Empresas de ouro podem encerrar por incapacidade em cumprirem obrigações de segurança

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1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DA VIDA ECONÓMICA Nº 1442, DE 27 DE ABRIL 2012, E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Empresas de ouro podem encerrar por incapacidade em cumprirem obrigações de segurança Pág. IV Reabilitação a custo zero no TEDx Porto Pág. II Daniel Bessa apela ao empreendedorismo nas indústrias criativas Pág. III Audibel arranca expansão em franchising Pág. VII Colaborações:

2 II FRANCHISING E EMPREENDEDORISMO Reabilitação urbana a custo zero sustenta projeto de empreendedorismo social Um projeto de empreendedorismo social, tendo como pano de fundo a reabilitação urbana, foi o vencedor da 1ª edição do Concurso FAZ. O Arrebita!Porto tem como projeto-piloto a reabilitação de um edifício no centro histórico do Porto a custo zero e estará no TEDx Porto. O projeto Arrebita!Porto assenta numa visão social que será explicada no TEDx Porto, que decorre amanhã no Mosteiro de S. Bento da Vitória. O mentor do projeto é o jovem arquiteto José Paixão. Formado pela The University of Nottingham, no Reino Unido, e com uma pós-graduação em Urban Strategies pela University of Applied Arts de Viena, na Áustria, José Paixão pretende criar um efeito de contágio na reabilitação urbana do Porto através do seu projeto. Com efeito, o prédio que o Arrebita!Porto se propõe recuperar integra um lote de edifícios situados no centro histórico que a autarquia colocou por várias vezes em hasta pública, nunca tendo sido arrematado, dada a reduzida atratividade para os investidores, sustenta José Paixão à VE. O imóvel, que possui uma área de 82 m2 em cada um dos quatro pisos por que se divide, situa-se nas proximidades da praça da Ribeira e encontra-se devoluto desde Ao mesmo, José Paixão estima um valor comercial de 200 mil euros, razão pela qual não conseguiu atrair investidores. Propondo-se fazê-lo a custo zero, a autarquia cedeu o imóvel a este grupo de cinco arquitetos, dos quais três estrangeiros. Estes participarão no projeto por um período de três meses, findo o qual darão lugar a outros jovens arquitetos de diferentes nacionalidades. No âmbito do projeto, os dois pisos superiores darão lugar a habitação para arrendamento a custos controlados, sendo que os pisos inferiores poderão receber espaços comerciais ou até start-up s cujo âmbito de atividade esteja relacionado com o projeto Arrebita! O arrendamento visa dar resposta a um nicho de mercado que carece de oferta, uma faixa intermédia de jovens profissionais que não têm capacidade para arrendamento aos preços de mercado, refere José Paixão. Parcerias de baixo custo Arrebita!Porto é formado por cinco jovens arquitetos que pretendem pôr em marca um projeto de empreendedorismo social. A execução do projeto a custo zero será feita através de parcerias com privados, desde logo construtores, gabinetes de engenharia, universidades e centros de formação técnica, como o CICCOPN. Podemos oferecer soluções diferentes, pois não era um projeto interessante para investidores, afirma. O projeto-piloto será dividido em três fases. Até julho, será feito o levantamento e projeto de arquitetura e início do projeto de execução. A segunda fase, com duração de três meses, prevê a conclusão do projeto de execução ; a partir de setembro está previsto o arranque da obra, que terá a duração de ano e meio, estima o arquiteto. A visão social do Arrebita!Porto passa pela continuidade, já que a primeira intervenção será um protótipo para o crescimento do projeto, visando criar impacto na cidade e também impacto social. Porém, sustenta José Paixão, o projeto tem potencial para ser replicado em outras cidades, não só em Portugal mas também na Europa, com vista à criação de uma rede internacional. José Paixão esteve já em Vilnius, capital da Lituânia, onde apresentou a proposta às entidades municipais. Daí a vantagem de ter um grupo de trabalho internacional, explica. Por outro lado, as empresas associadas promovem a sua imagem e serviços junto de profissionais de vários pontos da Europa, o que permite abrir uma porta para novos mercados. Uma vez que o Arrebita!Porto inscrevese no âmbito do chamado empreendedorismo social, ou seja, gera produtos e serviços para o mercado, mas não tem por objetivo maximizar o lucro, apenas o valor social, este projeto com apenas nove meses, atualmente incubado no Centro de Inovação Social do Porto, pode vir a ser uma associação sem fins lucrativos. Entre as fontes de rendimento que sustentam o projeto, estão o recebimento de uma percentagem nos arrendamentos futuros, a publicidade nas fachadas, workshops específicos desenvolvidos pela equipa internacional e a incubação de um projeto start-up. Neste caso, poderá mesmo ser criado um concurso, com vista a selecionar projeto a incubar. Em estudo está ainda a possibilidade de documentar em filme todo o processo de reabilitação. ANTÓNIO GODINHO Administrador Sartorial A era do não emprego As últimas décadas trouxeram para a atividade profissional inúmeras vantagens tecnológicas. Mas as consequências desses desenvolvimentos tecnológicos começam a ser sentidas por trabalhadores, empresas e governos. Um dos efeitos mais acentuados desta transformação dá-se precisamente no mercado de trabalho e nas relações laborais. De uma relação de trabalho tendente a ser de longa duração, para toda a vida, estamos a entrar numa era da prestação de serviços ou do não