Todo pecado é pressuposto de uma insatisfação

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1 Todo pecado é pressuposto de uma insatisfação Introdução Quando começamos a ver o povo a queixar-se de sua sorte, é um sinal de que uma insatisfação esta nascendo e ela pode ser contra Deus ou contra quem, quer que esteja na frente do trabalho, ou, contra nossos irmãos em Cristo. A saída de Israel do Egito foi para o povo motivos de alegrias e regozijos e de uma esperança promissora. Só que logo que chegaram à altura do Mar Vermelho, os mesmo mudaram o tom do discurso, que se tornou contrário o desejo de serem libertos quando viviam na escravatura egípcia. Todas estas queixas foram por falta de fé no Deus que lhes mostrou poder e capacidade de conduzi-los à terra da promissão. Resumo Cap. I A nossa insatisfação pode ser um fruto da nossa falta de fé em Deus. Cap. II A marcha de Israel e seus acampamentos em ordem cronológica do Egito à Canaã. Cap. II As queixas de Israel do Egito a terra prometida Tema: As queixas de Israel seus motivos e sua jornada pelo deserto. O mal do descontentamento foi à causa de muitas e derrotas, e fracassos para o povo de Israel no deserto. Então vejamos todas suas queixas e o mal que ela pode causar e o descontentamento e o que ele demonstra em uma vida de incredulidade, sem a inteira confiança em Deus nosso libertador. Cap. I A nossa insatisfação pode ser um fruto da nossa falta de fé em Deus. O povo de Israel já havia provado; o quanto Deus tinha sido bom e misericordioso para com eles desde a saída do Egito até a travessia do Mar Vermelho, mostrando seu poder aos olhos de todos eles. E, logo após a passagem do Mar Vermelho, com três dias de viagem pelo deserto à chegada em Mara, reclamaram por falta d água. Já sendo a terceira queixa com um mês e quinze dias da saída de Israel do Egito. E da ir por diante, foram sucessivas queixas durante a viagem a caminho da terra da promissão. A queixa ou a murmuração dentro da igreja pode ser falta de fé em Deus. Ela se constitui um perigo muito grave à igreja e os seus membros. A nossa queixa por falta de sorte, como dizia Israel, caracteriza nossa incredulidade; em vez de entrarmos em ação pela fé, para mudar nossa situação; em vez de ficarmos só protestando porque estamos passando por aquela prova, ou por determinado momento ruim. O que precisamos fazer é agir para que Deus faça o resto. O que está ao nosso alcance é de nossa inteira responsabilidade não de Deus. 1. A nossa sorte depende tão somente de nós e cabe procurarmos mudar ela. Em vez de ficarmos protelando ou adiantando as coisas que de nossa responsabilidade (Jó 42:1017). O povo de Israel estava demonstravam sua falta de fé em Deus, quando usavam expressão como esta: Quem nos dará carne a comer? (Nm 11:4) ora; isso não era coisa de se perguntar a um Deus tão Grandioso como o nosso? Nem verdade? Nm 11:4b E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar, e disseram: Quem nos dará carne a comer? Nm 11:1 2. Quando estamos em uma situação de insatisfação, os de fora são um forte atrativo; que podem nos envolver em seus problemas, seus dissabores, suas tristezas, seus desacertos amorosos, nos seus fracassos espirituais. Enfim em suas angustias e amarguras. Todo aquele populacho que saíram do Egito junto com Israel, eles não tinham, nada de conversão a Jeová; eram apenas oportunistas. Ou seja, eles aproveitaram a oportunidade da saída de Israel do Egito para saírem também da cruel escravatura egípcia. E tentavam fugir do regime ditatorial do Faraó. E por ocasião também se fizeram de Judeus para melhor passar. Pesaram uma coisa e foi outra completamente diferente, do que eles esperavam. Talvez eles pensassem alcançar um conforte material, ou, oportunidade para enriquecer, ou, até quem sabe outro tipo de Página 1

2 aventura; se enganam completamente. Não adianta pensar e querer facilidade, ou, tentar um arrodeio mais curto para gozar das bênçãos de Deus ou querer ir ao céu sem esforço. Todos nós sabemos que apertada é a porta e estreito e o caminho que conduz ao céu e não adiantará caminho alternativo. Senão por meios legais divino (Lc 13:24-27) Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão. Nm 11:4a E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar, e disseram: Quem nos dará carne a comer? Nm 11:1 3. Descobrimos também, que, quando uma pessoa está ou se encontra em um estado de insatisfação, vemos nela a ausência da percepção das coisas de Deus, e a tal pessoa não percebe que o inimigo está lhe influenciando ou montando seu trono no ambiente que estamos para nos induzir aos desejos carnais que nos levam a morte espiritual. As pessoas de fora que não têm compromisso com Deus, e nem querem nos atender, só tem um jeito; se afastar deles descartá-los, não os tenha como nossos inimigos. Mas, não atender seus convites, seus conselhos, não copiar seu exemplo e nem muito menos ser tolerante no que ele faz é e diz. Nm 11:4b E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo; Pelo que os filhos de Israel, tornaram a chorar e também disseram: Quem nos dará carne a comer? (Nm 13:26; 31-33). 4. Em nosso descontentamento as virtudes de Deus, e do nosso próximo são sucumbidos, às vezes elas são as ultimas a serem vistas. Nm 11:5-6 A despeito de tudo o que aconteceu, em toda na jornada de Israel, se ver que nunca lhes faltou o que era essencial pra vida até que entrassem em Canaã. Milagres de ordem cósmica como tremor de terra no Sinai, o Mar se abriu, muitos mortos no Egito, a terra se abriu e tragou muitos rebeldes; que diremos do Maná que caia do céu? Das codornizes que vieram obedecendo a uma ordem divina sem se saber de onde vinham? Não podiam por hipótese alguma, deixar de perceber que tanta benção que gozavam em lugares difíceis de tráfegos e de aquisição de alimento sem auxílio de mãos, era a poderosa mão de Deus operando e fazendo tudo por eles. Dava para se tocar que tudo aquilo só podia vir de Deus que tem o poder de prover o necessário. Quanto ao nosso próximo, é motivo de tristeza quando nosso irmão ter seus direitos e adjetivos negado, e sendo privados ou sucumbido de suas qualidades. Às vezes tudo isto pode ser segunda intenções de alguém que não quer ver você sobressai ou desenvolva, cresça para o bem da obra de Deus e do seu semelhante. Ainda lembro como se fosse hoje, de dois obreiros. Ambos eram Presbíteros. Um, era superdotado de boas qualidades, porem um era pobre; o outro era do tipo da pessoa que nunca desenvolveu espiritualmente, ou porque não buscou, ou porque não havia recebido de Deus o dom., porém era um homem rico. Só sei que no fim das contas, o rico cresceu em posição e outro foi lhe negado todas as suas qualidades que tinha, por alegação de que era um homem simples. É lamentável ver que há tanta injustiça neste mundo sem que possamos fazer em que as qualidades dos outros sejam reconhecidas de verdade? Meu querido irmão se você cresceu no ministério saiba valorizar a que merece, e a quem merece honra dar honra. Nunca negue o que a pessoa tem; seja ele rico ou pobre. Dê a ele apenas o que ele tem e nada mais. Seja justo em julgar o direito dos outros. Faça de acordo com a equidade divina, e terá de deus aprovação. Isto é dá direito a quem tem. Se for o caso dê a Deus o que é de Deus e ao próximo o que do próximo. E então você ira muito bem diante de Deus e dos homens. (Nm 11: 5-6) Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos. - Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos. Nm 13:26; Observação. Deus já havia dado tanto livramento e operado muitos milagres e providenciado tanta bênçãos aos olhos de Israel seu povo. Por que não crê na vitória e na conquista da terra prometida a qual Deus estava providenciado tudo para a conquista (Nm 14:11)? Página 2

