ORGAO CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL ABRIL Tres anos de

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ORGAO CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL ABRIL 1975. Tres anos de"

Transcrição

1 PROLETARIOS DE TODOS OS PAiSES, UNi-VOS! A CLASSE DPERARIA ORGAO CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL N2 96 NESTE NUMERO NOTA SOBRE r\ CONDENA(,:AO DE DIRIGENTES DO PC ABRIL 1975 XANO Tres anos de luta guerrilheira A gloriosa resistencia armada dos camponeses e patriotas do sui do Para completa seu terceiro FEITO DE ano de durac;:ao. lniciada a 12 de abril de para opor-se aos desmandos dos grileiros e aos ataques SIGNIFICA\= AO das tropas da ditadura militar, desde logo verificou-se que ela possuia feic;:ao politica maior, trans HISTORICA (NO VIETNA) cendendo do plano meramente local para o nacional. Ocorria quando o governo Medici apregoava, em custosas publicidades, o "milagre brasileiro" e A FALA DOS bl asonava ter sufocado as manifestac;:oes mais vi goros as do inconformismo de nos so povo. Ao dar GENERAlS o primeiro passo no sentido da formac;:ao do qucleo guerrilheiro e da criac;:ao da Uniao pe Ia Liberdade e pelos Direitos do Povo, com urn programa objetivo, simples e democditico, os valences l utadores do CHINA: YITORIA Araguaia nao so desfechavam urn duro golpe na empafia dos generais fascistas como indicavam igual DO SOCIALISMO mente a verdadeira senda pela qual devem marchar as massas populares para livrar-se das tiranias interna e estrangeira. ao tinham ilusoes de que SALARIO MINIMO desafiavam, com sua atitude intrepida, uma reac;:ao DE FOME tradicionalmente feros, impiedosa. Alguns pi conheciam os extremos de covardia d e que sao capazes as Forc;:as Armadas para resguardar os privilegios da m inoria exploradora e opress ora. Com efe ito, a ROTEIRO ditadura a!armada e enfurecida tratou, sem tardanc;:a, DE de debelar no nascedouro o surto de rebeldia. A ' 'A CLASSE'' igual do que fizeram as classes dominantes e seu~ governos no, p a ssado, qu eria inflingir aos guerri-.. lhciros e ao's qu e os apoiassem urn c a s tigo qu e ser-

2 2 A CLASSE OPERARIA visse de escarmento para nao se repetir a ousadia. Temia sobretudo que a ac;:ao armada acabasse contagiando os camponeses de outros lugares. Recorreu, por conseguinte, a seus habiru ~;~ metodos de mentira e de repressao. Espalhou que os guerrilheiros eram rn a ~,i nais, contrabandistas e terroristas. Mandou quein1ar casas, destruir roc;:as, r,ender, torturar e matar ate mesmo padficos e inermes moradores. Mobilizou milhares de soldados e desencadeou varias ofensivas. ao obedeceu a nenhuma couvenc;:ao, nao respeitou sequer a lei das selvas. Impos, ademais, ferrea censura a codas as noticias sobre o que se passava naquelas distances paragens. Tudo com o objetivo de dizimar os combatentes e intimidar a populac;:ao que por eles sentia grande simpatia. Apesar disso, a guerrilha subsistiu. Naquele ja lendario recanto das imensas florestas amazonicas onde habita uma das populas:oes mais pobres e atrasadas do pais, continua a crepitar a chama da resistencia armada. 0 gesto de bravura, o destemor diante da morte, o exemplo de abnegas:ao e pertinacia, o esfor<;:o consciente em favor dos interesses populares e nacionais de que tern dado provas aqueles bravos patriotas perduram, come<;:am a repercutir, a encontrar apoio sempre maior. E vern de obter significativa vitoria politica ao romper a barreira do silencio que os militares lhe haviam imposto. Ernesto Geisel, ditador de turno, teve de confessaj que a guerrilha da regiao de Xambioa-Maraba nao cessou, continua a existir. E certo que, ao referir-se a ela, o novo mandatario dos generais procurou confundi-la com tentativas antigas, como as de Caparao e do Vale do Ribeira, que foram frustradas antes de seu inicio, nao tinham o mesmo carater da que se veri fica ha tres a nos no Araguaia. Geise I tam bern pretendeu minimizar sua significas:ao, afirmando que se acha ~completamente reduzida". See assim, por que nao revelou a epoca e OS motivos do surgimento da guerrilha, a natureza

3 A CLASSE OPERARIA 3 de sua atividade, os combates havidos, o numero de mortos, feridos e pnstonei ros, bern como a for~a dos contingentes empregados e que, ainda hoje, ali estao com o objetivo de esmaga-la? 0 fato de Geisel ter feito esse reconhecimento tardio, por obscuras que sejam suas inten~oes' representa urn ex.i to indiscutivel dares is ten cia e das for~as populares que sempre a apoiaram decididamente, Prova, alem disso, que o aparato belico e a furiosa repressao utilizados nao foram suficientes para suprimir o mo vi me nto guerrilhe iro. Em seu terceiro aniversario, a guerrilha do Araguaia, embora as dificuldades que enfrente, sobressai cada vez mais em for~a politica e moral. Seus heroicos combatentes e comandantes podem orgulhar-se de que cumpriram sua palavra de nao arriar jamais a bandeira erguida em defesa da liberdade e dos direitos do po vo, por maiores que fossem as vicissitudes. Com seu sacrificio memonivel e seu sangue generoso, mostraram-se dignos das melhores tradi~oes revoluciomirias de nossa gente, despertaram e continuam a despertar a consciencla patri6tica pa ra a luta sem treguas contra a ditadura, apontaram o caminho a trilhar que asse gura a conquista de urn regime de liberdade, soberania e bem-estar. A experiencia vern confirmando que para derrubar o regime reacionario, e indispensavel recorrer a guerra popular. E esta desenvolve-se a partir de pequenos grupos guerrilheiros no interior, estreitamente ligados as massas. Com o apoio das popula~oes desamparadas e empobrecidas, tern todas as possibilidades de ~ubsistir e crescer. A luta de guerrilhas, como a do sui do Para, e parte inte grante do movimento nacional de resistencia que se expande e a profunda no pais. Ainda que defenda reivindica~oes especificas das zonas inlerioranas, sua ban deira politica geral e a fl'<'s ma empunhada pelas for~as populares nos diferentes rincoes da Patria. E embora seja uma forma de luta mais elevada, longe de debi~ litar s6 podera refor ~ar as demais formas da oposi~ao popular.

4 4 A CLASSE OP ERARIA Ressalta, por isso, com maior forc;:a ainda, a necessidade de avaliar a impor dincia eo alcance do movimento guerrilheiro do Araguaia, de percorrer seu cami nho basico. A situac;:ao de a bandono do interior e o continuo agravamento das condic;:oes de vida das massas camponesas, em consequencia principalmente da politica da ditadura, esta o levando a revoluc;:ao para o campo. Nao resta outra opc;:ao para obter a terra e acabar com a miseria e as injustic;:as senao ajudar os camponeses a organizar se e preparar-se para a ac;:ao armada. Sa udamos calorosamente os intrepidos guerrilheiros do Araguaia, sua decisao inabalavel de prosseguir combatendo por uma causa justa. Expressamo-lhes nos so apoio entusiastico e firme. Nada devemos regatear para secunda-los em sua luta, que e a de todos nos, por um Brasil sem ditadura militar, livre e indepen dente. \.\, J, ' I /:"SCUTA TODOS OS.DIAS UAD/0 TiRANA: Das 20 as l1 horas. O d d / Das 22 as 23 horas 25 e 42 M. 17 as e RADIO PEQUIM: Das 19 lis 20 horas Ondas de 25 e 42 M. Das 21 lis 22 horas Ondas de e 32 M.

5 A CLASSE OPERARIA 5 Sabre a condena9ao de dirigentes do PC L A Justi<;:a Militar, em Sao Paulo, vern de julgar cerca de 40 pessoas acusa~ das de pertencer ao Partido Comunista do Brasil. Proferiu senten<;:a conde nando a maior parte dos acusado~, entre os quais os camaradas Joiio Amazonas, Mauricio Grabois, Pedro Pomar, Angelo Arroio, Dineias Fernandes e Elza Monnerat, membros do Comite Central (que vivem na clandestinidade). Jmpos a cada urn a pena de 5 anos de prisiio e a perda de direitos politicos por 10 a nos. Ha rna is de uma decada, todos os membros da dire<;:ao do Partido sao ca<;:ados pelos chamados orgaos de seguran<;:a, quatro deles foram assassinados pela policia, outros encontram-se encarcerados. 2. Sistematicamente, a Justi<;:a Militar julga e condena patriotas e democratas, assim como revolucionarios brasileiros, pelo fato de se oporem decididamente ao regime ditatorial e entreguista dos generais reacion:hios. Esse, o crime. Na fase preliminar do julgamento e no curso deste, os juizes ( oficiais das For<;:as Armadas) ouvem, contrariados e amea<;:antes, depoimentos dos que passa ram pelos dirceres, descrevendo os suplicios a que foram submetidos e ate o assassinato de presos politicos. No processo contra o Partido Comunista do Brasil, varios dos envolvidos levantaram sua voz, na Auditoria, denunciando as tor turas que padeceram e o assassinio do jovem universitario paulista Alexandre Vanucchi Leme por eles presenciado na policia. Mas a justi<;:a castrense nao to rna conhecimento dos delitos monstruosos cometidos pelos esbirros policiais. An tes. procura oculta-los. Os patriotas e democratas sao condenados. OS torturadores e assassinos permanecem impunes, alguns sao ate condecorados. Ciimplice de inomi miveis selvagerias, a Justi<;:a Militar e simples pe<;:a da maquina de re pressao da ditadura fascista, instrumento para suprimir a liberdade e determinar a reclusao de iniimeros cidadaos que manifestam inconformismo com o regime atual 3, 0 Partido Comunista do Brasil e seus dirigentes, alvos do processo em questao, somente podem ser julgados pelo povo. Unicamente este tern auto ridade para apreciar a justeza ou nao de suas posi<;:oes e de seus atos. Antiga organiza<;:ao da vanguarda proletiiria, ha mais de 50 anos orienta se conforme os interesses fundamentais das massas e do pais. Opoe-se radicalmente a domina <;:iio do capital estrangeiro, sobretudo norte-americano, ao sistema injusto do latifiindio, a ditadura militar fascista. Propugna a instaura<;:ao de urn regime em concordancia com as verdadeiras aspira<;:oes da grande maioria da na<;:ao. Nao esconde seus objetivos programaticos. Face a violencia das classes dominantes e do imperialismo ianque que se aferram a seus privilegios e impedem por todos os meios a pratica da democracia, o Partido indica o caminho da revolu<;:ao como a unica saida para resolver OS problemas basicos que 0 Brasil defronta. Considera a revolu<;:ao urn direito do povo. Todavia, jamais recorreu ao metodo do terrorismo individual. Os comunistas sao partidarios das a<;:oes de massas, da auten

