O VINHO: EXCITA O ESPIRITO E ACLARA O PENSAMENTO

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1 O VINHO: EXCITA O ESPIRITO E ACLARA O PENSAMENTO Odete PAIVA Escola Superior de Tecnologia de Viseu Resumo: Este trabalho pretende evidenciar o modo como alguns artistas, de diferentes épocas, se apropriaram do vinho como elemento inspirador das suas criações e como ao longo dos tempos o vinho e a vinha contribuíram para o aparecimento de um vasto património que urge ser preservado. Com efeito, o vinho tem sido entendido, ao longo dos tempos, como um elemento fortemente inspirador, pelo que também serviu, com alguma frequência, de inspiração aos artistas. Podemos encontrar um grande número de obras em que o vinho, se não é o protagonista, pelo menos faz parte do contexto, ou ainda mais subtilmente, deixa-se adivinhar. Na cultura ocidental ele apresenta uma dualidade sagrado/profano, que desde sempre o tornou inseparável de todos os extractos da sociedade. Desde a antiguidade que o vinho assume uma importância incontornável no quotidiano dos homens. Para os Gregos, Dionísio era o deus do vinho, da colheita e da fertilidade. Para os Romanos, o deus do vinho é Baco, cujo culto tinha um carácter orgíaco e delirante. Por outro lado, na tradição cristã, o vinho, ao representar o sangue de Cristo, assume assim, um papel metafórico. Estas variadas perspectivas de entendimento permitiram o aparecimento de um vasto património cujo elemento unificador é o vinho. Também na arte encontramos, desde as épocas mais recuadas, referência ao vinho, ao seu consumo e produção. Com efeito, o vinho, a sua cor e o acto de beber, em excesso ou não, inspirou as mais diversas e geniais criações artísticas. O vinho e as múltiplas abordagens que possibilita, permitem-nos hoje apresentá-lo não só como o grande inspirador, que excita o espírito e aclara o pensamento, mas também como tema e matéria para a criação artística contemporânea. Palavras-chave: inspiração, arte, Baco, património, museu, criação

2 O vinho e a cultura da vinha têm contribuído para a criação de um vasto património, quer ao nível etnográfico, quer ao nível artístico. Se o património etnográfico resultou, em grande parte, da actividade que ao longo dos séculos se foi desenvolvendo à volta da vinha e do vinho, o património artístico resulta da criação de artistas das mais variadas áreas, que ao longo das diferentes épocas nele se inspiraram para a realização das suas obras. A qualidade e variedade dos espólios existentes em museus e colecções particulares atestam que, em todas as épocas, os artistas puseram o seu talento ao serviço da vinha e do vinho, tanto na pintura, como na escultura, gravura, tapeçaria, iluminuras, ourivesaria e cerâmica (IVV, 2009), entre muitas outras áreas. 1. Património Etnográfico Em Portugal, até ao século XVIII, ao nível dos utensílios agrícolas não se registaram evoluções significativas. A inovação mais importante que se registou foi a substituição das componentes de madeira pelo ferro, o que permitiu uma maior resistência e durabilidade e ao mesmo tempo melhorou a eficiência, diminuindo o esforço físico. O uso de instrumentos agrícolas teve em algumas regiões do nosso país, sobretudo nas mais montanhosas do interior, uma evolução muito lenta, sendo frequente, até aos dias de hoje, o uso de instrumentos rudimentares e muito simples. A produção das uvas e todo o percurso do vinho implicam a existência de uma grande panóplia de instrumentos agrícolas e técnicos, que fazem com que esta área assuma grande importância do ponto de vista etnográfico. Não só as ferramentas e o material necessário para a viticultura são de uma riqueza extraordinária como, também, as aldeias, as casas e até a própria paisagem são moldadas pelo cultivo da vinha (Salvador, 2006). A vinha, na região do Dão, integra-se na paisagem de um modo especial, quase imperceptível, e percorre vales e cabeços cobertos por castas que encontraram aqui terreno e clima apropriados para a produção de vinhos de grande qualidade e prestígio. Esta realidade faz com que nesta região os modos de vida, os costumes e as mentalidades sejam muito marcadas por uma cultura ligada à vinha e ao vinho. É também de salientar que Portugal, no seu todo, possui uma herança patrimonial muito rica, ligada à vinha e ao vinho e que remonta a uma época

