CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO MESTRADO EM GESTÃO SOCIAL, EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO LOCAL

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1 CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO MESTRADO EM GESTÃO SOCIAL, EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO LOCAL FLÁVIA TEMPONI GÓES POLÍTICA EDUCATIVA MUNICIPAL E PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL: O caso do Programa Educação Integral e Integrada de Contagem/MG Belo Horizonte 2010

2 FLÁVIA TEMPONI GÓES POLÍTICA EDUCATIVA MUNICIPAL E PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL: O caso do Programa Educação Integral e Integrada de Contagem/MG Dissertação apresentada ao Mestrado em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local do Centro Universitário UNA, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre. Área de concentração: Inovações Sociais, Educação e Desenvolvimento Local. Linha de pesquisa: Processos Educacionais: Tecnologias Sociais e Gestão do Desenvolvimento Local. Orientadora: Dra. Lucília Regina de Souza Machado Belo Horizonte 2010

3 CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO MESTRADO EM GESTÃO SOCIAL, EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO LOCAL Dissertação intitulada POLÍTICA EDUCATIVA MUNICIPAL E PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL: O caso do Programa Educação Integral e Integrada de Contagem/MG, de autoria de FLÁVIA TEMPONI GÓES, aprovada pela banca examinadora, constituída pelos seguintes professores: Prof.ª Dra. Lucília Regina de Souza Machado (Orientadora) Centro Universitário UNA BH/MG Profª. Dra. Adriana Maria Cancella Duarte FAE Faculdade de Educação Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG Profª. Dra. Áurea Regina Guimarães Thomazi Centro Universitário UNA BH/MG Prof.ª Dra. Lucília Regina de Souza Machado Coordenadora do Mestrado Profissional em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local Centro Universitário UNA BH/MG Belo Horizonte, 30 de abril de 2010

4 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus que esteve presente em todos os momentos de construção desta pesquisa. Foi nele que encontrei equilíbrio, paz e força para continuar o trabalho que me propus a realizar. Muito obrigada! À minha admirável mãe, exemplo de vida, guerreira, batalhadora, estudiosa, inteligente. Obrigada, mais uma vez, por me proporcionar essa conquista. Sem seu apoio, confiança, incentivo e credibilidade não daria conta de vencer esta etapa. A senhora, sem dúvida, será sempre minha fonte de inspiração! Ao meu amado pai, que esteve presente nesse percurso, sempre com uma palavra de conforto, me animando, dando força e rezando para Deus me guiar e orientar nas escolhas feitas. Obrigada pela compreensão dos momentos que estive ausente, pelo carinho e atenção de sempre. Saiba que esta conquista é nossa! A você, José Geraldo Neves (Zé - paidrasto), que nunca esteve cansado para me escutar e ouvir meus textos infinitos. Sempre disposto a me levar e buscar nos Congressos, Seminários, reuniões, orientações, me incentivando com suas palavras, dizendo: Está bom!, Vai dar certo!, Ficou ótimo... Meu muito obrigada! Meus irmãos Ferdinando, Fabíola e meu cunhado Pedro Paulo próximos ou distantes, sei que estiveram o tempo todo torcendo por mim. Obrigada por compreenderem meus momentos de ausência, explosões, angústias e desespero. Amanda, sobrinha linda, a tia agradece o seu sorriso, a sua alegria e a sua companhia ao estudar comigo nesse meu canto que, por alguns instantes, parecia isolado do mundo. Obrigada por encher de esperança e entusiasmo essa minha caminhada. Aos professores do Mestrado em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local do Centro Universitário UNA que me acompanharam e contribuíram por intermédio das disciplinas, das conversas de corredor, ampliando meus horizontes e mostrando como é interessante, contagiosa e complexa a vida acadêmica.

5 Em especial, agradeço à minha professora orientadora Lucília Regina de Souza Machado. Obrigada por me tornar uma pessoa melhor. Pela confiança depositada em mim, pela disposição infinita para as orientações, pelas palavras de incentivo nos momentos que pensava em desistir, pelo meu crescimento intelectual e profissional. Aprendi muito com as temidas orientações que me faziam enxergar as possibilidades de avanço na pesquisa, hoje concluída. Nunca esquecerei as palavras de carinho e os abraços apertados que me confortavam em todos os momentos, sejam de tensão, estresse, satisfação, euforia ou alegria. A você, devo muito da qualidade desta dissertação. Você foi (sempre será) exemplo de dedicação, disciplina, persistência, profissionalismo, força, atenção e entusiasmo. A você, meu respeito, minha admiração e meu carinho. Obrigada por tudo e mais um pouco! Às (aos) amigas (os) da turma de mestrado, pelo companheirismo, amizade, troca de experiências e conhecimentos. A vocês amigas do peito, Luciana Tavares (Lu) e Camélia Penna: como é (foi) bom tê-las perto de mim! Vocês foram essenciais nessa minha jornada. Tenho certeza que sabem bem disso. Obrigada por me ouvirem, por dividirem as dúvidas, as inseguranças, os trabalhos em grupo, as risadas, pelas companhias, pelas conversas (sempre produtivas), pelos conselhos. Enfim, por tudo que as tornam pessoas tão especiais. À minha família (primas, primos, tias, tios) e as amigas, em especial, minha prima Lorena Temponi e a amiga Flaviane Luz que por muitas vezes foram meu muro de lamentações. Obrigada por entenderem minha ausência e por me proporcionarem momentos de descontração quando eu mais precisava. Esses foram importantíssimos. Valeu família e amigas! A você, Luís Gustavo Santana Portugal (GU), que mais uma vez, me deu forças, apoio, carinho e atenção. Sem dúvidas você é especial. Ao Cláudio, por me apoiar, acreditar e incentivar desde o primeiro momento em que ousei tentar ingressar no mestrado; por me atender prontamente ao chamado, tão somente pelo desejo de contribuir. Muito Obrigada! Um agradecimento muito especial a vocês que foram fonte de informações, que não mediram esforços nem tempo para que esta pesquisa fosse realizada. Este é o produto de seus depoimentos, de suas experiências, de um trabalho em que vocês depositaram (e depositam) toda confiança, dedicação, profissionalismo e empenho para atender as demandas e necessidades socioeducacionais das crianças e adolescentes das escolas municipais de

