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1 EDcl no RECURSO ESPECIAL Nº SC (2014/ ) RELATOR : MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES EMBARGANTE : LUIZ FERNANDO NICOLAI WEINMANN EMBARGANTE : ANTÔNIO ODACI LIMA RIBEIRO EMBARGANTE : SÉRGIO ANTÔNIO SEHN SCHNEIDER ADVOGADO : LUIZ FERNANDO NICOLAI WEINMANN EMBARGADO : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EMENTA TRIBUTÁRIO. EMBARGOS DECLARATÓRIOS NO RECURSO ESPECIAL RECEBIDOS COMO AGRAVO REGIMENTAL. IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA FÍSICA - IRPF. REGRA GERAL DE INCIDÊNCIA SOBRE JUROS DE MORA, MESMO EM SE TRATANDO DE VERBA INDENIZATÓRIA. ART. 16, CAPUT E PARÁGRAFO ÚNICO DA LEI N /64. CASO DE JUROS DE MORA DECORRENTES DE VERBAS REMUNERATÓRIAS PAGAS EM ATRASO A SERVIDOR PÚBLICO. 1. Regra-geral, incide imposto de renda sobre juros de mora a teor do art. 16, parágrafo único, da Lei n /64: "Serão também classificados como rendimentos de trabalho assalariado os juros de mora e quaisquer outras indenizações pelo atraso no pagamento das remunerações previstas neste artigo ". Jurisprudência uniformizada no REsp /RS, Primeira Seção, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, julgado em Primeira exceção: não incide imposto de renda sobre os juros de mora decorrentes de verbas trabalhistas pagas no contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho consoante o art. 6º, inciso V, da Lei n /88. Jurisprudência uniformizada no recurso representativo da controvérsia REsp /RS, Primeira Seção, Rel. Min. Teori Albino Zavascki, Rel. p/acórdão Min. Cesar Asfor Rocha, julgado em Segunda exceção: são isentos do imposto de renda os juros de mora incidentes sobre verba principal isenta ou fora do campo de incidência do IR, conforme a regra do accessorium sequitur suum principale. Jurisprudência uniformizada no REsp /RS, Primeira Seção, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, julgado em Caso concreto em que se discute a incidência do imposto de renda sobre os juros de mora decorrentes de verbas remuneratórias de servidores públicos pagas em atraso. Incidência da regra-geral constante do art. 16, parágrafo único, da Lei n / Embargos declaratórios recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos esses autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da SEGUNDA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas, o seguinte resultado de julgamento: "A Turma, por unanimidade, recebeu os embargos de declaração como agravo regimental e negou-lhe provimento, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a)-Relator(a)." Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 1 de 13

2 A Sra. Ministra Assusete Magalhães, os Srs. Ministros Humberto Martins, Herman Benjamin e Og Fernandes votaram com o Sr. Ministro Relator. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Mauro Campbell Marques. Brasília (DF), 27 de março de MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES, Relator Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 2 de 13

3 EDcl no RECURSO ESPECIAL Nº SC (2014/ ) RELATOR : MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES EMBARGANTE : LUIZ FERNANDO NICOLAI WEINMANN EMBARGANTE : ANTÔNIO ODACI LIMA RIBEIRO EMBARGANTE : SÉRGIO ANTÔNIO SEHN SCHNEIDER ADVOGADO : LUIZ FERNANDO NICOLAI WEINMANN EMBARGADO : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RELATÓRIO O SENHOR MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES (Relator): Trata-se de embargos de declaração opostos por Luiz Fernando Nicolai Weinmann e outros contra a decisão através da qual dei provimento ao recurso especial nos termos da seguinte ementa: "PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPECIAL. IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA FÍSICA - IRPF. REGRA GERAL DE INCIDÊNCIA SOBRE JUROS DE MORA, MESMO EM SE TRATANDO DE VERBA INDENIZATÓRIA. ART. 16, CAPUT E PARÁGRAFO ÚNICO DA LEI N /64. CASO DE JUROS DE MORA DECORRENTES DE VERBAS REMUNERATÓRIAS PAGAS EM ATRASO A SERVIDOR PÚBLICO. RECURSO PROVIDO (ART. 557, 1º-A, DO CPC)." Nestes embargos de declaração, sob a alegação de omissão e obscuridade na decisão embargada, os contribuintes embargantes defendem a tese de que, em decorrência da natureza indenizatória dos juros de mora descrita no art. 404 do Código Civil, não incide imposto de renda sobre tais juros. Segundo os contribuintes embargantes, a indenização representada pelos juros moratórios corresponde a danos emergentes, nos termos do art. 395 do Código Civil. Com base nos argumentos acima, os contribuintes embargantes requerem o acolhimento destes embargos, com efeitos modificativos, para condenar a União a restituir o imposto de renda referente aos juros de mora, além de determinar o reembolso das custas processuais e o pagamento dos honorários advocatícios em 20% sobre o valor da condenação. É o relatório. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 3 de 13

