERATRIZ Apelante: Claudino S/A Lojas de Departamentos e outro Advogado: Miguel Daladier Barros e outro Apelado: Gilberto Elízio Ribeiro Advogado: Manoel Vieira da Silva Relator: Desembargador Marcelo Carvalho Silva. ACÓRDÃO Nº67.338/2007 EMENTA: PROCESSO CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. INTEMPESTIVIDADE. INOCORRÊNCIA. INTIMAÇÃO PESSOAL. INÍCIO DO PRAZO. JUNTADA AOS AUTOS DO MANDADO. Quando a intimação é pessoal, o prazo para o recurso tem início a partir da juntada aos autos do mandado devidamente cumprido pelo oficial de justiça, e não da data em que o advogado é efetivamente intimado. CONTRATO DE COMPRA E VENDA. VÍCIO DE CONSENTI- MENTO. COAÇÃO. DECLARAÇÃO DE NULIDADE. POSSIBILIDA- DE. DANOS MORAIS. INDENIZAÇÃO. CABIMENTO. INCLUSÃO NO PÓLO PASSIVO DA DEMANDA DE QUEM NÃO CONTRIBUIU PARA O DANO. INVIABILIDADE. RECURSO CONHECIDO E PARCIAL- MENTE PROVIDO. I - O vício de consentimento traduz a não coincidência entre a vontade incutida no psicológico do agente e aquela por ele efetivamente manifestada. Quando se pretende aferir a existência ou não desta circunstância viciadora do contrato, deve-se perquirir se o negócio jurídico seria realmente realizado ainda que ausente tal circunstância. O vício de consentimento está no íntimo das partes contratantes. Impregna a vontade de qualquer delas, de modo a manipulá-la. Caso existente o vício, a parte não agiria como agiu. O contrato, definitivamente, não seria pactuado nos exatos termos em que o foi. II - Assim, tendo em vista o alto grau de subjetividade presente na aferição do vício de consentimento, o Juiz de 1º grau, não apenas por ser tênue a linha que o separou das provas hábeis à análise do fato probandum - pois que manteve, com partes e testemunhas, estreita relação -, mas, principalmente, por ter exercido sua cognição imediatamente após o acontecido, está mais embasado que o magistrado de 2ª instância para atribuir ao caso a solução justa e equânime que do Judiciário se espera. III Considerando que, para que reste configurado o dever de indenizar, necessário se faz verificar, dentre outros pressupostos, a conduta ilícita, insubsistente é a condenação de quem em nada contribuiu para o abalo moral da vítima, que não deverá, pois, ser responsabilizado. DECISÃO: ACORDAM os Desembargadores, unanimemente, em conhecer e dar parcial provimento ao recurso, unicamente para excluir da relação processual o Senhor Arcanjo Neres Carvalho, nos termos do voto do Desembargador relator. (...) Ante o exposto, conheço e dou parcial provimento ao recurso, reformando o capítulo da sentença que condenou o Senhor Arcanjo Neres Carvalho a pagar em favor do apelado indenização a título de danos morais, mantendo, contudo, todos os demais termos da decisão recorrida. (...) Des. Antonio Guerreiro Júnior - Presidente Des. Marcelo Carvalho Silva Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR, EM EXERCICIO, DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de AGRAVO DE INSTRUMENTO N SÃO LUÍS. Agravante:Paulo Roberto Mocelin. Advogadas:Divana Sousa e Joertha Sanzya Marques de Assis. Agravada:Maria do Carmo Santos Ramos Sabatini. Advogado:Edson Ranyere Penha de Freitas. Procurador:Dr. Daniel Ribeiro da Silva. Relator:Des. Antonio Guerreiro Júnior. ACÓRDÃO Nº /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. AÇÃO DE GUARDA E RESPONSABILIDADE. MENOR BEM ADAPTADO AO CONVÍVIO DA GENITORA. INEXISTÊNCIA DE CIR- CUNSTÂNCIAS QUE DÊEM ENSEJO AO DEFERIMENTO DA GUAR- DA AO GENITOR. RECURSO DESPROVIDO. I. Se o menor sempre esteve sob a guarda da genitora, inclusive bem adaptado e não houve qualquer nova circunstância relevante e efetivamente comprovada que comprometesse tal convívio, não há motivo para que a guarda seja deferida ao pai. II. Recurso desprovido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade e de acordo com o parecer do Ministério Público, em conhecer e negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Diante do exposto, de acordo com o parecer ministerial, nego provimento ao presente recurso. Revogada a liminar de fls. 155/161 (...) Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR Presidente/Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº SÃO VICENTE FÉRRER. Agravante: Município de São Vicente Férrer. Advogada: Adriana Martins Dantas. Agravada: Eliane da Conceição Correa Azevedo. Advogado: Riod Barbosa Ayoub. Procuradora: Drª. Clodenilza Ribeiro Ferreira. Relator: Des. Antonio Guerreiro Júnior. ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. DEMISSÃO DE FUNCIONÁRIO PÚBLICO. INOBSERVÂNCIA AOS PRINCÍPIOS DO CONTRADITÓRIO E DA AMPLA DEFESA. NULI- DADE. AGRAVO DESPROVIDO. I É necessário processo administrativo, com ampla defesa, para demissão de funcionário admitido por concurso (Súmula 20 do c. STF). II O direito de defesa, ampliado com a Constituição de 1988, assegura um âmbito de proteção que contempla todos os processos, judiciais ou administrativos, e não se resume a um simples direito de manifestação no processo (...) (STF, Pleno. MS 24268/MG. Rel. Min. Ellen Gracie. Relator(a) p/ Acórdão: Min. Gilmar Mendes. Julgamento: 05/02/2004. Publicação: DJ PP-00053). III Recurso não provido.

4 4 QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO D.O. PODER JUDICIÁRIO DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em rejeitar a preliminar suscitada. No mérito, por unanimidade e de acordo com o parecer do Ministério Público, em negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Diante do exposto, de acordo com o parecer ministerial, nego provimento ao recurso (...) Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR Presidente/Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de AGRAVO DE INSTRUMENTO N BALSAS. Agravante:Euclides de Carli. Advogados:Elano Martins Coelho e Germano Martins Coelho. Agravada:Matilde Cunha. Promotor:Lindonjonson Gonçalves de Sousa. Procurador:Dr. Daniel Ribeiro da Silva. Relator:Des. Antonio Guerreiro Júnior. ACÓRDÃO Nº /2007 EMENTA: CIVIL. PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INS- TRUMENTO. AÇÃO REIVINDICATÓRIA. MEDIDA LIMINAR. PRESENÇA DOS REQUISITOS AUTORIZADORES. RECURSO DESPROVIDO. I. Estando satisfeitos os requisitos autorizadores, deve-se conceder medida liminar em ação reivindicatória, sobretudo no concernente à proteção dos direitos reais assegurados por documentação hábil, respeitando-se o disposto no art e segs. do CCB. II. Recurso desprovido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade e de acordo com o parecer do Ministério Publico, em negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Diante do exposto, de acordo com o parecer ministerial, nego provimento ao recurso. Revogada a liminar de fls. 49/52 (...) Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR Presidente/Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de AGRAVO DE INSTRUMENTO N BACABAL. Agravante:José de Ribamar Santos Corrêa. Advogados:Roberth Seguins Feitosa e outros. Agravado:Valdenor Ferreira da Silva. Advogado:Jéferson Santos. Procuradora:Drª. Clodenilza Ribeiro Ferreira. Relator:Des. Antonio Guerreiro Júnior. ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. PROLAÇÃO DE SENTENÇA NA DEMANDA ORIGINÁRIA. PER- DA SUPERVENIENTE DE INTERESSE RECURSAL. PREJUDICIALIDADE DO RECURSO. I Exarada sentença de mérito nos autos da demanda originária, resta sem objeto o agravo de instrumento interposto contra a decisão interlocutória impugnada. II Recurso julgado prejudicado. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade e de acordo com o parecer do Ministério Público, pronunciado em banca, em julgar pela prejudicialidade do recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Em face do exposto, e de acordo com o parecer do Ministério Público, manifestado em banca, ante a perda superveniente do interesse de recorrer, julgo prejudicado o presente agravo (...) Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR Presidente/Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de junho de AGRAVO DE INSTRUMENTO N SÃO LUÍS. Agravante:Banco Bradesco S/A. Advogados:Bruno Silveira Andreta e outros. Agravados:Antônio Juracy Guerra Gonçalves e Morgana Georgina Sousa Aguiar. Advogados:Francisco de Assis Souza Coelho Filho e outros. Procuradora:Drª. Clodenilza Ribeiro Ferreira. Relator:Des. Antonio Guerreiro Júnior. ACÓRDÃO Nº /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. EXECUÇÃO PROVISÓRIA. MEDIDAS DE SATISFAÇÃO PATRIMONIAL. AUSÊNCIA DE CAUÇÃO IDÔNEA. OFENSA AO ART. 475-O DO CPC. DECISÃO NULA. RECURSO PROVIDO. I. No contexto da execução provisória, o levantamento de depósito em dinheiro e a prática de atos que importem alienação de propriedade ou dos quais possa resultar grave dano ao executado dependem de caução suficiente e idônea, arbitrada de plano pelo juiz e prestada nos próprios autos, sob pena de nulidade da decisão contrária ao disposto no art. 475-O do CPC. II. Recurso provido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em dar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Diante do exposto, dou provimento ao agravo, para invalidar a decisão recorrida, confirmando, em todos os seus termos, a medida liminar de fls. 672/677 (...) Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR Presidente/Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de AGRAVO DE INSTRUMENTO N SÃO LUÍS. Agravante:J. A. Facundes Sobrinho SANVEL CALHAU. Advogados:Marcelo Eduardo Costa Everton e outro. Agravadas:Maristela de Sousa Tupan e Maria Auxiliadora de Sousa Tupan. Advogados:Francisco Carlos Ferreira e outra. Procurador:Dr. Raimundo Nonato de Carvalho Filho. Relator:Des. Antonio Guerreiro Júnior. ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. AÇÃO DECLARATÓRIA DE NULIDADE DE CONTRATO DE VÍCIO C/C DANOS MORAIS E MATERIAIS COM PEDIDO DE ANTE- CIPAÇÃO DE TUTELA. INEXISTÊNCIA DOS REQUISITOS INSERTOS NO ART. 273 DO CPC. INVALIDAÇÃO. RECURSO PROVIDO. I. Nos termos do art. 273 do CPC, o juiz poderá antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela jurisdicional, mas somente se houver requerimento da parte e se esta postulação encontrar sintonia com o pleito vindicado na vestibular, respeitada a sistemática do art. 293 do CPC, segundo a qual os pedidos devem ser interpretados restritivamente.

5 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO II. Circunstância dos autos em que o comando agravado gera sensível lesão ao patrimônio da agravante, injustificável sob o ponto de vista legal, inclusive diante da irreversibilidade fática da medida. III. Recurso a que se dá provimento. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade e de acordo com o parecer do Ministério Publico, em dar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Em face do exposto, de acordo com o parecer ministerial, dou provimento ao presente recurso, para invalidar a decisão atacada, nos termos dos fundamentos sobreditos (...) Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR Presidente/Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLI- CAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de AGRAVO DE INSTRUMENTO N SÃO LUÍS. Agravante:Banco BEM S/A. Advogados:Dirceu Riker Franco e outros. Agravado:Elzimar Lisboa Nascimento. Advogado:Ítalo Benedito Guimarães Torreão. Procurador:Dr. Daniel Ribeiro da Silva. Relator:Des. Antonio Guerreiro Júnior. ACÓRDÃO Nº.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE. DILAÇÃO PROBATÓRIA. IMPOSSIBILIDADE. I. Nos termos da jurisprudência dominante no colendo Superior Tribunal de Justiça, somente é cabível a exceção de pré-executividade nas hipóteses de nulidade do título executivo ou evidente excesso de execução, este último quando constatável independentemente da produção de provas. II. Mais ainda, a Corte Superior, de maneira didática, preleciona que, não sendo suficiente a prova pré-constituída, para fins de apuração do excesso de execução, não é possível discuti-lo mediante exceção de pré-executividade. III. Recurso não provido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em rejeitar a preliminar suscitada. No mérito, por unanimidade e de acordo com o parecer do Ministério Público, em negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Em face do exposto, de acordo com o parecer ministerial, nego provimento ao recurso (...) Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR Presidente/Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº TUNTUM. Agravante:Maurício Alves de Oliveira. Advogadas:Érica Silva de Sousa e outra. Agravado: Banco do Brasil S/A. Advogados:Eumarisa Martins dos Santos e outros. Procurador:Dr. Daniel Ribeiro da Silva. Relator:Des. Antonio Guerreiro Júnior. ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. SENTENÇA EXCLUINDO PARTE INTEGRANTE DO PÓLO ATIVO DA LIDE. COISA JULGADA FORMAL. IMPOSSIBILIDADE DE SE DISCU- TIR A QUESTÃO NO MESMO PROCESSO. AGRAVO DESPROVIDO. I Tendo havido a exclusão de uma das partes da lide e não tendo havido recurso tempestivo para reclamar tal exclusão, opera-se a coisa julgada formal, não mais podendo o excluído pleitear qualquer direito no bojo do processo. II Recurso não provido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade e de acordo com o parecer do Ministério Público, em negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Diante do exposto, de acordo com o parecer ministerial, nego provimento ao recurso, nos termos da fundamentação supra (...) Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR Presidente/Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº SÃO LUÍS. Agravante:Pajé Produtos de Petróleo Ltda. Advogados:Ítalo Fábio Azevedo e outros. Agravada:Alcântara Derivados de Petróleo e Serviços Ltda. Advogadas:Sônia Maria Lopes Coelho e outra. Procurador:Dr. Daniel Ribeiro da Silva. Relator:Des. Antonio Guerreiro Júnior. ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. AÇÃO OBJETIVANDO ANULAÇÃO CONTRATUAL. VALOR DA CAUSA. COMPATIBILIDADE COM O VALOR DO CONTRATO. I De acordo com o art. 259, V, do CPC, quando o litígio tiver por objeto a existência, validade, cumprimento, modificação ou rescisão de negócio jurídico, o valor da causa será o valor do próprio contrato. II Recurso provido. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade e de acordo com o Ministério Público, em dar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. (...) Do exposto, de acordo com o parecer ministerial, dou provimento ao agravo, para que seja julgado procedente o pedido de impugnação do valor atribuído à causa originária, dando-se para a mesma, por conseqüência, o valor de R$ ,28 (cento e sessenta e um mil e oitenta e quatro reais e vinte e oito centavos), nos termos da fundamentação supra (...) Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR Presidente/Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLI- CAÇÕES. TJ/MA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 10 de julho de 2007 REMESSA N.º /2005 IMPERATRIZ Remetente: Juiz de Direito da Vara da Fazenda Pública de Imperatriz/MA Requerente: Distribuidora Importadora e Exportadora Oliveira Ltda. Advogado: José William Silva Freira Requerido: Chefe do Posto Fiscal do Bananal da Gerência da Receita Estadual Relator: Des. Marcelo Carvalho Silva ACÓRDÃO N /2007 EMENTA CONSTITUCIONAL E TRIBUTÁRIO. REMESSA. MANDA- DO DE SEGURANÇA. RETENÇÃO DE MERCADORIA. EXIGÊNCIA DE PAGAMENTO DE ICMS. INADMISSIBILIDADE. PRECEDENTES.

