SAMUEL, REIS E CRÔNICAS

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1 Lição 01 "Escolhendo a forma de governo." I Samuel caps. 1 a 10 e Deut Caros irmãos e amigos: É bom estarmos mais uma vez juntos, para estes estudos bíblicos semanais neste novo trimestre. O assunto a abordar é A Monarquia em Israel. Será a oportunidade de mais uma vez voltarmos a nossa atenção para a parte da Bíblia que nos apresenta relatos históricos, agora olhando os 6 livros que nos contam esse período: Os 2 de Samuel; os 2 dos Reis e os 2 das Crônicas. Comecemos com os primeiros 10 capítulos de 1a. Samuel, que nos servem como introdução a esse período; fazem a conexão do período de Juizes com o período da Monarquia e também nos falam de dois personagens importantes da história de Israel: Eli e Samuel. O inicio do livro de I Samuel se nos apresenta como uma continuação natural do registro histórico do livro de Juizes. Na verdade o contexto é praticamente o mesmo: Israel governado por um juiz, agora Eli; o povo sofrendo a opressão dos filisteus, se bem que agora de uma forma muito mais dura que antes; e nos é apresentada mais uma bela história de confiança em Deus, a de Ana e seu coração derramado em angustia, em oração, e a recompensa divina, efetivada no nascimento de Samuel. Com Samuel, as coisas começaram a mudar: A palavra do Senhor que era muito rara naqueles dias (3.1), revelou-se a Samuel, e ele, devidamente instruído pelo seu tutor, que era Eli, se colocou na dependência de Deus: Fala Senhor, porque o teu servo ouve (3.10).E Deus usou Samuel e a sua reputação se espalhou rapidamente por toda a terra: : Samuel crescia, e o Senhor era com ele e não deixou nenhuma de todas as suas palavras cair em terra. E todo o Israel, desde Dã até Berseba, conheceu que Samuel estava confirmado como profeta do Senhor. Com a morte de Eli, à liderança espiritual de Samuel foi acrescentada a liderança política de Israel, que Samuel exerceu de um modo marcante e peculiar. Duas características marcaram a vida pública de Samuel, que é contado como o 14o. e o último dos juizes: (1) A sua preocupação com o espiritual, antes do material, como vemos no início do cap.7 e (2) a sua preocupação em ensinar ao povo o caminho do Senhor. Vemos tal preocupação nas suas viagens anuais por todo o Israel ( ), bem como no seu cuidado de formar novas lideranças espirituais, mesmo depois de retirado das funções públicas, como vemos em Samuel ficou na história de Israel como um personagem da maior grandeza. Soube colocar-se na dependência de Deus quando chamado, dignificando o voto que sua mãe tinha feito para a sua vida. Teve uma visão e ação de estadista, encaminhando Israel para o seu futuro. E naquele momento de indefinição colocou os interesses da nação e da vontade de Deus acima dos interesses de seus próprios filhos. Com o envelhecimento de Samuel, o povo de Israel começou a se inquietar com a sucessão, pois não estavam gostando do rumo dos acontecimentos e queriam interferir para alterá-lo. Samuel tinha designado seus dois filhos como juízes para julgarem em Israel, mas o procedimento dos dois em nada honravam a ilibada reputação do pai: eram corruptos e portanto suas decisões pervertiam a justiça (8.1-3). A liderança de Israel se reuniu e foi a Samuel, desejando que ainda mais uma SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 1

2 vez Samuel servisse a Israel, e com o peso da sua liderança constituisse um rei para Israel, o que, na visão daqueles anciãos, viria a resolver em definitivo o problema de governo no país. Frente a uma primeira reação negativa de Samuel, Deus mais uma vez lhe falou, instruindo-lhe a mostrar ao povo as consequencias do pedido feito, e depois Deus lhe incumbiu de ir ao encontro daquele que o Senhor já tinha escolhido para ser posto como rei sobre Israel. Convém refletirmos um pouco neste momento singular da história de Israel, quando um novo sistema de governo é desejado, e é implantado. Primeiro, olhemos o lado humano. O texto nos diz que a motivação da liderança para pedir um rei refletia também o exemplo visto nos vizinhos (8.5): Todos os povos ao redor tinham um rei, e os israelitas deviam se sentir como que com falta de um pedaço ao interagirem com os outros povos e não poderem apresentar o seu rei, nem falarem sobre ele. Era importante ser como os outros. O que era bom para os outros também deveria ser bom para Israel. Este pedido dos anciãos é a própria expressão do nosso desejo humano de solucionarmos os problemas com os elementos, os exemplos e as experiências que temos, esquecendo-nos do fator Vontade Divina. Agora, olhemos o lado divino da questão: Quando Samuel orou ao Senhor apresentando o pedido da liderança, Deus pediu que Samuel atendesse os anseios do povo, e que não se sentisse rejeitado por tais anseios, porque na realidade quem estava sendo rejeitado era o próprio Deus. No sistema de governo prevalecente, que nós denominamos de governo de juízes, Deus agia sempre que necessário, levantando a liderança necessária para superar a situação. Era Deus intervindo e atuando nos momentos de crise, sem a necessidade de uma continuidade nos momentos de calma e de paz em Israel. Com o sistema monárquico agora pleiteado, seria natural se aguardar uma sucessão hereditária pré determinada, se colocando um governo permanente sobre Israel, independente da situação que o povo estivesse passando. O que nos chama a atenção neste contexto é que Deus acatou o pleito do povo, e mais ainda, na sua onisciência, já tinha preparado e instruído Israel a respeito. Voltemos para Dt a 20 e ali veremos as claras instruções divinas para a eventualidade de Israel desejar um rei. Infelizmente, grande parte das instruções não vierem a ser seguidas, a medida que a monarquia foi se consolidando em Israel, nas gerações seguintes. Qual a grande reflexão destas considerações para nós? Creio que a maior delas é esta: A providência divina supera a nossa decisão humana errada. Ainda que erremos, e acabemos indo pela decisão humana incorreta, não levando em conta a vontade de Deus, Ele nos alcança com a Sua providência e a Sua atuação. E mais uma vez vemos neste episódio que Deus usa uma decisão humana, feita fora da Sua vontade, para ainda assim gerar bençãos. A monarquia não era da vontade de Deus, mas já que o povo de Israel preferiu ir por tal caminho, Deus através dela continuaria a dar a sua benção, escolhendo os reis; os habilitando para a função de governo; os tirando do poder quando falhando incorrigivelmente; e assim continuando a dirigir o seu povo em direção ao cumprimento da Sua vontade maior e imutável. Esta é a tônica que a todo momento continuamos a ver quando olhamos para a Bíblia como relato histórico: Deus é o dono da história e Ele a dirige. Caros ouvintes, Tenhamos todos uma abençoada semana. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 2

3 Lição 02 SAMUEL, REIS E CRÔNICAS "O Reino unido Governo de Saul." I Samuel caps. 11 a 31 e II Cron. 10 Caros ouvintes: Aqui estamos para a continuação do estudo bíblico sobre a Monarquia em Israel. Hoje, teremos a oportunidade de rever O Governo de Saul, o primeiro rei de Israel. Samuel foi divinamente orientado para constituir um rei, em atendimento ao desejo do povo de Israel, e logo depois Deus enviou Saul ao encontro do profeta. Saul, que tinha saído em procura das jumentas perdidas de seu pai, foi buscar a ajuda de Samuel para achar os animais. Encontrando-se com Samuel, recebeu a missão que Deus lhe dava e foi ungido. Pouco tempo depois, todo Israel foi comvocado para Mizpá e lá Samuel apresentou à Israel o seu desejado rei. A aceitação foi expressa com um Viva o rei. E não era para menos: Saul se destacava pela sua altura, sobressaindo-se de todo o povo, desde os ombros para cima, e em todo o Israel não se achava jovem tão belo como ele. Samuel com orgulho o apresentou: Vedes já a quem o Senhor escolheu? Não há entre o povo nenhum semelhante a ele. (10.24) Quando lemos os primeiros capítulos do relato histórico de Saul, caps. 9, 10 e 11 de ISm., ficamos com a vívida impressão de que se começava um reinado vitorioso; de sucesso; e de grande significado para Israel como nação. As précondições para isto estavam todas ali: O homem certo, de apresentação impressionante, o rei que todos se orgulhariam de ter, filho de um homem de reconhecido valor. Um homem a quem Deus ungiu e a quem Deus transformou, dando-lhe os habilitações espirituais e a coragem necessárias para a responsabilidade que passaria a ter. O início do reinado foi marcante, tanto pela sua aceitação pelo povo, como pela importante vitória militar, que ocorreria logo em seguida. Os amonitas, tradicionais inimigos de Israel, estavam naquele momento assolando a cidade de Jabes-Gileade, e exigindo como condição de paz o olho direito de todo habitante da cidade. Quando Saul, que ainda estava na sua cidade, ouviu tal afronta dos amonitas contra os israelitas, o Espírito de Deus se apoderou dele, e ele convocou e dirigiu todo o Israel, formado em um exército de 330 mil homens que deram aos amonitas a resposta que eles mereciam e assim livraram Jabes-Gileade da humilhante exigência. O final do cap.11 que nos apresenta este relato também nos mostra a grandeza de Saul de não exigir qualquer retaliação dos que no primeiro momento não o aceitaram como rei. Infelizmente, ao continuarmos lendo o restante do relato de ISm, vamos vendo que esse início promissor não continuou. Ao contrário, passo a passo a expectativa exitosa foi se convertendo na tragédia e no desacerto que ficaram como a marca da vida de Saul. Os comportamentos desastrosos de Saul se sucediam, mesmo que no começo ainda intercalados com algumas vitórias marcantes, como contra os filisteus em 2 oportunidades (na segunda delas quando ocorreria o famoso confronto de Davi contra Golias); bem como na destruição dos amalequitas, outro dos costumeiros inimigos de Israel. Mas os erros foram se acumulando até que o relato histórico se tornou uma seqüência ininterrupta deles. Relembremos: A presunção de Saul de assumir funções sacerdotais e oferecer sacrifícios a Deus, no lugar de Samuel, que se atrasara. Isto lhe custou a continuidade do reino. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 3