4 EDcl no RECURSO ESPECIAL Nº SC (2014/ ) EMENTA TRIBUTÁRIO. EMBARGOS DECLARATÓRIOS NO RECURSO ESPECIAL RECEBIDOS COMO AGRAVO REGIMENTAL. IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA FÍSICA - IRPF. REGRA GERAL DE INCIDÊNCIA SOBRE JUROS DE MORA, MESMO EM SE TRATANDO DE VERBA INDENIZATÓRIA. ART. 16, CAPUT E PARÁGRAFO ÚNICO DA LEI N /64. CASO DE JUROS DE MORA DECORRENTES DE VERBAS REMUNERATÓRIAS PAGAS EM ATRASO A SERVIDOR PÚBLICO. 1. Regra-geral, incide imposto de renda sobre juros de mora a teor do art. 16, parágrafo único, da Lei n /64: "Serão também classificados como rendimentos de trabalho assalariado os juros de mora e quaisquer outras indenizações pelo atraso no pagamento das remunerações previstas neste artigo ". Jurisprudência uniformizada no REsp /RS, Primeira Seção, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, julgado em Primeira exceção: não incide imposto de renda sobre os juros de mora decorrentes de verbas trabalhistas pagas no contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho consoante o art. 6º, inciso V, da Lei n /88. Jurisprudência uniformizada no recurso representativo da controvérsia REsp /RS, Primeira Seção, Rel. Min. Teori Albino Zavascki, Rel. p/acórdão Min. Cesar Asfor Rocha, julgado em Segunda exceção: são isentos do imposto de renda os juros de mora incidentes sobre verba principal isenta ou fora do campo de incidência do IR, conforme a regra do accessorium sequitur suum principale. Jurisprudência uniformizada no REsp /RS, Primeira Seção, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, julgado em Caso concreto em que se discute a incidência do imposto de renda sobre os juros de mora decorrentes de verbas remuneratórias de servidores públicos pagas em atraso. Incidência da regra-geral constante do art. 16, parágrafo único, da Lei n / Embargos declaratórios recebidos como agravo regimental, ao qual se nega provimento. VOTO O SENHOR MINISTRO MAURO CAMPBELL MARQUES (Relator): A irresignação não merece acolhida. Preliminarmente, em homenagem aos princípios da economia, da instrumentalidade e da fungibilidade, e com amparo na jurisprudência desta Corte, os presentes embargos de declaração devem ser recebidos como agravo regimental (EDREsp , Rel. Min. Fernando Gonçalves; EDREsp , Rel. Min. Teori Zavascki; e EDcl no RMS /RS, Rel. Min. Castro Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 4 de 13

