FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E TECNOLÓGICAS FACITEC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E TECNOLÓGICAS FACITEC"

Transcrição

1 FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E TECNOLÓGICAS FACITEC PROJETO DE CURSO DIREITO Taguatinga, setembro de

2 SUMÁRIO 1 DADOS GERAIS DO CURSO PROPOSTO A INSTITUIÇÃO E SEU ENTORNO DE ABRANGÊNCIA Mantenedora Histórico da IES Identificação Credenciamento Direção Geral da IES PROJETO DO CURSO A complexidade do mundo contemporâneo e o novo ensino jurídico Concepção do Curso Finalidades Objetivos Geral Específicos Perfil do Profissional Estrutura Curricular Notas Explicativas Grade Curricular A Flexibilização Curricular A Pesquisa e as Atividades Complementares A Prática Jurídica O Trabalho de Conclusão Quadro de Docentes Participação Docente na Direção da Instituição Integração Graduação e Pós-Graduação Convênios, Parceiras e Relações Externas AS INSTALAÇÕES DA FACITEC INSTALAÇÕES FÍSICAS Som EQUIPAMENTOS ESPECIAIS DE MULTIMÍDIA DE APOIO PEDAGÓGICO

3 1 DADOS GERAIS DO CURSO Modalidade: Bacharelado em Direito. Denominação: Curso de Direito Regime Escolar: Seriado por período semestral. Regime de Matrícula: Seriado semestral. Vagas Oferecidas: 80 (noventa) vagas semestrais, em duas turmas de (quarenta) alunos, totalizando 160 vagas anuais, matutinas e noturnas. Integralização do Curso: No mínimo em 10 (dez) semestres. Carga Horária Proposta: horas-aula: Nesse número não estão incluídas 320 horas correspondentes ao Estágio Supervisionado, bem como 220 horas referentes às atividades complementares. Coordenação do Curso: Prof. Marco Antonio Veiga Pinto 3

4 2 A INSTITUIÇÃO E SEU ENTORNO DE ABRANGÊNCIA 2.1 MANTENEDORA O Mantenedor da Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas FACITEC é o com sede no Distrito Federal, na cidade de Taguatinga, situada à CSG 9, Lotes 15/16 CEP: , Fones: (61) , , , , , Fax ramal 206, e site: 2.2 HISTÓRICO DA IES A Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas é uma Instituição de Ensino Superior, credenciada pela Portaria MEC 292, de DOU Nº 35-E, de , Seção 1, mantida pelo Instituto de Ensino Superior Social e Tecnológico IESST, com Estatuto Registrado sob Nº PJ 1.370, do livro ALE, em , Microfilmado sob Nº , do Cartório de Notas do Núcleo Bandeirante do 1º Ofício de Notas, Registro Civil e Protestos, Títulos e Documentos e Pessoas Jurídicas, Av. Central, Área Especial 12, Bloco K, Núcleo Bandeirante DF, CNPJ sob Nº /001-53, com sede na cidade de Taguatinga, situada à CSG 9, Lotes 15/16 CEP: , Fones: (61) , , , , , Fax ramal 206, Distrito Federal, que tem como finalidade precípua disseminar, por todos os meios, o ensino, a pesquisa e a extensão. 2.3 IDENTIFICAÇÃO A Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas é uma Instituição de Ensino Superior com sede no Distrito Federal, na cidade de Taguatinga, situada à CSG 9, Lotes 15/16 CEP: , Fones: (61) , , , , , Fax ramal 206, e site: 4

5 2.4 CREDENCIAMENTO A FACITEC foi credenciada pelo Ministério da Educação e do Desporto, pela da Portaria MEC Nº 292, de , publicada no Diário Oficial da União Nº 35- E, de , Seção 1, página DIREÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DIRETOR GERAL Prof. Bráulio Pereira Lins, Brasileiro, casado, graduado em Administração de empresas pela Universidade Paraíba de Educação, Licenciado em Controle de Qualidade e Organização de Norma pela Universidade Paraíba de Educação e Especialista em Educação Profissional pela Universidade de Oklahoma/EUA. Participou como representante da SEMTEC/MEC no Congresso Técnico da OIT e OEI, sobre Desenvolvimento da Educação Profissional no Mercosul (Chile); atuou ainda como representante da SEMTEC/MEC na Comissão de Tecnologia do Mercosul (Argentina). Em sua carreira profissional atuou como Diretor do Programa do Sistema Federal de Educação Profissional / SEMTEC/MEC; Coordenador de Execução do Programa de Expansão da Educação Profissional PROEP; Diretor do Centro Federal de Educação e Tecnologia da Paraíba - CEFET/PB; Diretor Substituto do PROEP/SEMTEC/MEC e Substituto do Secretário da SEMTEC/MEC DIRETORA ACADÊMICA Profª Elaine Barbosa Santana, brasileira, solteira, graduada em Direito pelo Centro Universitário do Distrito Federal, Especialista em Direito Processual Civil e Direito Público, Especialista em Docência do Nível Superior, Especializanda em Gestão em Educação, Mestranda em Direito Internacional. Atuou profissionalmente em Orientação de Prática Profissional na Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal, Coordenadora de Atividades de Práticas Curriculares no Centro Universitário do Planalto Central, Coordenação de Curso de Graduação do Centro Universitário do Planalto Central, Coordenadora de Processo de Normatização de 5

6 Procedimentos Acadêmicos e Diretora de Projetos Pedagógicos no Instituto de Excelência Coorporativa e de Ensino Superior. 6

7 2.6 O ENTORNO DE ABRANGÊNCIA DA IES Taguatinga Situação atual Taguatinga é uma cidade em franco desenvolvimento que se encontra com grande parte de suas infra-estruturas já implantadas. Alia, porém, problemas típicos de metrópoles contemporâneas como, por exemplo, o trânsito confuso e congestionado e transportes urbanos caóticos em certos momentos do dia-a-dia. Foi uma cidade criada anteriormente a fundação de Brasília e, por isso, tem atualmente uma das maiores redes de infra-estrutura de todo o Distrito Federal, ou seja, de certa forma é uma cidade que se encontra atualmente consolidada. Entretanto, existem alguns problemas da ordem organizacional como a falta de compreensão coletiva quanto ao uso dos espaços públicos, coletivos. O desafio é desenvolver no ímpeto da comunidade o conceito de harmonia espacial e hierarquia dos elementos. A GEPLAN, dentro de suas incumbências, tem procurado obter novas formas de uso e desenvolvimento de Taguatinga, seja por meio de políticas estratégicas de crescimento ou de simples maneiras de agir, respeitando as legislações criadas para redisciplinar o direcionamento da cidade. Os problemas mais comumente encontrados esbarram na deficiência de fiscalização e de planejamento dos mais vastos acontecimentos urbanos mas, principalmente, na falta de conhecimento da coletividade quanto à importância de todos na construção e desenvolvimento das cidades. Cada um de nós é coresponsável pela vida que levamos dentro de uma unidade superior, que abriga a todos. O "meu" espaço, fora das limitações legais e pessoais, é coletivo. A sujeira das ruas diz respeito a "mim", pois se as sujo como devo proceder quando no momento em que furo o pneu do meu carro ao cair num buraco? Os buracos que surgem são efeitos de deposição e acúmulo de lixo jogado por todos nas vias públicas. Muito além de uma questão de educação, essas situações são reflexos de nossa falta de conhecimento de que vivemos num mesmo ambiente que, para ser 7

8 saudável, dependerá de todos. A qualidade de vida está nas pequenas atitudes tomadas por cada um de nós. Atualmente nos deparamos com formas individualistas de exploração dos itens coletivos. As vantagens obtidas se recargam na ineficiência momentânea do estado. É, para muitos um dever único e exclusivo do Poder Público cuidar das cidades, porém, esperamos modificar os vícios existentes a partir da propagação do conceito de bem estar comum. Os maiores problemas enfrentados em Taguatinga demonstram o desrespeito às regras de convivência comum como a ocupação das calçadas com vendedores ambulantes que não respeitam o direito dos outros irem e virem, o exagero dos alto falantes em carros de som e lojas que procuram fazer a base do ruído estridente sua forma de merchandising, a disposição indiscriminada de faixas de publicidade e placas de propaganda por toda parte poluindo visualmente a cidade, a deposição descontrolada de lixo e entulho em terrenos baldios alheios, a depredação do patrimônio público, entre outros problemas. Vale lembrar que não se trata apenas da caracterização de acontecimentos de Taguatinga, mas de uma análise que engloba toda uma forma de desenvolvimento atual em muitas cidades brasileiras, que preferem a improvisação ao planejamento e instituição Metas Especiais Dentro das metas principais a serem alcançadas podemos considerar que estamos evoluindo para o (re)conhecimento de novos conceitos, que implicam na melhoria, mesmo que simbólica, da qualidade de vida em Taguatinga. Por meio das Frentes de Trabalho, a Administração Regional de Taguatinga tem procurado efetivar um programa de limpeza e erradicação de áreas perigosas que possuem deposição de lixo e entulho. A idéia principal nessa política é manter limpo para que todos valorizem a limpeza mantendo limpo o que é nosso. A remoção do antigo cemitério de ferros velhos no Setor H Norte é um exemplo comovente do esforço que tem sido travado para provocar no cidadão comum esses novos conceitos. A reforma na Praça da EIT, também, é um exemplo a ser seguido 8