6 Contagem. Podem ter certeza que há um pedaço de vocês em cada página. Refiro-me aos entrevistados: os gestores da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SEDUC) de Contagem (MG), os coordenadores locais e os oficineiros das unidades Educartes. Em especial, agradeço a você, Cláudia Ocelli, pela atenção, pelo interesse e pela disponibilidade em indicar e fornecer os documentos necessários para fundamentação teórica e análise dos objetivos propostos por esta pesquisa. Um agradecimento especial ao professor Dr. Ladislau Dowbor. Seus artigos, textos e relatos de experiências sobre a temática educação e desenvolvimento local foram importantíssimos e fonte de inspiração para realização desta pesquisa. Obrigada pela atenção desprendida, pelos momentos de conversas na oportunidade que o conheci em Belo Horizonte e por indicar experiências educacionais municipais que desenvolvem estratégias educativas direcionadas para a promoção do desenvolvimento local. Enfim, agradeço a todos que, direta ou indiretamente, participaram, assistiram e acompanharam minha trajetória.

7 Bebida é água. Comida é pasto. Você tem sede de quê? Você tem fome de quê? A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte. A gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquer parte. A gente não quer só comida, a gente quer bebida, diversão, balé. A gente não quer só comida, a gente quer a vida como a vida quer. Bebida é água. Comida é pasto. Você tem sede de quê? Você tem fome de quê? A gente não quer só comer, a gente quer comer e quer fazer amor. A gente não quer só comer, a gente quer prazer pra aliviar a dor. A gente não quer só dinheiro, a gente quer dinheiro e felicidade. A gente não quer só dinheiro, a gente quer inteiro e não pela metade. Bebida é água. Comida é pasto. Você tem sede de quê? Você tem fome de quê? Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Sérgio Britto

8 RESUMO Esta dissertação tematiza os nexos entre políticas municipais concernentes à educação e de desenvolvimento local. Focaliza, particularmente, o município de Contagem (MG) e o Programa Educação Integral e Integrada desenvolvido pela Coordenadoria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (CECAAD) da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SEDUC) desta cidade. Guiou-se pelo objetivo central de compreender como programas municipais de educação podem servir de intérpretes de políticas municipais de promoção do desenvolvimento local, ajudando a esclarecê-las, e instrumentos ou meios de concretizá-la. Para tanto, buscou-se fundamentar em conceitos sobre desenvolvimento local, intersetorialidade e educação em tempo integral. Na sua construção metodológica recorreu-se à revisão bibliográfica, à análise documental e a entrevistas com gestores da SEDUC, coordenadores locais e oficineiros das unidades denominadas Educartes, equipamento destinado ao desenvolvimento do Programa Educação Integral e Integrada deste município. A pesquisa se caracteriza como estudo de caso, pois busca analisar um fenômeno social complexo a partir do conhecimento de uma determinada situação. O caso de Contagem, à luz de outros tomados como referência, permitiu entender como estratégias educativas se colocam no contexto de políticas municipais orientadas pela lógica da intersetorialidade e do desenvolvimento local. As estratégias educativas desenvolvidas pelo Programa Educação Integral e Integrada (tais como: as oficinas de esporte, cultura, arte, dança, música, dentre outras), as ações coletivas concretizadas mediante parcerias entre políticas sociais do município e a política educativa, as reuniões, os encontros e os eventos conjuntos se beneficiam da sinergia permitida pelas interações de esforços e contribuem para a obtenção de melhores resultados com relação ao envolvimento e participação comunitária. Os equipamentos denominados Educarte se apresentam com uma perspectiva inovadora ao considerar o aluno como um sujeito que precisa ser atendido integralmente, ao estimular, direta ou indiretamente, a criação de estratégias de promoção de uma melhor qualidade de vida local. Palavras-chave: Política educativa, educação integral, tempo integral, intersetorialidade e desenvolvimento local.

9 ABSTRACT The topic of this essay is the nexus between the municipal politics concerning education and local development. It focuses, particularly on the Contagem district (MG) and the Total Education Program developed by the Coordination of Continuing Education, Literacy and Diversity (CECAAD) of Culture and Education Municipal Secretary (CEMS) of this town. It was guided by the main objective to understand how the municipal education programs can serve as interpreters of the municipal politics to promote local development, helping to enlighten them, and the instruments and means to make it happen. To achieve this, there was a search founded on the concepts about local development, inter sectors and total time education. For the methodological construction the resort was the bibliographic revision, the documental analyzes and the interviews with the managers of the CEMS, local coordinators and workshop managers in the units named Educartes (Education and Arts), equipment designated for the Total Education Program in this district. The research is characterized as a case study, since it tries to analyze a complex social phenomena based on the knowledge of a certain situation. The Contagem case, under the light of others considered reference, allowed the understanding of how the educative strategies are inserted in the municipal politics oriented by the inter sector and local development logic. The educative strategies developed by the Total Education Program (such as: sports, culture, arts, dance, music workshops, among others), the collective actions carried out through partnerships between municipal social politics and educative politics, the reunions, meetings and joint events take benefit in the synergy created by the interactions of efforts and contribute to the obtaining of better results concerning the involvement and community participation. The equipments named Educarte (Education and Arts) show themselves with an innovative perspective when they consider the student as a subject that needs to be attended as a whole, when they stimulate, directly or indirectly, the creation of strategies to promote a better quality of local life. Key words: Educative politics, full time, inter sectors and local development.