6 6 QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO D.O. PODER JUDICIÁRIO I A apreensão de mercadorias somente é admitida para verificações fiscais, e somente pelo tempo necessário a esse desiderato. II É inadmissível a apreensão de mercadorias como meio coercitivo para pagamento de tributos. Verbete nº 323 da Súmula do STF III Remessa conhecida e desprovida. DECISÃO: ACORDAM os Desembargadores, por unanimidade de votos, e de acordo com o parecer do Ministério Público, em conhecer e negar provimento à presente remessa, nos termos do voto do Desembargador Relator. (...) Pelo exposto, e concordando com a manifestação da Procuradoria de Justiça, conheço da remessa para negar-lhe provimento, permanecendo incólume a sentença reexaminada. (...) Des. Antônio Guerreiro Júnior - Presidente Des. Marcelo Carvalho Silva - Relator COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR, EM EXERCICIO, DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 10 DE ABRIL DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº017365/2006 SÃO LUÍS MA AGRAVANTE: CAEMA COMPANHIA DE ÁGUAS E ESGOTOS DO MARANHÃO ADVOGADOS: ANTONIO DE PAULA PEREIRA E OUTROS AGRAVADO: EARTH TECH BRASIL LTDA ADVOGADOS: PAULO SÉRGIO VELTEN PEREIRA E OUTROS RELATORA: DES.ª ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRU- MENTO. AUSÊNCIA DE DOCUMENTO INDISPENSÁVEL À ANÁ- LISE MERITÓRIA. Deixo de conhecer o Recurso de Agravo quanto à pretensão do agravante em obter a suspensão da Execução enquanto não decidido um suposto Recurso Especial ao STJ, pois o recorrente deixou de cumprir seu ônus processual de trazer documentos essenciais à análise da matéria meritória. Na espécie, o agravante alega que ocorreu interposição de Recurso Especial, mas não juntou um único documento acerca de tais alegações e que indicasse até mesmo que tal Recurso existe. Daí, ante a falta das cópias de documentos essenciais à valoração da matéria, o Agravo desatende ao teor do art. 525, I do CPC e se revela deficiente sua instrução. Agravo não conhecido nesse aspecto. PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROSSEGUIMENTO DE EXECUÇÃO. Nenhuma afronta ao dever de motivar contido no art. 93, IX da Constituição Federal e art. 165 do CPC se opera, pois a Decisão ora recorrida emerge dentro do normal trâmite da Execução ao determinar o seu prosseguimento enquanto não decidido o suposto Recurso Especial Cível. No que toca à penhora efetuada em conta da Empresa, entendo que tal medida se revela de cunho excepcional, cujas circunstâncias dos autos fazem prevalecer o entendimento já assentado pelo ilustre Relator Substituto, Jamil de Miranda Gedeon Neto, quando assentou às fls. 109/115, que se faz adequada a incidência da penhora sobre o faturamento da CAEMA no percentual de 15% (quinze por cento). Tal entendimento traz sintonia ao princípio da menor onerosidade, contido no art. 620 do CPC, ao mesmo tempo em que respeita ao interesse do credor ditado no Diploma Processual Civil. Agravo parcialmente provido do Recurso para fazer incidir a penhora apenas no percentual de 15% (quinze por cento) sobre o faturamento da agravante. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em conhecer parcialmente e dar parcial provimento ao Recurso, nos termos do voto da Relatora. (...) Pelo exposto, voto pelo parcial provimento do Recurso para fazer incidir a penhora apenas no percentual de 15% (quinze por cento) sobre o faturamento da agravante (...) Desa. Anildes de Jesus Bernardes Chaves Cruz Presidenta Desa. Etelvina Luiza Ribeiro Gonçalves Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 08 DE MAIO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º 01701/2006 SÃO LUÍS MA AGRAVANTE: CARLA REJANE NUNES ROCHA ADVOGADOS: SIDNEY FILHO NUNES ROCHA E OUTROS. AGRAVADO:BANCO FIAT S/A. ADVOGADOS: ODIMAR AZENETE MATTEUCCI CAMPELO E OUTRO RELATORA: ETELVINA LUÍZA RIBEIRO GONÇALVES. ACÓRDÃO Nº: /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. TUTELA ANTECIPADA. PRESENÇA DE VEROSSIMILHANÇA E PERICULUM IN MORA. Fica bem evidenciada a verossimilhança de que a agravante fez cumprir suas obrigações decorrentes do Contrato, quitando as 24 (vinte e quatro) parcelas, mas sem poder dispor do veículo, que permanecia alienado ao Banco financiante, sofrendo a deterioração natural do tempo e desvalorização decorrente do uso, sem que a proprietária pudesse trocá-lo por novo. Logo, ante a prova inequívoca da verossimilhança e os prejuízos advindos da demora na prestação jurisdicional, necessário se faz modificar aquela Decisão de tutela antecipada deferida em 1o Grau de jurisdição, onde o magistrado já fez acertadamente excluir o nome da agravante dos cadastros de inadimplentes, para complementála fazendo determinar a desalienação do bem móvel objeto do Contrato, de forma a atender à regra do art. 273 do CPC. Recurso conhecido e provido. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em conhecer e dar provimento ao Agravo. (...) Ex positis, arrimada no art. 273 do CPC, voto de acordo com o Parecer da Procuradoria Geral de Justiça, pelo conhecimento e provimento do Recurso, para fazer acrescer à Decisão singular (...) Desa. Anildes de Jesus Bernardes Chaves Cruz Presidenta Desa. Etelvina Luzia Ribeiro Gonçalves Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 19 de junho de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Nº /2006. Embargante: Banco Bradesco S. A. Advogado: Ana Nizete Fontes Vieira Rodrigues e outros. Embargado: Antônio Campos Silva. Advogados: Armando Serejo e outros. Relatora: Desª. Etelvina Luiza Ribeiro Gonçalves ACÓRDÃO Nº /2007 EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EM FACE DE EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. Inexistem contradições ou omissões no acórdão embargado, o embargante em sua peça tenta fazer um jogo de palavras tentando que o acórdão assuma ares de contraditório, sem sucesso. Quanto as ditas omissões, requer o embargante manifestação sobre dispositivos não ventilados no Agravo, ou que não dizem respeito

7 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO ao cerne do caso em julgamento, e, portanto em nada influenciam o julgado. Assim, encontra-se sem vícios o acórdão prolatado. Embargos não acolhidos, vez que todos os pontos mereceram manifestação no acórdão embargado, inexistindo matéria a ser prequestionada. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, rejeitaram os Embargos opostos nos termos do voto da Desembargadora Relatora. (...) Pelo exposto, inexistindo omissões a serem aclaradas no Acórdão Embargado, VOTO pelo não acolhimento dos Embargos, vez que todos os pontos mereceram manifestação no acórdão embargado, inexistindo matéria a ser prequestionada (...) Desª. Anildes de Jesus Bernardes Chaves Cruz Presidenta Desª. Etelvina Luiza Ribeiro Gonçalves Relatora COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 03 DE JULHO DE HABEAS CORPUS Nº 08166/2006-SÃO LUÍS-MA PACIENTE: MARCO ANTÔNIO CRUZ SALEM IMPETRANTE: LINCOLN JOSÉ C. DA SILVA, ARLINDA MARIA DE CARVALHO SILVA AUTORIDADE COATORA:JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FA- MÍLIA DA CAPITAL RELATORA: DESA. ETELVINA LUIZA RI- BEIRO GONÇALVES ACÓRDÃO Nº: /2007 EMENTA: CIVIL. HABEAS CORPUS PREVENTIVO. AUSÊN- CIA DE AMEAÇA DE PRISÃO CIVIL. ALIMENTOS. EXCECUÇÃO DE SENTENÇA. POSTERIOR ACORDO HOMOLOGADO POR SEN- TENÇA COM A CREDORA DOS ALIMENTOS. PREJUDICIALIDADE. Já ocorreu acordo entre o paciente e a credora dos alimentos, de forma a esvaziar o objeto do hábeas Corpus. De fato, a matéria referente a pagamento de alimentos pelo paciente já estava sob discussão da 4ª Câmara Cível do TJMA através do Agravo de Instrumento n 32328/2005, recebendo o julgamento pela prejudicialidade, ante a prolação de Sentença de mérito, retirando, assim, qualquer risco de prisão civil por débito de alimentos. Habeas Corpus prejudicado. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em julgar prejudicado o Habeas Corpus. (...) Por tais fundamentos, estando despido de objeto o Hábeas Corpus, acompanho os fundamentos do Parecer da Procuradoria Geral de Justiça e voto pela prejudicialidade do Writ (...) Desa. Etelvina Luzia Ribeiro Gonçalves Relatora/Presidenta COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 03 DE JULHO DE HABEAS CORPUS N.º 2162/2004- SÃO LUÍS-MA PACIENTE:ADEMAR HENRIQUE DE SOUSA SILVA ADVOGADO: ALLAN GUSTAVO DE SOUSA FERREIRA IMPETRADA:JUÍZA DE DIREITO RESPONDENDO PELA QUINTA VARA DA FAMÍLIA DA CAPITAL RELATORA:DESA. ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES ACÓRDÃO Nº: /2007 EMENTA: CIVIL. HABEAS CORPUS. PRISÃO CIVIL. ALIMENTOS. INADIMPLEMENTO DE PENSÃO ALIMENTÍCIA. DÍVIDA PRETÉRITA. Gera constrangimento ilegal a determinação de pagamento de todo o valor correspondente a pensões alimentícias vencidas, pois a adoção do rito previsto no art. 733 do CPC, que permite a prisão civil do devedor inadimplente, só é cabível em relação a parcelas atuais da dívida alimentar, dado o seu caráter subsistencial. Habeas Corpus concedido. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade e de acordo com o parecer do Ministério Público, julgaram pela concessão da ordem, nos termos do voto da Desembargadora Relatora. (...) Pelo exposto, acompanho o Parecer da Procuradoria Geral de Justiça e voto pela concessão da Ordem (...) Desa. Etelvina Luzia Ribeiro Gonçalves Relatora/Presidenta COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 03 DE JULHO DE HABEAS CORPUS Nº /2006-IMPERATRIZ-MA PACIENTE: ANTÔNIO DE LUCENA MORAES IMPETRANTE: MARIA JOELMA FERNANDES VASCONCELOS RELATORA: DESA. ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES ACÓRDÃO Nº: /2007 EMENTA: CIVIL. HABEAS CORPUS. PRISÃO CIVIL. ALIMEN- TOS. PACIENTE JÁ POSTO EM LIBERDADE. PREJUDICIALIDADE. Na espécie, onde foi impetrado Hábeas Corpus buscando sanar constrangimento ilegal, as informações do magistrado estão a indicar que já fora cessada qualquer situação de constrangimento decorrente de prisão ilegal. Com efeito, as informações do juízo dão conta da soltura do paciente, de forma a esvaziar o objeto do hábeas Corpus. Habeas Corpus prejudicado. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em julgar prejudicado o Hábeas Corpus. (...) Por tais fundamentos, estando despido de objeto o Hábeas Corpus, acompanho os fundamentos do Parecer da Procuradoria Geral de Justiça e voto pela prejudicialidade do Writ (...) Desa. Etelvina Luzia Ribeiro Gonçalves Relatora/Presidenta COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 03 DE JULHO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º 04616/2007 PENALVA-MA AGRAVANTE: MUNICÍPIO DE PENALVA -MA. ADVOGADOS: PAULYANA BUHATEM RIBEIRO. AGRAVADO: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL. ADVOGADO: SANDRO POFAHL BISCARO RELATORA: ETELVINA LUÍZA RIBEIRO GONÇALVES. ACÓRDÃO Nº: /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRU- MENTO. LIMINAR EM AÇÃO CIVIL PÚBLICA. BLOQUEIO DE FPM, FUNDEF E OUTROS VALORES DO MUNICÍPIO PARA PAGAMEN- TO DE SALÁRIOS ATRASADOS. LESÃO À AUTONOMIA POLÍTICA MUNICIPAL. Tal medida, onde o Poder Judiciário invade esfera de outro Poder, in casu, o Executivo Municipal, longe de estar atingindo o comando constitucional de levar dignidade a servidores credores do Ente Público, gera lesão de direitos ao Município, o qual é dotado de autonomia política, administrativa e financeira para fins de aplicação de suas rendas e receitas. O abrupto bloqueio de 60 % (sessenta por cento) de todas as verbas, decorrente da Decisão agravada, também encerra o risco da irreversibilidade, pois poderá causar prejuízos diversos ao ente público municipal, ante a