9 em que os espaços antes ociosos se tornam coletivos, organizados e harmônicos. As calçadas, não só publicas, mas também particulares, devem receber tratamento especial para que todos os pedestres, com deficiências ou não, possam andar livremente. As árvores plantadas nas calçadas e canteiros devem ser preservadas, pois além do bem estar, têm haver com a qualidade do meio ambiente. Essas têm sido as atitudes tomadas nessa nova forma de agir apregoada pelo Governo do Distrito Federal que tem procurado se despertar para essa nova linha de pensamento. No trânsito, apesar dos vícios e problemas de grandes intervenções viárias necessárias, tem sido empreendido mudanças, encampadas pela Administração Regional, como o a alargamento da Avenida Comercial, a construção de novos estacionamentos e calçadas, a abertura de acesso ao Setor QSC e a proposição de alargamento das Avenidas SAMDU e Pistão Sul. O novo calçadão implementado na Via DF-001, Pistão Norte, visa dar mais qualidade de vida ao usuário e garantir o espaço público tão pretensiosamente desejado. A coibição das invasões de terras públicas deve ser uma praxe constante para se evitar que as demandas jurídicas se apoderem do bem comum a todos. O caso do Taguá Park, Complexo de Diversões, Esporte, Cultura e Turismo é emblemático, pois a área, comprovadamente pública, foi tomada em prol do benefício individual de meia dúzia de pessoas. Entretanto, não serão bem sucedidos. No esporte, por meio de uma estratégia lógica, está sendo efetuado a construção de novos equipamentos esportivos que tratarão de ocupar as mentes e físicos dos jovens em vários pontos da cidade. Os novos campos de futebol de areia, além de significar economia, promovem a prática dos esportes mais populares do Brasil, o futebol e o vôlei, e implicam numa solução rápida e de fácil execução que pode ser melhor distribuída por toda a cidade. Na área ambiental, a implantação do futuro Lago do Cortado possibilitou a criação e reserva de mais um Parque para Taguatinga. As futuras gerações agradecem. O Parque do Cortado será responsável pela melhoria da qualidade de vida na cidade e, tão logo, se comprovará ser a mais nova atração turística de 9

10 Taguatinga. O Parque Saburo Onoyama, com sua importante e exuberante vegetação, tem passado por um criterioso estudo que permitirá sua reforma e adequação aos novos tempos. Os demais Parques criados em Taguatinga, também, estarão recebendo especial atenção quanto às suas condições e, tão logo, serão delimitados e ganharão novas propostas. O acúmulo de publicidades e ocupações de área pública têm sido estudado com vistas a estabelecer novos critérios e formas de sua aplicação. Não deverá ser o interessado o maior beneficiado, mas sim toda uma comunidade que convive diariamente com a poluição visual. A publicidade nas ruas agride aos olhos e arranha a imagem da cidade demonstrando uma quase completa falta de planejamento. Entretanto, os estudos em vigor procuram desenvolver um novo disciplinamento das ocupações através de um mapeamento dos pontos permissíveis e definidos estrategicamente. O novo Plano Diretor de Publicidade - PDP promoverá uma mudança radical nas ocupações de área pública com publicidade porque delimitará os espaços disponíveis para placas de publicidade nas principais ruas da cidade. O Projeto de Zoneamento de Áreas Públicas é outra proposta importante que procurará implementar uma nova linguagem visual na cidade. Através do mapeamento total da cidade, serão definidos os endereços possíveis de construção de quiosques e bancas de jornais e revistas. Esses elementos, de grande impacto na paisagem urbana, já estão tendo suas propostas analisadas in loco, tão logo, também, receberão tratamento com fins a sua padronização. Quanto à criação de novos espaços dentro da cidade, se encontra em estudos a expansão do Setor M, H e G Norte fazendo-se seguir o previsto no Plano Diretor Local de Taguatinga - PDL/Tag que promoverá o progresso a mais uma área da cidade. A inclusão de novas praças e locais de convívio para serem revitalizados procuram demonstrar todo o potencial de crescimento e instituição que podemos chegar. Os canteiros de flores simbolizam, a essa altura, a evolução conceitual que julgamos melhorar a vida das pessoas. Sua delicadeza e beleza duelam para tornar nossas cidades mais atraentes, bonitas e harmônicas assim como devem raciocinar os planejadores e todos os demais que circulam por aí. 10

11 Dados Geopolíticos Área - 121,34Km² Densidade - 53,16 hab/hectare População total habitantes Tabela 1 - População de Taguatinga - DF. FAIXA ETÁRIA HOMENS MULHERES TOTAL anos ou mais TOTAL GERAL Fonte: (CENSO 2000) Tabela 2 -População Urbana e Rural De Taguatinga FAIXA ETÁRIA POPULAÇÃO URBANA POPULAÇÃO RURAL

12 anos ou mais TOTAL GERAL Fonte: (CENSO 2000) Economia A cidade possui um competitivo sistema de produção industrial, evidenciado por suas empresas que produzem e exportam cápsulas de fibra de vidro para orelhões passando por portões eletrônicos destinados aos países do Mercosul e Europa. Sua atividade econômica é diversificada contando com empresas de comércio atacadista, varejista, prestação de serviços e indústrias leves que estão localizadas no setor específico QI. Também foi implantada a ADE - Áreas de Desenvolvimento Econômico de Águas Claras, localizada na margem norte da Estrada Parque Núcleo Bandeirante - EPNB (DF-075). Há de se lembrar que, com a grande flexibilização dada pelo PDL - Plano Diretor Local, a cidade de Taguatinga tem crescido muito e vem sofrendo grande verticalização de suas edificações em áreas até antes impossíveis Produção Agropecuária A Região Administrativa de Taguatinga é bastante atípica se comparada às demais do Distrito Federal, pois isto ocorre pelo fato de existir grande concentração 12

13 de população na área urbana o que ocasiona constantes pressões sobre as áreas rurais remanescentes. Assim sendo, devido a essa proximidade com a malha urbana as áreas rurais se localizam basicamente no meio urbano, com acessos viários facilitados. Essas vias e algumas rodovias normalmente estão em ótimas condições beneficiando o escoamento de toda a produção. A Agência de Desenvolvimento Local de Taguatinga, tem atuação numa área cujos limites se encontram a oeste no Pistão de Taguatinga (EPCT) seguindo pela BR 070 até o km 8 (ao longo do Córrego dos Currais), ao norte na divisa com o Parque Nacional de Brasília, a leste no Córrego do Guará e ao sul no Córrego Águas Claras. Além dos citados, também servem a região os Córregos Cana do Reino, Cabeceira do Vale e Vicente Pires. Existem nesta área 11 (onze) comunidades rurais, cada qual com as características próprias, porém têm em comum a influência urbana devido à proximidade com as cidades vizinhas (Taguatinga/Guará). O tamanho médio das propriedades situa-se entre 2,0 e 10,0 hectares. A situação fundiária predominante é posses e estão sendo regularizadas em sua maioria, inclusive o Assentamento 26 de Setembro. A Região Administrativa de Taguatinga apresenta na área da Vicente Pires uma topografia em sua maioria de declividade moderada com aproximadamente 2-3% em determinadas áreas ultrapassados a 10% Estrutura Educacional Rede Pública de Ensino Escola Classe: 32 Centro de Ensino: 13 Centro Educacional: 09 Centro de Ensino Especial: 01 CAIC: 01 Escola Técnica: 01 13

