NOVO CÓDIGO CIVIL ALGUNS ASPECTOS RELEVANTES PARA O REGISTRO DE EMPRESAS. Denis Dall Asta Msc.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOVO CÓDIGO CIVIL ALGUNS ASPECTOS RELEVANTES PARA O REGISTRO DE EMPRESAS. Denis Dall Asta Msc. Denisdall@unioeste.br"

Transcrição

1 NOVO CÓDIGO CIVIL ALGUNS ASPECTOS RELEVANTES PARA O REGISTRO DE EMPRESAS.

2 TIPOS JURÍDICOS ABORDADOS EMPRESÁRIO SOCIEDADE EMPRESÁRIA LIMITADA

3 REVOGAÇÃO DE PARTE DO CÓDIGO COMERCIAL Artigo Revogam-se a Lei de Código Civil e a Parte primeira do Código Comercial - Lei 556, de Essas matérias da parte primeira do Código Comercial passam a ser reguladas pelo novo Código Civil, mantidas as leis especiais, não revogadas.

4 REGISTRO Art O empresário e a sociedade empresária Vinculam-se ao Registro Público de Empresas Mercantis a cargo das Juntas Comerciais. E a sociedade simples ao Registro Civil das Pessoas Jurídicas.

5 REGISTRO O qual deverá obedecer às normas fixadas para aquele registro, se a sociedade simples adotar um dos tipos de sociedade empresária.

6 FIRMAS MERCANTIS INDIVIDUAIS Lei /2002; Adequação das firmas individuais ao código civil: Todas as F.I. registradas deverão obrigatoriamente a partir de e no prazo de 1 ANO, arquivar o Requerimento de empresário.

7 EMPRESÁRIO Art Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços.

8 EMPRESÁRIO Parágrafo único. Não se considera empresário quem exerce profissão intelectual, de natureza científica, literária ou artística, ainda com o concurso de auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa.

9 O Empresário regularmente inscrito é uma Pessoa Jurídica?

10 O Empresário regularmente inscrito é uma Pessoa Jurídica? Não, Ele tem apenas personalidade jurídica!

11 NÃO PODEM SER EMPRESÁRIOS As pessoas absolutamente incapazes (exceto quando autorizadas judicialmente para continuação da empresa): os menores de 16 (dezesseis) anos; os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos; os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade;

12 NÃO PODEM SER EMPRESÁRIOS as pessoas relativamente incapazes (exceto quanto autorizadas judicialmente para continuação da empresa): os maiores de 16 (dezesseis) e menores de 18 (dezoito) anos; os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido;

13 NÃO PODEM SER EMPRESÁRIOS os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo; os pródigos; (gastadores compulsivos)

14 NÃO PODEM SER EMPRESÁRIOS os impedidos de ser empresário, tais como: os Chefes do Poder Executivo, nacional, estadual ou municipal; os Magistrados; os membros do Ministério Público Federal; os empresários falidos, enquanto não forem reabilitados;

15 NÃO PODEM SER EMPRESÁRIOS os membros do Poder Legislativo, como Senadores, Deputados Federais e Estaduais e Vereadores, se a empresa goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada";

16 NÃO PODEM SER EMPRESÁRIOS as pessoas condenadas a pena que vede, ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos... Artigo º. os leiloeiros, corretores e despachantes aduaneiros; os cônsules, nos seus distritos, salvo os não remunerados; os médicos, para o exercício simultâneo da farmácia; os farmacêuticos, para o exercício simultâneo da medicina;

17 NÃO PODEM SER EMPRESÁRIOS os servidores públicos civis da ativa, federais; Em relação aos servidores estaduais e municipais observar a legislação respectiva; os servidores militares da ativa das Forças Armadas e das Polícias Militares; estrangeiros (sem visto permanente);

18 NÃO PODEM SER EMPRESÁRIOS estrangeiro (com visto permanente), para o exercício das seguintes atividades: pesquisa ou lavra de recursos minerais ou de aproveitamento dos potenciais de energia hidráulica; atividade jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens;

19 NÃO PODEM SER EMPRESÁRIOS com recursos oriundos do exterior, em atividade ligada, direta ou indiretamente, à assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei; serem proprietários ou exploradores de aeronave brasileira, ressalvado o disposto na legislação específica;

20 NÃO PODEM SER EMPRESÁRIOS serem proprietários ou armadores de embarcação nacional, inclusive nos serviços de navegação fluvial e lacustre, exceto embarcação de pesca;

21 EMPRESÁRIO Art Podem exercer a atividade de empresário os que estiverem em pleno gozo da capacidade civil e não forem legalmente impedidos.

22 EMPRESÁRIO Art A pessoa legalmente impedida de exercer atividade própria de empresário, se a exercer, responderá pelas obrigações contraídas.

23 EMPRESÁRIO Art Poderá o incapaz, por meio de representante ou devidamente assistido, continuar a empresa antes exercida por ele enquanto capaz, por seus pais ou pelo autor de herança.