4 O voto insensato de Saul, que acabou se voltando contra o seu filho Jônatas, que ele não hesitou de desejar matar e que foi salvo pelo pedido do povo. O descumprimento da ordem divina de destruir completamente os amalequitas. Por isto, Deus o rejeitou. O ciúme daquele jovenzinho que ia granjeando reputação e vitória sobre vitória, que Saul não conseguia aceitar. Vamos vendo, a partir do capítulo 18 que toda a energia de Saul foi se canalizando para um único objetivo: Eliminar Davi. Saul começou a agir contra Davi sutilmente, mas a medida que as tentativas indiretas não produziam resultados ele passou às ações mais objetivas. Saul se voltou contra o filho Jônatas e contra a filha Mical pois ambos agiram para salvar Davi e Saul tomou tais atitudes como afrontas pessoais. Saul mandou matar o sacerdote Aimeleque e todos da cidade de Nobe, pelo crime de ter dado a Davi alguns pães e uma espada. Saul mobilizou um exército de elite de 3 mil homens para caçarem Davi pelas montanhas e pelos desertos. Saul mesmo tomou para si a tarefa de comandar tal exército e por toda a terra procurar aquele que ele tinha transformado em seu inimigo principal. Saul tinha se esquecido da sua vocação e da sua missão. Quando voltamos para o cap.9, v.16, vemos Deus estabelecendo o alvo para a vida de Saul: e ele livrará o meu povo da mão dos filisteus. Percebemos então quão fracassada se tornou a vida de Saul. Ele desprezou o alvo divino de livrar o povo da mão dos filisteus, e no lugar colocou o seu alvo pessoal: livrar-se de Daví. Saul se esqueceu dos filisteus, mas os filisteus não se esqueceram de Saul, e um grande exército deles se juntou para mais uma vez fustigar Israel. Saul se assustou, talvez percebeu que tinha perdido muito tempo com a prioridade errada. O seu coração se estremeceu quando ele viu o arraial inimigo, e ele foi procurar ajuda. Buscou a Deus, mas Deus já estava longe demais dele. Com certeza desejou buscar a Samuel, o seu guia e conselheiro de tantas ocasiões, mas Samuel já estava morto. E na sua desorientação vemos então Saul acumulando mais um grave desacerto, buscando a necromante de En-Dor na tentativa de encontrar Samuel. Era o fim. Melhor dizendo, era a véspera do fim. No dia seguinte, Saul e seus filhos estariam mortos pelos filisteus. O que deu errado na vida de Saul? Qual a causa do seu fracasso, contra as expectativas positivas tão promissoras do inicio? Muitas respostas são sugeridas, e vamos pensar em uma delas: A biografia de Saul é um exemplo marcante do conflito e da disputa entre o homem carnal e o homem espiritual. Séculos depois destes acontecimentos, um homem que recebeu de seus pais um nome que era em homenagem a Saul, pois ambos eram da mesma tribo de Benjamim, nos ensinou muito sobre este tema. Me refiro ao apóstolo Paulo, que foi antes, como sabemos, o Saulo de Tarso: Em I Coríntios cap.3 Paulo repreende os cristãos daquela Igreja primitiva por serem imaturas crianças espirituais, que não abandonaram as suas motivações carnais e que continuavam andando segundo os homens. Saul, o nosso rei da lição de hoje, foi revestido do poder divino; teve o seu coração mudado em outro; mas ainda assim deixou que a sua natureza original prevalecesse: Fiou-se na sua presunção. Confiou na sua posição. Deu vazão aos seus sentimentos pessoais. Fracassou. Que dos erros de Saul venham para a nossa vida espiritual, ensinos e desafios para não deixarmos que o Velho homem prevaleça em nós. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 4

5 Lição 03 "O Reino unido Davi." II Samuel 1 a 24; I Reis 1 e 2 e I Cron. 11 a 29 Com a graça de Deus, mais uma vez nos encontramos para a continuação desta série de lições bíblicas sobre A Monarquia em Israel. Hoje estaremos utilizando o nosso tempo em relembrar um personagem bíblico dos mais queridos e conhecidos: Davi. O grande rei Davi, o orgulho nacional de Israel; o menino Davi que destemida-mente enfrentou o gigante Golias; o inspirado Davi que nos legou 73 Salmos, inclusive aquele que todos nós mais apre-ciamos, pois faz nos muito bem: O Senhor é o meu pastor e nada me faltará. Saul, como o primeiro rei de Israel fracassara. Deus tirou-lhe o reino e encarregou Samuel de se dirigir à vila de Belém, para lá ungir um rapazinho ruivo, de belos olhos e de gentil aspecto como o futuro rei para Israel. Era Davi, o menor dos 8 filhos de Jessé, aquele que ficou encarregado de cuidar das ovelhas, quando Samuel chegou e chamou toda a família para sacrificarem ao Senhor. Aquele que precisou ser chamado no campo, pois era ele que Deus tinha escolhido. Era ele, Davi, que preenchia as condições divinas, não de aparência ou estatura, mas de coração. Davi, o homem segundo o coração de Deus (ISm.13.14). O fato de ter sido ungido rei de Israel não significou que de imediato Davi viria a assumir as suas funções. Saul ainda era o rei, e Davi teria que passar por muitas e difíceis etapas na sua vida até chegar o momento de desempenhar a responsabilidade para a qual foi escolhido. Na lição anterior, já foi comentado sobre o ciúme que Davi provocou em Saul. Davi acumulou vitórias não só no enfrentamento do temido Golias, mas em outros desafios lhe foram confiados por Saul (ISm.18.5). As sucessivas vitórias de Davi o transformaram em um herói popular, aclamado nas ruas e tornado tema das danças das mulheres. O ciúme do rei se converteu em ira, ira esta que cegou e obcecou Saul, levando-o a sua própria destruição. Para Davi não foi um período fácil, sempre fugindo para escapar da perseguição real. Se esconder nas cavernas, vagar pelos desertos, se exilar no exterior. Mas é nas adversidades que realmente vemos o caráter de uma pessoa. Neste período de fuga de Saul, destacamos dois traços de Davi (1) a firmeza da sua relação com Deus e (2) a sua integ ridade de caráter. A sua confiança em Deus vemos nos diversos Salmos que ele escreveu neste período, como o Salmo 52, escrito quando estava sendo denunciado a Saul por Doegue: Por que te glorias na malícia, ó homem poderoso..mas eu sou qual oliveira verde na casa de Deus, confio na bondade de Deus para sempre e eternamente. Ou no salmo 57, quando se escondia na caverna de Adulão:..à sombra das tuas asas me refugiarei, até que passem as calamidades.. Não são apenas as palavras de Davi que nos atestam o grau do seu relacionamento com Deus, mas o próprio fato de Davi ter tomado tempo no meio da dificuldade para buscar a Deus, nos mostram muito. Quanto à sua integridade vê-mo-la claramente nas 2 oportunidades que Davi teve a vida de Saul nas suas mãos, e ele não atentou contra a vida do rei. Davi instruiu o seu guerreiro: Não o mates, pois quem pode estender a mão contra o ungido do Senhor e ficar inocente? (ISm.26.9) Com a morte de Saul, abriu-se o caminho para a ascensão de Davi ao SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 5