10 LISTA DE ILUSTRAÇÕES QUADROS QUADRO 1 Modelo de Gestão da Prefeitura de Belo Horizonte (MG) FIGURAS FIGURA 01 - Vista aérea da cidade de Pintadas e mapa de localização do município no estado da Bahia FIGURA 02 - Mapa da localização da cidade de Belo Horizonte no estado de Minas Gerais e das nove regiões do município FIGURA 03 - Mapa das nove áreas piloto do Programa BH Cidadania do município de Belo Horizonte FIGURA 04 - Mapa de localização do município de Nova Iguaçu no estado do Rio de Janeiro e divisão administrativa FIGURA 05 - Mapa da localização do município de Contagem no estado de Minas Gerais e das regiões administrativas

11 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO A definição do objeto da pesquisa Problematização, objetivos e metodologia Estrutura da dissertação POLÍTICAS EDUCATIVAS MUNICIPAIS PAUTADAS NA INTERSETORIALIDADE E NO DESENVOLVIMENTO LOCAL Políticas educativas orientadas pela noção de cidade educadora: o caso da política educacional de Contagem/MG Considerações Finais POLÍTICAS EDUCATIVAS MUNICIPAIS DE REFERÊNCIA O Programa Escola Família Agrícola (EFA) da Rede Pintadas do município de Pintadas - Bahia O Programa Espaço BH Cidadania Inclusão e integração em um só lugar do município de Belo Horizonte Minas Gerais O Programa Bairro-Escola do município de Nova Iguaçu Rio de Janeiro Considerações Finais A POLÍTICA EDUCATIVA MUNICIPAL DE CONTAGEM/MG: INTERSETORIALIDADE E DESENVOLVIMENTO LOCAL Breve panorama do município de Contagem, suas ações intersetoriais e estratégias sócio-educacionais O Programa de Educação Integral e Integrada desenvolvido nos equipamentos Educartes e a política educativa municipal de Contagem para a promoção do desenvolvimento local Considerações Finais EDUCARTE: POSSIBILIDADES E DESAFIOS PARA A POLÍTICA EDUCATIVA MUNICIPAL DE CONTAGEM/MG Educarte: o presente e as perspectivas de futuro sob o olhar dos coordenadores locais 111

12 5.2. Educartes: articulações setoriais, participação familiar e realidade segundo os coordenadores locais Breve perfil dos oficineiros Educarte: o olhar dos oficineiros Os benefícios dos Educartes segundo os oficineiros Considerações Finais CONCLUSÕES 144 REFERÊNCIAS 150 APÊNDICE A. Roteiro de entrevista com gestores da Secretaria de Educação e Cultura (SEDUC) do Município de Contagem 158 APÊNDICE B. Roteiro de entrevista com os coordenadores dos Educartes 160 APÊNDICE C. Roteiro de entrevista com os oficineiros dos Educarte 162 APÊNDICE D. Relatório Técnico 161 ANEXO A. Educarte Argentino Honório dos Reis 197 ANEXO B. Educarte Campo Alto 198 ANEXO C. Educarte Dom Bosco 199 ANEXO D. Educarte Lucas Braga 200 ANEXO E. Educarte Nossa Senhora Auxiliadora 201 ANEXO F. Educarte Parque São João 202 ANEXO G. Educarte Perobas 203 ANEXO H. Lei nº 4335, de 12 de abril de Programa de Educação Integral e Integrada do município de Contagem 204

13 12 1. INTRODUÇÃO Relacionar educação e desenvolvimento local não é tarefa fácil, sobretudo quando se busca compreender o fenômeno educativo de forma mais ampla e o processo de desenvolvimento como algo que transcende o crescimento econômico de um país. Ao assumir este desafio, esta dissertação partiu do entendimento do desenvolvimento local como um processo de melhoria das condições e da qualidade de vida da população, de ampliação e concretização das possibilidades de atuação da comunidade na resolução dos seus próprios problemas por meio do incentivo e valorização dos conhecimentos e dos ativos culturais que ela possui. Por local, compreendeu a delimitação de um espaço territorial mais restrito, podendo ser uma cidade, município ou um bairro, as relações sociais que nele se desenrolam (hierarquias ou não) e as forças endógenas (sociedade civil, comunidade, instituições, associações, igrejas, dentre outros) presentes nestes espaços, que se mobilizadas articuladamente, constituem as bases de um projeto de desenvolvimento (KNOPP, 2008, p. 52). Nestes termos, as relações entre desenvolvimento e educação se mostram muito próximas. O desenvolvimento deixa de ter um caráter somente relacionado ao investimento econômico, financeiro e ao aumento da produção das riquezas materiais do país e passa a estar intimamente articulado às políticas sociais, especialmente a educativa. No caso da política e dos processos educativos, estes passam a ter papel importante e reconhecido na (re) construção de identidades comunitárias, na (re) contextualização da realidade local, no aumento do conhecimento coletivo, na identificação da inteligência local e na conversão dos conhecimentos produzidos pelas escolas em processos e produtos que levem a inovações e modificações nas dinâmicas de desenvolvimento local (DOWBOR, 2006; KNOPP, 2008). Ademais, no âmbito das políticas públicas, a relação entre educação e desenvolvimento local pode favorecer e potencializar a articulação de outros setores governamentais na mobilização para pensar e construir estratégicas capazes de melhorar a qualidade de vida, o desenvolvimento humano e as oportunidades para que as pessoas se envolvam nas transformações da realidade social em que vivem. Esta relação pode propiciar maior envolvimento das Secretarias de um município em programas orientados a ações intersetoriais. Para tanto, é essencial que estes e as políticas públicas propostas sejam integrados, considerando e englobando todas as dimensões da vida de uma coletividade para a promoção da educação, saúde, cultura, esporte, qualidade de vida, trabalho, dentre outros (DOWBOR, 2006; COMERLATTO et all, 2007; KNOPP, 2008).