3 5. Quando estamos no descontentamento só vemos os problemas e os obstáculos à frente. Só vemos a seca e não fartura. Diante do cenário de tanta benção que o povo de Israel tinha visto desde saída do Egito; não daria para esquecer-se do que Deus era capaz de fazer em favor deles. Uma vez que tinham sido livrados pela poderosa mão de Deus do domínio do Faraó. Matando, os egípcios e seus primogênitos, e viram muitos outros milagres. Então jamais teriam razões, para desacreditar em um Deus tão grandioso como este. Uma coisa nos chama a atenção na vida de Israel; é que ao saírem do Egito eles levaram muito despojos, como ouro, prata, roupas, e muitíssimos rebanhos de ovelhas, gado, jumentos e camelos. E pra acabar de aceitar, até aonde se sabe, durante toda a viagem não houve prejuízo de bens matérias e nem físico. Ou seja, não adoeceram ou foram prejudicados fisicamente. E como prova disso escreve Moisés dizendo que nem o calcanhar (Dt 8:4-7) deles se inchou na viagem. Não dava pra ver problemas e obstáculos em uma jornada sobre a direção de Deus. Por certo não tinham razões a ser apresentada. Nm 11:13, De onde teria eu carne para dar a todo este povo? Porquanto contra mim choram, dizendo: Dá-nos carne a comer; - E dirás ao povo: Santificai-vos para amanhã, e comereis carne; porquanto chorastes aos ouvidos do SENHOR, dizendo: Quem nos dará carne a comer? Pois íamos bem no Egito; por isso o SENHOR vos dará carne, e comereis; - Não comereis um dia, nem dois dias, nem cinco dias, nem dez dias, nem vinte dias; Mas um mês inteiro, até vos sair pelas narinas, até que vos enfastieis dela; porquanto rejeitastes ao SENHOR, que está no meio de vós, e chorastes diante dele, dizendo: Por que saímos do Egito? E disse Moisés: Seiscentos mil homens de pé é este povo, no meio do qual estou; e tu tens dito: Dar-lhes-ei carne, e comerão um mês inteiro. Degolarse-ão para eles ovelhas e vacas que lhes bastem? Ou ajuntar-se-ão para eles todos os peixes do mar, que lhes bastem? Porém, o SENHOR disse a Moisés: Teria sido encurtada a mão do SENHOR? Agora verás se a minha palavra se há de cumprir ou não. 6. Em nosso descontentamento, à nossa frente só vemos a dificuldade gigantesca, e a esfera do impossível (Nm 13:31-33), porém, a fé fala, mas alta. De acordo com a Bíblia não existe outro meio de aproximação de um crescimento na graça e no conhecimento de Deus do que a fé, segundo diz o apostolo (Tg 1:5-8) A comparação de Jesus quanto ao uso fé como um grão de mostarda, não foi nada a toa. Vejam bem: o grão da mostardeira é uma das menores sementes que se conhece n reino dos vegetais. Mais se ela sendo guardada em um recipiente será sempre um grão de mostarda. Porém, se ela for plantada em boa terra, ela cresce e produz com facilidade, passando a ser a maior da família das hortaliças. Ao ponto de as aves dos céus lhe procurarem, para se alimentar delas, descansar na sua sombra do causticante sol do meio dia, e fazer seus ninhos e lá produzirem seus filhotes. Isto não maravilhoso olhos nem verdade?. E o que diremos do que mostardeira é capaz quando é plantada? Vejam quando ela, e ao produzir sementes ela em um ciclo reprodutivo. As sementes ao caírem no cair no chão, ou, no canteiro nascem outros pés de mostardeiras. E continua seu ciclo de crescimento; daqui a pouco, é um verdadeiro bosque. Assim é nossa fé. Ele pode crescer e produzir, amparar mais alguém em nossa companhia. A fé tem três dimensões no seu crescimento. Ela começa pequena, fica grande, e se eleva para uma dimensão indefinida. Se você é uma pessoa de fé, e acha que pode fazer ela crescer; estão plante ela no canteiro de Jesus; e verá o que esta fé será capaz de na presença de Deus. Será que esta fé pode mudar o destino de sua sorte? Sim pode. Basta fazer o cultivo dela e verás que tudo mudara na sua vida murará. Observação: Existem muitos pregadores por aí a fora que anda pregando e dizendo que a fé do tamanho de um grão de mostarda, é o suficiente. Quem foi que disse isso a ele? Uma coisa eu o sei, que Jesus não o foi quem o disse. Nunca Jesus disse tal coisa a ninguém. E se o dissesse não seria um Jesus verdadeiro. Vejam como foi que Jesus disse: e Ele disse: Como não do tamanho como dizem. Lc 17:6-5 - Disseram então os apóstolos ao Senhor: Acrescenta-nos a fé. E disse o Senhor: Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: Desarraiga-te daqui, e planta-te no mar; e ela vos obedeceria. Nm 13:27-33 E contaram-lhe, e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e verdadeiramente mana leite e mel, e este é o seu fruto. - O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades fortificadas e mui grandes; e também ali vimos os filhos de Enaque. - Os amalequitas habitam na terra do sul; e os heteus, e os jebuseus, e os amorreus habitam na montanha; e os cananeus habitam junto do mar, Página 3

4 e pela margem do Jordão. - Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela. - Porém, os homens que com ele subiram disseram: não podemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. - E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos. 7. A situação de uma pessoa no descontentamento é tão degradante que ela deseja ou prefere antes morrer no mundo (Egito) pecado, do que sofrer a caminho da terra prometida. Sabemos que não é fácil a caminhada á caminho da vida eterna, pelas preocupações que temos, principalmente em um mundo de tanta facilidade dos dias de hoje em que vivemos, onde temos meios diversos para pecar contra Deus, e onde as pessoas se vendem ou se oferecem de graça só pelo puro prazer carnal. E estas facilidades estão levando muito gente ao tumulo sem Deus sem paz e sem salvação. Essa é a pior espada e mais perigosa de qualquer outra arma mortífera. Meu irmão seja contente com aquilo que Deus te deu. Se Ele não te deu amém. Se te deu amém também. Mas não entre pelo caminho de pensamentos tão mesquinhos como o povo de Israel teve. Meu irmão é melhor sofrer a caminho do céu nem que seja comendo uma vez por dia do que cair ou ser jogado junto com sua fazenda no inferno. Nunca desista, meu querido irmão. Aguente o pau da barraca até o fim. Só assim alcançaremos a vitória e a salvação de nossas almas (Dn 12:13 Lc 21:19) Nm14: Então toda a congregação levantou a sua voz; e o povo chorou naquela noite. - E todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhes disse: Quem dera tivéssemos morrido na terra do Egito! Ou, mesmo neste deserto! - E por que o SENHOR nos traz a esta terra, para cairmos à espada, e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não nos seria melhor voltarmos ao Egito? 8. Observa-se que uma das marcas registrada do descontentamento, é querer levantar um capitão, formar um grupo e tomar uma direção errada, de voltando ao estado de escravidão do Egito. Nm 14:3-5. E diziam uns aos outros: Constituamos um líder, e voltemos ao Egito. Então Moisés e Arão caíram sobre os seus rostos perante toda a congregação dos filhos de Israel. Observação: Estes versos é o verdadeiro retrato do sofrimento do obreiro em favor do povo. Como se pode ver que, Moisés e Arão, ao verem o povo revoltados contra eles e seu ministério que fora o próprio Deus; caíram em rosto. Ou seja, caíram em pranto. Tamanha era a tribulação e a dor do coração daqueles obreiros, naquele momento de rejeição, por parte do povo e das demais lideranças. 9. Quando grande parte da igreja cai ou se encontra no descontentamento, nestas alturas a situação se torna ainda mais complicada. Pois este tipo de problema chega refletir direto na vida do obreiro que é responsável pelo trabalho de Deus; no caso aqui era Moisés. Até onde sabemos a murmuração ou o descontentamento do povo com a liderança traz direto ou indiretamente muito prejuízo e desgaste na vida ministerial do obreiro, na vida popular, social, e familiar. E por último pode até interromper a vocação do obreiro. Olhe o que aconteceu com Moisés. Ele ficou tão atribulado e angustiado que chegou a se rebelar contra sua vocação ministerial. Moisés já não aguentava mais de tanto sofrimento e tanta pressão em cima dele que chegou ao ponto, de pedir a Deus a renuncia de seu ministério ou sua própria morte (Nm 11:10-15). E disse Moisés ao SENHOR: Por que fizeste mal a teu servo, e por que não achei graça aos teus olhos, visto que puseste, sobre mim o cargo de todo este povo? Concebi eu porventura todo este povo? Dei-o eu à luz? Para que me dissesses: leva-o ao teu colo, como a ama leva a criança que mama, à terra que juraste a seus pais? De onde teria eu carne para dar a todo este povo? Porquanto contra mim choram, dizendo: Dá-nos carne a comer; Eu só não posso levar a todo este povo, porque muito pesado é para mim. E se assim fazes comigo, mata-me, peço-te, se tenho achado graça aos teus olhos, e não me deixes ver o meu mal (Nm 20:10). O obreiro, o Missionário, o Pastor, o Evangelista, ou Presbítero que tem compromisso com a obra de Deus sofre pelo rebanho. Hoje muitos obreiros não querem esperar que Deus os chame. Muitos criam pra Página 4

5 si uma arapuca; e começa a propagar a palavra de Deus e se passa como autossuficiente para cuidar de um determinado rebanho; e daqui a pouco ele se intitular de Pastor para poder usufrui do dinheiro do povo. Pois pra ele é melhor andar com a Bíblia debaixo do braço do que trabalhar duro. Pessoas nesta qualidade não nem menos a ideia o que seria a vida de um Pastor no campo. Você quer saber quantas ferramentas um Pastor de ovelhas precisava levar? Então vou lhe citar um pouco aqui de forma parcial, por esse assunto irá sair na integra em um estudo que estou com ele em andamento intitulado de (O Pastor e o suprimento de suas ovelhas). O pastor conduzia em sua bagagem; um surrão, um alforje, um frasco de azeite, sal, cinza, grãos tostados, vinho, uma vara, um cajado, uma funda, varias pedras, um cachorro, uma capa protetora, um cajado de pele, arreios, cabrestos, uma corda de laçar, e um animal de ele pudesse. Com todas essas ferramentas em mãos ele repassava ou estava dizendo que estava disposto atravessar quaisquer momentos temeríeis durante seu trabalho no campo. Veja o que diz o profeta Jeremias no capítulo Jr 17:15-16;- Eis que eles me dizem: Onde está a palavra do SENHOR? Venha agora. Porém eu não me apressei em ser o pastor seguindo-te; nem tampouco desejei o dia da aflição, tu o sabes; o que saiu dos meus lábios está diante de tua face. 10. Quando o povo entra pelo o caminho do descontentamento não reconhece mais o valor e a vocação do obreiro, isto é um dos piores desastres espiritual que uma igreja pode passar. E além do mais o pior de tudo é quando sua própria família dá apoio e se ajunta a favor de quem está contra ele. Como foi no caso de Moisés que amargou de sofrimento por saber que seu primo Coré estava ao lado dos inimigos da obra de Deus Nm 12:1-6 16: Disse mais Moisés a Coré: Ouvi agora, filhos de Levi. 11. A insatisfação vem causando dano e arrasando a vida de muitos de nossos obreiros. E além do mais vem dissipando ou acabando com a fé de muitos servos de Deus, que vem perdendo a noção do que somos capazes fazer pela a fé. E muitas vezes esquecem que a fé pode nos trazer um dos maiores benefícios, que é a liberdade de servirmos a Deus sem se preocupar com aquilo que não diz respeito a nós. Entreguemos as mãos de Deus nossas causa que Ele tudo pode. O triste é que, alguns preferem antes ficar preso pelos apetites do velho mundo (Egito) presente com suas facilidades, do que sofrer ao lado de Cristo, e de seus irmãos a caminho da terra prometida. Ex 16:3-2 V, 2 E toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão no deserto. V, 3 E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera tivéssemos morrido por mão do SENHOR na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes trazido a este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão. 12. Nós o povo de Deus quando nos envolvemos com os insatisfeitos, ou, deixamos levar por eles; podemos afirmar que estamos à beira de uma contenda uns com os outros. E muitas vezes o Pastor embora sendo inocente, é colocado como sendo o culpado de toda a situação que está acontecendo, Tudo nos leva a crer, que, é porque ele que esta na frente do combate; e é o primeiro a ser atingido. EX 17:1-3. V, 2 - Tendo, pois ali o povo sede de água, o povo murmurou contra Moisés, e disse: Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matares de sede, a nós e aos nossos filhos, e ao nosso gado? 13. A insatisfação é um forte convite ao desvio de Deus e de nossa boa conduta, isto pode até nos levar a morte espiritual. EX 32: V, 25 E, vendo Moisés que o povo estava despido, porque Arão o havia deixado despir-se para vergonha entre os seus inimigos. 14. A insatisfação nos traz perdas das bênçãos e privilégios da parte de Deus e de nossos irmãos em Cristo. Nm 14: V, 23 Não verão a terra de que a seus pais jurei, e nenhum daqueles que me provocaram a verá. 15. A insatisfação nos faz cair no desagrado dos olhos de Deus. Nm 14:33-34 V, 33- E vossos filhos pastorearão neste deserto quarenta anos, e levarão sobre si as vossas infidelidades, até que os vossos cadáveres se consumam neste deserto. 16 O cristão que vive uma vida de insatisfação, quando entra na guerra não ganha a luta e muito e menos a vitória. Nm 14: V, 40 E levantaram-se pela manhã de madrugada, e subiram ao cume do Página 5

