OUVINDO COM AMOR. Aconselhamento Pastoral: uma resposta cristã para as pessoas vivendo com o VIH - 1 -

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1 OUVINDO COM AMOR Aconselhamento Pastoral: uma resposta cristã para as pessoas vivendo com o VIH - 1 -

2 Prefácio O movimento ecuménico tem destacado esta questão do VIH desde Em 1986 o Conselho Mundial de Igrejas recomendou três áreas principais para a Igreja responder. Desde então o Conselho Mundial de Igrejas recomendou uma variedade de iniciativas para desenvolver e distribuir várias publicações para assistir às Igrejas a ultrapassarem a epidemia. O guia para o VIH, aconselhamento pastoral publicado em 1990, foi um passo significante e tem sido muito usado mundialmente. Durante os quinze anos passados a epidemia do VIH espalhou-se por todo o mundo afectando também as religiões. Ao longo deste período congregações e comunidades cristãs têm contribuído bastante em responder, com cuidado e apoio na epidemia. A epidemia tem mobilizado mundialmente comunidades cristãs. Porém este entusiasmo e responsabilidade ainda não é universal e precisa se tornar uma norma. As comunidades cristãs estão dispostas a trazerem uma diferença positiva e palpável na vida de pessoas; mas estas precisam ser melhor capacitadas para poderem fazer isso. Escutar com amor é designado como uma fonte baseada na Bíblia, um livro que permite à assistência nas congregações, o aconselhamento pastoral efectivo na altura do VIH. É uma tentativa de «abrir as portas dos céus» (II Reis 7:2). Resistir ao cerco a que as comunidades vivem por causa de barreiras cujo o ser humano por si mesmo sofre por causa da ignorância, pobreza e estigmação; para deixar que a graça de Deus caia livremente à nós e para que possamos recebe-la. É através de servir aos outros que vemos Deus. É dando forças aqueles que vivem com VIH que as comunidades vão ser libertas da epidemia. Que Deus nos abençoe a todos nesta caminhada. Dr. Manoj Kurian Programme Executive Health and Healing World Council of Churches

3 Introdução Este manual é uma resposta cristã para o VIH. Antes que vá alem, porque não parar por um momento para reflectir e orar? Leia João 20:11-18 Que pensamentos vêm na tua mente ao ler essa passagem? Há alguma ligação entre esta passagem e a epidemia do VIH? Há alguma coisa que se diga em como nós encontramos o ministério cristão para ouvir? Existem muitos milhões de mulheres, homens, jovens e crianças por todo o mundo que vivem chorando por causa do devastamento do VIH. Como Maria, eles estão a procura de uma esperança e algumas vezes, como ela, eles procuram por essa esperança em lugares errados e de maneira errada. Maria foi no jardim a procura de uma coisa errada. Ela foi a procura de um corpo morto, ela deparou-se com Jesus o ressuscitado. Ela queria fazer algo por ele: Diga-me onde puseste ele e eu irei... uma mulher sozinha levantar um corpo morto será que isso faz sentido? Se nós desejamos ouvir com amor a estes doentes com VIH precisamos ser claros que tipo de serviço esperamos providenciar. Talvez nossas ideias precisam mudar para que também deparemo-nos com Jesus nas pessoas que mais queremos acompanhar. O aconselhamento pastoral para os infectados com VIH é primeiramente para encontrar vida e dar esperança. Como cristãos inspirados pelo evangelho, podemos ser uma fonte genuína de compaixão, cura, e encorajamento através de um ministério de ouvir com amor. Oremos: Senhor Jesus, eu confio-te. Meu desejo é ser parte da tua compaixão e cuidado. No seu ministério deste ouvidos aos que tinham dor e tentas-te trazer-lhes cura e paz. Envie o teu espírito santo agora para ungir os meus ouvidos e meu coração para que eu também aprenda como escutar e ouvir os choros do teu povo, e que através do ministério de ouvir com amor, que eu possa trazer-lhes o que precisam de ti. Amem

4 Questões básicas Esta introdução responde a três questões básicas: Porque é que este Manual é necessário? O que ele contem? Como pode ser usado? O VIH tem estado connosco por mais de vinte anos. Continuará a desafiar-nos por mais décadas. A lição mais importante que aprendemos até aqui é que nós podemos fazer a diferença: Nós podemos prevenir novas infecções, nós podemos melhorar a qualidade de cuidado e tratamento das pessoas que estão vivendo com o VIH 1. Se você está a ler este manual provavelmente estarás interessado e envolvido no cuidado ou aconselhamento daqueles que estão vivendo com o VIH. Você saberá a partir da primeira experiência como cuidar de outros e isto pode ser imperioso. Talvez você tenha aberto este manual na esperança de encontrar encorajamento ou simplesmente estar informado. Seja qual for a razão, certamente poderás ser mais efectivo em trazer esperança e compaixão. Quando Deus foi para o jardim para ver Adão e Eva ele fez-se ouvir. No coração da fé cristã é o ministério de ouvir, o que permite as pessoas desvendarem o que está por detrás e dizerem a sua própria história da sua própria maneira sem que alguém os obrigue, encontrando assim significado, esperança e direcção. Este ministério compassivo de ser ouvido e cuidado é a maior contribuição que nós como cristãos podemos oferecer em face da epidemia do VIH. O que se segue é uma pequena tentativa para encorajar o ministério cristão, para que caminhemos confiantes com aqueles que estão infectados pelo vírus e estarmos juntos afim de criar comunidades de cura e vida. Criar espaços seguros para dizer a sua própria história no seio das nossas comunidades é portanto uma prática primordial, através da qual as congregações podem tornar-se comunidades de cura. A Igreja, que é construída, formada sobre a história do Mestre do Evangelho, pode oferecer um fórum onde os afligidos podem confiar e aceitar, baixar as suas guardas e partilhar suas histórias 2. 1 Kofi Annan, Secretário Geral das Nações Unidas, 2004 Relatório sobre a epidemia global do SIDA). 2 Conselho Mundial de Igrejas, Facing AIDS (Enfrentando SIDA) - 4 -

