Infraestruturas de Monitoração de Redes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Infraestruturas de Monitoração de Redes"

Transcrição

1 Infraestruturas de Monitoração de Redes José Augusto Suruagy Monteiro 16 de Abril de 2009

2 Roteiro Introdução Monitoração de Redes Métricas de Interesse Medições Ativas e Passivas Medições Multidomínio O ambiente perfsonar Projetos em andamento O Ambiente MOMENT O Sistema de Medições da GENI 2

3 Roteiro Introdução Monitoração de Redes Métricas de Interesse Medições Ativas e Passivas Medições Multidomínio O ambiente perfsonar Projetos em andamento O Ambiente MOMENT O Sistema de Medições da GENI 3

4 Monitoração de Redes O que é? Uma das técnicas utilizadas como parte da engenharia de tráfego da Internet Objetivo: Monitorar e disponibilizar dados sobre o estado da rede de modo a: Melhorar a percepção dos usuários em relação à rede Redução do custo de diagnósticos Eventual uso e adaptação das aplicações 4

5 Ei, isto não está funcionando direito! Desenvolvedor Aplicações Administrador da LAN O problema não é conosco! Não é aqui! Desenvolvedor Aplicações Administrador da LAN Está tudo funcionando! Administrador do Sistema Rede do Campus Rede do Campus O computador está funcionando bem Outros estão chegando bem Ninguém mais está reclamando Gigapop Como você resolve um problema no meio do caminho? Todo mundo diz que está tudo funcionando bem! Gigapop Administrador do Sistema Todas as luzes estão verdes! Tudo normal Não vemos nada de errado Backbone A rede está com baixa carga 5

6 Ferramentas utilizadas pelos usuários Mapas de tempo: Utilização e disponibilidade Ping: Atrasos e perdas de ida e volta Traceroute: Atrasos e perdas de ida e volta e rotas 6

7 Ferramentas utilizadas pelos gerentes de rede Ferramentas de gerência: Baseadas em SNMP, Netflow e outros Dados normalmente não disponíveis para os usuários. 7

8 Monitoração de Redes Níveis de medição: Camada de Rede Camada de enlace Camada física 8

9 O que medir: Métricas de Interesse Atraso de ida e volta (RTT Round Trip Time) Perdas de ida e volta Utilização Atraso em um sentido (One way delay) Variação do atraso em um sentido ( jitter) Perdas em um sentido Reordenação de Pacotes Largura de banda alcançável (TCP, UDP) MOS (Mean Opinion Score) Fluxos (volume de pacotes, bytes, tipo de protocolo) 9

10 Medição Importante como realimentação para otimização adaptativa e para determinar a QoS (atendimento da SLA) dos serviços. Para ser efetiva deve ser obtida e aplicada de modo sistemático. 10

11 Medições Ativas Procedimento intrusivo: São injetados pacotes na rede e observado o resultado Desempenho observado pelo usuário Ferramentas: Ping OWAMP Iperf/BWCTL NDT 11

12 Ferramentas de Medições Ativas Ping: Atraso de ida e volta (RTT Round Trip Time) Perdas de ida e volta OWAMP: Atraso em um sentido (One way delay) Variação do atraso em um sentido (jitter) Perdas em um sentido Reordenação de Pacotes Iperf/BWCTL: Largura de banda alcançável (TCP, UDP) NDT: Testes de configuração e de acesso dos usuários à rede 12

13 Medições Passivas Procedimento não intrusivo: Não é injetado nenhum tráfego na rede. São extraídas informações a partir do tráfego real. Ferramentas: SNMP: Utilização Netflow/Sflow Fluxos (volume de pacotes, bytes, tipo de protocolo) Caixas/placas de captura de pacotes 13

14 Testes através de Múltiplos Domínios ESNet Internet2 Géant 2 NREN NREN NREN Clara NREN... RNP 14

15 Medições Multidomínio Necessita uma infraestrutura de monitoração global Viável apenas em NRENs? Provedores também? Requisitos: Escalabilidade Funcionar em ambientes multi domínio / tecnologias Rápida Transparente 15

16 Roteiro Introdução Monitoração de Redes Métricas de Interesse Medições Ativas e Passivas Medições Multidomínio O ambiente perfsonar Projetos em andamento O Ambiente MOMENT O Sistema de Medições da GENI 16

17 perfsonar Infraestrutura para a monitoração do desempenho de redes. Facilita a solução de problemas de desempenho fim-afim em caminhos através de diversas redes. Contém um conjunto de serviços que disponibilizam medições de desempenho num ambiente federado. Estes serviços agem como uma camada intermediária entre as ferramentas de medição e as aplicações de diagnóstico ou de visualização. Utiliza protocolos bem definidos para a troca de dados de medições entre redes. 17

18 Arcabouço do perfsonar 18

19 Arquitetura perfsonar Middleware interoperável de medições de redes: Modular Baseado em serviços Web Descentralizado Controlado localmente Integra: Ferramentas e arquivos de medições de redes (MPs e MAs) Descoberta (LS) Autenticação e autorização (AAS) Transformação de dados (TS) Topologia (TopS) Baseado em: esquemas definidos pelo NMWG do OGF. 19

20 Componentes do perfsonar Infrastructure Data Services Measurement Points Measurement Archives Information Services Service Lookup Analysis/Visualization User GUIs Topology Service Configuration Web Pages NOC Alarms Transformations Auth(n/z) Services 20

21 perfsonar Colaboração entre: ESNet Géant2 Internet2 RNP Participantes da Géant2: ARNES, BELNET, CARNET, CESNET, DANTE, DFN, FCCN, GARR, GRNET, IST, POZNAN, RedIRIS, Renater, SURFnet, SWITCH, UNINETT Participantes da Internet2: FERMIlab, GeorgiaTech, SLAC, University of Delaware, University of Indiana. 21