14 13 Esta dissertação se guia por tais pressupostos, pela necessidade da construção de instrumentos e estratégias socioeducativas, que viabilizem atender anseios sociais e de despertar as potencialidades das pessoas na busca de soluções eficazes para os problemas enfrentados, sejam eles sociais, educacionais, culturais, políticos ou econômicos. Ela foi provocada pelo interesse da autora em identificar, analisar e contribuir com as estratégias utilizadas pela Secretaria de Educação e Cultura (SEDUC) de Contagem para alcançar e promover o desenvolvimento local, motivação que tem lastro na sua trajetória profissional como docente deste município e nos questionamentos sobre o tema a que teve acesso durante sua experiência de mestrado. Seu foco principal consistiu em analisar as estratégias socioeducacionais desenvolvidas por espaços educativos que oferecem suporte à realização da política de educação em tempo integral de Contagem, os Educartes. A partir das estratégias socioeducacionais desenvolvidas por estes equipamentos, a Secretaria de Educação e Cultura (SEDUC) de Contagem/MG busca: a) a formação integral do aluno sob os aspectos sociais (saber se posicionar diante das questões relativas aos problemas da sociedade), educacionais (saber ler, interpretar, raciocinar, etc) e intelectuais (saber compreender o mundo de maneira crítica e reflexiva); b) estimular a utilização dos espaços da cidade como instrumento educativo no processo de ensino-aprendizagem e; c) aumentar a participação da comunidade nas tomadas de decisões e na implementação das mesmas (CONTAGEM, 2009a). Procurou, assim, verificar como as estratégias desenvolvidas pelos Educartes levam em conta as relações entre política de educação integral no contexto da intersetorialidade e da relação entre educação e desenvolvimento local. Estudiosos do campo das políticas públicas e sociais (DOWBOR, 2007; GOULART, 2008; KNOPP, 2008; PACHECO, 2008a) vêm analisando, com diferentes abordagens teóricas, o funcionamento dos programas de educação em tempo integral como instrumentos de: a) ampliação dos tempos escolares; b) inovação socioeducacional; c) descentralização e democratização da gestão educacional; d) realização do processo de ensino-aprendizagem e; e) melhoria da participação da comunidade nas tomadas de decisões, dentre outros. Como proposta inovadora, a política educativa de Contagem Educação em Tempo Integral e Integrada por meio dos equipamentos Educartes que fazem parte desta política, focaliza: a) a (re) construção dos projetos e práticas pedagógicas; b) mudanças na organização dos tempos e espaços da escola e da cidade; c) novas formas de construção do conhecimento, bem como de processos de avaliação; d) a (re) organização dos espaços educativos existentes no município; e) novas maneiras de aproximar os pais e a comunidade dos problemas

15 14 socioeducacionais enfrentados pelas crianças e adolescentes desta cidade e; f) a ressignificação dos locais e dos espaços da cidade como meios de estimular a aprendizagem, tornando-a mais significativa (CONTAGEM, 2008b; CONTAGEM, 2009b) A definição do objeto da pesquisa Parte-se do pressuposto de que pesquisas são processos, que abarcam a construção de novos conhecimentos, mas, também, a validação, o reconhecimento e a investigação mais detalhada ou sob outro ponto de vista de conhecimentos já disponíveis. Parte-se da compreensão de que pesquisas são, igualmente, processos de aprendizagem, que envolvem diferentes ângulos: o do sujeito-pesquisador, o do objeto de pesquisa, o dos instrumentos utilizados para pesquisar, os das pessoas que, de alguma maneira, se tornam deles participantes (ALVES-MAZZOTTI, GEWANDSZNAJDER, 2001). O objeto desta dissertação está associado às experiências profissionais e de formação da autora, que teve seu interesse por este estudo fortalecido durante as disciplinas realizadas no curso de mestrado, especialmente as discussões sobre avaliação de programas e projetos socioeducacionais, aprendizagem, inovação educacional e desenvolvimento local. Este estudo dá seqüência às suas investigações sobre a lógica e o processo curricular no contexto da atual política educacional do município de Contagem. Como professora de Educação Física, do 3º ciclo de formação da rede de ensino deste município, tem participado de reuniões pedagógicas, colaborado com a construção do projeto político pedagógico e freqüentado as reuniões do colegiado da escola em que atua. Ao longo dessa vivência, tem procurado discutir e entender questões referentes à gestão educacional, administrativas, financeiras e pedagógicas, em especial, as pertinentes à proposta curricular do ciclo de formação em que leciona e aos programas governamentais nos quais a escola em que atua mantém parcerias e os alunos freqüentam. Tais iniciativas pessoais têm a ver com sua busca de mais autonomia profissional e discernimento crítico sobre sua própria atuação como docente. Entende que um maior domínio teórico e político sobre normas e leis que orientam sua atividade podem representar melhor atuação no espaço/lugar profissional onde se encontra inserida. Está igualmente em busca da melhoria dos meios, dos instrumentos, do processo de formação humana de seus alunos e, da valorização de programas e projetos que estimulam a construção do conhecimento que vão além do contexto escolar.

16 15 Na busca de respostas para suas inquietações e de fundamentos teóricos sobre a lógica e o processo curricular, iniciou em 2006 e concluiu em 2009, o Mestrado em Educação da Universidade de Itaúna MG, na linha de pesquisa: Currículo, Produção do Conhecimento e Organização do Trabalho. A dissertação defendida abordou o lugar ocupado pela Educação Física na proposta curricular do 3º ciclo de Contagem face à política de ciclo de formação, hierarquia dos saberes escolares e concepções sobre interdisciplinaridade. Nesta pesquisa anterior, ela constatou, na rede de ensino de Contagem, a existência de muitos conflitos e contradições, envolvendo principalmente, os profissionais que atuam no 3º ciclo de formação e os conteúdos que deveriam ser priorizados nessa fase de desenvolvimento humano, caracterizada pela transição entre o Ensino Fundamental (organizado em ciclos) e o Ensino Médio (organizado em séries). Na investigação já concluída, a proponente não teve, todavia, o propósito de verificar se há dentre os dissentimentos docentes, questionamentos sobre: a) a função social e capacidade da escola como uma articuladora entre as necessidades do desenvolvimento local, e os conhecimentos correspondentes (DOWBOR, 2006, p.5); e b) quais meios educacionais seriam os mais adequados para capacitar os alunos a encontrar soluções e a fazer intervenções tendo em vista o enfrentamento dos problemas que vivem e da realidade da qual são partes integrantes. No desenvolvimento desta dissertação, já defendida, surgiram novos questionamentos sobre a relação entre objetivos da escola de formar cidadãos mais participativos, críticos e criativos e políticas públicas educacionais orientadas à promoção do desenvolvimento local ou ao fortalecimento e qualificação das estruturas internas de um território (DOWBOR, 2006, p.5) e a lógica de ações intersetoriais. Com a presente pesquisa, sua atenção se volta para as ações da gestão educacional de oferta dos meios que possibilitem a qualidade da educação no município de Contagem e a melhoria das condições de vida local. Ou seja, para dar continuidade aos seus estudos sobre a política educativa de Contagem, tomou como novo objeto de estudo o Programa de Educação Integral e Integrada desenvolvido nas unidades denominadas Educartes Problematização, Objetivos e Metodologia Nos documentos do município de Contagem, a política educacional de educação em tempo integral apresenta-se com o propósito de contribuir para a promoção do desenvolvimento local ao: a) propor a reorganização das estratégias socioeducacionais de forma a garantir a construção de uma escola pública, democrática e com qualidade e a