emprego, como previam há alguns anos muitos autores contemporâneos. Entre outras causas, o avanço da tecnologia está a contribuir para que os profissionais mudem os seus hábitos e sua forma de pensar o trabalho. Os empregos tradicionais estão a ser rapidamente a passar à história. A tendência é seremos cada vez mais fornecedores de trabalho, com ou sem vínculo laboral. Cada vez mais, o trabalho passa a ser realizado pela categoria dos profissionais de prestação de serviços eminentemente empreendedores. Na prática, sempre existirá muito trabalho para aqueles que se souberem posicionar como fornecedores ou prestadores de serviços e para aqueles que oferecem soluções para necessidades ainda não plenamente satisfeitas ou suficientemente inovadoras no mercado. Aqueles que estiverem em condições de oferecer instantaneamente o seu conhecimento e as suas habilidades terão trabalho assegurado, pelo menos pelo tempo em que estas habilidades forem requeridas pelas organizações. Muito diferentes do atual conceito de desempregados, estes profissionais são colaboradores just-in-time. O profissional do futuro será aquele que melhor souber enfrentar as turbulências actuais e aquele que melhor se adaptar às novas realidades e exigências do mercado. Saber quebrar paradigmas será uma necessidade vital para sua sobrevivência. Se actualmente já é bastante difícil uma boa colocação para quem está preparado, o que dizer dos restantes? A estabilidade como ainda se conhece hoje não existirá no futuro. O colaborador será estável enquanto for necessário na sua função para a empresa. Certamente, a nossa sociedade terá que se preparar para os novos tempos, reorganizando as leis laborais e reformulando a educação para formar profissionais mais aptos a esta realidade e a este novo mercado. As empresas e as organizações só sobreviverão se puderem contar com os melhores recursos humanos, disponíveis a cada momento, dentro de um cenário instável que muda a grande velocidade. Os profissionais que forem pró-ativos, rapidamente adoptarão o novo modelo. Para ter sucesso na carreira, o profissional deverá deixar de pensar como empregado e passar a comportar-se como se fosse um prestador de serviços. Existem três pontos fundamentais que passam a ser exigidos e este profissional do futuro: primeiro, o desafio que estimula as pessoas a lutar por alguma coisa; segundo, o resultado que dá a sensação de vitória e autoconfiança para continuar em frente. Em terceiro lugar, a autorresponsabilidade, ou seja, a capacidade de corrigir os erros cometidos e lutar pelo aperfeiçoamento contínuo. Os trabalhadores daqui em diante terão de ser versáteis, multinacionais e polivalentes. Por isso, é muito mais importante investir numa preparação muito mais ampla que a usual no emprego permanente ou para toda a vida. Até mesmo o tradicional currículo profissional terá que ser revisto. O velho relatório de experiências e actividades passará a funcionar como um verdadeiro instrumento de publicidade: vendendo para quem o lê, todas as características, vantagens competitivas e pontos fortes do candidato a prestador de serviços. A fórmula para ter sucesso nesse cenário é aproveitar a oportunidade e estabelecer uma meta de crescimento e quando ela for atingida, planear voos ainda mais altos. O vínculo laboral deverá ser com o trabalho que cada um sabe fazer, e não com o emprego ou com um empregador. Bemvindo à Era do Não Emprego.

3 FRANCHISING E EMPREENDEDORISMO III SUSTENTA O ECONOMISTA DANIEL BESSA Indústrias criativas com elevado potencial para empreendedorismo Espírito analítico e cultura de reporte centrais para sucesso dos promotores As indústrias criativas poderão constituir-se como um setor propício ao surgimento de propostas empreendedoras, com elevada criação de valor, em diversos domínios de atividade. Este poderá ser ainda mais relevante num momento em que o país possui uma taxa de 35% de jovens desempregados. Nesse sentido, a Fundação de Serralves promoveu um encontro que serviu para debater o empreendedorismo nas indústrias criativas, o qual contou com a presença de Daniel Bessa. Na sua perspetiva, a criação de empresas pressupõe a necessidade de obter elementos organizativos mínimos, para caracterização dos projetos e saber o que estamos a fazer. Isto porque, disse, são elevadas as expectativas de muitas pessoas atraídas por essas modas mas depois estão condenados à morte. Assim, cada um de nós terá a sua competência especializada ; porém, até que ponto essa capacidade nos permite dar o salto para o empreendedorismo e gerar uma atividade lucrativa, em suma, um trabalho, mais que um emprego, é o grande desafio dos empreendedores. Por outro lado, embora exista talento nas áreas criativas nas escolas, verifica-se um défice de projetos empresariais no setor, sendo que as ligações transversais à indústria catalisadoras de geração de riqueza no setor e em quase todos os setores estão aquém do que se entende desejável. Em termos globais, os principais défices prendem-se com a falta de qualificação operacional para o empreendedorismo, especificidade das áreas de competência e a falta de oferta dirigidas às necessidades dos empreendedores criativos. Estes elementos redundam nas dificuldades na passagem das suas áreas de saber para o mundo dos negócios, aquilo que Daniel Bessa classifica de vale da morte do empreendedorismo. Páginas amarelas da indústria criativa Aquele economista apela à necessidade de ligação entre o ciclo empreendedor e a aprendizagem escolar, desde logo