Num. 20. "A Cigarra", 9. "Meio", "Rua", "Gazeta He Notícias" tia seção

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1 SUPLEMENTO LITERÁRIO DE "A MANHÃ" %\ 12/941 P"Micado smanalmnt, sob a dirção d Múcio c 11 Lão (Da Acadmia Brasilira d Ltras) Num. 20 OTICIA SOBRE OLAVO BILAC i Mivu Bilac - Olavo Braz,11 uns dos Guimarãs líilac nascu «u Distrito Fdral, i l» d dzmbro d nn sus pais o dr. lira?.,n mus dos Guimarãs Bilac,; IVIfitta Blmira dos Guiiia.-» mu. KiiiíS cs sus studos pn- nus scundários, mai ri- Im, -,.' ua Faculdad d Mu.t <lit Rio d Janiro, ali r»oii até tt quarto ano. Transfriu-s, ntão, para São Paulo, afim dc studar Dirito, porm, não passou do primiro ano. Sua vocação ra a litrária, qu l rvlara dsd os mau tnros anos. Aprsntado au grand público brasiliro po» tmi ntusiástico artigo d Ar- Uir Azvdo, qu lh publicou dois sontos, Bilac dsd ss momnto s tornou um favorito dc todos os qu amam a art Explicação c/o Suplmnto' Autors Livros publica, hoj, nosso primiro volum,, nos o su vigésimo númro, ddicando-o a Olavo Bilac. Na prómos, tmos studado, organl- vint númros qu já publicaxnmi trça-fira, fará circular, zando-os m vrdadiros voiums d antologia critica, vln- xtraordinariamnt, o su vigêsiino primiro númro, abrangimidu o índic gral da matriu até agora aparcida m suas Crmos qu a simpls nunciat sis autors difrnts. páginas. Encrramos, assim, o ção do fato bastará para mostrar a utilidad gral d qu s primiro volum do suplmnto litrário d A MANHA. tm rvstido st suplmnto. Cumpr-nos confssar qu o povo brasiliro tm corrspondido intiramnt ao nosso sforço. E* comovnt o númro íhr quiséssmos fazr um balanço dos trabalhos at agora ralizados, dsd o dia 10 d atíiisto do ano corrnt, m qu saiu o primiro númro dsta publicação, alguma coisa já tríamos a contar. Autors Livros procurou constituir-s, dsd o su nascimnto, uma história da litratura brasillra. Organizada m vastos moldns, ssa história rsrva gran- u ii úmro d suaa páginas para a antologia dos scritors, aprsntando-lhs os mlhors trabalhos d vrso ou prosa. Rsrva, igualmnt, grand númro d suas páginas para a critica dos scritors, slcíonúncio os studos mais caractristios os d maior valor qu cis tnham inspirado. A isso acrscnta, smpr, um copioso srviço d iconografia, ofrcndo, da msma forma, aos litors. toda vz qu é possivl, "far-simils" d autografas dos scritors studados, cartas dls, tc. _ tudo, nfim, qu possi contribuir para o mlhor onhcimnto das d cartas, cartõs, tlgramas, documntos d toda a ordm, qu nos chga d toda a part do Brasil, acrca d Autors Livros, comntando-lh a orlcntação, sugrindo-ih novas idéias novos planos, colaborando d toda a forma conosco Muitos dsss documntos stão datados d cidads obscuras, prdidas nos altos srtõs dos Estados do intrior... Não t riamos palavras para agradcr aos litors d tão distants r giõs a gntilza o carinho com qu acompanham nossos trabalhos.. No ano qu vai agora iniciars. Autors Livros spra con tinuar a tr a msma titilídad qu at agora tm tido. Su programa d trabalho é largo,, s pudr sr xcutado ã ris ca. dntro dos anos d 1942 amabilíssimo favor com qu nos amplos molds qu adotamos, a história da litratura brasilira a qual abrangrá, ntão, bm grands figu- * ' - litrárias. Mrcê do mtodn mais d uma cntna d fasciculos. A paginação dsss fasci- adotado, tmos consguido o-'!;anizar publicaçõs como o í-wi-iculo culos srá ncrrada d quatro ddicado a Machado dr Assis, m o ddicado a Raul quatro mss, d forma qu Ponifpéia, cada ano dvrá dar três volttms, ncrrando aproximada- o ddicado a Gonçal- V(,s Dias, o ddicado a Olavo Bilac, o mnt trzntas páginas cada ddicado a Artur Azvdo. o ddicado a Jackson d Agradcndo, pnhorados, o volum. Fi-íuirdo, tantos outros, quo amabilíssimo favor com qu nos "os parcm, sm falsa modés- tm rcbido os litors, trazmo-lhs aqui os nossos votos *-a. ofrcr visadas compltas «obra Tlda a obra d tantos cordiais d um fliz ano *ôait«rs» Compltamos Uoj o d mi. d scrvr, lvada ao su mais alto grau. Jornalista, tanto quanto jtota, sua atuação na imprnsa t>rasiltra foi constant, smpr splndida. Fundou vários jornais, d vida mais ou mnos fêmra, como sjam "A Cigarra", 9 "Bruxa", o "Mio", "Rua", a l. Na "Gazta H Notícias" tia sção "Smana", sulistituiu o mstr Machado d Assis, íi cando ali durant anos, pu- Itlicando páginas notávis. Na 'Notícia" mantv, durant muitos "Rgi»- anos, a scção to', qu assinava com a l* Ira "li". Fazndo jornalismo político nos comços tia Rpública, tv qu s* scondr m Minas Grais. No su rgrsso au Rio, foi prso, mandado para a Fortalza do Lag, ond ficou cinco mss. Km 1891 foi nomado oficial da Scrtaria do Intrior do listado do Rio. Km 1898, insptor scolar do Distrito Fdral, cargo cm qu s aposntou, pouco ants dc morrr. Ein 1902 acompanhou o prsidnt Campos Sals a Bunos Airs. Em 1906 foi nomado plo Barão do Rio R ranço scrtário grai da Confrência Pan-Amricana qu s runia na Capital Fdral F.m 1910 foi um dos dlgados do iírasil à msma Confréncia, qu s runia m Bunos Airs. Em 1907 foi scrtário tltt prfito ilo Distrito Fdral Exrcu, xrcu intrinaanul, as funçõs d dirtor do Tdagogium". Foi um dos fundadors da Acadmia Brasilira d Ltras, tndo ali criado a cadira n.*3 15, qu tm, como patrono, Grgorio d Matos. Foi um dos fundadors da Agência Amricana. da Socidad Brasilira dos Homns d Ltras, da qual ra prsidnt honorário. Em 1916 fundou a Liga d Dicsa Marioiial. Falcu no dia 28 d dznifiro d 19IX, Tas 5,30 da manhã, à rua Barão dc Itainlii. Su ctírpo fui transportado para a Acadmia d Ltras, ond ficou até o dia sguint, qu ra um domingo. Lvado para o Cmitério d São João Batista, Kir tuna dnsa multidão, qu rsistia á chuva qu imptuosamnt caía, alí orou Colho Nto, qu xprimiu m altas palavras a saudad da Acadmia as da pátria, diant Ao grand brasiliro qu tombava. Olavo Bilac dixou unia obra mmorávl como pota, como PAGINA. «33: OLAVO BIf.AC SUMARIO Noticia sobr Olavo Blla Explicação dô suplmnto PAGINA 434: Od a nm»ota morto, da Raul d Loni PAGINA MS: Carta do Olimpo, d Olavo Bilac (Fbo-Apolol Autógrafos d Olavo Bilac B«- ndlcit Maldição Olavo Bilac, Joio Ribiro. PAGINAS «fi '437: A posia d Olavo Bilac (tl trabalhos) PAGINA ili: K mort d Olavo Blla. por AIhrto d Olivira Olavo BUac, pota, d Trttitfo d Athayd. PAGINA 4M: Olavo Blla. pota (cnntlnuaçlo da pagina antrior) A morto d Olavo Blla (continuação da página antrior) Nota a propósito d Machado do Assis, d Olavo BUac PAGINA 440: Bibliografia d Olavo Blla Algum sontos da "Via Licfctt.**, d Olavo BUac (10 sontos) PAGINA 441: O snsualismo na posia d Olavo Bilac, d Guilhrm d Almida. Corrspondência d scritors Carta d Olavo Bilac a Vlrtato Corria Olavo Bilac, pota (continuação da página 439) Dois sontos dsconhcidos d Olavo Bilac. Solar dsrto No álbum da xma. ura. d. José- Una Isis. PAGINA 442: Olavo Bila m Portugal Discursos dc Lops do Mndonça, Jaim Cortsão. Albrto d Olivira, João d Barros, Pdro Martins Olavo Bilac O burro, Olavo Bilac PAGINA 443: Olavo Bilac m Portugal (continuação da página antrior) O barro (continuação da página antrior). Espigas históricas, d D. Funcaa PAGINA 444: Olavo Bilac m Portugal (continuação da página antrior) Olavo Bilac na vocação d Ramlz Galv.ío PAGINA 445: Olavo Bilac m Portugal (continuação da página antrior) Olavo Bilac Gurra Junqulro PAGINA 446: rixas d Ouro, d Olavo Blta (Nmrodl PAGINA 447: irnsador c tambcm como cidadão. E a sua campanha tn prol do Brasil concint d si Olavo Bila, d Humbrto d Campoi msmo, armado c podroso, tm PAGINAS «4»rt49/43»; hoj. mais do qu nunca, unia A r.-imp-inha nacionalista do grand jialpitasu; allwlidink. PAGINA 490: O vlho ri, d Olavo Bn«* Surdina, d Olavo Bilac PAGINA 451: ~ A mort d Olavo Blla, d Marta d Alncar Dois sontos m francês d Olavo Bila Fcdora OUilo PAGINAS 452 '453: Posias inéditas d Olavo Bílad PAGINA 454: Estudo grafolôgíco d Olavo BTtoO. por Alic B, Srpa Sontos d Olavo Blla tradwim por potas col umbi anos Autógrafo d Olavo Blla Oavfr strlas PAGINA 499: p.<»».»rt» a»»» <«, * Rodrigus Blla, d Joio do Kio PAGINA 4ST: Usolgas histérica* (ontlnuaçfo da página 443) A inoiif-ncla d Olavo Blla, do Maria Eugnia Clso No túmulo do pota, d Hrms Fonts PAGINA 458: A figura a obra d Olavo BlUd* por Amadu Amaral Cançüo. d Olavo Bilao PAGINA 459: Um discurso d Alcids May a m louvor d Olavo BUac Corrspondência d scritors Carta d Olavo Bilac a Olgarto Mariano, PAGINA 460: Pla glória do pota (continuado rin página 446) Olavo Bila, contista O crima. PAGINA 461: Olavo Bilac, contista {continuação ria página antrior) Runiõs d outro tmpo, d VU riato Corria "As Posias", d Olavo Blla, do Raul Pompta PAGINA 462: O patriotismo na vida dc Olavo BUa, d Rosa li na Colho Lisboa Três Inéditos d Olavo Bilac PAGINA 463: Runiõs d outro tmpo (nnv nuação da página 461) O qu diss a naturza, d Olavo Bilac Páginas dsconhcidas d Olavo Bila Conto commorativo d 14 d Julho PAGINA 464: Fantasia, d Olavo Bila Olavo Bila. contista (continuado da página 46» Olavo Bilac, sontos d Albrto do Olivira Bilac (continuação da página 4581 Olavo Bila na vocação do D*" UiUiiO ^m% GéUlaB

2 l-auma ti» -»l,hi,»mlimt.l l.m.haltlo D'» MANIM pominco, unt/mt ápfk ODE A UM POETA MORTO-g^ Á MEMÓRIA DE OLAVO BILAC.Smador dr harmonia d blza ( >ui- mini "iua i;l>'.ri'w> luninki ri' íiiisas, aíntit foi um càntiu divrso. <.'lti*to da trna música, das coisas;' Tina voz suprior ila Naturza unia idéia sonora do Univrso! Ond passaslc, ao longo das stradas, JJnha.1 d imagns rúfius vivas, Em filigrana, 2'Wam tti-rido, como o olhar das fadas, Nas tnais nobrs blas i>crspcctivai, O panorama dos idais da Trra t a imdulanl paisagm il» alma humana. Toda a moção, ou atuía nas coisa)*, fala, Kos sus divrsos lons rflxos cors, rvia lua imlavra irisada il opala, Filil d radiaçõs c tinas tssituras; Df-sd a vida sutil tia borbolta À alma lv das águas das flu-rs, A xalra,.*to do Sol ao sonho das criaturas; Toda a snsual ida-tl sj-arsa do Planta. Frm»n tua art o san^tc «l Dwmisos, io»iinifi»> nas virtuds afioltir-as; E *l*i su sio v<..ht <iu.>su-.lnain Alvas í..rmas pagas, iiidnr.s írtsos, Baixns rtlrvhs, camafws, sangüínas, Km»., jialpdação #lc carn jovm. Ds folhando um splêndido dstino, A tua mao tv, pur sntimnto, A.-.ntil/a platônica do Kna.«i'.im»?trio, *>**<.-. atormntado d ímptos rt.rnâtiticos, Trab:dha,ss rm smalt «lo Picmont, Comndo no cinz.l lascrvo t íbw O sonho apitosn dc Anucrt-tim E o lirismo snsual du Càntiu «los Cântico». Visl «l long para long. A ttta Alma ncarnou-s m outras ntidads, Km outros povos, tmpos c paists, E..Icsiumbraiit, continua, _Pla.st.ca,»hiv«*1, irisuia nua. A longa migração plas idads, Dixando atrás dc. si sus frutos r. raízs. Fosrc. o Homm fi smpr, no irrs<%ta Dt pota snsualista, atravssando as ras. 1'or Ioda part ncontro o tu prstigio: V'hi dia, tm índia védia, sonhando N limiar ilas trnas primavras, As mãos rliias «l rosas amtista] Fazs irblatas líricas votos Aos podrosos gênios avaíars E scrvs «is tm pomas animistas.na rolha tios iiltmibtjs *l»is lytus, Na flor sottâmbula dou nmtfai s... E os tns vrsos, tios (piais ma grand sonho [abrangs Vio «lsndo a cantai na corrnt «Io (fings. Dpois, pastor na ArgtMida ou rio Epiro, jvivndo ntr os rbimbt-*. rm rtiro, A») luar, sobr as montanhas, passo a passo Vai» contando as strlas plo spaço, li sotiata sutil «Ia tua avna Tm o sabor ilo favo das ablhas JC a rudodia simpls * srna Da alma dócil rrant tias ovlhas. Mais tard, na Tssáli». ntr as slvas os rios, Companhiro dos sátiros rádios, Modtrías o tu canto surprrthlnt, E vais buscar o som das tua* rimas _No iotnuw/zo das fonts, ao nascnt. Na canção das águas frscas, Na orqustração nostálgica dos.vntos, No tropl dos cntauros truculntos, Nas gargalhadas faunscas, Ma pürpura radiant das viudímai. Mal doura o sol a folha das vidiras E ouvs o ruido ilas primiras ir.iulas, Sais a spritar, horas horas, Sobr a aria d prata das ribiras, As orçadas.rtrás incautas, li braços ntrlaçados, Urdindo a tia.d uur.o das auroras, Na ianlasmaguria dos bailadus. Sa >arç»'b, dpois <l vidas tantas, Com o msmo coração sonoro _c imnso Dntro das corts bíblicas cantas, Na liaria rs(;iiia ritual, nlr spirais d incnso, As vitórias dos ris as saras Iwmdilsts, As lndas «lo Jordão o olliar das nioabilas. Voltas aiiida à f~réria, onil prtncs Ao povo é»».»x'ta <la çidutl. )-fonras a vlha. r;tça dos raps-odos; A tua voz tm a suliliniulad Th) jirfnm dos parqus atninss: E c uma xprssão <ia )«lria o vanglho d todos. Trazs mirtos pâmpanos na front; Entoas hinos a Kbus E bailas, com Anacront. No aralx'sco <la ronda dos fhos. Dpois, m Mitiln, cs o único homm j\cssa ilha xtravagant dns mulhrs, laá os pitalâmios tju profrs. Entr ruídos d crólalos taças, Soliin no ar s consomm; J)sprtam novos dsi>.»s, E onscjílis possuir mr;i os lus 1>ijos A própria Saio muna n«>it c passas^ Vais à Roma, mi vfrti do Ini)>ério, Ond a prc«!ilção rio césar t conforta. Dão-t m Tibur stâncias domínios; Vais a Capri na cort d Tihério; Instalas tu paliicio no Avcnfino; Tns unucos tío is a porta E litiiras d stofo damasquino. E's a alma dlirant dos triclinios; Exortas os circnss sobr vícios; Cantas no Iwnho azul das cortzãs «csáras; Rs íntimo nos talamos patrícios, í)n»l os tus vrsos sacros profanos São guardados nas urnas lgndárias Em custosos papiros africanos. Mais tanl, já na idad alxandrina, D novo, a trra hlênica conquistas, E, pota irônico brando, No tom frsco lonção dós iditistas, lassas cantando As cançõs qu TctScrito t nsina. Rcvcjo-t, dpois, indifrntmnt. Em toninha, ui «agdad, t(u:ist m sgrdo, No tu dstino idal d cilarmlo: Cantor do califado, ntr os tsouros Do IsIamisnHi os mistérios do Orint. Dorms no liarm ral vais às gurras. Continuando d srs, ntr os mouros, O msmo d outro tmpo m outras trras. Na Grmânia fudal ncontras nas distâncias, Um liando dc harmonias qu *>nitmgum Com o tu coração d >ota hlno. Murmura-t no ouvido, m rssonância^ A lgnda >agã dos "Nibtliinjçn". E's todo o amor das cas tlas tio Rno E a tua vo/ dc "niinnsin^r" s rgu <p)ra vmnt funda, ora m trêmulos suavs: Com "Tannhãiisr" visita "Vmistirg" E canta nós castlos «los.margruvs. Mais adiant. Rnascs na Flnn-nça azul da "S»sii))oria*. Flornça lva na canção dns sinos A sua alma d Vnus Maria. E' um sonho d amor nos Aprhiiios.» A cidad das flors dos potas, Das paixõs lgants discrtas, Das fonts, dos jartlins das «iuigusas, Das obras primas ila» siitilc/as. E' I«k1o mo ptívo anta vl ipi s anima E qu a amar a sorrir, da alvorada ao sol posto Faz da Vida uma obra prima Dc snsibilidad d bom gosto... Há gnirlandas nolivas, D acamo.s d louros plas ruas! O (Oraitdc Pan voltou! As formas vivai, Da (iré»ia, mrgm, liil^i.las _ nuas! Nas casas snhoriais nas vilas burgusas, Toda a gnt, animada «l surprsas. Aprnd o noniérko idioma, Entrtm-s d Erasmo d Bocado. Dc humanistas ltrados, E dos últimos mármors achados Sob a poira católica dc Koma. Nos bclvdrcs do Amo andam as grati»ls «lamas: Smrnlda, Lmrzia, Simontta, Entr rosas, sorris-s pi^ramas.., Botticclli olla o céu azul violta; Lê-s Platão nos tmplos: t u t vjo, Srno lindo, Diant do Tont-Vccclno", num cortjo. Dizndo aos prírx-iiis sotk-ios «l ouro E Lournço ti Médicis t ouvindo! Compõs ainda om tn gênio afoito, Na forma amiga «m s cristaliza, Crios vrsos «fci século daujibi, QuaiKlo Wati.au pintava, m plna primavra, O " Enibarju" (wra Cit.-ra E Kuu.SM.au scrvia a Nova Jicloisa. Pota cosmopolita, alma mixlrna, Com I^conitc Hanvill, m fjaris d stnta. Buscas nas viagns tus inartivos <I art, Fazs o invrno m Nic o virão u Lucj.ua E a tua Minibra ciiiica s ostnta Nos salõs d Malikl Bona;sart. Na amplttiifl gral do tu ahniço: Fora do Tmpo do Es >a«;ta, Na Humanidad no Mumlu Vjo-t smpr prsnt Ond há um lionim (mic snt líii a vida um sntimnto splênrlmo t a*\s profundo almas como a tua 1 a (jnm nas fit _riansmiti» a moção da vida sobrana. Sja ond for s. potl coirmrndê Ias, Forí)i», sjn fim, sm pátria sm limit,.tétn im concito trno da atum hmnaua A univrsalidad das strlas. S a l)»>nani»lad foss fila dlas, Na dúvida m iju não cab E r «pi s strita, Talvz não foss mais fliz, «jum safc»? Mas sria mais bla mais prfita... Dignificast a F,spéi, na nohrxa Das grands snsaçõs d Harmonia Blza; Dissstc a Qlória d vivr,, agora, O lu «, a cantar plos tmpi»s m fora. Dirá aos homns.pi o mlhor dstino, Qu o sntido.ia Vida o su arcam, E' a imnsa aspiração!. sr divino, Ho suprmo prazr d sr, humanoi

3 ' ' 7"*"** *. ^ 'x.va -.,,-., " -<rrv*ra nominoq, «/«/IMl.. VPLBMKNTO HTBUMMQ.P'A. JWAMBA rr FAqiM A., t» Carta do Olimpo Olavo Bilac,- rfc íõo grands férias, Sd ^vo cantando Ia, <n d coisas srias. T",üis coisas tratando. fjfctnosfcarta Sétima....,,, é insto, n<( ntanto, Xturàrtéjusto^ntanto; Zo da igrja; portanto, íf i razão qu u comci, IJU a bnção,*>.."^,. o litor, dsdnhoso:- ' D A olo a rzar!.qu.. istot.. "sou «um dus cautloso: rr-úüo quando falo a tíristo, fà;xquandojalo'dhplt^.. Vamos. Tristíssimos dias.- duc passasts, mus amigos!. Long carns, algrias s tntadors prigos.. Qu dias trists lugubrs! (Bonito/ A Kiióna é crta: Mcír Cosíüfto dsbanco.. o,,,, nnsais dá dscobrta? rma quadra íim fcrso.. : i ibranco, Branco, branquissimo... s- Idruxulo, AUTÓGRAFOS DE OLAVO BILAC <f - /5* &<JZ. ir *i«i *.jjitz * '->i* O. tuk;. i»~a»s ' *~*!f< r-at/hul* {-. «* *&- VU~ : «*»*»*..-. ' Isto xprim crtamnt À tristza do univrso: o'sdrúxulo justamnt- Transborda do quarto vrso Como uma lágrima fúnbr). Dias 'nsts! Sinos roucos, Mi-.tas, lugubrs o/içios, -. E como s fossm poucos... íiss muitos sacrifícios,.._ As amêndoas para cúmulo! iulo vtx... Fora, fora A carn d toda msa! Modo stranho é st agora Dc dmonstrar a tristza Wsía smana contass! Comndo cias opiparas... Falassm facs stômagos! E chga a sr proibido,.. E tudo porqu, ni vrdad, (Cumo hi d dizr?) «bijo! Um dus tv a hipocrisia Viam isto: stá prdido D dixar a trnidad, Qum não fingir qu tm pjo-- Morrndo...só por um dia, Qum não tivr sja. hipoçnpi. Para spantar os católicos! ' Oh! qum os bijos trocados* E morru tragicamnt, As ocultas, fac a fac, Sm volvr o olhar- pidoso E os rosbifs,dvorados. Aqula qu, humildmnt, f. to****---. ;~^- v~ :~t//r'*';,w^.' '^*-jp. ',..*r-:_*n!3^''-... Ü^. \, il. h» t *^r^ K~* GhrTrãda*' Solto o cablo formoso, lh banhav os pés dé lágrimas. Trist mort! Aqui, ao mnos, Qum morr, morr cativo Nos braços qunts d Vnus, E rssuscita mais vivo, Qu o amor dá vida aos cada Cyrs. Ertfim, passou a smana... Volta a carn, vai-s o pii. UfotíutS?. Ôn*Ü h+»ur **» h^jlt ^<% 'htaíxj^, IZ&JZ M. Crê**. C...&iuuM-, r t*fc""*%«xii. JUHJUí tp, pai* /h Tt* OfAÍ Tiat Onttaf Oftí. 6*t+i*u. «^«. fo A*»<*X. TzL, L <^Aw V*^. tf"**"--' fio yjujrt- ^ fii^nòúfzm ts«'* B, finda a comédia humana, El justo qu cada um dix Cair das Jacs a máscara. Agora ê o judas qu passa.. Aos. trambalhõs rptidos. Aos risos da populaça... Pgam-lh fogo aos vstidos. O LAVO B I L A G - O!» Bilac toi. sm divida,-nm' faru "*>*»"" m nm!<"" g"um logio acadêmico tpi, «<b, nom, populars ia Utimj* '*»*,; são smpr n- m, tmpo,'rvla a pripicdd. ração i potas. O mai, popular. f""' T^^Umuul, *» wiico. '_,... ^_ Dc todos o, do,u tmpo toi «""»<" *» populari*"*'- Rgulmos a confrência i Oaii^S^rs yszz&x-z JWKSiSS ^ -. j- /-i D.'«..v» w«jhrou odmirauam-séí mutuamrít,?««. nossa Acadmia clbrou, numa ' f. ITuTSta or^nat tria "" í '""" O,a»o B«ac. pna.4 au «^ ^<"». r«r-jf»r4^sma-sap^^^ do às nossas ttras, ainda mais iè Tèãviüàrã, Quando sair á luz o su livro' póstumo, tão anciosamnt sprado.. in O DÍCiÓNÁRIO ANALÓGICO Na swtrida-lira, dia sm jornaií.-i sm a, fmérids do costum, L o*, horas corrram siínciosas sobr o sétimo anivrsário ' ia mort d Olavo Bilac. El i ainda o mais lido, o ihàia popular dos nossos últimos potas; a suavidad a blza dos sus vrsos líricos soam com o msmo, ncanto i Outrora, i quando apãtcram. * Náo i, porm, da glória do poía" Tiram-lh as prnas, n/or? [cam-ji» Oh! s os Judas xistnts Fossm todos nforcados... Ai!' coitados dos parnts/ Ai dos amigos, coitados! E boa-noit. Até sábado. cpbo-apoio "A Smana" ). joáom.j ro qu quro, falar nst rmomnía. o su.litro m horas, prosaicas -rou-; Nm ía ncssita,^,, comntários badas á ssa prn inspiração cria» ~mt, da mti aplauso,, tantas vzs dora. r "",,^.. íu s :rr»-íéw^s s»vt: sr,wraas- rptido ma folhas èptirsas ritis da minha atividad d cro- mo oposta. Bilac concíuiu o trabo- iífssiíu coisa ãtòrsa,'é ati'm*- nisto. Ifto qu, mbora inédito, não n- Mi0 jucia" **"- '",u spirito, tàtam a, ao su mo p úttimo, na "Od a um pota p«ro rtificar um ponto dp-. cssiíatjd mal\ dp quuma lv. "A Traíação d Xnocrats- /oi Pi"»ío '»««*>^- /nl0r morto", o josm-pota Kaul d-í^o»(ro poma o«sujitm ntato- 1»*»,qupat i;nportância m rlação ao. rihsãã','" "^."""."- ^Z^mètaXSo ni.glorifica,, ctm.grantf blza i* pota às' palavras qu m foram Sé nao éétòu nganado, a Hínôfia; àíribuioai"'^ um colga' â boé Alvs ia propritária^ do manus'-- mo ntr o, sus piaoso...,.... ^^^mwfôgct após- ritmo, a W*!^**!^ Níío acrdiio qué o futuro, qu mttitar. I oi o»" ""* ronsli. írpri d<r alma Mmana viajar féí -> ', -' <gito srá. crtamnt a.ditqm; xntim-,a umar!fvéãolit talari, totó-dss artwo tt^^ssa ConMi ^oí «..j^* t-d toda, as ^Qlavo BilcTnos últimos anos aa Conquanto paiq gnial, Bilac passa tirar io <H id»«p«l«épica- iuicáo Qu^rga "^mzum iáaiu,: " ' oíiga,.ddicou muitas das suas ho-., cotísàgróu por"mais dé urna twá - dos ras dê sus vrso, r<tf ^^uf*% 'Smai lazr à laboração d um v.md part do prcioiá tmpo* 'à ^ U harmonu, abl* o mlhor srá smpr.asua. H- d nosaicq ** "ÍMctóAilno obra,, didática,,,a livro, scolars mun-ülario» Analójico". íiímido wsousas. " * *do' Aqul, q, dicionário, sria o livro, nc, mal, sponun^^uos^, _,,. fct«^w^«.,,,,,: pnrécé au ssa campanna ««tòáo tmos obra smlhant ém' Jornalista ' dó scritor, qu Tua ^J^V^íSSffSBf. ama.ii» «,/.^».~~-y. r-.-?-.-; nosia pobr bibliografia d rudição. Os francss tm a â Boistidiano,- não tm aond rcorrr tantas vzs, no su mistr quo- Assim, acrditthas.pot sr. ****** j**^ S^T. ""u»zj?, t^, sièr, o, ingts,~ad-rogt,.os 'nos ' '' momntos difícis. 4 spanhóis a d Bnot (sob o tituto Tombm acrdito qttó* SaiímMido prisão élia, tugíndo as rvoai ios stra- Currío «fa suprior\ Bilàc, m- \õs aos pronunciamnto,. ondpassast. ao amgo aa,,r_ d dicionário d idéia, afin,) os almãs ' a d Schlssíng. Ém gral, ignoramos os noms das coisas. Sabmo-lo às vzsm francês --como s chamam m in- bota não lograss nunca a popula- Em «ualauír caso. hoj,im ««,, - «^ rtóad do último d consagração do arand pota na Línhas a imaan» nitila» «, w. B.!ac possuía crta lduçíd ps- Acadmia d ltra, md foi vm m filigrana «otí.?u /«Itm 4 todo «Ba»- dos mais alíos «rponts da litra- Foram tcndo, como o "'"«^ viunao. Aprcia na, lstas, impa- tura nacional. «. Wia-s m s, nobrs blas pnpctipla imprnsa comi, tâln- «* toso cronisía rivn RILAC ("» coftsntador dos X MORfE Dt_ OLAVO ml,* MMama «o, Uait da rrrd acontcimnto, atma d íúdoi A mort d * f J*'PZ, da ajmo ra i.j^síutont i»i»a»m um orador notávl..-. to* numram f **?* Z~Z ^^ l»u»vina", imundo, sisudo, arai*»^rv sw ain*!^ «.«^fr»^*». <io«,'m *o trist, /utria dá "mundini»-.alm-mar. a^.._>jd. n adia vlo voata. àéti rwio- "o". «i<«m a^bicoo' # b *i^ UrttaaAd mtncao spcial O ma p» na glès ou italiano; m portugais há smpr clips total. Firminó Costa, prolsmr miniro, scrwtt um compêndio ondtèu* ni* flrand7nilmíro d iprssí» técnicas das. vozs animais, do canto das avs, doa ruídos da naturtu tatmoá multas outras spécis. Não passam, porm, d achgas. v Os nossos malsinados francsumos impropridads, qu tanto ncolrizam os vrnaculistas da hora prsnt, drivam, na mór par-' t, da lamntávl lacuna dos díctonirios idplósriços, qu náo tmos. Bilac, snt dúvida, não pnsava nssa triwaüiad odiosa d "i»; Cftr lacuna,", todavia, cumulo» ss abjatço do lugar comum.. Eu ndo diss ao mu cofaa íat» nalisía su Bilac, dixara a abra. mcompíéíá rim qu corria o risca dè- pfdr-i- o «rnd labor pa- ciíncto-com íu havia acumiilado' Há qum faça poucoaou -nnhum. cago do, yocabulário, achandq -QMo tróché-hioch corrsponda mlhdr ao mascavo dás idéis». Náo assim, o scrtor concin* cioso, qu vê na sua língua o ta»- trumnto mai» prlito da xprss&o. Possam stas palavras lmbrar qu é Umpo j* d dar s lum o trabalho do parta, qué bm pod» ria dispnsar a pqunina fmcla»> txiógrafo. " ii-m-lítós...,...-^-^^.^..á-;..,- -mê.--,-. - i-r,.-iam