14 Centro Interescolar de Línguas: 01 Escolas Rurais: Rede Particular de Ensino Educação Infantil: 53 Ensino Fundamental: 41 Ensino Médio: 17 Educação de Jovens e Adultos: 06 Educação Especial: 10 Educação profissional: 08 I - Levantamento extraído do CENSO Biblioteca Pública BIBLIOTECA PÚBLICA MACHADO DE ASSIS Está localizada na CNB 01 AE em frente a Igreja Perpétuo Socorro. Foi inaugurada em 05 de novembro de 1969, como biblioteca demonstrativa da Escola Industrial de Taguatinga - EIT. Em 1969, foi feita uma reforma no prédio beneficiando os usuários que ganharam mais espaço para pesquisa e estudo em grupos através da confecção de cabines. No mês de abril de 1997, a biblioteca foi reinaugurada. Atualmente o acervo conta com volumes à disposição do usuário para pesquisa ou simplesmente uma leitura descontraída. A Biblioteca Pública de Taguatinga, ao longo dos 40 anos, vem desempenhando o seu papel informal levando a cultura, em todas suas formas e manifestações, para as pessoas de Taguatinga e do Entorno. UNIDADE OUTRAS BIBLIOTECAS ENDEREÇO Biblioteca do Hospital Regional de Taguatinga Setor "C" Norte AE 24 Biblioteca do SENAI Setor "C" Norte AE 02 Biblioteca do SESC CNB 12 AE 2/3 14

15 Biblioteca do SESI Setor "F" Norte AE Biblioteca Pública Braile Dorina Nowil CNB 12 AE 01 (Escola Classe 06) Biblioteca Comunitária Centro Educacional 02 QSA 24/25 AE VIDEOTECA UNIDADE ENDEREÇO ACERVO Videoteca da Academia de Polícia Civil Centro Administrativo Proj. L 060 fitas Águas Claras Águas Claras nasceu no início da década de 90, para ser um dos melhores lugares para se morar em Brasília. Um bairro seguro e espaçoso, humano e elegante. Localizado numa área de 808 hectares, o novo bairro poderá abrigar cerca de160 mil habitantes, e em breve, será um dos mais promissores pólos de crescimento urbano do Distrito Federal. A excelente localização geográfica e urbana é um dos seus pontos fortes. Águas Claras está a poucos minutos do eixo de expansão Sul do Plano Piloto, Mas também diretamente conectado á Taguatinga e ao Guará. A região já possui vários empreendimentos residenciais vitoriosos, como por exemplo o setor de mansões Park Way. E para completar, Águas Claras tem ainda o privilégio e o charme de um Parque Ecológico próprio com 83 hectares de expansão, composto de várias nascentes, muito verde, pista de atletismo e outras diversões. A população de Águas Claras é de aproximadamente 50 mil habitantes Rede Pública de Ensino Escola Classe: 01 Centro de Ensino: 0 Centro Educacional: 0 Centro de Ensino Especial: 0 CAIC: 01 15

16 Escola Técnica: 0 Centro Interescolar de Línguas: 0 Escolas Rurais: Rede Particular de Ensino Educação Infantil: 04 Ensino Fundamental: 06 Ensino Médio: 04 Educação de Jovens e Adultos: 0 Educação Especial: 02 Educação profissional: 0 Levantamento extraído do CENSO Ceilândia De acordo com a administração da cidade, Ceilândia foi criada em 1970, no Governo Hélio Prates, a Campanha de Erradicação de Invasões CEI, tinha o objetivo de remover as invasões do IAPI, das vilas Tenório, Esperança, Bernardo Sayão e Colombo, dos morros do Querosene e do Urubu, Curral das Éguas e Placas das Mercedes, totalizando mais de 15 mil barracos e 80 mil moradores. Em 1971, já estavam demarcados lotes, de 10 m x 25 m, numa área de 20 quilômetros quadrados depois ampliada para 231,96 quilômetros quadrados ao norte de Taguatinga nas antigas terras da Fazenda Guariroba, de Luziânia (GO). Em 27 de março de 1971, foi lançada a pedra fundamental da nova cidade, no local onde está a Caixa D água. A nova cidade foi dado o nome de Ceilândia, inspirado na sigla CEI e na palavra de origem norte-americana lândia, que significa cidade. Em 27 de junho de 1975, o Decreto nº 2.842, definia a área de circunscrição dos setores M e N de Taguatinga, seqüenciado pelo Decreto de nº 2.943, que criava a Administração de Ceilândia, vinculada à Regional de Taguatinga. Em 25 de outubro de 1989, a Lei de Nº 049 criava a nova Região Administrava do Distrito Federal, denominada cidade satélite de Ceilândia que teve como primeira 16

17 Administradora a Assistente Social Maria de Lourdes Abadia.. O aniversário da cidade é comemorado dia 27 de março, por força do Decreto nº , de 28 de abril de A Região Administrativa de Ceilândia fica a 26 quilômetros de Brasília e tem como padroeira Nossa Senhora da Glória, comemorada no dia 15 de agosto, sendo ponto facultativo na Região Administrativa, conforme Lei nº 2.908, de POPULAÇÃO RESIDENTE Tabela 4 - População total e taxa média geométrica de crescimento anual. ANO 2000 População Urbana Rural Total FONTES - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Censo Demográfico POPULAÇÃO Taxa de crescimento anual Valor absoluto % Valor absoluto % , ,78 3,87 FONTES - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE - Contagem da População - Censo Demográfico e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação - SEDUH - Subsecretaria de Política Urbana e Informação GRAU DE INSTRUÇÃO DA POPULAÇÃO Tabela 05 - Grau de Instrução dos Membros da Família, segundo os Níveis de Escolaridade. NÍVEIS PERCENTUAL Analfabeto 5,25 Sabe ler e escrever 3,62 Pré-escola 6,45 1º grau incompleto 46,23 1º grau completo 6,97 2º grau incompleto 8,80 2º grau completo 12,56 Superior incompleto 0,88 Superior completo 0,89 Pós-graduação 0,14 Menores de 7 anos s/ escola 8,29 Total 100,00 FONTE: CODEPLAN/Pesquisa de Informações Sócio-Econômicas das Famílias do Distrito Federal - PISEF/DF/97 17

18 Rede Pública de Ensino Escola Classe: 57 Centro de Ensino: 17 Centro Educacional: 9 Centro de Ensino Especial: 02 CAIC: 02 Escola Técnica: 01 Centro Interescolar de Línguas: 01 Escolas Rurais: Rede Particular de Ensino Educação Infantil: 45 Ensino Fundamental: 30 Ensino Médio: 09 Educação de Jovens e Adultos: 01 Educação Especial: 08 Educação profissional: 01 II - Levantamento extraído do CENSO Núcleo Bandeirante De acordo com histórico realizado pela administração regional da cidade; 19 de dezembro de 1956 chegavam os primeiros pioneiros para construírem a nova capital do país, fixando residência na antiga Cidade Livre, hoje Núcleo Bandeirante. No período de construção de Brasília e durante vários anos, o Núcleo Bandeirante serviu de alojamento para os operários construtores da Nova Capital. Daí o surgimento do nome. Os operários se estabeleceram ali como núcleo provisório de trabalho. Bandeirante vem de: defender uma bandeira, patriotismo, espírito comunitário para defender uma terra. 18

19 A antiga Cidade Livre tornou-se Cidade Satélite, com a Lei n.º 4020, de 20 de dezembro de A época da construção da Nova Capital, a Cidade Livre, núcleo provisório, funcionou como centro comercial e recreativo dos candangos. As lojas comerciais atendiam a todos, sem horário estabelecido e sem pagamento de impostos. A Cidade Livre serviu a todos, suprindo-os, acolhendo-os e enriquecendo muitos moradores. Formada basicamente por barracos de madeira, cresceu de maneira rápida e desordenada, devendo, após a construção da Capital, ser retirada. A Cidade Livre pelo seu caráter precário, enfrentou, por diversas vezes, a ameaça de ser totalmente destruída por incêndios. Durante o Governo de Jânio Quadros, tentou-se transferir a cidade para a Asa Norte de Brasília. Vários moradores e comerciantes, ante a iminente desativação, transferiram-se para o Plano Piloto, Taguatinga e Gama. Em maio de 1961, moradores da cidade começaram a trabalhar no Movimento Pró-Fixação do Núcleo Bandeirante. Entre os ilustres pioneiros que lutaram pela fixação da cidade, citamos o presidente do movimento, Joaquim Cândido Garcia Neto, que contou com o apoio maciço do Deputado Federal Breno Dalas da Silveira, autor do projeto de Lei que fixou o Núcleo Bandeirante. Garantida a fixação, muitos moradores que haviam deixado a cidade, retornaram. Novas famílias continuaram chegando, apesar da redução do ritmo de obras. Vilas surgiram na periferia, somando-se às já existentes (Velhacap e Candangolândia): IAPI, Placa da Mercedes, Morro do Urubu, Tenório, Esperança, Divinéia, Morro do querosene, Vicentina, atingindo, segundo dados do IBGE, em 1964, uma população de habitantes. A cidade continuou a crescer vertiginosamente até que, em 1971, foram erradicadas as vilas Placa da Mercedes, IAPI, Tenório, Esperança, Morro do Urubu e Querosene, perfazendo um total de barracos. e cerca de habitantes, para a nova cidade satélite de Ceilândia. 19

