UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI DIEGO VASCONCELOS SILVA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APLICADOS A LOGÍSTICA ESTUDO DE CASO DE UM SISTEMA DE RADIO-FREQÜÊNCIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI DIEGO VASCONCELOS SILVA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APLICADOS A LOGÍSTICA ESTUDO DE CASO DE UM SISTEMA DE RADIO-FREQÜÊNCIA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI DIEGO VASCONCELOS SILVA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APLICADOS A LOGÍSTICA ESTUDO DE CASO DE UM SISTEMA DE RADIO-FREQÜÊNCIA SÃO PAULO 2009

2 ii DIEGO VASCONCELOS SILVA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APLICADOS A LOGÍSTICA ESTUDO DE CASO DE UM SISTEMA DE RADIO-FREQÜÊNCIA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia de produção com ênfase Logística da Universidade Anhembi Morumbi Orientador: Professor Engº José Ricardo Fiaminghi SÃO PAULO 2009

3 iii DIEGO VASCONCELOS SILVA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APLICADOS A LOGÍSTICA ESTUDO DE CASO DE UM SISTEMA DE RADIO-FREQÜÊNCIA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia produção com ênfase Logística da Universidade Anhembi Morumbi Trabalho em: de de Nome do Orientador Nome do professor da banca Comentários:

4 Aos meus pais e amigos que me apoiaram durante toda essa caminhada. iv

5 v AGRADECIMENTOS À todos os docentes que contribuíram com nossa formação, fazendo com que vivenciássemos situações que servirão como base de minha carreira..

6 vi RESUMO O estudo a seguir abordará a utilização dos recursos de Sistemas de informação em uma operação logística, mais especificamente o uso de sistema RF(Radio Freqüência) e um gerenciador de tarefas explorando a atuação deste tipo de ferramenta em problemáticas cotidianas na atividade logística de armazém (warehouse) demonstrando os benefícios concernentes a gestão e controle, acuracidade e redução de processos. Palavras Chave: Radio Freqüência, Logística

7 vii ABSTRACT The study below is about the use of information systems in a logistics operation, specifically the use of RF (Radio Frequency) and a manager work exploring the role of this type of tool in problems about activity of warehouse logistics demonstrating the benefits concerning the management and control, accuracy and reduction processes. Key Worlds: Radio Frequency, Logistics

8 viii LISTA DE FIGURAS FIGURA 5.1 EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO LOGÍSTICO...6 FIGURA 5.2 MODELO CONCEITUAL DE LOGÍSTICA INTEGRADA...7 FIGURA 5.2 ESCOPO DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL...7 FIGURA 5.3 MODELO CONCEITUAL DE LOGÍSTICA INTEGRADA...8 FIGURA 5.4 NOVAS EXIGÊNCIAS SOBRE AS OPERAÇÕES DE ARMAZENAGEM E SEUS IMPACTOS OPERACIONAIS FIGURA 5.5 COMPARAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DOS OPERADORES LOGÍSTICOS COM PRESTADORES DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS TRADICIONAIS FIGURA 5.6: NECESSIDADES DE INFORMAÇÕES LOGÍSTICAS...15 FIGURA 5.7:FLUXO DE INFORMAÇÃO DE UM CHECK OUT...17 ESTRUTURA DE UM CÓDIGO DE BARRAS EAN/UCC FIGURA 5.9: CÓDIGO DE BARRA EAN/UCC FIGURA 5.10: CÓDIGO DE BARRA EAN/UCC FIGURA 5.11 CÓDIGO DE BARRA EAN/UCC FIGURA 5.12: APLICAÇÕES DA COMUNICAÇÃO VIA UWB...20 FIGURA 5.13: COMPARAÇÃO DO ZIGBEE COM OUTRAS TECNOLOGIAS WIRELESS...21 FIGURA 5.14: APLICAÇÕES DO ZIGBEE...22

9 ix FIGURA 5.13: TRADUÇÃO DOS PRINCÍPIOS ASSOCIADOS AO BSC...23 FIGURA 5.14: TRADUÇÃO DA VISÃO E ESTRATÉGIA QUATRO PERSPECTIVAS...24 FIGURA 5.15: TEMAS, OBJETIVOS E INDICADORES ESTRATÉGICOS...25 FIGURA 6.1: FLUXOGRAMA DE RECEBIMENTO COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...27 FIGURA 6.2: FLUXOGRAMA DE PUT AWAY COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...28 FIGURA 6.3: FLUXOGRAMA DE RESSUPRIMENTO (EMPILHADEIRA) COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...30 FIGURA 6.4: FLUXOGRAMA DE RESSUPRIMENTO (RESSUPRIDOR) COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...31 FIGURA 6.5: FLUXOGRAMA DE SEPARAÇÃO COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...34 FIGURA 6.6: FLUXOGRAMA DE CONFERÊNCIA DE SEPARAÇÃO COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...35 FIGURA 6.7: FLUXOGRAMA DE CONFERÊNCIA DE EXPEDIÇÃO COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...36 FIGURA 8.1: FLUXOGRAMA DE RECEBIMENTO COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...41 FIGURA 8.2: FLUXOGRAMA DE ARMAZENAGEM COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...42

10 x FIGURA 8.3: FLUXOGRAMA DE RESSUPRIMENTO (EMPILHADEIRA) COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...44 FIGURA 8.4: FLUXOGRAMA DE RESSUPRIMENTO (RESSUPRIDOR) COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...45 FIGURA 8.5: FLUXOGRAMA DE RESSUPRIMENTO (GUARDA) COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...46 FIGURA 8.6: FLUXOGRAMA DE SEPARAÇÃO COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...48 FIGURA 8.7: FLUXOGRAMA DE EXPEDIÇÃO COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...49 FIGURA 9.1 CONSEQÜÊNCIAS SOBRE AS ESTRUTURAS TRADICIONAIS DE ARMAZENAGEM...51 FIGURA 9.2: GRÁFICO DE PARETO ERROS OPERACIONAIS...51 FIGURA 9.3: DIAGRAMA DE ISHIKAWA...52 FIGURA 9.4: FLUXO DE INFORMAÇÕES VIA PAPEL...53 FIGURA 9.5: FLUXO DE INFORMAÇÕES VIA RADIO-FREQÜÊNCIA...54 FIGURA 9.6: DIMENSIONAMENTO DE COLETORES E LICENÇAS...56 FIGURA 9.7: CUSTOS DE AQUISIÇÃO COM O FORNECEDOR A...56 FIGURA 9.8: CUSTOS DE AQUISIÇÃO COM O FORNECEDOR B...57 FIGURA 9.9: CUSTOS DE LOCAÇÃO COM O FORNECEDOR A...57 FIGURA 9.10: CUSTOS DE LOCAÇÃO COM O FORNECEDOR B...58

11 xi FIGURA 9.11: ESTIMATIVA DE GANHOS AOS IMPLEMENTAÇÃO...58 FIGURA 9.12: RESUMO GERAL...59

12 xii LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS Input Lead time WMS ERP On Time Entrada de dados nos sistemas de informação Tempo de processo Sistema gerenciador de armazém Sistema integrado de gerenciamento de recursos No momento, na hora, pontualmente.