22 Interação multidomínio Useful graph Fonte: Cliente Here is who I am, I d like to access MA B Token MA Here is who I am, I d likea, to MA access A Token MB a,b,c : Network A, MA AA A Where Link utilisation along - Path a,b,c? you go Get Link utilisation a,b,c Get link Here utilisation c,d,e,f AA B AA A Here you a,b,c: go Network A LS A, Where Link utilisation along - Path a,b,c,d,e,f? c,d,e,f : Network B, MA B, AA B LS A a MA A LS B MA B b e c Rede A f d Rede B 22

23 perfsonar UI 23

24 Roteiro Introdução O ambiente perfsonar Projetos em andamento MonIPÊ MonEELA2 MonCircuitos Ferramenta de Recomendação O Ambiente MOMENT O Sistema de Medições da GENI 24

25 O Serviço MonIPÊ (em implantação) Objetivo principal: prover informações de monitoramento a todos os tipos de usuários. Público Alvo: Usuários da RNP e das NRENs parceiras. Baseado no perfsonar wiki.monipe.rnp.br 25

26 Localização dos MPs Implantados em 2008 A implantar em

27 Equipamentos em cada Localidade (MPs) Kit de sincronização com GPS (para precisão nos testes de atraso em um sentido) owamp.pop-xx.rnp.br bwctl.pop-xx.rnp.br ndt.pop-xx.rnp.br 27

28 ICE CUBE 28

29 CACTISonar Admin Interface Núcleo do CACTI Usuário perfsonar-ui M A R R D Weathermap CACTISonar CACTI Usuário perfsonar-ui Arq. RRD Conf. MySQL G E R Ê N C I A MP LS MA Roteador Switch Servidor 29

30 CACTISonar 30

31 GT-BackstreamDB 31

32 MonEELA2 32

33 MonEELA2: Serviço já instalado 33

34 MonEELA2: Cenário Futuro 34

35 MonCircuitos Integração com o plano de controle Dragon/OSCARS Autobahn UCLP 35

36 Monitoração de Circuitos com o perfsonar O perfsonar foi identificado como uma ferramenta útil para o gerenciamento interdomínio de lightpaths. Alguns serviços de monitoração de circuitos no contexto do perfsonar já foram demonstrados recentemente no último Workshop do GLIF. Espera-se que haja uma sempre maior integração com o plano de controle, inclusive através do compartilhamento de serviços necessários tanto para o perfsonar como para o plano de controle das DCNs. 36

37 MonCircuitos: Proposta de trabalho Estudo, implantação e testes dos novos serviços já disponíveis para a camada 2; A eventual adaptação do coletor de status para os equipamentos disponíveis para teste; A implantação e integração dos serviços de infraestrutura do perfsonar com serviços similares do plano de controle; além da avaliação de funcionalidades ainda não disponíveis. Os serviços básicos do perfsonar servirão também para a monitoração fim-a-fim entre os pontos interconectados pela rede híbrida. 37

38 Monitoração de Circuitos Serviços Web Scripts, SNMP ou TL1 38

39 Monitoração de Circuitos: Atividades propostas Coletor de status: Identificação dos equipamentos a serem monitorados Eventual adaptação do acesso para a obtenção dos dados de status dos equipamentos, e eventualmente, a obtenção de outras informações, tais como alarmes. Estudo de coleta de outras métricas [SURF 2007] Arquivo de status: poderá ser reaproveitado o trabalho já desenvolvido no escopo do MonIPÊ para o MA-SQL Ferramenta de monitoração: cliente Web disponível atualmente, desenvolvimento de funcionalidades de interesse nas ferramentas ICE e CactiSONAR 39

40 Arquitetura do OSCARS (IDC) Customer Site External Peer End-Host Application Resource Manager User Web-Services Interface (Signed SOAP Messages) Link Reservations Bandwidth Scheduler Web-User Interface I-NNI Policy Authentication Authorization Path Setup (MPLS) PS AS + CAFe + ICPEDU OSCARS Resource Manager Path Setup (GMPLS) Topology PS TopS 40

41 Serviços de Infraestrutura do perfsonar Serviços de Informação: Serviço de Descoberta (Lookup) LS Serviço de Topologia (TopS) Configuração dos serviços Pode ser usado também para configurar os serviços do plano de controle. Serviço de Autenticação e Autorização Confederação edugain: Já está sendo usado pelo serviço AutoBahn CAFe + ICPEDU Deverão ser incluídos na relação de confiança com o edugain 41

42 Ferramenta de recomendação: Mentor Web Conceitos Provê recomendações para os usuários finais Gerente de rede, usuários em geral Sugere a utilização da rede em função de: Perfil do usuário (atributos do EduPerson), características das aplicações, desempenho da rede Paradigma cliente-servidor Servidor processa as recomendações, mantém informações dos usuários Cliente interage com os usuários, apresenta recomendações e recebe a realimentação 42

43 Arquitetura Geral MonONTO + Measurement rules MENTOR WEB JColibri Framework for Case-Based reasoning PerfSONAR MAs LDAP-Based AA Web Services for others applications EduPerson-Based Besides Ps MAs Models of users requests also on last Identification mile demand Infraestruturas tests de Monitoração de Redes Done On going 43 Future

44 Telas da versão beta 44

45 Roteiro Introdução Monitoração de Redes Métricas de Interesse Medições Ativas e Passivas Medições Multidomínio O ambiente perfsonar Projetos em andamento O Ambiente MOMENT O Sistema de Medições da GENI 45

46 MOMENT Monitoração e Medições nas tecnologias de próxima geração Tem como objetivo integrar diferentes plataformas de monitoração e medição de redes para desenvolver uma infraestrutura pan-europeia, comum e aberta. O sistema incluirá técnicas de monitoração passivas e ativas através de uma interface de serviços Web comum e uma ontologia que permita consultas semânticas. 46

47 MOMENT Medições ativas com alta precisão Descoberta Repositório da estrutura de traces e e topologia de da rede ferramentas InfraMedições de estrutura de atrasos e medições perdas em passivas um sentido 47

48 Roteiro Introdução Monitoração de Redes Métricas de Interesse Medições Ativas e Passivas Medições Multidomínio O ambiente perfsonar Projetos em andamento O Ambiente MOMENT O Sistema de Medições da GENI 48