24 EMPRESÁRIO Art Se o representante ou assistente do incapaz for pessoa que, por disposição de lei, não puder exercer atividade de empresário, nomeará, com a aprovação do juiz, um ou mais gerentes.

25 EMPRESÁRIO Art A prova da emancipação e da autorização do incapaz, nos casos do art.. 974, e a de eventual revogação desta, serão inscritas ou averbadas no Registro Público de Empresas Mercantis.

26 EMPRESÁRIO Parágrafo único. O uso da nova firma caberá, conforme o caso, ao gerente; ou ao representante do incapaz; ou a este, quando puder ser autorizado.

REQUISITOS PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL

REQUISITOS PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL 1. Capacidade para o exercício da empresa Atualmente, existe a possibilidade de a atividade empresarial ser desenvolvida pelo empresário individual, pessoa física, o qual deverá contar com capacidade para

Leia mais

18/05/2010 (Orientação) Contabilidade - Participação de Menores na Sociedade Limitada

18/05/2010 (Orientação) Contabilidade - Participação de Menores na Sociedade Limitada 18/05/2010 (Orientação) Contabilidade - Participação de Menores na Sociedade Limitada Texto elaborado em 30.04.2010 Sumário 1. Introdução 2. Capacidade de ser sócio 3. Impedimentos 4. Impedimentos para

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO SUMÁRIO 1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA 2. TEORIA DA EMPRESA 3. ATIVIDADE EMPRESARIAL 4. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL 5. ATIVIDADE RURAL 6. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL REGULAR X

Leia mais

A teoria do direito empresarial se subdivide em três:

A teoria do direito empresarial se subdivide em três: TEORIAS DO DIREITO EMPRESARIAL A teoria do direito empresarial se subdivide em três: TEORIA SUBJETIVA o direito comercial se caracterizava por dois fatores: RAMO ASSECURATÓRIO DE PRIVILÉGIOS À CLASSE BURGUESA,

Leia mais

Noções de Direito Civil Personalidade, Capacidade, Pessoa Natural e Pessoa Jurídica Profª: Tatiane Bittencourt

Noções de Direito Civil Personalidade, Capacidade, Pessoa Natural e Pessoa Jurídica Profª: Tatiane Bittencourt PESSOA NATURAL 1. Conceito: é o ser humano, considerado como sujeito de direitos e deveres. Tais direitos e deveres podem ser adquiridos após o início da PERSONALIDADE, ou seja, após o nascimento com vida

Leia mais

Disciplina: Direito Internacional Público

Disciplina: Direito Internacional Público Disciplina: Direito Internacional Público Tema: Nacionalidade, condição jurídica dos estrangeiros, formas de saída compulsória (extradição, expulsão e deportação, asilo e refúgio Prof. Rodrigo de Victor

Leia mais

EMPRESÁRIO / COMERCIANTE (Ponto 2) Prof. João Glicério de Oliveira Filho

EMPRESÁRIO / COMERCIANTE (Ponto 2) Prof. João Glicério de Oliveira Filho EMPRESÁRIO / COMERCIANTE (Ponto 2) Prof. João Glicério de Oliveira Filho I. Conceito de empresário - Art. 966, CC/2002 (Lei n. 10.406, 10 de janeiro de 2002) - Profissionalismo: a. Habitualidade b. Pessoalidade

Leia mais

1. CONSTITUIÇÃO E LEGALIZAÇÃO DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA

1. CONSTITUIÇÃO E LEGALIZAÇÃO DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ Curso: Direito 7º DIV e 7º DIN Disciplina: ESTÁGIO IV Profª. Ilza Maria da Silva Facundes UNIDADE IV.1 CONSTITUIÇÃO E LEGALIZAÇÃO DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA. 1.1 ELEMENTOS

Leia mais

Prof. Vilmar A. Silva. Direito Empresarial. O Empresário

Prof. Vilmar A. Silva. Direito Empresarial. O Empresário 1 Prof. Vilmar A. Silva Direito Empresarial O Empresário Conceito de empresário É definido na lei como o profissional exercente de atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO N o 70.436, DE 18 DE ABRIL DE 1972. Regulamenta a aquisição pelos portugueses, no Brasil, dos direitos e obrigações previstos

Leia mais

TEORIA. Como Tudo Começou... EMPRESA TEORIA DA EMPRESA EXPANSÃO MARÍTIMA E AS FASES DO DIREITO EMPRESARIAL ATOS DE COMERCIO : COMERCIANTE

TEORIA. Como Tudo Começou... EMPRESA TEORIA DA EMPRESA EXPANSÃO MARÍTIMA E AS FASES DO DIREITO EMPRESARIAL ATOS DE COMERCIO : COMERCIANTE TEORIA DA EMPRESA TEORIA DA EMPRESA Como Tudo Começou... EXPANSÃO MARÍTIMA E AS FASES DO DIREITO EMPRESARIAL ATOS DE COMERCIO : COMERCIANTE FASE SUBJETIVA Matrícula PRODUTOR CONSUMIDOR FASE OBJETIVA Atos

Leia mais

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 8 DIREITO CIVIL

INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 8 DIREITO CIVIL INSTITUIÇÕES DE DIREITO PUBLICO E PRIVADO MÓDULO 8 DIREITO CIVIL Índice 1. Direito Civil...3 1.1. Parte geral... 4 1.2. Das Pessoas... 4 1.2.1. Pessoa Natural... 4 1.2.2. Relativamente Incapazes... 5 1.2.3.