13 xiii LISTA DE SÍMBOLOS RF NF ECR QR LPN Radio Freqüência Nota Fiscal Efficient Consumer Response Quick Response Etiqueta de armazenagem de dados

14 xiv SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico MÉTODO DE TRABALHO JUSTIFICATIVA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Conceito Geral de Logística Logística Integrada Operadores logísticos e prestadores de serviços terceirizados Fatores de Competência Logística Projeto Informação Estoque Sistemas de Informação Conceito Geral de Sistemas de Informação Sistemas de Códigos de Barras Redes sem fio Planejamento Estratégico Balanced Scorecard ESTUDO DE CASO...26

15 xv 6.1 Operação Logística Entrada Armazenagem Ressuprimento Separação Saída PROBLEMÁTICA Vulnerabilidade de processos Interatividade entre o fluxo de informações e de materiais Gerenciamento de processo e indicadores MELHORIAS Entrada Armazenagem Ressuprimento Separação Saída ANÁLISE DOS RESULTADOS Analise Qualitativa Analise Quantitativa CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES...61

16 xvi REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...62 APÊNDICE A...1 ANEXO A...2

17 1. INTRODUÇÃO A primeira impressão que temos ao citar o tema Logística são as atividades de transporte e armazenagem. Segundo Fleury (2000) após o homem deixar as atividades extrativistas para se dedicar a atividades produtivas organizadas, surgiram três importantes funções: estoque, provinda da produção além da demanda; armazenagem, que garante a integridade do estoque e o transporte, que conclui o ciclo de atividade. Porém com a evolução da conjuntura econômica e o constante cenário de competitividade e oportunidade, a logística tem desdobramentos bastante complexos, para atender as restrições e exigências de mercado. Neste contexto, o estudo apresentará uma ferramenta tecnológica que atua no gerenciamento de tarefas operacionais, superando a troca de informação via papel por um fluxo de informações via RF (radio freqüência), dentro de um operador logístico.

18 2 2 OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral Apresentar as vantagens de uma solução tecnológica frente a uma operação Logística operacionalizada manualmente, destacando as ferramentas de gestão e a disponibilidade de informações gerenciais. 2.2 Objetivo Específico Demonstrar as funcionalidades de um sistema Gerenciador de tarefas via RF, trabalhando em conjunto com um sistema WMS convencional (paper based), explorando a atuação deste tipo de ferramenta em problemáticas cotidianas na atividade logística de armazém (warehouse) demonstrando os benefícios concernentes a gestão e controle, acuracidade e redução de processos.

19 3 3 MÉTODO DE TRABALHO O estudo se baseará no estudo de caso de uma operação logística do segmento industrial, no controle de armazenagem e distribuição de lixas, rebolos e materiais abrasivos, gerida por um operador logístico, na qual atualmente utiliza papel no fluxo de informações e tarefas operacionais e está em processo de implementação de um Gerenciador de Tarefas para trabalhar em conjunto com o WMS (Warehouse Management System). Por questões de confidencialidade de dados e informações, será preservada a denominação do operador logístico, cliente e fornecedores a serem abordados no estudo, sendo tratados de uma forma genérica, impossibilitando a utilização de anexos de documentos, planilhas e formulários padrões.

20 4 4 JUSTIFICATIVA Assim como grande parte das atividades voltadas ao setor de serviço, a logística é uma atividade de difícil controle operacional, pois além de envolver muitas variáveis de processo, o fator humano é predominante na atividade. Com a implantação deste tipo de tecnologia, diminui-se vertiginosamente o risco ao erro, elimina-se algumas etapas do processo que demanda muito tempo, se feitas manualmente, possibilita a extração de diversos indicadores que auxiliam na gestão e tomadas de decisão em seus diversos níveis e se estabelece uma rastreabilidade total do processo, pois cada etapa é registrada em um histórico, tornando os planos de ação muito mais assertivos.

21 5 5 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 5.1 Conceito Geral de Logística Desde os tempos bíblicos os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas, geralmente distantes e eram necessários constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre a mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos (Dias, 2005, p.27). O conceito de produto/serviço certo, no local certo, no tempo certo, inicialmente desenvolvido em termos militares, facilmente transitou para o mundo empresarial, tendo sido adaptado, na sua gênese, com a perspectiva de movimentar e coordenar o ciclo de produtos finais (distribuição física) para, com o passar do tempo, assumindo novas exigências, devidas a várias causas, entre elas, o aumento das pressões dos vários mercados (Carvalho, 2006, p.6). A seguir veremos um esquema desenvolvido através de uma pesquisa realizada pelos professores John L. Kent Jr. e Daniel J. Flint, considerados autoridades no assunto por FLEURY, da evolução do pensamento logístico:

22 6 Era do supply chain Busca por eficiência anos 70 até início dos Era do foco no cliente Busca por eficiência anos 70 até início dos Era da integração interna Funções integradas anos 60 até início dos Era da especialização Ênfase nos desempenhos funcionais anos 40 até início dos Era do Campo ao Mercado Economia agrária início do século até Fonte: Adaptado de FIGUEIREDO, Kleber Rossati; ARKADER, Rebecca. Da Distribuição física ao Supply Chain. Disponível em Logística Empresarial a perspectiva brasileira.são Paulo, Atlas, p 51. Figura 5.1 Evolução do pensamento Logístico No primeiro quadro tínhamos o cenário de uma economia fundamentalmente agrícola, onde a principal preocupação era a distribuição do produto às regiões de consumo. No segundo quadro originou-se num contexto militar, onde a preocupação era eficiência do fluxo de materiais em especial transporte e armazenagem, não integrados. No terceiro quadro o foco é na integração entre todos os processos da atividade com o objetivo de redução de custo.