4 ;," Ii'<H-',t-"-"-!'i-... "..,,,, i-,,- -.,,-,,» r, - '-»* 1»-»t. «ACIMA fcj - StlrLKMBNTO LITERÁRIO D'A MANHA A POESIA POMIUOO, M/U/1MI DE ^ PROFISSÃO DE FE' Kio quro o Zus Capitolino, Hrcúlo blo, Talhar no mármor divino Com o camartlo., Qti outro não u.' a pdva cort Para, brutal, Ergur i Atn o altivo port Dscomunal. Mais qu ss vulto xtraordinário, Qu assombra a Dista, Sduz-m um lv rlicário D fino artista. Invjo o ourivs quando scrvòi Imito o amor Com qu l, m ouro, o alto rlm Faz d uma flor.^ Imito-o., pois, nm i Carrara A pira firo: alvo cristal, a pdra rara, O onix prfiro. Por isso, corr, por srvtrrm, Sobr o papl A pna, como m prata firm Corr o cinzl. Corr- dsnha, nfita a imagm, A idéia vst: Ctnç-lh ao corpo a ampla roupagm Azul-clst. Torc, aprimora, altia, lima A fras;, nfim, tio vrso i ouro ngasta a rima, Como um rubim. Quro qu a strof cristalina, Dobrada ao jito fio ourivs, saia da oficina Sm um ã fito: ou o laiior do vrso, acaso. Por tão sutil, Possa o lavar lmbrar ã um vaso D Bcrril. B lioras sm conta passo, muio, O olhar atnto, A trabalhar, long i tudo O pnsamnto. forqu o scrvr tanta pricta, tanta rqur, Qu oficio tal,.. nm hi noticia D outro gualaur. Assim procio. Minha pna Sgu sta nqrma, Por t srvir. Dusa srna. Srna Formal. Dusa! A onia vtt, qu s avoluma D um torvo mar, Dixa-a crscr; o Iodo a spuma. Dixa-a rolar! Blasfmo, m grita surda horrndo ipto, o bando Tnha dos Bárbaros crscndo, Vocifranio... Dixa-o: qu vnha ninando pass Bando froz! Kão s t mud a cor ia fac S o tom da voz! Olha-os somnt, armada pronta, Radiant bla: M, ao braço o scudo, a raiva afronta Dssa procla! Bt qu à frnt vm, o toio Possu minaz D um Vândalo ou i um Visigoio Crul audaz; Bt, qu, i ntr os mais, o vulto Frrnho altia, M, m jato, xpl o amargo insulto Qu t nlamia: f m vio qu as forças cansa, á luta S atira; i m vão Qu brand no at a maça bruta A bruta mão. Kio morrria, Dusa sublimi Do trono grégio àuútirás Intacta ao crim* Do sacrilégio. L noit at totur. L cislur st pot. Vtlw luta. E, s morrrs porvntura, Possa u morrr Contigo, a msma noit scura Nos nvolvr! Ahi vr por trra, profanada, A ara partido; B a Art imortal aos pés calcada, Prostituüa!... Vr irribar io trno solto Ó Blo, o som Ouvir ia quda io Acropólio, Do Partnon!... Sm sacrdot, a Crnça morta Sntir, o susto Vr, o xtrmínio, ntrando a porta Do tmplo angusto!... Vr sta lingua, qu cultivo, Sm ouropéis, Mirrada ao hálito nocivo Dos infiéis!... Não! Morra tudo qu m é taro, Fiqu u sozinho! Qu não ncontr um só amparo Em mu caminho! Qu a minha dor nm a um amigo Inspir ii... Mas, aa.' ou u fiqu só contigo. Contigo só! Viv! qu u vivri srvindo Tu culto,, obscuro, Tuas custódias sculpindo No ouro mais puro. Clbrari o tu oficio Ho altar: porm, S inda é pquno o sacrifício, Morra u tambm! Caia u tambm, sm sprança; Porm tranqüilo Inda, ao cair, vibrando a lança. Em prol io Estilo! SATANIA Wua, i pé, solto o cablo ás costas, Sorri. Na alcova prfumada qunt, Pla janla, como um rio norm D áuras ondas tranqüilas impalpáuti Profusamnt a luz io mio iia Entra s spalha palpitant viva. Entra, part-s m fixs rutilants, Aviva as cors ias tapçarias, Doura os splhos os critais inflama. Dpois, trmnio, como a arfar, dstoa Plo chão, dsnrola-s,, mais lv, Como uma vaga prguiçosa lnta. Vm-lh bijar a pqunina ponta Do pqunino pé macio branco. Sob... cing-lh a prna longamnt: Sob... qu volta snsual dscrv Para abrangr toio o quadril! Lamb-lh prosgut, o vntr, abraça-lh a cintura, Mord-lh os bicos túmidos dos sios, Corr-lh < spdíua, spia-lh o rcôncavo Da axila, acnd-lh o coral ia boca, E ants d s ir prir na scura noit, «a dnsa noit dos cablos ngros, Fará confusa, a palpitar, diant Da luz mais bla dos sus grands olho», í aos mornos bijos, às càricias trnas Da lua, crrando lvmnt os ülos, Satânia os lábios úmidos ncurva, E ia boca na purpura sangrnta Abr um curto sorriso d volúpia... Corr-lh á flor ia pl um calfrio; Toio o su sangu, alvoroçado, o curso Aprssa; os olhos, pla fnia strita Das abaixadas pdipbras radiando Turvos, çubrados, lãnouídos, contmplam, Fitos no vácuo, uma visão quriia... Talvz ant ls, cintilanio ao vivo Fogo do ocaso, o mar s dsnrol: Tingm-t as águas i um rubor i sangu Vma canoa passa... Ao largo oscilam Mastros norms, sacudindo as../làmu!as... E, alva sonora, a murmurar, a spuma Plas arias s insinua, o limo Dos grossiros cascalhos pratando... Talvz ant ls, rígidas imóvis," Vicm, abrindo os lqus, as palmiras: Calma m tudo. Nm srp sorratira Silva, nm av inquita agita as asas. E a trra dorm num torpor, dbaixo D um céu i bronz qu a comprim strit Talvz as noits tropicais s stndam Ant ls: infinito ftrmamnto. Milhõs d strlas sobr as crspai dona* fi torrnts auiais, qu, sbravjando Entr altas srra» surdamnt rolam. Ou talvz, m paíss apartados, Tard d outono. Uma tristza imnsa Por tudo. A nm lado, à sombra dlitosa Vas tamariras, mio adormcido. Fuma um árab. A font rumorja Prto. A cabça o cântaro rplto, Com as mios morna» suspndndo a sdta. r/ma mulhr afasta-s, cantanio.. S o árab dorm numa dnsa nuvm D /umo...e o canto prd-s à distância E a noit chga, lépida strlada... '" Crto, bm doc dv sr a cna Qu os sus olhos xtáticos ao long Turvos, qubraios, Unguiios, contmplam Há pla alcova, ntanto, um murmúrio D vozs. A principio é um sopro scasso Vm sussurrar baixinho... Aumnta logo' tf uma prc, um clamor, um coro Imnso D ardnt, vozs, d convulsos gritos tf a vos da Carn, é a voz ia Mocidad Canto vivo d ' força i blza, Qu sob dss corpo Iluminado... filim os braços: "Quando o instant Hi i chgar, m doc qu, à prssão ansiosa Dsts laços d músculo» todio», Vm corpo amado vibrará á gozo?" E os sios dizm: "Qú sdntos lábio» Qu ávidos lábios sorvrão o vinho ".Rubro, qu tmos nstas chias taças? «Para ssa boca qu. spramos, Nstas pulsa carns o sangu, nch stas vias E ntsa apruma sts rosado» bicos...' a boca: "Eu tnho nsta fina concha Pérolas nívas do mais alto prço, í corais mais brilhants mais puro» Qu a rubra slva qu d um «rio manto Cobr o fundo dos mars ia Abissinia Ario suspiro! Como o iia taria Im qu mus lábios possam»r bijados, _Mais qu bijados: possam sr mordidos!' Mas, quando, nfim, ias rgiõs dscndo u, rrant, m sonhos prcorru, Satânia Olha-s, vé-s nua,, strmcndo. Vst-s, aos olhos ávidos do dia Vla os ncantos, ssa voz dclina Lnta, abafaia, trêmula...,.,. Om barulho D Unhos frscos, d brilhants sdas Amarrotadas plas mãos nrvosas, Ench a alcova, drrama-s nos ars... E, sob as roupas qu a sufocam, inda Por largo tmpo, a soluçar, s scuta Num longo choro a ntrcortaia Da» dslumbrants quixa carns scondida»... SAHARA V1TAE La Tio ls, là rão! O céu a arqui» Como um tto d bronz infindo qunt, E o sol fuzila, fuzilando, ardnt Criva d flchas d aço o mar d aria... La vão, com os olhos ond a sd atia Vm fogo stranho., procurando m frnt Ess oásis do amor qú, claramnt. Alm, blo falai, s dlinia. Mas o simum da mort sopra: a tromba Convulsa, nvolv-os, prostra-os aplacada Boor si msma roda xausta tomba... E o sol d novo no ígno céu fuzila... E sobr a gração xtrminada A aria dorm plácida tranqüila. MEDALHA ANTIGA (LECONTE DE LI8LE) Est,»tm! vivrá por séculos séculos, Vncndo o olvido. Soub o sua mfio dliar, ondando no ngror io onix polido rutilo, A alva spuma do mar. Ao sol, bla radíosa, o olhar surprso xtitico, Molmnt \f-s Kypr, à fição i uma jovm princsa. mrgir à flor ia fac trmula Da liquida turqusa. Aua a dusa, nadando, a onda do» slos túmidos lva diant d si, amorosa snsual: E a onda mansa do mar borda i argntos flóculos Su pscoço imortal. Livr ias fitas, solto m quias i ouro, èspalha-s» Gotjant o cablo: su corpo ncantado Brilha nas águas, como, ntr violtas húmidas. Vm lirio imaculado. * nada, folga, nquanto as barbatana» áspras E as fulvas caudas no ar batndo, m irrr>or Xurvanio o Ocano, m grupo o» dlfins r'-nvc' Uam-st, **r» a tu» mlhor.

5 DOTMWOO, a/lt/imi SUPI.BMKNTO I.ITEttVRIO D*A MANHA PAOIWA SU glt OL.AVO BI LA-C FRUTIDÒRO. a, livois d sr smnt humild flor, ífaitaamr «utriz da Vida omadurso,,.. solri vivi! Tnha na msmo aprço p"*,; o gozo m d» o qu mdas a dor. n, h,i o invrno dpois do outono bn/itort V! oorqu nasci, fliz porqu nvlhço. üxi tr no mu fim a glória do comço: vli m vrão chorar no dia m qu m for... náo m amdrontas, Mort! o tu aplo scuto. mnto sm mágua as sóis qu m acrcam d U, E tm trmr, ã porta, ouço o tu passo astuto. lva-m' Após a luta o sono m sorri: cairi Mijando o galho m qu fui flor fruto. Bndizndo a sazão m qu amadurci! AOS SINOS Plangl sinos! A trra ao nosso amor não basta... cansados d ânsias vis d ambiçõs frozs. Ardmos numa louca aspiração mais casta, Pari transmigraçõs, para mtmpsicoss! Cantai, sinos! Daqui, por ond o horror s arrasta, Campas d rbliõs, bronzs d apotoss, * Badalai, bimbalhai, tocai á sfra vasta! Lvai os nossos ais rolando m vossas vozsl Em rpiqus d fbr, m dobrs a finados, Em rbats d ángàstia, ó càrfilhõs, dos cinios Tm r'i! Torrs da fé, vibrai os nossa? brados! Di^a'i sinos da trra, m clamors suprmos, Toda a nossa tortura aos astros d ond vimos, Toda a nossa sprança aos astros aond irmos! AS ESTRELAS Dsnrola-s a sombra no rgaço Da morna tard, no smaiado anil: Dorm, no afago do calor fbril, A naturza, mol d cansaço. Vagarosas strlas! Passo a passo, O aprisco dsrtando, às mil às mil. Vinds do ignoto sio do rdil fj»ru compacto rbanho, nchis o spaço.,, E. nquanto, lntas, sobr a luz trrna, V < irs malhais trmulammt a flux, Uma divina música srna. Dic rolando pla vossa luz: Cuida-s ouvir, ovlhas d ouro! a avna lio invisívl pastor qu vós conduz... CRIAÇÃO Há no amor um momnto d grandza, Qut! é d inconciència d êxtas bndito: Cs dois corpos são toda a Naturza; A.< duas almas são todo o infinito. E- um mistério dé força d surprsa: Estala o coração da. trra, aflito; Rasga-s m luz fcunda a sfra acsa; E d todos os astros romp um grito... Dus transmit o su hálito aos amant»; Cada bijo é a sanção dos St Dias, E a Gêns'fulgurá m cada abraço. Porqu ntr duas bocas solú-çants R"ia lodo o Univrso, m harmonias E m glorificáçõs nchndo o spaço. REMORSO As vzs, uma dor m dsspra... Nstas ânsias dúvidas m qu ando, Ciiiíno padço, nst outono, quando Calculo o qu prdi na primavra. Vrsos amors sufoqui calando, Sm os gozar, numa xplosão sincra... Ah! mais cm vidas! com qu ardor quisra Mais vivr, mais pnar amar cantando,, Sinto o qu sprdici na juvntud: Choro, nst comço d vlhic, Mártir da hipocrisia ou da virtud. Os bijos qu não tiv por tolic, Por timidz o qu sofrr não pud, E por pudor os vrsos qu não diss! VELHAS ARVORES Olha stas vlhas árvors, mais blas daj qu as árvors novas, mais amigas tanto mais blas quanto mais antigas. vncdoras da idad das proclas. O homm, a fra o insto à sombra dis» vivm, livrs d toms fadigas; c m sus galhos abrigam-s as cantiga» c os amors das avs tagarla», Não chormos, amigo a mocidad. Envlhçamos rindo, nvlhçamos como ás árvors forts hvlhécm: Na glória da algria da bondad, fcgasalhando os pássaros nos ramos», dando sombra consolo aos qu*'p»*i** RESPOSTAS NA SOMBRA "Sofro... Vjo nvasado m dsspro lama Todo o antigo fulgor qu tiv na alma boa; Ábandotta-m a srtória; a ambição m atratçoa; Qu fazr para sr como os flizs?" "Ami... Ama! Mas tiv a cruz, os cravos, o coroa D spinhos, o dsdém qu humilha o iá qu linfama; Calcinou-m a irrisão na dstruidàra chama; Padço! Qu fazr para sr bom?" Prdoa! "Prdoi... Mas, outra vz, sobr o prdão a prct Tiv o opróbrto;, outra vz, tiv sobr a pidad la injúria. Dsvãrio! Qu fazr para o consolo? "Esquc!" "Mas lmbro! Em sangu fi o coração m scorr. Banjo os dnts, rmordo os punhos, rufo m fúria! Odio! Qu fazr para vingança?" Morr! AVATARA Numa vida antrior, foi um "shlk" macilnto E pobr... Eu galopava, o albornoz solto ao vnto, Na soalhira candnt;, hrói d vida obscura. Possuía tudo; o spaço, um cavalo, a bravura. Entr o dsrto hostil o ingrato firmamnto. Sm abrigo, sm paz no coração violnto, Eu namorava, m minha altiva dsvntura, As arias na trra c as strlas na altura. As vzs, trist só, chio do mu dsgosto, Eu castigava a mão contra o mu próprio rosto, E contra a minha sombra rguia a lança m rist... Mas o simun do orgulho nfunava o mu pito: E u galopava, livr, voava, satisfito Da força d sr só, da glória d sr tristl PRECE Durma, d tuas mãos nas palmas sacrossantas, O mu rmorso. Vlho pobr, como Job, Prdndo-t, o mlhor d tantas posss, tantas, Malsinado d Dus, prdi... Tu fost a sói Ao céu, por tu prdão, a minha alma, qu ncantas, Suba, como por uma scada d Jacob! Prdi-t... E ras a graça, alta ntr as altas santas, A sombra, a força, o aroma, a luz... Tn fost a sói Tu fost a só!... Não valho a poira qu lvantas, Quando passas. Não valho a smola do tu dó! Mas dixa-m chorar, bijando as tuas plantas, Mas dixa-m clamar, humilhado no pó: Tu, qu m misricórdia as Madonas suplantas» Acolh a contrição do máu.., Tu fost a sói Só Est. qu um dus crul arrmssou à vida; Marcando-o com o sinal da sua maldição, Est dsabrochou como a rva má, nascida Apnas para aos pés sr calcada no chão. D motjo m motjo arrasta a alma frida Sm constância no amor, dntro do coração, Snt, crspa, crscr a slva rtorcida Dos pnsamntos maus, filhos da solidão... Longos dias sm sol! noits d trno luto! Alma cga, prdida á toa no caminho!, Roto casco d nau, dsprzado rio niar! E árvor, acabará sm nunca dar um fruto; E homm; há d morrr como vivu: sozinho! Sm ar! sm luz! sm Dus! sm fé! sm pão! sm INANIA VERBA th' qum ha á xprimir, alma impotnt scrava, O ou a boca lido dis, o qu a mão não scrv? _- Ards, sangras, prgada à tua cruz,, m brv, Olhas, dsfito m lodo, o qui t dslumbrava.,. O Pnsamnto frv, é um turbühão d lava: A Foi ma, fria spssa, é um spulcro d nv.;> E a Palavra psada aba/a a idéia lv, Qu; prfum clarão, rfulgia voava, Qum o mold achará para a.xprssão d tudot Ai' qum hà d dizr as ânsias infinitas. a Do sonho? E o céu qu fog á mao qu s lvantar K a tra muda? o asco mudo? o dsspro mudo? E as palavras d fé qu nunca foram ditas? E as confissõs d amor qu morrm na garganta? SINFONIA Mu coração, na incrta adolscência, outrora. Dltrava sorria aos raios matutinos, Num prlúdio incolor, como o algro da aurora. Em sistros clarins, m pifanos sinos Mu coração, dpois, pla strada sonora Colhia a cada passo os amors os hinos. E ia d bijo a bijo, m lasclva dmora, Num voluptuoso adágio m harpas violino». Hoj, mu coração, num schrao d instas, ard : Em flautas oboés, na inquitação da tard. E ntr spranças fog ntr saudad» rra... E, hróico, stalará númflnal, nos clampr» Dos arcos, dos mtais, da», cordas, do» tamftorty Para sloriíusar ttldo «u «mou na tmi CANTILENA Quando as strlas surgm na tard, surg a *» [prança... Toda alma trist, no su dsgosto, sonha um Mssias- Qum sab? o acaso, na sort squiva, traz a mu- [dança E nch d mundos as xistências qu ram vazia». Quando as strlas brilham mais vivas, brilha a s- [prança... Os olhos fulgm; loucas, nsaiam as asas frias: Tantos amors há pla trra, qu a mão alcançai K há tantos astros, com outras vidas, para outros [diaat Mas d asas fracas, baixando os olhas, o sonha [cansa-, No céu na alma, crram-s as brumas, glam-s aa [luzs: Quando aa strla» trmm d frio, trm a t- [prança... Tmpo! o dlírio da mocidad não rproduzs! Dorm o passado... Quantos spulcros, quanta» [cruzsl Quando as strlas morrm na aurora, morr a s- [prança... ABSTRAÇÃO Iti no spaço milhõs d strlas carinhosa*. Ao alcanc do tu olhar... Mas conjturat Aqulas qu não vês, ighas ignotas rosas, Viçando na mais long altura das alturas. Hà na trra milhõs d mulhrs formosas. Ao alcanc io tu dsjo... Mas procuras As qu não vivm, sonho afto qu nâo gozas Nm gozaris, visõs passadas ou futuras. Assim, numa abstração d númros imagns. Vivs. Olhas com tédio o planta rmo c trist, E achas dsrta scura a abobada clst, & morrrás, sozinho, ntr duas miragns; As strlas sm nom a luz qu nunca vist, A* as mulhrs sm corpo o amor qu não tiosttl INTROIBO! Sinto ds vzs, ã noit, o invisívl cortjo D outras vidas, num caus d clarõs gmidos: Vago tropl, vojar confuso, hálito bijo D coisas sm figura srs scondidos. Misrávl, prcbo, m tortura dsjo, Vm prfum, um sabor, um tato iiicomprnduttx t vozs qu não ouço, cors qu não vjo, Um mundo suprtór"ãós ntêus cinco sntidos. Ario, aspiro, por vèr, por sabr, long, acima. Fora d mim, alm da dúvida do spantot E, na sidração, qu um dia m rdim, Librto, flutuari, fliz, no.tto téro, E, ó Mort! rolari no téu pidoso manto, tara o dslumbramnto augusto do Mistérlot JOSE DO PATROCÍNIO Quando, ao braço o broqul, combatias, sozinho. Calmo, o gládio imortal vibrando às mãos, crtiro. O qu bênçãos d mã ra fito o carinho, Qu ungia a tua voz, glorioso Justiciro? Trva, m cuja spssura o» sóis fizram ninfutt f oi d dníro d íi qru, para o cativiro, Saiu, como um doirado algr passarinho. Num gorgio d luz, o consolo primiro... Hoj, do mar da invja, m pão, para o tu rosto Sob o lodo... Sorris: injúrias ironia» Vão d nouo cair no podr srvdouro... E, trno, à trna luz dos séculos xposto, Ficas, ítí, qu, ao nascr, ji na pl trazia» A tmorrtloura cor do bronz imorrdourol VIRGENS MORTAS Quando uma virgm morr, uma strla aparc, Nova, no vlho ngast azul do firmamnto: í. a alma da qu morru, d momnto m momnto, Na luz da qu nascu palpita rsplandc. O' vôs,"qu, no silêncio no rcolhimnto Do campo, convrsais a sós, quando anoitc. Cuidado!, o qu dizi», como um rumor d prc, Vai sussurrar no céu, lvado plo vnto Namorados, qu andais, com a boca transbordam!» D bijos, prturbando o campo sossgado E o casto coração da» flors inflamando, _ Pidad! la» vêm tudo ntr as moita» scura*. Pidad!»» Impudor ofnd o olhar glado Da» qu fttrram «ós, das qu morrram; pura»! l -U- üs.iisdiiíiwúéj-iã:

6 : : ;s:<i-r<'rrrr: > : : A DE SUPLEMENTO I.ITFRARIO DA MANHA DOMINGO, OLAVO BILAC, n/n/)ml MORTE OLAVO Tjtt Ap ALBERTO DE D!. /_*_«- ol)ve da Raimundo Corrêa, Olavo Bi kic qum scrv stas linhas vinham citados muitas vzs Juntos m artigos d crítica, Quando com outros scritors, m uma fas d transição d nossa litratura, mprndram mlhorar no Brasil a art do vrso, ultimamnt por dmais dscurada. Unidos plo msmo idal por vrdadira fratrnal afição, qubraram-s a sta uma vz os Mams, por motivos qu não cab aqui xplicar, s parando-m u d Bilac, st tí Raimundo, sm qu ntr os três, dsfitos os laços d camaradagm, dixass, ntrtanto. d prdurar um pouco da msma stima com qu s quriam. Dcorridos uns anos, por açào do tmpo, snão dos nossos cornçõs, havndo-nos rconciliado u Olavo Bilac, pús-m um dia ntr st o pota das "Sinfonias". cingindo-03 a ambos com os braços, fiz qu por sua vz s rconciliassm abraçassm. Não si d qual dos três par tlu nssa ocasião a idéia d fotografarmo-nos m grupo, o qu logo fizmos, rpartindo dpois ntr nós doz xmplars d rtratos ntão tirados. Sis anos dpois morria Raimundo Corrêa. Morr agora Olavo Bi lac. Fiqui só, st forcado afastamnto dos mus mlhors amjgos, sta solidão m conturba o ânimo o assom- For vr nvr! Nvr for vr! palavras m qu Longfllow qur vr, m oposição ao dsngano formal do "nunca" nsta vida, a crtza do "smpr" alm dla... Mu -qurido Olavo Bilac. tu t Raimundo fos ts-vos 'ambos ao sntirds rsvalar do zènit glorioso o sol m dclínio. Não si s val a pna vivr dpois dssa hora. A posia da tard ê trist, ou já não é snão mia posia. A graça, a lvza.spiritua], doçura frscor, paixão ntusiasmo, são da manhã ou do mio-dia. Faz-s, dclama-s ntão o madriga] ou a od. o r início ou canto ral d vitória. Dpois comçam as.somfcras a cair dsd os artos monts. tudo é saudad, «ju é também sumbia. E' agora a vz da lgia, da nênia aos sonhos mortos, às rosas da ilusão cisfolhadas. Spultariros d nós msmos, qu prazr havrá m prossguir assim a jornada, nir inscriçõs dc lousas, salgui ros ciprsts? Não chgasts a stas sombras xtrmas; fos ts-vos ambos com mais d mio céu banhado ainda d sol. Flizs os qu morrm ants qu s lhs nturvm os olhos, noi tcndo. Mu qurido Olavo, mu grand Bilac, mu útimo companhiro dsaparcido! a mor- {Continua na pág. sguint) TRISTÃO DE ATHAYDE OLAVO BILAC Twd 307 pgs., i. Ul. Francisco Alvs Rio, 191». Como havmos d scrvr sobr st grand livro Tard, d comprndr a volução qu l rprsnta, sm rcordar o primiro volum do Pota? POESIAS Era sl o nom singlo sob o qual Bilac runia m 1883 a sua primira msí. Mas não ra nlão B'lac um parnasiano? E com a tradição dos Emaiix ft Carns, Cariatids, Stalactits, poèms Antiqus, Ponts Br.r.r.rs, L-s Trophés, limitou-s a batizar os tus po?ira*^ com a nalurrlidtc d um clássico. Quul ra o cànon do puro parn:t-n'r:iio? A art suprior ao sntimnto, o amor,das tornias chias das rimas ricas, a ciênc a da fatura, inspiração clássica ou xótica, améncia d moção pssoal. Na Profissão d Fé, datada d 1886, com qu Bilac abria o su livro, scrvia; Torc, aprimora, alíiu, lima a /j-ü.sc, c. nfim; JVo vrno d ouro ngasta a rima como um rubim. para trminar afirmando: Caí u também sm sprança. Porm tranqüilo. Indu au cair, vibtavdo a lança Em prol do Estilo! O pota acompanhava, naturalmnt, a ração, qu nas ltrás francsas, dsd s dsnhava contra o romantismo. Influnciado pla posia d Banvill. Gauthir ou Lcont d ['Isl lvado, plo su instinto d artista, a ragir contra o dsconcrto dos nossos românticos o mau gosto do "cintificismo". Bilac lançou-s na rforma parnasiana, com l M.ichado d Assis. Tófilo Dias, Luiz Guimarãs, Raimundo «ria. Augusto d Lima. Albrto d Olivira. E' possivl qu c-sa mocidad ardnt, qu vinha -vibit.r l -< «. láív.v ri wwzv&mr -. bra; mas na fotografia qu tnho dos dois a lança m prol do Estilo", s companhiros julgass m parnasiana ou imp.iv.iu' L> i;,ro j é mu qu nunca alcançou nm uma nm outra coisa. gabint d studo, Os para ^TT nossos chamados "parnasianos" os nunca quais olho mais saudoso prdram o lnismo na, qu tural. a solicitação nunca, dos sntidos, vjo-m o ao lado calor.stuant. d Basta lr &&& ambos quro acrditar os po mas da trra, do mais qu. como joalhiro dls Albrto d Oli-» ã Hc Olavo Bilac, d. Dl/inii Bclmira vira los Guimarãs l há tmpos sucdra, a para nos convncrmos d sparaçáo d agora srá qu ntr nós nunca xistiu, como scola, o -parnasianismo". Em Bilac transitória quas não passou da mltiva Intnção. D também... qum ra a própria pígraf qu pscih,.,,,,., manira do pota. Era l. d fato, um -visualista" scolhia para ra prtxto sua Entr os pomas d Longfllow há um m profissão d fé? D Vitor Hugo. Ao corrr para a vocação dr cors d luzs, d cí d^ mnt a art «"Púsculos supra o sntimnto. macios, A forma qu um é cíiidadamk srs -T8' d pdrarias, d brocac! grand dma-ia. rlógio da As rimas scada são d um complmnto antigo natural T Cai?tava do T*m. vrso, Jaidms a ~M ^ vida", da vida qu é cor. castlo dia não o su objtivo. noit s faz ouvir, Não s lh prfum, ants d sr dor distingu a poética por virtúo pnsamnto. Sus quadros clãsv-a como grdando a todos, sidad xccionais o Julgamnto ants d Frinéia, qu ntram por grand simplicidad o Sonho na fatura d Marco Antônio Sr ou sam, ou A moção pssiam plo vaspssoal é a nota quas constant do livro," ainda "nãs lm \mbiènt PT "V/ '"' to salão: dscriçõs. Os tmas ra ^"- w' Zt T ZT-?* clássicos não absorvm a inspiração, qu J 1 ao tosq,tr t as "'* COl0rlí1''b' s stnd sm sforço aos motivos nacionais mminmi. n,«_ uumjurjar ssas lias For vr nvr! passionais ou cotidianos. Kvr Mais do for vr! qu um visualista, porm, foi Bil ac um "snsi Qu fica para o "parnasianismo" nss acrvo A ss "smpr" d atributos Snsibilidad simpls é a nota quo s a ss simpls, rpt naturais, líricos, m suas i nacionais 'v, "nunca"! qu caractrizam a poética mlras produçõs. Povoa o ambint d sus rptidos como primiros stribilho, associa o pota amrica- nos do primiro livro do cantor dc Frnâo Lm? S -parnasla- da grand maioria dls, uma moção foram François muito natural T Cop ou Sully Prud'homm. guardadas as tranqüila, sm arroubos nm amarts no as altrnativas d O dor pota nio tm, praír, d vntura infortúnio, C fntrt5 proporçõs com st ultimo podmos ainda concordar m in- cpõs torturadas nm momnto, d' psicologia aguda : "a 5,' la: ~ada,mais- Das influências as spranças d outra xisténcia. À prgunta fita í ÜIÍ,,?1 s- pnsamnto poético ainda s não alça além d algun u tranhas qu rcbu a sua primira fição poética, diss-o com primordiais, qu giram m torno ao rlógio acrto o mais do rcnt amor talvz tma o mlhor cntral d nossos historiadors sobr s ainda nos tornarmos litrários- -um pouco d xolismo baudlairiano, muito da a vr os qu nos graça Bilac sparamos, m não fo> um pota xcpicional: foi um pota ami do rnascimnto italiano spanhol uma lv tinta d H- Comçamos por ama-lo ants d o admirai-mos Sua.põs a [ vindo a hora da mort, o vlho rd'a'\ qualqur coisa dssas harmonias largas mlodiosas pêndulo rspond com o msmo rfrão: qi; E;l primiro livro d Bilac é um cântico dos sntidos. Não Parcm um tanto triviais s as ouvirmos a frio c distingu a fantasia, a Quando inspiração filosófica não o prturba davia. uma moção nos prnd, a mlodia suav siropls < o sofrimnto apnas aflora: o pota é scravo dos sntidos, d da m nós um mundo d sntimntos. "La poési n s pa todos ls mormnt da visão. Bilac foi um snsualista ral, P0'nt d'émotion: l roman d'imagination" E>sa snsibiivv bm «ju um sxuahsta virtual. A mulhr, a carn, as noi- natural d Bilac. toda d moçõs íntimas normais a lu ts d amor, os furors as lassidôs vivm-lh apnas na lidad com qu l a xprssa por uma forma simpls i imaginação. Bilac foi um sxual como Eca d Quiroz um l- gant, foram talvz o sgrdo d sua popularidad Um tant: por ingnuidad. O Eça ra um burguês pacato sim- êxito unanim, não lh vio tanto do snsualismo snão dnqu pis. qu s dslumbrou com o fausto o' gosto d Eduardo sntimnto spontâno fácil dos sus vrsos 6 acordo i Prado, pos-s a compor, com amor mal vlada admiração fit0 tr o pota natural artista dc gosto a massa - tipos como o Radiqu ou Jacinto. Ess nâo ra contudo o su E<*n', sm sabr dizr, moçõs simpls fitio simpls médias satírico, Qualquj vazio d rquint. nós. vndo o pota xprimir com doçura rcato B ist.) Da-s outro tanto com o sxualismo d Bilac. S não pa- mundo íntimo suav, dl s acrcava confiant Não m- «rcia um casto, ra um rsrvado, um prudnt, um discrto, " <* qu tnham sido "Satânla" ou "Bijo Etrno" a lh " ' cuja boêmia sc limitou a adolscência, ants fora d spírito Carm o brazão d Princip, snão: Via Lácta Nl IV'""" qu d carn. O amor plo amor físico não lh ra congênito Camin, Virgns mortas. Numa concha para apnas. _nao virtual. El apnas invocava o qu nào quria vivr clonar as mais mmoradas. Essa popularidad foi para o ' Baudlair tv o sxualismo solitário do sgotado: Bilac o do * paraíso intimo, qu l xprimiu maravilhosamnt nu mgnuo nto "Consolação", do su último livro- _ lh ra apnas dc imaginação o sxualismo, foi o pota um snsualista profundo- Rduziu o mundo aos sntidos, prcorrndo-lhs a gama in- QuTuma tha iz','it,i5 TT*'''', Casto, snsívl, íntimo, m -Ida". "Dormindo",""- rtlt^tr^z "cansai"' su lho, sus vrsos gmiam d volúpia, ardnt ' ou sutil, nos d- Talvz ao sn dsrto algumas flors liciosos^-trcttos", na "Tntação d Xnócrats", m "Numa concha'", na "Volta do bail", O pota ralizava ssa dualidad "s tník'nt;ias parnasianas d Bilac manifstavam-sc. i sacnlga d um snsualismo mixto d santidad. El osci- vzs' na scolha dos assuntos mais frqüntmnt nn lava ntr as papoulas os lírios. Não havia nl somnt uma pl:,s Pa'avras. O vrbalismo foi um dos sus caractrs.-, tndência para a candura, snão a' coxistência d stados d tlari0f- O som, a cor, a luz dos príodos são comuns m alma angélicos a nostalgia da volúpia. Ld, por xmplo arl«como naquls trctos da Tntação d Xnócrats: pomto A m calar-s. Dissmos "Sacrilégio": Como ê chirosa a sua carn ardnt.' Tcco-a. sinto-a ofgar, ansiosa louca... Bijo-a, aspiro-a... Mas sinto d rpnt, As mãos gladas glada a boca: Parc gu uma santa imaculada Dsc do altar pla primira vz, _.' pta vz prijnira profanada Tm por olhos humanos a nudz.,. alma quria spiritualizá-lo, sm qu a carn consntiss qu a "visão" ra o sntido dominant na pri- Pndnts no ar. cm nuvns dnsas, vários Qunts incnsos indicas quimando Oscilavam d lv os incnsários. Tibios flautins finíssimos gritavam- E. as curvas harpas d ouro acompanhando, Crótalos claros d mtal cantavam. E s lmbrarmos o ligiro toqu d nacionalismo qu cvflulu do Indianismo ao bandirismo, trmos sboçado o pcrlu Oo primitivo Bilac, tal como s nos assmlha. Como caractrs ssnciais: snsualismo snsibilidad constants; facilidad visualismo. Como caractrs scundários um sxualismo virtual vi-