17 16 participação da comunidade nos problemas enfrentados; b) considerar o foco no aluno, nas características culturais da região e de cada comunidade como estratégia de fundamentação dos processos de ensino-aprendizagem a serem promovidos pelas escolas e pelos equipamentos desta política - Educartes; c) incentivar a formação de alunos críticos, criativos, participativos e conscientes do exercício da cidadania (CONTAGEM, 2008b; CONTAGEM, 2009a; CONTAGEM, 2009b; CONTAGEM, 2010). Todavia, nos documentos analisados faltam elementos analíticos e propositivos sobre: a) como a gestão educacional do município de Contagem vem buscando efetivar tais objetivos; b) se esta vem patrocinando inovações sociais e educacionais necessárias para que estes sejam alcançados; e, c) se as estratégias socioeducativas que têm sido utilizadas pelos Educartes estão claramente orientadas à promoção do desenvolvimento local. Justifica-se, portanto, identificar e analisar, do ponto de vista da educação integral, da intersetorialidade e do desenvolvimento local se há e quais são os nexos entre as ações das diversas Secretarias Municipais desta Prefeitura e aquelas desenvolvidas nas programações dos Educartes tendo em vista o desenvolvimento de conceitos, valores e atitudes nos alunos que sejam convergentes com a filosofia adotada pela política educacional do município. Com esta perspectiva, considera-se relevante, do ponto de vista social, educacional e da política, verificar: a) se tais preocupações estão orientando ações intersetoriais; b) se as escolas juntamente com as unidades Educartes estão buscando nos problemas vividos pelos alunos, famílias e comunidades os elementos fundamentais para a produção dos saberes e conhecimentos em suas práticas educativas; c) quais estratégias pedagógicas estão sendo desenvolvidas no sentido de contribuir com os propósitos da política municipal de fortalecimento do desenvolvimento local. Em síntese, esta investigação se orientou pela seguinte pergunta central: como uma política educativa orientada pela lógica da intersetorialidade pode se tornar intérprete e instrumento de políticas voltadas para a promoção do desenvolvimento local? Na busca de respostas, buscou-se, no início da investigação, conhecer um pouco de outras experiências municipais orientadas pelo mesmo propósito e filosofia. Foram estudados três programas: 1) Escola Família Agrícola da Rede Pintadas, do Município de Pintadas Bahia; 2) BH Cidadania, do Município de Belo Horizonte Minas Gerais; 3) Bairro-Escola do Município de Nova Iguaçu Rio de Janeiro. Esta pesquisa inicial e exploratória de outras experiências permitiu identificar práticas, instrumentos, expressões, significados da relação existente entre política educativa, intersetorialidade e desenvolvimento local. Possibilitou, ainda, conhecer referenciais de fundamentação e instrumentos de apoio às decisões e ações

18 17 que buscam tornar uma política educativa intérprete e instrumento de políticas de desenvolvimento local. Estes estudos foram feitos apenas por meio de pesquisa bibliográfica e documental. A seguir, foram feitos estudos de documentos do município de Contagem, que pudessem explicitar os conceitos de política educativa, intersetorialidade e desenvolvimento local que tem servido de referência para o Programa de Educação Integral e Integrada e as unidades Educartes (CONTAGEM, 2008b; CONTAGEM, 2009a; CONTAGEM, 2009b; CONTAGEM, 2010). Os documentos analisados foram os seguintes: 1) Aprova Contagem (CONTAGEM, 2007); 2) Atlas Escolar Histórico, Geográfico e Cultural de Contagem (CONTAGEM, 2008a); 3) Educação Integral. Educartes - Centros de Educação em Tempo Integral (CONTAGEM, 2008b); 4) Programa Integrar: Estudos preliminares (CONTAGEM, 2009a); 5) Programa Educação em Tempo Integral (CONTAGEM, 2009b) e; 6) Política de Educação em Tempo Integral. Educartes: centros de educação em tempo integral (CONTAGEM, 2010). A análise documental permitiu comparar informações relevantes e conhecer as normas, regras e orientações para o programa analisado. Complementou-se esta análise documental com consultas às bases de dados estatísticos e estudos sobre legislação federal, estadual e municipal; planos, programas e projetos do município; relatórios de pesquisa; textos referenciais; textos de orientação; textos para discussão etc.. Partiu-se do princípio de que os documentos constituem também uma fonte poderosa de onde podem ser retiradas evidências que fundamentem afirmações e declarações [para o] pesquisador. Representam ainda uma fonte natural de informação (LÜDKE, ANDRÉ, 1986, p. 39). Foram, também, realizadas entrevistas semi-estruturadas com gestores da SEDUC, coordenadores locais e oficineiros dos Educartes e observações das atividades desenvolvidas nestes espaços educativos para contextualizar as estratégicas socioeducativas desenvolvidas e identificar ações intersetoriais, que objetivem tornar a política educacional em tempo integral intérprete e instrumento de política de desenvolvimento local. Como abordagem qualitativa, buscou-se, com estas entrevistas, fazer um estudo do fenômeno no seu acontecer natural. [...] defendendo uma visão holística dos fenômenos, isto é, que leve em conta todos os componentes de uma situação em suas interações e influências recíprocas (ANDRÉ, 1995, p. 17). Por isso, deu-se atenção aos aspectos relacionados a valores, crenças, representações, hábitos, atitudes e opiniões (MINAYO, SANCHES, 1993, p. 247).