6 monte, dizendo: Eis-nos aqui, e subiremos ao lugar que o SENHOR tem falado; porquanto havemos pecado Quando a igreja, e os seus obreiros estão vivendo um clima de insatisfação uns com os outros, todos estarão vulneráveis, e não muito longe ora começassem a se formar em grupos ou facções dentro da igreja. Nm 16:3-4 E se congregaram contra Moisés e contra Arão, e lhes disseram: Basta-vos, pois que toda a congregação é santa, todos são santos, e o SENHOR está no meio deles; por que, pois, vos elevais sobre a congregação do SENHOR? Quando Moisés ouviu isso, caiu sobre o seu rosto. Nm 12: A nossa insatisfação nos faz perder as estribeiras, nos fazendo impacientes no caminhar, e a perde da esperança na solução dos problemas por meios pacíficos, o que é muito grave a nós o povo e a obra Deus na terra. Nm 21:4 - Então partiram do monte Hor, pelo de Edom; porém a alma do povo angustiou-se naquele caminho. 19. A insatisfação é uma das maiores causadora da falta de aptidão à palavra de Deus, do desejo à oração, de ouvir as gostosas mensagens de nossos pregadores, e de ouvirmos aos nossos autos louvores de Deus. Ela deixa o povo de Deus fastientos do alimento espiritual, e perdem a graça da pregação do obreiro responsável pelo trabalho. E consequentemente nos sobrecarrega de fraqueza, de frieza, e ceifa a fé que tínhamos, ao principio quando aceitamos Cristo como nosso Salvador pessoal. É por estas e outras causas razões que nos tornamos presa fácil à serpente voraz, inimigo de nossa alma. Nm 21:5 E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito para que morrêssemos neste deserto? Pois aqui nem pão nem água há; e a nossa alma tem fastio deste pão tão vil. 20. Quem não é atingido por este tipo de mal estar apercebido de tudo que o acontece ao seu redor e sente a operação de Deus no meio da igreja, menos que seja ao meio das lutas e desacertos. Nm 14:6-9 E Josué, filho de Num, e Calebe filho de Jefoné, dos que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes. E falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra pela qual passamos a espiar é terra muito boa. Se o SENHOR se agradar de nós, então nos porá nesta terra, e no-la dará; terra que mana leite e mel. Tão somente não sejais rebeldes contra o SENHOR, e não temais o povo dessa terra, porquanto são eles nosso pão; retirou-se deles o seu amparo, e o SENHOR é conosco; não os temais. Observação: Os contentes no Senhor ainda têm a capacidade e vivem a interceder pelas pessoas que estão vivenciando esta situação de insatisfação. Nm 14: Agora, pois, rogo-te que a força do meu Senhor se engrandeça; como tens falado, dizendo. O SENHOR é longânimo, e grande em misericórdia, que perdoa a iniquidade e a transgressão, que o culpado não tem por inocente, e visita a iniquidade dos pais sobre os filhos até à terceira e quarta geração. - Perdoa, pois, a iniquidade deste povo, segundo a grandeza da tua misericórdia; e como também perdoaste a este povo desde a terra do Egito até aqui. Cap. II A marcha de Israel e seus acampamentos em ordem cronológica do Egito à Canaã. 1. A partida de Ramessés (primeira queixa) no Egito a Sucote, onde se acamparam. Era o dia décimo quinto do primeiro mês de Abibe ou Nisã, equivalente ao nosso mês de Abril dia anterior a celebração à Páscoa, quando Israel partiu do Egito em direção a Palestina Nm 33: De Sucote eles partiram para Etã onde se acampara já no fim do deserto do Mar Vermelho Nm 33:6 3. De Etã para Pi-Hairote onde se acamparam Nm 33:7 4. De Pi-Hairote fizeram a travessia do Mar Vermelho (segunda queixa) onde festejaram a vitoria que Deus lhe dera; e da ir para o deserto caminho de três dias no deserto de Etã onde murmuraram (Nm 33:8ª). 5. Do deserto de Etã para Mara onde se acamparam; lá existia água porem eram amargas. Quando o povo (terceira queixa) murmurou (Nm 33:8b). 6. De Mara para Elim onde se acamparam, em Elim (quarta queixa), existiam doze fontes de águas e setenta palmeiras (Ex 15:27 Nm 33:9) Observação: do Mar Vermelho a Mara fizer ambos em três dias Ex 15:22. Página 6

7 7. De Elim para o Mar Vermelho ou junto a ele, onde se acamparam (Nm 33:10). 8. Do Mar Vermelho para o deserto de Sim onde se acamparam (Ex 16:1 Nm 33:11) quando povo murmurou (quinta queixa) era aos quinze dias do segundo mês da saída de Israel do Egito. Foi neste deserto que Deus mandou um cardume de codornizes e pela primeira vez ele enviou o Maná do céu em pleno deserto (Ex 16:1-10). 9. Do deserto de Sim para Dofca, onde se acamparam Nm 33: De Dofca para Alus onde se acamparam Nm 33: De Alus para Refidim (Ex 17:1), onde se acamparam, quando o povo murmurou outra vez (sexta queixa) Lá não tinha água para o povo beber e então murmuraram (Nm 33:14) foi em Refidim que Moisés recebeu de Deus autorização para ferir a Rocha (Jesus). 12. Partiram de Refidim e foram para o Sinai (sétima e oitava queixa) ou monte Horebe e era o segundo ano da saída de Israel do Egito no dia vinte do segundo mês que eles partida do Sinai (Nm 10:11 Dt 1:19) onde se acamparam por onze meses. (Ex 19:2 Nm 33:15) Israel chegou deserto do Sinai, ou seja, ao Sinai no terceiro mês da saída do Egito (Ex 19:1-3) 13. Do deserto do Sinai para Quibrote-Hataavá (nonaa queixa), onde se acamparam. Foi lá outra murmuração, quando Moisés chamou de o sepulcro da concupiscência Nm 33: De Quibrote-Hataavá para Hazerote, onde se acamparam Nm 33: De Hazerote para Ritma onde se acamparam Nm 33: De Ritma para Rimom-Perez onde se acamparam Nm 33: De Rimom-perez, Para Libna onde se acamparam Nm 33:20 18 De Libna para Rissa onde se acamparam Nm 33:21 19 De Rissa para Queelata, onde se acamparam Nm 33: De Queelata para o monte Sefer onde se acamparam Nm 33: Do monte Sefer para Harada, onde se acamparam Nm 33: De Harada para Maquelote onde se acamparam Nm 33: De Maquelote para Taate onde se acamparam Nm 33: De Taate para Tera, onde se acamparam Nm 33: De Tera para Mitca onde se acamparam Nm 33: De Mitca para Hasmona onde se acamparam Nm 33: De Hasmona para Moserote onde se acamparam Nm 33: De Moserote para Bene-Jaacã onde se acamparam Nm 33: De Bene-Jaacã para Hor-Hagidgade onde se acamparam Nm 33: De Hor-Hagidgade para Jotbatá onde se acamparam Nm 33: De Jotbatá para Abrona, onde se acamparam Nm 33: De Abrona para Eziom-Geber, onde se acamparam Nm 33:35 Página 7

