PRÉ-ASSENTAMENTO EMILIANO ZAPATA, AGROECOLOGIA E REDE DE CONSUMO: TECENDO E CONSOLIDANDO POSSIBILIDADES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRÉ-ASSENTAMENTO EMILIANO ZAPATA, AGROECOLOGIA E REDE DE CONSUMO: TECENDO E CONSOLIDANDO POSSIBILIDADES"

Transcrição

1 PRÉ-ASSENTAMENTO EMILIANO ZAPATA, AGROECOLOGIA E REDE DE CONSUMO: TECENDO E CONSOLIDANDO POSSIBILIDADES PRE-ASENTAMIENTO EMILIANO ZAPATA, AGROECOLOGÍA Y RED DE CONSUMO: TRAMANDO Y CONSOLIDANDO POSIBILIDADES André de Souza Fedel Graduando em Geografia UEPG e membro da IESol/UEPG - Luciane Gomes Pereira Geógrafa e Técnica da IESol/UEPG - Adriano da Costa Valadão Dr. em Sociologia pela UPFR, Professor Colaborador UNICENTRO/PR e Técnico da IESol/UEPG - Resumo A agricultura camponesa que busca uma base agroecológica tem se destacado cada vez mais por ter seu processo e práticas cotidianas sustentáveis e emancipadoras, ao passo que a economia solidária traz em seus princípios propostas organizativas alternativas ao sistema capitalista. O presente trabalho tem como objetivo discutir sobre as ações espaciais que os agricultores e agricultoras do Pré Assentamento Emiliano Zapata juntos com a IESol (Incubadora de Empreendimentos Solidários - UEPG) têm buscado no sentido de apoiar os processos de autonomia das famílias da comunidade. A problemática da produção e comercialização dos alimentos e consequentemente o acesso à renda é abordada apontando os primeiros passos como acesso a programas federais, a organização solidária e associativa, chegando a consolidar uma rede solidária de produtores e consumidores na cidade de Ponta Grossa PR. Nosso trabalho é composto de um resgate histórico-espacial, observações, problematização e discussão conceitual da atuação em rede, descrições de ações em conjunto e articulações para efetivar os anseios dos agricultores e agricultoras, assim como, da propagação dos alimentos orgânicos. Palavras Chave: Economia Solidária; Agroecologia; Redes consumidores, Assentamento Rural, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra MST. Resumen La agricultura campesina que busca una base agroecológica se he destacado cada vez más por tener su proceso y práctica cotidiana sustentables y emancipadores, al tiempo en que la economía solidaria trae en sus principios, propuestas organizativas alternativas al sistema capitalista. Este trabajo tiene como objetivo discutir sobre las acciones espaciales que agricultores y agricultoras del Pre-Asentamiento Emiliano Zapata juntos con la IESol (Incubadora de Emprendimientos Solidarios UEPG) he buscado, en el sentido de apoyar los procesos de autonomía de las familias de la comunidad. La problemática de la producción y comercialización de los alimentos, y consecuentemente el acceso al ingreso es abordada discutiendo los primeros pasos como acceso a los programas federales, a la organización

2 solidaria y asociativa, llegando a consolidar una red solidaria de productores y consumidores en la ciudad de Ponta Grossa PR. Nuestro trabajo es compuesto por un rescate históricoespacial, observaciones, problematización y discusión conceptual de la actuación en red, descripciones de acciones en conjunto y articulaciones para construir los deseos de los agricultores y agricultoras, así como de la propagación de los alimentos orgánicos. Palabras Clave: Economía Solidaria, Agroecología, Redes, Asentamiento rural, Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra - MST Eixo de inscrição: 5 - Comunidades Tradicionais, Resistência/Recriação Camponesa e Agroecologia, Ponta Grossa e a Comunidade Pré Assentamento Emiliano Zapata: um pouco da geograficidade... O município de Ponta Grossa faz parte de uma região denominada Paraná Tradicional, composta por diversos processos geográficos e históricos como salienta Cunha (2003) e, apesar da área de 2.011,99 km² (ITCGEO, 2011) possui atualmente apenas 2,21% de sua população morando na área rural (IBGE, 2010). Também como em muitas outras cidades do Brasil, em períodos de abertura econômica passou por momentos de modernização em sua economia, onde Complexos Agroindustriais foram solidificados, tornando a cidade um pólo de processamento de soja. Luiz Alexandre Gonçalves Cunha delineia sobre o assunto: A modernização correspondeu, na verdade, à expansão das culturas adaptadas a um padrão tecnológico que permita a dinamização de alguns setores industriais, como, por exemplo, os produtores de insumos químicos, máquinas e equipamentos agrícolas e processadores de matérias-primas agropecuárias. Destacou-se, principalmente, a cultura da soja, que se expandiu de uma forma bastante acentuada na região centro-sul do Brasil. Formou-se, então, um verdadeiro Complexo Soja no qual as empresas processadoras de soja destacavam-se pelo seu porte e importância econômica (2001, p. 81). Esta atividade econômica, como analisa ainda o autor, avança outros territórios do nordeste, além do que é reduzido o trabalho impregnado no município: Contata-se que as indústrias instaladas em Ponta Grossa fazem, quase que exclusivamente, o processamento primário da soja, exportando a maior parte da produção para outros países e estados, nos quais farelo, óleo e outros subprodutos são usados como matérias-primas de indústrias mais agregadoras de valor (CUNHA, 2001, p. 82). Apesar da crença de que desenvolvimento é simplesmente industrialização, tendo assim, um sentido muito estreito ao crescimento econômico, a cidade de Ponta Grossa

3 demanda uma mudança no pensamento relacionado ao desenvolvimento territorial. Cunha simplifica: Atividades territorializadas são aquelas que dependem de ativos locais, promovem movimentos de internalização e fixação de atores e atividades econômicas e, o que é mais importante, não apresentam propensão às mudanças de localizações relacionadas aos ciclos econômicos capitalistas (2001, pg. 78). Neste cenário de ausência de atividades territorializadas exclusivas ao circuito econômico local, existem as ações construídas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra MST e os assentamentos instituídos no sentido de luta pela terra, pela reforma agrária e mais recentemente na transição agroecológica de produção e comercialização solidária que trazem importantes subsídios para a compreensão de atividades territorializadas, abrindo caminhos para um desenvolvimento local dos atores sociais. A Comunidade Emiliano Zapata constitui-se em um pré-assentamento situado no município de Ponta Grossa, Paraná. Esta área localiza-se no interior de uma Fazenda da EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária 1, no Distrito de Itaiacoca, a cerca de 12 km da sede do município de Ponta Grossa PR. A ocupação desta área foi realizada em maio de 2003 por aproximadamente 150 famílias que integravam o MST Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, oriundas de municípios dos Campos Gerais e da região metropolitana de Curitiba, que estavam organizadas em um acampamento há cerca de 30 km do local em um lote do Assentamento Palmares II, no município de Palmeiras. (ROCHA FILHO, 2009; ENGELMANN, 2011). A fazenda da Embrapa é constituída de aproximadamente 3600 ha, sendo que uma parte é cedida ao IAPAR Instituto Agronômico do Paraná, que realiza pesquisas no local. Parte é utilizada pela própria EMBRAPA para pesquisa e reprodução de sementes, mas uma grande parte estava sendo arrendada para fazendeiros e empresas da região, principalmente para o plantio de pinus e soja e o entorno estava sendo objeto de grilagem para a instalação de chácaras. Após negociações entre o Movimento Social e órgãos públicos, 660 hectares da área foram cedidos para o INCRA Instituto Nacional de Colonização Agrícola, para implementação de um assentamento com 1 Apesar de o site da Embrapa apresentar que sua missão seria viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura, em benefício da sociedade brasileira, grande parte da área da fazenda estava destinada a atividades estranhas às finalidades apontadas. Recentemente, noticiou-se uma derrota judicial da empresa transnacional Monsanto, que havia processado cinco militantes presentes em uma manifestação com 600 participantes da II Jornada de Agroecologia, na estação experimental da empresa, em Ponta Grossa, no ano de 2003 (TERRA DE DIREITOS, 2013).