6 trono, vencendo ainda algumas oposições até firmar o seu reino; conquistar Jerusalém e lá estabelecer a capital de Israel, tornando-a a cidade mais importante para os judeus, até os dias de hoje. Deus abençoou grandemente a administração de Davi. O reino prosperava, os inimigos de Israel foram vencidos e o reino foi confirmado eternamente para a descendência de Davi(II Sm.7.16). Jesus Cristo, como lembramos, é da descendência de Davi, e tantas vezes chamado de Filho de Davi. Frente a tantos atributos e valores positivos de Davi, que justificadamente o transformaram no personagem bíblico da grandeza que ele é, temos que não deixar de atentar que a Bíblia é fiel e como Palavra de Deus não mistifica. O relato sagrado nos apresenta também o lado humano de Davi, com as suas falhas e os seus pecados, pecados estes que custaram caro à Davi. A vida familiar de Davi não é um exemplo: Ele acumulou esposas e concubinas, e o seu relacionamento com alguns dos seus filhos foram traumáticas. Intrigas, desrespeito e mortes fizeram parte da história da família. Dois pecados abomináveis foram praticados por Davi, os quais lhe custaram uma reprimenda divina enviada por 2 profetas e conseqüências sérias. O primeiro deles, a sua cobiça por Bate- Seba, que o levou a ordenar o assassinato do marido dela. A repreensão veio pelo profeta Natã, que lhe anunciou também o castigo dado por Deus: Eis que suscitarei da tua própria casa o mal sobre tí (IIS m.12.11). Os Salmos 51 e 32 são expressões do arrependimento de Davi quando conscientizado do pecado que cometeu: Bem aventurado aquele cuja transgressão é perdoada e cujo pecado é coberto (Sl.32.1). O segundo grave pecado registrado, foi a decisão de Davi de promover um censo em Israel, desejando saber quanto era o seu povo. Deus o repreendeu, agora através do profeta Gade, que ofereceu 3 penas alternativas para Davi escolher. Para Davi, houve um grande sonho acalentado, cuja concretização Deus não permitiu: A construção de um templo ao Senhor. Como vemos em II Sm.7 Deus enviou o profeta Natã lhe avisar de que a Casa para o Senhor somente seria construída por um seu descendente. A proibição da construção não impediu que Davi continuasse a planejar e a trabalhar por este projeto, mesmo que ele não o veria concretizado. Davi ajuntou muito material para a obra. Davi preparou projetos da construção. Davi organizou as funções levíticas do futuro templo e Davi aconselhou Salomão, seu filho e sucessor a se esforçar pela conclusão da obra. A preocupação espiritual de Davi também se evidenciou no cuidado com a Arca do concerto, que Davi levou para Jerusalém, e cuja chegada foi celebrada entusiasticamente. Como não poderia deixar de ser, a oportunidade foi marcada com um Salmo, este registrado no cap.16 de I Crônicas: Buscai ao Senhor e a sua força; buscai a sua face continuamente. (v.16) O legado que Davi deixou foi extraordinário. Jerusalém, a capital que conquistou seria muitas vezes lembrada a cidade de Davi. O trono de Davi se tornaria a expressão para designar a continuidade prometida para a sua descendência, de sempre governar sobre Israel. Diz-se que nenhum outro personagem do Velho Testamento é mais citado na Bíblia que Davi. Davi, o pastor de ovelhas que se indignou em ver o incircunciso gigante filisteu afrontar os exércitos do Deus vivo (ISm.17.26). Enquanto todos olhavam pela perspectiva humana, assustados com o tamanho de Golias, Davi olhou pela perspectiva divina; não aceitou que o seu Deus fosse humilhado, e partiu para a ação. Por isso ele foi o homem segundo o coração de Deus. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 6

7 Lição 04 "O Reino unido Salomão." I Reis 2 a 11 II Cron. 1 a 9 Caros ouvintes: retomamos o nosso estudo da Monarquia de Israel, hoje nos detendo no terceiro rei, Salomão, cujo relato histórico encontra-se em I Reis caps.2 a 11 e II Crônicas caps.1 a 9. Salomão foi filho de Davi e Bate-Seba. Quando Natã foi repreender Davi pelo seu pecado em cobiçar Bate-Seba e mandar matar o marido dela, o profeta também anunciou que o filho daquela união morreria, o que de fato ocorreu. Salomão foi o 2º filho, e quando nasceu, Natã mandou-lhe dar o nome de Jedidias, mas Davi nomeou-o Salomão. Já próximo da sua morte, Davi viu um outro seu filho, Adonias, conspirando para assumir o trono, e então Davi chamou o sacerdote para ungir Salomão como o seu sucessor. Salomão viria a se tornar sinônimo de sabedoria, e isto foi conseqüência de uma decisão pessoal do novo rei. Vemos em IRs. 3, que o Senhor Deus apareceu em sonho a Salomão e disse-lhe para pedir o que quisesse, que lhe seria concedido. Salomão pediu apenas um coração entendido para poder julgar o povo, e este seu pedido agradou a Deus. Deus lhe concedeu um coração tão sábio e entendido, que antes de ti teu igual não houve, e depois de ti teu igual não se levantará. (v.12).além do pedido, Deus também lhe prometeu riquezas e glória em abundância incomparável. A justiça de Salomão, exemplificada no seu julgamento das 2 mulheres disputando um mesmo filho, ficariam para sempre como referencial, não apenas bíblico mas de toda a história universal. Os seus conhecimentos científicos em áreas tão diversas como a botânica e a biologia se tornaram lendárias atrações, e conforme o costume da antiguidade, os poderosos de todos lugares vinham para desafiarem e confirmarem o conhecimento e o esplendor de Salomão. Na Bíblia, a sua produção literária é apresentada nos livros de Provérbios, Eclesiastes e Cântico dos cânticos, e os salmos 72 e 127. Foi no reinado de Salomão que Israel alcançou o seu apogeu como poder político. A expansão geográfica de Israel e o domínio sobre vizinhos feitos tributários foram as maiores registradas em toda a história de Israel. Jamais o país viria a ter o poder e a opulência que tivera sob Salomão. Exemplos desta grandiosidade: o ouro e a prata se tornaram rotineiros em Jerusalém, tal a sua abundância. Apenas de tributos, Salomão recebia 20 tons. anuais de ouro. A frota marítima, baseada em Eziom-Geber, no mar Vermelho lhe trazia ouro de Ofir e riquezas e preciosidades de Tarsis. Os seus milhares de cavalos, cavaleiros e as muitas cavalariças que construiu em Israel. E o que falar do Templo de Jerusalém? Construído durante 7 anos, chegando a empregar 183 mil trabalhadores nas minas e florestas para produzirem o material necessário. O seu acabamento interno, todo revestido em cedro, no qual foram esculpidos desenhos de botões e flores e revestido de ouro. A dedicação deste templo, como descrita em I Cr. 5 a 7 foi igualmente grandiosa. A glória do Senhor encheu a casa, e os sacrifícios pacíficos oferecidos foram proporcionais ao evento: 22 mil bois e 120 mil ovelhas. Tudo era grandioso e magnífico no reinado de Salomão. A tudo isso se soma o fato de que a era de Salomão foi pacífica e sem confrontos militares significativos. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 7

8 No entanto, todo este brilho e opulência eram apenas uma face da moeda. Havia a outra face. No caso de Salomão, esta outra face era o seu lado espiritual. Salomão não se ocupou daquilo que em Davi era sem sombra de dúvida o seu ponto forte, o destaque maior da sua personalidade, qual seja a sua fidelidade e dependência de Deus e o seu desejo de sobretudo obedecer e agradar a Deus. E assim, vemos desde cedo Salomão oferecendo sacrifícios e queimando incenso nos altos, ainda que amasse ao Senhor e andasse nos estatutos de Davi, como nos relata I Rs.3.3. E as mulheres foram a causa maior da decadência espiritual de Salomão. Em conjunto com a sua riqueza, Salomão acumulou 700 esposas e 300 concubinas. Entre as esposas estavam a filha do Faraó, e princesas vindas de diversos países vizinhos, com as quais Salomão tinha se casado, possivelmente em celebração de alianças políticas. E estas mulheres perverteram o coração de Salomão. Na exigência delas de adorarem os seus deuses, levaram Salomão para o caminho da idolatria, de modo que na velhice o rei passou a seguir a Astaro-te, deusa dos sidônios e a Milcom dos amonitas. Edificou nos arredores de Jerusalém lugares de adoração para outros deuses pagãos como Quemós dos moabi-tas e Moloque dos amonitas e deste modo fez o que era mau aos olhos do Senhor. E Deus se indignou contra Salomão. O relato bíblico nos apresenta Deus falando a Salomão por 3 vezes, e em todas elas a ênfase à obediência eram claros: Na primeira vez, quando Deus em sonho ofereceu a Salomão a oportunidade de pedir o que desejasse, o Senhor Deus disse: E ainda se andares nos meus caminhos, guardando os meus mandamentos, como andou Davi, seu pai, prolongarei os teus dias (IRs.3.14). Na 2a. oportunidade, por ocasião da santificação do Templo (IRs.9), o Senhor Deus voltou a pedir obediência, desta vez fazendo um alerta, que na verdade viria a se cumprir na destruição do templo pelos Babilônios: Se, porém, vós e vossos filhos de qualquer maneira vos desviardes e não me seguirdes..esta casa lançarei longe da minha presença e Israel será por provérbio e motejo entre todos os povos. (v.6-7). E a terceira vez que o Senhor dirigiu a palavra para Salomão, já foi para apresentar o juízo divino, devido a sua desobediência, como vemos no cap.11 v de I Rs.: Porquanto...não guardaste o meu pacto e os meus estatutos - rasgarei de tí este reino e o darei a teu servo. E assim ocorreu. Jeroboão, um dos oficiais de confiança de Salomão foi procurado pelo profeta Aías que lhe anunciou que o reino de Salomão seria dividido e a ele caberiam 10 partes, visto que 2 ficariam para a descendência de Salomão, em cumprimento à promessa divina feita a Davi, e em amor a Jerusalém. Era o anúncio da divisão do Reino que viria a ocorrer logo após a morte de Salomão, e que será o nosso assunto na próxima lição. Muitos estudiosos da Bíblia ensinam que o livro de Eclesiastes é o produto da maturidade de Salomão, quando ele, já idoso, olhando sua vida em retrospectiva compreendeu verdades que lhe tinham ficado desapercebidas. Terminando a lição de hoje, voltemos ao livro de Eclesiastes: Vaidade de vaidades vaidade de vaidades tudo é vaidade. Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do sol? (1.2-3). Então olhei eu para todas as obras que as minhas mãos haviam feito, como também para o trabalho que eu aplicara em fazê-las; eis que tudo era vaidade e desejo vão, e proveito nenhum havia debaixo do sol. (2.11). Lembra-te do teu criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias e cheguem os anos em que dirás: Não tenho neles contentamento (12.1). SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 8

