Vantagens e dificuldades na implementação da tecnologia RFID na Logística de Material dos Órgãos Provedores do Exército Brasileiro.

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1 Fundação Getulio Vargas Vantagens e dificuldades na implementação da tecnologia RFID na Logística de Material dos Órgãos Provedores do Exército Brasileiro Por: Turma: LOG VIT Jason I Silva Diamantino Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso MBA em Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos, Pós-graduação Lato Sensu, em Nível de Especialização Programa FGV Management, da Fundação Getulio Vargas Junho/2011

2 Vantagens e dificuldades na implementação da tecnologia RFID na Logística de Material dos Órgãos Provedores do Exército Brasileiro Jason Silva Diamantino 1 Resumo Este artigo teve como objetivo avaliar os resultados obtidos com a aplicação da tecnologia RFID no 21º Depósito de Suprimento (21º D Sup), identificando-se vantagens e dificuldades, considerando sua adequação à Logística de Material do Exército Brasileiro (EB). A Tecnologia da Informação (TI) foi analisada em relação a seus parâmetros operacionais, nas etapas de recebimento e armazenagem. Além da realização de pesquisa bibliográfica e documental, foram registrados, por meio de observações participativas, detalhes da execução do projeto RFID do 21º D Sup, ao longo dos anos de 2009 e Verificou-se como resultados de relevo a redução de não-conformidades inventariais e do tempo médio das operações de recebimento e distribuição. Na conclusão ressaltou-se que, não obstante a implementação haver gerado confiabilidade, conectividade, mobilidade e inviolabilidade na gestão do suprimento, há limitações infraestruturais e na disposição dos itens embalados que afetam a utilização da RFID. Palavras-chave: RFID, armazenagem, cadeia de suprimento, Logística Militar Introdução A gestão adequada da informação é tarefa inarredável na logística de materiais. Realizar as operações de recebimento e movimentação de cargas, sejam para armazenagem ou para transporte, com presteza e segurança são imposições naturais para gerentes de suprimento. Segundo Laureano e Moraes (2005, p. 3), O domínio da informação sempre teve fundamental importância para as corporações do ponto de vista estratégico e empresarial. Dispor da informação correta, na hora adequada, significa tomar uma decisão de forma ágil e eficiente. Com a evolução dos sistemas de informação, ganhou-se mobilidade, inteligência e real capacidade de gestão. Na mesma direção, Rezende e Abreu (2000) defendem a idéia da informação desempenhando papéis importantes tanto na definição quanto na execução de uma estratégia. Com isso, as debilidades e oportunidades são identificadas mais prontamente, criando um cenário para respostas mais eficazes. Para viabilizar o trato gerencial da informação foram criados sistemas de base computacional, genericamente denominados de Tecnologias de Informação (TI). 3 A crescente estabilização do cenário mundial, a partir dos anos 70, permitiu o desenvolvimento de TI para atividades logísticas, privilegiando a formação de estoques 1 Concluinte do Curso de Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos da Fundação Getulio Vargas LOG- ECEME 2010

3 menores e estimulando o compartilhamento de informações e tecnologia entre parceiros de uma mesma cadeia produtiva. Nos anos 90, o conceito SCM (Supply Chain Management) traduziu o esforço para viabilizarem-se relações estratégicas e cooperativas entre fornecedores. Hoje o produto que agrega maior valor às instituições chama-se informação. Quem se utiliza de TI com oportunidade e precisão torna-se capaz de gerir materiais mais eficazmente, precavendo-se de períodos de recessão. Foi justamente isso que incentivou as empresas a pensarem na informação com propósitos logísticos, ou seja, articulando sistemas de informações logísticas (SIL) que permitissem, por meio de TI aplicada, o controle das diferentes etapas da cadeia produtiva, como a aquisição, armazenagem e distribuição, além do compartilhamento de informações de suporte para decisões. Um SIL deve ser abrangente, com capacidade de transacionar dados não apenas entre áreas funcionais, mas entre todos os membros do canal de suprimentos, compartilhando informação selecionada sobre vendas, embarques, programas de produção, [...] ações que conseguem reduzir as incertezas ao longo da cadeia de suprimentos, à medida que seus usuários vão encontrando maneiras de tirar proveito da disponibilidade de informação. (BALLOU, 2006, p. 133). Dentre os diversos subsistemas de um SIL cabe destacar o Sistema de Gerenciamento de Armazéns (SGA), também conhecido como WMS (Warehouse Management System). Ballou (2006) apresenta o SGA como um subsistema de um SIL, que gerencia o fluxo ou armazenagem de produtos nas instalações de uma instituição. É composto geralmente pelas seguintes etapas principais: entrada, estocagem, gerenciamento de estoques, processamento e retirada de pedidos e preparação do embarque. Nesse contexto de integração entre os diversos elos da cadeia logística e garantia de um fluxo adequado de informação entre os mesmos, em especial num WMS, é que emerge a tecnologia de RFID, ou Radio Frequency Identification (Identificação por frequências de rádio). 4 Basicamente a RFID é um sistema automático de identificação (SAI) no qual um dispositivo eletrônico, que usa frequência de rádio, ou variações de campo magnético para comunicar, é anexado a um item e lido por um leitor, na forma de uma etiqueta. Dessa forma, desde a