20 Em 1982, levantamento realizado indicava ainda a existência de vários aglomerados, a título precário, caracterizado pelas invasões e acampamentos como: Metropolitana, Velhacap, Candangolândia, D.A.E., Quacil, invasões do Zé Mineiro, Santa Isabela, Calu, Beco da Lama, Ferroviária, Taguaru, Boca do Lixo, Riacho Fundo, Ipê, Morro do Querosene, HJOK e Excedentes. O Acampamento Metropolitana foi fixado nas condições originais, em agosto de 1984, acolhendo 371 famílias. Os demais acampamentos e invasões foram remanejados e fixados no assentamento denominado Candangolândia. A Região Administrativa do Núcleo Bandeirante foi criada através da lei nº 49/89, de 25/10/89 e do Decreto nº /89, de 25/10/89. A Região Administrativa do Núcleo Bandeirante tem como Santo Padroeiro São João Bosco, com data de culto público em 31 de janeiro, sendo ponto facultativo na Região Administrativa, conforme Lei nº 2.908, de A população total da RA VIII Núcleo Bandeirante, segundo contagem realizada pelo IBGE em 2000, é de habitantes, sendo que destes da área urbana e referentes aos bairros do Park Way, Vargem Bonita e Colônias Rurais. Tabela 6 - População total e taxa média geométrica de crescimento anual. ANO População 2000 Urbana Rural Total FONTE - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Censo Demográfico POPULAÇÃO Taxa de crescimento anual Valor absoluto % Valor absoluto % , ,78 3,87 FONTE - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE - Contagem da População - Censo Demográfico e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação - SEDUH - Subsecretaria de Política Urbana e Informação - SUPIN - Diretoria de Política Urbana e Informação - DIPOL - Gerência de Estudos de Demanda Populacional GEPOP. 1996/2000. GRAU DE INSTRUÇÃO DA POPULAÇÃO 20

21 Tabela 07 - Grau de Instrução dos Membros da Família, segundo os Níveis de Escolaridade NÍVEIS PERCENTUAL Analfabeto 3,44 Sabe ler e escrever 3,13 Pré-escola 4,13 1º grau incompleto 34,04 1º grau completo 6,74 2º grau incompleto 10,17 2º grau completo 16,65 Superior incompleto 5,20 Superior completo 8,20 Pós-graduação 0,44 Menores de 7 anos s/ escola 7,86 Total 100,00 FONTE: CODEPLAN/Pesquisa de Informações Sócio-Econômicas das Famílias do Distrito Federal - PISEF/DF/ Rede Pública de Ensino Escola Classe: 02 Centro de Ensino: 14 Centro Educacional: 01 Centro de Ensino Especial: 0 CAIC: 0 Escola Técnica: 0 Centro Interescolar de Línguas: 0 Escolas Rurais: Rede Particular de Ensino Educação Infantil: 09 Ensino Fundamental: 08 Ensino Médio: 02 Educação de Jovens e Adultos: 0 21

22 Educação Especial: 0 Educação profissional: 0 Levantamento extraído do CENSO Recanto das Emas Segundo histórica da administração regional a Região Administrativa do Recanto das Emas (RA-XV) foi criada pelo Governador Joaquim Roriz em 28 de julho de 1993, por meio da Lei 510/93, com o objetivo de atender ao Programa de Assentamento do Governo do Distrito Federal. O seu nome peculiar originou-se da associação do nome de um dos diversos sítios arqueológicos existentes, denominado Recanto e do arbusto canela-deema, vasto na região. Antigos moradores contavam que havia na região uma grande quantidade de emas. Com o processo de ocupação da área, as emas foram ficando mais raras e algumas foram doadas ao Jardim Zoológico de Brasília. O sonho do governador Roriz não parou na fundação. Hoje o Recanto deixou de ser um simples assentamento e vem se transformando numa das cidades que mais crescem no Distrito Federal. Sua população já ultrapassa os 130 mil habitantes. O comércio local desenvolve-se rapidamente. O lançamento da Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) trouxe a certeza do crescimento econômico com a geração de emprego e renda para os recantenses. Os diversos programas sociais desenvolvidos na cidade são de fundamental importância no processo de incentivo à economia local e no combate ao desemprego. POPULAÇÃO RESIDENTE Tabela 8 - População total e taxa média geométrica de crescimento anual ANO 2000 População Urbana Rural Total FONTE - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Censo Demográfico

23 POPULAÇÃO Valor Valor Taxa de crescimento anual % % absoluto absoluto , ,55 15,92 FONTES - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE - Contagem da População - Censo Demográfico e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação - SEDUH - Subsecretaria de Política Urbana e Informação SUPIN - Diretoria de Política Urbana e Informação - DIPOL - Gerência de Estudos de Demanda Populacional GEPOP.1996/2000. GRAU DE INSTRUÇÃO DA POPULAÇÃO Tabela 09 - Grau de Instrução dos Membros da Família, segundo os Níveis de Escolaridade. NÍVEIS PERCENTUAL Analfabeto 6,13 Sabe ler e escrever 2,51 Pré-escola 2,68 1º grau incompleto 55,20 1º grau completo 6,80 2º grau incompleto 5,73 2º grau completo 7,65 Superior incompleto 0,18 Superior completo 0,42 Pós-graduação 0,13 Menores de 7 anos s/ escola 12,65 Total 100,00 FONTE- CODEPLAN/Pesquisa de Informações Sócio-Econômicas das Famílias do Distrito Federal - PISEF/DF/ Rede Pública de Ensino Escola Classe:0 2 Centro de Ensino: 14 Centro Educacional: 01 Centro de Ensino Especial: 0 CAIC: 0 Escola Técnica: 0 Centro Interescolar de Línguas: 0 Escolas Rurais: Rede Particular de Ensino Educação Infantil: 09 23

24 Ensino Fundamental: 08 Ensino Médio: 02 Educação de Jovens e Adultos: 0 Educação Especial: 0 Educação profissional: 0 Levantamento extraído do CENSO Samambaia A localidade denominada Samambaia já existia como área agrícola às margens do córrego Samambaia. Com a intensificação de migrações de todos os Estados brasileiros para o Distrito Federal e, o conseqüente surgimento de várias invasões, o Governo providenciou a remoção destas para Samambaia, fixando em 1985, os primeiros moradores. Samambaia, que antes pertencia à RA III Taguatinga, passou a ser a sede Administrativa da nova Região Administrativa. Criada pela Lei n.º 49/89, de 25 de outubro de 1989 e o Decreto n.º /89, de 25 de outubro de 1989, que fixou os limites físicos da RA. A região é formada de área urbana e rural. A área urbana está dividida em dois setores: Norte e Sul, separados pela rede de energia elétrica que abastece o Distrito Federal. A área rural é constituída pela área isolada Guariroba, onde são desenvolvidas diversas atividades agrícolas. O nome Samambaia originou-se do nome do córrego lá existente, cuja nascente se encontra logo abaixo das quadras 127 e 327. A Região Administrativa de Samambaia tem como Santo(a) Padroeiro(a) Nossa Senhora Aparecida, com data de culto público em 12 de outubro, sendo ponto facultativo na Região Administrativa, conforme Lei n.º 2.908, de 05/02/2002. A população estimada de Samambaia em 2003 é de aproximadamente habitantes, sendo mulheres e homens. 24

25 POPULAÇAO RESIDENTE Tabela 10 - População total e taxa média geométrica de crescimento anual. ANO 2000 População Urbana Rural Total FONTE - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Censo Demográfico POPULAÇÃO Taxa de crescimento anual Valor absoluto % Valor absoluto % , ,01 1,09 FONTE-Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Contagem da População Censo Demográfico 2000 e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação SEDUH Subsecretária de Política Urbana e Informação GEPOP. 1996/2000. GRAU DE INSTRUÇÃO DA POPULAÇÃO Tabela 11 - Grau de Instrução dos Membros da Família, segundo os Níveis de Escolaridade. NÍVEIS PERCENTUAL Analfabeto 6,29 Sabe ler e escrever 3,57 Pré-escola 5,26 1º grau incompleto 53,80 1º grau completo 4,33 2º grau incompleto 5,92 2º grau completo 8,02 Superior incompleto 0,57 Superior completo 0,56 Pós-graduação 0,26 Menores de 7 anos s/ escola 11,42 Total 100,00 FONTE: CODEPLAN/Pesquisa de Informações Sócio-Econômicas das Famílias do Distrito Federal - PISEF/DF/ Riacho Fundo Conforme histórico realizado pela administração a cidade Riacho Fundo originou-se da Granja do mesmo nome, localizada ás margens do Ribeirão Riacho Fundo, criada logo após a inauguração de Brasília, onde havia uma vila residencial para funcionários públicos. Para acabar com as favelas na periferia das cidades e núcleos urbanos, o Governo criou o Programa de Assentamento de Baixa Renda, que priorizou o 25

