Plano de Negócios. ProActive Biz Produtos Alimentares S.A. Bruno Neto, Claudio Carvalho, João Silva FCUP 2010 Julho de 2010

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1 Plano de Negócios ProActive Biz Produtos Alimentares S.A. Bruno Neto, Claudio Carvalho, João Silva FCUP 2010 Julho de 2010 Plano de Negócios desenvolvido no âmbito da disciplina de Gestão da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, no ano lectivo de 2009/ Página

2 Sumário (Índice) JI Sumário (Índice)... 2 Sumário executivo... 3 Descrição e Estrutura da empresa... 4 Planeamento Estratégico Produtos e Serviços Plano de Marketing Análise de Mercado Estratégia de Marketing Análise da viabilidade Económico Financeira/Plano Financeiro Anexos Anexo Anexo Anexo Anexo Bibliografia P ágina

3 Sumário executivo Este Plano de Negócios pretende lançar a ProActive Biz no sector da indústria alimentar e de bebidas, mais especificamente no ramo dos lacticínios, através de uma aposta em produtos diferenciados, reformulando os hábitos de consumo dos portugueses e promovendo um clima de harmonia, bem estar e confiança. A gama de produtos que se pretende lançar é composta por quatro produtos: Leite de Bovino, Leite de Búfalo, Iogurte Líquido enriquecido com Resveratrol e Iogurte Líquido enriquecido com um composto vitamínico à base de Vitamina C e Vitamina E e espera se que tenham um crescimento global de vendas em valor superior a 80% até 2016, atingindo o limiar dos 20 milhões de euros e um resultado líquido de aproximadamente 5 milhões e meio de euros. O quadro administrativo da empresa tem assimilada a importância da pesquisa, investigação e desenvolvimento como factores de antecipação à concorrência pelo que pretende lançar continuamente produtos inovadores, que satisfaçam as necessidades nutricionais e sociais dos seus consumidores. 3 P ágina

4 Descrição e Estrutura da empresa A ProActive Biz Produtos Alimentares S.A.. será uma sociedade anónima, prevista para começar a funcionar em 2011 e constituída por cinco sócios: Bruno Daniel Rodrigues Neto, Cláudio Daniel da Silva Carvalho, João Nuno Gomes da Silva, a Espírito Santo Capital e a InovCapital. Sendo que estes dois últimos sócios serão o grande suporte financeiro para alavancar este negócio, dado serem reputadas e experientes sociedades de capital de risco, que além de investirem em empresas em troca de uma participação temporária no capital social, também dão apoio a outros níveis: jurídico, contabilístico, logístico, etc. A ProActive Biz Produtos Alimentares S.A. actuará no sector da indústria alimentar e de bebidas, particularmente, no sector dos lacticínios, enquadrada na oferta de uma alimentação funcional. Estrutural Legal Nome da empresa (Razão Social): ProActive Biz Produtos Alimentares S.A. Nome de Fantasia da empresa: ProActive Biz Escolha do estatuto jurídico da empresa: Sociedade Anónima Objecto: Indústria alimentar e de bebidas, do ramo dos lacticínios. Subscrição de Acções Particular e Capital Social: ,00 Participação dos Sócios: Bruno Daniel Rodrigues Neto Quota: ,00 (1,6%) Cláudio Daniel da Silva Carvalho Quota: ,00 (1,6%) João Nuno Gomes da Silva Quota: ,00 (1,6%) Espírito Santo Capital Quota: ,00 (71,4%) InovCapital Quota: ,00 (23,8%) Localização A sede e o pólo industrial da empresa irão localizar se num terreno de 35 mil m 2 na Concelhia da Maia. Dotada de uma exemplar localização geográfica e de ímpares condições infra estruturais, a Maia é um município extremamente industrializado com uma área superior a 83,14 Km 2 e sensivelmente 141 mil habitantes 1. As excelentes vias 4 Página

5 rodoviárias, a proximidade com o Porto de Leixões, a proximidade com o Parque Tecnológico da Maia e o ambiente cosmopolita são mais valias, neste concelho inserido na região do nordeste peninsular com um património histórico, sócio económico e cultural que são os ideais para que a ProActive Biz se imponha no mercado nacional e quiçá, futuramente, no mercado ibérico. Aliando se estas características, à interessante matriz ideológica Sorria, está na Maia consideramos que esta região partilha da nossa filosofia, sendo esta condição sine qua non para o sucesso desta entidade empresarial. Coordenadas: Latitude: 41 12'24.73"N Longitude: 8 34'27.77"W Águas Santas, Maia, Porto, Portugal Área: m 2 (Terreno avaliado em ; Preço/m 2 : 43 ) 2 Morada: Rua Quinta da Comenda Código Postal: 4425 Maia 5 P ágina

6 Organograma da Empresa A versão detalhada do organograma pode ser consultada no Anexo 1, todavia convém destacar que a Administração é constituída pelos sócios gerentes, a tempo inteiro, Bruno Daniel Rodrigues Neto, Cláudio Daniel da Silva Carvalho e João Nuno Gomes da Silva e, ainda, por representantes da InovCapital e da Espírito Santo Capital, com funções geralmente de supervisionamento do andamento do negócio. Bruno Neto e João Silva são dois jovens empreendedores com formação académica em Matemática, enquanto Cláudio Carvalho tem formação na área na Engenharia Alimentar. Formados na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto com uma boa formação nas suas especialidades, procurarão, com visão, espírito de sacrifício, segurança e responsabilidade, desenvolver o potencial dos seus recursos humanos e encaminhá los em prol dos objectivos comuns da empresa. A estrutura é gerida na típica versão top down e ramificada por departamentos, não sendo rígida quanto à comunicação inter departamental, para garantir uma maior eficiência do projecto empresarial. Quanto à restante estrutura convém referir que o Departamento Jurídico, a Contabilidade e a Distribuição estarão a cargo de empresas subcontratadas, no sentido, de reduzir custos, de optar por opções mais profissionais e experientes. 6 P ágina