4 entrada, estocagem, processamento de pedidos e até a preparação do embarque, no contexto do WMS, essa TI gera rapidez e confiabilidade às operações de suprimento. As organizações militares (OM) denominadas Órgãos Provedores (OP) funcionam como Centros de Distribuição (CD), concentrando e distribuindo diversos itens de suprimento no âmbito das Regiões Militares (RM) a que pertencem. Tais depósitos carecem de ferramentas tecnológicas para integração, parametrização e controle das etapas de aquisição, armazenagem e distribuição de suprimentos, e para alimentar o Comando Logístico (COLOG) nos processos de aquisição. Isso tem gerado dificuldades no controle físico dos estoques, informações para aquisições redundantes e formação de estoques excedentes. No início de 2009, com aquiescência do COLOG, foi implantada a tecnologia RFID, no âmbito do 21º D Sup. Essa ferramenta vem sendo implementada naquele OP desde então, sinalizando, ainda que de modo limitado e incipiente, avanços na sistemática de recebimento, controle e armazenagem daquele OP. Assim, a questão investigada neste artigo foi: quais os impactos da implementação da tecnologia RFID no controle do fluxo dos itens de suprimento, ao longo da cadeia logística gerenciada pelo 21º D Sup, tendo em vista aumentar sua eficácia? Pretendeu-se com o estudo avaliar os resultados obtidos com a aplicação dessa tecnologia no âmbito do 21º D Sup, identificando-se as vantagens e dificuldades de seu uso, considerandose sua adequação à Logística de Material praticada no Exército Brasileiro. No levantamento preliminar da bibliografia sobre o tema proposto, foram encontrados diversos trabalhos acadêmicos que tratam sobre a tecnologia RFID na esfera privada. No âmbito do Exército Brasileiro, Souto (2009), em trabalho de conclusão de curso realizado na 5 Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME), abordando a respeito de experimentações doutrinárias realizadas em , delineou, de forma insipiente, as possíveis aplicações da tecnologia RFID na cadeia de suprimento de uniformes do Exército. 2 3º Seminário sobre Função Logística Manutenção, planejado, coordenado e realizado pela Escola de Material Bélico (EsMB), localizada no Rio de Janeiro. Durante o mesmo foi feita uma demonstração prática do monitoramento de 02 (dois) itens da cadeia de suprimento militar, utilizando recursos integrados de tecnologia da informação (TI), como o Global Positioning System (GPS)12 e a tecnologia Code Division Multiple Access (CDMA).

5 Para atingir os propósitos deste trabalho foi realizada pesquisa bibliográfica, mediante consulta a livros, revistas especializadas, trabalhos acadêmicos, entre outros. Também foram consultados documentos internos do 21º D Sup, tendo em vista estabelecer comparação de resultados de indicadores dos processos anteriores à implantação do RFID e os atualmente vigentes. Ainda foi realizada pesquisa de campo, mediante observação direta, aplicação de questionários e entrevista com o gerente do projeto RFID 21º D Sup, a fim de coletar as opiniões dos envolvidos com a ferramenta sobre os benefícios e dificuldades de seu uso. A validade do trabalho proposto é evidenciada na medida em que pôde identificar as vantagens e as dificuldades decorrentes da implementação da tecnologia, fornecendo subsídios para sua adequação à realidade estudada, podendo ainda redundar em sua adoção em larga escala pelo COLOG, em todos OP da Força Terrestre. Em última análise, a utilização dessa ferramenta de apoio à decisão pode ser explorada como idéia-força para sensibilização do Governo Federal, na atração de novas rubricas orçamentárias. Tal tecnologia pode ser estendida às demais Forças Armadas e outros órgãos da Administração Pública. As tecnologias de informação aplicadas à logística Em geral, a maior parte dos Sistemas de Informação Logística (SIL) fornecem abundantes dados transacionais, especialmente relativos à colocação de pedidos e à informação situacional ou física de itens. Entretanto, o esforço deve também estar focado na redução de custos, no desenvolvimento de soluções e na formulação de cenários prospectivos para decisões administrativas. As afirmações de Moura et al (2004), bem como de Diamantino (2002), abaixo, corroboram tais colocações: 6 A logística consome 35 a 60% dos orçamentos de desenvolvimento e operação de sistemas. Em muitas empresas, mais de 75% de todo o retorno do desenvolvimento de aplicações vem de sistemas baseados na logística. Uma alta porcentagem de empresas rotineiramente está usando várias tecnologias e sistemas de informação para coletar, transmitir e gerenciar informações... (MOURA et AL., 2004, p. 99). A utilização constante de técnicas qualitativas, ou ainda de técnicas intrínsecas rudimentares de previsão tem gerado falhas nos planejamentos, que não consideram as variáveis naturais de um sistema de material. Há, portanto, uma estimativa de demanda fora da real necessidade dos elementos apoiados, com consequente formação de estoques excedentes. (DIAMANTINO, 2002, p. 19)