5 Meira). Quanto ao mérito recursal, razão não assiste aos contribuintes recorrentes, pois a decisão impugnada foi proferida de maneira clara e coerente, além do que está em consonância com a jurisprudência dominante do STJ. A Primeira Seção do STJ, em sede de recurso representativo da controvérsia, decidiu pela não incidência de imposto de renda sobre juros moratórios pagos no contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho. O acórdão restou assim ementado, verbo ad verbum : RECURSO ESPECIAL. REPRESENTATIVO DE CONTROVÉRSIA. JUROS DE MORA LEGAIS. NATUREZA INDENIZATÓRIA. NÃO INCIDÊNCIA DE IMPOSTO DE RENDA. Não incide imposto de renda sobre os juros moratórios legais em decorrência de sua natureza e função indenizatória ampla. Recurso especial, julgado sob o rito do art. 543-C do CPC, improvido (REsp. n.º RS, Primeira Seção, Rel. Min. Teori Albino Zavascki, Rel.p/acórdão Min. Cesar Asfor Rocha, julgado em ). Na ocasião, proferi voto-vogal onde acompanhei a divergência inaugurada pelo Min. César Asfor Rocha, ainda que por fundamentos diversos que resumi da seguinte forma, in verbis : TRIBUTÁRIO. IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA FÍSICA - IRPF. NÃO INCIDÊNCIA SOBRE JUROS DE MORA PAGOS NO CONTEXTO DE DESPEDIDA OU RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO. INTERPRETAÇÃO DA ISENÇÃO PREVISTA NO ART. 6º, V, DA LEI N / A regra geral é a incidência do IRPF sobre os juros de mora, a teor do art. 16, caput e parágrafo único, da Lei n /64, que inclusive lhes reconheceu a natureza indenizatória. 2. No entanto, quando os juros de mora forem pagos no contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho, incide, por especial, a isenção prevista no art. 6º, inciso V, da Lei n / Tal ocorre porque os juros de mora compõem a indenização paga por despedida ou rescisão de contrato de trabalho, sendo garantidos por lei (arts. arts. 389, 395, 404 e 405, do CC). No caso, estão presentes todos os requisitos exigidos por ocasião do julgamento do recurso representativo da controvérsia REsp. nº SP (Primeira Seção, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, julgado em ), onde foi analisada a incidência ou não do imposto de renda sobre verbas pagas por liberalidade e Planos de Demissão Voluntária, a saber: a) existe fonte normativa prévia ao ato de dispensa (arts. 389, 395, 404 e 405, do CC); Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 5 de 13

6 b) a verba possui natureza indenizatória (art. 16, parágrafo único, da Lei n /64); e c) a verba foi paga no contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho (verificação do caso concreto). 4. Ausência de violação ao enunciado n. 10 da Súmula vinculante do STF, já que a questão é de mero conflito aparente de normas solucionado pelo critério da especialidade. 5. Voto em divergência do relator. Os fundamentos que levantei, notadamente a incidência da isenção prevista no art. 6º, inciso V, da Lei n /88 para o caso específico ali em julgamento, foram acompanhados por outros ministros votantes na ocasião. No entanto, em que pese a divergência de fundamentos, o certo é que houve consenso da maioria quanto à tese da não-incidência de imposto de renda sobre juros de mora exclusivamente quando pagos no contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho. Contudo, o mencionado recurso representativo da controvérsia (REsp /RS, 1ª Seção, Rel. Min. Teori Albino Zavascki, Rel. p/acórdão Min. Cesar Asfor Rocha, julgado em ), muito embora tenha firmado tese a respeito de caso específico em que não incide o imposto de renda sobre juros de mora (despedida ou rescisão do contrato de trabalho - perda do emprego), não firmou tese a respeito da adoção ou não da regra geral de que o imposto de renda incide sobre juros de mora, isto porque não houve formação de maioria quanto ao ponto. A tese da regra geral de incidência do imposto de renda, que é o ponto conclusivo aqui neste processo, somente foi firmada posteriormente pela Primeira Seção por ocasião do julgamento do REsp /RS, de minha relatoria, em , in verbis : "PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. VIOLAÇÃO AO ART. 535, DO CPC. ALEGAÇÕES GENÉRICAS. SÚMULA N. 284/STF. IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA FÍSICA - IRPF. REGRA GERAL DE INCIDÊNCIA SOBRE JUROS DE MORA. PRESERVAÇÃO DA TESE JULGADA NO RECURSO REPRESENTATIVO DA CONTROVÉRSIA RESP. N RS NO SENTIDO DA ISENÇÃO DO IR SOBRE OS JUROS DE MORA PAGOS NO CONTEXTO DE PERDA DO EMPREGO. ADOÇÃO DE FORMA CUMULATIVA DA TESE DO 'ACCESSORIO SEQUITUR SUUM PRINCIPALE' PARA ISENTAR DO IR OS JUROS DE MORA INCIDENTES SOBRE VERBA ISENTA OU FORA DO CAMPO DE INCIDÊNCIA DO IR. 1. Não merece conhecimento o recurso especial que aponta violação ao art. 535, do CPC, sem, na própria peça, individualizar o erro, a obscuridade, a contradição ou a omissão ocorridas no acórdão proferido pela Corte de Origem, bem como sua relevância para a solução da controvérsia apresentada nos autos. Incidência da Súmula n. 284/STF: 'É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 6 de 13