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8 Política de Recursos Humanos Recrutamento e Selecção O Recrutamento e Selecção estará a cargo de uma empresa contratada para o efeito. Pelo profissionalismo e experiência no sector, teremos como parceiro estratégico Hays Portugal (http://www.hays.pt). Inicialmente terá 69 trabalhadores (administradores incluídos) e importa referir que a empresa tenciona contratar 2 investigadores em 2013, mais um técnico em 2014 e, ainda, mais um investigador em 2016, ficando com uma estrutura de 73 pessoas. Avaliação de Desempenho A Avaliação de Desempenho, de todos os funcionários, estará a cargo do Director do Departamento de Recursos Humanos mas a Administração estabelece como pressuposto que esta incidirá em três domínios ou dimensões: Dimensão Cognitiva (saber saber) avaliação dos conhecimentos teóricos sobre a área de actuação profissional, com prova escrita anual com ponderação na avaliação total de 30%. Dimensão Sócio Afectiva (saber ser) avaliação das competências sociais, nomeadamente capacidade de liderança e de gestão de conflitos, espírito de equipa, iniciativa, flexibilidade, criatividade, responsabilidade, altruísmo e inteligência emocional. Ponderação de 30% na avaliação total. Dimensão Operacional (saber fazer) avaliação das capacidades técnicas demonstradas no exercício da actividade, através da prestação individual diária dos avaliados. Ponderação na avaliação total de 40%. Esporadicamente, o Departamento de Recursos Humanos poderá recorrer à avaliação por uma entidade externa, mas este não deve ser o veículo motor habitual para a definição de estratégias pós avaliação, nomeadamente despedimentos ou alterações remuneratórias. Vencimentos Mensais Remuneração base mensal Ano 2011 Administração / Direcção 2500 Directores 2000 Investigador Coordenador 2000 Investigadores 1100 Técnicos 1000 Tesoureiro(a) 1000 Secretários(as) 700

9 Operadores 610 Técnicos de Limpeza 500 Vigilantes 615 Os 3 Administradores, todos os 5 Directores, o Investigador Coordenador e os 3 Técnicos dos Sub Departamentos de Marketing terão direito a um plafond para despesas com combustíveis, despesas de representação, deslocações e estadas. Estas 12 pessoas terão ainda direito ao pacote de comunicações TMN Plano PME Diferenciada Fixo Móvel. Todos os funcionários têm direito a subsídio de alimentação. Plano de Incentivo O programa de incentivos não passará necessariamente pelo aumento salarial directo, dado ser um método cada vez mais ultrapassado para motivar os empregados, não estimulando, em grande medida, a produtividade. Ao invés, iremos proceder com possibilidade de progressão na empresa, maior aposta na formação dos nossos empregados, criação de "casual days", fortalecendo os laços inter pessoais e aproximando os diferentes quadros hierárquicos da empresa. Formação e Desenvolvimento A Formação e contínua aposta nos nossos recursos humanos estarão a cargo de parcerias estratégicas pontuais com as seguintes empresas ou instituições: Tequalim Laboratório e Consultadoria de Qualidade Alimentar Lda (Rua do Outeiro, n.º 2, 2º Frente, S Porto) Rumos Formação Profissional (http://www.rumos.pt/) Planeta Informático Formação e Consultoria (http://planetainformatico.pt/) Crescer a Sério Formação Profissional (http://www.centrocresceraserio.com/) Gabinete de Apoio à Indústria Agro Alimentar (http://www.lab gaia.org/) Profiforma Matosinhos (Pcta. D. Nuno Álvares Pereira, nº 20 5º FP Matosinhos No sentido de promover a formação e desenvolvimento dos nossos Recursos Humanos, estabelecemos um Plano de Formação para o período , orçado em 18 mil euros/ano. Formações 2011 Como Trabalhar em Equipa: Para toda a empresa. 9 P ágina

10 Liderança e Motivação de Equipas: Para Directores e Investigador Coordenador. Formações 2012 HACCP: Para toda a empresa. Formações 2013 Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho: Para toda a empresa. Formações 2014 Implementação do Sistema de Gestão da Qualidade (Crescer a Sério): Para toda a a empresa. Formações 2015 Norma SA 8000 Responsabilidade Social nas Organizações: Para toda a empresa. Formações 2016 Como Trabalhar em Equipa (Reciclagem): Para toda a empresa. Liderança e Motivação de Equipas (Reciclagem): Para Directores e Investigador Coordenador. Exigências Legais para o funcionamento da empresa 3 Constituição da República Portuguesa. Lei n.º 99/2003 de 27 de Agosto Aprova o Código do Trabalho. Lei nº 35/2004 de 29 de Julho Regulamenta a Lei nº 99/2003, de 27 de Agosto, que aprovou o Código do Trabalho. Como Legislação Alimentar de âmbito geral temos o Regulamento (CE) n.º 178/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho de 28 de Janeiro de 2002, que determina os princípios e normas gerais da legislação alimentar, cria a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) e estabelece procedimentos em matéria de segurança dos géneros 10 P ágina

11 alimentícios, sucessivamente alterados pelos Regulamentos n.º 1642/2003, n.º 575/2006 e n.º 202/2008. Regulamento n.º 1020/2008, que altera os anexos II e III do Regulamento (CE) nº 853/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho que estabelece regras específicas de higiene aplicáveis aos géneros alimentícios de origem animal e o Regulamento (CE) nº 2076/2005 no que diz respeito à marca de identificação, ao leite cru e aos produtos lácteos, bem como aos ovos e ovoprodutos e a certos produtos da pesca Relativamente à Rotulagem e Nutrição devemos ter em conta a seguinte Legislação: Directa 2000/13/CE do Parlamento Europeu e do Conselho de 20 de Março de 2000, relativa à aproximação das legislações dos Estados Membros respeitantes à rotulagem, apresentação e publicidade dos géneros alimentícios, tendo em conta as alterações pelas Directivas 2001/101/CE, 2003/89/CE, 2006/107/CE, 2007/68/CE e Reg. (CE) n.º 1332/2008. Directiva 89/396/CEE do Conselho, de 14 de Junho de 1989, relativa às menções ou marcas que permitem identificar o lote ao qual pertence um género alimentício, tendo em conta as alterações recorrentes das Directivas 91/238/CEE e 92/11/CEE. Decreto Lei nº 560/99 de 18 de Dezembro que transpõe as Directivas 97/4/CE, 1999/10/CE e 79/112/CEE, codificadas posteriormente pela Directiva 2000/13/CE de 20 de Março e estabelece as regras a que deve obedecer a rotulagem, apresentação e publicidade dos géneros alimentícios, sejam ou não préembalados, a partir do momento em que se encontram no estado em que vão ser fornecidos ao consumidor final, bem como as relativas à indicação do lote. Este foi alterado pelos Decretos Lei n.º 183/2002, n.º 126/2005, n.º 148/2005 e n.º 156/2008. Decreto Lei n.º 29/2009, que procede à primeira alteração ao Decreto Lei n.º 62/2008, de 31 de Março, transpondo para a ordem jurídica interna a Directiva nº 2008/39/CE, da Comissão, de 6 de Março, que altera a Directiva n.º 2002/72/CE, relativa aos materiais e objectos de matéria plástica destinados a entrar em contacto com os géneros alimentícios. Relativamente à Rotulagem Nutricional devemos ter em conta a seguinte Legislação: 11 P ágina