ao nível do desenvolvimento de atitudes e competências, da deteção de oportunidades de negócio e da geração de ideias de negócio. Por outro lado, é indispensável que os empreendedores assumam uma vertente analítica e uma cultura de reporte sistemático, com vista identificar a ideia, o seu potencial, e o seu desenvolvimento. Daniel Bessa referiu ainda a vantagem de criar unidades de serviços partilhados, agregadores de estruturas de conhecimento na área do empreendedorismo, onde se reúnam e disponibilizem as competências críticas e mais caras no setor. Este trabalho pode ficar a cargo do sistema universitário nacional que, na sua vertente pública, agrega 16 universidades, as quais possuem um orçamento combinado de I&D superior ao do MIT. O mesmo académico aponta ainda a necessidade de se conhecer e divulgar boas práticas, criando o que apelidou de pá- Fundação de Serralves promoveu encontro para debater o empreendedorismo nas indústrias criativas ginas amarelas das indústrias criativas. E lembrou que, por vezes, para ser empreendedor, não é preciso ser um grande executante, basta saber fazer levantar a massa. O trabalho é mais fundamental para um gestor que para um empreendedor; este cria o negócio o gestor é quem o conduz. SER FINANCIAL ADVISOR É UMA PROFISSÃO DE FUTURO. NA EXCHANGE, ESSE FUTURO COMEÇOU HÁ 10 ANOS. PUB CONSULTÓRIO JOSÉ VIEIRA LOPES CEO Teamvision Gerir o meu negócio em franchising Se você pretende empreender num negócio em franchising, então você provavelmente sabe que um negócio em franchising é como qualquer outro negócio independente no sentido de que você precisa estar de igual forma dedicado e comprometido nas suas operações comerciais. A principal diferença entre um negócio de franchising e um negócio de start-up independente é que você tem o apoio e acompanhamento necessário, na sua operação. Você também não precisa gastar muito dinheiro na promoção do seu negócio, porque a marca de franchising já está estabelecida e como tal é de mais simples reconhecimento. De igual forma ao pertencer a uma rede em franchising todo o processo de escolha de tecnologias / metodologias / ferramentas de trabalho, é garantida pelo franchisador, poupandolhe assim tempo e dinheiro. Passado o processo de escolha do seu negócio em franchising, o próximo passo que você deve realizar é a de saber como operar e gerir o seu negócio correctamente. O acesso a esta informação é normalmente garantida pelo franchisador a quando da formação inicial. Através desta formação o franchisador passa-lhe as metodologias de funcionamento, garantindo assim que todas as unidades são geridas e operadas da mesma forma. Desta forma tanto a rede como você beneficiam, pois existe um modelo com qualidade comprovada que apenas tem que seguir. O seu modelo de gestão deve estar adequado e garantir todos os aspectos operacionais do seu negócio. Não deve também descurar os aspectos legais, financeiros, de marketing e dos recursos humanos. Sobre este último ponto é necessário saber lidar com empregados, desde os aspectos relacionados com a sua contratação, bem como na atribuição e controlo de tarefas a realizar. Para ter sucesso deve ter uma equipa que rume consigo no mesmo caminho. Por ultimo, não se esqueça que uma empresa não terá sucesso se não investir o seu tempo e esforço nela. Em 2002, a, tornando-se numa referência nacional na prestação de Serviços Financeiros. Hoje, continuamos a inovar, oferecendo a todos os que escolhem a carreira de Financial Advisors connosco. Junte o seu know-how à nossa experiência e construa um futuro de solidez e sucesso. 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4 IV FRANCHISING E EMPREENDEDORISMO CONSIDERA CARLOS DUARTE, RESPONSÁVEL DA EMPRESA OURO CAIXA Investimentos em segurança podem conduzir à saída de operadores do mercado do ouro A entrada em vigor da legislação que obriga ao reforço das medidas de segurança em estabelecimentos de compra e venda de ouro deverá impor a realização de avultados investimentos. Muitas empresas, incluindo as que operam em franchising, poderão não ter capacidade para cumprir as novas regras, vendo-se obrigadas a sair do mercado. O pacote legislativo em estudo pelo grupo de trabalho criado pela comissão parlamentar portuguesa de Economia e Obras Públicas está a analisar a atual legislação que rege a compra e ouro usado, indo mais além do que as condições de segurança em que operam as cerca de 6000 unidades de compra e venda de ouro, segundo os números adiantados por Carlos Duarte, responsável nacional da empresa Ouro Caixa. Na perspetiva deste responsável, uma Ouro Caixa quer abrir 75 unidades em três anos grande percentagem das lojas que hoje operam neste mercado terão que introduzir medidas de segurança e fazer grandes investimentos por essa via, o que poderá levar à saída de muitas unidades do mercado, adiantou à VE. Entre estas contam-se, naturalmente, as unidades que operam em regime de franchising, e que têm conhecido um crescimento exponencial nos últimos anos. Contactada pela VE, fonte da Valores, rede de franchising com grande visibilidade no negócio de compra e venda de ouro, afirma não ter conhecimento em concreto sobre a nova lei, numa altura em que tudo são apenas suposições. Relativamente a questões de segurança, prossegue a mesma fonte, as agências Valores encontram-se devidamente protegidas, muito além de qualquer imposição existente. No entanto, após a saída da nova lei, efetuaremos uma análise da legislação e será o momento oportuno para esclarecer