7 ' ,. -.,;, v-..ç;r--v;- '... ; - i.:.r\'-.?r.':?? -"..;,-..-. ;... çarr. ;ç,., t:m,.-í;...«r,jçmr;çr-^í 0OMIN0O. 8t/'«/iMi KUPMMUNTO LITÍHíUUO) D-A MANHA PACINA»1«POETA - Tristão c/ Athayd bra"" pan, i jrballsmo; tintas d nacionalismo vagas influências fara longos pomas do pota, m sua antrior manira. Snii ms Alguns lustros mais tard, morto o cantor, vêm l~s a procupação do rsumo, da (ras rica, da palavra chia. a luiu,: os sus últimos cantos "Tard". Não há rtórica. Com qu amor dixou o pota a tua posir» dscansar longo tmpo, rvndo-a rtocando-alo pnsamnto ganhou m podr alcanc, mas a posia prdu, m part. aqula facilidad, qu ra um dos apanágios d sua * populari- T A R D E da.. Bilac caminhava para a obsssão, da palavra qu prdu Maliarmé Pirr Louys. E' crto qu nst livro apnas s. urros póstumos são smpr dolorosos. Crca-os um halo " A"1 sintomj3 »'. m "Crpúsculo na mato", "Bndi ',,,rio um bafio do Alm. A prsnça do Autor é mais clt "A ralnha d Saba"' "Natal", "Tar". : ialvz porqu impossívl. As blzas, qu s nos d- A xprssão um pouco rtalhada, uma adjtivacão xmdixam-nos uma lágrima d saudad, os dfitos u:n püficação por vzs xcssivas, não diminum as qualidads dc ni1 nos mudc. Lmos com amor submissão Quando força d alcanc qu o sprito d sínts troux à posia dc,c foi um pota, vivu ardntmnt, cantou a vida, o Bilac. : tni, a blza a mlancolia é maior porqu mais fundo O patriotismo, qu nchu os últimos anos d Bilac, qu.,riíii.'. Os potas trists são irmãos da mort Iju os li- lh brotara fortmnt dpois da stada m Ouro Prto, m para os potas qu amam a vida é a mort a injúria lp'93. até frutificar nas campanhas qu prcdram sua mort i,:i Bilac foi um pota ardnt, mas não rcbu a mort <" lh gran^caram um novo titulo à nossa gratidão, ss snti- Ynimifça snão como prêmio amargo ncssário. Rc- mnto d -nacionalismo" patriótico tambm inspirou algumas Võria jovm do sol no brço d ouro t chama* Atoa! natal da luz. primavra do dia. Nti<i t amo! nm a ti, canicula bravia, Qu a ti msma t strus no fogo qn drrama. Amo-t, hora hsitant m qu $ prludta O idáqio vspral, tumba qu t rcamas /> luto d splndor, d crps aunftaman. Moribunda qu ris sobr a própria agonia. Amo-t. á tard trist, ó tard augusta qu ntr ü-i rsrimiroê clarõs da» strlas, no vntr. Sob ou véus do mistério da sombra orvalhada,. Trazs a palpitar como um fruto do outono. A noit, alma nutriz da volúpia do sono. Prptuação da vida iniciação do nada... 0 pota rsum o "Ciclo" d sua vida m um sonto admtlavi onda rssaltam os quatro momntos trnos do homm. -Sonhar, amar. pnsar, lmbrar". Nss ciclo, qu part da ilusao crara chgar a rcordação, o pota nfixa as suas atitud» ricas iras prant a vida. Snt o fim qu s avizinha corr os olhos sobr a xistência m um longo olhar d lucidz. V*» rliiiu qu o crca 'prptuação da vida", mas conhcntlo ji dor. comprnd a rolúpia qu há na "iniciação do "."' tiact. - Entr.._.._ a" saudad -_-- satisfita _'-"" do qu foi, a sprança ía ' ' çrõcía qu o há d " imortalizar, '"" ""*"* o pota pod ~"i>-»r ralizar * a sr- s rnidíd com qu vai ncarar as coisas trnas, os mitos su Acadmia irá para o tu lu- Em mu coração mu spirito é qu com a tua mort há um vácuo im prnchi vl, ond apnas cab, alongandos m sua projção trist d i pé, ncarou-a d frnt. Nm por isso dixa d to- produçõs dss livro maravilhoso, mormnt aqul sonto dsconforto mlancolia, a tua,, \ litura dos sus últimos pomas, frutos suprmos d prfito "Língua saudad! portugusa": uvor amiga, a cuja sombra s abrigou Dzmbro a nossa d adols-.-èn." i E o crítico, scravo do su dvr, há d squcr a sua Ultima flor do Lãcio, inculta bta 1,,,,-i,!,.'. calar o su coração? Por qu?. E's a um tmpo splndor spultara: NOTA A PROPÓSITO DE Ouro nativo, qu na ganga impura ',,ih- amou ardntmnt a vida. A glória da naturza A bruta mina ntr os cascalhos vla... MACHADO DE ASSIS.. nim.<l)r dos sntidos nchram a sua mocidad. Mas a vida,).';;,ihío túmulo dos ntusiasmos qu dsprta. O tmpo Amo-t, assim, dsconhcida obscura. (Do Rgistro) iir,,'i.rj'.ulors algrias, transfisurando-as. Bilac vivu, vivrc-i..libiti lntamnt à srnidad. Su último livro é quas Qu tns o trom o silvo da procéla, Jacob", do mu qurido mstr Tuba d alto clangor, lira singla, Rlndo sta noit "Esaú í; o arroto da saudad da trnura! Machado d Assis, umo jíuiila da razão sobr os sntidos. Não qu o pota s jiqui algum tmpo vocando tnii..l-u'i!i d snsualista m pnsador. Bilac dsconhcu a concpção, a o Amo o tu vigor agrst o tu aroma. assunta a tn.;1;: i do pnsamnto ou, plo mnos, nunca a rvlou. forma d todos os D virgns slvas d ocano largo! romancs, contos?iovslas, Ilumina st su último livro uma luz suav d tristza aitu,-'., v - Amo-t. ó rud doloroso idioma. qu l tm náo chga a martírizã-lo nm a amargar-lh o spir.i,i z>x nobr tristza vm mais da snsação qu da co- Em qu da voz matrna ouvi: "Mu sobr st publicado, mditando filho!9* ponto: como, graças «it.! >. r, bm qu nst livro haja sontos d pnsamnto supr:!.!- in tocam a O E m qu Camõs chorou, no xlio amargo, ao talnto do scritor, a vida prfição. gênio sm vntura o amor sm brilho! carioca, sndo uma vida cosmopolua sm originalidad, srv 0 u-.itr ssncial d "Tard" é o "prsonalismo". A indivi.!.; '.li üd do autor stua d principio a fim, ainda nos O livro pornii.í A piuamnto mais lvado, d inspiração mais objtiva. através as tndências qu obsrvamos, ntr um nacionalismo litratura originalíssima... vai subindo lntamnt, por uma ascnção gloriosa d bas para a criação dc uma E,í.st' ^rim.snto não amsquinha snão rlva a sua art. A sauíu,í U adolscência, a dcadência física a mort arrancaram canto final do Amor da Mort. El coroa a tua obra irmã- como no Sul, o Rio d Janiro ma:s ralista, o prsonalismo ma_s lvado mais nobr, até o Em todo o Brasil, no Nort ch '>» > i. os mais nobrs lvadas cantos. A visão da nando os dois xtrmos d sua vida: o -amor" qu lh nchu não própria vi.ii r pa.-sa, com la a algria da vida, amortc o fulçor a xistência du-lh a primira colhita poética a "mort é jnutio amado: na opinião d todos os provincianos, o Rio do> [;i.üu:jos ds sua posia clara vigorosa, instilando-lh uma qu xplica domina a sua mss drradira. A idéia da mort d Janiro não é Brasil: é um -av;-. Lui" trist nobr. Não s rvolta contra a sort, cot;- próxima ncssária povoa ssè livro d nobr inspiração. Da. ponto d runião comrcial, tu, :.unido, contra a mocidad alhia, contra a ilusão: o lh uma tristza gravo, uma saudad sm fi, uma força d uma vasta Bolsa m qu iodas.ü).' "Alio d sua própria vida comunica-lh uma srnidad pn.amnto d xprssão dsconhcida ao su stro. A saudad do amor a sprança na mort trazm-lh uma srmds s confundm, uma cidad as raças todas as nacionalida- su;i-'i.'-', O spírito vncu a carn, obrigando-a a amar o dad pi,..nu mal qu a corromp: qu moldura rlva ssa floração magnífica. Srno sm carátr próprio, uma cos- porqu confiant no bm qu fz sobr a trra, tranqüilo porqu finda a sua missão, o pota pod coroar a sua obra consss sontos prfitos qu são -Consolação", "Estuário", oi "Eutanásia" qu transcrvo: Ants qu o mu spirito no spaço Fuja m suspiro téro vago fumo. Em vrsos spranças m consumo, E spalho sonhos plo bm qu faço'. Até no instant m qu sguir o rumo. Paru o sono final no tu rgaco, *ó trra, sorvri no xtrmo passo. Da vida m fbr o capitoso sumo. Sfa a minha agonia uma cntlha, D glória! E a mort, no mu grand dí*t Pairando sobr mim, como uma ablha. Sja o mu grito d última algria, O mu bijo suprmo flor vrmth* Embatsamando a minha boca fria! ni CONCLUSÃO Disputam-s,,,,, m _... todos nós, ou - - s harmonizam. «s tr.- dên^àtrêcèbidas as spontânas. Léon Daudt, no su curioso nsajo LHérdo", iniciou um studo intrssant dssas duas prtmm)-., os lmntos as idéias. prsonalidads, o -moi" o "sol", qu coxistm m nós formam conform o grau d prdominância, o carátr individual v> cantar os lmntos primários ou drivados da naturza podmos ncontrar, m sua obra litrária, forts vstígios d náo o conduz o pnsamnto filosófico snão a msrma snsibi- ma tal luta. o pota caminhou lntamnt da Raça pari o Ucl. r :,. bm qu mais tmprada tocada, às vzs, d um mmi dos caractrs rcbidos para o carátr pssoal.!,.«r-vivr d snsualismo Em mio à suav tranqüilidad Dominado, a princípio, plo instinto, modlado plo mio, Cos,.ntos d moção saudad, á virtuosidad d crtos p0tando involuntariamnt ao sabor do ambint. Bilac compo.ii«vocativos d sus pndors parnasianos, ond nm çoll por,*,. 0 vículo d uma inspiração coltiva. Era su stro smur é fliz surdrnd-o uma -Cilada" dos sntidos, mira- a condnsacão d um mundo d posia do instinto brasiliro p.:, dos ansios d outrora qu o "com prturbam o prfum, Fica patnt ssa obsrvação da litura do su primiro volum osl,'-,,cio a sombra" E' lv fugaz o toqu da adolscência d vcr30s. Abriam o livro vstígios d indiaiusmo litrário da O -.[...o nobr crav volta a nchr ssas páginas sobrba* é oca a tcrior. Pod-s até dizr qu sss pomas sao o fc- - "* i_ - : -«Vmiffi-k rlrric í>i>'... ti pnsa, por vzs o pnsamnto vai ao fundo das coifc's. rom um raro podr d pntração. Ld sss dois admi- taíio do indianismo. tavi-u sontos: "Diálogo" "Dualismo": A MORTE DE OLAVO BILAC {Continuação da pag. antrior) t a ablha d qu? talas m um dos tus últimos sontos * colhu-t o drradiro bijo, cmbalsamando-t a boca fria, mas não t afastou dos mus olhos, nm dos d tus outros amigos, nm dos d todo o nosso Brasil, qu t sat dc cór os vrsos os há d rptir, nquanto houvr aí mmória d homm, Não si qum tão cdo trá mãos para lvantar ssa lira d ouro marfim ora qubrada contra as arstas d um túmulo. Não si qum lá m nossa mópolis imprcisa vaga... Não contsto isso; apnas contsto qu um scritor carioca, dscrvndo a vida do Rio da Janiro, sja fatalmnt forçado a scrvr livros sm origtnalidad. A vida do Rio é, na ssência, igual à vida d toda* as outras cidads, um tcida d ambiçõs, d intrsss, d vícios, d virtuds, d prazrs, d sofrimntos, d trabalho, d inquitação moral. Nâo s pod xigir qu um scritor, mudando d sangu d nrvos, anul a influência do mio m qu vsv, narr coisas qu nunca w*«, costums qu nunca obsrvou, paixõs qu nãj pod comprndr. Tal scritor do Mar<tnhâo, do Cará, ou d Minas, como Colho Ntto, Domingos Olumpio ou Affonso Arinos, vos dará um romanc m qu a vida "vaquana" do srtão maranhns s splh, ou ond o Cará palpit, com as suas scts os sus martírios, ou ond s fixm a bravura, as suprstiçõs, a simplicidad da gnt minira. Qu vos ha d dar um sc.itor do Rio ' Janiro, snào a vida da rua do Ouvidor, do Tatro Lírico d Bota^fogo? Mas. s ss scritor tm talnto original potnt, os sus romancs, como os d Machodo d Assis, dsvndarão na v»da cosmopolita da c'dad aspctos matriais morais nu ninrfum ff no sopé do mont, ra d vr rguido dscortinaria va vfdn d Roma, O vulto d Tapir... Insprado um ruído d Vsboa ou d Pvris. O amor Niit-i s fjom nm és mau: és trist humana, Sco, surdo soou, o corpo do Gurriro ê um só, uma só c a tolic huw.ana, as ruas, tr? casas as Vmn ansiando m maldiçõs prcs. D súbito rolou plo dspnhadiro... Crw.M s, a ardr, no coração tivsss E o silncio otitra vz caiu. almas tm afinal a m*ma natur tn m todas as cidads do O túmulo o clamor d um largo ocano* D nvolta com Tacir, rolavam J. Jucá, Pirama Pr!, para mundo. C^m os mn-m^s cnarios, Pnbr, no bm como no mal padcs; vivr apnas na mmória dos pôstrs Dss falso nacionalismo passou o pota à posia acadêmica, qu lh não E. r-úanão num vórtic vsano, porm, com os msmos convinha vrsonagns. com as nv-imas Osclas ntr a crnça o dsngano. à wiva stuant, logo assomou-lh a vrdadira fição d "arxõs. farm-s cm mil dramos divrsos. Entr spranças dsintrsss. sua naturza: o canto dos sntidos da mais pura snsibilidad so mais ardnt snsualismo. Vibram-lh todas as cordas, at A litratura d Machado d Capaz d horrors d açõs sublims. Nao ou o pota crscu, solicitado pla sua pátria, sntido plossus contmporânos. E fcha o livro ss poma d podr Assis roll-a o milagr d criar, ficas da virtud satisfito. Nm t arrpnds, infliz dos crims: vibração O. Caçador d Esmraldas" nr> Rio rfr? J"n'ro, y.wwtos morais. "stados?*, alma", asn- ond o pota usou no prpétuo idal qu t dvora. todo o calor d sua siva ond o falso nacionalismo dos indios cd ao nacionalismo mnos romântico dos bandirants. ditos. E isso prov mnis uma ctos so1 nis absolutamnt '"-- Rsidm, justamnt no tu pito Un dmônio qu rug. um Du' qu chora. Ess primiro livro d Bilac du-lh a grand popularidad qu aliás, não foi dsjada nm provocada. El s imps- v- nu a msma vatrão ê snt^da vor cm homns, d cm oroú sua arl ra sintônica com o mio. A facilidad, - -=, Dsss dois sontos d pnsamnto vigoroso, m grard_ tormas difrnts. norqltl cãda hom?m trai dntro d si «""o o livro, rssalta Kanídad' alcançada, a suav snsibilidad cortada d ímum outro carátr da ultima manira po- '" i l - Bilac: colorido ardnt ou sbatido das o "spírito d sínts". Ess pndor, s lh du ^m^m, o coionao aranv uu*»u»,... > ««vura vocaçõs, o uma h*'mnnfd"dc vrônria, nu "»r v,.*.., um podr até ntão dsconhcido, outras tambm lh rbalism0> todos as dons mau agudos do pota adolscnt furou a inspiração, vlciando-lh a xprssão. -Tard nnirii t *irl:ti*.mnt Igual ê um icontinua no pág- 441} humanidad dos outro*... B. <"vro concntrado. Há sontos, há frass, qu dariam matéria......^h^úimisêmâ

8 PAGINA 440 SUPLEMENTO LITERÁKIO D'A MANHA DOMINGO, 88/12/is,, A r ^^&. wa ^m Vm rtrato da mocidad d Olavo Bitac "V""'-''-*- * *^''-" ALGUNS SONETOS DA IV Oomo a florsta.scular, sombria, Virgm do passo humano do machado, Ond apnas, horrndo, coa o brado Do tigr, cuja agrst ramarla Não atravssa nunca a luz do dia, Assim também, da luz do amor Tinhas privado. o coração rmo fchado, Como a florsta scular, sombria... Hoj, ntr os ramos, a canção sonora Soltam fstivamnt os passarinhos. Ting o cimo das árvors a aurora... Palpitam flors, strmcm ninhos... E o sol do amor, qu não ntrava outrora, Entra domando a aria dos caminhos. Em mim também, qu dscuidado vists, Encantado aumntando o próprio ncanto, faris notado qu outras coisas canto Muito divrsas das qu outrora ouvists. Mas amasts, sm dúvida... portanto, Mditai nas tristzas qu sntists: Qu u, por mim, não conhço coisas trists, «Su mais aflijam, qu torturm tanto. VI Qum ama invnta as pnas m qu viv: E, m lugar d acalmar as pnas, ants Busca novo psar com qu as aviv. Pois sabi qu é por isso qu assim ando: Qu é dos loucos somnt dos amants Na maior algria andar chorando. rs D outras si qu s mostram mnos frias. Amando mnos do qu amar parcs. Lsam Ludas d lágrimas prcs. Tu, d acrbas risadas ironias, D modo tal minha atnção dsvias, Com tal prícia mu ngano tcs, Qu. s glado o coração tivsss, Crto, qurida, mais ardor trias. Olho-t: cga ao mu olhar t fazs... Falo-t _ com qu logo a voz lvanto! _ Em vão... Fings-t surda as minhas frass. Surda: nm ouvs mu amargo pranto! Cga nm vs a nova dor qu trazs A dor antiga qu doia tanto! X Dixa qu o olhar do mundo nfim dvass Tu grand amor qu é tu maior sgrdo I Qu trias prdido, s mais cdo Todo o afto qa snts s mostrass? BIBLIOGRAFIA DO POETA Olavo Bilac dixou as scguintcs obras: 1 Posia: rosias, Em 1940 stava na 18." dição. Posias infantis, Tard, 1919 (Publicação póstuma). Sagrs (commoração da dscobrta do caminho da Tndia) Prosi: Crônicas c Novlas, Critica fantasia, 1904, Jucá Chico, histórias infantis, Confrências litrárias, Ironia c Pidad, A dfsa nacional, Últimas Confrências DiscursoSj Dixou cm colaboração:. * '0>:.O0.- '*vo:- /ppp.p:p'r-lpip Com Colho Nto: A 1rra Fluminns, contos, 1898; Contos Oto Jrctxti. * pátrios, 1894; Tatro infanta, Pátria Brasilira, Ot%tJdJL Com Guimarãs Passos: Tritlmlo dc 1'ci-silicacio, Com Manul Bonfim: k»'. a Am,- i Livro di- Coi-.ifosicãc, Rtrato dc Olaro Bilac tirado m ISSS. olrado a Olivira, Albrto m maio il daqul ano. Livro d Li-ilnra ^^-^ "'Í'' ',"""',f ' lap n"m """"" - '1 é «""s Õ s'r í * U sr. illm numrosas lonlcs colai». publicou, coltâna <lc trabalhos liumoris- ru-õs Ha cm alguns folhas,1o Pi anos, o - 0/ Bi- tis,1o Krm,l,,da. rcollu- «o PaX ' * "VIA-LÁCTEA" Basta d nganos! Mostra-m sm mdo Aos homns, afrontando-os fac a fac' Quro qu os homns todos, quando u Invjosos apontm-m pass com o ddo. ' Olha: não posso mais! ando tío Dst chio amor. qu minhalma s D consom t xaltar aos olhos do Univrso... XIV Ouço m tudo tu nom. m tudo E. o liolatgado d calar tu nom, Quas o rvlo no final d um'vrso. Vivr não pud. sm qu o fl Dss outro provass amor qi nos Porqu prvrt o nganahomm sou. homm mo Virgm há d todo qu pass pla vida humana. Como tanta srpnt, atrai c Dntro profana da alma dixi qu s abrigass? Forqu, lvado dc uma sd. insana, A impuros bijos ntrgui a fac? ' Dpois dos lábios sôfrgos ardnts Snti duro castigo aos mus dsjos O gum fino d prvrsos dnts... E não posso das facs Apagar poluídas os vstígios dsss bijos E os sangrntos sinais dssas fridas! XVII Por stas noits frias brumosas E' qu mlhor s pod amar. Nm uma qurida» strla pálida, Entr prdida a névoa, abr as páipbras mdrosas... Mas um prfum cálido d rosas Corr a fac da trra adormcida- E a nvoa crsc,, m grupos rpartida, i-nch os ars d sombras vaporosas; Sombras rrants, corpos nús. ardnts Cirns iascivas... um rumor vibrant D atritos longos d bijos qunts... E os céus s stndm Da palpitando, tpida chios brancura fulgurant D um turbilhão d braços d sios xxn Tu, qu no pgo Impuro das orgias Mrgulhavas ansioso dscontnt E. quando á tona vinhas d rpnt Chias as mãos d ' pérolas trazias; Tu, qu do amor plo amor vivias, E qu, como d límpida nascnt, Dos lábios dos olhos a torrnt Dos vrsos das lágrimas vrtias: A BOOAGE OLAVO BILAC Mstr qurido! vivarás. nquanto Houvr qum puls o mágico instrumnto E prz a língua qu przavas tanto: E nquanto houvr num ponto do univrso Qum am sofra, amor c sofrimnto Saiba, chorando, traduzir no vrso. XXIX Por tanto tmpo, dsvairado aflito Fiti naqula noit o firmamnto, Qu inda hoj msmo, quando acaso o Tudo fito, aquilo m vm ao pnsamnto. Sai, no pito o drradiro Calcando grito a custo, sm chorar, violnto E o céu. fúlgia plácido infinito, E havia um choro no rumor do vnto... Pidoso céu. qu a minha dor sntist' A áura sfra da lua o ocaso ntrava, Rompndo as lvs nuvns transparnts; B sobr mim. silnciosa c trist A via-láta s dsnrolava Como um jorro d lágrimas ardnts. XXXI Long d ti. s scuto, por vntura. Tu nom qu uma boca indifrnt Entr outros noms d mulhr murmura, Sob-m o pranto aos olhos, d rpnt. Tal aqul qu, misro, i-oírc a tortura d amargo xílio, tristmnt. A linguagm ratai, maviosa Ouv, falada pura, por stranha gnt. Porqu tu nom para mim U é o nom uma pátria distant idolatrada Cuja saudad ardnt m consom. E ouvi-lo é vr a i ma primavra u. a trna luz da trra abnçoada Ond ntr flors tu amor m spra. XXXV Pouco m psa qu mofis sorrindo Dsts vrsos puríssimos santos: Porqu, nisto dc amor Íntimos Dos louvors prantos, do público prscindo Homns d bronz! um havrá, d tantos, (ralvz um so) qu. sta Aqui paixão sntindo, dmor o olhar, vndo mdindo O alcanc sntimnto dsts cantos Srá ss o mu público. E, d crto, Ess dirá: "Pod vivr tranqüilo Qum assim ama, sndo assim amado!" E, trêmulo, d lágrimas cobrto. Ha d lastiínar qum lh contou aquilo «Ju num» ouviu com tanto ardor contado.

9 ..;-,.,-ya^^nvrr-tà.-,,, ;,-.!..,.,:,, : :",,;,,-: - : :; *-r* :, ;-.;:».. '* > m"í>«;. am_s:,-^--a --a"-.- : -;.: -- ' 1 DOMINGO, 28/13/1941 CORRESPONDÊNCIA DE Carta tl Olavo Bilac ESCRITORES a Virinto Corria ItAA* C^vJ»*-" 0 ^b» 0h*a~U.^ «4-*_t«frJ- CuJUt*/* _. 0L.-& kf/vr*. Ir * < S </«-< (Ry_<"^_. o K Ar- Vt^jutv^fâ 1^ /'A*» «,., í^^ ia*au*à Oídvo Bildc, poto (Continuação da pág. 439) vinli -m-lh da raça. As qualidads pssoais d scritor, a lpãncia da forma, o quilíbrio, oj sgrdos cia fatura, uma crta aus1 i-.-.d, por vzs mal vlada, as aspiraçõs inconfssadas, o in, i nto nacional, tudo o qu d pssoal troux à sua arl - ;: li dsprzado ou ignorado por aquls qu sntiam sm an* -: o foco da moção. Considradas as propridads do n, o.ambint foi, talvz, no su tmpo, o mais nacional d nossas potas. Pota nacional é ants o qu possu os dons da ain;*.atiicia do qu o cantor d pssuntos nacionais. Potando d Frinéia, Xnócrats, Nro ou Marco Antônio, Bilac foi nacional prio dons d snsibilidad fácil, d snsualismo ardnt, d lirismo da alma brasilira. O último livro d Bilac é o triunfo da prsonalidad sobr c mio. O tmpo acusou-lh as tndências individuais: o orgulho nobr, nacionalismo, gravidad trist, spírito d sínts qu libro d xprssão. A siva dss livro é mnos ardnt qu a do antrior, mas d um vigor mais profundo. A inspiração é mnos spontâna mais lvada. A algria dos sntidos, qu outrora dsprtavam a vida, sucdu uma nobr mlancolia, mista d saudad do amor d sprança na mort. O pota sntia a mort pró xiina a visão do grand passo du-lh ao stro uma svridad stranha, raramnt cruzada por ondas impalpavis d prfums, d mocidad. d dsjo. O livro é d mnos vibração, s bm qu d maior alcanc O pota crscu, os tmas são d humanidad mais simpls trna, a xprssão mais fort. E" crto qu prdu um pouco da frsca spontanidad qu ra o ncanto do su primiro livro. Em "Tard" a art por vzs domina, é mais fort, atin- SUPI.EM1INTO LlTKRÀRIO D'A MANHA PAGINA 441 O snsualismo na posia d Olavo Bilac - SS ** -GlllHERME DE UMEIM (Ua küiicmia Brasilira) Agora, qu um prcioso pdaço lac. Ronald d Carvalho sntiu, Co com bijos, tocando com lud chão dsta Pátria amiga já pnsou diss isso como nin- xúria, aspirando com spasmo, todo amorosamnt s du à gum podrá jamais tão bm humanamnt... Tudo é gnt, mmória d um pota do mu sntir, pnsar dizr: "O qu m drrdor. E tudo m torno é cangu; agora, qu plantada dfin mlhor as suas (rfrln- só amor... Por qu? num rcanto dsta cidad, uma do-s a Bilac) intimas ligaçõs Uma ts frudiana, ss panhast a mais fort da po- com a alma brasilira a in- sxualismo d Bilac. Não sria sia d minha gnt, a la so- fluncia considrávl qu l l ( já não posso vitar a pabm os olhos os pnsamntos -xrcu, ainda xrc m nos- lavra qu s impôs), não sria dst povo, dla s dsprnd sas ltras, é a sua concpção l um rcalcado? a bnção d uma sombra sobr ssncialmnt picurista vo- Lmbro m, viva, nitidamnsta trra; agora, qu um novo luptuosa da vida. Os povos m ^ ^ uma convrsa íntima traço qu d união, lgitimo como formação qu, à smlhança do tiy> faz un;i s-s an0s, com o a pdra, prn com o bronz nosso, stão m conflito prma-,mij grand amigo Colho Nto. biílo como a posia, mais s- nnt d tndências dirçõs, poi naquia svric-ad stúdio* licitamnt nos liga, a nós uru- marcham por ntr uma cxal- sa nosp;talira da sua biblioguaios brasiliros; agora, u taçâo d goismos qu só lhs tca da rua d0 Rosário, ond a«s nto um dsmbaraço mais fa- d xa ntrvr, como fins rali- stant5 ram góticas, parc cil, uma confiança mais stímu- zav-s imdiatos, o prazr o lant, uma sgurança mais con- gozo, na fortuna vária. As qu d propósito, para qu os l.vros fossm, nas molduras oglvais, como santos nos nichos d fortavl na minha palavra para grands abstraçõs não oa cocs vossos ouv'dc*3. movm, os sistmas transcdn uma catdral; ond, por is- Qu palavras Imaginai, x- tals intligência pura nao 50 cada paiavra nossa soava clcntíssimas snhoras mus chgam a prndr-lhs a atn- como uma prc ao Bspirito dos snhors, qu aqul pota qu W- P 3 l" prfrm a rpr- Homns, aos livros strlados d vio, m imagm, rvstido das sntaçao xtrior das coisas o ouro aurolados d sabdoria, formas imprcívis do mtal pitorsco das íormas o brilho hsrãticos, d pé naquls, mais do granito, morar para sm- dos coloridos. Olavo Bilac, por qu stants, altars... Ali fanr convosco, convoco fami- ss lado. um pota ralmnt lou_m colho Nto d Bilac. liarmnt privar nsta vossa ii- nacional. apsar da_ sua cui- Evocc,j. Rconstituiu. Contou. E dad bm-amada; imaginai qu tura da sua ducação mtl- d0 qu dlss saltou, súbito, a Olavo Bilac. qu aí stá idnti- toal absolutamnt urop as grand rvlação Aqul qu, ficado, agora, com a vossa mui- o povo brasiliro s rvê na sua vist0 através (os sus vrsos tiform vida citadina, dvss, obra, no bollo nrvoso da sua snsatíssimos, da sua "imagnuma confidncia amiga, num fras, no capricho das suas vo- ri lasciva, da sua obsssão dsabafo confiant, numa con- '"Çoír, formosas sugstivas. carnal a gnt podria i-magiíi.são cordial, contar-vos, para Os motivos d amor nchm nar na vida, - um librtino, ra, ma-ur mlhor intimidad, maioria cos sus vrsos, transmlhor maior comprnsão bordam das suas strofs, as v- ao contrário, apnas um puro, simplsmnt, um casto... Muitas vzs confssou-m o autor rcíproca, um significativo d- zs com uma violência quatalh um traço caractrístico toriana, como sss r.os instada sua posia, qu foss capaz vis da Amazônia qu, m suas dos "Contos Pátrios", quando, numa boa boêmia litrária, mo- d insinuar,, mais qu in- mil voltas, vao lvando na corravam juntos numa..rpúblit sinuar, sugrir. mais qu su- rnt imptuosa tudo quanto ca intltual; muitas vzs, ao grir, dizr,, mais qu di- lhs cai na vrtigm das águas. v0,ta_ d u,;na n0it d av _ zr, xp.icar qum é l d Esta ai o sgrdo da sua íascitura chcirando a álcool a mufato, o qu é l d vrdad, nação. Ess pan-sxuahsmo, m mr na njoada miij, das E imag nal qu, por um milagr qu s misturam todas as vomadrugadas arrpndidas, Nd sobrvivência a sua já cala- zs do cosmos, m «o» ««aí. vincontrava acordado ainda, da voz rssurgiss do silêncio bram, uníssonas, no msmo so- & sua spra Q 5u companhi. agora vos chgass, dsnato- nho i amor é a. mai-sfprt ca- K yinha 0..srmão* rada mbora pla voz daqul ractristica da^obra poética d E Nto Unha qu ouylr d Bilac qu, não por mérito su, mas Olavo BUaç... ^ rprnsõs mais qu amipor amávl capricho do dstino. Ronald d Ça- ihçdsço- gas, & conslhos, as amaças vio a ocupar na Acadnra Bra- bnu rvlou a grand palavra b^, ^ purt< mm amlgoisilira d Ltras a cadira nu- Olavo B lac pan-ssxuapara _ aflrmou.mi com a palavra mro 15, a cátdra da posia lismo" A posia d Bilac um _,har ílma(m numa convlqu, sob a invocação d Gonçal- contacto sxualcom '«do qu. g mu sau(loso Colho N_ ís Dias, Olavo Bilac fundou, o crca O potoé ama_forma a do ^^. Imaginai. Esquci-m. d amor P^a 4W*"L "1" mnt scondida plantada íun- E ouvi-lo. "f1- todító^'s^j^s do na frtilidad da sua imagl- Olavo Bilac... El é toda a dl. numa br^guz afrodt- naturalmnt, xposia brasilira. Pla sua fala siaca, tudo^da * do c»; ^» pandir-s, rbntar aqui m ifalam todas as falas da minha as arvors nkmanhu, str P^ suorfm do su sêr. nsgnt, da minha trra da mi- Ias nuvnsi- tud.j»r»j»»'8 M'florada alucinant d snnha história. Bilac é o Brasü. mlhor amar sr amado, splêndida qu é a S_T?_^--.*m -5Ê tttz^ps. "-P-. violntamnt libl- ^w-sis tifflws; sr?!_5=r«f,js:?v ímtravrííta^^o S *Sa^SiT^&^ ^- <*» para Bilac s.indo, por instants, as mais puras rgiõs do spirito- Há nst livro sontos imortais, dos mais blos da iingua. Prant "Dialogj", "Lingua Portugusa", Purr^toPumarapér?aa SS humana 'viva. qunt, vai todas m torno dl. aftand.a "Consolação" ou "Dualismo', nac mintat,,» Brasil- "Numa adouirindo cinco sntidos, vai forma humana qu é ainda a miniatura do Brasü. ««8cndndo-os d uma chama forma divina do amor. E- um é ousadia vocar Cajnõs Bocag. A inspiração d Bilac, por consguint, passou d "impssoai"' "subjtiva", t" E na xplicação dssa furiosa, vai olhando om dli- milagr mdpndnt da sua t,c... «- "«* 1* _ ^_. «- _ i_j nn. nutri nmitrin. vrrtnftlrtí» para -pssoal objtiva". Em "Posias ra -impssoal", portanto o pota dsconhcia, ntão, os tormntos rais do spirito. D si apnas cantou as snsaçõs, mira part do su livro, o pri ^ ^^ ^^^^ d Q,^ Büa(. Paufo i»«,,«dá «.v. â - snsualidad, pri- _ a dor algada ra apnas um motivo poético ou uma lv ilusão d mocidad- O pota ainda potava com uma miro lugar. Por "As qu? th soil is, so th hart of man", SOLAR DESERTO prsonalinad coltiva. S bm qu impssoal ra "subjtiva" a sua inspíração, pois como vimos o pota rduzia, ntão, o mundo rspond com simplicidad o VENS EM BUSCA DO AMOR. TRISTE E CANSADA, aos sntidos. Ainda nos pomas dscritivos, como nas "Viagns concito byroniano. Ora, a trra, m minha trra, é toda um AOS MEUS CARINHOS VENS PEDIR VENTURA. E E" O MEU AMOR QUE O TEU AMOR PROCURA,, o pota ra humano. Para l, a snsibilidad humana ra o convit â luxuria; o homm é COMO A UM SOLAR SE VAI PEDIR POUSADA. todo ncssariamnt um voluptuoso. Toda ofrcida aos sus VIAJASTE EM VAO. QUE A PORTA ESTA' PECHADAI POBRE VIAJANTE! PELA NOITE ESCURA. cntro da criação. Em -Tard", a inspiração é "pssoal". O pota é mais spírito qu carn Há uma ansidad íntima translúcida; o po- xcitant cumplicidad, la s sntidos xaltados, numa E. EM TORNO A VELHA CASA ABANDONADA, quita PAIRA O SH.Í.NCIO DE UMA SEPULTURA. ia canta d si, d sua mlancolia d quinquagnano, d su abr a l cm um lito povoado d carn nova. O macio AO TEU CHAMADO. INANIMADA E FRIA BATES. NINGUÉM ACUDIRA". POR CERTO, pnsamnto d sua saudad. As qualidads do indivíduo TOMBAS A OMBREIRA DO SOLAR DESERTO. vnram as da raça. O pota é uma prsonalidad. Simultanamnt, d subjtiva, passa sua inspiração "objtiva para. As qunt da sua pl morna xalta-lh o tato; o canto frsco das suas muitas águas dos A ALMA QUE, OUTRORA, TK RECEBERIA. CHEGAS TAO TARDEI ESTA' FECHADA A PORTA; snsaçõs são mais rais, a xpriência mais próxima por NAO A DESPERTARAS, PORQUE ESTA MORTA. issa a moção mais grav. Há uma constant procupação d sus muitos vntos ntontclh os ouvidos; o chiro abafa- (MARTINS FONTES N«S, AS ABELHAS) vrdad", nsss sontos d vida intrior tão profunda. O iito poético nasc naturalmnt do splndor do ral. do das suas clorofilas virgns No álbum da Exma. Sra. Em suma, o pota spiritualizou-s. Entoando um canto suadas nlouquc-lh o olfato; mais nobr duradouro, atingiu a uma prfição por l ainda o gosto bravo das suas frutas D. JOCELINA ISIS nã) alcançada, s bm qu prdndo um pouco da spontanidad simpls lgant d outrora qu por vzs rssurg as cors vrtiginosas d todos os RUGEM. PASSAM AS ONDAS APRESSADAS. forts mbrlaga-ih o paladar; DO MAR DO TEMPO, QUE GALOPA E ANSEIA "Tard" é um grand livro, com alguns dfitos d suas qualidads, mas d nobr inspiração, pnsamnto srno as vzs lumbram-lh a vista... E o ho- sus cnários iluminados ds- E AS HORAS DOCES MORREM APAGADAS COMO LETRAS ESCRITAS SOBRE A ARÍlA profundo, xprssão simpls fort. mm torna-s o grand amoroso. E já qu o amor é a ma- FICAM GEMENDO AS VAGAS DERRAMADAS MAS UMA VOZ. QUE TRÍMULA PRANTEIA. FICA RESSOANDO NAS ESPUMARADAS: Eis o primiro juizo qu m dsprta o livro póstumo dc Bl-ac. com rlação à sua poética antrior. Uma litura rápida nlra mais bla d sr trist, NA TRISTE PRAIA. DE SAUDADE CHEIA <* aprssada mal prmit dscobrir-lh as blzas, cnstalizadas o grand trist. E, pois qu a ASSIM TAMBÉM MINHA IMORTAL SAUDADE tm 30 anos d labor constant. A crtica xata nao prscind posia é a manira mais bla HA DE ESTE LAR BENDITO POVOAR. «Io tmpo. Nada supr o trabalho subconcint das idéias m d amar, portanto, d sr _ NINHO DA GRAÇA. CASA DA BONDADE. trist todo homm é, ai, mais rp.uso. Podmos falar das "Posias" d Bilac: é ainda muito «tio - > para Jtuu dizr dss su livro do coração - "Tard". Tntando, oumnos_um. po-ia. uísr ass fu nvru uu w.«y»«, - _ mai* nota dntr os qi" Por dvr d oficio gratidão, st bosqujo prmaturo, so m mf» ^-*^3_Té Olavo» 'sta sta «íniorasi, Am mi sgi-mo. mais potas o sao. - _» invocar a tolrância dos qu m tnham sgv_jo, ONDE. FELIZ ESTRANHO. EU VIM ACHAR O MESMO ENCANTO. A MESMA SANTIDADE, O MESMO AFETO DO MEU PRÓPRIO LAR. (MARTINS FONTES NOS, AI ABELHAS»