6 O propósito maior da coleta, manutenção e processamento de dados deve ser o apoio gerado ao processo decisório. Assim, os efeitos de um SIL eficiente devem ir além do simples controle físico. Uma das grandes descobertas das cadeias de suprimentos foi que a informação pode substituir o estoque [...] em vez de manter estoques de segurança os elos da cadeia podem compartilhar informações e assim minimizar a necessidade de estoques. (QUENTAL Jr, 2006, p.15). Dessa forma, os benefícios podem ser compartilhados e podem alcançar tanto fornecedores, como produtores e consumidores. Como dito anteriormente, o esforço das grandes empresas para adotarem relações estratégicas e cooperativas com seus fornecedores diretos redundou na gestão integrada da informação em nível mais amplo, via SCM. Mentzer et al (2001 apud BALLOU, 2006, p. 28) insere as ferramentas de integração de informação nesse contexto, ao afirmar que elas permitem a coordenação estratégica sistemática das tradicionais funções de negócios no âmbito de uma determinada empresa e ao longo dos negócios no âmbito da cadeia de suprimentos [...]. SCM é, portanto, mais que o planejamento de utilização de recursos, também conhecido como ERP (Employment Resource Planning). Não obstante a planejamento da demanda e da oferta serem pontos de partida, a gestão da cadeia de suprimento deve abranger os pedidos, a produção de insumos, o transporte dos diversos itens e a própria gestão de armazéns, num fluxo integrado de informações. O cenário ideal de SCM pressupõe a utilização de TI. Um evento starting um pedido de fornecimento ou ordem de aquisição é transmitido via EDI (Eletronic Data Interchange) para um CD, que verifica a disponibilidade do produto. A partir do fornecimento, outros eventos devem gerar a baixa do estoque e novos pedidos de compra. 7 A gestão dos pedidos no nível operacional, por exemplo, é realizada por sistemas OMS Order Management System integrados a um sistema WMS. As informações EDI carregadas pelos usuários por meio dos starting events ordenam as necessidades segundo a disponibilidade dos estoques e prioridade de atendimento, o que otimiza o picking e a consolidação de cargas.

7 Atendo-se ao WMS, pode-se constatar a viabilidade da presença de TI integrando suas diversas etapas. No momento da entrada do produto num armazém, por exemplo, sua conferência e a captura de informações de procedência, peso e volume podem ser realizados por meio de leitores de códigos de barra ou RFID. Durante a estocagem, o WMS pode alocar o produto dentro do armazém segundo endereçamento que aproveite melhor seu layout, diminuindo o tempo médio de movimentação de cargas. Quanto ao gerenciamento de estoques, o WMS monitora os níveis dos produtos em cada endereço de estoque, gerando reposição automática quando o ponto de pedido é atingido. O processamento dos pedidos, desde o picking até a consolidação das cargas de destino, pode ser equalizado também pelo WMS até a etapa final, quando o pedido é embarcado para entrega. Para viabilizar essa integração, os Sistemas Automáticos de Identificação (SAI) são os principais responsáveis pela introdução das informações eletrônicas que alimentam os SIL. Nessa direção Santos (2006, p.36) enfatiza que: [...] a captura de dados, sendo a porta de entrada para a maioria das informações tratadas pelo sistema da instituição, requer cuidado especial para garantia de sua exatidão. Esta exatidão, sabe-se, aumenta com prejuízo da agilidade nas operações. É desejável, portanto, adotar alguma forma de captura automática de dados. Um dos SAI mais utilizados em aplicações comerciais, em nível mundial, é o código de barras. Além dele, outros sistemas de uso corrente são tarjas magnéticas, leitores de biométricos, todos demandando o perfeito posicionamento do item a ser identificado à frente do leitor, sem o que se torna impossível sua leitura e captura de dados. Modernamente, a Identificação por Radiofrequência (RFID), também denominado sistema de etiquetas inteligentes, introduziu um método de identificação automática por meio de sinais 8 de rádio, capaz de recuperar e armazenar dados remotamente, através de dispositivos chamados de tags ou etiquetas RFID. Essas etiquetas carregam códigos com informações relativas ao produto, seguindo um padrão pré-estabelecido (GS1 EPC, que será detalhado neste trabalho), além de referências (item references) e origem (company prefix). A tecnologia RFID: aplicações, requisitos operacionais e vantagens

8 A identificação de materiais com utilização de frequências de rádio remonta à 2ª Guerra Mundial. Desde então, a tecnologia RFID vem sendo utilizada com sucesso não só em empresas ligadas à logística ao redor de todo o mundo, mas de modo inovador no Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD) e no Exército daquele país (US Army). Artigo extraído da revista Harvard Business Review, traduzido e adaptado por Costa (2007), apontou que toda a Logística Militar realizada pelos Estados Unidos da América (EUA), no recente conflito do Iraque, utilizou a tecnologia RFID no controle dos itens, desde a remessa em território norte-americano até a entrega já na zona de combate. Glover e Bhatt (2007) fazem alusão à influência que o avanço na tecnologia de semicondutores teve na viabilização do desenvolvimento de dispositivos inteligentes, dentre os quais os sensores RFID. Essa constatação permite enquadrar a RFID no conceito de rede de coisas conectadas para fornecer dados, para além dos centros de processamento de dados. Em geral a idéia da RFID está ligada apenas à rotulagem de itens, ou seja, apenas ao lado físico do controle e geração de relatórios simples, com o uso de Notificações Antecipadas de Envios (ASN). As ASN, entretanto, podem conter informações complexas, como a quantidade em que determinado lote identificado será entregue, o tipo, tamanho, cor, número de processo de aquisição do produto e destino, entre outras características. Além dessa aplicação imediata, a RFID também satisfaz ao conceito B2B ou business-tobusiness, pois introduz a opção de, ao mesmo tempo em que se realiza a identificação de itens, compartilhar informação e interagir dados entre os elos distintos da cadeia de suprimento, um dos principais objetivos da SCM. 9 Heckel (2007) aponta, de modo sucinto, os requisitos operacionais básicos da tecnologia RFID, que são três: uma antena, um transceiver (acoplado à antena e com decodificador) e um transponder (chamado de RF tag ou apenas tag), composto de antena e microchip. Ainda em relação aos requisitos básicos, Bhuptani e Moradpour (2005, p.35) complementam Heckel ao explicarem sobre o mecanismo automatizado que realiza a filtragem dos eventos (leituras) gerados pelos equipamentos. Assim, a partir da informação lida, o leitor comunica-