4 capacidade para instalação de até 58 famílias. Entretanto, problemas com a documentação da área e conflitos com vizinhos que não concordaram com a realização de serviços de medição, além da morosidade burocrática, têm sistematicamente impedido a concretização do assentamento. A área (Figura 01) destinada ao Programa de Reforma Agrária ainda se configura como um pré-assentamento, (apesar das famílias já estarem morando e produzindo no local há dez anos), principalmente devido aos trâmites burocráticos que impedem sua concretização legal, ainda que exista decisão política e comprometimento por parte do governo com sua implantação. FIGURA 01: Mapa de extensão da área do Pré-assentamento Emiliano Zapata FONTE: adaptado de ELGELMANN (2011) organizado por PRIETTO (2010) A fase de pré-assentamento pode durar pouco tempo ou muitos anos (como no caso da Comunidade Emiliano Zapata), impedindo, desta forma, o acesso pelas famílias a maior parte das políticas públicas destinadas aos assentamentos e a agricultura familiar. Estas famílias não têm condições de acesso, por exemplo, ao PRONAF - Programa Nacional da Agricultura Familiar, ou mesmo à luz elétrica 2. Ainda no caso da Comunidade Emiliano Zapata, já foi realizado o depósito do valor da área pelo INCRA em favor da Embrapa desde o ano de Somente cerca de 5 famílias tem acesso precário à luz elétrica que é ligada em um ponto da sede da comunidade, mas com grandes limitações. Só no mês de abril deste ano pós anos de pressão sobre os órgãos competentes e de fiscalização e com interferência do Ministério Público é que iniciou a instalação de energia elétrica para as famílias e que no momento de elaboração deste trabalho está em seus momentos iniciais.

5 Apesar das diversas dificuldades, a comunidade conseguiu acessar o PAA Programa de Aquisição de Alimentos 3. Através deste programa, os alimentos produzidos pela comunidade são adquiridos pela Conab Companhia Nacional de Abastecimento e doados a instituições assistenciais. Este programa representa a principal renda agrícola desta comunidade e também auxilia na segurança alimentar destas famílias. A renda média mensal gira em torno de R$ 375,00 ao mês, variando conforme as safras e produtos produzidos, mas sempre com o valor máximo de R$ 4500,00 ao ano. As famílias da comunidade Emiliano Zapata, ainda optaram pela produção com base na agroecologia 4. Discussão que ganhou força no MST a partir do seu IV Congresso Nacional realizado em Brasília no ano de 2000 (VALADÃO, 2005; BORGES, 2007). Como produtores de alimentos orgânicos também participam da Rede Ecovida de Agroecologia que tem como objetivo desenvolver e multiplicar as iniciativas em agroecologia e de possuir um selo próprio de certificação dos produtos orgânicos. A Rede Ecovida realiza a certificação dos produtos orgânicos/agroecológicos através de um sistema solidário onde os agricultores e consumidores participam da elaboração e verificação das normas de produção agroecológica (PEREZ-CASSARINO, 2012). Com a dificuldade de geração de renda agrícola no local e falta de perspectivas de curto prazo, membros de algumas famílias tem buscado empregos temporários na área urbana principalmente na construção civil devido ao aquecimento deste segmento econômico O que leve em alguns casos a relegar a produção agrícola para um segundo plano, sendo que em alguns casos, o trabalho nas hortas fica sob a responsabilidade das mulheres. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo discutir sobre as ações espaciais que os agricultores e agricultoras do Pré Assentamento Emiliano Zapata, através do apoio realizado pela IESol (Incubadora de Empreendimentos Solidários - UEPG) têm de forma a viabilizar os processos de autonomia e geração de renda das famílias desta comunidade. 3 O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é uma ação do Governo Federal que tem como objetivo colaborar para o enfrentamento da fome e da pobreza no Brasil e igualmente fortalecer a agricultura familiar. O programa se baseia no estabelecimento de mecanismos de comercialização, agregação de valor e organização social. (MDA, 2012) O PAA prevê a aquisição de até R$ 4500,00 (quatro mil e quinhentos reais) por família/ano. 4 A agroecologia que pode ser compreendida como uma ciência ou campo de conhecimento interdisciplinar (ALTIERI, 2001) ligado aos contextos socioeconômicos locais e globais que as práticas agroecológica são desenvolvidas e os processos de ação coletiva (SEVILLA-GUZMANN, 2000) e que dialogam com os conhecimentos e saberes populares dos agricultores. Destaca-se ainda uma dimensão subversiva e crítica ao questionar a destruição das culturas camponesas com base no mito da superioridade do mundo urbano sobre o rural (SEVILLA GUZMANN e LÓPEZ CALVO, 1993).

6 A atuação da IESol junto a Comunidade Emiliano Zapata : possibilidades e limites A atuação da IESol Incubadora de Empreendimentos Solidários e baseia nos princípios da Economia Solidária onde através dos processos de pré-incubação, incubação e desincubação dos empreendimentos populares busca-se a autonomia financeira e política, trabalho autogestionado, organização associativa e cooperada, solidariedade de classe, entre outros princípios deliberados conforme a última Conferência Nacional de Economia Solidária. A IESol é um Programa de Extensão da UEPG, vinculado à PROEX Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Culturais, e é afiliada da Rede Universitária de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares Rede ITCPs, e se inscreve neste contexto em que a Economia Solidária integra as Políticas Públicas no âmbito Federal e Estadual. O Programa visa à formação, constituição e consolidação de empreendimentos solidários, capacitando-os para a geração de trabalho e renda baseados nos princípios da economia solidária (BRASIL et al, 2011). Em relação à Comunidade Emiliano Zapata a atuação da IESol inicialmente apoiou a instalação de uma horta comunitária através da apresentação de projetos junto à agências de fomento, como os projetos realizados com apoio do Programa Universidade Sem Fronteira da Secretária Estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. A comercialização da produção desta horta estaria ligada a realização de feiras de alimentos orgânicos para ampliar a renda oriunda do PAA. Não devendo ser um espaço para a produção destinada ao PAA, e sim para complementar a renda. A Comunidade Emiliano Zapata, como já colocado, que desde seu surgimento optou por uma produção sem o uso de insumos químicos, seguiu com esta prática também na horta comunitária. Essa base de recursos autocontrolada e autogerenciada, característica da agricultura agroecológica, foi ampliada buscando manter ou retomar o controle e a capacidade de gestão dos recursos naturais provenientes. Além do apoio para implantação da horta, foram articulados pontos de comercialização no Campus da UEPG durante o ano de 2011, tendo dificuldade em retornar após o período de férias. Da mesma forma diversas pessoas vinham desistindo do trabalho na horta ao priorizar o trabalho individual em seus lotes ou alguma ocupação urbana. A IESol, em articulação com um grupo que permaneceu na horta articulou a retomada das feiras, com

