UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI DIEGO VASCONCELOS SILVA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APLICADOS A LOGÍSTICA ESTUDO DE CASO DE UM SISTEMA DE RADIO-FREQÜÊNCIA

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1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI DIEGO VASCONCELOS SILVA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APLICADOS A LOGÍSTICA ESTUDO DE CASO DE UM SISTEMA DE RADIO-FREQÜÊNCIA SÃO PAULO 2009

2 ii DIEGO VASCONCELOS SILVA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APLICADOS A LOGÍSTICA ESTUDO DE CASO DE UM SISTEMA DE RADIO-FREQÜÊNCIA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia de produção com ênfase Logística da Universidade Anhembi Morumbi Orientador: Professor Engº José Ricardo Fiaminghi SÃO PAULO 2009

3 iii DIEGO VASCONCELOS SILVA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APLICADOS A LOGÍSTICA ESTUDO DE CASO DE UM SISTEMA DE RADIO-FREQÜÊNCIA Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia produção com ênfase Logística da Universidade Anhembi Morumbi Trabalho em: de de Nome do Orientador Nome do professor da banca Comentários:

4 Aos meus pais e amigos que me apoiaram durante toda essa caminhada. iv

5 v AGRADECIMENTOS À todos os docentes que contribuíram com nossa formação, fazendo com que vivenciássemos situações que servirão como base de minha carreira..

6 vi RESUMO O estudo a seguir abordará a utilização dos recursos de Sistemas de informação em uma operação logística, mais especificamente o uso de sistema RF(Radio Freqüência) e um gerenciador de tarefas explorando a atuação deste tipo de ferramenta em problemáticas cotidianas na atividade logística de armazém (warehouse) demonstrando os benefícios concernentes a gestão e controle, acuracidade e redução de processos. Palavras Chave: Radio Freqüência, Logística

7 vii ABSTRACT The study below is about the use of information systems in a logistics operation, specifically the use of RF (Radio Frequency) and a manager work exploring the role of this type of tool in problems about activity of warehouse logistics demonstrating the benefits concerning the management and control, accuracy and reduction processes. Key Worlds: Radio Frequency, Logistics

8 viii LISTA DE FIGURAS FIGURA 5.1 EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO LOGÍSTICO...6 FIGURA 5.2 MODELO CONCEITUAL DE LOGÍSTICA INTEGRADA...7 FIGURA 5.2 ESCOPO DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL...7 FIGURA 5.3 MODELO CONCEITUAL DE LOGÍSTICA INTEGRADA...8 FIGURA 5.4 NOVAS EXIGÊNCIAS SOBRE AS OPERAÇÕES DE ARMAZENAGEM E SEUS IMPACTOS OPERACIONAIS FIGURA 5.5 COMPARAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DOS OPERADORES LOGÍSTICOS COM PRESTADORES DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS TRADICIONAIS FIGURA 5.6: NECESSIDADES DE INFORMAÇÕES LOGÍSTICAS...15 FIGURA 5.7:FLUXO DE INFORMAÇÃO DE UM CHECK OUT...17 ESTRUTURA DE UM CÓDIGO DE BARRAS EAN/UCC FIGURA 5.9: CÓDIGO DE BARRA EAN/UCC FIGURA 5.10: CÓDIGO DE BARRA EAN/UCC FIGURA 5.11 CÓDIGO DE BARRA EAN/UCC FIGURA 5.12: APLICAÇÕES DA COMUNICAÇÃO VIA UWB...20 FIGURA 5.13: COMPARAÇÃO DO ZIGBEE COM OUTRAS TECNOLOGIAS WIRELESS...21 FIGURA 5.14: APLICAÇÕES DO ZIGBEE...22

9 ix FIGURA 5.13: TRADUÇÃO DOS PRINCÍPIOS ASSOCIADOS AO BSC...23 FIGURA 5.14: TRADUÇÃO DA VISÃO E ESTRATÉGIA QUATRO PERSPECTIVAS...24 FIGURA 5.15: TEMAS, OBJETIVOS E INDICADORES ESTRATÉGICOS...25 FIGURA 6.1: FLUXOGRAMA DE RECEBIMENTO COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...27 FIGURA 6.2: FLUXOGRAMA DE PUT AWAY COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...28 FIGURA 6.3: FLUXOGRAMA DE RESSUPRIMENTO (EMPILHADEIRA) COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...30 FIGURA 6.4: FLUXOGRAMA DE RESSUPRIMENTO (RESSUPRIDOR) COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...31 FIGURA 6.5: FLUXOGRAMA DE SEPARAÇÃO COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...34 FIGURA 6.6: FLUXOGRAMA DE CONFERÊNCIA DE SEPARAÇÃO COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...35 FIGURA 6.7: FLUXOGRAMA DE CONFERÊNCIA DE EXPEDIÇÃO COM OPERAÇÃO BASEADA EM PAPEL...36 FIGURA 8.1: FLUXOGRAMA DE RECEBIMENTO COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...41 FIGURA 8.2: FLUXOGRAMA DE ARMAZENAGEM COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...42