Leia mais

1. REGISTRO RESTRIÇÕES PARA ATUAR COMO EMPRESÁRIO INDIVIDUAL. Falido:... Estrangeiro:... Médico:... Advogado:... Membros do legislativo:...

1. REGISTRO RESTRIÇÕES PARA ATUAR COMO EMPRESÁRIO INDIVIDUAL. Falido:... Estrangeiro:... Médico:... Advogado:... Membros do legislativo:... 1 DIREITO EMPRESARIAL PONTO 1: Registro PONTO 2: Incapacidade Superveniente PONTO 3: Sociedade Empresária 1. REGISTRO Para fazer o registro, a pessoa deve estar livre de qualquer impedimento ou proibição.

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR PESSOA NATURAL

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR PESSOA NATURAL CURSO INTENSIVO I DE TRABALHO Disciplina: Direito Civil Professor: André Barros Data: 10/02/2010 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR PESSOA NATURAL 1. CONCEITO 2. PERSONALIDADE QUESTÃO: OS ANIMAIS TÊM PERSONALIDADE?

Leia mais

Direito Empresarial A figura do empresário

Direito Empresarial A figura do empresário Direito Empresarial A figura do empresário Olá. Como estão?! Hoje trataremos sobre um tema interessantíssimo (e básico) no direito empresarial. Falaremos sobre a figura do empresário. Vamos brincar? Boa

Leia mais

O Ato Constitutivo e o Titular da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada

O Ato Constitutivo e o Titular da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada O Ato Constitutivo e o Titular da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada Maria Bernadete Miranda 1 O Projeto de Lei nº 4.605/2009, apresentado no dia 04 de fevereiro de 2009, de autoria do Deputado

Leia mais

1.1 - DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA

1.1 - DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA 1 - CONSTITUIÇÃO 1.1 - DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA N o DE ESPECIFICAÇÃO VIAS Requerimento (Capa de Processo) com assinatura do administrador, titular da empresa, procurador com poderes específicos, ou terceiro

Leia mais

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DO RIO DE JANEIRO JUÍZO DE DIREITO DA VARA DE REGISTROS PÚBLICOS S E N T E N Ç A

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DO RIO DE JANEIRO JUÍZO DE DIREITO DA VARA DE REGISTROS PÚBLICOS S E N T E N Ç A ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO COMARCA DO RIO DE JANEIRO JUÍZO DE DIREITO DA VARA DE REGISTROS PÚBLICOS Proc. 0131032-43.2011.8.19.0001 Consulente: REGISTRADOR DO RCPJ DA CAPITAL Vistos, etc.

Leia mais

MANUAL DE ATOS DE REGISTRO DE EMPRESÁRIO

MANUAL DE ATOS DE REGISTRO DE EMPRESÁRIO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DEPARTAMENTO NACIONAL DE REGISTRO DO COMÉRCIO MANUAL DE ATOS DE REGISTRO DE EMPRESÁRIO BRASÍLIA DF

Leia mais

Direito Empresarial Elisabete Vido

Direito Empresarial Elisabete Vido Direito Empresarial Elisabete Vido 1.Na transferência do estabelecimento empresarial, é correto afirmar que: a)desde que determinado no contrato, as partes poderão acordar que a transferência não importará

Leia mais

Aula Nº 2 Empresa - O Empresário

Aula Nº 2 Empresa - O Empresário Aula Nº 2 Empresa - O Empresário Objetivos da aula: Nesta aula, vamos definir Empresa, considerando a orientação da legislação. Também vamos conhecer e definir o empresário e os requisitos legais para

Leia mais

MANUAL DE REGISTRO EMPRESÁRIO INDIVIDUAL

MANUAL DE REGISTRO EMPRESÁRIO INDIVIDUAL Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração MANUAL DE REGISTRO EMPRESÁRIO INDIVIDUAL Atualizado

Leia mais

Prof. Marcelo Thimoti. Legislação Empresarial

Prof. Marcelo Thimoti. Legislação Empresarial Prof. Marcelo Thimoti Legislação Empresarial Histórico Mundo: 1. O comércio surgiu com a economia de troca (escambo corporações de ofício), evoluindo com a introdução de moedas (economia monetária); 2.