19 18 A seleção dos entrevistados baseou-se na estrutura organizacional da Secretaria de Educação e Cultura de Contagem (SEDUC) ilustrada no organograma abaixo e na Coordenadoria de Programas Intersetoriais. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE CONTAGEM SEDUC (Entrevistado: Secretário de Educação e Cultura) Coordenadoria de Políticas de Educação Básica (Entrevistada: Coordenadora) Coordenadoria de Educação Continuada, Alfabetização de Adultos e Diversidade - CECAD (Entrevistado: Coordenador Geral) Diretoria de Educação Infantil Diretoria do Ensino Fundamental (Entrevistado: Coordenador) Diretoria Pessoas com Deficiência Diretoria de Educação Integral e Integrada (Entrevistada: Assessora Pedagógica) Gerencia de Educação de Jovens e Adultos - EJA Escolas de Educação Infantil Creches Escolas de 1º ciclo Escolas de 2º ciclo Escolas de 3º ciclo Unidades de Ensino em Tempo Integral EDUCARTES (Entrevistados: Coordenadores) EDUCARTES (Entrevistados: Oficineiros) Fonte: (CONTAGEM, 2009b; CONTAGEM, 2010)

20 19 As entrevistas semi-estruturadas ocorreram com: 1) o Secretário de Educação e Cultura do município de Contagem; 2) o Coordenador Geral de Educação Continuada, Alfabetização de Adultos e Diversidade - CECAD; 3) a Assessora Pedagógica da diretoria de Educação Integral e Integrada; 4) a Coordenadora de Políticas de Educação Básica; 5) o Diretor do Ensino Fundamental; 6) a Coordenadora de Programas Intersetoriais; 7) os seis coordenadores locais 1 das sete unidades Educartes e; 8) sete oficineiros que trabalham nos Educartes. Ao todo, foram dezenove entrevistas. Para evitar suas identificações, foram denominados simplesmente como gestor 1, gestor 2 e assim por diante para os seis primeiros entrevistados; coordenador 1, coordenador 2 e assim sucessivamente para os coordenadores locais dos Educartes; e oficineiro 1, oficineiro 2 e demais para os oficineiros que aí trabalham. A construção dos roteiros das entrevistas pautou-se em análises iniciais realizadas nos documentos, levando-se em conta os objetivos de pesquisa. As perguntas foram relativamente abertas, dando liberdade aos entrevistados de falarem a vontade sobre o assunto discutido. Durante as entrevistas, buscou-se focar nos pontos de interesse da pesquisa, evitando-se a dispersão e, ao mesmo tempo, procurando identificar aspectos relacionados aos objetivos da pesquisa, que pudessem não ter sidos contemplados no roteiro. A partir disso, as informações colhidas nas entrevistas foram cotejadas com aquelas fornecidas pelos documentos, de modo a dar substância às análises realizadas. A abordagem qualitativa permitiu que os entrevistados abordassem suas experiências, conceitos, pareceres, sugestões e recomendações. Foram considerados os diversos significados e a maneira própria com que as pessoas vêem a si mesmas, as suas experiências e o mundo que as cerca (ANDRÉ, 1995, p. 29). Analisadas as informações coletadas, buscou-se elaborar um documento técnico referenciado nos resultados alcançados para relatar os problemas identificados e apresentar sugestões e recomendações visando ao aperfeiçoamento da política educativa estudada. Este documento responde às exigências deste Mestrado, que tem caráter Profissional, e aos interesses dos gestores educacionais da Secretaria de Educação e Cultura (SEDUC) do município de Contagem. Ele contém informações referentes ao diagnóstico da política educativa em foco (Educação Integral e Integrada), às contribuições de pesquisas realizadas sobre a relação entre educação e desenvolvimento local, às entrevistas com os atores sociais 1 Os seis coordenadores locais entrevistados foram das unidades: 1) Educarte Campo Alto; 2) Educarte Dom Bosco; 3) Educarte Lucas Braga; 4) Educarte Nossa Senhora Auxiliadora; 5) Educarte Parque São João e; 6) Educarte Perobas. No Educarte Argentino Honório dos Reis não foi possível realizar a entrevista com o coordenador local, que não conseguiu viabilizar sua disponibilidade.

21 20 (gestores da Secretaria de Educação e Cultura, coordenadores locais e oficineiros dos Educartes) engajados com as questões estratégicas para o desenvolvimento local, sugestões e recomendações sobre questões direcionadas à maior aproximação e efetividade da relação entre educação em tempo integral e desenvolvimento local. Trata-se, portanto, de um Relatório Técnico, que retrata a complexidade que envolve a implementação de um Programa de caráter inovador e intersetorial e possibilita que se enxerguem diferentes possibilidades de ações tendo em vista a concretização desta política educativa. O que guiou a elaboração deste Relatório, em todo caso, foi o compromisso com o atendimento das necessidades socioeducacionais da população de Contagem, especialmente dos adolescentes e jovens das unidades Educartes. Partindo de situações da realidade do aluno, foram identificados os temas do contexto social que se apresentam como os mais importantes considerando a relação com a vida dos alunos e a perspectiva da construção de conhecimentos pelos mesmos, tendo em vista uma aprendizagem realmente expressiva e formadora de conceitos. Conforme Moran (2008, p. 01), a escola precisa partir de onde o aluno está, das suas preocupações, necessidades, curiosidades e construir um currículo que dialogue continuamente com a sua vida, com o seu cotidiano tornando a aprendizagem significativa. Associadamente à identificação destas temáticas se buscou discutir outros requisitos à formação de alunos capazes de operar transformações no local onde vivem. Para tanto, buscou-se sustentação teórica em autores que estudam, analisam e problematizam a relação entre educação e desenvolvimento local (CALIARI, ALENCAR, AMÂNCIO, 2002; TORRES, 2004; DOWBOR, 2006). Esta pesquisa se constituiu, portanto, como um estudo de caso, ao analisar um fenômeno social complexo a partir do conhecimento da situação em que se encontra atualmente (MARTINS, 2006). Estudos de caso visam obter explicações e interpretações convincentes para situações da realidade social (idem); à construção de teorias explicativas possibilitando fazer inferências analíticas sobre proposições constatadas no estudo e outros conhecimentos encontrados (YIN, 2001; MARTINS, 2006). Espera-se que esta investigação possa oferecer esta contribuição Estrutura da dissertação Esta dissertação está organizada em quatro capítulos. No primeiro, Políticas educativas municipais pautadas na intersetorialidade e no desenvolvimento local, apresenta-