10 x FIGURA 8.3: FLUXOGRAMA DE RESSUPRIMENTO (EMPILHADEIRA) COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...44 FIGURA 8.4: FLUXOGRAMA DE RESSUPRIMENTO (RESSUPRIDOR) COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...45 FIGURA 8.5: FLUXOGRAMA DE RESSUPRIMENTO (GUARDA) COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...46 FIGURA 8.6: FLUXOGRAMA DE SEPARAÇÃO COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...48 FIGURA 8.7: FLUXOGRAMA DE EXPEDIÇÃO COM OPERAÇÃO BASEADA EM RADIO FREQÜÊNCIA...49 FIGURA 9.1 CONSEQÜÊNCIAS SOBRE AS ESTRUTURAS TRADICIONAIS DE ARMAZENAGEM...51 FIGURA 9.2: GRÁFICO DE PARETO ERROS OPERACIONAIS...51 FIGURA 9.3: DIAGRAMA DE ISHIKAWA...52 FIGURA 9.4: FLUXO DE INFORMAÇÕES VIA PAPEL...53 FIGURA 9.5: FLUXO DE INFORMAÇÕES VIA RADIO-FREQÜÊNCIA...54 FIGURA 9.6: DIMENSIONAMENTO DE COLETORES E LICENÇAS...56 FIGURA 9.7: CUSTOS DE AQUISIÇÃO COM O FORNECEDOR A...56 FIGURA 9.8: CUSTOS DE AQUISIÇÃO COM O FORNECEDOR B...57 FIGURA 9.9: CUSTOS DE LOCAÇÃO COM O FORNECEDOR A...57 FIGURA 9.10: CUSTOS DE LOCAÇÃO COM O FORNECEDOR B...58

11 xi FIGURA 9.11: ESTIMATIVA DE GANHOS AOS IMPLEMENTAÇÃO...58 FIGURA 9.12: RESUMO GERAL...59

12 xii LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS Input Lead time WMS ERP On Time Entrada de dados nos sistemas de informação Tempo de processo Sistema gerenciador de armazém Sistema integrado de gerenciamento de recursos No momento, na hora, pontualmente.

13 xiii LISTA DE SÍMBOLOS RF NF ECR QR LPN Radio Freqüência Nota Fiscal Efficient Consumer Response Quick Response Etiqueta de armazenagem de dados

14 xiv SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico MÉTODO DE TRABALHO JUSTIFICATIVA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Conceito Geral de Logística Logística Integrada Operadores logísticos e prestadores de serviços terceirizados Fatores de Competência Logística Projeto Informação Estoque Sistemas de Informação Conceito Geral de Sistemas de Informação Sistemas de Códigos de Barras Redes sem fio Planejamento Estratégico Balanced Scorecard ESTUDO DE CASO...26

15 xv 6.1 Operação Logística Entrada Armazenagem Ressuprimento Separação Saída PROBLEMÁTICA Vulnerabilidade de processos Interatividade entre o fluxo de informações e de materiais Gerenciamento de processo e indicadores MELHORIAS Entrada Armazenagem Ressuprimento Separação Saída ANÁLISE DOS RESULTADOS Analise Qualitativa Analise Quantitativa CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES...61

16 xvi REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...62 APÊNDICE A...1 ANEXO A...2

17 1. INTRODUÇÃO A primeira impressão que temos ao citar o tema Logística são as atividades de transporte e armazenagem. Segundo Fleury (2000) após o homem deixar as atividades extrativistas para se dedicar a atividades produtivas organizadas, surgiram três importantes funções: estoque, provinda da produção além da demanda; armazenagem, que garante a integridade do estoque e o transporte, que conclui o ciclo de atividade. Porém com a evolução da conjuntura econômica e o constante cenário de competitividade e oportunidade, a logística tem desdobramentos bastante complexos, para atender as restrições e exigências de mercado. Neste contexto, o estudo apresentará uma ferramenta tecnológica que atua no gerenciamento de tarefas operacionais, superando a troca de informação via papel por um fluxo de informações via RF (radio freqüência), dentro de um operador logístico.