12 Decreto Lei nº 167/2004 de 7 de Julho relativo à Rotulagem nutricional dos géneros alimentícios, e que transpõe as Directivas 90/496/CEE, de 24 de Setembro e Directiva 2003/120/CE, de 5 de Dezembro Directiva 90/496/CEE do Conselho de 24 de Setembro, referente à Rotulagem nutricional dos géneros alimentícios e alterada pelo Regulamento (CE) n.º 1882/2003, Directivas 2003/120/CE e 2008/100/CE e, ainda pelo Regulamento (CE) n.º 1137/2008. Relativamente a Suplementos Alimentares devemos ter em conta a seguinte Legislação: Directiva nº 2002/46/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho de 10 de Junho, resultante da necessidade de aproximação das legislações dos Estados Membros que dizem respeito aos suplementos alimentares, nomeadamente a Directiva 2006/37/CE e o Regulamento (CE) nº 1170/2009 de 30 de Novembro. Decreto Lei nº 136/2003 de 28 de Junho, que transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva nº 2002/46/CE, referente à aproximação das legislações dos Estados membros respeitantes aos suplementos alimentares e, posteriormente, alterado pelo Decreto Lei nº 296/2007 de 22 de Agosto que transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva nº2006/37/ce, da Comissão, de 30 de Março. Relativamente a Novos Alimentos devemos ter em conta a seguinte Legislação: Regulamento (CE) n.º 258/97 do Parlamento Europeu e do Conselho de 27 de Janeiro, sucessivamente alterados pelos Regulamentos (CE) n.º 1829/2003 e n.º 1882/2003. Relativamente a Adição de Substâncias aos Alimentos devemos ter em conta a seguinte Legislação: Regulamento (CE) n.º 1925/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de Dezembro, alterado pelos Regulamentos (CE) n.º 108/2008 e n.º 1170/2009. Regulamento (CE) n.º 953/2009 da Comissão de 13 de Outubro de 2009, relativo às substâncias que podem ser adicionadas, para fins nutricionais específicos, aos géneros alimentícios destinados a uma alimentação especial, revogando Directivas n.º 2001/15/CE e n.º 2004/6/CE. Directiva n.º 2009/10/CE da Comissão de 13 de Fevereiro de 2009, que altera a Directiva n.º 2008/84/CE que estabelece os critérios de pureza específicos dos aditivos alimentares com excepção dos corantes e dos edulcorantes. 12 Página

13 Regulamento n.º 1331/2008, que estabelece um procedimento de autorização comum aplicável a aditivos alimentares, enzimas alimentares e aromas alimentares. Regulamento n.º 1333/2008, relativo aos aditivos alimentares. Regulamento n.º 1334/2008, relativo aos aromas e a determinados ingredientes alimentares com propriedades aromatizantes utilizados nos e sobre os géneros alimentícios e que altera o Regulamento (CEE) nº 1601/91 do Conselho, os Regulamentos (CE) nº 2232/96 e (CE) nº 110/2008 e a Directiva 2000/13/CE. Relativamente a Alegações Nutricionais e de Saúde devemos ter em conta a seguinte Legislação: Regulamento (CE) n.º 1924/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de Dezembro, alterado pelos Regulamentos n.º 107/2008 e n.º 109/2008. A empresa deve, ainda, estar atenta ao futuro da Política Agrícola Comum (PAC) após 2013, visto que irá afectar o desenvolvimento do sector agrícola. A empresa irá subcontratar a Vda Vieira de Almeida & Associados Sociedade de Advogados, R.L. para estar a par das normas nacionais e europeias. Seguro Quanto a Seguro, optaremos pelo "Protecção Total Negócio" do Millenium BCP que tem "14 coberturas base (e.g., tempestades, inundações, roubo, responsabilidade civil), adaptadas a cada sector de actividade e ainda 9 opcionais (e.g., riscos eléctricos, avaria de máquinas)". 4 Também, teremos seguro de protecção contra acidentes de trabalho, salvaguardando a integridade dos nossos trabalhadores. 13 P ágina

14 Planeamento Estratégico Visão da Empresa Queremos ser força motriz da promoção de rituais de vida saudável estabelecendo uma mudança no vigente paradigma alimentar dos consumidores. Com o nosso forte poder de inovação, constante diferenciação e garantia de qualidade queremos proporcionar harmonia e bem estar, num clima de progressiva confiança social. Missão da Empresa A ProActive Biz tem a missão de melhorar, gradualmente, a qualidade de vida dos portugueses, oferecendo uma diversificada gama de produtos lácteos com alta diferenciação qualitativa, através do incremento das propriedades, quer nutricionais, quer organolépticas dos respectivos produtos e procurando que estes tenham a melhor usuabilidade ou conveniência possíveis. Valores A relação com os nossos parceiros e com os nossos clientes é valorizada por nobres valores éticos e morais. Responsabilidade Social, Qualidade, Rigor, Segurança, Transparência e Gratidão estão e estarão para sempre nas nossas cogitações. Responsabilidade Social A ProActive Biz não esquece que tem um papel a desempenhar na sociedade. A desresponsabilização seria uma estratégia inócua. Um enquadramento social favorável assegura a prosperidade da nossa empresa, pelo que teremos uma missão solidária junto das ONG s, IPSS s e das demais instituições promotoras de solidariedade social. Promoveremos o empreendedorismo social, a sustentabilidade ambiental e a sustentabilidade económica. Rigor Somos rigorosos em todo o processo da cadeia de comercialização da nossa gama de produtos. Trabalhamos com os melhores produtores, distribuidores e retalhistas, para que o melhor dos produtos seja disponibilizado aos nossos consumidores. Transparência Somos confiantes no trabalho que desenvolvemos, fruto do rigor que incutimos, pelo que a transparência é um desígnio intemporal e indiscutível, que corrobora a nossa competência. 14 P ágina

15 Qualidade A conservação de todas as propriedades qualitativas organolépticas e nutricionais estão salvaguardadas. O bem estar dos nossos clientes é prioritário. Segurança Todos os processos desde a produção das matérias primas até ao consumo estão salvaguardados por normas regulamentares que asseguram sistematicamente que os nossos produtos se apresentam nas melhores condições de higiene e segurança alimentares. Gratidão Um cliente nosso não é, apenas, mais um. À fidelidade comprovada pela aquisição de produtos da nossa empresa, respondemos com gratidão que é materializada pela proximidade e auscultação permanentes dos nossos clientes. Análise do Ambiente Externo e Interno 15 P ágina