ou comentar o assunto. Expansão em modo próprio Num negócio em franco crescimento e onde a concorrência é forte, a estratégia de penetração da Ouro Caixa em Portugal difere substancialmente da seguida por outras redes. Desde logo, o facto PUB Obrigatoriedade investimentos em segurança pode conduzir à saída de muitas empresas do mercado. de a expansão ser feita exclusivamente através de unidades próprias e não pelo sistema de franchising. A empresa tem como objetivo abrir 75 unidades próprias em três anos no país, sendo que o investimento médio por loja pode rondar os 50 mil euros, refere Carlos Duarte. A marca conta atualmente com nove lojas e pretende encerrar o ano com 25 unidades. Segundo Carlos Duarte, este é um negócio sustentável a longo prazo, mesmo caso posteriormente se verifique uma quebra da alta do ouro. Assim, será realizado um investimento em três anos, numa lógica de escala, em que as lojas abertas vão financiando a abertura das seguintes e assim sucessivamente ou seja, sublinha aquele responsável, o lucro gerado em Portugal fica no país. O mesmo responsável é perentório ao afirmar que o franchising está fora de questão. E explica porquê: por um lado, porque não é o nosso negócio. Por outro, se conhecemos o negócio e acreditamos nele, por que razão iremos dá-lo a outros?, questiona. Para além do aspeto positivo da facilidade de expansão, não encontramos valias neste modelo. As lojas próprias são sempre mais rentáveis que as franchisadas, analisa. Segundo informações fornecidas pela empresa, o cliente tipo da Ouro Caixa é do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 35 e os 60 anos. Os preços pagos são indexados à atualização do valor do ouro em função da cotização em bolsa. A Ouro Caixa incorpora o grupo Oro Cash, com sede em Monza, Itália. Atualmente, conta com 500 lojas, sobretudo Itália, França e Espanha. As nove lojas abertas em Portugal apresentam uma faturação de 800 mil euros, disse. Os caminhos do ouro A atual conjuntura económica, aliada aos preços elevados, faz com que muitos portugueses se desfaçam das suas peças em ouro. Mas qual o percurso que o metal precioso toma? No caso da Ouro Caixa, quando um cliente se dirige a uma loja nossa, fazemos a avaliação da peça e, caso seja uma joia com um valor que vá além do seu peso, seja pelo trabalho que está nela, ou até pelo valor sentimental, é reintroduzida no mercado. Caso contrário, a peça é enviada para a Suíça, onde a casa-mãe detém uma fundição. O ouro recebido é fundido em lingotes e reintroduzido no mercado, sobretudo para bancos e investidores. Mas, antes que este processo seja iniciado, as casas de ouro são obrigadas a remeter todas as segundas-feiras uma relação completa das peças adquiridas à Polícia Judiciária, e somente 21 dias depois são livres de serem expedidas. O designado ouro português é bastante apreciado, pois possui 19,2 quilates, ou seja, cerca de 80% de ouro puro. No Leste esta medida é 14 quilates e no Reino Unido 9 quilates. Carlos Duarte admite que este percurso seja semelhante em todas as redes.

5 FRANCHISING E EMPREENDEDORISMO V BENTO AIRES, RESPONSÁVEL DA COMISSÃO ORGANIZADORA DO CIJE 12, CONSIDERA Caminho futuro será o da mobilidade laboral Europa, África e América do Sul são oportunidades para jovens engenheiros ibéricos, resume Bento Aires, responsável pela organização do CIJE 12. O empreendedorismo entre os jovens engenheiros estará no centro do debate do Congresso Ibérico de Jovens Engenheiros, que terá lugar entre 18 e 20 de maio, no Theatro Circo, em Braga. Bento Aires, responsável pela sua organização, antecipa, em entrevista à VE, os principais temas que serão discutidos. Vida Económica - Quais os temas que estarão na ordem do dia no decurso do encontro? Bento Aires - No Congresso Ibérico de Jovens Engenheiros vamos abordar não só os temas que marcam a atualidade da engenharia, mas também a sociedade: empreendedorismo, internacionalização, empregabilidade e inovação e sustentabilidade. Mas o tema principal sobre o qual incide o congresso é a promoção dos jovens engenheiros, tendo como base a engenharia ibérica. É importante demonstrar a qualidade dos profissionais de engenharia como agentes de mudança e de inovação. Esta é a grande motivação do CIJE 12. VE - Em que medida a questão da empregabilidade dos jovens engenheiros é importante na atual conjuntura? BA - Hoje em dia, a empregabilidade é importante a todos os níveis. É uma questão que preocupa particularmente o dia a dia dos jovens engenheiros e dos estudantes de engenharia, uma vez que o nível de desemprego entre os jovens licenciados em Portugal e Espanha é substancial, situando-se nos 12% e 18%, respetivamente. Mas mais importante que o problema é a solução. No CIJE 12, vamos apresentar casos de sucesso e projetos de jovens engenheiros que serão capazes de promover a empregabilidade e de definir os objetivos do futuro, sendo que a inovação é, sem dú- Novos projetos com falta de financiamento A necessidade de desenvolver novos projetos e ideias empreendedoras encontra dificuldades que Bento Aires considera serem transversais a todos os setores de atividade e julgo que não apenas na engenharia, nomeadamente o acesso ao financiamento e o acesso ao público-alvo dos seus projetos. Assim, no âmbito da cooperação de jovens engenheiros entre Portugal e Espanha, pretende-se criar uma plataforma que operacionalize as oportunidades dos dois países, capitalizando o nosso soft power, tendo em conta que temos ao nosso alcance a Europa e os países de