23 7 No quarto quadro ainda na busca por redução de custo há um foco maior no cliente. No quinto quadro, já num contexto globalizado, há uma preocupação em usar a logística como um diferencial competitivo. A logística moderna é um paradoxo pois existe a muito tempo, não se caracterizando novidade, no entanto é uma das áreas mais desafiadoras no quesito de melhores práticas operacionais (Bowersox & Closs, 2001). 5.2 Logística Integrada Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Sua antecessora seria a Logística Empresarial, como cita Bowersox (1966), como campo da administração de empresas, entrou na década de 70 em estado descrito com semimaturidade. Conforme Ballou (1993), hoje a logística é entendida como a integração tanto da administração de materiais como da distribuição física. Segue uma figura que ilustra bem esse processo: Logística Empresarial Suprimento Físico (Administração de materiais) Distribuição Física Fornecedores Fábricas Clientes Transporte Manutenção de estoque Processamento de pedidos Obtenção Embalagem Protetora Armazenagem Manuseio de Materiais Manutenção de informações Transporte Manutenção de estoque Processamento de pedidos Programação de produção Embalagem Protetora Armazenagem Manuseio de Materiais Manutenção de informações Fonte: BALLOU, R. H. Logística Empresarial. São Paulo: Atlas, 1993 Figura 5.2 Escopo da logística empresarial

24 8 De acordo com Fleury (2003, p. 35) para que a Logística possa ser trabalhada de forma integrada deve ser considerada como um sistema, ou seja, um conjunto de componentes interligados, trabalhando de forma coordenada, com a finalidade de atingir um objetivo comum. Para se ter uma idéia da complexidade de um processo logístico e quais são as suas variáveis, segue uma adaptação de um esquema proposto por Lambert (1993): Mercadológico Produto Preço Promoção Praça Operacional Serviço ao cliente Compras ou Vendas Transporte Estoques Armazenagem Processamento de Pedidos Fonte: Lambert, Douglas M. & Stock, James R. Estrategic logistics management. 3ed. McGraw-Hill, 1993 Figura 5.3 Modelo Conceitual de Logística Integrada A figura acima ilustra um fluxo macro nos dois contextos que seguem:

25 9 Mercadológico: As variáveis como Produto, Praça (região), Preço e Promoção influenciam diretamente no nível de serviço logístico, como podemos ver na ligação do quadro de Serviço ao Cliente. São componentes que atua no volume de saída e, no caso de um operador logístico, na entrada de produtos a serem expedidos/armazenados e isso impacta no dimensionamento de pessoas e equipamentos para obtermos um fluxo eficiente, sem desperdícios ou sobrecargas. Operacional: Através do nível de serviço ou Serviço ao cliente, inicia-se todo o processo que vai desde a colocação do pedido ( Processamento do pedido ), ramificando às áreas operacionais como Estoque, Compras, Transporte e Armazenagem. O desafio da logística contemporânea é tornar os resultados combinados da integração interna e externa numa das competências centrais da empresa (Bowersox & Closs, 2001). Veremos a seguir uma figura que ilustra bem os impactos logísticos das exigências de mercado globalizado:

26 10 Novas exigências para as operações de armazenagem Pedidos mais freqüentes e em quantidades menores Ciclos do pedido mais curtos Aumento do número de sku s em estoque Tolerância zero a erros Competição baseada no ciclo do pedido e na quantidade Impactos operacionais trazidos pelas novas exigências Aumento das atividades de recepção e expedição Aumento da carga de trabalho devido ao número de pickings Aumento da atividade de controle de qualidade Aumento do custo de carregar estoque Maior necessidade de espaço de para estocar um número maior de sku s Diminuição da produtividade por empregado Aumento dos custos administrativos: maior circulação de informação e necessidade de controle Fonte: LACERDA, Leonardo. Automação na armazenagem: Desenvolvendo e implementando projetos de sucesso. Disponível em Logística Empresarial a perspectiva brasileira. São Paulo, Atlas, p 169. Figura 5.4 Novas exigências sobre as operações de armazenagem e seus impactos operacionais. Ainda conforme Bowersox & Closs (2001, p 41): A rentabilidade das operações com um cliente depende dos produtos adquiridos, dos volumes das vendas, dos preços, dos serviços de valor agregado requeridos e das atividades complementares que são essenciais para o desenvolvimento e a manutenção de uma relação de fidelidade. Diante desta complexidade, as empresas despendem de um esforço muito grande de sua capacidade de gestão, para obter excelência em serviço e garantir vantagem competitiva. A seguir veremos alternativas para essa questão.

27 Operadores logísticos e prestadores de serviços terceirizados Num contexto de um mercado globalizado, cada vez mais as empresas estão utilizando este tipo de prática em busca de vantagens competitivas, não só das atividades do serviço em si, mais possibilitando que a empresa concentre seus esforços nas atividades de seu negócio especificamente. Para Novaes (2001 p.320): A terceirização de serviços logísticos constitui, principalmente para as sociedades comerciais, uma forma de atingir novos mercados e oferecer um melhor nível de serviço aos clientes. Nesse ambiente, as empresas buscam identificar as melhores formas de satisfazer seus clientes e sustentar ou ampliar seu mercado. Essa terceirização pode ocorrer de várias formas, se analisarmos todas as atividades que compõem todo fluxo logístico, como por exemplo, a distribuição física ao mercado, a gestão de transporte, a armazenagem e gestão de estoque, etc. A seguir, um comparativo entre os prestadores de serviços logísticos tradicionais e operadores logísticos integrados: Prestador de Serviços Tradicionais Oferece serviços genéricos - commodities Tende a concentrar-se numa única atividade logística: transporte, ou estoque, ou armazenagem O objetivo da empresa contratante do serviço é a minimização do custo específico da atividade contratada Contratos de serviços tendem a ser de curto a médio prazo (6 meses a 1 ano) Know-how tende a ser limitado e especializado (transporte, armazenagem etc.) Negociações para os contratos tendem a ser rápidas (semanas) e num nível operacional Operador Logístico Integrado Oferece serviços sob medida - personalizados Oferece múltiplas atividades de forma integrada: transporte, estoque, armaze-nagem O objetivo da contratante é reduzir os custos totais da logística, melhorar os serviços e aumentar a flexibilidade Contratos de serviços tendem a ser de longo prazo (5 a 10 anos) Possui ampla capacitação de análise e planejamento logístico, assim como de operação Negociações para contrato tendem a ser longas (mese) e num alto nível gerencial Fonte: FLEURY, Paulo Fernando. Vantagens Competitivas e Estratégicas no Uso de Operadores Logísticos. Rio de Janeiro: Coppead, Disponível em: Logística Empresarial a perspectiva brasileira. São Paulo, Atlas, p 133. Figura 5.5 Comparação das características dos operadores logísticos com prestadores de serviços logísticos tradicionais. Um fator importante nesse tipo de prática, que deve ser levado em consideração conforme cita Bowersox (2001, p 37), embora a execução de uma tarefa específica possa ser feita externamente por especialistas, os níveis gerenciais da empresa