49 GENI A Internet do futuro deve incluir o suporte a medições como um mecanismo de primeira classe por causa da importância das medições na compreensão e operação da rede. Diversas ferramentas (instrumentação) para medição e coleta de dados. Facilitará a pesquisa experimental e proverá uma fonte rica de dados para a comunidade de pesquisa. 49

50 GENI O projeto da Futura Internet oferece um terreno rico de problemas de pesquisa, assim como uma oportunidade única para a criação de novas arquiteturas levando em consideração o uso de medições e modelagem desde o seu início. 50

51 GENI: Questões para uma estratégia de medições Até que ponto os recursos de instrumentação/medições podem ser compartilhados entre os usuários? Até que ponto pode ser feito dentro de uma fatia ao invés de ser feito na infraestrutura da GENI. Que aspectos da GENI devem ser instrumentados? GENI deve incluir componentes especiais para a captura e processamento dos dados? Se estes dispositivos forem contemplados, eles deveriam ser virtualizados e ser disponibilizados dentro de uma fatia ou como parte da GENI? Como a GENI enfrenta questões de privacidade? Como os dados capturados são arquivados e usados? Em que circunstâncias a comunidade de pesquisa em geral poderá ter acesso aos dados reunidos como parte de um experimento específico? Por exemplo, sistemas experimentais que ofereçam privacidade ou anonimidade aos usuários do experimento não devem ter estas garantias comprometidas de forma arbitrária pela GENI. 51

52 GIMS: Sistema de instrumentação e medições da GENI Requisitos para medições na GENI (1/2): Implantação ubíqua Nenhum impacto mensurável nos experimentos Extensibilidade Alta disponibilidade Grande capacidade Capacidade de medir atividades detalhadas e com grande precisão em todas as camadas Habilidade de especificar as medições necessárias para um dado experimento numa fatia 52

53 GIMS Requisitos para medições na GENI (2/2): Controle de acesso (quais, para quem, por quanto tempo) Repositório central seguro e com grande capacidade onde os dados coletados podem ser anonimizados e disponibilizados aos usuários Um depósito de análise de dados onde ferramentas de visualização, interpretação, e relato podem ser desenvolvidos e disponibilizados de forma aberta Próximas atividades: Definir uma arquitetura de medições que atenda a estes requisitos e aproveite a instrumentação existente sempre que possível. 53

54 GIMS: Contexto na Espiral 1 54

55 GIMS: Projeto do Sistema 55

56 Obrigado! Infraestruturas de Monitoração de Redes 56

MonIPÊ. WTR 2013 PoP-SC. Iara Machado Fausto Vetter. Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento (DPD) Outubro 2013

MonIPÊ. WTR 2013 PoP-SC. Iara Machado Fausto Vetter. Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento (DPD) Outubro 2013 WTR 2013 PoP-SC Iara Machado Fausto Vetter Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento (DPD) Outubro 2013 Agenda Serviço de Medições da Rede Ipê Contexto Histórico MonIPÊ para a Instituição Kit de Medições

Leia mais

Proposta para Grupo de Trabalho. GT Medições 2 (GT-Med2)

Proposta para Grupo de Trabalho. GT Medições 2 (GT-Med2) Proposta para Grupo de Trabalho GT Medições 2 (GT-Med2) José Augusto Suruagy Monteiro 12 de Setembro de 2005 1. Título GT-Med2 GT Medições 2 2. Coordenador José Augusto Suruagy Monteiro UNIFACS Universidade

Leia mais

GT Qualidade de Serviço 2 (GT-QoS2) V WRNP2

GT Qualidade de Serviço 2 (GT-QoS2) V WRNP2 GT Qualidade de Serviço 2 (GT-QoS2) V WRNP2 José Augusto Suruagy Monteiro www.nuperc.unifacs.br/gtqos2 Gramado, 13 de Maio de 2004 2003 RNP GT-QoS2 Contexto Continuação das atividades iniciadas com o GT-QoS.

Leia mais

MONITORAMENTO DE REDES. Prof. José Augusto Suruagy Monteiro suruagy@cin.ufpe.br

MONITORAMENTO DE REDES. Prof. José Augusto Suruagy Monteiro suruagy@cin.ufpe.br MONITORAMENTO DE REDES Prof. José Augusto Suruagy Monteiro suruagy@cin.ufpe.br 2 Preâmbulo O que é medição? 3 Realizar medições consiste em ajustar parâmetros de um modelo de modo que ele (ao menos aproximadamente)

Leia mais

Redes Híbridas: Soluções e Perspectivas

Redes Híbridas: Soluções e Perspectivas Redes Híbridas: Soluções e Perspectivas Workshop Futuro da Internet Ciclo de Eventos 2009 CPqD José Ferreira de Rezende rezende@gta.ufrj.br Por que as redes devem evoluir? algumas aplicações científicas

Leia mais

2. Trabalhos relacionados

2. Trabalhos relacionados NeTCollector: Uma Ferramenta para o Monitoramento Distribuído de Fluxos de Tráfego em redes IP Rafael Costa, Leobino N. Sampaio, José A. S. Monteiro 1 Núcleo Interdepartamental de Pesquisas em Redes de

Leia mais

GT QoS2: Qualidade de Serviço

GT QoS2: Qualidade de Serviço GT QoS2: Qualidade de Serviço José Augusto Suruagy Monteiro Junho de 2003 Este documento tem como objetivo descrever o projeto de estruturação do grupo de trabalho GT QoS2, responsável pelo desenvolvimento

Leia mais

MonIPÊ: Serviço de Medições de Desempenho de Redes

MonIPÊ: Serviço de Medições de Desempenho de Redes MonIPÊ: Serviço de Medições de Desempenho de Redes Rede Nacional de Ensino e Pesquisa Alex Soares de Moura alex@rnp.br GT-ER 39 28 a 30 de Maio de 2015, Rio de Janeiro - RJ 2 O Problema O ecossistema de

Leia mais

Funcionalidade Escalabilidade Adaptabilidade Gerenciabilidade

Funcionalidade Escalabilidade Adaptabilidade Gerenciabilidade Projeto de Redes Requisitos Funcionalidade -- A rede precisa funcionar. A rede precisa permitir que os usuários desempenhem os seus deveres profissionais. A rede precisa oferecer conectividade de usuário-para-usuário

Leia mais

UFBA - Universidade Federal da Bahia 25-26 Novembro 2014 Alex Moura RNP

UFBA - Universidade Federal da Bahia 25-26 Novembro 2014 Alex Moura RNP Serviço MonIPÊ WTR 2014 PoP-BA - Ponto de Presença da RNP na Bahia UFBA - Universidade Federal da Bahia 25-26 Novembro 2014 Alex Moura RNP Rede Nacional de Ensino e Pesquisa - RNP Ponto de Presença da

Leia mais

O TRAFip é uma poderosa ferramenta de coleta e caracterização de tráfego de rede IP, que vem resolver esse problema de forma definitiva.