língua oficial portuguesa e castelhana de África e da América do Sul, alguns dos quais em franca expansão económica. Este pode constituir-se um canal de promoção dos projetos empreendedores dos jovens engenheiros. Resta a obtenção de financiamento que dependerá da força, da dimensão e do mercado dos próprios projetos. Vamos fazer tudo para que o CIJE 12 tenha continuidade no desenvolvimento destas oportunidades, concluiu. Desemprego entre jovens engenheiros portugueses vida, um dos caminhos para a resolução da empregabilidade. A promoção deste encontro, sob a égide da Ordem dos Engenheiros de Portugal e do Colegio de Ingenieros de Caminos Canales y Puertos de Espanha, é um exemplo dessa preocupação. Acreditamos que, perante as dificuldades que se apresentam, a engenharia tem potencial e capacidade para encontrar novos caminhos e que os jovens engenheiros terão de estar na linha da frente na procura destas soluções. Empreendedorismo é desafio permanente VE - A saída de Portugal de jovens engenheiros pode ser encarada com preocupação, ou pode ser encarada como natural num momento de internacionalização da engenharia portuguesa? BA - Portugal internacionaliza-se há 600 anos. A internacionalização tem essas duas interpretações, enquanto preocupação pelo facto de o mercado de trabalho português não estar a ser capaz de absorver a mão de obra qualificada que produz, mas também como uma oportunidade para desenvolver a engenharia portuguesa com o conhecimento de novos países e novas formas de trabalho. Pode existir uma resistência à internacionalização, mas o caminho será o da mobilidade laboral. As distâncias de comunicação são cada vez mais curtas e a engenharia é uma ciência universal, a dimensão da aldeia global está cada vez mais reduzida. Hoje, a internacionalização pode ser uma solução, sendo ao mesmo tempo o reconhecimento da qualidade da engenharia portuguesa. VE - Os temas de empreendedorismo e criação de empresas inovadoras podem colocar-se com particular enfoque aos engenheiros? BA - A inovação é técnica e objetiva sempre a otimização dos recursos existentes. Dentro deste espírito, é uma missão da engenharia. As empresas inovadoras não procuram mais do que oferecer ao mercado novas soluções que permitam a melhoria da nossa qualidade de vida, colocando-as ao seu serviço ou suprindo falhas em alguns segmentos de mercado. As universidades portuguesas têm gerado bastantes projetos de sucesso com o desenvolvimento de start-ups de âmbito tecnológico, que se apresentam como excelentes exemplos de inovação, empreendedorismo e internacionalização, por exemplo. O empreendedorismo de empresas inovadoras é um desafio permanente que se coloca à engenharia. PUB

6 VI FRANCHISING E EMPREENDEDORISMO Abordagem comercial ao mercado é vital para sucesso de projetos inovadores A análise do modelo de negócio é central para o sucesso de projetos empreendedores na área das TIC. Segundo Pedro França, Business Manager da Surfaceslab, o mercado empresarial tende a necessitar de mais tempo para adotar produtos inovadores. No caso da Surfaceslab, criada em 2007 e com sede em Vale de Cambra, o mercado nacional já é pequeno. A análise do modelo de negócio para o lançamento de projetos empreendedores nas áreas de maior inovação, como as tecnologias de informação e comunicação, é essencial para o seu sucesso. Segundo Pedro França, Business Manager da Surfaceslab, esta capacidade analítica é vital para que a passagem da tecnologia para produto seja efetuada com o maior enfoque possível nas reais necessidades dos clientes, num determinado mercado alvo bem definido e com um valor acrescentado bem enquadrado. Em entrevista à VE, aquele responsável recorda os principais desafios que a empresa teve que enfrentar nos primeiros tempos: O facto de o produto oferecido ser bastante inovador é, per si, um fator de entrave ao desenvolvimento de negócio, explica, pois o mercado empresarial, ao contrário do mercado de consumo, tende a necessitar de mais tempo no que respeita à maturação das tecnologias e à sua adoção. Por outro lado, a correta abordagem ao mercado, numa perspetiva comercial e não tecnológica, em que a adequação do produto às reais necessidades dos clientes é o fator com maior importância no modelo de negócio. Salientando que cada projeto e cada modelo de negócio enfrentam os seus próprios desafios, Pedro França estima que aqueles que enfrentamos se enquadram de forma transversal no setor das TIC. Do projeto ao mercado A Surfaceslab nasceu de um projeto de I&D que decorreu ao longo de três anos, entre 2008 e Tudo começou com a identificação de uma real necessidade por PUB A exportação representa hoje mais de 90% das vendas da Surfaceslab, revela Pedro França, Business Manager da empresa. parte do mercado ao nível da inventariação online, controlo de movimentos de produtos, contagem de stocks e reaprovisionamento, sublinha Pedro França. Foi iniciado um projeto de investigação que incluiu a Creativesystems e o Instituto de Telecomunicações de Lisboa. O grau de inovação tecnológico foi tão relevante que ambas as entidades Creativesystems e IT tomaram a decisão do registo nacional e internacional da respetiva patente, recorda. Na fase de prototipagem participou a Vicaima, um dos maiores players europeus de portas de interior de madeira e cliente da Creativesystems. Já no final de 2009, a fase de industrialização concluiuse com sucesso e lançou-se a Surfaceslab na CeBIT 2010, em Hannover, reconhecida como a principal feira de tecnologias da