8 33. De Eziom-Geber para o deserto de Zim (décima queixa), onde se acamparam; que é Cades-Barneia Nm 33:36. Foi do deserto de Parã. Foi próximo Cades-Barnéia que Moisés enviou doze espias para olhar Canaã Dt 1: Quando nós olhamos pelo mapa se observa que do primeiro acampamento de Israel a Cades-Barneia era bem próximo da entrada de Canaã, pela entrada do Neguebe. E eles saíram de Cades-Barneia e deram uma volta, e voltaram novamente para Cades-Barneia. Pelo tudo indica era um pouco mais de um mês eles entrariam em Canaã pelo Neguebe. 34. De Cades-Barnéia para o Monte Hor que fica na fronteira da terra de Edom; onde se acamparam e lá morreu Arão o Primeiro sacerdote levitíco, com a idade de cento vinte e três anos Nm 33:31,37, Partiram do monte Hor para Zalmona, onde se acamparam; Quando o povo se impacientou no caminho, e então Deus mandou serpentes abrasadoras entre o povo Nm 21;4-9 33: De Zalmona para Punom, onde se acamparam Nm 33: De Punom para o monte Hor, onde se acamparam Nm 21:4, Do monte Hor monte Hor (décima primeira queixa) para Obote Nm 21:4, De Obote para Ijé-Abarim, no limite de Moabe, onde se acamparam Nm 21:11 33: De Ijé-Abarim para Dibom-Gade ou Zerede (Nm 21:12) onde se acamparam Nm 33: De Dibom-Gade para Almom-Diblataim, onde se acamparam Nm 33: De Almom-Diblataim para nos montes Abarim, onde se comparam; de frente ao monte Nebo Nm 33: Dos montes Abarim para junto às campinas dos Moabitas, junto ao Jordão à vista de Jerico, onde se acamparam ocupando desde Bete-Jesimom até Abel-Sitim Nm 33: Graças à ajuda de Deus finalmente o povo chegou e se posicionou ao longo da fronteira natural de Canaã. O que restava era apenas atravessar o Rio Jordão, para começa a conquista da terra. Só que há um detalhe para uma boa observação, é que eles estavam próximos às campinas de Moabe; foi quando os moabitas alugaram Balaão para amaldiçoar, que sua vez não pode; e então estrategicamente, aconselhou que os moabitas induzissem as mulheres moabitas a se prostituirem com os israelitas. Segundo o profeta Balaão, era o único meio para fazer com que a nação israelita fosse derrotada, era torná-los mal visto aos olhos de Deus. Cap. III As queixas de Israel do Egito a terra prometida A grande lista das sucessivas queixas do povo de Israel desde o Egito até a terra prometida teve seu ápice baseado em diversas situações e consequências que eles passaram, sendo criadas por eles mesmos. Durante todo aquele trajeto pelo extenso deserto, bem como por muitos outros motivos. Vejamos todas as queixas de Israel em jornada pelo deserto até entrarem em Canaã. Primeira queixa. Lugar: Ainda no Egito em Ramessés (Nm 33:3-5). Motivo: Reação à pregação da palavra de Deus por Moisés (Ex 5:5-14 Êxodo. 5:21-23). A pregação da palavra de Deus foi um dos principais motivos que levou o povo de Israel as mais diversas reações contra Moisés e contra Deus. A primeira vez aconteceu ainda no Egito quando Moisés pregou a palavra de Deus para Faraó; e fez com que o mesmo, se revoltasse contra Israel e sua pretensão de irem adorar a Deus no deserto. Sendo, esta a gota d água para que Faraó alegasse que Israel estava querendo demais. Em outras palavras, o que faraó queria dizer que eles estavam querendo demais; uma Página 8

9 vez que eram simples escravos. E, portanto; não tinham esta liberdade toda de sair por ai em busca de Deus, quando no Egito tinha muitos deuses para eles adorarem sem necessitar de sair de lá. O que eles estavam precisando segundo Faraó era de mais trabalho! Pois os mesmos estavam ociosos e de mentes desocupadas, e pensado besteiras e coisas inúteis. Imaginem os israelitas já viviam em um regime cruel e de trabalhos forçados, e o faraó ainda teve a coragem de dizer que o povo de Israel viviam ociosos e desocupados? Foi ai que veio a primeira queixa do povo quando ainda estavam no Egito. E não foi nada mole pra Moisés e Arão ouvirem do povo judeu, dizerem: que eles vieram perturbar e lhes retirar a paz, e provocar a ira de Faraó contra eles. e entregá-los a eles e seus filhos a espada de Faraó para os matar. O que eles queriam dizer a Moisés era o seguinte; a gente estava em paz, até a chegada de vocês; depois que vocês começaram a pregar sobre Jeová acabou nossa paz e nosso sossego. Ex 5:5-8 - E disse também Faraó: Eis que o povo da terra já é muito, e vós os fazeis abandonar as suas cargas. - Portanto deu ordem Faraó, naquele mesmo dia, aos exatores do povo, e aos seus oficiais, dizendo: - Daqui em diante não torneis a dar palha ao povo, para fazer tijolos, como fizestes antes: vão eles mesmos, e colham palha para si.- E lhes imporeis a conta dos tijolos que fizeram antes; nada diminuireis dela, porque eles estão ociosos; por isso clamam, dizendo: Vamos, sacrifiquemos ao nosso Deus - Agrave-se o serviço sobre estes homens, para que se ocupem nele e não confiem em palavras mentirosas. Observação. Esta foi à primeira das longas das séries de queixas e lamurias que Moisés teve que enfrentar durante 40 anos no deserto. Percebe-se que, quem os escravizava os israelitas não era só o Faraó. mais suas mentes frágeis e mesquinhas sem fé que achavam melhor viver como escravos como um boi ou um cavalo, recebendo apenas o alimento, do que percorrer um caminho difícil e trabalhoso, e de andar a caminho da terra prometida. Como era difícil lidar com um povo como este, que não ajudava nem a si mesmo.ex 14:12. - Não é esta a palavra que te falamos no Egito, dizendo: Deixa-nos, que sirvamos aos egípcios? Pois que melhor nos fora servir aos egípcios, do que morrermos no deserto. A segunda queixa: Lugar: Junto ao Mar Vermelho. Entre o Mar e Pi-Hairote onde se acamparam e dali marcharam passando por Pi-Hairote de onde atravessaram o Mar Vermelho.(Ex 14:2 13:18,14:3) defronte Pi-Haiote e a Baal-Zefom. Então Israel com medo do exercito de Faraó, clamaram, alegando de Moisés e de Deus falta de proteção. Ex 14:9-13 Motivo. A alegação de falta de proteção A saída de Israel em direção ao deserto do Mar Vermelho; foi uma estratégia de Deus que estava armando um laço para prender Faraó, e todos os seus soldados no fundo do Mar Vermelho. A Bíblia diz que Deus revelou o pensamento de Faraó a Moisés de forma antecipada. Uma coisa é certa, Deus conhece o íntimo do ser humano, inclusive todas as suas petulâncias, como era o caso de Faraó que se considerava divino. Divino? Não. Um rei covarde, mesquinho, oportunista, e do tipo de pessoa que espera apenas uma oportunidade para se vingar. E tem a arte de manipular e prender as pessoas como sua presa, somente estar ao seu serviço e mantê-lo seu suporte financeiro, e para satisfação de sua luxuria, e sua vaidade e seu egoísmo. (Ex 14:3-7) há uma coisa muito interessante a observar é que o povo de Israel saiu afoitadamente, ou, seja, eles achavam quem sabe; que pela distância estariam na terra de Canaã com menos de um mês. O que povo estavam completamente equivocados. Como poderiam eles tomar posse da benção com tanta facilidade? E cometendo logo de início, sucessivos erros contra Deus? E com muita desconfiança e falta de fé? Não por certo. Eles tinham que serem reciclados e treinados para a conquista da terra que não era nada fácil. Pois teriam que enfrentar muitas guerras; começando pela cidade de Jericó. O clamor do povo no deserto do Mar Vermelho O povo clamor ao Senhor Deus e Moisés. Revoltados, diziam que era melhor terem morrido no Egito pela mão de Faraó do que está passando por aquele apuro. E toda esta queixa não era outra coisa senão com medo do exercito do Faraó que se aproximava deles. Pois viram que estavam impedidos de prosseguir viagem, por ter o Mar Vermelho em sua frente e um deserto que para eles era o fim de tudo. Página 9

10 Então todos ficaram apavorados e sem demonstrar nenhuma fé em seu Deus, que estava lhes conduzindo ao um lugar melhor. Havendo Israel chegado ao Mar Vermelho e acampamento entre Pi-Haiote e Migdol, com frente à Baal-Zefom, ao longe puderam ver que o exercito de Faraó se aproximava e logo tremeram de medo. E se esqueceram de Deus; mostrando grande covardia; e culparam Moisés e o próprio Deus como únicos culpados daquele tamanho vexame. Ex 14: os egípcios perseguiram-nos, todos os cavalos e carros de Faraó, e os seus cavaleiros e o seu exército, e alcançaram-nos acampados junto ao mar, perto de Pi-Hairote, diante de Baal-Zefom. - E aproximando Faraó, os filhos de Israel levantaram seus olhos, e eis que os egípcios vinham atrás deles, e temeram muito; então os filhos de Israel clamaram ao SENHOR. - E disseram a Moisés: não havia sepulcros no Egito, para nos tirar de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos fizeste isto, fazendo-nos sair do Egito? - Não é esta a palavra que te falamos no Egito, dizendo: Deixa-nos, que sirvamos aos egípcios? Pois que melhor nos fora servir aos egípcios, do que morrermos no deserto. Observação: 1- A pergunta feita por Israel a Moisés quanto não haver cemitério no Egito para serem sepultados; era pura ironia do povo revoltados contra Moisés. 2- Foram de Pi-Hairote que Israel fez a travessia do Mar Vermelho Nm 33:8 3. A pessoa que esta longe de Deus, acha que levar uma vida na pratica do pecado, é coisa absolutamente mais que natural, pois seus sentidos não funcionam, para a rejeição do mal. E sente saudade de todo o seu velho passado e das praticas ilícitas do velho homem. Que tristeza saber que as pessoas não têm o prazer e nem querem suportar o sofrimento a caminho do céu, a maioria das pessoas não encaram o sofrimento a caminho do céu como um privilegio; mas como um fardo tão pesado que não conseguem ou suportar. que disse Jesus em (Mt 11: 28-30) - Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. -Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. - Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Terceira queixa: Lugar. Mara. Entre o deserto do Sur e Elim (Ex 15:22,27 16:1) A falta d,água em Mara foi logo após a travessia do Mar Vermelho. (Mara em hebraico, quer dizer amargo). (Do Mar Vermelho caminhando pelo deserto do Sur caminho de três e daí para Mara Ex 15:22-23) Motivo. A falta d água potável A travessia do Mar Vermelho para o povo de Israel foi motivo de festa e grande comemoração; pela alegria, de seu livramento; que Deus lhe dera resgatando sua alma por sua poderosa mão. Depois daquele livramento todo Israel festejou ao som de tamboris. A lembrança da festa do milagre pela passagem do Mar Vermelho durou pouco tempo. Aconteceu que, partindo eles de deserto adentro caminho de três dias, não encontraram água. E acamparam-se em Mara por vê que ali existia água. Já acampados em Mara, Moisés e o povo foram surpreendidos; pois as águas de Mara eram tão amargas e salobras que não poderiam beber. O que tudo indica que aquela água só servia para animais, e não para o consumo humano. E logo o povo reagiu contra Moisés pela falta d água com apenas três dias de viagem de deserto adentro, se esquecendo do milagre da passagem pelo Mar vermelho que ainda estava fresquinho, fresquinho. Como o homem tem memória curta para lembrar-se dos benefícios, e dos milagres, e livramentos de Deus a seu favor. Como somos ingratos em não sabemos agradecer a Deus e por tudo o que nos tem concedido Ex (15:22-27); e por cima de tudo ainda somos insatisfeitos. A gravidade do problema na vida de Israel não era a falta d água ou que as águas eram amargas. À questão central, era que eles entraram em um estado de amargura de alma e espírito. E isto lhes trouxe sérias complicações. Que abalou e enfraqueu-se-lhe a fé, e consequentemente se contaminaram pelas veredas do murmúrio, da facção, da ingratidão, e das constantes calunias, e repúdios aos santos obreiros a quem Deus lhes havia conferido o poder de governar sobre eles. Não seria melhor sofrer: as angrurias Página 10