6 6 A CLASS E OPE RARIA tica luta popular revolucionaria. P recisamente porque assim se orier:ta e assim procede, o Partido conta com a simpatia da classe operaria, dos pobres e oprimidos, de largas camadas da populac;:ao. A nac;:ao condena a ditadura e nao o Partido Comunista do Brasil. Est a a favor dos que combat em o odios o sis tern a de governo imposto pelas Forc;:as Armadas processo movido contra o Partido, seus dirigentes e militantes e arbitra rio e ilegal, fruto do regime terrorista em que vive o pais. Os brasileiros ha rnuito tempo alcanc;:aram a maioridade civica. Tern pleno direito de organizar se e expressar suas opinioes,de lutar pelo que lhes parece sera melhor e mais convenience forma de organizac;:ao da sociedade. Este direito, no entanto, ve rn sendo espezinhado pelos militares que se arvoraram em tutores da nac;:ao. A servic;:o das forc;:as retrogradas e dos imperialistas norte-americanos, assenhorearam-se do Poder e perseguem todos os que nao aceitam sua maneira tacanha, impatri6tica e fascista de pensar. So eles pretendern ter voz ativa em nossa terra. 0 povo nao tern vez. Odiados em escala crescente, cometem toda sorte de arbitrariedades e violencias com o propos ito de sustentar a ordern apoiada nas baionetas. 5. Denunciamos a classe operaria e ao povo a far sa do proces so contra o Partido Comunista do Brasil e a condenac;:ao de varios de seus dirigentes. Tal processo vern sendo repudiado pelas organizac;:oes dernocnitica s no pals e faz parte da polltica de repressao sangrenta e de intirnidac;:ao constante as rnassas populares realizada pelos generais. Os brasileiros precisam unir-se e lutar energicamente para derrubar a ditadura a fim de acabar com o despotismo e assegurar condic;:oes que propiciem o surgimento de urn novo regime, de conteudo progressista. No momento atual, e imprescindivel cerrar fileiras em torno do movimento a favor da convocac;:ao de uma Assembleia C onstituinte livremente eleita, da Abolic;:ao de todos os Atos e Leis de excec;:ao,da Anistia Geral Partido Comunista do Brasil e indestrutivel porquc representa OS interesses presentes e futuros da grande mass a trabalhadora das cidades e do campo. A decisao da Justic;:a Militar nao abalara seu esforc;:o por tornar vitoriosa a orientac;:ao que defende. Sua direc;:ao marxista-leninista, constituida de lutadores abnegados da causa da democracia e do socialismo, nao medira sacrificios no combate ao regime de traic;:ao nacional dos generais, nem teme as ameac;:as da rea c;:ao. C urnprini seu dever junto ao povo quaisquer que sejam as vici5situdes a enfrentar. Os reacionarios e fascistas estao condenados pela Hist6ria. Triunfarao a s ideias revolucionarias. Marc;:o de 1975 A Comissao Executiva do Comite Central do Partido Comunista do Brasil

7 Feito de A CLASSE OPERARIA 7 s ignifica~ ~ o hist6rica Ern vigorosa ofensiva, res pondendo as provocac;:oes do adversario, as forc;:as armadas da Frente de Libertac;:ao do Vietna do Sul alcanc;:ararn express iva vi" toria. Des tros:ararn boa parte do exe rcito rnercenario de Van Thieu e ocupararn grande numero de provincias e importantes cidades. Tres quartos do territorio encontram-se agora ern poder dos combatentes da liberdade e da independencia nacional. Este magnifico feito e saudado em todo o rnundo como urn acontecimento de significac;:ao historica. No Vietna estao sendo fragorosamente batidos niio apenas os reacionanos e lacaios de Washington. Sao os imperialistas norte-arnericanos, principalmente, que arnargarn o po da derrota vergonhosa. Durante rnuitos anos, tudo fizeram com o intuito de ~smagar os anseios progressistas e democraticos do povo vietnamita. Sustentararn governos corruptos e fascistas. Desembarcaram centenas de milhares de "marines".para fazer a guerra contra os patriotas indochineses. Arrasaram cidades e aldeias, destruirarn a fauna e a flora por meio de agentes quimicos, espalharam o terror. Violando todas as normas do direito internacional, minaram os portos da Republica Dernocratica do Vietna e lanc;:ararn toneladas de bombas sobre a su.:t populac;:ao civil. Agiram como verdadeiros bajlilidos.!'lao cvnseguiram, porem, dobrar a vontade de luta das grandes mass;<s dessa regiao do Sudeste Asiatico. Sofreram duros e repetidos golpes, perderam dezenas de milhares de inte grantes de suas tropas. Os cabecilhas dos monopolios estadunidenses, respaldados pelos socialimperialistas sovieticos, recorreram a outros es tratagernas a fim de impedir a 1 vltoria Frente de Libertac;:ao. Tentaram, atraves das negociac;:oes de Paris, defender manutenc;:ao do status quo no campo de batalha, pensando assim prolongar injefinidamente a soluc;:ao do conflito. Queriam obrigar os vietnamitas a renunciar a seus objetivos. Estes, no entanto, nao se deixaram colher na armadilha, desmascararam todas as manobras do inimigo. 0 Acordo de Paris foi, em certa rnedida, urna vitoria sua, pois Van Thieu jamais poderia cumprir as clausulas estabelecidas. Os imperialistas ianques procuraram utilizar esse Acorilo para quebrar o animo do povo e minar -lhe a resistencia. Ernbora tivessem retirado o grosso de seus soldados, continuararn enviando a seu lacaio bilh0es de dolares,farto armarnento, enquanto seus tecnicos ajudavam a reorganizar e treinar o exercito titere que, assessorado por generais do Pentagono, chegou a contar mais de urn rnilhao de hornens. As tropas de Van Thieu ensaiararn diversas ofensivas para desalojar as forc;:as revolucionarias das zonas libertadas. Receberam o merecido castigo. As massas puderam comprovar por experiencia propria a infamia da politica de Saigon. 0 regime de Van Thieu eritrou ern cornpleta decomposic;:ao. Seus patroes da Cas a Branca, tornados de panico, esbrave jar am ameac;:as. Ford reclama verbas e rnais verbas, promete intervir militarmente, faz provocac;:oes de toda a

8 8 A -LASSE OPERARIA oraem. Mas nao consegue muddl u rumo dos acontecimentos. A guerra esta perdida para eles. Os povos recolhem a grande expenencia do Vietna. Ela ensina que urn pais pequeno e capaz de veneer urn grande; que uma pequena forc;a, se"defende uma causa justa e persiste na luta, pode transformar se numa grande forc;a; e que as ide ias corretas acabam impondo se, apesar da repressao, da violenc ia brutal do imperialismo e da reac;ao, da matanc;a indiscriminada de patriotas e revoluciona rios. Mas para veneer, o caminho so pode ser o da!uta armada. As ilusoes paci fistas levam sempre ao fracasso. A vitoria ruio chega atraves de entendimentos, detentes, atuac;ao eleitoral e parlamentar, compromissos sem principiu, embora os acordos e compromissos sejam 1\s vezes indispensaveis. Se o povo vietnamita se tivesse deixado e nlear pelos s ofismas de seus a d versarios e e-sperass e confiante o a o s Acordos de P aris, teria s em duvida sofrido urn gra ve reves. S6 a luta firme e decidida, no campo politico e no ca mpo milita r, pode g a rantir ~ o sucesso. A epoca que vivemos esta marcada por profundos sentimentos revolucionar.ios das grandes massas exploradas e oprimidas. A inda gue os imperia]istas e seus lacaios recorram ao terror fascista e as ditaduras, nao poderao abafar esses sentimentos. Apoiadas nelas, as forc;as de vanguarda orientam-se no sentido de travar combates, ~ em todos os terrenos, que mobilizem as massas e acabem derrubando os regimes retrugrados. 0 imperialismo,, o social-imperialismo e a reacc;ao mundial conjugam csforc;os, em diferentes planos,para impedir a revoluc;ao.se se lutar decididamente, seus pianos fracassarao como fracassaram no Vietna. Os exitos ~lcanc;ados pela Frente de Libertac;ao Nacional do Vietnao do Sul entusiasmam e estimulam os oprimidos de todo o mundo. 0 povo brasileiro, que vive rui onze anos sob o jugo de uma ditadura militar-fascista, de inspirac;ao ian que, rejubila-se com as conquistas de seus irmaos do Sudeste Asiatica. Salida com grande alegria seus bravos e invenciveis guerrilheiros_, seu exercito popular, o Partido dos Trabalhadores, o Governo Revolucionario Provis6rio. As lic;oes de sua gloriosa epopeia serao estudadas para tornar realidade, tambem no Brasil, os anseios progressistas das massas.

9 A CLASSE OPERARIA 9 A fala dos generais A passagem de mais urn aniversario do golpe de 1 de abril de 1964, deu ensejo a uma serie de pronunciamentos por parte dos escaloes superiores das Fon;:as Armadas. Discursos, entre vistas, ordens-do-dia de generais, almirantes e brigadeiros, acompanhados de rufos de tambor, clarinadas e ranger de botas, deram a tonica as comemorac;:oes. Como nos a nos anteriores, os generais voltaram a a tacar as greves, a bater na tecla surrada do caos e da anarquia que supostamente imperavam em principios daquele ano; tentando explicar o por que da intervenc;:ao armada. E aos que alimentam ilusoes em ~aberturas" com Geisel, responderam reafirmando sua disposic;:ao de sustentar por todos os meios o sistema antinacional e an tipopular que ins tituiram. Arrogantes como sempre, avessos a democracia e cheios de rancor pelo povo, OS militares recorreram a sofismas C fraudes para justificar suas ac;:oes. 0 ministro do Exercito, Silvio Frota, referiu-se ao comicio de 13 de marc;:o de 1964 no Rio de Janeiro para dizer que "grupos ululantes desfilaram pelas principais ruas da cidade, exala ndo odio e gritando ofensas aos militarcs,' portando "grandes bandeiras brasileiras insultuosamentc adulteradas, com a substituic;:ao da esfera azul por uma bola vermelha com simbulos comunistas da foice e do martelo". E ' aduziu: ~As greves diarias por pretextos mais fiiteis e variados, roubavam a tranquilidade a populac;:ao". Foi entao, segundo ele, que as Forc;:as Armadas decidiram intervir no processo politico' " para que o destino grandioso do Brasil retomasse seu rumo tradicional, sob o signo da cruz". 0 ministro erigiu a mentira em argumento. A nac;:ao recorda que o comicio de 13 de marc;:o teve certa protec;:ao do Exercito. Entr~ as palavras-de-ordem dominantes nesse a to, sobressaia est. - POVO E EXERCITO UNIDOS, levantada pelos partidarios de Prestes e de Goulart. s oportunistas, euforicos, proclamavam aos quatro ventos que o Exercito era ' mocnitico e estava na prac;:a publica para garantir os comicios populares... Naquela epoca, Prestes e seus corre ligionarios haviam mudado. ate o nome de seus jornais a fim de nao identifica-los nem de Ionge com a!uta de classes, seriam incapazes de usar o simbolo do proletariado tendo em vista alterar a bandeira nacional. Frota sabe muito bern disto, se deturpa OS fatos e porque tern Ia suas razoes. Mas nao faltou a verdade ao falar na "retomada do rumo tradicional". 0 golpe, na verdade, significava a liquidac;:ao das liberdades conquistadas e a volta ao velho caminho da reac;:ao aberta que tern sido a constance na vida do pais. Esse caminho, preferido pelas classes reacionarias e o imperialismo ianque, encontra nas Forc;:as Armadas, sempre contrarias ao uso das franquias democditicas pelo povo, seu sustentaculo principal. Ja o comandante do III Exercito, Oscar Luis da Silva, depois de.afirmar que, naquele periodo, "centenas de greves perturbavam o trabalho" e que "desordeiros (e assim que ele trata o povo, N.R.) eram mobilizados para fazerem numero e ameac;:as nos comicios", assinalou: ~propositadamente, afastava-se o Brasil de seus tradicionais amigos e aliados, deliberadamente afugentava-se os capi-