Leia mais

ANO XXIII - 2012-3ª SEMANA DE JULHO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 29/2012 ASSUNTOS SOCIETÁRIOS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA

ANO XXIII - 2012-3ª SEMANA DE JULHO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 29/2012 ASSUNTOS SOCIETÁRIOS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA ANO XXIII - 2012-3ª SEMANA DE JULHO DE 2012 BOLETIM INFORMARE Nº 29/2012 ASSUNTOS SOCIETÁRIOS CAPACIDADE PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE EMPRESARIAL - CONSIDERAÇÕES GERAIS Introdução - Quem Pode Ser Empresário

Leia mais

A ILEGALIDADE DA ATIVIDADE EMPRESARIAL POR MILITAR DA ATIVA O excesso legislativo da norma penal

A ILEGALIDADE DA ATIVIDADE EMPRESARIAL POR MILITAR DA ATIVA O excesso legislativo da norma penal A ILEGALIDADE DA ATIVIDADE EMPRESARIAL POR MILITAR DA ATIVA O excesso legislativo da norma penal Art. 204 do CPM e outros diplomas legais Por: Euclides Cachioli de Lima. Muitos são os doutrinadores que

Leia mais

www.apostilaeletronica.com.br

www.apostilaeletronica.com.br DIREITO CIVIL I. Lei de Introdução às Normas de Direito Brasileiro... 002 II. Pessoas Naturais e Pessoas Jurídicas... 013 III. Domicílio e Bens... 025 IV. Dos Fatos Jurídicos... 030 V. Prescrição e Decadência...

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 76, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1998.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 76, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1998. INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 76, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1998. Dispõe sobre o arquivamento de atos de empresas mercantis ou de cooperativas em que participem estrangeiros residentes e domiciliados no Brasil, pessoas

Leia mais

Principais artigos do Código Civil, Livro II, Direito de Empresa, para concursos.

Principais artigos do Código Civil, Livro II, Direito de Empresa, para concursos. Principais artigos do Código Civil, Livro II, Direito de Empresa, para concursos. Olá, amigos. Como vão? Espero que tudo bem. Traremos hoje os principais artigos do Código Civil a serem estudados para

Leia mais

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Empresarial Aula nº 01 DIREITO EMPRESARIAL

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Empresarial Aula nº 01 DIREITO EMPRESARIAL DIREITO EMPRESARIAL 1. Atividade Empresarial ( art. 966 e ss do CC) Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens

Leia mais

A ESSÊNCIA DA CAPACIDADE PARA O DIREITO

A ESSÊNCIA DA CAPACIDADE PARA O DIREITO A ESSÊNCIA DA CAPACIDADE PARA O DIREITO Elton de Souza Moreira Jeanderson Resende de Souza Wesley Ferreira dos Reis SOUZA, G.N. de et al. A essência da capacidade para o direito. Jornal eletrônico da Faculdade

Leia mais

CCC - Artigo 117, inciso X, da Lei nº 8.112/90

CCC - Artigo 117, inciso X, da Lei nº 8.112/90 Comissão de Coordenação de Correição Corregedoria-Adjunta da Área de Infraestrutura CCC - Artigo 117, inciso X, da Lei nº 8.112/90 Inicialmente, esclareço que assumi a relatoria do tema por ter sucedido

Leia mais

I SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE DEFICIÊNCIA E FUNCIONALIDADE TRANSITANDO DO MODELO MÉDICO PARA O BIOPSICOSSOCIAL

I SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE DEFICIÊNCIA E FUNCIONALIDADE TRANSITANDO DO MODELO MÉDICO PARA O BIOPSICOSSOCIAL I SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE DEFICIÊNCIA E FUNCIONALIDADE TRANSITANDO DO MODELO MÉDICO PARA O BIOPSICOSSOCIAL Capacidade Legal e Acesso a Justiça Quem são os incapazes? Quais os apoios que o estado precisa

Leia mais

www.uniestudos.com.br Direito Empresarial

www.uniestudos.com.br Direito Empresarial www.uniestudos.com.br Direito Empresarial Helder Goes Professor de Direito Empresarial do Universo de Estudos Advogado e Consultor Jurídico Graduado em Direito pela Universidade Tiradentes Especialista

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

Leia mais

CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS

CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas Sinarm, define crimes e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DO

Leia mais

Empresário. Adotar a teoria da empresa significa um retorno ao conceito subjetivo do Direito Comercial, centralizado na figura do empresário.

Empresário. Adotar a teoria da empresa significa um retorno ao conceito subjetivo do Direito Comercial, centralizado na figura do empresário. Empresário Noção Marcia Carla Pereira Ribeiro* O Código Civil (CC) de 2002, abandonando a teoria francesa do ato de comércio e a teoria subjetiva fundada no comerciante, passou a adotar o critério do Código

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Breves considerações tributárias quanto a atividade de empresário (antiga firma individual) na atividade de representação comercial Juliano César Borges de Vito* Um dos fatores preponderantes

Leia mais

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: sei-cesucol@vsp.com.br FACULDADE

Leia mais

Interdição Quando e por que fazê-la?

Interdição Quando e por que fazê-la? X Jornada CELPCYRO Sobre Saúde Mental Interdição Quando e por que fazê-la? Helena Dias de Castro Bins Porto Alegre, 21 de junho de 2013 1. Introdução: Direito Civil e Psiquiatria Forense Direito Civil:

Leia mais

Advocacia Masato Ninomiya S/C.