16 i. Análise da Envolvente Global (Análise PEST + A) 5 Variável Impacto Positivo Impacto Negativo Tendência Político legal Reajustamento das políticas europeias Estratégia Europa 2020 (i) Uniformidade e coesão económico social, da Europa a 27. (i) Vontade política, em regime de concertação europeia, para potenciar o crescimento económico em matéria de inovação. (ii) Assimilação da necessidade de potenciar a coesão social e o crescimento do emprego. (i) Eventuais riscos pela necessidade estabelecida de cumprir os pressupostos do Pacto de Estabilidade e Crescimento, que podem conduzir a uma recessão ou a um crescimento diminuto. (i) Existe uma clara tendência para um rumo de uniformidade económica, financeira e até sócio política para a Europa. (iii) Comprometimento europeu com o intuito de melhorar a investigação e o desenvolvimento. (iv) Necessidade de adopção de medidas de promoção da sustentabilidade ambiental. Reforma da Política Agrícola Comum (i) Comprometimento de uma maior solidariedade financeira. (i) Excessiva regulação do sector quanto aos volumes de produção dos produtores. (ii) Criação de um mercado único. (iii) Estabilização do mercado. (iv) Garantia de modernização do sectores (ii) Instabilidade e preocupação dos produtores de leite pela extrema volatilidade dos preços no mercado dos lacticínios e por consequência vontade expressa destas se agregarem em 16 P ágina

17 associados. cooperativas fortalecendo o seu poder negocial. Internacionalização Decreto Lei nº 111/2005 de 8 de Julho de 2005 que criou a Empresa na Hora Linhas de Crédito PME Investe e Programa (i) Promoção do Governo Nacional da internacionalização através da "coordenação do Estado, da diplomacia económica e das empresas". (ii) Resolução de problemas associados aos seguros de crédito à exportação (iii) Abertura da linha PME Invest 5, num montante de 750 milhões de euros para apoiar o crédito e a liquidez das PME's. (iv) Abertura de Lojas de Exportação, para apoiar a internacionalização de empresas. (v) Criação do Inov Export. (vi) Fundo de Apoio à Internacionalização e Exportação, constante do Orçamento de Estado para (i) Este Decreto Lei é o retrato da vontade governamental na promoção do empreendedorismo, facilitando, em grande medida, a constituição de uma empresa. (i) Claro incentivo estatal à criação e projecção de empresas, por encontrar soluções (i) Com o aumento do poder de inovação, fruto da adaptação das empresas e da aposta do Estado, é previsível um panorama favorável à Internacionalização e, particularmente, na exportação de bens transaccionáveis. (i) Tem havido e deverá continuar a haver uma desburocratização dos processos de constituição de empresas, assim como os mecanismos de manutenção das mesmas. 17 P ágina

18 FINICIA financeiras para pequenas empresas. Vasta rede de informação e apoio do Estado, nomeadamente pelo Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento (ii) Programas que favorecem a criação de empresas por empreendedores jovens. (i) Apoio governamental teórico e prático, desde informação até recursos financeiros e diplomacia económica, recorrendo a plataformas como a AICEP, IAPMEI, InovCapital, (i) Com o advento das novas tecnologias de informação e de comunicação é mais do que expectável que a informação continue a aumentar exponencialmente. Mercado global (i) Mercado aberto, potenciando oportunidades. (ii) Obriga a uma maior preocupação na inovação. Económica (i) Fraco desempenho económico para competir com empresas internacionais no mercado global, fruto de realidades infraestruturais, económicas e sócio culturais diferentes. Produto Interno Bruto (i) O PIB vem subindo ligeiramente e acima da média europeia. Registou uma variação de 1,0% relativamente ao trimestre anterior (Eurostat). (i) Fruto da implementação de medidas de austeridade, existe uma incerteza relativa à continuidade neste rumo de crescimento, nomeadamente relativamente ao consumo privado. Consumo Privado (i) Face a Maio do ano anterior, o consumo privado subiu 2,7%: (i) Face ao mês de Abril, registou se uma retracção do consumo privado, cifrado em 0,1%. Taxa de Inflação (i) A inflação cifrou se em 1,4%. (i) Existe a clara possibilidade de 18 P ágina

19 entrada em deflação, fruto das medidas de austeridade dos governos de toda a Europa. Taxa de Juro Euribor a três meses (referência nos empréstimos às empresas) (i) Registou a maior subida desde Abril, fixando se nos 0,761%. Taxa de Desemprego (i) A Taxa de Desemprego, no 1º trimestre, aumentou 1,7% face ao 1º trimestre de (i) Com o risco da diminuição do PIB e da procura, correndo o risco de deflação, poderá haver necessidade de despedir trabalhadores e não contratar outros, para conter ou reduzir gastos, aumentando assim a taxa de desemprego. Sócio cultural Evolução das condições e da qualidade de vida. (i) Melhorias das infra estruturas. (i) Disparidade no crescimento, verificandose graves assimetrias no desenvolvimento das regiões. (i) Tendência para uma melhoria gradual das infra estruturas e da qualidade de vida. Aposta na formação e na qualificação da população. (i) Crescimento muito gradual da formação da população, mas ainda assim, um crescimento. (i) Evolução muito lenta e ainda longe da média Europeia. (ii) Fraco perfil para potenciar a criatividade, a inovação e a cultura para o Empreendedorismo. (i) Tendência para uma população mais letrada e Recursos Humanos mais qualificada. Parcerias e Partilha de Conhecimento. (i) Troca de experiências e know how entre empresas. (ii) Rentabilização de recursos, fruto de (i) Parca mentalidade para a necessidade de estabelecer parcerias e networking entre empreendedores e empresários (i) A crise económico financeira pode potenciar o estabelecimento e aprofundar de relações empresariais. 19 P ágina

20 parcerias, quer horizontais, quer verticais. (iii) Ganho de dimensão para se competir nos mercados. portugueses. (ii) Cultura de aversão ao risco. Preocupações sociais com a saúde. (i) Receptibilidade para o consumo de alimentos mais saudáveis e seguros. (i) Aumento das preocupações com rituais de vida saudável. (ii) Conveniência e prazer gastronomia aliada à cultura e ao prazer. (iii) Oportunidades de inovação, diferenciação e de abrangência de negócios. Responsabilidade Social. (i) Maior aceitação das pessoas para empresas dispostas a adoptar uma postura de próactividade social. (i) Desvio de recursos para estas práticas. (i) Existe uma tendência colectiva de todas as empresas e da sociedade civil para aumentar esta consciência social. Apostar na Inovação. Aproximação entre Produtores de Conhecimento e Empresas. (i) Reconhecimento gradual da necessidade em apostar em inovação e em novos modelos tecnológicos. (i) Produzir conhecimento em função da procura. (ii) Aproximação das duas realidades e adaptação das duas linguagens. (iii) Potenciar a investigação para produzir oportunidades comerciais. Tecnológica (i) Dificuldade em passar da teoria à prática. (i) Fraca transferência de conhecimento. (ii) Fraca relação de cooperação entre produtores de conhecimento e empresas. (iii) Não se vai para o terreno. 20 P ágina