10 10 A :LASSE OPERARIA tais estrangeiros do pais". Foi,or isso, disse ele, que as " For<;:as Armadas que tudo observavam (... ) desencadearam o plano previsto". Pode parecer burrice, mas o general disse isto mesmo, deixando claro que o golpe objetivava manter o Brasil submetido ao "seu aliado tradicional"' is to e, OS Estados Unidos imperialista, e abrir as portas do pais a espolia<;:ao do capital alienlgena. Exatamente o que a ditadura fez nestes onze anos, transformando nossa Pa tria na terra da promissao dos trustes e monopolios e no purgatorio da grande maioria da nas:ao. Por sua vez, o comandante do II Exercito, Ednardo d' Avila, destemperou-se numa linguagem caracteristicamente nazista. Esse velho e imbecil chefe da repressao em Sao Paulo, investiu contra a liberdade de imprensa e outros meios de comunicas:ao, defendendo o embrutecimento do povo. "A massa tremenda (!) de noticias e informa<;:oes que o homem recebe hoje - disse ele - lhe tira o habito da medita<;:ao". Insurgiu-se tambem contra a critica. "Esta mass a de critica vai perturbando a consciencia popular, vai criando desesperans:as". Ate pare cia o finado Goebels ressuscitado. Denominando de "ataques violentissimos a revolu <;:ao as manifesta<;:oes de inconformismo com o atual estado de coisas, sublinhou que "nao podemos voltar aos a nos de 63 e 64, de total anarquia". Mas o centro de sua insolente oras:ao foi a defesa "dos homens da segurans:a" que estariam sendo viti mas (!) de uma campanha organizada. "Diariamente sao feitas acusas:oes aos elementos da seguran<;:a"... "Eles ficam terrivelmente marcad~s"... Espalham se boatos para "desmoralizar os elementos da seguran<;:a"... "E com eles que estamos conseguindo manter este pais em tranquilidade"... Assim falou o general; digno candidato a succssor.. do chefe da Gestapo. Os "homens da segurans:a" a que ele se refere nao sao outros senao os assassinos <: torturadores de patriotas e democratas, o bando de criminosos fascistas qut compoem os chamados orgaos de repressao, cujos crimes barbaros e desumanos nada ficam a clever aos dos policia is hitleristas.., A fala.dos generais e bern urn retrato da situas:ao presente. Sentem cada dia mais que o povo brasileiro niio aceita seu regime fascista, responsavel em boa medida pela crise profunda e generalizada que o Brasil a travessa. Eles se dao conta dos protestos que se adensam,- da repulsa geral a sua politica atrabiliaria, entreguista e esfomeadora das massas populares. Veem crescer em toda parte a exigencia para que o goverrlo informe a respeito do destino de iniimeros detidos, de dezenas de pessoas desaparecidas nas masmorras da policia politica. Sem poder apresentar sequer os cadaveres de suas vitimas, apavoram-se ante a revolta que seus crimes estao provocando. Por is to, neste 1 de abril vomitaram odio ao p >vo, apelaram para o embuste e fizeram ameas:as. Uma parte deles nao esta de acordo nem mesmo com as manobras que Geisel realiza visando a salvar o sis'tema e a institucionalizar o fascismo. Teme que essas manobras possam redundar em maior impulso a luta antifascista. Quer evitar a todo 0 custo que 0 es quema atual de repressao sofra quaisquer altera<;:oes, convencida de que a ditadura SO se podera manter utilizando, em ampla escala, OS metodos terroristas e a persegui<;:ao desenfreada a patriotas e democratas. Embora em seus discursos e ordens-do~i.a os generais falassem em unidade e coesao em torno do chefe superior, a divisao entre camarilhas militares acen tua se, estando em jogo niio problemas de fundo mas de.procooimentos quanto a cont. na pag. 16

11 A CLASSE OPERARIA CHINA: Vitoria do socialismo A China e hoje urn exemplo privilegiado de como OS povos podem resolver seus problemas fundamentais, por mais intricados e vultosos que sejam, desde que sigam o caminho do socialismo. Civilizar;ao Jas mais antigas da Historia, suas imensas riquezas, seu vasto territorio e seu grande povo sempre foram objeto de cobir;a de conquistadores, colonizadores e imperialistas. A decisiva e preliminar questao da completa independencia nacional foi resolvida em 1949, somente depois que o povo chines travou uma prolongada guerra popular contra os agressores japoneses e seus riteres internos e libertou o pais. 11 '. A China era entao economicamente atrasada, semifeudal, com costumes arcaicos que lhe embarar;avam a existencia. A forr;a de trabalho de seus homens, das mai s depreciadas do mundo, era traficada para outros paises por mercadores inescrupulosos. Os generos de primeira necessidade, escassamente produzidos, faltavam para as amplas massas populares. As secas ou as enchentes transformavam-se em calamidades peri6dicas, que se abatiam como fatalidade sobre a popular;ao. Es ta vi via explorada e embrutecida, afastada dos beneficios da civ i lizar;ao, carcomida pela miseria e pela doenr;a. Morrer de fome nao lhe era estranho, mas ate vulgar. Com a implantar;ao de urn regime de ditadura do proletariado e a subsequente construr;ao do socialismo abriu-se a China a perspectiva da solur;ao de todos os s eus problemas. Eliminada a propriedade privada sobre os meios de produr;ao, em seu lugar foram estabelecidas basicamente duas formas socialistas de propriedade: a estatal, de todo o povo, e a de grupo, no campo. Nesta base, o lucro foi sendo suprimido como objetivo da produr;ao e a economia pode desenvolver-se planificadame.nte, em funr;ao dos interesses populares. 0 governo revolucionario enfrentou, desde o lntcw, o problema da fome e do abastecimento da popular;ao. Em urn pais habitado por centenas de milhoes de homens, esta era uma questiio inadiavel e de evidente aificuldade. Por isso considerou-se prioritario o desenvolvimento da produr;ao agricola. A conformar;ao do novo modo de produr;ao na agricultura foi urn processo complexo, implicou experimentar;oes, inovar;aes, paciencia para se avanr;ar com as rna ss as cam pone sas. Liquidado o sistema latifundiario, desenvolveram se dife_ rentes tipos de cooperativas ate se chegar ao sistema comunal, hoje implantado em todo o campo chines. A comuna nao e apenas uma organizar;ao do trabalho das massas, como a cooperativa. Ela organiza e dirige OS diferentes setores da atividade de sua area comunal. E uma unidade oosica de poder. Trata dos problemas da agricultura, industria, transporte, educar;ao, saiide, assistencia aos velhos, etc. Conta com a sua milicia armada.

12 ~r A CLASSE OPERARIA 0 trabalho na comuna, sumamente racionalizado, permite alta produtividade. A comuna e organizada em brigadas de produr;:ao e as brigadas em grupos de produr;:ao. 0 numero desta:; uj! idades varia. Em uma comuna situada nos arredores de Pequim, de tamanho cdio, existem 16 brigadas e 135 grupos de produr;:ao. Em sua area vivem 40 mil pessoas. 0 trabalho produtivo coma ai com 29 tratores entre grandes e medios, 1 50 tratores pequenos e 60 caminhoes trabalhadores operam seis pequenas empresas agroindustriais, entre as quais uma criar;:ao de 50 mil patos e outra de 34 mil porcos. Essa comt na executou, desde a Revolur;:ao Cultural, mais de 30 quil&metros de canais subterraneos, instalou 600 bornbas eletricas e 7 estar;:oes de distribuir;:ao de agua. Com tudo isso, sua produtividade atingiu indices dez vezes maiores que OS da epoca da libertar;:ao. Com semelhantes alterar;:oes na estrutura produtiva, o volume da produr;:ao agricola da China elevou-se a nivel muito alto. Em 1974, a produr;:ao de cereais chegou a 270 milhoes de toneladas, significando, em media, 340 kg por habitante. A China, o pais mais populoso da Terra, conseguiu resolver o problema do abastecimento basico de todo o seu povo que, assim, ja nao conhece a fo~ me. Importantes exltos tambe~ foram conseguidos na industrializar;:ao, fator dirigente do desenvolvimento nacional. A amostra permanente da industria de Xangai expoe uma va riedade da produr;:ao indus tri a l de pequeno e grande porte e dt:' elcvado nivcl tecnico. Os produtos mostrados vao desde pequenos tratores agelcolas ate caminhoes ba scula ntes de 32 tonelada s, im e ns os turbo-geradores, modernos micro.scopios eletronicos e computadores de nova gera r;:ao. Destacada foi a vitoria conseguida no setor de oleo combustive!. Com reservas petroliferas terrestres e submarinas que vao a 500 bilhoes de toneladas, a China desenvolveu urn esforr;:o concentrado para explora-las, sobretudo a partir da decada de 60. Em 1973, a produr;:ao do oleo foi a mais de 52 milhoes de toneladas, urn milhiio exportado. Ascendeu a 65 milhoes em 1974, quando foram ven didos ao exterior 5 milhoes de toneladas. A China conseguiu auto-abastecer-se de petroleo e ate exporta~lo, em certa medida. Em todos os demais setores da vida do povo, profundas foram as transformar;:oes ja ocorridas e profundas as que estao ainda em curso. No mesmo processo em que se edifica o novo sistema economico socialista, cortando-se pela r&iz a possibilidade da explorar;:ao do homem pelo homem, modela-se tambem urn novo conjunto de supcrestrutura politico-social, voltado para a satisfar;:ao das necessidades das amplas massas. A toda a popular;:iio sao assegurados os servir;:os basicos, como assistencia medico-sanitaria, denciria, farmaceutica e escolar. A velhice descansa, em seguranr;:a, nas chamadas «Casas de Respeito aos Velhos". E, em cada urn desses setores, desenvolve-se o seu particular movimento de revolucionarizar;:ao. 0 sistema escolar, por exemplo, apos a grande vitoria politica da Revolur;:iio Cultural, entrou na etapa que agora vive, a da revolur;:iio na educar;:iio. Objetiva-se p()r o ensino inteiramente voltado para a formar;:iio de trabalhadores consciences e cultos, desenvolvidos moral, fisica e tecnicamente. Para tanto, busca-se em cada escola, faculdade, curso ou cadeira, a forma apropriada de participar;:iio ativa dos alunos na luta de classes, na produr;:iio e na experimen-