O TRAFip é uma poderosa ferramenta de coleta e caracterização de tráfego de rede IP, que vem resolver esse problema de forma definitiva. Não há dúvida de que o ambiente de rede está cada vez mais complexo e que sua gestão é um grande desafio. Nesse cenário, saber o que está passando por essa importante infraestrutura é um ponto crítico

Leia mais

Relatorio do trabalho pratico 2

Relatorio do trabalho pratico 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA INE5414 REDES I Aluno: Ramon Dutra Miranda Matricula: 07232120 Relatorio do trabalho pratico 2 O protocolo SNMP (do inglês Simple Network Management Protocol - Protocolo

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Princípios de Gerência de Redes Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Maio de 2011 1 / 13 Introdução Foi mostrado que uma rede de computadores consiste

Leia mais

MANUAL CLIENTE TODA A

MANUAL CLIENTE TODA A MANUAL CLIENTE TODA A Qualidade GVT AOS OLHOS DOS CLIENTES. TODA A QUALIDADE GVT AOS SEUS OLHOS O Serviço de Gerência é uma ferramenta fundamental para garantir o melhor desempenho dos serviços de telecomunicações

Leia mais

Tópicos Especiais em Redes Alta Performance. Paulo Aguiar DCC/UFRJ

Tópicos Especiais em Redes Alta Performance. Paulo Aguiar DCC/UFRJ Tópicos Especiais em Redes Alta Performance Paulo Aguiar DCC/UFRJ Conteúdo A convergência das redes e os grandes desafios Sistemas grandes são melhores Rede IP global como solução: limitações de desempenho

Leia mais

e-ping - Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico www.governoeletronico.gov.br www.eping.e.gov.br

e-ping - Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico www.governoeletronico.gov.br www.eping.e.gov.br e-ping - Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico www.governoeletronico.gov.br www.eping.e.gov.br e PING: Segmentação Interconexão Segurança Meios de acesso Organização e intercâmbio de informações

Leia mais

Descritivo Técnico. SLAView - Descritivo Técnico Build 5.0 release 4 16/02/2011 Página 1

Descritivo Técnico. SLAView - Descritivo Técnico Build 5.0 release 4 16/02/2011 Página 1 Descritivo Técnico 16/02/2011 Página 1 1. OBJETIVO O SLAview é um sistema de análise de desempenho de redes IP por meio da monitoração de parâmetros de SLA (Service Level Agreement, ou Acordo de Nível

Leia mais

Projeto de Redes Top-Down

Projeto de Redes Top-Down Projeto de Redes Top-Down Referência: Slides extraídos (material de apoio) do livro Top-Down Network Design (2nd Edition), Priscilla Oppenheimer, Cisco Press, 2010. http://www.topdownbook.com/ Alterações

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado A, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais

Controle de congestionamento em TCP

Controle de congestionamento em TCP Controle de congestionamento em TCP Uma das funções principais do TCP é gerenciar o fluxo de mensagens entre origem e destino, adaptando a taxa de transmissão da origem à taxa de recepção no destino de

Leia mais

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes de Computadores. Introdução ao Gerenciamento de Redes Introdução ao Gerenciamento de Redes O que é Gerenciamento de Redes? O gerenciamento de rede inclui a disponibilização, a integração e a coordenação de elementos de hardware, software e humanos, para monitorar,

Leia mais

PROAPPS Security Data Sheet Professional Appliance / Apresentação

PROAPPS Security Data Sheet Professional Appliance / Apresentação O ProApps Security O ProApps Security é um componente da suíte de Professional Appliance focada na segurança de sua empresa ou rede. A solução pode atuar como gateway e como solução IDS/IPS no ambiente.

Leia mais

Rede de Computadores II

Rede de Computadores II Rede de Computadores II Slide 1 SNMPv1 Limitações do SNMPv1 Aspectos que envolvem segurança Ineficiência na recuperação de tabelas Restrito as redes IP Problemas com SMI (Structure Management Information)

Leia mais

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS

TECNOLOGIA WEB INTERNET PROTOCOLOS INTERNET PROTOCOLOS 1 INTERNET Rede mundial de computadores. Também conhecida por Nuvem ou Teia. Uma rede que permite a comunicação de redes distintas entre os computadores conectados. Rede WAN Sistema

Leia mais

Proposta para Grupo de Trabalho. GT-BackStreamDB - Monitoramento de Tráfego de Backbones Basedo em SGSD

Proposta para Grupo de Trabalho. GT-BackStreamDB - Monitoramento de Tráfego de Backbones Basedo em SGSD Proposta para Grupo de Trabalho GT-BackStreamDB - Monitoramento de Tráfego de Backbones Basedo em SGSD Elias P. Duarte Jr. (Coordenador) Carmem S. Hara (Coordenadora Adjunta) 2008 1. Título GT-BackStreamDB:

Leia mais

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO FACSENAC SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO Projeto Lógico de Rede Versão: 1.2 Data: 25/11/2011 Identificador do documento: Documento de Visão V. 1.7 Histórico de revisões Versão Data Autor Descrição 1.0 10/10/2011

Leia mais

UFF-Fundamentos de Sistemas Multimídia. Redes de Distribuição de Conteúdo (CDN)

UFF-Fundamentos de Sistemas Multimídia. Redes de Distribuição de Conteúdo (CDN) Redes de Distribuição de Conteúdo (CDN) Objetivos da Apresentação Apresentar as arquiteturas de Redes de Distribuição de Conteúdo (CDN) com a ilustração de aplicações em ambientes corporativos e residenciais.