5 Porquê é que este Manual é necessário? A estimativa actual é que 38 milhões de pessoas no mundo inteiro estão a viver com o vírus do VIH. É a crise de saúde mais séria dos nossos tempos. Mulheres, homens e crianças de todas as idades, independentemente da sua educação, extracto social, estão lutando. Não podemos simplesmente ignorá-los. A luta contra o SIDA deve ser uma luta de todos 3. Devemos fazer toda a gente entender que a crise do SIDA não é para sempre, isto não é para alguns poucos países estrangeiros, longe de nós. Está é uma ameaça para a geração inteira, esta é uma ameaça para a nossa civilização 4. Nós sabemos que o VIH está em todos os níveis de vida. Isso vai para o âmago do ser humano, e levanta questões sobre a estabilidade económica, desigualdade no género, direitos, justiça e espiritualidade. Estando perante esta pandemia somos, cercados de temor e ignorância sobre a natureza deste vírus, assim como a falta de entendimento acerca de nossa sexualidade, bem como o lugar de Deus na luta contra o VIH; estas questões não devem confundir-nos em promover um aconselhamento pastoral genuíno. Através de baptismo, as pessoas de fé são chamadas a partilhar no ministério de Jesus. Somos convidados a estabelecer comunidades de cura no meio da dor e sofrimento, seja qual for a fonte. Os cristãos têm sido pedidos a consolar (II Cor. 1:35), a reconciliar (II Cor. 5:19), a amar (I Cor. 13) e estar com e servir os outros (Mateus 25:35-36). No decurso da história aqueles que se depararam com Jesus Cristo nas suas próprias vidas comprometeram-se a servir os outros, especialmente os pobres, os doentes, os destituídos e as pessoas a beira da morte. Somos desafiados a ver Cristo no mais pobre dos pobres, não importa como sua pobreza se manifesta. Este manual procura promover o evangelho de compaixão. É baseado na esperança de vida de um faminto. Como pessoas comprometidas com a vida em sua abundância (Jo. 10:10), desejamos ajudar todas as pessoas a descobrir Deus nas suas vidas. Nossa crença encoraja-nos a acompanhar aqueles que vivem com VIH e juntar-se a eles para quebrar as barreiras do estigma, a descriminação, ignorância e temor. Queremos providenciar apoio pastoral para 3 Papa João Paulo II 4 Koff Anan, UN Secretário Geral, Assembleia especial sobre o SIDA, Julho de

6 que suas preocupações, ansiedades e desejos possam encontrar estrutura informada e apropriada de cura e aconselhamento. Cuidado pastoral é o sinal da presença de Jesus. Dá boa mensagem a quem sofre. Quem dá cuidado pastoral tem que ser um mensageiro da esperança e cura de Cristo 5. O que você encontrará neste Manual? Este manual irá ajudar-lhe a sentir-se confortável e confidente, escutar as pessoas que estão vivendo com VIH. Irá providenciar-lhe ainda algumas habilidades básicas para que você possa ajudar outras pessoas a expressar a sua dor, sofrimento e confusão, seus descontentamentos, dúvidas e temores, num clima seguro e de cura. Isso não irá treinar-lhe a tornar-se um conselheiro profissional, porém ajudar-te-á a melhorar as suas habilidades de aconselhamento para que você oiça mais efectivamente e profissionalmente. O manual apresenta um entendimento cristão de cura e aconselhamento no contexto do VIH. Isto ajudar-lhe-á ajudar os outros a ajudarem-se a si mesmos. Os cristãos que cuidam, tentam influenciar aqueles infectados e afectados, para que eles possam encontrar neles mesmos a fonte de cura e força que são dádivas de Deus. Leia João 7:37-40 Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim como diz a escritura rios de água viva correrão do seu ventre. I Coríntios 3:16-17; 6:19-20 Não sabeis vós que sois o templo do espírito santo? Apocalipse 22:1-6 No meio da sua praça, e de uma e da outra banda do rio, estava á árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de meio em meio, e as folhas da árvore são para a saúde das nações. Enfrentado a doença que ameaça a vida, as pessoas começam a perguntar: Onde Deus poderá ser encontrado neste vírus e neste sofrimento? Qual é o meu valor como ser humano? Qual é o propósito da vida e da morte? Quantos é que eu devo perdoar? Como posso viver sem dar esperança? 5 John Muchir: VIH/SIDA: Quebrando o Silêncio

7 Aconselhamento pastoral precisa ser organizado e afirmar a vida se tem como propósito responder tais perguntas. Precisamos ser ouvintes, estarmos presentes com amor nas nossas comunidades. Este manual irá providenciar efectivamente instrumentos para serem usados quando estivermos perante aqueles que vivem com VIH. Esta não é a palavra final no que diz respeito ao tópico, mas é a fonte que você pode adaptar para a sua própria situação cultural. Como usar este manual? Nos hospitais, clínicas, cuidados caseiros para com o doente e quem estiver a beira da morte, nos momentos de funerais através da oração e louvor, muitos cristãos (e outros grupos de fé) são envolvidos no apoio pastoral para as pessoas vivendo com VIH. Este manual providenciar-te-á encorajamento. Ele desafia outros a ofereceremse a si mesmos a trabalhar, para os seus irmãos e irmãs através do ministério de escutar com amor. É uma tentativa de ajudarmos todos a nos sentirmos mais confortáveis e atender ao convite dos que vivem com VIH, para que possamos ajudá-los nas suas lutas diárias e aceitar a realidade de ser-se positivo. 1. Isso vai informar-nos sobre as preocupações físicas e espirituais em volta do VIH. Informações correctas ajudam a dissipar a confusão e a ignorância; 2. Grupos cristãos que queiram responder seriamente a chamada para lutar o estigma e descriminação podem usar este manual como um princípio primordial. Depois podem projectar suas próprias respostas e compaixão no sentido apropriado, baseando-se nas necessidades actuais e recursos de seu meio ambiente. 3. Indivíduos podem usar este manual para cultivar suas próprias habilidades que irão providenciar melhor contributo e um lugar seguro para que os outros partilhem suas histórias. Ao lermos este Manual é importante reflectirmos o que você irá aprender para captar suas próprias necessidades e circunstâncias. Ninguém pode dizer-nos com exactidão como cuidar e aconselhar os outros, porque cada situação é diferente e nós precisamos aprender a responder e respeitar as pessoas diante de nós. Todavia, podemos apoiarmo-nos uns aos outros partilhando nossas experiências. Este manual dá-nos tal apoio