10 VACINA 44! SUPLEMENTO LITERÁRIO 1>'A MANHA DOMINGO. M/K/im, Ofíurro- Olavo O burro? Qu ivngum s1 spant. O burro stá na ordm do d.a. O burro c o principal assunto. O buirc jú figura no "Diário OIicia.1"! Qum há, por ai, "Diário qu lia o Oiicial"? Quas ningum. Pois é pna. Qum f-z at ant ontm o sacrifício «l loihcai* as vint quatro páginas dss massmlo rpositório dc dcrtos, «cria d.ant «os olhos l*s statutos d uma com* panhia d sguros sobr a vida tios burros. Dos burros, snhors! Ningum lu ma!: os burros! O' burro! O' doc pacint animal qu já o migo Anacivont clbrava m vrsos d ouro, qu já todos os vlhos gigos, na Arcáí.ia, przavam! Bò t Ial tava sta calamidad... Porqu a idad modrna, ó burro suav, m squcido os lu» méritos ingratamnt, ingratmnt ofndido o tu nom... Antigamnt, não! Jacob. quando quis aplacar a cólra d Esaú, ofrcu-lh um burro, símbolo da paz, da concórãia «Ja rconciliação. Quando Samsão quis xtrm nar 03 idolatrás, não s srviu d uma quixada d cavalo, snão o d lima quixada d burro. Qual foi o a ir mal qu rprt*:hou a. Absrlâo os sus pcados? Foi ma burra. yual loi o animal qu suportou o toc pso d Jsus, no dia d Ramos, quando o Salva dt<r ntrou às portas d Jcru- alm? Foi um burro... Qu animal montava o dus Baco, Quando s partiu a conquistar & * índias? um burro. Isso para somnt falar da Idad bíblica da idad mito lógca... Mas, o quas-divino anmal! o último homm qu i faciro, aqul fidalgo, aqul faciro, aqul fidalgo, aqul ncantador amigo d todos as animais, qu s chamou Buffon. Ess, sntou-s um dia diant d uma bla folha d papl, ajitou m trno dos pulsos os «us blos punhos C finas rndas, talhou a sua mais linda pna d pato,, com um sorriso d bondad na fac rpousada, comçou a traçar o tu rtrato. Humild pacint, «upwta com coragm os castigos, alimnta-s sobriamnt d rvas... Quando tm sd. có bb água ) imp'da m fonts riachos qu já conhc; não s spoja ct*mo o cavalo, rbolcanco-s na lama; até chga * tr mdo d molhar 0 pés, c cuidadosamnt vita as po. {as daguas... Ama cm furor dfnd a prol até a mort.. BT algr, brlncão lv na mo cidad: só fica timoso mau, quando o sofrimnto lh mostra, dpois d mu tas provaçõs, qu os homns são, ralmnt, naus... Ah! Dpois Cssa, bla c*d d Buflon, qu é qu tns tido, dos homns, * pacint humild trabalhador? Chicotadas, mur- TOf, jjuns, dsprzo, abominatos maldiçõs... Ond s */ai o tmpo ni qu ras cantado pla musa d Anacront? Os viajants mdrosos, tmndo a altivz Co cavalo a «ua indpndência, é sobr o tu dorso qu viajam:, como todos os covards são maus, as tuas pobrs virilhas sangram, sporadas d minuto m minuto, o tu pbr pscoço pr d o plo, à força d rcbr chibatadas... Dpôs, mtm-t ntr os vara^ d uma carro- (a, matam-t a pancada... E ninguém tm pna d ti, quando comido d lazira, carrgado d anos, d orlha murcha focinho chirando o chão, f cas abandonado no caminho, ninguém t dá uai pouco d capim frsco... ninguém t mitiga a s«-. d moribundo.. t as crianças at'ram-t pdras... E, 6 cúmulo da maldad! os homns, quando qurm dissr (Continua na página tguint) Mus snhors: Encarrgam-m d saudar Olavo Bila, m nom dos scritors portuguss. O mandato é duplamnt árduo, pois, qu, sobr a minha insuficiência para dignamnt o cumprir, m impl ã rdição d frass admirativas qu noutras conjunturas a sua prsonalidad m tm sugrido. Mas a prsonalidad do mstr do sonto português, do OLAVO BILAC Olavo Bila foi smpr grand amigo d Portugal. Algumas batr á porta do sn convnto, nm l dt suas posias.vuais Lia.*; "Sagrs", nm os o sonto a Camõs, o sonto a Eoragc, o sonto à Lingua Portugusa, tc. tm como Assim ss pota magnífico, nviado dum novo outros frarip s conhciam. ""s assuntos fatos ou coisas portugusas. até ir nós, llá nniaa-nilnt nlml. a i.af.a.ina. J- í " passados quatro séculos d ausência, via olha-p. Portugal lh rtribuiu ss amor. E quando m março"" á olhar surprso, quas omo qum vê dsconhicidos, it o nosso pota vis:tou o vlho pais, ali foi rcbido tom o oh! grand pota, nós somos tus irmãos Wla. mais comovido dos carinhos. so ard, pilo o msmo sntimnto Naqula ocasião, a rvista "AUãnUda", qu ntrnc, xalta "os' qu ra dirigida xosos sublims ton os tus vrsos. ' ia 1Uf;íplo scritor brasiliro João do Rio plo scritor brasiliro Há quatro séculos uma rajada d vnto mistérios,, Juâo d Barros, ofrcu um banqut a Olavo Bila. Foram, bravo impulso d ansidad orgulho dsviou ao "^ Iam, ntão, fitos vários discursos, por homns d ltras portuguss Irs fz voltar os rostos impávidos a das naus m dir***// Vt* brasiliros, O nosso pota rspondu numa d suas oraçõs trra, guiadas plos marinhiros d Portugal '' '"a qu iam mais flizs. no mar. Lá, sparados vivram, T- crscram forls a!l" Aqui rproduzimos alguns dos discursos fitos por ocasião ram. Hoj, v' aqui s rconhcm, í na ria fsta da "Atlãntida". profunda irmanaçãò ma lingua, o (77* qu val dizr do msmo gênio cultura ^ '. a"soad. ' '"'livi. DISCURSO DO SR. HENRIQUE LOPES DE MENDONÇA E, pois, qu é ssa harmonia justo quilíbrio sus vrsos o qu,-..; polido, a sobridad nobrsa dos mármor, lénicos, snão a clara closão f do gênio latino, através sangu, cé carrado i, plos tmpos nas lntas graçõs'! E s é crto qu na sua obra a trra brasilira títmiuih, d vidas novas, s uma ardnt voluptuosidad casa os sus sos m rimas d bijos qu ls toam, cantam, cinzlador, xímio, do nobr prptuador da nossa lingua da sgundo-s ao rumn.7» céu. como o frondoso hino das florstas nossa posia, é dmasiado conhcida d todos nós, rát'ia. (ia políticos, quiram -cutar bm os mais Íntimos acordi homns d ltras, artistas, portuguss, nfim, para qu sja lira; na? os sontos d amor, ssa "Via Lácta", jorro d ncssária avultá-la. Prfiro, s m prmitm, acntuar a opovtunidad, quas diri providncial, da sua vinda à nossa astrais, à, >,,,, qu s o.i.arn (...o.adas plos msmos olhos d'n»? lá vris como, ntr fulgors, pátria. tambm driva m irim no momnto m qu prigam os altos dstinos d uma civuização, d qu l é um dos* mais minnts rprsntants. silnciosas a mais qu humana trnura portugusa E lan. riidos os séculos í... numa só hora, nula a distância imivn' Dsnganmo-nos, snhors. A conflagração tsrrivl, m os intrsss miidoi divrsos, casarios os dtinos num bijo tratm» qu nos vmos forçosamnt nvolvidos, tm vários aspctos, hoj qu as nossas mais nobrs paixõs s acndm a volta dirimnts dos intrsss vários m jogo, políticos, conômicos, uuu ioal humano, dum u t saudo, oh! pota sublim, criador sociais. Mas aqul, qu a mus olhos sobrlva, pla transcndncia univrsal do su alcanc, é o da vlha luta ntr o s- blsa, nviado d do Céu, qu, como um smidus, aiudast a trnidad à dar minha lingua saudo o lu dstino, o tu stro pírito nórdico, a um tmpo nbuloso duro, o spírito mridiona). luminoso sutil. Estamos assistindo, a quinz séculospátrias! ' a tua glória, qu é tambm a glória imortal das nossas qui' tí distância, ao mbat, hoj mais formidávl ainda, qu lv como r^ín^o o dpnv.civbramnto do mundo romano. São.as ni-voas stntrionais qu tntam dourar-s à luz do sol bnfarjo. I a torrnt imptuosa qu s ncapla na ânsia «i subvrtr a vlha, a lúcida, a admirávl civilização grco-latina. Dsta vz, porm, com confiança o spramos, o dsnlac tm d sr outro. Não sâo já instituiçõs carcomidas, povos corruplos, organismos caducos, qu a invasão ncontra diant <Ic saudar m Olavo Bila, príncip lito dos potas do E-asil si, favorcndo a dcomposição» do vlho mundo. Rvigoram-.**! primiro mbaixador qu as modrnas ltras brasiliras acrditam Junto das ltras portugusas m missão xtraordinária nrgias qu fcundaram mundos novos, raviva-s a chama qu iluminou a Trra, rjuvnsc a pujant alma latina, favorita do sol. E nquanto as mãos, frmnts d ntusiasmo sagrado, aprram spingardas ou assstam canhõs, os spiriios nfixam-s numa convrgência fulgurant qu dslumbra o bárbaro. Sim! crrmos filas, nos, os rprsntants da mntaiidad grco-latina, bligrants não bligrants, ainda msmo aquls qu, d raças difrnts, síavos ou anglo-saxõnios, ungiram os lábios no ml divino, sgrgado plas ablhas do Hymto. São nossos irmãos sss todos. E é num coro fratrnal qu f-^or!v.v.-0a- os péans da vitória! K' por isso qu s m afigura singularmnt oportuna a vinda lio ga. i,, i.j..a brasiiro a vlha pátria portugusa. El sntírá dbaixo das plantas o strmcimnto dst solo qu alimntou sus antpassados, na fac a aragm qu inflou as v- Ias d Cabral, na alma o fluido qu, sparzido por hróis incomparavis, prfumou o globo intiro. O avozinho '' ncancldo, i! - -!- obi" i"'.o ânimo ao bijar, num Ímpto d trnura, o nto qu o glorifica..u líí,c u itiwi cr...u üus aclauiaucus com qu acolhmos Olavo Bila. Sntimos nl a imortalidad da nossa raça. Vmos nl um pnhor sguro d rvivscéncia para o gênio lusitano. E os nossos braços, ao stritá-lo, crscm na musculatura, como s a ls rfluíss um sangu qu já conhc as nossas vias. E a invrsão do símbolo mitológico d Antu. E' a florscência ratíiosa qu- rstitu ao vlho tronco a siva xubrant. E' a vida qu s alnta na conciência da trnidad. Saudando Olavo Bila, nl saudámos o gênio brasiliro, gêmo do nosso. Sobram no grand pota qualidads para sta prsonificação ambiciosa. Eu, s alguma virtud possuo, í a d O DISCURSO DE ALBERTO D'OLIVEIRA, TONSUL DE PORTUGaU, NO BRASIL Mus snhors: A circunstância acidntal d sr «o íj/il. r0 ' ' ' " dc Portugal no Brasil prsnt ã lsta dt 1» impõ-m o dvr, difícil, mas gratíssimo, d rgur tambm' r.ia tantas vozs loqünts, a minha voz sm brilho paia' m hora providncialmnt oportuna. A pssoa a catgoria do novo nviado do Brasil não sr mais podiam gratas ao nosso coração nm mais dignas da t aria ou lls foi confiada.- Olavo Bila ncarna tão compltamnt o sntimnto c o pnsamnto brasiliros qu para nós ( como o ),.).,:io b r.sil qu na sua figura vmos pla sua hna nn. vimos. Vos todos conhis admirais o grand pota. Eu admiro-o como vós; mas conhço-o talvz mais d prto, porou tá dois anos qu l é para mim, não apnas, como hoj o aqui, um hóspd insign, mas como um companhiro d casa tira contrrâno. Quotidianamnt o ncontro das splêndidas avnidas do Rio d Janiro, qu sâo o su Jardim d Acadmia, loc.cado dos sus discípulos, nsinando-lhs o vrbo divino ia blsa r da posia. A cada instant o oiço articular, com irapcavl dição, os sus vrsos diamantinos, nas fstas litrária! ua capital brasilira, vjo com qu frvor s suspndm dos sus lábios, como d favo ou nctário inxgotavis, as almas squiosas das mulhrs dos moços. Si como é podrosa a sua influência incontstada a sua magistratura Intlctual artística, m todo o imnso trritório do Brasil. Ainda há poucos mss, ao calor da sua voz qu c ritmo da art o do patriotismo por igual impliam, vimos lvantar-s a mocidad acadêmica da culta S. Paulo num; zada nova1 numa bandira nova. m prol do dsnvolvimnto da ducação cívica pla instituição do srviço militar obriatório. / Toda a nação vibrou a ss grito d alarm d união [» triótia. A opinião unânim, o apoio imdiato do xército, d» govrno fdral, dos Estados, provaram logo a Olavo Bila qut o su aviso ra tr prvisor uma alma acssívl ú qu nos tmpos d hoj, admiração, nobr prtndidamnt sntimnto dsçonhcido prosaicos, como nos tmpos hróicos dos spíritos tacanhos. d outrora os E cnintio potas a admiração m inpolga, dominadora continuam a sr nào só trovadors, mas vats, isto é. absorvnt, como profta» prant a obra do d gran- guias sguros da alma nacional. pota brasiliro, la ofusca-m no spirito as ânsias d anális. Diant d uma flor, u dsdnho Mas Olavo a botânica; Bila m é ainda, prsnça para nós homns d ltras, d Vnus d Milo, complta sinto horror aos ncarnaçào prcitos anatômicos. da Como posia brasilira nas suas mais caratristtas podri pois dscompór, sgundo as rgrs manifstaçõs. da critica, Diri a admiração carinhosa até qu os sus vrsos faziam falta qu m inspira à a obra nossa d Bila? Apnas um posia. O grand movimnto litrário chamado sntimnto sbrnada, bm visívl: o rconhcimnto parnasiano, plo culto frvoroso qu d França irradiou por todas as naçõs latinas, qu o pota d alm não tio tm Atlântico m lingua prsta à lingua portugusa rprsntant mais minnt, qu é noss-a, qu. graças ao su mstr gênio, rtumbará mais autorizado plos séculos do qu Olavo Bila. El é o nosso Gatttir. fora, para tstmunhar à humanidad a a grandza da qum iguala s não nossa xcd na sobrba profissão d fé qn» raça. srv d pórtico ao su livro d vrsos. El é o nosso Hrdia, Quanto ao mais, nfio si Mho sinttisar dos trópicos a minha dvoção como ntusiástica, snão num l. como l ourivs lapidário do vrso, grito, qu m açod aos o tsouro lábios, da nossa ungido d lágrimas d trnura, grito m língua poética dv-lh ritmos novos, imagns qu m c acompanharão vocaçõs novas, com alvoroço todos os prsnts: sonoridads novas qu para smpr a nriqucm. Viva Olavo Bila! Viva o Brasil! Os pomas d Bila tm lugar marcado à frnt das nossas DISCURSO DE JAIME antologias CORTESAO ninguém podrá d futuro sr pota português Em nom da "Rnascnça Portugusa" Mus snhors: Para alm dst ar qu rspiramos, sopro invisívl do nosso fogo, há um outro ar d blsa mistério. sm aprndr tambm nls a art ntr todas difícil t labor.osa do vrso. Acrsc qu s a nossa posia parc m gral caractrizar-s pla sujição da forma à idéia do ritmo ao pnsamnto, s somos mais sntimntais filósofos do qu artistas, sc Iodos ajolhamos prant os concitos sublim sontos d Antro do Quntal, sm rpararmos um instam. quaisqur imprfiçõs ou frouxidõs técnicas d alguns d.s, no Brasil, plo contrário, o ouvido, dos potas é mais apura dntro do qual ard mais abrazada a no:sa vida humana. Nâo há fato mais humild na aparência, qu dsncarnado do tmpo das contingências qu o ícurcm, não ganh, quando pntrato dss étr vivificant, um splndor oculto. É' ai qu u quro vr dsnhar-s st blo acontcimnto. E' qu hoj dão-s aqui o bijo fratrno duas on xignt pátrias, qu, sndo irmãs, qur ncontrar no vrso toda a prfição xinor imposta mal s conhcm ainda, uma rprsntada por um às obras das grand outras arts. Uma rima pobr, um numro dos sus maiors vrso pnsadors artistas, baço, um a outra sonto r»r d pálido fcho, aparcm como snais um só homm, é crto; mas não squçamos tí dslixo ou impotência qu é por um àqulas almas pota rtas no sio da qu é ha obra dos turza potas, quando ls cantam, qu s aí irmam as mais profundas vrdads qu lhs nsinou o sgrdo d tod?s as.pompas ci todos asp-raçõs os splndors. dos E s o povos, xcsso m qualqur sntido é coudnavl E ora m lmbra aqula antiga lnda, na qual s conta prigoso, qu porqu a art é o quilíbrio, não há dúvida m vlhos dias o bom dum frad saiu do su convnto qu a r.ossa mdit-ndo s foi até ao dnso duma florsta. posia, smpr transbordant d siva, mas por vzs insuficint Là, no rcsso ou mistrloso do arvordo, atnto ao canto tumultuosa d xprssão, só ganhara m rcbr dum rouxinol, a Influência d tal sort. discipl«nadora dos potas do Brasil, cultissimos : xtasiou, qu anos anos, por séculos studants s ficou ouvindo da nossa a litratura clássica, sabdors profundos divina toada mátisicai. das Çuando voltou, longos mais ocultas tmpos volvidos, riquzas ao da no-^sa linguagm. O fawo" so movimnto d Coimbra, iconoclasta omo todas as rvoluçof*

11 EM PORTUGAL nomingo, CT/12/H41 SUPI.CMCNTO LITERÁRIO D'A MANHA - PACINA Ml hiniu por longo tmpo ao nosso studo a obra contudo tão variadas. E o Brasil srá smpr para nós uma scola d nrgia?, Msant ducativa d Castilho; mas hoj, como mais d d patriotismo, d todas as virtuds cívicas, ond os nossos mi- ' ' uma vz ouvi obsrvar finamnt a Eça d Quiroz, fazm-nos Srants tivram d aprndr o provérbio qu md plas dissr-tios-iam muito útis alguns Castilhos. E ssa corrn- táncias da vista as do coração, ond ls nunca squcm, como falta to C,'iilhana das ltras brasiliras podrá cruzar-s com as á'nda agora o provou xmplarmnt a nossa colônia no Rio.,, tndências d divrsa Índol, para provito d todas. d Janiro, qu o sntimnto nacional é um fogo sagrado, a rmils olavo Bilac, a qum chami lapidàrio ourivs, a qum cu'a ardnt tmpratura dvm fundir-s todas as divrgêninuiri o novo vitorioso caçador d smraldas, mais afor- c'as <l opinião ou d intrss. timatlo qu d0 ^a poma, não cinzla snão oiro puro como Graças ao Brasil, a nossa vida d nação não s rstringirá c tias minas do su pais, não lapida snão pdras autntica- nunca mais á cultura plácida dst nosso doc jardim á biraniçni prciosas. O qu da sua obra flu para a nossa art é mar, nm nos dixarmos vncr pla tntação d uma ssta lirismo tropical, xubrant, o sntimnto filial imptuoso cômoda indolnt no canapé da Europa, qu o dstino nos j,_ naturza, o amor da mulhr lvado até ao dlírio idali.ata traçou como trritório continntal. Smpr os nossos irmãos M,i paroxismo snsual. Os pomas d Bilac ncrram todos amricanos nos atrairão á luta á atividad no campo ilimitada os murmúrios prfums, todas as formas cors, toda a luz d ilimitados horizonts, qu no su sio nos ofrcm. E f tu >i o calor da trra do céu da sua Pátria. As suas figuras smpr starmos ao su lado para os ajudar a construir, a lmininas são modladas como státuas num mármor mivs povoar a mantr português o Brasil! ESPIGAS- Olavo Bilac HISTÓRICAS XXIV OLAVO BILAC (Prgão) El-Ri Sol, snhor do Espaço, daqum, datm infinito, traçou no su régio paço st prgão gtt ora cito: "Nós, El-Rir ao povo airoso das Estrlas Comtas, muito saudar amistoso mandamos «m tiqutas; o porqu. Nós somos cautos, xpormos num discurso a razão porqu o arauto convoca para um concurso o nosso povo adorado qu habita o azul do spaço. pcrfoilo qu o das státuas, porqu é qunt tm os movimn- Foi asslm dcrt0 sr olavo BilaCi quc os vossos compa. Régio prgão assinado por Nos, tos da vida. ^^,.._,_,.» triotas pnsaram sntiram, ainda há poucas smanas, ao s- El-Ri, nst paço, aos anos tantos E:ta é a prstigiosa prsonalidad qu o Brasil nos nvia tndrm-nos instintivamnt os braços, num gsto ntrnc tantos do nosso rinado intiro., rstndr-nos mãos gnrosas d amigo crto, na hora incrta dor d aft0 auxili do a afronta strangira nos vio u atravssamos, O mbaixador, rpito, digno da mbai- Lva o slo dos Encantos. rcordar a todos os d portugai aos do Brasil, qu todos, iada. Comprndo qu l s orgulh d sr qum prant, j ramos SUA LUZ REI SOL PRIMEIRO portugus5. a nação ilustr qu o acolh. Giand pota patriota ardnt. As chanclarias uropéias ntrtm-s por vzs, sgundo SOL prova viva da cultura da autonomia mntal do su pais, com umaa chamam ^^o. outras, o psadlo, Plantas, jiis vassalos, dst orriilho qu lgitimamnt o nch o msmo qu nos nch d uma imaginaria Ibria, Mlhor fariam, com mais acrto concurso u vos digo a razão. Nos ós. Na sua obra nos vmos também a nossa obra. Est braadivinhariam futuro, s mditassm sobr uma outra ntitiliro não o rcbmos com indifrnça ou com ciúm, como dad mnos atamadai mas mais concrta, mnos hipotética stgo, sabi qu jamais dormito intrvalos do diurno giro m qu, ulli strangiro, mas com trnura alvoroço, como a um filho. mais rçal u tm r nom.antigo a Lusitânia. Assim tantas qu na insônia suprma, há crto A trra qu lavramos, a arvor qu plantamos a smnt qu» vzs nos assu5tam 05 fantasmas, qu só xistm na nossa imaprodigamnt tmpo mdito na solução d um spalhamos, dao ja frutos assim dfinidos comgina(;a0 di,rant, passamos, distraídos, junto d ralidads problma. pltos? tangívis vidnts. Pois qu é a Ibéria alm d uma x- CORO DAS ESTRELAS Quanta glória dsvancimnto para nós! prssão gográfica? E pod alguém ngar qu a Lusitânia, r- Snhor, qu problma é ss T Uma ilustr snhora brasilira, com qum m ncontri na prsntada m Portugal-Brasil, sja um consumado fato his- SOL Europa há anos, a qum uma vz tiv ocasião d dizr qu tórico? A Ibéria dfin, sm dúvida, um agrupamnto d povos Eu vos digo: Complacnt a Urra snt a plo su pais um carinho qu só sabia dfinir como afins d raça, mas cujo dstino nunca foi concintmnt comtrnal rspondu-m, ntr satisfita mbaraçada, para muni, logo s difrnciou dsd qu foi concint. A Lusi- prsnt. Qual srá. Eis o probl- qu m obdc, u quro dar um ma. concbr um Brasil tão imnso cabndo dntro d um Portugal tânia, ssa é já um passado várias vzs scular, um prsnt DIANA tio diminuto: "Qu filho grand!" E u não tiv dificuldad vivo fort, nada a dtrá d sr um futuro glorioso indscm rplicar-lh qu o gosto dos pais só é prfito quando os trutivl. di-lh urn blo diadma A um Eu vos lmbro, El-Ri amado, filhos mdram crscm mais do qu ls. Pois, ao pnsar agora Pnr!n nor ssa ma[or Lusitânia', tmos d trabalhar com vosso raio formado, m tudo quanto é, m tudo quanto aos mus olhos d app.ifí com afinc()i dando às rlaçõs luso-brasiliras no trrno SOL ninado português, rprsnta simboliza Olavo Bilac, u rpito. ^ ^,aa tagraa Uu trrno conômico, jurídico, Isso è nada! como a sua spirituosa patrícia, mas com difrnt intuito intlctual, aftivo, o carátr d uma cada vz mais radicada JÚPITER sntido: "Qu filho grand!" união, solidaridad mútua dfsa. A Ibéria é uma abstração Com rspito, u lmbrari por Obrigado, mu amigo, por trds vindo a nos no momnto uma toria mas a Lusitânia é um fato, qu acaba d dfim qu o concurso moral do Brasil nos é mais prcioso. Obri- mu turno prsnt á mais prooito: o rico anl d Saturno, nir.s aos olhos d0 mundo intiro na mais fcunda, na mais gado por trds vindo com a vossa prsnça confirmar o qu promtdora das suas modalidads. Constitum-na, a ssa Lua Europa, habitualmnt squcida dos fracos dos pqunos, sít4nia na0 majs 0 squcrmos, dois corpos numa so alma, E' muito poucot SOL tinha, por vntura, prdido d vista: qu nao ha no mundo so duas naçòs numa so pátria! ALDEBARAU um Portugal, mas dois Portugais, um m cada hmisfério, ambos vibrando do msmo patriotismo. Obrigado, por nos trds DISCURSO DE JOÃO DE BARROS blas flors, d janiro até dzm- Então lmbro dar-lh smpr as moldado, na hora própria, qu o brilho do nosso passado, long bro. ci xtinguir-s, rfulg intiro no vosso prsnt, u nossu giauí- Mus snhors Saudo Olavo Bilac m nom da Atlãntida, SOL d rasmógrafo Pdro Nuns, ao dscrvr as maravilhosas nados sus dirtorsj d0 su ditor, dos sus colaboradors, tanto Quro, snhors, snhors, çn v»açõs dos nossos maiors, clbrava a audácia com qu oud Portugal como d0 Brasil. E agradço-lh a honra qu nos sjam d mais valia os mus prsnts, já diss! samos "comtr o grand mar Ocano, ntrar por l sm nquis dar acitando csta homnagm, qu a fortuna quis tomar nhum rcio, dscobrir novas trras, novos mars, novos povos, valiosa digna d0 Pota _ não por qum a promovu, mas por CASSIOPEA o qu mais é, novos céus novas strlas". Tinha razão Pdro t0(jos aquls qu viram hoj aqui significar-lh a admiração E s m vz da noit o dia dassis smpr? Nuns Com fito, mais ainda do qu as novas trras, povos Q ^pito qu 0 su nom a sua obra mrcm a todos os t mars valm as novas strlas os novos céus. A grand vrdadiros portuguss. Essa obra é vasta profunda. Nao SOL casa lusitana tm por tto, não apnas mtad do firmamnto, somnt a 0Dra poética, ond gnialmnt passa frm uma Qu tolic! Matar-m m trabalho trno!... E o mu dscan- mas toda a abóbada clst. A luz d todos os astros s drdaj mals puras mocõs uma das mais altas snsibilidads rama sobr la O fulgor d todas as constlaçõs a acorda quc tm havid0 na. litratura da nossa língua, mas também co?... plo Qu idéia! Era u tr um vivitica E dixm-m já, snhors, xtrair a parcla d vrapostolado qu rprsnta, m"dfsa d um idal nacional, m ngro infrno/ Tns lmbranças, dado qu s ncrra no símbolo, chamando céu a todo o idal combat por um mais fort mais sclarcido Cassiopéaf... patriotismo, c a toda a blza chamando astros a todos os focos d cultura maf, mus snri0rs, prtnc à familia d Camõs, d Garrtt, SYRIUS c nrrsso apontando m vós próprio, ó grégio pota, uma d Junauiro d Gabril d'annunzio: pota admirávl, um S as rosas, cravos lírios transformasscís m mulhrs? das strlas' mais fulgurants do outro hmisfério, qu aqui cspatriota na0 mn0s admirávl. O su arroubo lírico, a infinita íamos hoi ngastando no nosso céu boral, a qum stamos trnura dos sus vrsos, a prfição ingualavl da sua art. atinja nuj t»6oj SOL, -;,,ii»,(tíohf.í! mi SR-....*. ;A,.; A caawb Aavaraa rff> hnmpm ouvindo ntndndo como aquls srs privilgiados qu s Pois tantas xistm, Syrius, tu guudo o vosso célbr sonto: no mundo mais qurs?! nao afastaram a sua conciência dos sus dvrs d homm d cidadão. Nunca os vrsos lh srviram como a tanta gnt srvm para s squcr da vida social, para fugir a...podm tr ouvido quaisqur rsponsabilidads ou trabalho. Muito plo contrário. Capaz d ouvir d ntndr strlasf Chio d fé no futuro do su país, Olavo Bilac é atualmnt o mntor das n»vas graçõs, o orintador do povo, o símbolo A vossa visita tm d sr rtribuída, quanto ants, por a!- mais alto da alma do Brasil. t«'t ' * *"Xí* fatim qu no Brasil nos rprsnt como vós rprsntais o trritório, l iniciou uma campanha fatrlótica das ma s f- Brasil Prnarm-s dprssa alguns dos nossos maiors potas cundas consqüências. Pd, rclama, xig: - como bas indis scritors para ssa mbaixada. O protocolo intrnacional tm pnsavl para a ducação cívica d qu o Brasil, como, nos cadc invntar novas fórmulas cara significar prant o mundo rc o srviço militar obrigatório. Por qu sja militarista/ a,,'zza intimtdád dosaspapctos qui nos un'm, o tratamnto Não... Mas porqu só assim S^SX^^^^rf^X privilgiado xclusivo da nação mais strmcida, qu rci- do-lhs um spirito comum d patriotismo, as raças varias qu.. prmnt nos qurm os assgurar m todos os campos - no Brasil aflum, qudo Brasil P ^> * - %?* títulos Dodm ls sr da nossa ação comum. E' tmpo d complta vitoria da nacionalidad, um idal coltivo qu as vò tamos a xplicar aos dmais povos qu Portugal-Brasil nào aproxim confunda d vz. Dfndndo m discursos qu sao constitum uma vuígar ahança. uma qualqur união, mas são modlos *t^jj^^'^ «^.jss^íj^^^.., *._, «icrtn irâmpi-n n n.í.w.iacnn cprvinn obriatono. dsja tampm qu caaa uma simbios d novo talvz nunca visto gênro, a associação srviço militar obrigatório Olavo Bilac: indissolúvl d duas vidas coltivas qu uma a outra s com- "ingua"" ^^^^JJS^ ^rtuguls0'! Som dúvida nartilhamos com a Inglatrra a Espanha a principal fator da nacionalidad, pnsa Bilac. E tm razão! faglória d tr gvat òutms naç&s" sm dúvida, a língua por-?r d todos os homns criaturas aptasj» mantr ^Jasarmas tunicsa é um dn«trís únicos idiomas uropus qu a História a honra a dignidad do su pais é blo! Mas dar-lh tam "diférrâ^s P.-movu. transatlânticos, 'cujos abc- bm na faculdad d comprndrm amarm o= maravilhoso maravilhosi por qu não moral? «anos nos parcm, pof **>. ní""'"*j.^~^ircon"c1to*s, ü'smpr fo7 a" língua pátria, é mais blo ainda. No su após- toda a sua alma. E, assim, nm o spanhol qu w - r'ca spanhola, nm o inglês qu so fala na ^g* ^ ^StaT qu stas palavras, tm d mais. lvado.. i5 0 qu é Olavo Bilac! Por isso prtnc a familip Camõs, d C - Para nós ncrra o pqunino /=. por= = nort f a sul no imnso: contanvtaashlro* dfndndo-s ^fs^^ztt&vjtt^ das_suas Mu«u é a Pátria tnao triunfantmnt da concorrência da invja d todas_asjmguas d.ço_s na^tza, «mo^i^cwa^ ^ & m ^ é ^ mundo. Jo E a Inglatrra é grand podrosa; «Espanha a coragmh«oica daquls irra qu s^ <«. cm nm mas a civilização m qu nos i - irranh,.-.."wuc c uigumuau, ii,.. ~ Hiiio onrinarai rutvu6u. é *. nauno r,?-- modsto,, jhbukc mnt a tira m qu s nascu, '" ">» m alimnta a nossa * uma! Por isso, talvz s snt com mais intnsidad crscr, mui- ducamos mas o idal, d ««^0, 0 Bilac é tambm um t'p»car, imortalizar na colossal nação, sua filha Prci ami^nt porqi sgunda pátria _ dntro Por isso, tambm, a rprcussão da vida brasilira sobr a gra d latino. A França loi a sua M m twujn() nossa há d' progrdir smpr assumir cada dia formas mais (Continua na pág. 457) 0 BURRO (Continuação da página antrior qu um homm tm o cérbro tapado como um muro d nxovia, chamam-lh,.. burro! Agora*. Já t não falta calamldad nnhuma: já há uma companhia qu t sgur a vida a saudé, m provito... dc qum t possuir. O carrociro, agora, Já nm trá mdo d multiplicar sobr o tu pobr lombo as.tagantadas;. sabrã qu, s mrrrs, uma companhia lh pagará a tua vida por dinhiro. Ah! Dsgraçado! Até agora, quando morrias, stourado, o tu dono drramava lagrimas l cotsld^f Z md^s;sntdos,qaucs= Sf p \ ^^ f^_ % % ^ ^ htracão assimilação, qu tão singularmnt caractrizam a udç.todo, o,xrcit o todo.o^^x ^ar ^rdoura; historia a vida luso-brasiliras. a sua obra poética, a sua obra cívica há d pobr o tu cadávr. Não ram lágrimas sobr o tu cadávr... Não ram lágrimas d compaixão: ram as lágrimas do intrss lsado. Mas smpr ram lágrimas. Agora, nm isso. Burro morto, burro posto. E assim como há qum ponha fogo às casas, para havr o dinhiro das companhias d sguro, havrá qum mat burro porqu havrá burros qu mais valham mortos qu vivos... O burro no sguro! Não * vrdadiramnt fim d século 7