Europa. A tecnologia da Surfaceslab faz-se representar em cinco setores diferentes, nomeadamente moda e acessórios, indústria, livrarias e bibliotecas, hospitais e farmácias e no retalho especializado. Uma das vantagens capazes de potenciar o aumento das vendas é, nesse sentido, a redução do out-of-stock: sem RFID, quando retirado um artigo da estante, este só era reposto depois da venda ou quando o funcionário detetasse a sua ausência. Com as prateleiras inteligentes, são criados relatórios automáticos que informam o staff da loja da necessidade da reposição. Outra vantagem é a possibilidade de realizar inventários online, diminuindo o tempo gasto e o número de colaboradores alocados à tarefa. As soluções inteligentes da Surfaceslab permitem, também, a obtenção de estatísticas produto-prateleira. Mercado norte-americano menos conservador A empresa avançou já para o mercado norte-americano, tendencialmente menos conservador e cuja dimensão é equivalente ao mercado europeu, mas apresenta características de uniformidade mais relevantes, salienta Pedro França. Para além do mercado norte-americano, a Surfaceslab tem presença indireta, através de uma dezena de parceiros integradores, em diversos países: Espanha, Alemanha, Bélgica, Finlândia e Noruega. A exportação representa hoje mais de 90% das vendas. Considerarmos que o nosso crescimento e exportação estão muito relacionados com o networking e sobretudo com uma relação próxima com os principais players tecnológicos na área do RFID. DZCount lança ofertas coletivas para empresas O portal de compras coletivas DZ- Count, que opera em regime de franchising, lançou um sítio de ofertas e descontos para empresas. Esta nova área de atuação, totalmente direcionada para empresas e negócios B2B, dinamiza ofertas de serviços e produtos para o tecido empresarial. Na base desta proposta está a dinamização da atividade empresarial, enquadrada na realidade económica de hoje, que se vê também forçada a reduzir custos para aumentar a eficácia e a produtividade, gerando novos negócios e estimulando a geração de receitas, promovendo a sustentabilidade da sua atividade e postos de trabalho. A abordagem da rede, que integra o grupo Onebiz, surge na sequência da análise do mercado, promovendo a flexibilização de custos operacionais e a geração de novas oportunidades de negócio. As ofertas presentes no portal DZ- Count B2B serão variadas, e vão desde workshops, packs de consultoria, material informático, apoio à gestão, economato e serviços personalizados de design. O espaço será continuamente alimentado por ofertas que dinamizarão a economia e o relacionamento entre empresas. O portal DZC B2B está disponível em

7 FRANCHISING E EMPREENDEDORISMO sexta-feira, 27 de abril de 2012 VII RUI COELHO, DIRETOR-GERAL DA MARCA DE CENTROS AUDITIVOS, AFIRMA Conceito Audibel assenta numa estratégia de proximidade A rede de centros auditivos Audibel está a desenvolver a sua expansão em regime de franchising, para o que conta com o apoio da Teamvision. Direcionado para audiologistas, empreendedores, profissionais com experiência na área e investidores, este franchising conta com um investimento inicial de 50 mil euros, disse em entrevista à VE Rui Coelho, diretor-geral da marca. O mercado está em crescimento, pois 7% a 10% da população sofre de problemas auditivos, cuja tendência será para aumentar. Vida Económica - Em que consiste o conceito e de que forma está posicionada a sua estratégia para o setor do franchising em Portugal? Rui Coelho - Pela primeira vez em Portugal está aberta a oportunidade de crescimento e de expansão na área da reabilitação auditiva através do sistema de franchising. A partir de agora será possível aderir a um sistema em que a Audibel Centros Auditivos proporciona um conceito chave na mão. Toda a construção, logística, equipamentos, serviços, aparelhos auditivos, formação e orientação serão entregues pela nossa organização, permitindo a concentração do franchisado no que é mais importante: ajudar pessoas com dificuldades auditivas a solucionarem os seus problemas de uma forma séria, ética e orientada para si enquanto indivíduo com necessidades específicas. O conceito Audibel assenta numa estratégia de proximidade ao cliente que sofre de algum tipo de problema de audição. O posicionamento da marca para o setor do franchising vai beber a sua filosofia ao nosso conceito transversal: a família Audibel. As pessoas que sofrem de algum tipo de perda de audição têm, na maioria dos casos, uma certa tendência ao isolamento, ao receio de não compreenderem as conversas, ao medo, ao sentimento de não integração devido às suas dificuldades em comunicar da forma tradicional. Temos clientes em vida completamente ativa, jovens estudantes, pessoas de meia-idade ainda bastante ativas, bem como idosos já com um grau importante de dependência. Na nossa estratégia para expansão através do franchising procuramos essencialmente pessoas com um perfil de identificação com este tipo de filosofia de proximidade, de atenção, de orientação para o cliente e para resolução de desafios específicos. VE - A quem se destina o franchising (outros centros independentes, novos entrantes no mercado) e quais os objetivos traçados para a sua expansão no mercado nacional? RC - O franchising Audibel em Portugal tem como potenciais parceiros todos os atuais e futuros empresários que tenham uma forte identificação com o conceito de família Audibel. Neste momento em Portugal existe um número significativo de profissionais