9 Lição 05 "A divisão do Reino." I Reis 12 a 14 II Cron. 10 a 12 Amigos e Irmãos radio-ouvintes: Pela graça de Deus mais uma vez podemos nos encontrar para o nosso estudo da Monarquia de Israel. Com a revisão do reino de Salomão, em nossa última lição, encerramos uma fase da Monarquia de Israel, conhecida como do Reino Unido. Pelos acontecimentos cobertos na nossa lição de hoje entenderemos o porque deste nome, pois com a morte de Salomão, o Reino se dividiu em dois e passamos então a ter dois países distintos, Israel, ou o Reino do Norte e Judá, o Reino do Sul. Hoje, estudando o texto bíblico de IRs. 12 a 14 a II Cr.10 a 12, revisaremos como ocorreu tal divisão e os fatos que se seguiram a esse evento. Nas próximas 3 lições estaremos estudando o Reino de Israel, até o seu melancólico fim, com a deportação para a Assíria. Nas últimas 5 lições desta série trimestral veremos então o Reino de Judá, até a destruição de Jerusalém pelos Babilônios e o cativeiro dos judeus. Depois de um reinado de 40 anos Salomão morreu e foi sucedido pelo seu filho Roboão. Assim como Salomão não tinha herdado de seu pai a preocupação e o cuidado espiritual que caracterizaram Davi, também Roboão não herdou a sabedoria que tornou Salomão tão reconhecido. Na primeira dificuldade do novo governo, quando ainda nas solenidades de entronização, Roboão, foi confrontado por todo o povo de Israel, que pediam por sua clemência, pois o jugo do governo sobre o povo tinha se tornado pesado demais. Vemos assim que as obras e o governo suntuoso de Salomão tinham custado muito sacrifício ao povo, e eles agora pleiteavam pela redução da carga que lhes cabia. Roboão ouviu o conselho dos anciãos, talvez os mesmos que tinham assessorado o seu pai, de que deveria atender o povo, pois tendo agora assumido o reino precisaria conquistar as graças da população. Roboão optou por não seguir este comselho sensato, e ouviu os seus jovens companheiros de mocidade, decidindo por não atender o clamor dos seus súditos, mas em contrário, aumentar ainda mais a carga imposta ao povo. A condição da cisão estava criada, e Jeroboão liderou as 10 tribos do Norte contra Roboão. Que parte temos nós em Davi? foi o lema para a divisão, e só Benjamim permaneceu fiel à tribo de Judá, sob o comando de Roboão. E assim se cumpriu integralmente a palavra de Deus a Salomão, a mesma que o profeta Aías anunciou a Jeroboão. Estes acontecimentos ocorreram em Siquém, no território de Efraim, que era a tribo líder da rebelião, e Roboão teve que fugir rapidamente para Jerusalém. De volta à sua capital, Roboão tentou ainda articular um exército para recuperar o que perdera e juntou 180 mil homens para lutar contra Jeroboão. Deus, porém, por intermédio do profeta Semaías impediu que Judá partisse para a luta contra os seus irmãos de Israel. Assim, Roboão se tornou o primeiro dos 19 reis de Judá, e no seu governo enfrentou a permanente tem-são de guerra contra Israel, e ainda teve que ver Jerusalém invadida pelo Egito, cujo rei Sisaque tinha dado no passado asilo a Jeroboão quando ele precisou fugir de Salomão e parece que agora Sisaque desejou ajudar seu aliado, saqueando Jerusalém com um exército de 60 mil homens que levaram todos os tesouros da casa do SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 9

10 Senhor e da casa real. No aspecto espiritual, o reino de Judá foi bastante abençoado logo após a divisão do Reino, pois muitos dos levitas que estavam espalhados por Israel optaram em voltar para o Reino do Sul, em vista da idolatria oficial que Jeroboão instalou no Norte. Esse inicio de despertamento espiritual não se consolidou e Judá, a medida que se sentiu forte, abandonou o Senhor. Roboão reinou por 17 anos, e o seu governo se resumiu naquilo que nos é apresentado em IICr Ele fez o que era mau, porquanto não dispôs o seu coração para buscar ao Senhor. Voltemos agora a Jeroboão Era ele o filho de uma viuva que alcançou posição importante como oficial de Salomão e que pelo desígnio divino ganhou um reino. Jeroboão estabeleceu-se em Siquém que se tornou a primeira capital do reino do Norte, e logo uma preocupação o assaltou: A necessidade dos sacrifícios a Deus levariam todo o seu povo a se dirigir a Jerusalém, e lá Roboão poderiam cativá-los e o povo poderia se voltar contra ele. Jeroboão decidiu eliminar tal possibilidade e decidiu fazer dois bezerros de ouro, pondo um em Betel, no sul do seu reino e outro em Dã, no extemo norte de Israel. Jeroboão apresentou ao povo os bezerros e declarou Basta de subires a Jerusalém; eis aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir do Egito. (IRs.12.28). Não é preciso mencionar quem Jeroboão estava imitando. Era a história de Arão e o bezerro de ouro de Êxodo 32 que se repetia. A idolatria se espalhou por todo o Reino do Norte. Um profeta de Judá foi mandado por Deus para repreender Jeroboão. O profeta encontrou o rei de Israel junto ao altar de Betel se preparando para queimar insenso. Ao ouvir o profeta apresentando a sua palavra, Jeroboão esticou a sua mão, ordenando que o profeta fosse preso e a mão do rei se secou. Jeroboão implorou por sua mão e ela foi restituída. Tempos depois, quando seu filho adoeceu, Jeroboão mandou que sua mulher descesse disfarçada até Siló, em Judá para consultar o profeta Aías sobre o futuro de seu filho, e lá o profeta anunciou não só a iminente morte do filho doente, mas a próxima extinção de toda a sua descendência que não mais governaria sobre Israel, em decorrência da idolatria praticada e incentivada pelo rei. Jeroboão reinou por 22 anos, portanto sobreviveu a Roboão, e quando o filho de Roboão, Abias, assumiu o governo, Judá mais uma vez ajuntou forças para enfrentar Israel. No confronto, os 800 mil soldados de Jeroboão emboscaram os 400 mil soldados de Abias, mas o Senhor estava com Judá e apesar da superioridade numérica e da vantagem da estratégia de Israel, Israel saiu derrotado, tendo que contar 500 mil mortos, além de perderem cidades importantes como Betel. A derrota sinalizou o fim do reinado de Jeroboão, que veio a morrer logo depois. Seria sucedido pelo seu filho Nadabe em um curto reinado que encerraria a dinastia de Jeroboão. Como veremos nos próximos estudos, o Reino de Israel carregou durante toda a sua história as conseqüências dessa idolatria implantada por Jeroboão e da reiterada disposição de não obedecer ao Senhor Deus. Apesar da existência do Reino do Norte ter sido menor que a do Reino de Sul em mais de um século, Israel também foi governada por 19 reis, de 9 diferentes dinastias. De nenhum deles Deus se agradou, devido a maldade e a infidelidade deles todos. Deus reiteradamente tentou recuperar Israel. Israel foi impactado pela vida e pregação de tantos profetas, como Elias, Eliseu, Amós e Oséias, mas a dureza do coração do povo foi maior. Continuaremos no nosso próximo encontro a considerar a história desse reino. Que Deus nos abençoe no estudo da Sua Palavra. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 10