12 . - IV»v'..iv'<;vvv.v^..'.* f PAGINA 144 SUPLEMENTO LITERÁRIO D'A MANHA POMINOO, M/lMMt Olavo Bilac na OLAVO BILAC EM vocação d RamízGalvão {PALAVRAS PRONUNCIADAS NA SESSÃO PÚBLICA DA ACA DEMIA, EM 28 DE DEZEMBRO DE 1934) Quando, d 1894 a fui tcrtário da rdação da "Gotta d Noticias", ntão dirigiin plo grand jornalista Frrira d Araújo, tiv o grato n. tjo d conhcr Olavo Bilac, qu dpois d Machado d Assis foi colaborador brilhant tmpr aplaudido daqula folha. Por ssa ocasião a z d maio d clbrando-s a primira sssão magna da Associação io Quarto Cntnário do Dsobrimnto ão Brasil, da qual ra u vic-prsidnt cuja prsidência pouco dpois assumi, pdi a Bilac qu nos lss tima posia adquada ao assunto l aquiscu sm dmora compondo 'Ao a blíssima cantai a Brasil", qu é i orand tlza. No ano sguint, m 1900, ntr as brilhants solnidaãs da cmmoração cntnária, ftuou-s a 4 d maio, no vasto splêndido salão do ntão Cas. tino Fluminns, nova sssão magna, na qual ainda uma vz ouvimos Bilac. Est, com aqu- Ia dicção prfitíssima a voz vibrant, ^u todos lh conhmos, rguu-s majstoso na d Sp,* - dísí - é Um grébí * A SUa "gura,cidadà «iaem ^o r^^x^zt^lotlz^ tribuna lu o admirávl mnto, pomto "O qu, m qu Portugal atravssa a angústia duma cris n0»prf caçador d smraidas", pisódio da nopéia srta- acarinhar sndo podr do sangu dox,n i.%?,orça: grav, é também rdntora, todo o pais xulta ao clbw '^«ndi^aclo" A ítlma L, 'JSS?8 ' ""l S* o mbaixador intlctual da nação brasilira, da '/"?) ' nista do século XVII, com nação da^a o Snimo o VXraT^' 1 \ M qu qu sofr conosco as nossas dors, qu viv conosco as Arcadia; as tragínossas xtasiou o numrosíssimo auditório, o qual frmnt d ntu- comédils «aszsi-,?, Tt', algrias. Não dfinirá a obra litrária d Olavo Bilac: El' daldauza«a. o apogu do - o^síth. isií? já outros o fizram ants com raro brilho. Mas qur ai SSí m "Ca mc mpa" ttasmo, vitoriou o pota. lvantar a sua taça, dfsoclè 5.t? a i <E"T-,* m nom do govrno português, por Olavo *! alnda.mals,s nnqii, Bilac ícbndtowtatasstísníni? r(pbna<> o Brand Dota o randr pidtdãn n%iin nm«ii m,. Ai,,«tributo dos aflunts S do Romantismo francês, como Ess pomto o "Y-Juca-pirama", d Gonçalvs orgulhar? "» ^dmir^rprafntont"'0 Bra5"' «" dtv dv~n«* i,alia"a: TZ^^^J ^ os aramas Dias, românticos, o os romancs pa d ardnt amor, a trono da sua cadira dos posia n. 15, são DISCURSO ultraromànticos, DE OLAVO BILAC o tradicionalismo d Hrculano, o uacionalismo Jóias instimávis, qu sm áú d Garrtt,, dpois, o naturalismo d Eça,, nfim, vida passarão à postridad. Um scritor "1^"" português, João d Barros, "íl?1"-0 um d scritor Joao d bra-?us. Gurra J«>«l«iro... Hoj, Anos dpois nos ncontramos siliro, Paulo Barrto dpois d tr invntado uits -pági * -Ia."1??-? _'_oz, nsa' Io «>ant stuário. Alongo os olhos na administração da Instrução d ncantadora litratura, tivram um achado para todos os lados, nâo vjo gográfico: raias no horizont sm fim. Municipal, m qu Bilac colaborou com êxito, mais' tar- contraram ssa mistriosa Atlântida, Vjo apnas nunca as águas. marcada no ro- "i- E vjo-vos, admiro-vos amo-vos, mus tiro dos navgadors, mas smpr sonhada vagamnt S^lori^ri^ria^r»6 f%m -0">daS cantant*5 lrumtals d o admiri ainda naqula tada por historiadors cosmógrafos d ardnt W " Imaginação. B da nossa cmli^^ '- campanha cívica a qu s vo- Uma ilha, ou um arquipélago, ou um continnt, trra nbulosa. Inflizmnt, houv um momnto m qu, à tona dstas Um a sua alma d patriota a nbulosamnt apontada nos fantásticos mapas da mitogra- abuas puras, boiou uma vgtação vrdngra, stndal dc saigrafia... Um único dado prciso aparcia m todas ssas ind- 6aÇ s vnnosos. Foi a litratura da ironia, mã da rua palavra d intnso fulgor. dscrnça Esss discursos foram brados tmostênicos qu lvantaram c spirito da mociãad patrícia. Olavo Bilac ê, consguinttint, por muitos {itulos mrcdor da significativa homuagm, qu nst dia lh prsta a Acadmia, smpr fil ao su programa, rndr prito d justtça aos grands noms das ltrás nac""--- (Continuação ia pág. antrior) os qu s ralizavam nos pátios dos convntos do critério nac:onalizador d Bilac cab o mais profundo amor brilhant do Elmanismo tornios frivolos, m nu6 i""1"1 pla França, nst momnto, por todos aquls paiss qu ao glosas lampjavam sm tr Idéias morriam tm dbra" i * lado dla s batm pla civilização qu é a civilização do Brasil, branca. Somos flizs, intnsamnt flizs, ' como é a nossa porqu própria civilização portugusa. Assim o s- st ciclo hróico; ainda mais flizs srmos os ou vl-cmo' pirito patriótico d Bilac mais nos comov, mais nos ntusiasma vrmos fchado os olhos sm tr assistido ao nílnr.,, -, rjao "" ntrnro V mnlo r«l«nn»u^n * «-1_ *S com <bi> i vir a a. VA«n1..nAn u ltl,_, ^ U»U agora. 00 E mais rclama ainda Clraiíljí nsta hora d tão gravs, mas sm tr visto as rvoluçõs políticas, sociais artistu táo magníficas rsponsabilidads para Portugal a sincridad nascrão, m floraçõs sublims, dsta trágica smilt -s',us das suas homnagns ao pota da "Via Lácta' ao ducador sangu d glória. Aprovitmos a boa fortuna orintador qu nost'? ú da conciência brasilira Não sjamos agora, unicamnt, trovadors ' sntimntais Eu prtnço a uma gração, à gração d Afonso Lops Vi- aquls qu, m lingua d oc, rimavam sontos Obdcndo a uma ordm pastoril C mo do ira, d Mayr Garção, d João d Dus Ramos, d tantos cnts; sjamos também troviros, como aquls "10" Plnário é mistr qu s ncr outros qu m r potas ducadors ardntmnt patriotas, qu d- d oll, s ddicavam à alta T sta posia lírica, ao sssão stro "" cni pública prstando pois da ironia, do cticismo ou da mlancolia qu há uns trinta louvor dos hróis dos grands a dvida gstos da bravura homnagm a Olavo anos ra moda m Portugal da ij") pla primira vz proclamou a dad. Não dsjo qu dst ágap s diga Bilac, com qu foi cuja prda s cobriram d luto as ltras brasiliras, dignidad, um a blza an ü" a algria da Vida. Dos potas qu nos do "Banqut d Platão", formosas mas futls divagacõs «prcdram, só Junquira anunciava já a confiança nos ds- ticas sobr o amor... Nsta época, a art " há 15 anos, pla art nsta msma data Unos da Pátria, d si-ia qu nós fizmos a nosía força, como da monstruosidad moral. Ermaram-s todas as torrs 28 ddsmbro. confiança na vida fizmos d a nossa n r""a algria. Podmos hoj dizr todos os vrdadiros potas, todos os dpositários da aqui stão muitos, chisn * ' Ants d dar qu nâo m dixarão mntir a pod- vina sairam dos sus asctérios ntr nuvns palavra aos mos afirmar baixaram iignos confrads, qu Unhamos razão m acrditar m crr! Por- splanada m qu s dcidm os dstinos qu dsta da humanidad * tugal vnc, Portugal vncrá missão apsar da tormnta da tra- S não gntilmnt s incumbiram, podmos star ao lado dos qu s batm noi r gédia qu passa, porqu nl triunfa, splndidamnt o Idal pos da luta, prmiti qu u rcord pnsmos, mditmos mpnhmos os da nacionalidad! nossa a forca T méritos alma m cogitaçõs dss magno dignas dst momnto. pota inaign patriota com qum trati A Atlântida é ainda uma obra dssa gração. E é por isso Falmos da vossa litratura, qu é a minha splho vi 4 prto. qu u, saudando Bilac m nom da Atlântida, invoqui o su vivo rsumo d toda nossa civilização. E falmos civismo admirávl, irmão do fui, do nosso civismo. como o nosso, con- da nossa raça. '"raro tribuindo pata o progrsso da msma valorosa raça, aquém A voas litratura i nm rt«.i.t^.r^,...,-., Olavo Btia, num dsnho d um artista português alm Atlântico dificando os sus lars. ta^ ÍE^Ül* ET&S"^ Mas. mus snhors, a conciência da fratrnidad d idais fio d água, 3&Í brotando das humilds taliscas com Olavo da Bilac, aérst a minha 1S.1, profunda, a minha norm adm;- da Idad Média, spultada na florsta ração da barbári brav pla sua obra não m prmitiriam nunca saudá-lo d intonsa, dsordnadamnt viçando igual sobr as ruínas dos tmii'' para igual, como u o stou saudando. Há uma razão, da civilização romana dvastada: os primiros trovari porm, qu m força quas a fazê-lo: é qu u, alm da portuguss, as lndas mdivais, Atlântida, Vasco d Lobira rprsnto n»i também Gurra Junquira nsta fsta dc miravl "Amadis d Gaula", ond transluzm confratrnização. as Junquira, crànrlc»i, dizndo-m a sua pna d não tuds da raça, a força a gnrosidad a fúria o Uris podr star hoj conosco por motivos d saúd, rmatou: dsintrss a fidlidad da cavalaria Entrgo-lh andant a minha alma AánZ Z para saudar Bilac m mu nom. arroio, já o su caminho s bifurca: o idioma 'nortuénê,v A alma d Gurra Junquira é grand, é formidávl dmais para para-s do castlhano. Nascm os potas palacianos Z rlt qu minha voz possa intrprtá-la, para qu as minhas pala- miros historiadors... Logo dpois, ngrossado vras xnonri. J,. possam xprimi-la. A alma d Junquira é toda a alma dc ribiro, librta-s do rgástulo da slva Pátria!... No ntanto - nativa alguma coisa splnd dla viv hoj m m mim. livr sol, rtrata na toalha liquida Cra-mç, o infinito azul do céu V. plo mnos, o su rsplndor augusto. E, na luz qu ra clássica: três séculos d fcundidad m nvolv, dl dimanada d rfltindo-s masnificniv no mu spírito - os quinhntistas, os siscntistas, sinto orgulhosamnt os árcads. Às margns qu ia nao do fcosso saudar Olavo Bilac m curso risonho, rbnta uma flora nom da Atlântida suav Brnardim ou m nom da Rihim minha gração, mas única- alma formosa, sorri. Todo o val, m cujo fundo dslisi -ir, mnt m nom daqulas aspiraçõs suprmas qu Junquira rnt frsca, rssoa; cornamusas simboliza charamlas Simboliza significa sinifica -_ pm t.nrtn n nlonituri rin «011 o^ii^ o a*x-,..._ i'_ _ «"««iciaa ciiiiühjd.m m toda a nfiticam o ar plnitud do su gênio m com a sua harmonia ingênua: toda a nobrza do su povoam-s os p"rados'd'c'biicõli" patriotismo. Em nom, pois. da Pátria tas, d novlistas da Cavalaria, da Dmocracia d rimadors Portugusas - d. rastorail, m nom d Junquira _ u idad da saudo Olavo Bilac, graça da inocência, a o pota máximo, o patriota insign, dprimavra dai Uiígua? a dad da raçaputa! fnsor Mas, m brv, apóstolo o da civilização latina! rio, mais dmorado, ímansa-s c spraia-s; mais grav é a sua voz, majstoso o su fluxo; DISCURSO DE JOAQUIM PEDRO MARTINS, parc qu o su vigor s concntra, MINISTRO aprstando-s para DE INSTRUÇÃO próxima cris. E' o mio dia, o trabalho PÚBLICA dpois do dvanio, o pnsamnto dpois do sonho. Gil Vicnt funda o tatro snr- O ministra d Instrução Pública saudou m Olavo Bilac a Sto «'^.^ítaí^áffwtost jl tert^ STta61^ "^r'? '' cisas citaçõs: aqul squivo torrão dvria xistir no mio do ' do "«Patriotismo. Amaldiçoada sinistra, sta grminação Atlântico, a ost d Gibraltar... no mio do Atlântico? A ost d rta5 daninhas! A ironia é, ás vzs, nobr criadora, quand Gibraltar? por consqüência, ntr a Europa a América d0' na c'da da rvolta d um grand amor mal tratado, é funntr Portugal o Brasil... damnt *. tmprada.iujjuuua uc d piuau, pidad, amassaaa amassada a d amargas j.ík11- làgrl- Para homns d ciência ra pouco- mas 5an'=upara dois ootas F M s a prvrsa ironia vulgar, a ironia moidaz, foi bastant: não é o primira, o, nm n, srá «.. o^lttao u,.u u dos us milagrs ulililbrs -----, toi ^a mamnh» h,.. da posia- O fato é qu foi dscobrta, Zt ^S^JuSS^tJ!^ abordada conquistada i n 7Ía i?a".d, "atar ^"^nto, sm choro, sm grirísnnhn risonho n os rir»' dois f* Colombos 1 h * plo umo amor d matar ss a Atlântida, m cujo sio vrd ^Viiciuuncimi iíi?.,. fradual> graa sarcástico, infcundo. stiolador d plantaram o su pavilhão strlado, toda tcido d sonho *:rn?a' d arts \.toda a sprança toda a bondad da comunhão, Novíssimo continnt moral, d amor d dfsa. Atlântida iss um crim torp' flu "ão pod obtr prdão liga nm o vlho o novo, un mli"cora'a principalmnt Portugal o - Brasil, as duas pátrias trnamnt irmãs. Est banqut, d qu sou. Mas rjubilmo-nos! A fas ignóbil passou. Fatalmnt dapnas prtxto, é um dos instrumntos do vasto programa da Vla P^sar. A duração longa d tal moléstia rcria a snmid admirávl rvista. nacional irrmdiávl, o marasmo, a mort; uma nação. - Todo o rsto d vida qu ainda t0 -"m tri no mundo, uma ou- P vo íort«, «>da uma raça no plno viço do outono. tra vida nova qu m foss dada, nâo m bastariam para qu ZrJfTr. - m Sr facnficada por um bando d loucos amorais, u pudss pagar-vos, m gratidão dvotamnto, a divida d rt,,ti i.??" E * Porclu os ironistas rlapsos os irrqu m oprimís. O qu ontm m foi dito, na Acadmia Jntí, '.. das n"nf n"? "?. homns d coração d gnio^ uincias, o qu acado a ouvir, nsta sala, é um univrso '-. ""«'*"» nfw,fz f. ao mnos qüino qu a minha alma não pod contr. Ao Brasil ntrgari ns sp"*lt0 honra. Às flz vossas palavras os vossos bijos. A toda a minha Uma su naufragar nss dsastr sm pátria aos )íís' P^rvrsão passagira pod xtraviá-los- mas n m- mus companhiros d trabalho, aos homns qu dirigm a na-,, f, * "aturai pudor arrancam o su talnto i ção, a todos os qu vivm labutam nas cidads mgn'dad<p tumultuosas do tragadouro imundo. Ouvi dizr, algumas v nos srtõs pacíficos, a todas as almas qu stão criando m ça ~. *«nlroz, *» maravilhoso ourivs da nossa lingua, sforço, m sofrimnto, m sprança, a grandza do nosso fu- - D 1-amado mstr, foi um ironista dsamoravl do ru tura, diri qu Portugal, nst suprmo instant d frvor pa- f jí,l"ils fus '. aos... E' falso! A sua ironia foi aqula qu triótico d luta sagrada, stnd ao Brasil, através das dolorosa água: santa, aqula qu fr para curar, aqula qu magoa mais o magoador do qu o magoado. Mas acitmos qu, imnsas, os sus braços, a sua alma, toda a sua infinita con fiança todo o su infinito amor. acidntalmnt, dsnraizado plo xílio, l tnha dixado, ru.' Prmiti, snhors, qu u não dissip sts minutos algum d di tmpo, sm trato sm culto o su nacionalismo. S» vina glória m palavras inútis d agradcimnto vulgar. Não dsjo qu sta runião sja apnas um "outiro", pcado xistiu, a rdnção foi complta admirávl. Porqu, ants d morrr, como Eça d Quiroz tv a fortuna d dixar ss dfinitivo' d vata d trnura A Cidad as Srras,

13 WJW9 pppp <»'^W=-C jwfc «OMINOO.»/.«/»«pORTUGALOIavo Bilac,ias últimas páginas o su grand spírito, dpois d maf" todos ridículos do xagrado stranglrismo da dsmoraíí" Hnra dsnacionalização, ntoou o su xtrmo suspiro d bom niin d Portugal, num hino irçcomparavl d adoração d Piuuic à blza do su céu, à bondad da sua trra, à gênrolc do su solo, ao carinho das suas árvors, à franquza sida; a ho,,ra dos sus homns, à misricordiosa puríssima bran «ira das suas mulhrs. Dissipou-s o psadlo. Varramos d nos a lmbrança dssa rtfratura qu nascu morru sm tr vivido. A nossa litratira aqui n0 Bras"> é hoj nacionalista, srá nacionalista. Ka vastidão do su domínio, o rio sobrano rcorda vnra «s silas origns,, ssncialmnt, snt-s o msmo fio d áiià nascnt, o msmo arrolo infant, o msmo ribiro adolsnlntc qu toi outrora. Os vossos potas os vossos prosadors, como os brasiliros, nurni sr da sua trra. Qu podrmos valr, s todo o nosso valor não vir do valor da nossa trra? O dirtor da Atlãntida, joio d Barros, ss gnroso pota, qu m dá hoj a vntura d dar-m a vossa companhia a vossa amizad, du m tiüs sus lindos livros d vrsos um titulo qu é uma ban- Sira c uma profissão d fé: Antu. Qu força spantosa alimntava o corpo daqul gigant. filho tio Ntuno da Trra? Podia Hrculs subjugá-lo, quando o lvantava do solo. Mas, quando os sus pés tocavam o chão, c lutador ganhava novo alnto: rvigorava-o a Trra; o contacto do sio matrno tornava indomávl o su corpo divinlzava o su spírito. Só é grand homm qum é bom filho. A modrna litratura portugusa não é apnas um tmplo d art: é também uma scola d civismo. Na posia, no roinrnc, no drama, a alma nacional stá nchndo cérbros curacõés. Os xmplos são tantos, qu a citação é impossívl- Basti- a indicação d dois artistas, ao lado dos quais tantos oúlros rsplandcm prduram: ntr os mnos novos, Hnliou Lops d Mndonça, ss nobr historiador-pota, qu Iiiiii..plantou para o pjlco a vida d tantas páginas dos anais do país,, ntr os mais novos, Júlio Dantas, o admirávl scrilor da Pátria Portugusa. No Brasil, sta msma corrnt sagrada liga todos os vrdadiros homns d ltras, dignos da profissão do nom. Daquél Imnso trritório, rvstido d spssas florstas, outias florstas morais stão viçando, novas graçõs litrárias mil ridas d intnso brasilirismo. A história o folc-lor, a natursa a imaginação, a graça da trra o studo das fonts da nacionalidad dão siva àqulas slvas d Blza. Dois noms bastariam para nriqucr toda uma litratura: o d Albrto d Olivira, o glorioso artista das Mridionais dos Sonclos c Pomas, mu gu:a mu conslho, o d Colho Ntto, mu qurido irmão, prodigioso romancista, pintor pota dos nossos srtõs. Já tmos três séculos d cultura d pátriolisino. Crnts confiants, ncaramos sm rcio os séculos séculos qu ngrandcrão a nossa pátria. Mas, portuguss brasiliros, não sjamos apnas artistas, bons artistas; sjamos ducadors, bons ducadors. Somos nós os lgítimos dpositários da nossa civilização. Dmos o nosso carinho, o nosso conslho, a nossa dirção aos talntos qu s stão formando aos qu tm d nascr. Dvmos dizr-lhs: 'Sd vós; sd a vossa trra! Sd vós, não sjais imitadors dos outros; sd vós, nos assuntos da vossa idalização: przai a vossa lingua, rspitando-a, librtando-a d fios alijõs, do calão psado qu a dshonra, dos strangirismos inútis qu a sobrcarrgam!" Não sou inimigo irrconciliavl d todos os prgrinismos, porqu amo admiro nxrtos formosos, qu possam opulntar c alindar o nosso idioma. Mas o xagro é smpr hdiondo. As linguas são como as mulhrs: vstidas com purza simplicidad, são nlvo para todos os olhos artistas para todas as almas finas; mas, como cortzans ou ídolos bárbaros, arriadas d ouropéis vistosos untadas d cosméticos nganadors, sao apnas agrado d sntidos grossiros instintos baixos. Também não sou purista xtrmado, d um purismo qu s abir da Gurra Junquira Por ocasião d sua visita a Portugal, m 1916, Olavo Bilac pronunciou, no tatro Rpública, d Lisboa, uma confrência, qu aicançou o maior êxlto. Nosso patrício foi aprsntado ao público lusitano plo grand Gurra Junquiro. Aqui stá o formoso, alto loqüntíssimo discurso m qu o autor d "A Lágrima" saudou o autor d "Tntação i Xnoorats". DISCURSO DE GUERRA JUNQUEIRO Da ssência idal qu imortatízou as nossas dscobrtas, fz por um instant, na história do globo, dum punhado dc marinhiros i cavadors a maior pátria do mundo, a lita do Etrno, a ncarnação hróica ão Divino, três momntos d blza augusta nos ficaram um rtábulo, um tmplo, uma popéia. Três Lusíadas-, os dc Nuno Gonçalvs, os d Camõs, os d Sánia Marta d Blém. Criámos Esquilo Promtu, c rdntor o cantor, o hrói ovant qu librta, o gênio irmão, qu o traduz m música. A música da luz, a do mar- _ SOTUMENTO UTBKAMO P'A MANHA -PAOINA 44» rm W'sÍ\\\\\\\\\\\\\\\mvP:' W88*\WÊff^Wtíl&FW?!& -jma ^SÍ \f smm\ IwmmjXf íkmm I ElPf ájrtr^' MiSP^ s J^Tv f rfc.' 1 Olavo Bilac com Gurra Junquira, diant da státua d Soa d Quiroz OlalX) Bilac m Portugal. No banqut da "Atlãntida" mor, a da palavra. E ao msmo tmpo qu gramos as duas grands popéias mais local, plo amor à glba, quivalnts; uma na ação, ou- a mais univrsal, plo amor ao tra no cântico, rproduzíamos mundo. u pátria maravilhosa qu lhs du alma, criando um novo o mu amor à pátria comça Portugal, o do futuro, dbaixo nos amizads do mu corpo ao 1 Aí ariana, d Brnardin Ribiro, d Migul d Almada d Pombal, d Frnands Tomaz d Mousinko, d Hrculano d Sá Noguira, d Passos Manul Garrt, ds Camilo d áo novo céu, no mundo novo. O ar qu rspiro, à água quo bzho, Antro, d José Falcão d Brasil é a ucaristia sagrada ios ao pão quc m alimnta, oo fru- João d Dus. Lusíadas. to qu dsjo, à flor qua na mbalsama, à luz qu m áslum- Fizêmo-lo à nossa imagm E, acima d tudo, la é a mã smclhyr.ra, com. torrnts d vido Povo 0ra, Dpois vm o amor ú mi português, do povo d ia, o nosso sangu; com Aljubarroia, das Dscobrtas, um nha casa; dsd os cvós acs hino d aurora, d a nossa té Monts Claros, do Bussaco, ntos, dos brços aos spulcros. com strlas d dor,, as nossas lágrimas. panas cavadors, a igrja d d sonots DpGis a minha aldia, âa Trcira, da Rotunda, criador imortal d hróis anônimos, chou- Tizêmo-lo com bijos conçõs, lavrando, batalhando lado. Dpois o amor à plbus pobrs* Dus ao cntro o cm'.trio ao nhos, qu guardam ovlhas, smiam srras, dormm nos l- provincia, à rgião, à pátria toda, r-ando, darmos na mão, rados mãos postas. Vivr é convivr, pos mortos, aos vivos aos vindouros. so, migo, mlancólico, impr- falam com os anjos; do Vivr é amar. O grau d amor povo cândido cristão, amorom è o grau d vida, a vida infi* nita chama-s Dus, infinito gnado d Dus d naturza, Mas a chama do mu amor amor. tão abismado m sonhos «spiritual bijará com mais d- saudads, qu dixando gmr Mas não vai para Dus qum VOcão os qu mais nobrcm a a alma numa frauta, é o maior traz unicamnt nos lábios a pátria Isto é, os au mais honsílaba suprma. A invocação mram a humanidad, d Portugal. lírico do mundo, o maior pota nâo basta. Qum o não raliza, não o adora. Há homns bons, Portvgal é uma pátria spln- Eis o povo qu fiz nas trras ru sc julnam atus são dis. dlda, porqu é a mã divina do d Santa Cruz a Pátria iraid. tas, como há distas rancorosos, Condstavl, a mã do Ivfant- Q Brasjj nso chgou a sr qu são atus o não conh- dscobridor do Infant-martir, uma c0lônja Foí iogo nação, cm. Luisa Michl foi iista. d Nuno Gonçalvs d tniau fol logo pátria. a nma Patrta Torqumaia toi atu: Os ho- Lops, i Bartolomu Dias partttgmmi com novo5 hróis * mns as pátrias valm, pois, t'-. n João II. i Gania d dscobridors, com novos sanmais ou mnos, conform o sn Camõs, d Sao Francisco xacaturric. Srá ridículo qu os nossos ntos falm scrvam Í0J f nm)os orfus, novas nxagrau i rligião, qur dizr, o vir d Alvars Cabral d xatamnt como falaram scrvram os nossos avós; também áas g noms Ijms sria ridículo qu o nosso stilo d hoj foss a rprodução fil gra»d fratrnidad, o grau d DJoão dton d^lbuq do stilo dos quinhntistas. Mas s o tsouro do vocabulário, o 'Tpátria movimnto das locuçõs, o ritmo das frass podm dvm sr mais prfita srá a Ihãs i «Vicnt, d Soror^ ^Tnt^ZT^tfcUdIS variados aprfiçoados, a sintax, qu é a strutura ssnciai do idioma, é - prpétua ; imutávl,,u,*., sador xímio, dsjava com a minha prsnça acrscntar o à rvolução m 20, arrasta à Digamos isto aos nossos continuadors. Digamos-lh arada. ^^ apiauso aos dos convivas dlioj. O Brasil, grand nação qu somos latinos, qu qurmos sr latinos m nossa dscn- porvir fulgurant, é o nosso continuador histórico por dèucia. E para isto. plo xmplo pla lição, prgumos a afirmamos hoj, como afirmarmos smpr prant o mundo dcência do pnsar do dizr, a graça, a justza a sobridad, nossas forts vlrís qualidads d povo qu tm dirito d - virtuds máximas do gênio latino. consrvar na civilização univrsal, um lugar d rspito S a E, snhors, stas palavras o gênio latino dvm t!sbarbaridad cintífica, qu nst momnto assola diminu a portar-nos, m spírito, para os campos hróicos, m qu milhõs,hosa Europaj tivr mais tard como consqüência o fito d homns stão lutando morrndo m favor do nosso idai, s baltrnlzar a brilhant progrssiva América, nos con- indpndência m Abrazou-nos o msmo idal, ardmos na msma chama. Frnands Tomaz José Bonifácio, m vz d inimigos, ram irmãos. At nossas pátrias dsligaram-s para mlhor s casarm. Dsuniram os corpos, para stritarm ( as almas. O amor crscu m Não é somnt a sua própria vida a sua própria indpndn- cj istlr, vivndo na vida intnsa do Brasil. So blza, porau aumntou m librdai. Vivndo tão livrs t cia qu a França as suas aliadas stão salvando Estão m djst0 s podm òrg ihar dos trs, sndo Portugal Íoko a xistência a librdad, a honra o futuro d todas as n0 m trritório continntal, nao o é na crnça distants, fratrnizamos hoj nacionalidads, dissminadas pla Europa pla Amrica, nas,- * dstino civilizador, continuado qu sja alm-mar como nunca. Na glória no sonho, nos ais nos bijos, no riso cidas da antiga civilização do Mditrrâno, irmanadas pla c,a 5ua clutura, plo su cativant spirito, plo art pla filosofia, ligadas pla afinidad dos idiomas bro- nó3 cm^nt amor com qu cultiva adtados do tronco do Lácio..- mira a vlha lingua dos nossos grands potas grands pro das ondas, vncmos o spaço, na dor. Amando-nos através Amando-nos através ia história. vncmos o tmpo, qu ii torno d Vrdun. dfndm a glória a força prpétua da a sptança_ numa *< «IWm rior. drand Loba, nutriz da nossa cultura! futuro, o da So Tííngua.LòUdã nossa intiativa íio progrsso, srá dcrto SSndio ; vtoto star ntrgu ao grand povo brasutro Nisso DUAS CARTAS SIGNIFICATIVAS frditoi confiadamnt. quaisqur qu sjam os dstinos da vfhá Eu?op«? hoj convulsionada por um dsvarto quas inacrdita vl. Por ocasião da visita d Bilac a Lisboa, duas cartasi slgnificativas tv ocasião d publicar Atlãntida, nviadas a João viva ' nois. o su Tixira futuro intlctual, moral conômico. d Quira. d Barros. Et-las: "Lisboa, 31 d Março d Mu caro João d Barros..._»!<, Não posso comparcr no Jantar promovido P^AHantWa Ao vlho saudoso companhiro d Paris, o grand brasi-,--- r^romm,tp ^omõsab llrotõlavo Bilac. nvio as minhas fratrnas saudaçõs, sntindo m honra do Brasil homnagm a Olavo Bilac. Como sao o liro m nâo imsttl lr pssoalmnt mu stado d saúd não m consnt o toma P***>m lstas «*» ^m0 ^ 0 mu maior dsjo. dsta naturza. Pna tnho, porqu & grand *^ ~_!?L B amricana Usboa. 31-IH-Í16. julgo do mu dvr, como português, prstar o mator LlsDoa. iu».. «uito; ao su rprsntant intlctual, o grand lírico pw- foi. E, com a imortalidad do nosso amor, vncrmos a mort no porvir. Quando Portugal, honrando duas alianças, a aliança humana a aliança inglsa, nfra na falang das naçõs hróis qu s batm pta causa augusta áo Dirito «mortal da Justiça trna, snt-s, fort, ovant, splndoroso, porqu lva na alma. hóstia sagrada, a alma bndita do Brasil. Exaltmos m coro imnso a Pdíria-frmS, aclamando Olavo Bilac, o su jrrand pota. En, bijando-lh a front, ôtifo Brasü no oraçdo.... rj.-irj'^. -..^-.'J.tivàii/ã