7 controvérsia'. 2. Regra geral: incide o IRPF sobre os juros de mora, a teor do art. 16, caput e parágrafo único, da Lei n /64, inclusive quando reconhecidos em reclamatórias trabalhistas, apesar de sua natureza indenizatória reconhecida pelo mesmo dispositivo legal (matéria ainda não pacificada em recurso representativo da controvérsia). 3. Primeira exceção: são isentos de IRPF os juros de mora quando pagos no contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho, em reclamatórias trabalhistas ou não. Isto é, quando o trabalhador perde o emprego, os juros de mora incidentes sobre as verbas remuneratórias ou indenizatórias que lhe são pagas são isentos de imposto de renda. A isenção é circunstancial para proteger o trabalhador em uma situação sócio-econômica desfavorável (perda do emprego), daí a incidência do art. 6º, V, da Lei n /88. Nesse sentido, quando reconhecidos em reclamatória trabalhista, não basta haver a ação trabalhista, é preciso que a reclamatória se refira também às verbas decorrentes da perda do emprego, sejam indenizatórias, sejam remuneratórias (matéria já pacificada no recurso representativo da controvérsia REsp. n.º RS, Primeira Seção, Rel. Min. Teori Albino Zavascki, Rel.p/acórdão Min. Cesar Asfor Rocha, julgado em ) Nem todas as reclamatórias trabalhistas discutem verbas de despedida ou rescisão de contrato de trabalho, ali podem ser discutidas outras verbas ou haver o contexto de continuidade do vínculo empregatício. A discussão exclusiva de verbas dissociadas do fim do vínculo empregatício exclui a incidência do art. 6º, inciso V, da Lei n / O fator determinante para ocorrer a isenção do art. 6º, inciso V, da Lei n /88 é haver a perda do emprego e a fixação das verbas respectivas, em juízo ou fora dele. Ocorrendo isso, a isenção abarca tanto os juros incidentes sobre as verbas indenizatórias e remuneratórias quanto os juros incidentes sobre as verbas não isentas. 4. Segunda exceção: são isentos do imposto de renda os juros de mora incidentes sobre verba principal isenta ou fora do campo de incidência do IR, mesmo quando pagos fora do contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho (circunstância em que não há perda do emprego), consoante a regra do 'accessorium sequitur suum principale'. 5. Em que pese haver nos autos verbas reconhecidas em reclamatória trabalhista, não restou demonstrado que o foram no contexto de despedida ou rescisão do contrato de trabalho (circunstância de perda do emprego). Sendo assim, é inaplicável a isenção apontada no item '3', subsistindo a isenção decorrente do item '4' exclusivamente quanto às verbas do FGTS e respectiva correção monetária FADT que, consoante o art. 28 e parágrafo único, da Lei n /90, são isentas. 6. Quadro para o caso concreto onde não houve rescisão do contrato de trabalho: l Principal: Horas-extras (verba remuneratória não isenta) = Incide imposto de renda; l Acessório: Juros de mora sobre horas-extras (lucros cessantes não isentos) = Incide imposto de renda; l Principal: Décimo-terceiro salário (verba remuneratória não isenta) = Incide imposto de renda; l Acessório: Juros de mora sobre décimo-terceiro salário (lucros cessantes não isentos) = Incide imposto de renda; l Principal: FGTS (verba remuneratória isenta) = Isento do imposto de renda (art. 28, parágrafo único, da Lei n /90); Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 7 de 13