3 muito anterior à fundação da Nacionalidade, tornando-se por isso necessária a sua preservação. É esse o papel dos Museus do Vinho. Eles representam os instrumentos indispensáveis para a compreensão da função civilizadora da vinha e do vinho (IVV, 2009). Assim, resta-me lançar o repto para que o rico e vasto património referente à Região Demarcada do Dão também seja recuperado, preservado e disponibilizado ao público, para que, depois de exercer a sua função no quotidiano dos homens, assuma agora outro papel na memória e cultura desta região. 2. Património Artístico 2.1.O vinho na arte Ao longo da história o vinho contribuiu para aproximar Deus e homens. Sabemos que, desde o séc. XII, a região da beira apresenta uma produção vinícola muito importante. Este facto está fortemente relacionado com a presença das ordens religiosas, com mosteiros poderosos como o de S. João de Tarouca e Santa Maria de Salzedas, a norte, e o de S. Mamede de Lorvão, a sul, ou com mosteiros mais modestos, como o Real Mosteiro de Maceira Dão, o de S. Pedro de Mouraz, ou o de Santa Maria da Estrela (Loureiro,1993). Os mosteiros, sobretudo os da ordem de Cister, tiveram um papel muito importante no desenvolvimento da agricultura e da vinha, na região do Dão. Este facto é ainda reforçado pelo conhecimento de que algumas das castas mais importantes do Dão são comuns às da região francesa de origem desta ordem. Os monges cistercienses foram talvez os melhores enólogos da Idade Média. Fundada na Borgonha no século XI, esta ordem religiosa expandiu-se pelo resto da França e por quase toda a Europa, disseminando deste modo a tecnologia vinícola. Como sabemos, nos mosteiros havia um vasto conhecimento, ao qual os monges tinham acesso. Este facto permitiu-lhes difundir, por toda a região, esses conhecimentos dos quais faziam parte a cultura da vinha e a correcta fabricação do vinho. Sabemos também que os mosteiros possuíam enormes áreas de cultivo, as de Maceira Dão, ainda no séc. XV, espalhavam-se desde Mangualde até à Guarda, Trancoso e Celorico (Loureiro,1993). Nos mosteiros e abadias, as vinhas começaram a ser cultivadas com finalidades litúrgicas, dado que a teologia católica exige explicitamente que no sacramento seja utilizado o vinho. Assim, com o tempo, tornaram-se grandes

4 produtores de bons vinhos. Na tradição cristã, o vinho assume um papel sóbrio e metafórico. No decorrer da celebração da missa ele representa o sangue de Cristo. Isto justifica o empenho e a qualidade que os monges, desde sempre, colocaram na sua produção e preparação. A videira e o vinho apresentam também uma forte expressão quando analisamos as manifestações artísticas relacionadas com a arte sacra. A atestar esta realidade surgem-nos muitas e variadas peças, das quais destacamos O Sarcófago oval da Vindima, do período da romanização, proveniente de Vila Franca de Xira, ou uma das nossas mais características expressões artísticas, a talha dourada, especialmente a de estilo nacional, na qual as videiras e as uvas são um dos aspectos que lhe conferem grande singularidade. Fig. 1 - O Sarcófago oval da Vindima, séc. III, MNA A presença do vinho é também muito significativa na pintura sacra, estando presente em várias temáticas e sendo elemento indispensável na iconografia da Última Ceia. O vinho e a vinha ocuparam desde sempre um lugar de destaque na arte e representam um património de grande valor. O vinho contribuiu para despertar consciências, atrair o conhecimento, fortalecer e promover conversas. O vinho fala, solta a língua, arranca segredos que nem conhecíamos. O vinho desinibe e relaxa, por isso contribui para aproximar as pessoas e celebrar momentos importantes. Mais que uma bebida, o vinho é uma celebração, e para celebrar o vinho nada melhor do que conhecer algumas obras e artistas que este foi capaz de inspirar. Assim, desde os monumentos funerários do antigo Egipto até ao modernismo e à arte contemporânea, em todos os períodos da história podemos encontrar formas que evidenciam a percepção e a relação que os artistas têm