8 8 QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO D.O. PODER JUDICIÁRIO iminência deste em deixar de cumprir com suas obrigações outras, advindas de todo um planejamento orçamentário pré-definido. Por outro lado, corroborando com a opinião Ministerial, destaco que a Decisão também traz ilegalidade, quando determina liminarmente o bloqueio de valores do FPM e demais fundos municipais, sem atentar que a medida afronta o art. 1º, 4º, da Lei nº 5.021/66, que veda a concessão de medida liminar para efeito de pagamento de vencimentos e vantagens pecuniárias, cuja regra reclama a atenção do art. 1º da Lei nº 8.437/92. Observo, ainda, que a Decisão agravada faz, liminarmente, esgotar o objeto da Ação, o que é vedado em sede de liminares contra a Fazenda Pública, conforme dita a Lei n. º 8.437/92. Precedentes do Tribunal. Recurso conhecido e provido. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em conhecer e dar provimento ao Agravo. (...) Ex positis, reconhecendo a ilegalidade da Decisão que liminarmente determina o bloqueio de verbas municipais, na forma já debatida, acompanho o Parecer Ministerial, pelo que voto pelo conhecimento e provimento do Recurso (...) Desa. Etelvina Luzia Ribeiro Gonçalves Relatora/Presidenta COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 03 DE JULHO DE APELAÇÃO CÍVEL Nº 03519/2006 SÃO LUÍS-MA. APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR: JOÃO RICARDO DA S. G. DE OLIVEIRA APELADA: LÍGIA MARIA DOS SANTOS GOMES ADVOGADOS:JOSÉ DE RIBAMAR BASTOS DA SILVA E OUTRO RELATORA: DESA. ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES ACÓRDÃO N.º.: /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA. CONCURSO PÚBLICO. EDITAL. GRADE CURRICULAR SIMILAR. As razões de reforma não encontram amparo quando alegam o não preenchimento do prérequisito essencial do cargo pela apelada, pois o Edital é claro ao ditar tais requisitos, ou seja: Curso Superior Completo com a respectiva habilitação em licenciatura plena ou Curso Superior com o Esquema I, ou similar. Logo, o próprio Edital nº 004/2001 deixou a possibilidade de atendimento do requisito por cursos similares àqueles, onde, na espécie, a autora-apelada traz demonstração de haver concluído Curso Superior de História Bacharelado e de Pedagogia, cuja grade curricular é similar ao Esquema I, dando por cumprida a exigência editalícia em situação que não ofende ao art. 63, inciso II da lei nº Conhecimento e improvimento da Apelação. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em conhecer e negar provimento ao Recurso, nos termos do voto da relatora. (...) Ante ao exposto, acompanhando o Parecer da procuradoria Geral de Justiça, voto pelo conhecimento e improvimento da Apelação, para manter intacta a Sentença de 1º Grau (...) Desa. Etelvina Luzia Ribeiro Gonçalves Relatora/Presidenta COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 03 DE JULHO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº /2007 SÃO LUÍS MA AGRAVANTE: CHRYSLER DO BRASIL LTDA. ADVOGADOS: EMMANUEL ALMEIDA CRUZ E OUTROS 1º AGRAVADO: JOSÉ MEDEIROS FILHO ADVOGADO: SAULO JOSÉ PORTELA NUNES CARVALHO 2º AGRAVADO: CONCESSIONÁRIA TEXAS VEÍCULOS LTDA. ADVOGADO: MARCO ANTONIO COELHO LARA RELATORA: DESA. ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES ACÓRDÃO N.º /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRU- MENTO. MÁ FORMAÇÃO DO INSTRUMENTO. AUSÊNCIA DA CÓPIA DA PROCURAÇÃO DE UM DOS AGRAVADOS. DO- CUMENTO OBRIGATÓRIO. RECURSO NÃO CONHECIDO. Compulsando os autos não se encontra a cópia da procuração outorgada aos advogados da segunda agravada, a qual deixou de ser juntada pelo recorrente, ensejando o convencimento de ocorrer a má-formação do Recurso. Como sabemos, a correta formação do instrumento constitui ônus da parte recorrente, cuja deficiência impede o conhecimento do agravo em razão do óbice inscrito no art. 525, inciso I, do Código de Processo Civil. Assim, ausente aquela peça obrigatória, o Recurso de Agravo não pode ser conhecido. Agravo não conhecido. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em não conhecer o Agravo. (...) Pelo exposto, evidenciada a ofensa ao Art. 525, I, do CPC, VOTO acompanhando o Parecer da Procuradoria Geral de Justiça, pelo não conhecimento do Recurso (...) Desa. Etelvina Luzia Ribeiro Gonçalves Relatora/Presidenta COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 03 DE JULHO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO N /2005 ICATU-MA AGRAVANTE: MUNICÍPIO DE PRESIDENTE JUSCELINO-MA ADVOGADO: JÚLIO CÉSAR LEMOS MELO AGRAVADO: INSTITUTO DE COLONIZAÇÃO E TERRAS DO MARANHÃO ADVOGADOS: PEDRO SILVEIRA BARRETO FILHO E OUTROS. RELATORA: ETELVINA LUÍZA RIBEIRO GONÇALVES. ACÓRDÃO Nº: /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO DE INSTRU- MENTO. LIMINAR. MEDIDA CAUTELAR DE BUSCA E APRE- ENSÃO. CAUTELAR SATISFATIVA. O Recurso de Agravo merece acolhida, pois a Medida Cautelar manejada pelo agravado se fez externar de maneira inadequada, alheio à finalidade assecuratória do direito a ser buscado na via principal. Como bem observou o Sr. Procurador de Justiça, em bem lançado Parecer, ocorre, na hipótese dos autos, a ausência de relação entre a pretensão cautelar e o pedido da ação principal a ser proposta, de onde se conclui que a via cautelar não irá assegurar a providência final pretendida na principal (Ação Indenizatória). Assim, ante ao equívoco do autor-agravado na Cautelar, onde a pretensão principal não indica a relação de cautelaridade, dando conta do caráter satisfativo daquela via cautelar, devo concluir que a extinção daquele processo é necessária, retirando, consequentemente, do mundo jurídico, os efeitos da Decisão recorrida. Conhecimento e provimento do Recurso, para determinar a extinção do procedimento cautelar de busca e apreensão, por impossibilidade jurídica do pedido. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, rejeitaram a preliminar levantada, e no mérito, de acordo com o parecer do Ministério Público, conheceram e deram provimento ao recurso para determinar a extinção do procedimento de busca e apreensão, nos termos do voto da relatora.

9 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO (...) Pelo exposto, acompanho o Parecer da Procuradoria Geral de Justiça e voto pelo conhecimento e provimento do Recurso, para determinar a extinção do procedimento cautelar de busca e apreensão, por impossibilidade jurídica do pedido (...) Desa. Etelvina Luzia Ribeiro Gonçalves Relatora/Presidenta COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL SESSÃO DO DIA 03 DE JULHO DE APELAÇÃO CÍVEL Nº 13193/2006 PEDREIRAS (MA). APELANTE: EGILDO ROCHA. ADVOGADOS: PEDRO BEZERRA DE CASTRO E LUCIANA DE SOUZA CASTRO. APELADO: LUIZA DE SOUSA ARRUDA. ADVOGADO: JOSÉ LACERDA DE LIMA SOBRINHO. RELATORA: DESA. ETELVINA LUIZA RIBEIRO GONÇALVES ACÓRDÃO Nº.: /2007 EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. ANU- LAÇÃO DE REGISTRO IMOBILIÁRIO E TERMO DE AFORAMENTO. DOAÇÃO ILEGAL SEM CONSENTIMENTO DA CÔNJUGE. O entendimento daquele magistrado se fez correto, enfrentando os aspectos da ilegal doação do imóvel efetuada pelo esposo da apelada, notadamente sem o consentimento desta e sob afronta ao art. 235, do Código Civil de 1916, vigente à época do fato, que exigia o prévio consentimento da mulher ao ato de doação. Nenhuma alteração comporta a Decisão apelada, pois, de fato, a ausência de consentimento da esposa em doação efetuada pelo marido invalida o ato por inteiro, não podendo se admitir o termo de aforamento daí subseqüente, pois inexiste comprovação de que a apelada estivesse separada judicialmente do doador. Destarte, declarada nula a doação, resta correta a anulação de Registro Imobiliário e Termo de Aforamento de nº 013/2000, feito pelo Município de Lima Campos(MA), para o apelante Egildo Rocha, pois se faziam ausentes os pressupostos legais àquele ato de Registro, vez que inexistiu o consentimento da apelada, então casada com o doador do imóvel. Conhecimento e improvimento da Apelação. Unanimidade. DECISÃO: Acordam os Desembargadores, por unanimidade, em conhecer e negar provimento ao Recurso, nos termos do voto da relatora. (...) Ante ao exposto, voto pelo conhecimento e improvimento da Apelação, para manter intacta a Sentença de 1º Grau (...) Desa. Etelvina Luzia Ribeiro Gonçalves Relatora/Presidenta COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 25 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR EM EXERCICIO DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TRIBUNAL PLENO EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Nº AO ACÓRDÃO N.º 63835/2006, PROFERIDO NA REPRESENTAÇÃO DO ESTADO NO MUNICÍPIO SÃO PEDRO DA ÁGUA BRANCA N.º /2005. SESSÀO DO DIA: EMBARGANTE: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL PROCURADOR: FRANCISCO DAS CHAGAS BARROS DE SOUSA EMBARGADO: V. ACÓRDÃO DE N.º /2006 RELATORA: DESª MARIA MADALENA ALVES SEREJO ACÓRDÃO Nº /2007 EMENTA EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ALEGATIVA DE OMISSÃO NO ACÓRDÃO RELATIVAMENTE AS QUESTÔES DE ORDEM CONSTITUCIONAL E INFRACONSTITUCIONAL. INOCORRÊNCIA. PREQUESTIONAMENTO. REJEIÇÃO. - Inexistindo as omissões impõe-se a rejeição dos embargos declaratórios, ainda que voltados ao prequestionamento, para fins de interposição de recurso especial e extraordinário. Embargos rejeitados. DECISÃO: ACÓRDAM os Desembargadores, à unanimidade, em rejeitar os presentes embargos de declaração, nos termos do voto da Relatora. (...) Como visto, inexistindo omissão a ser sanada, REJEITO os presentes EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. (...) RAIMUNDO LICIANO DE CARVALHO - PRESIDENTE MARIA MADALENA ALVES SERÊJO RELATORA COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 24 DE JULHO DE ADELVANE LUIZ BELINE SILVA MENDES COORDENADOR, EM EXERCICIO, DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA. Coordenadoria de Recursos Constitucionais COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS AGRAVO DE INSTRUMENTO CÍVEL N /2007-STF Agravante:CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S/A - ELETRONORTE Advogada:ISABELA RABELO FALCÃO SANTIAGO Agravados: BELÍZIA JANSEN MOTA SILVA E OUTROS Advogados:ADILSON SANTOS SILVA MELO E OUTROS I N T I M A Ç Ã O Torno público para conhecimento dos interessados que se encontram nesta Coordenadoria os autos do Agravo de Instrumento acima mencionados para, no prazo de lei, apresentarem suas respostas. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício. COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS AGRAVO DE INSTRUMENTO CÍVEL N /2007-STJ Agravante:DANIEL MAGNO DE BRITO NERY SOARES PEREIRA Representante:ANASTÁCIA DE BRITO NERY Advogados:PEDRO AMÉRICO DIAS VIEIRA E OUTROS Agravado:CARLOS MAGNO SOARES PEREIRA Advogadas:MARIA LOURENÇA BOTTENTUIT CANTANHEDE E POLIANA OLIVEIRA SOARES I N T I M A Ç Ã O Torno público para conhecimento do interessado que se encontram nesta Coordenadoria os autos do Agravo de Instrumento acima mencionados para, no prazo de lei, apresentar sua resposta. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício. COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º 850/2007 Recorrente:CAIXA DE ASSISTÊNCIA E APOSENTADORIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO ESTADO DO MARANHÃO - CAPOF Advogados:ROQUE PIRES MACATRÃO E OUTROS Recorrido:JUIZ DE DIREITO DA SEGUNDA VARA CÍVEL DA CA- PITAL DR. NEMIAS NUNES CARVALHO I N T I M A Ç Ã O Intimo o recorrido acima aludido para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 05 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos ConstitucionaisEm exercício