28 12 contratante continuam responsáveis pela execução bem sucedida do trabalho requisitado. 5.4 Fatores de Competência Logística Além de todos os fatores mercadológicos e operacionais citados nos capítulos anteriores, há outros fatores importantes para o bom funcionamento da atividade. Um desses fatores e a cooperação entre empresas. Do ponto de vista da cadeia de suprimentos um aumento de eficiência por conta do uso de sinergia entre empresas e eliminação de desperdícios (Bowersox & Closs, 2001). Existem alguns conceitos que fundamentam esse tipo de prática como o ECR e QR. Segundo Bowersox & Closs (2001, p 37): A competência logística é alcançada pela coordenação de (1) um projeto de rede; (2) informação; (3) transporte; (4) estoque; e (5) armazenagem, manuseio de materiais e embalagem. O desafio está em gerenciar o trabalho relacionado a essas áreas funcionais de uma maneira orquestrada, com o objetivo de gerar capacidade necessária ao atendimento das exigências logísticas Projeto O projeto é a concepção de toda a operação, onde deve abranger todas as áreas envolvidas de acordo com escopo da atividade, para que não se desconsidere nenhuma premissa da atividade, reduzindo os impactos e os riscos na implementação do projeto. De acordo com Bowersox & Closs (2001, p 38): Quando os economistas discutiam inicialmente as relações ente oferta e demanda, os diferenciais de custos de transporte e de localização de instalações eram considerados inexistentes ou iguais entre os concorrentes. No entanto, o número, o tamanho e as relações entre as instalações utilizadas para executar as operações logísticas afetam diretamente o custo e a capacidade de prestação de serviços aos clientes. Dessa forma aspectos como infraestrutura, recursos e fluxo da operação, devem ser o foco do projeto para atender as expectativas do cliente.

29 Informação As informações são à base de qualquer tipo de planejamento. Numa atividade com tantas componentes de influencia, o planejamento é vital para o andamento de uma atividade. Conforme citação de Ballou (1993, p 278), se a compensação de custos está no coração da logística, então informação adequada de custos está no coração da compensação de custos. Num contexto mais recente Bowersox & Closs (2001, p 39) cita: Deficiências na qualidade da informação podem criar inúmeros problemas operacionais. As deficiências mais comuns enquadram-se em duas amplas categorias. Em primeiro lugar, as informações recebidas podem estar incorretas quanto às tendências e aos acontecimentos. Visto que uma grande parte da atividade logística ocorre em antecipação a necessidades futuras, uma projeção ou avaliação imprecisa pode resultar em falta ou excesso de estoque. Nos capítulos adiante veremos os impactos de informações de má qualidade e algumas ferramentas tecnológicas que auxiliam no processamento dessas informações Estoque O estoque é um componente estratégico as empresas. Ele existe para atender as oscilações do mercado e para suprir o tempo ineficiente de respostas diante uma demanda. Outros benefícios citados por Ballou (1993): Melhoram o nível de serviço Incentivam economias na produção Permitem economias de escala nas compras e no transporte Agem como proteção contra aumentos de preços Protegem a empresa de incertezas na demanda e no tempo de ressuprimento; e Servem como segurança contra contingências. Entretanto, Bowersox & Closs (2001, p 41) expõem outra ótica: Teoricamente, uma empresa pode manter um armazém dedicado a cada cliente com todos os itens comercializados. No entanto, são poucas as

30 14 situações em que as empresas podem manter seus estoques em níveis tão elevados, por causa do risco e do custo total proibitivo.

31 Sistemas de Informação Conceito Geral de Sistemas de Informação Segundo Ferreira & Ribeiro (2003), os sistemas de informação atuam como elos que ligam as atividades logísticas em um processo integrado. Conforme Spinola e Pessôa (1998, p.98), um Sistema de Informação (S.I.) é um sistema que cria um ambiente integrado e consistente, capaz de fornecer as informações necessárias a todos os usuários ou ainda, como Schutzer e Pereira (1999, p.149) é um sistema integrado homem-máquina que fornece informações de suporte a operações, gerenciamento, análise e funções de tomada de decisões em uma organização. A seguir algumas informações e processos integrados por sistemas de informação: Objetivos Estratégicos Restrições de Capacidade Necessidades Logísticas Necessidades de Fabricação Necessidades de Suprimento Posicionamento de Estoque Projeções Gerenciamento de Estoque Gerenciamento de pedidos Processamento de Pedidos Operações de Distribuição Transporte e Expedição Suprimento Fonte: BOWERSOX, D. J., CLOSS, D. J. Logística Empresarial o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, p 47. Figura 5.6: Necessidades de informações logísticas Em meio a essa necessidade de se integrar informações cada vez mais complexas faz-se necessário ferramentas que auxiliem este processamento. Exatamente neste momento que se faz presente a Tecnologia da Informação, que de acordo com a definição de Spinola e Pessoa (1998, p.98) pode ser definida como a adequada utilização de ferramentas de informática, comunicação e automação, juntamente