Advocacia Masato Ninomiya S/C. I - DO DIREITO DE EMPRESA 1. O Novo Código Civil - Lei nº 10.406/2002 - entrará em vigor a partir de 11 de janeiro de 2003, trazendo algumas modificações e acréscimos com relação ao Código Civil de 1916.

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL 7º Período 2014-02

DIREITO EMPRESARIAL 7º Período 2014-02 TEORIAS DO RESUMO I Ao longo da história do Direito Empresarial, este ramo só foi orientado por três teorias: a subjetiva, a objetiva e a subjetiva moderna. A teoria subjetiva é a primeira que introduz

Leia mais

SAÚDE MENTAL E UMA RELEITURA DA TEORIA DAS INCAPACIDADES NO DIREITO PRIVADO

SAÚDE MENTAL E UMA RELEITURA DA TEORIA DAS INCAPACIDADES NO DIREITO PRIVADO A CAPACIDADE DOS INCAPAZES: SAÚDE MENTAL E UMA RELEITURA DA TEORIA DAS INCAPACIDADES NO DIREITO PRIVADO Maria de Fátima Freire de Sá PUC Minas www.cebid.com.br Evolução histórica Brasil-Império (1841)

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO

CONSTITUIÇÃO FEDERAL TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO Art. 21- Compete à União: TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO I - Manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais; II - Declarar a guerra e celebrar

Leia mais

EMPRESÁRIO INDIVIDUAL

EMPRESÁRIO INDIVIDUAL Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração EMPRESÁRIO INDIVIDUAL BRASÍLIA DF / 204 MINISTRO

Leia mais

ROTEIRO DE AULA TEORIA GERAL DAS PRISÕES CAUTELARES.

ROTEIRO DE AULA TEORIA GERAL DAS PRISÕES CAUTELARES. CURSO DIREITO DISCIPLINA PROCESSO PENAL II SEMESTRE 7º Turma 2015.1 ROTEIRO DE AULA TEORIA GERAL DAS PRISÕES CAUTELARES. 1. DO CONCEITO DE PRISAO A definição da expressão prisão para fins processuais.

Leia mais

º 000107-AL LEI COMPLEMENTAER Nº. 0042, DE 15 DE AGOSTO DE

º 000107-AL LEI COMPLEMENTAER Nº. 0042, DE 15 DE AGOSTO DE Referente ao Projeto de Lei Complementar n. º 000107-AL LEI COMPLEMENTAER Nº. 0042, DE 15 DE AGOSTO DE 2007. Publicada no Diário Oficial do Estado nº 4073, de 20.08.07 Autor: Deputado Jorge Amanajás Autoriza

Leia mais

Se gostar, deixe um comentário, marque os amigos, compartilhe! Sigam o nosso Periscope para aulas diárias: @gabrielrabelo87 RESUMO DIREITO SOCIETÁRIO

Se gostar, deixe um comentário, marque os amigos, compartilhe! Sigam o nosso Periscope para aulas diárias: @gabrielrabelo87 RESUMO DIREITO SOCIETÁRIO Olá, pessoal! Tudo bem? A seguir, um pequeno resumo da parte de direito societário! Servirá para aqueles que estão estudando para Exame da OAB, concurso da área jurídica, fiscal, policial, etc. Se gostar,

Leia mais

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária Lei Complementar 128 Alterações na Legislação Previdenciária Microempreendedor Individual MEI Conceito: É o empresário individual, referido no art. 966 do Novo Código Civil, que tenha auferido receita

Leia mais

Gerenciamento Total da Informação

Gerenciamento Total da Informação Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991. Regulamento Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências.

Leia mais

DECRETO LEI 509 DECRETO-LEI Nº 509, DE 20 DE MARÇO DE 1969.

DECRETO LEI 509 DECRETO-LEI Nº 509, DE 20 DE MARÇO DE 1969. DECRETO LEI 509 DECRETO-LEI Nº 509, DE 20 DE MARÇO DE 1969. Dispõe sobre a transformação do Departamento dos Correios e Telégrafos em empresa pública, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

A fim de determinar o nome empresarial torna-se necessário entender as seguintes conceituações:

A fim de determinar o nome empresarial torna-se necessário entender as seguintes conceituações: FORMAÇÃO DO NOME EMPRESARIAL - Regras Aplicáveis A matéria foi elaborada com base na legislação vigente em: 18/07/2011. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - CONCEITUAÇÕES DE NOME, FIRMA E DENOMINAÇÃO 3 - PRINCÍPIOS

Leia mais

MANUAL DE ATOS DE REGISTRO DE SOCIEDADE LIMITADA

MANUAL DE ATOS DE REGISTRO DE SOCIEDADE LIMITADA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DEPARTAMENTO NACIONAL DE REGISTRO DO COMÉRCIO MANUAL DE ATOS DE REGISTRO DE SOCIEDADE LIMITADA BRASÍLIA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA No 94, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2002

INSTRUÇÃO NORMATIVA No 94, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2002 INSTRUÇÃO NORMATIVA No 94, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2002 Dispõe sobre a especificação de atos integrantes da Tabela de Preços dos Serviços prestados pelos órgãos do Sistema Nacional de Registro de Empresas

Leia mais

2ª ATIVIDADE: (TRABALHO MANUSCRITO): COMENTÁRIO LIVRE EM 10 LINHAS REFERENTE A UMA PESQUISA LEGISLATIVA.