7 apoio de um projeto apresentado à Caritas Brasil que forneceu insumos básicos e apoio para o transporte da produção através de um veículo da própria universidade uma vez por semana. Durante o ano de 2012 e 2013 a Feira Solidária (Figuras 02 e 03) é novamente articulada e novamente se consolida e se mostrando como um ponto de inserção de comercialização paralela às grandes redes de varejo, ausente de atravessadores, integrando os produtores, a universidade e os consumidores, gerando renda, capacitação, integração social e cultural, melhor padrão de alimentação e melhores condições de vida, tanto aos agricultores que têm sua renda ampliada, quanto aos consumidores pelos benefícios de uma alimentação livre de agrotóxicos. Além dos produtos agroecológicos, a feira também tem a participação de um grupo de artesanato que passa também pelo processo de incubação através da IESol. Figura 2 Cartaz da Feira solidária Figura 3 Foto da Feira Solidária FONTE: Iesol (2013) FONTE: Thais Maria Ferreira Acervo Iesol (2013) A Economia Solidária e a Agroecologia, mesmo mantendo suas especificidades apresentam importantes interfaces como aponta Schimidt e Tygel (2009, p. 125), principalmente como campos de contestação social e desenvolvimento de práticas alternativas. Assim, como ressalta Rocha Filho (2009), a agricultura agroecológica

8 estabelecida pelos agricultores e agricultoras da comunidade Emiliano Zapata proporciona a propagação e inserção da Economia Solidária, mais especificamente através do trabalho da IESol. Já as feiras solidárias, são espaços permanentes de divulgação e comercialização, tema amplamente abordado e ao alcance da IESol executado com duas organizações incubadas 5. A renda ainda se mostra insuficiente para as famílias que comercializam nas feiras, apesar de garantir uma renda mínima e uma relativa diversidade de alimentos para o consumo próprio. No caso do pré-assentamento Emiliano Zapata, as dificuldades enfrentadas para produzir de forma agroecológica estão relacionadas a questões específicas como escassez de insumos para a elaboração de compostos orgânicos e biofertilizantes e falta de mão de obra permanente na execução de tarefas diárias relacionadas ao manejo cultural e aquisição de mudas e sementes. Todas essas dificuldades acabaram desestimulando alguns agricultores que desistiram do projeto coletivo. Como forma de apontar perspectivas junto às famílias, a equipe de incubação do grupo Emiliano Zapata elaborou questionários com objetivos de compreender os principais motivos desta desistência e identificar possíveis interessados em retornar ao trabalho coletivo. As entrevistas foram realizadas com 15 agricultores e agricultoras vinculados (as) a horta comunitária, sendo que destes, apenas 3 ainda permaneciam no trabalho coletivo até aquele momento. Assim, constatou-se que a baixa renda gerada com o trabalho na horta comunitária foi o principal motivo das desistências., conforme indica a seguir a figura 04: 5 Atualmente duas organizações de trabalhadores participam diretamente na feira, a AFESOL Associação dos Feirantes da Economia Solidária, que trabalha com artesanato e alimentação e o Grupo Chão e Vida de hortiecológicos, pertencente a ATERRA, Associação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais da Reforma Agrária da Comunidade Emiliano Zapata.

9 FIGURA 04 Gráfico sobre os principais motivos da desistência pelas famílias do projeto coletivo. FONTE: GOMES (2012). Apesar das inúmeras dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores e trabalhadoras da horta do pré-assentamento e dos conflitos entre muitos dificultando a consolidação da horta como espaço coletivo de produção, algumas pessoas resistiram e permaneceram trabalhando durante os três anos desde a implantação do empreendimento, demonstrando, dessa forma, possibilidades de ampliação da produção no espaço da horta, desde que outras pessoas demonstrassem interesse em retornar ao trabalho na horta. Assim, a pesquisa realizada com as pessoas que não estavam mais atuando na horta revelou que algumas pessoas tinham interesse em retomar o trabalho coletivo, desde que houvesse ampliação dos espaços de comercialização e novas discussões sobre a organização e utilização do espaço de produção. As discussões entre os agricultores e a incubadora apontaram como caminho para ampliação da produção, a constituição de uma rede de produtores e consumidores dos produtos da comunidade como apontamos a seguir. A rede de produtores e consumidores: tecendo espaços Assim como bem coloca Cláudia Schmitt (2010), diversos eventos que colocam em cheque a organização capitalista contemporânea tem possibilitado, em diversas escalas territoriais, articulações entre processos econômicos, ecológicos, políticos e sociais. Não

10 diferente a Agroecologia e a Economia Solidária se inserem como estes eventos alternativos, pois,...se identificam como redes de redes, espaços de articulação e diálogo ou articulações de movimentos sociais e organizações têm chamado atenção para uma problemática que se projeta muito além das discussões sobre a geração de trabalho e renda ou a viabilização econômica da agricultura familiar, ao colocarem em sua agenda uma série de temas que remetem sobre as possibilidades de construção de modos de vida sustentáveis (SCHMITT, p.56). Nesse cenário de consolidação das feiras semanais pela associação, surgiram novos agricultores e agricultoras que também estavam com uma produção em transição agroecológica e diversificada. Através de contatos com outras organizações como o sindicato de professores (SINDUEPG), organizaram-se para comercializar seus alimentos. A IESol colaborou propagando a ideia de uma rede de produtores e consumidores, aproximando possíveis consumidores e refletindo sobre qual a forma mais adequada seria o contato dos produtores com os consumidores. Foi escolhido um modelo em que os agricultores indicassem quais os produtos que disporiam para a próxima semana e os consumidores informavam quais desejavam. Considerando algumas dificuldades de comunicação, foi escolhido que a comunicação dos produtos disponíveis seria via s. A comunidade conseguiu um acesso à internet e assim têm articulado a rede de consumidores. Assim foi constituída a Rede Solidária de Produtores e Consumidores Agroecológicos Emiliano Zapata que iniciou suas atividades em fevereiro de 2013 e em três meses de funcionamento já contava com cerca de 40 consumidores. A produção de alimentos agroecológicos destas famílias é feita por cinco famílias da Comunidade Emiliano Zapata. Com o crescimento da rede outras famílias vão sendo incorporadas (Figura 05).