13 A CLASSE OPERAR IA 13 ta<;:ao cientifica. Reestruturam-se os curriculos, os sistemas de ensino, as formas e os criterios de s elec;:ao, promoc;:ao e admissao na Uni versidade. De flagra -se urn combate especifico as antigas ideias e costumes confucianos, buscando se naquelas origens rea cionarias remotas, o pa::10 de fundo ideol6gico de manifesta<;:oes contra-revolucwnarias recentes, como a tentativa de restaurac;:ao capitalista feita por Lin Piao e sua camarilha. A China de hoje, por representar no nivel mais avantajado a nova sociedade socialist a do futuro, face a ve lha sociedade ca pitalista condenada, atrai para s i o rancor da reas:ao mundial, particularmente o das duas superpotencias. Nessas condis:oes, a defesa nacional e objeto de apurada atens:ao dos dirigentes e do povo. 0 Exercito Popular de Libertac;:ao, exercito de tipo novo, que mobiliza em profundidade o a lto espirito revoluciona rio de seus combatentes, junta me nte com o das dezenas de mi lhoes de efetivo s milicianos, acha-se plenamente capacitado a cumprir o seu papel. Mas todo o povo esta preparado para defender-se e te rn pianos de defesa. Sinal dis to e que todas as grandes cidades, com milhoes de habita tes, e ainda as medias e as pequenas disp()em de e xtensos tiineis onde abrigar a populac;:ao em caso de bombardeio de qualquer especie. Esses tiineis sao dotados de anfiteatros, pequenas fabricas e oficinas, comercio, centrais eletricas, hospitais, alojamentos, servis:o de comunicac;:ao interna e ate de modernos equipamentos para a filtragem de ar eventualmente contaminado por radiac;:ao atomica. Ao cabo de vinte e seis anos de edificac;:ao socialista, a sociedade chinesa Ja nao vive os dramas da fome, desemprego, mendicancia, me nor abandonado, prostitui<;:iio, inflas:ao, crise energetica e economica, opressao, perseguic;:ao, ter ror e tantas outras mazelas que sao a 'constante do mundo capitalista. Decisivo papel para a conquista destas esplendidas vit6rias jogou o destacamento de vanguarda da classe operaria - o Partido Comunista da China. Aplicando corretamente as verdades nniversais do marxismo-leninismo a realidade concreta do pais, o PC da China, dirigido sabiamente pelo grande lider do povo chines, o camarada Mao Tsetung, resolveu os inumeraveis problemas que apareceram no curso do processo hist6rico e levou a libertac;:ao e ao socialismo. Ap6s a tomada do Poder, compreendendo que a!uta de classes continuava nas novas condi c;:oes da ditadura do proletariado, o Partido segui u sua gloriosa trajet6ria, alcanc;ando maiores exitos. A realizac;ao da Grande Revoluc;ao Cultural Proletaria e o desmascaramento das camarilhas de Liu Shao-Shi e de Lin Piao garantiram a continuidade da revoluc;ao e impediram a restaurac;ao do capitalismo. A hist6- ria do PC da China e a do seu provado dirigente, Mao Tsetung, identificam-se com a propria historia recente da classe operaria e do povo chineses. A existencia da China Popular, desenvolvendo-se a passos tao largos e resolve ndo os problemas de sua numerosa populac;:ao, aponta aos povos o iinico caminho que Ihes permitira liquidar todos os seus tormentos - o Ja verdadeira libertac;:ao e do socialismo.

14 14 A CLASSE OPERARIA Salario minima de fame No inicio do mes de marfi=o, 0 governo enviou ao Congresso 0 projeto de lei que desvincula o salario-minimo do calculo de a lugueis, prestafi=oes da compra de casa propria, mult.1s de transito e outras obrigafi=oes. Dizem as autoridades ditatoriais que o :iesligamento do salario-minimo de qualquer especie de correfi=ao de prefi=os representa urn alivio para o governo que, ate agora, tern pensado duas vezes antes de reajusta-lo, devido as suas repercussoes inflacionarias. Com isso procura atribuir a vinculafi=iio 0 seu baixo poder aquisitivo. Entretanto, niio foi a vinculafi=iio que determinou a queda do valor do salario-minimo, e nem sera sua desvinculafi=ao que determinara o aumento do seu poder de compra. Desde que assaltaram o Poder em 1964, os militares trafi=aram sua politica salarial. Ela esci subo: dinada a politica economica cuja essencia e desenvolver o pais abrindo as portas ao capital estrangeiro, exportar o maximo para conseguir divisas; manter os salarios ba ixos para que as mercadorias exportaveis sejam de menor custo permitindo ele va do lucro e prefi=os competitivos no mercado externo; mao-de-obra barata para a trair novos investimentos do exterior, ;:tssegurando taxas de lucros altas e s e gura nfi=a aos investidores, ou seja, garantia d e que a classe operaria se deixe explorar pacificamente, sem lutar por suas reivindicafi=oes. Foi a custa da mai s violenta repressiio que conheceu nosso povo, de pris0es de patriotas, de operarios combativos, intervenfi=oes nos sindicatos, proibifi=oes de greves, que se levou a pratica essa orientafi=iio. Ao mesmo tempo fez-se uma imensa campanha publicitaria de que o Brasil se desenvolvia espe tacularmente, melhorava a situafi=ao e era preciso o povo ter urn pouco mais de paciencia, pois o bolo estava crescendo e os trabalhadores receberiam oportuna mente sua fatia. De fato o bolo cresceu, porem quem o comeu nao foram os que trabalham, mas sim os grandes capitalistas nacionais e estrangeiros e s e us lacaios. Nesses ooze anos, a classe openiria ficou mais pobre e os ricos nais ri cos. Os contrastes na sociedade brasileira se tornaram gritantes. No B r. s il, urn milhao de habitantes apossa-se de maior quantidade da renda naci.onal do que outros cinquenta milhoes. Se a situafi=ao dos operarios piorou, ada camada que re cebe sahirio-minimo se tornou gravissima. Ma is da metade dos trabalhadores brasileiros ganha s alario -minimo ou menos ainda. Este e urn dos mais baixos do mundo cruzeiros ou 52 dolares. Curante estes ooze anos de ditadura o seu valor real re duziu s e a menos de 50%. Segundo o Departamento lntersindical de Estatisticas e Estudos Socio-Economicos (DIEESE) para restabelecer o poder aquisitivo vigente em 1958, o atual salario-minimo deveria ser de cruzeiros. Com o minimo d e Cr$ 415,00, urn trabalhador mal ganha rara a alimentafi=ao. Descontando b% para o INPS, restam-lhe Cr$ 381,80. Ora, em Sao e no Rio, urn quilo de arr ~z custa 4,20; feijao, 5,50; carne de segunda, 14,00; batata, 2,50; macarriio, 9,00; cafe, 13,20; uma duzia de ovos, 4,00; uma lata de Ieite em po de 400 grms., 9,60; uma duzia de banana, 2,50, etc. Em :>Utros Estados OS prefi=os sao mais elevados. Alem da comida ele gasta com aluguel de casa, roupa, calfi=ado, remedio, transporte, artigos de higiene, etc. 0 aluguel de urn quarto (utilizando a cozinha) cus

15 A CLASSE OPERARIA ta 400 cruzeiros mensais; uma casa pequena, acima de 800 cruzeiros. Se for solteiro e tiver que pagar pensao gastani, no minimo, de 700 a 800 cruzeiros por mes. Uma refei~ao simples custa 10 cruzeiros. 0 openirio casado e obrigado a morar em fave las ou casebres nos con fins do mu ndo, para fugir aos a lugueis exorbitantes. Desse modo, para sobreviver, o trabalhador de sahirio-minimo tern que fazer 4 a 5 horas extras por dia e nao pode dar escola aos filhos que o ajudam, desde cedo, trabalhando, engraxando sapatos, vendendo alguma coisa. A miseria, a 15 pros tituu;:ao, a delinque ncia sao crias do capitalismo, mas cresceram com uma rapidez maior durante o reinado dos militares. As mulheres e os filhos dos assalariados s a o OS grandes pre judicados. Encontram-se subnutridos, mal vestidos, impedidos de estudar. Os que produzem as riquezas vi vem sacrificados e explorados. Sao as maiores vitimas do " milagre brasileiro". Os bene ficiados constituem uma rninoria, juntamente com parasitas ladroes dos cofres publicus. A nova politica para o sahirio-minimo e demagogica. Usando a mesma tecnica anterior, ten tam as autoridades enganar os trabalhadores dizendo que a situa~iio agora vai melhorar. Sentindo o descontentamento crescente contra o atual regime, OS militare S omnobram, procurando a)imentar ilusoe S entre OS opedirios. 0 pas sado, afirmavam ser necessario esperar o bolo crescer para depois reparti-lo. Presentemente, dizem que e preciso ter urn pouco de paciencia, que o reajustame nto deve ser progressi vo, realizar-se a Iongo prazo, pois urn 3.ume nto que recuperasse o poder aquisitivo do salario de onze anos airas teria um e feito altamente intlacionis ta. Agora, na o se pode conceder urn aumcnto muito alto porque tambcm "provocad. infla ~ ao". Desde qua ndo a melhoria d e s a Lirios e fonte de infla~ a o? Ao contrario, us aumentos s a la ri a is se d a o e m consequencia da e l e va ~a o dos pn:~ o 0 ano pa ssado tivemos uma infla ~a o d e 35% (os gencros de prirneira nec e s s idad e subira rn 4 3 ~ ~); no enta nto, a majora<;:ao no sabirio -mlnirno foi insignificante, redundando porta nto e m queda do s e u va l,>r renl. Na bora e m que se cogita d e

16 16 A CLASSE OPERARIA urn aumento de cern, duzentos ou trezentos cruzeiros nos salirios logo surgem os "defensores da patria" com o espantalho da inflac;:iio. Mas nada dizem quandll seus soldos e vencimentos sao elevados em mais de 3 mil cruzeiros. lloje para o salario-minimo recupr rar o antigo valor nccessita de urn aumento de 900 cruzeiros, de maneira tota l e nao gradativa. f: a linica forma de diminuir esse enorme contraste exis tence na sociedade brasilcira. Se urn executivo percebe proventos 100 a 200 vezes superiore.s aos do oper~rio, se urn general pode ter urn soldo 40 vezes ma ior que o salario-mlnimo, por que este nilo pode ser reajustado para cruzeiros? E o aumento nao pode scr dado a custa de trabalhadores que ganham salarios mais elevados, mas retirados dos altos lucros patronais.a-; grandes empresas nacionais e estrangeiras tern conseguido elevados ganhos a base da explorac;:ao dos operarios. Algumas chegam a lucrar ate 80% sobre o capital. Trata-se, portanto, de tirar de uma parte dos lucros o reajustamento necessaria. Para isso a classe openhia precisa mobilizar sua s forc;:as e organizar se pois a chave da vit6ria esta na sua organizac;:ao. Somente confiando em si mesma, lutando por suas reivindicac;:oes mais sentidas e contra a ditadura milit.lr e que ale an~ ar.'\ uma vida mclhor. A FALA DOS GENERAlS cont. da pa g. 10 subjugac;ao do povo e de interesses de grupos. Geisel sente se acuado face a declarac;oes de alguns com{xirsas. Aproveita, no en tanto, a oportunidade para tentar atrair os setores politicos do centro alegando que precisa de apoio a fim de enfrentar bs "radicais" de dire ita, enguanto procura isolar as forc;as mais combativas. Ao mesmo tempo, prepara novos atentados aos direitos civis, urde a cassac;ao de mandatos, atendendo exigencias das chamadas areas de seguran c;a nacional, onde pontificam os fascistas mais empedernidos. Finge opor-se aos metodos do governo anterior, mas nao mexe, 0 minimo gue seja, nos orgaos repressivos. Diz que nao pode responder pelo "desaparecimento" de presos antes de sua posse, porem essa pratica continua depois de 15 de marc;o de E a onda de prisoes, de torturas, de violencias policiais cresce sem cessar. A virulencia de linguagem dos generais nao e sinal de forc;a. Estao isolados, quanto mais investem contra o povo mais se afundam. A maioria da nac;ao quer liquidar a ditadura e podera faze lo. Compreende cada vez melhor gue os de tea tores do Poder fecharam OS caminhos as soluc;oes pacificas. Desenvolvendo ampia e combativa campanha por uma Co!lstitui:Ite livremente eleita, pela Abolic;ao de todos os Atos e Leis de excec;ao e pela Anistia geral unira suas forc;as e levani de vencida a resistencia dos fascistas. A reac;ao nao e tao s6lida como procura apresentar-se. Ate mesmo nas Forc;as Armadas ha brechas - os soldados e marinheiros, cabos e sargentos assim como oficiais de menor graduac;ao poderao unir-se ao povo na medida em que se intensifique a luta e se fortalec;a uma firme oposic;ao ao regime militar. 0 combate dos operarios, dos camponeses, dos estu dantes, dos artistas e intelectuais, da grande massa da populac;ao pela liberdade e por seus direitos, o protesto contra o banditismo policial, a ac;ao armada no interior tornarao mais frage is e inseguras as pos ic;oes dos despotas que governam o pais. Neste l 0 de abril, os genera is disseram uma vez mais que nao abandonarao o P ode r. 0 povo tera que d e rruba-los.