21 Ambiental Sustentabilidade Ambiental e Atitude Colectiva (i) Maior pré disposição da sociedade para a aposta na sustentabilidade ambiental. (ii) Preferência dos consumidores por empresas preocupadas com temáticas associadas a Ecologia e Climatologia. (i) Custos crescentes da adaptação a novos modelos energéticos e, por vezes, menos rentáveis energeticamente. (ii) Crescente regulação leva à canalização de recursos financeiros e humanos para a actualização de nova legislação e das infraestruturas. (i) À medida que a consciência colectiva aumenta, assim como as preocupações com o esgotamento de combustíveis fósseis, aumenta a necessidade e receptividade a esta temática. 21 P ágina

22 ii. Análise SWOT 22 P ágina

23 Análise da Situação Actual Metas e Objectivos A ProActive Biz tem três objectivos específicos particularmente relevantes que são: i. Conseguir vender mais de 40 milhões de unidades dos nossos produtos até ao final de ii. Aumentar o volume de negócios em, pelo menos, 30%, até iii. Atingir um resultado líquido superior a 5 milhões de euros até P ágina

24 Produtos e Serviços Descrição de novos produtos e respectivos benefícios, características e vantagens competitivas Gama de Produtos Lactoharmony: 1. Leite de Bovino Harmony O Leite de Bovino Harmony é um leite ultrapasteurizado magro, portanto baixo em lípidos, rico em proteínas, cálcio e vitaminas, nomeadamente D e B12. O facto de ser ultrapasteurizado e o facto do seu processo de normalização o conduzir a teores reduzidos de gorduras, tornam no um produto apetecível constituindo uma alternativa ao consumo de leite meiogordo, além disso, a ProActive Biz não podia prescindir de um mercado tão fiel como o do leite de vaca. 2. Leite de Búfalo Harmony O Leite de Búfalo é um leite magro mais rico em matérias sólidas, nomeadamente minerais como cálcio e proteínas. Tem uma composição reduzida em lípidos, fruto do processo de normalização, e especialmente de açúcares, constituindo uma alternativa saudável ao leite de vaca tradicional. Procura se, assim, abrir um novo segmento de mercado, dada a desconhecida existência de um produto similar no nosso país. Acrescente se, ainda, o potencial de abrangência ao mercado Ibérico, no futuro. Composição Nutricional dos dois produtos: 6 Leite de Bovino Harmony Valor Energético: 38Kcal (159 KJ) Proteínas: 3,7g Hidratos de Carbono: 5,0g Lípidos: 0,3g (*) Fibras Alimentares: 0,1g Cálcio: 140mg Sódio: 0,05g Leite de Búfalo Harmony Valor Energético: 38,58 Kcal (161,53 KJ) Proteínas: 4,52g Hidratos de Carbono: 4,45g Lípidos: 0,3g (*) Fibras Alimentares: 0,1g Cálcio: 180mg Sódio: 0,04g Vitamina D: 0,75µg (15% DDR) Vitamina B12: 0,3µg (5% DDR) (*) valor alterado após normalização até este nível 24 P ágina

25 3. Iogurte Líquido Resvharmony O iogurte líquido Resvharmony é alternativa saudável e prática, sendo enriquecido com Resveratrol pelo que tem efeitos anti envelhecimento, combate doenças do foro cardiovascular (aterosclerose, baixa LDL, etc.) e tem efeito anti cancerígeno. 4. Iogurte Líquido Vitharmony Tal como o produto anterior, o iogurte líquido Vitharmony é a alternativa saudável e prática, tendo na sua constituição Vitamina C e Vitamina E, para combater o stress, o cortisol e os radicais livres, tendo ainda benefícios ao promover o bem estar geral do organismo. Composição Nutricional dos dois iogurtes líquidos: Resvharmony Iogurte Líquido (**) Valor Energético: 27Kcal (116 KJ) Proteínas: 2,9g Hidratos de Carbono: 3,7g Lípidos: 0,10g Fibras Alimentares: 0,0g Cálcio: 140mg Sódio: 0,24g Resveratrol: 5mg (25% DDR) Vitharmony Iogurte Líquido (**) Valor Energético: 27Kcal (116 KJ) Proteínas: 2,9g Hidratos de Carbono: 3,7g Lípidos: 0,10g Fibras Alimentares: 0,0g Cálcio: 140mg Sódio: 0,24g Vitamina C: 15mg (25% DDR) Vitamina E: 3.75mg (25% DDR) (*) Composição Nutricional por 100g (**) Iogurtes Líquidos de diferentes aromas [Tutti Frutti, Ananás e Morango] Especificações e Requisitos Técnicos Processo Produtivo e Tecnologia 7 Fluxograma do processo da produção industrial do Leite: 1. Recepção da matéria prima dos Produtores (*) 2. Análise de Qualidade na Recepção (*) 3. Normalização (*) 4. Leite normalizado (*) 5. Termização (*) 6. Arrefecimento (*) 7. Desgaseificação 8. Homogeneização 25 P ágina

26 9. Ultrapasteurização 10. Arrefecimento 11. Embalamento asséptico 12. Entrega aos Distribuidores para envio para o retalho Fluxograma do processo da produção industrial dos Iogurtes Líquidos: 1. Recepção da matéria prima dos Produtores (*) 2. Análise de Qualidade na Recepção (*) 3. Normalização (*) 4. Leite normalizado (*) 5. Termização (*) 6. Arrefecimento (*) 7. Homogeneização 8. Pasteurização 9. Arrefecimento a 45ºC 10. Adição de Fermentos 11. Fermentação 12. Agitação 13. Arrefecimento 14. Adição de aromas, aditivos, vitaminas, anti oxidantes, 15. Embalamento asséptico 16. Entrega aos Distribuidores para envio para o retalho (*) Comum a ambos os processos produtivos, quer de leite quer de iogurtes líquidos. Material 8 Pólo 1 o o o Pólo 2 o o o o Unidade Fabril Fábrica Zona de Expedição Armazém Oficina Sala de Controlo de Qualidade Parque de Estacionamento WC's e Vestiários Escritórios e Laboratório de I&D Parque de Estacionamento Escritórios e Salas de Reuniões (20 escritórios e 5 salas de reuniões) WC's e Vestiários 26 P ágina