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA REDE DO POP-PI

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA REDE DO POP-PI AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA REDE DO POP-PI Bolsista: José Athayde Torres Costa Neto Orientador: Magno Alves dos Santos Coordenador: Nathan Franklin Saraiva de Sousa Teresina-PI Dezembro, 2008. SUMÁRIO 1.

Leia mais

GT Medições (GT-Med) Proposta

GT Medições (GT-Med) Proposta GT Medições (GT-Med) Proposta José Augusto Suruagy Monteiro www.nuperc.unifacs.br/gtmed (a ser criada) IMPA, 11 de Agosto de 2004 2003 RNP GT-Med Roteiro Contexto Atividades de Medição do GT-QoS Atividades

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - QoS e Engenharia de Tráfego www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Em oposição ao paradigma best-effort (melhor esforço) da Internet, está crescendo

Leia mais

7 Utilização do Mobile Social Gateway

7 Utilização do Mobile Social Gateway 7 Utilização do Mobile Social Gateway Existem três atores envolvidos na arquitetura do Mobile Social Gateway: desenvolvedor do framework MoSoGw: é o responsável pelo desenvolvimento de novas features,

Leia mais

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes EN-3610 Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Ferramentas de Gerenciamento de Redes Prof. João Henrique Kleinschmidt Gerenciamento baseado na Web Web browser Acesso ubíquo Interface Web vs Gerenciamento

Leia mais

SIMET Medindo a qualidade das conexões Internet no Brasil. Fabricio Tamusiunas fabricio@nic.br César Linhares Rosa cesar@nic.br

SIMET Medindo a qualidade das conexões Internet no Brasil. Fabricio Tamusiunas fabricio@nic.br César Linhares Rosa cesar@nic.br SIMET Medindo a qualidade das conexões Internet no Brasil Fabricio Tamusiunas fabricio@nic.br César Linhares Rosa cesar@nic.br NIC.br Criado para implementar os projetos e decisões do CGI.br Registro e

Leia mais

REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM

REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM REDES CONVERGENTES PROFESSOR: MARCOS A. A. GONDIM Roteiro Introdução a Redes Convergentes. Camadas de uma rede convergente. Desafios na implementação de redes convergentes. Introdução a Redes Convergentes.

Leia mais

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas

Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Modelo de referência OSI. Modelo TCP/IP e Internet de cinco camadas Conhecer os modelo OSI, e TCP/IP de cinco camadas. É importante ter um padrão para a interoperabilidade entre os sistemas para não ficarmos

Leia mais

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br

Revisão. Karine Peralta karine.peralta@pucrs.br Revisão Karine Peralta Agenda Revisão Evolução Conceitos Básicos Modelos de Comunicação Cliente/Servidor Peer-to-peer Arquitetura em Camadas Modelo OSI Modelo TCP/IP Equipamentos Evolução... 50 60 1969-70

Leia mais

Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA

Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA DESTAQUES A infraestrutura do RSA Security Analytics Arquitetura modular para coleta distribuída Baseada em metadados para indexação, armazenamento

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

Gerenciador de Mudanças automatizadas

Gerenciador de Mudanças automatizadas Benefícios para os Negócios Minimizando a dependência em processos manuais e reduzindo risco de erro humano Reduz o tempo, esforço e risco de erro humano que existem ao mudar a configuração em dispositivos

Leia mais

Conceito de Rede e seus Elementos. Prof. Marciano dos Santos Dionizio

Conceito de Rede e seus Elementos. Prof. Marciano dos Santos Dionizio Conceito de Rede e seus Elementos Prof. Marciano dos Santos Dionizio Conceito de Rede e seus Elementos O conceito de rede segundo Tanenbaum é: um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE LIVRE CACTI PARA GERENCIAMENTO DE REDES LOCAIS DE COMPUTADORES Filipe Herbert da Silva 1, Marco Aurélio G. de Almeida 1, Jonhson de Tarso Silva 1, Karina Buttignon 1 1 Fatec Guaratinguetá,

Leia mais

MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP

MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP MÓDULO 8 Modelo de Referência TCP/IP A internet é conhecida como uma rede pública de comunicação de dados com o controle totalmente descentralizado, utiliza para isso um conjunto de protocolos TCP e IP,

Leia mais

Gerenciamento da rede ATM. Prof. José Marcos C. Brito

Gerenciamento da rede ATM. Prof. José Marcos C. Brito Gerenciamento da rede ATM Prof. José Marcos C. Brito 1 Princípios Gerais O SNMP (Simple Network Management Protocol) é o protocolo mais utilizado. Se o dispositivo ATM é gerenciado de uma estação de gerenciamento

Leia mais

DESEMPENHO DE REDES Métricas de rede Prof. Ulisses Cotta Cavalca

DESEMPENHO DE REDES Métricas de rede Prof. Ulisses Cotta Cavalca <ulisses.cotta@gmail.com> DESEMPENHO DE REDES Métricas de rede Prof. Ulisses Cotta Cavalca Belo Horizonte/MG 2015 Sumário 1. Introdução 2. Métricas de redes 3. Análise de desempenho 4. Qualidade da Internet

Leia mais

Redes de Computadores Camada de Aplicação. Prof. MSc. Hugo Souza

Redes de Computadores Camada de Aplicação. Prof. MSc. Hugo Souza Redes de Computadores Camada de Aplicação Prof. MSc. Hugo Souza É a camada que dispõe a programação para as aplicações de rede através dos protocolos de aplicação; Provém a implantação da arquitetura de

Leia mais

Aplicações P2P. André Lucio e Gabriel Argolo

Aplicações P2P. André Lucio e Gabriel Argolo Aplicações P2P André Lucio e Gabriel Argolo Tópicos Internet Peer-to-Peer (Introdução) Modelos (Classificação) Napster Gnutella DHT KaZaA Razões para o Sucesso da Internet Capacidade de interligar várias

Leia mais

APRESENTAÇÃO. A Advanta tem uma parceria de representação e comercialização do sistema de gerenciamento de redes convergentes da AI METRIX.