11 FIGURA 05: Esquema da Rede Solidária de Consumidores e Produtores Agroecológicos Emiliano Zapata. FONTE: Os autores Tendo por base questões ligadas ao consumo responsável, na qual os consumidores também possuem responsabilidade pelas relações de exploração e degradação ambiental dos produtos que consomem (MANCE, 2009), foi deliberado que os consumidores realizam o pagamento de forma antecipada. Ao início de cada mês os consumidores fazem o pagamento do valor mínimo de R$ 50,00 (cinquenta reais) e se comprometem a consumir este valor ao longo do mês. Isto garante a geração de uma renda mínima às famílias e evitam perdas da produção ou de trabalho desnecessário, visto que as famílias somente vão colher os produtos já previamente vendidos. Por fim, são criados espaços de entrega enlaçando outras organizações-instituições, a partir de três espaços ligados a Universidade, um no campus central, outro no Sindicato dos Docentes, localizado muito próximo a um dos portões do campus. O conceito de rede, muito discutido na Geografia, aparece em diversos campos disciplinares como um conceito e uma ferramenta prática que ainda são pouco explorados para alternativas ao sistema capitalista, principalmente no tocante a produção e comercialização de alimentos. Leila Dias (1995) salienta que a história das redes é a história das inovações técnicas e que de uma maneira ou de outra transformaram o espaço onde se instalaram conduzindo a novas e diferentes relações sociais. Assim, entendemos que a rede é instrumento de empoderamento e induz ações, cria fronteiras, podendo até estabelecer um

12 território. Possuindo a propriedade de conexidade, onde os nós das redes são os lugares de conexões, podendo gerar exclusão ou solidariedade. No mesmo rol de debate acerca das técnicas e suas implicações, Milton Santos (1996) faz a importante análise sobre como a heterogeneidade de difusão das técnicas e dos objetos técnicos resulta do modo desigual como eles vão se inserir no espaço e no tempo. Por isso percebe-se que as inovações técnicas e as redes técnicas, ou simplesmente as redes (transportes, comunicação, bancárias) são impregnadas de sofisticação e trabalho altamente especializado. Também devido a isso gostaríamos de ressaltar a pouca exploração do conceito e, mais enfaticamente, da ferramenta prática que é a rede, em um contexto onde a expropriação e a organização capitalista estejam completamente ausentes. O filósofo Euclides André Mance, ao refletir sobre o mundo globalizado, consegue ver esperanças em pontuar a estratégia e a tática das redes nas organizações de sociedades, como ele diz pós-capitalistas, onde há a conexão entre unidades de produção e unidades de consumo ecologicamente e socialmente sustentáveis (2002). Mance (2009) destaca que a rede de colaboração solidária vem como um meio de subversão de padrões e processos hegemônicos mantenedores do capitalismo, utilizando-se das conexões existentes para interligar os pontos de produção, comercialização, financiamento, consumidores e outras organizações populares em um movimento de mobilização conjunta para o crescimento conjunto em paralelo ao modelo capitalista regente atualmente. O objetivo comum entre os integrantes da rede em si fortalece e recompõe a estrutura de uma forma solidária onde o lucro, ou sobra chamada dentro da economia solidaria não é o ponto central, mas sim o bem viver de todos juntamente com práticas que interajam com o meio ambiente de forma sustentável. Um dos pontos mais importantes dentro das redes se refere à logística e a distribuição, abordada por Mance (2009), ou seja, como fazer com que o produto chegue até os consumidores com condições que diferem das maneiras convencionais competitivas do mercado capitalista é de fato uma tarefa que envolve uma dinâmica enorme. Muitas pessoas desejam praticar o consumo solidário, porém, não têm acesso a esses produtos e serviços. Finalmente destacamos que a rede proporciona certa segurança as famílias que possuem uma renda mínima, praticamente anula o risco de perda de produtos e aproxima os consumidores dos produtores. Ainda a presença da IESol, fomentou a discussão de fundação

13 de uma Cooperativa para articular questões produtivas no local. Esta cooperativa estava também em processo de regularização. Referências ALTIERI, M.: Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. 3.ed. Porto Alegre: UFRGS, BORGES, J.L. A transição do MST para a agroecologia. Dissertação. Programa de Pós- Graduação em Ciências Sociais. Mestrado. Londrina UEL, BRASIL, M.S. et al Limites e possibilidade das incubadoras populares: o caso da Incubadora de Empreendimentos Solidários IESol/UEPG. III CEPIAL: Semeando Novos Rumos, Curitiba-PR, julho de Disponível em Acesso em 19/03/2013. CUNHA, L.A.G. O complexo agro-industrial e o cluster madeireiro de Ponta Grossa. In: DITZE L, C; LOWEN, C. (org). Espaço e Cultura: Ponta Grossa e os Campos Gerais. Ponta Grossa: Ed. da UEPG, CUNHA, L.A.G. Desenvolvimento Rural e Desenvolvimento Territorial: O Caso do Paraná Tradicional. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Agrário) Rio de Janeiro: UFRRJ, CPDA, DIAS, L.C. Redes: emergência e organização. In: CASTRO, I. E. de et all.(orgs). Geografia: Conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, RJ p ELGELMANN, S. A organização do território a partir do paradigma da agroecologia no acampamento Emiliano Zapata Ponta Grossa PR. Dissertação (Mestrado em Gestão do Território), Universidade Estadual de Ponta Grossa, IBGE Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística. Sinopse do censo demográfico Disponível na internet em acesso em 27/06/2013 ITCGEO Instituto de Terras Cartografia e Geociências do Estado do Paraná. Relatório de cálculo de área dos municípios do estado do Paraná. Curitiba, Disponível em DE_CALCULO_DE_AREA_DOS_MUNICIPIOS_DO_PARANA_2011.pdf Acesso em 14/03/2013. MANCE, E.A. Redes de colaboração solidária. In: HESPANHA, P. [et al] (Org.) Dicionário Internacional da Outra Economia. Coimbra: Editora Almedina, MANCE, E.A. Redes de colaboração solidária: aspectos econômico-filosóficos: complexidade e libertação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.

14 MDA Ministério do Desenvolvimento agrário. Programa de aquisição de alimentos. Disponível em Acesso em 12 de Fevereiro de PEREIRA, L.G. Economia Solidária e Extensão Universitária: a experiência da horta comunitária do pré-assentamento Emiliano Zapata, Ponta Grossa-PR. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Geografia). Universidade Estadual de Ponta Grossa, PEREZ-CASSARINO, J. A construção social de mecanismos alternativos de mercados no âmbito da Rede Ecovida de Agroecologia. Tese. Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Doutorado. Curitiba, UFPR, ROCHA FILHO, A.N.R. A ATERRA - Associação dos Trabalhadores Rurais da Reforma Agrária: desafios, obstáculos e contradições na construção e organização de uma alternativa de economia solidária. Dissertação (Ciências sociais Aplicadas) Universidade Estadual de Ponta Grossa, SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. Edusp. São Paulo. 4 ed. São Paulo SEVILLA GUZMANN, E.; LÓPEZ CALVO, A.I. Agroecologia y campesinado; reflexiones teóricas sobre las ciencias agrarias ante la crisis ecológica. Agriculturas mediterráneas y mundo campesino: cambios históricos y retos actuale: Actas de las Jornadas de Historia Agraria: Almeria, de abril de SEVILLA GUZMAN, E. Agroecologia y desarrollo rural sustentable: uma propuesta desde Latino América. XI Curso Intensivo em Agroecologia: Princípios y Técnicas Ecológicas Aplicadas a la Agricultura. Córdoba. España, SCHMITT, C.J.; TYGEL, D. Agroecologia e Economia Solidária: trajetórias, confluências e desafios. In: PETERSEN, P. Agricultura familiar camponesa na construção do futuro. Rio de Janeiro: AS-PTA, p SCHMITT, C. J. Economia Solidária e Agroecologia: Convergências e Desafios na Construção de modos de vida Sustentáveis. Revista Mercado de Trabalho: Conjuntura e Análise. p , N.42, IPEA, fevereiro TERRA DE DIREITOS. Monsanto perde processo criminal contra movimentos sociais. 27 de maio de Disponível em Acesso em 28/05/2013. VALADÃO, A.C. Transição agroecológica nos assentamentos rurais: estratégias de resistência e produção de novidades. Tese. Programa de Pós-Graduação em Sociologia. Doutorado. Curitiba, UFPR, 2012.