2ª ATIVIDADE: (TRABALHO MANUSCRITO): COMENTÁRIO LIVRE EM 10 LINHAS REFERENTE A UMA PESQUISA LEGISLATIVA. MATRÍCULA: CURSO: SEMESTRE: UNIDADE: ENTREGA / / - PRAZO LIMITE AV1. Vide dicas MDE: Material Didático Estácio. 1ª ATIVIDADE: Pesquisar um tema referente a matéria na biblioteca e redigir um artigo nos

Leia mais

Lei n.º 24/95, de 18 de agosto

Lei n.º 24/95, de 18 de agosto Lei n.º 24/95, de 18 de agosto A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.º, alínea d), e 169.º, n.º 3, da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º O artigo 21.º da Lei n.º 7/93, de 1 de

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL E PENAL NA ÁREA DA SEGURANÇA DO TRABALHO

RESPONSABILIDADE CIVIL E PENAL NA ÁREA DA SEGURANÇA DO TRABALHO RESPONSABILIDADE CIVIL E PENAL NA ÁREA DA SEGURANÇA DO TRABALHO RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL DECORRENTE DE ACIDENTES DE TRABALHO Constituição Federal/88 Art.1º,III A dignidade da pessoa humana. art.5º,ii

Leia mais

EMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 416, DE 2008 (Origem: PLS 98/2002)

EMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 416, DE 2008 (Origem: PLS 98/2002) EMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 416, DE 2008 (Origem: PLS 98/2002) (Apensados: PLP 130/1996; PLP 138/1996; PLP 39/1999; PLP 87/1999; PLP 21/1999; PLP 227/2001; PLP 273/2001;

Leia mais

EDITAL Nº 004/2013. 1.4- As funções públicas deverão ser tão somente as vinculadas ao impedimento de titular.

EDITAL Nº 004/2013. 1.4- As funções públicas deverão ser tão somente as vinculadas ao impedimento de titular. EDITAL Nº 004/2013 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS PÚBLICOS E O SECRETARIO MUNICIPAL DE SÁUDE, no uso de suas atribuições legais e com base nos dispositivos de leis municipais vigentes,

Leia mais

LEI Nº 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

LEI Nº 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: LEI Nº 8.159, DE 8 DE JANEIRO DE 1991 Dispõe sobre a Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e

Leia mais

A A Emp m re r sa s no n No N vo Código g C ivil Maio de 2003 1

A A Emp m re r sa s no n No N vo Código g C ivil Maio de 2003 1 A Empresa no Novo Código C Civil Maio de 2003 1 Parte 1 Introdução Lei n. 10.406 de 10/01/2002 2 Parte 1 Introdução Lei n. 10.406 de 10/01/2002 Vigência: 11 de janeiro de 2003 Cabe as Juntas Comerciais

Leia mais

Decreto-Lei:4.657, de 04.9.1942. - Lei de Introdução ao Código Civil. ALTERADA pela LEI Nº 9.047, DE 08 DE MAIO DE 1995

Decreto-Lei:4.657, de 04.9.1942. - Lei de Introdução ao Código Civil. ALTERADA pela LEI Nº 9.047, DE 08 DE MAIO DE 1995 Decreto-Lei:4.657, de 04.9.1942. - Lei de Introdução ao Código Civil. LEI DE INTRODUÇÃO AO CÓDIGO CIVIL ALTERADA pela LEI Nº 9.047, DE 08 DE MAIO DE 1995 Art. 1 - Salvo disposição contrária, a lei começa

Leia mais

Direito Civil: parte geral. Prof. Thiago Caversan Antunes

Direito Civil: parte geral. Prof. Thiago Caversan Antunes Direito Civil: parte geral Prof. Thiago Caversan Antunes FEMPAR Londrina V Turma de Pós-Graduação Ano 2012 Parte Geral do Código Civil de 2002 - Das pessoas (art. 1º a 69); - Do domicílio (art. 70 a 78);

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida,

Leia mais

PARECER COREN-SP 063/2013 CT PRCI n 102.713 Ticket 302.326

PARECER COREN-SP 063/2013 CT PRCI n 102.713 Ticket 302.326 PARECER COREN-SP 063/2013 CT PRCI n 102.713 Ticket 302.326 Ementa: Uso de contenção mecânica pela equipe de enfermagem, ante a recusa do paciente em receber tratamento. 1. Do fato Enfermeiro informa o

Leia mais

Conceito de Empresário

Conceito de Empresário Conceito de Empresário Requisitos (Art. 966,caput,CC): a) Profissionalismo; b) Atividade Econômica; c) Organização; d) Produção/Circulação de bens/serviços; Não Empresário Requisitos (Art. 966, único,

Leia mais

LEI Nº 9.432, DE 8 DE JANEIRO DE 1997.