APRESENTAÇÃO. A Advanta tem uma parceria de representação e comercialização do sistema de gerenciamento de redes convergentes da AI METRIX. APRESENTAÇÃO A Advanta tem uma parceria de representação e comercialização do sistema de gerenciamento de redes convergentes da AI METRIX. AI METRIX é o nome original da empresa que desenvolveu o software

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

Top-Down Network Design

Top-Down Network Design Top-Down Network Design Chapter Nine Developing Network Management Strategies Copyright 2010 Cisco Press & Priscilla Oppenheimer Gerencia da Rede Contribui para atingir os objetivos dos requisitos Contribui

Leia mais

Estudo Experimental da Tecnologia MPLS: Avaliação de Desempenho, Qualidade de Serviço e Engenharia de Tráfego

Estudo Experimental da Tecnologia MPLS: Avaliação de Desempenho, Qualidade de Serviço e Engenharia de Tráfego Estudo Experimental da Tecnologia MPLS: Avaliação de Desempenho, Qualidade de Serviço e Engenharia de Tráfego Roberto Willrich (INE-UFSC) Roberto A. Dias (CEFET-SC), Fernando Barreto, Renato D. V. de Oliveira,

Leia mais

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia UNISUL 2013 / 1 Universidade do Sul de Santa Catarina Engenharia Elétrica - Telemática 1 Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia Aula 3 Gerenciamento de Redes Cenário exemplo Detecção de

Leia mais

MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com. Gerenciamento e Administração de Redes

MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com. Gerenciamento e Administração de Redes MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com Gerenciamento e Administração de Redes 2 Gerência de Redes ou Gerenciamento de Redes É o controle de qualquer objeto passível de ser monitorado numa estrutura de

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Arquiteturas www.pearson.com.br capítulo 2 slide 1 2.1 Estilos Arquitetônicos Formado em termos de componentes, do modo como esses componentes estão conectados uns aos outros, dos dados trocados entre

Leia mais

Virtualização de máquinas do serviço MonIpê

Virtualização de máquinas do serviço MonIpê Virtualização de máquinas do serviço MonIpê Virtualização dos serviços BWCTL (MP1) e NDT (MP3) com VMWare Guia de Instalação dos GPS e Recomendações Iniciais Equipe MONIPÊ http://www.monipe.rnp.br Guilherme

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 7 CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Percebe-se atualmente o crescente uso de Serviços Web [1] para disponibilização e integração de componentes de software assim como a utilização desta tecnologia em ambientes de

Leia mais

Mecanismos para Medição da Qualidade de Tráfego da Internet Brasileira. Fabricio Tamusiunas fabricio@nic.br César Linhares Rosa cesar@nic.

Mecanismos para Medição da Qualidade de Tráfego da Internet Brasileira. Fabricio Tamusiunas fabricio@nic.br César Linhares Rosa cesar@nic. Mecanismos para Medição da Qualidade de Tráfego da Internet Brasileira Fabricio Tamusiunas fabricio@nic.br César Linhares Rosa cesar@nic.br Necessidades para Medições de Qualidade na Internet Garantia

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE REDES E DATA CENTER 1º PERÍODO DE TECNOLOGIA DE REDES

ADMINISTRAÇÃO DE REDES E DATA CENTER 1º PERÍODO DE TECNOLOGIA DE REDES DESENHO DE SERVIÇO Este estágio do ciclo de vida tem como foco o desenho e a criação de serviços de TI cujo propósito será realizar a estratégia concebida anteriormente. Através do uso das práticas, processos

Leia mais

Gerencie sua rede de comunicação de dados com eficiência, aumente a produtividade e utilize da melhor maneira todos os seus recursos

Gerencie sua rede de comunicação de dados com eficiência, aumente a produtividade e utilize da melhor maneira todos os seus recursos Gerencie sua rede de comunicação de dados com eficiência, aumente a produtividade e utilize da melhor maneira todos os seus recursos A infraestrutura de rede de comunicação de dados da sua empresa vem

Leia mais

MIB (Management Information Base) Objetos Gerenciados Um objeto gerenciado é a visão abstrata.

MIB (Management Information Base) Objetos Gerenciados Um objeto gerenciado é a visão abstrata. MIB (Management Information Base) Objetos Gerenciados Um objeto gerenciado é a visão abstrata. A MIB é o conjunto dos objetos gerenciados. Basicamente são definidos três tipos de MIBs: MIB II, MIB experimental

Leia mais

17º Seminário de Capacitação e Inovação Ementa dos cursos

17º Seminário de Capacitação e Inovação Ementa dos cursos 17º Seminário de Capacitação e Inovação Ementa dos cursos Local: Hotel Everest Rio (Avenida Prudente de Morais nº 1117, Ipanema) Cidade: Rio de Janeiro RJ Período: 24 a 28/10/2011 Carga horária de cada

Leia mais

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido Arquitetura Roteiro Arquitetura Tipos de Arquitetura Centralizado Descentralizado Hibrido Questionário 2 Arquitetura Figura 1: Planta baixa de uma casa 3 Arquitetura Engenharia de Software A arquitetura

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

Cacti. Dependências básicas Antes de instalar o Cacti é necessário realizar a instalação de suas dependências.