CONTROLE SOCIAL NA GARANTIA DA QUALIDADE DOS PRODUTOS ORGÂNICOS DA AGRICULTURA FAMÍLIAR

CONTROLE SOCIAL NA GARANTIA DA QUALIDADE DOS PRODUTOS ORGÂNICOS DA AGRICULTURA FAMÍLIAR 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( X) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA CONTROLE SOCIAL

Leia mais

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação Entrevista concedida por Álvaro Santin*, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE Painel 8: O papel de Instituições Públicas para Desenvolvimento da Cacauicultura Brasileira O Cacau e a Agricultura Familiar Adriana

Leia mais

AÇÕES AGROECOLÓGICAS E DESENVOLVIMENTO RURAL: PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NO ASSENTAMENTO PRIMEIRO DO SUL CAMPO DO MEIO, MG. Área Temática: Meio Ambiente

AÇÕES AGROECOLÓGICAS E DESENVOLVIMENTO RURAL: PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NO ASSENTAMENTO PRIMEIRO DO SUL CAMPO DO MEIO, MG. Área Temática: Meio Ambiente AÇÕES AGROECOLÓGICAS E DESENVOLVIMENTO RURAL: PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NO ASSENTAMENTO PRIMEIRO DO SUL CAMPO DO MEIO, MG Área Temática: Meio Ambiente Responsável pelo trabalho: Artur Leonardo Andrade Universidade

Leia mais

LA EDUCACION RURAL Y SU IMPACTO EM EL DESARROLLO LOCAL

LA EDUCACION RURAL Y SU IMPACTO EM EL DESARROLLO LOCAL LA EDUCACION RURAL Y SU IMPACTO EM EL DESARROLLO LOCAL Argileu Martins da Silva Diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural Secretário Adjunto de Agricultura Familiar SAF A EDUCAÇÃO

Leia mais

Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. O que é e para quem é o Comércio Justo e Solidário?

Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. O que é e para quem é o Comércio Justo e Solidário? Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário Este é um documento que objetiva apresentar a proposta do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário, sua importância, benefícios

Leia mais

AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas. Arthur Moriconi harthus94@gmail.com.

AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas. Arthur Moriconi harthus94@gmail.com. AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas Arthur Moriconi harthus94@gmail.com. Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Fabio Junior Penteado fabioturvo@gmail.com.

Leia mais

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Apresentação: O presente plano de trabalho incorpora, na totalidade, o debate e indicativo do coletivo docente e discente do Centro de Educação e

Leia mais

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012 EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012 PROCEDIMENTOS DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PROJETOS EMPRESARIAIS INOVADORES PARA INGRESSO E PARTICIPAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ IESJ. A INCUBADORA

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE - economia solidária. extensão universitária. educação popular.

PALAVRAS-CHAVE - economia solidária. extensão universitária. educação popular. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i

EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i EMPREENDEDORISMO SOCIAL: economia solidária da teoria a prática a experiência UFRB/INCUBA e sociedade Danilo Souza de Oliveira i INTRODUÇÃO Entre as inúmeras formas de diálogo que a UFRB (Universidade

Leia mais

Palma de óleo, agricultura familiar e desenvolvimento rural sustentável

Palma de óleo, agricultura familiar e desenvolvimento rural sustentável Palma de óleo, agricultura familiar e desenvolvimento rural sustentável Sumário Agricultura familiar no Brasil Importância e aspectos positivos da palma de óleo Programa Palma de Óleo e sinergia com o

Leia mais

Feiras livres da agricultura familiar

Feiras livres da agricultura familiar Feiras livres da agricultura familiar FEIRAS LIVRES DA AGRICULTURA FAMILIAR Tradicionalmente, a Emater MG tem participação efetiva na organização e implantação dessas feiras no Estado, desenvolvendo ações,

Leia mais

O PAPEL DO PROGRAMA NACIONAL DE INCUBADORAS DE COOPERATIVAS POPULARES PRONINC NA CONSOLIDAÇÃO DA INCUBADORA DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS IESol/UEPG

O PAPEL DO PROGRAMA NACIONAL DE INCUBADORAS DE COOPERATIVAS POPULARES PRONINC NA CONSOLIDAÇÃO DA INCUBADORA DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS IESol/UEPG 7. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: TRABALHO O PAPEL DO PROGRAMA NACIONAL DE INCUBADORAS DE COOPERATIVAS POPULARES PRONINC NA CONSOLIDAÇÃO DA INCUBADORA DE EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS

Leia mais

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro VIEIRA, Tatiana da Rocha UFV - pedagogia_tati@yahoo.com.br BARBOSA, Willer Araújo UFV- wbarbosa@ufv.br Resumo: O trabalho apresentado

Leia mais

GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY. Oficina de Planejamento 2010-2012

GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY. Oficina de Planejamento 2010-2012 GASTRONOMIA SUSTENTÁVEL - PARATY Oficina de Planejamento 2010-2012 Paraty, agosto de 2010 Objetivo da oficina Elaborar o Direcionamento Estratégico da Gastronomia Sustentável de Paraty para os próximos

Leia mais

Departamento de Geração de Renda e

Departamento de Geração de Renda e Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor - DGRAV ESTRUTURA DO MDA Gabinete do Ministro Secretaria Executiva Secretaria da Agricultura Familiar SAF Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA

Leia mais

A experiência do Brasil na promoção do direito humano à alimentação adequada a partir do fortalecimento da agricultura familiar e camponesa

A experiência do Brasil na promoção do direito humano à alimentação adequada a partir do fortalecimento da agricultura familiar e camponesa Seminário Agrícola Internacional Bruxelas, 4 e 5 de maio de 2009 Bélgica A experiência do Brasil na promoção do direito humano à alimentação adequada a partir do fortalecimento da agricultura familiar

Leia mais

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões PGPM A. EGF SOV COV B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO Aquisições via Preços Mínimos Via Leilões Estados e Municípios Leite Compra Local Compra Direta Compra Especial Formação de Estoque Doação Simultânea EMPODER

Leia mais

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA POR QUE O PROJETO Decisão Estratégica do Governo do Estado da Bahia Necessidade de avançar na erradicação da pobreza rural Existência de

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL IV SIMBRAS I CONGRESSO INTERNACIONAL DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção Prof. José Horta Valadares,

Leia mais

B3-88 Análise do grupo de compras coletivas de alimentos ecológicos em Laranjeiras do Sul, Paraná através de modelagem de processos de entrega.