14 &.,_., a....'_..,!...,.._ ,-,...,.,-,, I PAGINA «6-8UPLRMENTO LITERÁRIO D'A MANHA DOMINGO, a/li/im, FLECHAS DE OURO - olavo bilac E' como um astro na trva O disco do mu broqul: E um largo cinto s lva Das patas do mu corcl O bronz ardnt sombrio Da minha hrcúla armadura. Chio d strlas, fu)gura Como uma noit d stlo. Através dos dscampados, Das planícis através, Coito: colinas prados Palpitam sob os mus pés. E quando plo caminho Passo, a toda disparada, A av s cala assustada Na alcova qunt do ninho... A caça! O sol rsplandc; Vibram milhõs d asas no ar: A trra toda parc Estrmcr cantar. A aljava qu trago ao colo Da flcha d ouro transborda: E cada flcha é uma corda Da lira d Phbo-Apolo. Por isso, no ardor da caça, Quando o arco vrga,, afinal, A flcha, silvando, passa Para frir o animal, Quando o animal cai sm vida Tinto d sangu arqujando, O Sangu spirra cantando Da sonorosa frida. E' uma florsta infinita A vida humana: a paixão Sobr l, qu ard palpita. Passa como um furacão. Florsta imnsa, stndndo Braços d hras movdiças; Crrada como as suissas Do filósofo Rosndo. Corro-a m todos os sntidos, E m todas as dirçõs, Para subjugar, fridos, Os vados Os lõs. Tigr faminto, qu os dnts Afias,, cauto maldoso; Tu, moita vrd do gozo, Bla, chia d srpnts; Clarira frsca do sonho Ond canta o rouxinol, E ond, num bando risonho. Dormm as corças ao sol; Pantras borboltas Sabiás Jopardos,..Sus! cautla com os mus dardosl Cautla com as minhas stas! A caçai À aljava stá chia Pará frir, por aí, A qúra ama 'a qum, odia,.4 íjum chora évqüm sorri. Já sob as vrds ramagns ~ Bolto o sôfrgo gint, -- Eo mu alto capact Toca a» primiras folhagns... 'Dè çáda chaga liiaa rosa rafi brotar crscr. -Voar E Uma. rima èsplridorosa è fspláridècr. Qu a aljava, qu trago ao colo, D flcha» d-ouro transborda: E cada flcha é uma corda Da lira do Phébo-Ápolo. (Novidads d i II Vinham chgando, chgando Navios mais navios: E o mar calmava, chorando Os sus vagalhõs bravios. Vinham d long, das plagas Scas ardnts do nort: Vinham, ngros, sobr as vaga* Como o _:.i;;;to Ca. luori. NEMROD. E as ilhas vrds sorrindo A flor das águas, os astros Fixs d raios abrindo Sobr o mar sobr os mastros. Os vntos qu s arrojavam Sobr as rochas squarrosas, Pasmos mudos ficavam, Vndo ssas naus mistriosas. E ls, d noit d Üha, Vinham corrndo, arqujants: E um longo choro gmia Naqulas vlas rrants. Do sio stéril ardnt Da pátria os filhos saiam: B no arai inclmnt Nm as palmiras viviaml Ora, um ministro homm sério, E primiro ntr Os primiros. Gria a pasta do Império Com gáudio dos confitlros. Cara pidosa barbada. Fisionomia divina: Vstia a farda bordada Por cima d uma batina. Amava o cartaz bulhnto: E tinha no olhar, nas frass, No gsto no pnsamnto, Cartazs mais cartazs. Quando l ia d viagm O su coupé sobrano Era como a carruagm D um dntista amricano Mus filhos! vind! stou chio D brandura d pidad. Vind bbr no mu slo: Matai a sd ã vontadl" Assim falou: A ordnança Corr a lvar a noticia Frv a rclam. A sprança Ench as almas. Qu dlícia. E para ncliugar o pranto Dos qu combatm com a mort, Convoca o ministro santo. Os priquitos do nort... Disputas sérias ruds S travam. Eis, dando um grito, Diz um: "Façamos açuds, Porém.., só no mu distrito!" "Não! só no mu qu é o primiro (Diz, bracjando, o sgundo) "No mu, (rgouga o trciro) Qu é o primiro do mundo!" Morr o sol, a noit dsc, Rponta o sol. E na luta, Ard, flamja, rcrsc, * Entr brros, a disputa. Mas dá o ministro um salto,. No pito, m cruz, as mãos pousa: E, ao vr qu o rlia vai alto, Rsolv:., ir pnsar na cousa. Vai almoçar. E, pnsando Nos qu a miséria consom, No bif os dnts cravando, Diz: í'como é bom não -tr fom!" NEMROD.(((Novidads d )» --. I II - A asa spalmada, o olhar'ardnt, Em punho a foic luzidla, Rug a trva, surdamnt, A pidmia. Dntro da lügubr mortalha Sacod os olhos com fragor: For ond os passos mov, spalha Mort pavor. A foic rígida assassina Prpara para a cifa humana: Mas... pára diant da batina D fri Viana. Pois fri Viana o ddo lva Diant dla: la, ao lh vr O ddo fúlgido na trva, Fog a trmr. Fog a trmr, chia d mdo Prsa d pasmo d dmência: Porqu ss ddo é como o ddo Da Providência. Não cairão vitimas novas Fracas xanims no chão. Nm d cadávrs as covas, Transbordarão. Pods sguir para outra part Com toda a tua cort horrívl: Vai Fri Viana dblar-t. Fbr trrívl! Forqu l às cousas faz com gito: E, já por ntr aclamaçõs, Tm convocado a tu rspito Três runiõs. Sábio ministro! O qu, lutando, Não faz nnhuma das ciências* Faz l, apnas mprgando As confrências: Rcama os pântanos d flors, Rga fcunda os ariais, E paga a todos os crdors Municipais. Mais confrências, frad! Ruf Rouco o tambor, tudo aclami E viva a blagu! viva o puff I Viva a rclam! Mais confrências, pio fradf Mais confrências.' nst andar, Conquistarás a trnidad, Sm trabalhar. E *numa státua iluminada, Hás d ficar, trno fort. Sobr uma caixa d pomada, Livr da mort. (Novidads d ) NEMROD. FLECHAS DE OURO Em vão, no ar cálido, a rima Sacod as asas inquitas, Sorrindo aos astros, m cima. Sorrindo, m baixo, as violtas. Em vão, na aljava abrazada No incêndio vivo d dia, Rug a flcha rpassada Do vnno da ironia. Em vão! Abafado morno, O ar s stnd, sufocant: Vind assar-vos nst forno, O' condnados d Dant! Vrsos! apnas, a custo, Rompis da strof cantando: Pássaros tontos d susto. Caiam no chão arqujando. Dbald as asas formosas Vibrais, nos ars disprsos: Pois s nm vivm as rosas, Como hão d vivr os vrsos? Com a multa no braço, Difícis passos movndo, Tropçando a cada passo E a cada passo gmndo, Bambalants, trmnts, Dsconjuntados rls, Sois lgítimos parnts Dos do Barão d S. Flix. E, quando passais, carambal. Parc qu a caravana. Passa, mnciona bamba, Dos vrsos da "Camonana''. Rpousm avs flors! Qu hoj, no sio da mata, Não s ouvirão os clamors Das minhas trompas d prata. Em paz! Suspndo cansado A caça; a aljava dponho. E. vou dormir, mbalado Na rd branca do sonho. E nquanto, m torno, 0 ar chiroso E frsco s dsnrola, E nquanto, prto, a palmira Mov a Inquita vntarola. Passaram as rimas, Entr rindo, as papoulas vrmlhas, E as rosas brancas zumbindo Como um nxam d ablhas. i v NEMBOb. Rcapltulo Toda a smana: Porm não bulo Com fri Viana E ubíquo fort, Possus até ' Um pé no Nort No sul um pé. Porqu l, m suma D manhã crtr, Criam qu não Apnas t ru Fz mais nnhuma Vais, m socís' Runião. Vr os Albrgui' Ond stivst, Modsto frad? Nada fizst?, Calamidad! Eu, a studar-t Smpr t vi For toda a part. Aqui alí. Da asa do vnto Estás d poss: Eras mais lnto. Cirand Bargossl! O' voz da fama! O' albatroz! O' tlgrama! Como és vloz! Tu ao cansaço Nunca dás tréguas, Pois com um só Corrs cm léguas Conhça a história' Qu pods tu Estar na Glória, E no Caju. Vais sm barulho D um salto ousado. Do Pdrgulho Ao Corcovado. Ond stivst. Modsto frad? Nada fizst? Calamidad!. (Novidads d ) (A UM POETA) Sgus viabm No tu coupé: E a rportagm T sgu vê. Acima aba, Corrs ' roas- Missa dspacho Puffs smolas.' Oh! qu rclams Plos jornaisl Corrs xams E tribunais, Scrtarias, Tmplos, convntos, Hospdarias E rgimntos. Agora v]o Qu, ao comçar, Tinha o dsjo D t poupar. Mas, - fri Viana! Enchs, disprso, Toda a smana, Todo o univrso. Em ti falando, Não posso mais: Vou sgotando Todo o carcaz. NEMROD. Vm! à porta do tmplo iluminada Bat! trás ntrada, prgrino! No amplo rcinto fúlgido divino Todos t spram, caminhant ousado! D cada canto sob o som dc um hino: E drramando a luz, d lado a lado, O Amor, por toda part, inquito alado, Canta ri, como um gênio pqunino. Brandos acords, trêmulos harpjos, Uivos, gritos horrissonos atrozs, Ritmor d prantos rumor d bijos.., Entra! Dv sr blo, amplo violnto Ouvir, insiprado, ntr ssas vozs O ornjo rpntino d um jumnto. (Novidads d ).','. A VIUVA NEMROD. VII Çomiijgo. Chov. Como é trist a chuva I Como é trist monótono o dominou! Ouço a chuva cair, d pingo ém,pingo.., Ah! s chgass, pálida viuva! Sonho qu chgas: Livro^té da capa, Todas as vsts úmidas t arranco: Dispo-t. Enfim! O tu pésinho branco Da bota, como um pássaro, s scftpa. Trms d frio, ntrchocando os dnts, Bátgas dágua, trpidas, lá fora Rufam nas pdras, ncharcando a rua E dos mus lábios, sôfrgos ardnts, Outra chuva t cál, qunt sonora. Chuva d bijos sobr a spddua [núa... (Novidads d ).(Novidads d ). NEMROD.

15 ' -' * " " -, T» «- i[ t ".,_.,^,-,,,,.,-....,....o.-oooi OLAVO BILAC-í Humbrto impou tura social apurada. O individuo cujas roupas maniras s lnidõm a toda gnt, à primira vista, é a ngação da lgáncia prfita. Entro o rastaqurismo a lgância, a dis- UmCa é imnsurávl. O primiro é lilho do scândalo, do xagro, da falta d gosto, a sgunda é íilha da discrção, da tíi'iicadza dos sntidos, constim a flor mais suav da ros nt da Civilização. As industrias modrnas tam fito o impossívl para obtcnção d crtas maravilhas, qu so o tmpo a naturza prtxluzro. Documntos d ontm, gruíados pôr mãos qu ainda s movm à suprfíci da trra. são.submtidos a procssas quinacos qu os nvlhcm, dando-lhs uma fição scular. Artistas d todo gênro, qu sriam notávis na sua época, rcua-m para o passado, trzntos, quatrocntos ou qu nhntos harmonia, o pso. o tmpo a distância. Poucos homns, no Rio d Janiro, vstiam tão lgantmnt como Olavo Bilac. Os d E à noit, à luz dos astros, fa horas mortas, sun.ümkntii urvauaio n-,\ manh* pagina*» WMÊmyf f-r 1$Ms!mé&«fé^->^p0 z--fa: O HOMEM Rondo-t, c arqu jo, charo, ó cidadla I Pla dfinição qu dla ofm os ntnt-idos. a lgânhomm, ou na mulnr, sus trnas, d cors discrtas, Como um rrc bárbaro uivando cu é, no [às tuas punas! uma spéci d graça cristali- particularlzavam-s, nas rodas d amigos, v.a da. por mlhor vsti- S _ a alguém...^ s abriram, na dos qu sts stivssm, O homm a mulhr lgants por civ.lização biasil'ra, as portas um cunho d graça, d nobrza, da ci.&dla cobiçada, foi ss não ai.ii dtstnguidos na multidão sinão plas pssoas d cul- d d;stinção. A gravata, scolhi- bárbaro, até hoj, o único moi da ntr os patrõs mnos vi- tal qu as transpôs. No alto das vos, nunca patntou, sob o co- torrs ncantadas, drapjam, a larinho baixo, o trabalho qu stas horas, ',' únicas trna:-, t- >/fcj» im*. f**. laço xig ra. Nada, na sua indu- smaltadas d strlas, as cors mntiria impcávl, dnuncia- do su pavilhão. va pna, sforço, tortura. El ralizava no vstir n PWf«r» «Mtt,a i.» o conslho dado a um pota, nos tictos O POETA d um sonto famoso: Qum xamina, sm paixão, a influência d Olavo Bilac na Não s mostr na fábrica o mntalidad brasilira, obsrva 1 suplício- qu i ficou sndo, para o po- Do mstr. E, natuial, o vo, msmo, para os círculos I fito agrad, rprsntativos do nosso vr. a- Sm lmbrar os andaims d;ro stado social, o pcuta da [do diíicio. primira fas, isto è, o sontista snsual, imptuoso, ardnt, dos vrsos da mocidad. Com o Porqu a Blza, gêma da corrr dos anos a passagm [Vrdad, tjas staco-?;-., qu lh iam dan- Art pura, inimiga do arti- c.a, à força, outra filosofia oulííclo. tro conhcimnto da vida. foi E' a força a -graça na sim- Bilac, pouco a pouco, modif i- * *}*''$ íi <** r.**** "*'** j ;.<- *«7: Trcho d uvta carta intima U í-.t-'jia -'- / - /' [T/Jí/UM t7?s Uh"%Ai.* <*** -, ív^vvi. JI~W»»» '«"w! >/<u~a»j*. *4m.-m r*v/ : 9\- fw*** «. i Olaoo Btiac ^ititiéz 7y' f/ifú IpUldad. ca ndo a sincridad d-a sua inspiração poética. Dpois dos qua- Os sus «... dos * primiro,. juvntud nsunha, aos ul- ^.^^^SíS. 5Í,^V c. i»,.íh«^ ii- anos, para vivrm a vida r l mos, na maturidad luminosa, ds ouro da sua popularidad litürãria, comçou a dsaparcr :,.." < *>,' '.' '- * poi rm a obra dos grands rslzaram, igualmnt, ::\..: r- '-.a' '-*' ',""í_ S- 7-à> :.' 4 ss das suas rimas. n,?strs italianas. Em plno sé- programa d vida. A sua obra Qum lh obsrvass O---',ol - a.,....." cu!» XX, há. na Itália, na Ai- "ao tm rimas a volução da prciosas, imamanha, na França, na Inglatr- Kfns Imprvistas, posia, <» / y -j-' à tria a imprssão d um salão conslhos sra. qum fabriqu, com árvors candalizadors. fa-ísm rtrando gradualmn- y/. \&í;1??*'& ' 3*i&ãwià-..!,Â*tM*c6< JU*1 *i d bail d qu as mulhrs s pincadas no século XIX us- Pautado nos clássicos, i t. mas _ qu, ficass iluminado tosos violinos do século XVII. [0i, na blza Co concito, na plo rsto da noit, qubrando imaginação dos homns rpt, purza da língua, na ciiscrção a solidão silnciosa com a marav.lha dslumbrant dos sus indústrias, nas arts, n-as oa imagm, um clássico da múltiplas modalidads da at. idéia da linguagm. A corrut harmoniosa qu vinha d A última fras d Olavo BUac cristais. Titulo A nomação d Olvao Itllac para insptor do r.zino no vida intlignt, o milagr do Distrito Fdrai Pcüarca, através d Garcilaso, condnsada nos novnta c nov d Lop d Vga, d Quvdo, sontos da "Tard". ditada glória. Com ss aspcto, falan sos maravilhados, o po^ta comsçou» vivr do pnsamnto, L. Camõs, d Bocag, dos suntttas líricos univrsais, ch- mus olhos, como as últimas consubstanciava la, no mo- íaando funcim-ar as potítumamnl, aparc, aos do ao coração aos sntidos, máquina» novlo d fio da fábula, cm cuja xtnsão s achavam, impassívl, ou lásticos, à voutiid d qum o dsnrolass, o;; mistriosos limits do tmpo. Nio há. ntrtanto, obra artifiriai qu substitua, d mo'o satsfalório, a naturalidad. Esta, omo a túnica d Cn to, qu a lgnda fz intiriça, una. sm mndas, não srá, jamais, imitada. Por maior qu sja gou até l com a sua purza horas d uma grand fsta. Eu mnto, a forma stética maa a Art ond s manifstavam, originária. Nada d arrbata- vjo, nla, o suntuoso salão rprsntativa da motividad ants, a spontansklad du somntos. Nada d xagros. Na- abandonado Os pars qu ai vai- da raça. Spultada no lodo ca t mnto, a singlza do instinto, da qu fizss, plo strondo do savam d braços ntrlaçados, Ignorância ou afogada plo as- \ voluntarldad tio coração. vocábulo ou plo fulgor da idéia dsaparcram ntr rumors falto dos prconcitos, a alma tapar o ouvido fchar os olhos, d bijos, na doçura da noit brasilira, lasciva. lúbrica, volu- A mdida qu lh rgulava os convidativa. Em torno, tudo é ptuosa, dsabrochava cm prfugstos na vic'a disciplinava-lh, distinção, é graça, é bom gosto, ms m cors na rosa vrmtalnto do arfsta. l não su- xata, o vôo do pnsamnto. A disposição <«s movis, a s- lha daquls vrsos. Com a idaprirà nm o tmpo, nm a na turza. A prfição simulada tinrsntará. smpr, ant um xam dtido, svro, mticulo si, s marcas da agulha os s i nhavo3 da costura. S<3 é compio,,, prfito o qu é sincro natural. Da graça, unida âi naturalidad. è i\u nasc a lgância. A magiiitioência. o luxo, a suntuusuiad. matam-na. dstromna. dsvirtuam-na. Frinéa, na sua nudz, pod sr lgant, sm qu o sja Clopatra. nos splndors da sua riquza Moralmnt, o homm com- lh» dos üuadros, o tcido dos d, porm, o quil br o moral pltava o pota. Srno diant ^^» abrta?n foi-»a. vif»- lm^ "l"0,,muslca,alnda do,i.,,», >!,,sóii,y, na «. arai. sobr o piano, falam, na sua lvou ao triunfo complto cmudz, da algria ruidosa das finitivo. Bilac sntiu, como ho- ataqu insólito, não s apai.lanava, não s xaltava, não horas xtintas. Os splhos não mm. a ncssidad d trair o transpunha os limits qu a vida modsta, mas fliz, lh tra- guardaram, porm, os vultos pota. O outono, qu chgava, qu por ali dslizaram.ond s- não lh prmitia mais a Vbcrtão os idíltos daqula noit? dad das moçõs. O xmplo cara. Abominava a polêmica, a disputa, a discussão nos jornais, Qum nos rptrá os juramn- d Luiz Dllino, tropgo sntos. as promssas, as palavras suai, paralisava-lh o surto com o horror d um homm ha- da Conta EdnKind d Ooncourt, qu, instado, aos sssnta anos, plos anrgos. para qu voitasaa a fazr vrsos, rpousando nls a fadiga do prasador, Tliophila Intrrompu, xcla- Gautlr os mando: "Oh! pour cla, ms idébs sunt ct*.nplétmnt changs. J trouv quo la posl colt ètni fabriqu*?, à répoqu oú l'on st hrux. C*st pndant la périod d la Junsr, d Ia,:,orcc. d 1'Amour, qu'il faut fa*s ds vrs'*. b tuado à ma's prfita compostura, Uma controvérsia lit- d amor ou d dúvida sussurra- imaginação. Continuar, na ma das naqul ambint? Nin- turidad, rária assumia, atr; sus 'combat olhos, a sr o msmo spirito Bilac consrvava nos sntias Dronorcõs d um g" >! Apnas, aqui ali. um ardnt dos sus cl'as d juvn- aos, no pont da vida. os ardocnrnoral ém oúblico Evitava- ln<!0' um 1>roch' um l<<u s* tu<l' msmo fauno coroado rs caractrist;cc«da sua aias nor isso com todas as for- qucido. uma flor machucada, d pâmpanis rodado d nln- vorada. A pa-xão plas niulhcas como navor d qum ha- rvlam. nu'.na saudad, aos fas, sria xpor-s, talvz, ao ri- rs cirnscrvou-s. nl, a ms- orintal.. A lgância é,.. final atuado a v vr num salão s nossos olhos xprints, a pa» diculo, à mofa, i. zombaria da ma ta mocidad. Era com olho* mnl, aos olhos do corpo do j ri)ntinamnt dsafiado»abm <as mulhrs... gnt nova. O século, svro d vint anos qu l acompaspirito,..:_!._ como aqul 1_,.*.iii,m '- *'.. jjà, violino com crtza, qum prn- nas maniras "* - mágico do poma d Vitor Hugo. qu. vibrado á distância, no ri»» 'nlâtm* Nunca d-sufu bramntos do salão suntuoso na sua prvnção, a mocldacl ou para uma luta nmaiia, quas intransignt nhava. discrto, o movimnto dsnido xdosto aos rmoaus ra. na obra d Bilac, os dsium- nas convnçõs, podia tomar, Hxuoso d um corpo dlado "* os silnciosos protstos da m stérlo d um bosqu maravi- El,Z unicamnt dsrto, qu é a "Tard". A mim, florida d Anacront pla s virgindatt na ondulação gra- Iln». vinha mbbdar suav-. Ii«im»miar a camisa maravilham-m, sm duvida, nctird viciosa d Salomão. ujosa d uns sios. A sua mus» para nau.*iii»rivw»i a -.«'«w»», :r.. _, +.,.,. r«aiiint^ ~^m * Jr, ^~. *,.^rn.,,n«in.,.._j mnt, aqui fora, os viajants, d sda qu vlava as dlicadsas do su carátr. Caluniado, artístico, dos sus últimos v«r- so pondorado, dissimulava filosofia,, a fatura, t» rquint como foss, cm tudo. scrúpulo tomara-s, porm, pudorosa. quo s dtmham, indcisos i'- cantados, sm sabrm a orlgm daqulas vozs. As infâmias qu lh thovn surdo', cgo", tétfca da mdltsção filosó'1 atacado, injuriado, prdoava sos. "Dant no Paraizo", "Bc- com Ela. qus lh srvira d sitiant o cilíoio da procupação fis- "Milton apa>xo*iia*.'a. passara a sr. mais "Prc", "Diálogo", "A Como xpont da lgância ram lançadas não as rplia a vlhic ca a -tumultuou» Lard. companh'-ra confortadara. E como l não comprn- Juvntud do na civilização brasilira, nada murro, a bala, a bngaladas: d Aspàsia". são. lndttb:lavl- sangu ttta amor sm dsj», afto sm mnt, dos sontos mais prícl- A sua posia vrdadira. * há ninguém, como a obra sacudia-as d lv; com ânsia, paixão sm arrbálfamato. scondia-s no mistério doo- ^pm- j--. ~-J^"^j, conul,uò, n- qu lh du gloria c pop-jlarl a individualidad d Olavo Bi- tas dos ddos, com o, gsto d ^^ Rfrir o i,., ^i rftm,-.m nuxxwn d irtant".» h1^""1 " i * pota ao "«"^ dad f»-*-*-!«- porqu constituía, - ^.w.., ral rado da art para var passar* Raros homns foram, na qum po ""»J Jac. rt"»t» artista. E s Olavo Bilac prf- mnt, a xprssão da sua alma. dl, «ollg, co.0 Sdcias. o vulrra. tao harmônicos, ou m- scova. «l»'^u,"j ^ rlu, nos últimos anos. os lavors 0 grito das ruas artérias, a voi t0,-a?mta Ihor. 8-irai»... tao harmoniosos, aprsn- qu lh altra o ass o imp, CUsk«a à simplicidad cl0 su tmpramnto, ra aqu tandu um sptáculo tão un-for- cavi do fato ^ inspiração, isso foi mnos, «tt qu alguém chamou, uma vz, A "Tard" c. assim, não um r. pssoal, moral intlctual- olavo Bilac constitui"!, aísim. cgm c'itza por nccssidbd do o su "rotismo dourado". Bilac complmnto, mas uma iiâo mnt. A imprssão dixada nn0 Brasil, d lgítimo xpont au tmpramnto da sua si,m b^os, sm a ronda volu- Intiramnt nc/a da posia d 1,«su convívio ra qu a sua rta Piõncia. no su triplic as- COIlv c'ção do qu plo rspito, ptuosa dos corpos snsuais f«- Olavo Bilac. Dspos d tr sido alma, o su corpo o su sp,^ fislo. intlctual moral. talvz xá"crado, às xigência* gltivos, das bocas súplcs dos um grand pota, quis l sr, pirito obdciam ao msmo ri- Pm um, os sus sontos mais. tknpo 140 mio. braços stndidos como tnti- na vlhic, como drivant da tmo. no msmo rumo. sm a,(n(jos profundos, lamntava A Lggfa m Bilac, trazia, culos do pcado, não sria BI- antiga vcialidad. um grand niai. ~- llg!ra disparidad d mo]b nj lotar. iamais, atingir dsd a or-gm, a santa macula lac. A sua força lit?rária. como artista, nm assombroso ourivs a prfição E gmia: do D»cado A sua musa ra pu- a d todos os grands lirlos, rs- litrário. E comand", num» ramnt paga dansava nua. tava na sd dos sntidos, ou, apotos, o caminho qu abriu..«m Os convniênca prju- mlhor, na mulhr, qu é a fon- pla trra, fz ca r cobr as ro- Etrnamnt ao mu olhar o, véus da harmonlo. vimntos. A músca dos sus vrsos stava na distinção das suas maniras, na cvrção das suas roupas, na spiritualidad t m qu la sc fisaltra. sas «o su jard«m d mocldad* jovial das suas atituds. El M, vãó mawl-»dos movimntos. Os ncantos No dia m qu lh xigiram a d ouro do su crpusconstituía, E olho-t m vaoj»» " cinza m suma, um sistma plantár'0 intligntmnt *- - "»s"alldttd tni.fnstondn ns nrn-<5 fml- dc rpnt, nu-»"!, «lonosa noit! sua nudz, do su rotismo tacitamnt a tmprança mn- culo, qu a mort transformou, dposto, ri lrtúa?na» apuraío, m qu s compltaram, ralizando o milagr da tarnla*. polida, éram-lh a mud da nino» qu lh povoavam os vr- smada d strla*...