11 Lição 06 "O Reino de Israel de Nadabe a Acabe." I Reis a Queridos ouvintes, já estamos no nosso sexto estudo nesta série de lições bíblicas sobre A Monarquia em Israel. Hoje consideraremos o texto compreendido entre o cap de IRs. até o cap Continuando a rever a história do Reino do Norte, o Reino de Israel, nossa lição se ocupa de 6 reis: Nadabe, Baasa, Elá, Zinri, Onri e Acabe. Dos primeiros 4, pouco há que falar, além do fato de que Nadabe, Elá e Zinri foram mortos em conspirações e cada um deles a seu tempo encerrou uma dinastia. Ao contrário de Judá, onde todos os reis pertenceram à descendência de Davi, em Israel, 9 diferentes famílias ocuparam o trono, e todas as mudanças de família foram manchadas com sangue. Assim, chegamos a Onri, que era o chefe do exército do rei Elá. Elá tinha sido morto por Zinri, mas boa parte de Israel não queria Zinri governando e foram fazer Onri seu rei. Onri e seus aliados foram enfrentar Zinri, que preferiu atear fogo na sua fortaleza, morrendo queimado e Onri se firmou como o novo rei de Israel, inaugurando uma nova dinastia, que ficaria na história como a pior, a mais pecadora e a mais perniciosa de todas as famílias que reinaram no Norte. Onri governou durante 12 anos, e do ponto de vista material foi um governo de progresso e consolidação política. Instalou a capital do reino em Samária, que estando no cume de um outeiro, era uma posição privilegiada para uma capital, pois veremos que mesmo tendo sido diversas vezes assediada por inimigos, ela seria somente dominada pelos assírios que ainda assim precisaram impor um cerco de 3 anos à cidade, antes de poderem tomá-la. Com Onri Israel começou a se projetar internacionalmente e um período de prosperidade se iniciou. A paz com os irmãos vizinhos de Judá também foi firmada e logo mais veremos os dois reinos juntos em ações militares, bem como a família de Onri se unindo pelo casamento com a família real de Judá. Mas como com todos os reis de Israel, Onri fez o que era mau aos olhos do Senhor, e com a sua morte, o seu filho Acabe assumiu o trono. A administração de Acabe continuou o que foi iniciado por seu pai, e Israel prosperou tendo obtido vitórias militares importantes sobre os Sírios, quando, instruído por um profeta enviado por Deus, os israelitas, mesmo em inferioridade, venceram os sírios de Bene-Hadade. Relatos dos assírios também registram uma vitória importante de Israel e seus aliados sobre a Assíria na famosa batalha de Carcar. No entanto, do narrador bíblico ouvimos em IRs que ninguém se igualou a Acabe no desagradar a Deus. Acabe se casou com uma princesa de Sidon, cujo influência maléfica sobre ele e sobre todo o Israel não encontram paralelo na história bíblica. Seu nome era Jezabel. Jezabel poderosamente influenciou todo o governo de Acabe; instalou oficialmente em Israel o culto a Baal; e de todas as maneiras perseguiu e buscou a destruição de quem quer que ficasse fiel a Jeová. Para enfrentar Jezabel e sua maldade, Deus comissionou um profeta à altura do desafio,elias. Onde a maldade de Acabe e Jezabel abundou, a graça de Deus, por meio de Elias, superabundou. Elias é considerado o maior profeta de Israel. Ele era de Tisbe e morava no território de Gileade, sendo conhecido pela sua vestimenta de pelos, cingido por um cinto de couro. Os episódios mais marcantes de sua vida conhecemos, e bem pelas tantas vezes que as SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 11

12 temos ouvido, contado e recontado. Assim é com a história da viúva de Serepta que se dispôs a dividir com o profeta o pouco que tinha e por isso nunca mais viu a sua vasilha de farinha e a sua botija de óleo se esvaziarem. Assim também é com o confronto de Elias com os profetas de Baal. Confronto este pedido por Elias a Acabe, para que diante de todo Israel, de uma vez por todas pudesse ficar claro quem era o Senhor Jeová. Juntados no monte Carmelo, de um lado os 450 profetas de Baal, de outro Elias e como testemunhas, todo o Israel convocado para o encontro. Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, seguí-o; mas se é Baal seguí-o. A derrota e a morte dos profetas de Baal é história conhecida de todos os leitores da Bíblia, mas relembrando esta história não podemos deixar de mais uma vez atentar para a figura de Elias, que com tranqüilidade e domínio absoluto da situação não deixou de realçar o ridículo daqueles que estavam abandonando Jeová. Elias começou a zombar dos profetas de Baal, que em desespero se dilaceravam esperando pela revelação do seu deus: Clamai em altas vozes...pode ser que esteja falando ou que intente alguma viagem; talvez esteja dormindo, e necessite que o acordem. A destruição dos profetas de Baal não sossegou Jezabel, que ao contrário enviou um mensageiro a Elias, jurando vingança e prometendo que em 24 horas ela terminaria com a vida do profeta. Elias fugiu para o monte Horebe e lá foi confortado física e espiritualmente pelo Senhor, para continuar o seu ministério e continuar a enfrentar a maldade personificada naquele casal real. Nesta mesma oportunidade, Deus deu a Elias a responsabilidade de uma tripla unção, através da qual a maldade seria extirpada de Israel, pela destruição de toda a família de Acabe. Elias deveria ir a Damasco e ungir Hazael como rei da Síria; deveria ungir Jeú como o futuro rei de Israel e deveria ungir Eliseu como o seu sucessor nas lides proféticas. A tripla unção tinha um propósito claro com relação à casa de Acabe, como apresentado no cap.19. v.17 E há de ser que quem escapar da espada de Hazael, matá-lo-á Jeú; e quem escapar da espada de Jeú, matá-lo-á Eliseu. Logo mais, Elias é incumbido de outra vez se apresentar a Acabe, agora para anunciar o fim do seu governo e da sua descendência sobre Israel. Ao ouvir os juízos divinos contra si, Acabe se humilhou totalmente diante de Deus, jejuando e cobrindo o seu corpo com saco. Por causa deste arrependimento, Deus permitiu que terminasse seu reinado e a extinção da sua família apenas ocorresse após a sua morte. Acabe morreria em campo de batalha, atingindo por uma flecha. Dois de seus filhos ainda a reinariam por mais 14 anos até que o juízo divino se cumprisse. Jezabel continuaria sua influência nefasta durante o governo de seus dois filhos até ser exterminada, da maneira como foi anunciado por Elias. Elias, terminou seu ministério transferindo a responsabilidade para outro profeta de destaque da Bíblia, Eliseu, e levado em um redemoinho para o céu. Tempos terríveis da história de Israel foram estes. Olhando esse tempo com a isenção de ânimos que a distância nos permite, ficamos impressionados com o contraste da maldade de Acabe e Jezabel com o grande ministério de Elias. Este contraste nos sugere que quanto mais o mundo se afasta de Deus mais marcada e mais sentida deve ser a atuação daqueles que buscam servir ao Senhor, para que o mundo seja confrontado com a diferença. Tempos de idolatria exigem daqueles que se dispõem a serem fiéis a Deus mais fidelidade. Tempos de imoralidade exigem mais santidade dos que buscam agradar a Deus. Tempos de apostasia exigem crentes mais próximos de Deus. Que assim possa ser conosco. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 12

13 Lição 07 SAMUEL, REIS E CRÔNICAS "O Reino de Israel de Acazias a Jeoás." I Reis e II Reis caps. 1 a 13 Irmãos e amigos ouvintes, continuamos nossa revisão da história do Reino de Israel, hoje nos detendo no texto bíblico que se inicia no livro de I Rs. Cap 22 v,51 e se prolonga até o capítulo 13 de II Rs. Veremos o reino do Norte no período compreendido entre os reinados de Acazias e Jeoás. Terminamos a lição anterior com a morte de Acabe, mas a sua família ainda continuou no poder, através de 2 de seus filhos. O primeiro foi Acazias, que reinou por 2 anos e morreu em conseqüência de uma queda. A missão de Elias ainda se fez ouvir forte durante este reinado, pois Elias interceptou um mensageiro que o rei enviara para saber do deus de Ecrom sobre o seu futuro, e através dele mandou um recado a Acazias: Porventura não há Deus em Israel para irdes consultar a Bal-Zebube? (IIRs.1.3), anunciando também a morte próxima do rei. O segundo dos filhos de Acabe a reinar sobre Israel foi Jorão, que sucedeu Acazias e reinou por 12 anos. Já era tempo do ministério de Eliseu, e Jorão foi profundamente ajudado pelo sucessor de Elias. Eliseu orientou Jorão, quando este em guerra contra os moabitas se perdeu no deserto. Eliseu revelou a Jorão os planos militares de Bene-Hadade quando a Síria fazia tentativas de conquistar a Samária. O belo relato bíblico deste episódio está apresentado no capítulo 6 de II Rs., quando os sírios ao se conscientizarem que Deus dava a Eliseu o conhecimento dos planos de guerra dos sírios, tentaram seqüestrar o profeta, mas ele cegou os seus oponentes e os conduziu até o meio de Samária onde puderam ser neutralizados e remetidos de volta, sem terem alcançado o seu objetivo. Coube também a Eliseu anunciar o fim da fome em Samária que estava cercada pelos sírios, e privada de qualquer abastecimento. Toda esta ajuda de Eliseu a Jorão não tiveram nenhum impacto na vida espiritual do rei, e dele também a escritura registra que fez o que era mau aos olhos do Senhor (IIRs.3.2), ainda que a sua maldade não tenha chegado à magnitude da maldade de seu pai Acabe. Jorão foi morto pelo chefe do seu exército, Jeú, que já tinha sido ungido por Elias para ser rei sobre Israel e foi reconfirmado pela unção dada por um dos profetas de Eliseu. Coube a Jeú, em cumprimento às instruções divinas, matar Jorão, Jezabel, todos os 70 filhos de Jezabel e Acabe, bem como o restante da família, e os conselheiros e amigos íntimos. Jeú, em seguida convocou todos os sacerdotes de Baal, a pretexto de fazerem um grande sacrifício, e também os exterminou. No lugar do templo de Baal, igualmente destruído, Jeú ordenou que se instalasse uma latrina. Apesar de todo este rigor em fielmente executar o juízo divino contra Acabe e contra Baal, Jeú não foi de todo fiel a Deus, pois não abandonou o pecado de Jeroboão, qual seja, Jeú continuou a permitir a adoração aos bezerros de ouro que tinham sido erguidos em Dã e Betel. Por causa da sua idolatria, Deus começou a diminuir Israel, usando para isto os sírios. Em reconhecimento à fidelidade de Jeú no cumprimento das ordens contra a casa de Acabe, Deus anunciou que ainda as 4 gerações seguintes da casa de Jeú reinariam sobre Israel, tornado a sua dinastia a mais longa a governar sobre o reino do Norte, em um período próximo de um século. Jeú reinou por 28 anos e foi sucedido por seu filho Jeoacaz, que reinou por 17 anos. A atribulação dos SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 13