LEI Nº 9.432, DE 8 DE JANEIRO DE 1997. LEI Nº 9.432, DE 8 DE JANEIRO DE 1997. - 1 - LEI Nº 9.432, DE 8 DE JANEIRO DE 1997. Dispõe sobre a ordenação do transporte aquaviário e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. DECRETO-LEI Nº 05, DE 15 DE MARÇO DE 1975. (Redação atual) INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições

Leia mais

LEI Nº 124/95. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 124/95. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: Alterado pela Lei 495/01, 656/04 e 782/07. LEI Nº 124/95 Dispõe sobre o serviço de transporte de passageiros em veiculos automóveis de aluguel - táxi, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,

Leia mais

REPRESENTAÇÃO COMERCIAL

REPRESENTAÇÃO COMERCIAL REPRESENTAÇÃO COMERCIAL I- LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: O Código Civil brasileiro traça as diretrizes gerais sobre contratos de agência e distribuição em seus artigos 710 a 721. A representação comercial no Código

Leia mais

Interpretação do art. 966 do novo Código Civil

Interpretação do art. 966 do novo Código Civil Interpretação do art. 966 do novo Código Civil A TEORIA DA EMPRESA NO NOVO CÓDIGO CIVIL E A INTERPRETAÇÃO DO ART. 966: OS GRANDES ESCRITÓRIOS DE ADVOCACIA DEVERÃO TER REGISTRO NA JUNTA COMERCIAL? Bruno

Leia mais

Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa

Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa Ainda que a pessoa jurídica esteja submetida ao regime de incidência não-cumulativa, as receitas constantes do art. 8º da Lei nº 10.637, de 2002,

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais;

O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais; LEI Nº 2451 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o estágio de estudantes junto ao poder público Municipal, suas autarquias e fundações e dá outras providencias. O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado

Leia mais

LEI Nº 3.849, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1960

LEI Nº 3.849, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1960 LEI Nº 3.849, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1960 Federaliza a Universidade do Rio Grande do Norte, cria a Universidade de Santa Catarina e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO

Leia mais

Aulas de 08 a 18/03/13

Aulas de 08 a 18/03/13 Aulas de 08 a 18/03/13 6. Nome Empresarial 6.1. Alteração do nome empresarial O nome empresarial pode ser alterado a qualquer momento, respeitados os requisitos citados acima. Assim, o nome empresarial

Leia mais

Art. 27 - rol de legitimados. Partilha Provisória dos bens do ausente. Com procurador - 3 anos contados do desaparecimento

Art. 27 - rol de legitimados. Partilha Provisória dos bens do ausente. Com procurador - 3 anos contados do desaparecimento Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Direito Civil (Parte Geral) / Aula 05 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: II) Ausência: Sucessão Definitiva. III)Capacidade: Espécies de Capacidade

Leia mais

MANUAL DE REGISTRO SOCIEDADE LIMITADA

MANUAL DE REGISTRO SOCIEDADE LIMITADA Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração MANUAL DE REGISTRO SOCIEDADE LIMITADA Atualizado

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013 Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO

Leia mais

CAPÍTULO I DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E DO BENEFICIÁRIO

CAPÍTULO I DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E DO BENEFICIÁRIO DECRETO N o 1.744, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1995 Regulamenta o benefício de prestação continuada devido à pessoa portadora de deficiência e ao idoso, de que trata a Lei n 8.742, de 7 de dezembro de 1993, e

Leia mais

REGRA AQUISIÇÃO DE PLANOS ATRAVÉS DE TERCEIROS

REGRA AQUISIÇÃO DE PLANOS ATRAVÉS DE TERCEIROS 01/11/2012 1 / 6 1. OBJETIVO Estabelecer regras para aquisição de planos de saúde através de terceiros (movimentação contratual nova, transferência, migração e adaptação). 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO GEOC,

Leia mais

Altera e consolida o Plano de Cargos e Salários da Câmara Municipal de Córrego do Ouro, e dá outras providências.