11 e o sofrimento na caminhada do deserto, para herdar a terra prometida do que permanecer presos e escravos e sem perspectiva de um futuro melhor? Observação: Há nesta queixa alguns pontos e uma nítida descoberta para os dias atuais. É que existe tanta gente neste mundo se dizendo satisfeito, vivendo em um regime de pura escravidão. Como por exemplo, 1 - Vivendo escravo do vicio do fumo. As pessoas que fumam estão se comportando pior do que os animais; faça um teste. Escolha uma bituca de cigarro e uma casca de banana, para fazer o teste em um porco, jogando pra ele os dois e então você verás o que vai acontecer. Ele comerá a casca de banana, mas não come a bituca do cigarro; você já sabia disto? 2- Outros vivem na pratica de todo tipo de imundice; como é o caso dos homossexuais, das lesbicas dos que se prostituem, dos feiticeiros, dos idolatras. Tais pessoas se comportam pior do que os animais irracionais. 3 - E outros vivem na bebedeira. E ainda dizem que são donos de seu nariz; como que é dono do nariz não conseguem se livrar de tais vícios? (Ex 15:22-24) - Depois fez Moisés partir os israelitas do Mar Vermelho, e saíram ao deserto de Sur; e andaram três dias no deserto, e não acharam água. - Então chegaram a Mara; mas não puderam beber das águas de Mara, porque eram amargas; por isso chamou-se o lugar Mara. - E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? Meus queridos amigos é muito melhor sofrer atravessando à porta apertada e andando na vereda estreita do que no fim ter que passar em uma porta larga entrando direto por inferno para todo o sempre. Quarta queixa. Lugar Deserto de Sim. (Ex 16:1). Entre Elim e o Dofca (Nm 33:12). Nessa quarta queixa o povo reclama pela falta de Mantimento, no deserto de Sim (Ex 16:1-4). Era o décimo quinto dia, do segundo mês de zive ou liar equivalente ao nosso mês de maio (Nm 16:1) da saída do povo de Israel do Egito, quando eles murmuraram por falta de mantimento (Ex 16:2-3) no deserto de Sim; e Deus provou seu poder mandado cordonizes e o Maná (Ex 16:12-21) Motivo. A falta de mantimento Aconteceu que chegando Israel ao deserto de Sim, houve grande queixa por falta de mantimento. No deserto de Sim, o povo se queixou contra Moisés e contra Arão por falta de pão, ou seja, de alimento. E fizeram uma das declarações mais triste que se pode ouvir de uma pessoa que se diz povo ou servo de Deus. Segundo eles achariam melhor morrer pelo castigo das mãos de Deus no Egito do que está morrendo de fome no deserto, enquanto no Egito existia fartura de carne, cebola, pepinos etc. O que realmente Israel queria dizer era: melhor morrer de barriga cheia nem que seja desviado e perdido sem salvação do que sofrer fome (Ex 16:1-3). Deus em sua infinita misericordioso envia uma nuvem de codornizes e o gostoso maná (Ex 16:5-10) para provar a eles que cumpre com sua palavra quando promete. O aparecimento das codornizes e do maná em terra deserta é comprovadamente um (fenômeno-naturaldivino) de Deus revelando ao seu povo mais uma vez seu poder soberano sobre a natureza que criou. Você que está lendo este artigo, não me pergunte de onde veio às codornizes, e como se formou o maná que caia no solo terrestre contendo todos componentes nutricionais que o ser humano precisa para manter seu corpo com todas as energias da vida. É com toda certeza que podemos afirmar que aquele fenômeno não aconteceu por acaso. Deus tinha o objetivo de alimentar seu povo, e satisfazer seus instintos ou desejos naturais que qualquer ser humano tem. Foi provado que foi o senhor Deus quem mandou as cordonizes e o maná quando mostrou sua glória no deserto em uma nuvem aos olhos de todo povo para que todos crescem nele (Ex 16:6, 10). Observação. 1 - A nossa ingratidão sempre nos leva a sonhar com outras condições longínquas que vivemos no passado que vivíamos no passado. Pra nunca ter que enfrentarmos a dura realidade que estamos vivendo no presente (Rm 1:21). Página 11

12 2 - É uma tendência do ser humano lembrar-se dos velhos tempos em que vivia pecando à vontade. É necessário ter muito cuidado com a velha saudade do passado; do cheiro da cebola, do cheiro do cigarro, do perfume dos antigos amores, da bebida que é um forte atrativo à tentação para nos levar de volta ao velho Egito. E por ultimo do instinto carnívoro, do pão ou dos guisados ou guloseimas do velho mundo como seus mais variados sabores. Quinta queixa. Lugar Refidim. Entre Alus e o deserto do Sinai (Ex 17:1-7 18:5 Nm 33:14-15) A reclamação pela falta d água em Refidim foi junto ao Monte Sinai. Motivo. A falta d água em Refidim A nação israelita ao chegarem a Refidim, e acamparam-se. E pela faltando d água naquele lugar; eles murmuraram contra Deus e contra Moisés. Então Moisés clamou ao Senhor Deus, e o mesmo lhe enviou pra frente de uma rocha que existia ali, e chegando lá segundo sua ordem, feriu a rocha; e dela saiu água suficiente para matar a sede de todo o Israel (Ex 17:6-7). A água que saiu daquela rocha, não era tão pouca. Era água com abundancia. Capaz de encher um açude. Pense água para matar a sede de uma grande multidão de cerca de três milhões de pessoas não era pra ser tão pouca (Nm 11:19-23). Por conta da tribulação que Moisés servo do senhor passou naquele local, aquela tribulação lhe deixou marca pra nunca mais esquecer. Por isso ele mudou o nome daquele lugar para Massá que quer dizer tentação e Meribá que significa contenda. Isto é, contenda de Israel contra Deus. Quando diziam está o Senhor em nosso meio ou não? (Ex 17:7) Foi em Massá ou Meribá que o povo Israelita declinou ou desceu espiritualmente ao fundo do poço. Mais teve mesmo na fraqueza enfrentar uma guerra pra poderem criar mais fé no Senhor seu Deus, que vinha lhes conduzindo desde o Egito até ali. Os preparativos para a batalha em Refidim (1). Como o obreiro Moisés como já era um homem experiente no deserto providenciou tudo na medida certa para a hora do combate. Autorizou homens maduros dentre o povo que conhecia; como por exemplo, Josué que ficasse no comando e escolha de homens habilidosos para o combate, e capazes de empunhar a espada sem medo (Ex 17:9). (2) Enquanto Josué vai ao combate com as tropas ao encontro de Amaleque, Moisés sobe com um grupo a um monte e lá junto com seus companheiros começam uma ferrosa oração a favor do povo que estavam lutando naquele deserto quente. Em sua oração ele levantou seu bordão que trazia desde o Egito, com um gesto de oração, de fé, e de confiança. Até que Deus mostrou seu livramento, se revelando como fonte eterna de amor, de compaixão, graça e salvação em proteger seu povo, que eram teimosos. (3) O confronto ou a luta que Moisés teve em Refidim contra o rei dos amalequitas junto com seus companheiros, não foi só física. Esta também foi uma ferrenha guerra espiritual contras as forças diabólicas que queriam a todo custo fazer Israel voltar ao Egito. Aquele dia dependia de um esforço conjunto. Ação, oração e jejum ao mesmo tempo. Pois não se tratava apenas de guerra física; era o diabo incorporado em pessoa nos soldados comandado pelo rei Amaleque. Graças a esses esforços conjuntos e a oração coletiva vitória veio. Segundo escreveu Moisés em seu livro do êxodo; o momento que mais ele passou por exaustão foi quando levantava sua oração pedindo por socorro a Deus pra não serem destruídos logo no inicio da jornada; e ela fosse frustrada logo no inicio. Como havia planejado o diabo. Segundo ele, quando levantava as mãos com a vara sentia excessivo cansaço muscular ao sustentar o bordão; como símbolo de oração e fé. Mais seus companheiros Arão e Hur, o ajudavam até que a vitória foi total contra os inimigos de Deus e de Israel (Ex 17:12). (4) Agora era a hora de agradecer pela vitória que Deus lhes dera. Então eles levantaram um Altar ao SENHOR DEUS e chamaram o Senhor É Minha Bandeira (Ex 17:15-16) Página 12