27 Maquinaria Diversa o Lavador de camiões cisterna o Tanques Resfriadores de Leite à Expansão Direta o Tanque Isotérmico para Leite o Tanque de Recepção de Leite o Bomba Centrífuga Sanitária o Tanque de Equilíbrio de Leite Cru o Pasteurizador Rápido a Placas o Homogeneizador de Leite o Tanque Pulmão para Leite Pasteurizado o Embaladeira Automática para Leite o Datador o Fotocélula de Posicionamento o Câmara Fria Para Leite ou Iogurte o Laboratório Físico Químico e Microbiológico de Controle de Qualidade o Kit de Vidrarias e Reagentes o Caldeiras de Vapor o Banco de Frio o Compressor de Ar o Iogurteira ou Reator para Iogurte e Bebidas Lácteas o Bomba Positiva Helicoidal o Dosador de Iogurte o Envasadora Automática o Lavador de Botas para Barreira Sanitária o Lavador de Mãos para Barreira Sanitária Material Informático Propriedade Industrial associada 9 Iremos registar a marca dos nossos produtos lácteos, assim, como o design dos respectivos produtos, com vista a proteger a nossa marca da concorrência nacional: Pedido de marca (4 classes), Pedido de logótipo, de recompensa, de denominação de origem e de indicação geográfica nacional e Desenhos ou modelos (até cinco produtos). Ciclo de Vida dos Produtos A Matriz BCG foi desenvolvida, por Bruce Henderson para a Boston Consulting Group, em 1970 e pela sua capacidade analítica do portfólio de produtos será utilizada para analisarmos, continuamente, a evolução dos nossos produtos, revestindo se portanto de carácter estratégico. Dado que estamos a lançar uma nova gama de produtos todos eles se posicionam no quadrante do "ponto de 27 Página

28 interrogação", exigindo portanto altos investimentos, numa baixa participação de mercado e com poucos ou nenhum activo proveniente da actividade empresarial. Apostaremos, através do nosso plano de marketing (via estratégica) e pela via operacional, no sentido de aumentar a nossa quota de mercado e potenciar o crescimento nesta fase de relativa incógnita quanto ao sucesso do(s) produto(s). Alianças Estratégicas Construtora de Infra estruturas: MSS Construtora, S.A (http://www.mssconstrutora.pt/) Departamento Jurídico Vda Vieira de Almeida & Associados Sociedade de Advogados, R.L. (Av. Duarte Pacheco, Lisboa Contabilidade TCAGest Consultoria, Contabilidade e Gestão Online (Av. da Liberdade, 230 6º, Lisboa Recursos Humanos: Hays Portugal (http://www.hays.pt) 28 P ágina

29 Consultoria, Assessoria, Assistência e Formação Tequalim Laboratório e Consultadoria de Qualidade Alimentar Lda (Rua do Outeiro, n.º 2, 2º Frente, S Porto) Rumos Formação Profissional (http://www.rumos.pt/) Planeta Informático Formação e Consultoria (http://planetainformatico.pt/) Crescer a Sério Formação Profissional (http://www.centrocresceraserio.com/) Gabinete de Apoio à Indústria Agro Alimentar (http://www.lab gaia.org/) Profiforma Matosinhos (Pcta. D. Nuno Álvares Pereira, nº 20 5º FP Matosinhos Transporte/Distribuição (Portugal): Karlweg Logística Lda (Rua José Saramago 204 Habitação 5.1, Vila N Gaia) Transportes Sardão SA (Alameda Infª Dª Mafalda Santa Cruz do Bispo) Transportes Florêncio & Silva SA (Rua Vale Casal Milharado) Transporte/Distribuição (importação e exportação): Casa Angola Internacional, SA (Estrada Nacional 107, Km 10 PT Moreira da Maia sa.pt) Fornecedor de Materiais: Mec Tecnologia em Equipamentos de Processamento de Alimentos, Bebidas e Bio Energia (Avenida Fundação Shunji Nishimura 490, Distrito Industrial, Pompéia SP, CEP Brasil. Fornecedor de Resveratrol: Biotivia Bioceuticals Europa: (Walfischgasse 6/ Vienna Fornecedor de Vitaminas: Biovea (56 Gloucester Road, Suite 524 Kensington, London SW7 4UB Reino Unido europe.com) Fornecedores e Futuros Fornecedores de Aditivos e Outros Produtos: Milknet (http://www.milknet.com.br/) Kemin Portuguesa Aditivos Alimentares Lda (R Alexandre Herculano 1,1º A, Linda a Velha 29 Página

30 Formulab Aditivos Alimentares Lda (Zona Industrial Maia I Lote 233, Maia) Sabor Plus Aditivos Alimentares Lda (Avenida Lis 48, Cortes Leiria) Fornecedores de Leite Bovino: Fagricoop Cooperativa Agrícola e dos Produtores de Leite de Vila Nova de Famalicão CRL (Rua Senhor Agonia 372, Antas Antas S.Tiago Vila Nova de Famalicão) Leicar Cooperativa dos Produtores de Leite, CRL (Rua Fonte da Cabra, Rates) Fornecedores de Leite Bubalino: Santa Izabel PA (Av. Alte. Wandenkolk 898/1401 Nazaré Pará CEP: Fazenda Boa Vista (Km 151 Rod. Mal Rondon Tietê SP Kakuri (Rodovia PA 252 Km 06 Mojú/PA Fone: Convém salientar o poder negocial, na dimensão cooperativa, perante os nossos fornecedores e clientes: Se para com os fornecedores de leite bovino, de suplentes, transportadores e assessorias temos forte poder negocial fruto da oferta diversificada dos sectores, já com os fornecedores de leite de búfalo e retalhistas de grandes superfícies teremos que ter maior cautela e proximidade negocial, visto que, no primeiro caso, a oferta não é tão abrangente e no segundo, existe uma forte concentração do volume de vendas e valor. Com estes, manteremos um contacto mais incisivo no intuito de negociar e manter vantagens de parte a parte, numa relação que, portanto, se espera win to win. Serviço Pós Venda A ProActive Biz sabe da importância da implementação de um serviço de pós venda de qualidade, para aumentar a fiabilidade dos nossos produtos e da nossa empresa. Neste sentido, teremos uma linha de apoio ao consumidor esclarecendo dúvidas e resolvendo problemas que eventualmente surjam. Procuraremos, ainda, ter um contacto próximo, contínuo e desburocratizado com o retalho, para saber o feedback sobre a nossa actuação, procurando assimilá lo e proceder às reestruturações eventualmente necessárias. Sintetizando: Consumidor Linha de Apoio Telefónico Retalhistas Linha de Apoio Telefónico + Rede Intranet + Reuniões e Encontros Periódicos 30 P ágina