17 A CLASSE OPERARIA 17 Roteiro de «A CLASSE» PRIMEIRA FASE / de Maio de Julho de Maio 1928 Meados de 1929 De 1930 a De 1936 a1939 Principios de 1940 Surge uma nova imprensa no pais. A CLASSE OPERARIA, orgao central do Partido Comunista do Brasil, edita seu primeiro numero. Traz como legenda - UM JORNAL DE TRABALHADORES FEITO PARA TRABALHADORES. Tiragem inicial: 5 mil exemplares, vendidos nas fabricas enos sindicatos. Sem qualquer justificativa legal, A CLASSE OPERARIA e fechada pelo governo. Sua tiragem e distribuis:ao vinham aumentando rapidamente. Reaparece novamente A 'ct.asse OPERARIA. Denuncia com vigor a exploras:ao das mass as trahalhadoras e a politic a reac ion aria de Washington Luiz. Divulga orientas:ao do PC do Brasil e da III lnternacional. A redas:ao de A CLASSE OPERARIA, no Rio, e invadida pela policia e depredada. 0 mes mo ocorre com sedes de sindicatos. 0 jornal nao pode mais ser impresso legalmente. A partir dai circula na clandestinidade. Apos os acontecimentos de 1930 que culminam com a derrubada do regime existente e a instauras:ao do governo discricionario de Gerulio Vargas, A CLASSE enfrenta odiosa perseguis:ao policial. Saliente papel e desempenhado pela A CLASSE OPERARIA na preparas:ao da insurrei~o nacional libertadora. Derrotado o movimento dirigido pela ANL, a repressao abate-se furiosamente contra o jornal dos comunistas. Apesar da descoberta pela policia de varias de suas oficinas e do assassinato de graficos que a imprimem, A CLASSE aparece sempre, estimulando os comunistas e todos os patriotas a combater o fascismo. Os beleguins de Felinto Muler, assessorados pela Gestapo de Hitler, conseguem calar temporariamente a poderosa voz da imprensa proletaria. A CLASSE desaparece. 0 PC sofre urn duro golpe. Sua dires:ao e encarcerada.

18 18 A CLASSE OPERARIA SEGUNDA F ASE /1953 Maio 1945 Com a derrota do nazi-fascismo na II Guerra Mundial e a decomposir;:ao do Estado Novo, A CLASSE OPERARIA volta a circular legalmente. Exprime a opiniao de urn forte Partido Comunista com cerca de 200 mil membros. Bandeira de luta das massas po ~:ulares e de defesa da democracia, alcanr;:a grandes tiragens. E reeditada em varios Estados. De 1946 a Durante o govem o reacionario do general Dutra, A CLASSE torna a ser proibida de circular varias vezes, sem nenhum fundamento. Em 1948 e compelida a s uspender s ua publi car;:ao. Tam bern centena s de sindica tos s ofre m i ntervenr;:ao minis terial. A CLASSE OPE RARIA reaparece publi camente. Mas a repre ssa o contra e la continua: e a pree ndi da nas bancas dos jorna l e iros, seus vendedores sao vitimas de toda a sorte de vexames. Devido a repressao, A CL ASSE OPERARIA de ixa de ser editada. (Com o s urto revis ionista no Partido e a trai r;:ao de P re s tes ao ma rxismo-leninismo /57 - toda tentativa de reedita-la e a bandon ada). T ERCEIRA FASE- 1962/ 1964 Man;o 1962 Uma nova fase revolucionaria se inicia para A CLASSE OPERA RIA. Volta a circular legalmente, tendo como diretor o camarada Mauricio Grabois e como redator-chefe o camarada Pedro Pomar. Porta-voz do autentico Partido Comunista do Brasil, marxista leninista, reorganizado em fevereir_? desse ano, o jornal cumpre uma das mais importantes tarefas. E o centro do combate ao revisionismo contemporaneo. Em seu primeiro numero; publica o MANIFESTO-PROGRAMA e o DOCUMENTO EM DE F ESA DO PARTIDO, ambos aprovados na CONFERE C IA NAC IO AL EXTRAORDIN ARIA de fevereiro. Sua tiragem de 60 mil exemplares, foi to talmente esgotada. Agosto 1962 Em seu editorial «Preparar-se P a ra a Luta em Todos os Terrenos ", A CL ASSE as sinala: "As forr;:as revolucionarias, ao mesmo te mp:> que lutam por urn governo popular revolucionario, tern o clever de o rganiza r a luta do povo, as a r;: oes de massas contra a carestia de vida, pela reform a agraria radical, pel a solur;:ao dos problemas de abastecimento, pelas Iiberda des". E adiante : " No caso e m que a crise politica assuma urn ca rater mais p rofundo, com atritos de maior ampli tude entre os grupos das classes dominaotes, e preciso estar em condi r;:oes de enfrentar 0 imperialismo, o latifundio e seus agentes em todos os terrenos.

19 Julho 1963 Marc;:o 1964 Abril 1964 A CLASSE OPERARIA 19 A CLASSE traz, em suas paginas, o importan~e documento do Comite Central do Partido Comunista do Brasil, intitulado RES POSTA A KRUSCHOV. Ai se desmascara a politica revisionista do PCUS e as infamias do seu principal dirigente contra a China Popular, ao mesmo tempo que se faz fundamentada defesa do Partido reorganizado. lmprime legalmente seu ultimo numero. Nele, A CLASSE OPERA RIA desmascara a posic;:ao de Prestes que procura adormecer a vigili:incia do povo ao afirmar numa rede de televisao em Sao Paulo que a reac;:ao estava definitivamente batida, oferecendo simultaneamente seus prestimos a burguesia paulista. A CLASSE OPERARIA e fechada pelos golpis tas. QUARTA FASE - Comec;a em de maio de 1965 A partir de meados de 1965 Volta a circular na clandestinidade. No editorial, "Trincheira de Luta",le::se: "Ha pouco m~is de urn ano era arbitrariamente suspen~a A CLASSE OPERARIA, combativo e valoroso orgao do proletariado revolucion~hio". "A velha CLASSE, herdeira das mais gloriosas tradic;:oes revolucionarias dos trabalhadores brasileircs, em especial dos comu:1istas, foi urn dos primeiros alvos da reac;:ao policial-militar que varre furiosamente o pais: Sua redac;:iio foi invadida, depredada e, ate ao presence, encontra-se interditada. Pela forc;:a e pelo arbitrio, o porta-voz do PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL calou-s~ temporariamente". "Hoje, sua palavra se faz novamente ouvir. E mais uma fase de sua heroica. "'., exl stenc1a. A CLASSE OPERARIA edita na clandestinidade 96 numeros. Sua feic;:iio gnifica aparece bastante diversificada, uma vez que e impressa em varios Estados de acordo com as condic;:oes locais. Publica propaganda revolucionaria marxista-leninista, documentos do Partido, criti cas ao revi sionismo e as tendencias aventureiras pequeno-burguesas, analises da situac;:ao politica e orientac;:oes para a luta de massas, artigo_:; sobre a vida dos trabalhadores e do povo,. materiais da resistl'ncia armada do Araguata. Entre os trabalhos publicados: - Resoluc;:ao do C.C. do PC do Brasil intitulada TODA SOLil)A RIEDADE AO POVO DO VIETNA (junho 1965) - --Resoluc;:ao d2 C.C. do PC do Brasil de APOIO A LUTA DO POVO DE SAO DOMINGOS (junho 1965) - Carta Aberta a Fidel Castro (abril 1966) - Apoiar a Grande Revoluc;:ao Cultural Proletaria (maio 1967) - Desenvolver a Luta ldeologica e Fortalecer a Unidade do Partido (Resoluc;:ao do C.C. do PC do Brasil - junho 1967) Alguns Problemas da Si tuac;:ao lnternacional - Enver Hodja (abril 1968)

20 20 Dezembro 1972 Fevereiro 1975 A CLASSE OPE RARIA - Declaras:ao do C.C. do PC do Brasil sobre a invasao da Checoslovaquia pela Uniao Sovietica (setembro de 1968) - Mensagem do C.C. do PC do Brasil ao Partido do Trabalho da Albania e congratulas:oes e apoio pelo rompimento com o Pacto de Varsovia (setembro 68) Na Terra Onde Floresce o Socialismo (artigo de Mauricio Grabois sobre a Albania - julho 1969) Atualidade do Pensamento de Lenin.(abril 1970) "Povos de Todo o Mundo, Unamo-nos! Derrotemos os Agressores Norte-Americanos e Todos os seus Lacaios! (Declaras:ao de Mao Tsetung, junho 1970) - Solus:oes Ilusorias (sobre os acontecimentos no Peru, Chile e Bolivia, janeiro 1971)' - 0 Povo Conquistadi a Verdadeira lndependencia (setem. bro 1972). Comunicado do C.C. do PC do Brasil sobre a morte dos camaradas Carlos Danielli, Lincoln Oest, Luis Guilhardini (fev~ /mars:o 1973) - Saudas:ao aos Guerrilheiros do Araguaia (abril/maio 1973) Acerca da Lura Antiimperialista (julho 1973) Em Defesa do :Povo Pobre e pelo Progresso do Interior (agt. 1974) A policia invade o local onde e impressa A CLASSE OPERARIA, em Sao Paulo. Confisca suas maquinas, prende e tortura OS que nelas trabalham. Em seu m:lnh:ro 95, publi ca a resolus:ao do C. C. do PC do _Brasil sobre a comemoras:ao do 50 aniversario da fundas:ao de A CLAS SE OPERARIA, jornal dos marxistas-leninistas brasileiros.