14 sírios sobre Israel continuou, e Jeocaz suplicou a Deus por um libertador para restaurar a paz para os filhos de Israel. Deus respondeu às súplicas, mas ainda assim a idolatria dos bezerros de ouro não foi abandonada. Jeocaz morreu, e seu filho Jeoás reinou em seu lugar, por 16 anos. Foi no reinado de Jeoás que Eliseu morreu, e quando o profeta já estava doente no seu leito, Jeoás o visitou e lhe prestou um significativo tributo, chamando o profeta de Meu pai, carro de Israel e seus cavaleiros. (IIRs ), e naquele encontro ainda mais uma vez, o rei de Israel seria fortificado pela ação de Eliseu, que anunciou vitórias sobre os sírios. As vitórias, anunciou um indignado profeta, só não seriam completas por causa da timidez de Jeoás, que à ordem de Eliseu feriu a terra com suas flechas por 3 vezes, quando Eliseu tinha desejado que Jeoás ferisse a terra por 5 ou 6 vezes. O governo de Jeoás registrou também a retomada das hostilidades entre Judá e Israel. Jeoás enfrentou o rei Amazias, do sul e impôs-lhe pesada derrota, chegando a aprisioná-lo e a saquear Jerusalém, levando para a Samária os tesouros da casa do Senhor e da casa real. Com Jeoás começou um período de prosperidade e fortalecimento de Israel, que será consolidado no longo reinado de seu filho, também chamado de Jeroboão, que ficou conhecido como Jeroboão II. Não podemos terminar a nossa revisão deste período histórico do reino do Norte, sem nos determos um pouco mais na figura gigantesca e inspiradora do profeta Eliseu. Já vimos a ação de Eliseu em favor do seu país e dos reis de Israel, mas falta-nos ainda considerar em mais detalhes a biografia deste profeta. Em uma época de reis que deliberadamente optavam por permanecer infiéis a Deus, devemos gastar algum tempo para nos inspirarmos com a vida e o ministério deste homem de Deus. Eliseu foi escolhido e ungido para ser o sucessor de Elias, e Eliseu ficaria conhecido como o profeta da porção dobrada, pois na despedida de Elias, Eliseu lhe pediu a porção dobrada do mesmo espírito de Elias. E assim, se o ministério de Elias foi profícuo e marcante na história bíblica, o ministério de Eliseu o foi muito mais. Quantos milagres e atuações espetaculares deste profeta temos na narrativa da Bíblia. Eliseu sarou as águas imprestáveis de Jerico. Operou a multiplicação do azeite da viúva. Trouxe de volta à vida o filho da Sunamita. Tirou a morte da panela de comida de seus moços. Multiplicou 20 pães, tornando-os suficientes para alimentar 100 homens. Curou o general sírio Naamã da lepra. Fez flutuar o machado que tinha caído na água. Ainda depois da sua morte, os seus ossos testemunharam do poder da sua atuação, como relatado no cap.13 v.21 de II Rs. Mesmo quando a intervenção de Eliseu era para recriminação, a sua atuação continuava sendo espetacular. Assim foi com os 42 meninos que zombavam da sua calvície e foram despedaçados por uma ursa enviada pelo profeta. Assim foi com Geazi, que motivado pela ganância, desobedeceu o profeta e viu a lepra curada em Naamã transferida para o seu corpo. Não temos como tomar para nós o exemplo de Eliseu, em toda a extensão do que Eliseu foi e do que fez. São outras as circunstâncias assim como as necessidade. Mas, ao atentar para a vida desse profeta, devemos ver nele o homem de Deus a serviço do seu tempo e do seu povo. Eliseu se dispôs e foi o veículo através do qual a graça de Deus fluiu para um tempo de profunda necessidade e de grande conturbação. Foi referencial de maturidade espiritual: alguém que podia ser buscado por quem precisavam de orientação e direção. Foi sal e foi luz, e a sua história deve nos inspirar e motivar a buscarmos o pleno desenvolvimento da nossa maturidade espiritual, no lugar e tempo onde nós nos encontramos. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 14

15 Lição 08 "O Reino de Israel de Jeroboão II a Oséias." II Reis caps. 14 a 17 Queridos irmãos e amigos, aqui estamos de novo em mais um estudo desta série trimestral sobre A Monarquia em Israel. Na lição de hoje estaremos concluindo a história do Reino de Israel, revisando os caps. 14 a 17 de II Rs. que nos apresentam o relato dos governos de Jeroboão II, Zacarias, Salum, Menaém, Pecaías, Peca e Oséias. A família de Jeú continuava no trono, agora com Jeroboão II que reinou durante 41 anos. Foi um período de fortalecimento de Israel, que conseguiu recompor muito dos limites territoriais do país. Como nos explicam os vs. 26 e 27 do cap.14 ainda não falara o Senhor em apagar o nome de Israel de debaixo do céu e então através de Jeroboão II, Deus visitou o povo que estava em amarga aflição. O cuidado divino não foi correspondido, e Jeroboão II foi mais um dos reis que fizeram o que era mau aos olhos do Senhor, continuando nos pecados do primeiro Jeroboão aquele dos bezerros de ouro. Este foi também um período de efervescência profética. Três dos profetas que conhecemos pelos seus livros na Bíblia pregaram neste reinado: Jonas, cujo registro bíblico nos apresenta apenas a sua mensagem à Nínive, mas conforme o v.25 deste cap.14, também pregou em Israel; Oséias, cujo longo ministério deve ter começado neste reinado; e Amós. É de grande utilidade para aprimorar o nosso entendimento deste período, que nos detenhamos por um pouco na mensagem desses profetas. Oséias, instruído por Deus, teve que viver na sua vida a mensagem que deveria pregar, onde Israel é comparada a uma mulher infiel, que embora resgatada e amada pelo seu marido, o traiu, desprezando todo o cuidado dado para com ela. Em Amós temos uma visão muito mais vívida da vida e dos costumes daquela época: Vejam a abastança e a opulência daquelas dias, no cap.6 a partir do v.4: Ai dos que dormem em camas de marfim, e se estendem sobre os seus leitos, e comem os cordeiros tirados do rebanho, e os bezerros do meio do curral; que garganteiam ao som da lira e inventam para si instrumentos músicos que bebem vinho em taças e se ungem com o mais excelente óleo Em contraste, vejam o retrato da injustiça social: vendem o justo por dinheiro e o necessitado por um par de sapatos, pisam a cabeça dos pobres no pó da terra, pervertem o caminho dos mansos.. (2.6-7) e mais: Ouvi estas palavras vós vacas de Basã, que estais no monte de Samária, que oprimis os pobres, que esmagais os necessitados, que dizeis a vossos maridos: Daí cá e bebamos (4.1). O formalismo religioso prevalecente também foi apresentado, como vemos no cap.5 onde o profeta alertava para que o povo parasse de fazer aquele tipo de turismo religioso a que se submitiam, percorrendo o roteiro de Betel- Gilgal - Berseba, e em vez de buscarem estes lugares que estavam associados a bençãos do passado histórico, Deus apelava: Buscai-me e vivei (5.4). Amós foi acusado de traição; e ambos os profetas não foram ouvidos, por mais duras que tenham sido as suas advertências sobre o castigo que viria se não houvesse o arrependimento e por mais insistentes que tenham sido os apelos para que voltassem a Deus, como em Os.14.1: Volta ò Israel para o Senhor teu Deus, porque pela tua iniqüidade tens caído. Este, portanto, era o retrato dessa época de Jeroboão II. Ele morreu e foi sucedido pelo seu filho Zacarias, que só conseguiu reinar por 6 meses, sendo morto em uma conspiração chefiada SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 15