26 loteamento da Granja Riacho Fundo, em 13 de março de 1990, data em que é comemorado o seu aniversário, foram transferidos para lá os moradores das invasões da Telebrasília e de outras localidades do Distrito Federal. Foi desmembrado da Região do Núcleo Bandeirante em 16 de dezembro de A Região é formada de área rural e urbana. Na área rural, destaca-se o Setor de Pesquisa de Produção de Sementes da Empresa Brasileira de Pesquisas de Zootecnia do Ministério da Agricultura - EMBRAPA. Na área rural está localizada a Fundação Cidade da Paz, sede da Universidade Holística Internacional. A Região urbana abrange o antigo Bairro da Telebrasília, atual QN 01. É formado pelas Quadras Sul - QS, Quadras Norte QN, Área Central AC e pelo Setor de Oficinas e Pequenas Indústrias QOF. A Região Administrativa do Riacho Fundo - RA XVII, foi criada pela Lei nº 620/93, de 15 de dezembro de 1993 e o Decreto nº /94, de 07 de fevereiro de 1994, que fixou os limites físicos da nova RA. A Região Administrativa do Riacho Fundo tem como Santo Padroeiro São Domingos Sávio, com data de culto público em 05 de março, sendo ponto facultativo na Região Administrativa, conforme Lei nº de POPULAÇÃO RESIDENTE Tabela 12 - População total e taxa média geométrica de crescimento anual ANO 2000 População Urbana Rural Total FONTES - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Censo Demográfico POPULAÇÃO Valor absoluto % Valor absoluto % Taxa de crescimento anual , ,02 17,98 FONTES - Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Contagem da População e Censo Demográfico Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação SEDUH Subsecretaria de Política Urbana e Informação SUPIN Diretoria de Política Urbana e Informação DIPOL.Gerência de Estudos de Demanda Populacional GEPOP 26

27 GRAU DE INSTRUÇÃO DA POPULAÇÃO Tabela 13 - Grau de Instrução dos Membros da Família, segundo os Níveis de Escolaridade. NÍVEIS PERCENTUAL Analfabeto 2,81 Sabe ler e escrever 3,37 Pré-escola 4,87 1º grau incompleto 44,06 1º grau completo 8,12 2º grau incompleto 9,43 2º grau completo 14,38 Superior incompleto 1,92 Superior completo 2,50 Pós-graduação 0,30 Menores de 7 anos s/ escola 8,24 Total 100,00 FONTE: CODEPLAN/Pesquisa de Informações Sócio-Econômicas das Famílias do Distrito Federal - PISEF/DF/ Rede Pública de Ensino do Riacho Fundo I e II Escola Classe: 06 Centro de Ensino: 06 Centro Educacional: 0 Centro de Ensino Especial: 0 CAIC: 0 Escola Técnica: 0 Centro Interescolar de Línguas: 0 Escolas Rurais: Rede Particular de Ensino do Riacho Fundo I e II Educação Infantil: 10 Ensino Fundamental: 09 Ensino Médio: 01 Educação de Jovens e Adultos: 01 Educação Especial: 01 27

28 Educação profissional: 0 Levantamento extraído do CENSO

29 3 PROJETO DO CURSO 3.1 A COMPLEXIDADE DO MUNDO CONTEMPORÂNEO E O NOVO ENSINO JURÍDICO Apesar de ainda existirem céticos quanto a uma nova complexidade característica do mundo contemporâneo, por acreditarem que o mundo e suas formas continuam sendo muito parecidos com o que eram no começo do século, não resta mais qualquer dúvida que a contemporaneidade e a relações sociais dela emergentes/constituintes, têm se caracterizado por uma complexidade e dinamicidade sem precedentes na história 1, especialmente em relação ao período que remonta os últimos trinta anos. O desenvolvimento tecnológico da humanidade, especialmente nos âmbitos da comunicação e dos transportes, alterou completamente todas as possibilidades intrínsecas aos fluxos mundiais, mudando definitivamente as noções de tempo e espaço que marcaram a civilização moderna, gerando uma situação que pode ser qualificada como de sistematização do planeta, marcada por um constante aumento das relações de interdependência, de modo que cada sociedade necessita, mais do que nunca, receber insumos de outras. Essa hipercomplexidade, que caracteriza o que muitos chamam de pósmodernidade, passou a exigir um novo modo de ser, nos seus mais diversos 1 Ver a respeito GIDDENS, Anthony. O mundo em descontrole. O que a globalização está fazendo de nós. Rio de Janeiro: Record, 2000 e As conseqüências da modernidade. São Paulo: Unesp, HELD, David; Mc GREW, Anthony. Prós e 29

30 aspectos e exigências, de todos os indivíduos que nela buscam se incluir, participar e construir. Com o Direito não passou algo diferente. Também em relação aos juristas, a pós-modernidade passou a reclamar uma nova forma de ver, pensar e atuar em relação aos fenômenos relevantes para o mundo jurídico, de forma a possibilitar um acompanhamento da velocidade com que a sociedade se modifica. Os pressupostos filosóficos, epistemológicos, teóricos e práticos para uma atuação que busque a implementação, em permanente vir a ser, da democracia como processo de inclusão, fundada nos direitos humanos, e que tem no Direito seu fundamento básico, tiveram que ser totalmente revistos, e quem assim não procedeu, perdeu o passo da história. Dentro desta perspectiva teórica, Niklas Luhmann tem razão em dizer que, em contexto de complexidade cada vez maior, há necessidade da criação contínua do Direito, exigindo que a formação do operador jurídico capacite-o melhor para a atuação e a construção do Direito em uma sociedade complexa. Sendo a criação de uma determinada sociedade, o Direito se torna objeto coletivo de sujeitos múltiplos. Em decorrência disso, teremos um Direito histórico-social em constante construção, em um processo de afastamento cada vez mais intenso do Direito da modernidade que, ao pretender uma ruptura com a história, distanciou-se do próprio mundo da vida. Assim, conhecedor do ordenamento jurídico, o profissional do Direito necessita também estar atento à realidade da qual se cria o Direito. Isso significa que a formação jurídica hodierna deve contemplar, no mínimo, uma formação interdisciplinar, uma vez que a construção e também a operacionalização do Direito não podem ser analisadas de forma dissociada de outros sistemas sociais e da sociedade como um todo 2. contras da globalização. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, DREIFUSS, René Armand. A época das perplexidades. Petrópolis: Vozes, HIRST, Paul; THOMPSON, Grahame. Globalização em questão. Petrópolis:Vozes, Acerca da necessária interdisciplinaridade do conhecimento jurídico, mais especificamente em relação ao direito penal, ver ZAFFARONI, Eugenio Raúl. Direito Penal Brasileiro I. Rio de Janeiro: Revan,

31 Sendo assim, visando uma compreensão ampla do Direito enquanto realidade sócio-histórica, política e jurídica, construída na sociedade e por ela, a formação do profissional de Direito deve permitir-lhe, de forma integrada, trabalhar nos três âmbitos do Direito: sua estrutura interna, a partir do direito positivado, que é chamada dogmática jurídica; seus fundamentos básicos, ou seja, filosofia jurídica; e seus pressupostos externos, política, economia, cultura etc., inclusive para identificar e atuar nos processos de criação e desenvolvimento do direito, que ocorrem no sistema social. No presente projeto, a formação e atuação com vistas ao desenvolvimento de práticas interdisciplinares terá importância fundamental, pois o Direito, enquanto realidade marcada e indissociada da construção sócio-cultural e político-jurídica da sociedade, somente pode ser bem compreendido onde a reflexão e a prática interdisciplinares sejam feitas de forma efetiva. Cientes dessa complexidade renovado do mundo contemporâneo e da gravidade da situação pela qual passava o ensino superior, pelo distanciamento em relação aos problemas concretos da vida, e, especialmente, o jurídico quase em sua totalidade, e pela qual ainda transitam um número significativo de escolas em nosso País, os especialistas do Ministério da Educação acolheram uma quantidade não desprezível de idéias, sugestões e procedimentos formulados pelos pesquisadores, a fim de viabilizar a transformação do paradigma até então vigente para os Cursos de Direito em todo o país. O objetivo era estabelecer um padrão de qualidade para o ensino jurídico, atacando a massificação acelerada e desqualificada que até então estava sendo praticada, e que vinha imprimindo uma série de características aos operadores jurídicos, não mais desejadas pela sua descontextualização com o novo momento sócio-político-econômico vivido no Brasil. Desse processo resultou a elaboração da Portaria Ministerial n /94 que, desde então, assumiu o lugar de principal instrumento direcionador e 31