A CONSTRUÇÃO DO MODELO SOVIÉTICO E O SEU IMPACTO NO MUNDO

A CONSTRUÇÃO DO MODELO SOVIÉTICO E O SEU IMPACTO NO MUNDO A CONSTRUÇÃO DO MODELO SOVIÉTICO E O SEU IMPACTO NO MUNDO Império russo (início do século a 1917) Território * Governo Maior império da Europa, estendendo-se da Ásia ao pacífico * Monarquia absoluta e

Leia mais

TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA

TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA DOLOROSA: O NAZISMO ALEMÃO A ascensão dos nazistas ao poder na Alemanha colocou em ação a política de expansão territorial do país e o preparou para a Segunda Guerra Mundial. O saldo

Leia mais

Revolução de 1930. Fatores: Crise de 1929. Movimento Tenentista. Resultado das eleições.

Revolução de 1930. Fatores: Crise de 1929. Movimento Tenentista. Resultado das eleições. Revolução de 1930 Revolução de 1930 Fatores: Crise de 1929. Movimento Tenentista. Resultado das eleições. Revolução de 1930 Responsável pelo fim da chamada Política café com leite Política café com leite

Leia mais

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas Sessão Solene Comemorativa da Implantação da República 05.10.2010 A Revolução Republicana de 1910 Ao assinalarmos cem anos sobre a Revolução Republicana

Leia mais

Período Democrático e o Golpe de 64

Período Democrático e o Golpe de 64 Período Democrático e o Golpe de 64 GUERRA FRIA (1945 1990) Estados Unidos X União Soviética Capitalismo X Socialismo Governo de Eurico Gaspar Dutra (1946 1950) Período do início da Guerra Fria Rompimento

Leia mais

Na ditadura não a respeito à divisão dos poderes (executivo, legislativo e judiciário). O ditador costuma exercer os três poderes.

Na ditadura não a respeito à divisão dos poderes (executivo, legislativo e judiciário). O ditador costuma exercer os três poderes. Ditadura: É uma forma de governo em que o governante (presidente, rei, primeiro ministro) exerce seu poder sem respeitar a democracia, ou seja, governa de acordo com suas vontades ou com as do grupo político

Leia mais

INDICAÇÃO Nº DE 2005 (Do Srº Babá)

INDICAÇÃO Nº DE 2005 (Do Srº Babá) INDICAÇÃO Nº DE 2005 (Do Srº Babá) Sugere ao Poder Executivo, a imediata retirada das tropas brasileiras do Haiti, e indica a necessidade de revogar o Decreto Legislativo nº 207, de 19 de maio de 2004,

Leia mais

CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA. Os últimos anos da República Velha

CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA. Os últimos anos da República Velha CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA Os últimos anos da República Velha Década de 1920 Brasil - as cidades cresciam e desenvolviam * Nos grandes centros urbanos, as ruas eram bem movimentadas, as pessoas

Leia mais

Violência homicida. Diferenças regionais

Violência homicida. Diferenças regionais 1 de 6 31/01/2014 23:35 Aumentar a fonte Diminuir a fonte VIOLÊNCIA CORPO NO CHÃO Morto em outubro de 2012, em Itaquera, Zona Leste paulistana: mais uma entre as mais de 40 mil pessoas assassinadas no

Leia mais

AULA: 17 Assíncrona. TEMA: Cidadania e Movimentos Sociais DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES HISTÓRIA

AULA: 17 Assíncrona. TEMA: Cidadania e Movimentos Sociais DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES HISTÓRIA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA AULA: 17 Assíncrona TEMA: Cidadania e Movimentos Sociais 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Conteúdos: China: dominação

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 05 DE AGOSTO PALÁCIO DO PLANALTO

Leia mais

Período Populista (1945/64)

Período Populista (1945/64) Período Populista (1945/64) INTRODUÇÃO Período de Democracia, sem censura e eleições direta (o( o povo vota) para presidente. O mundo encontrava-se no Período de Guerra Fria : Capitalistas (EUA) X Socialistas

Leia mais

Acerca da Luta Armada

Acerca da Luta Armada VALOR E VIOLÊNCIA Acerca da Luta Armada Conferência Pronunciada no Anfiteatro de História da USP em 2011 Wilson do Nascimento Barbosa Professor Titular de História Econômica na USP Boa noite! Direi em

Leia mais

LEI DO SORTEIO MILITAR

LEI DO SORTEIO MILITAR LEI DO SORTEIO MILITAR Em 1874 uma lei modificou o sistema de recrutamento militar no Brasil, até então constituído pelo voluntariado ou pelo recrutamento forçado, instituindo o sorteio para o serviço

Leia mais

CONFLITO EM GAZA: ENTENDA A GUERRA ENTRE ISRAEL E OS PALESTINOS

CONFLITO EM GAZA: ENTENDA A GUERRA ENTRE ISRAEL E OS PALESTINOS CONFLITO EM GAZA: ENTENDA A GUERRA ENTRE ISRAEL E OS PALESTINOS Um assunto que volta e meia ocupa as manchetes de jornais do mundo inteiro há décadas é a questão sobre o conflito entre israelenses e palestinos

Leia mais

REVOLUÇÃO FRANCESA. Por: Rodrigo A. Gaspar

REVOLUÇÃO FRANCESA. Por: Rodrigo A. Gaspar REVOLUÇÃO FRANCESA Por: Rodrigo A. Gaspar REVOLUÇÃO FRANCESA Influência dos valores iluministas Superação do Absolutismo monárquico e da sociedade estratificada Serviu de inspiração para outras revoluções,

Leia mais

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE Roberto de Paula Alvarenga RANGEL 1 Claudio José Palma SANCHEZ 2 RESUMO: O presente trabalho busca abordar um breve

Leia mais

Getúlio Vargas e a Era Vargas

Getúlio Vargas e a Era Vargas Getúlio Vargas e a Era Vargas http://www.suapesquisa.com/vargas/ AGOSTO RUBEM FONSECA Getúlio Vargas e a Era Vargas: ASPECTOS A RESSALTAR Vida de Getúlio Vargas; Revolução

Leia mais

Frente contra as guerras e intervenções imperialistas

Frente contra as guerras e intervenções imperialistas Pelo Socialismo Questões político-ideológicas com atualidade http://www.pelosocialismo.net Publicado em: http://inter.kke.gr/news/news2011/2011-05-04-eliseo-artho Tradução do inglês de MF Colocado em linha

Leia mais

Palestina - em defesa da nação oprimida

Palestina - em defesa da nação oprimida Palestina - em defesa da nação oprimida Que o Hamas entregue armas à população! Derrotar a ofensiva sionista com o levante das massas palestinas! Unidade dos explorados do Oriente Médio para enfrentar

Leia mais

Prof. Thiago Oliveira

Prof. Thiago Oliveira Prof. Thiago Oliveira Depois da 2ª Guerra Mundial o Brasil passou por um período de grandes transformações no campo da política, economia e sociedade, superando o Estado Novo de Getúlio e experimentando

Leia mais

A DITADURA BRASILEIRA DE 1964

A DITADURA BRASILEIRA DE 1964 A DITADURA BRASILEIRA DE 1964 Dalmo A. Dallari * 1. A DITADURA E SUAS VARIANTES A história da humanidade tem sido uma confirmação reiterada do acerto da advertência do eminente político e historiador inglês

Leia mais

PERÍODO MILITAR (1964/1985) PROF. SORMANY ALVES

PERÍODO MILITAR (1964/1985) PROF. SORMANY ALVES PERÍODO MILITAR (1964/1985) PROF. SORMANY ALVES INTRODUÇÃO Período governado por GENERAIS do exército brasileiro. Adoção do modelo desenvolvimento dependente, principalmente dos EUA, que subordinava a

Leia mais

REVOLUÇÃO FRANCESA MCC

REVOLUÇÃO FRANCESA MCC REVOLUÇÃO FRANCESA MCC REVOLUÇÃO FRANCESA. MOVIMENTO BURGUÊS França antes da revolução TEVE APOIO DO POVO Monarquia absolutista Economia capitalista.(costumes feudais) sociedade estamental. 1º Estado-

Leia mais

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO 1 - INTRODUÇÃO Séc. XIX consolidação da burguesia: ascensão do proletariado urbano (classe operária) avanço do liberalismo.

Leia mais

1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra o regime absolutista. 2º - Abriu espaço para o avanço do CAPITALISMO.

1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra o regime absolutista. 2º - Abriu espaço para o avanço do CAPITALISMO. APRESENTAÇÃO Aula 08 3B REVOLUÇÃO FRANCESA Prof. Alexandre Cardoso REVOLUÇÃO FRANCESA Marco inicial da Idade Contemporânea ( de 1789 até os dias atuais) 1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS BR/1998/PI/H/4 REV. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Brasília 1998 Representação

Leia mais

DÉCADA DE 70. Eventos marcantes: Guerra do Vietnã Watergate Crise do Petróleo Revolução Iraniana

DÉCADA DE 70. Eventos marcantes: Guerra do Vietnã Watergate Crise do Petróleo Revolução Iraniana Eventos marcantes: Guerra do Vietnã Watergate Crise do Petróleo Revolução Iraniana GUERRA DO VIETNÃ Após o fim da Guerra da Indochina (1954), Vietnã é dividido na altura do paralelo 17: Norte: república

Leia mais

História B Aula 21. Os Agitados Anos da

História B Aula 21. Os Agitados Anos da História B Aula 21 Os Agitados Anos da Década de 1930 Salazarismo Português Monarquia portuguesa foi derrubada em 1910 por grupos liberais e republicanos. 1ª Guerra - participação modesta ao lado da ING

Leia mais

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher.

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Vamos juntos trabalhar em prol da vida! BRASIL É CAMPEÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NUM RANKING DE 54 PAÍSES fonte: Sociedade Mundial de Vitimologia,

Leia mais

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 2 TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI* *Artigo 5º da Constituição Brasileira

Leia mais

EXMO. SR. PRESIDENTE DA CAMARÁ MUNICIPAL DE FORTALEZA

EXMO. SR. PRESIDENTE DA CAMARÁ MUNICIPAL DE FORTALEZA REQUERIMENTO N p n ;, p Requer a transcrição nos anais desta Casa Legislativa cia nota "Copa Sem Povo: To na Rua de Novo! - Manifesto 15M", Articulação Nacional dos Comités Populares da Copa, veiculada

Leia mais

Génese e implantação do fascismo. e do nazismo

Génese e implantação do fascismo. e do nazismo Génese e implantação do fascismo FASCISMO: - Regime político que vigorou em Itália de 1922 a 1945 e que influenciou fortemente outros países. - Símbolo: o fascio romano. e do nazismo NAZISMO: - Regime

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca ASSINATURA DO SEGURO-DESEMPREGO E

Leia mais

QUARTA CONSTITUIÇÃO (A CONSTITUIÇÃO DO ESTADO NOVO)

QUARTA CONSTITUIÇÃO (A CONSTITUIÇÃO DO ESTADO NOVO) QUARTA CONSTITUIÇÃO (A CONSTITUIÇÃO DO ESTADO NOVO) NOME...Constituição dos Estados Unidos do Brasil DATA...10 de Novembro de 1937 ORIGEM...Outorgada DURAÇÃO...9 anos PREÂMBULO O Presidente da República

Leia mais

3 Breve história da criminalidade nas favelas

3 Breve história da criminalidade nas favelas 3 Breve história da criminalidade nas favelas A origem das favelas no Rio de Janeiro é consensualmente datada no final do século XIX. A primeira favela foi a ocupação do Morro da Providência no centro

Leia mais

DÉCADA DE 50. Eventos mais marcantes: Revolução Chinesa (1949) Guerra da Coréia (1950-1953) Revolução Cubana (1959) Corrida armamentista

DÉCADA DE 50. Eventos mais marcantes: Revolução Chinesa (1949) Guerra da Coréia (1950-1953) Revolução Cubana (1959) Corrida armamentista Eventos mais marcantes: Revolução Chinesa (1949) Guerra da Coréia (1950-1953) Revolução Cubana (1959) Corrida armamentista Corrida Espacial REVOLUÇÃO CHINESA Após um longo período de divisões e lutas internas,

Leia mais

50 ANOS DO GOLPE MILITAR

50 ANOS DO GOLPE MILITAR 50 ANOS DO GOLPE MILITAR (1964-1985) Prof. Dr. Rogério de Souza CAUSAS Guerra Fria Contexto Internacional: Construção do Muro de Berlim (1961) Cuba torna-se Socialista (1961) Crise dos Mísseis (1962) CAUSAS

Leia mais

Quatro grandes temas nos convocaram a este Encontro, na busca de uma nova etapa de integração latino-americana e caribenha.

Quatro grandes temas nos convocaram a este Encontro, na busca de uma nova etapa de integração latino-americana e caribenha. Declaração final do XIII Encontro De 12 a 14 de janeiro de 2007, em San Salvador, El Salvador, com a Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN) como anfitriã, desenvolveu-se o XIII Encontro

Leia mais

Por que defender o Sistema Único de Saúde?

Por que defender o Sistema Único de Saúde? Por que defender o Sistema Único de Saúde? Diferenças entre Direito Universal e Cobertura Universal de Saúde Cebes 1 Direito universal à saúde diz respeito à possibilidade de todos os brasileiros homens

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Pronunciamento sobre a questão

Leia mais

www. Lifeworld.com.br

www. Lifeworld.com.br 1 Artigos da Constituição Mundial A Constituição Mundial é composta de 61º Artigos, sendo do 1º ao 30º Artigo dos Direitos Humanos de 1948, e do 31º ao 61º Artigos estabelecidos em 2015. Dos 30 Artigos

Leia mais

AMAJUM. No próximo dia 7 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

AMAJUM. No próximo dia 7 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. No próximo dia 7 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Produção: Ação conjunta: Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso Parceiro:

Leia mais

CURSINHO PRÓ-ENEM 2015. E-mail: lucianojunior06@hotmail.com Telefone: 9250-8766

CURSINHO PRÓ-ENEM 2015. E-mail: lucianojunior06@hotmail.com Telefone: 9250-8766 CURSINHO PRÓ-ENEM 2015 E-mail: lucianojunior06@hotmail.com Telefone: 9250-8766 Origens A história grega pode ser dividida em quatro grandes períodos: Homérico (séculos XII a VIII a.c.), Arcaico (séculos

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS Trabalho Individual Área / UFCD 1 de 6 Comunidade Global Tema Direitos fundamentais do : Declaração Universal dos Direitos do OBJECTIVO: Participa consciente e sustentadamente na comunidade global 1. Leia, com atenção, a Declaração Universal

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 9 o ano 2 o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o : Sobre a Revolução Russa de 1917, leia o texto a seguir e responda às questões 1 e 2. A reivindicação básica dos pobres da cidade

Leia mais

PROGRAMA DA CHAPA PARTIDO E GOVERNO COM O POVO PARA O PT CONTINUAR LIDERARANDO UM NOVO CICLO DE TRANSFORMAÇÕES NO BRASIL E EM GUARULHOS

PROGRAMA DA CHAPA PARTIDO E GOVERNO COM O POVO PARA O PT CONTINUAR LIDERARANDO UM NOVO CICLO DE TRANSFORMAÇÕES NO BRASIL E EM GUARULHOS PROGRAMA DA CHAPA PARTIDO E GOVERNO COM O POVO PARA O PT CONTINUAR LIDERARANDO UM NOVO CICLO DE TRANSFORMAÇÕES NO BRASIL E EM GUARULHOS "As manifestações são parte indissociável do nosso processo de ascensão

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na sessão de abertura da Cúpula Mundial sobre Segurança Alimentar Data: 16/11/2009 Roma, 16/11/2009 Bem... Lugo, tudo bem? Cumprimentar a

Leia mais

Aula 10.1. Avaliação da Unidade II Pontuação: 7,5 pontos

Aula 10.1. Avaliação da Unidade II Pontuação: 7,5 pontos Aula 10.1 Avaliação da Unidade II Pontuação: 7,5 pontos 1ª QUESTÃO (1,0) Em seu discurso de despedida do Senado, em dezembro de 1994, o presidente Fernando Henrique Cardoso anunciou o fim da Era Vargas,

Leia mais

A Revolução Comunista na China 1949 Organização : Prof.: Fabrício Fernandes

A Revolução Comunista na China 1949 Organização : Prof.: Fabrício Fernandes A Revolução Comunista na China 1949 Organização : Prof.: Fabrício Fernandes Antecedentes Guerra Civil A partir de 1925 nacionalistas / kuomintang (Chiang Kai-shek) X comunistas (derrotados) desfecho: Partido

Leia mais

Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10

Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Poder, Estudo e Instituições Aula 10 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Conteúdo O Consulado: Economia, Educação

Leia mais

República Popular Chinesa (1912-1949)

República Popular Chinesa (1912-1949) China atual Revolução Chinesa Primeiro momento (1911): revolução nacionalista contra neocolonialismo, liderada por SunYat-sen e fundador do Kuomitang (Partido Nacionalista) Segundo momento (1949): revolução

Leia mais

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO A prova de História é composta por três questões e vale 10 pontos no total, assim distribuídos: Questão 1 3 pontos (sendo 1 ponto para o subitem A, 1,5

Leia mais

Vida e Ambiente Violência

Vida e Ambiente Violência Vida e Ambiente Violência Trabalho realizado por: João Afonso Silva, Ricardo Morais, Rui Cruz, Carla, Filipa e Inês Escola Secundária do Padrão da Légua, 10º F O que é? Violência contra o ambiente é danificar

Leia mais

A América Central continental Guatemala, Costa Rica, Honduras, Nicarágua e El Salvador já foram parte do

A América Central continental Guatemala, Costa Rica, Honduras, Nicarágua e El Salvador já foram parte do p. 110 A América Central continental Guatemala, Costa Rica, Honduras, Nicarágua e El Salvador já foram parte do México até sua independência a partir de 1823; Em 1839 tornam-se independentes fracasso da

Leia mais

Cartilha de princípios

Cartilha de princípios Cartilha de princípios 2 MTST - Cartilha de princípios AS LINHAS POLÍTICAS DO MTST O MTST é um movimento que organiza trabalhadores urbanos a partir do local em que vivem: os bairros periféricos. Não é

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

PORTUGAL INDEPENDENTE, DENTRO OU FORA DO EURO, ACABOU. DENUNCIEI, BUT... NINGUÉM LIGOU - MALDITOS!

PORTUGAL INDEPENDENTE, DENTRO OU FORA DO EURO, ACABOU. DENUNCIEI, BUT... NINGUÉM LIGOU - MALDITOS! PORTUGAL INDEPENDENTE, DENTRO OU FORA DO EURO, ACABOU. DENUNCIEI, BUT... NINGUÉM LIGOU - MALDITOS! FINISPORTUGAL! PRIVATIZAÇÕES. (Publicado em 20 Dezembro 2012) 1- Conceito Estratégico de Defesa Naciona

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 13 DE MARÇO ANHEMBI SÃO PÀULO-SP

Leia mais

O que fazer para reformar o Senado?

O que fazer para reformar o Senado? O que fazer para reformar o Senado? Cristovam Buarque As m e d i d a s para enfrentar a crise do momento não serão suficientes sem mudanças na estrutura do Senado. Pelo menos 26 medidas seriam necessárias

Leia mais

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO A CUT e as centrais sindicais negociaram com o governo

Leia mais

TEXTO 1. 1.Texto de problematização:

TEXTO 1. 1.Texto de problematização: TEXTO 1 1.Texto de problematização: A partir de 1922, o quadro começa a se modificar. Apesar dos presidentes Arthur Bernardes e Washington Luís pertencerem ainda ao esquema do café com leite, a nova situação

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO, MINISTRO DA DEFESA E SEGURANÇA KAY RALA XANANA GUSMÃO POR OCASIÃO DA VISITA À ACADEMIA

Leia mais

Temas Governo de Vargas 1930-1945), Populismo (1945-1964) Ditadura Militar (1964-1985) e República Nova (Redemocratização do Brasil) (1985-2010)

Temas Governo de Vargas 1930-1945), Populismo (1945-1964) Ditadura Militar (1964-1985) e República Nova (Redemocratização do Brasil) (1985-2010) Trabalho de História Recuperação _3ºAno Professor: Nara Núbia de Morais Data / /2014 Aluno: nº Ens. Médio Valor: 40 Nota: Temas Governo de Vargas 1930-1945), Populismo (1945-1964) Ditadura Militar (1964-1985)

Leia mais

nao e moleza Quem entende de avaliação é quem está na escola

nao e moleza Quem entende de avaliação é quem está na escola nao e moleza Quem entende de avaliação é quem está na escola Estudantes trabalhadores A Educação de Jovens e Adultos (EJA) nas escolas foi uma conquista dos trabalhadores. Desde os anos 50, diversos movimentos

Leia mais

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática

Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Projeto de Lei de Iniciativa Popular para uma mídia Democrática Comunicação é um direito de todos No Brasil, os meios de comunicação estão concentrados nas mãos de poucas empresas familiares que têm a

Leia mais

Capitalismo, Revolução Russa e Crise de 29

Capitalismo, Revolução Russa e Crise de 29 Capitalismo, Revolução Russa e Crise de 29 Revolução Russa de 1917 A Revolução Russa de 1917 foi uma série de eventos políticos na Rússia, que, após a eliminação da autocracia russa, e depois do Governo

Leia mais

FELIPE CARCELIANO Nº 10 JENNIFER SANTAROZA DE SOUZA Nº 20 NATHALIA NOVAES Nº 30 GEOGRAFIA TEMA VIII HAITI E.E. DR. JOÃO THIENNE.