9 se com outro sistema de processamento de informações que, utilizando-se de algum software, irá dar o tratamento desejado à informação colhida. A esse software dá-se genericamente o nome de middleware RFID. Uma das formas mais comuns de instalação de leitores são os portais de leitura. O portal de RFID é uma configuração comum para depósitos, aonde os itens chegam e saem pelas docas de carga. Também pode ser útil que os itens se movam pelas seções de uma fábrica [...] (GLOVER e BATH, 2007, p. 18). É comum também o uso de leitores móveis, que transmitem informações por meio de GPRS (General Packet Radio Service), conferindo maior mobilidade ao sistema. As antenas, responsáveis por ativar as etiquetas RFID através de um sinal de rádio, para enviar e/ou trocar informações, são fabricadas em diversos modelos, com configurações e características distintas para cada tipo de aplicação. O conjunto composto pelo transceiver e o decodificador recebe o nome de leitor. Os transponders (ou RF tags) estão disponíveis em diversos formatos (cartões, pastilhas, argolas, entre outros) e normalmente em materiais plásticos. Podem ser ativos (permitem processos de escrita e leitura) e passivos (permitem apenas leitura, usados para curtas distâncias), dependendo do processo de operação. De forma sucinta a operação do sistema dá-se da seguinte forma: o leitor instalado em um portal emite frequências de rádio em diversos sentidos, as quais em função da potência e tipo do leitor, alcançam desde alguns centímetros até vários metros. Como o leitor emite um campo eletromagnético (radiofrequência), o equipamento pode ler materiais com diferentes 10 densidades, como papel, cimento, plástico, madeira, vidro, etc. Ao passar pela área de cobertura da antena, o campo magnético da etiqueta é detectado pelo leitor, que decodifica os dados nela codificados, passando-os para um computador que realiza o processamento dos 10 dados lidos. A operação dos sistemas RFID pode ser customizada de acordo com a finalidade e abrangência de seu uso. A faixa de frequência é um dos parâmetros customizáveis, definindo a utilização de leitores da seguinte forma: os de baixa frequência - 30KHz a 500KHz - servem para curta distância de leitura. Apresentam menor custo operacional, e são utilizados em controles de acesso, identificação e rastreabilidade de produtos;

10 os de alta frequência - 850MHz a 950MHz e 2,4GHz a 2,5GHz - servem para leitura em média e longa distâncias e para leituras em alta velocidade. São mais apropriados para leitura de veículos e para coleta automática de dados em armazéns. Muito embora a estrutura física de equipamentos seja indispensável para a implantação da tecnologia RFID, a interface entre leitura de dados e geração de informação decisória inicia seu caminho nos protocolos de endereçamento e identificação. Assim a autoridade certificadora internacional GS1 criou o padrão EPCGlobal, responsável pela padronização do EPC (Eletronic Product Code), a ser utilizado ao longo da cadeia de suprimento. Esse padrão define as frequências de operação, métodos de acoplamento, tipos de chaveamento e modulação, capacidade de armazenamento de informações, além de modos de interoperabilidade. Bhuptani e Moradpour (2005) ressaltam a importância dos identificadores da GS1, que se prestam a diferentes propósitos, segundo as etapas que se pretende controlar no processo. Pode-se estabelecer uma identificação SGTIN (Serialized Global Trade Item Number) para um pallet, outro SGTIN para cada artigo separadamente, e ainda outro identificador para o portal de leitura, dessa feita segundo o padrão GLN (Global Location Number), utilizado para referenciar a localização de itens numa estrutura fixa, como um armazém. A principal vantagem operacional da RFID é a leitura de itens à distância. Diferentemente dos demais SAI, no caso dos identificadores RFID o objeto pode se encontrar a uma distância considerável do leitor e ainda assim ser passível de identificação. Outra vantagem apreciável é a velocidade de contagem: vários itens podem ser contados ao mesmo tempo, não importando sua forma. Ainda merece atenção o fato de o sistema RFID permitir agregar mais informações aos itens identificados que outros SAI, dependendo apenas do modelo de etiqueta utilizada (passiva ou ativa). 11 Há estreita aplicação dos benefícios da RFID na gestão da cadeia de suprimento. Heckel (2007, p.70) afirma que a Logística é uma das áreas onde é mais utilizada, já que possibilita integrar e agilizar processos dentro da empresa e estabelecer uma padronização na relação cliente-fornecedor, além de controlar a distribuição e estoque de mercadorias. O controle anti-furto, o controle de acesso, a identificação simples de itens para envio (rastreamento), o