32 regulamentador dos novos padrões de qualidade desejados para todos os cursos de Direito do Brasil. No ano de 2002, o Conselho Nacional de Educação, por sua Câmara de Educação Superior, dando seguimento a esse processo histórico de renovação dos parâmetros orientadores do ensino superior no Brasil, estabeleceu uma série de balizamentos comuns a serem observados pelas instituições de ensino superior em relação a onze cursos de graduação, dentre os quais, encontra-se o Direito. Neste documento foram determinadas Diretrizes Gerais e Específicas para estes cursos. O CNE, por sua Câmara de Educação Superior, já no ano de 2003, prolatou outros dois pareceres o 067 e o que retomaram a discussão de alguns pontos do Parecer CES/CNE 146/2002, especialmente em relação a aspectos que diziam respeito ao tempo de duração dos cursos e alguns pontos referentes a conteúdos. Sintonizado com toda profícua discussão, a FACITEC, na construção deste projeto, utilizou as determinações constantes na Resolução CNE/CES n 9, de 29 de setembro de É preciso frisar que em relação às disposições constantes na Resolução CNE/CES n 9, somente foram incluídas neste projeto aquelas que, no entendimento da FACITEC, constituem-se em verdadeiros acréscimos de qualidade. Assim, por exemplo, foram incluídas uma série de questões inovadoras genéricas referentes ao projeto pedagógico, à organização curricular, ao estágio e atividades complementares, ao acompanhamento e avaliação, mas em sentido contrário, manteve-se a concepção anterior quanto ao Trabalho de Conclusão. Dessa maneira, a propositura, pela FACITEC, de um novo curso de Direito na região de Taguatinga, encontra justificação em âmbitos diversos. Em primeiro lugar, é preciso enfatizar que na região de entorno da IES os cursos de Direito existentes (Projeção e UCB) não estão dando conta de uma demanda reprimida que precisa ser atendida urgentemente. Veja-se, por exemplo, que no maior deles o da 32

33 Universidade Católica de Brasília são oferecidas 100 vagas no curso matutino, com uma procura no último vestibular que chegou a 7,49 candidatos por vaga, enquanto no curso noturno são oferecidas 150 vagas, com uma procura de 8,69 candidatos/vaga. Levando-se em consideração a quantidade de egressos dos cursos de ensino médio antes demonstrada nas cidades da região de entorno da FACITEC, a oferta de 160 vagas anuais como ora se propõe, irá atender a esta necessidade social estancada. Por outro lado, legitima-se a implantação do curso proposto pelo aspecto qualitativo da proposta. Ao diferenciar-se das propostas mantidas pelas IES localizadas na sua região de abrangência, a FACITEC pretende uma efetiva interação transformadora deste ambiente, de forma sintonizada e contextualizada com todas as exigências que se fazem pertinentes e inexoráveis para fazer com que um curso de Direito possa formar profissionais capazes de inserirem-se socialmente. Também é importante destacar que a proposta possui um diferencial didáticopedagógico, como será visto a seguir, o que a coloca num patamar diferenciado em relação às propostas das demais IES. 3.2 CONCEPÇÃO DO CURSO Referenciando-se nesses novos parâmetros legislativos e em novos padrões dos processos de ensino e aprendizagem, este projeto pedagógico foi concebido visando à superação das posturas acadêmicas tradicionais em relação ao ensino jurídico. Neste sentido, o projeto contempla dois aspectos fundamentais: a busca constante da qualidade nas atividades acadêmicas e a permanente comunicabilidade com a comunidade na qual o curso está inserido. A proposta além de ensejar a competitividade do curso no mercado regional, pretende construir um 33

34 novo perfil do operador jurídico, sintonizado com as necessidades do presente momento histórico. O presente projeto integra-se na totalidade do projeto institucional da FACITEC, como instituição implementadora de um processo de transformação social, a partir de critérios humanistas/solidários, o que insere o Curso numa cooperação com a reforma global do Direito que se processa em todo país, e cujo objetivo principal é a constituição de novos quadros de gerenciamento políticoadministrativo, comprometidos com a redução das desigualdades sociais. Concebe-se dessa forma o Curso de Ciências Jurídicas da FACITEC para recepcionar um novo paradigma do ensino jurídico, como condição de superar o preconceito ideológico da ordem jurídica enquanto manifestação da vontade estatal. Essa mudança de referência epistemológica caminha para além das fronteiras da democracia liberal, sustentadas na ficção da vontade geral e da democracia reduzida na representação e na lei da maioria. Assenta-se na cidadania, como condição básica da manutenção do Estado constitucional democrático, na liberdade e na igualdade individual e coletiva. A delimitação formal e material do Curso pretende uma abordagem zetética dos conteúdos, como forma dialética de trabalhar o saber, de modo a envolver os acadêmicos no estudo crítico do saber jurídico instituído. Para tanto, as matérias e disciplinas estão distribuídas de acordo com os ciclos e conteúdos requisitados, privilegiando uma estrutura de atividades complementares, pesquisa e extensão, além das já tradicionais atividades pedagógicas desenvolvidas em sala de aula. A grade curricular contempla uma base propedêutica de formação, uma base tecnológica profissionalizante e uma base prático-operacional. As práticas jurídicas, judiciais e extrajudiciais, compõem um espaço de extrema importância na integralização curricular, estabelecendo uma forte conotação nos procedimentos e nas formas de decisão e solução de conflitos, a fim de inserir o acadêmico no efetivo 34

35 exercício de teorias inovadoras e contemporâneas do Direito, ensejando melhor qualificação profissional. Espera-se que este modelo pedagógico venha proporcionar uma nova abordagem rigorosa no tratamento jurídico, com reflexos diferenciados sobre a formação do aluno, de modo a possibilitar-lhe uma efetiva comunicabilidade com a sociedade e seus problemas reais, especialmente em relação à região de entorno da FACITEC. O enfoque do objeto de ensino deve privilegiar um caráter interdisciplinar permanente para possibilitar a substituição do ensino dogmático, exegético e unidisciplinar e mostrar ao educando a existência de uma outra dimensão do conhecimento e da realidade além daquela proposta por um sistema normativo, que pretende explicar somente pelas leis e pela lógica jurídica, ou seja, que além da norma positivada existe uma dimensão histórica, social, econômica e política que a explica e situa no contexto de uma realidade histórica. Esta postura epistemológica tem uma clara função de possibilitar uma construção plúrima do mundo jurídico, abrindo espaço à compreensão da complexidade do conhecimento para compreender o atual momento cultural sem desvincular-se de seus princípios de autonomia. A construção curricular a ser implantada abre perspectiva de perseguição de um ensino aberto e especulativo, e coloca de forma clara o compromisso do Direito e do ensino jurídico, assegurando o sentido que deve ser dado na seleção de conteúdos e disciplinas a serem ministradas. As práticas ultrapassadas de ensino que colocaram o Direito em um pedestal de transcedentalidade, acima do mundo e da sociedade civil, acabaram por isolá-lo inteiramente da realidade complexa das relações sociais, especificamente no caso brasileiro, marcado por profundas desigualdades sociais. A compreensão de que o campo do Direito deve articular-se às lutas sociais, políticas e culturais da sociedade está diretamente vinculada à premissa da construção da cidadania. Isso exige do professor o norteamento de seu trabalho por princípios de humanização e socialização que possibilitem a reflexão, julgamento e o posicionamento dos alunos diante dos problemas sociais e pessoais. 35

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

os projetos de urbanização de favelas 221

os projetos de urbanização de favelas 221 5.15 Favela Jardim Floresta. Vielas e padrão de construção existente. 5.16 Favela Jardim Floresta. Plano geral de urbanização e paisagismo. 5.17 Favela Jardim Floresta. Seção transversal. 5.18 Favela Jardim

Leia mais

PARECER. Justificativa

PARECER. Justificativa Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás IFG - Campus Anápolis Departamento das Áreas Acadêmicas Parecer: Do:

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE facordao@uol.com.br 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) Estabelece Diretrizes Nacionais para a

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Maio 2012 BAIRROS PLANEJADOS UMA REALIDADE NO BRASIL

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Maio 2012 BAIRROS PLANEJADOS UMA REALIDADE NO BRASIL Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Maio 2012 BAIRROS PLANEJADOS UMA REALIDADE NO BRASIL Ivo Szterling, Arquiteto Urbanista Diretor de Urbanismo da Cipasa Desenvolvimento

Leia mais

PROJETO DE DIREITO. FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E TECNOLÓGICAS - FACITEC Instituto de Ensino Superior Social e Tecnológico - IESST