10 10 QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO D.O. PODER JUDICIÁRIO COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º7.154/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrida:ANAMÉLIA ROCHA GARCÊS Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo a recorrida acima aludida para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º7.155/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrida:FRANCISCA NUNES INÁCIO IRMÃ Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo a recorrida acima aludida para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º7.156/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrida:MARIA DE FÁTIMA ARTIMAN DA SILVA Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo a recorrida acima aludida para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º7.157/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrida:MARIA DE FÁTIMA GOMES SANTOS Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo a recorrida acima aludida para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º 7.159/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrida:RAIMUNDA DE JESUS MEDEIROS OLIVEIRA Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo a recorrida acima aludida para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º7.160/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrida:RAIMUNDA NONATA MAGALHÃES Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo a recorrida acima aludida para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º7.161/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrido:JOÃO BATISTA DE OLIVEIRA Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo o recorrido acima aludido para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º7.162/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrido:EDMILSON RODRIGUES DOS SANTOS DOURADO Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo o recorrido acima aludido para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º7.163/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrido:FRANCINALDO DA CONCEIÇÃO SILVA Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo o recorrido acima aludido para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício

11 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º7.164/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrido:FRANCISCO DE ALBUQUERQUE DA SILVA Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo o recorrido acima aludido para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício COORDENADORIA DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º7.165/2007 Recorrente:MUNICÍPIO DE PIO XII - MARANHÃO Advogados:MÁRCIO LERAY COSTA E OUTROS Recorrido:JOSÉ MILIANO PEREIRA Advogada:FRANCISCA MARLÚCIA DE MESQUITA CARNEIRO VIANA I N T I M A Ç Ã O Intimo o recorrido acima aludido para apresentar as contra-razões de que trata o artigo 542 do Código de Processo Civil. Coordenadoria de Recursos Constitucionais do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 24 de julho de Ana Raquel Pinheiro Saraiva Coordenadora de Recursos Constitucionais Em exercício Coordenadoria Judiciária Cível PAUTA DE JULGAMENTO SEGUNDA CÂMARA CÍVEL SERÃO JULGADOS PELA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL, TERÇA- FEIRA, 31 DE JULHO DE 2007, ÀS NOVE HORAS, OU NÃO SE REALIZANDO, NAS TERÇAS-FEIRAS SUBSEQÜENTES OS SE- GUINTES PROCESSOS: 01 REMESSA N.º / 2006 TIMON REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA 4ª VARA DA COMARCA DE TIMON REQUERENTE: CONSTRUTORA SUCESSO S/A REQUERIDO: PRESIDENTE DA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE TIMON RELATOR: Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR REVISORA: Desa. CLEONICE SILVA FREIRE 02 APELAÇÃO CÍVEL N.º / 2006 SÃO LUÍS 1º APELANTE:MAPFRE VERA CRUZ SEGURADORA S.A, Advogada: MÁRCIA MORAES REGO DE SOUSA 2º APELANTE: BEM VIGILÂNCIA E TRANSPORTES DE VALORES S/A Advogados: ANA NIZETE FONTES VIEIRA RODRIGUES, DIR- CEU RIKER FRANCO, EDSON LIMA FRAZÃO, ELESSANDRA PE- REIRA, JOSÉ LUIZ DA COSTA PAIVA, BRUNO ANDREI SARGES DA SILVA, MARIA LUÍZA SARMENTO DA SILVA APELADO: CARLOS DOUGLAS DE JESUS FERREIRA Advogados: WALTER WANDERLEY SILVA FERREIRA, GARDÊNIA FELIX CALDAS MOTA, EDMILSON SILVA FERREIRA RELATOR: Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR REVISORA: Desa. CLEONICE SILVA FREIRE 03 APELAÇÃO CÍVEL N.º / 2006 SÃO LUÍS APELANTE: SENA & PRAZERES LTDA Advogados: RENATA CLÁUDIA PIRES DE ABREU, WYLLINTON WAGNER LEITE, ÂNGELA THOMÉ LOMBARDI CASANOVAS APELADO: ERON BEZERRA LACERDA Advogados: HERBERTH FREITAS RODRIGUES, FRANCISCO CARLOS FERREIRA RELATOR: Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR REVISORA: Desa. CLEONICE SILVA FREIRE PALÁCIO DA JUSTIÇA CLOVIS BEVILÁCQUA, em São Luís, 25 de julho DES. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Resenha de julgamentos da(s) PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL, sessão do dia 19 de julho de Presidência: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF Procurador(a) de Justiça: Dr. MARCO ANTONIO GUERREIRO Secretário(a): ANA CAROLINA RIBEIRO LIMA COSTA Compareceram os Senhores Desembargadores: MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES, MILSON DE SOUZA COUTINHO (Desembargador Substituto). Aprovada a Ata da sessão anterior J U L G A M E N T O S 01 - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N.º / 2007 AO ACÓRDÃO Nº /2007, PROFERIDO NOS AUTOS DO(A) APELAÇÃO CÍVEL Nº / 2006 EMBARGANTE: TELEMAR NORTE LESTE S/A Advogado(a)(s): MARCOS LUIS BRAID RIBEIRO SIMÕES E OUTROS EMBARGADO(A): A. L. NESELLO Advogado(a)(s): ALFREDO SALIM DUAILIBE NETO E OUTROS RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF UNANIMEMENTE, REJEITARAM OS EMBARGOS OPOSTOS, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES, MILSON DE SOUZA COUTINHO APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) CARLOS GUSTAVO BRITO CASTRO APELADO(A): TERESINHA DE JESUS SOARES ALVES, MARIA VI- TORIA DA ANUNCIAÇÃO, ROZA MARIA FARIAS Advogado(a)(s): JOSE RIBAMAR DIAS RELATORA: Desa. MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES REVISOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF ADIADO O JULGAMENTO A PEDIDO DA DESEMBARGADORA RELATORA APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) LORENA DUAILIBE CARVALHO APELADO: MARIA ALICE LOPES DE SOUSA SILVA, MARIA RAIMUNDA LEAL DE AZEVEDO, JACÓ MUNIZ DE CARVALHO FILHO, ANTÔNIO DA SILVA CARDOSO, LÍGIA MARIA SOUSA Advogado(a)(s): LUÍS HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA RELATOR: Des. RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO ADIADO O JULGAMENTO EM FACE DA AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO DESEMBARGADOR RELATOR APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) VALDENIO NOGUEIRA CAMINHA APELADO: DELCIMAR COELHO RIBEIRO, FLOR DE MARIA

12 12 QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO D.O. PODER JUDICIÁRIO CARVALHO SILVA, AMUJACY COÊLHO DE MIRANDA Advogado(a)(s): LUIZ HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA, GUTEMBERG SOARES CARNEIRO, PAULO ROBERTO ALMEIDA, SILVANA CRISTINA REIS LOUREIRO RELATOR: Des. RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO ADIADO O JULGAMENTO EM FACE DA AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO DESEMBARGADOR RELATOR APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) ELZENIR LAUANDE FRANCO APELADO(A): ASSOCIAÇÃO COMINITÁRIA MANO TORRES DO POVOADO BOM LUGAR - COELHO NETO Advogado(a)(s): RAIMUNDO OLIVEIRA DA COSTA RELATORA: Desa. MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES REVISOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF UNANIMEMENTE, NEGARAM PROVIMENTO AO RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DA DESEMBARGADORA RELATORA. Votaram os Senhores Desembargadores MARIA DAS GRAÇAS DE CAS- TRO DUARTE MENDES, JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO APELAÇÃO CÍVEL N.º / PINHEIRO APELANTE: FABRÍCIO TADEU SOARES Advogado(a)(s): GENIVAL ABRÃO FERREIRA APELADO: EXPRESSO CONTINENTAL LTDA RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE, DERAM PARCIAL PROVIMENTO AO RECUR- SO, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES REMESSA N.º / TIMON REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA 4ª VARA DA COMARCA DE TIMON REQUERENTE: LIMPEL LIMPEZA URBANA LTDA Advogado(a)(s): CARLOS HENRIQUE DE CASTRO EHRICH, PAULO SÉRGIO C. NOGUEIRA REQUERIDO: PRESIDENTE DA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE TIMON PROCURADOR(A)(ES) ÉDER CLÁUDINO GONÇALVES RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE, REJEITARAM A PRELIMINAR SUSCITADA. NO MÉRITO, UNANIMEMENTE E DE ACORDO COM O PARECER DO MINISTÉRIO PÚBLICO, NEGARAM PROVIMENTO À REMES- SA, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES REMESSA N.º / SÃO LUÍS REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA 3ª V.FAZ.DA CAPITAL REQUERENTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) ANA MARIA D. VIEIRA REQUERIDO: MUNICIPIO DE CAJARI Advogado(a)(s): JOÃO WATSON COELHO DE SOUSA RELATORA: Desa. MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES REVISOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF UNANIMEMENTE E DE ACORDO COM O PARECER DO MINIS- TÉRIO PÚBLICO, NEGARAM PROVIMENTO À REMESSA, NOS TERMOS DO VOTO DA DESEMBARGADORA RELATORA. Votaram os Senhores Desembargadores MARIA DAS GRAÇAS DE CAS- TRO DUARTE MENDES, JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO REMESSA N.º / SÃO LUÍS REMETENTE: JAIME FERREIRA DE ARAÚJO, JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DA COMARCA DA CAPITAL REQUERENTE: ANA LUCIA ROCHA DE OLIVEIRA PAIVA, IRACILDA FERNANDES DE SOUSA, MARIA JOSÉ PEREIRA DA COSTA Advogado(a)(s): LUIZ HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA, GUTEMBERG SOARES CARNEIRO, PAULO ROBERTO ALMEIDA REQUERIDO: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) RAIMUNDO HENRIQUE N. SOARES RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE E DE ACORDO COM O PARECER DO MINIS- TÉRIO PÚBLICO, NEGARAM PROVIMENTO À REMESSA, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) CARLOS SANTANA LOPES APELADO(A): TEREZINHA DE JESUS FRAZÃO Advogado(a)(s): LUIZ HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA, GUTEMBERG SOARES CARNEIRO, PAULO ROBERTO ALMEIDA, SILVANA CRISTINA REIS LOUREIRO RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE E DE ACORDO COM O PARECER DO MINIS- TÉRIO PÚBLICO, MODIFICADO EM BANCA, DERAM PARCIAL PROVIMENTO AO RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) VALDÊNIO NOGUEIRA CAMINHA APELADO: ILA REGINA PEREIRA DOS SANTOS, MARIA DO SOCORRO DA ROCHA PEREIRA, ANGELA MARIA MACÊDO COSTA DOS SANTOS Advogado(a)(s): GUTEMBERG SOARES CARNEIRO, LUÍZ HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA, SILVANA CRISTINA REIS LOUREIRO, PAULO ROBERTO ALMEIDA RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE E DE ACORDO COM O PARECER DO MINIS- TÉRIO PÚBLICO, MODIFICADO EM BANCA, DERAM PARCIAL PROVIMENTO AO RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: MOACI DE JESUS MORAES MENDONÇA, CARLOS MAGNO PEREIRA, IRANI DE SOUSA ALMEIDA, RUANCIRAN

13 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO CORREA CASTRO, ISAC BATISTA DE CARVALHO Advogado(a)(s): CARMINA ROSA COÊLHO RODRIGUES, RAIMUNDA FÉLIX DE CASTRO RODRIGUES APELADO(A): ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) CARLOS GUSTAVO BRITO CASTRO RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE E DE ACORDO COM O PARECER DO MINIS- TÉRIO PÚBLICO, MODIFICADO EM BANCA, DERAM PARCIAL PROVIMENTO AO RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES APELAÇÃO CÍVEL N.º / IMPERATRIZ APELANTE: CRISLENE DE MELO SILVA Advogado(a)(s): GABRIELA GONÇALVES FERRAZ, OZIEL VIEIRA DA SILVA, THAÍS YUKIE RAMALHO MOREIRA, BRUNO CALDAS SIQUEIRA FREIRE, GIL WANDISLLEY C. MILHOMEM, LUANNA CARREIRO SOUSA, YTASSARA SOUSA NASCIMENTO, WLISSES LEÃO FERNANDES, ALMIVAR SIQUEIRA FREIRE JÚNIOR, ENOQUE CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE APELADO: ESPÓLIO D ANTONIO FRANCISCO DAS CHAGAS, REPRESENTANTE: ANDRÉIA ALVES DA SILVA RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO ADIADO O JULGAMENTO A PEDIDO DE VISTA DA DESEMBARGADORA MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES APELAÇÃO CÍVEL N.º / PAULO RAMOS APELANTE(S): DARCY NUNES DA SILVA Advogado(a)(s): ROGÉRIO ALVES DA SILVA APELADO(A)(S): BANCO DO BRASIL S/A Advogado(a)(s): MARIA CELIA PEREIRA DA SILVA, JOSÉ RAIMUNDO COSTA MAGALHÃES RELATORA: Desa. MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES REVISOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF UNANIMEMENTE E DE ACORDO COM O PARECER DO MINIS- TÉRIO PÚBLICO, CONHECERAM E DERAM PROVIMENTO AO RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DA DESEMBARGADORA RELATORA. Votaram os Senhores Desembargadores MARIA DAS GRAÇAS DE CAS- TRO DUARTE MENDES, JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO APELAÇÃO CÍVEL N.º / IMPERATRIZ APELANTE: BANCO MERCANTIL DO BRASIL S/A. Advogado(a)(s): SIRLENE LOPES DE MENEZES, JOÃO JOCOB, JOSÉ RIBEIRO VIANNA NETO, ANGELA CRISTINA ROMARIZ BARBOSA LEITE, VALTER LÚCIO DE OLIVEIRA APELADO: ANTÔNIA ALVES DE ARAÚJO, JOÃO BATISTA RODRIGUES BARBOSA Advogado(a)(s): RADIGE RODRIGUES BARBOSA, JUCELINO PEREI- RA DA SILVA, FRANCISCA FERREIRA DO MONTE NETA RELATORA: Desa. MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES REVISOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF UNANIMEMENTE, REJEITARAM AS PRELIMINARES SUSCITA- DAS. NO MÉRITO, UNANIMEMENTE, DERAM PARCIAL PROVI- MENTO AO RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DA DESEMBARGADORA RELATORA. Votaram os Senhores Desembargadores MARIA DAS GRAÇAS DE CAS- TRO DUARTE MENDES, JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: VIAÇÃO NORTE BRASILEIRO LTDA Advogado(a)(s): MAÍSE GARCÊS FEITOSA APELADO(A): FILOMENA COSTA SANTOS Advogado(a)(s): ANTÔNIO CARLOS MUNIZ CANTANHEDE, GILBER- TO COSTA SOARES RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE, REJEITARAM A PRELIMINAR SUSCITADA. NO MÉRITO, UNANIMEMENTE, DERAM PARCIAL PROVIMENTO AO RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES APELAÇÃO CÍVEL N.º / PARNARAMA APELANTE: COMPANHIA ENERGÉTICA DO MARANHÃO - CEMAR Advogado(a)(s): ANA LETÍCIA SILVA FREITAS, DENIS GOMES MOREIRA APELADO(A): MUNICÍPIO DE PARNARAMA Advogado(a)(s): FRANCISCO NUNES DE BRITO FILHO RELATORA: Desa. MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES REVISOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF ADIADO O JULGAMENTO EM FACE DO IMPEDIMENTO DO PRO- CURADOR DE JUSTIÇA APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS 1º APELANTE:MARIA DO PERPETUO SOCORRO MEDEIROS, MA- RIA LOURIMAR FERNANDES VIEIRA, GESIEL DE JESUS NUNES SOARES, GISELE DE JESUS NUNES SOARES, GERSONITA DE MEOLO SILVA, ALAIR DO SOCORRO FROES PINTO, Advogado(a)(s): LUÍS HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA E OUTROS 2º APELANTE:ESTADO DO MARANHAO PROCURADOR(A)(ES) OSMAR CAVALCANTE OLIVEIRA 1º APELADO(A): MARIA DO PERPETUO SOCORRO MEDEIROS, MARIA LOURIMAR FERNANDES VIEIRA, GISELE DE JESUS NUNES SOARES, GESIEL VASCONCELOS BORGES, GERSONITA DE MEOLO SILVA, ALAIR DO SOCORRO FROES PINTO, Advogado(a)(s): LUIZ HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA E OUTROS 2º APELADO(A): ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) OSMAR CAVALCANTE OLIVEIRA RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE E DE ACORDO COM O PARECER DO MINIS- TÉRIO PÚBLICO, DERAM PARCIAL PROVIMENTO A AMBOS OS APELOS, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES APELAÇÃO CÍVEL N.º / MATINHA APELANTE: JOÃO PINHEIRO CUNHA Advogado(a)(s): JOSÉ CONCEIÇÃO AMARAL APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL

14 14 QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO D.O. PODER JUDICIÁRIO PROMOTOR(A)(ES) EVELINE BARROS MALHEIROS COSTA RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO ADIADO O JULGAMENTO A PEDIDO DO DESEMBARGADOR RELATOR APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE : MYRTES MUNIZ Advogado(a)(s): PEDRO AMÉRICO DIAS VIEIRA, MARIA JOSÉ MILHOMEM RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE E EM DESACORDO COM O PARECER DO MI- NISTÉRIO PÚBLICO, DERAM PROVIMENTO AO RECURSO, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR(A)(ES) CARLOS GUSTAVO BRITO CASTRO E RICARDO DE LIMA SÉLLOS, ANA MARIA DIAS VIEIRA, MIGUEL RIBEIRO PEREIRA APELADO(A): ANA MARCI DA COSTA MONTE PALMA, FRANCIS- CO PEREIRA NUNES, RAIMUNDO JOSSIL SOUSA, ALDA HELENA NOGUEIRA, NEUZUILA MACIEL PINTO, CLARA MARIA SOUSA OLIVEIRA, MARIA DA CONCEIÇÃO SOARES PINHEIRO, BERNARDETE DE JESUS VALE SILVA, MARIA ROSA MACIEL Advogado(a)(s): MARIA CELESTE SANTOS SOUSA, MARLY RIBAMAR BARROS COSTA, ANA MARY DE OLIVEIRA COSTA RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE E DE ACORDO COM O PARECER DO MINISTÉRIO PÚBLICO, MODIFICADO EM BANCA, DERAM PROVIMENTO AO RE- CURSO, NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: BANCO GENERAL MOTORS S.A. Advogado(a)(s): LORENA GOMES PIMENTA, LARISSA ABDALLA BRITTO, FÁBIA CRISTINA TEIXEIRA DE ARAÚJO APELADO: CECILMA RODRIGUES FAÇANHA DE SÁ RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO UNANIMEMENTE E DE ACORDO COM O PARECER DO MINIS- TÉRIO PÚBLICO, DERAM PROVIMENTO AO RECURSO, NOS TER- MOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR RELATOR. Votaram os Senhores Desembargadores JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, MILSON DE SOUZA COUTINHO, MARIA DAS GRAÇAS DE CASTRO DUARTE MENDES. COORDENADORIA DAS CÂMARAS CÍVEIS ISOLADAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO, EM SÃO LUÍS, 19 DE JULHO DE ANA CAROLINA RIBEIRO LIMA COSTA SECRETÁRIA DA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL ÓRGÃO: Segunda CÂMARA CÍVEL - CLASSE : AGRAVO DE INSTRUMENTO - - NÚMERO : ORIGEM : SÃO LUÍS - AGRAVANTE: SR. JOSÉ CARLOS GONÇALVES. ADVOGADOS: DRS. JOSÉ ALBERTO SANTOS PENHA, GFRANCISCO DE ASSIS SOUZA COÊLHO FILHO E DRA. SÔNIA MARIA LOPES COÊLHO. AGRAVADOS: SR. WELLINGTON ANTÔNIO CASTRO E SRA. ROSEMARY DAS MERCÊS CASTRO. ADVOGADOS: DRS. ÍTALO FÁBIO AZEVEDO, CARLOS FREDERICO TAVARES DOMINICI, ADRIANO COÊLHO RIBEI- RO E DRA. MARCELLE GLEYCE MAIA COSTA. PROCEDÊNCIA: SEXTA VARA CÍVEL DA CAPITAL. JUIZ: DR. ABRAHÃO LINCOLN SAUÁIA. RELATORA SUBSTITUTA: DESEMBARGADORA CLEONICE SIL- VA FREIRE. - Despacho - Sob o aporte do artigo 398, do Código de Processo Civil e já que a alegação contida na preliminar de irregularidade de representação constante na contraminuta recursal, é idêntica ao objeto do pedido de reconsideração, hei por bem determinar a intimação dos Agravados para se manifestarem, se assim quiserem, no prazo de 05 (cinco) dias, sobre o documento novo juntado a fl Após, voltem-me conclusos. Cumpra-se. Publique-se. Maranhão, São Luís, 16 de Julho de Des.ª Cleonice Silva Freire Relatora Substituta ÓRGÃO : SEGUNDA CÂMARA CÍVEL - CLASSE : AGRAVO DE INSTRUMENTO - - NÚMERO : ORIGEM : SÃO LUÍS - AGRAVANTE: SR. ADSON JORGE CAMPOS ARAÚJO. ADVOGADA: DRA. RAIMUNDA CÉLIA SILVA COÊLHO. AGRAVADO: SR. NADYLSON MARCELINO BRANDÃO RODRIGUES. PROCEDÊNCIA: PRIMEIRA VARA DA CÍVEL DA CAPITAL. JUIZ: DR. SEBASTIÃO JOAQUIM LIMA BONFIM. RELATORA SUBSTITUTA: DESEMBARGADORA CLEONICE SIL- VA FREIRE. - Interlocutória Positiva -.Exposição: Cuida-se de Agravo de Instrumento de nº , com pedido de efeito suspensivo, interposto por Adson Jorge Pontes de Araújo, hostilizando interlocutória que indeferiu pedido de adiamento de audiência de instrução e julgamento, nos autos da Ação de Reintegração de Posse de nº A decisão recorrida é da lavra do magistrado da Primeira Vara Cível da Capital, Dr. Sebastião Joaquim Lima Bonfim. Aduz o Agravante, após tecer objetivas considerações introdutórias sobre o contexto fático da demanda, que o togado de base, ignorando enfermidade devidamente comunicada em ato precedente à realização de audiência de instrução, indeferiu o pedido de adiamento de referido ato processual. Pugnou pela concessão de efeito suspensivo, assim como, pelo provimento do presente agravo de instrumento, com todas as suas conseqüências. A peça recursal veio instruída com os documentos de fls , sendo que, em verificação premonitória, foram requisitadas, pela Relatora Originária, as informações de estilo (fls. 33/34), estas prestada às fls. 38/42. É a Exposição. Da Análise de Admissibilidade Recursal: Formalizo a verificação da admissibilidade recursal e nesse sentir, tenho como essenciais a análise de três parâmetros fundamentais, à citar: I - dirimir se a questão é de urgência; II - se a situação expressada na legislação, nos limites da existência ou não de urgência, determina que o recurso cabível é o de agravo de instrumento; III - verificar a compatibilidade do agravo retido com a situação materializada. Nestes termos, sob o aporte do primeiro requisito, hei por bem ponderar que na verificação inicial dos documentos constantes dos autos, vislumbro que a decisão concernente à matéria em evidência na relação

15 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO processual, poderá causar ao sucumbente, produção de dano, vez que a eficácia imediata de decisum desse porte, realmente interfere nas questões atinentes ao âmbito probatório da ação ajuizada. Outrossim, já no âmbito do segundo item, registro que embora o artigo 522, do Código de Processo Civil, faça a previsão linear de duas hipóteses para formalização do agravo de instrumento, tenho que há situações, contudo, em que essa regra de cabimento não se materializa e aqui faço ponderações, também, já incluindo o tópico III. É que acolher a conversão da forma instrumental para a forma retida seria aceitar a supressão, pela via processual, do interesse de agir do Recorrente e impedir que seu recurso transponha a barreira do conhecimento, por ser totalmente inútil o provimento dado em momento posterior ao da prolação da sentença, o que, por óbvio, não se pode admitir. In casu, tenho que se submetesse a Agravante ao regime do agravo retido, estaria lhe causando um mal maior do que a própria interlocutória recorrida, já que não lhe seria garantido qualquer utilidade processual ou pelo menos, se de outro modo fosse, lesionaríamos significativamente o Princípio da Celeridade Processual. Isto posto, dirimidas essas questões e refazendo a verificação da admissibilidade do agravo em epígrafe, hei por bem conhecê-lo, visto integralizados os requisitos intrínsecos e extrínsecos de admissão. Da Verificação do Pedido de Suspensividade Recursal: Objetivamente, o deferimento do pedido de efeito suspensivo, a teor do disposto nos artigos 527 e 558, ambos do Código de Processo Civil, está condicionado à presença, concomitante, dos requisitos do fumus boni juris (Relevância da Fundamentação) e do periculum in mora (Possibilidade de Lesão Grave e de Difícil Reparação). Ausente qualquer um deles, indefere-se a liminar. Pois bem. A irresignação possui fundamento. É que o artigo 453, inciso II, do Código de processo Civil, possibilita o adiamento da audiência, se não puderem comparecer, por motivo justificado, o perito, as partes, as testemunhas e os advogados, incumbindo ao advogado provar o impedimento até a abertura da audiência; não o fazendo, o juiz procederá à instrução. Ora, no presente caso, os documentos de fls , demonstram, claramente, que foi provado antes da realização da audiência de instrução e julgamento, que o Agravante não poderia comparecer aquele ato processual, o que demonstra a plena satisfação por parte daquele, dos requisitos elencados na norma cogente antes mencionada. Assim, pelas razões fáticas e jurídicas acima explicitadas, vislumbro a subsistência do requisito do fumus boni juris no caso em apreço, este alicerçado na regra de regência antes citada e no cerceamento ao direito de defesa do Recorrente, o que perfaz lesão à disposição constitucional inserida no artigo 5º, inciso LV, da Lex Legum. Outrossim, verifico a possibilidade de lesão grave e de difícil reparação, apto a amparar o periculum in mora, este caracterizado no prosseguimento da ação de base, sem que o Agravante tenha participado da fase probatória da referida actio. Diante de tais inferências, entendo por bem deferir o pedido de efeito suspensivo ao presente agravo de instrumento, suspendendo integralmente a interlocutória ora recorrida e todas as suas conseqüências, determinando ao togado a quo, que proceda a nova audiência de instrução e julgamento no âmbito da Ação de Reintegração de Posse de nº Das Determinações Finais: Em relação de complementação, determino, ainda, nos termos do inciso V, do artigo 527, do Código de Processo Civil, seja intimado o Agravado, mediante publicação no órgão oficial, para que responda no prazo de 10 (dez) dias, se assim quiser, facultando-lhe juntar documentação que entender conveniente. (Redação inserida pela Lei de n , de 19 de outubro de 2005). Efetivada a providência anterior, determino seja ouvido o Órgão Ministerial, se for o caso, para que se pronuncie no prazo de 10 (dez) dias. (Redação inserida pela Lei de n , de 19 de outubro de 2005). Comunique-se via fax, imediatamente, o inteiro teor desta decisão ao magistrado de base. Após o cumprimento das determinações acima especificadas, voltem-me conclusos. Publique-se. Estado do Maranhão, São Luís, 15 de Julho de Des.ª Cleonice Silva Freire Relatora Substituta TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Agravo de Instrumento n.º /2007 São Luís Agravante: Marcello Soares Santos e outros. Advogados: Jorge Viana Agravados: Célio Roberto Pinto de Araújo e outros. Advogados: Alberto Lurine Guimarães e Márcia Nadréa Ferreira Pereira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire DECISÃO Trata-se de Agravo na forma instrumental com pedido de efeito suspensivo interposto por Marcello Soares Santos e outros, pretendendo a suspensão e reforma de decisão antecipatória de tutela proferida pelo M. Juiz de Direito da Primeira Vara Cível da Capital, nos autos da Ação Declaratória de nulidade que lhes move Célio Roberto Pinto de Araújo e outros, ora agravados. Em suas razões os agravantes narram terem ajuizado Ação Ordinária contra o Estado do Maranhão pretendendo suas promoções e reclassificações de patente no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão, bem como o pagamento das respectivas diferenças de vencimentos. Aduzem terem obtido êxito, uma vez que, favorável, a sentença também foi confirmada por esta Corte no julgamento da Apelação Cível n.º 2269/2004, cujo Acórdão transitou em julgado. Sustentam ainda que depois de promoverem a execução da sentença, os agravados ajuizaram Ação Declaratória de Nulidade pretendendo impugnar a validade do julgamento proferido na Ação Ordinária promovida contra o Estado do Maranhão, já acobertada pela coisa julgada. Apontam que depois de distribuída a anulatória, foi deferida a antecipação da tutela buscada pelos agravados, contudo, sem estarem presentes quaisquer dos requisitos legais. Acrescentam que o juízo da 1ª Vara Cível é absolutamente incompetente. Sob tais argumentos, e por entenderem delineados os requisitos legais, pugnaram a concessão de efeito suspensivo ao agravo. É o relato do essencial. Decido: Após análise preliminar das razões recursais e da documentação em anexo, constato assistir razão aos agravantes quanto à presença dos requisitos para concessão da tutela cautelar. Justifico: Sem adentrar em qualquer outra questão, verifico que a Ação Declaratória de Nulidade ajuizada pelos agravados visa desconstituir, via de conseqüência, tutela jurisdicional que envolve diretamente o Estado do Maranhão, e não só os agravantes, fato que força o reconhecimento de que o juízo prolator da decisão ora recorrida é absolutamente incompetente para o feito. Ora, se o Estado do Maranhão é litisconsorte passivo necessário, a competência para conhecer da pretensão deduzida é obrigatoriamente de uma das Varas da Fazenda Pública da Capital, conforme previsto no art. 9º, XVI e ss, do Código de Divisão e Organização Judiciárias do Maranhão. Assim, com fundamento nos arts. 527, III, e 558, do CPC., defiro o efeito suspensivo pleiteado para obstar a eficácia da decisão recorrida até ulterior deliberação desta Corte. Oficie-se ao magistrado de 1º grau, comunicando-lhe o inteiro teor desta decisão, bem como lhe requisitando as informações de praxe. Após, Intimem-se os agravados nos termos do art. 527, V, do CPC. Ultimadas essas providencias, dê-se vistas à Procuradoria Geral de Justiça. Cumpra-se. Publique-se. São Luís, 19 de julho de Des.ª Cleonice Silva Freire RELATORA