FELIPE CARCELIANO Nº 10 JENNIFER SANTAROZA DE SOUZA Nº 20 NATHALIA NOVAES Nº 30 GEOGRAFIA TEMA VIII HAITI E.E. DR. JOÃO THIENNE. FELIPE CARCELIANO Nº 10 JENNIFER SANTAROZA DE SOUZA Nº 20 NATHALIA NOVAES Nº 30 GEOGRAFIA TEMA VIII HAITI E.E. DR. JOÃO THIENNE Nova Odessa SP Maio / 2014 1 JENNIFER SANTAROZA DE SOUZA FELIPE CARCELIANO

Leia mais

Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964

Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964 Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964 http://noticias.terra.com.br/brasil/golpe-comecou-invisivel-diz-sobrinho-de-substitutode-jango,bc0747a8bf005410vgnvcm4000009bcceb0arcrd.html acesso em 31-03-2014

Leia mais

A Revolução Francesa (1789-1799)

A Revolução Francesa (1789-1799) A Revolução Francesa (1789-1799) Origens da Revolução Francesa Crise Econômica A agricultura, ainda submetida ao feudalismo, entrava em colapso. As velhas técnicas de produção e a servidão no campo criavam

Leia mais

A Irlanda do Norte, ou Ulster, e a República da Irlanda, ou Eire, situam-se na Ilha da Irlanda. Na Irlanda do Norte, que integra o Reino Unido, vivem

A Irlanda do Norte, ou Ulster, e a República da Irlanda, ou Eire, situam-se na Ilha da Irlanda. Na Irlanda do Norte, que integra o Reino Unido, vivem QUESTÃO IRLANDESA A Irlanda do Norte, ou Ulster, e a República da Irlanda, ou Eire, situam-se na Ilha da Irlanda. Na Irlanda do Norte, que integra o Reino Unido, vivem cerca de 1,8 milhão de habitantes,

Leia mais

UNIVERSIDADE PÚBLICA: O SENTIDO DA NOSSA LUTA. Ivo Tonet

UNIVERSIDADE PÚBLICA: O SENTIDO DA NOSSA LUTA. Ivo Tonet 1 UNIVERSIDADE PÚBLICA: O SENTIDO DA NOSSA LUTA Ivo Tonet Introdução Para melhor orientar e sustentar a nossa luta, é importante compreender as dimensões mais gerais em que ela se situa. A convicção, gerada

Leia mais

Curso: A Agricultura no Contexto da Crise - Perspectivas

Curso: A Agricultura no Contexto da Crise - Perspectivas Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA Curso: A Agricultura no Contexto da Crise - Perspectivas TEMA III: A CONSTRUÇÃO DO MOVIMENTO SINDICAL DE TRABALHADORES COMO SUPERAÇÃO DE EXCLUSÃO DO

Leia mais

Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM. Frei David Santos, OFM - out de 2012

Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM. Frei David Santos, OFM - out de 2012 Centro de Altos Estudos de Segurança (CAES) da Polícia Militar do Estado de São Paulo DOUTORADO DA PM Frei David Santos, OFM - out de 2012 Dados disponibilizados pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade

Leia mais

FORÇA FEMINISTA NA CHINA

FORÇA FEMINISTA NA CHINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA DO SECULO XX FORÇA FEMINISTA NA CHINA DÉBORAH PAULA DA SILVA RECIFE

Leia mais

Capítulo. A ditadura militar no Brasil

Capítulo. A ditadura militar no Brasil Capítulo A ditadura militar no Brasil ARQUIVO/O GLOBO 1 Do golpe militar ao AI-5 O golpe militar de 1964 João Goulart é derrubado pelos militares, em 31 de março de 1964, por meio de um golpe, apoiado

Leia mais

TEMA 6 O AVANÇO DOS ALIADOS. Os combates decisivos entre as tropas do Eixo e as forças aliadas foram travados em território soviético.

TEMA 6 O AVANÇO DOS ALIADOS. Os combates decisivos entre as tropas do Eixo e as forças aliadas foram travados em território soviético. TEMA 6 O AVANÇO DOS ALIADOS Os combates decisivos entre as tropas do Eixo e as forças aliadas foram travados em território soviético. A operação Barbarossa A operação Barbarossa era a invasão da União

Leia mais

Sociedades agrárias africanas: um modelo de sucesso

Sociedades agrárias africanas: um modelo de sucesso Sociedades agrárias africanas: um modelo de sucesso por Por Dentro da África - sexta-feira, novembro 13, 2015 http://www.pordentrodaafrica.com/ciencia/sociedades-agrarias-africanas-um-modelo-de-sucesso

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

Drogas, Violência e Estado de Exceção o caso da proibição da Marcha da Maconha Brasil,

Drogas, Violência e Estado de Exceção o caso da proibição da Marcha da Maconha Brasil, Drogas, Violência e Estado de Exceção o caso da proibição da Marcha da Maconha Brasil, Solidarizo-me com o grupo organizador Coletivo Marcha da Maconha Brasil e os congratulo pela iniciativa da realização

Leia mais

Jornalista: O senhor se arrepende de ter dito que crise chegaria ao Brasil como uma marolinha?

Jornalista: O senhor se arrepende de ter dito que crise chegaria ao Brasil como uma marolinha? Entrevista exclusiva concedida por escrito pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao jornal Gazeta do Povo, do Paraná Publicada em 08 de fevereiro de 2009 Jornalista: O Brasil ainda tem

Leia mais

Aluno(a):... 29/09/2015

Aluno(a):... 29/09/2015 Caderno de Redação 9º ano Ensino Fundamental Aluno(a):... 29/09/2015 Este Caderno de Redação segue as novas diretrizes estabelecidas pela portaria nº 109, emitida em 27/05/2009, no Diário Oficial da União,

Leia mais

DITADURAS DE SEGURANÇA NACIONAL NA AMÉRICA LATINA ENRIQUE SERRA PADRÓS 2012

DITADURAS DE SEGURANÇA NACIONAL NA AMÉRICA LATINA ENRIQUE SERRA PADRÓS 2012 DITADURAS DE SEGURANÇA NACIONAL NA AMÉRICA LATINA ENRIQUE SERRA PADRÓS 2012 ANTECEDENTES GUERRA FRIA - REVOLUÇÃO BOLIVIANA (1952) - INTERVENÇÃO NA GUATEMALA (1954) - QUEDA DE GETÚLIO VARGAS (1954) - QUEDA

Leia mais

Tarefa Net 9º ano História. 2º Bimestre

Tarefa Net 9º ano História. 2º Bimestre Tarefa Net 9º ano História 2º Bimestre 1. Há 70 anos o mundo assistiu ao começo da Guerra Civil Espanhola, cujo saldo de 600 mil mortos provocou comoção internacional, mas não evitou a instalação de uma

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN. b) Cite duas características do Estado Novo. Resposta: Ditadura, censura, nacionalismo, etc.

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN. b) Cite duas características do Estado Novo. Resposta: Ditadura, censura, nacionalismo, etc. 2ª série Ens. Médio EXERCÍCIOS DE MONITORIA HISTÓRIA - OBJETIVA Professora: Higor David Lopes Prucoli 1. (Fuvest 1987) Como se expressa a ação do governo na economia brasileira no período do Estado Novo?

Leia mais

O Regime de Exceção 1964/67 e o AI-5

O Regime de Exceção 1964/67 e o AI-5 O Regime de Exceção 1964/67 e o AI-5 O REGIME DE EXCEÇÃO (64/67) E A GÊNESE DO AI-5 O GOVERNO CASTELO BRANCO, O REGIME DE EXCEÇÃO (64/67) E A GÊNESE DO AI-5 Reiteradamente caracterizado como "legalista"

Leia mais

Guerra por domínio territorial e econômico.

Guerra por domínio territorial e econômico. Guerra da Crimeia Quando: De 1853 até 1856 Guerra por domínio territorial e econômico. Cerca de 595 mil mortos Por que começou: A Rússia invocou o direito de proteger os lugares santos dos cristãos em

Leia mais

Lutar pelo êxito do governo Dilma e reforçar o papel do PCdoB

Lutar pelo êxito do governo Dilma e reforçar o papel do PCdoB Resolução da 5ª reunião do CC - eleito no 12º Congresso Lutar pelo êxito do governo Dilma e reforçar o papel do PCdoB A maioria da nação enalteceu a eleição de Dilma Rousseff para a presidência da República

Leia mais

Arquivo Público do Estado de São Paulo

Arquivo Público do Estado de São Paulo Arquivo Público do Estado de São Paulo Oficina: O(s) Uso(s) de documentos de arquivo na sala de aula Ditadura Militar e Anistia (1964 a 1985). Anos de Chumbo no Brasil. Ieda Maria Galvão dos Santos 2º

Leia mais

CONHECIMENTOS GERAIS, ATUALIDADES E CARTOGRAFIA PROFESSOR: MEDSON LOZAN

CONHECIMENTOS GERAIS, ATUALIDADES E CARTOGRAFIA PROFESSOR: MEDSON LOZAN 1-2- 3-4- 5-6- 7-8- 9-10- 11-12- 13-14- 15-16- 17-18- 19-20- 21-22- 23-24- 25-26- PAÍS CAPITAL PARTE-I AMÉRICA LATINA 1-TREINANDO O CONHECIMENTO CARTOGRÁFICO DA REGIÃO 1-ARGENTINA EM FOCO EXERCÍCIOS SOBRE

Leia mais

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA Juliany Teixeira Reis 1 Judite Gonçalves Albuquerque 2 Esta pesquisa foi inicialmente objeto de uma monografia de graduação

Leia mais

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

A nova lei anti-secessão e as relações entre a China e Taiwan. Análise Segurança

A nova lei anti-secessão e as relações entre a China e Taiwan. Análise Segurança A nova lei anti-secessão e as relações entre a China e Taiwan Análise Segurança Bernardo Hoffman Versieux 15 de abril de 2005 A nova lei anti-secessão e as relações entre a China e Taiwan Análise Segurança

Leia mais

dinha, a Alvorada, a Matinha, a Grota, a Chatuba, o Caracol, o morro da Baiana, o morro dos Mineiros, a Nova Brasília, a Pedra do Sapo, a Palmeiras,

dinha, a Alvorada, a Matinha, a Grota, a Chatuba, o Caracol, o morro da Baiana, o morro dos Mineiros, a Nova Brasília, a Pedra do Sapo, a Palmeiras, Introdução O Complexo do Alemão é um morro na zona norte do Rio de Janeiro, a cerca de quinze quilómetros do centro, que reúne cerca de quinze favelas, nas quais vive um número impressionante de pessoas:

Leia mais

Guerra fria (o espaço mundial)

Guerra fria (o espaço mundial) Guerra fria (o espaço mundial) Com a queda dos impérios coloniais, duas grandes potências se originavam deixando o mundo com uma nova ordem tanto na parte política quanto na econômica, era os Estados Unidos

Leia mais

China: a. Professor Zé Soares. potência do século XXI

China: a. Professor Zé Soares. potência do século XXI China: a Professor Zé Soares potência do século XXI China: o país do espetáculo do crescimento e os problemas atuais Desenvolvimento da nova China; Problemas atuais; Olimpíadas de Pequim; A questão do

Leia mais

total pelo ofensiva controlo de Alepo guerra A batalha de Alepo atingiu o

total pelo ofensiva controlo de Alepo guerra A batalha de Alepo atingiu o Exército ofensiva controlo sírio lança total pelo de Alepo guerra A batalha de Alepo atingiu o seu ponto crucial. Com 20 mil homens, tanques e blindados, o regime de Assad quer reconquistar bairro de Salaheddine

Leia mais

presidente Brasil Por Nízea Coelho

presidente Brasil Por Nízea Coelho a PRIMEIRA presidente do Brasil Por Nízea Coelho 1 Lula é um fenômeno no mundo Historiador, mestre e futuro doutor. Este é Leandro Pereira Gonçalves, professor de História do Centro de Ensino Superior

Leia mais

MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE. Silvia Ramos

MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE. Silvia Ramos MÍDIA E VIOLÊNCIA COMO OS JORNAIS RETRATAM A VIOLÊNCIA E A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAIXADA FLUMINENSE Silvia Ramos A pesquisa mídia e violência O Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade

Leia mais