31 Actividades de Pesquisa e Desenvolvimentos Produtos a lançar, eventualmente, a longo prazo: Leite de Veado Harmony Devidamente enquadrada na política de promoção de rituais de vida saudável, constituindo alternativas ao consumo habitual de leite de gado bovino, poderá surgir o produto Leite de Veado Harmony. Sendo este um mercado com peso relevante em países como a Nova Zelândia e Canadá. 10 Iogurte Líquido Glucoharmony Na gama dos produtos anterior, este será enriquecido com Glucosamina com vista de promover o combate à Osteoporose, Tendinite e à Osteoartrite. Nova variante aromática dos iogurtes líquidos acima mencionados. Eventualmente: Frutos Vermelhos, Manga, Limão, Côco, Banana e a aposta num novo aroma Pastel de Nata. A pesquisa, investigação e desenvolvimento devem ser constantes que pautem o quotidiano da nossa empresa, dado o elevado potencial de entrada de novos concorrentes e de produtos semelhantes e substitutos. Esta é uma indústria em constante mudança e o potenciar da nossa actividade económica só pode ser feito com um investimento forte em investigação e adopção de estratégias de marketing incisivo para contrariar os nossos concorrentes. 31 P ágina

32 Plano de Marketing Análise de Mercado Análise da Indústria/Sector O sector económico CAE 15, das indústrias alimentares e bebidas, tem uma expressão importantíssima na economia nacional. Desde 1996 até 2004, o número de empresas tem vindo a diminuir ( 12,4%), assim como o número de empregados ( 13,6%), todavia tem se registado um aumento substancial da produtividade (+50,2%), do Valor Acrescentado Bruto (+29,9%) e do volume de negócios (+16,8). A par disto é digno de nota, a subida assinalável dos custos médios com o pessoal entre 1996 e 2004 (+44,5%). Actualmente, a importância do sector na indústria transformadora é, de facto, relevante e os números, referentes a 2004, não enganam: 15,9% do Volume de Negócios, 12,8% do Valor Acrescentado Bruto (VAB), 11,9% de Pessoal ao Serviço e representando 10,5% das empresas da indústria transformadora, em termos absolutos 8496 empresas, empregando pessoas, resultando numa média de 12,1 pessoas por empresa. A produtividade desde 1999 até ao período em análise (2004) está acima da média registada na indústria transformadora e em 2004, os custos médios com o pessoal estavam a médio dos praticados nas restantes indústrias. 32 P ágina

33 Ao nível da estrutura empresarial, torna se claro que apesar das pequenas empresas serem claramente maioritárias, não são as responsáveis pelo maior volume de vendas e pela maior empregabilidade. O grupo CAE155 indústria dos lacticínios é constituído por pouco mais de 310 empresas (3,7% de 8496) e mais de 7100 mil empregados (6,9% de ). O volume de negócios é de 13,4% e o VAB de 11% do total do sector das indústrias alimentares e bebidas. 11 Já em 2007, o sector agroalimentar registou um volume de negócios à volta de milhões de euros (cerca de 16% indústria portuguesa e 8% do PIB nacional), segundo dados do Plano Tecnológico. 33 P ágina

34 Na respectiva Actividade Económica (CAE 155), o leite e os iogurtes foram responsáveis, em 2004, segundo o INE, por 65% do volume total das vendas (leite 42% e iogurte 23%). Produtos Vendas em valor (milhões de euros) Iogurtes ,9% Leite ,1% Queijo ,0% Outros Leites Fermentados ,0% Total 1003 Índice Nielsen Alimentar 2005 Já, de acordo o Índice Nielsen Alimentar (INA), que regista o valor das vendas a retalho, indica que em 2005, os iogurtes (1º do Top 20) 310 milhões de euros em vendas, outros leites 34 P ágina

35 fermentados (9º do Top 20) 110 milhões de euros e o leite (2º do Top 20) 292 milhões de euros foram responsáveis por 712 milhões de euros em vendas. 12 No futuro poderemos avançar com a internacionalização, pelo que convém ter uma pequena perspectiva sobre o mercado internacional. A nível europeu, segundo dados, de 2008, da FIPA Federação das Indústrias Portuguesas Agro Alimentares a indústria alimentar é a maior indústria europeia, em VAB, volume de negócios e ao nível da empregabilidade. Os números são reveladores: empresas, das quais 99,1% Pequenas ou Médias Empresas e as restantes são grandes empresas, sendo estas últimas responsáveis por 51,6% do volume de negócios. Portanto, as grandes empresas são as maiores responsáveis pelo produto bruto do País e da Europa e a tendência produtiva é para aumentar, caso não se registe uma nova crise financeira mundial ou caso os efeitos das respostas endémicas do nosso país sejam economicamente prejudiciais para o sector. Vejamos os seguintes dados do mercado nacional e das exportações. 13 Convém, também, possuir uma análise dos factores susceptíveis de influenciarem a evolução do mercado. O mercado vive tempos de turbulência. O futuro económico financeiro nacional é incerto, todavia registou se uma variação homóloga do PIB de 1,7% no I trimestre de 2010 e uma variação de 1,0% relativamente ao trimestre anterior (Eurostat). Contudo, o consumo pode retrair se, dada a instabilidade dos mercados e visto a aplicação nacional de medidas de austeridade ao abrigo do Programa de Estabilidade e Crescimento para o período , onde se inclui o aumento dos impostos directos e indirectos. 14 Apesar disso, os dados recentes do Eurostat revelam que o mercado europeu EU 27 cresceu 0,3% no retalho de bens alimentares, bebidas e tabaco, comparativamente a Maio do ano anterior. Convém, ainda, ter em conta que o Volume do comércio a retalho de bens alimentares, bebidas e tabaco, em Maio de 2010, na EA 16 registou um resultado positivo de 0,2% e a EU 27 de 0,3, comparativamente ao mês de Abril. Já na variação homóloga relativamente a Maio do anterior ano, EA 16 registou +0,3 e a EU 27 0,2%. A um nível do volume do comércio e retalho de produtos e serviços em geral, Portugal registou 0,8 relativamente ao mês de Abril de 2010 mas em relação a Maio de 2009, subiu 1,1% (+0,6 que a EU 27 e + 0,8 que a EA 16) P ágina