Cacti. Dependências básicas Antes de instalar o Cacti é necessário realizar a instalação de suas dependências. Cacti Segundo o site www.cacti.org, o Cacti é uma solução gráfica completa de rede desenvolvida para aproveitar o poder de armazenamento e funcionalidades gráficas do RRDTool's. Trata-se de uma interface

Leia mais

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com

Gerência de Redes. Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Gerência de Redes Profa. Márcia Salomão Homci mhomci@hotmail.com Plano de Aula Histórico Introdução Gerenciamento de Redes: O que é Gerenciamento de Redes? O que deve ser gerenciado Projeto de Gerenciamento

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Prof. Esp. Fabiano Taguchi http://fabianotaguchi.wordpress.com fabianotaguchi@gmail.com ENLACE X REDE A camada de enlace efetua de forma eficiente e com controle de erros o envio

Leia mais

Laboratório de Gerência de Redes Introdução. Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais

Laboratório de Gerência de Redes Introdução. Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais Laboratório de Introdução Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais Gerência de redes Monitoração e controle da rede a fim de garantir seu funcionamento correto e seu valor

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4

Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Aula passada Threads Threads em SDs Processos Clientes Processos Servidores Aula de hoje Clusters de Servidores Migração de Código Comunicação (Cap. 4) Fundamentos

Leia mais

LAN Design. LAN Switching and Wireless Capítulo 1. Version 4.0. 2006 Cisco Systems, Inc. All rights reserved. Cisco Public 1

LAN Design. LAN Switching and Wireless Capítulo 1. Version 4.0. 2006 Cisco Systems, Inc. All rights reserved. Cisco Public 1 LAN Design LAN Switching and Wireless Capítulo 1 Version 4.0 2006 Cisco Systems, Inc. All rights reserved. Cisco Public 1 Objetivos do Módulo Compreender os benefícios e do uso de uma organização hierárquica

Leia mais

Cartilha Informativa sobre o Software de Medição de Qualidade de Conexão

Cartilha Informativa sobre o Software de Medição de Qualidade de Conexão Cartilha Informativa sobre o Software de Medição de Qualidade de Conexão Draft para avaliação 1 de 1 SOFTWARE DE MEDIÇÃO DA QUALIDADE DE CONEXÂO Em cumprimento às obrigações previstas no Regulamento de

Leia mais

IV Workshop POP-RS / Rede Tche

IV Workshop POP-RS / Rede Tche IV Workshop POP-RS / Rede Tche Serviços e Segurança na Rede Tchê POP-RS/CERT-RS César Loureiro Porto Alegre, novembro de 2012 Agenda I Apresentação do CERT-RS Honeypots Incidentes reportados ao CERT-RS

Leia mais

RCO2. WAN: MetroEthernet

RCO2. WAN: MetroEthernet RCO2 WAN: MetroEthernet 1 Carrier Ethernet Carrier Ethernet: definido pelo MEF como: Uma rede e serviços de transmissão ubíquos e padronizados definidos por cinco atributos que os diferem de LANs Ethernet

Leia mais

Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.)

Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.) Gerencia de Rede (Desempenho) Professor: Guerra (Aloivo B. Guerra Jr.) Unidade 3 3.1 Introdução 3.2. Definições 3.3. Motivações 3.4. Problemas 3.5. Desafios 3.6. Padronização e Arquitetura 3.7. Gerência

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES

DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES 39 A, por resolução do seu Comitê Técnico, em acordo com o Estatuto e as Regras da Competição, adotou as exigências mínimas que seguem no tocante a esta

Leia mais

Aula 07 - Ferramentas para Administração e Gerência de Redes

Aula 07 - Ferramentas para Administração e Gerência de Redes Arquitetura do Protocolo da Internet Aula 07 - Ferramentas para Administração e Gerência de Redes Prof. Esp. Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Revisão AS ou SA; IGP e EGP; Vetor de Distância,

Leia mais

GERÊNCIA INFRAESTRUTURA Divisão Intragov - GIOV INTRAGOV Rede IP Multisserviços

GERÊNCIA INFRAESTRUTURA Divisão Intragov - GIOV INTRAGOV Rede IP Multisserviços GERÊNCIA INFRAESTRUTURA Divisão Intragov - GIOV INTRAGOV Rede IP Multisserviços Julho 2013 Milton T. Yuki Governo Eletrônico (e-gov) Público Alvo Cidadão/Sociedade Órgãos de Governo Serviços e-gov para

Leia mais

GT-ATER: Aceleração do Transporte de Dados com o Emprego de Redes de Circuitos Dinâmicos. RP1 - Relatório de detalhamento das atividades

GT-ATER: Aceleração do Transporte de Dados com o Emprego de Redes de Circuitos Dinâmicos. RP1 - Relatório de detalhamento das atividades GT-ATER: Aceleração do Transporte de Dados com o Emprego de Redes de Circuitos Dinâmicos RP1 - Relatório de detalhamento das atividades Marcelo Akira Inuzuka Mário Augusto da Cruz Micael Oliveira Massula

Leia mais

ESCOLHA A VERSÃO MAIS ADEQUADA PARA O SEU CENÁRIO. A plataforma MonitoraIT possui três versões: Standard (STD), Professional (PRO) e PREMIUM.

ESCOLHA A VERSÃO MAIS ADEQUADA PARA O SEU CENÁRIO. A plataforma MonitoraIT possui três versões: Standard (STD), Professional (PRO) e PREMIUM. ESCOLHA A VERSÃO MAIS ADEQUADA PARA O SEU CENÁRIO A plataforma MonitoraIT possui três versões: Standard (STD), Professional (PRO) e PREMIUM. A versão STD integra as funcionalidades essenciais de monitoramento.

Leia mais

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1.

ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1. ARCO - Associação Recreativa dos Correios Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Versão Histórico da Revisão Data Versão Descrição Autor Página

Leia mais

Milton Kashiwakura (Fabrício Tamusiunas)

Milton Kashiwakura (Fabrício Tamusiunas) Medição de Tráfego Internet de Banda Fixa usando os PTTs Milton Kashiwakura (Fabrício Tamusiunas) NIC.br NIC.BR conduz projeto de medição de qualidade desde 2006 IDEC São Paulo, em 2007 TTM-box do RIPE

Leia mais

ncia de Redes NGN - NEXT GENERATION NETWORK Hugo Santana Lima hugosl@nec.com.br Porque Telefonia IP?

ncia de Redes NGN - NEXT GENERATION NETWORK Hugo Santana Lima hugosl@nec.com.br Porque Telefonia IP? Convergência ncia de Redes NGN - NEXT GENERATION NETWORK Hugo Santana Lima hugosl@nec.com.br Porque Telefonia IP? O negócio Presença universal do IP Maturação da tecnologia Passagem para a rede de dados