22 21 se e discute-se o referencial teórico. Questões do contexto educacional brasileiro, sobre a intersetorialidade de políticas públicas, do desenvolvimento local, da gestão educacional e sobre inovações sociais foram discutidas, visando à obtenção de referenciais para a caracterização de programas político educacionais, que sejam intérpretes e instrumentos do desenvolvimento local. No segundo capítulo, Políticas educativas de referência, três Programas foram analisados: 1) Escola Família Agrícola da Rede Pintadas, do Município de Pintadas Bahia; 2) BH Cidadania, do município de Belo Horizonte Minas Gerais e; 3) Bairro-Escola do município de Nova Iguaçu Rio de Janeiro. Estes programas foram estudados, pois são considerados como exemplos de políticas educativas voltadas para a promoção do desenvolvimento local. Para esta dissertação, foram analisadas as estratégias socioeducativas utilizadas por estes Programas tendo em vista a melhoria das condições de vida de comunidades por meio de ações intersetoriais e participação da comunidade nas tomadas de decisões. Tais estratégias serviram de referência para a pesquisa do caso de Contagem, Minas Gerais. No terceiro capítulo, A política educativa municipal de Contagem/MG: intersetorialidade e desenvolvimento local, a análise se voltou para: a política de educação em tempo integral deste município; as estratégias socioeducativas desenvolvidas nas unidades Educartes como promoção do desenvolvimento local; a relação entre educação, intersetorialidade e desenvolvimento local; os desafios da implantação e implementação da política de educação em tempo integral no contexto educacional de Contagem. No quarto capítulo, Educarte: possibilidades e desafios para a política educativa municipal de Contagem/MG, são apresentados os pontos de vistas dos coordenadores locais e dos oficineiros sobre suas experiências nas unidades Educartes e destacadas as possibilidades e os desafios por eles enfrentados para efetivar a política de Educação Integral e Integrada proposta pelo Município de Contagem. Finalizando a dissertação, nas conclusões finais, são apontados, com base nas análises realizadas, alguns critérios para caracterizar uma política educativa como intérprete e instrumento do desenvolvimento local e questões novas surgidas no decorrer do desenvolvimento da investigação, que merecem a atenção e incentivam à continuidade dos estudos realizados.

23 22 2. POLÍTICAS EDUCATIVAS MUNICIPAIS PAUTADAS NA INTERSETORIALIDADE E NO DESENVOLVIMENTO LOCAL No cenário brasileiro, assiste-se hoje ao processo de reordenamento da gestão das políticas públicas decorrente da aplicação dos preceitos instituídos pela Constituição Federal de 1988, com a finalidade de descentralizar, democratizar e compartilhar com outras instâncias políticas as ações governamentais antes centralizadas nos sistemas federal e estadual. Esta mudança fortaleceu os municípios nos processos de tomada de decisões conferindo-lhes maior autonomia na distribuição dos recursos e gastos públicos. No discurso governamental, passaram a constar os temas da descentralização, democracia e participação popular (SENHORAS, 2007; PACHECO, 2008a). Com a perspectiva de descentralização, vem sendo reestruturado o aparelho estatal mediante novas relações socioinstitucionais entre Estado e sociedade e melhoria da qualidade de vida 1 dos cidadãos. Isto implicou estabelecer as relações de poder e a ação compartilhada do Estado e da sociedade civil na provisão de bens e serviços que atendem as necessidades humanas básicas como a saúde, a educação, a moradia, o emprego e renda, dentre outros (COMERLATTO et al, 2007, p. 266). O redesenho das estruturas e das relações políticas tem colocado a necessidade da transferência de poder dos níveis centrais para os periféricos (idem), do melhor aproveitamento da distribuição dos recursos públicos e de mais agilidade nas ações da gestão das políticas econômicas, sociais e educacionais. (SENHORAS, 2007; COMERLATTO et al, 2007). Mudança importante tem sido, também, o incentivo à participação dos atores sociais (usuários e demais interlocutores) como estratégia para auxiliar na solução dos problemas enfrentados pela população desfavorecida economicamente. Pretende-se, assim, focalizar as reais demandas e os seus principais interesses com base na identificação das necessidades do contexto local e aplicação dos recursos financeiros de maneira eficaz. Para melhorar a qualidade de vida, garantir condições dignas de sobrevivência e a oferta dos bens e serviços públicos básicos distribuindo os recursos financeiros de forma mais racional são necessárias ações coordenadas entre diferentes áreas e setores 2, sistemas sociais, culturais e econômicos, de abrangência local ou regional (COMERLATTO et al, 2007, p. 1 Entende-se por qualidade de vida quando o cidadão tem: paz, abrigo, educação, alimentação, recursos econômicos, ecossistema estável, recursos sustentáveis, justiça social e eqüidade (COMERLATTO et al, 2007, p. 266). 2 Conforme Comerlatto et al (2007), os setores estão representados pelos governos, setores da saúde, social, econômico e de comunicação; pelas organizações não-governamentais e voluntários; pelas autarquias e empresas e pela participação da sociedade.

24 23 266). No entanto, verificam-se, em especial com as políticas públicas municipais, a fragmentação das atividades sociais, programas e projetos que são desenvolvidos isoladamente, muitas vezes, sem articulação e interação com outras áreas setoriais. Estes estão sujeitos à instabilidade administrativa, pois, existe a cultura de que a continuidade das ações da gestão anterior não representa dividendos para a gestão atual (SENHORAS, 2007, p. 6). Tal lógica se traduz por política de governo e não de Estado, sem perspectivas e garantias de continuidade. Nessa direção, a compartimentação das diferentes ações dos setores governamentais se reflete na má distribuição dos recursos, no aumento da desarticulação interinstitucional e [n]a falta da integralidade na atenção ao conjunto dos direitos sociais (SENHORAS, 2007, p. 6), bem como nos problemas sociais vividos pela população brasileira. As políticas sociais em curso têm, em sua maioria, evidenciado a ausência de ações integradas. Conforme Gaetani (1997, p. 15), as áreas de saúde, educação, assistência social, emprego, habitação, saneamento básico, entre outras não se articulam, não se interagem, não dialogam entre si e não se propõem a desenvolver um esforço institucionalizado e sistemático de compatibilização de ações e construção de sinergias e complementaridades (idem). Embora as ações políticas se dirijam às mesmas pessoas, as organizações setoriais tendem a tratar o cidadão e seus problemas de maneira fragmentada oferecendo serviços isoladamente (LEITE, DUARTE, 2005). Para resolver tais descompassos e como alternativa capaz de encontrar novos arranjos e novas articulações (COMERLATTO et al, 2007, p. 266), entre as ações setoriais, surge o conceito de intersetorialidade que passa a referenciar os esforços de articulação e integração das políticas públicas. A ideia é a de que a população, por meio da intersetorialidade: a) seja assistida em todos os seus aspectos sociais, econômicos, culturais e outros; b) melhore a qualidade de vida e bem-estar social e; c) seja estimulada a buscar novos saberes e novas alternativas para solucionar seus próprios problemas. Assim, espera-se que as dificuldades sociais sejam minimizadas e os direitos sociais sejam efetivados. Para Junqueira (1999, p. 27), A intersetorialidade constitui uma concepção que deve informar uma nova maneira de planejar, executar e controlar a prestação de serviços para garantir o acesso igual dos desiguais. Isso significa alterar toda a forma de articulação dos diversos segmentos da organização governamental e dos seus interesses.