13 Ex 17:2-3. Então contendeu o povo com Moisés, e disse: Dá-nos água para beber. E Moisés lhes disse: Por que contendeis comigo? Por que tentais ao SENHOR? - Tendo, pois ali o povo sede de água, o povo murmurou contra Moisés, e disse: Por que nos fizeste subir do Egito, para nos matares de sede, a nós e aos nossos filhos, e ao nosso gado? A murmuração em Refidim é mais uma repetição de mais uma queixa por falta d'água. E foi a partir desta murmuração ou insatisfação que o povo de Israel foi considerado como tentadores de Deus. Ou seja, colocou Deus a prova tendo visto tantos milagres da providência de Deus no deserto. Foi desse dia em diante que Israel ganhou da parte de Moisés e de Deus um discurso mais duro por causa de suas desobediências e rebeldias, que estava se tornando quase que insuportáveis aos olhos de Deus; que começou a ficar irritado e impaciente com aquele povo. Refidim foi o local onde Deus autorizou Moisés a ferir a Rocha Cristo como se fosse um tipo de substituição de Cristo em lugar daquele povo, que mereciam morrer desviando em suas amarguras e descontentamento. O comportamento repulsivo de Israel aos olhos Deus já se podia considerar todos eles como desviados de Deus. Percebe-se, que, foi daquele dia em diante que começa os intensos sofrimentos de Cristo por conta da rejeição de Israel ao Messias (Ex 17:6-7), que culminou com sua morte no calvário. Observação. A) Esta murmuração foi à pior de todas. Pois, o povo colocou a presença de Deus e seu poder em jogo, e mostrando uma incredulidade intolerável aos seus olhos Deus. B) O povo de Israel por lhe faltar percepção espiritual estavam longe de reconhecer que suas dificuldades, amarguras, sofrimentos e desconforto; os culpados eram eles mesmos, e queriam culpar Moisés por tudo que passavam; se esquecendo de que todos eles eram companheiros, da mesma situação. C) A queixa de Moisés não esconde a preocupação e possibilidade do povo lhe apedrejar. A insatisfação do povo estava ganhando uma nova dimensão diferente; a do espírito assassino. Era o mesmo espírito dos judeus que, quando perseguiram e mataram Jesus, agora opera de forma antecipada contra Moisés o representante legal de Deus a favor de todos eles, que lutava para lhes dá uma moradia digna e livre de escravidão, mas, eles não entenderam (At 7:25-26). Ex 16:14 - E partindo de Elim, toda a congregação dos filhos de Israel veio ao deserto de Sim, que está entre Elim e Sinai, aos quinze dias do mês segundo, depois de sua saída da terra do Egito. - E toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão no deserto. - E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera tivéssemos morrido por mão do SENHOR na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes trazido a este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão. Então disse o SENHOR a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu o prove se anda em minha lei ou não. A misericórdia de Deus a favor de seu povo Deus em sua infinita misericórdia, não olhou naquele momento para as fragilidades de seu povo; pois que viu à amargura de espírito naquele deserto. Pois sabia que àquela hora em momento de ajudá-lo, pois via que em poucos dias eles teriam que enfrentar sua primeira guerra a caminho da terra prometida. Essa guerra que o povo de Israel teve foi contra o rei Amaleque (Ex 17:8-16) quando Deus mostrou a todos eles que estava ao lodo deles, lhes protegendo guardando e lhes dando a vitória contra Amaleque. Esta cena que se viu em Refidim foi uma verdadeira demonstração do amor de Deus por eles. Esta é uma das cenas mais tocantes para o que o cristão entende o que é a misericórdia de Deus a favor de seu povo. O livramento de Deus na guerra em Refidim Página 13

14 Lá em Refidim Israel mostrou certo esvaziamento espiritual, e de uma fé raquítica e falta de percepção espiritual. Daria pra dizer, que não sentia a presença de Deus, naquele lugar? Acontecendo tanto milagres no meio deles! Não por certo. Mas o triste é que eles chegaram a perguntar a Moisés; está o senhor no meio de nós ou não? (Ex17:7) Porém Deus usou de misericórdia lhes dando um grande livramento a eles das mãos de Amaleque que veio pelejar contra eles em Refidim (Ex 17:8). A sexta queixa. Lugar. No Monte Sinai. A acusação a Deus e Moisés de terem abandono seu povo (Ex 32:1-2). Ocasião que confeccionaram um bezerro de ouro. Era o primeiro dia do terceiro mês (Sivã) equivalente ao nosso (Junho) da saída de Israel do Egito (Ex 19:1--3) Motivo. Alegação de abandono e cuidado Aparentemente a chegada de Israel ao Sinai, indicava que tudo ia mudar. Até Deus fez promessas de torná-los deles reino sacerdotal (Ex 19:5-6) e o povo correspondeu em palavras dizendo tudo quanto o Senhor mandasse eles iram fazer (Ex 19:8), pois haviam vistos o livramento de Deus das mãos de Amaleque, a água que sair da rocha em Refidim; e o milagre da descida do maná no deserto de Sim e as codornizes que vieram sem ajuda de mãos. Enfim, viram o poder de Deus manifesto na nuvem (Ex 19:9). Os cultos no Sinai estavam acontecendo normalidade na direção de Moisés e Arão. Para complementar com o momento do culto a Deus Moisés subia ao monte Sinai e trazia para o povo a palavra e a ordem divina. Até começaram a se consagrar-se e adorar a Deus (Ex 19:11-17). Porém quando Moisés teve a necessidade de ausentar-se, por quarenta dias da congregação para receber de Deus os dez Mandamentos lá no cume do monte, de repente toda congregação mudou, e levou as lideranças também no mesmo embalo. Havendo Moisés subido ao Monte Sinai, deixou a congregação a cargo de Arão seu irmão; confiando lhe toda responsabilidade, como pastor das ovelhas na sua falta. E ao chegar foi surpreendido. Pois viu que a igreja israelita que ele havia deixado já não era a mesma quando ele o deixou quando se ausentou. O Pastor Arão se deixou levar e se influenciar pelo povo, em vez de liderar o povo, o povo era quem estava lhe dando as regras e o que ele devia fazer na obra de Deus. Pelo que podemos descobrir, é que dentro da congregação tinha alguém de posição e de influência forte que levou Arão atender ao pedido do povo, e vez de obedecer às ordens divina. A reivindicação deles era pra que Arão confeccionasse de um bezerro em substituição ao Deus verdadeiro. Alegando que ninguém tinha a certeza se este Deus do qual Moisés estava falando estava realmente de verdade ou não guiando eles. Segundo o que dava entender os israelitas em suas palavras, não adiantava esperar mais por Moisés; porque ele havia sumido na montanha junto com seu auxiliar Josué; ou quem sabe já tinham morrido nos precipícios. Em outras palavras; Já fizeram foi morrer lá no alto. E agora vamos é cuidar de nossa vida por conta própria. Nós estamos é livre daquele Pastor careta, cafona, radical e tradicional Foi ai que se enganaram completamente. Deus estava com eles no alto da montanha. (Ex 32:1-10 Dt 9:25-29) A liderança de Moisés se faz sentir quando vemo-lo ele dizer que passou quarenta dias e quarenta noites em oração em favor de Israel; é ai que esta a notoriedade de um verdadeiro Pastor de ovelhas que sofre por puro interesse pra ver o bem de suas ovelhas, nem que lhe custe um sacrifício de se mesmo. Eis a razão porque ele tido como um tipo de Cristo como um verdadeiro Pastor. Quem teria a disposição, e a coragem de passar horas e horas de oração em favor de um povo que queria sua retirada da igreja e o seu mal? Você tem feito assim? Se você realmente for ministro de Deus, o fará. (Dt 9:25-29). Nem um obreiro espere que a ovelha venha para o aprisco doente, ferida, fraca, maltratada, desprezada, ou sem atenção de seu Pastor ou liderança que esteja à frente do trabalho. Senhor obreiro seja consciente de que suas palavras agressivas são verdadeiras pauladas, espancamentos, ou escorneada as suas ovelhas. Se você não estiver sabendo tratar bem seu rebanho, talvez seja porque você não está andando Página 14

15 com elas pelo deserto. Sinta o que elas sentem como sentia o pastor Moisés. Que os tratava com todo o amor, mesmo passando por rejeição por parte delas. Se Moisés fosse do tipo de muitos Pastores, Missionários, Evangelistas e Presbíteros de nossos dias; jamais ele seria um tipo de Cristo, e nem serviria de exemplo ao rebanho. O bom exemplo do Pastor Moisés fala até hoje. Sejamos verdadeiros exemplos na pessoa de Cristo Jesus como foi nosso irmão Moisés. É disso que precisamos como obreiros do Mestre (Ex 32:11-14). Aconteceu que, terminado Moisés o período de a oração de quarenta dias, de sua segunda subida ao monte em favor do povo, onde por ocasião pegaria as novas tabuas da Lei. Quando ele desce do monte, ao longe ouviu um barulho que não era familiar a cristão e nem tão pouco era barulho de glórias a Deus e aleluias. Quando Moisés chegou percebeu que toda congregação que já haviam deixado crentes, agora estavam todos desviados do propósito ou objetivo real. Ou seja, haviam abandonados a esperança de conquistar a terra da promessa dada por Deus aos seus pais: Abraão, Isaque e Jacó. A alegria de Moisés Voltando um pouco no tempo, dar pra imaginarmos quanto alegre estava Moisés quando vinha de volta do topo do Monte Sinai, por ter conseguido de Deus graça, e por ouvir sua oração naquela campanha de quarenta dias de oração. E para aumentar ainda mais sua alegria, ele trazia nas mãos à lei feita pela própria mão divina. E não era pra estar alegre? Quanta alegria sentia Moisés e seu companheiro Josué. A ida de Moisés ao Sinai por apenas quarenta dias foi o suficiente para o povo sair do plano de Deus. De repente ele e seu companheiro Josué escutam um barulho ou alarido e sentiram de que algo estava errado. Josué seu auxiliar até chegou a suspeitar que estivesse acontecendo uma guerra. Porem Moisés, que era homem mais experiente, sentiu que o barulho não era de quem guerreava e nem de quem adorava a Deus. Era de quem festejava na sambando no desvio dos caminhos da obediência a Deus. Disse Moisés: não é alarido dos vitoriosos ou dos vencidos, mas, é dos que cantam eu as ouço. Que homem dos ouvidos perceptíveis Moisés em? O barulho era do povo adorando o bezerro de ouro para tristeza deles. A omissão e culpa de Arão. Assim como vemos a autêntica autoridade de Moisés; também vemos a incompetência de Arão e sua falta de autoridade e omissão. Será que Arão temia o povo, ou porque ele também tinha tendência a desobedecia também? Pelo que se parece, Arão era um tanto relaxado para com a obra de Deus que recebera lá no Sinai ou monte Horebe; o cargo ou liderança, que ele havia recebido de seu irmão para cuidar de seu povo naquele pequeno período foi um fracasso Ex 32:25 Veja como ele se comportou diante do povo 1 - O povo procurou a Arão para um acordo e ele o aceitou. Isto é, ele concordou que naquele acerto faria ou confeccionava um bezerro pra eles adorarem mo lugar do deus verdadeiro (Ex 32:1ª) 2 - Ele obedeceu ao povo menos a Deus Ex 32:1b 3 - Ele acreditou nas insinuações do sumiço de Moisés e do abandono que deu ao povo. E é porque Moisés era seu irmão. E se não o fosse? Como seria então (Ex 32:1c)? 4 - Arão entrou em ação junto ao povo, autorizando a coleta de muito ouro para a confecção do bezerro (Ex 32:2-4) que tanta facilidade, as só pro mal. A consequência. A) Houve a perda de três mil homens pelo zelo da tribo de Levi Ex 32:28. Página 15