32 16 com técnicas de organização e gestão, alinhadas com estratégia de negócios, com o objetivo de aumentar a competitividade da empresa. O fato é que o fluxo de informações é tão importante e vital quanto o fluxo de materiais na cadeia de abastecimento. Segundo Fleury (2000), atualmente, três razões justifica a importância de informações rápidas e precisas para sistemas logísticos eficazes. A primeira delas é que os clientes percebem que informações sobre a situação do pedido, disponibilidade de produtos, programação de entrega e faturas são elementos necessários à composição do serviço ao cliente. A segunda razão relacionasse ao uso da informação para reduzir o estoque e minimizar as incertezas em torno da demanda. Finalmente, a informação aumenta a flexibilidade e permite identificar os recursos que podem ser utilizados para que se obtenha uma vantagem estratégica. De acordo com Bowersox & Closs (2001, p 39): A tecnologia atual é capaz de atender aos mais exigentes requisitos de informação. Se desejado, a informação pode ser obtida em tempo real. Os executivos estão aprendendo a utilizar essa tecnologia de informação para elaborar soluções logísticas únicas e inovadoras. Existem inúmeras ferramentas e soluções em Tecnologia da Informação disponibilizadas no mercado que proporcionam as empresas o aumento de eficiência, produtividade e redução de custos e desperdícios. A seguir vamos explorar algumas dessas soluções Sistemas de Códigos de Barras Para que um sistema de informação se adere a qualquer processo, seja ele de movimentação ou produtivo, faz-se necessário a identificação do produto. Para fazermos essa distinção entre produtos, temos que identificá-lo com um nome, um código (Arbache, 2006). Os benefícios desta prática vão além da diferenciação de um produto. Podemos extrair diversas informações vinculadas a um banco de dados que ajudam na gestão, como o perfil de consumo daquele produto, localização, entre outras coisas. A seguir veja uma figura que ilustra uma aplicação dessa funcionalidade de gestão:

33 17 Banco de dados Fonte: Adaptado de ARBACHE, Fernando Saba; SANTOS, Almir Ganier; MONTENEGRO, Christophe & SALLES, Wladimir Ferreira. Gestão de Logística, Distribuição e Trade Marketing. 3ed. Rio de Janeiro,FGV,2006. Figura 5.7: Fluxo de informação de um check out Para uma utilização correta e efetiva deste tipo de identificação, alguns procedimentos devem ser seguidos. O primeiro deles é a utilização de códigos gerados e cadastrados pela EAN.UCC (European Article Numbering)(Uniform Concil Code), que são organizações internacionais que normatizam o uso de código de barras para que não haja duplicidade de códigos em todo o mundo (Arbache, 2006). O sistema de código de barras é constituído de várias estruturas que variam de acordo com a informação a ser armazenada, número de caracteres e dimensões do produto. Como o uso do código de barras é normatizado, existe uma estrutura prédefinida para sua formação. Os primeiros 3 dígitos correspondem ao país de origem do produto. A identificação da empresa poderá ter de 4 a 7 dígitos. O restante, com exceção do último que é verificador, é referente ao produto. A seguir uma figura para ilustração:

34 18 Identificação do país de origem Identificação do número de empresas Identificação do produto Digíto Verificador Fonte: Adaptado de ARBACHE, Fernando Saba; SANTOS, Almir Ganier; MONTENEGRO, Christophe & SALLES, Wladimir Ferreira. Gestão de Logística, Distribuição e Trade Marketing. 3ed. Rio de Janeiro,FGV,2006. Figura 5.8: Estrutura de um código de barras EAN/UCC-13 As estruturas utilizadas para identificar comercialmente o produto (GTIN EAN.UCC) são: EAN/UCC-8: aplicada em unidades pequenas de varejo composto por 8 caracteres. Fonte: Acessado em Figura 5.9: Código de Barra EAN/UCC-8 EAN/UCC-13: aplicada em unidades e embalagens multipacks de varejo composto por 13 caracteres. Fonte: Acessado em Figura 5.10: Código de Barra EAN/UCC-13

35 19 EAN/UCC-14: utilizada em unidades logísticas como caixas e containers, com conteúdo homogêneo, composto por 14 caracteres. Fonte: Acessado em Figura 5.11: Código de Barra EAN/UCC Redes sem fio Basicamente trata-se da comunicação de dados com a ausência de fios transmissores. De acordo com a definição de Silva (2008): A tecnologia wireless (rede sem fios) permite a conexão entre diferentes pontos sem a necessidade do uso de cabos, seja ele telefônico, coaxial ou óptico por meio de equipamentos que usam radiofreqüência (comunicação via ondas de rádio) ou comunicação via infravermelho, como em dispositivos compatíveis com IrDA. A organização que normatiza este tipo de comunicação é a IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engineers). Conforme Pinheiro (2008), as redes sem fio estão divididas em quatro grupos: WPAN (Wireless Personal Area Network): redes locais de pequeno alcance (10 a 100 metros), para endereçamento de redes que utilizam dispositivos portáteis; WLAN (Wireless Local Area Network): rede destinada a interligação de redes locais com alcance de 100 a 300 metros, para extensão ou alternativa para as redes de cabeamento convencional (par metálico ou fibra ótica); WMAN (Wireless Metropolitan Area Network): acesso em banda larga, para redes em áreas metropolitanas, com alcance em torno de 6km; WWAN (Wireless Wide Area Net Work): voltada para rede de longa distância em telecomunicação, atendendo a serviços de voz e alguns de dados. Existem diversos padrões de redes sem fios. A seguir exploraremos alguns deles:

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente.

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Logística Integrada Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Ballou (1993) Fonte: BALLOU, R. H. Logística Empresarial.

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM WMS WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM/DEP M/DEPÓSITO WMS Software de gerenciamento de depósito que auxilia as empresas na busca de melhorias nos

Leia mais

WMS Warehouse Management System

WMS Warehouse Management System WMS Warehouse Management System [Digite seu endereço] [Digite seu telefone] [Digite seu endereço de email] MANUAL MANUAL AVANÇO INFORMÁTICA AVANÇO INFORMÁTICA Material Desenvolvido para a Célula Materiais

Leia mais

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais.

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais. MÓDULO II Qualificação Técnica de Nível Médio ASSISTENTE DE LOGÍSTICA II.1 Gestão de Recursos e Materiais Função: Operação da Cadeia de materiais 1. Contextualizar a importância da Administração de materiais

Leia mais

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns WMS Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Informática Aplicada a Logística Profº Breno Amorimsexta-feira, 11 de setembro de 2009 Agenda

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte

Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte III SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte Alexandre Valentim 1 Heloisa Nogueira 1 Dário Pinto Junior

Leia mais

17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados.

17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados. 17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo 1 A Missão da R-Dias Colaborar para que o varejo obtenha melhores resultados. 2 Conheça nossas Unidades de Negócios 3 17 Anos Gerando Soluções

Leia mais

WMSL Warehouse Management System Lite

WMSL Warehouse Management System Lite WMSL Warehouse Management System Lite Tela Inicial Esta é a tela inicial do sistema WMSL (Warehouse Management System - Lite) da Logistock. Cadastro Administrativo Pesquisa Movimentação Encerrar Cadastro

Leia mais

GESTÃO DE MATERIAIS: ALMOXARIFADO HOSPITALAR

GESTÃO DE MATERIAIS: ALMOXARIFADO HOSPITALAR José Neto Aristides da Silva Graduando em Logística pelo Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), Rio de Janeiro, RJ, Brasil jneto12@gmail.com José Claudio de Souza Lima Mestre em Engenharia de Produção

Leia mais

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos?