8 Uma coisa certa é que temos de lutar contra esta pandemia, porque nós temos a arma para conquistá-la. Temos Cristo! 6 Vamos para o começo Esse capítulo responde as seguintes perguntas: O que é o VIH? O que significa seropositivo do VIH? Como posso saber se sou seropositivo? Como é que o vírus do VIH se torna SIDA? Quais são as principais rotas de transmissão do VIH? Quem está em risco, e como o risco pode ser evitado? Agora é um senso comum que o VIH/SIDA, não é somente a condição que magoa muitos (porque muitas doenças e circunstancias geram sofrimentos sérios e mortes), mas é porque normalmente um seropositivo enfrenta descriminação e rejeição. 7 A ignorância continua a ser um factor preponderante na expansão do VIH, mesmo depois de 22 anos de informação. Se queremos providenciar um ministério efectivo de ouvir e cuidar, então podemos ter certeza de que estamos propriamente informados sobre VIH e SIDA. Caso contrário agirá sob a nossa própria ignorância e temor. O que é o VIH/SIDA? Antes de leres mais além pergunte-se a si mesmo: O que já sei sobre o VIH/SIDA? Como posso explicar a diferença entre VIH e SIDA? Estou informado como o vírus é transmitido? Em que é que preciso ter mais conhecimentos? Desde o princípio dos anos 1980, temos sabido sobre a existência de uma doença chamada SIDA. Muita gente sabe que o SIDA significa Síndrome de Imunodeficiência Adquirida. Também sabemos que o vírus chamado VIH causa SIDA. VIH significa Vírus Imunodeficiência Humano. 6 Sr.ª Tarisai Zata OP. Irmã dominicana no Zimbabwe. 7 Rev. Canon Gidean Byanugisha CMI, Plano de Acção

9 VIH ataca o sistema imune de uma pessoa e faz com que a pessoa seja menos capaz de lutar com a doença. Assim a pessoa desenvolve a doença chamada SIDA, uma doença que até aqui é incurável. É importante lembrar que uma pessoa infectada pelo VIH não desenvolve sintomas, quer seja do vírus ou da doença chamada SIDA de imediato. Está é a razão pelo qual não se pode dizer se a pessoa tem VIH ou SIDA simplesmente por olhar para eles. Não pode levar dois à dez anos antes da infecção ou antes que qualquer sinal da doença se manifeste. Uma vez infectado, todavia, a pessoa continua infectada por toda a vida e pode infectar outros. VIH e SIDA são primeiramente condições médicas, porém elas podem causar muitos outros problemas de angústia. Portanto, não devemos limitar-nos à medicina simplesmente. E como veremos, VIH pode causar SIDA, mas o risco de infecção do VIH depende de outros factores. O que significa ser seropositivo? Para a doença penetrar nas nossas raízes precisa antes de algum modo atacar ou entrar nas células do corpo. VIH ataca um tipo de célula branca no sangue chamado célula ajudador-t. Isto acontece pelo quebramento da porta na célula chamado de CD4-receptor. Uma vez dentro o vírus do VIH disfarça-se para que seja difícil detectar, e depois multiplica-se. Tendo enchido o sistema imune natural do corpo o vírus do VIH põem de lado sua acção. Uma vez alcançado (ou o sistema imune estiver pelo menos severamente enfraquecido), outras doenças podem tomar vantagem e atacar o corpo. Chamamos tais doenças infecções oportunistas. Vimos então porque VIH é tão perigoso: incapacita o sistema que mais protegenos. O sistema defensivo do corpo torna-se tão fraco, e quando despertamos numa altura que já não podemos ser salvos. O VIH é tão esperto que pode disfarçar-se parecendo tal qual a célula que este ataca. Até ser descoberto, o sistema imune já está destruído.... Ela tinha se casado por sete anos e foi sujeita a ofensas corporais constantemente. Seu marido batia-lhe por coisas vulgares. Por exemplo, ele bateu-lhe por ela acusar de ser má com os vizinhos. Numa das surras seu marido disse-lhe que ele tinha infectado ela com SIDA. Depois disso ela foi fazer o teste e foi diagnosticado positivo. Seguindo-se uma outra surra ela foi admitida no hospital por suspeita de ter contraído meningite, porém foi descoberto mais tarde que durante as surras ela tinha sofrido alguns ferimentos na cabeça. Após deixado o hospital as surras pioraram e então ela foi a polícia e falou para os - 9 -

10 seus familiares, mas nada aconteceu. Ela sentiu que não podia continuar com o casamento. Depois ela falou com o Pastor conselheiro de sua Igreja. Juntos analisaram suas opções: permanecer num abrigo para sobreviver a violência física, ir ao tribunal e deixar que ele tivesse parte da propriedades, ser parte do grupo que apoiava mulheres com VIH, e depois ter mais conselhos. Ela decidiu tomar todas essas opções, ele queria viver como seropositivo do VIH mais livre da violência. 8 Viver com VIH e SIDA significa mais que sofrer desta infecção. Também vivemos com medo. Medo de dizer a outros por causa do que eles podem pensar e dizer, medo da morte e como pode ser difícil, medo do futuro e o que isto pode significar para nosso parceiro cônjuge ou filhos. Também vivemos a ira de como este vírus penetra nos nossos corpos. Muitas vezes precisamos perdoar a nós mesmos assim como os outros. Dependendo do local em que nos encontramos, podemos nos acostumar com a pressão da vida e tentar encontrar dinheiro suficiente para medicamentos e comida. Vivemos com questões: como posso aprender a viver com um vírus que gostaria de matar-me? Como é que este inimigo pode tornar-me amigo? Como posso saber se sou seropositivo? A única maneira certa para saber o nosso estado é ter um anti-corpo teste de VIH. É importante compreender que um teste de VIH é e é o que não é. Um teste de VIH não revela se alguém tem SIDA. Pelo contrário, detecta os anticorpos que atacam o sistema imune do corpo. Anti-corpos são substâncias produzidas pelas células brancas sanguíneas. Muita gente produzirá anti-corpos caso o vírus do VIH o tenha infectado. Há sempre um vazio entre ser infectado e a aparência dos anti-corpos no sangue. Isto refere-se a um período de janela. Todavia, em um período relativamente curto que a pessoa infectada desenvolverá um nível de anti-corpos que podem ser detectados. Se uma pessoa está preocupada sobre o seu estado de VIH então o melhor para ele é ser testado o mais cedo possível, depois do tempo que pensa que tenha sido exposto. Uma vez que a pessoa decide ir fazer um teste, o procedimento é simples. Há agências e praticas diferentes, mas os passos básicos são os seguintes: A pessoa é perguntada porque é que ela gostaria de ser testada e saber mais sobre o VIH; 8 Programa de Treinamento do SIDA da África do Sul, Maio