16 por Salum, que por sua vez, conseguiu manter-se no trono por 1 mês, e foi vitimado por outra conspiração, que trouxe Menaém ao governo de Israel. Menaém governou por 10 anos, e seu filho Pecaías por mais 2 anos, quando em nova conspiração, Peca, o chefe do exército eliminou Pecaías, e governou por 20 anos. O cenário para o ultimo ato da história do Reino de Israel já estava sendo montado. Como já vimos, Jeoás e Jeroboão II tiveram seus reinados grandemente beneficiados pela inexistência de uma potência estrangeira de peso a lhes incomodar, e por isso puderam recompor Israel, tanto política como economicamente. Mas agora, uma nova e terrível potência mundial vinha crescendo no horizonte: Era a Assíria, de Nínive, e a política nacional de Israel começava a balançar ao sabor da influência do poder maior. Algumas destas seguidas conspirações, vistas nesta fase final do Reino do Norte, parecem serem a expressão da luta entre facções pró- Assíria e anti-assíria. Peca, assumindo o governo em Samária, se associou ao rei Rezim, de Damasco, para assaltarem Jerusalém, e mesmo tendo imposto pesadas baixas a Judá, não conseguiram o seu intento. Logo em seguida, Israel viria a sofrer a primeira invasão dos Assírios de Tiglate-Pelesser, que tomaram grande parte do território de Israel, nas regiões de Gileade, Galiléia e Naftali, levando os seus habitantes cativos para a Assíria. A política anti-assíria de Peca gerou outra conspiração, que levou ao trono Oséias. Oséias se sujeitou ao jugo Assírio durante certo tempo, pagando tributos que lhe garantiam a paz. Por alguma razão que a Bíblia não relata, Oséias começou a articular uma conspiração contra os assírios, tentando buscar apoio no Egito para se liberar do jugo de Nínive. Os historiadores dizem que Oséias foi motivado a tal atitude por algumas rixas que estavam ocorrendo em Nínive por ocasião da morte de rei assírio Tiglate-Peleser. Oséias calculou que podia mudar de posição, trocando a proteção dos assírios pela proteção dos egípcios. Mas Oséias calculou mal. O novo rei assírio, Salmanasar veio com todo o seu poder contra Israel e sitiou Samária por 3 anos, ao fim dos quais levou todo Israel cativo para a região da Média. Este é o melancólico fim das 10 tribos que formaram o Reino de Israel. O cap.17 de II Rs. relata o fato, os seus porquês e suas conseqüências. As causas, que já conhecemos são mais uma vez claramente apresentadas: Assim sucedeu porque os filhos de Israel tinham pecado contra o Senhor seu Deus e porque haviam temido outros deuses. (v.7) e o Senhor tirou Israel da sua presença, como falara por intermédio de todos os seus servos os profetas. Assim foi Israel transportado da sua terra para a Assíria, onde está até o dia de hoje. (v.23) Os Israelitas do norte nunca voltariam da Assíria, e pior, o rei assírio trouxe para Samária gente de muitos lugares, para garantir que o espírito nacional de Israel não mais se levantasse contra Nínive. A mistura racial e religiosa que estas deportações provocaram vieram a acentuar ainda mais o sincretismo religioso tão precisamente descrito nesse cap.17, e que nos ajudam a entender a Samária do Novo Testamento e a aversão que os judeus tinham dos samaritanos, entendendo que eles não eram seus irmãos de sangue, tal a miscigenação ocorrida. Terminamos assim, tristemente a nossa revisão da história do Reino de Israel. Este fim retrata com força como as características de Misericórdia e Juízo se encontram em Deus. Deus amou Israel. Intentou de muitas maneiras, por muito tempo, atrair de novo para si aquela parte do seu povo reunida no Reino do Norte. Esta é a misericórdia de Deus. Mas, depois da misericórdia chega o tempo terrível do Juízo. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 16

17 Lição 09 SAMUEL, REIS E CRÔNICAS "O Reino de Judá de Abias a Jeorão." I Reis ; ; II Reis e II Cr. caps 13 a 21 Queridos irmãos e amigos, aqui estamos de novo em mais um estudo desta série trimestral sobre A Monarquia em Israel. Iniciamos hoje a nossa revisão do reino do Sul, o Reino de Judá, composto pelas tribos de Judá e Benjamim, que ficaram sob o governo da descendência de Davi, com o trono estabelecido em Jerusalém. O relato histórico dos 2 reinos estão intercalados nos livros dos Reis, e o período a ser coberto nesta lição nos é narrado no trecho de I Rs. cap 15 até II Rs, 8.24, e no 2o. livro das Crônicas, caps. 13 a 21. Com a morte de Roboão seu filho Abias lhe sucedeu, em um governo curto, de 3 anos. Abias seguiu os caminhos de seu pai, e como nos relata IRs apenas por amor de Davi o Senhor lhe deu uma lâmpada em Jerusalém, levantando o seu filho depois dele. Com a morte de Abias, seu filho Asa assumiu o trono, para um governo que duraria 41 anos e marcaria a primeira das diversas restaurações espirituais que houveram no reino de Judá. O rei Asa corajosamente baniu os sodomitas do seu reino; removeu os ídolos que seu pai tinha feito; até se voltou contra a sua mãe, a tirando da sua posição de rainha, por causa da sua fragrante idolatria; Incentivado pela palavra divina, por meio do profeta Azarias, promoveu uma reafirmação do pacto de Judá com Deus. A sua avaliação espiritual não foi totalmente positiva apenas porque não conseguiu extinguir de Israel os Altos, lugares utilizados para sacrifícios. Na política externa, o reinado de Asa foi marcado por significativas atividades militares. Baasa, rei de Israel tentou limitar os movimentos de Judá. Asa se acordou com Bene-Hadade da Síria para se proteger, e em contrapartida teve que pagar tributos a Damasco. Esta busca do apoio na Síria lhe custou uma reprimenda divina, por intermédio do profeta Hanâni. Asa foi também atacado por um etíope de nome Zera, liderando um grande exército, muito superior ao de Judá, mas Judá se impôs e pode se apropriar das riquezas de Zera. Asa foi sucedido por seu filho Jeosafá, que reinaria por 25 anos em Jerusalém. Jeosafá seguiu os passos de seu pai e aprofundou a completa restauração espiritual em Israel, enviando seus príncipes e os sacerdotes por todo o reino, para ensinarem ao povo a lei do Senhor. E Deus recompensou a fidelidade de Jeosafá. A sua riqueza foi enormemente aumentada. Se tornou poderoso frente ao vizinhos, vencendo nas campanhas militares. A mais bela das suas vitórias nos é relatada no cap.20 de II Cr., quando, afrontado por uma coligação de inimigos, Jeosafá teve medo, e então buscou ao Senhor e apregoou o jejum em toda Judá. A resposta divina veio pelo profeta Jaaziel, e Jeosafá e seu exército saíram para a batalha, mas não para lutar e sim para louvar ao Senhor. A vitória veio pela intervenção divina direta, que desbaratou as tropas inimigas, deixando nas mãos de Judá um grande e rico despojo que levaram mais de 3 dias para ser saqueado. O povo continuou a louvar a Deus, no vale de Beraca, agora pela vitória dada, e com instrumentos musicais retornaram jubilosos para Jerusalém. O temor dos vizinhos, em vista do que tinha ocorrido, desanimou qualquer outra tentativa contra Judá e Jeosafá pode ter um reinado de paz e prosperidade. Diante de Deus a nota desagradável na vida de Jeosafá ficou por conta da aliança que ele fizera com Israel. É claro que o fato da aliança com os irmãos do Norte não era reprovável, mas porque a aliança foi SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 17

18 feita com Acabe e incluía o casamento do filho de Jeosafá com a filha de Acabe e Jezabel. Os projetos conjuntos intentados por esta aliança de Jeosafá com Acabe foram todos um fracasso, por intervenção divina: Juntos os dois reis tentaram uma ação militar contra Gileade-Ramote, que resultou na morte de Acabe e na desaprovação divina contra Jeosafá. Juntos planejaram uma grande frota marítima, sediada, como a de Salomão em Eziom-Geber. Deus mandou o profeta Eliezer anunciar a destruição dos navios, e assim ocorreu. Jeosafá foi sucedido por seu filho Jeorão. Com Jeorão, iniciou-se em Judá um dos períodos negros da história do Reino do Sul. E já sabemos porque. Era a influência maléfica da família de Acabe chegando na descendência de Davi. Assim como Jezabel tinha feito a balança pender para o mal, no reinado de Acabe, assim foi a sua filha, Atalia, com relação a Jeorão. Jeosafá, antes de morrer, deu aos seus outros filhos dádivas e riquezas, pois o trono ficaria com o primogênito, Jeorão. Tão logo se firmou no trono, Jeorão mandou matar todos os seus irmãos, bem como outros príncipes de Judá. Além disto, Induziu os habitantes de Jerusalém à idolatria e impeliu Judá a prevaricar. (IICr.21.11) O Seu governo foi um fracasso. Foi repreendido pelo profeta Elias, que lhe enviou uma carta denunciando os seus crimes e anunciando o seu fim, pois Jeorão seria vitimado por uma grave enfermidade, que faria suas entranhas saírem. Mais ainda, Deus levantou contra Jeorão e contra sua casa os filisteus e os árabes que vinham e saqueavam a família real e levavam cativos seus filhos ao ponto de apenas um deles sobrar. Como anunciado pelo profeta, o rei foi acometido da terrível moléstia, e depois de 8 anos de reinado, com a idade aproximada de 40 anos, Jeorão morreu. O relato da sua morte nos fala muito do que foi a vida deste homem, que mesmo tendo tido um exemplo grandiloqüente, como o de seu pai Jeosafá, optou por abandonar Jeová e se submeter à influência maléfica da família de sua mulher. Vejamos em II Cr e 20, o que se disse do seu fim: e morreu desta terrível enfermidade. E o seu povo não lhe queimou aromas, como queimara a seus pais...morreu sem deixar de si saúdades; e o sepultaram na cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis. Creio que todos ficamos chocados com o gritante contraste da vida de Jeorão com a vida de seu pai, Jeosafá e de seu avô Asa. O avô se esforçou para consertar espiritualmente Judá. O pai mais do que se esforçou no mesmo sentido e o filho preferiu seguiu por um rumo diametralmente oposto. Em atenção ao pacto feito com Davi, Deus não destruiu totalmente a família real de Judá (IICr.21.7), deixando um remanescente para permitir a continuidade da dinastia e garantir que sempre haveria um descendente de Davi para reinar sobre Jerusalém. A seqüência dos reis de Judá vista na lição de hoje nos fala também sobre responsabilidades individuais. As escolhas são individuais, dependendo de cada um de nós. Créditos por decisões acertadas e por vidas frutíferas, ganhas por nossos antepassados não são transferíveis para nós. Somo nós, cada um de nós individualmente que tomamos as nossas decisões e encaminhamos as nossas vidas, do modo como nós achamos mais certo. O que nunca podemos deixar de considerar, à luz do que aqui temos visto sobre Jeorão, é que das nossas decisões, nós colheremos os frutos. Busquemos portanto a decisão acertada de sujeitarse a vontade de Deus, sobretudo submetendo-nos à maravilhosa Salvação propiciada pelo sacrifício de Cristo na cruz. Este é o maior objetivo que devemos ter ao nos voltarmos ao estudo da Palavra de Deus. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 18