Leia mais

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com)

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) ARQUITETURA DE SISTEMAS Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) Roteiro Definição Documento de arquitetura Modelos de representação da arquitetura Estilos arquiteturais Arquitetura de sistemas web Arquitetura

Leia mais

3 Trabalhos Relacionados

3 Trabalhos Relacionados 35 3 Trabalhos Relacionados Alguns trabalhos se relacionam com o aqui proposto sob duas visões, uma sobre a visão de implementação e arquitetura, com a utilização de informações de contexto em SMA, outra

Leia mais

AmLight SDN: Futuro da Colaboração Acadêmica Internacional

AmLight SDN: Futuro da Colaboração Acadêmica Internacional AmLight SDN: Futuro da Colaboração Acadêmica Internacional Palestrante: Jerônimo Aguiar Bezerra AmLight Project Florida International University Agenda Apresentação dos Atores Envolvidos Topologias da

Leia mais

PROTOCOLO 802.1X COM FRERADIUS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

PROTOCOLO 802.1X COM FRERADIUS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO WISLIY LOPES JULIANO PIROZZELLI TULIO TSURUDA LUIZ GUILHERME MENDES PROTOCOLO 802.1X COM FRERADIUS GOIÂNIA JUNHO DE 2014 Sumário 1.

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás. Disciplina: Gerenciamento de Rede de Computadores. Goiânia, 16 de novembro de 2014.

Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás. Disciplina: Gerenciamento de Rede de Computadores. Goiânia, 16 de novembro de 2014. Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás Disciplina: Gerenciamento de Rede de Computadores : Goiânia, 16 de novembro de 2014. Faculdade de Tecnologia SENAC Goiás Professor: Marissol Martins Alunos: Edy Laus,

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor

Leia mais

Fabrício Tamusiunas. Michel Vale Ferreira

Fabrício Tamusiunas. Michel Vale Ferreira PTT-Forum 6 Panorama das Medições de Qualidade Internet em 2012 e Novas Medições Fabrício Tamusiunas NIC.br Michel Vale Ferreira NIC.br Projetos de Medições no NIC.br Banda Larga Fixa Qualidade da conexão

Leia mais

Melhorias de infraestrutura, redundância de conectividade e ações futuras. Guilherme Rhoden Rodrigo Pescador

Melhorias de infraestrutura, redundância de conectividade e ações futuras. Guilherme Rhoden Rodrigo Pescador Melhorias de infraestrutura, redundância de conectividade e ações futuras Guilherme Rhoden Rodrigo Pescador PoP-SC em números Backbone Conectividade Enlaces redundantes Agenda Equipe PoP-SC Coordenador

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes Licença de uso do material Esta apresentação está disponível sob a licença Creative Commons Atribuição Não a Obras Derivadas (by-nd) http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/legalcode

Leia mais

Redes de Computadores Aula 3

Redes de Computadores Aula 3 Redes de Computadores Aula 3 Aula passada Comutação: circuito x pacotes Retardos e perdas Aula de hoje Protocolo em camadas Aplicações C/S x P2P Web Estruturando a Rede Como organizar os serviços de uma

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE ATIVOS DE TI GERENCIAMENTO DE CONFIGURAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO DE ATIVOS DE TI GERENCIAMENTO DE CONFIGURAÇÃO 1 ADMINISTRAÇÃO DE ATIVOS DE TI GERENCIAMENTO DE CONFIGURAÇÃO 2 INFRAESTRUTURA DE TI Para garantir o atendimento às necessidades do negócio, a área de TI passou a investir na infraestrutura do setor, ampliando-a,

Leia mais

Nesta sessão introduziremos os conceitos básicos do Cacti, e como fazer para instalá-lo em seu computador.

Nesta sessão introduziremos os conceitos básicos do Cacti, e como fazer para instalá-lo em seu computador. Cacti é uma ferramenta gráfica de gerenciamento de dados de rede que disponibiliza a seus usuários uma interface intuitiva e bem agradável de se usar, sendo acessível a qualquer tipo de usuários. Este

Leia mais

Uma solução de desempenho para a distribuição de documentos: Habilitando a distribuição de documentos em tempo real para corporações globais

Uma solução de desempenho para a distribuição de documentos: Habilitando a distribuição de documentos em tempo real para corporações globais Uma solução de desempenho para a distribuição de documentos: Habilitando a distribuição de documentos em tempo real para corporações globais Visão Geral Desafio Hoje, os aplicativos da web são um tremendo

Leia mais

OptiView. Total integração Total controle Total Network SuperVision. Solução de Análise de Rede. Ninguém melhor que os. Engenheiros de Rede e a Fluke

OptiView. Total integração Total controle Total Network SuperVision. Solução de Análise de Rede. Ninguém melhor que os. Engenheiros de Rede e a Fluke Ninguém melhor que os OptiView Solução de Análise de Rede Total integração Total controle Total Network SuperVision Engenheiros de Rede e a Fluke Networks para saber o valor de uma solução integrada. Nossa

Leia mais

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes EN-3610 Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Aula 01 Introdução Prof. João Henrique Kleinschmidt Santo André, julho de 2013 Roteiro PARTE I Apresentação da Disciplina Apresentação do Professor Metodologia

Leia mais

Documento de Requisitos de Rede (DRP)

Documento de Requisitos de Rede (DRP) Documento de Requisitos de Rede (DRP) Versão 1.2 SysTrack - Grupo 1 1 Histórico de revisões do modelo Versão Data Autor Descrição 1.0 30/04/2011 João Ricardo Versão inicial 1.1 1/05/2011 André Ricardo

Leia mais

Segurança de Rede Prof. João Bosco M. Sobral 1

Segurança de Rede Prof. João Bosco M. Sobral 1 1 Sinopse do capítulo Problemas de segurança para o campus. Soluções de segurança. Protegendo os dispositivos físicos. Protegendo a interface administrativa. Protegendo a comunicação entre roteadores.

Leia mais