11 Um técnico de laboratório ou enfermeiro levam amostra de sangue; Se o teste for rápido eles podem esperar pelos resultados. Caso contrário, pode-se marcar uma consulta; Antes que os resultados sejam dados a pessoa testada encontra-se com um conselheiro para saber o que elas entendem por um resultado positivo ou negativo e que mudanças podem fazer nas suas vidas. Simone tem 23 anos de idade, e terminou o ensino universitário a pouco tempo. Recentemente, ele foi a uma clínica por um simples problema de saúde e seguindo-se de uma conversa com o doutor que estava de serviço: Eu posso tratar-te Simone, o doutor disse-lhe, mas precisamos falar mais acerca da tua doença. Imediatamente Simone ficou ansioso e perguntou se isso era anormal. O doutor disse-lhe que isso parecia como uma doença transmitida sexualmente. Quando ele ouviu isso, ele começou a transpirar imediatamente e mencionou o relacionamento que tinha antes. Simone, posso ver que estas com medo, disse o doutor. O teste de Simone precisa ser feito para que possamos determinar exactamente o que sentes. O doutor explicou-lhe sobre os testes incluindo o teste do VIH, e teve certeza que ele entendeu porque era importante que Simone soubesse do seu estado. O VIH tinha sido positivo. O doutor aconselhouo e encorajou-o a procurar por um pastor conselheiro na sua Igreja local, porque sabia que Simone era cristão. Não! Não posso ser positivo do VIH, e eu não vou a nenhum aconselhamento pastoral! Ele saiu muito nervoso, cheio de ansiedade. Ele pensou na morte e sentiu-se rejeitado. Ele até pensou no suicídio. Ele estava deprimido e desesperançado. Ele continuou assim por alguns meses sem dizer a ninguém. Ele ia para o serviço e trabalhava como se nada tivesse acontecido. Quando alguém pensasse nisso, ele achava que era o fim de tudo, e podia perder o seu trabalho. Depois de seis meses, a vida tornou-se tão difícil que no fim ele disse a um amigo sobre o seu estado de VIH. Embora ele sentiu-se aliviado, ele sentiu-se preocupado uma vez que sabia que seu amigo traiu-lhe. Finalmente, o desespero permitiu que ele fosse ver o pastor conselheiro na sua Igreja 9. Como é que o vírus do VIH transforma-se em SIDA? Há quatro passos básicos, uma vez que alguém é infectado: I. A pessoa é infectada com VIH. A pessoa não parece doente, nem as pessoas sentem-se desconfortadas. Não é possível decidir se as pessoas são seropositivas ou não simplesmente por olhar nelas. Depois de algum tempo, todavia, elas podem dar conta que ficam constantemente cansadas, sentem febres, dor nos músculos, gripes, e outras infecções. 9 John Muchiri, HIV/AIDS: Breaking the silence

12 Lembre-se: mesmo assim as pessoas parecem saudáveis, mesmo estando infectadas. II. Desenvolvem sintomas parecidos com o SIDA. Na medida que o sistema imune da pessoa torna-se fraco, ela pode desenvolver sintomas parecidos ao SIDA. Experimenta perca de peso, perca de apetite, feridas na boca, diarreia, os vasos glandulares começam a inflamar, rugas na pele, febres nocturnas. Precisamos ser cautelosos, porém esses sintomas podem ser também manifestação de outras doenças. Se alguém está preocupado deve ir ao medico ou fazer um teste de VIH. III. Elas desenvolvem o SIDA. SIDA é o resultado desta infecção por VIH, quando o sistema imune do corpo não pode lutar contra sérias infecções. É impossível dizer exactamente que tipo de doença a pessoa tem, isso depende de cada organismo e das circunstâncias. A pessoa fica doente e depois é diagnosticado o SIDA ou uma doença parecida. Doenças comuns são tuberculoses, febres, diarreia crónica, perca de peso, infecções intestinais, meningites e outros problemas. IV. Elas morrem de doenças parecidas com o SIDA. Sem o funcionamento do sistema imune ninguém pode viver. O medicamento tem melhorado a qualidade de vida de muita gente com SIDA e prolongado suas vidas. Sem medicação adequadas, todavia, elas morrem de uma doença parecida ao SIDA. Isso é mais provável que aconteça nos países em de desenvolvimento. Quais são as principais vias de transmissão do VIH? O VIH é encontrado principalmente no sangue, sémen, fluidos vaginais e no leite materno. Para que o vírus se espalhe, um desses fluidos têm que passar de uma pessoa para outra. Ao menos que a pessoa infectada tenha alguns cortes ou feridas, nossa pele é bastante densa para proteger-nos contra o VIH. A vagina e o recto, porém, têm a pele mais delicada, que pode quebrar-se facilmente. Esta é a razão pelo qual o vírus penetra no sangue mais facilmente. Há quatro meios principais que o VIH penetra no sangue? Através de relações sexuais com uma pessoa infectada; Através da transfusão de sangue, por via de instrumentos não esterilizados, e outros contacto com sangue infectado; De uma mãe seropositiva do VIH para seu filho enquanto no útero; Através do aleitamento materno caso a mãe seja seropositiva; Através de instrumentos cortantes infectados (facas, laminas, agulhas, etc.)

13 Nas primeiras três pode haver uma pessoa que é infectada, que transmite o vírus através de sangue ou fluído vaginal ou seminal. Isso normalmente acontece através das mucosas e membranas da boca, da vagina ou recto ou um ferimento na pele. Existem ainda muitos mitos sobre VIH. Sabemos que este vírus não pode ser transmitido por: Toque, abraço, beijo; Partilhar os mesmos cobertores ou copos e pratos; Tocar mãos ou cumprimentar; Viver na mesma casa, usar a mesma casa de banho; Mordidas de insectos. Estar perto da pessoa infectada com VIH não põem-nos em risco. Porém, se estamos a cuidar de uma familiar ou amigo que esta muito doente com SIDA, naturalmente precisamos tomar cuidado com os resíduos sólidos e principalmente o contacto com o sangue da pessoa infectada. Falar somente de causas médicas do VIH/SIDA é negligenciar muitos outros factores que contribuem para a expansão desta epidemia. Falta de tolerância Pobreza Problemas de género Crenças e práticas culturais VIH Factores económicos Quem está em risco e como pode-se evitar o risco? Do que já debatemos até aqui é importante esclarecer que certos comportamentos põem-nos mais em risco que outros. Isto acontece especialmente quando temos uma vida sexualmente activa. Factores de risco incluem o seguinte: Ter relações sexuais quando você ou seu parceiro estiver infectado com uma doença sexualmente transmissível;

14 Manter relações sexuais se houver algumas feridas ou sangramento na área genital; Ter mais de um parceiro sexual; Manter relações sexuais com alguém que não saiba o seu estado de VIH; Manter relações sexuais sem o uso do preservativo; Ser injectado com agulha contaminada ou um outro equipamento; Ser circuncidado, tatuado, cortar-se com um instrumento não esterilizado depois de cada uso; Ser injectado com uma agulha ou seringa não esterilizada; Estar em contacto com alguns fluidos do corpo nos lençóis; Leia Romanos 12:1-12 Todavia, o risco não ocorre simplesmente através de comportamento. Podemos estar em risco por causa da pobreza, falta de apoio social, guerra, género e nossa idade. Em muitas partes do mundo, mulheres e raparigas estão em risco por causa de algumas circunstâncias biológicas e porque elas são discriminadas. Crianças também podem estar em risco por via de rapto e abuso sexual em algumas artes do mundo elas são consideradas estarem livres da doença ou consideradas como seres que trazem pureza e cura através de actividades sexuais. Homens e mulheres homossexuais, e consumidores de drogas, também estão em risco por causa da marginalização e descriminação. Se queremos tomar a peito as coisas que contribuem para a expansão do VIH, não devemos nos limitar apenas em falar sobre imoralidade sexual ou a necessidade de mudar de comportamento individual. Antes, precisamos enfrentar o facto de que algumas pessoas optam por viver assim por causa de como as nossas estruturas sociais estão organizadas. O indivíduo pode almejar mudar, mas pode não ter liberdade para tal. Suas decisões são subestimadas pelas estruturas sociais do seu contexto. O pecado estrutural é tão real como o pecado individual. Neste caso precisamos saber que não é apenas o indivíduo que está a falhar, mas as estruturas também. Como é que a palavra de Deus poderia ajudar-nos a impedir de estar infectado? Em que circunstâncias podemos oferecer nossos corpos como um sacrifício vivo? Que passos práticos podemos tomar para encorajar outros a continuarem livres da infecção? Que tipo de compaixão devemos ter com outros que estão em risco por causa de seu comportamento?

15 Ao providenciar cuidados ou aconselhamento pastoral aqueles que estão mais em risco, devemos também enfatizar acerca de abusos que fazem com pessoas continuem em risco. Resposta Cristã Capítulo II Este capítulo responderá as seguintes questões: Em quê é que o VIH tem haver com os cristãos? É o VIH um castigo de Deus por causa do pecado? Os infectados com VIH não são culpados? Então porquê é que as pessoas sofrem? Como é que os cristãos têm respondido à epidemia do SIDA? VIH e SIDA; não está a perguntar nada novo da comunidade religiosa, antes porém, SIDA está a confrontar-nos com a realidade de sermos generosos e compassivos com as pessoas que têm sido chamadas a ser 10. Porquê é que nos preocupamos com os que têm VIH? Não é sua própria culpa? Eles causaram a doença a si mesmos! Onde está o perdão e entendimento que Jesus trouxe? Meu marido deu-me este vírus. Agora devo envergonhar-me, e sentir-me culpada na totalidade? O quê é que o VIH tem haver com os Cristãos? Silêncio e negar ou apontar dedo e vergonha, não ajuda-nos a responder ao VIH. Cristãos não são apenas afectados pela epidemia; muitos de nós estão infectados também. O corpo de Cristo está a sofrer do VIH. Como seguidores de Jesus, temos a responsabilidade de responder. Muita gente clama em não ter fé, e mesmo crendo em Deus e nas promessas de Jesus vemos que a epidemia do SIDA é um desafio. Não encontramos nenhuma resposta fácil na pessoa de Jesus, mas vemos que Jesus foi crucificado e descriminado injustamente. Se nós examinarmos a vida de Jesus, vemos alguém que sofreu física e emocionalmente. Em Jesus podemos encontrar cura e força também. 10 Fonte desconhecida

16 Leia Marcos 5:25_34 Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou no seu vestido, porque dizia ela se tão-somente tocar nos seus vestidos, sararei e ele disse-lhe: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste mal. A própria vida de Jesus e seu ministério são cheios de exemplos e desejo de trazer conforto para os angustiados. Ele curou incondicionalmente todas doenças (Marcos 1:29-32) e procurou os estigmatizados (Marcos 1:40; Lucas 17:36-49; 15:11-32), viveu com os pobres (Mateus 9:10-13; Lucas 18:1-8) e falou contra opressão e estruturas sociais (Lucas 4:16-22). Como cristãos e pastores que providenciam cuidados, nós podemos trazer esperança e encorajamento na medida que procuramos trazer uma assistência prática a situação que parecem ser difíceis por muitos indivíduos e famílias. Podemos trazer presença de ser ouvinte onde as pessoas afectadas e infectadas poderão partilhar a sua angústia e descobrir por eles mesmos onde Deus pode ser encontrado. Por meio das escrituras e oração podemos encontrar esperança e significado daquilo que parece estar perdido. VIH e SIDA são preocupações cristãs porque elas são preocupações de Deus. Leia Marcos 1:29-34 O doente veio a Jesus a procura de consolo. Podemos jogar as pessoas fora nos nossos dias? Onde quer que houvesse doença, Jesus trouxe cura. Leia Tiago 5:13-18 Nas nossas comunidades cristãs há muita gente que esta doente ou precisando de um apoio pastoral. Precisam de nossas orações e nossa presença compassiva. Isso pode ajudar-lhes na cura, ajudá-los com amor a ultrapassar suas emoções. Será que o SIDA é um castigo de Deus por causa do pecado? A resposta simples é NÃO. Por muito tempo nas mentes de alguns cristãos, todas as doenças, especialmente o VIH têm sido consideradas como resultado do pecado. A doença sempre confundiu pessoas, o que seja talvez razão pela qual alguns pensam: Se Deus é Deus de amor, então certamente doenças são resultado do castigo pelas nossas próprias más acções e escolhas? Se somos bons, então seremos sãos e prósperos. Se fazermos o mal então Deus tirará o seu amor de nós. Todavia, existem muito exemplos de boas pessoas que morem por câncer, ou outros males, e será que elas merecem castigo? Essa é a luta que o livro de Job descreve-nos?

17 O VIH tem sido associado com a falta de princípios morais muito em particular, parece muito simples, mas as consequências têm sido inúmeras. VIH = SEXO = PECADO = CASTIGO = MORTE Tais pensamentos não são encontrados nos exemplos e ensinamentos de Jesus. Leia João 8:1-11; 9:1-5; Marcos 2:1-5 Ao reflectirmos nessas passagens podemos realmente pensar que nos nossos próprios dias Jesus poderia curar as pessoas ou quereria ver-lhes sofrer? Os discípulos perguntaram quem pecou ; mas para Jesus esta não é a questão mais importante. Quando as pessoas estão doentes o mais importante não é como é que elas obtiveram a doença, mas o que podemos fazer para ajudar-lhes a sobreviver no seu sofrimento. Será que as pessoas não causam o SIDA para si mesmas? Jesus ensinou-nos a não julgar (João 8:15). Naturalmente, escolhas têm consequências. Qualquer coisa que façamos na vida pode ter efeitos na nossa saúde e bem-estar. Todos nós precisamos aprender como escolher a vida, e não a morte (Deuteronômio 30:19). Afinal ninguém é totalmente livre nas escolhas que faz. Nossa cultura, nossas condições económicas e sociais, nossas crenças e valores influenciam nossas escolhas. Como cristãos que somos, todavia, devemos ter compaixão (Mateus 6). Isso não significa culpar outros, mas ajudálos naquilo que for necessário. Em várias ocasiões, o VIH tem sido associado com actividade puramente sexual, mesmo sendo que o sexo não é a única forma de contrair essa doença. E, naturalmente, muitas mulheres e moças tornam-se seropositivas do VIH enquanto são fiéis a seus parceiros, seus maridos. Por causa do desinteresse em como a pessoa torna-se seropositivo do VIH não é comum que se providencie aconselhamento pastoral. Nossa tarefa é enfrentar o sofrimento de outros e encorajá-los. Betty Strauss foi diagnosticada seropositiva do VIH em Novembro de 1998, depois da morte de seu marido. Logo deu conta que as pessoas passaram a evitar-lhe e não queriam ver-lhe próxima dos seus filhos. Desesperada, falou com o Pastor da Igreja onde ela fazia parte. Queria dizer a congregação que tinha VIH mas não tenho SIDA. O Pastor ouviu-a mas não deixaria que ela falasse na Igreja. Ele nunca visitou-a em sua casa; nem mesmo alguns anciães da Igreja. Senti que ninguém da Igreja queria saber de mim. Num sábado a tarde, em Setembro de 2000, Betty notou uma marcha no Centro de Windhoek. Pessoas levavam bandeiras e postais sobre o VIH/SIDA. Era uma marcha de

18 esperança para os órfãos namibianos organizada pela Acção Católica do SIDA. Um dos que estava a marchar deu a Betty um folheto, onde ela leu sobre Bernhard Nardkamp Centre, através do qual ela decidiu visitar. Passaram duas semanas até que ela conseguiu dinheiro para apanhar o autocarro, mas no final ela teve dinheiro bastante e encontrou o local. Encontrei tudo que procurava e foi importante para a minha vida e saúde. Sempre oramos juntos. Para mim é importante orar porque ajuda-me a ver além da doença. Isso ajuda-me a tomar cada dia em cada tempo e entendo agora o sofrimento dos seres humanos. Eu também sofri de várias maneiras e a vida não tem sido fácil, porem, agora entendo que tudo que acontece na minha vida tem um propósito 11. Então porquê é que as pessoas sofrem? Naturalmente não existe resposta fácil a esta pergunta, mas como cristãos devemos lutar para dar sentido a este facto fundamental da vida. Quer gostemos ou não, ou quer entendamos isto ou não, as pessoas sofrem. Porquê é que as pessoas sofrem? Porquê é que causamos sofrimento para outros e para nós mesmos? Porquê é que existe doença? Porquê é que Deus permite rapto e abuso sexual de crianças inocentes? Quando nos deparamos com sofrimento, começamos a perguntar-nos, qual o propósito da vida e as coisa que valorizamos. Questionamos nossa fé e que tipo de Deus nós cremos. Sofrimento causa-nos lutar com a grande questão do porquê? O cristianismo tenta lidar com problemas de sofrimento honestamente e seriamente. Isto é porque o centro da fé cristã é a crença num Deus crucificado. Paulo diz claramente: Porque a palavra de Deus é loucura para os que perecem; mas, para nós, que somos salvos é o poder de Deus... Porque o judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria, mas nós pregamos a Cristo, o Messias crucificado. (I Coríntios 1:18-23). A fé cristã fala-nos de um Deus que não lida apenas com agonia e dor física, mas também a ferida profunda da rejeição e abandono daqueles que ele ama e tenta ajudar. Neste sentido a fé cristã não foge de estar presente com os que sofrem no mundo, mas antes tenta ir além. A cara feia de sofrimento não guarda 11 G. Willians e A. Williams, Jornada da Fé

19 apenas nossos passos enraizados firmes na realidade da vida, mas também lembra-nos claramente que não existem respostas fáceis. Não tenho resposta clara a pergunta eterna PORQUÊ é? do sofrimento mas estou certo de que tudo o que possa resultar e tudo o que possa advir, nunca é sem significado. O que isto significa possivelmente adivinhar: talvez diferentes sofrimentos de pessoas têm diferentes significados. Alguns estão claramente purificados e fortalecidos por isso e fazem melhores coisas para Deus e para outras pessoas. Outros estão simplesmente decepcionados, desumanizados e destruídos. Alguns estão arruinados antes que eles possam mesmo começar. O pacote embrulhado com tal ansiedade e esperança revela apenas uma desagradável colecção de decepções, naufrago além de qualquer esperança 12. As razões porquê é que as pessoas sofrem não são claras, mas nós não precisamos perder esperança. Paulo na sua carta aos Romanos diz-nos que Nada pode separar-nos do amor de Deus (Romanos 8:39). Deus não é encontrado no sofrimento, mas no centro da nossa luta e dor. Não podemos evitar as dificuldades que enfrentamos na vida, mas podemos começar a escolher como interpretá-los. Sofrimento é um mistério. Não entendemos porque é que as pessoas são violadas e baleadas, porque que há doenças que causam morte, porquê que algumas pessoas pensam que suicídio é a resposta para os seus problemas. Resposta inteligente não trará alívio, mas o conhecimento de que há maior poder que em nós mesmos que pode ajudar-nos nos nossos problemas e dores. Há muito tempo que deixei de perguntar «porquês?». Isso não me leva a lugar nenhum... Sei pouco, mas do que sei, eu sei profundamente... Sofrimento é; da mesma maneira é a vida... Mais importante que perguntar porquê, nós devemos chegar até lá, e solidarizar-se com os que sofrem 13. Todos nós temos direito de viver e quanto mais nos deparamos com o sofrimento face a face, a necessidade torna-se mais profunda. O mistério do sofrimento deixa-nos com muitas perguntas por responder, mesmo que também isso leve-nos ao centro de nossa fé e no centro de nosso Deus. Tendo sido criados por um Deus carinhoso e compassivo precisamos encontrar nossa dignidade e nosso destino na nossa humanidade. Como é que os cristãos têm respondido à pandemia do SIDA? 12 Sheila Cassidy, Good Friday People 13 Ibid

20 Desde o princípio da epidemia do VIH, cristãos e muitos outros tem tentado trazer alívio e ajuda a aqueles afectados, incluindo viúvas e órfãos, comunidades cristãs têm trago assistência médica a milhares de pessoas, muito deles não receberiam ajuda de uma outra maneira. Através de escolas e organizações juvenis têm expandido a mensagem de prevenção. Ministros cristãos e membros das Igrejas dão apoio espiritual a aqueles na beira da morte e realizam funerais. Cristãos também têm sido promotores de drogas antiretrovirais (que reduz a expansão de nível do VIH no sangue) e mães adequadas em programas de transmissão. Há muitos outros exemplos admiráveis do evangelho e compaixão. A questão é Cristãos têm feito alguma coisa? ou, O que deve ser feito? Stephan Lewis, embaixador especial da NU do VIH em Africa, disse para os líderes religiosos que reuniram em Nairobi em Julho de 2002: Quem mais além de vós mesmos, é melhor para ser líder? Quem mais têm tal coração? Quem mais tem acesso a todas as comunidades uma vez por semana, todas as semanas, por todo o continente? Quem mais oficializa milhões de óbitos daqueles que morrem de SIDA e doenças parecidas, e entende melhor as consequências de crianças e famílias? Quem mais trabalha diariamente a base de fé, base de comunidade ou organizações? No meio destes matos, a epidemia de vingança, é verdade que um acto de intervenção divina pode estar presente a todo o lugar, todo o tempo. Eu peço-vos outra vez: Quem mais, portanto, é bom para ser líder? Como é que podemos dar melhor e uma nova forma de liderança na luta contra o VIH?

21 Capítulo III Chamados para cuidar Este capítulo responde as seguintes perguntas: Como podemos cuidar mais? Como é que os nossos cuidados podem ser mais práticos? Que tipo de aconselhamento pastoral os cristãos podem dar aos infectados com VIH? O que é aconselhamento pastoral? Como é que o aconselhamento pode ajudar alguém? Como se deve dar aconselhamento pastoral? Quais são as qualidades necessárias? O aconselhamento pastoral tem opiniões próprias? Como posso dar melhor aconselhamento pastoral tendo em conta o meu ser? Como posso ajudar a mim mesmo com o aconselhamento pastoral? Como é que escutar a mim mesmo, pode ajudar aos outros? Você não apanha o SIDA por abraçar, beijar e dar as mãos à alguém. Somos normais. Somos seres humanos, andamos e falamos 14. Como podemos cuidar mais? Comunidades cristãs existem porque alguns membros têm algumas experiências sobre a cura e o amor de Deus. O ministério de Jesus permitiu à muitos encontrar Deus nas circunstâncias de suas vidas todos os dias. A Igreja pela sua natureza como o corpo de Cristo chama seus membros a serem comunidades de cura. Apesar dos problemas e complexidades que o VIH traz, a Igreja pode fazer uma cura efectiva e testemunhar aqueles que estão afectados. Ser cristão é praticar a missão de Jesus de trazer boas novas, especialmente para aqueles que mais precisam. O que vos parece? Diz Jesus em Mateus 14 Nkosi Johhson, um rapaz de 11 anos de idade que morreu com SIDA

22 18: Se algum homem tiver cem ovelhas, e uma delas se desgarrar, não irá pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da que se desgarrou? Eis aqui a indicação mais possível do grande valor de cada um diante de Deus. Na verdade, se analisarmos bem as parábolas de Jesus e seus milagres, veremos como os estrangeiros, pobres e mulheres eram menosprezados, ao passo que, ele escolheu viver com essa gente que era descriminada, curando os doentes e comer com eles. Ele ouve quem chora e o pobre cego (Marcos 10:46-52). Ele curou os doentes e comeu com cobradores de impostos, prostitutas e fariseus (Lucas 19:1-10; Marcos 5:25-33; Lucas 7:37-38). Jesus sabia que quem era aceite perante Deus não era bem visto perante os seus contemporâneos. Como é que nossos cuidados podem ser mais práticos? O cuidado de Jesus para com os outros era imensamente prático. O exemplo mais prático é o que nós chamamos de cuidados pastorais. No cuidado pastoral precisamos ser as mãos, braços e coração de Jesus. Para cristãos, tais cuidados não são opção extra, mas são a forma visível em que nós vivemos a prática do evangelho. Se nós alimentamos os famintos, visitamos os doentes e prisioneiros, e damos de vestir os nus, assim faremos a Jesus (Mateus 25:31-46). Se um membro padece, todos os membros padecem com ele, e se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. (I Coríntios 12:12-31; Romanos 12:4-21). Nós partilhamos juntos nas nossas aflições e alegrias como filhos de Deus. Assim, nós aliviamos a dor de outros com uma expressão natural de compaixão como sinal dos pertencentes a mesma família. Liberdade é indivisível, o sofrimento de cada um de meu povo é sofrimento de todos... Foi durante os meus longos anos de solidão na prisão que minha ânsia pela liberdade de meu povo tornou-se uma ânsia de liberdade de todos os povos, brancos e negros. Eu também sabia que da mesma maneira que o oprimido precisava ser liberto, também o opressor precisava de liberdade. O homem que tira a liberdade de outro homem é um prisioneiro do ódio; este está fechado por detrás de um pensamento limitado do prejuízo. Eu não sou completamente livre quando tiro a liberdade de alguém, também não sou livre quando a minha liberdade é tirada de mim... Estar livre não é apenas tirar alguém da prisão mas viver uma vida que respeita e encoraja verdadeira liberdade de outros Nelson Mandela, Uma Longa Caminhada para a Liberdade