36 Descrição do Segmento de Mercado Leite em pó Outros produtos 1,40% lácteos frescos, incluindo a nata 1,32% Bebidas à base de leite 5,21% Leites acidificados (incluindo iogurtes) 15,46% Manteiga 1,09% Queijo 7,93% Leite 67,60% Consumo humano de leite e produtos lácteos 2008 Fonte: INE Variação Leite 85,84% 67,60% 18,24% Leites acidificados (incluindo iogurtes) 3,35% 15,46% 12,11% Bebidas à base de leite 2,11% 5,21% 3,09% Outros produtos lácteos frescos, incluindo a nata 0,25% 1,32% 1,07% Leite em pó 2,11% 1,40% 0,71% Manteiga 0,99% 1,09% 0,09% Queijo 5,34% 7,93% 2,58% Consumo Total de Leite e Produtos Lácteos (Kg/hab.) 80,50 128,70 48,20 O consumo total de leite e produtos lácteos per capita tem uma grande importância na alimentação dos portugueses e tem vindo a crescer significativamente. O leite regista, em 2008, 67,60% do consumo total; os leites acidificados onde se encontram categorizados os iogurtes registam 15,45% e as bebidas à base de leite 5,21%. Denote se que existem, entre 1983 e 2008, alterações de consumo, passando a consumir se leites acidificados e bebidas à base de leite em deterioramento da opção pelo tradicional leite. 36 P ágina

37 Análise Iogurtes A preferência por leites acidificantes, nomeadamente iogurtes, é também verificada pela crescente dependência do mercado externo. Segundo o quadro abaixo, as exportações destes produtos têm crescido sendo que em 2005, Portugal importou ,9 toneladas (527% mais que em 1996). Acresce se a preocupação da redução das exportações ( 73% face a 1996 e 84% face ao ano 2000). Estes dados revelam nos potencial no sector de leites acidificados, procurando satisfazer o mercado interno e, eventualmente, no futuro, apostar no mercado exportador. Dada a, ainda, existente importância do leite tradicional este é, também, um segmento fundamental para a indústria alimentar e, particularmente, de lácteos ,00 Consumo humano de leites acidificados (incluindo iogurtes) per capita (kg/hab.) 20,00 15,00 10,00 5,00 0,00 Fonte: INE Pelo gráfico acima, podemos confirmar as afirmações anteriores. O consumo de leites acidificados (incluindo iogurtes) per capita tem vindo a crescer ao longo dos tempos, tendo já 37 P ágina

38 ultrapassado os 20 Kg/hab. No período , a taxa de variação média do consumo humano de leite per capita tem sido de +8,84% Análise Leite de Bovino 100,00 90,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0,00 Consumo humano de leite per capita (kg/hab.) Fonte: INE Quanto ao leite assume a importância, previamente, referida, pela importância que ainda detém no consumo quotidiano do consumidor português, todavia, nos últimos três anos (no período considerado) têm registado três quedas sucessivas ( 1,11% em 2006, 1,23% em 2007 e 1,47% em 2008). Ainda assim, o consumo de leite per capita em 2008 foi de 87kg/hab, no nosso país. Consumo humano de bebidas à base de leite per capita (kg/hab.) 8,00 7,00 6,00 5,00 4,00 3,00 2,00 1,00 0, Fonte: INE Para exploração futura de novos segmentos, convém atender às restantes bebidas à base de leite, onde existe um crescimento interessante, que convém acompanhar de perto. O aparecimento destes produtos, muito associados ao grau de inovação que apresentam, é reflectido pela evolução positiva de 294% entre 1983 e P ágina

39 Análise Leite de Búfalo Quanto ao mercado de leite de búfalo, desconhece se a produção, transformação ou comercialização de qualquer produto deste carácter, abrindo se uma porta no sentido de explorar este nicho de mercado. Por conseguinte, não existe qualquer concorrência no mercado nacional. Apesar deste facto, registe se que o consumo de leite bubalino tem crescido no mercado brasileiro 30% desde O rebanho cresceu 53% entre 1970 e 1998, enquanto o crescimento do rebanho bovino situou se em 21,5% no mesmo período, o que acentua a oportunidade de "escoar" subprodutos do rebanho, bem para além da típica comercialização de carne. 17 Como reforço argumentativo de explorar este nicho de mercado, a empresa brasileira Proleite vendeu 450 mil litros de leite de búfalo em 2009 e espera crescer, pelo menos, 15% em 2010 e atingir futuramente uma expansão de 25%. 18 Noutros países da América Latina, como Venezuela, Colômbia e Argentina, também, se tem registado um crescimento do sector leiteiro, assim como na Austrália. Já na Ásia, o leite bubalino representa cerca de 40% do total produzido e tem registado um crescimento de 4,5%. 19 Pesquisa de Mercado Para confirmar a validade e viabilidade do projecto, desenvolvemos uma pequena pesquisa de mercado (ver Anexo 2) junto de 54 pessoas (30 homens e 24 mulheres), com 18,5% pessoas na faixa etária dos 0 19, 25% na 20 39, 44,4% na e 1,1% na faixa etária acima dos 59. Conseguimos tirar algumas conclusões que passamos a elencar: a) 92,6% só faz compras em Lojas Físicas, sendo que 28% destas tem dúvidas quanto à compra via internet e 10% compraria electronicamente se fossem garantidas todas as condições de qualidade e segurança. Ao nível das superfícies comerciais preferenciais, o grupo Modelo/Continente leva vantagem com 30,8%, seguindo se Pingo Doce (21,5%) e Jumbo (20,0). Minipreço e LIDL situam se ex aequo nos 10,8% das respostas (ver gráfico abaixo). 39 P ágina

40 b) A esmagadora maioria consume leite de origem bovina (96,3%) e iogurtes líquidos (88,9%), sendo os sabores "Morango", "Ananás" e "Tutti Frutti" os favoritos dos nossos entrevistados, com 26,4%, 16,7% e 13,9% das respostas, respectivamente. c) Sessenta e três por cento (63%) era capaz de consumir leite de búfalo, sendo que dos 37,0% que responderam "não", 80,0% era capaz de o consumir, sabendo que tem qualidades nutricionais superiores por um sabor semelhante e estando asseguradas todas as normas de segurança e qualidade. d) Para terminar, a nossa pesquisa de mercado permitiu nos concluir (ver quadro abaixo) que a qualidade nutricional é o factor mais preponderante para um consumidor (28,4% das respostas), seguindo se o sabor (24,7%), preço (23,5%), marca (17,3%) e embalagem (6,2%). Quando compra um produto lácteo, quais os três factores a que atribui preferência? 25% 17% Marca Preço 24% Embalagem 28% 6% Qualidade Nutricional Sabor 40 P ágina

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