B3-88 Análise do grupo de compras coletivas de alimentos ecológicos em Laranjeiras do Sul, Paraná através de modelagem de processos de entrega. B3-88 Análise do grupo de compras coletivas de alimentos ecológicos em Laranjeiras do Sul, Paraná através de modelagem de processos de entrega. Novakoski, Rodrigo 1 ; Silva, Aline Pereira 2 ; Schreiner,

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA PROCESSO LICITATÓRIO Nº 010/2011- FAO/GCP/BRA/070/EC

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA PROCESSO LICITATÓRIO Nº 010/2011- FAO/GCP/BRA/070/EC FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS ORGANISATION DES NATIONS UNIES POUR L ALIMENTATION ET L AGRICULTURE ORGANIZACION DE LAS NACIONES UNIDAS PARA LA AGRICULTURA Y LA ALIMENTACION ORGANIZAÇÃO

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.

Leia mais

Apoio à comercialização da agricultura familiar

Apoio à comercialização da agricultura familiar Apoio à comercialização da agricultura familiar Programa de Aquisição de Alimentos 1. Contexto Liberalização dos mercados de produtos agrícolas (anos 90) Intenso processo de concentração de capitais no

Leia mais

Nome: Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará -EMATERCE

Nome: Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará -EMATERCE MODELO DE INSCRIÇÃO DADOS DA INSTITUIÇÃO Nome: Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará -EMATERCE Endereço: Avenida Bezerra de Menezes, 1900 Executora de Chamada pública de Ater ( x ) Sim

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações e normas

Leia mais

Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero. Andrea Butto

Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero. Andrea Butto Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero Andrea Butto Ministério do Desenvolvimento Agrário Temas abordados Estados assumiram compromissos que

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE - Inclusão sócio produtiva; oficina de criatividade; empreendimentos econômicos solidários. Introdução

PALAVRAS-CHAVE - Inclusão sócio produtiva; oficina de criatividade; empreendimentos econômicos solidários. Introdução ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE (X) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ECONOMIA SOLIDÁRIA E TRABALHO ASSOCIATIVO: A EXPERIÊNCIA DA

Leia mais

CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas SECRETÁRIA EXECUTIVA

Leia mais

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA)

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Relatório com as principais notícias divulgadas pela mídia

Leia mais

Roça agroecológica das mulheres do Assentamento Dandara dos Palmares, Camamu (BA)

Roça agroecológica das mulheres do Assentamento Dandara dos Palmares, Camamu (BA) Produção de alimentos agroecológicos da roça das mulheres Roça agroecológica das mulheres do Assentamento Dandara dos Palmares, Camamu (BA) Ana Celsa Sousa, Carlos Eduardo de Souza Leite e Luciana Rios

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Fórum de debates sobre a pobreza e a segurança alimentar Campinas, 13 de outubro

Leia mais

Economia solidária e estratégias para o desenvolvimento do comércio justo

Economia solidária e estratégias para o desenvolvimento do comércio justo Economia solidária e estratégias para o desenvolvimento do comércio justo Rosemary Gomes FASE/FBES/FACES/RIPESS rgomes@fase.org.br Economia solidária : elementos para uma definição Atividades econômicas

Leia mais

SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO SANTA CATARINA CHAPECÓ, 28 A 30 DE AGOSTO DE 2013 CARTA ABERTA À SOCIEDADE CATARINENSE E BRASILEIRA

SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO SANTA CATARINA CHAPECÓ, 28 A 30 DE AGOSTO DE 2013 CARTA ABERTA À SOCIEDADE CATARINENSE E BRASILEIRA SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO SANTA CATARINA CHAPECÓ, 28 A 30 DE AGOSTO DE 2013 CARTA ABERTA À SOCIEDADE CATARINENSE E BRASILEIRA 1. Nós, 350 educadores e educadoras das escolas públicas do campo,

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA

Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Objetivo da Apresentação Possibilitar a compreensão das políticas públicas relacionadas e/ou

Leia mais

GRAZIANO DA SILVA, J. A Nova Dinâmica da Agricultura Brasileira. 2.ed.rev. Campinas, Unicamp.IE,1996.

GRAZIANO DA SILVA, J. A Nova Dinâmica da Agricultura Brasileira. 2.ed.rev. Campinas, Unicamp.IE,1996. Acesso a Tecnologias, Capital e Mercados, quanto à Agricultura Familiar x Agricultura Patronal (Texto auxiliar preparado para discussão no Primeiro Curso Centralizado da ENFOC) I No Brasil, a agricultura

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

O Programa Bolsa Família

O Programa Bolsa Família Painel sobre Programas de Garantia de Renda O Programa Bolsa Família Patrus Ananias de Sousa Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome República Federativa do Brasil Comissão de Emprego e Política

Leia mais

Doutoranda: Nadir Blatt

Doutoranda: Nadir Blatt Territórios de Identidade no Estado da Bahia: uma análise crítica da regionalização implantada pela estrutura governamental para definição de políticas públicas, a partir da perspectiva do desenvolvimento

Leia mais

Área temática: Trabalho

Área temática: Trabalho A ASSOCIAÇÃO DE FEIRANTES DE ECONOMIA SOLIDÁRIA- AFESOL E SUA TRAJETÓRIA DE INCUBAÇÃO COMO EMPREENDIMENTO ECONÔMICO SOLIDÁRIO - EES: RISCOS E POTENCIALIDADES Área temática: Trabalho Livia Maria Da Silva

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2015 Disciplina a profissão de Agroecólogo. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º É requisito mínimo para o exercício da função profissional de Agroecólogo a comprovação

Leia mais

Painel 1: Agricultura e Segurança Alimentar e Nutricional

Painel 1: Agricultura e Segurança Alimentar e Nutricional Painel 1: Agricultura e Segurança Alimentar e Nutricional Relatora Elíria Alves Teixeira Engenheira Agrônoma, M.Sc. Coordenadora da Câmara Especializada de Agronomia CREA/GO Presidente do Colegiado de

Leia mais

Palavras-chave: Compra direta. Agricultura Familiar. Modelo de checagem

Palavras-chave: Compra direta. Agricultura Familiar. Modelo de checagem Avaliação de desempenho de processos de Compra Direta da Agricultura familiar: proposta metodológica baseada em modelo de checagem Magalhães A. M. Cruz, G. V. O mercado institucional pode ser um excelente

Leia mais

PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais

PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais Políticas Públicas PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais A PNPCT reafirma a importância do conhecimento, da valorização e do respeito à diversidade

Leia mais

ESCOLAS NO/DO CAMPO: UM DIAGNÓSTICO DOS MODELOS EXISTENTES EM GOIÁS 1. Palavras-Chave: Educação no/do Campo; Educação; Saberes Locais; Povos do Campo

ESCOLAS NO/DO CAMPO: UM DIAGNÓSTICO DOS MODELOS EXISTENTES EM GOIÁS 1. Palavras-Chave: Educação no/do Campo; Educação; Saberes Locais; Povos do Campo ESCOLAS NO/DO CAMPO: UM DIAGNÓSTICO DOS MODELOS EXISTENTES EM GOIÁS 1. Priscylla Karoline de Menezes Graduanda em Geografia (IESA/UFG) e-mail: priscyllakmenezes@gmail.com Dra. Rusvênia Luiza B. R. da Silva

Leia mais

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960.