licenciados na área de audiologia. Muitos destes profissionais não conseguem encontrar uma saída profissional relacionada com a formação académica em que investiram. Neste momento em Portugal existe espaço para um projeto diferente em que estas pessoas licenciadas podem ter um importante papel seja como empreendedores, seja como quadros contratados por empresários empreendedores, uma vez que são pessoas com as skills necessárias para esta área. Os audiologistas e/ou empreendedores, as pessoas com experiência na área, os investidores em áreas de crescimento que pretendem abraçar um sistema testado e com eficácia comprovada em termos da reabilitação auditiva são o nosso parceiro identificado. Para um potencial parceiro nosso pertencer à rede Audibel significa ter todo um serviço de formação, coaching direcionado e de treino em novas tecnologias da área, providenciando o know how e o direcionamento necessários a um serviço de reabilitação auditiva assertivo e de excelência. Tendência em crescimento VE - Quais os serviços prestados e os consumidores-alvo dos mesmos? RC - Em Portugal, neste momento, estima-se que cerca de 7 a 10% da população possa sofrer de algum tipo de problema relacionado com a audição. Com o nosso modus vivendi atual, a poluição sonora, algumas profissões nas quais existe ruído em excesso e o uso excessivo de algumas novas tecnologias (como por exemplo os leitores de Mp3) Poluição sonora e uso excessivo de algumas tecnologias como os leitores de Mp3 agravam problemas de audição, afirma Rui Coelho, diretor-geral da Audibel. estima-se que esta percentagem possa aumentar de forma significativa nos próximos anos. Para conseguirmos uma prestação eficaz para com os clientes que sofrem de perda de audição temos de nos munir de técnicos certificados audiologistas - para a execução de exames audiométricos que serão uma ferramenta essencial na indicação da melhor solução técnica para cada pessoa em particular, isto, claro, em conjunto com a indicação de uma visita ao médico especialista em otorrinolaringologia. Para além dos aparelhos auditivos propriamente ditos, a Audibel proporciona serviços complementares de terapia de zumbido (tinnitus), psicologia e de terapia da fala. VE - Quais os custos associados à adesão a esta rede? RC - O projeto de adesão à rede Audibel contempla todo um conjunto de investimentos direcionados à abertura de um centro devidamente equipado, bem como um painel completo de formação técnica e coaching. Entre despesas relacionadas com a imagem, equipamento e mobiliário, ferramentas e utensílios, quadro informático, formação e direitos de entrada, o volume de investimento totalizará euros. Será sempre feito um estudo e projeção concretos dos custos envolvidos com base no espaço e nas expectativas do parceiro franchisado, aliando a experiência do franchisador, à localização e potencial do mercado alvo bem como interesse do parceiro. VE - Dada a atual conjuntura da economia, considera que o mercado português é propício para a vossa aposta, sendo que a aquisição de aparelhos auditivos não goza de comparticipação estatal? RC - Neste momento em Portugal, a comparticipação da segurança social para um aparelho auditivo ronda os cerca de 22,50. No caso de o cliente necessitar de dois aparelhos auditivos a comparticipação da Segurança Social será de 44,90. Sabemos que são valores pouco representativos em relação ao custo total do aparelho auditivo. No entanto, se Processo de expansão em três fases Os objetivos de expansão da rede Audibel no território português dividem-se em três fases numa primeira fase estamos a proporcionar a oportunidade de abertura de centros auditivos nas capitais de distrito, explica Rui Coelho. Numa fase posterior, abriremos esta mesma oportunidade a outras localidades de Portugal que, embora não sendo capitais de distrito, revelem dados demográficos e económicos substancialmente interessantes para a nossa área de atividade. Numa terceira fase, a rede pretende desenvolver esta oportunidade num serviço de proximidade em regiões demograficamente distintas das mencionadas nas fases anteriores, mas igualmente importantes, pois seremos capazes enquanto rede de dar resposta às aspirações das pessoas que sofrem de problemas de audição e que não têm ainda uma solução interessante em termos de reabilitação auditiva para as ajudar, resume. estivermos por exemplo a falar de alguém que tenha tido uma profissão de risco a nível auditivo, que lhe tenha provocado perda de audição, a comparticipação do Centro Nacional Proteção Risco Doenças Profissionais é de 100%. Para além disto, existem também comparticipações muito relevantes, das quais destaco a ADSE, que, neste caso, contribui com 1262 para a aquisição de duas próteses auditivas de três em três anos. A ADM, a SAD, os CTT, a EDP têm igualmente comparticipações interessantes em termos da aquisição das próteses auditivas. De destacar aqui também o papel das seguradoras, uma vez que neste momento praticamente todos os produtos em termos de seguros de saúde proporcionam comparticipações relevantes em termos da aquisição de ajudas auditivas. Infelizmente, a perda de audição não vai deixar de existir. Dado o percentual das pessoas com problemas de audição e evolução nos próximos anos, existe mercado e este mercado está em expansão. Todos os franchisados têm e terão de passar por diversos momentos calendarizados de avaliação de qualidade, por forma a mantermos elevados os padrões do nosso serviço de reabilitação auditiva, conclui Rui Coelho.