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos? Fascículo 5 A medição do desempenho na cadeia de suprimentos Com o surgimento das cadeias de suprimento (Supply Chain), a competição no mercado tende a ocorrer cada vez mais entre cadeias produtivas e

Leia mais

2. Logística. 2.1 Definição de Logística

2. Logística. 2.1 Definição de Logística 2. Logística 2.1 Definição de Logística Por muito tempo a Logística foi tratada de forma desagregada. Cada uma das funções logísticas era tratada independentemente e como áreas de apoio ao negócio. Segundo

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

A contribuição das contagens cíclicas para a acurácia em uma empresa do ramo gráfico: um estudo de caso

A contribuição das contagens cíclicas para a acurácia em uma empresa do ramo gráfico: um estudo de caso 63 A contribuição das contagens cíclicas para a acurácia em uma empresa do ramo gráfico: um estudo de caso Marcelo Rodrigues Fernando de Souza Cáceres (fscaceres@yahoo.com.br) Jean Carlos Cavaleiro (ajean@ig.com.br)

Leia mais

O que é e-ppcp? Funcionalidades adicionadas:

O que é e-ppcp? Funcionalidades adicionadas: e-ppcp / e-kanban 1 O que é e-ppcp? O e-ppcp é um aplicativo desenvolvido em ABAP/4 pela IntegrationSys para adicionar ao ERP SAP funcionalidades para suportar efetivamente o planejamento e operação de

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

5. Aplicação na gestão do fluxo inbound e na armazenagem

5. Aplicação na gestão do fluxo inbound e na armazenagem 5. Aplicação na gestão do fluxo inbound e na armazenagem O presente capítulo tem como objetivo analisar o uso do sistema RFID no varejo com foco na gestão do fluxo inbound e na armazenagem de um centro

Leia mais

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Manuseio de Materiais / Gestão de Informações Primárias Apoio 1 2 Manuseio de Materiais Refere-se aos deslocamentos de materiais

Leia mais

ÍNDICE. Apresentação do produto Impacto no negócios Telas do sistemamódulos do sistema Mobilize Stock Mobilize Store A Handcom Contato

ÍNDICE. Apresentação do produto Impacto no negócios Telas do sistemamódulos do sistema Mobilize Stock Mobilize Store A Handcom Contato ÍNDICE Apresentação do produto Impacto no negócios Telas do sistemamódulos do sistema Mobilize Stock Mobilize Store A Handcom Contato Apresentação do produto O Mobilize é uma solução mobile modular para

Leia mais

Armazenagem. Por que armazenar?

Armazenagem. Por que armazenar? Armazenagem Introdução Funções da armazenagem Atividades na armazenagem Objetivos do planejamento de operações de armazenagem Políticas da armazenagem Pilares da atividade de armazenamento Armazenagem

Leia mais

Armazenagem & Automação de Instalações. Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins

Armazenagem & Automação de Instalações. Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins Armazenagem & Automação de Instalações Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário - Armazenagem Estratégica - Automação na Armazenagem 2 Armazenagem -

Leia mais

Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel

Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel Produto : Logix, WMS, 12 Chamado : PCREQ-1926 Data da criação : 03/07/2015 Data da revisão : 24/07/15 País(es) : Todos Banco(s) de

Leia mais

Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna

Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna Maurício Pimenta Lima Introdução Uma das principais características da logística moderna é sua crescente complexidade operacional. Aumento da variedade de

Leia mais

5º Simposio de Ensino de Graduação PROPOSTAS DE MELHORIA PARA A LOGÍSTICA INTERNA DE UMA SIDERURGICA LOCALIZADA NO ESTADO DE SÃO PAULO

5º Simposio de Ensino de Graduação PROPOSTAS DE MELHORIA PARA A LOGÍSTICA INTERNA DE UMA SIDERURGICA LOCALIZADA NO ESTADO DE SÃO PAULO 5º Simposio de Ensino de Graduação PROPOSTAS DE MELHORIA PARA A LOGÍSTICA INTERNA DE UMA SIDERURGICA LOCALIZADA NO ESTADO DE SÃO PAULO Autor(es) CAROLINA PASQUOT Orientador(es) José Roberto Soares Ribeiro

Leia mais

Distribuição Física. A distribuição física de produtos é realizada com a participação de alguns componentes, físicos ou informacionais, a saber:

Distribuição Física. A distribuição física de produtos é realizada com a participação de alguns componentes, físicos ou informacionais, a saber: Distribuição Física Objetivo da aula: Apresentar e discutir o conceito e os componentes do sistema de distribuição física, dentro do processo logístico. O objetivo geral da distribuição física, como meta

Leia mais

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO Rosenclever Lopes Gazoni Data MACROPROCESSO [1] AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO/COMERCIAL: Correio eletrônico; vídeo texto; vídeo conferência; teleconferência;

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇAO TECNOLÓGICA PÓS GRADUAÇAO LATU SENSU 15 a. Turma Gestão da Logística Logística Empresarial Elenilce Lopes Coelis Belo Horizonte MG Julho - 2006 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO À LOGÍSTICA...PÁGINA

Leia mais

onda Logistics powered by Quantum

onda Logistics powered by Quantum onda Logistics powered by Quantum Sonda IT Fundada no Chile em 1974, a Sonda é a maior companhia latino-americana de soluções e serviços de TI. Presente em 10 países, tais como Argentina, Brasil, Chile,

Leia mais

CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999)

CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999) CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999) INDICE 1. INTRODUÇÃO 2. SERVIÇOS LOGÍSITICOS 3. O CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSITICO 3.1 DEFINIÇÃO 3.2 CARACTERIZAÇÃO DE OPERADOR LOGÍSTICO 4. DEFINIÇÕES

Leia mais

Inventário Geral versus Inventário Cíclico

Inventário Geral versus Inventário Cíclico Inventário Geral versus Inventário Cíclico Qual a melhor opção para combater divergências de inventário e melhorar os indicadores de estoque e de atendimento ao cliente. Iuri Destro Coordenador de produtos

Leia mais

Parametrização Básica WMS

Parametrização Básica WMS Parametrização Básica WMS Sumário Definindo Parâmetros Gerais... 4 Parâmetros... 5 Conferência... 6 Integração... 7 Pick / Pack... 8 Tarefa... 10 Etiqueta... 11 Produção... 12 Integração do Produto...