5 com o vinho. Podemos assim afirmar que a mais nobre função do vinho é ser fonte inspiradora (Veloso,1994). O vinho pode ser fruído apelando a todos os nossos sentidos. Podemos sentir o seu aroma, apreciar a cor, experimentar o sabor único que levou ao aparecimento de expressões como néctar dos Deuses, sangue de Cristo e essência da vida e por último sentir o seu efeito a excitar o espírito, visto que é comummente associado à alegria. Estas diversas maneiras de fruir o vinho vão ser plasmadas na arte proporcionando-nos diversas abordagens e, simultaneamente, apelando a todos os nossos sentidos. Estas qualidades já são referidas no mito de Baco, segundo o qual este ordenou aos seus súbditos que lhe trouxessem uma bebida capaz de o alegrar e que envolvesse todos os sentidos. Só o vinho o satisfez. Encantou-se com as suas cores, com o seu aroma frutado e sabor único, enchendo-se de alegria. Depois propôs um brinde que se ouviu por toda a região. Na pintura, o Deus do vinho, Dionísio segundo a mitologia grega e Baco segundo a romana, é geralmente representado por um jovem bem nutrido, risonho e festivo. Na cabeça ostenta uma coroa de folhas de videira e o corpo aparece coberto por um manto. Nas mãos ostenta um cacho de uvas ou uma taça com vinho. Baco aparece também representado, na escultura, sentado sobre um pipo, com uma taça transbordante na mão, claramente embriagado. Fig.2 - Baco, 1597, Caravágio Esta iconografia serviu de inspiração a vários pintores nos séculos XVI e XVII, dos quais destacamos Caravágio (1571/1610), Velásquez (1599/1660), Frans Hals (1580/1666), entre tantos outros. Caravágio, na obra Baco, datada de 1597, apresenta o deus rodeado de frutos e de vinho. Por outro lado,

6 Velásquez, na obra Os Bêbados, também designada por O Triunfo de Baco, datada de 1629, prefere representar o deus do vinho rodeado por um grupo de homens que evidenciam os efeitos de um consumo excessivo. Na obra O Alegre Beberrão, datada de 1628/30, Frans Hals opta por não apresentar Baco, mas por nos confrontar com a alegria que, como já vimos, pode ser um dos efeitos do consumo do vinho. O aparecimento das naturezas-mortas trouxe uma nova abordagem. Este tipo de pintura destinava-se sobretudo às salas de jantar, pelo que esta temática era claramente adequada e, portanto, muito procurada. Por este motivo aparecem com frequência cestos de frutos, onde as uvas atingem uma grande importância, assim como as garrafas onde o vinho é levado à mesa. Mais tarde, Edouard Manet (1832/1883) na sua obra Bar do Folies-Bergères, datado de 1881/82 faz uma análise da civilização da grande cidade. Aqui a empregada de balcão, rodeada de garrafas, observa a sala onde o divertimento e o alvoroço se deixam adivinhar. Ainda assim, a rapariga tem um olhar inexpressivo, cansado e distante onde a solidão e a incapacidade de comunicação estão espelhadas. Fig. 3 - Bar do Folies-Bergères, 1881/82, Edouard Manet Do mesmo modo, Edward Munch (1862/1944), no seu Auto-retrato, apresenta uma postura cansada e de algum abandono físico, usando também o vinho para transmitir a ideia de solidão, ao fazer-se acompanhar na refeição apenas por uma garrafa. Em Portugal temos também algumas manifestações do vinho e do acto de beber na arte. Na obra de Vasco Fernandes (1475?/1542), O Calvário, datada de 1535/40, figuram, no limite direito da tábua, dois populares, um bebendo e outro aguardando para o fazer. Dado o tema central, esta atitude surge como um

7 pouco insólita e inverosímil. Mais tarde, Columbano Bordalo Pinheiro (1857/1929) pinta uma obra que ficou conhecida por O Grupo do Leão, datada de Nesta obra destaca-se um ambiente claramente animado e inspirador, onde a presença do vinho confere uma atmosfera informal e alegre. Já no inicio do séc. XX, José Malhoa (1854/1933) pinta duas obras em que o vinho e os seus efeitos são amplamente ilustrados. Referimo-nos naturalmente a Os Bêbados também denominado Festejando o S. Martinho, datado de 1907, em que a descompostura e o desleixo nos permitem supor que a festa foi longa e o vinho tomado em excesso. Fig. 4 - Festejando o S. Martinho, 1907, José Malhoa Em O Fado, datado de 1910, todos os elementos incluídos por Malhoa são símbolos dos costumes da época. Os elementos mais característicos constituem símbolos dos costumes e da alma portuguesa. Assim, surgem elementos como a guitarra, símbolo mais próximo do fado; o vaso de manjerico, símbolo lisboeta, e o registo do Senhor dos Passos, símbolo da religiosidade dos portugueses. Surgem outros elementos como a garrafa e o copo, assim como o cigarro na mão da figura feminina e outro na orelha do cantor, que demonstram que o assunto é pitoresco e os vícios estão presentes, bem como o ambiente melancólico fadista que dá título ao quadro. Na pintura de costumes, o engarrafamento do vinho do Dão inspirou Tavares Correia (1908/2005), um pintor com grande proximidade geográfica à região do Dão, e que por isso conhecia bem todos os elementos que integrou nesta obra. Envasilhando o vinho do Dão, para além do seu eventual valor artístico, apresenta um inegável valor etnográfico ao proporcionar-nos um retrato fiel de uma época e de uma actividade económica de grande importância para a região.

8 Fig. 5 - Envasilhando o vinho do Dão, Tavares Correia A arte contemporânea também tem tido especial apreço por tudo aquilo que se relaciona com o vinho e com a vinha. Assim, em Setembro de 2008, o Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, promoveu uma parceria com vários artistas plásticos, de diversas zonas do país, da qual resultou a criação da maior tela elaborada até hoje em Portugal, subordinada à temática do vinho. Esta mede cerca de sete metros de comprimento e dois de altura. Foi pintada ao ar livre, junto às vinhas contíguas ao Museu. Neste caso o espaço pode ter inspirado muito directamente a produção da obra. A pintura contemporânea, e a arte em geral, têm vindo a sugerir algumas reinterpretações, mas também novas abordagens para o tema do vinho e da vinha. Se por um lado continua a aparecer a crítica recorrente ao consumo excessivo de vinho, como se constata na obra Vinho, datada de 2006, de Dimas Lins, onde é acentuada a descompostura, associada a uma expressão excessivamente ruborizada, por outro lado, são-nos apresentadas propostas completamente inovadoras, como a de usar o vinho como matéria para pintar, ou a que podemos admirar na singular e inexcedível criação da marca Dior.

9 Fig. 6 Vinho, Colecção Dior Através de uma peça de alta-costura, um vestido designado por Vinho, somos transportados, através de uma paleta de cores que começa no vermelho e vai evoluindo até ao castanho-escuro, para o mundo de tonalidades que os vinhos tintos são capazes de nos oferecer, numa alusão obvia ao seu processo de envelhecimento O rosto do vinho rótulos artísticos Nos últimos anos temos assistido a uma preocupação crescente, por parte das diversas marcas, em apresentarem os seus produtos no mercado com uma imagem atractiva, que suscite o interesse do público, despertando sobretudo para a qualidade do produto. Neste contexto, os rótulos e as garrafas têm vindo a assumir uma importância cada vez maior na apresentação de vinho. A concepção dos rótulos passou a ser também uma criação entregue, na maior parte dos casos, a artista de reconhecido mérito. O rótulo é, deste modo, a carta de apresentação do vinho e tem que reflectir, em toda a plenitude, a sua verdade, bondade e beleza. Por isso são também premiados os que cumprem este objectivo. Actualmente existem muitos exemplos de vinhos que trazem arte nos seus rótulos. Esta situação é a prova da crescente importância da valorização da garrafa. Os rótulos complementam a arte dos vinhos, tornando-os obras para serem apreciadas antes mesmo da abertura da garrafa. Afinal, o vinho também se "bebe" com os olhos.

10 Assim, e de acordo com tudo o que é dito anteriormente, podemos afirmar que desde tempos imemoriais é feita uma relação directa entre o êxtase delirante a que conduz a embriaguez do vinho, e a alucinação inspirada, como que um delírio lúcido, que provoca e potencia a criação artística (Calheiros,2004), pelo que é muito feliz a associação do vinho à arte. O vinho representa, portanto, a transformação de matéria simples no ingrediente dos sonhos. BIBLIOGRAFIA: CALHEIROS, Luís, Ditirambos a Diónysus - subsídios para uma iconografia vinária. Disponível na internet via LOUREIRO, V., (1993). Enciclopédia dos Vinhos de Portugal, Os Vinhos do Dão, Lisboa, Portugal. NABAIS, António, (1994). A vinha e o vinho: colecções e museus. Actas do Congresso O Vinho, a História e a Cultura Popular, Instituto Superior de Agronomia (ed.) Lisboa, vol.1: NUNES, Maria Fernanda (1994). A iconografia da vinha e do vinho. Actas do Congresso O Vinho, a História e a Cultura Popular, Instituto Superior de Agronomia (ed.) Lisboa, vol.1: Portugal. SALVADOR, J., (2006). Portugal, Vinhos Cultura e Tradição, Rio de Mouro, VELOSO, Maria Teresa Nobre, (1994), A importância do vinho na vida académica medieval. Actas do Congresso O Vinho, a História e a Cultura Popular, Instituto Superior de Agronomia (ed.) Lisboa, vol.1: Museus do vinho em Portugal. Disponível na internet via http//:www.ivv.min-agricultura.pt

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