8 VIII FRANCHISING E EMPREENDEDORISMO 4Best lança nova versão de software de gestão para PME O WhiteOffice, software 100% português no mercado desde 2006 e que integra o grupo Onebiz, através da marca 4Best, lançou uma nova versão. O software, que foi apresentado DNA Cascais, pretende ser uma ferramenta de suporte à gestão e organização de pequenas e médias empresas. A nova versão agora lançada visa ser uma ferramenta para a gestão integrada de qualquer negócio, com a vantagem de ser disponibilizada em regime SaaS, Software as a Service, afirmando-se como um software de apoio à gestão para PME único no mundo, referiram os seus responsáveis. O WhiteOffice 2.11 apresenta ao mercado empresarial novas ferramentas de trabalho, disponibilizando módulos como Gestão de Eventos, Gestão de Inquéritos, Gestão de Reclamações e Gestão de Contatos, que se juntam aos módulos já existentes na versão anterior, como a Gestão Comercial (CRM), Trabalho Colaborativo, GeoMarketing, Marketing, Gestão de Atividades, Gestão de Conteúdos e Gestão Documental. Preparado para portáteis, tabletpc ou IPad, pode ser utilizado em qualquer empresa, independentemente da sua dimensão ou setor de atividade. Segundo Pedro Santos, administrador do grupo Onebiz, esta ferramenta serve Novas ferramentas incluem Gestão de Eventos, Gestão de Inquéritos, Gestão de Reclamações e Gestão de Contatos. ao desenvolvimento de toda a atividade empresarial, flexibilizando as ações, aumentando a produtividade e reduzindo custos, colocando o enfoque no core do negócio. Pedro Santos salienta ainda a comodidade do software: O empresário e os seus colaboradores podem gerir o seu negócio online, de forma segura e sem qualquer tipo de investimento, pagando mensalmente a utilização do WhiteOffice, no modelo SaaS Software-as-a-Service. CONSULTÓRIO LEGAL MANUEL GIBERT PRATES SPS-Sociedade de Advogados A indemnização de clientela no contrato de franchising No anterior artigo, analisámos algumas formas de cessação do contrato de franquia e referimos que uma das possíveis consequências da cessação seria uma eventual indemnização de clientela. No momento económico que atravessamos, com o primeiro trimestre de 2012 a dar conta de 1551 empresas a encerrar por motivo de insolvência (no que representa uma subida de 46% relativamente ao mesmo período de 2011), é importante que os franquiados tenham a capacidade de evitar comportamentos (porventura menos ponderados e muitas vezes precipitados) que ponham em causa a manutenção do contrato de franquia. Quer isto dizer que um franquiado se e quando em dificuldades económicas deve evitar condutas que, pela sua gravidade e repetição, levem à perda da confiança por parte do franquiador ao ponto de este considerar insustentável a manutenção do contrato de franchising, até porque, não é de mais recordar, o franquiado surge aos olhos do público com a imagem empresarial do franquiador, pelo que situações de incumprimento contratual por parte do franquiado são sempre suscetíveis de afetar a notoriedade da marca e o bom nome do franquiador. Mas a verdade é que atravessamos tempos conturbados e não será de estranhar que o franquiado se atrase no cumprimento de algumas das suas obrigações. Nessas situações, o franquiador pode ser tentado a avançar para a resolução do contrato, por considerar que o franquiado deixou de ter condições para o cumprir e por considerar irremediavelmente comprometida a relação de confiança e de colaboração em que assenta o contrato de franquia. Resolvido o contrato, com fundamento no alegado incumprimento do franquiado, poderá este ter direito a uma indemnização conforme se prove (ou não) que a resolução foi ilícita. O tribunal irá então analisar os factos e determinará se a conduta do franquiado foi de tal forma grave e reiterada que, por si só, torne inexigível a manutenção do contrato de franquia. Para isso, haverá que perceber, caso a caso, se a conduta do franquiado originou, por exemplo, quebras de vendas ou qualquer outra situação de menor eficácia comercial, justificativa da quebra dos laços de confiança. Caso se venha a demonstrar, porém, que o franquiador actuou de forma precipitada e, aos primeiros sinais de dificuldades e de atrasos do franquiado, optou, indevidamente, por resolver o contrato, terá então o franquiado direito a uma indemnização. É aqui que se coloca a questão de um eventual direito a uma indemnização de clientela ao abrigo do artigo 33º do DL 178/86 (Contrato de Agência). Trata-se de, preenchidos determinados requisitos, indemnizar o franquiado (para além de outros valores indemnizatórios a que possa haver lugar) pelos benefícios que o franquiador continue a auferir com a clientela angariada ou desenvolvida pelo franquiado. São três os requisitos de que a Lei faz depender a atribuição da indemnização de clientela, sendo a sua verificação cumulativa. Assim, será necessário; 1. Que o agente tenha angariado novos clientes para a outra parte ou aumentado substancialmente o volume de negócios com a clientela já existente; 2. Que a outra parte venha a beneficiar consideravelmente, após a cessação do contrato, da actividade desenvolvida pelo agente; 3. Que o agente deixe de receber qualquer retribuição por contratos negociados ou concluídos, após a cessação do contrato, com os clientes referidos em 1). Fundamental é, também, que sejam observados os prazos legais para a reclamação dessa indemnização, sendo para isso necessário: - que se tenha comunicado à outra parte, no prazo de um ano a contar da cessação do contrato, a vontade de receber a indemnização; - que a acção judicial seja proposta dentro do ano subsequente a tal comunicação. O montante da indemnização de clientela não poderá exceder um valor equivalente a uma indemnização anual, calculada a partir da média anual das remunerações recebidas (pelo agente) durante os últimos cinco anos, que funcionaria como que um prémio a pagar pelo franquiador por continuar a beneficiar do negócio desenvolvido pelo franquiado. Se este tipo de indemnização faz sentido no contrato de agência, mais duvidosa é a sua aplicação ao contrato de franquia. É que o contrato de franquia pressupõe uma coligação e uma convergência de esforços e de investimentos entre franquiador e franquiado e no qual a captação de clientela provém, no limite, de dois angariadores que actuam em conjunto. A atribuição pelo tribunal de uma indemnização de clientela irá, pois, depender da prova que o franquiado seja capaz de produzir. Terá de convencer, por factos que seja capaz de alegar, que o aumento e a fidelização da clientela foram obtidos à custa da sua determinante e notória actividade pessoal (e não conseguida apenas através da marca), cabendo-lhe o ónus de alegar e provar tais factos. Não sendo uma prova diabólica, não será, contudo, uma prova de fácil produção.

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