8 l Acessório: Juros de mora sobre o FGTS (lucros cessantes) = Isento do imposto de renda (acessório segue o principal). 7. Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa parte, parcialmente provido." (REsp /RS, Primeira Seção, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, julgado em ) Os contribuintes pedem o exame da natureza indenizatória dos juros de mora à luz dos arts. 389 a 405 do Código Civil de Ora, isso foi fartamente discutido no acórdão do REsp /RS, em que a Primeira Seção afirmou ser indiferente para a identificação da natureza jurídica dos juros de mora o regramento estabelecido pelo novo Código Civil, já que os juros moratórios sempre tiveram a mesma natureza antes e depois do advento do novo Código Civil. A saber: "Diferentemente dos juros compensatórios, os juros moratórios não se tratam de uma utilização consentida do capital alheio. Decorrem de um ato ilícito contratual ou extracontratual (nesta segunda hipótese, quando há previsão legal) de impontualidade. Sendo assim, a natureza jurídica dos juros moratórios é e sempre foi indenizatória, independentemente da verba principal a que se referem. Isto é, a verba principal pode ser remuneratória ou indenizatória que os juros moratórios permanecem com a natureza jurídica autônoma de indenização pela indisponibilidade indevida do capital no momento oportuno. Trata-se de um ressarcimento dos lucros que poderiam ter sido auferidos pelo titular do capital se o tivesse podido empregar, sendo, portanto, uma espécie de indenização por lucros cessantes, conforme o determina a legislação suso examinada." Nos autos do REsp /RS, retornei ao tema quanto transcrevi o voto-vencido do Min. Teori Albino Zavascki no recurso representativo da controvérsia REsp RS ao constatar que conjugávamos, no ponto, do mesmo entendimento, verbo ad verbum : "4. Ora, quanto aos juros moratórios, não há dúvida de que a sua natureza é indenizatória, assim qualificada tanto no regime do atual Código Civil (art. 404), como também no do Código de 1916 (art ). Mas é igualmente indubitável que o seu pagamento, por não se destinar à cobertura de qualquer espécie de dano emergente, acarreta necessariamente um real acréscimo ao patrimônio material do credor. Sendo assim, impõe-se a conclusão de que o pagamento de juros moratórios tipifica o fato imponível descrito no art. 43 do CTN." Nesse ponto, reforço e reafirmo que a natureza jurídica dos juros de mora é de lucros cessantes. Transcrevo, como ponto de apoio, a doutrina do mestre Clóvis Beviláqua (in Código Civil dos Estados Unidos do Brasil Comentado, V. 4, Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 8 de 13

9 1917, p. 221), a quem se atribui a paternidade do Código Civil de 1916 (Lei n , de 1º de janeiro de 1916), quando teceu comentário ao art daquele diploma, verbo ad verbum : "Quando o pagamento consiste em dinheiro, a estimação do dano emergente da inexecução já se acha previamente estabelecida. Não há que fazer a substituição em dinheiro da prestação devida. Falta avaliar os lucros cessantes. O código os determina pelos juros de mora e pelas custas." De fato, se os juros de mora, na lição de Carvalho de Mendonça (apud SANTOS, J. M. Carvalho. Código Civil Brasileiro Interpretado, vol. XIV, 11ª ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1986, p. 275) "representam a prestação devida ao credor como [...] indenização pela temporária privação, ou pelo uso de uma quantidade de coisas fungíveis, chamada principal ", a reposição do principal monetariamente corrigido corresponde à indenização por danos emergentes, o que sobejar (os juros de mora), corresponde à indenização por lucros cessantes. Transcrevo a doutrina de Carvalho Santos (op. cit. p. 278) em passagem bastante ilustrativa ao comentar o art do CC/16, que estipula a presunção da obrigação do devedor aos juros de mora, in litteris : "A presunção justifica-se porque o devedor, privando o credor da prestação com que ele contava, implicitamente privou-o de possíveis oportunidades de imediata colocação do seu capital, ao mesmo tempo que, retendo aquela prestação, justo é deduzir-se que dela esteja o devedor tirando proveito (grifo nosso)." Ora, a privação "de possíveis oportunidades de imediata colocação do seu capital " é, à toda evidência, a exata definição de lucros cessantes. Tal raciocínio também não escapou à argúcia de Pontes de Miranda (in Tratado de Direito Privado, vol. XXIV, Campinas: Bookseller, 2003, p. 56): "Quando a lei fala de indenização de perdas e danos, apura-se qual o prejuízo que sofreu o credor, ao tempo em que se deveria prestar ou restituir a coisa, ou deixar-se de sofrer o dano; daí por diante os juros são devidos." p. 242): O mesmo mestre elabora o conceito em outra passagem mais clara (op. cit., vol. XXII, "Se o dano consiste na pré-exclusão de ganho, por ter ficado intacto o patrimônio, ou por haver dano emergente que, indenizado, o faz de valor igual ao Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 9 de 13