PROJETO DE DIREITO. FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E TECNOLÓGICAS - FACITEC Instituto de Ensino Superior Social e Tecnológico - IESST PROJETO DE DIREITO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E TECNOLÓGICAS - FACITEC Instituto de Ensino Superior Social e Tecnológico - IESST TAGUATINGA 2º Semestre de 2011 CURSO DE DIREITO FACULDADE DE CIÊNCIAS

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES PARECER CNE/CES 1.302/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº MENSAGEM Nº Senhores membros da Câmara Municipal, Submeto à elevada deliberação de V. Exªs. o texto do projeto de lei que institui o Plano Plurianual para o período de 2002 a 2005. Este projeto foi elaborado

Leia mais

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Com a finalidade de otimizar o processo de elaboração e avaliação dos Projetos Pedagógicos do Cursos (PPC), sugere-se que os itens a seguir sejam

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

TREDF alerta eleitores para mudança de locais de votação

TREDF alerta eleitores para mudança de locais de votação TREDF alerta eleitores para mudança de locais de votação O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE/DF) informa que 21 de setembro é o último dia para os interessados requererem a segunda via

Leia mais

PROJETO ESCOLA E CIDADANIA

PROJETO ESCOLA E CIDADANIA PROJETO DE AQUISIÇÃO DE KIT ESCOLAR PROJETO ESCOLA E CIDADANIA 1. HISTÓRICO A preocupação com a causa da criança e do adolescente em situação de risco, faz nascer instituições proféticas espalhadas pelo

Leia mais

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ Agosto/2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES. Bibliotecas FacSenac/DF

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES. Bibliotecas FacSenac/DF POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES Bibliotecas FacSenac/DF Brasília 2014 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES BIBLIOTECAS FAC SENAC-DF Brasília 2014 SUMÁRIO MISSÃO...6 SENAC-DF...6 FACULDADE SENAC-DF...6

Leia mais

IDEIA FORÇA. Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade)

IDEIA FORÇA. Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade) IDEIA FORÇA Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade) DETALHAMENTO: Mobilidade humana (trabalhador precisa respeito); Melhorar a qualidade e quantidade de transporte coletivo (Lei da oferta

Leia mais

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis Fabiana Cristina da Luz luz.fabiana@yahoo.com.br Universidade Cruzeiro do Sul Palavras-chave: Urbanização

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

ANEXO II ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS

ANEXO II ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS ANEXO II ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS Roteiro Pedagógico e Metodológico Parte 1. Identificação do Projeto 1.1. Instituição de ensino proponente, com a respectiva identificação 1.2. Título do Projeto/Objeto

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

Segurança e Manutenção das Atividades da APAE/DF em benefício dos Programas de Autogestão da Pessoa com Deficiência

Segurança e Manutenção das Atividades da APAE/DF em benefício dos Programas de Autogestão da Pessoa com Deficiência Segurança e Manutenção das Atividades da APAE/DF em benefício dos Programas de Autogestão da Pessoa com Deficiência Proposta de Parceria BRASÍLIA, JUNHO DE 2011. Nome do Projeto Segurança e Manutenção

Leia mais

AULA 3. Aspectos Técnicos da Regularização Fundiária.

AULA 3. Aspectos Técnicos da Regularização Fundiária. Regularização Fundiária de Assentamentos Informais em Áreas Urbanas Disciplina: Regularização Fundiária e Plano Diretor Unidade 03 Professor(a): Laura Bueno e Pedro Monteiro AULA 3. Aspectos Técnicos da

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática

Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade. Gestão Democrática Movimento Nossa São Paulo Outra Cidade Gestão Democrática Diagnóstico Em agosto de 2002, o Fórum de Educação da Zona Leste promoveu o 2º seminário Plano Local de Desenvolvimento Educativo. Realizado no

Leia mais

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações.

CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE. Palavras-chave: Curso Normal Superior (CNS), perfil, pretensões e motivações. 24 CNS - ISERJ: RETRATOS DA RESISTÊNCIA DISCENTE Profª Ms Angela Maria Venturini Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro/ISERJ RESUMO O Curso Normal Superior (CNS) do Instituto Superior de Educação

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS Perguntas mais frequente e respostas do Departamento de Políticas Educacionais. 1. Qual é a nomenclatura adequada para o primeiro ano do ensino fundamental

Leia mais

FACEMA SUSTENTÁVEL: Incorporação de educação ambiental na IES: Pedro Augusto da Silva Soares

FACEMA SUSTENTÁVEL: Incorporação de educação ambiental na IES: Pedro Augusto da Silva Soares FACEMA SUSTENTÁVEL: Incorporação de educação ambiental na IES: Pedro Augusto da Silva Soares Faculdade de ciências e tecnologia do maranhão-facema Caxias/MA pedroftb@hotmail.com.br/coor.educacaoambiental@facema.edu.br

Leia mais

Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1734 de 06/08/2001, D.O.U. de 07/08/2001

Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1734 de 06/08/2001, D.O.U. de 07/08/2001 ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA: EDUCAÇÃO FÍSICA (Portaria de Reconhecimento nº 428 de 28 de julho de 2014) E PEDAGOGIA (Portaria de Reconhecimento nº 286 de 21 de dezembro de 2012) ORIENTAÇÕES

Leia mais

Urbanização Brasileira

Urbanização Brasileira Urbanização Brasileira O Brasil é um país com mais de 190 milhões de habitantes. A cada 100 pessoas que vivem no Brasil, 84 moram nas cidades e 16 no campo. A população urbana brasileira teve seu maior

Leia mais

Relat a óri r o Despert r ar r 2 013

Relat a óri r o Despert r ar r 2 013 Relatório Despertar 2013 2 Apoiada na crença de que é possível contribuir para o desenvolvimento humano na totalidade dos seus potenciais, a Associação Comunitária Despertar, realiza anualmente ações que

Leia mais

Introdução - Fundamentos e desenvolvimento das atividades de extensão:

Introdução - Fundamentos e desenvolvimento das atividades de extensão: proteção do meio ambiente, e convênio firmado para viabilização do pagamento de bolsa a acadêmica Letícia Croce dos Santos. As atividades executadas no projeto de extensão compreendem dentre outras iniciativas:

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

Planejamento CPA Metropolitana 2013

Planejamento CPA Metropolitana 2013 Planejamento CPA Metropolitana 2013 1 Planejamento CPA Metropolitana Ano 2013 Denominada Comissão Própria de Avaliação, a CPA foi criada pela Legislação de Ensino Superior do MEC pela Lei 10.861 de 10

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

Coordenação de Pós-Graduação e Extensão. Legislação sobre cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Credenciamento da FACEC

Coordenação de Pós-Graduação e Extensão. Legislação sobre cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Credenciamento da FACEC Coordenação de Pós-Graduação e Extensão Legislação sobre cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Credenciamento da FACEC Os cursos de especialização em nível de pós-graduação lato sensu presenciais (nos quais

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação 1. Apresentação As atividades complementares são consideradas parte integrante do Currículo do Curso de Bacharelado em Ciência da

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 6, DE 10 DE MARÇO DE 2004 (*)

RESOLUÇÃO Nº 6, DE 10 DE MARÇO DE 2004 (*) RESOLUÇÃO Nº 6, DE 10 DE MARÇO DE 2004 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, bacharelado, e dá outras providências. O Presidente da Câmara de Educação

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DO ARRAIAL PROJETO DE LEI MUNICIPAL N.º. /2007, DE 26 DE NOVEMBRODE 2007.

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOÃO DO ARRAIAL PROJETO DE LEI MUNICIPAL N.º. /2007, DE 26 DE NOVEMBRODE 2007. PROJETO DE LEI MUNICIPAL N.º. /2007, DE 26 DE NOVEMBRODE 2007. Cria o Fundo Municipal de Microcrédito e Apoio à Economia Solidaria-FUMAES e Institui o Conselho Gestor do FUMAES e da outras providências.

Leia mais

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo.

II - obrigatoriedade de participação quando realizados no período letivo; III - participação facultativa quando realizados fora do período letivo. Capítulo II DA EDUCAÇÃO Art. 182. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada pelo Município, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

ANEXO I INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM INFRAESTRUTURA ESCOLAR

ANEXO I INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM INFRAESTRUTURA ESCOLAR ANEXO I INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM INFRAESTRUTURA ESCOLAR INFORMAÇÕES GERAIS: Denominação: Curso Técnico em Infraestrutura Escolar Eixo Tecnológico: Apoio Educacional Titulação Conferida:

Leia mais

META 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do Ensino Fundamental.

META 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do Ensino Fundamental. META 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do Ensino Fundamental. Diagnóstico Um dos fatores que comprometem a permanência das crianças na escola é a repetência,

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 176/04-CEE/MT.