23 Que tipo de aconselhamento pastoral os cristãos podem dar aos infectados com VIH? Se a Igreja cristã advoga responder positiva e mais profundamente aos irmãos e irmãs vivendo com VIH, então é importante que ela saiba ouvir aqueles que sofrem. Cuidado pastoral não é feito simplesmente na base de fazer algo pelos outros, esses cuidado deixa para trás o fazer coisas para eles. Cuidado pastoral é providenciado sob a importância e reconhecimento de que somos chamados como cristãos a estar e sofrer com os que sofrem e aprender deles. Nunca devemos imaginar que temos todas as respostas. Cuidado pastoral genuíno é preocupar-se em como ajudar e estar com os outros, muito antes que eles sintam-se como objectos de caridade, ou tentarmos reparálos. Como cristãos que cuidam num contexto pastoral podemos preparar-nos para tal: Leia João 8:31-32 Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Falar abertamente sobre VIH. Podemos procurar por momentos para discutir com os outros. Falar quebra o silêncio do estigma e descriminação e permite que a fé tenha mais luzes. Dá-nos oportunidades de mostrar como o evangelho de vida traz esperança. Nas nossas famílias, perante nossos parentes, nos nossos momentos de louvor e na Igreja, podemos fazer do VIH uma parte normal da nossa conversão, ensinamentos e pregações. Leia Marcos 5:1-19 E, entrando ele no barco, rogava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele. Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vá para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti. Podemos familiarizarmo-nos com situações locais. Precisamos estar claros sobre as necessidades das nossas localidades. Podemos descobrir o que os outros estão a fazer por aqueles infectados e afectados com VIH, pelas pessoas em risco, por órfãos e sobretudo famílias afectadas. Podemos ajudar e começar a preencher espaços vazios como uma comunidade cristã. Leia João 6:

24 Duzentos dinheiros de pão não lhes bastarão, para que cada um deles tome um pouco! Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos? Dá apoio aos infectados e afectados. Podemos dar apoio e encorajar outros a fazerem o mesmo nas nossas Igrejas. Isso pode, ser feito quer por ajuda médica ou através da prática de cuidados e projectos caseiros. Há aqueles que se encontram doentes nas suas casas e hospitais e providenciar apoio à suas famílias onde for necessário, estes são meios importantes de mostrar mais compaixão. Nos países em vias de desenvolvimento onde a pobreza é um factor contribuinte do VIH, podemos encontrar meios para ajudar com comida, limpeza e funções básicas de enfermagem. Leia Romanos 12_4-16 O amor não seja fingido... Amai-vos cordialmente uns aos outros, com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Deia uma voz há aqueles que não têm voz. A expansão do VIH não é apenas um problema medicinal. Há factores sociais e económicos que contribuem grandemente no aumento da infecção. Apoio cristão é importante e contribui na luta contra a epidemia. Podemos promover debates que despertem em nós o grau da nossa pobreza, género, práticas culturas, estigmas e descriminação. Podemos ajudar e fazer diferença por meio de publicação de males sociais que continuam a trazer novas infecções. Leia Amos 2:6-8; 8:1-7 Para comprarmos os pobres por dinheiro e os necessitados por um par de sapatos? E depois venderemos as cascas do trigo? Ouvi isto, vós que anelais o abatimento do necessitado e destruís os miseráveis da terra. Podemos cuidar de pessoas que dão cuidados e também aqueles infectados. Quando alguém esta doente, maior cuidado e energia é dedicado a pessoa doente, e nos esquecemos que a pessoa que cuida do doente esta afectada. Elas lutam com o medo e decepções, ódio e necessidade de perdoar, frustração e a dor de deixar passar. Muitas emoções, necessidades físicas e espirituais fazem-se aparecer. Todos que cuidam, seja eles profissionais ou membros da família e voluntários precisam de apoio e encorajamento, e permitir que eles descansem e recuperam. Leia Mateus 11:

25 Vinde a mim, todos os cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração. E encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Esta é uma das maneiras mais práticas que grupos cristãos podem contribuir na compaixão dos que sofrem com VIH. Naturalmente, as nossas Igrejas locais determinarão que tipo de ajuda estaremos a prestar. Não importa onde estamos todavia, podemos também embora muito desesperados providenciar cuidados e apoio emocional. Podemos procurar por voluntários que estejam dispostos a visitar e escutar; para que os que vivem com VIH possam ter oportunidade de partilhar as suas preocupações e problemas. Por vezes é mais fácil fazer algo prático (ex. Limpeza, ir ás compras ou dar medicamentos) do que escutar com amor as dores profundas e frustrações das quais não temos respostas imediatas. Esta é a razão pela qual as Igrejas cristãs precisam de pensar mais sobre como podemos providenciar cuidados espirituais e emocionais por meio de aconselhamento pastoral. O que é o aconselhamento pastoral? Dentro do contexto de cuidados pastorais há o ministério especifico de ouvir, ou que tem-se chamado aconselhamento pastoral. A epidemia do VIH é um desafio para as comunidades de fé de base para serem servos do amor e da tolerância daqueles afectados com o vírus. Fazemos isso de uma maneira prática para demonstrar nossa maneira genuína de cuidar, mas isso deve dar oportunidade as pessoas para expressar e explorar os seus pensamentos e sentimentos que são causados pela doença. Aconselhamento pastoral Providencia um lugar seguro para conversar e ouvir; Ajuda as pessoas a explorar assuntos importantes que lhes preocupa; Não procura julgar os outros; Olha para os problemas mediante a fé; Desperta a crença dos outros, e oferece um desafio; Escuta com amor. Muitos de nós já sentiram uma vez o alívio que resulta da conversa com alguém que se predispõe a ouvirmos. Aconselhamento pastoral é uma forma de dar tempo e oportunidade as pessoas a partilharem as suas emoções e dificuldades espirituais que eles enfrentam tal como as pessoas infectadas e afectadas pelo VIH. Estes encontros não são por acaso (embora possa acontecer). Mas,

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