11 registro de pallets e caixas, o rastreamento de cadeia logística e prateleiras inteligentes são as algumas das aplicações mais usuais. A grande promessa de aplicação da TI em análise é, na verdade, sua maior vantagem, como afirmam Glover e Bhatt (2007, p.40): ao transformar objetos físicos em uma internet de coisas, é possível compartilhar informações sobre bens do início ao fim da cadeia de fornecimento e, tão importante quanto isto, identificar instantaneamente a localização atual e situação de seus itens. Deve-se perscrutar ainda, nos liames da Administração Pública, os benefícios inegáveis em relação ao controle físico e lógico que um sistema RFID pode fornecer. O registro de itens automatizado reduz significativamente a interferência humana e minora erros de lançamentos contábeis, alcançando a desejada transparência e eficiência na utilização dos recursos do erário. A gestão da cadeia de suprimento afeta ao 21º D Sup O órgão central do Sistema Logístico do Exército SILOG, responsável pela orientação e coordenação do apoio logístico no preparo e emprego da Força Terrestre é o Comando Logístico COLOG. Conforme estudo publicado recentemente por órgão de divulgação institucional do Exército 3, com a criação do COLOG, a Força Terrestre buscou uma nova postura na execução 12 da logística. Antes mesmo da evolução do então Departamento Logístico (D Log) para o atual COLOG 4, diversas iniciativas já estavam em andamento para aperfeiçoar um sistema que se amoldasse às necessidades de uma logística moderna e eficiente. Dentro da estrutura do COLOG, as diretorias são os órgãos de direção setorial responsáveis pela execução das políticas e diretrizes emanadas do Alto Comando do Exército. A Diretoria 3 Artigo publicado na Revista Verde Oliva, ano XXXVIII, número 204, 1º trimestre de O Comando Logístico COLOG foi criado pelo Decreto Nº 6.710, de 23 de dezembro de 2008, por transformação do D Log em COLOG.

12 de Material (D Mat) e a Diretoria de Abastecimento (D Abst) coordenam especialmente o trabalho dos OP. A estrutura do COLOG obedece ao organograma exposto no quadro em seguida: QUADRO 1 Estrutura organizacional do COLOG Fonte: COLOG, disponível em <www.colog.eb.mil.br>. Acessado em 20Out10 Os OP compõem unidades denominadas Depósitos de Suprimento (D Sup). Junto com as Organizações Militares Executoras de Transporte (OMET), são unidades subordinadas aos Comandos de Regiões Militares (Cmdo RM), mas guardam estreita relação técnica com 13 o COLOG. Os OP são responsáveis por receber, armazenar e distribuir, no nível regional, os itens de suprimento geridos principalmente pela D Abst e pela D Mat. O 21º D Sup é o OP que realiza o apoio logístico das unidades militares da área da 2ª Região Militar (2ª RM), em tempo de paz, abrangendo basicamente o estado de São Paulo. 13 O funcionamento da cadeia logística do Exército, segundo o que prevê o COLOG e na qual o 21º D Sup se enquadra, estabelece a subordinação técnica exposta na figura a seguir, com respectivos fluxos de trabalho: COLOG GPG 1 2 7

13 Div Trnp D Abst D Mat 3 OMET 5 4 OP 6 OM apoiada Legenda: 1 Diretrizes gerais para Distr Sup 5 Guia de Fornecimento e Transporte 2 Solicitação de apoio para Distr Mat 6 Missão de Transporte 3 Ordem de Transporte de Mat 7 Relatórios de Estoque e previsão de demanda 4 Ordem de Fornecimento QUADRO 2 Subordinação técnica e fluxo de informações SCM EB Fonte: autor, 2010 A gestão apoiada na tecnologia RFID foi implementada no 1º D Sup (Rio de Janeiro-RJ) e 21º D Sup, que funcionam hoje como Centros de Distribuição para os demais OP, subordinados ao COLOG e responsáveis pelo apoio às outras unidades da federação. Da análise dos relatórios internos de produção do Centro de Operações de Suprimento (COS) do 21º D Sup, dos anos de 2008 a 2010, bem como do Relatório do Projeto RFID, aliados à observação participativa das etapas iniciais do projeto, pôde-se estabelecer uma comparação entre os modelos de gestão praticados pelo OP antes e após a introdução da tecnologia. As comparações foram sintetizadas na tabela a seguir: 14 Variáveis Modelo anterior ao RFID Modelo vigente (RFID) Relatórios consolidados sem utilização de sistemas automatizados. Problemas de exatidão e acurácia das informações. Produção de informações gerenciais de estoque Previsão de demanda Política de estoque baseada em Recompletamento de Totais, com formação dos lotes de compra desconsiderando a demanda real dos itens. Flutuações de estoque indesejáveis, estoques excedentes, descompasso entre as aquisições e recebimentos de itens de suprimento semiduráveis. Dados atualizados e em tempo real. Melhoria do fluxo da informação decisória. Alertas de não-conformidade garantem acurácia superior a 99%. Lotes de compra otimizados, previsão de demanda possibilitando pontos de pedido precisos. Redução dos níveis de estoque Níveis de estoque do OP, em particular dos estoques de segurança, em cerca de 23%. Acesso às informações e Informações geradas suscetíveis de Acesso direto pelo COLOG ao