18 2 2 OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral Apresentar as vantagens de uma solução tecnológica frente a uma operação Logística operacionalizada manualmente, destacando as ferramentas de gestão e a disponibilidade de informações gerenciais. 2.2 Objetivo Específico Demonstrar as funcionalidades de um sistema Gerenciador de tarefas via RF, trabalhando em conjunto com um sistema WMS convencional (paper based), explorando a atuação deste tipo de ferramenta em problemáticas cotidianas na atividade logística de armazém (warehouse) demonstrando os benefícios concernentes a gestão e controle, acuracidade e redução de processos.

19 3 3 MÉTODO DE TRABALHO O estudo se baseará no estudo de caso de uma operação logística do segmento industrial, no controle de armazenagem e distribuição de lixas, rebolos e materiais abrasivos, gerida por um operador logístico, na qual atualmente utiliza papel no fluxo de informações e tarefas operacionais e está em processo de implementação de um Gerenciador de Tarefas para trabalhar em conjunto com o WMS (Warehouse Management System). Por questões de confidencialidade de dados e informações, será preservada a denominação do operador logístico, cliente e fornecedores a serem abordados no estudo, sendo tratados de uma forma genérica, impossibilitando a utilização de anexos de documentos, planilhas e formulários padrões.

20 4 4 JUSTIFICATIVA Assim como grande parte das atividades voltadas ao setor de serviço, a logística é uma atividade de difícil controle operacional, pois além de envolver muitas variáveis de processo, o fator humano é predominante na atividade. Com a implantação deste tipo de tecnologia, diminui-se vertiginosamente o risco ao erro, elimina-se algumas etapas do processo que demanda muito tempo, se feitas manualmente, possibilita a extração de diversos indicadores que auxiliam na gestão e tomadas de decisão em seus diversos níveis e se estabelece uma rastreabilidade total do processo, pois cada etapa é registrada em um histórico, tornando os planos de ação muito mais assertivos.

21 5 5 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 5.1 Conceito Geral de Logística Desde os tempos bíblicos os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas, geralmente distantes e eram necessários constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre a mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos (Dias, 2005, p.27). O conceito de produto/serviço certo, no local certo, no tempo certo, inicialmente desenvolvido em termos militares, facilmente transitou para o mundo empresarial, tendo sido adaptado, na sua gênese, com a perspectiva de movimentar e coordenar o ciclo de produtos finais (distribuição física) para, com o passar do tempo, assumindo novas exigências, devidas a várias causas, entre elas, o aumento das pressões dos vários mercados (Carvalho, 2006, p.6). A seguir veremos um esquema desenvolvido através de uma pesquisa realizada pelos professores John L. Kent Jr. e Daniel J. Flint, considerados autoridades no assunto por FLEURY, da evolução do pensamento logístico:

22 6 Era do supply chain Busca por eficiência anos 70 até início dos Era do foco no cliente Busca por eficiência anos 70 até início dos Era da integração interna Funções integradas anos 60 até início dos Era da especialização Ênfase nos desempenhos funcionais anos 40 até início dos Era do Campo ao Mercado Economia agrária início do século até Fonte: Adaptado de FIGUEIREDO, Kleber Rossati; ARKADER, Rebecca. Da Distribuição física ao Supply Chain. Disponível em Logística Empresarial a perspectiva brasileira.são Paulo, Atlas, p 51. Figura 5.1 Evolução do pensamento Logístico No primeiro quadro tínhamos o cenário de uma economia fundamentalmente agrícola, onde a principal preocupação era a distribuição do produto às regiões de consumo. No segundo quadro originou-se num contexto militar, onde a preocupação era eficiência do fluxo de materiais em especial transporte e armazenagem, não integrados. No terceiro quadro o foco é na integração entre todos os processos da atividade com o objetivo de redução de custo.

23 7 No quarto quadro ainda na busca por redução de custo há um foco maior no cliente. No quinto quadro, já num contexto globalizado, há uma preocupação em usar a logística como um diferencial competitivo. A logística moderna é um paradoxo pois existe a muito tempo, não se caracterizando novidade, no entanto é uma das áreas mais desafiadoras no quesito de melhores práticas operacionais (Bowersox & Closs, 2001). 5.2 Logística Integrada Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Sua antecessora seria a Logística Empresarial, como cita Bowersox (1966), como campo da administração de empresas, entrou na década de 70 em estado descrito com semimaturidade. Conforme Ballou (1993), hoje a logística é entendida como a integração tanto da administração de materiais como da distribuição física. Segue uma figura que ilustra bem esse processo: Logística Empresarial Suprimento Físico (Administração de materiais) Distribuição Física Fornecedores Fábricas Clientes Transporte Manutenção de estoque Processamento de pedidos Obtenção Embalagem Protetora Armazenagem Manuseio de Materiais Manutenção de informações Transporte Manutenção de estoque Processamento de pedidos Programação de produção Embalagem Protetora Armazenagem Manuseio de Materiais Manutenção de informações Fonte: BALLOU, R. H. Logística Empresarial. São Paulo: Atlas, 1993 Figura 5.2 Escopo da logística empresarial

24 8 De acordo com Fleury (2003, p. 35) para que a Logística possa ser trabalhada de forma integrada deve ser considerada como um sistema, ou seja, um conjunto de componentes interligados, trabalhando de forma coordenada, com a finalidade de atingir um objetivo comum. Para se ter uma idéia da complexidade de um processo logístico e quais são as suas variáveis, segue uma adaptação de um esquema proposto por Lambert (1993): Mercadológico Produto Preço Promoção Praça Operacional Serviço ao cliente Compras ou Vendas Transporte Estoques Armazenagem Processamento de Pedidos Fonte: Lambert, Douglas M. & Stock, James R. Estrategic logistics management. 3ed. McGraw-Hill, 1993 Figura 5.3 Modelo Conceitual de Logística Integrada A figura acima ilustra um fluxo macro nos dois contextos que seguem:

25 9 Mercadológico: As variáveis como Produto, Praça (região), Preço e Promoção influenciam diretamente no nível de serviço logístico, como podemos ver na ligação do quadro de Serviço ao Cliente. São componentes que atua no volume de saída e, no caso de um operador logístico, na entrada de produtos a serem expedidos/armazenados e isso impacta no dimensionamento de pessoas e equipamentos para obtermos um fluxo eficiente, sem desperdícios ou sobrecargas. Operacional: Através do nível de serviço ou Serviço ao cliente, inicia-se todo o processo que vai desde a colocação do pedido ( Processamento do pedido ), ramificando às áreas operacionais como Estoque, Compras, Transporte e Armazenagem. O desafio da logística contemporânea é tornar os resultados combinados da integração interna e externa numa das competências centrais da empresa (Bowersox & Closs, 2001). Veremos a seguir uma figura que ilustra bem os impactos logísticos das exigências de mercado globalizado:

26 10 Novas exigências para as operações de armazenagem Pedidos mais freqüentes e em quantidades menores Ciclos do pedido mais curtos Aumento do número de sku s em estoque Tolerância zero a erros Competição baseada no ciclo do pedido e na quantidade Impactos operacionais trazidos pelas novas exigências Aumento das atividades de recepção e expedição Aumento da carga de trabalho devido ao número de pickings Aumento da atividade de controle de qualidade Aumento do custo de carregar estoque Maior necessidade de espaço de para estocar um número maior de sku s Diminuição da produtividade por empregado Aumento dos custos administrativos: maior circulação de informação e necessidade de controle Fonte: LACERDA, Leonardo. Automação na armazenagem: Desenvolvendo e implementando projetos de sucesso. Disponível em Logística Empresarial a perspectiva brasileira. São Paulo, Atlas, p 169. Figura 5.4 Novas exigências sobre as operações de armazenagem e seus impactos operacionais. Ainda conforme Bowersox & Closs (2001, p 41): A rentabilidade das operações com um cliente depende dos produtos adquiridos, dos volumes das vendas, dos preços, dos serviços de valor agregado requeridos e das atividades complementares que são essenciais para o desenvolvimento e a manutenção de uma relação de fidelidade. Diante desta complexidade, as empresas despendem de um esforço muito grande de sua capacidade de gestão, para obter excelência em serviço e garantir vantagem competitiva. A seguir veremos alternativas para essa questão.

27 Operadores logísticos e prestadores de serviços terceirizados Num contexto de um mercado globalizado, cada vez mais as empresas estão utilizando este tipo de prática em busca de vantagens competitivas, não só das atividades do serviço em si, mais possibilitando que a empresa concentre seus esforços nas atividades de seu negócio especificamente. Para Novaes (2001 p.320): A terceirização de serviços logísticos constitui, principalmente para as sociedades comerciais, uma forma de atingir novos mercados e oferecer um melhor nível de serviço aos clientes. Nesse ambiente, as empresas buscam identificar as melhores formas de satisfazer seus clientes e sustentar ou ampliar seu mercado. Essa terceirização pode ocorrer de várias formas, se analisarmos todas as atividades que compõem todo fluxo logístico, como por exemplo, a distribuição física ao mercado, a gestão de transporte, a armazenagem e gestão de estoque, etc. A seguir, um comparativo entre os prestadores de serviços logísticos tradicionais e operadores logísticos integrados: Prestador de Serviços Tradicionais Oferece serviços genéricos - commodities Tende a concentrar-se numa única atividade logística: transporte, ou estoque, ou armazenagem O objetivo da empresa contratante do serviço é a minimização do custo específico da atividade contratada Contratos de serviços tendem a ser de curto a médio prazo (6 meses a 1 ano) Know-how tende a ser limitado e especializado (transporte, armazenagem etc.) Negociações para os contratos tendem a ser rápidas (semanas) e num nível operacional Operador Logístico Integrado Oferece serviços sob medida - personalizados Oferece múltiplas atividades de forma integrada: transporte, estoque, armaze-nagem O objetivo da contratante é reduzir os custos totais da logística, melhorar os serviços e aumentar a flexibilidade Contratos de serviços tendem a ser de longo prazo (5 a 10 anos) Possui ampla capacitação de análise e planejamento logístico, assim como de operação Negociações para contrato tendem a ser longas (mese) e num alto nível gerencial Fonte: FLEURY, Paulo Fernando. Vantagens Competitivas e Estratégicas no Uso de Operadores Logísticos. Rio de Janeiro: Coppead, Disponível em: Logística Empresarial a perspectiva brasileira. São Paulo, Atlas, p 133. Figura 5.5 Comparação das características dos operadores logísticos com prestadores de serviços logísticos tradicionais. Um fator importante nesse tipo de prática, que deve ser levado em consideração conforme cita Bowersox (2001, p 37), embora a execução de uma tarefa específica possa ser feita externamente por especialistas, os níveis gerenciais da empresa

28 12 contratante continuam responsáveis pela execução bem sucedida do trabalho requisitado. 5.4 Fatores de Competência Logística Além de todos os fatores mercadológicos e operacionais citados nos capítulos anteriores, há outros fatores importantes para o bom funcionamento da atividade. Um desses fatores e a cooperação entre empresas. Do ponto de vista da cadeia de suprimentos um aumento de eficiência por conta do uso de sinergia entre empresas e eliminação de desperdícios (Bowersox & Closs, 2001). Existem alguns conceitos que fundamentam esse tipo de prática como o ECR e QR. Segundo Bowersox & Closs (2001, p 37): A competência logística é alcançada pela coordenação de (1) um projeto de rede; (2) informação; (3) transporte; (4) estoque; e (5) armazenagem, manuseio de materiais e embalagem. O desafio está em gerenciar o trabalho relacionado a essas áreas funcionais de uma maneira orquestrada, com o objetivo de gerar capacidade necessária ao atendimento das exigências logísticas Projeto O projeto é a concepção de toda a operação, onde deve abranger todas as áreas envolvidas de acordo com escopo da atividade, para que não se desconsidere nenhuma premissa da atividade, reduzindo os impactos e os riscos na implementação do projeto. De acordo com Bowersox & Closs (2001, p 38): Quando os economistas discutiam inicialmente as relações ente oferta e demanda, os diferenciais de custos de transporte e de localização de instalações eram considerados inexistentes ou iguais entre os concorrentes. No entanto, o número, o tamanho e as relações entre as instalações utilizadas para executar as operações logísticas afetam diretamente o custo e a capacidade de prestação de serviços aos clientes. Dessa forma aspectos como infraestrutura, recursos e fluxo da operação, devem ser o foco do projeto para atender as expectativas do cliente.

29 Informação As informações são à base de qualquer tipo de planejamento. Numa atividade com tantas componentes de influencia, o planejamento é vital para o andamento de uma atividade. Conforme citação de Ballou (1993, p 278), se a compensação de custos está no coração da logística, então informação adequada de custos está no coração da compensação de custos. Num contexto mais recente Bowersox & Closs (2001, p 39) cita: Deficiências na qualidade da informação podem criar inúmeros problemas operacionais. As deficiências mais comuns enquadram-se em duas amplas categorias. Em primeiro lugar, as informações recebidas podem estar incorretas quanto às tendências e aos acontecimentos. Visto que uma grande parte da atividade logística ocorre em antecipação a necessidades futuras, uma projeção ou avaliação imprecisa pode resultar em falta ou excesso de estoque. Nos capítulos adiante veremos os impactos de informações de má qualidade e algumas ferramentas tecnológicas que auxiliam no processamento dessas informações Estoque O estoque é um componente estratégico as empresas. Ele existe para atender as oscilações do mercado e para suprir o tempo ineficiente de respostas diante uma demanda. Outros benefícios citados por Ballou (1993): Melhoram o nível de serviço Incentivam economias na produção Permitem economias de escala nas compras e no transporte Agem como proteção contra aumentos de preços Protegem a empresa de incertezas na demanda e no tempo de ressuprimento; e Servem como segurança contra contingências. Entretanto, Bowersox & Closs (2001, p 41) expõem outra ótica: Teoricamente, uma empresa pode manter um armazém dedicado a cada cliente com todos os itens comercializados. No entanto, são poucas as

30 14 situações em que as empresas podem manter seus estoques em níveis tão elevados, por causa do risco e do custo total proibitivo.

31 Sistemas de Informação Conceito Geral de Sistemas de Informação Segundo Ferreira & Ribeiro (2003), os sistemas de informação atuam como elos que ligam as atividades logísticas em um processo integrado. Conforme Spinola e Pessôa (1998, p.98), um Sistema de Informação (S.I.) é um sistema que cria um ambiente integrado e consistente, capaz de fornecer as informações necessárias a todos os usuários ou ainda, como Schutzer e Pereira (1999, p.149) é um sistema integrado homem-máquina que fornece informações de suporte a operações, gerenciamento, análise e funções de tomada de decisões em uma organização. A seguir algumas informações e processos integrados por sistemas de informação: Objetivos Estratégicos Restrições de Capacidade Necessidades Logísticas Necessidades de Fabricação Necessidades de Suprimento Posicionamento de Estoque Projeções Gerenciamento de Estoque Gerenciamento de pedidos Processamento de Pedidos Operações de Distribuição Transporte e Expedição Suprimento Fonte: BOWERSOX, D. J., CLOSS, D. J. Logística Empresarial o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, p 47. Figura 5.6: Necessidades de informações logísticas Em meio a essa necessidade de se integrar informações cada vez mais complexas faz-se necessário ferramentas que auxiliem este processamento. Exatamente neste momento que se faz presente a Tecnologia da Informação, que de acordo com a definição de Spinola e Pessoa (1998, p.98) pode ser definida como a adequada utilização de ferramentas de informática, comunicação e automação, juntamente

32 16 com técnicas de organização e gestão, alinhadas com estratégia de negócios, com o objetivo de aumentar a competitividade da empresa. O fato é que o fluxo de informações é tão importante e vital quanto o fluxo de materiais na cadeia de abastecimento. Segundo Fleury (2000), atualmente, três razões justifica a importância de informações rápidas e precisas para sistemas logísticos eficazes. A primeira delas é que os clientes percebem que informações sobre a situação do pedido, disponibilidade de produtos, programação de entrega e faturas são elementos necessários à composição do serviço ao cliente. A segunda razão relacionasse ao uso da informação para reduzir o estoque e minimizar as incertezas em torno da demanda. Finalmente, a informação aumenta a flexibilidade e permite identificar os recursos que podem ser utilizados para que se obtenha uma vantagem estratégica. De acordo com Bowersox & Closs (2001, p 39): A tecnologia atual é capaz de atender aos mais exigentes requisitos de informação. Se desejado, a informação pode ser obtida em tempo real. Os executivos estão aprendendo a utilizar essa tecnologia de informação para elaborar soluções logísticas únicas e inovadoras. Existem inúmeras ferramentas e soluções em Tecnologia da Informação disponibilizadas no mercado que proporcionam as empresas o aumento de eficiência, produtividade e redução de custos e desperdícios. A seguir vamos explorar algumas dessas soluções Sistemas de Códigos de Barras Para que um sistema de informação se adere a qualquer processo, seja ele de movimentação ou produtivo, faz-se necessário a identificação do produto. Para fazermos essa distinção entre produtos, temos que identificá-lo com um nome, um código (Arbache, 2006). Os benefícios desta prática vão além da diferenciação de um produto. Podemos extrair diversas informações vinculadas a um banco de dados que ajudam na gestão, como o perfil de consumo daquele produto, localização, entre outras coisas. A seguir veja uma figura que ilustra uma aplicação dessa funcionalidade de gestão:

33 17 Banco de dados Fonte: Adaptado de ARBACHE, Fernando Saba; SANTOS, Almir Ganier; MONTENEGRO, Christophe & SALLES, Wladimir Ferreira. Gestão de Logística, Distribuição e Trade Marketing. 3ed. Rio de Janeiro,FGV,2006. Figura 5.7: Fluxo de informação de um check out Para uma utilização correta e efetiva deste tipo de identificação, alguns procedimentos devem ser seguidos. O primeiro deles é a utilização de códigos gerados e cadastrados pela EAN.UCC (European Article Numbering)(Uniform Concil Code), que são organizações internacionais que normatizam o uso de código de barras para que não haja duplicidade de códigos em todo o mundo (Arbache, 2006). O sistema de código de barras é constituído de várias estruturas que variam de acordo com a informação a ser armazenada, número de caracteres e dimensões do produto. Como o uso do código de barras é normatizado, existe uma estrutura prédefinida para sua formação. Os primeiros 3 dígitos correspondem ao país de origem do produto. A identificação da empresa poderá ter de 4 a 7 dígitos. O restante, com exceção do último que é verificador, é referente ao produto. A seguir uma figura para ilustração:

34 18 Identificação do país de origem Identificação do número de empresas Identificação do produto Digíto Verificador Fonte: Adaptado de ARBACHE, Fernando Saba; SANTOS, Almir Ganier; MONTENEGRO, Christophe & SALLES, Wladimir Ferreira. Gestão de Logística, Distribuição e Trade Marketing. 3ed. Rio de Janeiro,FGV,2006. Figura 5.8: Estrutura de um código de barras EAN/UCC-13 As estruturas utilizadas para identificar comercialmente o produto (GTIN EAN.UCC) são: EAN/UCC-8: aplicada em unidades pequenas de varejo composto por 8 caracteres. Fonte: Acessado em Figura 5.9: Código de Barra EAN/UCC-8 EAN/UCC-13: aplicada em unidades e embalagens multipacks de varejo composto por 13 caracteres. Fonte: Acessado em Figura 5.10: Código de Barra EAN/UCC-13

35 19 EAN/UCC-14: utilizada em unidades logísticas como caixas e containers, com conteúdo homogêneo, composto por 14 caracteres. Fonte: Acessado em Figura 5.11: Código de Barra EAN/UCC Redes sem fio Basicamente trata-se da comunicação de dados com a ausência de fios transmissores. De acordo com a definição de Silva (2008): A tecnologia wireless (rede sem fios) permite a conexão entre diferentes pontos sem a necessidade do uso de cabos, seja ele telefônico, coaxial ou óptico por meio de equipamentos que usam radiofreqüência (comunicação via ondas de rádio) ou comunicação via infravermelho, como em dispositivos compatíveis com IrDA. A organização que normatiza este tipo de comunicação é a IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engineers). Conforme Pinheiro (2008), as redes sem fio estão divididas em quatro grupos: WPAN (Wireless Personal Area Network): redes locais de pequeno alcance (10 a 100 metros), para endereçamento de redes que utilizam dispositivos portáteis; WLAN (Wireless Local Area Network): rede destinada a interligação de redes locais com alcance de 100 a 300 metros, para extensão ou alternativa para as redes de cabeamento convencional (par metálico ou fibra ótica); WMAN (Wireless Metropolitan Area Network): acesso em banda larga, para redes em áreas metropolitanas, com alcance em torno de 6km; WWAN (Wireless Wide Area Net Work): voltada para rede de longa distância em telecomunicação, atendendo a serviços de voz e alguns de dados. Existem diversos padrões de redes sem fios. A seguir exploraremos alguns deles:

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Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Logística Integrada Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Ballou (1993) Fonte: BALLOU, R. H. Logística Empresarial.

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