Altera e consolida o Plano de Cargos e Salários da Câmara Municipal de Córrego do Ouro, e dá outras providências. LEI N o 0692/2012 Córrego do Ouro/GO.,06 de Dezembro de 2012. Altera e consolida o Plano de Cargos e Salários da Câmara Municipal de Córrego do Ouro, e dá outras providências. O Prefeito Municipal. Faço

Leia mais

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DO ÂMBITO DA APLICAÇÃO

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DO ÂMBITO DA APLICAÇÃO LEI Nº 9.432, DE 8 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre a ordenação do transporte aquaviário e dá outras providências. DOU 09.01.97 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA

INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA PROVA 1) A prova terá duração máxima de 3 horas. 2) Cada questão possui apenas uma resposta correta e, a marcação de mais de uma assertiva, implicará em sua nulidade. 3) Durante

Leia mais

LEI Nº 5.647, DE 10 DE DEZEMBRO DE 1970

LEI Nº 5.647, DE 10 DE DEZEMBRO DE 1970 LEI Nº 5.647, DE 10 DE DEZEMBRO DE 1970 Autoriza o Poder Executivo a instituir a Fundação Universidade Federal de Mato Grosso, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso

Leia mais

Perguntas Frequentes Registro Empresarial. 1. Qual a documentação necessária para se fazer o registro de uma empresa?

Perguntas Frequentes Registro Empresarial. 1. Qual a documentação necessária para se fazer o registro de uma empresa? Perguntas Frequentes Registro Empresarial 1. Qual a documentação necessária para se fazer o registro de uma empresa? Empresário: a) Capa de Processo (gerada pelo sistema Integrar disponível no link http://portalservicos.jucepi.pi.gov.br/portal/login.jsp);

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº., DE DE DE 2013.

PROJETO DE LEI Nº., DE DE DE 2013. PROJETO DE LEI Nº., DE DE DE 2013. Dispõe sobre a celebração de convênio entre o Estado de Goiás e associações, visando à implantação de sistema de videomonitoramento e segurança, para vigilância permanente

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PESSOA JURÍDICA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PESSOA JURÍDICA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PESSOA JURÍDICA Para a liberação de acesso ao Cadastro NIS pela internet, o empregador deverá entregar na Agência onde será concedida a autorização, cópia e original de documentação

Leia mais

A atividade contábil e o ISS

A atividade contábil e o ISS A atividade contábil e o ISS Janeiro de 2014. A prática da atividade de contabilista pode ser exercida por profissional autônomo, sociedade empresária e sociedade simples. Para tanto, o responsável tem

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 314, DE 2013

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 314, DE 2013 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 314, DE 2013 Altera o art. 5º da Lei nº 9.717, de 27 de novembro de 1998, para que os regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União,

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A confusão entre pessoa física e empresa individual para efeitos de habilitação técnica na licitação à luz do Código Civil Carlos Alexandre Perin* Segundo a teoria do emérito comercialista

Leia mais

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA A 1 CNPJ 04.214.41910001-05 DECRETO N 3.091, DE 05 DE JANEIRO DE 2014. "Dispõe sobre a estrutura organizacional da Procuradoria Geral do Município ". O PREFEITO MUNICIPAL DE LUIS EDUARDO MAGALHÃES,, no

Leia mais

A extinção da personalidade ocorre com a morte, que pode ser natural, acidental ou presumida.

A extinção da personalidade ocorre com a morte, que pode ser natural, acidental ou presumida. Turma e Ano: Turma Regular Master A Matéria / Aula: Direito Civil Aula 04 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitora: Fernanda Manso de Carvalho Silva Personalidade (continuação) 3. Extinção da personalidade:

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015.

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. Dispõe sobre o registro de corretor de seguros, de capitalização e de previdência, pessoa física e pessoa jurídica,

Leia mais

Questão 01. Marque a alternativa em que todas as palavras estão grafadas com erro:

Questão 01. Marque a alternativa em que todas as palavras estão grafadas com erro: PROVA OBJETIVA PORTUGUÊS Questão 01. Marque a alternativa em que todas as palavras estão grafadas com erro: A) extinção analisar meritíssimo expediente; B) estinssão analizar meritíssimo expediente; C)

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 389, DE 25 DE ABRIL DE 1938.

DECRETO-LEI Nº 389, DE 25 DE ABRIL DE 1938. DECRETO-LEI Nº 389, DE 25 DE ABRIL DE 1938. Regula a Nacionalidade Brasileira. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, DECRETA: Art. 1º São considerados

Leia mais

A >> Abuso de Direito

A >> Abuso de Direito CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR "O consumidor deve ser tratado com respeito, independente do estado de espírito momentâneo de quem o atende. A >> Abuso de Direito - atuação do juiz - Art. 28 Lei no 8.078,

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988...

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988... CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO VIII DOS ÍNDIOS Art. 231. São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições,

Leia mais

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta:

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N o, DE 2005 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Dispõe sobre a desburocratização dos processos de constituição, funcionamento e baixa das microempresas e empresas de pequeno porte, nos

Leia mais

Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO N o 85.064, DE 26 DE AGOSTO DE 1980. Regulamenta a Lei nº 6.634, de 2 de maio de 1979, que dispõe sobre a Faixa de Fronteira O PRESIDENTE

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE MATERIAL BÉLICO (Dir G de MB/1952)

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE MATERIAL BÉLICO (Dir G de MB/1952) MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE MATERIAL BÉLICO (Dir G de MB/1952) PORTARIA N o 036-DMB, DE 09 DE DEZEMBRO DE 1999 Aprova as normas que regulam o comércio de armas e munições.

Leia mais