14 integração entre elos da cadeia logística Bancos de dados e Inteligência Negocial (BI) Operações de recebimento e conferência de estoques Operações de picking, romaneio e preparação para embarque alterações e contingenciamentos no nível RM. COLOG sem acesso à real necessidade logística das unidades. Inexistência de sistema de informação integrando OP e fornecedores. BD alimentado pelos próprios gestores, não permitindo superposição de verificação (operador/gestor). Informações de planejamento baseadas em séries históricas ou médias de consumo. Conferência física por amostragem (movimentação mensal de mais de 1500 SKU). Conferência inventarial com periodicidade semestral. Inexistência de TI que atualizasse pedidos das OM apoiadas. Necessidade de provimentos complementares. Demora na consolidação de pedidos e preparação para embarque. WMS do 21º D Sup. Acesso dos fornecedores às janelas de entrega e emissão de ASN via EDI, em plataforma Java e ambiente Web. Entrada e filtragem automática de eventos, sem interferência humana. Geração de BI disponível real time para COLOG e Cmdo RM. Conferência instantânea, no momento do recebimento, mediante confronto de ASN com leitura do portal RFID. Conferência inventarial dinâmica. Acesso via web das OM usuárias e atualização de pedidos. Redução da incidência de provimentos complementares em 80%. Redução do tempo médio de preparação de pedidos e embarque em 30%. TABELA 1 - Comparação da gestão logística do 21º D Sup antes e após a adoção de RFID Fonte: Relatório Projeto RFID, 21º D Sup (2009) Relatório de Gestão COS/21º D Sup (2008, 2009, 2010) Resultados obtidos Para identificar a percepção dos envolvidos na gestão de suprimentos, sobre os benefícios 15 decorrentes da implementação da RFID, foi expedido um questionário (APÊNDICE A ). O universo selecionado foi composto por 10 (dez) militares envolvidos diretamente no projeto. O perfil do universo selecionado foi traçado a partir da análise do item I e consta da tabela a seguir: PERFIL PERCENTUAL (%) Faixa etária 20 a 30 anos 60 Função desempenhada Supervisão e Gerencial 30 Execução 40 Tempo na função Mais de 2 anos 60

15 Elevado 10 Conhecimento Informática Adequado 70 Baixo 20 Conhecimento anterior sobre RFID Não conhecia 80 TABELA 2 Perfil dos respondentes Fonte: autor, 2010 Pôde-se constatar que o perfil dos envolvidos contribuiu para a implementação da TI. O conhecimento técnico da função exercida (60% com mais de 2 anos na função atual) e o domínio adequado de ferramentas de informática (70% dos respondentes) diminuíram o impacto causado pelo desconhecimento anterior acerca da ferramenta implementada (80% dos respondentes). Isso pôde ser constatado a partir da compilação de resposta apresentada na entrevista semiestruturada (APÊNDICE B ) com o gerente do projeto RFID 21º D Sup: P3. Todos os artefatos, software e infra-estrutura, foram instalados pelo pessoal orgânico do 21º D Sup, com a assessoria inicial da SEAL Tecnologia. O layout de estação de trabalho RFID, contendo um portal fixo, dois leitores móveis e uma impressora foi concebido pelo pessoal da OM: cada portal fixo de RFID foi composto de duas torres, cada uma com um leitor e quatro antenas, para garantir elevada acurácia no trabalho. Tal entrevista mostrou, ainda, que a implementação da TI precisou de fato superar o desafio da capacitação do pessoal do OP, em especial na customização da ferramenta. Ao final, todavia, benefícios indiretos foram gerados, como se vê abaixo: P7. [...] e vale ressaltar ainda o impacto na percepção dos integrantes do OP sobre a melhoria da gestão com RFID. A maioria dos integrantes da OM não conhecia RFID; a implementação da TI não somente aprimorou a gestão de suprimentos, como também 16 ampliou a visão gerencial dos envolvidos no processo. P1. Houve necessidade de adaptar infraestruturas instaladas e processos finalísticos para que a planta RFID pudesse ser implementada. As adaptações mais relevantes foram [...] e finalmente a capacitação do pessoal para operar a planta, com divulgação ampla dos resultados positivos alcançados, por meio de cursos e painéis. No questionário aplicado, solicitou-se primeiramente que os respondentes manifestassem sua percepção a respeito de vantagens e desvantagens da tecnologia RFID (item II). Para isso deveriam atribuir graus de 1 a 5 para o nível de importância de cada critério preestabelecido. Foram considerados os resultados de grau igual ou superior a 3 (Importante), cujo percentual em relação ao número total de respondentes foi tabulado a seguir:

16 ASPECTO GRAU DE PERCEPÇÃO ASPECTO OBSERVADO Armazenagem, leitura e envio de dados PERCENTUAL DE RESPOSTAS (%) 90 VANTAGEM Extremamente importante ou Muito importante Conferência instantânea e facilidade de inventário Precisão das informações e rapidez no recebimento e expedição Importante Leitura à distância 80 DESVANTAGEM Importante Uso limitado da TI em função do tipo de material (consistência) 70 TABELA 3 Percepção sobre vantagens e desvantagens da RFID Fonte: autor, 2010 Os aspectos destacados, referentes à produção automática de dados, controle de itens e acurácia foram considerados extremamente ou muito importantes, com percentual de 90%. Isso se deve ao modelo implementado atender ao conceito de Ballou (2006) sobre um SIL, integrando elos da cadeia por meio da informação. Isso também se comprova pela resposta do entrevistado: P4. O processo de recebimento de material foi concebido a partir de ASN, integrando o fornecedor contratado como responsável pelo envio dessas informações. O envio da ASN é processado por upload para um site internet e esse site se encarrega de persistir os dados em tabelas de BD. As tabelas ficam à disposição de fornecedores e OP, através do middleware RFID, para a respectiva conferência, quando acontece, efetivamente, o recebimento do material e a sua passagem no portal fixo. 17 A maior agilidade nas operações de recebimento e expedição, percebida pelos respondentes (90% ) deveu-se à integração fornecedor-op possibilitada pela TI. Isso reforça a afirmação de Heckel (2007, p.70) de que a RFID na Logística possibilita estabelecer uma padronização na relação cliente-fornecedor, além de controlar a distribuição e estoque de mercadorias. Quando os leitores fazem a leitura das etiquetas, no momento de passagem dos materiais pelo portal fixo de RFID, o middleware RFID realiza a conexão das realidades entre os leitores e os dados gerenciados pelo backend, cruzando item references e company prefix presentes no EPC da etiqueta. Tal procedimento garantiu confiabilidade ao processos de aquisição, conferidos no instante do recebimento, como afirmado na entrevista:

17 P5. Numa primeira etapa verifica-se a integridade das referências eletrônicas relativas à quantidade e às características previstas no processo de compra, ou seja, se o material entregue corresponde ao que foi adquirido pelo OP [...] O COLOG só concretiza o pagamento do que os portais RFID apontarem por leitura de passagem nas suas antenas. Por isso foi imprescindível que o portal tivesse a capacidade de leitura de 100% dos itens, meta perseguida na implementação do sistema. P6. [...] flutuações de romaneio tornaram-se disponíveis aos fornecedores, acelerando a reposição de itens faltantes e itens rejeitados passaram a ser segregados e devolvidos, impedindo sua realocação em novos lotes de entrega. Isso aumentou a agilidade da recebimento, bem como a inviolabilidade e confiabilidade do sistema. Um dos fatores contribuintes para a acurácia nas etapas de aquisição e recebimento foi que, para acessar o módulo fornecedor, alocando itens para entrega, os fornecedores já deveriam estar previamente cadastrados e certificados, segundo modelo SGTIN. A intenção é de que sem tal certificação os mesmos não possam participar de certames licitatórios para fornecimento de materiais para o COLOG. A adoção de alertas de não-conformidade também foi responsável pelo elevado grau de percepção em relação à precisão das informações (90% dos respondentes). Eles são emitidos por meios dos displays dos equipamentos utilizados (tela dos portais fixos e dos equipamentos móveis). O sistema de alertas por voz, combinando os dados trafegados por GPRS ou transmitidos por correio eletrônico interno, diminuiu a interferência humana nos processos logísticos. 18 A seleção dos fornecedores dos equipamentos e formação de parcerias estratégicas teve particular influência na implementação segura da TI, ao lado do trabalho de customização desenvolvido pelo pessoal da OM. Isso ficou evidenciado nas respostas abaixo apresentadas: P3. Os equipamentos da planta RFID foram fornecidos por diferentes empresas: leitores e antenas foram fornecidos pela Intermec; o portal de leitura foi desenvolvido pela Provectus; o middleware foi desenvolvido pela SEAL Tecnologia e as etiquetas foram fornecidas pela Avery Dannison, RR Etiquetas e Saint Paul. Já o WMS foi desenvolvido pelo pessoal orgânico do próprio OP, o que facilitou a customização da planta RFID. P3. Os leitores dos portais fixos são Intermec IF30, os leitores móveis são os Intermec IP30 e as impressoras são as Intermec PM4i. A unicidade de fornecimento deveu-se a procedimento licitatório público que homologou a Intermec para fornecer os equipamentos, os quais agregam alta tecnologia, resposta eficiente e custo adequado.