16 16 QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO D.O. PODER JUDICIÁRIO AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº /2007 SÃO LUÍS. Agravante: Ambev Companhia de Bebidas das Américas. Advogados: Humberto Theodoro Neto, Juliana Cordeiro de Faria e outros. Agravada: Redisbel Redenção Distribuidora de Bebidas Ltda. Advogados: Francisco de Assis Souza Coêlho Filho, Sônia Maria Lopes Coelho, Kadmo Henrique Santos Pontes e outros. Relator: Des. Cleones Carvalho Cunha. Vistos etc. AMBEV Companhia de Bebidas das Américas, devidamente qualificada nos autos, interpôs o presente agravo de instrumento, com pedido liminar, visando a modificar decisão exarada pelo MM. Juiz da 8ª Vara Cível da Comarca de São Luís, nos autos da ação ordinária de nulidade de ato jurídico n.º 13183/2004, aforada por REDISBEL Redenção Distribuidora de Bebidas, ora agravada, através da qual o magistrado, ao analisar petição atravessada pela recorrente, informando-o a respeito de decisão exarada pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça que, dando provimento ao Recurso Especial n.º MA, reconhecendo a ilegitimidade ad causam da agravante para figurar no polo passívo da demanda, impediu-lhe de suspender o fornecimento de produtos à recorrida, ante a inexistência de elementos bastantes a atestar o trânsito em julgado do referido acórdão. A agravante alega que o juízo a quo, a partir da decisão atacada, concedeu efeito suspensivo aos recursos interpostos pela recorrida, sucessivamente, embargos de declaração e embargos de divergência, violando, assim, a legislação processual de regência que não imprime efeitos obstativos àqueles recursos. Assevera que, nos termos do art. 497 do Código de Processo Civil, os embargos opostos ao acórdão exarado pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, malgrado com efeito infringente, não possuem o condão de obstar a eficácia imediata das decisões proferidas por aquele órgão de superposição, sendo suas decisões detentoras de eficácia imediata. De mais a mais, alega, ainda, que a decisão fustigada, ao condicionar a eficácia do acórdão proferido pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça ao seu trânsito em julgado, afasta, por completo, o princípio da efetividade processual. Por fim, afirma que estão presentes os pressupostos para a concessão de efeito ativo ao presente recurso, pleiteiando, assim, pelo seu processamento na forma de instrumento, bem como pugna pelo provimento do agravo, para que seja reformada a decisão atacada. É o breve relatório. Presentes os requisitos de admissibilidade recursal, passo à apreciação do pleito liminar. Ab initio, cumpre-me ressaltar que o presente recurso será analisado à luz da Lei nº /2005, que conferiu nova disciplina ao cabimento e processamento dos agravos retido e de instrumento, alterando os artigos 522, 523 e 527 do CPC, haja vista ter entrado em vigor no dia 19 de janeiro de 2006, antes, portanto, da prolatação da decisão recorrida. Segundo a nova sistemática processual, o agravo de instrumento somente será cabível quando a decisão interlocutória for suscetível de causar à parte lesão grave e de difícil reparação, bem como nos casos de não recebimento da apelação e nos relativos aos efeitos em que o recurso de apelo é recebido. Assim, não se enquadrando o agravo em nenhuma dessas hipóteses, deverá o mesmo ser convertido na modalidade retida, nos termos do art. 527, II, da Lei Processual Civil. A regra do agravo de instrumento é sua devolutividade, ficando a concessão de efeito ativo condicionada à demonstração de fundamento relevante de direito, além de possível prejuízo ou dano de difícil reparação, caso seja aguardado o deslinde regular da controvérsia judicial. Para concessão, também, não pode ser previsível a irreversibilidade da medida. Decerto, somente é possível o deferimento de liminar neste recurso quando bem delineados, concorrentemente, o fumus boni iuris e o periculum in mora, favoráveis ao agravante, e houver impossibilidade de dano inverso, em detrimento do agravado. Na espécie, constato que, neste juízo de cognição sumária, não se faz presente o fundamento jurídico relevante apto a concessão da tutela antecipada recursal, pugnada pela recorrente, haja vista que inexiste nos autos ofício expedido pelo Superior Tribunal de Justiça, certificando, ao juízo de base, o trânsito em julgado da decisão exarada pela Terceira Turma daquela Corte, que, em tese, poderá ser modificada face a interposição dos embargos de divergência pela recorrida. Face ao exposto, denego a medida liminar pleiteada pela agravante. Portanto: 1 oficie-se ao Juiz da 8ª Vara Cível da Capital, dando-lhe ciência deste despacho, para que, no prazo de 10 (dez) dias, preste as informações que entender necessárias; 2 intime-se a agravante, através de seus advogados, na forma da lei, do teor desta decisão; 3 intime-se a agravada, através de seu advogado para, no prazo de 10 (dez) dias, responder, se quiser, aos termos do presente agravo, facultando-lhe a juntada dos documentos que entender cabíveis. Após as sobreditas providências, encaminhem-se os autos à Douta Procuradoria Geral da Justiça. Intimem-se. Publique-se. Cumpra-se São Luís, 18 de julho de Desembargador CLEONES CARVALHO CUNHA RELATOR EMBARGOS DE DECLARAÇÃO 12823/2007 AO ACÓRDÃO Nº /2007, REFERENTE À APELAÇÃO CÍVEL N.º 1438/ IMPERATRIZ Embargante: Transportes Coletivos Imperial Ltda. Advogado: Roberto de Oliveira Preti Embargado: Manoel Messias de Sousa Advogado (s): Joel Dantas dos Santos, Jonas Tavares Dias, Maria Aucimere Soares Florentino Relator: Des. Marcelo Carvalho Silva DESPACHO Verifico que no único instrumento procuratório acostado aos autos, passado pela ora embargante, não consta o nome do advogado que subscreve os embargos declaratórios epigrafados (cf. fl. 64). Assim, considerando que é inexistente o recurso quando o seu subscritor não possui procuração e/ou substabelecimento nos autos (AgRg no AgRg no REsp /MG, Rel. Ministro JOSÉ DELGADO, PRI- MEIRA TURMA, julgado em , DJ , p. 488), converto o julgamento em diligência, para que seja regularizada a representação, nos termos do art. 13 do Código de Processo Civil, pena de não conhecimento do recurso. Prazo: 05 (cinco) dias. Intime-se. São Luís, 17 de junho de Desembargador Marcelo Carvalho Silva Relator ÓRGÃO : TERCEIRA CÂMARA CÍVEL - CLASSE : EMBARGOS DE DECLARAÇÃO - - NÚMERO : ORIGEM : SÃO LUÍS - EMBARGANTE: SRA. LETÍCIA MARIA EVERTON SERRA DE CARVALHO. ADVOGADOS: DRS. PEDRO LEONEL PINTO DE CARVALHO, PEDRO LUCIANO MOURA PINTO DE CARVALHO, JEZANIAS DO RÊGO MONTEIRO, SIDNEY FILHO NUNES ROCHA, DANIEL BLUME DE ALMEIDA, CÍCERO OLIVEIRA E DRAS. ALEXIS TEXEIRA DE JESUS E SILVA E CAROLINA FERNANDES DE PAIVA. EMBARGADO: GOLDEN CROSS ASSISTÊNCIA INTERNACI- ONAL DE SAÚDE. ADVOGADOS: DRS. SÉRGIO BERMUDES, RAPHAEL DE MORAES MIRANDA, ERIC SERRANTE PESTRE, JOUGLAS ABREU BEZERRA JR, WILSON CABRAL HOSSOE JÚNIOR E OUTROS. DECISÃO EMBARGADA: INTERLOCUTÓRIA DE INADMISSIBILIDADE DO AGRAVO DE INSTRUMENTO DE Nº RELATORA: DESEMBARGADORA CLEONICE SILVA FREIRE. - Interlocutória Positiva -