19 Lição 10 SAMUEL, REIS E CRÔNICAS "O Reino de Judá de Acazias a Uzias." II Reis 8.25 a 9.29; caps.11 e 12; 14.1 a 15.7; e II Cr. 22 a 26 Irmãos e amigos: pela graça de Deus, mais uma vez juntos estamos para a nossa lição sobre A monarquia em Israel. O estudo de hoje baseia-se no texto bíblico que se inicia no cap.8 v.25 de II Reis e vai até o cap. 15 v.7. O texto paralelo de II Crônicas, cobre os caps. 22 a 26. Como vimos na lição anterior, Jeorão, que tinha se casado com a filha de Jezabel e Acabe, chamada Atalia, governou sobre Judá por apenas 8 anos, e devido à maldade do seu coração e a idolatria que propagou, Deus o vitimou de uma terrível doença. Jeorão foi então sucedido pelo seu filho Acazias, que aos 22 anos assumiu o trono e continuou a idolatria da casa de seu avô Acabe. Seu governo foi breve e um ano depois, Acazias foi mortalmente ferido em uma perseguição e faleceu. Acazias foi mais um na longa lista dos membros da família de Acabe que foram eliminados por Jeú. Ao ser informada da morte de Acazias, sua mãe Atalia mandou destruir toda a descendência real de Judá para que ela pudesse usurpar o trono em Jerusalém, sem outros pretendentes a pleiteá-lo. Desta maneira a maldade de Acabe e Jezabel chegaram até Jerusalém, por intermédio desta filha, Atalia. Depois de 6 anos o sacerdote Jeoiada reuniu um grupo dos oficiais de Judá e lhes apresentou Joás, filho de Acazias, que tinha sido escondido na matança determinada por Atalia, e agora, com 7 anos de idade poderia ser ungido rei de Judá e assim libertar o Reino do Sul da tirania indesejada de Atalia. Em decorrência, Atalia foi morta e o trono de Davi voltou a ser ocupado por um seu descendente. Joás iniciou o seu longo reinado de 40 anos sob o imperativo da renovação. Devidamente tutorado pelo sacerdote Jeoiada, Joás iniciou um restauração espiritual em Judá. Reafirmaram o pacto de serem o povo do Senhor; destruíram o templo de Baal e todas as suas imagens; mataram os profetas de Baal; e restauraram a observância das leis de Moisés quanto ao culto e ao templo. Joás também decretou que as ofertas instituídas por Moisés para o tabernáculo fossem trazidas de toda Judá para o templo de Jerusalém e assim o templo pudesse ser restaurado e reparado da destruição provocada por Atalia e os sacerdotes de Baal. De Joás a Bíblia nos diz que ele fez o que era reto aos olhos do Senhor, enquanto o sacerdote Jeoiada viveu. (IICr.24.2). Jeoiada morreu com 130 anos e como reconhecimento do que fizera pelo país, foi sepultado junto com os reis. Com a morte do seu tutor e guia espiritual, Joás se voltou para o conselho dos outros príncipes de Judá, e começou a abandonar ao Senhor, e a idolatria foi retornando. Deus enviou suas advertências, mas elas foram desprezadas. O próprio filho de Jeoiada, Zacarias, tomado pelo espírito de Deus começou a pregar contra o povo. Mas o povo conspirou contra ele, e por ordem do próprio rei Joás, apedrejaram a Zacarias no átrio do templo. O juízo de Deus veio sobre Joás através do exército da Síria que assolou Jerusalém; impôs humilhante derrota ao exército de Judá; e feriu a Joás. Por fim, os servos do rei conspiraram contra ele e o mataram na sua cama. O desprezo do povo a este rei infiel foi manifestado no seu sepultamento, que não foi feito nos sepulcros dos reis. O novo rei foi Amazias, filho de Joás, que reinou por 29 anos em Jerusalém. Foi um dos reis que fez o que era reto aos olhos do Senhor, mas não o fez com coração perfeito (IICr.25.2). SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 19

20 Iniciou o seu governo vingando a morte de seu pai, pela eliminação dos conspiradores. Em seguida foi lutar contra Edom, e venceu, mas de lá trouxe ídolos que começou a adorar. Ao ser alertado por um profeta enviado por Deus dos seus erros, não o ouviu, antes ordenou que o profeta se calasse. Amazias tentou uma aliança com Israel, procurando o rei Jeoás, do reino do Norte. Jeoás, irado com Amazias por causa da ação militar contra Edom, foi lutar contra Judá e as forças militares de Judá foram desbaratadas. Amazias foi levado preso para Jerusalém e os tesouros da cidade foram saqueados. Amazias começou também a ser vítima de conspirações. Precisou fugir de Jerusalém, porém os seus conspiradores o alcançaram em Laquís e alí o mataram. E assim chegamos ao nono rei de Judá, o último a considerarmos nesta lição. Era Uzias, que viria a reinar por 52 anos em Jerusalém. Com a morte de Amazias, o povo foi buscar o seu filho de 16 anos e o colocaram no trono. Com Uzias, vemos um novo período de prosperidade e fortalecimento de Judá, e isto ocorreu enquanto Uzias se esforçou em buscar ao Senhor. Os filisteus, os nossos já conhecidos inimigos de Israel, mais uma vez estavam se infiltrando em Judá, devidamente fortalecidos desde as pesadas derrotas que sofreram no tempo de Davi. Uzias guerreou contra eles e destruiu os muros fortificados que eles tinham construído. Uzias foi se impondo sobre outros vizinhos, passando a exigir tributos deles e a sua fama se espalhou rapidamente por toda a região. Uzias reforçou os muros de Jerusalém; edificou torres no deserto; cavou poços e incentivou a agricultura, da qual se dizia amigo. Uzias preparou e equipou um exército de alta qualidade. Uzias incentivou os ofícios e armas e engenhos de defesa foram inventados. E voou a sua fama até muito longe; porque foi maravilhosamente ajudado, até que se tornou poderoso (IICr.26.15) O poder transforma as pessoas. A capacidade de corrupção do poder é fato reconhecido, e apoiados no poder, muitos, (talvez todos?) se julgam invencíveis e capazes de menosprezar a todos e a tudo, e chegam à conclusão que nada pode detê-los. Assim foi com Uzias: Mas quando ele havia se tornado poderoso, o seu coração se exaltou de modo que se corrompeu, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus, pois entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso. (IICr.26.16) Uzias se julgou forte e auto-suficiente e achou não precisar dos ofícios dos sacerdotes para queimar incenso ao Senhor. No entanto, o sacerdote Azarias e mais 80 se opuseram às suas intenções e duramente o repreenderam pela sua insensatez. Uzias se indignou com os sacerdotes, mas imediatamente foi acometido de lepra na sua testa. Naqueles tempos, essa era uma doença considerada contagiosa e sujeita a isolamento. Assim, Uzias terminou seus dias separado do convívio do povo e seu filho Jotão reinou em seu lugar. Para concluir o nosso estudo, duas curiosidades a respeito deste rei que acabamos de rever. Uzias é o seu nome, conforme o relato de II Crônicas. Em II Reis, ele é denominado de Azarias. A outra curiosidade: o nome do rei Uzias viria a ficar para sempre associado a um fato bíblico por demais conhecido, fato para o qual Uzias entrou apenas como referência cronológica. Lembremos da chamada daquele que ficaria conhecido como o príncipe dos profetas, Isaías: No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono e as orlas do seu manto enchiam o templo. (Is.6.1) Uzias terminou os seu dias, mas os propósitos de Deus continuavam. E o Senhor estava chamando e preparando os que haveriam de atuar em seu nome nos novos tempos que se aproximavam. SAMUEL, REIS E CRÔNICAS (1t2000) Pg. 20

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