16 ,.;,-,... i.;.ii--;!-..;.»r ;.-!,.,,, _ PAíílKA 4«Sl'1'LFMENTO IMTKRARIO D*A MANHA DOMINGO, X»/I2094l A CAMPANHA NACIONALISTA Ao Exército Nacional va d clamors júbilo qui-.tos d dscspraçào. Nssa psada angustiosa atmosfra Discurso profrido no moral, corrram os banqut primiros qu lh loi of- nuotro anos da minha villa... rcido plas classs ar- Dpois, a minha mninic vimadas 6 d novmbro vu da vossa glória. As d 1915 Rio. qu fstas coroaram a vitória, os hi- Não si como podri agrad- nos as flors qu rcbiam os cr sta comovnt prova d batalhõs, a paz a fortuna rafto. Rcccbis-m, como vosso, gozijando a cidad todo o como filho da grand familia país, as fardas as condcoramilitar, cuja maior nobrza d- Çõs, os arcos d triunfo os v sr smpr a glória, cuja cortjos, as narrativas dos commlhor riquza dv sr sm- bats, o dsmpnho dos vncpr a virtud já sta hon- dors, o orgulho dos mutuados, ra m ngrandc. Mas, pa- o tntusiasmo dos moços, o nra aumntar a minha divida d trncimnto dos vlhos, o ngratidão, colocasts à frnt lvo das mulhrs, todo ss tista manifstação os noms dc sptáculo d hroísmo, domitrês dos mais ilustrs gnrais nando a inda nacional, por do Exrcito; scolhc'>, anno muitos anos alimntando a aiintérprt da vossa stima, tivz ão povo, nchu maracomo paraninfo mu, um dos vilhou toda a minha aãolscênmus mais quridos amigos, mn cia... Dpois, já homm, vi qu irmão bm amado, m cujo spirtto c m cujo coração sm- nôncia dos mrcadors d ho- as vossas spadas, rcusando a pr ncontri,?ws muis áu:os sua força o su brilho dias da minha vida. conslho mns. dfndndo a miséria consolo, nrgia rpouso. dos scrarisados, apoiaram a A vossa gcnrosiríudc xagra ddicação dos abolicionistas, O prêsti?no do mu n--m c aprssaravi a vitória da sagraimportância do mu trabalho, da campanha... Dpois, ncon- Já diss rptidas vzs qu não mrço, nm quro prtndr o papl o titulo d apóstolo. o papl é suprior ao mu valor moral; o título, dado a mim, traria consigo uma ironia, raçõs, combatndo pla librinércia, pla intgridad, pla justiça pla glória... ' horrivl pnsar qu sta splndida construção d quatro séculos possa sr dsmantlada pla inércia, pla ignorância, pla prguiça moral, plo goismo! Mas, não! Vnamo-nos, nós, Os das classs cultas, nós, os qu tmos instrução, pnsamnto conciência. Vnamo-nos, trabalhmos, vcjicrcmos, dntro do rgim rpublicano. O àscontn- qu a minha sincridad rpl. Já diss também qu não sou sociólogo, nm filosofo: não posso idar nm xcutar um programa d rmodlação sociai. Sou, apnas, pota, pota sincro patriota. S posso sr profssor, quro sr sri xclusivamnt profssor d ntusiasmo. E do povo, aprfiçomo-lo dntro dst papl, lamnto o dsânimo d aigumas almas apla para a rs- mais o pouo nâo sri possn nrgias polmista, nm agitador dc ruas, nm tiriuaa forts mais conquistador tauração puras da da monarquia, como as nossas: o w d popularidad. A minha humilã missão stá cumprida-, a qu cumpr para uma panacéia d fitos é «- timttlá-las, é xtrai-las, como s prodigiosos instantânos. S xtram os mtais mocidad da do pais agita-s, todas as classs dsprtam, os hodss agora lvantar, rjuv- o advnto dc um Mssias ganga uupu- Uva. mns supriors studam Nós, o problma, o movimnto gnralinulos ou m poucos anos todo nscr flicitar m poucos mi- qu vivmos no litoral nas zonas mais acrcadas dó za-sc; posso agora sair âa frnt da batalha, ntro na massa convncidos do suprmo podr o Brasil, íí.orul, nstas todos os cidads, patriotas, m qu frvm o trabalho a ambição da lgião, casando o mu sforço obscuro aos sforços anô- dc tão divino ondão, dvriam os splndors os vicios, lodas acitar d braços abrtos ss as blzas as faldads da nimos dos outros lgionârios. nviado ão céu. Mas os mila' civilização, não podmos suspitar a vida qu ard no ámn- S aparci m vidência, foi ors são impossívis. O trabalho, qu noa incumb, é longo, go ãa trra brava. Nst mo- porqu havia m minha ahna uma rvolta, qu m sufocava. dmorado, dificil. Nüo mnto, um d vós,.sculwa,. podmos o Em minha conciência: acrdito transformar dc súbito sta coronl Rondon, stá g- pras^- Nada fiz, qu mrcss tão alto tri-vos, d nrvo, na alvorada qu o Brasil stá atravssando ração prêmio. O qu diss fiz já stava no pyisamnto ã todos vossa bravura d 15 d novmbro, vi ioda qu stá vivndo. Dvmos trabalhar guindo a sua longa pcrcnr.iiação plo bruto sio tias lirr-liu,. a hoj a?nais grav d todas as para o futuro: toda a vossa criss dc sua história. Oprimm um grand mdo. Não ê o somnt outras os Brasiliros bons, já tinha blza, irradiando, graçõs, mais Com ci, vai um punhado d concntradas na figura lgndária dc tido proclamado. A li do sortio militar, qu smpr rpu- flizs, gozarão v bm qu tivrmos criado. Sc os únicos rm- hróis obscuros. São, ao mcmiú ãa miséria pública; porqu, com tmpo, a bandira a mirsão, Dodoro... Foi assim qu i>os trabalho honstidad, alguns dios ti bnéfica para a ncssidad para a donça naciorwl as sortidas do século XV c dó ami! anos bastarão da cosão nacional, stá para rmcâiar a são o tmpo, a tnacidad o século XVI, rdivivas no.cario dcrtada há mais dc st anos; Sc alguma vz diminuiu a minha admiração, s d algum cúria ou pla improbidad. Não ãvastação causada pla in- dvotanint, por qu não cmprgarmos, nós, os rpublica- A'A". Em cada um dsss homns vibra um Frnão Dias c já muitos homns d spírito ciarividnt d modo m afasti d vós, lal foi porqu, com tristza, vi alguns d são strangira, áa prda da lic dos nossos mios? é também o da gurra, da invanos, sta trapêutica ao alcan- sorri um Anchita. E, nos ru. patriotismo, studando anunciando os ds srtõs, tudo é mistério, tudo é ncantamnto, tudo é s- prtgos qu nos amaçam, aponno da augusta missão vós, arrdados do nobr trrbrdaâc, da mutilação do trrttôrio por sqüstro ou conquis- Façamos nós a rssurrição pan to c riquza. Nstas mamtaram o rmédio a salvação. m qu smpr dvis Nada invnti, nada crii. Mostri d novo, apnas, c com honrar-vos ta. tal prigo, s xist ou xis- da glória do Brasil! Não a podmos fazr m poucos dias c d catqus, cada passo é vilhosas ntradas d conquista honrar o Brasil, prfrirm ao Ür, srá talvz o mais afastado rud mnos brilho, magnífico sacrifício da o mais improvávl d a fcahlad da quantos nm m poucos lustros. por um uma rvlação 7tma criação, vida militar o donça do tmpo, a dsnacionalização da nossa gnt, a fácil grossiro nos rodiam; alm disso, ssa prodígio d taumaturgia social. o dscobrimnto dc um rio, il provito do mandato jraquza dos govrnos, o dsrc.nc- partidário dsgraça ainda sria uma font d grands bns: porqu, tn s, inspirados pla nossa crn- d indios; o achad imprvisto Mas invitavlmnt a farmos, uma srra, d uma aldiamnto da pquna política das facimnto do ntusiasma, a Çõs das intrigas... Mas o falta d um prfito patriotismo ça plo nosso patriotismo, lavrarmos a alma do Brasil, cocão d um rcurso para a ién- dc um tsouro natural, a inrn- falta ds da coragm da fé; apnas falcimnto não durou muito. coltivo, concint cosivo, ao procuri rc.cnár a wopagan Quas todo sos transviados mnos há no Brasil, flizmnt, mo os agricultors lavram o su cia ou para a indústria; a plantarão d uma roça, dc um post da squcida. Acrdito qu o 'Âiio"C"tiaXo"nl*ènlla' já stão dsiludidos arrpn a bravura própria, o punãonor campo: com o tmpo a paciência, com a vontad a art, tlgráfico, d um núclo d dé"totto's valor da minha ação nascu psoal, um patriotismo inãivldual; a gurra, apsar d to- dando toda a força do braço a povoação civilizada, dc um rudv star Unicamnt dc urna a convicção da inutilidaã, próspra conjuntura do tmpo do!upar,, mais ainda, do criminoso rro dssa disprsão d vntura, dos os sus mals, sria uma algria do coração a todos os dimnto d scola c colhita tl âa ocasião fliz tm porqu sria uma qu formidavl força d ligação nacio- o solo xig, o drrot o para o Brasil. um mundo longos sublims trabalhos qu novas forças matriais c morais nrgias foram pronunciadas as minhas â dvotamntos. Si, palavras. Crcavam-m i cora- prciso qu todo o pais nal... o o saiba, qu um hálito sacis m flor. spíritos m rívo- naãor ' qu m atrra i a pos. amanho, a araâura o alquiv, a smaáura c a rga Pois bm! A alma brasilira imnso qu jazia m trvas... sibilidaá do dsmmbramnto. cr(odor vrcorr hnj Amdronta-m ra; o ambint ra proptto, d st sptáculo: ants do âia nobr m qu, coroando abnçoando o sacrifí- msmos sgrdos dos srtõs. tm a msma grandza o.i todo sos mocidad quartéls. 0 d trnura; a vplha Faculâaâ â Dirito d pnsamn st imnso trritório, povoado to a ação, o studo o xrdio. a vontad por mais ã vint cinco mi- ch, surg o splnâor da sara. Não a conhcmos, porqu não São Paulo coava ainda antigos a disciplina, IhÕs â homns, qu não sâo O programa stá assntado, nos conhcmos. Entrmos por animando os oficiais, dls continuamnt ligados clamors d crnça d combati a minha rvolta rssuscitou, por (ntnsas corrnts d apoio d civica, firmando-s na instru- a grand dslumbradora rm- é simpls vlho: a ducação la. mprndamos através dla manando, inflamam fortalcm os soldados; o trabalho ntr aqulas pards, a a acordo, plo msmo idal, grandza a fbr d campanhas pla çâo primária, profissional gm da Fé! Dscobrirmos vrtigns dlicias, assombros c sprança, a confiança o stimulo sucdram à inércia ducação civica, pla cosão militar. Mas não squçumos mortas. Assim, o passado o t militar; conflitos ridículos sobr qu do nsino dvm sr dignos consolaçõs, nrgias dsconhcidas pidads não adivinha- ao dsânimo; c. nss ambint prsnt, num ncontro milagroso, acolhram, agravaram, frontiras, dntro da intgrtdaã âa pátria, xploraâos das. Encontrarmos a cada pas- os profssors. dc agitação fcunda d rconstrução salvadora, não rprcutiram com ficácia o podm nunca mais pla rtórica, A ducação civica, nvnnados dvmos plo so mu podrão mdrar as murmuraçõs, os ds- sr os uma vontad, uma vibraçnn, grito. fanatismo, originanâo primiros a aprndê-la, gurras vm impulso, uma rsistência, mditá-la Nao posso agradcr-vos. Mas fratriclãas; a dsigualdad cntr praticá-la. Mlhormo-nos. uma coragm uma ddicação. pcit0,. iscoüntamntos, posso, ao mnos, dizr-vos como ants Estaâos irmãos, d mlhorar o dsirmanados pla difrjiça E todas stas as msquinhas rivalidads, vos amo, quanto m as comov c povo. Procurmos forças starão inaugurar âas fortunas das prndas, conosco. E, dsmoralizadoras orgulha o aprço qu m mostrais. Sois os ambiçõs, qu uma nova quando rgrssarmos ãa xpdição magnifica, sts ricos flizs, prosprando bri- politica. a vrdadira "sã só vivm bm nos arraiais do msmos soldados, politica. filha da moral trmos criado cauâilhismo qu smpr nobrcram o Braiil, dsd a época difícil ãa fun- da dsordm. a mais bla c a lhando, ãa razão", nacional dsnvolvndo o su ç não mais viva Dst modo, qurndo colaborar com'todas corrilhira, dc todas as naçõt sincra trabalho a sua instrução, digna, condnando da lrra. áação da pátria; sois o msmo as outras classs aquls abolindo os artifícios pobrs, sm vntura, do m xército, qu, m?wsso todas as crits gravs âa nossa história, prsa do rvigoramnto povo na grand cm- sm pão, sm ordm, sm qu vivmos, scofrauds litorais. Pço-vos, snhors, qu vos cívico, Ias, assolados fraquzas plos flaglos ãa govrnamntais, lvantis. Com toda a cjmc. até a proclamaçaõ ãa Rpúbli- qu todos dvmos iniciar paliativos conômicos sofismas com toda a crnça c com toda «i u,ui-,u,,^uu uu naturza ou _.Wuu..- talados plos dsmandos da govrnação; ds- xcntttt stals Tatando o a. du as boas causas a sua fio judiciários. E não são os a sprança, saudmos o passado glorioso ão Brasil, qu rs- luminoso' das t,-adicbs mih/a. força matrial a sua contntamntos, rivalidads. políticos os únicos rsponsávis força rs, qu sao moral, nssa longa séri â aitos srviços nacionais, qu patrimônio da indifrnça, plo dscalabro. dsamor, Quas todos sramosplandc m vossos uniform*: vossa class,. falta d E' assim qu o unidad... pcamos, ultrajamos a o prsnt sofrdor âo Brasil, Pátria, vosso orador vos amo! civis militars, poliucos homns d ltras, raçõs; qu nch todos os nossos co- acaba d rlmorar; quando vos falo, falo ao Sc praticasls rros, também sm unidad não há Est ê o mu trror. Porqu profssors o futuro incomparavl do Brasil, qu vivrá no or- vosso prsnt, como pátria. jornalistas, artistas ao vosso os praticámos nós, os civis. Sc Quatrocntos anos d sprança d tortura fizram sta oprários, quas todos os pais gulho dos nossos dscndnts. passado, ainda ao vosso gran- dsss rros comuns nascu o d familia cidadãos. Uns por a Grand Pátria, qu scra é futuro. funsto divórcio, qu sparou nação, dada à humanidad maldad ou indifrnça Quando nasci, o Brasil vibrapla natu- fort para sr boa, armada para durant tantos anos o lmn- sr continuação d infinitas açõs justa, rica para sr gnrosa! ral, outros por aftação ridicuia ou tola jatância, outros por imitação quas todos d» sriamos o atlto cívico. Esss rmos no pcado t A afronta ngação da Pátria dn,a iniúrii dsdém,, ainda a frivolidaa. a ironia, até a indt/imc ' abstnção, no qu s rfr Patna, são crims í igualmnt cravs. "fitiço", Á Pátria é 0 X, d, o inviolávl,,1[)... qu dv sr adorado cgamn' t, sm sr tocado. Xtjnrmo-nos,»o(íc io. oo cuífo cívico. Ammos «o _?; _ sil, nós qu o dirigimos. E.,." fiçoados, vamos ao ciicon.rô va, no apogu da sua ra épica, to civil o lmnto militar, gnrosas: plo sforço d um ntr a batalha do Riachulo nasça aqora da confissão da pqunino pouo, mnos d m batalha ã Tuiutí. Findava o rparação d todos os dsvios dois milhõs d almas, m uma ano d Todas as nrgias d todas as faltas um consórcio strita faixa ã trra, âscobrináo, povoando, xplorando, porqu s limitaram do afasta- EM MARCHA! ainda foram os mnos culpados, to pais stavam nos campos firm prpétuo. E qu st do sul. Mu pa, poucos mss consórcio sja proclamado m artilhando, mnto dfndndo mais d do tmplo: os piors foram aquls ants, partira para a gurra. No palavras m atos, dsd já. sis mil quilômtros dsta costa; plo ímpto qu, prgando as lar atribulado pobr, havia nquanto não s organiza a intustos spranças, lágrimas dispnsávl gnralização do idéias subvrsivas das bandiras as palavras Aos studants da fnculdad d Dirilo ri más, pla bondad ousaram dos apóstolados, dsbravando as slvas, as proclamar a ngação da ncssidad da Pátria. Sfn Paulo. D dc ou- sonhos: as cartas, qu vinham srviço militar transformado do tatro da luta, traziam à fa- m srviço nacional, Eu msmo, d momilia moralmnt dsampara- do qn. como xclntmnt águas as almas; plo sangu qu vos falo, porqu tubro d é dos filhos dos ntos dos prciso qu u sja o da sorrisos raios d povoadors, drramado primiro fé; mas, acaba d dizr o vosso intérprntr as raras noticias, nluta- t, "confratrnizm a dizr m o "confitor" prol do tambm Sr-m-ta todas m as nvrgonho fácil, para agrdcr a vossa carinhosa r- patrimônio; plo suor hoj da plas frivota va-s a casa, aprtavam-s os classs, dsaparça para irônica smpr lágrimas d uma litratura, raça mártir, qu cpção, coraçõs. Em toda a cidad, a o spantalho dixi Improvisar algumas do militarismo, smsma inquitação, o msmo ja a nação o *rircito ss íwida arrancando do solo bruto a riquza, a plos jornais, muitas v- frass d brilho o xrsobrssalto, a msma altrnati- to sja a nação". d fugaz qu morrssm aqui ao nascr, múrscã flicidad o luio; frmnto anárquico. Confssmo-nos plo hroísmo d sucssivas todos. a- sm arrpndamo-nos, idéias. fúhl amavrl r"t~ nâo prsv- tzia sm fundo sm co, Mas

17 . ^,..,y,,.^tl, ,!--- >-!>. «. > r alguma vida, mais a- lado, nio imaginis,lis iar aiyumu "»". - * - -- "-**' " ". '"'">,'"'7"c qu «* o»"c qn " ao "ic"os mnos * <"* KrrJadirrJs fto- fo da dmocracia; o ntlantn- vors a vossa afição nüo Ior duração os mj«h«i polo- m «**<«.«)«o dsço» orto, mn,s: SBo ránís sm aímo ío das classs; a scola da or- vcm para mim, mas para toc scrvi-as pa.a qu la,, a ma d dinhiro, a, & criadora livr, como as jras, dm, da disciplina, da coado.; dos os qu trabalham comigo, iras. co /,0doS agora ao-.vos soiou- «rbaln o o 9«n.jodo produ i- como os instos, como as àr- o laboratório da dignidad pró- para a grand causa qu dvidos c as vossas olmos possam vo no maior parí da Vmao, tors. a maior xtnsão do tr- pria do pairiolismo. a ms. índmos. Hoj, ntr vós, co- Itcndr-s a ouvidos distants nm o on formidávl das di- r.lório stá povoada d analia- trução primária obrigatória; mo ontm ntr os vossos ir-,, ms afastadas, a todos os udas opnmmáo onossofutu- btos; a instrução primário, n. a ducação civica obrigatória; mãos do Exército, como há f íc Bossa idodc cis- ro. Ainda ha muita Brasiliros I vntura c trcgn tio podr dos govrnos o assio obrigatório, a higin pouco ntr os moços d Sâo sonhando, dignidad nas c,l, studando, casas m qu nflo locais, ê. muitas vzs, arnas, ranracãn mus- Paulo do Rio d Janiro, sindiifó do imnso inquito co- ha apnas, obrigatória, muito a rgnração nmsrodas da ngrnagm cniar prio; mos nada ha, uma das «frio (W Brasil quando náo há amor psíquica obrisfotória. As to o coração suspnso m sobrssaltos qu m dom m orgulho. litoral d campanário, um cidads stão chias ã ociosos O qu m amdronta é a mingua d idal qu nos abal. ru dos instrumntos 0 momnto não qur discitrocos c rtumbants, sono- da maroii- dscalços, maltrapilhos, mini- dliriam, vjo-vos através d politica. Sm idal, Quanto à instrução r/05 da carta d "ab" do baprofissional, ssa, lágrimas qu m nfraqucm não ha nobrza dü rldtiilcs stontcdoras, rolando alma; na maior nho, animais brutos, sm nobrza dc qu d m consolam; uma intnsa cima. uri strilidad do vácuo. O parl dos Estados qu da União homns tm apnas a aparênum mito, flicidad uma suprma gratirião m arroubam; tnho a não há dsintrss; sm dsinsm co- jf cris agora é a simplicidad uma fábula, uma üc- cia a maldad. Para sss rção. Lmbai-vos trss rido há cosão ic Mias joris m palavras sâ0j - qu, s a s- botolhos da socidad a casarcr aviado imprssão d sr lvado mbalado por uma onda d sim- hi vulria. clara:, qu, na sua duru trisfnfiam, com a rvolta. Uma onda foi um crim hdkm- na sria a salvação. A casnm do, dsmoralizadora não foi mnos stúpido è um filtro admirávl, m. qu patia, humild folha prdida,» stimulo para a sprança, d dsanimo criyn avussala todas as praticado pla imprvi- os homns s dpuram avudcncia rolando num rio d carinho... parti a crnça para o hróis almas, Não ha m cada alma pla incapacidad dos ram: dla sairiam concints, Mas nnhum orgulho s mistura à minha vntura. Sinto-m lgisladors, mo Não podis, talvz, prc- a cntlha criadora, qu é a dando aos &tvarizadan dignos. Brasiliros, sss inflizs sm conciéncia, sm digni- cada vz mais obscuro na mi- lr com prfita conciéncia a conciéncia du apnas força tia bona librdad, sm «raridad da nossa situação dad; lhs dar dc alma o para alma nsino, nua o carinho, o dad, sm pátria, qu com titum a massa amorfa inst nha algria, mnos salint na amparo, moral. Vivis numa rica m- ha uma corrnt ã sohdaritropolc, ntr o sorriso a gula dad, dc crnça a organização ('o irabalho, minha força. Tao íntima tão u habilitação comum d matrial da nosas multidão... Mos ncda s fz. O msmo homm, o prfita é a comunhão ntr a da nda culta; não podis n- ntusiasmo, moral qu congrgu todo para o xrcício da diitn idad cívica... msmo marchal, minha alma as vossas almas, trvr o caos, a confusão os o povo m uma msma asptração. Hoj, a indifrnça é a qu nm acrdito na minha qu, quando xistência individual: sou apnas um flúvio da vossa prigos 'maravilhosa qu nchm toda a nossn inconsistn- o intrss próprio c fazndo, para a dfinitiva Qu s tm fito, qu s stá ministro da Gurra, promovu li moral; ss constiíuicnc da nossa nacionalidavor da nacionalidad, movimnto salutar m prsnça, uma manação da vossa fa- o único incntivo. O "arrivislc Palria. Na juvntud, tudo é no dia. concorrência; a minha crnça. J-fto". tirava c facilidad, spontantdad mbvcimnlo: uma mo com hdiondo strangirisdr? Nada. m qu subiu ao suprmo podr o mu ntusiasmo, a minha qu s xprim U77,a Os imigrants uropus foi o primiro a squcr a mr,ntm ourza natural, qu do intimo nfrmidad ainda sua mais hcborda pura o xtrior dionda, pidmia criarão, dixando-a morta posia sam d vós; o qu digo aqui a sua língua os é o vosso pnsamnto; porqu, no brço. E hoj, dpois d um moral, qu sus costum* Outros idioi-.as quatriênio quando stou camvosco, Braraizar-s como ndmia, nv- 7p. limm «.»,, lrm P0''<-'cagm d lutas stéris d ^,'"0" cm vns ilusórios, um fascínio tnd a transformar-s c a np-o qu s spalha sobr, dc,é t outras tradiçõs soi, todos 0 Bra. ditam r,:i. l,r,lhirn,,m «>m mora! _ s!llos a " s01s os,? B1 _ ),' ;<:, sm morai, sli: u, sou, pssoalmnt, um "" " "'C'"1' problma at mblza o spíámio da rida ral... Mas c Vi^or Snal um msnnu todo frrin! prmanc iltmip, o instrumnto organismo so^a. prospram. E a nossa lingua inoonin- f-?m so,u(.ao, ttm trra r,pu- ^d força qu, ants do tmpo dviào, auniin crulmnt vos ar- tar vivr sozinho, ra ZX Ta)éfídTZqlft- «7 ""^ """*' 1 Í"-1?'~ "^".ffíl?^ o^inl raio d U unta fra d fom, um pais sm nacwnalidad, uma pátria m av sc ficant sorriso da prodigiosa quíssima vibração, um insignirunqu llil paz do arroubo. Vdc na Europa, hoj, quando dprssa, sja como for. a* ribal ansioso fbril. Na tribu- nõn conhc o patriotismo vi ta* idad da Pátria. prosprar, brilhar, nriqucr Ha st anos, houv ut rto nucmt abr diariamnt largos vis tl todas as traiçõs, na por na imprnsa, vibrou uni Moços d São Paulo,'studrmts d Dirito, sd também t valm noms? O qu val é o Não tratmos d mim... Qu claros nus filiras dos comba- cima d todos os scrúpulos, alto chamamnto, mn toqu d tsts os tiorrnos chamam às Assim, a comunhão dsfaz-s, alarma a todas as nrgias studants cs pioniro? do cmitério confuso vnrando, armas as mais noras class dos transforma-s m acamptimcnicriios. as falangs dosado/s- fo bárbaro mrcnário, r/otou à nossa sprança o ntrdos os moços studants d: pljas sublims, as ddicaçõs adormcidas. E uma li apov- idal brasiliro! üní-vos a to- m qu rpousam, dpois das cnlcs, rsrvas fulgnts da rmado plo conflito das coblprimavra nacional: aqui, outra ços individuais. E os ração. a luiir d uma prornssa d sal- todo o Brasil: num xército dmiravl. sris os scotiro* da hróicas, qu criaram o nosso dsconhcidas as rnúncias políticos li do sortio militar, úctiraça mnis trist, oprim o profissionais, pastors cr/ois',71 s não a providncia complta do srviço militar obrigató- O Brasil não padc apnas lulant sussurrant das nr- nossa f! nom coltivo; a massa poi- pais: c outra mort, pior, sassia os filhos válidos, ds- fazm para impdir a disprrio. ao mnos um nsaio satudo rbanho trsmalhado, da falta d dinhiro: padc -rias qu nos rodiam, rclasofr ia falia d crnça d s- mam a nossa dirção, o nosso praça d :aratr mort morui: c já qu os varõs, incapatam do rgabof não; quando não s aprovitar, o primiro passo para a convalscnça gnralizado. para a cura. prança. O agonizant não qur conslho o nosso amparo; Então, zs ou indifrnts, dixam o como ainda hoj, u con- morrr, qur vivr, salvar-s, a infinita nbulosa m qu arrvrdcr,,^ rflorscr, rbn- dra t. quando s locupltam, imitan- ««. «imoi,. Brasil dvastado sm gurra do,, _ -_- rt«...» ofu/uint, uutj c;u cúa v urutu m mm smntiras d miríad» Hn a «gula m,ia «nm comum, nvns apnas m s sidrava m al qu ss ou"' caduco ants da vlhic, -n- rmiik) 0 (ar cm nom t fcunda frntifi- d astros humanos o futuro S?*tfBtB T*..; Z,Í'Z «,1" w»» dflnhamnto. Nunca. cação, Daí-lh os wvtas brços, do Brasil, uluim ao campo os fbos. m dicitla vaidad do mundo ficli- /uj '^ qu, squcido da n&o nfm Jrj um dai-lht as vossas almas, ãai- vaidad dos ambiciosos, prlh í não tnho mio qu o ardor sagrado contraba- cio... militarista. a vossa gnrosidad doando os rros ou & inércia lanc a xpriência, m qu vosso sacrifício! Não spris dos brasiliros maus, somnt mais Unta ignorância, mos- i militarismo político. O mc Ímpto da fé supra a Ima. dparam as classs cultas. As lhor mio para combatr a o dio m posturidad âos anos! so, intiards a nossa ltiva anônimo dos construtors do qu, dixando sla a- abnçoará o trabalho hrcúlo outras, as mais humilds cama- sivl suprmacia da casta mt'7i- xistência civica, /Vfíf) ku dixis dslumbrados das populars, mantidas na tar é justamnt a müitari-mdo magnífico progrsso dsta mais bruta ignorância, mos- cão d todos os civis, a -istr- lho público, para a agitação so- vós, gloriosos marinhiros do para o trabn- nosso civismo. cia!, porá a polilica. JVaballiaf, Brasil, tosts, sois, c sris dos firioí dst Estado: São iram só inércia, apatia, suprs- tocracia é impossívl, quando rji,rai protstai, dsd já I Pro- mlhors oprários dsta cons Piiuta não é todo o Brasil; a tição, absoluta privação d on- todos os cidadãos são soldados. tstai, com o dsintrss, om trução abnçoada, vrdadira grandza d um país ciência. Nos ruds srtõs, os Ou é o srviço militar gnnào c a sua riquza. Por outro homns não são brasiliros, nm ralizudo? E' o triunfo compl- quatro vrsos (*), com o contiicfõo, com a rnúncia, Nos com a posia, coníra o ms- qu 0 jovm brilhant intérouitifcaria, contra o goísmo, pi.t da Marinha acaba d ncontra o ''"'v.****'^ ::.' "' l» r7 x;r*-:-:-í JmVm-.-y-VV ''< %:.,... \Mm:yV:Wy. "arrikismo", conlra crrar o su vibrant discurso, baixza da indifrnça! procuri um dia sinttizar o Dsta vlha casa, d ntr s- anl0r a admiração qu vos ts sagrados muros, qu svln- dvoto. Sois. d fato, a alma dm d tradiçõs tinranrias. rrant da Pátria plo mar. O dst guasi scular viviro ã mari qu é o prptuo movitribunos d potas, daqui mnto, a prn vibração, a saíram, m rajadas d hróis- trna vida, rsrvatório d turmo, m ímptos d ntusiasmo, bilhõs d vidas, sio primoros duas componhas gloriosas, dial m qu nascram todas as qu foram coroadas pla vitària da Abolição da Rpúblí- scola d nrgia d bravura, vidas do planta, sndo uma ca. Bstruja d novo a casa! strmçam d novo os muros! grand posia das águas largas, é uma scola d civismo. A d novo palpit rsso o aviario canoro, chio d hinos d curiosidad do infinito do a atração do dsconhcido, a combat d gorgios d bon- mistério, o sntimnto da librdad! Inaugural, moços ã São dad, o ar puro tonificando o Paulo, a nova campanha corpo, a solidão fortalcndo o Prto d vós, ntr, vós, o co- spírito, o dsncontrado mço da minha vlhic, tocado cativant sptáculo das calda graça milagrosa da vossa mas das coloras do ocano, mocidad, tm gomos vrds, o horizont sm raias abrto fiticiros rbntos d rssar- para a imaginação, a imnsirição. dad do univrso contrastando Escrita acolh o rtolta a pqunz do homm, apuram sprança do mu outono, a intligência, ducam a atnprimacra da min/ia irr I Em Ção, rtmpram o caratsr, marcha vitoriosa, aprfiçoam a bondad acrisolam o patriotismo. O silêncio, mãos, para a Idal t o rcolhimnto, o mudo coloquio com os vntos prsnts invisívis, com os astros srnos prturbadors, com as A' MARINHA NAvagas smpr movdiças cambiants, dão à mditação uma CIONAL intnsidad d êxts rligio- *» No difício do Batalhão E.o apartamnto a sau- Naval, na "fsta da dad dão ao marinhiro um bandira". 19 d No- n0 ntmcimnto, uma novmbro d *«pidad filial, uma nova gratidão frvorosa pí.*-*-* n i~r fa^faáo,,,,:^^.^;^ _»^ ^ r '*.,.t,.. í-j Snhors. Não m ngano distant para o brço dixaibr a significação dst ato d. a.u mals cnc'"<" sobr ttbuns o/r'tuo, a Olavo Bila. No cntro, livros i madira o/rcirk» pto govrno do Furaria, d fratrnidad. Os vossos lou- (Continua im prr;ina sguint) vo Jlf homingo, a/w/iw SUPLEMENTO UTEHAltlO D'A MANHA PAGINA 44l*> DO GRANDE POETA BRASILEIRO

18 >:;.*.*.;, ' :.'* ';'..;, '.-. *.. ; -**,.;ln; -:v*í-;^-:j'-;.ív.* :..;: i,»*-. n *. * '.;-*y*.m*-* :;. * ;.,- PAOINA I» SUPI.KMKNTO 1,11'KRANO «'A MANHA BOMINGO, M/lt/IMI A campanha nacionalista do grand pota brasiliro fcontinuação da página antrior mo-lo! Concntrmos toda a pétua mocidad da nossa torra i mdida qu s apagam da nossa intligência todo o nos- c a prpétua migui das onrtina. Sois bm a alma da Pa- so afto nsta adoração. Dizi tias mansas qu so sptrgultria, quando la vai convosco todos comigo a nossa çam sobr as nossas praias. O pla xtnsão do mar; la viv tu ouro é o sol qu nos aümn co bojo dos vossos navios, fala ORAÇÃO A' BANDEIRA ta xcita, pai das nossas sa pla voz dos vossos canhõs, ras dos nossos sonhos, num bracja xulta na insígnia Bndita sjas, bandira do da fartura t? do amor, font auri-vrd qu vos protg; BrasiH insgotávl d alnto d bcom la, è convosco, vai a liçüo,,.... L t, lza. O tu azul é o céu qu nos Bndita sjas, pla tua bl- *nui1dando s -Pa'mmória ZZrott za! E's al8r abnçôa d soallioi! Es alr triunfal. trluntal* Quan- «uan *íuscants, ras Riachulo * çâo, d<> t stsn<ls stai»s d luars m4 à viraspalhas sobr nós um gicos d nxams d strlas. Qu posso dizr-vos, para canto um príum: porqu a agradcr o júbilo qu m dão viração, qu t agita, hoj passou a vossa compnhia plas nossas florstas, rosou vossa amizad? Para srvir-vos as toalhas das nossas catara glorificar-vos. não vos trago tas, rolou no fundo dos nossos palavras d vulgar cortzla. V- grotõs agrsts, bijou os nho dar-vos pin- o mu coração, caros das nossas montanhas, pco-vos qu o dpositis poi dc lá troux o bulício a fistrra, junto da bandira do cura qu ntrga ao tu sio Batalhão Naval. E' hoj o dia carinhoso. E's formosa c'ara, fstivo do sagrado símbolo da sraciosa sugstiva. O tu vrnossa nacionalidad. Ador- d, da cor da sprança, é a pr- O VELHO REI-S' Houv, m tmpos qu vão long, um ri podroso, snhor d muitos povos d muitas léguas d tsrra. Ainda qu viajass sm cssar por muitos muitos anos a fio, nâo consguiria l corrr todos os sus domínios. E todos os povos o tmiam, porqu ra conhcido d todo mundo o fama das suas riquzas. D més m mês, chgavam oo sli palácio os missarios dos súditos, trazndo-lh, com as homnogns dls, os prsnts riquíssimos: marfim pérolas, ouro diamonts, sdas rbanhos. E os sus cliros stavam tão abundantmnt providos d grãos, qu ci podria, numa época d fom gral, obrindo-os a todos os sus vassalos, qu não tinham conto, alimntá-los fartamnt durant todo um ano. Ess podr sém limits ssa riquza sm trmo ho viam mbriagado a alma do vlho ri Já s não supunho homm, mas Dus. Toda gnt vivia a sus pés, adorando-o, qu o su coração s habituara a dsprzar a humonidodê. imaginando qu la só fora fita para o srvir tmr. Só $ lmbrava dos súditos para os oprimir. Aumntava os Impostos alargava as prisõs. E a sua mão dirita, qu a tan ta gnt podia fazr fliz, distribuindo smolas bênçãos, «omnt srvia para assinar sntnças d mort. Condna va à pna último cm homns sm lr oo mnos os sus noms. E, s os lia, squcia-os dali a um minuto, para só pnsar na fbr d fstas d loucuras, m qu mprgava as noits os dias, m qu prdia a saud a alma. E sucdiam-s as fstas. Do scurcr ao alvorcr, su palácio,.imnso como uma cidad, suntuoso como um tm pio, rsplandcnt d luzs como um céu strlodo, coavo com o barulho dos damos, da música do tinir dos copos Um dia, no splêndido trraço m qu costuma dormir à ssta, o vlho ri tinha diant d si umo lista d acusa dos. Não sabia nm quria sabr qum ram, s ram ino cnts ou criminosos, s tinham comtido alguma falta ou «ram apnos homns ricos, cuja fortuna os sus ministros Cobiçavam. E prparava-s para, com indifrnça, assinai a lista, quando s dtv a olhar um momnto o filho mais moço, qu brincava junto dl. Era um principzinho louro c branco, d olhos azus inocnts como os d um anjo Ajolhado sobr o mosaico prcioso, qu lodrilhava o trraço, stava inclinado para um aquário divrtia-s vndo dntro os pixs dourados qu nadavam. O vlho ri, com um sorriso qu lh iluminava as barbas, ficou mirando com Omor a criança tão bla tão casto, filha do su sangu é da sua alma. E tinha squcido na mão a pna fatal, dc cujo bico pndia a vida d tantos homns... Q rpnt, o principzinho tv uma xclamação aflita. O ri o viu curvor-s mais sobr o aquário, mtr no égua as mãozinhas ansiosas. E a criança vto para l, s gurando com as pontas dos ddos alguma coisa qu s não vio, d tão pquna qu ra. Olha, pa! salvi-a! ia ofogar-s... salvi-q! O vlho ri curvou-s para vr o qu o filho trazia na fndo. Era uma mosco fia, ngra, pqunina, misrávl no pla sprança, qu nos dás; para w filhos* libral, miscrl plo va or. qu nos inspiras, cordiosa, suav, lírica, mas squando, com os ulhas postos m cudada d nrgia d tua imagsm, batalhamos pvudín- a boa cia. d instrução d civismo batalha, na campanha augus- d disciplina c d cosão, ta m dc qu stamos mpnha- xrcito dstro d marinha dos; pla crtza da nossa aparlhada para assgurar vitória, qu canta chispa no dfndr a nossa honra, a nos- jnta. Tinha as azas molhadas não podia voar. O frêmito principzinbo colocou-a na palma da mão microscópica, no lampjo das tuas sa intligência, o nosso dobras trabalho. a nossa justiça vi ao voi)to ao sol! Bndita a nossa sjas PDu-a para o lado do sol. Dai a pouco a mosca ranimou-s plo tu influxo paz! plo tu carinho, qu inflamarão para todo Bndita sjas, voou. A criança batia palmas: tod&s o as almas, con- smpr, bandira Não do Brasil! fiz bm, po? Não é um crim dixar morrr «ma criatura qualqur por falta d pidad, pa? Disstam-m qu há homns qu s mofam uns aos outros.. pa? Como é qu s pod tr a maldad d matar um homm? E o principzinho fixava no vlho ri os sus olhos azus inocnts, como os d um anjo. Nssa tard o vlho ri não assinou nnhuma sntn (0 d mort. E o tu Cruziro do Sul ê a nossa história; as nossas tradlçõs a nossa confiança, as nossas saudads as nossas ambiçõs; viu a trra u.vunhcida a trra dcsccb-mta. o nascr do povo indciso, a inquita alvorada da Pálria, o sofrimnto das horas difícis o dlírio dos dia,? ác vitória; para ', para o su fui;*or divino ascndram, numa scalada ansiosa, quatro séculos ti b?ijos d prcs; plos século m fora irão para ' a vuiíiv.-f t;ão comovida o culto f^lí ta das multidõs d Brasiliro qu hão d vivr lutar* Bndita sjas, pia tua boadad! Crmos m ti; por sla crnça, trabalhamos pn.--.amos, A tua sombra, virinn os nossos srtôps, cavados m vals migos, rlçados m brnhas fcundas. lvantados m srra: majstosas, m qu so scon dum torvolins d xistências tsouros virgns, flum a.s n<>ssas águas vivas vrtnts, oru qu circulam a nossa sobrania o nosso comércio, agora drramadas m cornuups gnrosas, agora prcipitadas m rbojos splndidos, agora rmansadas ntr solvas colinas; sorrim os nossos campos, chios d lavouras c d gados, chios dc casais modista?. flizs r.o suado labor na honrada pas. E, sob a tua égid, rumorjam as nossas cidart-s. col mt aa magníficas, m qu tumultuam ondas do povo, m qu s xtmiam braços, s sialtam coraçõs, ardm cérbros, rfo"gam fábricas, strugwn staliros, voziam mrcados, soltram scolas, tsom igrjas. Bndita sjas, pla tua gioria! Para qu sja maior a tua glória, juntam-s, na msma labuta. a nxada o üvro: a spada o scopro, a spingar da a trolha, o alviao a pna. Para o tu rgaco pidoso, lvam-s, como uma oblata. os aromas dos jardins os ro-.'os d fumo das chaminés; sob o hino sacro d todas as nossas almas, rsoando o nosso sforço, o nosso pnsaxnnto a nossa ddicação, vozs altas concrtadas, cm qu sí casam o rangr dos arados, o chiar dos carros d bot, o» silvos das locomotivas, o r- Erifi HH591 ''**lffil ^'RgWBI Hl I í ü 1 Al&wt o/tr mo a Oiu!» tsil pto govsino do Rio QrauJ contando todas as madiras do Brasil SURDINA No ar sossgado urn sino canto, Um sino canta no ar sombrio... Pálida. Vcnur. a lvanta... Qu frio! Um sino canta. O campanário Lo/tg, ntr nèvoas, aparc... Sino qii cantas solitário, Qu f/vct dizr a tua prc? Qu /rto.' Smbuçam -s as. colinas; Chora, corrndo, a água do rio; E o çêu sfl cobr d nblinas... Qu frio! Ninguém...A strada. amp'a sllntt, -Sm caminharcis, adormsc... Sino qu cantai docmnt. Qu qur dizr a tua prc? Qu mdo pânico m aprta O coração trislc a i»«-:éo? Qu spras mais. alma dsrta? Qu frio! Já tanto ami! Já sofri tanto? O-hos, porqu inda stait mo}hadosf Vorqn ê. qu choro, a auvir-lc o canto. Sino qn? dobras a finados? Trvas, caif qu o dia é morto' Morr também, sonho rradia! A.-nort é o último conforto.,» Qu trio! Pobr* amors, tm dstino. Soltas ao onto, «dizimados f inda vos choro... E, como nm stno, Mu coração dobra a finados. E com qu magna o sino canta, tumbar das máquinas, o frvr No ar sossgado, no ar sombriof dai ngnhos, o clamor dai sinos, o clwigor dos clarins dos Qu frio! Póíido. Vr.us s Iwa»*«... quartéis, o síosiar dos vntos. OLAVO BILAC o rnmalhar daa inatas, o mur- marjo das rios, o rgougo do mar, o gorgio das avs. todas t. palpita rsplandc, como as músicas scrtas da naturaa, as cantigas inocnts do orna grand asa, sobr a dfinitlva povo. a srna harmonia cria- pátria, qu qurmo criar fort livr: pacifica, mas dora das liras dos armada; modsta, postas. mas digna; dadivosa Bndita sjas, para os stranhos, Oi-m as pétalas d rosa plo tu podr mas ants d tudo matrna) Dssa boca pqunina: dnsarão numa sô força todas as forças disprsas no trrlwrio imnso, abafarão as invjas as rivalidads no slo "s da»'">» da Pátria sobr ti dsfamília brasilira, darão ro- [cansa, ragm aos fracos, tolrância mar w,rd-» sofrr a Lraaos forts, firmza aos crnts., (bailar... stimulo aos dsanimados- mar *w*- "* ««"* «p- 25SÍ»«<& (»> * ^ * ** ~3 CANÇÃO Vm com tu riso, formosat Vm com tu Mio, divinal Transforma num paraíso O infrno do mu dsjo... Formosa, vm com tu risot Divina, vm com tu bijol Oh! tu qu tornas radiosa Minhlma, qu a dor domina, Sá com tu riso, formosa. Só com tu btfo, divinal Tnho frio, «nâo diviso Lui na trvalm qu m vjo: Dá-m o clarão ao tu risol Dá-m o fogo do tu bijol Olavo Büa

19 1 VI»,r ** ; nomiwoo, Wi«/ini AmortdOlâvoBildc-tí ncar ncbo a notícia da mort d if vjo como lh quria ET mais do qu u msmo X-tira. Não é a pnsamnto So griind pota qu m omo- tanto m faa stndr os *fnos turvos sm rumo, sm íontadc d olhar, sm gosto d Si ou d ouvir, dsintrssai stranhando- qu os ou-? s tnham ainda intrss nas coisas circunstants. O qu sta BOticia acorda m mim o pn. samnto pnoso confuso da cssação da pssoa, qu u nao vlci mais nm ouviri mais. Andávamos sparados muita vz m lugars distants: nao nos Jazíamos visitas. Mas, distant ou prto, nunca l st- «c alhio ao mu sntimnto;. umu carta, um rcado, um ncontro, nchiam as distancias atuais antriors. Alguns minutos rcompunham o stado d afição rcíproca antiga d muitos anos. E ra l quas smpr qum os fazia "rvivr rrao tulava dsd a data rmola im qu nos conhcmos, l ia famoso pota, u colgial adolscnt. Foi m princípios dc 1E88, quando l voltou d São Paulo com o volum das "Posias"; a sua plna mocidadc xubrant d vida não rçumava nnhuma vaidad dc glória, nnhuma invja, nnhuiu intrss qu não foss o da sua posia. Era como uma av mitnt a cantar ao sol contnt d qu oulras avs cantassm ao sol. Não tinha gcstvv qti ntibiassè a aproximavu; não t;nha xlusivismo litrário. A palavra vivaz cintilant costumava discrtar sobro livros, com agudza critica ou hirtcba, ou com rpntiw rmoqu; sobr pssoas também, s lh dsagradavam, mas rápido só na ausência d- Ias. O su trato afavl simpis não fria m Iac'pór abuso d spírito. Ninguém jamais dixava a sua companhia lvando quixa d mau gracjo ou dor d amor próprio. Era «i msma finura qu lh trartsparm nos scritos da imprnsa. A um dos sus livros d crônicas du il mais tard o titulo d "Ironia pidad". Eu não lh conhci ssa ironia. Ironia é a xprssão Co dsncanto concntrado ético: Bilac aparmi-m smpr comb um ncantado xpansivo. Vrsjador b sonho qu u ra, snti-m bm ao su lado, sm- vxam, confiado na sua complacência simpatia d mstr singlo. Um qu qur qu ra d dsprndimnto juvnil qu havia nl prmitia familiarizar a ádsmíração combinar o rspito plo talnto com a camaradagm dsnvolta. Sria ssa msma a Imprssão sntida plos sus companhiros, todos homns d ltra;;, quas todos mais vlhfj Uo qu l, xclnts m prndas d spírito; Tm havido agrupamntos' litrários, aqui m outras parts, mas du»:du qu fossm mais harmoniosos, mais xpòntanaijiiit formados do qu ra aqul por alinldatlc d gosto, mútua simpatia confiança rcíproca. Eíii 1888, quando m- -achgui ap grupo, com uma timidz, qu: s m.afigura, hoj ousada, Bilac ra o mais rcnt dos habitantuados: Patrocínio, o maioral da família boêmia; è os outros 'üm já para mim-grands no~ ms: Murat, Colho Nto.Pom- Péia, Aluizio Artur Azvdo, Pardal Malít, Guimarãs Pas- «os, Paula Ny Alcindo Guanabara. Só Artur Azvdo tlnha posição sgura; dos outros, um. Aluizio, ra. xchisivamnt scritor d livro, Murat, Ini- Jiava a advocacia, os mais flutuavam no jornalismo, colabo- ""rs cm rdators, lvados d fspranças ou d-sonhos "«> qu faziam sntir multo os «Pitos cotidianos. Entr to- «os, Bilac «urgiu-m como um» L* ' -*'""-". - -" ---" ra- B*^ tu, listca * canil rttmtaamtfc nt su-.escrvla SS?iií'n! por aqul Frir como ClLad d0 partida- SS^Jfi.." i d Rto *, ond Custio, Patrocínio Guimarãs^*- pagava sos fora rcrutado BUac fugim^«',adrrtual- ra Para Minas' Aqul Frir foi mnt com um farto almoço na dpois o missário qu lvou, JC al C m para S^L088-1 r Parana a or*m d tupromssas infinitas, qu vn- zilamnto d tualmnt Srro Azul rduzia ou- a dinhiro tros rvolucionários. m horas Bilac incrtas d fortuna mancu pr- m Minas até prodigalidadc. Bilac morava m passar a borrasca d dlaçõs, chgando aqui tranqüilamnt, foi casa d cômodos, como um s- tudant pobr, ou mnos qu por maior prcaução aprsn um studant, pois nm tinha tar-s ao chf d livraria. Mas ra dos mais lidos cultos do grupo boêmio; bu o chf rtv-o policia, qu ra su conhcido. Não o rc- as suas lituras ram prso fitas m òois dias. Pui vê-lo livro d mpréstimo, ou passi aigumas horas ouvindo-o rir da nos volums pquninos da "Bibliotqu National", qu s vn- stupidz mdrosa do sua própria ingnuidad da diam podr naqul tmpo poblico. Suponho qu ntrtanto a 300 réis, cabiam sm constrangimnto a policia rvolvia o su arqul num bolso d paltó. Lia-as m Vo, à cata do liblo d culpa d bond ou m casa; assim co- B!lac, ou porvntura maquinava nhcu o qu havia d maior na rtnção tio pota um motl mlhor na xtnsa bibliotca vo d notoridad do su zlo minúscula. Lmbro-m bm do pla salvação do Brasil. Bilac xmplar d "Romu Julita", sorria surprso da atribuição qu o acompanhou alguns üas, prigosa qu davam à sua pr sobr o qual l traduziu com «nça. Era como s a uma ciapaixonada vida a cna do bai- garra, qu só s alimnta d cão. Lido às vzs rlido o volumzinho, prdia-s, Bilac ia ação rastira clandstina d orvalho d sol, atribuíssm a continuando scot.ro m su uma «sauva ou raivosa. caminho boêmio, lv, dsprocupado, mas lvando consgo Mas, nfim passaram as r voltas,, fito da Idad ou da uma cabdal litrário qu au- disprsão dos companhiros, á montava sm l dar por isso cigarra aprndu a sr tam qu podiam invjar outros, bm formiga. Insptor scolar, psadamnt instalados na vi scrtario da Prfitura, scrtário do Congrsso.Intrnado da nas bibliotcas. Não pn sava m alardar litura, nm nali Bilac foi.modlar m dilisabdoria, nm coisa nnhuma, gn. a, xatidão método d Era smpr como uma av contnt d cantar ao sol contn trativo, incumbência qu trabalho. Trabalho adminis- to- nrumorm timuiuo d-á manha pagina «t Ah! j'àim comm foi! j sns ta jolousi, Et ma bouch rougit quand j t'ntnds rougir! t das outras. Por ss tmpo, Et mass a su cavg0, particular puisqu j'ai vcu un momnt d ta vi, trabalhava Patrocínio num pia ou pública, ra -dsmpnhada Mrci! tu pux partir! t moi... j pux mourir! no d lvar à Europa, m vapor com a nitidz pontilhosa com spcialmnt frtado, os sus qu j compunha os sus vramigps - d ltras, da "Cidad Pars! va-t'n! Mais toujours, comm au fond d'un abim* sos. O artsta dsdobrou-s tambm num pacint construtor Brill un étoil d'or, ta mémoir sublim do Rio", os qu a frqüntavam. Iríamos todos, mas ao ca- d ^ Inffaçablmnt brillra dans mon cour... dicionário, u,, o orador acadèm vapor comum, cmo corrs- bo só poud l mandar Bilac, m:co surgiu u.m dia construtor. pndnt da "Cidai dc civismo. Foi a surprsa qu J gardrài ta voix dans mon âm écrasé! do Rio", mais irritou os qu não podiam J m Paris: ali stv nquanto durou a aura da caprichosa gardrài dans mon orill épouvanté ou não quriam ntndr a irisação d um spírito luminoso. L'inénarrabl cri d ta grand doulur fortuna d Patrocinio. D vol- Não» lh lvariam a mal qu l 5 d agosto d 1887 ta da Europa, Bilac ra a ms- s dvancss m malícias, m ma. criatura, dsprocupada, malignidâds. m diatribs, ou flutuant, simpls, a vivr no ^ cojsa nnhuma; nfadaramsu mundo d sonho, d posia s_ porm, injuriararh-no porqu tanto, não s dixou prturbar nha mmória. As distâncias C spírito, alhia à rvolução a sua posia, qu até ali nlvaqu s oprava m torno dl, va os litors d posia, driva- obra, não s aprovitou do qu aparc-m aos olhos da alma d novo rnom: fita a sua ocasionais dasfizram-s; mnos no qu podia convrtr- ra numa guinada improvisa d la lh daria ao mnor acno uma figura total, no momnto s m matéria d gracjo. En- ntusiasmo, para uma loquêntrtanto, as circunstâncias li- cja qu tocava comovia a como nos primiros anos d caminho a possibilidad d vê- d su dsjo. Vi-o d novo, m qu vai dsaparcr do mu zram dl vítima absurda da gnt do povo. Os sus discurpolítica rancorosa daquls tjn- sos boêmia simpls dsprocupada, compondo os sus vrsos. Não digo aqui a minha adla, como até ontm. ram como ruflar d asas pos Colaborador litrário d'"0 n0 spaço azul; cá d baixo Era ainda a av contnt.d ouvir cantar as outras avs qu louvar nsts primiros instanmiração plo pota, porqu Combat", sofru a culpa dc sr nao quriam qu ouvissm amigo d Pardal Mallt pa- acompanhassm com os Olhos iam surgindo, apsar d qu a ts fora talvz falsamnto da gou-a como imaginado cúmpli- palpitants os sons alados do sua voz s vlava m mlancolia por prssntir na tard o su ria numa aprciação singular saudad do homm. Nm cab- c da conspiração, numa prisão su SUrto. Acndu-s a raiva na fortalza da Lag. Atribui- dos qu pão podiam voar tão ocaso vrdadiro, E assim acabou. E agora é qu u vjo como fita para todos os séculos da comovida o valor d uma obra ram-lh uns vrsos, d qu ra ajto tão à vista d todos;, autor Guimarãs Passos, qu ^g a giéria do cantor loclbravam, com as msmas ri- qunt foi subindo sobr a ri- imprssõs d fatos gstos Trsópolis, d d- lh quria bm, rcapitulando língua. mas fcho m todas as qua- ia dos raivosos. Õ pota, no ndras, as atituds do almirant... pssoais, ntrlaçados na mlzmbro d Custódio d Mlo. Dizia a primira das quadras: Tipo sródlo E amarlo, Qum é? Custódio José d Mto. Dois sontos, m d OIõvo Bilâc francês, F EDO R A A SARAH BERNHARDT Ang! Fmm! Démon! Au fond d ts prunlls Grond t s tord 1'nfr comm un mr n fu, Et l cii oyonont sourit tranquill t blu, Plin d nuags, d'or, plin d'étoils t d'ails. Tour á tour carssant t blasphéfn, ta bouch A l trait du dédain t l trait d 1'amour; Et ta fivrus main sait smr tour à tour L génrux pardon, la vnganc farouch. Angé! Fmm! Démon! Song d Po! Ta voix Chant, plur, dit: murs! t j t'aim! á la fois... Ell a plongé sans pur au fond hidux d 1'àm... Tu sois tous ls sécrts ds abims do cour, O toi, qu sais mêlr, pour montrr ta doulur, L cri d'un lionn aux sanglots d'un fmm! "A Smana" 10 d julho d OTHELO V ',/' MÍ-'.; "- vi.y*$ssswfzs3êsm '^B- '-.- Bilac dèsforrou-s com bonbomia, chacotándo m pa- Wfo Ç SÊ^~ ' "«* ^*Hàz ' ''^''s^âêêè^w "" fl ts\\s\w * jt^jtií " ^Ht f«s *^«<üpvp"» *íkh I --.w-gr - *^^H lstras, dpois d solto, o ridlculo dos fanfarrõs.do podr. KIMh^L. " m ' "" K"-"'" «#^i &- - ü A sua vingança não foi *lm do rmoqu nâo assumiu a forma d rancor. A simpls stravagância dssa prisao^ovia IBI^-%' '.-A,'" Wy >fa H H nô-lo a salvo da suspita na rvolta d 1893; pois ainda ai l sofru. No msmo dia 6 d stmbro, à tard, ncontri-o m companhia d Guimarãs ^%7%1 - * * w*çi*ék Passos d um moço, d nom crio qu Frir, camarada rcnt dos dois. A nova da r- "^^ÊÊ^^^^^^lh^^^^WSÊ volta surprndia-nos a todos \\\\\\m V^XjÜHHÍ^UbM» ^ fomos curiosamnt obsrvar o qu s passava no largo do Paco. Assisti ao Jantar dos três no Hotl Globo todos comntavamos com spanto galhofa o noto lvant. Dir ; a noticia d qu, djnunciauim Máscara mortuária it Olavo BUsm A GIOVANNI EMANUEL Êtr surnaturl, froc èt noir fantôm, J 1'avais vu passr jusqu'alors... Maintnant, Tu m l fais corhpréndr: Othlo st un homm... Eh bién! j'ai rncontré mon Othlo vivant! " %*,vk ->^>í^. -, s\\\\\\\\xz$wts\\m \\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\W -. ^kt^-:'' ' Js\\\\\\\\\Ws\\. WÊÊmm \\\\v.:/4t%' >«f«aj'.'--iii ««^ UK "9 * 1 -«^l,^'^^,^^-^^4'^^-w^

20 "" I. PAGINA ia SUPLEMENTO LITERÁRIO D'A MANHA DOMINGO, Hyit/lMi POESIAS INÉDITAS DEPOIS DA LEITURA DO POEMA "A NOIVA MORTA" DE ALBERTO DE OLIVEIRA Intima história, página sulcad* D lágrimas sm conto Pombas corrndo na azulada tla Como nuvns d alvissima txtura, Nuvns sulcando a iluminada umbla Como pombas d splndida brancura; Prlas caindo nuns dourados crivo», Prásios luzindo junto d safiras, Mágicos sons ncantadors, vivos, Docs suspiros d sonoras liras; Do glauco Ocano as ondas suspirando Gmm, como s acaso houvss nlas Trist gmndo um suav trno bando D srias undicolas blas. E os raios do luar sobm dscm... Espraiam-s, rcurvam-s, brilhando, Como fios d prata s ntrtcm, Uma rd finíssima formando.. Viv do labor d outrora I Nm constatas qu as lágrimas avaras Sjam: dixa-as corrr como corriam. Ama a tua obra adora adora, adora, Qum nl viv, qu os tus olhos viam. (DA NOIVA MORTA) O acord amno, suspirado brando D sitaras dolnts quixosas, Harpas, calamos, frautas murmurando Árias, cançõs, balatas mlodiosas; Coros d faunos na florsta umbrosa, Ninfas soltando as ondulants comas, Vnus surgindo bla, splndorosa Mostrando as curvas das divinas pomas» Anjos d fronts brancas como a nra Olhos azus cablira loura, Passam batndo m movimnto lv Asas qu a lua lvmnt doura. Qu tristza infinita a tudo invad? Qum spalha por todo o tmplo o manto Dsta Infinita lúgubr saudad, Dst infinito dolorido pranto? Abram-s as portas d alabastro. "Pasmai! Vd: vlai o olhar xtasiado! Qu Paraíso Orintal xcd Aqul norm tmplo iluminado? Qu Olimpo iguala aqul céu abrto? Qum pod vê-lo sm trmr d pasmo? Qum pod acaso contmplar d prto Aquilo, &m sntir o ntusiasmo. Fibra por fibra o coração trmnt Convulsionor como possant pilha? Qum não xprimnta, qum não snt Todo o splndor daqula maravilha? Abram-s as portas d alasbastroj Esplnda Todo o fulgor da cna stranha bla! Qu a Posia no spaço o manto stnda O nívo manto qu o Idal strla. Abram-s as portas d alabastro. A aurora Inund m fogo o spaço. A primavra Junqu o solo d flors. Céus m fora Pass triunfant o carro da Quimra! n São rgiõs d assombros infinitos, Ond nos ars inflamados pairam Clarõs, mistérios, divindads, mitos, Qu a mnt ofuscam qu o olhar dsvairam; Ond rra corr voa iluminada. Movndo a asas d cristal vibrant, A Fantasia nvolta na pratada Clàmid azul ao vnto flutuant; Ond os rlâmpagos d quando m quando Passam d acsos vrsos inspirados, Em todo o spaço intérmino traçando Sulcos d lus pérolas formados... Purpuras, sdas d intrincados tramas, Blos ornatos d lavors raros, Stins, custosos, rfulgnts mamas Pórfiros nívos, mármors d Parosi Astros boiando m claros Armamntos, Rubros Ocasos, madrugadas d ouro. Assombros, sonhos dslumbramntos, D strlas flavi-limpido tsouro; Fulgi-trmnts, rútilos luars Baios lançando como argêntas fitas Plas planícis murmuras dos mars, Plas rgiõs téras, infinitas; Dnsas nuvns d opalas diamants, D cor prciosa d matizs vários; Pdrarias acsas, flamjants Do azul caindo como alampadáriosi Vrds florstas, sculars brnhas, Jasmins, violtas, hliotropos, rosas, Cipoais rtornos, pêndulos, ás grnha» Prsas das ramas d árvors frondosas; Intrminávis horizonts, brumas, Altas montanhas, viríds campinas Cisns movndo as alvjants plumai Dos lagos sobr as águas cristalinas; Crspas ondas d flancos monstruosos, Roucas rugindo rbntando ruindo. Em ribombants brros horrorosos O ar atroando num fragor Infindo; Vagas spumas, claras, murmurando. Corrndo atoa m dsusar frqünt X vindo um nino harmonioso brando Cantar na praia «morosamnt. Baco nas mãos o luco Urso tndo) Grutas da Grécia, Sátiros, Silnos, Cupidos nús os arcos distndndo No ar agitando Os brancos pés pqunos; Tudo isso passa nos sus vrsos, tudo, Nos vrsos do cantor apaixonado D Afrodit surgindo à flor do rudo, Fro bravo Ocano ora domado. Tudo passa nos vrsos inspirados Dss cantor das grgas formosuras Vrsos divinos, límpidos, alados, D corrtas blas cinzluras... Vn os gravados com divino smro Por pnas d ouro m azuladas tlas, Lmbrando os cantos gniais d Homro, Lmbrando a luz das rútilas strlas. Tudo isso passa nos sus vrsos. Ora Vê-s um sombrio pavoroso claustro: Ora ao rubor das chamas d uma aurora Surg uma dusa num dourado plaustro. Tudo isso passa nos sus vrsos, ond Snt-s ao vivo ò palpitar da Idéia.., Ond a um cântico trist corrspond O strondo, o silvo, da Onomatopéia, Qu ora ribomba no strtor ruidoso o rudo ronco, o bruto, rouco stouro o hórrido raio, do trovão raivoso, Qu ulula rug brra como um touro. Ora das avs canta no pipilo D uma sta qu zun o céu cortando. Ora das avs canta no pipilo Trpido, trist, strídulo, trinando... As vzs, como m plno azul, rvoa Uma águia norm, aqui tambm d quando Em quando, ouv-s o ruido qu atordoa D duas asas plo spaço voando: E o sol s anima. Num fulgor stranho Convrg os raios para um ponto. Agora Surg uma imagm no purpúro banho 6anguinolnto rubro d uma aurora. Vêm-s colossos d olhos faiscants, Monts sustndo nos hrcúlos ombros; Mtáforas grandiosas, coruscants, Como Infinitos, rútilas assombros. E o tmplo norm, o império sacrossanto, Smpr banhado d uma luz rubnt, Smpr rplto d um stranho ncanto, Fulg radiant, iluminado, ardnt... to sono Ia III Batric! Vstiti di color di flamma viva (DANTE) Súbito, os ars rcortando, passa um soluço mais outro um outro ainda., Surg o spctro da livida dsgraça Bóia no spaço uma tristza infinda. Dsmaia a luz dos astros d rpnt. Calam-s as frautas. Tão somnt a lua Suspnsa spalha silnciosamnt A claridad qu no céu flutua. Qum s aproxima? Qum és tú? Rspondi Qu nom tns ua trra, s é qu à trra Prtncs? Qum és tú? Qum és dond Tirast a luz qu o tu olhar ncrra? Qum t arrancou, õ divinal casta Batriz! ó divindad dslumbrant! Qum t arrancou do sio dssa vasta Epopéia imortal, viril ilo Dant? Laura formosa sorridnt, fala! E's tu, és tu, qum atravssa o spaço? Qum t arrancou, ó fac cor d opala, Dos blos vrsos d Torquato Tasso? E's Lonora, Natércia, Madalna? E's tu a doc pálida Maria? Qum és tu, qu iluminas toda a cna? Qum és, visão Imaculada fria? E' lal é la a Noiva morta é lal Ela, qu s aproxima o véu arranca... Ela, qu surg iluminada bla, Sntada ao trono d uma nuvm brancal Espirito, qu, o corpo abandonando. Voou às rgiõs mistriosas! Front qu a mort mpalcu, c'roando D virginais camélias d rosas! Visão qurida! Imaculada santa) Alma fita d lírios d bijos! E' la! é la ssa visão qu ncanta E passa ao som d uns trêmulos harpjos. E' la! é la qu aparc m mio D um bando alado trist d lamntos. Vio das rgiõs crúlas, vio Rlmbrar os passados sofrimntos) Andam-lh os anjos rvoando à roda Num coro imnsamnt dolorido, E toda a trra, todo o céu, toda A imnsidad i um lúgubr gmido) Formam o su tristíssimo cortjo Vrsos d Tasso d Ptrarca, scrito, No ífclmar suavíssimo d um bijo Nas asas dos arroubos infinitos. Sgu-a calado o vulto lacrimoso Da Posia; chora, ao vê-la, a Art... E ouv-s o ruido surdo doloroso D um coração qu s spdaça part. Rssoai! rssoai, harpas divinasl Alauds citaras gmnts! Calamos docs, frautas argntinas, Cantai! chorai! gmi, liras dolnts! E" la, nvolta m névoas la a rosa, A pomba, o lirio, a cintilant strla Ela a inocnt, a angélica, a formosa, E* lal é la a Noiva morta é lal MÃE Dvo tudo o qu sou a ssa qurida. Santa mulhr: tudo o qu tnho é sa Porqu quando nasci, por dar-m a vida, Todo o sangu qu Unha la m du. - Qum os passos m guia no scabroso Caminho da xistência é o su amor: Si qu dará por m fazr 'ditoso Todo o su sangu s prciso for. E la, qu du-m a vida, o amor primiro, E o sangu, O lit, quando a mort vir Há d m dar no ' instant drradiro Todo o sgrado pranto qu tivr.!*,.'.*......:., y... ; ' ; >» *>.. ' -. :.yxúi,.:k^i>sw.-&5.'i&^ : k

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