16 B) Eles tiveram que beber e amargar toda a água do bezerro que Moisés mandou queimar e das cinzas fez um suco e deu pra eles beberem (Êxodo 32:20) - E tomou o bezerro que tinham feito, e queimou-o no fogo, moendo-o até que se tornou em pó; e o espargiu sobre as águas, e deu-o a beber aos filhos de Israel. A confecção do bezerro foi muito impressionante e de como eles fizeram rapidez. Eles só procuravam Moisés para reclamar; e a Arão para induzi-lo ao erro a pecar contra Deus. Para pedir oração a Moisés na hora da dor estavam prontos. Menos para lhe atender e obedecer a Deus. A sétima queixa. Lugar: Também no Sinai. A revolta de Coré, Datã, Abirão aconteceu em duas etapas consecutivas. A primeira etapa. Revolta de Coré e seu grupo. Nm 16: :9-11. Motivo. A remoção de Arão e Moisés de seus cargos A revolta liderada por Coré teve participação de um grupo em torno 250 lideres. Que por sua vez envolveram também suas famílias. O objetivo era assumir o sacerdócio de Arão, e retirar Moisés da liderança da congregação; alegando serem eles tão santos quanto Moisés e Arão, ou, ate mais santos do que eles (Nm 16:2-13). A pessoa de Moisés e Arão diante daquela rebelião contra eles tentaram se explicar aos seus companheiros, parentes e amigos, dizendo: irmãos porventura não escolheu o Senhor Deus, a vós da congregação para ministrar e chegar a si a fim de cumprirdes o serviço do Tabernaculo? E escolheu a Coré e seus irmãos; e ainda procurais o sacerdócio (Nm 16:9-10)? Naquele dia houve forte discussão. E eles chamaram Moisés de mentiroso e fazedor de promessas falsas em nome de Deus (Nm 16:12-14). E além do mais, eles estavam insinuaram que Moisés estava se enriquecendo ilicitamente a custa da congregação. Ou seja, Moisés estava se esquecendo com o dinheiro que eles contribuíam (Nm 16:15). Depois que Moisés foi taxado de ladrão foi entregar o problema nas mãos de Deus dizendo o seguinte: SENHOR não lhe dê ouvido, e não atentes para a sua oferta. porque nem sequer tomei de suas mãos um só jumento, e nem pouco lhe fiz mal (Nm 16:15). As consequências na primeira rebelião. A) Perderam a comunhão com Deus e com Moisés B) Perderam o posto e honra que Deus lhe dera diante da congregação (Nm 16:23-26). C) Não foram aceitos por Deus quando lhe ofertavam (Nm 16:24-26). D) Perderam suas vidas e levaram todas suas famílias com eles; quando a terra se abriu e engoliu a todos. Este foi um dia em que todo povo de Israel se vira em pânico e fugindo com medo da terra os tragar também (Nm 16:27-35). E) O fogo procedente do Senhor se acendeu na congregação e consumiu todos os obreiros que se diziam mais santos do que todos. Talvez obreiros fossem daqueles que oram muito, jejuam, leem bastante a Bíblia, e se acham supercapacitados que ninguém ousaria ser igual a eles. (Nm 16:13) A segunda etapa da revolta de Coré. A revolta de toda congregação (Nm 16:41-50). Página 16

17 Esta segunda etapa da revolta de Coré, se envolveram toda a congregação de Israel. É interessante notar que o ser humano, realmente tem o coração duro. Veja que todos os desobedientes e rebeldes haviam sidos sepultados por Deus em uma sepultura coletiva, e ainda estavam no estado da putrefação no solo terrestre. E com certeza, esse buraco onde foram todos sepultados, era visual, ou, aberto aos olhos de todos. E o fedor podre de carne humana, que atraia os animais de rapina se podia sentir no nariz de longe. Mas eles não tomaram como exemplo, e logo se levantou outro motim e agora era pra valer mesmo. Houve um grande ajuntamento contra Moisés. E a acusação contra Moisés era de assassino. Pois segundo eles, Moisés havia matado as ovelhas do Senhor. E, portanto, não merecia permanecer no cargo. Sendo que nada vinha das mãos do servo de Deus; tudo era das mãos de Deus por causa de seus próprios pecados e insatisfações. As consequências da segunda rebelião. A) Perderam a comunhão com Deus B) Provaram à ira divina mais uma vez C) Perderam em um só em dia pessoas. Junto aos 250 dá torno de 15 mil mortos na rebelião de Coré (Nm 16:49) Observação: Também encontramos um desentendimento entre Miriã, Arão e Moisés que aconteceu em Hazerote (Nm 11:35 12:16) Porém não é contado como sendo uma queixa, por ser de cunho familiar; que não envolveu a nação, ou, seja, não envolveu todo o povo foi apenas restrito à família. Mesmo assim não deixou de vir disciplina de Deus para eles. Aquele desentendimento foi chamado de a sedição de Miriã e Arão". (Nm 12:1-16). Oitava queixa. Lugar: Quibrote-Hataavá (Quibrote-Hataavá que fica entre o deserto de Parã próximo ao Sinai e Hazerote (Nm 33:16-17). Esta queixa foi contra o Maná (Jornada do Sinai ao deserto de Parã à Taberá ou Quibrote-Hataavá caminho de três dias (Nm 11:33 10:12 11:3). Motivo. A falta de sorte e queixa contra o Maná (Nm 11:1,5) Era o segundo ano ao dia vinte do mês de zive ou ijar equivalente ao nosso mês de (maio) da saída do povo de Israel do Egito, quando partiram do Sinai (Nm 10:11-12). E no dia vinte e três do mesmo mês o povo murmurou tendo andado apenas três dias no deserto (Nm 10:33) A saída do Egito até o Sinai A saída do povo de Israel do Egito se deu no primeiro do mês de abibe que é o primeiro mês do calendário judaico o (abril) do calendário gregoriano. E na madrugada do dia quinze logo após terminarem de comerem a primeira páscoa; eles partiram rumo à terra de Canaã (Ex 12:1-6) E no terceiro mês de sivã (junho) o povo chega ao Sinai onde passaram onze meses (Ex 19:1-3) No segundo ano da sua saída do Egito ao dia vinte do mês de zive ou liar (maio) tendo passado as festividades da páscoa, eles partem do Sinai (Nm 10:11) Saindo do Sinai após comerem a segunda páscoa, e ao caminharam três dias, chegaram a Taberá ou Quibrote-Hataavá, no dia vinte três de zive ou liar (maio) quando a nuvem pairou no deserto entre o Sinai e Hazerote quando se acamparam e foi o tempo em que houve a murmuração em Quibrote- Hataavá por falta d água (Ex 10:31-33) Congregação de Israel murmura conta Deus e contra Moisés. Você quer saber qual era o motivo da queixa, lá em Taberá? Pois bem; era por causa da alimentação, que segundo eles era péssima, e que só servia para dar fastio. E o alvo da reclamação era contra o maná que Deus mandava do céu (Nm 11:5-6). Imagine meus amados irmãos, reclamar: de uma comida que Página 17

18 vinha mandada direta do céu, com propósito todo especial, era muita falta de gratidão a Deus. Aquele maná era um alimento de primeira qualidade e sem defeito nutritivo. O que realmente estava acontecendo, era que eles foram tomados por um apetite físico incontrolável, que se tornou em pecado de glutonaria, e com ele veio à tentação a Deus, que pelo que parece, estavam atribuindo a Deus incompetência para cumprir com a palavra e as promessas de levá-los a terra de Canaã com todo o cuidado necessário. O apetite foi tão forte que eles elaboraram uma lista de alimentos enorme, como carne, peixes, pepinos, melões, alhos, cebolas etc. (Nm 11:4-5) para ser colocado no cardápio, e apresentaram a Deus, como se Deus não entendesse o que era melhor e a real situação deles. Só para termos uma ideia o quanto aquela murmuração foi forte, que cada família chorava aparte e reclamava de Deus e de Moisés à porta da tenda. Não deu outra, a ira de Deus se acendeu contra o povo. E o que eles queriam mais? Senão a ira de Deus se acender contra eles? E então Moisés recorreu a Deus, que providenciou o necessário. Observação: 1 - Esta queixa foi das mais marcantes das outras. Pelo fato da ira de Deus se acender contra Israel que chegou a morrer deles muita gente. E Moisés chamou aquele lugar de Taberá que significa fogo do Senhor. E tudo isso foi pelo comportamento do povo. Após eles terem a oportunidade de colherem as cordonizes e gozarem das bênçãos de Deus eles se mostraram o quanto estavam com um apetite voraz, pois das cordonizes comeram tanto que cometeram outro pecado; o pecado da glutonaria. Comeram tanta carne que saiu pelos narizes; em outras palavras a comida fazia mal porque comiam demais que ficavam empanturrados, vomitando e com uma crise intestinal que não estava escrito. Eles colhiam acima da medida que entrava em decomposição. E ai a coisa pegou. Deus começou a matar crente mal comportado. Moisés chamou aquele lugar de (Quibrote- Haavá que quer dizer sepulcro da concupiscência Nm 11:34-35). 2 - O apetite se transformou em pecado de glutonaria o que não é nada bom para um servo de Deus que deve dá bom exemplo como luz do mundo. Na igreja primitiva Paulo já recomendava que se evitasse tal comportamento, pois é muito feio. O glutão comete muito desperdício de alimentação e também não sabe fazer economia dentro de sua casa; vindo depois fazer falta mais tarde (Gl 5:21) e chega até adoecer. A nona queixa. Lugar. Deserto de Zim depois de Cades-Barnéia. A falta d água no deserto de Zim ou Cades (A jornada de Cades a caminho do Mar Vermelho rodeando a terra de Edom (Nm 20:1-13). Motivo. A falta d água em Meribá. A queixa em Cades foi novamente pela falta de d água. Não era só a falta de água em Cades ou deserto de Zim; mais pela falta de cereais. Esta queixa ficou famosa e conhecida, como a tentação de (Massá ou Meribá) que quer dizer contenda briga discussão ou confusão. Viajando Israel, e ao chegarem a Zim; a água faltou. Deus já havia autoridade que Moisés ferisse a rocha uma vez em Refidim. E agora ao chegarem a Cades-Barnéia, houve novamente a necessidade evocar novamente a rocha (Cristo). Só que a ordem foi outra completamente diferente da primeira vez, que consistia em ferir diretamente à rocha (Cristo). Já esta segunda ordem de Deus a Moisés, era que ele apenas invocasse ou falasse à Rocha (Cristo) e não ferisse. Ele fez o contrário. Feriu-a. O comportamento de Moisés diante de Deus foi imputado como desobediência, pois ele em vez de falar a rocha, para que vertesse água e saciasse a sede ou dando refrigério ao povo como Deus havia lhe ordenado; ele ficou nervoso, desequilibrado, e mal humorado, e começou proferir palavras grosseiras e agressivas contra as ovelhas do Senhor chamando-os de rebeldes; e por duas vezes ele feriu a rocha. Quando a ordem era só pra ele falar a rocha. Ele como líder devia ter dado bom exemplo para o povo, já vinha sofrido e impaciente de toda aquela longa jornada. Já não era a primeira vez que Moisés perdia a Página 18