18 Fotos 1 e 2 Portal de identificação RFID Projeto RFID 21 D Sup Fonte: autor, 2010 A vantagem de leitura à distância foi considerada importante por 80% dos respondentes, o que diferencia primariamente a RFID de outros SAI. Para alcançar a acurácia desejada na leitura (100% de etiquetas lidas), dificuldades de ordem prática tiveram de ser superadas, como a necessidade de adaptar infraestruturas instaladas e processos finalísticos para que a planta RFID pudesse ser implementada. As adaptações mais relevantes citadas na entrevista foram: P1. A configuração de armazém específico para recebimento e expedição, a utilização de faixas de frequências de leitura mais altas, a aquisição de embalagens colapsíveis de plástico no padrão PBR e o desenvolvimento de procedimentos-padrão para acondicionamento de itens, em parceria com fornecedores, foram medidas essenciais para implementar a TI com a acuracidade desejada[...]. A desvantagem considerada importante por 70 % dos respondentes referiu-se à limitação da leitura em função do tipo de material. Há relativa dificuldade na leitura de volumes 19 metalizados, ou ainda itens que contenham grande percentual de água em sua embalagem, isso porque a leitura pode ser refratada. Nestes casos considerou-se a superposição de outra embalagem onde a etiqueta pudesse ser mais facilmente lida. O questionário aplicado buscou identificar também o nível de concordância com as melhorias introduzidas na gestão de suprimentos, decorrentes da utilização da tecnologia RFID (item III). A partir da análise de todas as respostas, definiu-se o percentual máximo e mínimo como 100% e 0%, respectivamente, para o nível de concordância proposto. Foram considerados apenas os dois níveis mais altos de concordância (concordância plena e concordância), com destaque para aqueles com percentual igual ou superior a 80%. Os resultados foram os seguintes: NÍVEL DE ASPECTOS PERCENTUAL

19 CONCORDÂNCIA (%) Facilidade na conferência física 80 Redução de provimentos complementares 60 Redução do tempo médio nas Concordaram plenamente operações de recebimento e 80 expedição Restrição ao uso da TI em função de limitações infraestruturais 80 Necessidade de armazéns específicos para recebimento 60 Melhoria dos relatórios de estoques e previsão de demanda 90 Redução de níveis de estoque 60 Melhoria no fluxo de informação 90 Concordaram Maior acurácia no processamento 60 dos pedidos das OM Importância da adequação de embalagens ao uso da TI 80 TABELA 4 Nível de concordância sobre a tecnologia RFID Fonte: autor, 2010 Conforme apurado, 90% dos respondentes concordaram que houve melhoria na produção de relatórios de estoque, na previsão da demanda e no fluxo de informações. Isso se deveu à integração, via WMS, da planta RFID com outros sistemas já em uso no OP, como ensinado por Glover e Bhatt (2007). A partir da filtragem de eventos, tais sistemas foram habilitados para operação integrada, conforme afirmado na entrevista: 20 P6. Depois de recebido o material, outros sistemas legados do Exército Brasileiro foram habilitados para trabalhos de gestão, utilizando os valores das etiquetas RFID. A indexação para armazenagem física dos materiais, a seleção de amostras para análise laboratorial, o controle inventarial dinâmico de estoques, conferência patrimonial, separação de materiais para fornecimento e previsão de demanda foram alguns dos processos logísticos integrados. P5. O projeto RFID no 21º D Sup visou não somente o controle, mas também o rastreamento dos materiais. Como os dados das etiquetas podem ser acompanhados, mesmo após o fornecimento dos itens, tornou-se possível validar o material administrativa e operacionalmente [...]. No elo subsequente da cadeia logística (unidade apoiadas), os arquivos eletrônicos com os pedidos dos itens, vindos das diversas unidades, passaram a ser confrontados com as informações dos itens em estoque, armazenadas no WMS. As OM apoiadas também passaram a acessar via web o sistema WMS, para consulta sobre o andamento do processamento de seus pedidos e atualização de suas necessidades.

20 Figura 1 Portal de acesso WMS 21 D Sup Fonte: disponível em <http: intranet.seal>, acesso em 2010 Uma vantagem inconteste foi a diminuição sensível no chamado efeito chicote 5. O descompasso entre as aquisições e recebimentos de itens de suprimento semiduráveis (itens Classe II em especial) era gerado por entraves no fluxo da informação para novas aquisições. Isso foi reduzido quando o COLOG passou a ter acesso à real necessidade logística das unidades por meio da TI. O resultado direto foi a redução de cerca de 23% (vinte e três por cento) nos níveis de segurança. A concordância plena em relação ao benefício gerado na conferência física (80% dos respondentes) deveu-se à introdução no EPC, além do código serial GS1, do company prefix 21 juntamente com o item reference, gerados via web pack e acessados remotamente via backend. Isso corrobora o ensinamento de Glover e Bhatt (2007), pois o EPC GS1 permitiu ao sistema cruzar dados em qualquer local onde fosse instalado, conferindo-lhe conectividade e mobilidade. Cerca de 80% dos respondentes concordaram plenamente que a TI pode sofrer limitações em função de deficiências infraestruturais. Problemas com espaço para instalação dos portais de leitura, de armazenagem durante o recebimento e expedição e de equipamentos para movimentação de cargas inclusive comprometeram de fato, inicialmente, a implementação da TI. De igual modo, 80% dos respondentes concordaram com a importância da previsão embalagens que possibilitem adequada leitura das etiquetas. A falta dessas embalagens impôs estudos durante a implementação da TI, não só por parte do OP como especialmente pela 5 Efeito chicote, ou Bullwhip effect é a flutuação de estoque indesejável, com formação de estoques excedentes ao longo dos elos da cadeia, dado o nível de incerteza em relação à demanda.

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