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza A logística integrada A expressão logística integrada surgiu nos EUA em um trabalho de três autores (Lambert, Stock e Ellram) Se destacou pela

Leia mais

Especificação do KAPP-PPCP

Especificação do KAPP-PPCP Especificação do KAPP-PPCP 1. ESTRUTURA DO SISTEMA... 4 1.1. Concepção... 4 2. FUNCIONALIDADE E MODO DE OPERAÇÃO... 5 3. TECNOLOGIA... 7 4. INTEGRAÇÃO E MIGRAÇÃO DE OUTROS SISTEMAS... 8 5. TELAS E RELATÓRIOS

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento Logístico Gerenciamento Logístico A missão do gerenciamento logístico é planejar

Leia mais

Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem

Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem Juliano Jacinto Luciano Heil Márcio Fernandes de Souza Sidnei Rodrigues RESUMO Este artigo apresenta a importância da logística

Leia mais

Manual de código de Barras

Manual de código de Barras 1. VISÃO GERAL 1.1 MODITIVAÇÃO: O código de barras é uma forma de representar a numeração, que viabiliza a captura automática dos dados por meio de leitura óptica nas operações automatizadas (EAN Brasil,

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

FENICIA GESTÃO ERP Enterprise Resource Planning (Planejamento dos Recursos da Empresa)

FENICIA GESTÃO ERP Enterprise Resource Planning (Planejamento dos Recursos da Empresa) FENICIA GESTÃO ERP Enterprise Resource Planning (Planejamento dos Recursos da Empresa) O FENÍCIA GESTÃO ERP é uma solução integrada, personalizável, de gerenciamento corporativo, que se destaca pela sua

Leia mais

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras Medição do desempenho na cadeia de suprimentos Medição do desempenho Sob a perspectiva da gestão da produção, o desempenho pode ser definido

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade IV GERENCIAMENTO DE TRANSPORTE Prof. Altair da Silva Transporte em area urbana Perceba o volume de caminhões que circulam nas áreas urbanas em nosso país. Quais são os resultados para as empresas

Leia mais

Excelência. Recursos. Faturamento/Financeiro Faturamento Contas a Receber Contas a Pagar Fiscal Contábil

Excelência. Recursos. Faturamento/Financeiro Faturamento Contas a Receber Contas a Pagar Fiscal Contábil Competência Sistemas para Transportadoras e Soluções Você e sua Empresa em perfeita sintonia Excelência Recursos Tms EXPERIÊNCIA O sistema é composto por módulos que controlam e integram os processos operacionais

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Objetivos da aula: - Explorar as principais motivações para a redução dos níveis de estoque e as armadilhas presentes na visão tradicional, quando é focada apenas uma empresa em vez de toda a cadeia de

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque Módulo Suprimentos Controle de Estoque Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Suprimentos Controle de Estoque. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem

A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem Nádia Veríssimo (EESC-USP) nadiaverissimo@hotmail.com Prof. Dr. Marcel Andreotti Musetti (EESC-USP) musetti@prod.eesc.sc.usp.br Resumo Este trabalho

Leia mais

O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros.

O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros. 7 Conclusão O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros. A presente dissertação, conforme exposto no Capítulo 1,

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CADEIA DE SUPRIMENTOS DA KEIPER DO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS

Leia mais

Observação: As caixas em vermelho representam módulos adicionais.

Observação: As caixas em vermelho representam módulos adicionais. Fenícia Gestão ERP Introdução O FENÍCIA GESTÃO ERP é uma solução integrada, personalizável, de gerenciamento corporativo, que se destaca pela sua robustez aliada ao alto grau de tecnologia e conhecimento

Leia mais

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes ARMAZENAGEM E T.I. Pós-Graduação em Gestão Integrada da Logística Turma: GIL131M - 2013 Universidade São Judas Tadeu Prof.: Ms. Maurício Pimentel Disciplina: Tecnologia da Informação Aplicada a Logística

Leia mais

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI Profa. Gislaine Stachissini Unidade II GOVERNANÇA DE TI Estratégia e governança em TI Estratégia empresarial A palavra estratégia vem do grego strategus = "o general superior ou "generalíssimo. Strategia

Leia mais

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo?

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo? Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenhariade Produção PPGEP/UFSCar 2005 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Consultor

Leia mais

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza Supply Chain Managment - SCM Conceito: Integração dos processos industriais e comerciais, partindo do consumidor final e indo até os fornecedores

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais

Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda

Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda Tecnologia da Informação Aplicada à Logística Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda Como garantir

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

3 CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO

3 CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO 3 CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO O capítulo 3 apresenta o conceito de distribuição física, com enfoque nos centros de distribuição. São incluídos os processos de distribuição Cross docking, Merge in Transit e

Leia mais

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira 1. Introdução Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira Gestão de Sistemas de Informação Os estudos realizados nas disciplinas Gestão da Produção

Leia mais

Estudo de Caso Lojas Novo Mundo

Estudo de Caso Lojas Novo Mundo UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA UNB Administração de Recursos Materiais ARM 2/2010 Professor: Guillermo Asper J06 - OS FLUXOS ASSOCIADOS AO TIPO DE GESTÃO DE ESTOQUE: Estudo de Caso Lojas Novo Mundo Grupo 14D

Leia mais

estratégias operações

estratégias operações MERCADO FERRAMENTA NECESSIDADE O que é LOGÍSTICA? estratégias Fator de Diferenciação Competitiva Fator de Tomada de Decisão operações Busca pela Excelência na Gestão O que buscamos? EXCELÊNCIA LOGÍSTICA

Leia mais

Integração ERP/WMS e vantagens com a adoção de software livre

Integração ERP/WMS e vantagens com a adoção de software livre Integração ERP/WMS e vantagens com a adoção de software livre Filipi Damasceno Vianna (PUCRS) filipi@em.pucrs.br Resumo Este trabalho visa mostrar a importância da integração entre sistemas de ERP 1 e

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Logística. E-commerce

Logística. E-commerce Logística E-commerce Eduardo Ramos de Carvalho Gestor de e-commerce em Projetos, Comercial e Operações. Formado em Comunicação, se especializou em e-commerce na ESPM e cursa MBA (Gestão Estratégica e economica