10 que ele tinha, há lucrum cessans." Dos trechos colhe-se claramente que "o prejuízo que sofreu o credor, ao tempo em que se deveria prestar ou restituir a coisa" corresponde ao dano emergente, já o que restar são os lucros cessantes, onde se localizam os juros de mora, portanto. Data vênia, a passagem atribuída a Pontes de Miranda (op. cit. p. 58) onde afirma que "juros (moratórios) não se infligem por lucro dos demandantes, mas por mora dos solventes " foi erroneamente citada pelo embargante. Nessa passagem o grande mestre refere-se à natureza punitiva (indenizatória) dos juros em oposição à natureza remuneratória dos juros do mútuo. Tal percepção em momento algum exclui a natureza atribuída aos juros de mora de lucros cessantes, ao contrário, somente a confirma pois lucros cessantes têm natureza igualmente indenizatória por definição. Também a compatibilidade do art. 16, da Lei n /64 com o art. 43, do CTN foi expressamente enfrentada, in litteris : "Esta lei (CTN) fixou o fato gerador do imposto de renda como sendo a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de renda (produto do capital e/ou do trabalho) ou de proventos (acréscimos patrimoniais em geral). Decerto, se a natureza dos juros de mora é indenizatória, como já reconhecido pelo art. 16, parágrafo único, da Lei n /64, por óbvio os juros de mora não são produto do capital ou do trabalho. Os juros de mora são produto da própria mora, do ato ilícito contratual ou extracontratual praticado por outrem. É a qualidade de toda a verba indenizatória. Não se trata aí de emprego de capital, mas de ressarcimento, indenização. Coisa completamente distinta de investir o capital em algo com a perspectiva de retorno. Diferem assim dos juros remuneratórios, que são, estes sim, o produto do capital investido. Portanto, data vênia dos que pensam de modo contrário, a tributação dos juros de mora somente pode ser a título de acréscimos patrimoniais (proventos de qualquer natureza), não se amoldando à hipótese prevista no inciso I, mas sim no inciso II do citado art.43, do CTN." Por fim, quanto à vinculação ao decidido no recurso representativo da controvérsia, é necessário frisar que o julgado do REsp /RS não contrariou, mas reafirmou a interpretação do recurso representativo da controvérsia REsp /RS (1ª Seção, Rel. Min. Teori Albino Zavascki, Rel. p/acórdão Min. Cesar Asfor Rocha, julgado em ), situando-o no campo da exceção à regra geral de incidência do imposto de renda sobre os juros de mora imposta pelo art. 16, caput e parágrafo único, da Lei n /64 Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 10 de 13

11 e leis posteriores, e reconheceu a existência de uma outra exceção, qual seja a dos juros de mora incidentes sobre verba principal isenta ou fora do campo de incidência do IR (tese do acessório que segue o principal). Independentemente da natureza indenizatória dos juros de mora tanto no regime do atual Código Civil (art. 404) quanto no do Código de 1916 (art ), a Primeira Seção do STJ firmou o entendimento de que, fora do contexto da rescisão do contrato de trabalho, os juros moratórios pelo atraso no pagamento das remunerações tributadas são também considerados rendimentos tributáveis, pois configuram acréscimo patrimonial e não estão beneficiados por isenção. Com efeito, segundo o art. 55, XIV, do Regulamento aprovado pelo Decreto 3.000/99, são tributáveis os juros moratórios, inclusive os que resultarem de sentença, e quaisquer outras indenizações por atraso de pagamento, exceto aqueles correspondentes a rendimentos isentos ou não tributáveis. Em outras palavras, ressalvada a hipótese de isenção prevista no art. 6º, V, da Lei 7.713/88, incide imposto de renda sobre os juros moratórios devidos pelo atraso no pagamento de rendimentos tributáveis ( 3º do art. 43 do Regulamento de 1999, que possui como fundamento legal o parágrafo único do art. 16 da Lei 4.506/64). Por ocasião dos julgamentos dos REsp's /RS e /RS, ressaltou-se, inclusive, que o disposto no art. 46, 1º, I, da Lei n /1992 em nada altera o panorama acima delineado, pois o aludido dispositivo apenas trata sobre técnica de tributação. Para se afastar a regra geral de incidência do imposto de renda sobre os juros moratórios com base no entendimento de que tais juros estariam fora do campo de incidência delimitado pelo art. 153, III, da Constituição da República, far-se-ia necessário declarar inconstitucionais o parágrafo único do art. 16 da Lei Federal 4.506/64 e o 3º do art. 43 do Decreto 3.000/99, o que somente poderia ser feito com observância do disposto no art. 97 da Constituição, consoante enuncia a Súmula Vinculante 10/STF ("Viola a cláusula de reserva de plenário (CF, artigo 97) a decisão de órgão fracionário de tribunal que, embora não declare expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público, afasta sua incidência, no todo ou em parte." ). Mas não é o caso, dada a compatibilidade do Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 11 de 13

12 parágrafo único do art. 16 da Lei 4.506/64 e do 3º do art. 43 do Decreto 3.000/99 com os arts. 43 do CTN, 153, III, da Constituição, e 404 do Código Civil. Nos presentes autos, as verbas em discussão estão fora do contexto de rescisão do contrato de trabalho e os juros de mora não são aqueles incidentes sobre verba principal isenta ou fora do campo de incidência do IR; ao contrário, decorrem do pagamento de verbas sabidamente remuneratórias não isentas. Sendo assim, não socorrem aos contribuintes as duas exceções apontadas à regra geral de incidência do imposto de renda sobre juros de mora, ainda que se reconheça sua natureza própria indenizatória. À vista do exposto, recebo os embargos de declaração como agravo regimental e nego-lhe provimento. É como voto. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 12 de 13

13 CERTIDÃO DE JULGAMENTO SEGUNDA TURMA Número Registro: 2014/ EDcl no PROCESSO ELETRÔNICO REsp / SC Números Origem: PAUTA: 27/03/2014 JULGADO: 27/03/2014 Relator Exmo. Sr. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES Presidente da Sessão Exmo. Sr. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES Subprocurador-Geral da República Exmo. Sr. Dr. JOSÉ FLAUBERT MACHADO ARAÚJO Secretária Bela. VALÉRIA ALVIM DUSI AUTUAÇÃO RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RECORRIDO : LUIZ FERNANDO NICOLAI WEINMANN RECORRIDO : ANTÔNIO ODACI LIMA RIBEIRO RECORRIDO : SÉRGIO ANTÔNIO SEHN SCHNEIDER ADVOGADO : LUIZ FERNANDO NICOLAI WEINMANN ASSUNTO: DIREITO TRIBUTÁRIO - Impostos - IRPF / Imposto de Renda de Pessoa Física EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EMBARGANTE : LUIZ FERNANDO NICOLAI WEINMANN EMBARGANTE : ANTÔNIO ODACI LIMA RIBEIRO EMBARGANTE : SÉRGIO ANTÔNIO SEHN SCHNEIDER ADVOGADO : LUIZ FERNANDO NICOLAI WEINMANN EMBARGADO : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL CERTIDÃO Certifico que a egrégia SEGUNDA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: "A Turma, por unanimidade, recebeu os embargos de declaração como agravo regimental e negou-lhe provimento, nos termos do voto do(a) Sr(a). Ministro(a)-Relator(a)." A Sra. Ministra Assusete Magalhães, os Srs. Ministros Humberto Martins, Herman Benjamin e Og Fernandes votaram com o Sr. Ministro Relator. Documento: Inteiro Teor do Acórdão - Site certificado - DJe: 02/04/2014 Página 13 de 13

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