17 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO Exposição: Cuida-se de Embargos de Declaração de nº (Fls. 37/ 40), opostos por Letícia Maria Everton Serra de Carvalho, visando sanar vício dito existente na decisão que não admitiu o Agravo de Instrumento de nº Aduz a Embargante, após tecer considerações sobre o acerto da decisão ora embargada, que esta Relatoria foi omissa, eis que deixou de se manifestar sobre a necessidade de prosseguimento da ação de base. Nestes termos, pugnou pelo acolhimento dos presentes Declaratórios, com o objetivo de que seja sanado o vício dito existente. É a Exposição.. Decisão: Conheço do recurso, presentes que se fazem os requisitos para a sua admissibilidade. Com razão a Embargante! Explico: É que embora o recurso principal tenha sido interposto pela Embargada, este visava, premonitoriamente, a paralisação do processo executivo com a proibição de formalização de alvará judicial e ao final, a extinção da própria execução. Assim sendo, em virtude da lide em comento se arrastar na Justiça ao logo de 15 (quinze) anos, fato lamentável e que destroça os Princípios da Celeridade Processual e da Efetivação da Prestação Jurisdicional, pensei não ser necessário fazer constar à necessidade expressa de continuidade do feito executivo, por ser conclusão lógica. Sob esse naipe, trago a lume o inciso LXXVIII, do artigo 5º, da Carta Republicana, ao garantir aos jurisdicionados à razoável duração do processo, judicial ou administrativo, norma de eficácia plena e imediata, decorrente, também, do due processo of law, que possui como base, o direito a um procedimento regular assegurado pela plenitude da ação, viabilizada pelo Princípio de Acesso a Justiça. Nesse sentir, a efetivação da tramitação da ação de base (Processo de nº ), impera na ótica constitucional e processual atual, vez que o recurso interposto pela parte que pretendia a paralisação daquele feito, não foi admitido, ou seja, sequer foi conhecido pelo Sodalício Estadual. Em relação dialética, há de se ter como parâmetro a necessidade de obediência, tanto pela Instância a quo, quanto pelo 2º Grau de Jurisdição, dos Princípios da Indeclinabilidade da Jurisdição e da Integração, ambos inseridos no artigo 5º, inciso XXXV, da Constituição Federal e no artigo 126, do Código de Processo Civil. Isto posto, por ser decorrência lógica da decisão de fls , nos termos do artigo 5º, incisos XXXV e LXXVIII, da Carta Republicana c/c artigos 126 e 535, inciso II, do Código de Processo Civil, acolho os presentes embargos, determinando seja oficiado ao juiz de base para que dê prosseguimento normal ao Processo de nº , com a efetivação dos atos processuais pendentes. Cumpra-se. Publique-se. Maranhão, São Luís, 17 de Julho de Des.ª Cleonice Silva Freire Relatora EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Nº. 7153/2007 (EMBARGOS A EXECUÇÃO Nº /2006) EMBARGANTE: Estado do Maranhão Procurador: Marcelo Apolo Vieira Franklin EMBARGADOS: Milton Lima Calado e José Trajano Brandão Martins Advogadas: Ag Amy Iraci da Costa Itapary e outros RELATÓRIO Trata-se de embargos de declaração com pedido de efeito modificativo, opostos em face da decisão que julgou improcedentes os embargos à execução. Alega o embargante que o sobredito acórdão incorre em omissão, uma vez que sua fundamentação teria se assentado em premissa equivocada, haja vista que os Secretários de Estado não recebem mais a remuneração extraordinária que lhes foi conferida pela Resolução 001/99, pelo fato desta ter sido revogada pela Resolução 006/2004. Em prestigio ao princípio constitucional do contraditório, foi ofertado prazo aos embargados para se pronunciarem sobre os embargos de declaração. Aduzem os embargados que o douto julgador compulsou criteriosamente os autos, apreciando as provas neles carreadas de maneira correta e justa, não existindo qualquer omissão na decisão. É o relato. Pode-se constatar que a decisão embargada não incorreu em omissão pelo simples fato de não ter acatado a tese defendida pelo ora embargante, e, por conseguinte, ter entendido que os secretários estaduais ainda continuam recebendo as gratificações ora em comento. Nesse contexto, se destaca o trecho da decisão recorrida em que foi analisada a implantação da aludida gratificação nos proventos dos embargados....por sua vez, quanto à apontada impossibilidade jurídica impeditiva a incorporação de gratificação extraordinária nos proventos dos ora embargados, sob o fundamento de sua revogação mediante resolução, tenho que a mesma é insubsistente, eis que como provado nos autos pelos embargados, o embargante continua a pagar a sobredita gratificação. Com efeito, esse Eg. Tribunal de Justiça vem decidindo, em casos análogos ao presente, por prejudicado o pedido de implantação da equiparação, mas, no entanto, ressalva o direito aos impetrantes de auferi-la, caso venha a ser novamente reimplantada a gratificação por serviços extraordinários. Destarte, dão conta os documentos acostados nos autos pelos embargados, que a apontada vantagem, a despeito de sua revogação, continua sendo paga pelo embargante, razão pela qual, os embargados igualmente possuem o direito de auferi-las... Ante o exposto, não identificando qualquer omissão, rejeito os declaratórios. São Luis/MA, 27 de junho de 2007 DES. RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO Presidente e Relator Embargos a Execução nº. 806/2007 (mandado de segurança n.º 27049/2002) Embargante: Estado do Maranhão Procuradora: Silvia Abreu Embargados: João Batista Silva Braga e Outros Advogados: João Boabaid de Oliveira Itapary e Outros DECISÃO Trata-se de embargos à execução interpostos pelo Estado do Maranhão nos autos do mandado de segurança nº. 806/2007, no qual assegurou aos embargados o direito à incorporação salarial nos proventos de inatividade do adicional de serviço extraordinário, sendo este no valor de R$ 4.775,40 (quatro mil setecentos e setenta e cinco reais e quarenta centavos). Alega preliminarmente o embargante a incompetência absoluta da Presidência desta Egrégia Corte para promover a execução do presente julgado, e sustenta a inépcia da petição inicial, uma vez que o exeqüente não juntou os cálculos aritméticos relativos à execução em seu termo petitório. Já no mérito, aduz que na elaboração dos cálculos não foram observados os índices de atualização e os juros legais aplicáveis à espécie, fato este que acabou ensejando num acréscimo da execução. Em sede de impugnação, os embargados refutam os argumentos ora sustentados pelo embargante, bem como ao final requerem que estes embargos sejam julgados totalmente improcedentes. É o relato. Preliminarmente, verifico estarem presentes os requisitos de admissibilidade, pois os embargos foram opostos por quem detém legítimo interesse em recorrer, sendo ele tempestivo e dispensado de preparo, haja vista o disposto no art. 536 do Código de Processo Civil. Cumpre salientar, de logo, que o embargante procura reabrir a discussão no tocante à argüição da ilegitimidade e incompetência absoluta do Presidente do Tribunal de Justiça para atuar na fase executiva do processo ora em epígrafe.

18 18 QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO D.O. PODER JUDICIÁRIO Nesta perspectiva verifica-se que não assiste razão o embargante haja vista repisar questões que de plano já se encontram sedimentadas, existindo um vasto numero de precedentes deste Tribunal acerca dessa matéria. Veja-se: AGRAVO REGIMENTAL. EMBARGOS À EXECUÇÃO. ARGUIÇÃO DE INCOMPETÊNCIA DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PARA EXECUÇÃO DE SENTENÇA EM MANDADO DE SEGURANÇA. NÃO VERIFICADA. INÉPCIA DA PETIÇÃO INICIAL. INOCORRÊNCIA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. I Exaurida a competência do relator, cabe ao Presidente do Tribunal praticar os atos processuais nos feitos de competência originária deste órgão, sendo, portanto sua atribuição, executar sentença de mandado de segurança impetrado nesta Corte. Inteligência do art. 25, IV do RITJMA.... IV Agravo improvido. (TJMA- Agravo Regimental nº /2005; j. 13/07/2005) De igual modo o Plenário deste Tribunal já decidiu nos Agravos Regimentais n os /2005, /2005, /2005, / 2005, /2005. Assim, verificada tão somente, a tentativa de rediscutir questão já confirmada pelo Plenário, por meio do recurso em questão, o embargante torna a trazer argumentos idênticos, para os quais não comporta mais qualquer discussão. Quanto a preliminar de inépcia da inicial, tem-se esta por completamente infundada, pois por se tratar de sentença concessiva de segurança derivada de um provimento judicial mandamental, sua execução é imediata, devendo o juiz determinar providências para o regular deslinde do feito. Nesse sentido, o artigo 475, 3º do Código de Processo Civil, nos explica que quando a sentença não determinar o valor devido, procede-se à sua liquidação. Razão pela qual a Presidência desta E. Corte encaminhou os autos a Contadoria Judicial no intuito de se apurar o valor sobre o qual incidirá a execução, não persistindo qualquer descumprimento de preceito legal nesta conduta. No mérito, após analisar os argumentos do embargante e as planilhas de cálculos apresentadas pelas partes, se constata que houve excesso no valor ora executado, levando-se em conta os índices de atualização e os juros legais aplicados ao presente caso, que por sua vez deveriam ser: pro rata nominal no primeiro dia do mês e pro rata nominal no último dia do mês. Ante o exposto, julgo procedentes os embargos à execução na forma do artigo 743, I do Código de Processo Civil, condenando os embargados ao pagamento dos honorários advocatícios, sendo estes fixados em 10% (dez por cento) sobre o valor excedente da execução. Encaminhem-se os autos à Contadoria Judicial para a atualização dos cálculos de fls. 15 a 62. Publique-se. Cumpra-se. São Luís,12 de julho de Desembargador RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO Presidente e Relator EMBARGOS À EXECUÇÃO N.º /2006 (MANDADO DE SEGURANÇA N.º 2180/1996) EMBARGANTE: ESTADO DO MARANHÃO. Procurador: Raimundo Henrique Nascimento Soares. EMBARGADA: ROSIMARY RODRIGUES SARAIVA Advogados: João Rodrigues Almeida D E S P A C H O Intimem-se as partes para que, no prazo de 05 (cinco) dias, manifestem-se acerca dos novos cálculos apresentados pela Contadoria Judicial, às fls. 254, nos autos. Publique-se. Cumpra-se. São Luís, 11 de julho de Desembargador RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO Presidente Petição nº /2007 (Suspensão de Liminar nº /2006) REQUERENTE: ESTADO DO MARANHÃO Procurador: Osvaldo Santos Cardoso REQUERIDO(s): ANA CÉLIA SANTANA E OUTROS COMARCA: São Luís Vara: Primeira, Segunda e Quarta Varas da Fazenda Pública D E C I S Ã O O Estado do Maranhão em petição protocolada no dia 28 de junho de 2007 requer seja oficiado o Juízo da Primeira Vara da Fazenda Pública da Comarca desta Capital acerca das decisões proferidas no bojo do incidente processual em epígrafe que tornou sem efeito a decisão antecipatória proferida nos autos do Processo nº /2006. Aduz que chegou a Procuradoria Geral do Estado, mandado de intimação de decisão que concedeu pedido de tutela antecipada formulado nos autos da Ação Ordinária nº /2006, movida por Rosa Maria da Silva Duarte. Às fls. 230/232 dos presentes autos esta Presidência suspendeu os efeitos de várias tutelas antecipadas deferidas no sentido de determinar a restituição de valores descontados a título de imposto de renda no pagamento da indenização da licença prêmio não gozada por magistrados. Em 21 de julho do corrente ano, à fl. 451, fora proferida decisão no sentido de estender os efeitos daquela deliberação a todas as tutelas antecipatórias supervenientes que viessem a ser concedidas com idêntico objeto, sendo oficiado todos os juízos fazendários desta Capital. Ocorre que o Juiz da Primeira Vara da Fazenda Pública, Dr. Jaime Ferreira de Araújo, somente tomou conhecimento da referida decisão em 28 de junho passado, ou seja, quando já havia deferido a tutela antecipada supra referida. Assim, como bem ressaltou o requerente, os efeitos da medida antecipatória deferida nos autos do Processo nº /2006, de fato, encontra-se suspenso, conforme decisão de fl Outrossim, quanto a pretensão do Estado do maranhão no sentido de que seja oficiado o Juízo processante de Primeiro Grau acerca da decisão suspensiva, não obstante tal procedimento já tenha sido devidamente realizado por meio do Ofício nº 775/2007 GP/DJ/CP, determino seja reiterado o envio de tal expediente. Publique-se. Cumpra-se. São Luís, 11 de JULHO de Desembargador RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO Presidente RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º RECORRENTE: WANDER INÁCIO DA SILVA. Advogado: Ana Valéria Sodré Carneiro e outros. RECORRIDA: ANA BEATRIZ PEREIRA DA CRUZ (MENOR). REPRESENTANTE: LUCILENE PEREIRA DA CRUZ. Advogado: Raimunda Alice Leite Bandeira. D E C I S Ã O Trata-se de recurso especial interposto por WANDER INÁCIO DA SILVA, com fundamento no artigo 105, III, a da Constituição Federal, em face do acórdão n.º /2006 proferido pela Segunda Câmara Cível desta Egrégia Corte, no bojo da apelação cível n.º A controvérsia que originou esse recurso especial foi a decisão proferida em sede de apelação cível que confirmou a sentença oriunda da 2ª Vara de Família da Comarca de Imperatriz-MA que julgou procedente a ação revisional de alimentos proposta pela ora recorrida. Contra o julgado foram opostos embargos de declaração, não conhecidos pela intempestividade. Assevera que o acórdão impugnado negou vigência aos artigos do Código Civil e art. 333, I, do Código de Processo Civil. Quanto ao artigo do Código Civil, alega a inobservância do princípio da proporcionalidade. Por sua vez, o art. 333, I, do Código de Processo Civil também não foi devidamente aplicado porque a recorrida não conseguiu provar a alteração das condições financeiras aptas a autorizarem a revisão dos alimentos. Ao final, requer a admissão do recurso para a remessa ao Colendo Superior Tribunal de Justiça. Não houve contra-razões. É o breve relatório. Decido. Foram atendidos os requisitos objetivos de admissibilidade, referentes à representação e à tempestividade, uma vez que o recorrente encontra-se devidamente representado, assim como aviou este recurso no

19 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO prazo de lei. Quanto ao pagamento das despesas referentes ao porte de remessa e de retorno, consta certidão à fl. 189 que os mesmos foram efetuados pelo recorrente. Os dispositivos legais elencados como violados não foram objeto de prequestionamento no acórdão recorrido (fls. 138 a 143), encontrando assim, óbice à admissibilidade do recurso com fundamento na súmula 211 do Egrégio Superior Tribunal de Justiça. Sobre o tema, colacionam-se os seguintes julgados do STJ: PROCESSUAL CIVIL EMBARGOS DE DECLARAÇÃO FUN- DAMENTAÇÃO DEFICIENTE RECURSO ESPECIAL ADMISSIBILIDADE AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO (SÚMULA 211/STJ). 1. Carecem de fundamento os embargos declaratórios destituídos de razões suficientes para evidenciar a configuração de qualquer das hipóteses do art. 535 do CPC. 2. Para que se configure o prequestionamento da matéria, há que se extrair do acórdão recorrido deliberação sobre as teses jurídicas articuladas em torno dos dispositivos legais supostamente violados, a fim de que se possa, na instância especial, abrir discussão sobre determinada questão de direito, definindo-se, por conseguinte, a correta interpretação da legislação federal. 3. Embargos de declaração rejeitados. (EDcl no REsp /RN, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em , DJ p. 554) PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL. FALTA DE PREQUESTIONAMENTO. OMISSÃO NA CORTE A QUO NÃO-SANADA POR EMBAR- GOS DE DECLARAÇÃO. ADUÇÃO DE OFENSA A ARTIGOS DE LEI AUSENTES NA MOTIVAÇÃO DA DECISÃO RECORRIDA. SÚMULA Nº 211/STJ. 1. Agravo regimental contra decisão que negou seguimento a recurso especial ante a ausência de prequestionamento, com aplicação da Súmula nº 211/STJ. 2. Acórdão a quo segundo o qual: a) conforme jurisprudência do Colendo Supremo Tribunal Federal, o servidor público tem direito adquirido ao quantum remuneratório, mas não ao regime jurídico de composição dos vencimentos ; b) a alteração de determinadas parcelas que compõem os vencimentos se mostra perfeitamente possível, tendo em vista que os servidores públicos não tem direito adquirido a imutabilidade de regime jurídico, desde que respeitada a irredutibilidade vencimental. 3. Ausência do necessário prequestionamento. Dispositivo legal indicado como afrontado não-abordado, em nenhum momento, no âmbito do aresto hostilizado. 4. Não basta apenas que o acórdão dos aclaratórios afirme que, para não causar eventuais prejuízos na oposição de recursos às instâncias ad quem, tenham-se por prequestionados artigos legais e/ou constitucionais, sem que, de fato, tal ocorra por meio do exame da matéria jurídica correlata de tais normas na motivação do decisum. Aplicação da Súmula nº 211/STJ. 5. Agravo regimental não-provido. (AgRg no REsp /PR, Rel. Ministro JOSÉ DELGADO, PRIMEIRA TURMA, julgado em , DJ p. 520) Ante o exposto, não admito o recurso. Publique-se. São Luís, 17 de julho de Desembargador RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO Presidente RECURSO ESPECIAL N.º 4.261/2007 RECORRENTE: ELI ALVES DA SILVA Advogados: Malaquias Pereira Neves e outros RECORRIDO: BANCO BRADESCO S/A Advogados: Sirlene Lopes de Menezes e outros DECISÃO O presente recurso especial foi interposto por ELI ALVES DA SILVA, com fulcro no artigo 105, inciso III, alínea a, da Constituição Federal, e resulta dos julgamentos da Apelação Cível n.º / 2005 e dos Embargos de Declaração n.º /2006, proferidos pela Egrégia Primeira Câmara Cível deste Tribunal. Versam os autos sobre os Embargos à Execução (Processo n.º /2003) opostos pelo ora recorrido, rejeitados pelo juízo a quo. Foi interposta a Apelação Cível n.º /2006, improvida pelo Acórdão n.º /2006, que confirmou a sentença atacada em todos os seus termos. Foram opostos os Embargos de Declaração n.º /2006, rejeitados pelo Acórdão n.º /2007. Em sede do presente recurso especial, o recorrente aponta a violação dos artigos 235 do Código de Processo Civil, 1.647, III, do Código Civil e 4.º do Decreto /1933 (Lei de Usura). Embora devidamente intimado, o recorrido não apresentou contra-razões, conforme Certidão de fls É o relatório. Decido. Em análise aos pressupostos genéricos de admissibilidade recursal, verifico que o recorrente encontra-se devidamente representado e interpôs o presente apelo no prazo de lei. Satisfeito o requisito de preparo, conforme Certidão de fls No tocante à alegada ofensa ao artigo 235 do Código de Processo Civil, mostra-se impossível de apreciação pela Corte Superior, tendo em vista que o mesmo não foi devidamente prequestionado, deixando, assim, de preencher a exigência de admissibilidade preconizada na Súmula 211 do Superior Tribunal de Justiça. Quanto à alegada contrariedade ao artigo 4.º do Decreto n.º / 1933, constato a impossibilidade de análise pelo o Superior Tribunal de Justiça, que já possui entendimento firmado nesse sentido, conforme se depreende do julgado abaixo transcritos: AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. EMBAR- GOS DE DECLARAÇÃO PROTELATÓRIOS. EXCLUSÃO DA MULTA DO ART. 538 DO CPC. CONTRATO BANCÁRIO. JUROS REMUNERATÓRIOS. LEI N.º 4.595/64. ENUNCIADO 596 DA SÚMULA DO STF. AGRAVO NÃO PROVIDO. 1. Embargos de declaração manifestados com notório propósito de prequestionamento não têm caráter protelatório. Súmula 98 do Superior Tribunal de Justiça. 2. Com o advento da Lei n /1964, restou afastada a incidência da Lei de Usura, que limitou os juros remuneratórios no patamar de 12% ao ano, nos termos do Enunciado nº 596 da Súmula do eg. Supremo Tribunal Federal: As disposições do Decreto /1933 não se aplicam às taxas de juros e aos outros encargos cobrados nas operações realizadas por instituições públicas ou privadas, que integram o Sistema Financeiro Nacional. 3. Agravo regimental improvido. (grifamos) (STJ 4.ª TURMA - AgRg no REsp /RS. Rel. Min. Hélio Quaglia Barbosa. Julgamento em 22/05/2007. DJ , p. 637) No tocante à alegada violação do artigo 1.647, III, do Código Civil, mister se faz apontar, de logo, seu devido prequestionamento por este Tribunal de Justiça, preenchendo a exigência de admissibilidade preconizada na Súmula 211 do Superior Tribunal de Justiça. Ademais, infere-se que o recorrente adequou o presente recurso aos pressupostos de índole constitucional, apontando suposta violação ao artigo mencionado que se encontra devidamente prequestionado, inexistindo óbices de natureza legal ou jurisprudencial a inviabilizar seu seguimento. Diante de tais motivos, está evidenciado o cabimento do recurso especial, pela alegada ofensa ao 1.647, III, do Código Civil, razão pela qual admito o presente apelo. Publique-se. São Luís, 16 de julho de Desembargador RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO Presidente RECURSO ESPECIAL N.º 4.477/2007 PETIÇÃO N.º 7.924/2007 RECORRENTE: BUNGE ALIMENTOS S.A. Advogado(s): Mônica H. S. Mendes e outros RECORRIDO: JOEL ANDRE PÉS Advogado(s): Marino Silva

20 20 QUINTA-FEIRA, 26 - JULHO D.O. PODER JUDICIÁRIO D E S P A C H O Trata-se de petição protocolada por BUNGE ALIMENTOS S.A., sob o n.º 7.924/2007, nos autos do Recurso Especial n.º 4.477/2007, indeferido por falta de representante legalmente constituído. Alega na supra mencionada petição, o requerente, que em foi prolatado acórdão que acolheu embargos de declaração interpostos pelo ora recorrido determinando que o ora requerente devolvesse sacas de 60 quilos de soja tipo exportação ao recorrido. Na referida petição, é argüido que é impossível cumprir o referido acórdão posto que a predita quantidade de soja jamais foi entregue à Bunge Alimentos S.A. Segundo o peticionário, conforme se depreende dos autos em epígrafe, na ação cautelar de arresto ajuizada pelo ora recorrido contra Jorge Henrique Pés, foi deferido o arresto, ficando como depositário da soja a ser colhida das lavouras, o próprio devedor. Quando dos embargos de terceiro, deferido em favor do ora peticionário, Bunge Alimentos S.A., o arresto concedido em favor do ora recorrido foi revogado, mas o peticionário nunca recebeu o objeto da lide, posto que os embargos foram preventivos, objetivando que a soja que viria a ser colhida não fosse entregue ao ora recorrido. Intimado a se manifestar, o recorrido requereu a desconsideração da petição e o arquivamento dos autos. Conclusos os autos, estes foram encaminhados a esta Presidência. Com relação ao pedido do requerente, entendo que o mesmo não pode ser analisado por esta Presidência, posto que a prestação jurisdicional deste Tribunal foi concluída com o trânsito em julgado da decisão que não admitiu o recurso especial, conforme Certidão constante às folhas 390. Ademais, compete ao juízo que decidiu a causa no primeiro grau de jurisdição proceder com a execução e apreciar o pedido supra mencionado, com fundamento no artigo 575, II do Código de Processo Civil. Diante do exposto, remetam-se os autos à comarca de origem para que o juízo de Balsas aprecie o pedido contido na petição protocolada sob o n.º 7.924/2007, constante às folhas 392 às 393. Publique-se. Cumpra-se. São Luís (MA), 13 de julho de RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO Presidente RECURSO EXTRAORDINÁRIO Nº 3.657/2007 RECORRENTE: ESTADO DO MARANHÃO Procurador(a): Ricardo de Lima Séllos RECORRIDO (A)(S): MARIA DAS GRAÇAS AGUIAR ALVES E OUTRAS Advogado (s): Luiz Henrique Falcão Teixeira D E C I S Ã O ESTADO DO MARANHÃO, irresignado com a decisão exarada nos Acórdão nº /2007, resultante do julgamento da Apelação Cível nº /2006 São Luís, pela Terceira Câmara Cível deste Egrégio Tribunal de Justiça, interpõe recurso extraordinário com supedâneo no artigo 102, inciso III, alínea c da Constituição Federal. Afirma que a Lei Estadual nº 6.110/94, ao permitir a promoção entre classes ofende o art. 37, inc. II da Constituição Federal, posto que as referidas classes (definidas no art. 21, 28 e 29 da Lei Estadual) são compostas por cargos de acordo com habilitações e atribuições diferentes. Dessa forma, a promoção de uma classe para outra prevista no art. 40 do Estatuto do Magistério Estadual se configura não como promoção, mas sim como ascensão funcional, o que é vedado pela Constituição Federal. Os autos originários versam sobre a ação ordinária promovida por Maria das Graças Aguiar Alves e outras professoras da rede pública de ensino do Estado do Maranhão objetivando a reclassificação das mesmas para o cargo de professor classe IV e o pagamento da diferença salarial relativa ao período compreendido entre a data do requerimento administrativo de reclassificação e a data da efetivação da titulação através do Decreto Estadual nº de As recorridas, embora devidamente intimadas, deixaram de apresentar contra-razões, consoante certidão de fls É o relatório. Decido. Analisando os requisitos extrínsecos de admissibilidade, verifico o devido preenchimento dos mesmos, nos seguintes moldes: o recorrente encontra-se representado por procurador dos quadros da instituição; o recurso é tempestivo; há dispensa de preparo, em virtude de o recorrente estar acobertado pelo 1º, do art. 511 do Código de Processo Civil. No que tange ao cabimento, tendo em vista a possibilidade de violação ao art. 37, inc. II do diploma constitucional, entendo como subsistentes as razões do recorrente, visto que o referido dispositivo foi devidamente prequestionado. Ex positis, admito o presente recurso extraordinário. Publique-se. São Luís, 13 de julho de Desembargador RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO Presidente RECURSO EXTRAORDINÁRIO Nº 4569/2007 RECORRENTE: ESTADO DO MARANHÃO Procurador(a): Sílvia Abreu RECORRIDO: BENEDITO BOGÉA BUZAR Advogados: Sálvio Dino de Castro e Costa Júnior e Ana Amélia Figueiredo D E C I S Ã O ESTADO DO MARANHÃO, irresignado com a decisão exarada no Acórdão nº /2006, resultante do julgamento do Mandado de Segurança n.º /2004, pelas Câmaras Cíveis Reunidas deste Egrégio Tribunal de Justiça, interpõe recurso extraordinário com supedâneo no artigo 102, inciso III, a da Constituição Federal. Sustenta o recorrente que o acórdão recorrido violou o art. 37, XI da Constituição Federal, na redação dada pela EC n.º 41 de 19/12/2003, pois conferiu ao recorrido o direito de perceber vencimentos superiores ao teto remuneratório, que no caso é o subsídio mensal do Governador do Estado do Maranhão. Alega que contra esta regra, que estabelece o teto remuneratório, não se pode alegar direito adquirido, conforme a previsão contida na Constituição Federal de 1988 desde a sua concepção (art. 37, XI, c/c do art. 17 do ADCT). Os autos originários versam sobre mandado de segurança impetrado por Benedito Bogéa Buzar aposentado no cargo de professor titular da Universidade Estadual do Maranhão impugnando os descontos que as autoridades coatoras passaram a impor nos seus contracheques, a fim de adequá-lo ao subteto remuneratório estabelecido pela Emenda Constitucional n.º 41/2003. A segurança foi concedida por este E. Tribunal de Justiça do Maranhão sob o fundamento de que a novel norma constitucional trazida pela referida emenda constitucional não poderia ser aplicada ao caso em concreto em respeito ao direito adquirido do impetrante. O recorrido, devidamente intimado, apresentou contra-razões, nas quais requereu o não conhecimento do recurso em razão de ausência de prequestionamento e, no mérito, seu improvimento. É o relatório. Decido. Analisando os requisitos extrínsecos de admissibilidade, verifico o devido preenchimento dos mesmos, nos seguintes moldes: com relação à representação, o recorrente encontra-se representado por procurador dos quadros da instituição; o recurso é tempestivo; há dispensa de preparo, em virtude de o recorrente estar acobertado pelo 1º, do art. 511 do Código de Processo Civil. No que tange ao cabimento, considerando a possibilidade de violação ao art. 37, inc. XI da Constituição Federal, com a redação que lhe foi conferida pela Emenda Constitucional n.º 41/2003, entendo como subsistentes as razões do recorrente, visto que o referido dispositivo foi devidamente prequestionado. Ex positis, admito o presente recurso extraordinário. Publique-se. São Luís, 16 de julho de Desembargador RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO Presidente

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