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA Importância da Logística O lugar da Logística nas Empresas A logística diz respeito à criação de valor; O valor em logística é expresso em termos de tempo e lugar. Produtos e serviços

Leia mais

Cód. Doc. TAB-RHU-003

Cód. Doc. TAB-RHU-003 1 de 27 ÁREA: SUPERINTENDÊNCIA CARGO: Diretor Superintendente Garantir o correto funcionamento dos sistemas de informação utilizados pela empresa; Aprovar projetos de melhorias nos equipamentos e sistemas

Leia mais

1. Informações sobre Inventário 2

1. Informações sobre Inventário 2 INVENTÁRIO 1. Informações sobre Inventário 2 2. Etapas do Inventário 3 2.1 Etapa 1: Premisas para o Inventário 3 2.1.1 Criando um Novo Inventário 7 2.2 Etapa 2: Contagem 20 2.2.1 Inserindo Contagem/Contagens

Leia mais

4 Sistema de Informações

4 Sistema de Informações 4 Sistema de Informações 4.1 O conceito de informação O desenvolvimento das operações logísticas de uma determinada empresa ou organização está visceralmente ligado ao fluxo e intercâmbio de informações

Leia mais

Curso de Logísticas Integrada

Curso de Logísticas Integrada 1 Introdução a Logística; Capítulo 1 - Conceitos de logística; Breve Histórico da Logística; Historia da logística; SCM; Logística Onde estávamos para onde vamos? Estratégia para o futuro; 2 Conceitos

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP Sistemas de Informação Sistemas Integrados de Gestão ERP Exercício 1 Um arame é cortado em duas partes. Com uma das partes é feito um quadrado. Com a outra parte é feito um círculo. Em que ponto deve ser

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu Anna Karoline Diniz Fortaleza Camila Moura Favaro Fernando dos Anjos Reinaldo Francisco Carvalho Tiago Souza Tecnologia da Informação no Transporte São Paulo 2013 1 Tecnologia

Leia mais

Logística e Distribuição: Definições e Evolução da Logística em um Contexto Global

Logística e Distribuição: Definições e Evolução da Logística em um Contexto Global Logística e Distribuição: Definições e Evolução da Logística em um Contexto Global Neófita Maria de Oliveira (UERN) neofita_maria@yahoo.com.br Athenágoras José de Oliveira (UERN) mara_suy@hotmail.com Mara

Leia mais

WMS - Warehouse Management System

WMS - Warehouse Management System Sistema de Gestão Empresarial LUSANA SOUZA NATÁLIA BATUTA MARIA DAS GRAÇAS TATIANE ROCHA GTI V Matutino Prof.: Itair Pereira Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. WMS... 2 3. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 2 4. POLÍTICA

Leia mais

Integração ERP/WMS e vantagens com a adoção de software livre

Integração ERP/WMS e vantagens com a adoção de software livre Integração ERP/WMS e vantagens com a adoção de software livre Filipi Damasceno Vianna (PUCRS) filipi@pucrs.br Tiago Leonardo Broilo (PUCRS) broilo@pucrs.br Isaac Newton Lima da Silva (PUCRS) isaac@pucrs.br

Leia mais

LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS

LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS INTRODUÇÃO: Entende-se por Mobilidade a possibilidade de poder se comunicar em qualquer momento e de qualquer lugar. Ela é possível graças às redes wireless, que podem

Leia mais

Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras?

Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras? Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras? Introdução O Contexto econômico do mundo globalizado vem sinalizando para as empresas que suas estratégias de

Leia mais

3 Centro de Distribuição

3 Centro de Distribuição 3 Centro de Distribuição Uma questão básica do gerenciamento logístico é como estruturar sistemas de distribuição capazes de atender de forma econômica os mercados geograficamente distantes das fontes

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística de recebimento, armazenagem e expedição do fornecedor DANA SCB e DANA NAKATA

Leia mais

Transportes Diamante. Resumo. Uma nova forma de pensar e agir

Transportes Diamante. Resumo. Uma nova forma de pensar e agir Transportes Diamante Uma nova forma de pensar e agir por Wagner Rodrigo Weber e Jacir Adolfo Erthal Wagner Rodrigo Weber Mestre em Organizações e Desenvolvimento pela UNIFAE - Centro Universitário; Administrador,

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações II

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações II Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações II 19º Encontro - 09/10/2011 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - TECNOLOGIA DE PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística dos de recebimento, armazenagem e expedição. 2. REGRAS/CONSIDERAÇÕES GERAIS

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

WAMAS SOFTWARE DE LOGÍSTICA. Eficiente. Flexível. Confiável.

WAMAS SOFTWARE DE LOGÍSTICA. Eficiente. Flexível. Confiável. WAMAS SOFTWARE DE LOGÍSTICA Eficiente. Flexível. Confiável. Automação SSI Schaefer: Pensamento Global Ação Local Liderança de mercado A SSI SCHAEFER é uma empresa mundialmente conhecida quando se trata

Leia mais

Unidade I MOVIMENTAÇÃO E. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I MOVIMENTAÇÃO E. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Prof. Jean Cavaleiro Armazenagem e a logística Qual é o papel da armazenagem na logística? Armazenagem e a logística Auxilia no atendimento à Missao da Logística. Qual

Leia mais

AUDITORIA LOGÍSTICA PARA GERENCIAMENTO DE ESTOQUES EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

AUDITORIA LOGÍSTICA PARA GERENCIAMENTO DE ESTOQUES EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS AUDITORIA LOGÍSTICA PARA GERENCIAMENTO DE ESTOQUES EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Maria Rita de Oliveira Ferreira (IFRN) ritaoliveira05@icloud.com Laura de Souza Matos (IFRN) lauramatosdesouza@hotmail.com

Leia mais

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS Mauricio João Atamanczuk (UTFPR) atamanczuk@hotmail.com João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br Antonio Carlos de Francisco (UTFPR)

Leia mais

Visão geral das redes sem fio

Visão geral das redes sem fio Visão geral das redes sem fio 1 - Introdução O termo redes de dados sem fio pode ser utilizado para referenciar desde dispositivos de curto alcance como o Bluetooth à sistemas de altas taxas de transmissão

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

6 Implantação do WMS na Empresa Alfa

6 Implantação do WMS na Empresa Alfa 6 Implantação do WMS na Empresa Alfa Dando continuidade ao estudo de caso sobre a implantação do WMS no CD da Empresa Alfa, este capítulo possui quatro objetivos: o primeiro é fazer uma breve descrição

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais