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2 Os trabalhos publicados nos Anais da II Jornada Ibero-Americana da ARIUSA 2012 no que se refere a conteúdo, correção linguística e estilo são de inteira responsabilidade dos respectivos autores e autoras. FICHA CATALOGRÁFICA U3 II Jornada Ibero-Americana da Ariusa: compromisso das universidades com a ambientalização e sustentabilidade [recurso eletrônico] / Coordenadores: Antonio Fernando Silveira Guerra, Mara Lúcia Figueiredo e Orlando Sáenz, Itajaí: Editora da UNIVALI, Modo de acesso: Word Wide Web: <http://www.ariusa.net/> e <http://www.reasul.org.br/> E-book ISBN Educação. 2. Sustentabilidade. 3. Universidade. I. Título II. Universidade do Vale do Itajaí. CDU: 378(082) Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central Comunitária UNIVALI 1

3 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 Participantes da II Jornada Ibero-Americana da ARIUSA. (Foto: FerMara_junho-2012) 2

4 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 COMISSÃO ORGANIZADORA Prof. Dra. Adair de Aguiar Neitzel Ana Claudia Dalagnoni Msc. Anésio Dalcastagner Prof. Dr. Antonio Fernando Silveira Guerra Alessandro Pereira Carlos Magno de Lima e Silva Msc. Dalva Sofia Schuch Eliane Gatto Msc. Gilmar Joner Prof. Dr. José Marcelo Freitas de Luna Lucia Mateus Luciana Lima da Costa Prof. Dra. Mara Lúcia Figueiredo Mariana Soares da Silva Núbia Teresinha Marchiori Prof. Dr. Orlando Sáenz Paulo Roberto Régis Júnior Ricardo Capraro COMISSÃO CIENTÍFICA Prof. Dr. Aloísio Ruscheinsky Unisinos Prof. Dr. Antonio Fernando Silveira Guerra Univali/PPGE Prof. Dra. Elisabeth Brandão Schmidt FURG/PPGEA Profa. Dra. Isabel Cristina de Moura Carvalho PUC-RS Prof. Dr. José Edmilson de Souza Lima - UFPR Prof. Dr. José Marcelo Freitas de Luna Univali/PPGE Profa. Dra. Mara Lúcia Figueiredo Identidades REASul GEEAS/ Univali Profa. Dra. Maria de Lourdes Pinto de Almeida Uniplac/PPGE Profa. Dra. Marilia Andrade Torales UFPR Profa. Dra. Nelma Baldin Univille/PPGE Prof. Dr. Orlando Sáenz - UCAA/Colômbia Profa. Dra. Tânia Regina Raitz Univali/PPGE Prof. Dr. Yára Christina Cesário Pereira Univali/GEEAS Prof. Dra. Valéria Silva Ferreira Virgínia Kuhnen Zunino Prof. Dra. Yára Christina Cesário Pereira 3

5 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 RELAÇÃO DE UNIVERSIDADES REPRESENTADAS POR PESQUISADORES(AS) NA II JORNADA DA ARIUSA Universidade do Vale de Itajaí- UNIVALI Brasil Universidade Federal do Rio Grande FURG Brasil Universidade Federal do Paraná - UFPR Pontifícia Universidade Católica de Minas - PUC Minas Betim Brasil Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUC-RS Brasil Universidade de São Paulo - USP-SC em São Carlos Brasil Universidade do Vale do Rio dos Sinos Unisinos Brasil Universidade Regional de Joinville Univille Brasil Universidade do Planalto Catarinense Uniplac Brasil Universidade Federal do Vale do São Francisco UNIVASF - Brasil Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales - U.D.C.A Colombia Universidad Tecnológica de Pereira. UTP- Colombia Universidad del Valle. UNIVALLE - Colombia Universidad Nacional del Nordeste - UNNE Argentina Universidad Nacional de Catamarca - UNCa Argentina Universidad Nacional de Quilmes - UNQ Argentina Universidad de Buenos Aires Argentina Instituto Nuestra Señora de Luján del Buen Viaje - Argentina Universidad de Granada. UGR España Universidad Autónoma de Madrid. UAM España Universidad Autónoma de Coahuila - UADEC México Universidad Autónoma de Baja California - México Universidad Internacional del Ecuador- UIDE Ecuador Instituto Superior de Tecnologías y Ciencias Aplicadas. INSTEC Cuba Universidad EARTH- Costa Rica Universidad de Valparaiso UV Chile RELAÇÃO DE REDES UNIVERSITÁRIAS E DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ORGANIZAÇÕES E ASSOCIAÇÕES REPRESENTADAS NA II JORNADA DA ARIUSA Asociación Continental de Universidades de Desarrollo Sustentable. ACUDES - Ecuador Asociación Continental de Universidades de Desarrollo Sustentable ACUDES - Ecuador Asociación Universitaria Iberoamericana de Postgrado. AUIP- España Comisión Sectorial de Calidad Ambiental, Desarrollo Sostenible y Prevención de Riesgos - CADEP - España Consorcio Mexicano de Programas Ambientales Universitarios para el Desarrollo Sustentable COMPLEXUS - Mexico Red Argentina de Universidades por la Sostenibilidad y el Ambiente - RAUSA - Argentina Red Colombiana de Formación Ambiental - RCFA - Colombia Red Costarricense de Instituciones Educativas Sostenibles REDIES Costa Rica Red Cubana de Gestores Ambientales en las Universidades - RC-GAU - Cuba Red de Estudios del Conurbano Sur - Argentina Red Mexicana de Posgrados Pluridisciplinarios en Ambiente y Sociedad REMEPPAS - Mexico Red Nacional de Formación e Investigación Ambiental REDFIA - Guatemala Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental REASul Brasil 4

6 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 APRESENTAÇÃO As Jornadas da ARIUSA são basicamente reuniões ou sessões de trabalho onde são apresentados os recentes avanços em seus projetos acadêmicos e científicos e informes sobre as redes universitárias que compõem esta Aliança. Procuram, também, gerar um espaço para a apresentação de experiências relevantes das universidades associadas nas áreas de formação em educação, pesquisa, extensão e gestão ambiental. Por tratar-se de verdadeiras Jornadas de trabalho, algumas das suas sessões são oficinas sobre projetos específicos, envolvendo apenas os membros das Redes Operacionais responsáveis por essas ações. Outras sessões são fechadas uma vez que se dedicam a abordar assuntos internos da organização e operação regular da ARIUSA. No entanto, algumas sessões estão abertas e possibilitam a participação de interessados e do público em geral. Este componente das Jornadas da ARIUSA é especialmente dedicado à apresentação e debate amplo dos resultados de seus projetos de pesquisa cooperativos no âmbito ibero-americano. Dadas estas características, as Jornadas da ARIUSA convocam, principalmente, para a participação: 1. Representantes de Redes Universitárias Ambientais da ARIUSA 2. Representantes de outras Redes Universitárias Ambientais 3. Representantes de universidades, com um claro compromisso ambiental 4. Representantes de instituições interessadas em apoiar essas redes e universidades 5. Outros interessados na ambientalização das universidades. A I Jornada Ibero-Americana da ARIUSA foi realizada em 18 e 19 de março de 2010, na Universidad Nacional del Nordeste (UNNE), em Corrientes, Argentina. Esta reunião contou com a participação de 35 pesquisadores e representantes das Redes Universitárias Ambientais, que compõem esta Aliança, e de várias universidades ibero-americanas articuladas a essas redes e agências de cooperação internacional que apoiam algumas atividades da ARIUSA. Na Jornada da ARIUSA realizada na UNNE formalizou-se a adesão da Red Argentina de Universidades por la Sostenibilidad y el Ambiente (RAUSA) e da Asociación Continental de Universidades de Desarrollo Sustentable (ACUDES). Também foi aprovado o "Acordo de Princípios e Organização" da ARIUSA e ratificou-se a coordenação conjunta da Aliança de RUAS que se vinha exercendo desde o início pelos representantes da RCFA-UDCA e de OIUDSMA-UGR. Também foi acordado sobre as atividades principais para o Plano de Ação da ARIUSA Além disso, na I Jornada da ARIUSA foram formalizados e consolidados vínculos de cooperação com a Asociación Universitaria Iberoamericana de Posgrado (AUIP), com o Colégio das Américas (COLAM), da Organización Universitária Interamericana (OUI), com o Programa de Intercambio y Movilidad Académica (PIMA), da Organización de Estados Iberoamericanos (OEI), e com o Instituto Internacional para la Educación Superior en América Latina y el Caribe (IESALC), da UNESCO. Dando continuidade ao processo de consolidação e ampliação da ARIUSA, de 13 a 15 de junho de 2012 foi realizada a II Jornada Ibero-Americana da ARIUSA, no campus da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, em Itajaí SC - Brasil. A II Jornada teve como objetivos: - Avaliar os avanços do projeto de pesquisa da Red de Investigación sobre Ciencia, Tecnologia, Innovación y Educación Ambiental en Iberoamerica (CTIE-AMB), financiado pelo Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnologia para el Dessarrollo CYTED; - Integrar à ARIUSA representantes de instituições interessados em apoiar a ambientalização nas redes e universidades nas atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão ambientais, e - Socializar as ações e projetos de 5

7 ambientalização promovidos nas universidades que atuam no âmbito ibérico, latino-americano e caribenho. Nesta reunião inscreveram-se 117 participantes de 10 países, sendo: 96 do Brasil, seis da Colombia, cinco da Argentina, três do México, dois da Espanha, dois do Equador, um do Chile, um da Costa Rica, um da Guatemala e uma pesquisadora de Cuba. A Jornada contou com a participação de estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e representantes das Redes Universitárias Ambientais, que compõem esta Aliança, representando 24 universidades ibero-americanas articuladas a essas redes, ou interessadas em formalizar sua adesão, além de agências de cooperação internacional que apoiam algumas atividades da ARIUSA, como o CYTED, financiador do projeto da Red CTIE-AMB, a Asociación Universitária Iberoamericana de Posgrado AIUP e a Global University Network for Innovation - GUNI. A Jornada também recebeu o apoio do Ministério da Educação do Brasil (MEC), representado pela Coordenação de Educação Ambiental. Essa II Jornada foi fruto do esforço coletivo de um grupo que busca fortalecer a articulação das várias Redes Universitárias Ambientais, assim como projetos específicos de cooperação acadêmica e de pesquisa entre elas. Ela representou o empenho de cada membro da ARIUSA que justifica a existência desse grupo e das Jornadas, com experiências relevantes na ambientalização do currículo, assim como com projetos e atividades exitosas de ensino, formação, pesquisa, extensão e gestão ambiental nas instituições de ensino superior. A todos e todas, a nossa acolhida, o convite ao diálogo e o desejo do encontro. Antonio Fernando Silveira Guerra Mara Lúcia Figueiredo Orlando Sáenz Coordenadores da II Jornada Ibero-Americana da ARIUSA Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI Itajaí, junho de

8 PROGRAMAÇÃO Quarta / Miércoles 13 de Junio II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 Exposição permanente: Percussão Catarina Local: Entrada do Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) Exposição permanente de Pôsteres/ Exposición permanente de pósteres Local: Programa de Pós-Graduação em Educação Bloco F7 (antigo Bloco 29) 4 andar Exposição permanente de livros e Diálogo com autores (as) / Exposición de libros y Dialogo con autores (as). Local: Salas do Programa de Pós-Graduação em Educação Bloco F7 (antigo Bloco 29) 4 andar 14:00 18:00 Credenciamento e inscrição de participantes / Registro y inscrición de participantes Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) 16:00 18:30 Rodas de Formação / Ruedas de Formación Sessão de trabalho de socialização dos expositores das experiências institucionais de ambientalização no ensino, pesquisa e formação, extensão e gestão ambiental nas instituições / Sesión de Socialización de los expositores de las experiencias institucionales de la ambientalización en la enseñanza y del currículo universitario y, en general, de actividades de formación, investigación, extensión y gestión ambiental en las instituciones. Local: Salas do Programa de Pós-Graduação em Educação Bloco F7 (antigo Bloco 29) 4 andar 18:30 19:30 Atividades culturais Local: Salas do Programa de Pós-Graduação em Educação Bloco F7 (antigo Bloco 29) 4 andar Apresentação musical dos musicistas do setor de Arte e Cultura e do curso de Música da Univali Rafaela Gonzalez, Marcela Gonzalez e Luciano Candemil Quinta / Jueves - 14 de Junio Exposição permanente: Percussão Catarina Local: Entrada do Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) Exposição permanente de Pôsteres/ Exposición permanente de pósteres Local: Programa de Pós-Graduação em Educação Bloco F7 (antigo Bloco 29) 4 andar Exposição permanente de livros e Diálogo com autores (as) / Exposición de libros y Dialogo con autores (as). Local: Salas do Programa de Pós-Graduação em Educação Bloco F7 (antigo Bloco 29) 4 andar 8:00 12:00 Credenciamento e inscrição de participantes / Registro y inscrición de participantes 7

9 Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) 8:30-9:15 Boas vindas e abertura da Jornada / Bienvenida y apertura de reunión Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) Apresentação musical dos musicistas do setor de Arte e Cultura e do curso de Música da Univali Bárbara Damásio e Ricardo Capraro INTERPRETAÇÃO DO HINO NACIONAL Dr. Mario Cesar dos Santos. Reitor da Universidade do Vale do Itajaí - Brasil Dr. Marcelo Fernández Sanchez. Rector Universidad Internacional del Ecuador UIDE. Presidente ACUDES - Equador MSc Rita Silvana Santana dos Santos - Ministério da Educação do Brasil - Coordenação de Educação Ambiental - Brasil Dr. José Luis Rosúa Representante Asociación Universitaria Iberoamericana de Postgrado AUIP - España Dr. Javier Benayas Universidad Autónoma de Madrid - UAM CADEP/CRUE - España Dr. Orlando Sáenz - Coordenador da ARIUSA. Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales Colombia Dra. Valéria Ferreira Silva Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Univali - Brasil Dr. Antonio Fernando Silveira Guerra - Coordenador da II Jornada Iberoamericana da ARIUSA. Programa de Pós-Graduação em Educação da Univali - Brasil 9:15 10:15 Mesa Redonda 1: Políticas para a sustentabilidade nas universidades iberoamericanas / Políticas para la sustentabilidad en las universidades iberoamericanas Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) A Educação Superior comprometida com a Sustentabilidade: Do compreender ao atuar / La Educación Superior comprometida con la Sostenibilidad: Del comprender al actuar Dr. Javier Benayas e Dr. Orlando Sáenz GUNI, Global University Network for Innovation A política de Educação Ambiental e a sustentabilidade no Ensino Superior no Brasil/ La Política de Educación Ambiental y la Sustentabilidad en la Enseñanza Superior en Brasil MSc. Rita Silvana Santana dos Santos Ministério da Educação do Brasil - Coordenação Geral de Educação Perguntas e comentários do público / Preguntas y comentarios del público 10:15 10:45 Apresentação Cultural - INTERVALO / RECESO Apresentação musical dos musicistas do setor de Arte e Cultura e do curso de Música da Univali Rafaela Gonzalez e Marcela Gonzalez 10:45-12:30 Mesa Redonda 2: As Redes Universitárias Ambientais Fundadoras da ARIUSA / Las Redes Universitarias Ambientales Fundadoras de ARIUSA Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) Dr. José Luis Rosúa - Coordinador de ARIUSA Secretario General de OIUDSMA - España Dr. Jhonniers Guerrero Vice-Presidente Junta Directiva de la Red Colombiana de Formación Ambiental, RCFA - Colombia Dr. Germán Rodríguez - Coordinador Red Nacional de Formación e Investigación Ambiental, REDFIA - Guatemala 8

10 Dra. Norma Yolanda Mota - Secretaria Ejecutiva de Consorcio Mexicano de Programas Ambientales Universitarios para el Desarrollo Sustentable COMPLEXUS - México Dra. Lourdes Ruiz - Coordinadora de la Red Cubana para la Gestión Ambiental en las Universidades. RC/GAU- Cuba Perguntas e comentários do público / Preguntas y comentarios del público 12:30 14:00 ALMOÇO / ALMUERZO 14:00 15:30 Mesa redonda 3: A plataforma de informação, sensibilização e avaliação da sustentabilidade nas universidades / La plataforma de información, sensibilización y evaluación de la sustentabilidad en las universidades Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) Dr. Javier Benayas - Universidad Autónoma de Madrid - UAM CADEP/CRUE- España Dra. Isabel Cristina de Moura Carvalho - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUC-RS- Brasil Dra. Patrícia Cristina Silva Leme Universidade de São Paulo USP - Brasil Perguntas e comentários do público / Preguntas y comentarios del público 15:30 16:00 Apresentação Cultural e Lançamento de livros INTERVALO / RECESO Apresentação musical dos musicistas do setor de Arte e Cultura e do curso de Música da Univali Luciana Assanti e Serginho Espezim 16:00 18:30 Rodas de Formação / Ruedas de Formación Sessão de trabalho de socialização dos expositores das experiências institucionais de ambientalização no ensino, pesquisa e formação, extensão e gestão ambiental nas instituições / Sesión de Socialización de los expositores de las experiencias institucionales de la ambientalización en la enseñanza y del currículo universitario y, en general, de actividades de formación, investigación, extensión y gestión ambiental en las instituciones. Local: Salas do Programa de Pós-Graduação em Educação Bloco F7 (antigo Bloco 29) 4 andar 18:30 19:00 Atividades Culturais e Encerramento da Sessão / Actividades culturales y Cierre de la sesión GRUPO SARAU LITERÁRIO MULHERES & MULHERES Meurly, Bruno Portes, Bruno Lazarotto, Marina Schernikau, Naiara Aline Chaves. GRUPO DE PERCUSSÃO DE ITAJAÍ- Luciano da Silva Candemil, João Gilberto A. P. Moojen, Elvis Pauli, Rodrigo Fonseca Pinheiro, Madlon Martins de Freitas, Mayla Iara Valentin, Katrin Deeke Graff. Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) Sexta - Viernes - 15 de Junio Exposição permanente: Percussão Catarina Local: Entrada do Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) Exposição permanente de livros e Diálogo com autores (as) / Exposición de libros y Dialogo con autores (as). Local: Entrada do Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) 8:30-10:00 Mesa Redonda 4: As Redes Universitárias Ambientais que aderiram à ARIUSA / Las Redes Universitarias Ambientales Adherentes en ARIUSA Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) 9

11 Dr. Javier Benayas. Secretario Ejecutivo de Comisión de Calidad Ambiental, Desarrollo Sostenible y Prevención de Riesgos de la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas - CADEP/CRUE España Dra. Mara Lúcia Figueiredo. Comissão de Gestão Participativa da Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental - REASul Brasil Dra. Nora Indiana Basterra. Coordinadora de la Red Argentina de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente RAUSA - Argentina. Dr. Marcelo Fernández. Presidente de la Asociación Continental de Universidades de Desarrollo Sustentable - ACUDES- Ecuador Dra. Ileana Espejel. Coordinadora Red Mexicana de Postgrados Pluridisciplinarios en Ambiente y Sostenibilidad REMEPPAS - México Dr. Manrique Arguedas. Coordinador de la Red Costarricense de Instituciones Educativas Sostenibles REDIES Costa Rica. Perguntas e comentários do público / Preguntas y comentarios del público 10:00 10:30 INTERVALO / RECESO 10:30-12:00 Mesa Redonda 5: Avanços da pesquisa da Rede CTIE-AMB / Avances de investigación de la Red CTIE-AMB Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) O Projeto de Investigação sobre Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Ambiental em Ibero-américa CTIE-AMB CYTED/ El Proyecto de Investigación sobre Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación Ambiental en Iberoamérica CTIE-AMB - CYTED Dr. Orlando Sáenz- Coordinador Red CTIE-AMB / CYTED - Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales- Colombia Ambiente y Sustentabilidad en el SNCTI de España Dr. José Luis Rosúa - Universidad de Granada - España Ambiente e Sustentabilidade no SNCTI do Brasil Dr. Antonio Fernando Guerra, Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental REASul- Brasil Perguntas e comentários do público / Preguntas y comentarios del público 12:00 13:30 ALMOÇO / ALMUERZO 13:30-15:00 Mesa Redonda 6: Avanços da pesquisa da Rede CTIE-AMB / Avances de investigación de la Red CTIE-AMB Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) Ambiente y Sustentabilidad en el SNCTI de Colombia Dr. León Felipe Cubillos - Universidad Tecnológica de Pereira - Colombia Ambiente y Sustentabilidad en el SNCTI de Cuba Dra. Lourdes Ruiz - Instituto Superior de Tecnologías y Ciencias Aplicadas - Cuba Ambiente y Sustentabilidad en el SNCTI de Guatemala Dr. Germán Rodríguez - Red Nacional de Formación e Investigación Ambiental - Guatemala Ambiente y Sustentabilidad en el SNCTI de México Dra. Laura Ortiz - Universidad Autónoma del Estado de Morelos México Perguntas e comentários do público / Preguntas y comentarios del público 10

12 15:00 15:30 INTERVALO / RECESO 15:30-16:30 Conclusões da Jornada, encaminhamentos e encerramento da Jornada / Cierre de la II Jornada Iberoamericana de ARIUSA. Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) 16:30 18:30 Reunião fechada / reunião cerrada. Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) 18:30 19:00 Reunião de trabalho sobre o Mestrado e Doutorado Ibero-americano em Educação Ambiental / Reunión de Trabajo sobre el Máster y Doctorado Iberoamericano en Educación Ambiental Local: Auditório do Curso de Farmácia Bloco E1 (antigo Bloco 17) RODAS DE FORMAÇÃO: APRESENTAÇÃO ORAL DOS RESUMOS APROVADOS Grupo 1- A pesquisa e formação para a ambientalização nas universidades Coordenação: Prof. Dr. Aloisio Ruscheinsky Unisinos - Data: 13/06/2012 horário 16h às 18h30min Local: Bloco F (antigo bloco 29) 4 andar - Sala A Programa de Mestrado e Doutorado em Educação - Informação universitária como crítica ao modelo social e como competências técnicas ante os conflitos socioambientais- Aloisio Ruscheinsky - A participação da universidade do planalto catarinense - UNIPLAC no projeto Rede Guarani Serra Geral: educação ambiental- Lucia Ceccato de Lima - Levantamento das ações ambientais realizadas pela Universidade do Planalto catarinense nos últimos 20 anos- Lucia Ceccato de Lima, Luciani Liz de Souza - Educação ambiental: uma proposta ao curso de Direito- Suzana Moraes, Alexandre Schappo, Caroline Vieira Ruschel - Projeto escola & universidade: fortalecendo a educação ambiental multidisciplinar nas escolas- Elizabete Aparecida Sola Franco, Marilia Andrade Torales - Ambientalização curricular em cursos de licenciatura e na educação básica: a pesquisa e a formação inicial e continuada- Mara Lúcia Figueiredo, Antonio Fernando Silveira Guerra, Elisabeth Brandão Schmidt Grupo 2 - A Extensão e a ambientalização nas universidades Coordenação: Profa. Dra. Marilia Andrade Torales - UFPR Data: 13/06/2012 horário 16h às 18h30min Local: Bloco F (antigo bloco 29) 4 andar sala B Programa de Mestrado e Doutorado em Educação - Comitê UNIVILLE Verde: Uma proposta de articulação das ações ambientais na universidade- Elzira Maria B. Munhoz, Cláudio Rudolfo Tureck, Paulo Ivo Koehntopp - Extensão universitária: o Programa Licenciar e a práxis da educação ambiental nos centros municipais de educação infantil de Curitiba, Paraná- Andrea Macedonio de Carvalho, Marilia Andrade Torales, Almerilis Ramos - Proyecto deja tu huella- Horacio Osvaldo Boraso, Cristina Teresa Carballo - A extensão acadêmica como espaço para realização da educação ambiental- Maria do Rosário Knechtel, Katya R. Isaguirre-Torres; José Thomaz Mendes-Filho 11

13 Grupo 3 - A Gestão para a ambientalização nas universidades Coordenação: Prof. MSc Marco Antonio Harms Dias - Univali Data: 14/06/2012 horário 16h às 18h30min Local: Bloco F (antigo bloco 29) 4 andar - Sala de reuniões da Incubadora da Univali Programa de Mestrado e Doutorado em Educação - Plan participativo de gestión y educación ambiental dentro de la Fadu / UBA. apuntes sobre sus inicios- Horacio Osvaldo Boraso; Cristina Teresa Carballo - PUC Minas Sustentável - Plano de sustentabilidade ambiental da PUC MINAS- Miguel Angelo Andrade, Eugenio Batista Leite, Jeanne Marie Ferreira Freitas, Leonardo de Araújo Pereira, Tânia Maria Ferreira Souza - A transformaçâo do espaço fisico da universidade como intenção educadora- Dalva Sofia Schuch, Francieli Andreia Bedin. Grupo 1- A pesquisa e formação para a ambientalização nas universidades Coordenação: Elisabeth Brandão Schmidt Data: 14/06/2012 horário 16h às 18h30min Local: Bloco F (antigo bloco 29) 4 andar - Sala A Programa de Mestrado e Doutorado em Educação - Ecuela de Formación Ambiental para Colombia. Aportes desde la Facultad de Ciencias Ambientales de la Universidad Tecnológica de Pereira- Jhoniers Erazo Guerrero - La union hace la fuerza: Posgrados ambientales de la Universidad de Baja California, Mexico Martha Ileana Espejel Carbajal, Claudia Leyva e Maria Concepción Arredondo - Núcleo de meio ambiente e sustentabilidade: uma proposta que se concretiza na Universidade Federal de Uberlândia- Maria da Graça Vasconcelos, Hudson de Paula Carvalho, Reginaldo Camargo, Bruna Nayara Pereira Cardoso, Vinícius William Borges Rodrigues - Definindo os rumos para a ambientalização curricular e sustentabilidade na Universidade: Univali Sustentável - Antonio Fernando S. Guerra, José Marcelo Freitas de Luna, Paulo Dos Santos Pires, Elisete Navas Sanches Prospero, Dalva Sofia Schuch, Yára Christina Cesário Pereira - Sustentabilidade ambiental comunitária: uma prática que passa pela universidade- Nelma Baldin, Gabriel Horn Iwaya, Elzira Maria B. Munhoz, José Cavalheiro Neto, Lidio Schiochet Júnior - Uma experiência prática em ambientalização escolar no semiárido piauiense- Márcio Herbes Santos; Simone Silva de Santana; Kmaila Cosme de Andrade; Maria das Graças Cleophas Porto; Maria Luciana da Silva Nóbrega 12

14 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 SUMÁRIO Presentación de las Jornadas Iberoamericanas de ARIUSA Prof. Dr. Orlando Sáenz - Coordinador ARIUSA - Profesor Investigador U.D.CA 16 Presentación de la Alianza de Redes Iberoamericanas de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente Prof. Dr. Orlando Sáenz - Coordinador ARIUSA - Profesor Investigador U.D.CA 19 Presentación de la Asociación Universitaria Iberoamericana de Postgrado AUIP Dr. José Luis Rosúa Campos - Coordinador de ARIUSA Secretario General de OIUDSMA Facultad de Ciencias Ambientales - Edificio Politécnico - Universidad de Granada España.. 25 Discurso de Abertura e Boas Vindas do Coordenador da II Jornada Ibero-Americana da ARIUSA Prof. Dr. Antonio Fernando Silveira Guerra - Universidade do Vale do Itajaí - Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental REASul Mesa Redonda 1: Políticas para a sustentabilidade nas universidades ibero-americanas / Políticas para la sustentabilidad en las universidades iberoamericanas. 30 A Educação Superior comprometida com a Sustentabilidade: Do compreender ao atuar / La Educación Superior comprometida con la Sostenibilidad: Del comprender al actuar Dr. Javier Benayas e Dr. Orlando Sáenz - GUNI, Global University Network for Innovation. 31 A política de Educação Ambiental e a sustentabilidade no Ensino Superior no Brasil La Política de Educación Ambiental y la Sustentabilidad en la Enseñanza Superior en Brasil MSc. Rita Silvana Santana dos Santos - Ministério da Educação do Brasil MEC -Coordenação Geral de Educação Ambiental Brasil Mesa Redonda 2: As Redes Universitárias Ambientais Fundadoras da ARIUSA / Las Redes Universitarias Ambientales Fundadoras de ARIUSA Organización Internacional de Universidades por la Sustentabilidad y el Medio Ambiente (OIUDSMA) Dr. José Luis Rosúa - Coordinador de ARIUSA Secretario General de OIUDSMA España 36 Presentación de la Red Colombiana de Formación Ambiental (RCFA) - Etapa más reciente Prof. Dr. Orlando Sáenz - Coordinador ARIUSA - Profesor Investigador U.D.CA Prof. Dr. Jhonniers Guerrero - Vicepresidente Junta Directiva de la Red Colombiana de Formación Ambiental RCFA - Decano Facultad de Ciencias Ambientales UTP Colombia.. 39 Red Nacional de Formación e Investigación Ambiental (REDFIA) Prof. Dr. Germán Rodríguez - Coordinador REDFIA Guatemala. 44 Consorcio Mexicano de Programas Ambientales Universitarios para el Desarrollo Sustentable (Complexus) MC Norma Yolanda Mota Palomino - Secretaria General Ejecutiva del Complexus ( ) - 13

15 Coordinadora de la Agenda Universitaria Ambiental de la Universidad Autónoma de Coahuila México 48 Red Cubana para la Gestión Ambiental en las Universidades (RC-GAU) Dra. Lourdes Ruiz - Coordinadora. RC/GAU - Instituto Superior de Tecnologías y Ciencias Aplicadas Cuba. 52 Mesa Redonda 3: A plataforma de informação, sensibilização e avaliação da sustentabilidade nas universidades / La plataforma de información, sensibilización y evaluación de la sustentabilidad en las universidades.. 56 Cooperação Interuniversitária e a Plataforma "Informação, Sensibilização e Avaliação da Sustentabilidade na Universidade" Prof. Dr. Javier Benayas - Profesor Titular de Ecologia, Universidad Autónoma de Madrid; Profa. Dra. Patrícia Silva Leme - Bióloga, doutora em Educação, educadora da Superintendência de Gestão Ambiental/USP Educação e Sustentabilidade: A Cátedra Anísio Teixeira na PUCRS Dra. Isabel Cristina de Moura Carvalho - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUC-RS Brasil Mesa Redonda 4: As Redes Universitárias Ambientais que aderiram à ARIUSA / Las Redes Universitarias Ambientales Adherentes en ARIUSA El Compromiso con la Sostenibilidad de las Universidades Españolas Prof. Dr. Javier Benayas - Secretario Ejecutivo de Comisión de Calidad Ambiental, Desarrollo Sostenible y Prevención de Riesgos de la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas - CADEP/CRUE España.. 64 Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental (REASul) Profa. Dra. Mara Lúcia Figueiredo - Comissão de Gestão Participativa da REASul Brasil Prof. Dr. Antonio Fernando Silveira - Universidade do Vale do Itajaí - Comissão de Gestão Participativa da REASul Brasil Red Mexicana de Posgrados Pluridisciplinarios en Ambiente y Sociedad (REMEPPAS) Dra. Ileana Espejel - Coordinadora REMEPPAS - Universidad Autónoma de Baja California - Facultad de Ciencias - Baja California México 70 Red Costarricense de Instituciones Educativas Sostenibles (REDIES) Prof. Dr. Manrique Arguedas - Coordinador REDIES - Universidad EARTH Costa Rica RESUMOS EXPANDIDOS Grupo 1- A pesquisa e formação para a ambientalização nas universidades Informação universitária como crítica ao modelo social e como competências técnicas ante os conflitos socioambientais - Aloisio Ruscheinsky A participação da universidade do planalto catarinense - UNIPLAC no projeto Rede Guarani Serra Geral: educação ambiental - Lucia Ceccato de Lima Levantamento das ações ambientais realizadas pela Universidade do Planalto catarinense nos últimos 20 anos - Lucia Ceccato de Lima e Luciani Liz de Souza Educação ambiental: uma proposta ao curso de Direito - Suzana Moraes, Alexandre Schappo e Caroline Vieira Ruschel

16 Projeto escola & universidade: fortalecendo a educação ambiental multidisciplinar nas escolas - Elizabete Aparecida Sola Franco e Marilia Andrade Torales Ambientalização curricular em cursos de licenciatura e na educação básica: a pesquisa e a formação inicial e continuada - Mara Lúcia Figueiredo, Antonio Fernando Silveira Guerra e Elisabeth Brandão Schmidt Ecuela de Formación Ambiental para Colombia. Aportes desde la Facultad de Ciencias Ambientales de la Universidad Tecnológica de Pereira - Jhoniers Erazo Guerrero. 106 La union hace la fuerza: Posgrados ambientales de la Universidad de Baja California, Mexico - Martha Ileana Espejel Carbajal; Claudia Leyva e Concepción Arredondo Núcleo de meio ambiente e sustentabilidade: uma proposta que se concretiza na Universidade Federal de Uberlândia - Maria da Graça Vasconcelos, Hudson de Paula Carvalho, Reginaldo Camargo, Bruna Nayara Pereira Cardoso e Vinícius William Borges Rodrigues Definindo os rumos para a ambientalização curricular e sustentabilidade na Universidade: Univali Sustentável - Antonio Fernando S. Guerra, José Marcelo Freitas de Luna, Paulo Dos Santos Pires, Elisete Navas Sanches Prospero, Dalva Sofia Schuch e Yára Christina Cesário Pereira Sustentabilidade ambiental comunitária: uma prática que passa pela universidade - Nelma Baldin, Gabriel Horn Iwaya, Elzira Maria B. Munhoz, José Cavalheiro Neto e Lidio Schiochet Júnior Uma experiência prática em ambientalização escolar no semiárido piauiense - Márcio Herbes Santos; Simone Silva de Santana; Kmaila Cosme de Andrade; Maria das Graças Cleophas Porto e Maria Luciana da Silva Nóbrega Grupo 2 - A Extensão e a ambientalização nas universidades Comitê UNIVILLE Verde: Uma proposta de articulação das ações ambientais na universidade - Elzira Maria B. Munhoz, Cláudio Rudolfo Tureck e Paulo Ivo Koehntopp Extensão universitária: o Programa Licenciar e a práxis da educação ambiental nos centros municipais de educação infantil de Curitiba, Paraná - Andrea Macedonio de Carvalho, Marilia Andrade Torales e Almerilis Ramos Proyecto deja tu huella- Horacio Osvaldo Boraso e Cristina Teresa Carballo A extensão acadêmica como espaço para realização da educação ambiental - Maria do Rosário Knechtel, Katya R. Isaguirre-Torres e José Thomaz Mendes-Filho Grupo 3 - A Gestão para a ambientalização nas universidades Plan participativo de gestión y educación ambiental dentro de la Fadu / UBA. apuntes sobre sus inicios - Horacio Osvaldo Boraso e Cristina Teresa Carballo PUC Minas Sustentável - Plano de sustentabilidade ambiental da PUC MINAS - Miguel Angelo Andrade, Eugenio Batista Leite, Jeanne Marie Ferreira Freitas, Leonardo de Araújo Pereira e Tânia Maria Ferreira Souza A transformaçâo do espaço fisico da universidade como intenção educadora - Dalva Sofia Schuch e Francieli Andreia Bedin

17 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 PRESENTACIÓN DE LAS JORNADAS IBEROAMERICANAS DE ARIUSA Las Jornadas Iberoamericanas de ARIUSA son básicamente reuniones de trabajo en las que se presentan informes periódicos sobre las Redes Universitarias Ambientales que conforman esta Alianza y los avances recientes de sus proyectos académicos y científicos. Además, generan espacios para la presentación de experiencias relevantes de las universidades asociadas en los campos de la formación, la investigación, la extensión y la gestión ambiental. Puesto que se trata de verdaderas Jornadas de Trabajo, algunas de sus sesiones son Talleres sobre proyectos específicos en los que sólo participan los integrantes de las Redes Operativas responsables de esas acciones. Otro tipo de cesiones cerradas son las que se dedican a tratar asuntos internos de la organización y operación regular de ARIUSA. En cambio, algunas sesiones son abiertas y posibilitan la participación de todos los interesados y del público en general. Este componente de las Jornadas de ARIUSA está dedicado especialmente a la presentación y debate amplio de los resultados de sus proyectos académicos y de investigación cooperativa en el ámbito iberoamericano. Dadas estas características, la Jornadas de ARIUSA convocan principalmente a: 1. Representantes de las Redes Universitarias Ambientales en ARIUSA 2. Representantes de otras Redes Universitarias Ambientales afines 3. Representantes de Universidades con un claro compromiso ambiental 4. Representantes de instituciones interesados en apoyar estas redes 5. Otras personas interesadas en la ambientalización de las universidades. Las Jornadas de ARIUSA se realizan en colaboración con universidades vinculadas a una de sus Redes e interesadas en contar con un espacio propicio para la presentación de sus compromisos y actividades en materia de ambientalización y sustentabilidad. Estas universidades ofrecen sus campus e instalaciones como sedes de las Jornadas y garantizan el apoyo institucional y logístico mínimo necesario para su realización. Según sus intereses, determinan la amplitud de la convocatoria pública y la mayor o menor apertura de las reuniones. Por su parte, ARIUSA ofrece la participación de un número significativo de representantes de sus RUAS y universidades asociadas, así como su disponibilidad para apoyar los eventos académicos complementarios y compatibles con el tipo de reunión. En todos los casos, se deben programar sesiones de trabajo exclusivas de los miembros activos de ARIUSA para tratar asuntos internos de su organización y funcionamiento. Hasta el momento, se han realizado dos Jornadas Iberoamericanas de ARIUSA (en 2010 y 2012 respectivamente) y se espera darle continuidad a estas reuniones con una periodicidad bianual. Existiendo manifestaciones de interés en asumir la siguiente sede, la decisión se toma por parte del Comité de Coordinadores de Redes en la última sesión de trabajo de cada Jornada. Primera Jornada Iberoamericana de ARIUSA La Primera Jornada Iberoamericana de ARIUSA se celebró el 18 y 19 de marzo de 2010, en la Universidad Nacional del Nordeste (UNNE), con sede en la ciudad de Corrientes, Argentina. En esta reunión participaron 35 académicos y funcionarios en representación de las Redes Universitarias Ambientales que conforman esta Alianza, de varias universidades iberoamericanas articuladas a esas redes y de agencias de cooperación internacional que apoyan algunas actividades de ARIUSA. En la Jornada de ARIUSA realizada en la UNNE se formalizó la adhesión de la Red de Universidades Argentinas por la Sostenibilidad y el Ambiente (RAUSA) y de la Asociación Continental de Universidades de Desarrollo Sustentable (ACUDES). También se aprobó el 16

18 Acuerdo sobre Principios y Organización de ARIUSA y se ratificó la Coordinación conjunta de esta Alianza de RUAS que se viene ejerciendo desde un comienzo por los representantes de la RCFA U.DCA y de OIUDSMA UGR. Igualmente se acordaron las principales actividades para el Plan de Acción de ARIUSA Adicionalmente, en la Primera Jornada de ARIUSA se formalizaron y consolidaron vínculos de cooperación con la Asociación Universitaria Iberoamericana de Postgrado (AUIP), con el Colegio de las Américas (COLAM) en la Organización Universitaria Interamericana (OUI), con el Programa de Intercambio y Movilidad Académica (PIMA) de la Organización de Estados Iberoamericanos (OEI) y con el Instituto Internacional para la Educación Superior en América Latina y el Caribe (IESALC) de la UNESCO. Segunda Jornada Iberoamericana de ARIUSA Para darle continuidad a este proceso, del 13 al 15 de junio de 2012 se realiza la Segunda Jornada Iberoamericana de ARIUSA en el campus de la Universidad del Valle de Itajaí (UNIVALI), en Santa Catarina, Brasil. Las inscripciones formales y algunas actividades preliminares se iniciarán en la tarde del miércoles 13 de junio de junio. Las sesiones centrales de la reunión se realizarán durante los días jueves 14 y viernes 15 de junio. Estas sesiones de trabajo de la II Jornada están organizadas como mesas redondas, dedicadas a temas específicos. En cada una de ellas intervendrán dos o más conferencistas invitados y tendrán siempre un espacio final para preguntas y comentarios del público sobre los temas tratados. En la tarde del miércoles 13 de junio se inaugura la exposición permanente de pósteres en los que se presentan 17 experiencias en ambientalización de la enseñanza y del currículo universitario y, en general, de actividades de formación, investigación, extensión y gestión ambiental en las instituciones de educación superior. También se inician las presentaciones y diálogos con los autores de algunos libros sobre temas relativos a la ambientalización de las universidades. El jueves 14 de junio comenzará con la inauguración formal de la II Jornada Iberoamericana de ARIUSA. En la siguiente sesión de esta primera mañana de la Jornada de ARIUSA se hará una presentación del Global University Network for Innovation (GUNI) y de su más reciente libro Higher Education In The World 4. Higher Education s Commitment to Sustainability: from Understanding to Action. En la misma Mesa Redonda 1, se expondrá la Política de Educación Ambiental y la Sustentabilidad en la Enseñanza Superior en Brasil. Después del intervalo de media mañana, se realizará la mesa redonda dedicada a la presentación de las Redes Universitarias Ambientales Fundadoras de ARIUSA. La tarde del jueves 14 de junio iniciará con la mesa redonda 3, dedicada a la plataforma de información, sensibilización y evaluación de la sustentabilidad en las universidades. Durante el resto de la tarde, los participantes en la II Jornada Iberoamericana de ARIUSA podrán visitar la Exposición permanente de pósteres y dialogar con los colegas que presentan las distintas experiencias formación, investigación, extensión y gestión ambiental en las instituciones de educación superior. De manera simultanea, al final de esta tarde, los Coordinadores de Redes Universitarias Ambientales y los invitados especiales tendrán una reunión de trabajo para tratar asuntos internos de la organización y operación regular de ARIUSA. En particular, los participantes en esta sesión de trabajo analizarán el informe de gestión y formalizarán la adhesión de las más recientes redes que se han sumado a esta Alianza. El viernes 15 de junio continuará la II Jornada Iberoamericana con la mesa redonda 4 sobre las Redes Universitarias Ambientales Adherentes en ARIUSA. Todo el resto de la Jornada estará dedicada a la presentación de los avances de investigación de algunos de los equipos nacionales de trabajo de la Red de Investigación sobre Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación Ambiental en Iberoamérica (CTIE-AMB), apoyada por el CYTED. Específicamente, se presentarán los informes de los estudios sobre la Incorporación de los temas de Ambiente y Sustentabilidad en los Sistemas Nacionales de Ciencia, Tecnología e Innovación de España, Brasil, Colombia, Cuba y Guatemala. 17

19 Después del receso para el café, se realizará el cierre de la II Jornada Iberoamericana de ARIUSA. Esta sesión estará abierta a intervenciones de todos los participantes sobre conclusiones y recomendaciones que pueden derivarse de esta reunión. Al final de la tarde del viernes 15 de junio se realizará una nueva sesión formal de trabajo de los Coordinadores de Redes Universitarias Ambientales y los invitados especiales para continuar tratando asuntos internos de la organización y operación regular de ARIUSA. En particular se decidirá sobre la Coordinación de esta Alianza y se recibirá un informe sobre la reunión de lanzamiento oficial del Global Universities Partnership on Environment for Sustainability (GUPES). Después de esta sesión formal de trabajo del equipo de Coordinadores de Redes en ARIUSA se realizará una última reunión de trabajo de los interesados endos programas cooperativos de formación ambiental a nivel de posgrado: el primero ya está en curso y opera como la Red del Postgrado Iberoamericano en Ciencias y Tecnologías Ambientales (PICyTA); el segundo es apenas una propuesta para trabajar en el Máster y Doctorado Iberoamericano en Educación Ambiental. Con respecto al primer programa, se presentará una propuesta del Doctorado Interinstitucional en Ciencias Ambientales que ofrecen en Colombia tres universidades. Siguiente Jornada Iberoamericana y reuniones de ARIUSA Según se ha señalado, la Jornada Iberoamericana de ARIUSA en UNIVALI es la segunda reunión de este tipo y se espera darle continuidad a esta serie con eventos similares cada dos años. Hasta el momento, no se han planteado ofrecimientos de sede para la que será tercera Jornada, a celebrarse en el Es posible que en el curso de esta reunión se presente alguna propuesta en tal sentido y sobre ella se decidirá en la última sesión de trabajo del Comité de Representantes de Redes en ARIUSA. Independiente de esta decisión, está prevista una nueva reunión de trabajo de la Red CTIE-AMB para marzo de 2013, que tendrá como sede el campus de la Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales (U.D.C.A) en el norte de Bogotá y las instalaciones de El Colegio Verde en Villa de Leiva, Colombia. En esta reunión se evaluará la versión final del informe de investigación del primer proyecto comparativo internacional de esta Red del CYTED titulado Incorporación de los temas de Ambiente y Sustentabilidad en los Sistemas Nacionales de Ciencia, Tecnología e Innovación de Iberoamérica. Adicionalmente, se presentarán los avances de investigación en el segundo proyecto comparativo internacional de la Red CTIE-AMB sobre la Incorporación de los temas de Ambiente y Sustentabilidad en los Sistemas Nacionales de Educación Superior de Iberoamérica. Para financiar la mayor parte de los costos de esta reunión, ya se cuenta con recursos aportados por Departamento Administrativo de Ciencia, Tecnología e Innovación (COLCIENCIAS) del gobierno colombiano. Del mismo modo que se ha hecho con la II Jornada en Itajaí, existe la posibilidad de ampliar la nueva reunión de trabajo de la Red CTIE-AMB para realizar reuniones complementarias de otros proyectos y RAUS de ARIUSA. Finalmente, con la muy probable participación de ARIUSA en la Global Universities Partnership on Environment for Sustainability (GUPES), será necesario que durante el segundo semestre de este año se realice una reunión de trabajo con las otras redes universitarias ambientales de América Latina y el Caribe que participan en GUPES. Al respecto ya se tienen conversaciones preliminares con la Coordinadora del Programa Red de Formación Ambiental para América Latina y el Caribe (RFA-LAC), en la Oficina Regional del PNUMA, para convocar a un encuentro de RAUS interesadas en GUPES. Junto con los proyectos y actividades que se realizan de manera permanente en la distintas Redes Operativas, las próximas Jornada iberoamericanas y los otros eventos que se realicen continuarán contribuyendo al fortalecimiento y consolidación de esta importante Alianza de Redes Iberoamericanas de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente. Orlando Sáenz Coordinador de ARIUSA, CTIE-AMB y PICyTA Profesor Investigador - U.D.C.A 18

20 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 PRESENTACIÓN DE LA ALIANZA DE REDES IBEROAMERICANAS DE UNIVERSIDADES POR LA SUSTENTABILIDAD Y EL AMBIENTE La Alianza de Redes Iberoamericanas de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente (ARIUSA) es una red de redes universitarias ambientales creada en Bogotá el 26 de Octubre de 2007 por un grupo de Redes Universitarias reunidas durante IV Congreso Internacional Universidad y Ambiente. La misión de ARIUSA es promover y apoyar la coordinación de acciones en el campo de la educación ambiental superior, así como la cooperación académica y científica entre Redes Universitarias en Ambiente y Sustentabilidad (RUAS). Como objetivos específicos, esta red de RUAS se propone: a) Difundir ampliamente las agendas de cada una de las redes miembros, permitiendo el conocimiento de las mismas y su posible coordinación en cuanto a fechas y temas de interés común; b) Proponer eventos y reuniones temáticas, desde cada una de las redes o de forma coordinada entre ellas, que permitan ser conocidas por el resto de redes y los interesados en general, y se favorezca la asistencia a los mismos y la mejora de sus conclusiones y resultados; c) Formular y realizar proyectos colaborativos e interdisciplinarios de investigación sobre problemas ambientales o de la gestión y la educación ambiental en Iberoamérica; d) Apoyar la creación de nuevos programas académicos conjuntos y el fortalecimiento de los posgrados existentes sobre ambiente y sustentabilidad en las universidades latinoamericanas; e) Promover el fortalecimiento de la capacidad docente e investigadora de las universidades de América Latina; f) Constituirse en un instrumento de acción y representación institucional colectiva de las redes universitarias ambientales que la integran, para potenciar su tarea de influencia ante las instancias institucionales y gubernamentales que definen y aprueban los programas académicos y de política ambiental en la región; y g) Fomentar, entre las universidades de las redes asociadas, la implementación de prácticas y sistemas de gestión institucional y ordenamiento de campus universitarios, como aspectos importantes de su sustentabilidad institucional. La Alianza de Redes Iberoamericanas de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente no recibe ningún tipo de cuotas o contribuciones económicas de las redes universitarias ni de las universidades. ARIUSA funciona esencialmente con base en los aportes de tiempo y trabajo voluntario de los representantes de las universidades, a través de las redes nacionales o internacionales que la conforman. Para cada actividad o proyecto específico que se desarrolla en el marco de esta alianza de redes, se constituye una nueva red que gestiona con otras entidades algunos recursos financieros. 19

21 En un principio, la Alianza de Redes Iberoamericanas de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente se constituyó con 6 RUAS fundadoras. Durante los últimos años se han sumando otras 6 redes universitarias ambientalistas que expresaron su interés por participar en esta alianza y su adhesión a los principios y normas constitutivas acordadas. En desarrollo de su estrategia de operación y financiamiento, ARIUSA ha propiciado la creación de 4 nuevas redes universitarias en ambiente y sustentabilidad que se encargan de proyectos específicos. A diferencia de sus redes fundadoras y adherentes, este grupo de redes no vienen a sumarse a esta Alianza sino que nacen en ARIUSA. Este es un mecanismo que propicia la articulación efectiva entre instituciones universitarias que ya participan en distintas redes nacionales y, de esta manera, promueve una verdadera integración de las RUAS en Iberoamérica y no simplemente su sumatoria. Redes Universitarias Ambientales Fundadoras de ARIUSA Son fundadoras de ARIUSA 6 las Redes Universitarias Ambientales de Iberoamérica que redactaron el Acuerdo de Creación en octubre de 2007 y luego ratificaron por escrito su participación en esta Alianza. A continuación se presenta una breve descripción de cada una de ellas redactadas por sus respectivos Coordinadores: En 1982 se inició el Programa General de la Red de Formación Ambiental para América Latina y El Caribe (RFA-LAC), apoyado por el PNUMA. Hoy en día, la RFA-LAC tiene como objetivo principal la coordinación, promoción y apoyo de actividades en el ámbito de la educación, la capacitación y la formación ambientales en la región. Para ello, la Red coordina y ofrece asistencia para la realización de cursos y el desarrollo de programas de formación ambiental, actividades de capacitación ambiental a nivel comunitario y la promoción del desarrollo de estrategias de políticas de desarrollo sustentable (Web RFA-LAC 2012). La Red Colombiana de Formación Ambiental (RCFA) es la más antigua de las redes universitarias ambientales en la región. Surgió a comienzos de la década de los ochenta, articulada al Programa RFA-LAC del PNUMA. Actualmente es una organización con personería jurídica y patrimonio propio, que asocia 40 instituciones de educación superior, 7 entidades estatales y 5 organizaciones no gubernamentales en el campo de la educación ambiental. Durante cerca de 30 años la RCFA ha trabajo de manera continua para promover la incorporación de la dimensión ambiental en las universidades de Colombia (Guerrero 2012). La Red Nacional de Formación e Investigación Ambiental (REDFIA) es un mecanismo de cooperación y coordinación interinstitucional entre 8 universidades de Guatemala con programas ambientales. En esta red participan también instituciones estatales y otras organizaciones interesadas en la educación ambiental a nivel superior. Durante sus 16 años de existencia ha establecido las bases para consolidarse como instancia para catalizar iniciativas de formación e investigación en la temática ambiental (Rodríguez 2012). 20

22 La Red Cubana de Gestores Ambientales en las Universidades (RC-GAU) fue creada en el año 2006, en una reunión auspiciada por la Red Nacional de Formación Ambiental con los gestores de varias universidades e instituciones ambientales. Está coordinada por el Instituto Superior de Tecnologías y Ciencias Aplicadas (INSTEC) y participan: el Centro de Gestión, Información y Educación Ambiental; la Agencia de Medio Ambiente; la Universidad de Guantánamo; la Universidad de Holguín y la Universidad de Ciego de Ávila. La RC-GAU se encuentra incorporada a la Web del Portal de Medio Ambiente de Cuba y está inscrita en el Registro de Redes Científicas Cubanas (Ruiz 2012). La Organización Internacional de Universidades por el Desarrollo Sostenible y el Medio Ambiente (OIUDSMA) es una red de instituciones universitarias que tiene entre sus objetivos prioritarios el desarrollo de programas docentes e investigadores en el campo ambiental y de la sustentabilidad. En Noviembre de 1995 se organizó el I Congreso de Universidades que aprobó la Declaración de San José, siendo suscrita por 20 Universidades fundamentalmente Iberoamericanas. En este momento, pasados 20 años de Rio-92 y acercándonos a Rio-+20, esta organización continua aportando su contribución a los objetivos señalados y apuesta decididamente por la consolidación ARIUSA (Rosúa 2012). El Consorcio Mexicano de Programas Ambientales Universitarios para el Desarrollo Sustentable (COMPLEXUS) fue constituido en diciembre de 2000 en reunión del Consejo de Universidades Públicas e Instituciones Afines (CUPIA), de la Asociación Nacional de Universidades e Instituciones de Educación Superior (ANUIES). Complexus está integrado actualmente por 17 instituciones públicas y privadas. Su misión establece el impulsar el mejoramiento de los procesos académicos en materia de ambiente y sustentabilidad, mediante la concurrencia y colaboración de los programas o instancias ambientales de alcance institucional de sus universidades integrantes. Ser además una comunidad de aprendizaje que impulse la sustentabilidad del desarrollo en México (Mota 2012). Redes Universitarias Ambientales Adherentes de ARIUSA Son adherentes de ARIUSA las Redes Universitarias Ambientales que expresaron por escrito su interés en participar de esta Alianza, adhirieron a sus principios y normas constitutivas y fueron aceptadas por el Comité de Representantes de Redes. Enseguida se presenta una breve descripción de cada una de ellas redactadas por sus respectivos Coordinadores: La Asociación Continental de Universidades de Desarrollo Sustentable (ACUDES) se conformó en 2009, con el objetivo de generar conciencia sobre la importancia de conservar el medio ambiente a través de actividades que promuevan y ayuden a disminuir la contaminación global. Lo concerniente al cambio climático, hace imperativo que todas y cada una de las universidades sean modelos de sustentabilidad y forjen nuevas generaciones de profesionales con perfiles requeridos por la sociedad en esta área del conocimiento (Barriga 2010). 21

23 La misión de la Red Argentina de Universidades por la Sostenibilidad y el Ambiente (RAUSA) es promover y apoyar la cooperación académica y científica en el campo ambiental entre las universidades argentinas. Fue propuesta por el Grupo de Universidades del Norte Grande Argentino y, en 2010, se constituyó formalmente la red que integra 18 instituciones de educación superior del país. Sus actividades actuales se concentran en la determinación de temas de agenda prioritarios a desarrollar desde el ámbito académico, la implementación de la Cátedra de Educación Ambiental, el incentivo a la ambientalización en las universidades, la elaboración del mapa de ofertas académicas de investigación y la extensión en el tema de sustentabilidad (Basterra 2012). En 2002, la Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental (REASUL) fue formada por investigadores de dos universidades (UNIVALI e FURG), ambientalistas de una ONG (Mater Natura) y gestores de políticas públicas del IBAMA. La red actúa en los Estados de Paraná, Santa Catarina y Rio Grande do Sul, para fortalecer la comunicación y la inserción de la dimensión socioambiental en las prácticas educativas y sociales y la difusión de los objetivos y principios de la educación ambiental. La Comisión de Gestión Participativa y la Secretaría Ejecutiva de REASul hacen la gestión compartida del Red, formada por investigadores de nueve universidades, organizaciones no gubernamentales y OSCIPs, y administradores de la educación pública y el medio ambiente (Guerra 2012). La Comisión Sectorial de Calidad Ambiental, Desarrollo Sostenible y Prevención de Riesgos (CADEP), de la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas (CRUE) se constituye en el año 2002 y considera que la Universidad, como institución dedicada a la transmisión del conocimiento a través de la investigación y la docencia, debe desempeñar un papel protagonista en la difusión y aplicación de posibles soluciones y alternativas a los problemas ambientales a los que se enfrenta la sociedad actual. Parte del objetivo de que las experiencias que se desarrollen en las universidades deben servir de referencia social para un cambio de modelo más acorde con la cultura de la sostenibilidad y pretende la cooperación entre las universidades españolas para compartir y trazar metas comunes (Benayas 2012). Estudiar el binomio ambiente y sociedad requiere de aproximaciones pluridisciplinarias y marcos teóricos de la ciencia postnormal. Lo que conlleva a una confrontación con los sistemas administrativos de la educación superior. Desde 2005 los profesores de la Universidad Autónoma de Baja California (UABC) iniciaron un proceso buscando la asociación entre iguales para fortalecer sus posturas y convicciones. Al inicio importaba la evaluación, y en 2011 el fortalecimiento. La Red Mexicana de Posgrados Pluridisciplinarios en Ambiente y Sociedad (REMEPPAS) tiene la finalidad de favorecer la colaboración entre posgrados pluridisciplinarios y fomentar el diálogo entre docentes y alumnos de este tipo de posgrados (Espejel 2012). La Red Costarricense de Instituciones Educativas Sostenibles (REDIES) es una red de instituciones educativas para la cooperación, el intercambio, la promoción y la ejecución de 22

24 acciones conjuntas para la sostenibilidad en los campus y comunidades, Esta red busca ser el referente nacional en las acciones para la sostenibilidad desde las instituciones educativas. Agrupa a 14 instituciones de educación superior en Costa Rica y funciona formalmente desde En cumplimiento de sus objetivos, ha realizado foros académicos, promovido el establecimiento de políticas ambientales, generado líneas base para indicadores ambientales e impulsado la generación de planes de gestión ambiental (PGA) en las instituciones participantes (Arguedas 2012). Redes Universitarias Ambientales Operativas de ARIUSA Son redes operativas de ARIUSA las que se crean en el marco de esta Alianza para desarrollar determinadas actividades o proyectos académicos y de investigación ambiental, se organizan de manera autónoma y gestionan la consecución de sus propios recursos. Sus coordinadores las describen brevemente de la siguiente manera: Desde 2005 la Universidad de Granada (UGR) coordina la Red de Medio Ambiente y Desarrollo Sostenible (MADS), articulada al Programa de Intercambio y Movilidad Académica (PIMA) de la Organización de Estados Iberoamericanos (OEI) y de la Junta de Andalucía. Actualmente participan en esta Red MADS otras 5 universidades de Colombia, México, Guatemala, Argentina y Bolivia. Esta red moviliza cada año unos 12 estudiantes de intercambio, aunque ha habido alguna convocatoria que ha llegado a movilizar más estudiantes. Desde el inicio formal de la red, han realizado su movilidad aproximadamente unos 60 estudiantes de pregrado en Ciencias Ambientales y otros programas afines (Ruiz 2012). Entre los principales objetivos de ARIUSA se encuentra la creación de programas académico conjuntos de universidades en sus redes. Consecuentemente, su primer proyecto fue el diseño y puesta en marcha de un Máster Iberoamericano, que ya tiene operando dos programas de Maestría en Colombia y otros tres próximos a iniciar actividades en Bolivia, Cuba y México. Con base en este trabajo, en 2010 se constituyó formalmente la Red del Postgrado Iberoamericano en Ciencias y Tecnología Ambientales (PICyTA) de la cual forman parte 9 universidades de la región. Su más reciente decisión fue ampliar este proyecto hasta el nivel de Doctorado (Sáenz 2012). Para la Convocatoria de 2010 del Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnología para el Desarrollo (CYTED), 14 equipos universitarios de investigación en ARIUSA crearon la Red de CIENCIA, TECNOLOGÍA, INNOVACIÓN Y EDUCACIÓN AMBIENTAL EN IBEROAMÉRICA (CTIE-AMB). Su campo de estudio son las prácticas de investigación científica e innovación en los países iberoamericanos que se orientan a la generación de conocimientos y tecnologías necesarias para comprender y dar solución a los problemas derivados de la crisis ambiental, así como las prácticas de educación para la sustentabilidad de los estudiantes de todos los niveles, ciudadanos y comunidades (Sáenz 2012). 23

25 Una de las mejores formas de contribuir al desarrollo del postgrado es fomentar la cooperación en investigación entre nuestras instituciones. Para ello, en Noviembre del 2011, el Director General de la Asociación Universitaria Iberoamericana de Posgrado (AUIP) propuso a ARIUSA la creación de la Red Iberoamericana de Investigación en Sustentabilidad y Ambiente (RINSA), que se suma a otras redes de la AUIP. El objetivo de esta red es generar nuevos conocimientos, desde la perspectiva de sistemas complejos, que contribuyan a la solución de problemas de sustentabilidad y ambiente mediante la coordinación de tareas de investigación provenientes de los diferentes campos del saber ambiental y socioeconómico (Rosúa 2012). Otras RUAS afines y proyección internacional de ARIUSA Con las 16 redes universitarias en ambiente y sustentabilidad que se han descrito, ARIUSA reúne a la gran mayoría de las redes de este tipo que operan actualmente en América Latina y el Caribe. No obstante, desde hace algún tiempo existen redes afines y se están creando otras nuevas en la región. Desde la Coordinación de ARIUSA se busca la articulación con todas ellas en la perspectiva de que se sumen a esta Alianza. Entre las RUAS existentes con las que ya se tiene comunicación se destacan: El Comité de Medio Ambiente (CMA) de la Asociación de Universidades Grupo Montevideo (AUGM); el Protocolo Campus Sustentable (PCS) de universidades chilenas; y el Mainstreaming Environment and Sustainability in the Caribbean Universities (MESCA). Además, se están creando nuevas RUAS en Perú y República Dominicana, que desde su etapa inicial de constitución ya tienen prevista su adhesión a ARIUSA. Al consolidarse esta tendencia, ARIUSA se constituirá en la Alianza regional de redes universitarias en ambiente y sustentabilidad con mayor tradición y más fuerte en el contexto internacional. Por esta razón, está llamada a desempeñar un rol muy importante en la recién creada Global Universities Partnership on Environment for Sustainability (GUPES), a la cual ya fue invitada a participar. La vinculación a GUPES representará nuevos retos y seguramente conducirá a una nueva etapa en la historia de ARIUSA. Orlando Sáenz Coordinador de ARIUSA, CTIE-AMB y PICyTA Profesor Investigador - U.D.C.A 24

26 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 PRESENTACIÓN DE LA ASOCIACIÓN UNIVERSITARIA IBEROAMERICANA DE POSTGRADO AUIP QUÉ ES LA AUIP La Asociación Universitaria Iberoamericana de Postgrado -AUIP- es un organismo internacional no gubernamental reconocido por la UNESCO, dedicada al fomento de los estudios de postgrado y doctorado en Iberoamérica. Actualmente está integrada por casi 170 prestigiosas instituciones de educación superior de España, Portugal, América Latina y el Caribe. La AUIP presta servicios de información y divulgación sobre los postgrados que se ofrecen, colabora en procesos de evaluación interna y externa, acreditación y armonización curricular de esa oferta académica, facilita la movilidad e intercambio de profesores y estudiantes, incentiva el trabajo académico e investigador a través de redes de centros de excelencia en diversos campos del conocimiento, auspicia eventos académicos y científicos que están claramente relacionados con la formación avanzada y organiza cursos itinerantes internacionales en temas de interés para profesores y directores de programas de postgrado y doctorado. PROGRAMAS DE ACCIÓN Programa 1: Calidad de la Formación Avanzada. Su propósito es contribuir a elevar la calidad académica de la oferta de Postgrado y Doctorado en todas las instituciones asociadas al sistema, fomentando las autoevaluaciones y facilitando la realización de evaluaciones externas periódicas.. Programa 2: Fomento de los Estudios de Postgrado y Doctorado. Apunta al desarrollo de los mencionados programas incidiendo en la mejora y capacitación del profesorado, facilitando la movilidad internacional mediante programas de becas y proporcionando asistencia técnica a los directores y gestores de los programas a través de la organización de Seminarios y Reuniones Técnicas. Programa 3: Información y Documentación. Este programa pretende mantener actualizada la base de información del sistema, crear nuevas bases de datos especializadas, impulsar la comunicación informática y apoyar el desarrollo académico de los Postgrados a través de publicaciones generadas por iniciativa de la Red o concertadas con sus Instituciones Asociadas. Programa 4: Gestión y Desarrollo Institucional. Contribuir al desarrollo y a la proyección institucional del Sistema AUIP mediante iniciativas que permitan: facilitar la gestión ejecutiva, consolidar el sistema, promover la imagen de la AUIP y difundir sus acciones programáticas REDES DE INVESTIGACIÓN Una de las mejores formas de contribuir al desarrollo del postgrado es fomentar la cooperación en investigación entre nuestras instituciones. Para ello, la AUIP ha iniciado una nueva línea de actuación, con un plan de apoyo a la cooperación entre nuestros investigadores, cuyo primer objetivo es la creación de Redes Iberoamericanas de Investigación. La AUIP está promoviendo la constitución de estas redes y ayudando financieramente a su sustento. RED IBEROAMERICANA DE INVESTIGACIÓN EN SUSTENTABILIDAD Y MEDIO AMBIENTE (RINSA-ARIUSA). 25

27 En reunión realizada en el campus de la Universidad Autónoma de Occidente (Cali - Colombia), el 30 de noviembre de 2011 se formalizó la creación de la Red Iberoamericana de Investigación en Sustentabilidad y Ambiente (RINSA). Será la cuarta red operativa de ARIUSA y contará el apoyo de la Asociación Universitaria Iberoamericana de Postgrados (AUIP), a través de una de sus líneas de actuación. Para desarrollar el trabajo de esta nueva red se conformarán equipos de investigación especializados en las universidades de Granada (España), Autónoma de Occidente (Colombia), Autónoma del Estado de Morelos (México), de Ciencias Aplicadas y Ambientales (Colombia), Instituto Superior de Tecnologías y Ciencias Aplicadas (Cuba) y Tecnológica de Pereira (Colombia). También podrán participar otras universidades integrantes de las distintas redes en ARIUSA, que expresen su interés por escrito. RINSA será coordinada desde la Universidad de Granada y la Universidad Autónoma de Occidente. Una de sus primeras tareas será la formulación de un proyecto de investigación comparativa sobre alguna problemática ambiental relevante y común a los países iberoamericanos, para el cual se buscará financiamiento por parte de alguna agencia de cooperación internacional. El trabajo de esta nueva red de investigación de ARIUSA estará estrechamente vinculado con y le dará soporte al Máster y Doctorado Iberoamericano en Ciencias y Tecnologías Ambientales. José Luis Rosúa Campos Facultad de Ciencias Ambientales - Edificio Politécnico UNIVERSIDAD DE GRANADA . 26

28 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 DISCURSO DE ABERTURA E BOAS VINDAS DO COORDENADOR DA II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA Cara Profa e colega Dra Amandia Maria de Borba, vice-reitora da Universidade do Vale do Itajaí e vice-presidente da Fundação Univali, nesse ato representando o magnífico reitor da Univali. Prof. Dr. Mario Cesar dos Santos, que infelizmente não pode estar aqui presente para receber a todos e todas os participantes e convidados em função do falecimento de um familiar que ocorreu na noite de ontem. Magnífico reitor Dr. Marcelo Fernández Sanchez. Rector Universidad Internacional del Ecuador e Presidente da ACUDES. Cara colega e amiga Rita Silvana Santana dos Santos, aqui representando a coordenação de Educação Ambiental do Ministério da Educação do Brasil, e o seu coordenador o também amigo de muitos anos o Dr. José Vicente de Freitas, um dos guerreiros da Educação Ambiental no Ensino Superior no Brasil, e que há 10 anos atrás, coordenando o Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande, iniciava em parceria conosco aqui da Univali, com a OSCIP Mater Natura, do Paraná e 2 unidades do IBAMA, criavam a Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental REASul, uma rede que também integra a ARIUSA por meio dos pesquisadores e pesquisadoras das suas universidades elo, a própria FURG e Univali, a PUC do Rio Grande do Sul, a Univille de Joinvile, a Universidade do Sul de Santa Catarina - Unesul de Tubarão, a Universidade do Oeste de Santa Catarina UNOESC, Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE, Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões- URI, Faculdade Cenecista de Osório, e ainda em fase de credenciamento junto a ARIUSA, a Universidade do Planalto Catarinense UNIPLAC, as quais eu agradeço a presença no planejamento dessa Jornada. Saúdo também a Dra. Valéria Ferreira Silva Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Univali Brasil, e aos nossos colegas espanhóis Dr. José Luis Rosúa e Dr. Javier Benayas, grande companheiros e incentivadores da integração das universidades iberoamericanas. Nuestra casa é sua casa amigos! Saúdo também em especial o meu amigo colombiano Dr. Orlando Sáenz - Coordenador da ARIUSA, a quem agradeço a amizade e confiança de compartilhar comigo, com Mara Lúcia e nossa equipe do Grupo de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação da Univali, a responsabilidade de planejar cooperativamente essa II Jornada da ARIUSA. Foram milhares de e- mails, horas de reuniões pelo Skype, mas que valeram a pena, com certeza porque vocês todos estão aqui conosco hoje. Essa II Jornada da ARIUSA acontece, não por acaso, na efervescência dos acontecimentos e expectativas do mundo todo que voltam seus olhos à Conferência Rio+20 (do canto da sereia da economia verde, que é insustentável para o desenvolvimento humano) e fazendo frente a essa irracionalidade, a Cúpula dos Povos São dois eventos antagônicos em seus princípios e valores, e que iniciam essa semana no Rio de Janeiro. A Conferência e a Cúpula nos trazem recordações de 20 anos atrás, da Rio 92, do paradoxo do desenvolvimento sustentável, para que e para quem, da Agenda 21 e do Protocolo de Kioto - compromissos ignorados pelos países mandantes do capitalismo moderno Mas do lado de fora da Conferência, o Fórum Global das ONGs, transpirava a esperança e a utopia de que um outro mundo era possível, e a sociedade civil, os movimentos sociais, as redes de EA, assumiam o compromisso político e ético com a construção de sociedades sustentáveis e responsabilidade Global, firmadas no Tratado de Educação Ambiental, valorizando a educação como um processo permanente e resgatando princípios e valores, que 27

29 também estão na Carta da Terra, que até hoje defendemos em nossa práxis na Educação Ambiental brasileira e ibero-americana. É com muita honra e emoção que temos o maior prazer em receber aqui hoje, irmãos e irmãs que não só compartilham e co-habitam conosco esse planeta Terra, mas que assistiram seus antepassados europeus colonizarem esse continente, trazendo outro Deus, outras línguas e culturas, mas que também se contaminaram e encantaram com as belezas que a natureza do Novo Mundo gratuitamente oferecia ao colonizador que deixou sua pátria mãe, para aqui nesse continente sul-americano cravar suas raízes e criar seus descendentes gerando uma nova e rica cultura e civilização nesse nosso continente, de que hoje nós todos temos o orgulho de fazer parte e dizer como o poeta de que somos todos latino-iberoamericanos. E para comprovar que somos todos companheiros e companheiras, irmãos e irmãs, Hermanos e Hermanas, fruto e semente da mesma Gaia, da mesma Europa e da mesma latino-ibero-américa, tomo a liberdade de pedir licença para ler uma mensagem encaminhada a cada um de vocês que atravessaram terras, céus e mares para aportar na nossa Itajaí nesses dias da II Jornada da ARIUSA, É uma mensagem de nada mais nada menos do que Carlos Galano, que não pode estar presente, mas me pediu que dissesse a vocês o que segue: Hermano Antonio, gracias por la información e invitación a Jornada de ARIUSA. Ingresé a la página de la universidad y me parece estupenda la convocatória y los objetivos planteados para los intercambios y fortalecimiento de las redes de investigadores y del desafío ambiental que implica para las universidades construir conocimiento en tiempo de Crisis Ambiental. He colocado este mensaje en varias de nuestras redes y se las hice llegar a compañeros y compañeras de varias universidades vinculados con la problemática ambiental. Dijimos más adelante que el contexto histórico de nuestras universidades es la Crisis Ambiental, y esta es la configuración del mundo de ideas y pensamientos con que la modernidad y las universidades de esta etapa histórica han comprendido y destruido al mundo. La visibilidad de esta catástrofe es bastante reciente. Con decir que en 1972 en Estocolmo se hace el primer encuentro mundial sobre el tema ambiental humano. Ese mismo año se conoce el Informe del Club de Roma sobre LOS LÌMITES DEL CONOCIMIENTO, concepto que aún no ingresó en las malas intersticiales y curriculares de la universidad occidental. Cuando Tbilisi, en 1977 se ocupa de la Educación Ambiental, y propone como nuevo soporte ontológico y epistemológico para reconstruir el saber los principios de una nueva ética y de abordar el mundo como un sistema complejo, està dando por tierra y convertidos en escombros insalubres y contaminantes, la organización de los sistemas educativos de la Modernidad Insustentable entre ello, y básicamente a la Universidad. Pero todo ha pasado, como luego otras cumbres y seminarios internacionales como Budapest, y la misma cumbre de Río 92, a habitar el espacio de la desmemoria, instrumento que tiene la Racionalidad Instrumental para enviar a la nada del olvido, todo aquello que atente contra sus princípios Insustentables. El Desierto crece, ya lo decía Nietzsche, será un magnífica oportunidad para que en Itajaì, ciudad en la que estuve en 1980, pueda hacer girar el rumbo gris de la epistemología de la Modernidad y rumbee hacia las nuevas alamedas de la Racionalidad Ambiental. 28

30 Proponer la descolonización del conocimiento consabido es deconstruir la cárcel en dónde encerrara a la complejidad y la incertidumbre La Razón Absoluta cartesiana y la Fragmentación suicida Kantiana, que aún laten en los recintos de la universidad, mas allá de algunos intentos por verdificar su imaginario sin imaginación. Los desafíos de la sustentabilidad en las regiones de la universidad, deben desandar los caminos del conocimiento que desconoce al conocimiento, y construir el Saber Ambiental desde la Perspectiva del Pensamiento Ambiental Latinoamericano. Asegurar la Sustentabilidad como principio rector de las universidades significa zambullirse en los mares de la complejidad ambiental, para salir del desamparo y de los territorios vacíos arados con los garfios de la ciencias y tecnologías Insustentables. La esquizofrenia de occidente debe ser detenida. Y la universidad, desde la idea de universalidad y no de eficiencia cortoplacista debe lugarizarse en el Diálogo de Saberes. Claro que la lógica de Mercado se apropió del conocimiento universitario y lo encerró en una jaula dorada, pero con ventajas financieras. Vivimos tiempos de paradojas aparentemente indescifrables, pero vivimos tiempos de riesgos finales que azuzan la mirada y conmueven el pensar. Son "tempos que dan que pensar", y allí radica la fuerza incontenible de la nueva universidad ambientalizada desde el Pensamiento Ambiental Latinoamericano. Este desafío es simultáneamente epistemológico y político, Y la arena universitaria es el lugar apropiado para darlo. Descolonizar la Insustentabilidad enciende los faros de la Racionalidad Ambiental y del Saber Ambiental para romper con "la Colonialidad del Poder, la Colonialidad del Saber y la Colonialidad del Ser." Abrir el espacio al Diálogo de Saberes que propone la II JORNADA IBEROAMERICANA DE ARIUSA es una propuesta sugestiva, estimulante y libertaria.. Abrir la compuertas del futuro, puro por venir sin contenidos, es la apertura sin endicamientos del pensamiento que quiere "Pensar lo No Pensado". Amigos! nuestros mejores deseos de éxitos y de que el programa para la sustentabilidad y ambientalizaciòn de las universidades sea impregnado por los aromas epistemológicos del Pensamiento Ambiental Latinoamericano. Como siempre un abrazo azul y luminoso de Carlos Galano Com esta mensagem de Galano, concluo minha fala. Gracias amigos y amigas, Paz e Bem e Sustentabilidade também. Prof. Dr. Antonio Fernando Silveira Guerra, Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental REASul 29

31 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 MESA REDONDA 1: POLÍTICAS PARA A SUSTENTABILIDADE NAS UNIVERSIDADES IBERO- AMERICANAS / POLÍTICAS PARA LA SUSTENTABILIDAD EN LAS UNIVERSIDADES IBEROAMERICANAS 30

32 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 EDUCACIÓN SUPERIOR, AMBIENTE Y SUSTENTABILIDAD EN AMÉRICA LATINA Y EL CARIBE Orlando Sáenz y Javier Benayas El proceso de incorporación de la dimensión ambiental en las instituciones de educación superior (IES) en América Latina y el Caribe (ALC) se inició a comienzos de la década del cincuenta y se ha desarrollado a través de tres etapas que se caracterizan por estar centradas sucesivamente en los recursos naturales, el medio ambiente y el desarrollo sostenible. Un estudio reciente sobre el surgimiento histórico y las primeras etapas de desarrollo de la formación ambiental superior en Colombia) muestra que, desde 1950 en adelante, las universidades de este país comenzaron a ofrecer los primeros programas de formación técnica y profesional para el aprovechamiento y conservación de los recursos naturales. Así, durante las décadas del cincuenta y sesenta se crearon en total 26 programas académicos relativos a dichos temas, en 14 diferentes IES. Con toda seguridad, avances iguales o superiores se podrían encontrar en otros países de ALC si se realizaran estudios similares. La etapa de la educación ambiental propiamente dicha se inicia en los años setenta, de manera simultánea con el proceso a nivel internacional. Académicos latinoamericanos participaron activamente en las reuniones que se realizaron a partir de la Conferencia de Estocolmo en 1972 y la región fue objeto de un importante trabajo de promoción por parte del Centro Internacional de Formación en Ciencias Ambientales (CIFCA) y del Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA). En 1977, el CIFCA realizó el estudio titulado Panorama de los estudios superiores ambientales en América Latina, que evidenció avances significativos en este campo. A comienzos de la década del ochenta, el PNUMA creó el programa Red de Formación Ambiental para América Latina y el Caribe (RFA-LAC). En el marco de este programa, en 1984 se adelantó el Diagnóstico de la Incorporación de la Dimensión Ambiental en los Estudios Superiores en América Latina y el Caribe. Sus resultados se presentaron en el primer Seminario sobre Universidad y Medio Ambiente en América Latina y el Caribe, que se realizó en Bogotá a finales de 1985 y reunió a 59 universidades e instituciones ambientales de 22 países de la región. En general, estos trabajos permitieron constatar que las universidades de ALC ya estaban desarrollando múltiples actividades ambientales en sus programas de docencia, investigación y extensión, pero el proceso de incorporación de la dimensión ambiental en la ES de la región todavía enfrentaba serios obstáculos para su consolidación. La tercera etapa del proceso de ambientalización de las universidades latinoamericanas es la que actualmente está en curso y se centra en conceptos como educación para el desarrollo sostenible, educación para la sustentabilidad o educación para sociedades sustentables. Su comienzo está marcado por la Conferencia de las Naciones Unidas sobre Medio Ambiente y Desarrollo que se realizó en Rio de Janeiro en En esta etapa, el proceso de incorporación de los temas de ambiente y desarrollo en la educación superior de ALC se ha acelerado de manera muy notable con respecto a los dos periodos anteriores. Desafortunadamente, no se tiene hasta ahora un estudio regional que se pueda comparar con los diagnósticos realizados durante las décadas del setenta y ochenta. Si se hiciera, es casi seguro que la comparación permitirá demostrar el enorme crecimiento cuantitativo y cualitativo de las actividades de formación, investigación y extensión relacionadas con el ambiente y la sustentabilidad en las IES de la región durante los últimos veinte años. Un claro indicio del avance durante esta última fase se puede encontrar también en el caso colombiano. Desde la participación en los primeros diagnósticos del CIFCA y de la ORPALC del 31

33 PNUMA, en este país se han realizado con alguna frecuencia nuevos estudios y diagnósticos sobre la incorporación de los temas de ambiente y desarrollo en la ES. En los dos trabajos cuantitativos más recientes se reporta que las IES colombianas ofrecían 190 programas en 1999 e incrementaron este número hasta 465 en Un proceso similar de crecimiento de la oferta de ES relativa a los temas de ambiente y desarrollo se tiene registrado en el caso de México, donde en 1993 se realizó el estudio Oferta educativa de estudios ambientales en instituciones de educación superior en México. Más tarde, durante 2000 y 2001 se adelantó una encuesta sobre Acciones educativas relacionadas con el medio ambiente y el desarrollo sustentable en las instituciones de educación superior en México. La comparación de los resultados de ambos estudios muestra que el crecimiento de la oferta de programas académicos en el área de estudios ambientales fue explosivo, ya que se pasó de 290 programas en 1993 a en el Con el apoyo del PNUMA y de varios gobiernos nacionales, desde mediados de la década del ochenta, las universidades latinoamericanas comenzaron a organizarse en redes para impulsar sus actividades de formación, investigación y extensión ambiental. La primera de ellas fue la Red Colombiana de Formación Ambiental, que inició actividades desde 1982 y se consolidó a partir del Seminario de Bogotá en En la actualidad la RFCA tiene como miembros activos a más de 40 universidades del país. Menos éxito tuvieron otras redes nacionales creadas en el marco del Programa RFA-LAC del PNUMA. Para 1986 se reportaba la creación de Redes Nacionales en Argentina, Brasil, Cuba, México, Nicaragua y Venezuela, pero ninguna de estas redes se mantuvo de forma estable. Entre 1988 y 1990, varias de estas redes realizaron una serie de Seminarios Nacionales sobre Universidad y Ambiente con el objetivo de promover la incorporación de la dimensión ambiental en las IES. En 1996, un grupo de instituciones y universidades de Guatemala decidieron crear la Red Nacional de Formación e Investigación Ambiental (REDFIA), que aún sigue operando. La creciente importancia de la educación ambiental en el nivel superior, también se refleja claramente en los principales eventos académicos y científicos especializados en el tema. En el marco del I Congreso Iberoamericano de Educación Ambiental celebrado en Guadalajara (1992) se elaboró un documento que recogía experiencias e iniciativas de distintos países para incorporar la EA en el contexto universitario. Los siguientes Congresos iberoamericanos celebrados en Guadalajara (México,1997), Caracas (Venezuela, 2000), La Habana (Cuba, 2003), Joinville (Brasil, 2006) y San Clemente de Tuyu (Argentina, 2009) han seguido profundizando en esta temática. Según se ha visto, el rol protagónico en la incorporación de los temas de ambiente y sustentabilidad en la ES de América Latina y el Caribe corresponde a las propias universidades, con el apoyo de algunas agencias internacionales. A ellas se sumaron luego algunos gobiernos nacionales que comenzaron a formular políticas específicas para orientar y promover la EA en todas sus modalidades y niveles, incluido el de la ES. Los primeros documentos de estrategias nacionales de EA surgen en Guatemala (1990), México (1993), Ecuador (1994), Costa Rica (1995) y Cuba (1997). Pero es Brasil, el país que concretó estos documentos de declaraciones en 1999 con una Política Nacional de Educación Ambiental (PNEA). Colombia también aprobó desde 2002 una Política Nacional de Educación Ambiental en la que explícitamente se dan lineamientos para las IES en esta materia. Igualmente, Guatemala en 2004 adopta una iniciativa similar. En los últimos años se ha registrado un nuevo auge en la creación de redes universitarias ambientales en ALC. Su número es alto y creciente, a tal punto que resulta difícil reseñarlas todas. Entre las redes de más reciente creación está el Consorcio Mexicano de Programas Ambientales Universitarios para el Desarrollo Sustentable (COMPLEXUS), que se constituyó en diciembre de Otra experiencia significativa es la de varias Redes de Educación Ambiental en Brasil, que comenzaron a organizarse desde Un caso de la mayor importancia es el Comité de Medio Ambiente de la Asociación de Universidades del Grupo de Montevideo (CA AUGM) que se creó en A finales de 2009 fue constituida la Red Argentina de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente (RAUSA). En 2010, siete universidades de la región metropolitana de Santiago firmaron el protocolo de colaboración para impulsar la iniciativa de Campus Sustentables en Chile. 32

34 Finalmente, en octubre de 2007, varias de las redes reseñadas constituyeron la Alianza de Redes Iberoamericanas de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente (ARIUSA). A su vez, en el marco de esta Alianza se vienen creando nuevas redes operativas alrededor de proyectos y actividades de formación e investigación ambiental, tales como la Red de Universidades en Medio Ambiente y Desarrollo Sostenible (MADS), la Red de Investigación sobre Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación Ambiental en Iberoamérica (CTIE-AMB), la Red del Posgrado Iberoamericano en Ciencias y Tecnologías Ambientales (PICYTA) y la Red Iberoamericana de Investigación en Sustentabilidad y Ambiente (RINSA). Sin duda estas iniciativas para promover proyectos comunes de cooperación interuniversitaria pueden ser la base para generar dinámicas y un nuevo impulso que permita introducir cambios ambientales y compromisos con la sustentabilidad en las universidades latinoamericanas. Durante una buena parte de su desarrollo, el proceso de incorporación de la dimensión ambiental en la ES en ALC estuvo centrado principalmente en las actividades de enseñanza. No siempre las nuevas actividades de formación estuvieron acompañadas de las correspondientes acciones de investigación y extensión pero, en general, los proyectos de este tipo también se fueron incrementando progresivamente en las universidades. Desde finales de la década del noventa, a estas acciones ambientalistas en las tres funciones universitarias tradicionales se le vienen sumando nuevas prácticas de gestión ambiental institucional en las IES de la región. Desafortunadamente, este importante y muy rico proceso de ambientalización de la educación superior en ALC está escasamente documentado a escala regional durante las últimas décadas. Tomando como referencia las últimas estadísticas disponibles en México y Colombia, se puede esperar que ahora sea de varios miles el número de programas de formación ambiental en las universidades de la región. Mucho más numerosos deben ser los proyectos de investigación ambiental y de proyección universitaria en esta materia. A su vez, las IES en ALC con algún grado de ambientalización en su modelo de gestión se pueden contar por cientos. Todas estas estimaciones apenas sirven para tener una idea aproximada de las magnitudes generales de las variables más importantes del proceso de ambientalización de la educación superior en América Latina. Sin embargo, están muy lejos de proporcionar un conocimiento preciso sobre su situación actual. De aquí deriva la necesidad urgente de realizar nuevos estudios a escala regional sobre los distintos aspectos de la incorporación de la dimensión ambiental en las universidades latinoamericanas. 33

35 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A SUSTENTABILIDADE NO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Rita Silvana Santana dos Santos Doutoranda em Educação pela Universidade de Brasília e consultora do Ministério da Educação - Brasil na área de educação ambiental na educação superior Palavras chave: políticas públicas, educação ambiental, educação superior, Brasil A educação superior no Brasil tem como propósito a formação do espírito científico visando o desenvolvimento da ciência e a relação com o meio ambiente (Lei 9.394/96). Essa, está articulada com a Política Nacional de Educação Ambiental (Lei 9795/99), que estabelece a obrigatoriedade da EA em todos os níveis e modalidades de ensino, fomentando a formação cidadã. A articulação entre essas duas leis, além do que estabelece a Constituição Federal, tem contribuindo para subsidiar as iniciativas do Ministério da Educação (MEC) na inserção da educação ambiental nas propostas, programas e ações no âmbito da educação superior. Nesse sentido, o presente texto visa apresentar algumas iniciativas brasileiras favoráveis às políticas públicas de educação ambiental na educação superior no Brasil, que têm como premissa o reconhecimento das especificidades desse nível de ensino, bem como a relevância da articulação com a educação básica. Das ações realizadas destacam-se a inclusão da EA nos documentos pedagógicos, avaliativos e regulatórios; os processos formativos em educação ambiental: escolas sustentáveis e Com-Vida; o fomento à universidades sustentáveis por meio do Programa de Extensão Universitária PROExt. Além destes estão previstos um novo mapeamento e um seminário envolvendo as instituições de educação superior brasileiras para traçar de forma cooperada e democrática iniciativas de fomento e fortalecimento das IES na transição para a sustentabilidade. Para discutir essas questões estruturamos o texto em três momentos complementares. O primeiro versa sobre os marcos regulatórios da educação ambiental, em seguida apresenta-se as principais ações fomentadas pelo MEC e, por fim as propostas do referido ministério para construção coletiva de novas políticas públicas de educação ambiental para a educação superior no Brasil. 34

36 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 MESA REDONDA 2: AS REDES UNIVERSITÁRIAS AMBIENTAIS FUNDADORAS DA ARIUSA / LAS REDES UNIVERSITARIAS AMBIENTALES FUNDADORAS DE ARIUSA 35

37 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 ORGANIZACIÓN INTERNACIONAL DE UNIVERSIDADES POR LA SUSTENTABILIDAD Y EL MEDIO AMBIENTE (OIUDSMA) José Luis Rosúa Campos UNIVERSIDAD DE GRANADA Campus Fuentenueva, GRANADA - España . Esta organización de Universidades Ambientales se creó en noviembre de 1995 con motivo de la celebración del Primer Congreso de Universidades por el Desarrollo Sostenible y el Medio Ambiente celebrado en San José de Costa Rica, organizado por las Universidades Latina de Costa Rica, Granada y Valencia de España. En este Primer Congreso se acordó la Declaración de San José, relacionada con los objetivos de las Universidades en el campo del Desarrollo Sostenible y el Medio Ambiente. El Segundo Congreso Internacional de OIUDSMA se celebró en Diciembre de 1997 en la Universidad de Granada (España); el Tercero en Noviembre de 1999 en Valencia (España); el Cuarto en Octubre de 2002 en Viña del Mar (Chile); el Quinto en Octubre de 2004 en Granada (Nicaragua) y el Sexto en Noviembre de 2006 en Curitiba (Brasil). En general, la Organización Internacional de Universidades por el Desarrollo Sostenible y el Medio Ambiente, OIUDSMA, actúa como una red de instituciones universitarias que tienen entre sus objetivos prioritarios el desarrollo de programas docentes e investigativos en el campo del medio ambiente y el desarrollo sostenible. UNIVERSIDADE S ASOCIADAS A OIUSMA # 1 Universidad de Granada 2 Universidad Buenos Aires 3 Universidad Javeriana Bogotá 4 Universidad Federal de Paraná (Brasil) 5 Universidad de Valencia España 6 Universidad de Ica Perú 7 Universidad Politécnica de Nicaragua 8 Universidad del Yucatán UNIVERSIDAD SIGLA RECTOR REPRESENT ANTE UGR Francisco González José Luis Rosúa UBA Rubén Hallú Ricardo Pahllen PUJ UFPR UV UNICA UPOLI UADY Joaquín Emilio Sánchez Carlos Augusto Moreira Esteban Morcillo Juan Marino Alba Juan Alberto Molinares Alfredo Dájer Abimerhi Juan Ricardo Gómez Renato de Lima Manuel Costa Rolando Reategui Hugo Silva Andrés Aluja E.MAIL ectis.com.ar ana.edu.co r.br uv.es reateguilozanor es 36

38 INFORME DE ACTIVIDADES ANTERIORES Ya desde Noviembre de 1995, las Universidades: Latina de Costa Rica, Valencia (España) y Granada (España), co-organizaron el I Congreso de Universidades que debatió y aprobó la Declaración de San José, que inspiró la creación de la Organización Internacional de Universidades por el Desarrollo Sostenible y el Medio Ambiente (OIUDSMA), que fue suscrita por 20 Universidades fundamentalmente Iberoamericanas. Asimismo, en aquel momento se acordó celebrar el II Congreso de la OIUDSMA en la Universidad de Granada (España) en Diciembre de 1997 y una primera Conferencia de Rectores, que permitiera la consolidación y ampliación de OIUDSMA en la Universidad Privada de Tacna (Perú) en Diciembre de Posteriormente, se celebró el III Congreso de la Red en la Universidad de Valencia (España), en noviembre de 1999, en Octubre de 2002, se celebró el IV Congreso, en la Universidad de Valparaíso (Chile). En noviembre de 2004, se llevó a cabo el V Congreso en la Universidad Politécnica de Nicaragua, y en noviembre de 2006, el VI Congreso, y hasta ahora el último, en la Universidad Federal do Paraná (Curitiba, Brasil). La propuesta para la que se solicita la actual ayuda es para la celebración del VII Congreso de la Red, en la Universidad de Buenos Aires (Argentina), en abril de Descripción de la Red: La Red OIUDSMA de Universidades por el Desarrollo Sostenible y Medio Ambiente, pretende incorporar el saber ambiental a la actividad docente e investigadora de las universidades que integran la Red. Son numerosas las instituciones y organismos internacionales que vienen haciendo llamamiento a la colaboración de la educación superior en el desarrollo sostenible fundamentalmente en los países en desarrollo. La mayoría de países iberoamericanos, presentan actualmente graves problemas de equilibrio entre sus procesos de desarrollo y la conservación del medio natural. Se justifica, por tanto, el que las universidades prioricen la docencia e investigación en medio ambiente para aumentar el nivel de formación de sus sociedades y permitir procesos de desarrollo sostenible en estos países. En relación con estos planteamientos, la Red OIUDSMA evalúa de forma bianual los procesos de implementación y compromiso, tanto en el área docente como investigadora de las universidades que integran esta red, en el campo de la sustentabilidad y el ambiente. Procede, en este momento, con la convocatoria del VII Congreso en la Universidad de Buenos Aires, favorecer la integración en esta Red de universidades argentinas, uruguayas y paraguayas, consiguiendo asimismo la creación de redes nacionales en favor de la sustentabilidad. Hay que señalar la reciente creación (2007), con el apoyo de la OIUDSMA, en la universidad de Ciencias Aplicadas de Bogotá (Colombia), la denominada Alianza de Redes Iberoamericana de Universidades en Sustentabilidad y Ambiente (ARIUSA), que integra las redes nacionales de países como México, Cuba, Colombia y Guatemala, y que pretende coordinar la labor en este campo de las diferentes redes nacionales. La convocatoria del VII Congreso, tendrá un espacio para la celebración de un primer encuentro de la Red ARIUSA, al que se sumaría en esta ocasión, las redes nacionales de Argentina, Uruguay y Paraguay anteriormente creadas. ACTIVIDADES FUTURAS PROYECTADAS POR LA RED APOYO A RINSA Una de las mejores formas de contribuir al desarrollo del postgrado es fomentar la cooperación en investigación entre nuestras instituciones. Para ello, la AUIP (Asociación Universitaria Iberoamericana de Posgrado) que se integra en nuestro Consejo Consultivo- ARIUSA, y con motivo de la presencia de su Director General en la Reunión de Trabajo convocada conjuntamenet por ARIUSA, Universida Autonoma de Occidente de Cali y COLAM-OUI-IOHE, celebrada del de Noviembre del 2011 y ante la invitación de AUIP, se decide por parte de ARIUSA y el resto de organizaciones presentes, constituir formalmente la RED IBEROAMERICA DE INVESTIGACION EN SUSTENTABILIDAD Y AMBIENTE (RINSA) integrada en AUIP, lo que significa iniciar una nueva línea de actuación, que se suma las ya creadas redes AUIP de investigacion en PYMES, Estudios Jurídicos y Filosofia lo que significa por parte de AUIP asumir un plan de apoyo a la cooperación entre nuestros investigadores. 37

39 Los objetivos de esta nueva red, es avanzar desde la especialización de cada investigador a identificar nuevos retos que contribuyan a la solución de problemas de sostenibilidad y ambiente. ligados a sistemas complejos, mediante la coordinación de tareas de investigación provenientes de los diferentes campos del saber ambiental y socioeconómico que contribuyan al avance del desarrollo humano. En este año 2012, con motivo de la II Jornada de ARIUSA, a celebrar en la Universidad del Valle de Itajaí (Brasil), donde se pretende ampliar las redes, se va a celebrar una sesión específica de RINSA, para así contribuir a consolidar esta nueva perspectiva de coordinación de investigadores tan necesaria en estos momentos en al ámbito iberoamericano ARTICULACIÓN FUTURA DE OIUDSMA Y ARIUSA La Organización Internacional de Universidades por el Desarrollo Sostenible y el Medio Ambiente (OIUDSMA) pretende actuar como una red de instituciones universitarias que tengan entre sus objetivos prioritarios el desarrollo de programas docentes e investigadores en el campo del Medio Ambiente y el Desarrollo Sostenible. Desde diferentes foros internacionales y más en concreto desde la celebración de la Conferencia Mundial sobre Medio Ambiente y Desarrollo de Río de Janeiro 1992, en su denominada Agenda 21, se prevé la incorporación de diversas instituciones, entre ellas las Universidades, a desarrollar iniciativas en una línea de apoyo a los acuerdos de esta magna Conferencia. Por ello en Noviembre de 1995 las Universidades Latina de Costa Rica, Valencia y Granada de España, coorganizaron el I Congreso de Universidades que debatió y aprobó la Declaración de San José, la cual inspiró la creación de la Organización Internacional de Universidades por el Desarrollo Sostenible y el Medio Ambiente, siendo suscrita por 20 Universidades fundamentalmente Iberoamericanas. La constitución de una red de estas características se justifica entre otras razones, por las llamadas que hace la denominada Agenda 21 que se elaboró durante la Conferencia de Rio-92, a las diversas Instituciones, entre otras, a las Universidades, para incorporarse al cumplimiento de los objetivos de esta Conferencia sobre desarrollo sostenible y medio ambiente. Así se recoge expresamente que es prioritaria la "transferencia de tecnología ecológicamente racional, cooperación y au,mento de la capacidad". En este momento, pasados 20 años de Rio-92 y acercandonos a Rio-+20, esta organización continua aportando su contribución a los objetivos señalados y apuesta decididamente por la consolidación de la Alianza Iberoamericana de universidades en Sustentabilidad y Ambiente (ARIUSA), como continuidad de su accionar en la perspectiva de que fortalecer redes de redes es una contribución positiva al futuro debate en sostenibilidad y ambiente 38

40 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 Presentación de la RED COLOMBIANA DE FORMACIÓN AMBIENTAL (RCFA) ETAPA MÁS RECIENTE Orlando Sáenz Coordinador ARIUSA Profesor Investigador U.D.CA Jhonniers Guerrero Vicepresidente Junta Directiva RCFA Decano Facultad de Ciencias Ambientales UTP La Red Colombiana de Formación Ambiental (RCFA) es la más antigua de las redes universitarias por el ambiente y la sustentabilidad (RUAS) en América Latina. Surgió a comienzos de la década de los ochenta, articulada a la Red de Formación Ambiental para América Latina y el Caribe (RFA-LAC), de la Oficina Regional (ORPALC) del Programa de la Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA). Desde entonces, ha trabajado de manera continua para promover la incorporación de la dimensión ambiental en las instituciones de educación superior del país. Durante este largo periodo de 30 años, se pueden identificar cuatro etapas en la historia de la RCFA: las tres primeras determinadas por la distintas instituciones del Estado colombiano encargadas de su coordinación y la última caracterizada por su constitución como una red universitaria autónoma. Así, entre 1982 y 1985 la RCFA estuvo asociada al Instituto Nacional de los Recursos Naturales Renovables y el Ambiente (INDERENA). De 1986 a 1995 su coordinación estuvo a cargo del Instituto Colombiano para el Fomento de la Educación Superior (ICFES). Desde 1996 hasta 2004 asumió como punto focal y coordinador el Ministerio de Medio Ambiente (MMA). A partir de 2005, la RCFA se constituyó como asociación civil con fines académicos y científicos, personería jurídica y patrimonio propio. Esta presentación de la Red Colombiana de Formación Ambiental se limitará a su etapa mas reciente, en la que se ha desarrollado como una red universitaria ambiental autónoma. En la primera parte se describirá la forma en que está organizada actualmente y en la segunda se registrarán algunas de las principales acciones que ha desarrollado durante los últimos años. Organización actual de la Red Colombiana de Formación Ambiental A finales de 2004, las universidades y otras organizaciones integrantes de la Red Colombiana de Formación Ambiental decidieron constituirla como una entidad jurídica sin ánimo de lucro, para fines académicos y científicos, regida por las leyes nacionales en materia de ciencia y tecnología, y con autonomía para tomar sus decisiones y manejar sus propios recursos. Su objetivo general es promover la creación de espacios de cooperación, intercambio y comunicación entre los miembros de la Red, a través de procesos de información, formación, investigación, participación y gestión para el desarrollo sostenible y la conservación del medio ambiente en Colombia, con el propósito de contribuir al desarrollo científico y tecnológico, por medio de la investigación y la formación. Desde su nueva autonomía, en los Estatutos aprobados y presentados ante las correspondientes autoridades nacionales, se reafirmó que la Red Colombiana de Formación Ambiental hace parte de la Red de Formación Ambiental para América Latina y el Caribe, promocionada por el Programa de Naciones Unidas para el Medio Ambiente PNUMA, cuyo punto focal es el Ministerio 39

41 de Ambiente y Desarrollo Sostenible, a través de la Oficina de Educación y Participación o la Oficina que haga sus veces. Para facilitar la coordinación de acciones con la RFA-LAC, se decidió que la Secretaría General de la RCFA sea ejercida de manera permanente por el Director de la OPE en el Ministerio o su delegado, quien asume la representación oficial de la Red ante el PNUMA y la coordinación del programa oficial en Colombia. Los órganos directivos de la Red Colombiana de Formación Ambiental son su Asamblea General y su Junta Directiva. La primera está constituida por todos los miembros activos que se reúnen ordinariamente en el mes de marzo de cada año y de manera extraordinaria cada vez que sea convocada por las instancias autorizadas para ello. La Asamblea de la RCFA decide sobre cambios en los estatutos, evalúa los informes de gestión, aprueba el plan de acción anual, fija el valor de las cuotas, determina el ingreso o retiro de su miembros y elige la Junta Directiva. En la actualidad la RFCA tiene como miembros activos a 40 universidades del país, a la Asociación Colombiana de Universidades (ASCUN), a 5 Organizaciones no gubernamentales y a 7 instituciones estatales. Entre estas últimas se encuentran el Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sostenible (MADS), el Ministerio de Educación Nacional (MEN), el Departamento Administrativo de Ciencia, Tecnología e Innovación (COLCIENCIAS), la Asociación de Corporaciones Autónomas Regionales (ASOCARS) y varios Institutos de Investigación adscritos o vinculados al Ministerio (IDEAM, INVEMAR y HUMBOLDT). De todos ellos, las universidades son el núcleo más numerosos e importante, pues son sus representantes quienes han tomado las decisiones fundamentales sobre la orientación de la Red en los últimos años, con cada vez mayor autonomía frente a las instituciones de las que antes se dependía. La Junta Directiva está conformada por 15 miembros activos de la RCFA, nombrados en la Asamblea General para periodos de dos años. Ellos son: siete representantes de universidades miembros de la red, nombrados por cada uno de los siete nodos regionales, el delegado de la Academia de Ciencias Exactas, Físicas y Naturales, los representantes del Ministerio de Ambiente y del Ministerio de Educación Nacional; un representante de los Institutos de Investigación Ambiental adscritos y vinculados al Ministerio; el delegado de la Asociación Colombiana de Universidades; el representante de la Asociación de Corporaciones Autónomas Regionales; y un representante de las organizaciones no-gubernamentales miembros de la Red. Entre ellos se elijen como dignatarios de la Junta Directiva de la Red: un Presidente, un Vicepresidente y Tesorero, también para periodos de dos años. Desde 1999, ha sido ratificado en la Presidencia de la Junta Directiva, el Dr. José Lozano, quien ejerce también como Secretario de la Academia de Ciencias Exactas, Físicas y Naturales (ACCEFyN). La Vicepresidencia de la Junta Directiva de la RCFA fue desempeñada durante casi una década por el Dr. Germán Anzola Montero, Rector de la Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales (U.D.C.A) y representante de la Asociación Colombiana de Universidades (ASCUN) ante la Red. Recientemente, fue nombrado en este cargo, el Dr. Jhonniers Guerrero, Decano de la Facultad de Ciencias Ambientales de la Universidad Tecnológica de Pereira (UTP). La Tesorería de la Junta Directiva de la Red la han desempeñando distintas personas, pero en varias oportunidades y actualmente está a cargo de la Dra. Rosa Isabel Patiño, quien representa a la Corporación para la Educación y el Desarrollo Sostenible (CEDES), una de las ONGs que son miembros de la RCFA. Esta Junta Directiva se reúne con regularidad tres o cuatro veces al año para tomar las decisiones más importantes relacionadas con el funcionamiento y las actividades de la Red. La Junta Directiva es apoyada por la Secretaría General que es ejercida por un funcionario del Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sostenible de manera permanente. Desde 1996 hasta 2010, estas funciones las desempeñó el Dr. Mario Sarmiento, como delegado de los distintos Directores que tuvo la Oficina de Educación y Participación del Ministerio de Ambiente. Debido a los frecuentes cambios de funcionarios en esta entidad, durante los últimos años han desempeñado el cargo de Secretario de la Red personas con muy poca estabilidad laboral, lo cual dificulta que lleguen a comprender y cumplir bien con sus funciones en la Red. 40

42 Desde la etapa coordinada por el ICFES, la Red Colombiana de Formación Ambiental ha contado con Nodos Regionales que agrupan a las universidades integrantes de la Red en cada una de las principales regiones del país. En el transcurso de las dos últimas décadas se han organizado los nodos regionales Centro, Eje Cafetero, Antioquia Chocó, Caribe, Occidente, Santander y Amazonía. Respectivamente, cada de ellos han sido coordinado en los últimos años por la Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales (U.D.C.A), la Universidad Tecnológica de Pereira (UTP), la Universidad de Medellín (UdeM), la Universidad Tecnológica de Bolívar (UTB), la Universidad Autónoma de Occidente (UAO), la Universidad Industrial de Santander (UIS), y la Universidad de la Amazonía (UNIAMAZONIA). También desde las etapas anteriores, las RCFA ha promovido la creación de Redes Temáticas que articulan universidades interesadas en trabajar de manera colaborativa sobre temas ambientales de interés común. Entre las redes temáticas actuales se destacan: la Red de Pensamiento Ambiental, que coordina la Universidad Nacional de Colombia, Sede Manizales; la Red de Educación Ambiental que coordina la Universidad Nacional de Colombia, sede Bogotá; la Red de investigación para la Prevención y Control de Incendios Forestales, coordinada por la Universidad Autónoma de Occidente; la Red de Estudios del Territorio, que coordina la Universidad de Medellín; la Red de Gestión Ambiental Urbana, que coordina la Universidad Piloto de Colombia; y la Red de Medio Ambiente y Salud, coordinada por la Universidad El Bosque. Además, se cuenta con una Red de J Principales acciones realizadas por la RCFA durante los últimos años. Una de las primeras acciones que realizó la Red Colombiana durante su etapa más reciente fue la convocatoria y realización del Tercer Seminario Internacional Universidad y Ambiente. Con este evento se quería celebrar los 20 años del Seminario Universidad y Medio Ambiente en América Latina y el Caribe, que tuvo lugar en la ciudad de Bogotá entre el 28 de octubre y el 1 de noviembre de Como muchos autores coinciden en señalar, este evento se constituyó en un verdadero hito en la historia de la incorporación de la dimensión ambiental en la educación superior de nuestra región. El Segundo Seminario de esta serie se había realizado en noviembre de 1999, con sede en el campus de la Universidad Autónoma de Occidente (UAO), en la ciudad de Cali. La tercera versión de este Seminario Internacional fue convocada por la Red Colombiana de Formación Ambiental (RCFA) y organizada conjuntamente por la Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales (U.D.C.A) y la Pontificia Universidad Javeriana (PUJ). En esta labor contaron con el apoyo financiero o institucional de varias agencias oficiales del orden nacional y distrital en Colombia como fueron: el Ministerio de Ambiente, Vivienda y Desarrollo Territorial (MAVDT), el Ministerio de Educación Nacional (MEN), el Instituto Colombiano para el Desarrollo de la Ciencia y la Tecnología (COLCIENCIAS) y el Departamento Administrativo del Medio Ambiente de Bogotá (DAMA). De igual manera recibieron el aval de varias redes universitarias de Colombia e Iberoamérica, entre las que se contaron la Asociación Colombiana de Universidades (ASCUN), la Red de Formación Ambiental para América Latina y el Caribe (RFA-LAC) del PNUMA, la Unión de Universidades de América (UDUAL), la Asociación de Universidades de América Latina y el Caribe para la Integración (AUALCPI), la Red de Universidades Regionales Latinoamericanas (Red UREL) y la Asociación Internacional de Presidentes de Universidades (IAUP por sus cifras en inglés). Como objetivo general, en el Tercer Seminario Internacional Universidad y Ambiente se planteaba hacer un balance de los esfuerzos realizados durante los veinte años transcurrido desde el primer seminario de 1985 y reflexionar sobre los resultados, dificultades, perspectivas y retos para el inmediato futuro del proceso de incorporación de la dimensión ambiental en la educación superior de América Latina y el Caribe. Con este propósito se formuló una convocatoria amplia a las universidades de la región para presentar ponencias en las que dieran a conocer los aspectos más relevantes de su experiencia de ambientalización en los campos de la formación de pregrado y posgrado, extensión, investigación y gestión ambiental, así como una primera reflexión sobre el proceso adelantado en esta materia hasta ese momento. 41

43 En respuesta a las invitaciones institucionales enviadas a un gran número de rectores, asistieron al Tercer Seminario Internacional Universidad y Ambiente representantes de 16 universidades colombianas y de 10 universidades iberoamericanas, de las cuales 13 y 5 respectivamente entregaron ponencias oficiales. La mayoría de las ponencias presentadas fueron publicadas en el libro de memorias de este Seminario, con el cual se inauguró la serie Biblioteca Universidad y Ambiente. En total, a este evento asistieron 99 personas, en su gran mayoría profesores e investigadores universitarios, pero también funcionarios de alto nivel de los Ministerio de Ambiente y Educación, así como de la agencia ambiental de Bogotá. Teniendo en cuenta que desde el 2004 las Naciones Unidas habían declarado la Década de la Educación para el Desarrollo Sostenible (DEDS), en el marco del Tercer Seminario Internacional Universidad y Ambiente se hizo el lanzamiento oficial en Colombia de esta iniciativa. La parte del evento dedicada a ella fue presidida por el Dr. Carlos Gamba - Secretario Ejecutivo de la Comisión Colombiana de Cooperación con la UNESCO, y contó con las intervenciones de la Dra. Juanita Castaño a nombre de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza, de la Dra. Olga María Bermúdez en representación de la Red temática de Educación Ambiental de la RCFA y del Dr. Enrique Leff como Coordinador de la Red de Formación Ambiental para América Latina y el Caribe. El compromiso de la RCFA con las actividades de la DEDS fue asumido por la Red Temática de Educación Ambiental, coordinada por el Instituto de Estudios Ambientales (IDEA) de la Universidad Nacional de Colombia. Durante el segundo semestre de 2006, esta red temática organizó cuatros foros sobre temas ambientales específicos, asumidos por distintas universidades de Bogotá, así: el 22 de septiembre se realizó, en la Biblioteca Virgilio Barco, el Foro sobre Educación Ambiental para la Calidad de Vida, coordinado por la Universidad Pedagógica de Colombia; el 18 de octubre se realizó el Foro sobre Educación Ambiental para la Comunidad y Bosques, en el auditorio del Instituto Distrital para la Recreación y el Deporte IDR, bajo la responsabilidad del IDEA de la Universidad Nacional de Colombia, la Universidad Distrital y el Jardín Botánico; el 1 de noviembre se realizó, en el l Hotel Tequendama, el Foro sobre Educación Superior y Desarrollo Humano, bajo la responsabilidad del Departamento Administrativo del Medio Ambiente (DAMA); y el 30 de noviembre se realizó el foro sobre Educación Ambiental para el Agua, bajo la responsabilidad de la Universidad de la Salle. Considerando que al inicio del nuevo siglo está comenzando también una nueva fase de institucionalización del compromiso ambiental de las universidades, en el 2007, la Red Colombiana de Formación Ambiental, la Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales y el Politécnico Grancolombiano convocaron al Cuarto Seminario Internacional Universidad y Ambiente. En esta oportunidad se escogió como tema central del evento la Gestión Ambiental Institucional y el Ordenamiento de los Campus Universitarios. El planteamiento básico de la convocatoria, era que éste es un nuevo campo de acción para las instituciones de educación superior, además de las actividades que ya se venían haciendo para incorporar la dimensión ambiental en las tradicionales funciones de formación, investigación y extensión. Por esta razón, la cuarta versión del Seminario internacional tenía como objetivos: a) Presentar importantes experiencias universitarias internacionales y avances de universidades colombianas en torno a la Gestión Ambiental Institucional; b) Fomentar la incorporación de la dimensión urbanística en la gestión ambiental y el ordenamiento de los campus universitarios y otras instalaciones educativas; y c) Promover la creación de una red internacional de cooperación en la gestión ambiental interna de las instituciones educativas. Para los días previos al Seminario se organizó también un Curso Internacional con el mismo tema central. El primer Curso Internacional sobre Gestión Ambiental Institucional y Ordenamiento de Campus Universitarios se realizó del 22 al 24 de octubre en la sede de la Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales, de la zona norte de Bogotá. El Seminario internacional tuvo lugar en el Club La Aguadora y en el campus del Politécnico Grancolombiano, el 25 y 26 de octubre de El Curso contó con la participación de 44 personas entre conferencistas, estudiantes e invitados 42

44 especiales. Al Cuarto Seminario Internacional Universidad y Ambiente asistieron en total 105 personas en representación de 6 redes universitarias ambientales de distintos países; 22 universidades nacionales; 7 universidades de Japón, España, México, Cuba y Paraguay; 6 instituciones del gobierno colombiano; y 2 organizaciones internacionales. Las ponencias seleccionadas se publicaron en las Memorias del Seminario con el título Gestión Ambiental Institucional y Ordenamiento de Campus Universitarios. El libro se presentó como el segundo volumen de la Biblioteca Universidad y Ambiente, que financian la Red Colombiana de Formación Ambiental y la Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales. Estas Memorias incluyeron 6 artículos sobre casos de gestión ambiental y ordenamiento de campus en universidades colombianas y 8 artículos sobre experiencias exitosas en universidades de otros países. El libro termina con un análisis comparativo de todos estos casos y algunas reflexiones sobre los nuevos campos de acción en los que se expresa recientemente el compromiso ambiental de las universidades. Según se había previsto, el Cuarto Seminario Internacional Universidad y Ambiente sirvió de escenario para la creación una nueva red. En principio, se había propuesto una red internacional de universidades interesadas en desarrollar programas conjuntos de gestión ambiental institucional y de ordenamiento de sus campus. Sin embargo, teniendo en cuenta la participación de los representantes de 6 Redes de Universidades por el Ambiente y la Sustentabilidad (RUAS), se decidió crear una Red de Redes Universitarias Ambientales. Para hacerlo se redactó y aprobó un documento titulado Acuerdo de las Redes Universitarias y Universidades Iberoamericanas participantes en el IV Seminario Internacional Universidad y Ambiente. Por este acuerdo se creó la Alianza de Redes Iberoamericanas de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente (ARIUSA). De esta manera, la historia de la Red Colombiana de Formación Ambiental se articula directamente con la Segunda Jornada Iberoamericana de ARIUSA. Fue en uno de los seminarios internacionales de la RCFA que se constituyó esta Red de redes universitarias por el ambiente y la sustentabilidad en Iberoamérica, que hoy se reúne por segunda ocasión. Son muchas más las acciones realizadas por la Red Colombiana de Formación Ambiental durante sus 30 años de historia. Resulta imposible registrar todas esas actividades en una breve presentación de esta Red. Lo que interesa ahora es destacar el fuerte vínculo entre la RCFA y ARIUSA. Desde Colombia estamos comprometidos con seguir apoyando y contribuyendo a la consolidación de esta Alianza que aspira a reunir a todas las Redes Universitarias en Ambiente y Sustentabilidad (RUAS) que ya existen y las nuevas que se están creando en América Latina y el Caribe. 43

45 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 Germán I. Rodríguez Arana INFORME SEGUNDA JORNADA DE ARIUSA ITAJAÍ, BRASIL JUNIO 2012 PRESENTACIÓN La Red Nacional de Formación e Investigación Ambiental REDFIA, es un mecanismo de cooperación y coordinación Interinstitucional en materia ambiental entre las Universidades de San Carlos de Guatemala (única Universidad pública del país, con más de trescientos años de existencia), la Universidad del Valle, la Universidad Rafael Landívar, la Universidad Mariano Gálvez, la Universidad Rural y la Universidad Galileo, así como la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales FLACSO, la Asociación de Investigaciones y Estudios Sociales ASIES, el Ministerio de Ambiente y Recursos Naturales MARN, y como un aliado estratégico, el Banco de los Trabajadores. REDFIA promueve la reflexión crítica y constructiva en el seno de la comunidad académica de los aspectos técnicos y metodológicos ligados al medio ambiente y al desarrollo sostenible; establece canales de coordinación y suma de esfuerzos entre las unidades académicas de las Universidades participantes involucradas en la temática ambiental; promueve la generación de políticas y estrategias que orienten a la formación técnica profesional en medio ambiente; fortalece la coordinación interinstitucional entre las Universidades, Centros de Investigación y autoridades responsables de la Gestión Ambiental Gubernamental; busca incidir en la formulación e implantación de las políticas ambientales públicas y establece a nivel internacional canales de comunicación y cooperación con otras Universidades. Tiene representación en diversos foros nacionales e internacionales, tales como: La Mesa Nacional de Cambio Climático, el Proyecto de Centros de Investigación y Transferencia Tecnológica en Cambio Climático, la Instancia de Consulta y Participación Social del Sistema Nacional de Seguridad Alimentaria y Nutricional, el Comité Nacional de Biodiversidad CONADIBIO-, el Comité Editorial de la Revista Mesoamericana de Conservación, la Alianza de Redes Iberoamericanas de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente, y actualmente ejerce la Presidencia de la Alianza Centroamericana y del Caribe por el Principio 10 (Acceso a la información, a la participación y a la justicia en asuntos ambientales). 44

46 INSTITUCIONES ASOCIADAS A REDFIA INSTITUCIONES SIGLA RECTOR REPRESENTANTE UNIVERSIDAD DE USAC SAN CARLOS DE GUATEMALA Lic. Estuardo Gálvez Rector Magnifico Dr. Jorge Luis De León Arana Director General de Investigación mail.com UNIVERSIDAD RAFAEL LANDÍVAR UNIVERSIDAD DEL VALLE DE GUATEMALA URL UVG Padre Rolando Enrique Alvarado López, S.J, Rector Lic. Roberto Moreno Godoy Rector Arqta. Lyz Cifuentes Dr. Edwin Castellanos Director Centro de Estudios Ambientales UNIVERSIDAD MARIANO GÁLVEZ UNIVERSIDAD RURAL GUATEMALA UNIVERSIDAD GALILEO DE ASOCIACIÓN DE INVESTIGACIÓN Y ESTUDIOS SOCIALES UMG Dr. Rolando Torres Moss Rector URURAL Dr. Fidel Reyes Lee Rector UGAL Dr. Cyrano Ruiz Vicerector ASIES Licda. Raquel Zelaya Secretaria Ejecutiva Arq. M.A. José Antonio Dávila Calderón Ing. Carlos Salazar Dr. Nelson Amaro Lic. Carlos Vega o.com.mx om FACULTAD LATINOAMÉRICA DE CIENCIAS SOCIALES MINISTERIO DE AMBIENTE Y RECURSOS NATURALES BANCO DE LOS ABAJADORES COORDINACIÓN REDFIA FLACSO Dr. Virgilio Alvarez Director MARN Licda. Roxana Sobenes Ministra BANTRAB Lic. Edwin Méndez Director Germán Rodríguez Coordinador REDFIA Licda Claudia Donis Ing. José Augusto Sierra Director General de Formación, Organización y Participación Social Lic. Edwin Méndez 45

47 ACTIVIDADES MÁS IMPORTANTES DESARROLLADAS DURANTE LOS ÚLTIMOS AÑOS Entre algunos de los logros significativos de REDFIA está el haber establecido relaciones de cooperación con NUFFIC/HOLANDA, para el establecimiento de diferentes proyectos, entre ellos: Diseño y Desarrollo de un Programa de Formación e Investigación en Educación Ambiental a Nivel Superior, marco en el cual se creó el Profesorado de Enseñanza Media en Educación Ambiental y la Maestría en Educación con Orientación en Medio Ambiente, que dio lugar posteriormente a la creación de la Maestría en Ambientalización Curricular en la USAC. Dentro de ese proceso también se creó como programa la Cátedra de Educación Ambiental Superior. Combate a la Impunidad Ambiental en Guatemala por medio de la Formación de Profesionales con Especialización en Fiscalía Ambiental, en el que se crearon en la Universidad Mariano Gálvez, las Maestrías en Control y Evaluación Ambiental y en Derecho Ambiental con énfasis en Fiscalía. Se está impulsando la definición en la Universidad de San Carlos, de una política ambiental universitaria y un proyecto de campus sustentable. Se impulsa también la creación del Consejo Científico Nacional de Cambio Climático, que tiene como objetivos: promover la investigación a través de programas y proyectos sobre medición y monitoreo de parámetros climáticos, inventario nacional de emisiones, monitoreo y calidad del aire e interpretación de escenarios de cambio climático en sectores estratégicos; fortalecer a nivel nacional a través de la adaptación al cambio climático la gestión de riesgo y la reducción de vulnerabilidad desde una visión integral que brinde asesoría a los tomadores de decisiones y entes ejecutores. Está en desarrollo de la creación de una Escuela de Pensamiento Ambiental, a través de la realización de un Plan de Foros Interuniversitarios, sobre la base de cuatro ejes temáticos: cambio climático, ética, vulnerabilidad y desarrollo. En coordinación con la Universidad Galileo y con el apoyo del programa Alfa de la Unión Europea desarrolla el proyecto Centros de Investigación y Transferencia en Cambio Climático, cuyos objetivos son: Contribuir a la construcción de una red temática de investigadores, docentes y entidades relacionadas con cambio climático en Guatemala dentro de los diversos programas de formación y capacitación que las instituciones adscritas a REDFIA tienen en marcha, así como en otras entidades que expresen su voluntad de afiliarse a las actividades que se desarrollen. Contribuir a la construcción de capacidades en investigadores y docentes de las universidades adscritas a REDFIA, específicamente en cambio climático para fortalecer la labor de los mismos en sus áreas de trabajo. Contribuir al diseño de Centros de Investigación y Transferencia de Tecnología en cambio climático y a la conformación de redes en esta materia para afrontar desde la perspectiva de la educación superior las tendencias cambiantes del clima en Guatemala, con la finalidad de generar elementos de abordaje de la mitigación y adaptación a estos factores por parte del sector privado, público, académico y de la sociedad civil. En el ámbito internacional, REDFIA está desarrollando la estructuración del informe de Guatemala sobre Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación Ambiental en Iberoamérica, en el marco de la Red CTIE-AMB apoyada por el programa CYTED, como la Red Temática 611RT0426 en el contexto de la Alianza de Redes Iberoamericanas de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente ARIUSA, de la cual REDFIA. SEGUIMIENTO DE ACTIVIDADES EN DESARROLLO Y OTRAS PROYECTADAS Dado que muchas de las actividades que se han venido desarrollando durante los últimos años constituyen procesos de tres o cuatro años de duración, hay un seguimiento a las mismas y en ese sentido, se continuará impulsando la definición en la Universidad de San Carlos, de una política ambiental universitaria y el proyecto de campus sustentable. 46

48 Igual sucederá con la creación del Consejo Científico Nacional de Cambio Climático y el desarrollo de una Escuela de Pensamiento Ambiental a través de la realización del Plan de Foros Interuniversitarios, sobre la base de cuatro ejes temáticos: cambio climático, ética, vulnerabilidad y desarrollo. En coordinación con la Universidad Galileo y con el apoyo del programa Alfa de la Unión Europea desarrolla el proyecto Centros de Investigación y Transferencia en Cambio Climático. Para inicios del año 2013, se proyecta la realización del Primer Congreso Nacional de Cambio Climático. Se proseguirá con el impulso y apoyo a la creación de nuevos posgrados ambientales y centros de investigación en la materia. También se espera que con el apoyo del Ministerio de Cooperación Alemana se pueda desarrollar el proyecto Adaptación Nacional y Local al Cambio Climático - CLIMAX (National and Local Adaptation to Climate Change. En el ámbito internacional, REDFIA está desarrollando la estructuración del informe de Guatemala sobre Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación Ambiental en Iberoamérica, en el marco de la Red CTIE-AMB apoyada por el programa CYTED, como la Red Temática 611RT0426 en el contexto de la Alianza de Redes Iberoamericanas de Universidades por la Sustentabilidad y el Ambiente ARIUSA, de la cual REDFIA. PROPUESTA DE ARTICULACIÓN CON LAS ACTIVIDADES DE ARIUSA Y/O DE LA OTRAS REDES QUE CONSTITUYEN LA ALIANZA En el ámbito de la definición de la política ambiental universitaria y en el proyecto de campus sustentable, así como con la creación del Consejo Científico Nacional de Cambio Climático y el desarrollo de una Escuela de Pensamiento Ambiental a través de la realización del Plan de Foros Interuniversitarios, sobre la base de cuatro ejes temáticos: cambio climático, ética, vulnerabilidad y desarrollo y en la realización del Primer Congreso Nacional de Cambio Climático, REDFIA esperaría interactuar y poder compartir experiencias y apoyo en otras redes, misma situación que puede darse con el impulso y apoyo a la creación de nuevos posgrados ambientales y centros de investigación en la materia. 47

49 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 CONSORCIO MEXICANO DE PROGRAMAS AMBIENTALES UNIVERSITARIOS PARA EL DESARROLLO SUSTENTABLE: COMPLEXUS MC Norma Yolanda Mota Palomino Secretaria General Ejecutiva del Complexus ( ) Coordinadora de la Agenda Universitaria Ambiental de la Universidad Autónoma de Coahuila i) PRESENTACIÓN GENERAL DE COMPLEXUS En todas las instituciones educativas del país, existen esfuerzos y acciones significativas, aunque no suficientes, en relación a la incorporación de la dimensión de la perspectiva ambiental en el currículo, así como en tratar de desarrollar una conciencia crítica y capacidades entre estudiantes y profesores, a fin de ofrecer propuestas de solución a la problemática ambiental y de sustentabilidad, cada día más evidente y urgente de resolver. Sin embargo, existen alternativas como el aprovechar las capacidades y recursos de las instituciones mediante el trabajo colaborativo y en red, que permita crear sinergia para el cumplimiento del objetivo de articular sus funciones sustantivas en torno a la sustentabilidad. Ese es el espíritu del El Consorcio Mexicano de Programas Ambientales Universitarios para el Desarrollo Sustentable, ( Complexus ; que se constituyó en una Reunión General de ANUIES, realizada en la Universidad Autónoma de Coahuila, en diciembre de 2000, mediante un acuerdo de creación suscrito por varias universidades mexicanas públicas y privadas y Actualmente está constituido por 17 instituciones de educación superior; 11 universidades públicas estatales, 3 universidades privadas y 3 universidades tecnológicas. Cuenta además con 4 asesores de reconocido prestigio de acuerdo a cuadro anexo. ii) CUADRO O TABLA CON LOS DATOS DE LAS UNIVERSIDADES Y SUS REPRESENTANTES, INTEGRANTES DEL COMPLEXUS. Cuadro No. 1 Integrantes del Complexus, a Mayo de 2012 Programa/Institución Rector Representante 1. Programa Ambiental Universitario. Rector: Dr. Margarito Quintero UNIVERSIDAD DE BAJA CALIFORNIA 2. Programa Ambiental Universitario. UNIVERSIDAD AUTÓNOMA CHAPINGO Dr. Felipe Cuamea Velázquez Rector: Dr. Carlos Alberto Villaseñor Perea M. C. María del Rocío Romero Lima 3. Agenda Universitaria Ambiental, AUA-UAdeC. UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE COAHUILA. Rector: Lic. Mario Alberto Ochoa Rivera M.C. Norma Y. Mota Palomino 4. Programa de Protección al Medio Ambiente (PPMA). UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DEL ESTADO DE MÉXICO Rector: Dr. Eduardo Gasca Pliego M. en A. Eduardo Jenaro Archundia Mercado 5. Agenda Ambiental. UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE SAN LUIS POTOSÍ. Rector: Dr. Pedro Medellín Milán Arq. Manuel Fermín Villar Rubio. 6. Programa de Gestión Ambiental. UNIVERSIDAD DE COLIMA. Rector: M. C. Miguel Ángel Aguayo López Dr. Francisco Javier Cárdenas Munguía 7. Plan Universitario para la Sustentabilidad (PLUS). UNIVERSIDAD DE GUADALAJARA Rector General Sustituto: Dr. Marco Antonio Cortés Guardado Mtra. Ana Rosa Castellanos Castellanos 8. Dirección de Medio Ambiente y Rector General: Dra. Shafía Súcar S. 48

50 Sustentabilidad. UNIVERSIDAD DE GUANAJUATO. 9. Programa de Medio Ambiente. UNIVERSIDAD IBEROAMERICANA - CIUDAD DE MÉXICO. 10. Programa Interdisciplinario en Medio Ambiente. (PIMA) UNIVERSIDAD IBEROAMERICANA PUEBLA 11. Programa de Ecología y Medio Ambiente de la UNIVERSIDAD LA SALLE (ECOULSA) 12. Sistema de Gestión Ambiental y Educación para la Sustentabilidad. UNIVERSIDAD TECNOLÓGICA DE LEÓN. 13. Programa de Gestión Ambiental Universitario (PROGAU). UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DEL ESTADO DE MORELOS 14. Plan Ambiental Institucional (PAI). UNIVERSIDAD MICHOACANA DE SAN NICOLÁS DE HIDALGO. 15. Programa Universitario por el Ambiente. UNIVERSIDAD POLITÉCNICA DE AGUASCALIENTES. 16. Plan Maestro para la Sustentabilidad de la UNIVERSIDAD VERACRUZANA 17. Programa Institucional Ambiental de Desarrollo Sustentable (PIADES) UNIVERSIDAD TECNOLÓGICA DEL SUROESTE DE GUANAJUATO Dr. José Manuel Cabrera Sixto Rector: Dr. José Morales Orozco, S. J. Rector: Mtro. David Fernández Dávalos, S. J. Rector: Mtro. Enrique A. González Álvarez Rector: Dr. Jesús María Contreras Esparza Rector: Dr. Jesús Alejandro Vera Jiménez Rector: Dr. Salvador Jara Guerrero Rector: M. en C. Eulogio Monreal Ávila Rector: Dr. Raúl Arias Lovillo Rectora: Dra. Virginia Aguilera Santoyo M. en C. Dulce María Ramos Dr. Benjamín Ortiz Espejel du.mx M. en C. Ribia García Arrazola M. en C. Carlos Oliverio Pantoja Dra. Ma. Laura Ortiz Hernández Biol. Federico Hernández Valencia m M. A. Juan Fernando Aguirre Sámano Dr. Lázaro R. Sánchez Velásquez M. en A. Olimpia Liliana Rivas García Cuadro No. 2 Asesores del Complexus Dr. Edgar González Gaudiano. UNIVERSIDAD VERACRUZANA M. en C. María Teresa Bravo Mercado. IISUE. UNIVERSIDAD NACIONAL AUTÓNOMA DE MÉXICO M. en C. Luz María Nieto Caraveo. UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE SAN LUIS POTOSÍ M. en C. Javier Riojas. UNIVERSIDAD IBEROAMERICANA - CIUDAD DE MÉXICO iii) INFORME SOBRE LAS ACTIVIDADES MÁS IMPORTANTES DESARROLLADAS POR COMPLEXUS DURANTE EL PERIODO Se llevo a cabo la IX Reunión Nacional del Complexus, en el mes de febrero de La institución sede fue la Universidad Michoacana de San Nicolás de Hidalgo, además de hacer una revisión de las actividades realizadas y de los avances en los compromisos establecidos, se decidió celebrar el décimo aniversario del Consorcio, mediante la realización conjunta de un evento académico que fue el: Foro Nacional las Instituciones de Educación Superior frente a los Desafíos del Cambio Climático Las IES del Complexus; diez años tejiendo en conjunto, realizado en la Universidad Autónoma de Coahuila, Saltillo, Coahuila, el 21 y 22 de Octubre de Su objetivo principal; el reflexionar sobre el papel de las instituciones de educación superior ante los desafíos del cambio climático, además de analizar y proponer posibles líneas de acción desde la docencia, la investigación y la extensión que contribuyeran a enfrentar estos desafíos. Se contó con la participación de expertos en los diversos temas abordados de acuerdo a 3 ejes temáticos relevantes para la educación 49

51 superior; i.- Formación profesional ante el desafío del cambio climático; ii.- Avances en la investigación sobre la problemática del cambio climático y, iii.- Difusión, extensión y vinculación de las IES, con los diferentes actores sociales, en relación a la problemática generada por el cambio climático. X Reunión Nacional del Complexus, siendo la sede la Universidad Iberoamericana Campus Puebla, Puebla, Puebla, los días 4 y 5 de Marzo de Se realizó el cambio operativo en la Secretaría General Ejecutiva, siendo designada la MC Norma Yolanda Mota Palomino, por los siguientes dos años. Se tomó el acuerdo de realizar el libro Trayectorias y Experiencias de las instituciones que integran el Complexus, en la marcha y operación de su Programa Ambiental Institucional, con la coordinación del Dr. Edgar González Gaudiano. Así mismo, se revisaron los avances al borrador del libro de Indicadores para medir la sustentabilidad de las instituciones de educación superior en México, y se definió una estrategia para la edición e impresión del mismo, Se realizaron varios Talleres sobre los Indicadores para Medir la Contribución de las Universidades a la Sustentabilidad, entre los más importantes fueron el realizado en la Universidad de Guanajuato, Guanajuato Capital, el 15 y 16 de Junio de 2011 y el llevado a cabo en la Universidad Autónoma de Baja California, Campus Mexicali. Mexicali, Baja California, el 3 y 4 de Noviembre de El principal objetivo fue dar a conocer los indicadores que el Complexus ha venido construyendo, para proponer ajustes y adaptaciones que favorezcan su aplicación en las IES del Complexus, así como propuestas de implementación a manera de prueba piloto, en las instituciones, o bien en algunos de sus espacios académicos. Los participantes en este taller se familiarizarían con los Indicadores y con la metodología, para reproducir este taller en su Institución y otras Universidades. Participación en el 11vo congreso Internacional Retos y expectativas de la Universidad. Sede: Universidad Juárez Autónoma de Tabasco, Villahermosa Tabasco, 5 al 7 de Octubre. Presentación de la ponencia: Consorcio Complexus; contribuyendo a promover la dimensión ambiental y la sustentabilidad en las instituciones. Una alternativa innovadora XI Reunión Anual Complexus. Sede: Universidad de Veracruz, Xalapa Veracruz, 2 y 3 de Marzo de Se llevo a cabo el balance de compromisos y actividades del periodo 2011, así como la definición del Plan de Trabajo Siendo la educación ambiental para la sustentabilidad un tema de vital importancia tanto para la educación superior como para el sistema educativo nacional y su incorporación como política pública; acordamos elaborar una propuesta de educación ambiental para la sustentabilidad para las instituciones de educación superior a la nueva administración federal que cambiará el 1º de diciembre de este año de Consideramos así mismo, participar conjuntamente con la ANEA, Asociación Nacional de Educadores Ambientales en el foro de Veracruz de la ANEA y realizar el II Foro de IES Complexus, sobre Sistemas de Manejo Ambiental en UIA-Ciudad de México, abordando los temas de: agua, compras verdes, construcción sustentable, manejo integral de áreas verdes, energía, materiales y residuos peligrosos, protección civil, residuos sólidos, servicios de alimentos, movilidad sustentable, vinculación de los sistemas de manejo ambiental con la docencia o investigación, certificaciones, indicadores de sustentabilidad. Las instituciones más recientemente incorporadas formalmente al Complexus son; la Universidad Veracruzana y la Universidad Autónoma de Chapingo durante 2011; y las Universidades Michoacana de San Nicolás de Hidalgo, así como La Universidad Tecnológica del Suroeste de Guanajuato y la Universidad Politécnica de Aguascalientes durante iv) ACTIVIDADES MÁS IMPORTANTES QUE TIENE PROYECTADAS EL COMPLEXUS PARA LOS SIGUIENTES DOS AÑOS, Fortalecer el trabajo colaborativo realizado con otras entidades como son la SEP, ANUIES y el Consejo Nacional de Educación Ambiental para la Sustentabilidad en México. Mucho se ha trabajado a lo largo de estos 12 años para sentar las bases de lo que en su momento fue un ideal de un grupo de instituciones educativas del País. Está pendiente sin embargo, dar a conocer y llevar a cabo acciones que den sentido al acervo conceptual y de experiencias logradas; difundir la Declaratoria sobre el Decenio de las Naciones Unidas de la 50

52 Educación para el Desarrollo Sustentable. Retomar la propuesta hecha a la ANUIES de incorporación de la perspectiva ambiental a las IES, que sigue siendo no sólo viable sino necesario que los tomadores de decisiones escuchen las diversas propuestas sobre los cambios urgentes que necesita la educación superior, que nos permitirá ser actores en el mundo globalizado actual. En este sentido, es de importancia estratégica para las instituciones que conforman el Complexus, fortalecer el papel de la educación ambiental para la sustentabilidad en las instituciones de educación superior, aprovechando la coyuntura que significa el cambio en la administración federal del gobierno mexicano en diciembre del 2012, el principal mecanismoserán las consultas públicas con los diversos actores sociales a fin de escuchar propuestas para la construcción del Plan Nacional de Desarrollo, por lo que se tiene contemplado presentar una propuesta suscrita por las universidades Complexus y otros cuerpos colegiados. Se publicará el libro Indicadores para medir la contribución de las Instituciones de Educación Superior a la Sustentabilidad y simultáneamente a los preparativos finales, se esta trabajando sobre el diseño de una estrategia de aplicación y evaluación en las universidades Complexus de los mencionados indicadores como proyecto piloto, para iniciar en el Un reto importante es aumentar la cobertura de las instituciones integrantes de Complexus y la construcción y fortalecimiento de redes de trabajo con otras redes de medio ambiente, a fin de crear sinergias, conscientes de la diversidad de instituciones educativas que existen para dar servicio y satisfacer las necesidades de un universo heterogéneo como lo es México. La publicación así mismo del libro sobre la trayectoria y experiencias de las universidades Complexus con el fin de compartir reflexiones y experiencias significativas con colegas y grupos de interés, significará también marcar un hito en nuestro deambular como consorcio y redefinir y/o fortalecer rumbo, objetivos y metas. v) PROPUESTA DE ARTICULACIÓN DE LAS FUTURAS ACTIVIDADES DE SU RED CON LAS ACTIVIDADES DE ARIUSA. Compartir experiencias y retos con una comunicación más constante y significativa, fortaleciendo la participación en proyectos conjuntos. A nivel internacional el Complexus considera un imperativo contribuir, junto con otros actores y organizaciones universitarias, como ARIUSA, a lograr una de las reivindicaciones de la Declaratoria sobre Educación y Desarrollo Sustentable suscrita en el marco de la consulta pública hacia la Conferencia de Johannesburgo (CNP-CMDS, 2002): Que las universidades deben ser consideradas como grupo principal en el escenario mundial, pues son sin duda interlocutores sociales y espacios de ensayo e interacción de formas de vida, que han demostrado su contribución en el avance de la percepción social y en su actuación en el aprovechamiento, conservación, protección y restauración ambientales. Consorcio Mexicano de Programas Ambientales Universitarios Complexus Universidad del Valle de Itajaí Itajaí, Santa Catarina, Brasil, 13 de junio de

53 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 RED CUBANA PARA LA GESTIÓN AMBIENTAL EN LAS UNIVERSIDADES (RC-GAU) Lourdes Ruiz Instituto Superior de Tecnologías y Ciencias Aplicadas - Cuba La Red Cubana para la Gestión Ambiental en las Universidades tiene como coordinador al Instituto Superior de Tecnología y Ciencia Aplicada (InSTEC), que como universidad hasta el año 2011, adscrita al Ministerio de Ciencia, Tecnología y Medio Ambiente (CITMA), asumió desde el 2000, la labor de formación académica en Gestión Ambiental. RC- GAU es parte integrante, junto con otras redes universitarias que trabajan en los temas del medio ambiente, de la Red Cubana de Formación Ambiental (REDFA) que constituye la representación del Punto Focal Cubano de la Red de Formación Ambiental para América Latina y el Caribe. Esta red pertenece al Ministerio de Ciencia, Tecnología y Medio Ambiente, como rector de la actividad de educación ambiental en el país en todos los niveles de enseñanza, incluyendo la universitaria. En el año 2007, RC-GAU se inscribió en el registro central de la Empresa de Gestión del Conocimiento y la Tecnología (GECYT) perteneciente al CITMA. Dicha tarea dio respuesta a la demanda de capacitación de investigadores y funcionarios con nuevos enfoques holísticos e interdisciplinarios por mandato del CITMA, en coordinación con el Ministerio de Educación Superior y de otros organismos de la Administración Central del Estado. Está estructurada por enlaces entre redes, lo que le confiere un gran poder de multiplicación. Al considerar que la red integra el trabajo de la gestión ambiental en las universidades, como un sistema interactivo, se determinó que su objeto social es el suministro de información para la gestión ambiental, el desarrollo sostenible y las ciencias ambientales en general. ii) Cuadro de las universidades que la integran y representantes 52

54 UNIVERSIDADES E INSTITUCIONES ASOCIADAS A RC-GESTION AMBIENTAL # UNIVERSIDA D 1 Instituto Superior de Ciencias y Tecnologías Aplicadas 2 Red Nacional de Formación Ambiental - Agencia de Medio Ambiente 3 Univ. Guantánamo SIGLA InSTEC AMA CUG RECTOR O DIRECTO R Bárbara Garea Gisela Alonso Idania Nuñez REPRESENTANT E Lourdes Ruiz Teresa Rubio Lídice Castro Milagros Sagó y Enio Rovas E.MAIL 4 Univ. Ciego de Ávila y Delegación CITMA 5 Universidad de Holguín Oscar Lucero Moya UNICA DELEGC A UHO Celso Pazos Marcia Esther Noda Mayumis Veloso Roberto Rodriguez u 6 Delegación CITMA Isla de la Juventud y Centro Universitario Isla de la Juventud 7 Universidad Central "Marta Abreu" de Las Villas 8 Univ. Pinar del Río Hermanos Saiz DELEGIJ UCLV UPR Leonardo Hernández Andrés Castro Andrés Erasmo Ares Fidel Vera Xiomara Palacios y Elena Rosa Marilin Laborí y Ernesto Jaula 9 Red Nacional de PML y Ecodiseño del PNUMA RECOD Mario Abbo Carmen Terry y Lourdes Ruiz 53

55 iii) Informe sobre las actividades más importantes desarrolladas por RC-GAU en los últimos dos años En los últimos dos años la red ha tenido un intenso trabajo que tuvo como objetivo fortalecer el intercambio de experiencias entre sus miembros y evitar la dispersión de la información, sobre todo en las actividades de posgrado interuniversitarias de las figuras académicas de maestrías y doctorados en el campo de la gestión ambiental y el desarrollo sostenible. Este trabajó se centró en la maestría en gestión ambiental del InSTEC que se imparte en la Universidad de Holguín, la Universidad de Guantánamo, la Universidad Central de Las Villas y la de Pinar del Río, así como en las unidades docentes de la delegaciones del CITMA en la Isla de la Juventud y de Ciego de Ávila en coordinación con sus respectivas universidades. Por otra parte, el colectivo de profesores del Departamento de Medio Ambiente del Instituto Superior de Tecnologías y Ciencias Aplicadas (InSTEC), en colaboración con la Agencia de Medio Ambiente de Cuba (AMA), realizó una labor conjunta que aborda el diseño de los contenidos del aprendizaje y el diseño informacional del sitio Web de la red para la enseñanza virtual de la gestión ambiental y la sostenibilidad en las universidades cubanas. Este trabajo se encuentra en etapa de diseño terminado tanto en sus contenidos como informacional. A partir de los resultados obtenidos, se debe continuar con la certificación del sitio Web de la Red Cubana para la Gestión Ambiental en las Universidades, para continuar con las siguientes fases del proceso de implementación en las universidades y su visibilidad internacional. Dicho diseño propuso una metodología que se evaluó a partir de la aplicación de encuesta a expertos, miembros de la red y especialistas de la gestión ambiental en general. Además se determinó la ubicación de RC-GAU dentro de la Red Nacional de Información sobre Medio Ambiente y la propuesta del diseño para la visualización internacional del sitio Web. RC- GAU ya tiene un identificador o logotipo que la caracteriza, el cual aparece en todas las páginas del sitio Web. iv) Informe sobre las actividades más importantes que tiene proyectada la Red para los siguientes dos años Las proyecciones para el trabajo de la red en los próximos dos años se fundamentan en los siguientes aspectos: la creciente incorporación de la temática de gestión ambiental y el desarrollo sostenible en los programas de estudio de la educación superior; en la elevada cultura de cooperación como elemento vertebrador entre las universidades cubanas; en un alto nivel de informatización en las universidades en ocasiones limitado por un estrecho ancho de banda. También constituyen fortalezas la existencia de potencialidades de mecanismos internacionales y de alianza de redes tales como ARIUSA, para divulgar el trabajo de la gestión ambiental en las universidades y la elevada capacidad y conocimiento por parte de especialistas para diseñar redes de transmisión de datos. Estas proyecciones constituyen un punto de inicio para llevar a cabo acciones precisas, entre las que se relacionan las siguientes: Cumplir con la visión de ser una red de excelencia en la divulgación del conocimiento de la gestión ambiental, la información y la investigación de postgrados en las universidades cubanas. RC-GAU que integra el trabajo de la gestión ambiental debe tener mayor visibilidad desde un sitio Web accesible a través de los portales ambientales existentes tales como el portal de medio ambiente del Instituto Superior Politécnico José Antonio Echeverría (ISPJAE) y en la red universitaria del Ministerio de Educación Superior, adonde el InSTEC acaba de incorporarse (al ser traspasado desde el Ministerio de Ciencia Tecnología y Medio Ambiente). Completar la creación de un boletín de la Red para difundir los principales resultados y avances para incrementar la cantidad de miembros. 54

56 Completar las modalidades de servicios de información más relevantes en el sitio tales como la publicación de boletines, memorias de eventos, cursos, entrenamientos, biblioteca virtual, directorios, entre otros. También se desea el mayor acceso a búsquedas en directorios y bases de datos corporativas; cursos de formación; presentaciones de productos y servicios; el servicio de correo, que permite el intercambio entre los miembros; el servicio de mensajería instantánea (chat) para viabilizar la inmediatez de la comunicación entre los miembros; el servicio de Internet denominado protocolo de transferencia de ficheros (FTP); el foro de discusión y un espacio de intercambio sobre diferentes temáticas. v) Propuesta de articulación de las futuras actividades de RC-GAU con las actividades de ARIUSA y/o de las otras Redes que constituyen esta Alianza. Se propone incrementar la articulación de las actividades con ARIUSA en consecuencia con la propia visión de ser una red de excelencia en la divulgación del conocimiento de la gestión ambiental, la información y la investigación de postgrados en las universidades cubanas y en otras iberoamericanas. Para ello es necesario desarrollar fortalecer la concertación de convenios multilaterales y bilaterales interuniversitarios que posibiliten incrementar la colaboración entre docentes de las universidades de ARIUSA tanto en los cursos presénciales como en los virtuales en las figuras académicas de maestrías y doctorados. En RC-GAU se agrupa un claustro de excelencia con más de 25 doctores en ciencias de diferentes disciplinas que están dispuestos a colaborar en las demandas de formación académica de las universidades de ARIUSA. 55

57 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 MESA REDONDA 3: A PLATAFORMA DE INFORMAÇÃO, SENSIBILIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE NAS UNIVERSIDADES / LA PLATAFORMA DE INFORMACIÓN, SENSIBILIZACIÓN Y EVALUACIÓN DE LA SUSTENTABILIDAD EN LAS UNIVERSIDADES 56

58 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 COOPERAÇÃO INTERUNIVERSITÁRIA E A PLATAFORMA "INFORMAÇÃO, SENSIBILIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE NA UNIVERSIDADE" Javier Benayas e Patrícia Silva Leme Profesor Titular de Ecologia, Universidad Autónoma de Madrid; Bióloga, doutora em Educação, educadora da Superintendência de Gestão Ambiental/USP O projeto de cooperação entre a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Autônoma de Madrid (UAM) teve início em 2009, depois de aprovado pela Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AECID. Participaram do projeto professores, técnicos e estudantes ligados ao Programa USP Recicla, em diversos campi da Universidade de São Paulo (USP), e à Equipe de Comunicação, Educação e Participação Ambiental do Departamento de Ecologia na Universidade Autônoma de Madrid (UAM). No primeiro ano o objetivo principal do projeto consistiu em fazer o levantamento e a caracterização das estruturas de gestão e educação ambiental existentes nas instituições participantes e no ano seguinte o projeto teve como foco a elaboração de uma Plataforma web de comunicação sobre a sustentabilidade nas universidades, chama de Plataforma de Informação, sensibilização e avaliação da sustentabilidade na universidade". O processo de construção da plataforma foi participativo e passou pela revisão bibliográfica, o desenho coletivo da ferramenta, experiência-piloto em campi das universidades participantes, divulgação dos resultados e o estreitamento de vínculos de cooperação com outras universidades. Seus principais objetivos consistem em: a) criar um banco de informações e dados sobre as iniciativas empreendidas em IES para incorporar a sustentabilidade no ensino, pesquisa, extensão e gestão; b) criar um centro de referência para os diversos segmentos da instituição que desejem conhecer, divulgar, desenvolver e avaliar ações/práticas sustentáveis; c) promover a participação direta da comunidade na avaliação do desempenho (sócio)ambiental da instituição e, desta forma, direcionar seus esforços para melhorá-lo. No terceiro ano de vigência do projeto, em 2011, estabeleceram-se novas parcerias com outras universidades ibero-americanas utilizando a Plataforma como base para a cooperação. Nessa nova etapa do projeto, a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) agregou-se como parceira na construção da ferramenta. Ao mesmo tempo, buscava-se um espaço para os usuários participarem da avaliação da sustentabilidade sobre a sua própria universidade. Para isto, a Plataforma contém uma ferramenta específica chamada teste da sustentabilidade (www.projetosustentabilidade.sc.usp.br). A principal diferença entre essa ferramenta criada e as demais iniciativas que serviram como referência (AISHE, STARS, Pegada Ecológica etc), é a firme intenção de promover a participação de toda a comunidade na avaliação, bem como de privilegiar a função da sensibilização para o tema da sustentabilidade. De maneira geral, o teste foi aprovado e até elogiado pelos respondentes, na fase de aplicação piloto. Para 47% dos respondentes, esta ferramenta promoveu um incremento dos conhecimentos e para 18% contribuiu para a reflexão sobre a sustentabilidade na sua universidade. O teste foi visto como incentivo para a participação das pessoas em ações pró-sustentabilidade nos campi universitários para 10% dos respondentes e como um espaço para denunciar problemas socioambientais para 3% dos respondentes. Problemas inerentes ao formato do teste (desenho e duração) foram apontados por 7% dos respondentes. Gostaríamos de concluir este trabalho convidando os leitores e as universidades para conhecer, explorar e, quem sabe, cooperar com o grupo de universidades que já adotaram a Plataforma para divulgá-la e aperfeiçoá-la. 57

59 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE: A CÁTEDRA ANÍSIO TEIXEIRA NA PUCRS Isabel Cristina de Moura Carvalho Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da PUCRS Introdução Nesta mesa, apresentamos o projeto Cátedra de Desenvolvimento Anísio Teixeira desenvolvido na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) com a intenção de destacar seu principal argumento que relaciona o pensamento democrático do educador Anísio Teixeira e a exigência ambiental contemporânea como bases para um projeto de universidade sustentável nos dias de hoje. Este projeto resulta da obtenção de apoio junto ao Edital IPEA/CAPES 2010 Cátedras de Desenvolvimento pela professora Isabel Cristina de Moura Carvalho, da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação da PUCRS, envolvendo a participação de seu Grupo de Pesquisa Educação, Cultura e Educação (CNPq). Nossa proposta foi elaborada em torno do patrono Anísio Teixeira e a denominamos A Cátedra Anísio Teixeira. Educação e sustentabilidade: novas perspectivas para a educação democrática. A escolha de Anísio Teixeira como patrono desta Cátedra se baseia em seu pensamento social, sua trajetória como educador e seu compromisso social em defesa da democracia e do acesso amplo a uma educação de qualidade no Brasil. Em especial, destacamos suas ideias sobre o papel social da Universidade para uma sociedade democrática. Dessa forma, a Cátedra inspira-se no pensamento social do educador Anísio Teixeira e o atualiza, articulando-o aos novos desafios da educação e da democracia contemporâneas para pensar a educação democrática e o desenvolvimento em tempos de sustentabilidade e de cidadania ambiental. 1 Anísio Teixeira e os pressupostos para uma universidade sustentável Anísio Spínola Teixeira ( ) nasceu em Caetité, na Bahia, e é considerado o principal idealizador das principais transformações realizadas na Educação Brasileira no século XX. Formou-se em Direito, em 1922, e realizou seus estudos de Mestrado, obtendo o título de Master of Art em 1929 na Columbia University nos Estados Unidos. É neste período que constrói amizade com John Dewey ( ), que acabará por influenciar suas ideias. Baseado em Dewey, considerava a educação uma constante reconstrução da experiência. É na escola que se deveria experimentar a democracia, como um laboratório de experiências que reproduzisse a vida social. De seus inúmeros trabalhos, vale conferir o artigo intitulado Bases da teoria lógica de Dewey, publicado na Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (TEIXEIRA, 1955), onde Anísio Teixeira apresenta o pensamento de Dewey para a comunidade brasileira. A produção de Anísio Teixeira sobre a educação, em diferentes níveis, é apresentada numa rica e 58

60 extensa produção teórica que não caberia nos limites deste artigo relacionar. Da sua trajetória como educador no ensino superior brasileiro, ressaltamos sua participação na fundação da Universidade do Distrito Federal (1935), a qual se transformaria posteriormente em Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil; nos anos 1950 na direção do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP) e na criação da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Além disso, foi idealizador da Universidade de Brasília, inaugurada em 1961, na qual veio a ser reitor em 1963 antes de seu afastamento pelo golpe militar de É bastante notável a atualidade de Anísio Teixeira. Seu projeto esteve alicerçado na defesa da qualidade do ensino e da excelência da pesquisa no ensino superior bem como em sua luta pela garantia do acesso democrático a uma formação superior de qualidade para o jovem brasileiro. O projeto Cátedra que aqui apresentamos, em sintonia com os ideais de Anísio Teixeira, aposta na universidade como um espaço educador para a cidadania ambiental. Uma universidade é sustentável, neste sentido, na medida em que articula as dimensões do currículo, da produção do conhecimento e do espaço físico e social do campus ao eixo da sustentabilidade social e ambiental. Isso significa tomar a universidade como um espaço dotado de uma intencionalidade pedagógica que internaliza as premissas da sustentabilidade socioambiental. Esta ideia que partilhamos juntamente com outros pesquisadores e educadores ambientais pode ser vista em continuidade com o que defendia Anísio Teixeira, no início da década de 1930 quando foi diretor de instrução pública do Brasil. Naquele momento, ele alertava sobre o papel pedagógico do espaço escolar no âmbito do pensamento educacional. Os programas arquitetônicos de Anísio Teixeira, apenas para dar um exemplo, serviram de apoio a uma concepção na qual a escola se constituía na sua totalidade física e social, em um espaço educador. Por esta razão, Anísio Teixeira tem sido uma das referências para o Programa Escolas Sustentáveis, atualmente implementado pelo Ministério da Educação (MEC) para o ensino médio. As atividades curriculares e extracurriculares propostas pela Cátedra, inspiradas no pensamento de seu patrono, têm como horizonte a formação como processo amplo baseado no conceito de experiência proposto por Dewey (1976) e adotado por seu principal difusor no Brasil, Anísio Teixeira. Como ele destaca no artigo A universidade de ontem e de hoje, publicado na Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos (TEIXEIRA, 1964, p. 12), as universidades não apenas devem difundir conhecimentos e formar profissionais, mas ainda na atmosfera do saber, preparar o homem para uma experiência viva, consciente e progressiva. Em outro de seus textos As funções da Universidade, Boletim Informativo CAPES (TEIXEIRA, 1964, p. 2) preconizava que além da formação profissional, no sentido de preparar profissionais para as carreiras de base intelectual, científica e técnica, a universidade teria o papel de alargamento da mente humana que o contato com o saber e a sua busca produz naqueles que frequentam a universidade. É algo mais do que cultura geral. Esta noção de experiência enquanto algo mais que a cultura geral, ou 59

61 ainda alargamento do horizonte humano de compreensão é por nós acionada no sentido da densidade do processo formativo vinculado ao profundo envolvimento dos sujeitos nos processos ativos que envolvem o aprender e o produzir conhecimento. Nesse sentido, a pesquisa e a intervenção na universidade tornam-se significativas na medida em que são parte de um diálogo produtivo entre a comunidade acadêmica e as exigências contemporâneas de novos acordos societários em torno de práticas democráticas e sustentáveis. 2 Ambiente, cidadania ambiental e sociedade sustentável. Educar é formar cidadãos para atuarem na esfera pública dentro do campo democrático. Na medida em que concordamos com esse pressuposto do projeto educativo de Dewey e Anísio Teixeira, reconhecemos a exigência de formação de uma sensibilidade ambiental como um imperativo ético para uma sociedade responsável pelo mundo em que habita. O ambiente ganha aqui o sentido de espaço de vida comum. Esta esfera de convivência e de ação inclui o mundo não humano e os outros humanos. Ter uma atitude ecológica, nesse sentido, é assumir a responsabilidade ambiental como a definiu Hans Jonas (2006). O filósofo denuncia a insuficiência do princípio da reciprocidade do que fundamenta a ética kantiana como base para uma ética ambiental e defende o direito à existência como uma exigência ética que se estende aos humanos e não humanos e não se limita às relações de reciprocidade restritas ao pacto de convivência entre os seres humanos. Para Jonas, Aquilo que temos que exigir do nosso princípio [de uma ética ambiental] não pode mais ser obtido pela ideia tradicional de direitos e deveres reciprocidade - segundo a qual o meu dever é a imagem refletida do dever alheio que por seu turno é a imagem refletida do meu próprio dever, de modo que, uma vez estabelecidos certos direitos do outro também se estabelece meu dever de respeitá-los e se possível promove-los. Esse esquema não serve para o nosso objetivo de uma ética ambiental (JONAS, 2006, p.89). É nesse contexto que a exigência ética da problemática ecológica emerge como um dos campos relevantes para pensarmos como se constitui a rica cadeia de relações entre o público, o privado e o exercício da cidadania. As lutas ecológicas, ao afirmarem o ambiente como bem comum, de cuja gestão depende as condições para a sobrevivência humana, acaba por acionar uma crítica vigorosa à sociedade contemporânea e apontar para uma nova distribuição de diretos e deveres para com o ambiente. Esta questão encontra sua melhor formulação nas lutas por justiça ambiental. A luta ecológica vem justamente mostrar que o ambiente não é a casa, no sentido doméstico, privado, o espaço da intimidade. O ambiente é um espaço comum e, sobretudo, um espaço público, onde habitamos com os outros. Por isso, exige de nós, humanos, outro tipo de conduta e outra lógica para a ação, diferentemente da lógica da privacidade e da intimidade. Nesse sentido, não concordamos com uma pedagogia romântica que, ao entender as relações ambientais dentro da esfera doméstica, subtrai ao ambiente seu caráter de espaço público, 60

62 remetendo-o à lógica da vida privada. Não se trata de reduzir a natureza a um sucedâneo do jardim doméstico. O ambiente tem uma importante dimensão biológica e geográfica, contudo, para o debate que propomos, é principalmente social. Poderíamos ainda chamá-lo mais adequadamente de convivencial. Essa convivência implica estarmos permanentemente em comunicação, discutindo em meio aos outros humanos e determinando e sendo determinado pelos agentes não humanos. Isso exige uma atitude muito diferente daquela que rege a esfera da vida privada ou doméstica. Não significa que as decisões individuais, tomadas no âmbito da vida doméstica, não tenham um impacto sobre o meio ambiente enquanto espaço comum. Todavia, é importante ressaltar a diferença entre as regras que regem uma e outra esfera das atividades humanas sob pena de reduzir as questões socioambientais à soma dos comportamentos individuais, perdendo de vista o que há de mais transformador na dimensão coletiva das decisões ambientais. Ainda que o direito de todos a um ambiente de qualidade esteja garantido no artigo 225 Constituição Brasileira que define a obrigação do Estado e da sociedade na garantia de um meio ambiente ecologicamente equilibrado, já que se trata de um bem de uso comum do povo que deve ser preservado e mantido para as presentes e as futuras gerações (BRASIL, 1988) existem enormes diferenças na maneira como cada setor da sociedade afeta e desfruta dos bem ambientais comuns. Em geral, as populações mais pobres são as que pagam mais caro pela má gestão ambiental, pois têm sua saúde prejudicada e a vida encurtada pelas péssimas condições ambientais a que estão submetidas. Assim como acontece quando a esfera pública se deteriora, quando os bens ambientais tornamse objeto de interesse privados, os riscos ambientais dificilmente são evitados ou assumidos por alguém, como é o caso das enchentes, dos desmoronamentos, dos efeitos das mudanças climáticas entre outros problemas ambientais que afetam de forma contundente os grupos mais vulneráveis da sociedade. Desta forma, para construirmos uma sociedade sustentável e garantirmos o direito à vida para todos da nossa geração e para aquelas que virão, não basta amar as árvores e os animais. É preciso criar práticas sociais efetivamente democráticas e responsáveis ambientalmente na gestão do nosso ambiente comum, incluindo aí a relação entre os humanos e estes com os nãohumanos. Referências BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de BRASIL (1964). Boletim Informativo da CAPES, Rio de Janeiro, n. 135, fev. JONAS, Hans (2006). O princípio da responsabilidade. Rio de Janeiro, Contraponto/Editora PUC Rio. 61

63 TEIXEIRA, Anísio (1964). A universidade de ontem e de hoje. In: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v.41. n. 45, p TEIXEIRA, Anísio (1955). Bases da teoria lógica de Dewey. In: Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v. 23, n.57, jan./mar. p DEWEY, John (1976). Experiência e educação. Tradução de Anísio Teixeira. 2ª ed São Paulo: Ed. Nacional, v

64 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 MESA REDONDA 4: AS REDES UNIVERSITÁRIAS AMBIENTAIS QUE ADERIRAM À ARIUSA / LAS REDES UNIVERSITARIAS AMBIENTALES ADHERENTES EN ARIUSA 63

65 ANAIS DA II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 EL COMPROMISO CON LA SOSTENIBILIDAD DE LAS UNIVERSIDADES ESPAÑOLAS Javier Benayas del Alamo. Profesor Universidad Autónoma de Madrid Ana Maria Geli de Ciurana. Rectora de la Universidad de Girona Las primeras universidades españolas que inician experiencias de ambientalización de sus campus tienen lugar al comienzo de los años 90. Muy probablemente influidas por los resultados de la Cumbre de Rio 92. Pero el verdadero motor que ha generalizado la implantación de estos cambios fue la creación en 2002 de la Comisión Sectorial de Calidad Ambiental, Desarrollo Sostenible y Prevención de Riesgo (CADEP) dentro de la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas (CRUE). Institución que acoge a las 75 universidades españolas tanto públicas como privadas. Este grupo se planteó como principal objetivo el fortalecer la gestión y sensibilización ambiental de las universidades españolas, con el fin de minimizar los impactos que sus actividades causan al ambiente local y global. También pretendía fomentar la cooperación para el intercambio de experiencias exitosas, así como la coordinación con otros agentes sociales para potenciar la aplicación de acciones concretas en sus campus. El número de universidades participantes en esta comisión ha evolucionado desde las 19 de la cita inaugural (2002), a las cerca de 40 que asiduamente participan en las reuniones trimestrales. Si bien más del 85% de las universidades españolas han participado en alguna ocasión en estos eventos. La comisión tiene actualmente diez grupos de trabajo activos que abordan distintos temas como: la incorporación de temas de Sostenibilidad en el curriculum, participación y voluntariado ambiental, prevención de riesgos laborales, evaluación de las políticas de sostenibilidad, mejoras ambientales en edificios, aplicación de modelos de contratación sostenible, implicación de la universidad con su territorio más próximo, urbanismo universitario y sostenibilidad, movilidad sostenible y universidades saludables. En la página web puede encontrarse información más detallada de los objetivos y actividades de cada grupo. Otra de las actividades frecuentes de la Comisión ha sido la elaboración de declaraciones institucionales sobre temas concretos que son sometidas a la aprobación del plenario. Como por ejemplo la declaración sobre la introducción de la sostenibilidad en el curriculum, sobre cultura preventiva o sobre medidas de compra verde. Pero uno de los avances importantes de la Comisión ha consistido en la implicación de los grupos de trabajo en la elaboración de estudios específicos que permiten hacer un diagnóstico de los compromisos de las universidades españolas con la sostenibilidad. Algunos de los informes más relevantes se centran en analizar la incorporación a las universidades de infraestructuras de energías renovables (2008), sobre acciones a favor de la movilidad sostenible en las universidades españolas (2009) o de forma más específica en relación al uso y promoción de la bicicleta en los campus (2011), sobre la gestión de residuos (2010) o sobre el uso y gestión del papel en la universidad (2011). Quizás el estudio más relevante ha consistido en la elaboración de un sistema de indicadores de seguimiento de las políticas de sostenibilidad de las universidades españolas (2012). Esta investigación ha permitido definir un cuestionario amplio de 176 items divididos en tres grandes áreas (organización, docencia e investigación y gestión) y 12 ámbitos de análisis. Como síntesis de los resultados de este estudio se identifica que las universidades españolas presentan un mayor avance en actuaciones relacionadas con la sensibilización ambiental de la comunidad universitaria, o con la gestión de los residuos y el desarrollo de prácticas docentes relacionadas con la sostenibilidad. En menor medida han desarrollado programas sobre responsabilidad social de la institución, la evaluación del impacto ambiental que ocasionan las actividades e instalaciones 64

66 universitarias, la gestión del agua o la aplicación de políticas de compra verde. Sin duda, este cuestionario está siendo de gran ayuda a las universidades españolas al identificar deficiencias y carencias que les permitan definir políticas y estrategias más claras y comprometidas con la sostenibilidad. 65

67 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 REDE SUL BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Mara Lúcia Figueiredo Antonio Fernando Silveira Guerra Comissão de Gestão Participativa da REASul por Santa Catarina APRESENTAÇÃO A Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental (REASul foi criada em 2002 e consolidou-se com a execução do Projeto Tecendo Redes de Educação Ambiental na Região Sul financiado pelo Fundo Nacional do Meio Ambiente (Convênio UNIVALI/MMA/FNMA 035/2002). A rede foi inicialmente formada por 5 instituições que deram origem à sua Comissão de Gestão Participativa - CGP: Duas universidades (Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI - Itajaí - SC e Universidade Federal do Rio Grande - FURG - Rio Grande - RS), 2 unidades do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA (o Núcleo de Educação Ambiental NEA, de Florianópolis e o Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Sudeste e Sul Cepsul - Itajaí) e uma OSCIP (MATER NATURA - Instituto de Estudos Ambientais - Curitiba - PR). Dentre os objetivos da REASul destacam-se o de debater e traçar rumos para difundir e fortalecer a EA no Brasil e na região Sul, contribuindo para diagnosticar, socializar e dar visibilidade a projetos e ações no campo ambiental, fornecendo subsídios para formação de educadores e gestores ambientais e participar na discussão e implementação de políticas públicas. A REASul é parceira nas ações do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Ministério das Educação (MEC), que coordenam o Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental e em parceria com a Rede Brasileira de Educação Ambiental REBEA e outras redes colaborou no diagnóstico da Educação Ambiental no país e alimentação do SIBEA (Sistema Brasileiro de Informação sobre Educação Ambiental). No período de 2003 a 2004 as instituições-elo da REASul realizaram o diagnóstico da EA nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde foram validados 1323 registros inseridos nos módulos do SIBEA na FURG e UNIVALI. Os dados estão disponíveis no site da rede em O portal da REASul oferece serviços de divulgação de notícias, eventos, e acesso a uma Biblioteca Virtual de Meio Ambiente. A rede vem sendo tecida por pessoas e instituições que atuam nos três estados do sul do Brasil difundindo a cultura de redes e as diretrizes e princípios da Educação Ambiental (EA), que orientam suas ações, as quais estão sintonizadas com documentos como o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global (Fórum Global das ONGs na Rio 92), Agenda 21 e Carta da Terra, além das políticas públicas como a Política Nacional de EA (Lei 9795/99), e do Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA). 66

68 A gestão compartilhada da rede é organizada por uma Comissão de Gestão Participativa (CGP) e uma secretaria Executiva. Cada instituições-elo tem representantes na rede e as informações circulam em uma lista de discussão Um grupo de trabalho é responsável pela edição de um Boletim Virtual da REASul encaminhado a 2400 pessoas no Brasil e exterior. Em 2010 na reunião presencial da rede, aboliu-se a figura da Secretaria Executiva e a Comissão de Gestão Participativa foi constituída por representantes dos três estados do Sul do Brasil, ficando constituída da seguinte forma: ESTADO Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Representante/Instituição/Cidade Adriano Wild - Mater Natura Curitiba Irene Carniatto - UNIOESTE- Cascavel Antonio Fernando S Guerra - Univali Itajaí Fátima Elisabeti Marcomin - Unisul- Tubarão Mara Lúcia Figueiredo - Identidades Jorge Amaro Borges - Maricá Viamão Igor Velho de Souza - FACOS - Osório Neste ano de 2012, a REASul é formada por 28 instituições-elo nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, dentre os quais: 12 são Universidades; um Museu Zoobotânico; um unidade do ICMBio; uma unidade do IBAMA; uma Secretaria Municipal de Educação; uma OSCIP; nove ONGs; um Coletivo Jovem e um Comitê de Bacia Hidrográfica. ESTADO Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Instituição/Cidade Mater Natura Curitiba Universidade Estadual de Maringá - Maringá UNIOESTE - Cascavel UNIVALI Itajaí UNOESC - Joaçaba UNISUL Tubarão UNIVILLE - Joinville ICMBio Florianópolis SMED Florianópolis Fundação Praia Vermelha Penha IDEIA Balneário Camboriú ECOSUL Florianópolis ONG GATO DO MATO - Caçador FURG Rio Grande PUC-RS Porto Alegre FACOS - Osório URI Erechim UNIJUÍ - IJUÍ UPF - Passo Fundo Museu Zoobotânico - Passo Fundo IBAMA Porto Alegre CENED Porto Alegre CAIBOATÉ Porto Alegre MIRA SERRA Porto Alegre Maricá Viamão APOEMA - Novo Hamburgo Coletivo Jovem de Meio Ambiente do RS Parobé Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí - Tramandaí 67

69 ATIVIDADES MAIS IMPORTANTES DESENVOLVIDAS NOS ÚLTIMOS ANOS Diagnóstico da EA nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul; - Participação em políticas públicas e projetos: - Membro da Sociedade Civil na CIEA SC, desde 2004; - Projeto Sala Verde Observatório de Educação, Saúde, Cidadania e Justiça Sócioambiental Vale do Itajaí Itajaí - SC; - Coletivo Educador da Bacia do Itajaí e Litoral Centro Norte Catarinense - CEBILINC. - Coletivo Educador do Planalto Médio Gaúcho e Sala Verde Itinerante (MMA); - Projeto de Capacitação em Gestão Participativa de Unidades de Conservação PR, SC, RS e MS Apoio, planejamento e participação em eventos: - Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul CPEASul - Fórum Brasileiro de Educação Ambiental - Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental V Ibero (Joinville-SC ) - Congresso Internacional de Educação Ambiental dos países Lusófonos dos Países Lusófonos e Galícia Encontros Regionais e Estadual de EA de Santa Catarina - Consulta Pública do Programa Estadual de Educação Ambiental - Simpósio Gaúcho de Educação Ambiental - Encontro Paranaense de Educação Ambiental - Jornada ibero-americana da ARIUSA PROPOSTA DE ARTICULAÇÃO COM AS ATIVIDADES DA ARIUSA E/OU DE OUTRAS REDES QUE CONSTITUEM A ARIUSA Em 2011, a REASul foi admitida na ARIUSA passando a divulgar as ações da rede no Brasil. Pesquisadores de duas de suas universidades-elo, a Univali e a FURG, fazem parte do projeto da ARIUSA, aprovado e financiado pelo CYTED, da formação da Red Temática sobre Ciencia, Tecnología, Educación e Innovación Ambiental en Iberoamérica- CTIEAmb Algumas das universidades-elo da REASul também demonstraram seu interesse em fazer parte da ARIUSA. São elas: 68

70 UNIVERSIDADES ASSOCIADAS À REASUL - INTERESSADAS NA ADESÂO COM A ARIUSA UNIVERSIDADE SIGLA RECTOR REPRESENTANTE E.MAIL 1 Universidade do Vale do Itajaí 2 Universidade Federal do Rio Grande 3 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul 4 Universidade Estadual do Oeste do Paraná 5 Faculdade Cenecista de Osório 6 Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões 7 Universidade do Oeste de Santa Catarina UNIVALI FURG PUCRS UNIOESTE FACOS URI UNOESC Mário Cesar dos Santos João Carlos Brahm Cousin Joaquim Clotet Alcibiades Luis Orlando Adelar Hengemu hle Luiz Mário Silveira Spinelli Aristides Cimadon Antonio Fernando S. Guerra Elisabeth Brandão Schmidt Vanessa Caporlíngua Isabel Cristina Moura Carvalho Irene Carniatto Igor Velho de Souza Sônia Balvedi Zakrzevski Ricardo Marcelo de Menezes br du.br 8 Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL Ailton Nazareno Soares Fátima Elizabeti Marcomin 69

71 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 RED MEXICANA DE POSGRADOS PLURIDISCIPLINARIOS EN AMBIENTE Y SOCIEDAD (REMEPPAS) Ileana Espejel UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE BAJA CALIFORNIA Facultad de Ciencias - BAJA CALIFORNIA México . Estudiar el binomio ambiente y sociedad requiere de aproximaciones pluridisciplinarias y marcos teóricos de la ciencia postnormal. Lo que conlleva a una confrontación con los sistemas administrativos de la educación superior. Desde 2004 los profesores de la Universidad Autónoma de Baja California iniciaron un proceso buscando la asociación entre iguales para fortalecer sus posturas y convicciones. Al inicio importaba la evaluación y en 2011 el fortalecimiento. Por lo tanto la Red Mexicana de Posgrados Pluridisciplinarios en Ambiente y Sociedad (REMEPPAS) es resultado de un esfuerzo colectivo de los posgrados mexicanos cuyo objetivo es formalizar la colaboración de las universidades y centros participantes para la formación de la REMEPPAS para analizar y discutir entre iguales aspectos de la enseñanza-aprendizaje de la pluridisciplina. La finalidad básica es favorecer la colaboración entre posgrados multi, inter y transidisciplinarios y fomentar el diálogo entre docentes y alumnos de este tipo de posgrados. Se plantea una red basada en la construcción de una comunidad de aprendizaje, donde exista un documento compromiso de interactuar profesores, investigadores y alumnos y con un sitio de internet que integraría información, discusiones y grupos de trabajos específicos. Las acciones que se plantearon fueron: 1) desarrollar una comunidad de aprendizaje, 2) participar y mantener los espacios conjuntos de la red, 3) establecer cursos compartidos, 4) facilitar la movilidad de profesores y alumnos, 5) organizar eventos académicos, 6) establecer proyectos de investigación y vinculación en conjunto, 7) promover giras de trabajo y 8) fomentar la investigación educativa de posgrados pluridisciplinarios. El Primer Simposio-Taller sobre la Evaluación de los Posgrados y el Trabajo Interdisciplinario se realizó en la ciudad de Ensenada en junio de 2004, el siguiente en Puebla en 2005, después en Xalapa, donde se habla por primera vez de la Red y de nuevo en Ensenada en 2010 se forma a Red y finalmente en Querétaro en 2011 se le da continuidad al proceso. Este año y el siguiente tendremos foros de discusión sobre la docencia de la interdisciplina en pequeños talleres en Ensenada. El interés principal de estos encuentros ha sido la revisión curricular y la evaluación de los procesos de construcción de los posgrados emergentes en materia ambiental. En el primero sólo participaron los coordinadores de posgrados y del taller derivó una publicación (Espejel et al., 2005), en los siguientes ya participaron profesores y alumnos además de los coordinadores. En un encuentro independiente, pero conectado, se habló de las Escuelas (Pineda et al., 2007). A continuación se presenta un cuadro con los profesores que participaron en la formación de la REMEPPAS, ya que no es una red oficial que avalen los rectores, como autoridades máximas sino una comunidad de estudiantes, profesores y coordinadores que están aprendiendo mientras construyen los diseños curriculares y viven experiencias pluridisciplinarias. 70

72 ii. Cuadro o tabla con los datos de las universidades que integran cada red y sus representantes UNIVERSIDAD SIGLA PROFESOR Y POSGRADO 1 Universidad Autónoma UABC de Baja California 2 Universidad Autónoma UADY de Yucatán Ileana Espejel Claudia Leyva Evarista Arellano Maestría en Manejo de Ecosistemas de Zonas Áridas Juan Jiménez Osornio Posgrado en Ciencias Agropecuarias y Manejo de Recursos Naturales 3 Universidad de Colima UCOL Ernesto Torres Orozco Maestría en Ciencias del Mar 4 Universidad de UDEG María Guadalupe Garibay Guadalajara. Chávez Maestría en Ciencias de la Salud Ambiental 5 Universidad Autónoma UABC de Baja California 6 Universidad Autónoma UABC de Baja California- Mexicali 7 Benemérita BUAP Universidad de Puebla Concepción Arredondo Especialidad en Gestión Ambiental Rosa Imelda Rojas Caldelas Posgrado en Planeación y Desarrollo Sustentable María Lioba Osnelda Villegas Rosas, Ricardo Pérez Avilés, Elsa Iracena Castañeda Roldán, Miguel Posgrado en Ciencias Ambientales 8 Benemérita BUAP Posgrado en Ciencias Universidad Autónoma Ambientales de Puebla 9 Universidad Autónoma UAQ de Querétaro 10 Universidad Autónoma UAQ de Querétaro 11 Universidad Autónoma UASP de San Luis Potosí. 12 Universidad Autónoma UABC de Baja Caifornia. Raúl Pineda López Enrique A. Cantoral-Uriza, Bustos Contreras Diana Elisa Ángel Domínguez Cortázar, Posgrado Gestión Integrada de Cuencas Patricia Roitman Genoud Especialidad en Desarrollo Comunitario. ASISTIERON ALUMNOS Leopoldo Mendoza Doctorado en Medio Ambiente y Desarrollo 13 Centro EPOMEX-UACAMP Guillermo J. Villalobos Zapata Universidad Autónoma Daniel Pech de Campeche Maestría Manejo Integral de Costas y Mares 14 Universidad UIA Benjamín Ortiz Espejel Programa 71

73 Iberoamericana, Puebla. 15 El Colegio de la COLEF Frontera Norte Interdisciplinario de Medio Ambiente Lina Ojeda Revah Maestría en Administración Integral del ambiente 16 Universidad de UADG Guadalajara Arturo Curiel Ballesteros Maestría en Ciencias de la Salud Ambiental 17 Centro de CIBNOR Elisa Serviere Zaragoza Investigaciones Biológicas del Coordinadora del programa de estudios de posgrados Noroeste 18 Universidad de Colima UCOL Rosalba Thomas Muñoz Especialidad en Ciencias del Ambiente, Gestión y Sustentabilidad 19 Universidad Veracruzana 20 Universidad Autónoma De Mexico UV 21 Instituto Mexicano de IMTA Tecnología del Agua Alejandro Sánchez Vigil Maestría en Estudios Transdisciplinarios para la Sostenibilidad UNAM Gerardo Bocco Verdinelli del Centro de Investigaciones en Geografía Ambiental-UNAM. Campus Morelia. Michoacán Alejandro Sainz Zamora Programa de posgrado 22 Universidad Veracruzana UV Leonardo D. Ortiz-Lozano Maestría y Doctorado en Ecología 23 Universidad Veracruzana UV Silvia del Amo Rodríguez José María Ramos Prado En 2010 el simposio armó foros de discusión entre los fundadores de las Escuelas identificadas donde la Escuela Ensenada es la más experimentada y que está en proceso de actualización para oficializar los cambios tenues que han hecho a los largo de 20 años pero que garantizan la interdisciplina en la curricula y en el desarrollo de las tesis. La Escuela Querétaro se especializa en manejo de Cuencas, y coincide en mucho con la anterior, el simposio de 2011, los alumnos expresaron muchas opiniones y experiencias similares. El blog se ha estado utilizando como sitio para actualizar la información, anunciar eventos y se espera que la comunicación entre alumnos ahora sea más fluida con ua pagina de Facebook que elaboraron los alumnos. En los foros se habló de aquellas que por los indicadores impuestos por el sistema oficial, han cambiado su orientación regresando a ser más disciplinarios o en el mejor de los casos, multidisciplinarios, como es el caso de la escuela Yucatán, la cual era un ejemplo muy interesante e importante de trabajo transdisciplinario con las comunidades mayas. O casos tristes de posgrados que simplemente cerraron por falta de apoyo institucional como es el caso de la especialidad en Agua del Colegio de Sonora. El resultado de este simposio se concreta en un libro que está en prensa (Espejel et al., 2012) con las memorias de trabajos sobre los diferentes posgrados y su evaluación curricular en el cual participaron coordinadores, docentes y alumnos. En 2011 el grupo pionero de la UABC de la maestría en manejo de Ecosistemas de Zonas Áridas recibe el premio 2011 de Ecology and Society donde los alumnos publican los métodos y las experiencias para que, a través de proyectos, se aprenda el proceso de la pluridisciplina (Vázquez et al., 2011). Las actividades más importantes que tiene 72

74 proyectadas la REMEPPAS para los siguientes dos años es la realización de dos foros regionales para la discusión universitaria de las formas de enseñar la ciencias pluridisciplinarias, además de buscar universidades iberoamericanas para establecer convenios de colaboración, donde los alumnos y profesores sean favorecidos en estancias de investigación y en colaboración de cursos. Esta reunión forma parte de esa meta para el 2014 ya que tenemos una propuesta de articulación de las futuras actividades de su REMEPPAS con las actividades de ARIUSA y/o de las otras Redes que constituyen la Alianza. Espejel, I., C. Leyva, E. Arellano, G. Arámburo, R. Martínez, J.L. Fermán y C. Arredondo Evaluating interdisciplinary teaching and research in developing countries. Intrerdisciplinary Environmental Review. June.VII(1): Espejel, I, C. Arredondo y R. González Barradas en prensa. Posgrados pluridisciplinarios en ambiente y sociedad: Aproximaciones diversas. VII Biblioteca Universidad y Ambiente. Pineda López R. y M.C. Gilio Medina La Maestría en Gestión Integrada de Cuencas: vinculación para el mejoramiento del aprendizaje. Ponencia en el Congreso nacional de cuencas. Queretaro Pineda López, R., J.L. Moreno Vázquez, B. Ortiz Espejel, e I. Espejel, UABC Manejo Integrado de Cuencas: necesidad de innovar la educación universitaria para promover su aprendizaje. Congreso nacional de cuencas. Varios. Propuesta de Investigación sobre la situación actual y potencialidades futuras de los postgrados en ambiente y sustentabilidad en Iberoamérica, en el marco del Espacio Iberoamericano del Conocimiento (EIC). /Sobre- AIPAS Vázquez, C., C. Aguilar, H. Benet, R. Carmona, T. De la Vega, H. Espinosa, M. Flores, P. Franco, I. Frias, J. Guzmán, A. Hernández, A. Licona, F. Martínez, A. Maymes, M. Mondragón, T. Montano, L. Ojeda, A. Ríos, E. Rochín, L. Rodríguez, N. Rodríguez, R. Romero, F. Solís, S. Valdés, and I. Velázquez Twenty years of interdisciplinary studies of the MEZA program s contributions to society, ecology, and the education of postgraduate students. Ecology and Society 16(4): 19 73

75 II JORNADA IBERO-AMERICANA DA ARIUSA: Compromisso das Universidades com a Ambientalização e Sustentabilidade ITAJAÍ, BRASIL, 13 A 15 DE JUNHO DE 2012 Red Costarricense de Instituciones Educativas Sostenibles Manrique Arguedas C., Coordinador REDIES, Universidad EARTH- Antecedentes: Con el propósito de promover acciones conjuntas para alcanzar la sostenibilidad de nuestros campus y comunidades,se organizó en noviembre del 2009 un encuentro de Instituciones de Educación Superioren el Campus de la Universidad EARTH. Al mismo asistieron 21 personas de 9 instituciones distintas. Este fue el punto de partida para solicitar la firma de una carta de intenciones a las instituciones que asistieron y conformar así la Red Costarricense de Instituciones Educativas Sostenibles. Posteriormente se dio la firma de un convenio avalado por 14 rectores de diferentes instituciones en Diciembre del 2010, en donde se consolidó y formalizó la creación de la Red. Objetivos estratégicos REDIES desde su concepción ha visionado ser el ente dereferente nacionalen las acciones para alcanzar la sostenibilidad social empezando por las instituciones educativas, de forma que puedan considerarse en primera instancia mejorar internamente la gestión ambiental en los campus universitarios, para luego incidir en los programas de estudio, es por ello que se definieron una serie de tareas para llegar al objetivo mencionado. Definiendo sus objetivos estratégicos: 1. Establecer indicadores mínimos de desempeño ambiental para sus miembros con el fin de homologar acciones. 2. Desarrollar proyectos conjuntos con los miembros de la Red para optimizar los recursos. 3. Incorporación de la política ambiental en las Universidades Amparados en los objetivos anteriormente mencionados, el Comité Técnico y el resto de representantes de las instituciones, han desarrollado planes de trabajo anuales, del cual se presentan a continuación los resultados obtenidos durante el 2011: 1. eneración de Indicadores de desempeño ambiental 2. Generación de Políticas Ambientales en las Instituciones 3. Desarrollo de protocolo para incorporación a REDIES 4. Participación en la EcoRomería Estado de las regencias de ambiente y química en las Instituciones 6. Mesa Redonda: Ley de Gestión Integral de Residuos Sólidos 7. REDIES Forum 2011, Campus de la UTN 8. Actividades realizadas en cada institución el 05 de Junio 9. Reuniones mensual del Comité Técnico 10. Perspectivas para el

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