25 24 Contudo, agir e atuar intersetorialmente acarreta mudanças nas práticas e na cultura das organizações gestoras de políticas públicas (COMERLATTO et al, 2007, p. 266), como também, nas atitudes, na postura e nas ações da população. A intersetorialidade: a) remete a uma noção integrada dos problemas sociais e de suas soluções; b) busca otimizar os recursos escassos procurando soluções integradas, pois a complexidade da realidade social exige um olhar que não se esgota no âmbito de uma única política social (JUNQUEIRA, 1999, p. 27) e; c) pretende estimular novas ações, inspirando novas idéias que levem ao fortalecimento da gestão das políticas públicas sociais e a ações de caráter intersetorial. A lógica intersetorial rompe com a ideia de fragmentação das ações setoriais, surge como forma de dinamizar a relação do governo com o cidadão, considerando as demandas em sua totalidade e buscando resultados que promovam o desenvolvimento social e a inclusão das pessoas discriminadas pela sociedade (CKAGNAZAROFF, MELO, 2005, p. 05). No entanto, a ação intersetorial depende da capacidade dos atores sociais 3 identificarem e articularem os interesses coletivos em prol do enfrentamento dos problemas reais vividos pela população. Nesse contexto, a intersetorialidade constitui-se numa nova forma de trabalhar, de governar e de construir políticas públicas, que possibilite a superação da fragmentação dos conhecimentos e das estruturas sociais a fim de produzir efeitos mais significativos na solução dos problemas identificados, por meio das ações coletivas dos atores sociais (COMERLATTO et al, 2007, p. 268). Ações coletivas pressupõem a articulação de diferentes setores sociais e se dá como um processo que possibilita: a) a produção de novos conhecimentos; b) a integração entre os diferentes segmentos sociais e; c) a construção de redes intersetoriais capazes de articular, integrar e conhecer as reais demandas da população em situação de vulnerabilidade social. Diante disso, as redes surgem como uma alternativa para estruturar a intersetorialidade em suas ações coletivas, reúne uma multiplicidade e uma heterogeneidade de interlocutores e parceiros interessados em instituir de modo público as garantias para a proteção e o desenvolvimento social (COMERLATTO et al, 2007, p. 269). Destaca-se como uma estratégia para estabelecer vínculos horizontais de interdependência e de complementaridade entre as diferentes organizações sociais (idem). Para Cury (1999, p. 52), através das redes, as organizações estão conseguindo multiplicar iniciativas, trabalhar sua 3 Atores sociais referem-se a todos os indivíduos de uma comunidade (líderes comunitários, comerciantes, pastorais, etc), organizações não governamentais, vereadores, gestores educacionais, associações, conselhos, dentre outros (CKAGNAZAROFF, MELO, 2005; COMERLATTO et al, 2007).

26 25 diversidade e segmentação, construir novos saberes, novas práticas para a gestão das políticas públicas sociais e pensar em novas estratégias de promoção do desenvolvimento local. O desenvolvimento local é aqui entendido como desenvolvimento que se organiza e se regula pela base da sociedade e que vai além dos aspectos econômicos, implicando mudança de foco, por estar centrado nas pessoas e no seu ambiente. Implica no deslocamento de perspectiva com relação ao paradigma dominante, ao priorizar outros elementos chave da racionalidade do desenvolvimento, especialmente, a reconciliação entre a democracia política e a democracia econômica (MILANI, 2005; SENHORAS, 2007). Põe à mostra a dimensão territorial dos processos econômicos, chamando a atenção para o espaço onde as pessoas vivem e para a participação comunitária. Proporciona o envolvimento direto dos cidadãos nos assuntos da gestão dos recursos localmente disponíveis, bem como a capacidade de organização da sociedade em torno dos seus interesses. Em resumo, compreende a execução de políticas de fortalecimento e qualificação das estruturas internas de um território (SENHORAS, 2007, p.8). Assim, com o desenvolvimento local pretende-se: 1) promover mobilizações sociais informadas por relações de poder horizontais; 2) buscar a iniciativa em ações coletivas e estimular o sentimento de apropriação das políticas pelas comunidades; 3) fomentar a sinergia de esforços sociais por meio da convergência das informações e dos conhecimentos de uma comunidade; 4) alcançar a maturidade e coesão do tecido social e; 5) construir perspectivas de melhoria das condições de vida e das vivências entre as pessoas (SENHORAS, 2007). Nesse contexto, pensar em intersetorialidade e desenvolvimento local requer o envolvimento de diversas dimensões governamentais (saúde, educação, economia, meio ambiente, cultura, etc.) relacionadas à noção de práticas integradas e ao envolvimento das pessoas nos problemas e nos interesses comuns. Além disso, implica considerar os diferentes padrões de inter-relacionamento ativo dos diversos atores da sociedade requerendo a participação das pessoas nos processos decisórios (LEITE, DUARTE, 2005, p. 03). As políticas públicas, inclusive as educacionais, vêm se responsabilizando, cada vez mais, pela proposição e fortalecimento de ações (planos, programas e projetos) que possibilitem melhorias nas condições de vida das populações. Amplia-se o entendimento sobre a necessidade de articulações das esferas políticas, econômicas, educacionais e sociais, fundamentadas na busca da sustentabilidade ambiental, qualidade de vida e democracia social como forma de estimular o desenvolvimento local. Trata-se da busca de sinergias, que pressupõem a participação da sociedade nos processos decisórios, a democratização das

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