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. Glauber Lopes Xavier 1, 3 ; César Augustus Labre Lemos de Freitas 2, 3. 1 Voluntário Iniciação

Leia mais

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ O presente edital regulamenta o processo de recrutamento, seleção e ingresso de projetos empresariais na Incubadora

Leia mais

A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG)

A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG) A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG) Arthur Rodrigues Lourenço¹ e Ana Rute do Vale² madrugarockets@hotmail.com, aruvale@bol.com.br ¹ discente do curso

Leia mais

Autores: RG 3062164367; RG 73302005000400015; RG 73302005000400015

Autores: RG 3062164367; RG 73302005000400015; RG 73302005000400015 Autores: RG 3062164367; RG 73302005000400015; RG 73302005000400015 Instituição: Universidade Feevale - Novo Hamburgo-RS Titulação: Doutorando; Doutoranda; Doutora Título do trabalho: Uma experiência interdisciplinar

Leia mais

TEIA: COMPARTILHANDO SABERES POPULARES E ACADÊMICOS

TEIA: COMPARTILHANDO SABERES POPULARES E ACADÊMICOS TEIA: COMPARTILHANDO SABERES POPULARES E ACADÊMICOS Resumo O Teia é um Programa que objetiva consolidar e articular 31 projetos de extensão que compartilham concepções, práticas e metodologias baseadas

Leia mais

JUVENTUDE RURAL E INTERVIVÊNCIA UNIVERSITÁRIA: CAMINHOS DE UMA CONSTRUÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE

JUVENTUDE RURAL E INTERVIVÊNCIA UNIVERSITÁRIA: CAMINHOS DE UMA CONSTRUÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE JUVENTUDE RURAL E INTERVIVÊNCIA UNIVERSITÁRIA: CAMINHOS DE UMA CONSTRUÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE Ana Jéssica Soares Barbosa¹ Graduanda em Ciências Agrárias ajsbarbosa_lca@hotmail.com Centro de Ciências

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP INTRODUÇÃO A Agenda 21 Local é um instrumento de planejamento de políticas públicas que envolve tanto a sociedade

Leia mais

Edital de Seleção. Curso de Formação Inicial Continuada em Manejo Florestal Comunitário. (Turma 2015)

Edital de Seleção. Curso de Formação Inicial Continuada em Manejo Florestal Comunitário. (Turma 2015) Edital de Seleção Curso de Formação Inicial Continuada em Manejo Florestal Comunitário (Turma 2015) Belém Pará Novembro de 2014 Realização Página 2 de 9 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 4 3.

Leia mais

INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS.

INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS. INSTITUIÇÕES APRENDENTES: EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS EM COMUNIDADES LOCAIS. Ana Lícia de Santana Stopilha Professora Assistente da Universidade do Estado da Bahia Campus XV Doutoranda em Difusão do Conhecimento

Leia mais

A transição Agroecológica da Cajucultura familiar no Município de Barreira, Ceará, Brasil.

A transição Agroecológica da Cajucultura familiar no Município de Barreira, Ceará, Brasil. A transição Agroecológica da Cajucultura familiar no Município de Barreira, Ceará, Brasil. GIRÃO, Enio G. Eng. Agrônomo, Embrapa Agroindústria Tropical, Fortaleza CE, enio@cnpat.embrapa.br; OLIVEIRA, Francyálisson

Leia mais

POR UMA CIÊNCIA AGRONÔMICA: caminhos para a formação sistêmica nas ciências agrárias

POR UMA CIÊNCIA AGRONÔMICA: caminhos para a formação sistêmica nas ciências agrárias POR UMA CIÊNCIA AGRONÔMICA: caminhos para a formação sistêmica nas ciências agrárias Aquiles Simões Universidade Federal do Pará COMPREENDER UMA REALIDADE AGRÁRIA EM SUA DIVERSIDADE, OS DIFERENTES MODOS

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para realizar ações e organizar atividades

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária

Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária Congresso Estadual da Agropecuária Umuarama-PR, 27 de agosto de 2015 Contexto Geral Retomada em 2003, por parte do Governo

Leia mais

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MDA INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA INCRA RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE

Leia mais

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social AGENDA SOCIAL AGENDA SOCIAL Estamos lutando por um Brasil sem pobreza, sem privilégios, sem discriminações. Um país de oportunidades para todos. A melhor forma para um país crescer é fazer que cada vez

Leia mais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais O desenvolvimento das ações em diferentes projetos poderão identificar

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário

Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento Agrário MISSÃO Promover a política de desenvolvimento do Brasil rural, a democratização do acesso à terra, a gestão territorial da estrutura fundiária, a inclusão produtiva

Leia mais

Estratégias para a implantação do T&V

Estratégias para a implantação do T&V 64 Embrapa Soja, Documentos, 288 Estratégias para a implantação do T&V Lineu Alberto Domit 1 A estratégia de ação proposta está baseada na experiência acumulada na implantação do sistema T&V no estado

Leia mais

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Economia solidária: Uma ferramenta para construção do feminismo

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

Coordenação: Profª. Alexandra Filipak IFSP Matão e Profª. Drª. Sany Spínola Aleixo UNIRP Centro Universitário de São José do Rio Preto.

Coordenação: Profª. Alexandra Filipak IFSP Matão e Profª. Drª. Sany Spínola Aleixo UNIRP Centro Universitário de São José do Rio Preto. Atividades desenvolvidas a partir do Projeto: As mulheres rurais e a agroecologia na Região Sudeste: tecnologias para autonomia econômica, segurança alimentar e conservação da biodiversidade IFSP Campus

Leia mais

A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade

A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade 313 IV Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade Aluno: Caroline Delevati Colpo, Cleusa

Leia mais

PESQUISA AGROPECUÁRIA. Gian Terres Jessica Freitas Luana de Lemos Sandra Vargas

PESQUISA AGROPECUÁRIA. Gian Terres Jessica Freitas Luana de Lemos Sandra Vargas PESQUISA AGROPECUÁRIA Gian Terres Jessica Freitas Luana de Lemos Sandra Vargas Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foi

Leia mais

AGRICULTURA FAMILIAR COMO FORMA DE PRODUÇÃO RURAL PARA ABASTECIMENTO DE GRANDES CENTROS URBANOS

AGRICULTURA FAMILIAR COMO FORMA DE PRODUÇÃO RURAL PARA ABASTECIMENTO DE GRANDES CENTROS URBANOS AGRICULTURA FAMILIAR COMO FORMA DE PRODUÇÃO RURAL PARA ABASTECIMENTO DE GRANDES CENTROS URBANOS Jaqueline Freitas dos Santos 692 jaquelineufmg_09@hotmail.com Klécia Gonçalves de Paiva Farias kleciagp@gmail.com

Leia mais

Metodologia. Resultados

Metodologia. Resultados ENCONTRO INTERNACIONAL PARTICIPAÇÃO, DEMOCRACIA E POLÍTICAS PÚBLICAS: APROXIMANDO AGENDAS E AGENTES UNESP SP 23 a 25 de abril de 2013, UNESP, Araraquara (SP) AGENTES SOCIAIS E A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO

Leia mais

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014 NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARCERIA MDA / CNPq Brasília, 13 de maio de 2014 A política de desenvolvimento territorial Desde 2004 a SDT implementa a estratégia de desenvolvimento

Leia mais

Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade.

Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade. Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade. Políticas Públicas são a totalidade de ações, metas e planos que os governos

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

A INSERÇÃO ECÔNOMICA DOS AGRICULTORES FAMILIARES INSERIDOS NO ASSENTAMENTO ERNESTO CHE GUEVARA

A INSERÇÃO ECÔNOMICA DOS AGRICULTORES FAMILIARES INSERIDOS NO ASSENTAMENTO ERNESTO CHE GUEVARA A INSERÇÃO ECÔNOMICA DOS AGRICULTORES FAMILIARES INSERIDOS NO ASSENTAMENTO ERNESTO CHE GUEVARA Mercedes Ferreira 1 - mercedita4@hotmail.com Maria Inês Vidal 2 Orientador: Luiz Alexandre Gonçalves Cunha

Leia mais

CRIAÇÃO DE COOPERATIVAS ORGÂNICAS NA AMAZÔNIA E ACESSO A MERCADOS DIFERENCIADOS

CRIAÇÃO DE COOPERATIVAS ORGÂNICAS NA AMAZÔNIA E ACESSO A MERCADOS DIFERENCIADOS CRIAÇÃO DE COOPERATIVAS ORGÂNICAS NA AMAZÔNIA E ACESSO A MERCADOS DIFERENCIADOS O Território da Transamazônica O Papel da Fundação Viver, Produzir e Preservar NOSSA MISSÃO: Contribuir para as Políticas

Leia mais

Eixo Temático ET-03-035 - Gestão de Resíduos Sólidos IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUO SÓLIDO NO MUNICIPIO DE BONITO DE SANTA FÉ-PB

Eixo Temático ET-03-035 - Gestão de Resíduos Sólidos IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUO SÓLIDO NO MUNICIPIO DE BONITO DE SANTA FÉ-PB 203 Eixo Temático ET-03-035 - Gestão de Resíduos Sólidos IMPLANTAÇÃO DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUO SÓLIDO NO MUNICIPIO DE BONITO DE SANTA FÉ-PB Tarcísio Valério da Costa Universidade Federal da Paraíba/Pró

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Mobilização e Participação Social no

Mobilização e Participação Social no SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Mobilização e Participação Social no Plano Brasil Sem Miséria 2012 SUMÁRIO Introdução... 3 Participação

Leia mais

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito

Leia mais

II - SOBRE O PROGRAMA DE ATES ASSESSORIA TÉCNICA SOCIAL E AMBIENTAL

II - SOBRE O PROGRAMA DE ATES ASSESSORIA TÉCNICA SOCIAL E AMBIENTAL PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO DE MÉDICO/A VETERINÁRIO/A PARA ATUAR NA CÁRITAS DIOCESANA DE PARACATU/PROGRAMA DE ATES - ASSESSORIA TÉCNICA SOCIAL E AMBIENTAL, EM UNAÍ-MG. A Cáritas Diocesana

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

O impacto da expansão do setor de mineração, metalurgia e de materiais no Espírito Santo na Academia

O impacto da expansão do setor de mineração, metalurgia e de materiais no Espírito Santo na Academia 1 O impacto da expansão do setor de mineração, metalurgia e de materiais no Espírito Santo na Academia Eng. Maristela Gomes da Silva, Dr. 1 Os objetivos desta primeira intervenção são apresentar a situação

Leia mais

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016

PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 PLANO SAFRA DA PESCA E AQUICULTURA 2015/2016 Pilares do PSPA CRÉDITO PROMOÇÃO PROMOÇÃO DO DO CONSUMO PESQUEIRO PSPA INFRAESTRUTURA ASSISTÊNCIA TÉCNICA COMERCIALI

Leia mais

Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos EAEA/UFG nataliaagronegocio@gmail.com

Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos EAEA/UFG nataliaagronegocio@gmail.com Segurança Alimentar e Agricultura Familiar: Análise do Programa da Gestão Integrada da Alimentação Escolar no Município de Goiânia-Go a Partir da Lei 11947/2009 Natalia Ferreira BARBOSA 1 Prof.º Dr. Luiz

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional

Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa. Câmpus Restinga Junho, 2013. Desenvolvimento Institucional Prioridades para o PA 2014 Comunidade Externa Câmpus Restinga Junho, 2013 Desenvolvimento Institucional APRESENTAÇÃO O presente relatório deve ser considerado como um Anexo ao Diagnóstico das Prioridades

Leia mais

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer a agricultura familiar, mediante o financiamento da infra-estrutura de produção

Leia mais

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão 1 V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Painel: Desenvolvimento Institucional Mudanças na Cultura de Gestão Roteiro: 1. Perfil das organizações do PAD. 2. Desenvolvimento Institucional:

Leia mais

Cozinha Multiuso Comunitário de Produção CMCP denominado DE COZINHA COMUNITÁRIA a ser

Cozinha Multiuso Comunitário de Produção CMCP denominado DE COZINHA COMUNITÁRIA a ser Cozinha Multiuso Comunitário de Produção CMCP denominado DE COZINHA COMUNITÁRIA a ser Mostra Local de: Rio Branco do Sul (Municípios de Rio Branco do Sul, Almirante Tamandaré e Itaperuçu) Categoria do

Leia mais

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS Referência: Agenda para a criação de instrumentos de financiamentos e crédito para o setor florestal Interessado: DFLOR/SBF/MMA. 1. ANTECEDENTES: O

Leia mais

no Desenvolvimento dos

no Desenvolvimento dos A Importância do Secretaria de Cooperativismo de Crédito no Desenvolvimento dos Territórios rios Rurais do Brasil (Tema X: O Cooperativismo de Crédito Como Agente Transformador) 5º Seminário Banco Central

Leia mais

Responsabilidade Social e Ambiental na Petrobras

Responsabilidade Social e Ambiental na Petrobras Responsabilidade Social e Ambiental na Petrobras Carlos Alberto Ribeiro de Figueiredo Janice Dias PETROBRAS - Comunicação Nacional RESPONSABILIDADE SOCIAL SOCIAL CORPORATIVA Necessidade Assistencialismo

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

Prefeitura Municipal de Botucatu

Prefeitura Municipal de Botucatu I- Identificação: Projeto Empresa Solidária II- Apresentação : O Fundo Social de Solidariedade é um organismo da administração municipal, ligado ao gabinete do prefeito, que atua em diversos segmentos

Leia mais