RESOLUÇÃO N. 176/04-CEE/MT. RESOLUÇÃO N. 176/04-CEE/MT. Estabelece Diretrizes para a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação Profissional de Nível Técnico e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação

Leia mais

Relações Internacionais

Relações Internacionais Curso de Graduação Bacharelado em Relações Internacionais O curso de Relações Internacionais está enquadrado no campo da ciência Humana e social, onde estuda-se em profundidade as políticas Internacionais

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

Faculdade Escola Paulista de Direito

Faculdade Escola Paulista de Direito REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO São Paulo 2014 ESCOLA PAULISTA DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE A ONG WWF MAIO 2003 OPP 065 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PESQUISA OBJETIVO LOCAL - Levantar informações para subsidiar o planejamento e avaliação da comunicação da WWF e

Leia mais

Pedagogia LICENCIATURA

Pedagogia LICENCIATURA CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Portaria de Reconhecimento nº. 286 de 21 de dezembro de 2012 ROTEIRO DE ORGANIZAÇÃO DO CADERNO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I EDUCAÇÃO INFANTIL Pedagogia LICENCIATURA CURSO

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

10 ANOS DO PROGRAMA COMUNITÁRIO PETROBRAS/REVAP.

10 ANOS DO PROGRAMA COMUNITÁRIO PETROBRAS/REVAP. POP: Prêmio Nacional de Relações Públicas Categoria: Relações Públicas e Responsabilidade Social Profissional: Aislan Ribeiro Greca Empresa: Petrobras 10 ANOS DO PROGRAMA COMUNITÁRIO PETROBRAS/REVAP. 2008

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV SILVA, D. Pollyane¹ MORO, M. Silvana ² SOUSA, G. Cristiane³ Resumo Este trabalho tem o intuito de descrever a Prática Profissional

Leia mais

BAIRRO PLANEJADO BASE I N V E S T I M E N T O S

BAIRRO PLANEJADO BASE I N V E S T I M E N T O S BAIRRO PLANEJADO BASE I N V E S T I M E N T O S Sua vida em transformação Do sonho à realidade. Do projeto à execução. Da necessidade dos clientes à superação das expectativas. Com essas idéias em mente,

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

Mapa 09 Área Central de PiracicabaOcupação do Solo. Urbano

Mapa 09 Área Central de PiracicabaOcupação do Solo. Urbano L E I T U R A E I N T E R P R E T A Ç Ã O D A S I T U A Ç Ã O U R B A N A Mapa 09 de PiracicabaOcupação do Solo Urbano P L A N O D E A Ç Ã O P A R A R E A B I L I T A Ç Ã O U R B A N A D A Á R E A C E

Leia mais

educacaobarra@yahoo.com.br CEP: 18.325-000 BARRA DO CHAPÉU - SP

educacaobarra@yahoo.com.br CEP: 18.325-000 BARRA DO CHAPÉU - SP Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte Rua Prof. Paulo Francisco de Assis 82 Centro Fone e Fax (15) 3554-1290 E-mail educacaobarra@yahoo.com.br CEP: 18.325-000 BARRA DO CHAPÉU - SP I As ações

Leia mais

Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza

Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza OConselho da Comunidade Solidária foi criado em 1995 com base na constatação de que a sociedade civil contemporânea se apresenta como parceira indispensável

Leia mais

FIC FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CURSO DE ASSISTENTE DE CONTROLE DE QUALIDADE

FIC FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CURSO DE ASSISTENTE DE CONTROLE DE QUALIDADE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS JARAGUÁ DO SUL FIC FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA CURSO DE ASSISTENTE DE CONTROLE DE QUALIDADE

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB

PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB O QUE É O Plano Diretor de Transporte e da Mobilidade é um instrumento da política de desenvolvimento urbano, integrado ao Plano Diretor do município,

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO BÁSICA: 1. Definir os padrões mínimos de qualidade estabelecidos pela LDB, considerando as especificidades

Leia mais

1. Centro para a Juventude. 199 jovens frequentaram os cursos de:

1. Centro para a Juventude. 199 jovens frequentaram os cursos de: Relatório Despertar 2014 2 Apoiada na crença de que é possível contribuir para o desenvolvimento humano na totalidade dos seus potenciais, a Associação Comunitária Despertar, realiza anualmente ações que

Leia mais

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários MININSTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários Programa: Urbanização Regularização

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / /2011 ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIE: 6ª série/7 ano TURMA: TURNO: DISCIPLINA: GEOGRAFIA PROFESSOR: Equipe de Geografia Roteiro e lista de Recuperação

Leia mais

Área de Conhecimento. Laboratórios de informática Descrição e equipamentos. Informática, Pesquisas

Área de Conhecimento. Laboratórios de informática Descrição e equipamentos. Informática, Pesquisas Descrição da infraestrutura física destinada aos cursos, incluindo laboratórios, equipamentos instalados, infraestrutura de informática e redes de informação. Relação de laboratórios, oficinas e espaços

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

Perguntaram à teóloga alemã. Dorothee Sölle: Como a senhora explicaria a um menino o que é felicidade?

Perguntaram à teóloga alemã. Dorothee Sölle: Como a senhora explicaria a um menino o que é felicidade? Perguntaram à teóloga alemã Dorothee Sölle: Como a senhora explicaria a um menino o que é felicidade? Não explicaria, Daria uma bola para que ele jogasse... ESPORTE EDUCAÇÃO CULTURA QUALIFICAÇÃO PLACAR

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

Da Natureza, Personalidade Jurídica e Identificação. Art. 1º O Colégio da Polícia Militar do Estado de Goiás, neste Regimento

Da Natureza, Personalidade Jurídica e Identificação. Art. 1º O Colégio da Polícia Militar do Estado de Goiás, neste Regimento SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR UNIDADE POLIVALENTE GABRIEL ISSA REGIMENTO INTERNO TÍTULO I Das Disposições Preliminares

Leia mais

Parcelamento do Solo. Projeto de Loteamentos

Parcelamento do Solo. Projeto de Loteamentos Introdução Parcelamento do Solo Projeto de Loteamentos Prof. Mário Barreiros O parcelamento e a estruturação da cidade O parcelamento do solo é o principal instrumento de estruturação do espaço urbano

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VIÇOSA/ALAGOAS PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGCIO Texto:Ângela Maria Ribeiro Holanda ribeiroholanda@gmail.com ribeiroholanda@hotmail.com A educação é projeto, e, mais do que isto,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Dados de Identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo

Leia mais

Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030

Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 5º Congresso de Gerenciamento de Projetos 10 de novembro de 2010 Belo Horizonte Planejamento Estratégico Longo Prazo período 2010-2030 - planejamento

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA PROGRAMA DE EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CARTA CONSULTA SEGMENTO COMUNITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA PROGRAMA DE EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CARTA CONSULTA SEGMENTO COMUNITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA PROGRAMA DE EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL CARTA CONSULTA SEGMENTO COMUNITÁRIO Título do Projeto: (nome do centro de Educação profissional

Leia mais

11. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

11. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 11. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL A educação profissional no Brasil já assumiu diferentes funções no decorrer de toda a história educacional brasileira. Até a promulgação da atual LDBEN, a educação profissional

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Entenda quais são os Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana que serão revistos Revisão Participativa

Leia mais

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996

A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 A EXPANSÃO DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: A QUALIDADE DA OFERTA A DISTÂNCIA DO CURSO DE PEDAGOGIA A PARTIR DA LDB DE 1996 RESUMO Aila Catori Gurgel Rocha 1 Rosana de Sousa Pereira Lopes 2 O problema proposto

Leia mais

A Contextualização e Abrangência dos Conteúdos de Álgebra nos Vestibulares da UEL, UEM e UEPG

A Contextualização e Abrangência dos Conteúdos de Álgebra nos Vestibulares da UEL, UEM e UEPG A Contextualização e Abrangência dos Conteúdos de Álgebra nos Vestibulares da UEL, UEM e UEPG Autor: Gefferson Luiz dos Santos Orientadora: Angela Marta Pereira das Dores Savioli Programa de Pós-Graduação

Leia mais

LEI PAULISTA DE INCENTIVO AO ESPORTE PIE PROGRAMA DE INCENTIVO AO ESPORTE DECRETO 55.636/2010

LEI PAULISTA DE INCENTIVO AO ESPORTE PIE PROGRAMA DE INCENTIVO AO ESPORTE DECRETO 55.636/2010 LEI PAULISTA DE INCENTIVO AO ESPORTE PIE PROGRAMA DE INCENTIVO AO ESPORTE DECRETO 55.636/2010 ESCOLA DE Pedal Batatais Histórico da Entidade e Descritivo de Atividades Fundada em 1999 por JOSÈ REGINALDO

Leia mais