19 paciência. Mas desta vez ele exagerou, ao ponto de não ouvir a voz de Deus. O que nos dá uma impressão de que nesta queixa foi a pior contenda do povo contra Moisés. A briga de Moisés com o povo de Deus foi feroz, o que fez Moisés sair do plano e da direção de Deus. Vejam como foi. A) Houve uma forte discussão contenciosa entre Moisés e o povo; além do mais foi de frente a tenda da congregação (Nm 20:2-3). B) Moisés foi chamado de irresponsável e matador de almas, pois segundo os israelitas, eles foram trazidos para o deserto para serem mortos (Nm 20:4). C) Houve reclamação do povo contra Moisés dizendo que tinham sido tirados e conduzidos a um lugar mau e, além disso, o povo cobrou falta de cereais, de figos, de uvas, de romãs e água para beberem (Nm 20:4-5). Observação: A nação israelita chegou ao deserto de Zim, isto é, o deserto depois de Cades-Barnéia, no primeiro mês de Abibe (Abril) calendário do gregoriano (Nm 20:1) Sabedor o rei Arade, que Israel seguia em direção a Canaã seguindo seus espias (Nm 21:1) que tinha enviado pra olhar a terra dos cananeus, preparou um exército e veio de encontro dos judeus (Nm 21:1), para tentar barrar a passagem de Israel. Chega a hora da conquista Da caminhada do Sinai à Cades-Barnéia, Deus já havia traçado a meta para o inicio da conquista. E o início seria assim que Israel chegasse a Cades-Barnéia; à região montanhosa dos amorreus. Era desta região habitada pelos amorreus de onde deveria começar a conquista da terra; segundo a boa vontade de Deus e de Moisés (Dt 1:19-21). E primeira cidade a ser conquistada era Horma que pertencia aos amorreus. Entretanto em vez de Israel obedecer a Deus e a Moisés, e partir dali com toda garra para a posse de Canaã, entraram pelo caminho da desconfiança e falta de fé em Deus, e entraram pelo caminho da rebelião e do murmúrio contra o plano de Deus e de Moisés. Em de entrar em combate na conquista da terra preferiram pedir a Moisés que enviasse alguém pra olhar como em a terra de Canaã. E Moisés aceitou sem consultar enviando doze espias para investigar o ponto fraco ou forte dos cananeus e olhar qual seria o tipo de fruto que a terra produzia. E assim fez assim que chegou ao deserto de Parã. O envio dos espias enviado por Moisés, não partiu dele e nem foi o plano de Deus. Partiu direto da vontade do povo (Dt 22-25). Mais Deus concordou (Nm 13:1-3), quem sabe para lhes dar mais uma oportunidade e evitar mais perda. Foi pior. O plano do povo em enviar investigadores pra ver a terra que mana leite e mel como disse Deus; foi motivados por incredulidade e dureza de coração. Não havia nem uma necessidade de envio de exploradores da terra de Canaã, quando Deus lhes havia revelado a toda nação israelita, que terra do qual ele havia dado a seus pais Abraão, Isaque e Jacó; era uma terra que manava leite e mel. Neste caso Moisés não vigiou e nem consultor a Deus. Por isso que a viagem dos espias foi um fracasso e trouxe perdas enormes. A nação israelita não atendeu a voz da fé. A fé não aceita um não como resposta, não aceita questionamentos, perguntas subjetivas, não aceita derrota, não aceita lhar pra traz, enfim; a carreira da fé a caminho da eternidade é um caminho sem volta. Só que Israel por causa disso passou 38 anos dando voltas, andando de Cades ao deserto do Zim Egom-Geber etc. Moisés pelo menos tivesse ideia das consequências, e de que eles iriam inflamar a terra na presença de Deus e do povo; não teria enviado nem um espia e nem concordado com tal pedido (Dt 1:19-25). A décima queixa. Lugar. No deserto de Parã que também fica do lado de Cades-Barnéia (Nm 12:16 13:1-3 13:2,21,26 13:25-33) quando os espias deram o relatório a Moisés da terra prometida ao chegarem. (A jornada de Eziom-Geber à Cades (Nm 33:36-37). Página 19

20 Observação: Esta queixa aconteceu entre parte do deserto de Parã que fica entre Cades e Eziom-Geber Nm 33:36); ficando mais próximo do monte Hor, quando Israel já havia passado por Cades, pelo deserto do de Zim e guerreado em Hormá contra o rei Arade (Nm 21:1). Motivo. O medo dos cananeus e baixa estima (Nm 13:27-33) A nação israelita ao se acamparem em Cades, que fica nos limites dos territórios dos edomitas, seus parentes por parte de Esaú, e ao se acamparem foram proibidos de mexer com seus parentes. O plano de Moisés era que de lá eles partissem direto para a conquista da terra de Canaã; passando pelos territórios de irmãos mediante acordo do pagamento da água e da comida que eles cosumissem, em troca da pagassem deles pela terra de Edom. O plano de Moisés era tentar encurtar o caminho, e não ter que enfrentar outro caminho desértico até ao Ribeiro de Zerede como aconteceu (Nm 21:12; Dt 2:13). Após o Ribeiro de Zerede moravam os amonitas, descendentes de Ló que Deus havia dado por possessão o qual também Israel foi proibidos de lutar contra eles (DT 2:14-22). De Cades Moisés enviou alguns homens de sua confiança para tentar convencer o rei de Edom que permitisse a passem de Israel pelo seu território. Moisés como era um obreiro experiente, e sabia das velhas desavenças das duas nações; desconfiava de que seria negado sua passagem pelos territórios de Edom. Mais fez uma tentativa assim mesmo. Como Moisés já suspeitava, a embaixada que ele enviou fracassou (Nm 20:14-20). Mesmo que a nação israelita tendo se humilhado, e testemunhado do livramento de Deus mediante um anjo no deserto "Cristo Jesus", (Nm 20:16); e contado todo seu sofrimento do Egito até Cades, na pessoa dos mensageiros diante do rei de Edom, o rei de Edom não teve compaixão e nem foi solidário com seus parentes (Israel) por conta das velhas intrigas do passado. Havendo Edom negociado e negado a passagem de Israel pelos seus territórios, preparou um grande exército e protegeu todas suas fronteiras territoriais que ia desde o monte Hor, até Hamate; para evitar que os israelitas não invadissem suas fazendas e campos. A negociata de Israel com Edom só fez relembrar e reacender as velhas e antigas intrigas que tinham com Israel desde o tempo de Jacó e seu pai Esaú, que perdeu toda sua herança e sua primogenitura para Jacó; o então patriarca pai da nação israelita. Com o fracasso da negociação com o rei Edom Moisés e seus companheiros tiveram que tomar outra direção, e partiram rumo ao monte Hor, costeando ainda os territórios de seus irmãos edomitas (Nm 20:23). Onde lá sepultaram o Sumo sacerdote Arão, e consecutivamente Moisés empossou Eleazar filho de Arão em seu lugar, como sumo sacerdote (Nm 26-28). Enquanto Moisés lutava com povo debaixo de grande sofrimento no deserto de Parã, chegam os espias de uma jornada de 40 dias, ai começa um novo tumulto que deu origem a décima queixa no deserto de Parã (Nm 13:25-26). O deserto de Parã é o segundo deserto que fica na fronteira com Cades-Barnéia, e entre Egiom-Geber. Com a chegada dos espias, o povo desta vez nem só se queixou contra Moisés, mas acusou o próprio Deus. A viagem dos espias foi um sucesso; mas sua chegada, em Parã; foi marcada por grande motim. O tumulto foi enorme. Com muitas discussões e muitas acusações contra Deus e rejeição ao ministério de Moisés. Vejam as acusações: A) Eles acuram Deus, dizendo que eles estavam sendo objeto de seu ódio. Com isto eles queriam dizer que Deus não os amava, e estava descarregando sobre eles o seu ódio o que não era verdade (Dt 1:27ª) B) Criaram aos olhos do povo uma imagem de um Deus cruel e sem piedade (Dt 1:27b) C) Acusaram Deus de traidor, pois segundo eles, Deus havia trazido eles para entregar nas mãos dos Amorreus, para sua própria destruição (Dt 1:27c). D) Acusaram a Deus de colocar grandes obstáculos em seu caminho, coisa que eles não teriam capacidade de suportar ou vencê-los (Dt 1:28). Página 20

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